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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Fantomaticos se apresenta no Ocidente Acústico na quinta-feira, 30 de março

Banda apresenta as músicas de seu quarto álbum, Esquinas, além de outras canções de seu repertório

Na próxima quinta-feira, 30 de março, às 21h, os Fantomaticos retornam ao Ocidente para integrar a programação do projeto Ocidente Acústico, que em 2023 completa 25 anos de existência com programação especial. A banda apresenta seu quarto álbum de estúdio, Esquinas, lançado em 2020, até agora com poucas execuções ao vivo, além de outras canções marcantes na trajetória do grupo.

Esquinas começou a ser gravado ainda em 2019, quando se isolaram em um sítio na serra gaúcha. De volta a Porto Alegre, produziram gravações adicionais e focaram no processo de finalização das canções. Foi aí que a pandemia atravessou os planos dos músicos e os obrigou a tomar um caminho bem diferente. O material foi finalizado à distância, cada um em sua casa. Na medida que iam ficando prontas, as músicas iam sendo lançadas, de single em single, sempre acompanhadas de vídeos que a banda mesmo fez ou então que foram feitos em conjunto com diretores parceiros.

As músicas selecionadas para o trabalho contam com algumas temáticas recorrentes: a cidade, a vida na cidade, nosso convívio com ela, tudo isso de uma forma mais generalizada mas, as vezes, também, sendo bem específico e falando de Porto Alegre, onde vivem. Coincidentemente muitas das letras falam de um isolamento, por isso couberam muito bem ao momento, mas trata-se do isolamento que a cidade, mesmo rodeado de pessoas, nos proporciona.

Formada em 1999, a banda já contou com algumas formações e hoje tem como integrantes André Krause (baixo e vocais), Augusto Stern (guitarra e vocais), Guilherme Fialho (guitarra e vocais), Pedro Petracco (bateria e vocais) e Rodrigo Trujillo (teclado e vocais). Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 20,00 e R$ 40,00. Para mais informações, acesse: http://www.instagram.com/fantomaticos

Ingressos antecipados

https://www.sympla.com.br/fantomaticos-ocidente-acustico__1897537?share_id=3does

www.fantomaticos.com

Canal da banda no Youtube      

https://www.youtube.com/channel/UCT42G1YM9Obvd4RY3xe8QlA

Sobre os Fantomaticos

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Guilherme Fialho – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

            Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, que logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais, no Uruguai.

            O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

            O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!”

            Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. Suas canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

            A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra). O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

            Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três Eps, com duas músicas cada. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo-clipe e ‘Vale’, que explora um lado acústico da banda.

            O terceiro álbum, intitulado apenas ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio.

            A banda ainda lançou em 2018 o single ‘Andar’, um medley e uma aventura musical inspirada em influências da banda, como Beatles, The Who e Supergrass. No final desse ano também lançaram uma versão comemorativa de 10 anos do primeiro disco, ‘No Bosque’, com 3 faixas inéditas gravadas a época.

            Para seu quarto álbum de estúdio, a banda se isolou em um sítio na serra gaúcha com os equipamentos e gravou boa parte do material em sessões ao vivo, quentes e cheias de feelling. As gravações complementares foram interrompidas pela quarentena, mas a banda deu continuidade ao processo finalizando as músicas individualmente, à distância. Desse trabalho já foram lançados os singles “Seu Chocolate”, “Boa Noite Porto Alegre”, “Do que Vale a Pena” e “Coisa com Coisa”, “Cabelo Amarelo”, “Passado Moderno”, “Amor Amor”, “Alguma Coisa Forte” e, agora, “Café Preto. Os singles têm recebido destaque em veículos como a revista Rolling Stone Brasil e em playlists editoriais, como “Indie Brasil” e “Pátria Rock”, do Spotify, além da circulação em rádios.

Silvero Interpreta Belchior chega aos palcos do Rio de Janeiro a partir de 28 de março

Silvero Pereira volta aos palcos, depois de sucessos no teatro, cinema e TV, para homenagear seu conterrâneo, o cantor e compositor Belchior

Espetáculo conta com sessões no Teatro Claro Rio (28 e 29) e Teatro Bangu Shopping (30 e 31)

Dois grandes nomes da arte cearense se encontram no palco, e o público carioca poderá testemunhar esse momento especial ainda no mês de março. As sessões de Silvero Interpreta Belchior, novo projeto cênico-musical do multiartista Silvero Pereira, ocorrerão entre os dias 28 e 31 deste mês. A turnê nacional teve início recentemente em Fortaleza, onde lotou as apresentações e arrebatou o público com canções do compositor nascido em Sobral e falecido em 2017.

Silvero Interpreta Belchior surgiu de uma encomenda feita pelo Festival de Cinema de Vitória para compor a programação on-line de 2020. Diante do irresistível convite, Silvero se dedicou a pesquisar a obra completa de um dos seus compositores preferidos. Partindo de memórias familiares e afetivas, selecionou um repertório composto por Belchior em diferentes épocas e contextos, mas que tinha em comum a possibilidade de uma atualização sensorial e política que se daria através da capacidade performativa do ator e onde a voltagem poética ampliaria seu potencial atemporal e fortemente nordestino.

Valendo-se da força interpretativa, adquirida e lapidada pelos anos dedicados ao Teatro, Silvero garante às plateias a possibilidade de reencontrar e recantar sucessos que marcaram gerações, ao mesmo tempo em que convida o público a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e atemporalidade. O roteiro do show prevê momentos divertidos, emocionantes e de introspecção, conta com quinze músicas conhecidas do grande público, e este, não se intimida em fazer coro para sucessos como Como Nossos Pais, Sujeito de Sorte, Medo de Avião, A Palo Seco, Paralelas, entre outros tantos clássicos, ao mesmo tempo em que o convida a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e a saudade justificada pela ausência de um coração selvagem.

“Esse é um show cortante como faca, um corte profundo na alma. Aqui não estão canções suaves, corretas, mas sim palavras que ecoam feito navalhas. As canções são interpretadas por um conterrâneo de Belchior, um cearense de Mombaça, um menino latino-americano vindo do interior, um sujeito de sorte que driblou a fome e a sede através da arte. Apenas um ator, um cantor que dramatiza os versos e os atualiza em provocações do nosso tempo no intuito de “amar e mudar as coisas”, declara Silvero.

Este espetáculo, como não poderia deixar de ser, cumpre com toda liturgia do Teatro, onde a dramaturgia, os figurinos, o desenho de luz e a trilha perfeita garantem ao público uma experiência inesquecível. O ator sobe ao palco acompanhado de Geremias Rocha (teclado), Brunu Chico (violão e baixo), Wallace Lopes (guitarra), Natália Arrivabene (bateria) e  Vitor Lima (sopros). 

As apresentações no Rio de Janeiro ocorrem nos dias 28 e 29 de março no Teatro Claro Rio, às 20h, com ingressos entre R$ 50,00 e R$ 140,00. Na quinta e sexta-feira, 30 e 31 de março, é a vez do Teatro Bangu Shopping receber o espetáculo, com sessões às 20h e ingressos entre R$ 50,00 e R$ 120,00. Em abril, o show percorre os Teatros Firjan de Campos, Jacarepaguá e Caxias. Em maio, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília.  Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/quintalrio/

Silvero Interpreta Belchior – temporada de estreia no Rio de Janeiro

28 e 29 de março, 20h – Teatro Claro Rio – Rua Siqueira Campos, 143, Rio de Janeiro

Classificação Indicativa: 12 anos 

Duração: 80 minutos

Ingressos: 

Plateia – R$140,00/R$ 70,00

Frisas – R$ 140,00 / R$ 70,00

Balcão – R$ 100,00 /R$ 50, 00

30 e 31 de março, 20h – Teatro Bangu Shopping – Rua Fonseca, 240 – Espaço 174

Classificação Indicativa: 12 anos 

Duração: 80 minutos

Ingressos: 

Plateia – R$ 120,00/R$ 60,00

Balcão – R$ 100,00/R$ 50,00

https://ingressodigital.com/evento/7756/Silvero_Interpreta__Belchior

Ficha Técnica

Voz: Silvero Pereira

Teclado: Geremias Rocha

Violão e baixo: Brunu Chico

Guitarra: Wallace Lopes

Bateria: Natália Arrivabene

Sopros: Vitor LIma

Iluminação e operação: Sarah Salgado

Design de som: Arthur Ferreira

Produção: Quintal Produções

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor  

SETLIST

1 – Sujeito de sorte

2 – A Palo Seco

3 – Todo sujo de batom

4 – Coração Selvagem

5 – Rapaz latino Americano

6 – Medo de avião

7 –  Alucinação

8 – Paralelas

9 – Galos noites

10- Quintais Fotografia 3 x 4

11 – Princesa do meu lugar

12 – Hora do almoço

13 – Pequeno mapa do tempo

14 – Como nossos Pais

15 – Velha Roupa Colorida

Silvero Pereira é ator, dramaturgo, diretor e fundador do Coletivo As Travestidas. No Teatro atuou em mais de 30 peças e circulou por quase todo o território brasileiro, além de participar de festivais internacionais na Alemanha e nos EUA. Seus principais trabalhos no Teatro são BR-Trans, Uma Flor de Dama e Quem Tem Medo de Travesti? Na TV, atuou na novela A Força do Querer e Pantanal, tendo participado do quadro Show dos Famosos, do Domingão do Faustão.

No cinema fez Serra Pelada, e, no ano de 2018 se consagrou com o personagem Lunga, de Bacurau, de Kleber Mendonça e Juliano Dorneles. 

Atualmente, sua agenda prevê a circulação do show Silvero Interpreta Belchior, além do lançamento de um single nas plataformas digitais, e o início das gravações da próxima novela da Globo, sob direção de Rogério Gomes.

“Chama-me Borges: o que tem de ser dito” celebra os 60 anos de música e 70 de vida de Luiz Carlos Borges no dia 25 de março no Rancho Tabacaray

Programação conta com conversas, performances e homenagens celebrando a vida e a obra de Luiz Carlos Borges no empreendimento do projeto El Topador na zona sul de Porto Alegre 

Ingressos aqui

Celebrando 60 anos de música e 70 de vida de Luiz Carlos Borges, o Rancho Tabacaray recebe no sábado, 25 de março, uma programação especial: um dia inteiro para enaltecer a trajetória do cantor, compositor e instrumentista gaúcho. Chama-me Borges: o que tem de ser dito promoverá 12 horas de atividades com diversos convidados entre bate-papos e performances artísticas. 

O evento inicia às 10h e segue até a noite e contará com a participação de nomes como Renato Borghetti, João de Almeida Neto, Vinicius Brum, Daniel Torres, Shana Muller, Roger Lerina, Juarez Fonseca, Jorge Guedes & Família, Os Fagundes, entre outros. São mais de 15 personalidades que estarão presentes celebrando a data (confira a programação completa abaixo). 

Luiz Carlos Borges já lançou ao longo de seis décadas 35 discos. Durante 20 anos animou bailes ao lado do grupo familiar “Irmãos Borges” e sua trajetória solo iniciou a partir da composição Tropa de Osso, premiada na 9ª edição da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana em 1979. A partir daí, começou a tocar por diversas regiões brasileiras, por alguns países da América do Sul, Europa, Ásia e América do Norte, levando na bagagem mais de uma centena de prêmios conquistados em festivais como compositor, intérprete, instrumentista e arranjador. É idealizador do Festival Musicanto, de Santa Rosa, e contribuiu com vários outros festivais e projetos, e segue fortalecendo a renovação da música regional do Sul do país.

Os ingressos custam R$ 80,00 no primeiro lote, à venda pela plataforma Sympla. 

O Rancho Tabacaray, inaugurado em junho de 2022, é o mais novo local do projeto El Topador, comandado pelo mestre parrillero Antônio Costaguta. O empreendimento surge como um local de valorização da cultura dos povos sulistas, com a gastronomia como um desses pilares, ao lado da história e das artes. “Acredito que entender a gastronomia de um local é conhecer um pouco da sua história. E nada melhor do que reunir as pessoas para boa música, conversas, um braseiro forte e muita carne para cultura do ritual”, revela o parrillero e comunicador, diplomado pela Escuela Argentina de Parrilleros em Buenos Aires, e formado na MasterClass Los Siete Fuegos com Francis Mallmann, do Bodega y Restaurante Garzón.

Localizado na zona sul de Porto Alegre, o local foi construído no fim do século XIX pelo italiano Vicente Monteggia que estabeleceu ali sua casa, uma capela, uma escola, um moinho de farinha de milho e um engenho de moer cana-de-açúcar. Entusiasmado com a beleza do local e com a adequação da terra para o cultivo da uva, Monteggia estimulou a vinda de novas famílias de colonos para Vila Nova. Em homenagem a este importante personagem, deu-se a uma das ruas de acesso ao bairro o nome de Avenida Vicente Monteggia. A Vila Nova é um bairro único, principalmente por sua formação, teve grande destaque econômico devido sua produção agrícola no final do século XIX, importante não apenas para Porto Alegre, mas para a história da colonização italiana no RS. A história da Vila Nova se funde com a história da família Monteggia, uma história de empreendedorismo e cooperativismo liderada por Vicente Monteggia, negociante de terras, industrial, agricultor, comerciante, organizador de empresas, construtor e técnico em construção de estradas (Agrimensor). Ele foi um dos responsáveis pelo surgimento do bairro e o grande responsável por seu desenvolvimento.

O Rancho Tabacaray contará em breve com um espaço para contar a história da família e sua importância no crescimento da zona sul de Porto Alegre. O nome do rancho surge de uma placa, encostada há 30 anos em um galpão em Santana do Livramento, cidade natal de Costaguta. O significado: o filho de um grande líder. Para mais informações, acesse: https://www.eltopador.com.br/ https://www.instagram.com/eltopador

Saiba mais

LUIZ CARLOS BORGES iniciou sua carreira aos nove anos de idade, no conjunto “Irmãos Borges”, na região missioneira do Rio Grande do Sul, com quem gravou seus três primeiros discos. Sua carreira solo iniciou a partir do sucesso com a composição “Tropa de Osso”, premiada na 9ª edição da Califórnia da Canção Nativa do RS em 1979. Borges é formado em Belas Artes, com licenciatura em Música e em sua trajetória profissional, assumiu cargos como assessor de Cultura e Turismo das cidades de São Borja e Santa Maria. Em 1983, como Secretário de Cultura, idealizou e desenvolveu o Festival Musicanto Sul-Americano de Nativismo em Santa Rosa.

No ano de 1992, lançou seu 1° CD Internacional “Gaucho Rider”, e iniciou o ano cumprindo uma agenda de 14 Shows pela Europa, em países como: Alemanha, Áustria, Itália, Eslovênia, Suíça e Polônia. Borges marcou presença também em eventos musicais de diversos países, entre eles: Festival Nacional Del Folclore em Cosquín (Córdoba-Argentina); Fiesta Nacional del Chamamé em Corrientes (Corrientes-Argentina); Festival Internacional de folclore em Salt Lake City (Utah-Estados Unidos); Semana regional do Folclore em Caiena (Guiana Francesa).

Em 2005, esteve em Viena, na Áustria, representando o Brasil junto a outros diversos artistas da música regional gaúcha. Em 2006 com o violonista Maurício Marques e o gaiteiro Renato Borghetti, participou do festival de música e poesia da cidade de Elko – Nevada – Estados Unidos. Em 2008 a convite da inesquecível Mercedes Sosa, participou da última turnê da cantora pela Alemanha e Israel fazendo parte também do seu último álbum, “Cantora”, com a música de sua autoria em parceria com Mauro Ferreira, Misionera. Em 2011 participou de festivais de Jazz e música Folclórica na França e na Bélgica, e há mais de 40 anos representa o Brasil em Festivais de Música na Argentina.

Completando 60 anos dedicados à música e 35 discos gravados, Luiz Carlos Borges é considerado embaixador cultural do Rio Grande do Sul e segue sempre investindo na renovação da música regional do Sul do país. Seus mais recentes trabalhos são os discos JAGUARETÊS – Luiz Carlos Borges canta Telmo de Lima Freitas lançado em 2018; o EP digital instrumental Rio Infinito Lado A, lançado em 2020 ao lado de Yuri Menezes ao violão; e o disco COSA DE HERMANOS, lançado no início de 2021 na argentina, um projeto em parceria com Yamandu Costa e Rudi y Nini Flores. Para 2023 o artista trabalha no lançamento de outros 3 trabalhos. Um deles é o terceiro volume do especial projeto Campeiros.

EL TOPADOR 

Somos uma multiplataforma dedicada a disseminar a cultura do assado em sua essência, falando sobre toda a cadeia produtiva da carne, do homem do campo até ela chegar na mesa em forma de gastronomia. Acreditamos no poder do fogo como forma agregadora da vida, proporcionando encontros e experiências memoráveis. Levamos em nossa mala de garupa a bandeira do Rio Grande do Sul, abraçando a arte, história, cultura e pessoas que fazem deste pago um lugar único e especial.

Nossa missão é levar para nossa comunidade conteúdo de qualidade, informação, conhecimento, arte, cultura e entretenimento, junto de parceiros. Além de produzir documentários, programa de entrevistas e TV, lives, curso online e criação de conteúdo para redes sociais, o projeto El Topador também vive de encontros. De eventos dos mais variados tipos e tamanhos à festas de casamento, cursos e festivais de gastronomia pelo Brasil afora. Somos referência no Rio Grande do Sul e no Brasil quando o assunto é churrasco e cultura.

Criado há sete anos pelo mestre parrillero Antônio Costaguta, o El Topador conta com os empreendimentos Refúgio El Topador e Rancho Tabacaray, os programas Buenas Hermanos e Desbravando, além de promover cursos e workshops. 

Antônio Costaguta nasceu na fronteira, em Santana do Livramento/RS, divisa do Brasil com o Uruguai. Traz da família um pouco desta origem do “Gaucho”, unindo o amor e a cultura das duas pátrias. Fez desta tradição do mundo rural e campeiro a sua essência, se especializando na cultura do assado e do fogo e se tornando um dos grandes expoentes do Estado quando o assunto é valorização da cadeia produtiva da carne, promovendo e disseminando um consumo consciente da pecuária produzida nos vastos campos verdes do nosso Bioma Pampa.

Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, tem sobretudo um olhar romântico e bucólico da vida do gaúcho e do nativismo. Andou por países como Uruguai e Argentina. Aprendeu nesses lugares técnicas que revelam sua essência: é mestre parrillero com mais de 10 anos de assados, diplomado pela Escuela Argentina de Parrilleros em Buenos Aires, e formado na MasterClass Los Siete Fuegos com Francis Mallmann, do Bodega y Restaurante Garzón. Atualmente Antônio tem um programa dominical no SBT RS chamado “Na Beira do Fogo”. Além de apresentador, é curador e gestor do programa.

CHAMA-ME BORGES

25 de março, sábado, a partir das 10h

Rancho Tabacaray (Av. Vicente Monteggia, 2770), Vila Nova, Porto Alegre – cozinha até 22h e local encerra às 22h30.

Quanto: R$ 90,00 (primeiro lote), R$ 100,00 (segundo lote), R$ 130,00 (terceiro lote)

Comidas e bebidas serão comercializadas no local. Crianças menores de 8 anos não pagam. Reserve o lugar delas adquirindo o ingresso gratuito no Sympla. Mediante identificação na entrada do evento.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

10:00 | Abertura

RODA DE CHIMARRÃO, com Antônio Costaguta e Luiz Carlos Borges

11:00 | Entrevista

RODA DE CONVERSA – 60 anos de música e 70 anos de vida: O que tem que ser dito, com Luiz Carlos Borges, Juarez Fonseca, Vinícius Brum e Antônio Costaguta

12:00 | Música

ACORDEON – A influência de Luiz Carlos Borges no Acordeon, com Roger Lerina, Renato Borghetti, Paulinho Cardoso e Oscar dos Reis

14:00 | Bate-papo

VIOLÃO – A influência de Luiz Carlos Borges no Violão, com Paulinho Fagundes, Marcello Caminha, Yuri Menezes e Matheus Alves

16:00 | Voz e violão

REFERÊNCIAS – Viagem pela caminhada musical, com Shana Müller, Vinicius Brum, Roger Lerina, Joca Martins e Juarez Fonseca

18:00 | Bate-Papo

PARCERIAS – Histórias e Canções, com Daniel Torres, Érlon Péricles, Juliana Spanevello, Mauro Ferreira, João de Almeida Neto e Angelo Franco

20:00 | Música

SHOW NO PALCO – Canjas y Canjas

Projeto leva projeções mapeadas a quatro prédios icônicos promovendo educação patrimonial em Porto Alegre, Rio Grande, Pelotas e Bagé

À Luz da Memória: Patrimônio em evidência conta com patrocínio da CEEE Grupo Equatorial através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC-RS) e realização da Perene Patrimônio Cultural

A partir de março, o público de quatro municípios gaúchos poderá viver um mergulho nas histórias das cidades por meio de projeções que colocam o patrimônio em evidência. O projeto À Luz da Memória: Patrimônio em Evidência promoverá em Porto Alegre, Rio Grande, Pelotas e Bagé uma série de projeções mapeadas que trazem um resgate histórico da cidade e do patrimônio dos locais. Com patrocínio da CEEE Grupo Equatorial, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC-RS), o projeto tem como objetivo valorizar o patrimônio do Estado criando narrativas que se comuniquem de maneira lúdica e informativa com a herança cultural das quatro comunidades.

Através de uma abordagem que reúne tecnologia, linguagem audiovisual e participação comunitária, quatro prédios icônicos serão iluminados por duas noites seguidas, com projeções em loop, com intervalos, ao longo da noite, acompanhados de intérprete de LIBRAS. Cada projeção terá cerca de 10 minutos, sendo composta especificamente para aquela cidade, que conta com assinatura da Imersiva e iniciarão sempre ao entardecer. Em Porto Alegre, o público poderá conferir a ativação no Memorial do Rio Grande do Sul, celebrando o aniversário da cidade, nos dias 26 e 27 de março. À Luz da Memória segue para Rio Grande em maio, com projeções no prédio Nova Rheingantz (dias 19 e 20), Pelotas no Theatro Sete de Abril (07 e 08 de julho) e a Antiga Estação Férrea de Bagé, nos dias 15 e 16 de julho. Todos os prédios são tombados em nível estadual ou federal, de fácil acesso à população, onde a atividade poderá receber um grande público. 

Cada cidade e seu respectivo prédio trazem uma temática – comunicação, trabalho, cultura e transporte – e conta com um roteiro original produzido com base em pesquisas históricas desenvolvidas pelos historiadores Darlan Marchi e Olívia Nery. “Acreditamos que essa união entre tecnologia e o antigo por meio da experiência virtual contribui à fruição da obra concreta, atraindo públicos que de outra forma não se interessariam pelo tema preservação. A intervenção efêmera instiga a percepção do bem de forma diferente, transmitindo informações de maneira poética e lúdica a um público diverso”, afirma Simone Neutzling, proponente e uma das produtoras executivas do projeto.

“O Grupo Equatorial Energia tem, em seu DNA, a conexão com a cultura local de suas áreas de concessão através da proximidade e do fomento econômico, com foco no desenvolvimento social. Com o patrocínio, a CEEE Grupo Equatorial valoriza a importância da conservação do patrimônio histórico e cultural das cidades que atendemos, colaborando, assim, para o fortalecimento de nossa memória e cultura”, resume Fabrizio Bopp Panichi, executivo de Comunicação Externa, Marketing e Sustentabilidade da CEEE Grupo Equatorial.

Além da pesquisa histórica, ações de Educação Patrimonial serão desenvolvidas nos municípios, como a realização de oficinas nos prédios relacionados ao projeto, murais colaborativos e exposições, que serão divulgadas em breve. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/arquipelagocultural/

À LUZ DA MEMÓRIA: PATRIMÔNIO EM EVIDÊNCIA

PORTO ALEGRE – 26 e 27 de março – ao entardecer

Memorial do RS – Rua Sete de Setembro, 1020 – Centro Histórico 

RIO GRANDE –  19 e 20 de maio

Nova Rheingantz – Av. Rheingantz, 203 – Parque Res. Coelho

PELOTAS – 07 e 08 de julho

Theatro Sete de Abril – Pr. Cel. Pedro Osório, 152 – Centro

BAGÉ –  15 e 16 de julho

Antiga Estação Férrea – R. Caetano Gonçalves – Centro

Ficha Técnica

Produção executiva: Simone Neutzlilng e Roberta Manaa

Videomapping: Imersiva

Produção local: Renata Pinhati e Luísa Maciel

Pesquisa histórica: Darlan Marchi e Olívia Nery

Coordenação Educativo: Rita Juliana Poloni

Educativo local: Bruno Salvaterra (Porto Alegre), Eliza Antochevis (Rio Grande), Adriana Barbosa (Bagé) e Jossana Peil (Pelotas)

Identidade visual: Nathália Fenner

Assessoria Imprensa: Bruna Paulin

Mídias sociais: Thaís Lettnin

Sobre a Perene 

A Perene Patrimônio Cultural é uma empresa especializada na gestão e conservação do patrimônio histórico, artístico e cultural do Rio Grande do Sul. A empresa é reconhecida pela excelência na realização de projetos e obras de restauração, consultorias e elaboração de inventários urbanos do patrimônio edificado.

Com mais de 40 projetos em prédios representantes do patrimônio cultual, a Perene já realizou iniciativas em renomadas edificações do patrimônio histórico gaúcho. Através de uma visão holística, são elaboradas ações de preservação em imóveis públicos, privados e institucionais, buscando sempre potencializar suas características arquitetônicas, históricas e culturais de cada proposta.

Os prédios históricos que fazem parte da história da Perene estão espalhados por diferentes cidades do Estado. Em Pelotas, destacam-se a Catedral Metropolitana de São Francisco de Paula, o Castelo Simões Lopes, a Casa 08 e a Charqueada São João. Em Jaguarão, a Antiga Sede do Clube Jaguarense, a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo e a Igreja Imaculada Conceição. Já em Rio Grande, destacam-se a Antiga Estação Villa Siqueira e a Antiga Fábrica Rheingantz. Já em Porto Alegre, temos o Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Ado Malagoli. 

A frente da Perene está a experiente arquiteta Simone Neutzling, que soma mais de 20 anos de atuação em projetos e obras de restauração. Doutoranda em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas, onde também concluiu o mestrado em 2018.

Sobre a CEEE Grupo Equatorial

A distribuidora gaúcha adquirida pelo Grupo Equatorial em 2021 e originada do Grupo CEEE atende 72 municípios do Rio Grande do Sul, distribuindo energia e serviços para mais de 1,8 milhão de clientes nas regiões Metropolitana de Porto Alegre, Litoral Norte, Centro Sul, Sul, Litoral Sul e Campanha. A Equatorial Energia é o 3º maior grupo de distribuição do país em número de clientes e está presente em 31% do território nacional, atendendo 15% do total de consumidores brasileiros e respondendo por 13% do mercado de distribuição de energia elétrica do país. O Grupo Equatorial também atua nos setores de Transmissão, Serviços, Telecom, Comercialização, Geração Distribuída, Saneamento e Renováveis, sendo um player de atuação integrada no segmento de energia. Tudo isso respeitando o seu compromisso primordial com o crescimento sustentável.

Pré-lançamento  do álbum TRANSES, de Àiyé, e performance do trio Psycho Delícia são as atrações de março no Farol.live

Oficina e shows integram a programação de março do Farol.live, com pré-lançamento do álbum TRANSES, de Àiyé, oficina Processos Criativos e Produção Rataria da multi-instrumentista e Diego Poloni, e performance do trio Psycho Delícia. No dia 14 de março Àiyé e Poloni promovem a performance Presságio no Cine Farol Santander, mas antes disso, no domingo, dia 12, a dupla ministra a oficina “Processos Criativos e Produção Rataria” no Farol Santander Arena 1, onde pretendem desvelar suas técnicas de criação conjunta, falando sobre como transpor as sensações do corpo a corpo da música para a esfera digital, onde o trabalho foi concebido e executado. A atividade é gratuita a partir das 17h e as inscrições ocorrem através de formulário.

Na próxima terça-feira, o público poderá conferir a performance Presságio, que revela as novas canções co-produzidas por Àiyé e Diego Poloni, em uma espécie de releitura profética: quando algo imaginado finalmente ganha vida. Partindo [simbolicamente] à meia noite em uma encruzilhada, e terminando ao meio dia nas águas das mães Yabás, a performance propõe trançar, torcer e retorcer o álbum, com muitos momentos de improviso. No show do Farol.live, Larissa e Diego apresentarão em primeira mão do repertório do disco Transes, com lançamento previsto para abril de 2023, em uma interpretação especial e única, permeada pela experimentação.

Àiyé é como assina a multi-instrumentista, produtora, artista sonora e performer Larissa Conforto, no projeto solo que deságua suas pesquisas sobre construções e identidades latinas, através dos ritmos e tambores. Antes de ÀIYÉ, Larissa percorreu o país com a banda Ventre e usou sua formação como produtora fonográfica para atuar como produtora artística em trabalhos de grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Chico Buarque, Alceu Valença, Moraes Moreira e outros. Diego Poloni é seu parceiro na produção musical tanto do disco de estreia do projeto, Gratitrevas, de 2020, quanto no segundo, Transes. Como produtor musical e engenheiro de som, Poloni participou de trabalhos que foram indicados três vezes aos Grammy Latino (2014, 2016, 2018) e receberam pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) o prêmio de Álbum do Ano (2013). Como artista multidisciplinar, desenvolveu obras comissionadas pelo Instituto Goethe, Instituto Ling e Farol Santander, entre outros, e teve exibições no The White Cubicle Toilet Gallery (Londres) e Tate Modern (Londres), entre outros.

No dia 28, é a vez de Psycho Delícia, banda formada pelos produtores Bruno Neves, Erick Endres e Fred Demin, tem como ideia principal explorar uma musicalidade psicodélica com colagens de samples e música orgânica que se resolvem através de loops de baixo, guitarra e bateria. Demin soma ao grupo projeções e colagens visuais, usando recursos de inteligência artificial e gerando um espetáculo áudio visual completo e instigante, como num filme: trilha e música conectadas. Nesta apresentação inédita o trio busca imergir a plateia numa proposta visual futurista e progressiva através da tecnologia e de composições ora calmas e deliciosas ora nervosas e psicóticas.

Bruno Neves é formado em música pela UFRGS, é baterista, beat-maker e produtor musical. Já colaborou com artistas como Poty, Apanhador Só, Ian Ramil, Cachola, Zombie Johnson, Zilladxg, Pedro Dom e Orquestra Livre entre outros. Em 2020 lançou sua primeira beat-tape com beats produzidos durante a quarentena que passam por trap, boom-bap, experimental e chill. Erick Endres atua na cena de Porto Alegre como músico, compositor e produtor desde 2013, quando começou sua primeira banda e lançou seu primeiro álbum. Nos últimos 8 anos Erick já lançou 4 álbuns solo e 2 como integrante da banda Arthur de Faria e Orkestra do Kaos. Também lançou clipes, teve participações em festivais como Lollapalooza, Meca Festival e Pepsi Twist Land e fez aberturas de shows importantes como de Steve Vai e Foo Fighters. Além de atuar como músico, em 2018 se tornou um dos principais colaboradores do coletivo e estúdio de música Armazém Sonoro, atuando como produtor musical para outros artistas, engenheiro de mixagem, compositor de trilhas sonoras, produtor e técnico de som no Pátio Sonoro, evento musical que busca visibilizar a cena autoral e independente. Frederico Demin é formado em Design pela UFRGS, baterista da banda Sofá a Jato e trabalha com produção musical e audiovisual desde 2018. Já produziu álbuns e EPs de bandas locais, dirigiu clipes, fez capas e cartazes para artistas e eventos, montou curtas e tocou em diversos bares do estado do Rio Grande do Sul. 

O projeto produzido pelo festival Kino Beat e Cuco Produções é um espaço de incentivo à criação e experimentação em diversas linguagens e tecnologias, suas intersecções e desdobramentos. A programação conta com variadas imersões artísticas envolvendo nomes da cena cultural brasileira, apostando no cruzamento de música, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e tudo mais que couber no imaginário de cada artista envolvido. 

Com curadoria de Gabriel Cevallos, fundador e curador do Kino Beat Festival, as apresentações serão desenvolvidas de forma inédita ou em adaptações pensadas especificamente para o espaço, explorando os recursos e limitações da sala enquanto dispositivo criativo. Ao longo de 10 meses, o público poderá conferir 20 performances da primeira edição reunindo artistas de diferentes vertentes, com projetos comissionados ou adaptados que serão gravados ao vivo na sala e difundidos pelos canais do projeto.

Além das performances, atividades formativas gratuitas também serão promovidas como oficinas, palestras, vivências e workshops, criados a partir de tópicos práticos e teóricos derivados das apresentações artísticas. “O corpo presente, seja na prática dos artistas envolvidos ou na fruição do público, será premissa das apresentações. O objetivo é promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional”; revela o curador.

Os ingressos custam R$ 15,00 com benefícios de meia-entrada, e já estão à venda por meio da plataforma Sympla. Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto) de estudante, idosos, PNE, jovens de baixa renda, entre outros, os documentos válidos são determinados pela Lei Federal 12.933/13. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/farol.live.poa/

Esse projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio do Santander e realização da Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

Sobre o Farol Santander Porto Alegre

Criado para relembrar o passado, marcar o presente e iluminar o futuro, o Farol Santander Porto Alegre completou três anos em março de 2022. Neste período, recebeu 11 exposições de artes visuais, em diversas temáticas, com artistas nacionais e internacionais, divididas entre os espaços do Grande Hall e do Átrio. Em 2022, o Farol Santander ampliou sua atuação cultural com concertos de música clássica e popular, além de espetáculos de dança. Participaram respectivamente a Orquestra de Câmara da ULBRA e a Cisne Negro Cia. de Dança.

O Cine Farol Santander, no subsolo do prédio, exibe programações com títulos e mostras cinematográficas de cineastas brasileiros e internacionais.

O histórico edifício no Centro da capital gaúcha, construído na década de 1930 e tombado pelo patrimônio histórico e artístico estadual, também possui atrações permanentes.

Na Galeria, a exposição fixa Memória e Identidade apresenta a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira. Já no subsolo, a outra mostra permanente, Os Dois Lados da Moeda, conta com um importante acervo de numismática do Rio Grande do Sul, propondo uma analogia entre as moedas “oficiais” e “não oficiais” que circulavam na região Nas laterais da sala é contada a evolução da moeda oficial do estado brasileiro.

Além dos espaços já citados, o Farol Santander Porto Alegre conta ainda com duas arenas para discussões e debates acerca de temas como cultura e gastronomia. O subsolo, que já conta com o Cine Farol Santander e a mostra Os Dois Lados da Moeda, ainda oferece aos visitantes um café.

Lipsen celebra dez anos como Gaiteiro do Brique neste domingo, 12 de março

O multiartista Lipsen comemora neste março uma data muito especial: uma década de arte de rua, especificamente, uma década como o Gaiteiro do Brique. O aniversário é no dia 10, mas a festa só poderia acontecer em um lugar: domingo, 12 de março, no Brique. Tudo começou um pouco antes, em setembro de 2012, quando se apresentou com seu acordeon pela primeira vez na rua, em Nova York, no Times Square. De volta ao Brasil, em março de 2013, foi com gaita e tudo para a Redenção. Formado em Teatro pela UFRGS, Lipsen já se apresentou nas ruas de Nova York, Paris, Berlim, Lisboa, Munique, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e até no programa Encontro com Fátima Bernardes.

Com apresentações que duram em torno de 1h30, o artista constrói uma performance que é mais que música, é conexão com o público: “o olho no olho foi um aprendizado que começou lá em Nova York sobre olhar para fora, olhar para as pessoas enquanto eu canto. Quando voltei a Porto Alegre e fui pro Brique senti um ambiente super acolhedor e passei a criar um show que era mais do que só música. Nos EUA a apresentação era de um músico de rua: eu ficava tocando e as pessoas passavam, filmavam um pouco, deixavam uma contribuição. Quando eu cheguei aqui, descobri que as pessoas queriam assistir o que tinha entre as canções. Comecei a criar piadinhas, contar histórias, introduzir uma música, essa coisa de parar para conversar, falar com o público. Eu crio uma dramaturgia com as pessoas ali, interessadas, inseridas dentro do show por essa janela que é o olhar. Elas estavam buscando isso, alguém falar com elas. O Brique ajudou a construir esse show. Acredito que isso vem muito de eu ser ator de teatro e ter unido as duas coisas na performance como ela é hoje”, revela. 

Quando começou as apresentações na rua, o repertório era majoritariamente voltado a hits do momento, “bem chiclete – Lady Gaga, Adele, Anitta, pois causava muito estranhamento nas pessoas ao ouvir essas músicas tocadas no acordeon”. Com o passar do tempo a tracklist foi mudando e ficando recheada de hits dos anos 1980 – eu amo e as pessoas adoram quando toco músicas dos anos 80, tanto que brinco no show que as melhores coisas foram feitas nesta década, eu inclusive, sou de 1988”. 

Por conta dessa vida multi, Lipsen trabalha com várias linguagens – o teatro, o audiovisual, a música, mas é na experiência como artista de rua que desenvolveu a arte do improviso. “Não tem escola nem faculdade que ensine o sexto sentido do artista de rua. Essa “cancha” de lidar com os imprevistos da rua é algo que nasce da experiência mesmo”, afirma. Segundo ele, há “3 Cs” que são elementos incontroláveis e que podem testar o talento do artista: criança, cachorro e cachaça. “Quando um dos Cs entra na roda, tudo pode ir por água abaixo, pode afastar o público e acabar com o show. Mas se o cara tiver jogo de cintura e for bom no improviso e no carisma, pode usar o inesperado para melhorar a apresentação”.

Ele conta que o tal sexto sentido do artista de rua também é sobre aprender a sentir as pessoas, se estão interessadas, o que pode render uma boa piada, o que não serve mais no repertório, “a hora de lembrar o público de contribuir no chapéu, tudo isso precisa de sensibilidade no “aqui e agora” que a gente tanto fala no teatro e está 100% presente na rua também”, revela.

Mas nem tudo é improviso no trabalho de quem faz arte na rua – há muita preparação antes da gaita começar a tocar, seja pela seleção do repertório, construção do roteiro do show e também os cuidados com a voz. “Eu me machucava muito no início, até pedir socorro para a fonoaudióloga Ligia Motta e aprender a aquecer, desaquecer, projetar a voz sem machucar… a Ligia ajudou muito, assim como outras professoras atrizes artistas de rua que foram dando pitacos”. 

Lipsen não lembra quando o nome Gaiteiro do Brique surgiu exatamente, mas tem certeza que foi adotado pela tradicional feira dominical: “é muito bonita a relação de amizade e companheirismo com os artesãos expositores do Brique. Eu fui muito bem recebido desde o início, tenho a minha camiseta oficial, até um troféu com um mini gaiteiro eles me deram, pois entenderam que eu faço parte daquele ecossistema. O Brique realmente me acolheu de um jeito que outras praças e outras ruas não fizeram. O jeito que o show é, só acontece por ser no Brique, foi um match que funcionou e funciona até hoje. Vide o povo que junta na roda, o quanto eu e as pessoas voltamos pra casa felizes e quanto o chapéu volta pra casa cheio”.

No domingo, 12 de março, o Gaiteiro se apresenta às 11h e 15h para celebrar essa década de arte e trocas no Brique. 

Rancho Tabacaray promove programação especial com artistas mulheres durante o mês de março 

Empreendimento do projeto El Topador na zona sul de Porto Alegre recebe shows de Maria Luiza Benitez, Shana Müller e Analise Severo

Ingressos aqui

A programação 2023 do Rancho Tabacaray inicia em grande estilo, promovendo shows com três artistas mulheres no mês de março: o público poderá conferir as performances de Maria Luiza Benitez, Shana Müller e Analise Severo a partir da quarta-feira, dia 08.

Primeira atração a subir ao palco do Rancho é a cantora, locutora, jornalista, apresentadora, Maria Luiza Benitez. Maria Luiza estará acompanhada da cantora e compositora Carla Zambiasi, além dos músicos Jean Carlo Godói ao violão, Leandro Rodrigues no acordeon e Antonio Olivar no violão e voz. Historiadora com pós-graduação em história do Rio Grande do Sul, possui uma carreira de mais de 50 anos sendo uma das precursoras do Movimento Nativista, consagrada nos festivais pelo Estado. Em 2008 recebeu o troféu “Mulher Farroupilha” por sua contribuição através da música, para a arte e a cultura do RS. Atualmente é apresentadora do programa Mateadas da TV Assembleia e apresentadora do programa – Nos Quadrantes do Sul – da Rádio Guaíba. Sendo ambientalista, foca através de seu canto, o cuidado e a preservação da natureza e seus elementos.

Na quinta, 16 de março, a casa recebe Shana Müller, um dos grandes nomes femininos da música gaúcha. Além de cantora com seis discos lançados, é jornalista, radialista, apresentadora e empresária. No evento, a artista exibirá seu novo clipe Todo dia é teu dia. Atuando na tradição gaúcha desde os 8 anos de idade, foi Primeira Prenda Juvenil do RS,  e já recebeu por seus álbuns três Prêmios Açorianos de Música, além do Prêmio Petrobrás Cultural em 2011. Ao lado de Érlon Péricles, Cristiano Quevedo e Ângelo Franco lidera o projeto Buenas e M’espalho. Apresentou o Programa Galpão Crioulo na RBSTV por dez anos, sendo a primeira mulher a ocupar tal posto. Como jornalista e apresentadora atuou sempre dentro do cenário da cultura regional em veículos como Jornal do Nativismo, Rádio Rural e Zero Hora, onde foi colunista; além de ter apresentado na TVE o programa Galpão Nativo. Atualmente, apresenta na Rádio Gaúcha o Programa Galpão Crioulo.

Encerrando a programação, se apresenta no dia 30 de março Analise Severo. Cantora e apresentadora, com 30 anos de carreira, Analise é uma artista apaixonada por sua terra e por sua gente. Seus primeiros passos foram em grupos vocais de CTGs. Mais tarde, vieram os Festivais Nativistas com participação em praticamente todo o circuito do Rio Grande do Sul. Clássicos do cancioneiro gaúcho mesclam as canções de seu trabalho, num repertório pulsante, com ritmos alegres, que trazem entretenimento e conteúdo através das mensagens que entregam ao público.

Os ingressos para os shows podem ser adquiridos através da plataforma Sympla, com valores a partir de R$ 40,00.  As portas do Rancho abrem às 18h e os shows iniciam pontualmente às 20h. Além de muita música, os eventos contam com cardápio assinado por El Topador. Gastronomia e bebidas serão comercializados no dia do evento (confira o cardápio abaixo). 

O Rancho Tabacaray, inaugurado em junho de 2022, é o mais novo local do projeto El Topador, comandado pelo mestre parrillero Antônio Costaguta. O empreendimento surge como um local de valorização da cultura dos povos sulistas, com a gastronomia como um desses pilares, ao lado da história e das artes. “Acredito que entender a gastronomia de um local é conhecer um pouco da sua história. E nada melhor do que reunir as pessoas para boa música, conversas, um braseiro forte e muita carne para cultura do ritual”, revela o parrillero e comunicador, diplomado pela Escuela Argentina de Parrilleros em Buenos Aires, e formado na MasterClass Los Siete Fuegos com Francis Mallmann, do Bodega y Restaurante Garzón.

Localizado na zona sul de Porto Alegre, o local foi construído no fim do século XIX pelo italiano Vicente Monteggia que estabeleceu ali sua casa, uma capela, uma escola, um moinho de farinha de milho e um engenho de moer cana-de-açúcar. Entusiasmado com a beleza do local e com a adequação da terra para o cultivo da uva, Monteggia estimulou a vinda de novas famílias de colonos para Vila Nova. Em homenagem a este importante personagem, deu-se a uma das ruas de acesso ao bairro o nome de Avenida Vicente Monteggia. A Vila Nova é um bairro único, principalmente por sua formação, teve grande destaque econômico devido sua produção agrícola no final do século XIX, importante não apenas para Porto Alegre, mas para a história da colonização italiana no RS. A história da Vila Nova se funde com a história da família Monteggia, uma história de empreendedorismo e cooperativismo liderada por Vicente Monteggia, negociante de terras, industrial, agricultor, comerciante, organizador de empresas, construtor e técnico em construção de estradas (Agrimensor). Ele foi um dos responsáveis pelo surgimento do bairro e o grande responsável por seu desenvolvimento.

O Rancho Tabacaray contará em breve com um espaço para contar a história da família e sua importância no crescimento da zona sul de Porto Alegre. O nome do rancho surge de uma placa, encostada há 30 anos em um galpão em Santana do Livramento, cidade natal de Costaguta. O significado: o filho de um grande líder. Para mais informações, acesse: https://www.eltopador.com.br/ https://www.instagram.com/eltopador

Saiba mais

EL TOPADOR 

Somos uma multiplataforma dedicada a disseminar a cultura do assado em sua essência, falando sobre toda a cadeia produtiva da carne, do homem do campo até ela chegar na mesa em forma de gastronomia. Acreditamos no poder do fogo como forma agregadora da vida, proporcionando encontros e experiências memoráveis. Levamos em nossa mala de garupa a bandeira do Rio Grande do Sul, abraçando a arte, história, cultura e pessoas que fazem deste pago um lugar único e especial.

Nossa missão é levar para nossa comunidade conteúdo de qualidade, informação, conhecimento, arte, cultura e entretenimento, junto de parceiros. Além de produzir documentários, programa de entrevistas e TV, lives, curso online e criação de conteúdo para redes sociais, o projeto El Topador também vive de encontros. De eventos dos mais variados tipos e tamanhos à festas de casamento, cursos e festivais de gastronomia pelo Brasil afora. Somos referência no Rio Grande do Sul e no Brasil quando o assunto é churrasco e cultura.

Criado há sete anos pelo mestre parrillero Antônio Costaguta, o El Topador conta com os empreendimentos Refúgio El Topador e Rancho Tabacaray, os programas Buenas Hermanos e Desbravando, além de promover cursos e workshops. 

Antônio Costaguta nasceu na fronteira, em Santana do Livramento/RS, divisa do Brasil com o Uruguai. Traz da família um pouco desta origem do “Gaucho”, unindo o amor e a cultura das duas pátrias. Fez desta tradição do mundo rural e campeiro a sua essência, se especializando na cultura do assado e do fogo e se tornando um dos grandes expoentes do Estado quando o assunto é valorização da cadeia produtiva da carne, promovendo e disseminando um consumo consciente da pecuária produzida nos vastos campos verdes do nosso Bioma Pampa.

Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, tem sobretudo um olhar romântico e bucólico da vida do gaúcho e do nativismo. Andou por países como Uruguai e Argentina. Aprendeu nesses lugares técnicas que revelam sua essência: é mestre parrillero com mais de 10 anos de assados, diplomado pela Escuela Argentina de Parrilleros em Buenos Aires, e formado na MasterClass Los Siete Fuegos com Francis Mallmann, do Bodega y Restaurante Garzón. Atualmente Antônio tem um programa dominical no SBT RS chamado “Na Beira do Fogo”. Além de apresentador, é curador e gestor do programa.

PROGRAMAÇÃO MARÇO NO RANCHO TABACARAY

MARIA LUIZA BENITEZ

08 de março, quarta-feira, às 20h (portões abrem às 18h)

Rancho Tabacaray (Av. Vicente Monteggia, 2770), Vila Nova, Porto Alegre – cozinha até 22h e local encerra às 22h30.

Quanto: R$ 40,00 – Comidas e bebidas serão comercializadas no local. Crianças menores de 8 anos não pagam. Reserve o lugar delas adquirindo o ingresso gratuito no Sympla. Mediante identificação na entrada do evento.

https://www.sympla.com.br/evento/show-com-maria-luiza-benitez/1896750

SHANA MULLER

16 de março, quinta-feira, às 20h (portões abrem às 18h)

Rancho Tabacaray (Av. Vicente Monteggia, 2770), Vila Nova, Porto Alegre – cozinha até 22h e local encerra às 22h30.

Quanto: R$ 80,00 – Comidas e bebidas serão comercializadas no local. Crianças menores de 8 anos não pagam. Reserve o lugar delas adquirindo o ingresso gratuito no Sympla. Mediante identificação na entrada do evento.

https://www.sympla.com.br/evento/show-com-shana-mueller/1898079

ANALISE SEVERO

30 de março, quinta-feira, às 20h (portões abrem às 18h)

Rancho Tabacaray (Av. Vicente Monteggia, 2770), Vila Nova, Porto Alegre – cozinha até 22h e local encerra às 22h30.

Quanto: R$ 50,00 – Comidas e bebidas serão comercializadas no local. Crianças menores de 8 anos não pagam. Reserve o lugar delas adquirindo o ingresso gratuito no Sympla. Mediante identificação na entrada do evento.

https://www.sympla.com.br/evento/show-com-analise-severo/1898107

*Mais informações pelo WhatsApp (51) 99864-1357.

CARDÁPIO

CHORIPAN CLÁSSICO (INDIVIDUAL) – Pão, linguiça artesanal mista, queijo mozzarella, chimichurri, suco de limão espremido

CHORIPAN MAESTRO (COMPARTILHADO) – Pão 30cm, linguiça artesanal mista, rúcula, tomate, queijo muzzarela, suco de limão espremido, cortados em pedaços pequenos para compartir

BIFE ANCHO – Entrecot certificado Hereford servido com mix de legumes na plancha, salsa criolla y farofa

BIFE DE CHORIZO – O famoso corte na Argentina, nosso contrafilé, servido com morrones (pimentão com queijo mozzarella y bacon), salsa criolla y farofa

BATATAS AO MURRO – Servidas com molho de queijo

TÁBUA DE LINGUIÇAS – Linguiça Tradicional: costela desossada, paleta de porco, orégano, alho; Linguiça com Alho-Poró: costela desossada, paleta de porco, alho-poró; Linguiça puro pernil: 100% suíno

QUEIJO COALHO COM MEL – Queijo Santa Clara com mel Casa Albornoz

PANQUECA COM DOCE DE LEITE – Braseada e servida com sorvete de creme y nozes

Cervejas, vinhos, água, suco e refrigerante

“CÖCÖCÖCÜ REMIX” é a atração do Farol.live com entrada franca, nesta terça-feira, 28 de fevereiro

  • Com patrocínio do Santander, primeira temporada do Farol.live contará com 20 performances ao vivo e atividades formativas;
  •  Performance é desdobramento do processo artístico vivido nas três semanas da residência artística Formigueiro e a exposição CÖCÖCÖCÜ , que integram o Festival Kino Beat

Nesta terça-feira, 28 de fevereiro, o Farol.live promove performance inédita com entrada franca a partir das 20h: CÖCÖCÖCÜ REMIX poderá ser conferida no Cine Farol Santander (retirada de ingressos pela plataforma Sympla). A atividade é uma parceria do Festival Kino Beat e o Farol.live.  Em 2023 o festival Kino Beat chegou à sua 8ª edição, na qual propôs para artistas, biólogos, urbanistas e pesquisadores uma residência artística, que resultou na exposição CÖCÖCÖCÜ, em cartaz na Galeria Sotero Cosme da Casa de Cultura Mario Quintana.

Para a participação no Farol.Live a exposição é transposta para uma performance audiovisual, intitulada CÖCÖCÖCÜ REMIX, que a partir de imagens, sons, textos e objetos produzidos ao longo das três semanas de imersão da residência, apresenta um experimento performático de improvisação e imbricamento de linguagens. CÖCÖCÖCÜ é uma palavra inventada, que carrega em sua formação as sílabas iniciais de alguns dos principais termos que simbolizaram a residência artística formigueiro: coexistência, colaboração, comunicação e cuidado.

Com obras de Feral Practice, Vicente Carcuchinski, Estevão da Fontoura, Leonardo Brawl, Livia Koeche, Coletivo Grupelho, Moinho Edições, Beto Mohr, Tuane Eggers, Leo Caobelli, Camila Leichter e colaboradores, a exposição CÖCÖCÖCÜ segue até 09 de abril com visitação das 10h às 18h, de terça a domingo, com entrada gratuita.

O projeto produzido pelo festival Kino Beat e Cuco Produções é um espaço de incentivo à criação e experimentação em diversas linguagens e tecnologias, suas intersecções e desdobramentos. A programação conta com variadas imersões artísticas envolvendo nomes da cena cultural brasileira, apostando no cruzamento de música, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e tudo mais que couber no imaginário de cada artista envolvido. 

Com curadoria de Gabriel Cevallos, fundador e curador do Kino Beat Festival, as apresentações serão desenvolvidas de forma inédita ou em adaptações pensadas especificamente para o espaço, explorando os recursos e limitações da sala enquanto dispositivo criativo. Ao longo de 10 meses, o público poderá conferir 20 performances da primeira edição reunindo artistas de diferentes vertentes, com projetos comissionados ou adaptados que serão gravados ao vivo na sala e difundidos pelos canais do projeto.

Além das performances, atividades formativas gratuitas também serão promovidas como oficinas, palestras, vivências e workshops, criados a partir de tópicos práticos e teóricos derivados das apresentações artísticas. “O corpo presente, seja na prática dos artistas envolvidos ou na fruição do público, será premissa das apresentações. O objetivo é promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional”; revela o curador.

Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/farol.live.poa/

Esse projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio do Santander e realização da Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

Sobre o Farol Santander Porto Alegre

Criado para relembrar o passado, marcar o presente e iluminar o futuro, o Farol Santander Porto Alegre completou três anos em março de 2022. Neste período, recebeu 11 exposições de artes visuais, em diversas temáticas, com artistas nacionais e internacionais, divididas entre os espaços do Grande Hall e do Átrio. Em 2022, o Farol Santander ampliou sua atuação cultural com concertos de música clássica e popular, além de espetáculos de dança. Participaram respectivamente a Orquestra de Câmara da ULBRA e a Cisne Negro Cia. de Dança.

O Cine Farol Santander, no subsolo do prédio, exibe programações com títulos e mostras cinematográficas de cineastas brasileiros e internacionais.

O histórico edifício no Centro da capital gaúcha, construído na década de 1930 e tombado pelo patrimônio histórico e artístico estadual, também possui atrações permanentes.

Na Galeria, a exposição fixa Memória e Identidade apresenta a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira. Já no subsolo, a outra mostra permanente, Os Dois Lados da Moeda, conta com um importante acervo de numismática do Rio Grande do Sul, propondo uma analogia entre as moedas “oficiais” e “não oficiais” que circulavam na região Nas laterais da sala é contada a evolução da moeda oficial do estado brasileiro.

Além dos espaços já citados, o Farol Santander Porto Alegre conta ainda com duas arenas para discussões e debates acerca de temas como cultura e gastronomia. O subsolo, que já conta com o Cine Farol Santander e a mostra Os Dois Lados da Moeda, ainda oferece aos visitantes um café.

Exposição “Notas para depois de amanhã” promove oficinas gratuitas para o público infantil e infantojuvenil

As oficinas foram criadas pela turma do 2º Ciclo de Aulas Plataforma – Artes Visuais e integram as atividades de conclusão do curso

A exposição de conclusão do 2º Ciclo de Aulas Plataforma – Artes Visuais, Notas para depois de amanhã, contará com duas oficinas com inscrições gratuitas e voltadas para o público infantil e infantojuvenil, que ocorrerão no Centro de Desenvolvimento da Expressão – CDE, 5º andar da Casa de Cultura Mário Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre/RS). As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 15 de fevereiro.

Realizadas em parceria com o Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) e Instituto Estadual de Artes Visuais (IEAVi), a exposição e as atividades educativas que a compõem foram desenvolvidas de forma colaborativa através da articulação dos diferentes grupos de trabalho formados na turma do 2º Ciclo de Aulas, como curadoria, expografia, produção e propostas educativas, e coordenadas pela criadora do projeto e gestora cultural, Jaqueline Beltrame e pela pesquisadora e curadora Gabriela Motta. “Buscou-se a formulação de um programa que pudesse atender ao público para além da visita à exposição e que servisse também como exercício para as alunas interessadas em desenvolver atividades educativas. Com isso, o projeto ganha mais uma entrega ao público, para além da realização da exposição”, declara Jaqueline.

No domingo, 05 de março, das 14h30 às 16h30, a mestra e doutoranda em Artes Visuais, pesquisadora e aluna do 2º Ciclo de Aulas, Gabriela Traple Wieczorek, ministra a oficina Imagens para depois de amanhã. Inspirada nas obras Anônima, ManasLisas da Periferia e A imperatriz na paisagem, dos artistas Aline Bispo, Jorge Aguiar e Élle de Bernardini, respectivamente, e que integram a exposição Notas para depois de amanhã, a atividade propõe uma reflexão sobre quais as caras do Brasil e o que desejamos, individual e coletivamente, para o futuro do país. Apropriando-se da metodologia da artista e educadora Lorraine O’Grady com o uso de molduras, a ação questiona o que consideramos arte, quem são os rostos e lugares considerados importantes ou destacados o suficiente para serem emoldurados, expostos e preservados. Voltada para o público de 8 a 12 anos, a oficina convida os participantes a criarem, através de desenho e pintura, representações de pessoas ou lugares que eles gostariam de ver preservados e representados no futuro do país. São 12 vagas disponíveis e as inscrições ocorrem até o dia 4 de março, através do preenchimento de formulário de inscrição https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScTvZV_sffvyNdaGOkt3yExZ5GiDzMHd1C8glwQetKHd8hANA/viewform.

Na quarta-feira, 12 de março, das 14h às 16h30, a licenciada em Artes Visuais, professora de artes e aluna do 2º Ciclo de Aulas, Maíra Ochoa, promove a oficina Morada de papel. Inspirada especialmente no díptico “Vibrações Paralelas I” de Mari Yoshimoto, e que de certa forma conversa com a obra “Lumen” de Regina Silveira, obras que também integram a exposição, a atividade tem como metodologia inicial um viés de investigação e exploração individual das possibilidades, em que cada participante irá construir, através de dobras e recortes, representações de casas ou edificações. Posteriormente, serão apresentados modelos de dobras e recortes já estipulados que podem ser incorporados no projeto de suas edificações de papel. Direcionada para o público de 12 anos em diante, a ação convida os participantes a criarem, através de dobradura e recortes, sua construção arquitetônica através da leveza do papel que Mari Yoshimoto destaca. A atividade tem 12 vagas, com inscrições por formulário até o dia 11 de março https://docs.google.com/forms/u/0/d/e/1FAIpQLSfvtnVIov-jazcpPJKNdzL60YKWST5nf2pHMY-656M2td7s0g/closedform.

Realizado com recursos do PRÓ-CULTURA RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, e com apoio do MACRS e IEAVi, o 2º Ciclo de Aulas ofereceu uma formação gratuita permitindo o acesso aos conhecimentos das áreas de curadoria, produção, educativo, direitos autorais, expografia, mercado de arte, com o grande diferencial da realização da exposição ao final do curso. Foram 20 vagas gratuitas, oferecidas a residentes de qualquer cidade do Rio Grande do Sul. Os encontros ocorreram no período de novembro de 2022 a janeiro de 2023. O projeto conta também com Coordenação de Produção de Nicole Quines e Adauany Zimovski nas Redes Sociais.

Além de promover cursos, o Plataforma tem uma área destinada ao compartilhamento de conteúdos online como textos críticos, outras plataformas de arte, projetos culturais e bibliografia dos cursos que promove.

Notas para depois de amanhã segue em cartaz até 19 de março, de terça a domingo das 10h às 18h, no 3º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre/RS).

Para mais informações:

Site: www.plataformaonline.art.br

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Oficina “Imagens para depois de amanhã”

Inspirada nas obras “Anônima”, “ManasLisas da Periferia” e “A imperatriz na paisagem”,  dos artistas Aline Bispo, Jorge Aguiar e Élle de Bernardini, respectivamente, e que integram a exposição “Notas para depois de amanhã”, a oficina “Imagens para depois de amanhã” propõe uma reflexão sobre quais as caras do Brasil e o que desejamos, individual e coletivamente, para o futuro do país.  Apropriando-se da metodologia da artista e educadora Lorraine O’Grady com o uso de molduras, a ação questiona o que consideramos arte, quem são os rostos e lugares considerados importantes ou destacados o suficiente para serem emoldurados, expostos e preservados.

A oficina convida os participantes a criarem, através de desenho e pintura, representações de pessoas ou lugares que eles gostariam de ver preservados e representados no futuro do país.  

Local: Centro de Desenvolvimento da Expressão – CDE (5º andar da Casa de Cultura Mário Quintana, Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre/RS)

Público: 8 a 12 anos

Vagas: 12

Horário: 14h30 às 16h30

Data: 05/03  

Mini-bio: Gabriela Traple Wieczorek é mestra e doutoranda em Artes Visuais, com ênfase em História, Teoria e Crítica, pelo PPGAV/UFRGS. Desenvolve pesquisa e atividades relacionadas às práticas sociais da arte na contemporaneidade.

Oficina “Morada de papel”

Inspirada especialmente no díptico “Vibrações Paralelas I” de Mari Yoshimoto, e que de certa forma também conversam com a obra “Lumen” de Regina Silveira, obras que integram a exposição “Notas para depois de amanhã”, a oficina “Morada de papel” tem como metodologia inicial um viés de investigação e exploração individual das possibilidades, em que cada oficineiro irá construir, através de dobras e recortes, representações de casas ou edificações. Posteriormente, serão apresentados modelos de dobras e recortes já estipulados que podem ser incorporados no projeto de suas edificações de papel.


A oficina convida os participantes a criarem, através de dobradura e recortes, sua construção arquitetônica através da leveza do papel que Mari Yoshimoto destaca.


Local: Centro de Desenvolvimento da Expressão – CDE (5º andar da Casa de Cultura Mário Quintana, Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre/RS)
Público: 12 anos em diante
Vagas: 12
Horário: 14h30 às 16h30
Data: 12/03

Mini-bio: Maíra Ochoa é licenciada em Artes Visuais (UFRGS), e tem pós em AEE- Atendimento Educacional Especializado, e está cursando Técnico em Tradução e Interpretação em Libras (IFRS- Alvorada). Tem interesse em trabalhar arte com públicos diversos e incluir o máximo possível.

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