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Bruna Paulin

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Galeria Mascate inaugura exposição e promove lançamento da coleção primavera/verão 2017 de Régis Duarte

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Evento  traz a coleção Xangai, com criações de Régis Duarte inspiradas nas obras de Letícia Lampert que estarão expostas no local

 

Inaugura na próxima quinta-feira, 17 de novembro a exposição 拆 [chai] da fotógrafa Letícia Lampert, que na ocasião lança livro com mesmo nome. A publicação, com tiragem de 200 exemplares, traz as imagens que estarão expostas na galeria. Chai, significa demolir, desmantelar, destruir, uma ação marcada para acontecer em grandes áreas residenciais de cidades chinesas como Xangai. O ideograma, pichado nas paredes, anuncia que em breve nada restará. A recorrência e escala com que a cena se repete assombra quem caminha pela cidade.

O estilista Régis Duarte, que recentemente visitou o país, se inspirou nas obras de Letícia para criar sua coleção primavera/verão 2017, intitulada Xangai – Leticia Lampert por Régis Duarte, onde blusas e vestidos foram estampados com páginas do livro. “Quando vi as texturas de papéis de parede sobrepostas, com cores desgastadas pelo tempo, achei que tinha tudo a ver uma coleção. E em recente visita à China, fiquei impactado com a velocidade da gentrificação nos grandes centros. É o tal progresso que se estabelece com a pressa de quem não tem tempo a perder. E no meio destes escombros, quase como último suspiro, sinais da vida privada, agora expostos, convidam a preencher o cenário com memórias inventadas o que ainda resta ao olhar”, conta.

Duarte já tem um trabalho reconhecido de colaboração com artistas em suas coleções: suas coleções já trouxeram obras de Britto Velho, Beatriz Correa e Rafael Correa. A artesã Rejane Barbosa, mãe do estilista, que há 11 anos desenvolve parcerias esporádicas com o filho, voltou de um período sabático e bordou uma a uma, das cinquenta peças que completam a coleção de itens únicos.

拆 [chai] segue em cartaz até 10 dezembro, com entrada franca. A Galeria Mascate fica na Rua Laurindo, 332, Bairro Santana, e funciona de segunda a sexta das 14h às 18h.

Saiba Mais

Galeria Mascate

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, Tiago Coelho e Régis Duarte inauguraram a Galeria Mascate em setembro de 2011 e já passaram pelo espaço diversas mostras coletivas e individuais, de artistas locais e internacionais. As obras são apresentadas inseridas nos espaços do Barraco Estúdio, deixando de lado a caixa branca usada tradicionalmente em mostras, museus e galerias, para serem percebidas como parte do ambiente, com um clima de “lá em casa”, como se o visitante estivesse em uma sala de estar, não em um espaço de arte.

“Nossa intenção é fazer com que o distanciamento entre arte e público seja eliminado”, afirma Duarte. O nome Mascate remete a comércio, consumo de uma maneira popular e acessível. O espaço também conta com a Loja de Museu, onde é possível adquirir além das obras à venda na galeria, peças de coleções femininas e masculinas de Régis Duarte, publicações, acessórios, entre outros.

SERVIÇO

[chai] – exposição e lançamento de livro de Letícia Lampert

Xangai – Letícia Lampert por Régis Duarte – lançamento coleção primavera/verão 2017

Inauguração – 17 de novembro, 19h

Até 10 de dezembro

Entrada Franca

Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS

De segunda a sexta, das 14h às 18h | Barracoestudio.com.br

 

Vinho Lendas do Pampa Tannat leva medalha de ouro na VI edição do concurso internacional “Tannat al Mundo Terruño de Oro”

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Rótulo foi um dos dois produtos nacionais a receber o prêmio

  

O vinho Lendas do Pampa Tannat, da Guatambu Estância do Vinho, recebeu medalha de ouro na VI edição do concurso internacional “Tannat al Mundo Terruño de Oro”, realizado em Montevidéu, no Uruguai. O rótulo foi um dos dois vinhos brasileiros a integrar os produtos vencedores. Os 12 jurados tiveram a missão de avaliar mais de 160 amostras de Tannat oriundas de cinco países.

Lançado no mercado em agosto deste ano, o rótulo integra uma linha ultra premium da Guatambu de três varietais elaborados com as melhores parcelas de cada uva (de plantas de 13 anos de idade), vinificados de forma a extrair o máximo potencial de cada variedade, para expressar por completo o terroir dos vinhedos da estância, localizada na Campanha Gaúcha:  solo de rochas granulíticas, 14º C de amplitude térmica, mais de 2300 horas de sol no verão, topografia levemente ondulada e inverno adequado para dormência da videira. De acordo com a sócia proprietária e enóloga da vinícola, Gabriela Hermann Pötter, “estas características favorecem a produção de uvas com maturação fenólica, taninos maduros, complexidade aromática e gosto aveludado”. Os vinhos estagiaram em barril de carvalho virgem, francês e americano, por 13 meses.

“São vinhos mais encorpados, com muita personalidade e identidade”, conta Gabriela. O nome Lendas foi inspirado em histórias da região, que integram a formação da cultura do Pampa e dos gaúchos, em especial o conto do Baile dos Anastácio, evento que marcou o município de Dom Pedrito no final do século XIX. Esta é a segunda premiação do Lendas do Pampa Tannat, que recebu Medalha de Ouro na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016

A organização e o desenvolvimento do “Tannat al Mundo Terruño de Oro” seguem os padrões internacionais indicados pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), premiando no máximo 30% das amostras e reunindo jurados experientes da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai para a avaliação. E os enólogos André Peres Jr., diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), e Dirceu Scottá, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), estiveram no concurso representando o Brasil.

Sobre a Guatambu

A Guatambu é uma vinícola boutique que trabalha com administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, desde 2003. Situada no coração do pampa gaúcho, na fronteira com o Uruguai, o cultivo da videira é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos.

A vinícola conta com um complexo enoturístico, que engloba área de produção, auditório, sala de degustação, salão com parrilla para eventos e loja, com referências arquitetônicas voltadas à cultura gaúcha e às estâncias do pampa, sendo considerada referência em estilo, beleza e modernidade. Desde maio de 2016 funciona com 100% de energia solar, tornando-se o primeiro empreendimento da área na América Latina movida através de energia limpa. estanciaguatambu.com.br | guatambuvinhos.com.br

Muovere Cia de Dança Contemporânea estreia espetáculo no dia 18 de novembro no Instituto Ling

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Choking integra o projeto Webcoreô, vencedor do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014

Estreia no dia 18 de novembro o novo espetáculo da Muovere Cia de Dança Contemporânea, que em 2016 completa 27 anos de trajetória. Choking integra o projeto Webcoreô, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014.

O espetáculo de dança, é um “estudo” atravessado por interfaces digitais e criado a partir de questionamentos sobre as relações estabelecidas entre realidade e ficção na interação cotidiana com a internet. Choking apresenta um conjunto de peças coreográficas que dialogam sobre noções de violência, movimento, sincronismo e anacronismo, perpassando o referencial imagético e sensível criado pela Cia Muovere ao longo de seus 27 anos.

Em que medida a internet, a web e os dispositivos interferem no movimento artístico do corpo?   Choking é composto de episódios, onde as camadas se trançam, em tempo real, nas variações de tempo e distância do espaço teatral. Segundo Jussara Miranda, diretora da companhia e do espetáculo, o ponto de partida da criação se baseia na questão da dança moribunda, noção citada pela coreógrafa no artigo Processos endêmicos ativados por picadas, in Políticas Culturais: teoria e práxis, 2011. Trata-se da dança das bordas, ou aquela que atrai nosso olhar para as ocorrências fora da zona de maior atenção. Para a Muovere, a dança moribunda trilhou no compasso da criação e montagem como um fio condutor, sobre “qual é a sua dança?”, um dos questionamentos que guia o desenvolvimento do projeto Webcoreô, que também contou com um seminário sobre tecnologia, dança e corpo, por Ivani Santana.

“O interesse de trabalhar com a dança com mediação tecnológica foca na experiência sensorial e perceptiva a que se propõe o espetáculo, e não no uso de dispositivos, por si. A tecnologia está em Choking para potencializar nossas escolhas, ideias e pensamentos”, afirma. “Choking é um espetáculo-estudo. Criado a várias mãos investiu no campo das possibilidades, onde cada integrante da equipe tem sua parte de colaboração”, comenta Jussara.

As bailarinas Angela Spiazzi, Joana Amaral e Leticia Paranhos emprestam suas valiosas experiências de vida e arte para compor sentido junto à primorosa direção artística de Diego Mac.

Com figurinos de Antonio Rabadan, projeto gráfico de Sandro Ka, luminotécnica de Ricardo Vivian, projeto de maquiagem de Nilton G. Junior, Choking conta com o apoio do Instituto Ling, recebendo a Muovere em residência para a montagem do projeto, bem como em temporada de première, que ocorre de 18 a 20 de novembro, com entrada franca.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Direção Coreográfica: Jussara Miranda

Coordenação Artística e Direção Cênica: Diego Mac

Elenco: Angela Spiazzi, Joana Amaral e Letícia Paranhos

Coordenação de Produção: Joice Rossato – Aresta Cultural

Produção Executiva: Laís Werneck

Iluminação e Videografia: Ricardo Vivian

Figurino: Antonio Rabadan

Costura: Marcia Groski

Maquiagem: Nilton Gaffrée Jr.

Identidade Visual e Projeto Gráfico: Sandro Ka

Fotografia: Cristina Lima, Gui Malgarizi e Rossato Lima

Texto – Episódio Tutorial: Gui Malgarizi

Trilha Sonora Pesquisada e Intervenção Cênica: Diego Mac

Registro e Edição Videográfica: Rossato Lima

Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Sinopse

“Fios, telas, carnes, operações, olhos, figuras, figurinos, roupa de batalha, espaços reais, espaços virtuais, imagens, tempo objetivo do relógio, tempo dramático do espetáculo: tudo junto, misturado, no palco, no lugar dos acontecimentos. Ponto de partida”. (por Diego Mac)

Duração: 45 minutos

Classificação: livre

facebook.com/ MuovereCiadeDancaContemporanea

 

Choking – temporada de estreia

Dias 18, 19 e 20 de novembro

18: 20h

19 e 20: 17h e 19h

O espetáculo tem entrada franca e as senhas serão distribuídas 30 minutos antes da apresentação, até a lotação do auditório (89 lugares).

Endereço: R. João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre – RS, 90470-260

Telefone:(51) 3533-5700

 

Como Gostais estreia no teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa no dia 15 de novembro

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Espetáculo é uma homenagem aos 400 anos da morte de William Shakespeare

 

Com temporada de estreia marcada para o dia 15 de novembro no Teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa, o espetáculo Como Gostais é uma homenagem aos 400 anos da morte de William Shakespeare e conta com a direção de Daniel Fraga.

Como Gostais é uma das peças menos conhecidas no Brasil do autor britânico. No entanto, permanece entre uma de suas obras mais admiradas pelos entusiastas da pena do bardo inglês. Talvez essa seja uma das peças shakespeareanas em que o amor é tratado em toda a sua beleza, grandeza, ironia e maturidade. Da mesma forma é uma de suas obras em que o feminino aparece em um protagonismo ímpar na história da literatura antiga.

De acordo com Fraga, o projeto também engloba uma pesquisa sobre a arte do ator. “A ausência de montagens sobre textos clássicos torna cada vez mais distante a preparação de atores para enfrentar a construção de personagens complexos e o domínio de textos mais rebuscados. Nesta era em que a tecnologia toma o espaço que já foi dedicado ao encontro autêntico entre seres humanos esta trupe percebe como a humanidade de Shakespeare ainda tem muito a dizer”, revela.

A trilha sonora tem assinatura de Rodrigo Trujillo, Augusto Stern e Fernando Efron, da banda Fantomaticos. O grupo também promove durante os dias de temporada três oficinas abertas ao público, com inscrições a R$ 50,00. As apresentações seguem até o dia 20 de novembro, com ingressos a R$ 30,00 antecipados pelo site kickante.com.br/campanhas/como-gostais  até 11 de novembro e R$ 40,00 no local.

Sinopse da peça

Na França medieval enquanto o jovem Orlando se vê perseguido por seu irmão mais velho, a jovem Rosalinda, filha do duque desterrado, sofre nas mãos de seu tio usurpador. Este cenário que poderia se converter em uma tragédia muda radicalmente quando os personagens decidem fugir para a floresta de Ardens, um lugar misterioso como a mítica Arcádia, na qual pode-se encontrar a liberdade necessária para alcançar a própria felicidade. Ao adentrar na floresta tudo pode acontecer. A peça Como Gostais de William Shakespeare é quase desconhecida no cenário brasileiro, tanto nas realizações teatrais quanto nos estudos acadêmicos. No entanto, permanece entre uma de suas obras mais admiradas pelos entusiastas da pena do bardo inglês. Talvez essa seja uma das peças shakespeareanas em que o amor é tratado em toda a sua beleza, grandeza, ironia e maturidade. Da mesma forma é uma de suas obras em que o feminino aparece em um protagonismo ímpar na história da literatura antiga.

Esta montagem, que celebra os 400 anos da morte do maior dramaturgo de todos os tempos, é realizada também como uma pesquisa sobre a arte do ator. A ausência de montagens sobre textos clássicos torna cada vez mais distante a preparação de atores para enfrentar a construção de personagens complexos e o domínio de textos mais rebuscados. Nesta era em que a tecnologia toma o espaço que já foi dedicado ao encontro autêntico entre seres humanos esta trupe percebe como a humanidade de Shakespeare ainda tem muito a dizer. Vive-se um momento em que as sociedades humanas estão cada vez mais violentas e preconceituosas e se poderia questionar sobre a relevância de montar uma comédia. O fato é que nenhuma pessoa suporta a terrível densidade dos horrores da realidade sem a delicada proteção que apenas o riso pode promover. Shakespeare sabia que a comédia tem tanta relevância quanto a tragédia, mais do que isso, ele tinha consciência que é a leveza sustenta o mundo.

Ficha Técnica do espetáculo

Direção Daniel Fraga

Assistência de direção Gabriela Boccardi

Adaptação dramatúrgica Natasha Centenaro e grupo

Elenco

Alexandre Borin

Anderson Moreira Sales

Carolina Diemer

Charles Dall’Agnol

Eduardo Schmidt

Franciele Aguiar

Jeferson Cabral

Letícia Kleemann

Lorenzo Soares

Thainan Rocha

Iluminação Luiz Acosta

Trilha sonora/Música Rodrigo Trujillo, Augusto Stern e Fernando Efron

Cenografia Jony Pereira

Figurinos Berta Wilbert e Iara Sander

Identidade Visual e Design gráfico Nadja Voss

Produção Manoela Wolff

 

 

Temporada: de 15 a 20 de novembro, de terça a sábado às 20h, domingo às 18h, no Teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira)

R$ 20,00 (meia) estudantes, idosos, classe artística.

Valores promocionais para escolas interessadas. Informações pelo email: comogostaispoa@gmail.com

 

No local haverá a venda de produtos alusivos à peça.

 

Oficinas: todas custam R$ 50,00 (total). Inscrições em comogostaispoa@gmail.com e na hora; pagamento no local.

 

14/11 (segunda) Ressonâncias de Shakespeare no Cinema (2h/aula) das 14h às 16h

http://www.centrohistoricosantacasa.com.br/oficina-ressonancias-de-shakespeare-no-cinema

 

15, 16 e 17/11 (ter, qua e qui) Curso de Teatro Elisabetano: pensamento e poesia (12h/a) das 13h às 17h30, com intervalo

http://www.centrohistoricosantacasa.com.br/curso-de-teatro-elisabetano-pensamento-e-poesia/

 

18/11 (sexta) Grandes Intérpretes Shakespeareanos (2h/aula) das 14h às 16h

http://www.centrohistoricosantacasa.com.br/grandes-interpretes-shakespeareanos/

 

 

Três projetos para TV da Casa de Cinema de Porto Alegre estreiam em breve

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Séries e documentário para Canal Curta!, SPORTV, Globo News e Canal Brasil serão lançados nos próximos meses

 

A Casa de Cinema de Porto Alegre assina diversas estreias na TV neste segundo semestre e nos primeiros meses de 2017, com projetos para Canal Curta!, SPORTV, Globo News e Canal Brasil. Vencedora em 2015 do Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série “Doce de Mãe”, lança no próximo dia 16 de novembro em evento para imprensa e convidados no Rio de Janeiro, a série Grandes Cenas para o Canal Curta!

Com estreia agendada para 16 de novembro, o projeto conta com 22 episódios de 15min dirigidos por Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno. A série documental traz a cada episódio, a análise de uma grande cena de filmes brasileiros e latino-americanos. Participam das entrevistas nomes como Fernanda Montenegro (Eles não Usam Black tie e Central do Brasil), Jean-Claude Bernardet (São Paulo S.A.), Hector Babenco (Pixote), Bráulio Mantovani (Cidade de Deus), Juan Jose Campanella (Clube da Lua), entre outros. O programa tem apresentação de Matheus Nachtergaele. Grandes Cenas tem produção executiva de Nora Goulart e foi selecionado pela Chamada Pública BRDE/FSA – PRODAV 02/2013.

Em dezembro, é a vez de A Olimpíada passou por aqui. Com estreia confirmada para 19 de dezembro, o projeto é a segunda coprodução com o canal SPORTV. Os cinco episódios de 18 minutos têm direção geral de Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado e contam com filmes dirigidos Cavi Borges, José Joffily e Isabel Joffily, Maria Augusta Ramos,Rafael Figueiredo e Roberto Berliner, realizadores nascidos ou moradores do Rio de Janeiro. São registros únicos da passagem das Olimpíadas no Brasil, cujas abordagens inusitadas e sensíveis buscam ir além da cobertura jornalística focada no imediatismo do factual. Aqui, a ideia é priorizar a diversidade de cenários, assuntos, sotaques e público documentados.

Com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2017, o projeto Cidades Fantasmas será lançado em dois formatos: um longa-metragem documentário em coprodução com a Globo News e uma série documental de oito episódios de 15min em coprodução com o Canal Brasil. Com roteiros de Carolina Silvestrin e André Bittencourt e direção de Tyrell Spencer, o projeto conta a história de cidades prósperas, que abrigaram populações inteiras e hoje estão abandonadas e consumidas pelo tempo. Catástrofes naturais, motivações econômicas, embates políticos, guerras, são algumas das condições que levaram esses lugares ao total despovoamento. Sepultadas pelo tempo e esquecidas pelos mapas, Cidades Fantasmas refaz os passos das populações de oito dessas cidades. No Brasil: Ararapira (PR), Cococi (CE), Fordlandia (PA), Minas do Camaquã (RS) e Vila do Ventura (BA), Epecuén, na Argentina, Armero, na Colômbia, e Humerstone, no Chile.

Casa de Cinema de Porto Alegre

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 29 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa

Beduino, de Julio Bressane, encerra o Cine Esquema Novo 2016 – Arte Audiovisual Brasileira

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Festival divulga vencedores da Competitiva Brasil na quinta, 10 de novembro

 

Porto Alegre, 07 de novembro de 2016 – Na próxima quinta-feira, 10 de novembro, o Cine Esquema Novo 2016 – Arte Audiovisual Brasileira chega ao fim de mais uma edição, com a exibição do mais recente longa-metragem de Julio Bressane, Beduino, às 20h, seguida da cerimônia de premiação da mostra Competitiva Brasil, na Cinemateca Capitólio, com entrada franca.

Com première mundial em agosto no Festival de Locarno, na Suíça, Beduino traz no elenco Alessandra Negrini e Fernando Eiras interpretando um curioso casal que através da arte retrata repetidas e variadas representações, em um cenário de luz onde se misturam esperança e desespero.

Logo a seguir, na premiação do CEN 2016, as 44 obras da Mostra Competitiva Brasil concorrem ao Grande Prêmio Cine Esquema Novo. A comissão julgadora é formada pelo professor do Instituto de Artes da UFRGS, Eduardo Veras, a jornalista e professora no curso de Cinema da UFPel, Ivonete Pinto e o diretor, roteirista e montador Vicente Moreno.

O vencedor do Grande Prêmio Cine Esquema Novo recebe o troféu, confeccionado pelo artista Luiz Roque e ainda levará para casa prêmios em serviços (ver lista completa abaixo) oferecidos por Kiko Ferraz Studios, Lilit Laboratório Digital, Psycho N’ Look e Locall. O júri também elegerá até cinco prêmios de escolha livre.

O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em correalização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura e Goethe-Institut Porto Alegre; coprodução da Pátio Vazio e apoio institucional do Instituto Ling, Departamento de Artes Visuais e Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, Fluxo – Escola de Fotografia Expandida e Tecna – Centro Tecnológico Audiovisual do RS. Para informações sobre o evento e programação, acesse: www.cineesquemanovo.org

Saiba Mais

Beduino, de Julio Bressane, 2016, 75min, RJ

Classificação indicativa 12 anos

Elenco:  Alessandra Negrini e Fernando Eiras

Um casal bastante curioso – dramaturgos de sua própria existência na qual a arte surge acompanhada de uma singular pretensão metafísica – procura pela coisa mais difícil, através de repetidas e variadas representações, em um cenário de luz onde se misturam esperança e desespero.

 

DIREÇÃO

JULIO BRESSANE carioca, nascido em 1946. Começou a fazer cinema profissionalmente como assistente de direção de Walter Lima Júnior, em 1965. Participou de articulações e invenções que consagraram o estilo e o modo de produção do chamado Cinema Marginal. Em 1967, apresenta no Festival de Brasília o seu primeiro longa-metragem, Cara a Cara. Em 1970, funda com Rogério Sganzerla a Belair Filmes. Bressane viveu alguns anos de exílio em Londres e quando retornou ao país, em 1972, dirige seus interesses para a chanchada, o deboche e o diálogo com tradições da cultura brasileira como a canção e a linguagem popular. Experimental, provocador, considerado um cinepoeta, Bressane já recebeu vários prêmios em Brasília, inclusive o de melhor filme com Tabu, de 1982. Outros títulos de sua vasta e apaixonada filmografia: Cuidado, Madame (1970); A Família do Barulho (1970); Tabu (1982); Brás Cubas (1985); Dias de Nietzsche em Turim (2001); Filme de Amor (2003); Cleópatra (2007); A Erva do Rato (2008); Educação Sentimental (2013); Garoto (2015) e Beduino (2016).

 Roteiro e direção Julio Bressane
Produção
Tande Bressane e Bruno Safadi
Direção de fotografia
Pepe Schettino e Pablo Baião
Colaboração no roteiro e montagem
Rosa Dias
Montagem Rodrigo Lima
Direção de arte
Moa Batsow
Figurinista
Daniela Aparecida Gavaldão
Companhia produtora TB Produções

Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2016

Prêmios:

Kiko Ferraz Studio

– 40 horas de edição de som

– 12 horas de mixagem

– 6 horas de foley

– 4 horas de estúdio para dublagem 

Lilit – Laboratório Digital

– Preparação de 5 diárias de material bruto para montagem, incluindo: conversão com LUT offline para software de edição, sincagem por timecode e/ou claquete, organização no software de edição.

– Backup duplo em fitas de LTO 05*

*até 5tb sem incluir a mídia (fita de LTO05), apenas o serviço

Psycho n’Look

– 10 horas de correção de cor

– 1 DCP de um filme de até 15 minutos

Locall

– R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em aluguel de equipamentos a serem resgatados nas filiais dos estados de São Paulo, Curitiba ou Porto Alegre.

 

Jurados

EDUARDO VERAS – Eduardo Veras é professor do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), atuando no Bacharelado em História da Arte e no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte. Integra o Conselho Deliberativo da Fundação Vera Chaves Barcellos e o Comitê de Acervo e Curadoria da Fundação Iberê Camargo.

IVONETE PINTO – Jornalista, doutora em Cinema pela USP; professora no curso de Cinema da UFPel; editora das revistas Teorema e Orson; sócia fundadora e ex-vice-presidente da Abraccine – Assoc. Brasileira de Críticos de Cinema; sócia-fundadora e ex-presidente da Accirs (Assoc. e Críticos de Cinema do RS); participou de júris em festivais como Gramado, Mar del Plata, Teerã, Cine Ceará,  Mostra de São Paulo, Havana, Cartagena e FestRio. É autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã e Samovar nos Trópicos.

VICENTE MORENO – Vicente Moreno atua como diretor, roteirista e montador. Entre seus trabalhos recentes está o curta Depois da Avenida, a série Grandes Cenas e o longa Dromedário no Asfalto, do qual foi montador e produtor executivo. Graduou-se realizador audiovisual pela UNISINOS, onde atualmente é professor de montagem e roteiro, e concluiu seu mestrado em comunicação pela PUCRS, com ênfase em narratologia. Foi também professor convidado na CINETVPR em Curitiba e na Especialização em Cinema da UNISINOS.

Encerramento Cine Esquema Novo 2016 – Arte Audiovisual Brasileira

Quinta-feira, 10 de novembro

20h – Exibição de Beduino, de Julio Bressane

21h30 – Cerimônia de Premiação mostra Competitiva Brasil

Cinemateca Capitólio – Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico

Entrada Franca

Evento reúne cervejarias, chefs e marcas locais no dia 12 de novembro

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Fumaceira é um projeto do Comida de Rua que ocorre com entrada franca

 

No dia 12 de novembro a equipe do Comida de Rua lança um novo evento para movimentar a cena cultural e gastronômica local: o Fumaceira faz parte de uma série de eventos do #consumasuacidade, projeto que abre a temporada de verão 2016/2017.

Com o objetivo de democratizar e utilizar a gastronomia como instrumento de aproximação e cultura, ocupando de forma criativa os espaços ociosos da cidade, o evento reunirá empresas locais de gastronomia, moda, arte e design, além de diversas atrações musicais, com entrada franca. A ideia é incentivar o micro turismo local e aquecer sua microeconomia de forma colaborativa. O local da vez fica no 4º Distrito e reúne o polo cervejeiro de Porto Alegre: o bairro Anchieta. “Nosso polo é muito pitoresco: são 13 cervejarias em uma área de 5km. Não conhecemos nenhum lugar do mundo com tanta concentração de empresas como aqui”, conta o chef Rodrigo Paz.

O Fumaceira vai reunir cinco cervejarias, cinco bancas de comida, cinco marcas de moda, arte e design, além de atrações musicais, na Praça Jorge Godofredo Felizardo, das 12h30 às 21h30. O público poderá degustar as cervejas do Comida de Rua, Maniba, Baldhead, Seasons e Irmãos Ferraro, e pratos de cinco cozinheiros acostumados a lidar com fogo: Rodrigo Paz, Braza FoodTruck, Espírito Radical, o peruano Horário Icochea e o basco Haritz Aranburu.

Entre os expositores de moda, arte e design estão Chilli Tees, Oden, Draisiana e Allwood. Para animar a festa, o Coletivo Injambre comandará o Sound System com o melhor do reggae e dancehall, além de trazer convidados.

Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/events/1230691550327358/ | https://www.facebook.com/comidaderuapoa/

Fumaceira

12 de novembro, das 12h30 às 21h30

Praça Jorge Godofredo Felizardo

Entrada Franca

 

 

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam espetáculo infantil Terremota em Porto Alegre e Gravataí

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Com apresentações gratuitas, projeto também oferece intérprete de libras nas apresentações e encontro de dramaturgia, que ocorrem no mês de novembro

 

Chega ao Rio Grande do Sul a premiada peça infantil Terremota, de São Paulo, com Jackie Obrigon e Guto Togniazollo. A montagem, escrita e dirigida pelo dramaturgo Marcelo Romagnoli, o mesmo da Bandamirim, conta com o patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, via Lei Rouanet, e tem como objetivo proporcionar a circulação de peças teatrais não inéditas pela Região Sul do país. O público de Porto Alegre e Gravataí poderá conferir as apresentações que ocorrem nos dias 16 e 23 de novembro no Teatro do Sesc, 19 no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana e dia 18 no Sesc Vale do Gravataí.

Terremota conta a história de Maria, menina que mora com seu Tio Bigode e passa muito tempo sozinha com o gato Platão dentro de casa, onde observa o mundo através da janela da sala. Depois que uma tempestade frustra os planos da família de ir à praia, Maria decide, então, proclamar sua própria República – a Terremota – e virar a Maria Terremota Primeira. Ali ela manda, desmanda e conta com a ajuda do tio e do gato na brincadeira.

“Isso revela a relação de poder entre adultos e crianças. Quem ensina quem? Maria realmente questiona o mundo adulto e se torna a dona do apartamento”, conta Romagnoli. Ele acrescenta que a personagem foi inspirada nas personagens Mafalda, do argentino Quino, e Pippi Meialonga, da escritora sueca Astrid Lindgren, por serem “libertárias e revolucionárias”.

Maria é interpretada pela premiada atriz Jackie Obrigon, que há poucos meses esteve em Porto Alegre com o espetáculo adulto Galileu Galilei. Acostumada a atuar para crianças desde o começo de sua carreira, ela acredita que esse é o verdadeiro trabalho de formação de público. “É uma plateia mais sincera, reage na hora, joga junto, você precisa estar inteiro porque eles estão, e não aceitam qualquer coisa”, ressalta a atriz. Terremota já levou os prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte, em 2012, como Melhor Texto, e o Coca-Cola Femsa 2012 – Melhor Atriz e Melhor Texto.

O projeto inclui, ainda, um encontro direcionado a educadores, escritores, dramaturgos, estudantes, atores e interessados. Intitulado Caminhos da dramaturgia para crianças no Brasil, o objetivo é trocar e debater experiências, formas e conteúdos sobre a dramaturgia jovem atualmente feita no Brasil, seus avanços, resultados e dificuldades. A atividade, com entrada franca, tem duração de duas horas e é comandado por Marcelo Romagnoli, Jackie Obrigon e Guto Togniazollo. Em Porto Alegre o evento está agendado para 20 de novembro, das 15h às 18h, na sala Hermes Mancilha na Casa de Cultura Mario Quintana. Inscrições devem ser feitas com inscrições e informações Viviana Schames 519137-1990 vivi.schames@gmail.com. Em Gravataí, o encontro será no dia 17, das 17h às 20h. As inscrições devem ser realizadas através do fone: 51 3497-6174 (falar com Fernanda ou Jhonatan).

Tanto as apresentações quanto o encontro são gratuitos e a peça conta ainda com intérprete de LIBRAS, o que torna o ambiente cultural inclusivo e democrático.

 

Ficha Técnica

TERREMOTA

Texto e direção: Marcelo Romagnoli

Com: Jackie Obrigon e Guto Togniazzolo

Cenário e Luz: Marisa Bentivegna

Figurinos: Cláudia Schapira

Música composta: Tata Fernandes e Dr Morris

Trilha Sonora: Dr Morris

Produção Musical e arranjos: Dr Morris

Adereços: Ivaldo de Mello

Fotos : Maria Clara Diniz 

Stan in:Milena Gasparetti e Fábio D’Arrochella.

Técnico de luz: Jean Marcel

Teacnico de som :Bruno Garcia

Direção de Produção: Jackie Obrigon

Concepção  e realização : Jackie Obrigon e Marcelo Romagnoli

Assessoria de imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Duração: 50 minutos

Recomendação etária: livre

 

Sinopse

Maria é uma menina corajosa e esperta que mora com o tio Bigode e o gato Platão. Sua maior diversão é analisar o mundo pela janela. Num feriado, o tio resolve viajar, mas uma forte chuva atrapalha os planos.  A menina fica indignada e prepara uma revolução: inventa um outro mundo na sala de casa e funda a República Terremota.

 

Serviço:

Terremota – Apresentações em Porto Alegre

Teatro do Sesc (Av. Alberto Bins, 665 – Centro)

Apresentações: 16/11 – 15h e 20h | 23/11 – 15h e 20h

 

Teatro Sesc Vale do Gravataí (Rua Anápio Gomes, 1241 – Centro)

Encontro de Dramaturgia – 17/11 das 17h às 20 h – inscrições e informações Viviana Schames 519137-1990 vivi.schames@gmail.com

Apresentações – 18/11 às 15h e 20h

 

Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico)

Apresentação – 19/11 às 16h – Teatro Bruno Kiefer

Encontro de Dramaturgia – 20/11 das 15h às 18h – inscrições e informações Viviana Schames 519137-1990 vivi.schames@gmail.com – Sala Hermes MancilhaTodas as atividades têm entrada franca e serão acompanhadas por intérprete de LIBRAS

Programa de Pós-Gradução em Artes Cênicas da UFRGS promove curso Radioarte ministrado por Janete El Haouli

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Evento ocorre nos dias 07, 08 e 09 de novembro na Sala Alziro Azevedo

 

A professora, musicista e pesquisadora Janete El Haouli chega a Porto Alegre nos dias 07, 08 e 09 de novembro para ministrar o curso Radioarte. A atividade é uma realização do Programa de Pós-Gradução em Artes Cênicas da UFRGS, através do Grupo de Pesquisa sobre Cena e Radiofonia, coordenado pela atriz e professora Mirna Spritzer.

Janete é musicista, produtora cultural e pesquisadora com ênfase em rádio como mídia experimental, em voz musical estendida, ecologia sonora e paisagem sonora. Desde 2013 coordena o Espaço TOCA, em Londrina, onde trabalha com a criação e pesquisas sobre experimentação vocal, experiências radiofônicas e de paisagens e ecologias sonoras. Neste curso, a artista trará a experiência do rádio feito por artistas. Suas conexões e convergências com o cinema, teatro, música, artes visuais e poesia sonora.

No curso, a artista trará a experiência do rádio feito por artistas. Suas conexões e convergências com o cinema, teatro, música, artes visuais e poesia sonora.
Experiências multidisciplinares no rádio, sobre o rádio e para o rádio. Escuta de obras radiofônicas – históricas e atuais – de artistas que utilizam o rádio como mídia inventiva e não apenas reprodutiva, além análise sobre mídia experimental, voz musical estendida e a escuta de vozes, sons e ruídos de artistas como Dziga Vertov e  Walter Rutmman, Luigi Russolo e a arte dos ruídos de Mauricio Kagel, John Cage, Orson Welles, Fatima Miranda, Demetrio Stratos e Diamanda Galas, entre muitos outros.

Os encontros ocorrem na Sala Alziro Azevedo das 18h30 às 21h. Informações e inscrições: radioarteufrgs@gmail.com

 RADIOARTE

Curso com Janete El Haouli

Dias 7, 8 e 9 de novembro,  das 18h30 às 21h

Sala Alziro Azevedo (Rua General Vitorino, 255)

Informações e Inscrições: radioarteufrgs@gmail.com

Coordenação: Mirna Spritzer
Produção: Angelene Lazzareti
Arte: Jaqueline Rhoden
Realização:
Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas
Instituto de Artes
Universidade Federal do Rio Grande do Sul

 

Janete El Haouli é musicista, produtora cultural e pesquisadora com ênfase em rádio como mídia experimental, em voz musical estendida, ecologia sonora e paisagem sonora. Possui bacharelado em Música (piano) pela Faculdade de Música Mãe de Deus de Londrina, PR (1977). Mestrado em Ciências da Comunicação com a dissertação “Demetrio Stratos: a escuta da voz-música” (1993) e Doutorado em Artes com a tese “RadioPaisagem” (2000), ambos pela Universidade de São Paulo (USP). Pós-doutorado pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sobre “Arte Acústica Radiofônica” (2007). Professora na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Departamento de Música e Teatro (1981-2011). Criou e coordenou o programa radiofônico “Música Nova : rádio para ouvidos pensantes” (1991-2005) pela Rádio UEL FM e o Núcleo de Música Contemporânea da UEL (1993-2008). Foi diretora da Rádio Educativa UEL FM (2001-2005), da Casa de Cultura da UEL (2007-2010) e do Setor de Informação e Comunicação do Centro Cultural São Paulo (2012). Em 2013, criou e atualmente coordena o espaço TOCA: arte ação criação na cidade de Londrina, através do qual segue promovendo e organizando atividades pedagógicas, de criação e de pesquisas na área da experimentação vocal, da arte radiofônica, da criação com paisagens sonoras e da ecologia sonora. Seus trabalhos têm sido apresentados em eventos no Brasil e no Exterior. Em 2014 recebeu prêmio internacional no Concurso de Produções Radiofônicas da 10ª. Bienal Internacional de Rádio do México. Integra o Collectif Environnement Sonore (France- Suisse) e o Grupo Ars Acustica International.

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