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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Cia La Negra Ana Medeiros apresenta Mujeres de Água nos dias 17 e 18 de setembro no CHC Santa Casa

Sessões em formato híbrido contam com transmissão pelo canal do YouTube da instituição e público presencial reduzido no teatro

A mais recente performance da Cia La Negra Ana Medeiros, Mujeres de Água terá duas sessões nos dias 17 e 18 de setembro, às 20h, pelo projeto CHConecta, do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em formato híbrido. O público poderá adquirir ingressos tanto para exibição on-line, pelo YouTube da instituição, quanto presencial no teatro, com público reduzido.

Mujeres de Água é um projeto inovador que tem o flamenco como linguagem norteadora, em diálogo com o teatro e a música, apresentando trilha sonora inédita de Jef lima e Isadora Arruda, que inclui ritmos como o entre o cante Yorubá, o cancioneiro nordestino, o folclore latino americano além do Flamenco.


Inicialmente criada como uma videodança, a performance conta com um corpo de baile com seis mulheres que amadureceram por meio do Flamenco e apresentam suas vivências e perspectivas de mundo, no ir e vir das ondas do mar. “A água simboliza a origem da vida, a fecundidade, a fertilidade, a transformação, a purificação, a força e a limpeza. Elemento primordial, ela é considerada o ponto de partida para o surgimento da vida e é a força motriz de inspiração para este espetáculo”, revela La Negra Ana Medeiros, diretora e coreógrafa do projeto. No elenco, Emily Borghetti  Patrícia Correa, Thaís Virgínia, Ana Cândida de la Campana, Luciana Meira e La Negra Ana Medeiros, com direção artística de Silvia Canarim.

Os ingressos custam entre R$ 10,00 e R$ 50,00 e podem ser adquiridos através da plataforma Sympla – https://www.sympla.com.br/produtor/CHCSantaCasa . Nos dias 22 e 23 de setembro a companhia se apresenta em Salvador, no Teatro Gamboa Nova.

Direção geral, concepção, figurino, coreografia e produção: La negra Ana Medeiros

Direção Artística: Silvia Canarim

Baile: Emily Borghetti, Patrícia Correa, Thaís Virgínia, Ana Cândida de la Campana, Luciana Meira e La Negra Ana Medeiros

Vídeo arte: 2L produtora

Trilha sonora: Jef lima e Isadora Arruda

Execução figurino: Tânia Ferreira

Fotografia: Fábio Zambom

Luz: Fabrício Simões

Projeto Plataforma promove aula aberta de Produção Executiva de Exposições na terça-feira, 21 de setembro

Plataforma é executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020

Atividade é ministrada pela produtora e curadora Jaqueline Beltrame, criadora do projeto, que surge a partir de um desejo de interlocução com profissionais da área da cultura, promovendo o cruzamento entre as artes

Encerrando o ciclo de lançamento, o projeto Plataforma, iniciativa executada através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, promove uma aula aberta de Produção Executiva de Exposições na terça-feira, 21 de setembro. Ministrada pela produtora e curadora Jaqueline Beltrame, criadora do projeto, a atividade aborda as diversas etapas de realização de exposições. Dentre os tópicos, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento, empréstimo de obras e produção local, cronograma, equipe envolvida e toda documentação necessária para realização de uma exposição.

O Plataforma é um ambiente para promover o compartilhamento de conhecimento através de cursos, conteúdos e divulgação de projetos, espaços culturais, artistas e agentes da cultura que surge a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. “A busca do Plataforma é construir permanentemente ações, através de aulas e de outras formas de compartilhamento, que propaguem os conhecimentos mais diversos do setor cultural. Em seu lançamento, buscamos fomentar o sistema das Artes Visuais no Rio Grande do Sul, através de dois pilares que se relacionam: formação e compartilhamento de conteúdos”, declara Jaqueline.

A Aula Aberta de Produção Executiva de Exposições contará com Tradução Simultânea em LIBRAS mediante solicitação dos interessados, que devem se inscrever até 14 de setembro. O encontro que ocorre das 19h às 21h através da plataforma Zoom é gratuito, com inscrições (para pessoas que não necessitem intérprete de LIBRAS) até 19 de setembro através do formulário https://forms.gle/bwFuLpYQLHKxoTtn9. Uma aula de produção, em áudio no formato podcast, também será disponibilizada no site do projeto, ampliando a acessibilidade do conteúdo. 

Além de promover cursos, o Plataforma tem uma área destinada ao compartilhamento de conteúdos online como textos críticos, outras plataformas de arte, projetos culturais e bibliografia dos cursos que promove, em permanente atualização. Durante o ciclo de lançamento, o Plataforma promoveu 11 encontros com diversos nomes de referência das artes visuais, recebendo 30 alunos.

Em breve outras atividades serão divulgadas no site. Para mais informações, acesse: www.plataformaonline.art.br | instagram.com/plataformaonline.art/ |  fb.com/plataformaonline.art/

Aula aberta de Produção Executiva de Exposições

ministrada por Jaqueline Beltrame

21 de setembro de 2021, das 19h às 21h

Atividade gratuita, via plataforma Zoom

Inscrições: até 19/09, através do formulário https://forms.gle/bwFuLpYQLHKxoTtn9

Acessibilidade: até o dia 14/09 é possível solicitar tradução simultânea em Libras no formulário de inscrição.

Ementa:

A aula aberta de Produção Executiva de Exposições, ministrada por Jaqueline Beltrame, aborda as diversas etapas de realização de exposições. Dentre os tópicos, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento, empréstimo de obras e produção local, cronograma, equipe envolvida e toda documentação necessária para realização de uma exposição.

Sobre a ministrante:

Jaqueline Beltrame (Porto Alegre – RS) é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É sócia fundadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, festival do qual também é diretora, curadora e produtora.

Há mais de duas décadas realiza projetos de cinema e artes visuais; tendo atuado como Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo, de diversas edições da Bienal do Mercosul, além de produzir exposições e projetos em instituições culturais.

É produtora executiva de longas e curtas metragens, tendo filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais como Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam. Participou do ARSENAL / LIVING ARCHIVE, residência curatorial em Berlim na qual pesquisou e programou obras do acervo do Arsenal – Institut for Film and Video Art.

Criou o projeto Plataforma a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. Para o Ciclo de Aulas Plataforma, realizado no lançamento do projeto, dividiu com Gabriela Motta a formação do grupo de ministrantes e conteúdos, e com Nicole Quines a produção do projeto.

“Ninguém”, single de Lipsen, chega às plataformas de streaming em 09 de setembro com clipe dirigido por Ike Santos

Faixa marca a estreia do artista em carreira autoral, com lançamento de EP previsto para 15 de outubro

Chega às plataformas de streaming nesta quinta, 09 de setembro, o single Ninguém, de Lipsen. O multiartista, já conhecido pelo trabalho de artista de rua com gaita e como ator, estreia sua carreira autoral na música, que contará com mais dois lançamentos ainda este ano. 

Ninguém é uma música dançante, com beats eletrônicos e guitarra distorcida, que faz homenagem aos sucessos das pistas de dança que foram referência para Lipsen na sua formação musical, como os hits de Franz Ferdinand e Blondie. Gravada em Porto Alegre, a canção conta com Lipsen nos vocais, Gabriela Lery na guitarra e baixo e Viridiana no sintetizador e beats, que também assina edição, mixagem e master da faixa. A produção é assinada pelos três artistas e conta com uma maioria de artistas mulheres e LGBT+. 

Ninguém, assim como as outras cinco faixas que compõem o EP, previsto para chegar às plataformas no aniversário do compositor, 15 de outubro, apresentam ao público histórias de dores e desamores vividos pelo artista, que utiliza todo seu repertório teatral na interpretação.

O clipe, dirigido por Ike Santos, foi gravado no Ocidente, histórico bar de Porto Alegre, com figurino de Julha Franz e fotografia de Bernardo Appel. O elenco conta com a participação de Bruno Fernandes, ator do premiado filme Tinta Bruta (2018), como par romântico de Lipsen. Ainda em setembro, Lipsen lança o single Como o pôr do sol, na segunda, 27 de setembro. 

A capa de Ninguém, assim como de Como o pôr do sol e do EP, são uma criação da artista Talita Hoffmann, conhecida no mercado editorial por assinar capas de publicações das editoras Todavia Livros, Terreno Estranho, Ubu, Antofágica e Claraboia. Talita já produziu obras para outros nomes da música, como a banda O Terno, Pedro Pastoriz, Mari Romano, Murilo Sá e o selo Light in the Attic, dos EUA.

Para mais informações, acesse – instagram.com/lipsen.ph e youtube.com/Lipsen 

Lançamento de NINGUÉM, single de Lipsen

09 de setembro, nas plataformas de streaming

Clipe no canal do artista no YouTube 

Sobre o artista: Lipsen é ator, cantor e compositor de Porto Alegre e se descreve como uma bixa multiartista. Bacharel em Teatro (UFRGS 2009), mestre em Artes Cênicas (PPGAC-UFRGS 2016) e doutorando em Artes Cênicas (PPGAC-UFRGS). É integrante do Grupo Cerco de teatro desde a sua fundação em 2008 e também colabora como ator e músico junto a outros importantes grupos de teatro do RS em suas produções.

É conhecido por seu trabalho como artista de rua, o qual ele apresenta tradicionalmente aos domingos no Brique da Redenção em Porto Alegre. No show na rua, intitulado “Música para três pulmões”, Lipsen canta grandes hits da música pop nacional e internacional em versões inusitadas para voz e acordeom, com muito fôlego e bom humor.

Lipsen lança sua carreira solo em 2021, trazendo a público suas canções autorais contando as dores e os desamores utilizando todo seu repertório teatral na interpretação.

Festival 100 Grandes Álbuns ocorre nos dias 19 e 20 de setembro pela Cubo Play

Programas especiais reúnem 18 atrações musicais locais além de entrevistas

Um programa especial reunindo 18 atrações musicais e convidados em entrevistas está sendo produzido pela plataforma Cubo Play. O Festival 100 Grandes Álbuns, que será veiculado nos dias 19 e 20 de setembro a partir das 19h, marca o lançamento do livro 100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho, que chega às livrarias em novembro.

A publicação, idealizada pelo jornalista Cristiano Bastos e o diretor de arte Rafael Conny, reúne resenhas, fotos e ilustrações, fatos e curiosidades sobre 100 discos de rock e suas vertentes, lançados durante os últimos 50 anos no Rio Grande do Sul, que foram eleitos por uma curadoria formada por personalidades, dentre músicos, produtores, radialistas e jornalistas ligados à arte e cultura, apontando cada um, seus 100 discos mais significativos. Além da lista resultante desta seleção, a publicação conta com capítulos especiais sobre produção feminina, discos e singles lançados durante a pandemia e uma série de álbuns “hour concours”, que contarão com textos especiais.

O programa especial, uma criação da jornalista Bruna Paulin, que também comanda as entrevistas e apresenta a atração, com direção de Claudio Fagundes, foi gravado nos estúdios da Cubo Filmes em Porto Alegre. O festival conta com a participação de Adriana Deffenti, Arthur de Faria e Seu Conjunto, Bife Simples & as Guarnições Mais Preza, Cláudio Heinz, Comunidade Nin-Jitsu, Edu Meirelles, Fantomaticos, Hard Blues Trio, Hique Gomez, Irmãos Rocha!, Izmália, Julio Reny, Luciano Leães, Os Eles, Os Torto, Plato Divorak, Projeto Shaun e Santo Suzuki. “Ao propor a ideia para o Cristiano e o Rafael, logo pensamos em mesclar nomes de diversos estilos e momentos da nossa produção musical local, incluindo por exemplo, bandas jovens como Projeto Shaun, grupo com três anos de existência, e colocando ao lado de nomes consagrados como Julio Reny e bandas longevas como Os Eles e Comunidade Nin Jitsu. Nem todas as atrações que estão participando do evento integram a lista dos 100, a ideia era misturar mesmo”, revela. Grupos como Arthur de Faria e seu Conjunto, que não tocavam há mais de cinco anos, se animaram com o convite e se reunirão para o evento. “Não existe retorno melhor para a produção do que saber que artistas que não se apresentam juntos há tanto tempo resolveram tocar juntos novamente”.  De acordo com Bastos, “O Festival 100 Grandes Álbuns, que nasceu da ideia de um livro e desdobrou-se em inúmeros shows, de bandas e artistas, de várias ‘matrizes e matizes’ sonoras, mostra apenas a pujança de uma cena de música pop e jovem, do Rio Grande do Sul, que, apesar dos dias pandêmicos que vivemos, continua viva e atuante. Teríamos atrações para mais de uma edição do festival certo, que esperamos, com o sucesso desta, tenhamos muitas outras pela frente”.

Costurando os números musicais serão apresentados trechos de entrevistas com pesquisadores, jornalistas, músicos e outras personalidades da área, como Juarez Fonseca, Bento Araújo, Fernanda Chemale, Biba Meira, Mauro Borba e Frank Jorge, entre outros. “A ideia é que eles comentem sobre álbuns que integram a lista dos 100 e tragam relatos de episódios bacanas sobre bastidores”, afirma a comunicadora. Os criadores do livro, Bastos e Conny, também trarão seu relato sobre a produção da publicação. Após a veiculação do especial, será possível conferir gratuitamente as entrevistas na íntegra pelo podcast da plataforma.

“O Festival 100 Grandes Álbuns foi uma grande sacada, uma ideia que pintou de um convite feito pela Bruna, junto com a Cubo Play, e que deu uma bela movimentada na cena desse tal róque gaúcho, reunindo nomes de diversas gerações. Além de proporcionar ao público assistir a pocket shows e entrevistas, o festival também tem o objetivo de divulgar o livro nestas últimas semanas de pré-venda ante de entrar na gráfica, bem como monetizar de alguma forma os envolvidos, sejam artistas, produtores e técnicos, contando com uma estrutura profissional e preparada para grandes transmissões online, enquanto ainda não podemos estar juntos presencialmente”, declara Conny.

Os ingressos estão à venda pelo site http://cuboplay.com.br/100-grandes-albuns-festival/ com primeiro lote (até 03/09) por R$15,00 cada dia de festival ou passaporte R$ 20,00. O segundo lote, à venda até 15 de setembro, terá ingresso avulso a R$ 20,00 e passaporte a R$ 30,00, e o terceiro lote conta com ingressos de R$ 30,00 e R$ 50,00. Para quem ainda não garantiu o livro e deseja adquirir um exemplar, apresentando o comprovante de compra de ingresso de qualquer modalidade do festival, a publicação será comercializada por R$ 149,00. Para mais informações sobre o livro, o contato é feito pelo whatsapp (51) 99919-6952 ou (51) 98298-6277.

Festival 100 Grandes Álbuns

Dias 19 e 20 de setembro, 19h, pela www.cuboplay.com.br

Concepção, produção, apresentação e entrevistas: Bruna Paulin

Direção: Claudio Fagundes

Curadoria: Bruna Paulin, Cristiano Bastos e Rafael Conny

Arte: Rafael Conny

Realização: Cubo Play e 100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho

INGRESSOS

Primeiro lote (até 03/09):

Passaporte – 20,00

Por dia 15,00

Segundo lote (até 15/09):

Passaporte – 30,00

Por dia 20,00

Terceiro lote

Passaporte R$ 50,00

Por dia 30,00

Atrações (ordem de exibição a confirmar):

19 de setembro 

Bife Simples & as guarnições mais preza

Claudio Heinz

Edu Meirelles

Hard Blues Trio

Hique Gomez

Julio Reny

Os Torto

Santo Suzuki

20 de setembro

Adriana Deffenti

Arthur de Faria & seu conjunto

Comunidade Nin Jitsu

Fantomaticos

Irmãos Rocha!

Izmália

Luciano Leães

Os Eles

Plato Divorak

Projeto Shaun

Sobre a Cubo Play

A Cubo Play oferece conteúdos de entretenimento on-line com transmissões ao vivo e diversas opções de programas para consumo on demand. São shows musicais, eventos culturais e de esporte nas suas mais variadas formas, além de conteúdos como entrevistas, podcasts e debates. Com 100 dias de existência, a plataforma já alcança mais de 48 mil acessos vindos de 114 países, com uma média de 480 acessos diários ao site. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Claudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar ingressos ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. O ticket médio custa R$ 15,00 nos lotes iniciais das atrações.

Já passaram pela plataforma shows de artistas e grupos como Nenhum de Nós, Marmota Jazz, Diego Ferreira Quarteto, Lisandro Amaral, Zé Caradípia, Nei Van Sória, Marcelo Gross, Rock de Galpão, Império da Lã, Anka Brasil, entre outros. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu e atrações ao vivo do Espaço 373. Além das transmissões ao vivo, a Cubo Play oferece programas e conteúdos que podem ser consumidos on demand. Estão disponíveis uma série de entrevistas com as atrações da plataforma, pelo podcast da Cubo Play, em vídeo e também em áudio nas plataformas de streaming, e os podcasts Enchendo os Canecos, apresentado pelo músico, designer gráfico, técnico de áudio e som direto Marcelo Calçada, e A História do Disco, que disponibiliza parte das entrevistas do programa em vídeo.

Para conhecer mais a plataforma, acesse: www.cuboplay.com.br | https://www.facebook.com/cuboplayonline | https://www.instagram.com/cubo.play

“A História do Disco” comemora um ano no ar com programação especial e campanha de financiamento contínuo

Em setembro podcast comandando pela artista e comunicadora Bruna Paulin recebe Fernanda Takai, João Barone, Tainá Müller, Edu Conte e Lucinha Turnbull

Campanha de fincanciamento contínuo pode ser acessada pelo https://apoia.se/ahistoriadodisco

Comemorando um ano no ar, o podcast A História do Disco promove programação especial durante o mês de setembro, com a participação da cantora, compositora e escritora Fernanda Takai, o baterista dos Paralamas do Sucesso João Barone, a atriz e jornalista Tainá Müller, o astrólogo e músico Edu Conte e a compositora e primeira mulher a tocar guitarra no Brasil, Lucinha Turnbull. Comandado pela artista e comunicadora Bruna Paulin, o projeto conta com uma campanha de financiamento contínuo através da plataforma apoia.se.

O programa, que figura entre os podcasts de música mais ouvidos no país, estreou em setembro de 2020 e traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista. Já são mais de 3.185 minutos de conteúdo no ar – o equivalente a 71 discos de 12 polegadas – , que trazem 46 convidados dividindo momentos de suas vidas em que a música foi personagem marcante. 

O podcast já recebeu nomes como o do músico, pesquisador e apresentador Charles Gavin, a escritora Martha Medeiros, o ator Guilherme Weber, o músico Edgard Scandurra, a comunicadora Sarah Oliveira, a cineasta, atriz e apresentadora Marina Person, o cineasta Jorge Furtado, o produtor musical Marcelo Fróes, a apresentadora Roberta Martinelli, as jornalistas Fabiane Pereira, Kamille Viola e Chris Fuscaldo, o escritor André Czarnobai, a atriz e escritora Júlia Medeiros, o músico Rafael Rocha e a cantora e compositora Filipe Catto, entre outros. “O que mais me encanta no programa é que a relação emocional com a música é algo realmente muito incrível. Cada convidado traz um relato totalmente diferente de como se relaciona, como consome, o que deixa marcas. Em uma época tão difícil que vivemos, reforçamos que o contato com as artes pode ser uma maneira de suportar esses tempos sombrios, e a música, sem dúvida, tem sido combustível para seguirmos em frente. 

No final de 2020, A História do Disco, com apenas 13 episódios no ar na época, ficou entre os 111 podcasts de música mais ouvidos do ano em todo Brasil pelo Spotify. Recentemente esteve entre o Top 13 programas de música mais ouvidos da plataforma. “A ideia foi aproximar meu amor à música e discos de vinil e às histórias que trazemos com um disco que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco’ é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

Campanha de financiamento contínuo está no ar

Agora os ouvintes de A História do Disco podem contribuir para a manutenção do programa, através da plataforma apoia.se – https://apoia.se/ahistoriadodisco .  “O projeto foi desenvolvido ao longo deste ano de forma totalmente independente, contando apenas com apoio de profissionais e marcas para seguir evoluindo tecnicamente”, revela Bruna. “Porém, para seguirmos desenvolvendo conteúdo de qualidade para todas as pessoas, resolvi convocar quem nos acompanha para colaborar com o podcast”. Com o financiamento contínuo, “a ideia é que eu possa me dedicar mais horas da semana com o podcast, remunerar melhor quem já trabalha comigo e ampliar a equipe do projeto”. Com contribuições a partir de R$ 7,00, o público recebe conteúdos e benefícios exclusivos, além de participar de sorteios de brindes e colaborar com pautas ou gravações de episódios.

A História do Disco também em vídeo

Desde agosto o programa conta com o apoio da plataforma Cubo Play, da Cubo Filmes, produtora audiovisual sediada em Porto Alegre. Os programas agora são gravados nos estúdios da Cubo e a parte das entrevistas é disponibilizada gratuitamente na plataforma. O programa no formato original, segue disponível em mais de 10 plataformas de streaming. Os episódios vão ao ar semanalmente às quartas-feiras.

A produção, entrevistas, roteiro e locução são de Bruna, a edição de áudio é de Nicole Demeneghe, arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron. O programa tem apoio da Le Mule, Editora Belas Letras e Cubo Play. Para saber mais acesse instagram.com/ahistoriadodisco

A História do Disco – programação de um ano

01/setembro – Fernanda Takai

08/setembro – João Barone

15/setembro – Tainá Müller

22/setembro – Edu Conte

29/setembro – Lucinha Turnbull

Campanha de financiamento contínuo pela plataforma apoia.se  https://apoia.se/ahistoriadodisco

Ouça em:

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Overcast 

Radio Public

Spotify 

“Etnografia Poética do Tabaco: a memória é uma corda bamba” tem lançamento em 06 de setembro

Projeto desenvolvido pela jornalista e escritora Claudine Zingler é vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020 e conta com uma exposição virtual de poemas temáticos e uma série de entrevistas

Acesse: claudinezingler.com.br

A partir da segunda-feira, 06 de setembro, será possível acessar gratuitamente  Etnografia Poética do Tabaco: a memória é uma corda bamba, da jornalista e escritora Claudine Zingler. Vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, o projeto conta com uma exposição de poemas temáticos tratando do universo da cultura do tabaco na região do Vale do Rio Pardo, além de uma série de quatro entrevistas com pesquisadores e agricultores.

“Eu nasci e cresci no Vale do Rio Pardo, em Santa Cruz do Sul e Vera Cruz, respectivamente. Nessa região existe a predominância massiva da cultura do tabaco, gerando impactos muito significativos na vida das pessoas da região. Todo mundo que mora por aqui tem algum tipo de relação com o tabaco – desde algum parente que é agricultor até a pessoa mesmo que trabalha em uma empresa fumageira. O comércio todo se move ao redor do período da safra em que estamos.  Olhando superficialmente parece que foi sempre assim, mas na verdade tudo isso foi surgindo a partir de um investimento maciço de dinheiro das multinacionais que se instalaram por aqui”, revela a jornalista. 

O cultivo do tabaco para exportação é massivo na região do Vale do Rio Pardo, tendo iniciado desde a época da chegada dos primeiros imigrantes germânicos. Posteriormente, a fumicultura tomou proporções de monocultura, que além de ser agressiva à saúde física e psicológica de agricultores e suas famílias, os torna reféns de multinacionais tabagistas e de insumos agrotóxicos que precisam ser aplicados na lavoura, conjuntura que implica inclusive na alta taxa de suicídio na região central do estado. Atualmente, o tabaco é a principal fonte de renda da maioria dos agricultores na região. A fumicultura é uma das atividades que mais impactam na economia do Vale do Rio Pardo, a partir da presença de multinacionais e o trabalho informal de trabalhadores na lavoura, que depois remunerados, gastam seu salário majoritariamente no comércio local. 

Partindo da vivência, de reflexões e de pesquisas sobre o tema, foram compostos seis poemas cujo o pano de fundo é fumicultura e seus aspectos históricos, sociais e políticos. Muito do que encontramos na série poética também surge por conta da própria vivência de Claudine, já que durante toda sua vida conviveu com essa realidade, assistindo diversos parentes vivendo a cultura do fumo, e vai em busca de muitas outras vivências que são atravessadas por esta realidade em suas subjetividades e historicidades, não apenas no Vale, mas até mesmo em outros países que têm o tabaco como um de seus principais cultivos.

“Apesar de ser um tema bastante presente no cotidiano da população, principalmente do Vale do Rio Pardo, não são feitas quaisquer reflexões ou problematizações acerca das consequências da cultura do tabaco. Pensando nisto, esta proposta tem o intuito de criar um trabalho artístico de forma a ressignificar este tema pouco abordado na arte e que, em que pese sua importância econômica, causa problemas sociais, psicológicos e de saúde para a população envolvida direta e indiretamente”, revela. 

De acordo com a autora, “a partir da proposta poética as pessoas poderão ter outra possibilidade de enxergar um tipo de realidade com a qual talvez não estejam familiarizadas, e as que estão, poderão aprofundar seu entendimento e sua sensibilidade sobre o assunto”. O projeto também fornecerá informação confiável sobre a cultura do tabaco, a partir da publicação das entrevistas feitas com pessoas envolvidas nesta realidade de alguma maneira, disponíveis no site. Claudine entrevistou Fabiano Pisoni, coordenador de projetos da Cooperfumos, ligada ao Movimento dos Pequenos Agricultores, em Santa Cruz do Sul, Mateus Silva Skolaude, professor do curso de História da Universidade de Santa Cruz do Sul, Nilsa Machado, agricultora e dona de casa e o professor Rogério Leandro Lima da Silveira. Ele atua na pós-graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). “Para além de tudo isto, escrever sobre esta vivência se mostra fundamental como forma de documentar um tipo de experiência dentre tantas outras possíveis em relação à fumicultura”, afirma. 

Com a equipe de trabalho formada inteiramente por mulheres, Etnografia Poética do Tabaco conta com identidade visual de Carolina Moraes Marchese, desenvolvimento do site pela Idea Contenido (Kika Simone e Olivia Caetano), fotografia de Amanda Mendonça, assessoria de imprensa de Bruna Paulin, consultoria de redes sociais de Caroline Albaini (Bendita Comunicação) e brindes criados por Marília Bianchini.

Para mais informações, acesse: claudinezingler.com.br |  instagram.com/claudinemesmo

ETNOGRAFIA POÉTICA DO TABACO

Lançamento de site com exposição virtual de poemas + entrevistas

06 de setembro

claudinezingler.com.br

Sobre a autora

Claudine Zingler é formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e tem a literatura como um modo de existir no mundo, seja por meio da experiência como mediadora do clube de leitura Leia Mulheres ou pela publicação de textos de sua autoria, tanto em poesia quanto em prosa. Já publicou a zine Xoxotas de Pelotas pela Editora Caseira e escreve a newsletter Divaganças, na qual faz reflexões acerca da vida cotidiana, compartilha poemas e dá dicas culturais.

Tem vivência direta com a cultura do tabaco, pois nasceu e cresceu na região do Vale do Rio Parto e  sua família é formada por pessoas ligadas à fumicultura, como agricultores e operários de empresas do ramo. O projeto Etnografia Poética do Tabaco: a memória é uma corda bamba servirá como base para a produção, experimentação, criação e exposição virtual de poemas criados a partir da pesquisa, da reflexão e da vivência em relação à fumicultura. 

Ficha técnica:

concepção, produção, entrevistas e poemas: Claudine Zingler

identidade visual: Carolina Moraes Marchese

desenvolvimento do site: Kika Simone e Olivia Caetano (Idea Contenido)

fotografia: Amanda Mendonça

assessoria de imprensa: Bruna Paulin (Assessoria de Flor em Flor)

consultoria de redes sociais: Caroline Albaini (Bendita Comunicação)

press kit: Marília Bianchini 

Augusto Stern lança terceiro single de seu projeto solo BABU em 03 de setembro

‘Não Fale de Mim’ traz um rock experimental e psicodélico, seguindo a proposta minimalista do projeto

Chega às plataformas de streaming na sexta-feira, 03 de setembro, o novo single do projeto solo BABU, do músico Augusto Stern. Não fale de mim é um rock com toques de psicodelia e experimentalismo. Ao contrário dos dois primeiros singles, que carregavam bastante no violão e tinham uma sonoridade acústica, nessa música as guitarras ganham a frente, junto com sintetizadores, baixo e a bateria.

Stern, que desenvolve um frutífero trabalho com a banda Fantomaticos, além de participar de outros projetos musicais e assinar a produção de outros artistas, tem se dedicado ao projeto solo desde 2019. Já lançou os singles I Believe Her e Verano, sendo que este último integrou a playlist editorial ‘Desplugado’, do Spotify.  

Com Não Fale de Mim o músico busca um pouco mais de peso no seu som e, principalmente, experimentações rítmicas. A letra fala sobre uma crescente incapacidade coletiva de dialogar com alguma racionalidade e sobre como é fácil se perder ao criticar os outros. Tudo isso em meio a uma pacata conversa de bar.

Assim como nas canções anteriores, o artista foi responsável por todas etapas da produção – da composição à gravação dos instrumentos, passando pela capa até o clipe. “A ideia é sempre dar o máximo de agilidade entre o momento de composição/gravação e o lançamento, fazendo com que cada música seja um fluxo constante dos pensamentos, sem interrupções ou pausas que ocorrem ao trabalhar num disco inteiro”, revela.

O vídeo que acompanha a música mistura algumas imagens antigas de arquivo que remetem ao tema da música, com algumas sobreposições e intervenções do próprio artista. O single ‘Não Fale de Mim’’ estará disponível em plataformas de streaming como Spotify, iTunes e Deezer e o clipe poderá ser visualizado no canal do artista no Youtube https://www.youtube.com/channel/UCJy5RF2zqQYeOgxLx0AXuxA

Revista Corpo Futuro lança edição acessível nesta terça, 24 de agosto

Publicação semestral voltada a valorizar publicações de arte conta com versão impressa e edição gratuita em PDF acessível  no site www.corpofuturo.com

Equipe envolvida no projeto participa de live às 21h no perfil da revista no Instagram

Uma versão acessível para pessoas cegas e com baixa visão da segunda edição da Revista Corpo Futuro estará disponível gratuitamente a partir desta terça-feira, 24 de agosto, no site www.corpofuturo.com. A publicação semestral, voltada a valorizar a leitura e contemplação de obras criadas para arte impressa, contará com uma versão com audiodescrição que contou com uma equipe de seis profissionais envolvidos que trabalharam durante mais de um mês no projeto, coordenado pela OVNI Acessibilidade Universal.

Segundo Mimi Aragón, da OVNI, “o PDF acessível é um arquivo como qualquer outro neste formato. Porém, caso ele seja utilizado em um leitor de tela, o programa transforma não somente os textos em comunicação sonora, mas também as imagens, fazendo com que a pessoa que está acessando o documento tenha uma experiência completa da publicação. Assim, tanto pessoas cegas ou com baixa visão quanto pessoas que enxergam podem experienciar o mesmo conteúdo”, afirma. 

A versão acessível contou com audiodescrição da empresa Ver com Palavras, audiodescrição das imagens de Rosangela Favaro, revisão de Lívia Motta, formatação do PDF acessível de Wagner Caruso e produção da OVNI. Cristiana Cerchiari e Laercio San’Anna, consultores da equipe, tem deficiência visual e foram os primeiros a testar e conferir a publicação, confirmando se a experiência está funcionando corretamente. “Por meio desse recurso de acessibilidade aplicado às fotos, eu aprendi a ver e me afligir com uma imagem nunca antes imaginada – uma mosca no olho de uma criança. Aprendi a vestir roupas diferentes das que uso e a imaginar a beleza da neve no elevado monte Kilimanjaro. Foi maravilhoso me transportar para o Quênia sem sair de casa”, relata Cristiana. 

Uma outra novidade na versão acessível será a descrição completa das imagens em formato de texto, para que pessoas que enxergam possam conferir como funciona a audiodescrição sem necessitarem utilizar um leitor de telas. “É uma oportunidade de quem não necessita da audiodescrição conhecer um pouco como funciona, aproximando e familiarizando cada vez mais pessoas”, conta Mimi. 

De acordo com o editor-chefe e curador da Corpo Futuro, Fernando Zugno, “a Corpo Futuro tem nos trazido muitas alegrias. Que a sua beleza e conteúdos possam ser acessados também por pessoas com deficiência visual é mais um motivo de orgulho e uma enorme honra pra gente”.

Publicada pela Canard Produções, conta também com edição e curadoria de Carol Anchieta e reúne nomes como Jaider Esbell, Juliana Notari, Renata Felinto, Rubiane Maia, Eliane Brum, Valéria Barcellos, Mitti Mendonça, Anders Sandberg, N. Katherine Hayles, Edilamar Galvão, Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho, Carlos Donaduzzi, Ailton Krenak e Andreia Duarte, Victor Freitas, Thiago Ventura, Pedro Valentim, Maxwell Alexandre, Josemar Afrovulto, Fausto Vanin, Bianca Bixarte e Moara Tüpinåmbá. A foto de capa com Katu Mirim é de Thais Vandanezi com direção artística de Alma Negrot.

Com 184 páginas, a revista estará disponível gratuitamente no site  https://www.corpofuturo.com/ e à venda pela Livraria Baleia https://www.livrariabaleia.com.br/. Com patrocínio da PMI Foods através de financiamento da Secretaria da Cultura – Pró-cultura RS LIC, a Corpo Futuro será distribuída gratuitamente a bibliotecas comunitárias, bem como acervos dos teatros da cidade e do estado.

A Revista Corpo Futuro nasceu em 2020, em edição comissionada pelo festival internacional de artes cênicas Porto Alegre em Cena. Em 2021, o público encontrará conteúdos inéditos e criados especialmente para a publicação, além de criações que de alguma forma conversam com as questões que propomos aos colaboradores. São artigos, reportagens, depoimentos, entrevistas, diálogos entre artistas que podem ser fruídos na ordem proposta ou de maneira independente, sem pressa ou com a preocupação do factual. Segundo Carol, “na Corpo Futuro é possível folhear divagações e imagens sobre o corpo humano, a natureza, a expressão indígena, o afrofuturismo e o pensamento contestador em diferentes formas”.

No dia 24, a partir das 21h,  a equipe da edição acessível e Zugno estarão em live conversando sobre o processo de criação da versão acessível. Para saber mais, acesse: www.corpofuturo.com | @FuturoCorpo no Facebook e @RevistaCorpoFuturo no Instagram

Lançamento Edição Acessível da Revista Corpo Futuro – 2a edição

24 de agosto, 21h – evento online de lançamento

Disponível gratuitamente pelo site www.corpofuturo.com

Edição impressa à venda pela Livraria Baleia (R$ 30,00) – https://www.livrariabaleia.com.br/product-page/corpo-futuro

Audiodescrição: Ver Com Palavras.

Audiodescrição de imagens: Rosangela Favaro.

Revisão: Lívia Motta. 

Consultoria: Cristiana Cerchiari.

Formatação PDF acessível: Wagner Caruso.

Consultoria em acessibilidade: Laercio Sant´Anna.

Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Rock, jazz, MPB e música nativista integram a programação de agosto da Cubo Play

Shows de Diego Ferreira, Trick’n’Roll, Zé Caradípia, Nenhum de Nós e Lisandro Amaral ocorrem nas próximas semanas na plataforma de streaming

Uma programação musical variada está programada na agenda de transmissões da Cubo Play, plataforma de streaming da Cubo Filmes. O público poderá conferir performances de Diego Ferreira, Trick’n’Roll, Zé Caradípia, Nenhum de Nós e Lisandro Amaral durante o mês de agosto (ingressos à venda).

Para os amantes de jazz, na sexta-feira, 20 de agosto, a pedida é a performance de Diego Ferreira e Nana Sakamoto Quarteto, que ocorre em formato híbrido, uma parceria da Cubo Play com o Espaço 373. Diretamente de Nova York, Diego e Nana são acompanhados por Miguel Tejera no contrabaixo e Dani Vargas na bateria, em formato chordless. O grupo apresenta um repertório de standards lado B em releituras no estilo latin jazz e bossa nova. A trombonista japonesa Nana Sakamoto é uma das grandes revelações do jazz nova-iorquino. Aos 25 anos de idade já se apresentou com os mais importantes músicos da atualidade. Diego Ferreira é mestre em Jazz Performance e em Composição Erudita, pela New Jersey City University e atua na cena do Jazz de Nova York, onde reside desde 2015. Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 100,00 (à venda pelo link http://cuboplay.com.br/diego-ferreira/).

Já o sábado, 21 de agosto, será uma noite puro rock’n’roll. Marcando o lançamento do álbum de estreia Aerochumbo, a banda Trick’n’Roll promete uma viagem do blues ao folk, do rock clássico à psicodelia, com uma energia pesada como o chumbo mesclada com sutilezas aero ímpares. O disco, que será tocado na íntegra, contou com mais de 30 músicos do rock gaúcho selecionados criteriosamente para o nascimento do projeto autoral.  Sobem ao palco dos estúdios da Cubo Trick Bernardi (voz, violão e guitarra), Fernando Felix (guitarra), Fabrício Mendonça (baixo), Jazzner Messa (bateria) e Murilo Moura (teclado), com ingressos entre R$ 15,00 e R$ 60,00. (à venda pelo link https://cuboplay.com.br/tricknroll/).

O compositor Zé Caradípia se apresenta na sexta, 27 de agosto, com o show Zé Caradípia & Amigos, onde divide o palco com Marcio Celli, Gelson Oliveira, Loma, Nelson Coelho de Castro e sua filha Elisa Furtado. No repertório 12 canções, algumas inéditas e outras clássicas, como Asa Morena, grande sucesso na voz de Zizi Possi. Em um clima intimista, Zé e seus convidados se apresentam acompanhados de Texo Cabral (flauta) e Daniel Castilhos (acordeão). Os ingressos custam R$ 15,00 (à venda pelo link http://cuboplay.com.br/ze-caradipia-e-amigos/)

O dia 28 de agosto será de uma grande festa para a banda Nenhum de Nós. O grupo, longe dos palcos desde o ano passado, se apresenta às 21h para iniciar as celebrações de seus 35 anos de estrada, que serão comemorados em outubro. Com a marca expressiva de mais de 2 mil apresentações, 17 discos, três DVDs e dois EPS, o grupo prepara um show exclusivo transmitido ao vivo, com muitos sucessos para comemorar ao lado de seu público não só no Brasil, mas em outros países também. Os ingressos de segundo lote custam R$ 30,00 à venda pelo link https://cuboplay.com.br/nenhum-de-nos-livestream-concert/)

Encerrando a programação de agosto, uma nova faixa de horário de show estreia na plataforma com  Lisandro Amaral no domingo, 29 de agosto, às 11h. O show é uma celebração aos 20 anos do álbum À Moda Antiga, que reproduz recortes de dias reais nas estâncias, piquetes e potreiros urbanos do sul do Brasil. Onde a economia se alicerça na pecuária, onde os costumes campeiros e as medicinas rurais, forjam o estilo de vida do homem e da mulher do campo. É nestes lugares onde a simplicidade e a sabedoria empírica são hereditárias e tradição é passar adiante o ensinamento para os próximos. O primeiro lote custa R$ 15,00 e pode ser adquirido pelo link http://cuboplay.com.br/lisandro-amaral/.

Há também a opção de adquirir o Combo de Agosto, onde o público garante acesso a todas as atrações adquirindo o passaporte que custa R$ 50,00 – http://cuboplay.com.br/combo-de-agosto/ . Além das performances ao vivo, a plataforma conta com podcasts e conteúdos on demand que podem ser acessados gratuitamente. Para mais informações, acesse www.cuboplay.com.br

PROGRAMAÇÃO AGOSTO CUBO PLAY

COMBO DE AGOSTOhttp://cuboplay.com.br/combo-de-agosto/

20/08, 21h – Diego Ferreirahttp://cuboplay.com.br/diego-ferreira/

21/08, 21h – Trick-n-Rollhttps://cuboplay.com.br/tricknroll/

27/08, 21h – Zé Caradípiahttp://cuboplay.com.br/ze-caradipia-e-amigos/

28/08, 21h – Nenhum de Nóshttps://cuboplay.com.br/nenhum-de-nos-livestream-concert/

29/08, 11h – Lisandro Amaralhttp://cuboplay.com.br/lisandro-amaral/

SOBRE A CUBO PLAY

A Cubo Play oferece conteúdos de entretenimento on-line com transmissões ao vivo e diversas opções de programas para consumo on demand. São shows musicais, eventos culturais e de esporte nas suas mais variadas formas, além de conteúdos como entrevistas, podcasts e debates.

Com menos de 40 dias de existência, a plataforma já alcança mais de 25 mil acessos vindos de 90 países, com uma média de 400 acessos diários ao site. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Claudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar ingressos ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. 

Já passaram pela plataforma shows de artistas e grupos como Nei Van Sória, Marcelo Gross, Rock de Galpão, Império da Lã, Anka Brasil, entre outros. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu e atrações ao vivo do Espaço 373, novo parceiro do projeto.

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