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50 Tons de Pretas é a atração deste domingo no Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro

50 Tons de Pretas_Dejeane Arruée e Graziela Pires_crédito_Rogério Soares (1)

 Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica até dezembro

O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 18 de novembro, o grupo 50 Tons de Pretas, que apresenta o espetáculo “A mais pura verdade”.

A banda é composta por Dejeane Arruée, que além de vocalista e trombonista, toca pandeiro e é responsável pelos arranjos das canções, e Graziela Pires, vocalista e letrista. Os músicos que as acompanham são Cassiano Miranda (percussão), Felipe Sandas (violão), João Costa (bateria) e Vladimir Godoy (baixo).

O espetáculo “A mais pura verdade” tem orientação cênica da atriz e diretora Deborah Finocchiaro e projeção de imagens do artista Leandro Selister. O repertório conta com sambas e clássicos da MPB, além de composições autorais. O cunho político do espetáculo está presente nas canções, que buscam refletir sobre o ainda pequeno espaço ocupado pela mulher negra, a necessidade de empoderamento feminino e o reconhecimento das vitórias e reveses nesta caminhada.

A apresentação gratuita inicia às 19h. Em dezembro, o Festival promove no dia 02 a 2ª Mostra de Teatro de Bonecos, e encerrando a programação no dia 16, Canto Livre.

O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

18/11 – 50 Tons de Pretas

2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos

16/12 – Canto Livre

 

50 Tons de Pretas

A banda foi fundada na região do Vale do Sinos. O grupo reunido na época tinha 5 mulheres (a formação atual tem 6 meses). Com agenda cheia  desde  o  início  do  ano,  as  Pretas  se  apresentaram na  Virada  Cultural,  do Projeto  Virada  Sustentável,  primeira  edição  do Casa  Expandida na Casa  de  Cultura  Mario  Quintana,  segunda  edição do  Sarau  Voador  (London  Pub),  show  no  Meme  Santo  da  Casa  e participaram  da  Parada  de  Luta  LGBTI,  que  reuniu  mais  de  50  mil pessoas,  e  da  Cerimônia  de  encerramento  do  46º Festival  de  Cinema  de  Gramado. O grupo percorre 12 cidades do Rio Grande do Sul em 2018 com a turnê “A mais pura  verdade”, onde cantam sambas e clássicos da MPB, além de composições autorais.

Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre de 22 a 28 de novembro em Porto Alegre

POSTERCEN2018

Três Mostras, oficinas e seminários integram programação que ocorre na Cinemateca Capitólio, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – O Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre entre os dias 22 e 28 de novembro, com atividades gratuitas na Cinemateca Capitólio Petrobras, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta. São três mostras, duas oficinas e dois seminários que integram a programação do evento, que em 2018 completa 15 anos de existência e chega a sua 12ª edição.

A programação do Cine Esquema Novo inicia em grande estilo, com uma sessão de abertura especial: no dia 22 de novembro às 20h na Cinemateca Capitólio o público poderá conferir o show do trio instrumental Reverba TrioPor um Punhado de Trilhas, onde o grupo executa versões de grandes clássicos do cinema, como O Poderoso ChefãoTubarãoAmarcord, Blade Runner,  A Primeira Noite de um Homem e ET, o extraterrestre. Os arranjos compostos tradicionalmente para grandes orquestras foram convertidos para o formato power trio formado pelo guitarrista Julio Cascaes, o baixista Régis Sam e o baterista Gustavo Telles. Por um Punhado de Trilhas contará com projeções e imagens selecionadas por Carolina Grimm.

Após a apresentação, a Mostra Competitiva Brasil abre sua programação às 21h com a exibição de A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra. A Mostra Competitiva Brasil apresenta 39 obras – 35 exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações expostas no Goethe Institut, corealizadores do CEN 2018. seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores.

Serão 35 obras exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações que serão expostas no Goethe-Institut Porto Alegre, co-realizadores do CEN 2018. A seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores. Temáticas como feminismo, empoderamento da negritude, política atual, colonialismo, questões indígenas, pertencimento, religião, queer, entre outras, pautam os títulos selecionados de onze Estados brasileiros e nove produções assinadas por brasileiros realizadas no exterior (ou em coprodução internacional).

“Neste amplo panorama da recente produção autoral e independente do país, fica bastante claro que será uma edição extremamente posicionada e política”, afirmam os curadores que assinam a seleção, Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo e Vinicius Lopes.  A lista integra títulos como “Sol Alegria”, de Tavinho Teixeira e sua filha Mariah Teixeira, uma ficção científica lo-fi, onde uma família nada tradicional corre por um país dominado por uma junta militar e pastores corruptos; “Supercomplexo Metropolitano Expandido”, de Guerreiro do Divino Amor, que investiga como forças ocultas e ficções de diferentes naturezas, sejam elas geográficas, sociais, midiáticas, políticas ou religiosas, interferem na construção do território e do imaginário coletivo a ideia de cidade-máquina em São Paulo; e “Azougue Nazaré” de Tiago Melo, eleito o melhor filme da mostra Bright Future da 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã,  que incorpora elementos sobrenaturais em um retrato quase antropológico de uma pequena comunidade canavieira, dividida entre o Maracatu e o evangelismo.

Destaque também para “Majur”, documentário de Rafael Irineu Alves Lacerda que mostra um ano na  vida de Majur, chefe de comunicação de uma aldeia no interior do Mato Grosso; “O Peixe”, curta-metragem documental experimental que retrata uma vila de pescadores que tem o ritual de abraçar os peixes ao pesca-los; além de “Terremoto Santo” de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca, um curta musical com jovens cantores da cena da música evangélica da cidade de Palmares em Pernambuco, explorando com poesia e uma direção de fotografia muito autêntica a cultura evangélica do país.

O festival que, há quinze anos e onze edições derruba as barreiras simbólicas e experienciais entre o cinema e as artes visuais para exibir obras tanto na tradicional sala de cinema quanto em galerias de arte e espaços públicos, apresentará a performance “Título Provisório Para Obras de Formação Indeterminada”, de Marcelo Birck. Realizada em tempo real, exibe animações feitas à mão em super-8, antigas lâminas de lanterna mágica, e slides encontrados com som gerado a partir de um processo similar à montagem do cinema, transposto para outro material: vinis cortados a laser e recolados.

Entre os realizadores gaúchos, destacam-se “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, premiado como Melhor Longa Metragem no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim e “Música para quando as luzes se apagam” de Ismael Canepppelle.

O público poderá conferir três filmes com sessões acessíveis na Cinemateca Capitólio Petrobras: no dia 23 de novembro, às 17h, será exibido o longa A Cidade dos Piratas e no dia 27, às 15h, os filmes profanAÇÃO Majur.

A Mostra Competitiva premiará ao final do evento, no dia 28 de novembro, às 20h, na Cinemateca Capitólio, o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 e cinco Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até cinco prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição), com apoio da Locall. O júri desta edição é composto por Leo BomFim, Renata de Lélis e Romy Pocztaruk.

O realizador alemão Philip Widmann, artista convidado do CEN 2018, vem a Porto Alegre para exibição de mostra e seminário com entrada franca no Goethe-Institut Porto Alegre. Topographical Translations reúne trabalhos que tentam situar questões de representatividade e inteligibilidade na visibilidade de superfícies construídas e crescidas, contrastando com a evanescência do discurso escrito e falado. O artista apresentará dois programas no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre: às 14h, os curtas Fictitious Force, Das Gestell (ambos de Widmann), em diálgo com os filmes The Voice of God (de Bernd Lützeler) e Nutsigassat (Translations) (de Tinne Zenner), e às 16h, o primeiro longa-metragem do realizador, Szenario. Às 17h30, Widmann promove um Seminário com entrada franca. Os filmes possuem legendas em português e o seminário será realizado em inglêsNo dia 26, a mostra tem reprise nos mesmos horários.

Duo Strangloscope, dos artistas Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting, promove a mostra Existir/Resistir no dia 27, na Cinemateca Capitólio. A dupla executa a performance Carcará, com filmes e projetores 35mm, 16mm e Super 8 e apresenta uma curadoria de seis filmes experimentais de artistas do México, Argentina, EUA, Espanha, Venezuela e  França, três deles em 16mm, que refletem e dão forma a questões sobre existência e resistência.

Duas oficinas integram a programação do evento: Crítica no Brasil Hoje, ministrada pelo jornalista e crítico de cinema Daniel Feix, ocorre nos dias 22, 23 e 26 de novembro, na Cinemateca Capitólio. O curso de três módulos sobre análise de filmes na contemporaneidade com foco na produção atual cinematográfica brasileira ocorre das 15h às 18h e tem 20 vagas. As inscrições devem ser feitas pelo site do festival. Já o projeto Câmera Causa, ministrado por Gustavo Spolidoro e Jadhe Fucilini, ocorre nos dias 24 e 25 de novembro na Ocupação Utopia e Luta e contará com projeções dos filmes realizados na oficina no dia 27, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre.

Oficina voltada para pessoas são pertencentes ou atuam junto a projetos sociais e grupos em vulnerabilidade social. O intuito é levar a estes grupos/pessoas uma reflexão e prática da realização audiovisual voltada a criação de conteúdo que possa ser utilizado como divulgação do trabalho destes grupos, sua realidade e causas. As inscrições estão abertas até 18 de novembro e as 20 vagas serão preenchidas mediante seleção, feita pelo site do festival. A divulgação dos selecionados ocorrerá no dia 20.

No sábado, 24 de novembro, das 10h30 às 12h, a artista visual, professora de Artes Visuais na  UFRGS Elaine Tedesco, professor da Unisinos e Doutorando em Poéticas Visuais pela UFRGS James Zortéa e a jornalista, doutora em cinema e professora da PUCRS Maria Henriqueta  Creidy Satt integram o Seminário Pensar a Imagem, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. A atividade é uma reflexão sobre a imagem contemporânea, abordando especificidades teóricas, técnicas, conceituais, narrativas e de circulação, entre outros aspectos, associados à produção autoral e experimental de imagens no século 21. Não é necessária inscrição prévia.

Com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, o Cine Esquema Novo 2018 ocorre na Cinemateca Capitólio e Goethe-Institut Porto Alegre. O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br e Ocupação Utopia e Luta. Mais informações, acesse: www.cineesquemanovo.org |www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo

Obras de Mahler e Debussy são destaques do próximo concerto da Orquestra de Câmara da ULBRA

Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e VIVO apresentam:

 Obras de Mahler e Debussy são destaques do próximo concerto da Orquestra de Câmara da ULBRA

Eloise

Concerto terá a participação da harpista Eloïse Labaume, estreia mundial da obra IN REFLECTION de Aurélio Edler-Copes e uma homenagem ao compositor Fernando Mattos, falecido no último dia 04 de novembro

 

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – A Orquestra de Câmara da Ulbra realiza concerto gratuito no domingo, (18/11), às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil (Rua Marquês do Herval, 280). O programa da série Domingo Clássico terá obras de Gustav Mahler, Claude Debussy, Aurélio Edler-CopesHubertus Hofmann, Arthur Barbosa e Fernando Mattos, falecido no último domingo, 04 de novembroA regência é de Tiago Flores. O projeto tem o patrocínio da Vivo e Secretaria de Estado da Cultura, Esporte e Lazer.

O concerto inicia com Adagietto da Sinfonia nº 5escrita entre 1901 e 1902 e influenciada pela musicalização que Mahler fez para os poemas de Friedrich Rückert. Com cinco movimentos, a obra traz características trágicas e alegres ao mesmo tempo. Esta peça conta com a participação da harpista francesa Eloïse Labaume.

Na sequência, Eloise executa Danças Sacra e Profana de Debussy, compositor homenageado no mundo todo em 2018, por conta do aniversário de 100 anos de sua morte. Este revolucionário compositor e pianista coloca a harpa em proeminência, com timbres em orquestrações inusitados, fugindo da orquestra clássica.

A Orquestra prestará homenagem a um dos mais profícuos compositores da música clássica gaúcha, o professor do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fernando Lewis de Mattos, falecido no último domingo, 04 de novembro. “Fernando era um dos músicos mais queridos da nossa cidade e tinha uma relação muito forte com a Orquestra”, comenta o Maestro Flores. A Orquestra executará

Segundo Bestiário Brasileiro, obra dedicada ao regente e à Orquestra de Câmara da Ulbra.

O compositor Aurélio Edler-Copes, brasileiro radicado em Paris, apresenta na guitarra elétrica a obra inédita IN REFLECTION – After ‘In C’ by Terry Riley.  Lenta e contemplativa, a obra prima pela fusão entre o som da guitarra e o da orquestra num único objeto sonoro ressonante.

O programa também conta com Suite para cordas de Hubertus Hofmann e encerra com Toada e Desafio, de Arthur Barbosa, composta em 1997 em uma homenagem ao Movimento Harmorial.

O concerto é gratuito, mas sugere-se doações de peças de roupas em boas condições, alimentos não perecíveis, livros e brinquedos, que serão doadas posteriormente às entidades beneficentes, por meio do projeto Juvenil Solidário.

ORQUESTRA DE CÂMARA DA ULBRA |DOMINGO CLÁSSICO | OUTUBRO 2018

Data: Domingo (18/11)

Horário: 19h

Local: Associação Leopoldina Juvenil (Marquês do Herval, 280)

Entrada Franca – Em parceria com o Projeto Juvenil Solidário, sugere-se doações de peças de roupas em boas condições, alimentos não perecíveis, livros e brinquedos, que serão doadas posteriormente às entidades beneficentes.

 

PROGRAMA

GUSTAV MAHLER (1860-1911)

Adagietto da Sinfonia nº 5

Molto Adagio

CLAUDE DEBUSSY (1862-1918)

Danças Sacra e Profana

I – Danse Sacrée -Très modéré

II- Danse profane – Modéré

Solista:  Eloïse Labaume (harpa)

INTERVALO

FERNANDO MATTOS

Segundo Bestiário Brasileiro

I- Entrada – Allegretto

II – Pastoreio – Allegro

III- Festa geral – Animado

IV- Despedida – Solene- Animado

AURÉLIO EDLER-COPES

IN REFLECTION – After ‘In C’ by Terry Riley Para guitarra e orquestra de cordas (Estréia mundial)

Solista: Aurélio Edler-Copes (guitarra elétrica)

HUBERTUS HOFMANN (1929-2011)

Suite para cordas

I- Abertura

II- Valsa -Tango

III – Consolação

IV – Marcha

ARTHUR BARBOSA

Toada e Desafio

REGÊNCIA: TIAGO FLORES

Patrocínio: VIVO

Financiamento: Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

 

ELOÏSE LABAUME

Entusiasta da música contemporânea, Eloïse Labaume desenvolve o seu trabalho de harpista principalmente como solista e camerista, colaborando regularmente com o mítico Ensemble Intercontemporain, com o Ensemble L’Itinéraire, Klangforum Wien, Plural Ensemble, Collectif Warning, orquestras de Bilbao, Strasburgo, Pays de la Loire, Les Siècles e Orquestra Nacional de Espanha. Trabalhou sob a batuta de Pierre Boulez, Suzana Maalki, Peter Rundel, Enno Poppe, Josef Pons e Matthias Pintscher, atuando na Philharmonie de Paris, Cité de la Musique, Opéra Bastille, Centro Pompidou, IRCAM, Salle Gaveau, Biennale de Venise, Festival de Salzbourg, Mozarthaus de Vienne, Teatro Real de Madrid, Auditorium National à Madrid, KKL de Lucerne, Festival ‘Música’ de Strasburgo, entre outros. Eloïse Labaume graduou-se no Centro de Música do País Basco –Musikene– na classe de Frédérique Cambreling, obteve um mestrado em Teatro Musical na Haute Ecole des Arts de Berna, na Suíça, na classe de Georges Aperghis e Françoise Rivalland e realizou o post-master D.A.I. – Diploma de Artista Intérprete, especialização em música contemporânea e criação – no Conservatório Superior de Música de Paris.

AURÉLIO EDLER-COPES

Compositor gaúcho radicado em Paris. As obras de Aurélio Edler-Copes são reconhecidas internacionalmente por sua intensidade, dinamismo e grande força dramática. Ele colabora regularmente com ensembles de renome (Ensemble Intercontemporain, Klangforum Wien, MusikFabrik, Quatuor Diotima, Nieuw Ensemble, L’Itinéraire, Orquestras de Bilbao, País Basco, São Paulo, de Minas Gerais, Lorraine, etc.) e foi premiado em uma trintena de concursos internacionais de composição, entre os quais o “Prêmio de Roma” do Ministério das Relações Exteriores da Espanha, o New Forum Jeune Création ou o Prix Georges Wildestein da Academia de Belas Artes da França. Ele foi compositor em residência na Real Academia de Espanha em Roma, na Academia de França em Madrid-Casa de Velázquez, e no KulturKontakt-Chancelaria Federal da Áustria, em Viena. Aurélio Edler-Copes é bacharel em violão na UFRGS com Daniel Wolff e em composição no Centro Superior de Música do País Basco-Musikene. Realizou um mestrado em Composição na Hochschule der Künst Bern (HKB) com Georges Aperghis, e especializou-se em música eletrônica no CURSUS anual de Composição e Informática Musical no IRCAM-Centre Pompidou Paris.

 

Delphus Galeria na contracapa do Jornal do Comércio de hoje

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Brava Gastrobar no caderno Destemperados em Zero Hora de hoje

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Gustavo Telles & Os Escolhidos divulga novo clipe

 

 “Não, não sei, enfim”, dirigido por Boca Migotto está no ar nos canais da banda

 

 

A banda Gustavo Telles & Os Escolhidos disponibiliza no seu canal no YouTube o videoclipe de Não, não sei, enfim, dirigido por Boca Migotto.

Segundo o jornalista Márcio Grings, responsável pelo release do álbum Gustavo Telles & Os Escolhidos, “Não, não sei, enfim é uma canção de amor que poderia ser regravada por Odair José. O embalo romântico de fim de festa, ora nos joga de volta pros anos 1950/60, outras vezes flerta com o clima de uma banda de rock enfurnada num boteco apertado; trilha sonora adequada para uma garçonete recolher os copos sujos do balcão enquanto um segurança se ocupa em expulsar o último bêbado desse inferninho”.

O clipe foi gravado dia 10 de junho de 2018 em Porto Alegre e traz os atores Bruno Krieger e Carina Dias como os protagonistas, além de participações de Telles, Migotto, Carol Scortegagna e Luciana Pasqual. O roteiro, assinado pelo diretor, retrata o término de um relacionamento. A produção executiva é de Jaqueline Beltrame. Bruno Polidoro e Pedro Clezar assinam a direção de fotografia. Direção de arte e figurino por João e Maria. A maquiagem é de Carol Eléguida.  Juan Quintáns é o responsável pela montagem e a finalização é de Daniel Dode.

Uma versão em vinil do álbum, lançado em CD no  primeiro semestre  de 2018, será lançada ainda este ano, pelo 180 Selo Fonográfico. Mais informações facebook.com/gustavo.telles.10 e http://www.gustavotelles.com.br

Ficha técnica do clipe “Não, não sei, enfim”

Atores Convidados: Bruno Krieger e Carina Dias

Participação: Boca Migotto, Carol Scortegagna, Gustavo Telles, Luciana Pasqual

Direção e Roteiro: Boca Migotto

Produção Executiva: Jaqueline Beltrame

Direção de fotografia: Bruno Polidoro e Pedro Clezar

Câmeras: Juan Quintáns, Bruno Polidoro e Pedro Clezar

Eletricista:  Guilherme Kroeff

Direção de Arte e Figurino: João e Maria

Contra-regras: Dani Magalhães

Maquiagem: Carol Eléguida

Montagem: Juan Quintáns

Finalização: Daniel Dode

Consultoria Jurídica: Patricia Goulart

 

Apoio: 

Locall

Teimoso Filmes e Artes

Post Frontier

Convulsion Epics

Propasta

 

Uma realização:

Teimoso Filmes e Artes
“A realização deste clipe só foi possível graças ao empenho, entrega e dedicação de toda a equipe e apoiadores. Muitíssimo obrigado a todos!” Gustavo Telles

 

Gustavo Telles & Os Escolhidos

Compositor, cantor, multi-instrumentista e produtor, Gustavo Telles  iniciou seu projeto solo em 2009, chamado  Gustavo Telles & Os Escolhidos, e possui quatro álbuns lançados: “Do seu amor, primeiro é você quem precisa” (2010), “Eu perdi o medo de errar” (2013), “Ao Vivo no Theatro São Pedro (2017) e “Gustavo Telles & Os Escolhidos” (2017).

Lançado primeiramente nas plataformas digitais no fim do ano passado, o álbum “Gustavo Telles & Os Escolhidos” ganhou versão em CD em julho de 2018. O vinil será lançado até o final do ano. Ao vivo, Telles canta e toca bateria, acompanhado de Murilo Moura nos teclados e vocal, Edu Meirelles no baixo e Daniel Mossmann (Pata de Elefante) na guitarra e vocal.

Gustavo Telles é fundador e ex-integrante da banda de rock instrumental Pata de Elefante. Formado em 2002, o grupo lançou quatro álbuns, ganhou prêmios como o VMB 2009 (MTV) e Açorianos de Música de Porto Alegre – Revelação em 2005 e Melhor Disco Instrumental em 2011-, circulou por diversos estados do país, teve músicas incluídas em trilhas sonoras de filmes e tornou-se um dos principais nomes da nova música instrumental brasileira. A banda parou com suas atividades em março de 2013 e retornou em outubro de 2016. Em outubro de 2017, Gustavo Telles sai da Pata de Elefante para dedicar-se ao seu trabalho solo.

 

SOBRE O ÁLBUM “GUSTAVO TELLES & OS ESCOLHIDOS” (2017)

Ex-integrante do trio de rock instrumental Pata de Elefante, Gustavo Telles prossegue firme em sua hiperatividade artística. Depois de elogiada estreia solo em “Do seu amor, primeiro é você quem precisa” (2010), da boa sequência em “Eu perdi o medo de errar” (2013), Telles solidificou sua incursão pelo folk/country/rock/blues. Um retrospecto dessa linhagem está em “Gustavo Telles & Os Escolhidos Ao Vivo no Theatro São Pedro” (2017), testemunho desse caminho construído por um repertório coerente e original. Porém, se no segundo disco o tempero soul foi uma surpresa, já no álbum homônimo “Gustavo Telles & Os Escolhidos” (2017), com lançamento programado para outubro, via 180 Selo Fonográfico, apenas para plataformas digitais, entre elas o Spotify,  iTunes, Google Play e ONErpm, o espírito soul parece ter vingado forte em suas músicas.

Aproximando a lupa um pouco mais, na verdade visualizamos um gene rock ‘n’ soul como palheta de cor predominante nas 11 novas canções inéditas, assim como reluz frente aos nossos olhos a bonita imagem da capa captada pelo fotógrafo Rodrigo Marroni, com arte de Leo Lage. E para executar o novo trabalho, ao contrário de uma legião de músicos e convidados (algo que teve seu ponto alto no show ao vivo no Theatro São Pedro), dessa vez os Escolhidos são poucos: “Antes, a formação era flutuante e eu contava com diversos músicos colaboradores. Agora, pela primeira vez, consegui manter uma formação fixa. Isso implica em uma nova sonoridade”, relata Telles. A produção musical é de Daniel Mossmann (Pata de Elefante), velho parceiro do músico e que também é o guitarrista do álbum. E Gustavo Telles e Murilo Moura assinam a coprodução. Murilo Moura está nos teclados e vocal, Felipe Kautz (Dingo Bells) no baixo e o próprio Telles mais Alexandre “Papel” Loureiro dividem a bateria. Por último, Paulo Arcari, responsável pela gravação, mixagem e masterização no Studio Rock, participa também como percussionista em várias passagens do disco. E essa escolha pode ser um dos fatores que contribuem para o sentimento de conexão e coesão desse conjunto de músicas.

De início, ao desembrulhar o pacote, topamos de cara com “Vem comigo”, um tema que coloca o pé na porta e deixa claro que estamos ouvindo um disco de rock ‘n’ roll cantado em português. “É um som pegado com alma soul”, afirma o compositor. Sotaque stoneano com identidade do rock daqui. “A coragem vem do medo”, diz a letra, ritmada como se estivéssemos emaranhados no trânsito caótico de um fim de tarde em qualquer metrópole do mundo.

“Temporal” relembra um dos temporais mais devastadores que passaram pela Capital gaúcha nos últimos anos. Telles faz o serviço completo: “Em Porto Alegre, 29 de janeiro de 2016”; canta em um dos trechos da música. E um cíclico riff de guitarra empurra o tema ladeira acima. Participação da cantora gaúcha Marina Garcia e do trio Dingo Bells nas vozes de apoio.

“Não, não sei, enfim” é uma canção de amor que poderia ser regravada por Odair José. O embalo romântico de fim de festa, ora nos joga de volta pros anos 1950/60, outras vezes flerta com o clima de uma banda de rock enfurnada num boteco apertado; trilha sonora adequada para uma garçonete recolher os copos sujos do balcão enquanto um segurança se ocupa em expulsar o último bêbado desse inferninho. “Deixe-me ir” nos empresta aquela sensação de movimento, um sentimento de que a vida não pode parar. Parida em linhagem soul, com direito a corinhos de “uhh-uhh” e arejada pelo clima de improviso, o tema ainda conta com participação especial de Vicente Guedes nas percussões. “Sempre mais” nos convida a sacolejar ao balanço de uma guitarra limpa que caminha lado a lado com um teclado Hammond. Perceptível a evolução do protagonista como cantor.

“E de tudo que já vivi” é um blues repleto de espaços vazios, onde nos emaranhamos às nuanças de cada instrumentista. Dá pra imaginar o ar circulando entre os músicos. Apesar do recado otimista “Ser feliz, por que não / E assim, ele resolveu ir fundo”, somos aos poucos tomados por um sentimento de estafa a contaminar letra e sonoridade – abatidos pela experiência de um sofrimento vivido, como todo o bom blues deve estar impregnado.

“Outra vez” é a piano song do álbum, gravada ao vivo no velho modo ‘menos é mais’. Essa economia mostra a força das composições de Telles, fácil também de imaginá-las em outras vozes. A instrumental “Dormindo no sofá” é um resquício do espólio da Pata de Elefante, música composta para um projeto abandonado que reencarna como único libelo country do novo disco, e elo a nos conectar com a lembrança do country-rock de “Do seu amor primeiro é você que precisa”.

“A Vida é Breve” é outro ponto alto do álbum, com destaque para o iluminado solo de guitarra de Mossmann. A meu ver uma perfeita alusão ao som do supergrupo inglês Blind Faith, formação que conseguiu reunir Eric Clapton e Steve Winwood. “Muitos dizem que têm razão” nos revela o viés político de Telles. “Eu escrevi essa música quando o pedido de impechament de Dilma estava sendo julgado”. Sim, o verdadeiro artista precisa saber separar o joio do trigo e deve assumir seu posicionamento frente à dura realidade que todos nós vivemos.

E finalizando os trabalhos, “Que seja pra valer”, espécie de música emblema daquilo que Gustavo Telles & Os Escolhidos nos propõem com suas canções. Apesar de aparentemente percorrer trilhas perseguidas por muitos músicos que se inspiram no rock difundido por bandas/artistas atuantes na segunda metade dos anos 1960 e primeira metade dos anos 1970, Telles não sofre de um mal comum em muitos coirmãos de hoje: não vejo a obsessão pelo ‘retrô’ ou uma busca obsessiva pelo vintage. Pelo contrário, o espirito dessas canções também está ligado com o bom rock dos dias de hoje. E por mais que o Santo Graal de boa parte dos ídolos do compositor esteja cimentado na música de um tempo passado, só os tolos (ou surdos) não irão perceber que claramente estamos a ouvir um trabalho que tem uma marca de talento do nosso tempo.

*Por Márcio Grings

Terceira edição do projeto Arte para Todos Delphus recebe Ale Zanonato

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 Artista fará duas live paintings abertas ao público nos dias 10 de novembro e 01 de dezembro

 

Porto Alegre, 06 de novembro de 2018 – A Delphus Galeria promove a última edição de 2018 do projeto Arte para Todos Delphus com obras de Ale Zanonato. O artista é o terceiro a ter mostra individual e promover live paintings no local, com entrada franca. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas.

“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Além disso, todas as peças de Zanonato disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto e também poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

Natural de Sarandi, RS, Zanonato cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. Em 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália. Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.

As Live Paintings ocorrem aos sábados dia 10 de novembro e 01 de dezembro, das 11h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Sobre o artista

Natural de Sarandi, RS. Nascido em 25 de julho de 1957. cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. No ano de 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália

Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.

“O inquieto, sensível e dinâmico artista plástico Ale Zanonato surpreende, encanta e seduz tanto quem simplesmente passa o olhar, quanto quem se detém em sua obra. Misto de realidade e sonho, seu trabalho faz contraponto entre o extremamente sensível, aconchegante e suave com a força, o grito, a partida.

Ale Zanonatto é um artista respeitado e admirado em sua terra, mas engenhoso e versátil inova, busca o desconhecido e o futuro, Ale é um mago no trabalho da cor, do pincel, da técnica e da emoção”. Cilene Maria Potrich – Diretora da FAC – Faculdade de Artes e Comunicação UPF

“No difícil exercício da pintura, é um perfeccionista, sutil no cainho da cor onde suas formas fluem mágica e infinitamente. sua técnica reveste-se de uma singeleza extrema transmitindo as vibrações luminosas da forma abstrata, efeitos óticos que modulam a superfície acrescentando traços de lirismo e gestualidade à obra. Seu universo pictórico é uma mescla de sensibilidade, lucidez e intuição de mistério e experimentação plástica na construção de uma linguagem iconográfica própria”. Margarida Pantaleão da Silva – professora de estética

“Ale trabalha a cor como se nela encontrasse respostas às suas inquietações, pois na procura da matéria, na complexidade do óleo, encontra identificações de irrealidade, sonho. as pinceladas se organizam sempre, a partir do centro, num abstrato lírico como se massas densas congelassem um momento. as cores neutras sustentam cores saturadas de grande brilho e efeito contrapondo-se às superfícies lisas e gradualmente harmonizadas. No entorno das pastosidades, cor-forma, descreve o óleo com ecos de cor”. Maria Lucina Busato Bueno – pintora e pesquisadora

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – (51) 984070657

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