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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Antenna ao Vivo completa dois anos com show do trio Não Recomendados no sábado, 01 de junho, no Agulha

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Ingressos antecipados à venda pelo Sympla – http://bit.ly/antenna2anos

 

Prestes a comemorar dois anos, o Antenna ao Vivo celebra dez show realizados em Porto Alegre, incluindo nomes como Johnny Hooker, Cordel do Fogo Encantado, Francisco El Hombre, As Bahias e a Cozinha Mineira e LaBaq. A comemoração de aniversário do projeto traz o trio paulista Não Recomendados no sábado, 01 de junho, para show no Agulha.

Não Recomendados é um espetáculo com a união de três autores intérpretes: Caio Prado, Daniel Chaudon e Diego Moraes – e um produtor autor, Edu Capello. Todos inquietos e com a mesma vontade: transformar, questionar e provocar os padrões comportamentais e viciados da sociedade.

A união em virtude da arte transformadora, refletindo a realidade nua de conceitos baseados em heranças desproporcionais, e o espetáculo, como um palco laboratorial, se torna uma extensão das próprias vivências de cada integrante, os becos, as ruas, as noites, as lutas. Tudo refletido no palco.

“Não Recomendado” composta por Caio Prado, é a raiz do grupo, música que manifesta acima de tudo, um grito de liberdade diante das burocráticas e hipócritas aparências que permeiam a sociedade. O conceito pelo não preconceito é compartilhado por Diego Moraes e Daniel Chaudon, que resulta na construção da pirâmide e se completa com o sentimento compartilhado pelo produtor Edu Capello. A canção já foi gravada por importantes nomes da música brasileira, como Elza Soares.

“Agora”, outra composição de Prado, manifesta acima de tudo, um grito de liberdade diante das burocráticas e hipócritas aparências que permeiam a sociedade. O conceito pelo não preconceito é compartilhado por Moraes e Chaudon, o que resulta na construção da pirâmide. Artistas inquietos e com a mesma vontade: transformar, questionar e provocar os padrões comportamentais e viciados da sociedade.

Os ingressos, à venda antecipadamente pela plataforma Sympla (http://bit.ly/antenna2anos) custam entre R$ 45,00 e R$ 110,00. No dia do evento, à venda mediante disponibilidade no local. O Agulha fica na Rua Conselheiro Camargo, 300 – Bairro São Geraldo e abre às 19h com show marcado para às 22h.

 

||| Serviço |||

||| Não Recomendados ~ Antenna Ao Vivo 2 anos ~ Agulha

||| Sábado, 01 de Junho de 2019

||| Local: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300 – Bairro São Geraldo – Porto Alegre/RS – Próximo a estação do Trensurb São Pedro e das linhas T3 e T8

||| Horários: O bar abre às 19h e a apresentação começa pontualmente às 22h

 

||| Ingressos |||

No site: http://bit.ly/antenna2anos

Lote Promocional limitado – R$ 35 – apenas online;

1º lote Solidário* / Meia-entrada** – R$ 45 – na internet (com opção de boleto bancário)

2º lote Solidário* / Meia-entrada** – R$ 55 – na internet (com opção de boleto bancário)

Na hora (mediante disponibilidade)

 

* Solidário – Valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível ou itens de higiene pessoal, disponível para qualquer pessoa. As doações deverão ser entregues no Agulha, no momento da entrada ao evento.

** Meia-entrada – Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.

*** Valores de inteira: R$ 90 e R$ 110

 

||| CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

 

||| Realização: Antenna e Agulha

||| Plataforma Oficial: Sympla

||| Artes por Afonso De Lima

 

||| Apoios: Trattoria Casa Angelo Porto Alegre, Salvia, Ibis Styles, Venezianos Pub Café, Salvia

Brava Gastrobar divulga parceria com a vinícola Marco Luigi

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Empreendimento especializado em tábuas de queijos e charcutaria promove edições mensais de Open de Espumantes e noite de degustação de tintos da marca

O Brava Gastrobar divulga parceria com a vinícola Marco Luigi, do Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha. O empreendimento especializado em tábuas de queijos e charcutaria agora conta no seu já tradicional Open de Espumantes das quintas-feiras com uma edição mensal com seleção especial de espumantes da marca.

A partir de 23 de maio, uma vez por mês, o público poderá degustar, das 20h às 23h30, quatro opções de rótulos de espumantes Marco Luigi: brut, brut rosé, demi-sec e moscatel à vontade, por R$ 70,00 por pessoa.

No dia 06 de junho, a novidade é a Noite Reserva Marco Luigi, que também terá edição mensal, onde o cliente poderá degustar uma taça de cada um dos quatro rótulos da linha reserva – Merlot, Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional e Tempranillo pelo valor de R$ 70,00. Para informações e reservas, entre em contato: (51) 3307-4331 | facebook.com/BravaGastrobar

 

Sobre o Brava Gastrobar

 

Inaugurado em abril de 2018, o empreendimento apresenta uma experiência gastronômica única: aquela noite de queijos e vinhos que normalmente costuma acontecer em casa, agora tem um lugar com ambiente ideal para ocorrer. As tábuas com queijos, charcutaria, pães, castanhas e outros acompanhamentos são as protagonistas. Com oito tipos diferentes de tábuas no cardápio, o público encontra produtos premium vindos do Brasil, Itália, Alemanha, França, Dinamarca, Espanha e Holanda, harmonizadas pelo sommelier Vinícius Santiago, com mais de 50 rótulos de vinhos e espumantes e cervejas artesanais da Heilige de Santa Cruz do Sul.

 

Durante o dia a casa oferece cardápio de sanduíches com os frios disponíveis e também levar para casa as tábuas e os produtos à parte, além das opções de risotos no almoço. Também é possível contratar o serviço de tábuas personalizadas para eventos. A casa funciona de segunda a quarta-feira das 11h às 22h e de quinta-feira a sábado das 11h à meia-noite no Trend 24 (R. 24 de outubro n°1454). Mais informações: (51) 3307-4331 | facebook.com/BravaGastrobar

 

Sobre a vinícola Marco Luigi

A história da Marco Luigi desenvolve-se a partir de 1875, quando chega ao Brasil, vindo de Terragnolo, província de Trento, norte da Itália, o patriarca Marco, juntamente com seu filho Luigi, o qual instalou-se na região do Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves/RS, dedicando-se, primeiramente, ao cultivo de milho e trigo, mas tendo dentro de si, um sonho: “o cultivo de uvas para elaboração de vinhos”.

Motivado pelo sonho e pelo amor ao bom vinho, surgiram de dentro da mata virgem os primeiros parreirais, plantados com mudas trazidas da própria Itália pelo patriarca da família, que produziram uvas de excelente qualidade e originaram os primeiros vinhos artesanais, primeiramente para consumo próprio.

Com o nascimento de seu neto, Marco Luigi, que herdou o amor e conhecimento pelo vinho, a produção de uvas aumentou, os vinhos passaram a ser comercializados na região e o sonho do patriarca tornou-se realidade. Com o tempo, Marco Luigi passou a ser reconhecido pela qualidade de seus vinhos e em 28 de agosto de 1946 registrou a Vinícola e prosseguiu sua caminhada na arte do vinho.

Vinícola familiar

A arte de elaborar vinhos foi passada de geração a geração. A Marco Luigi é uma empresa familiar que a cada dia busca o aperfeiçoamento sem perder a verdadeira identidade. Atualmente Victor, filho de Marco Luigi, que com o conhecimento, o amor e a tradição herdada de seus antepassados, cuida pessoalmente do cultivo das uvas, desde o plantio até a colheita. A elaboração dos vinhos e espumantes Marco Luigi fica por conta de Leonardo (enólogo), neto de Marco Luigi e filho de Victor.

A tradição permanece, mas a gestão é marcada pelo profissionalismo e pela busca constante de especialização. Além disso, a Vinícola conta com o que há de mais moderno em tecnologia, o que contribui para a excelência de seus vinhos e espumantes.

Vislumbrando seu passado de desafios e conquistas, a Vinícola Marco Luigi, com os olhos voltados para o futuro, está sempre inovando, com o objetivo de elaborar produtos sob medida para clientes mais exigentes que fazem questão de degustar um vinho único.

Devido à produção ser limitada por safra, os produtos Marco Luigi são vendidos principalmente para lojas especializadas, restaurantes, hotéis e consumidor final.

Além de se preocupar com a qualidade de seus produtos, outra prioridade da Marco Luigi é ser uma empresa ecologicamente correta, respeitando o meio ambiente. Para isso faz o aproveitamento da água da chuva (utilizada principalmente na limpeza geral e irrigação) e a utilização dos engaces da uva como adubo orgânico em seus próprios parreirais. facebook.com/vinicola.marcoluigi

“Formas de Falar das Mães dos Mineiros Enquanto Esperam que seus Filhos Saiam à Superfície” volta a cartaz a partir de 05 de junho no Teatro de Arena

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 Espetáculo com dramaturgia de Daniel Veronese e direção de Breno Ketzer tem apresentações às quartas-feiras de junho

 

O espetáculo Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície volta a cartaz a partir do dia 05 de junho, com apresentações às quartas-feiras no Teatro de Arena. Com dramaturgia de Daniel Veronese, um dos encenadores de maior reconhecimento do teatro contemporâneo argentino, o espetáculo propõe uma parábola da violência e do poder.

Um escritório, ao fundo a entrada de uma mina de carvão. Guterrez e sua secretária recebem Isabel, mulher de 60 anos, que veio à empresa respondendo a uma notificação. Ao revelar que busca seu filho, Luiz, desaparecido há 12 anos na empresa, estranhos acontecimentos levam Isabel a confundir seu desejo com a realidade.

Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície faz clara referência à obra do escritor húngaro Franz Kafka na construção de um ambiente em que a onipotência e arbitrariedade da instituição se sobrepõe ao indivíduo indefeso.

No elenco, a experiente Nena Ainhoren vive Isabel, personagem que busca o reencontro com seu filho, Dionísio Farias vive Guterrez e Morgana Rosa sua secretária. Breno Ketzer Saul dirige a encenação que investe na teatralidade da atmosfera labiríntica proposta pelo dramaturgo. A montagem conta com cenografia de Rodrigo Lopes e figurinos e adereços assinados por Rô Cortinhas e Adalberto Almeida.

 As apresentações ocorrem às 20h nos dias 05, 12, 19 e 26 de junho. Os ingressos antecipados custam R$ 25,00 através do site entreatosdivulga.com.br. Nos dias de apresentação, custam R$ 30,00, à venda na bilheteria do teatro a partir das 19h, com desconto para idosos, estudantes e classe artística. Mais informações brenoketzersaul@gmail.com | www.projetoformasdefalar.com

 

 

FORMAS DE FALAR DAS MÃES DOS MINEIROS ENQUANTO ESPERAM QUE SEUS FILHOS SAIAM À SUPERFÍCIE

Quartas-feiras de junho, dias 05,12,19 e 26 Teatro de Arena de Porto Alegre – Av. Borges de Medeiros, 835, 20h.

Sinopse

“Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície” é uma obra do dramaturgo argentino Daniel Veronese. Nela acompanhamos a chegada de Isabel, mulher de 60 anos, a um escritório respondendo a uma notificação. Recebida por Guterrez e sua secretária, ambos empregados, Isabel percebe e estranha a entrada de uma mina de carvão ao fundo do amplo e vazio escritório. À espera de atendimento, Isabel vê-se envolvida em uma série de perguntas revelando estar em busca de seu filho desaparecido há 12 anos na mina. A espera persiste e o interesse dos interrogadores levam Isabel ao constrangimento. A situação de Isabel se torna interminável, labiríntica, ligações telefônicas supostamente comunicando com o interior da mina geram expectativas alimentando suas esperanças. Isabel recebe remédios, reencontra sua doutora, é assediada por um antigo funcionário, conhece a improvável noiva de seu filho, tem a impressão de rever seu falecido marido, e por fim, já no limite de suas forças, vê-se frente ao seu filho cercada de incertezas.  Isabel vai ao fundo crendo naquilo que sempre lhe foi mais valioso.

 

Indicação – Livre

Duração: 65 minutos

 Ficha técnica

Dramaturgia: Daniel Veronese

Direção: Breno Ketzer

Elenco: Nena Ainhoren como Isabel

Morgana Rosa como Secretária

Dionísio Farias como Homem

Cenografia: Rodrigo Lopes

Figurinos e Adereços: Rô Cortinhas

Adereços Extras: Adalberto Almeida

Iluminação: Edgar José Alves da Silva

Fotografias: Fernanda Chemale

Ingressos:

Os ingressos custam R$ 30,00 inteira e R$15,00 para idosos, estudantes e classe artística no dia da apresentação na bilheteria do teatro que abre uma hora antes do espetáculo.

Ingressos antecipados: https://www.entreatosdivulga.com.br/

Inteira R$ 25,00 / Meia R$ 12,50

 

 Breve currículo dos integrantes

Daniel Veronese- autor

Autor e diretor teatral que a partir de oficinas de dramaturgia com Mauricio Kartun cria em 1989 cria o grupo de teatro “El Periférico de Objetos com o qual realizou várias montagens. Curador das 3 primeiras edições do Festival de teatro e dança de Buenos Aires, em 1999, 2001 e 2003. Autor de obras como “ La muerte de Marguerite Duras, Mujeres Soñaron Caballos, Open House, La Forma que de Despliega, El Hombre que se ahoga (versão das Três irmãs de Tchecov), Espia uma mujer que se mata (versão de Tio Vânia de Tchecov). Tem inúmeras participações em festivais internacionais sendo considerado um dos dramaturgos e diretor de maior reconhecimento do teatro contemporâneo argentino.

 

Nena Ainhoren- atriz

Atriz graduada em artes cênicas pela UFRGS com grande experiência em teatro, cinema e televisão. Participou de montagens teatrais como; “A Noite dos Assassinos” de José Triana com direção de Paulo Albuquerque; “Dona Otília Lamenta Muito” de Vera Karan, direção de Mauro Soares; “Cabaré Valentin” de Karl Valentin, direção de Buza Ferraz.

No Teatro de Arena de Porto Alegre atuou entre outros espetáculos em Mockinpott de Peter Weiss, 1975 e A Onça e o Bode de Cleber Ribeiro Fernandes. Em 1992, com “Quem sabe a gente continua amanhã?” também no Teatro de Arena. Nena Ainhoren também possui grande experiência com ministrante de oficinas de teatro e projetos de formação.

 

Morgana Rosa

Formada em Teatro: Licenciatura – UERGS. Participou do projeto Transeuntes coordenado pela Prof. Me. Sílvia Lopes. Membro do Grupo Internacional de Pesquisa em Teatro Fio dos Ventos – Brasil/ Itália, dirigido por Lina Della Rocca, onde desenvolve um treino físico oriundo do Grupo Internacional A Ponte dos Ventos – Dinamarca. Como atriz destacam-se suas atuações em  O que deixamos de falar 2018 premiada como Melhor atriz no Festival de Artes Cênicas de Conselheiro Lafaiete – MG e Pequenas Coisas, 2015 ; Vira & Revira: Na cozinha tudo vira poesia 2017, Burlesque 2016 – Sociedade Aliança – NH, ambos espetáculos com direção de Juliano Canal; A Menina e a Cidade, 2015 direção de Marcelo Bulgarelli; O que seria do Vermelho se não fosse o Azul, 2010), direção de Roberto Oliveira e A Farsa do Panelada, 2008 direção de Viviane Dutra.

 

Dionísio Farias-ator

É ator de teatro e cinema tendo participado de espetáculos como “Terror e Miséria no Terceiro Reich”, de Bertolt Brecht, 2012, “A Gaivota”, de Anton Tchekhov,2013, ambos com direção de Zé Adão Barbosa, Graça Nunes e Carlota Albuquerque, além de “O Apanhador”, musical livremente inspirado no livro “O Apanhador no Campo de Centeio”, de J. D. Salinger, direção: Zé Adão Barbosa, Carlota Albuquerque, Larissa Sanguiné e Fernanda Petit em 2013. Também atuou em “Teatro é Sempre Arena”compilação de textos e adaptações dramatúrgicas de Jorge Rein com direção de Breno Ketzer por ocasião das comemorações dos 50 anos do Teatro de Arena de Porto Alegre em 2018.

 

Breno Ketzer Saul – Direção

Atualmente cursa pós graduação no programa de Artes Cênicas da UFRGS tendo participado de diversos projetos de criação e montagem de espetáculos como ator, diretor, sonoplasta e iluminador. Entre eles “A Tempestade” com direção

de Luiz Paulo Vasconcellos, 1988; “Kalldewey, a farsa do convidado obsceno” direção de Maria Helena Lopes, 1992; “Hamlet”, direção de Luciano Alabarse, 2007. Sua mais recente atuação no teatro foi como diretor no espetáculo “Teatro é sempre Arena” em 2018.  Atua como gestor cultural da Secretaria da Cultura de Porto Alegre.

 

 

Mostra com produções de realizadores que transformaram o cinema nos anos 1960 inicia em 04 de junho na Cinemateca Capitólio Petrobras

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  O Fenômeno dos Novos Cinemas ocorre de 04 a 16 de junho e integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

 

A Cinemateca Capitólio Petrobras recebe de 04 a 16 de junho a mostra O Fenômeno dos Novos Cinemas, com uma programação que apresenta obras de quatorze cineastas que transformaram o cinema na década de 1960, como o brasileiro Glauber Rocha, o indiano Mrinal Sen, a norte-americana Barbara Rubin, o canadense Gilles Groulx e o alemão Alexander Kluge.

A mostra conta com a exibição de As Pequenas Margaridas, obra-prima transgressora da tcheca Věra Chytilová, realizada em 1966, na abertura, terça-feira, 04 de junho, às 20h. Carro-chefe da Nouvelle Vague Tcheca, o filme é um exercício audiovisual extravagante, anarquista e dadaísta, com uma explosão de cores psicodélicas e símbolos do inconsciente. A diretora definiu o filme como “uma farsa filosófica feminista”.

O público poderá participar de duas sessões comentadas, agendadas para os dias 05 e 16 de junho: na quarta-feira, 5 de junho, às 20h, o pesquisador das cinematografias africanas Pedro Henrique Gomes participa de um debate após a sessão com quatro filmes do realizador nigerino Moustapha Alassane realizados entre 1962 e 1966. No domingo, 16 de junho, às 18h, a sessão de encerramento da mostra apresenta a cópia restaurada em DCP de O Demônio das Onze Horas, um dos filmes mais celebrados de Jean-Luc Godard, seguida de debate com o crítico Enéas de Souza, autor do livro Trajetórias do Cinema Moderno.

Barravento, primeiro longa-metragem de Glauber Rocha, tem exibição de cópia restaurada em DCP no sábado, dia 08. A mostra também marca a celebração do 50º aniversário de três obras-primas vanguardistas realizadas em 1969: O Chacal de Nahueltoro, filme emblemático do nuevo cine chileno de Miguel Littin, Mr. Shome, o marco inicial do Cinema Paralelo Indiano, realizado por Mrinal Sen, e Diário de um Ladrão Shinjuku, um dos filmes mais radicais de Nagisa Oshima, um dos fundadores da Nouvelle Vague Japonesa.

O Fenômeno dos Novos Cinemas tem co-organização do Goethe-Institut Porto Alegre, da Cinemateca Chilena, da Embaixada da França no Brasil, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e Institut Français.

A Cinemateca Capitólio Petrobras conta, em 2019, com o projeto Cinemateca Capitólio Petrobras programação especial 2019 aprovado na Lei Rouanet/Governo Federal, que será realizado pela FUNDACINE – Fundação Cinema RS e possui patrocínio master da PETROBRAS. O projeto contém 26 diferentes atividades entre mostras, sessões noturnas e de cinema acessível, master classes e exposições.

A bilheteria abre 30 minutos antes das sessões, para distribuição de senhas. A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. Mais informações (51) 3289 7453 | http://www.capitolio.org.br |facebook.com/cinemateca.capitolio

 

 

FILMES

 Barravento

Brasil, 1962, 78 minutos, DCP

Direção: Glauber Rocha

Numa aldeia de pescadores de xaréu, cujos antepassados vieram da África como escravos, permanecem antigos cultos místicos ligados ao candomblé. A chegada de Firmino, antigo morador que se mudou para Salvador fugindo da pobreza, altera o panorama pacato do local, polarizando tensões.

 

A Solidão do Corredor de Fundo

(The Loneliness of the Long Distance Runner)

Reino Unido, 1962, 104 minutos, HD

Direção: Tony Richardson

Rapaz rebelde vai para reformatório depois de um roubo mal sucedido. O diretor descobre nele um enorme talento para corrida e se aproveita disso para tentar conquistar o campeonato entre reformatórios.

 

Natal na Terra

(Chrismas on Earth)

Estados Unidos, 1963, 30 minutos, HD

Direção: Barbara Rubin

Obra transgressora inspirada no poema Uma Temporada no Inferno, escrito por Arthur Rimbaud. Ao combinar, através de um ritual orgiástico, as paixões da jovem cineasta – 17 anos de idade – e as aspirações de emancipação de seu tempo, Natal na Terra tornou-se rapidamente uma obra de arte icônica da cena underground dos Estados Unidos.

 

O Evangelho Segundo São Mateus

(Il vangelo secondo Matteo)

Itália, 1964, 138 minutos, HD

Direção: Pier Paolo Pasolini

A vida de Jesus Cristo é recontada segundo o primeiro e o mais belo dos Evangelhos, o de São Mateus.

 

O Gato no Saco

(Le Chat dans le Sac)

Canadá, 1964, 75 minutos, HD

Direção: Gilles Groulx

Um jornalista encontra-se em um conflito entre tentar mudar a sociedade ou aceitar seu lugar nela. Enquanto vive essa tensão existencial, sua namorada, uma jovem atriz, não compartilha dos mesmos pensamentos. Surge uma tensão entre os dois. O longa de estreia de Groulx é um dos pilares do cinema moderno realizado no Québec nos anos 1960.

 

O Demônio das Onze Horas

(Pierrot Le Fou)

França, 1965, 115 minutos, HD

Direção: Jean-Luc Godard

Para escapar de uma sociedade entediante, Ferdinand Griffon viaja com Marianne. Os dois iniciam uma onda de crimes que vai da França ao Mediterrâneo e termina com um banho de sangue.

 

Filmes de Moustapha Alassane

 

O Anel do Rei Koda

(La bague du roi Koda)

Níger, 1962, 24 minutos, HD

Direção: Moustapha Alassane
Ilustração de uma lenda do país de Djerma em Niger. No reino do Rei Koda, um selvagem e cruel déspota, vive um bravo pescador chamado “Dedo de Deus”. Para testar sua virtude, o rei Koda lhe dá o anel que ele usa em seu dedo com a missão de devolvê-lo depois de um ano.

 

Aouré

Níger, 1962, 30 minutos, HD

Direção: Moustapha Alassane

Neste híbrido de ficção e documentário, Alassane narra a vida conjugal de um jovem casal muçulmano de etnia Zharma que vive no vale do rio Níger.

 

O Retorno do Aventureiro

(Le retour d’un Aventurier)

Níger, 1966, 33 minutos, digital

Direção: Moustapha Alassane

Uma sátira aos filmes de cowboys norte-americanos é o plano de ação que leva o diretor Moustapha Alassane a questionar a África e o mundo ocidental.

 

Boa Viagem, Sim

(Bon Voyage, Sim)

Níger, 1966, 5 minutos, digital

Direção: Moustapha Alassane

Sim, presidente da ‘Repúplica dos Sapos’, parte em viagem convidado pelo presidente de um país vizinho

 

As Pequenas Margaridas

(Sedmikrásky)

Tchecoslováquia, 1966, 72 minutos, 35mm

Direção: Věra Chytilová

Duas garotas, ambas chamadas Marie, reconhecem que o mundo está corrompido e decidem embarcar em uma série de brincadeiras destrutivas que consomem e destroem o que está ao redor delas. Carro-chefe da Nouvelle Vague Tcheca, o filme é um exercício audiovisual extravagante, anarquista e dadaísta, com uma explosão de cores psicodélicas e símbolos do inconsciente. A diretora definiu o filme como “uma farsa filosófica feminista”.

 

Despedida de Ontem

(Abschied von Gestern)

Alemanha, 1966, 84 minutos, digital

Direção: Alexander Kluge

Uma jovem, Anita G., rouba um pulôver para se aquecer. Cumprida a pena, ela faz várias tentativas de começar vida nova. Depois de uma fuga em ziguezague, vai parar de novo na cadeia. Os nazistas tinham levado seus pais. Ela vem do Leste. E agora passa frio no Oeste. Três Alemanhas.

 

Memórias do Subdesenvolvimento

(Memorias del subdesarrollo)

Cuba, 1968, 97 minutos, HD

Direção: Tomás Gutiérrez Alea

Baseado no livro homônimo de Edmundo Desnoes, o filme conta a história de Sergio. Mesmo após a partida de seus amigos e familiares de Cuba, no início dos anos 1960, ele decide permanecer no país e acompanhar as transformações vivenciadas após a Revolução.

 

A Cor da Romã

(Sayat Nova)

União Soviética, 1969, 80 minutos, HD

Direção: Sergei Parajanov

A vida, a arte, as ideias, as paixões, os tormentos e as trepidações da alma do trovador armênio do século XVIII, Harutyun Sayatyan, conhecido como Sayat Nova (O Rei da Canção). Uma abordagem lírica e mística recriada por Parajanov a partir do mundo interior do poeta.

 

O Chacal de Nahueltoro

(El Chacal de Nahueltoro)

Chile, 1969, 95 minutos, HD

Direção: Miguel Littin

Basado em fatos reais, o filme é a recriação de um impactante crime, descoberto na crônica policial do Chile em meados da década de 1960, quando um campesino chamado Jorge del Carmen Valenzuela Torres foi preso pelo assassinato múltiplo de uma mulher campesina e seus cinco filhos, na localidade de Nahueltoro.

 

Mr. Shome

(Bhuvan Shome)

Índia, 1969, 85 minutos, digital

Direção: Mrinal Sen

Viúvo acostumado à rotina resolve tirar um dia de folga. O encontro com uma jovem camponesa abala seu modo de ver a vida. Comédia política com uma enorme abertura à invenção cinematográfica, o filme é considerado o marco inicial do cinema paralelo indiano.

 

Diário de um Ladrão de Shinjuku

(Shinjuku Dorobu Nikki)

Japão, 1969, 96 minutos, HD

Direção: Nagisa Oshima

Um retrato híbrido de Shinjuko, bairro famoso de Tóquio, livremente centrado em duas personagens: Torio Okanoue, que tem um fascínio quase erótico pelos livros que rouba de uma livraria, e Umeko Suzuki, a assistente da loja começa a se relacionar com ele após tê-lo observado a roubar.

 

GRADE DE HORÁRIOS

4 a 16 de junho

 

4 de junho (terça-feira)

20h – As Pequenas Margaridas

 

5 de junho (quarta-feira)

18h30 – As Pequenas Margaridas

20h – Filmes de Moustapha Alassane + debate com Pedro Henrique Gomes

 

6 (quinta-feira)

18h30 – Filmes de Moustapha Alassane

20h – O Gato no Saco

 

7 (sexta)

18h30 – Despedida de Ontem

20h – A Cor da Romã

 

8 (sábado)

18h30 – Barravento

20h – Memórias do Subdesenvolvimento

 

9 (domingo)

18h30 – Despedida de Ontem

20h – A Solidão do Corredor de Fundo

 

11 (terça)

18h30 – Despedida de Ontem

20h – Memórias do Subdesenvolvimento

 

12 (quarta)

18h30 – O Demônio das Onze Horas

20h30 – O Chacal de Nahueltoro

 

13 (quinta)

18h – A Solidão do Corredor de Fundo

20h – Mr. Shome

 

14 (sexta)

18h – A Cor da Romã

20h – Projeto Raros Especial: Diário de um Ladrão Shinjuku

 

15 (sábado)

18h – O Evangelho Segundo São Mateus

21h – Natal na Terra

 

16 (domingo)

18h – O Demônio das Onze Horas + debate com Enéas de Souza

 

 

Abobrinhas Recheadas tem apresentações na Livraria Cultura nos dias 07, 08, 09 de junho

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 Livraria Cultura recebe o único espetáculo de STAND UP DANCE COMEDY do RS

 

Porto Alegre, 16 de maio de 2019 – Primeiro espetáculo de Stand-Up Dance Comedy do RS, Abobrinhas Recheadas realiza sua 15ª Temporada nos dias 07, 08, 09 de junho, sexta e sábado às 20h, e domingo às 18h30, no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura, no Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose, 80).

O público poderá conferir a versão Dance a Letra do espetáculo, com coreografias criadas a partir da mímica de letras de músicas famosas, que vão de Chico Buarque a Tom Jobim, passando por canções como Construção, Águas de Março, Show das Poderosas, Emoções e Faroeste Caboclo, além dos hits regionais como Amigo Punk, Tertúlia e Porto Alegre é Demais!, apresentadas por Daniela Aquino, Diego Mac, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree

Produzido pela Macarenando Dance Concept, Abobrinhas Recheadas explora a união da dança e do humor e colabora na aproximação do público com as artes cênicas. A montagem foi indicada em quatro categorias do Prêmio Açorianos de Dança 2009 e venceu em duas: Melhor Bailarino (Nilton Gaffrée) e Melhor Espetáculo eleito pelo Júri Popular (Prêmio RBS Cultura).

Segundo o diretor Gui Malgarizi, “o arranjo coreográfico de elementos comuns da cultura permite explorarmos a comicidade cênica da dança, trazendo diferentes formas de questionamento do corpo, da cultura pop, da mídia, da política. Com humor, aproximamos o público da dança e fomentamos a formação de plateias na área”.

Os ingressos custam R$ 40,00 com 50% de desconto para estudantes, maiores de 60 anos e classe artística pelo site http://bit.ly/abobrinhascultura   ou presencialmente na  Livraria Cultura. Mais informações: http://www.macarenando.com.br/abobrinhasrecheadas
https://www.facebook.com/abobrinhasrecheadas

Abobrinhas Recheadas – Dance a Letra
07, 08, 09 de junho
Sexta e sábado, 20h; domingo, 18h30
Teatro Eva Herz da Livraria Cultura, no Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose, 80).

Duração: 80 minutos
Classificação Etária: Livre

 

Ingressos
R$ 40
50% desconto para estudantes, +60 e classe artística

 

Pontos de venda
Online: http://bit.ly/abobrinhascultura

Presencial: Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose, 80)

 

Ficha técnica
Direção e coreografia: Diego Mac e Gui Malgarizi
Bailarinos: Daniela Aquino, Diego Mac, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree
Produção: Sandra Santos
Assistência de produção: Giulia Baptista Vieira e Arthur Bonfanti
Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
Fotos: Gui Malgarizi e Dani Dutra
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Apoio: Casa Cultural Tony Petzhold e Casa de Teatro
Realização: Macarenando Dance Concept

Vídeos

 

Mais informações
http://www.macarenando.com.br/abobrinhasrecheadas
https://www.facebook.com/abobrinhasrecheadas

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https://www.facebook.com/macarenando

Evento
https://web.facebook.com/events/423728041524643/

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