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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Edição 2023 de Nei LisPoa ocorre nos dias 07 e 08 de fevereiro no Teatro Renascença

Espetáculo de verão de Nei Lisboa chega para celebrar um país que renasce para seu povo e para o mundo

Ingressos à venda pela plataforma Sympla – https://www.sympla.com.br/evento/nei-lispoa-2023/1834848

O tradicional show de verão de Nei Lisboa já tem data marcada para acontecer em 2023:o músico sobe ao palco do Teatro Renascença nos dias 07 e 08 de fevereiro para a 13ª edição de Nei LisPoa. A performance vem para celebrar um país que renasce para seu povo e para o mundo. Em sua 13ª edição, tem sido um combatente explícito do fascismo, do ódio e do preconceito que se alastraram nos últimos anos, buscando com bom humor e energia resistir aos momentos mais difíceis. “Agora é a hora de festejar a luta e a vitória que se conquistou: temos motivos de sobra para erguer os braços e saudar, na nossa tradicional Revirada, um Brasil que resgata para si um futuro de liberdade, de tolerância e justiça social. Aleluia”!

Criado em janeiro de 2010, o projeto seguiu ininterrupto até 2020, quando por conta da pandemia de COVID-19 infelizmente não ocorreu no verão de 2021. Em 2022, o espetáculo ocorreu em março, celebrando o aniversário de Porto Alegre, e este ano, retorna ao calendário de verão. Nei vem acompanhado por Luiz Mauro Filho no piano e teclado, Paulinho Supekovia na guitarra e Giovanni Berti na percuteria. No repertório, boas surpresas, entre joias do baú, releituras de outros compositores e clássicos da carreira. No setlist já estão confirmadas versões de Que loucura, de Sérgio Sampaio, e When I’m sixty-four, de Paul McCartney. A escolha da canção dos Beatles não é por acaso: no dia 18 de janeiro Lisboa completou 64 anos. Janeiro também é mês de aniversário de Luiz Mauro e Giovani e Paulinho completa em 2023 também 64 primaveras.

Vinhetas em vídeo pontuam o roteiro, ao estilo das lives “Em casa e ao vivo” transmitidas durante a pandemia. E como sempre, a plateia é convidada a participar da (re)contagem regressiva, da ceia musical e de tudo mais que faz do Nei LisPoa um momento único no verão de Porto Alegre.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 50,00 e R$ 120,00. O show tem apoio cultural de Jacinto Pane&Cucina, TVE e FM Cultura.


O quê
: Nei LisPoa 2023, com Nei (violão e voz), Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (teclado, vocais). Paulinho Supekovia (guitarra, vocais) 
Onde: Teatro Renascença (Av. Érico Verissimo, 307 – Porto Alegre)
Quando: 7 e 8 de fevereiro de 2023
Horário: 20h

Ingressos:
1º lote
meia-entrada*: R$ 50,00 / inteira:  R$ 100,00
        

2º lote
meia-entrada*: R$ 60,00 / inteira:  R$ 120,00
        

* Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, doadores de sangue, jovens de baixa renda e classe artística.

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Sessões de Ay Mi Amor! ocorrem nos dias 18 e 19 de janeiro na programação do Porto Verão Alegre

Comédia musical com Daniel Debiagi e La Negra Ana Medeiros conta com apresentações no Teatro do Sesc

Nos dias 18 e 19 de janeiro, às 20h, a programação do Porto Verão Alegre recebe duas sessões de Ay Mi Amor! no Teatro do Sesc. A comédia musical, em cartaz desde 2017, é uma criação de Daniel Debiagi e La Negra Ana Medeiros, que interpretam La Negra y El Blanco Nieves, um excêntrico casal de artistas espanhóis mundialmente famosos em turnê pelo Brasil. A relação de paixão, ciúmes e desavenças entre os dois é ilustrada musicalmente com humor, canções latinas, versões de sucessos nacionais em espanhol, flamenco e improviso.  Nesta pequena temporada dentro da programação do 24º Porto Verão Alegre, o espetáculo conta com a participação especial da atriz e cantora Fernanda Copatti.

Com direção de Joice Rossato, por meio de voz, violão, percussão, castanholas, baile e performances, Daniel e Ana dão vida aos personagens com repertório de diferentes épocas, desde boleros dos anos 1950 até sucessos atuais. Os ingressos, à venda pelo site do festival www.portoveraoalegre.com.br, custam entre R$ 25,00 e R$ 50,00.

Ay mi amor! no Porto Verão Alegre

Dias: 18 e 19 de janeiro de 2022

Hora: 20h

Local: Teatro do Sesc – Av. Alberto Bins, 665

Ingressos somente pelo site: www.portoveraoalegre.com.br

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Texto: Daniel Debiagi e Ana Medeiros

Direção: Joice Rossato

Elenco: Ana Medeiros, Daniel Debiagi e Fernanda Copatti

Luz: Nara Lucia Maia

Som: Otávio Moura

Produção: Dank Produções

“Espírito” e “Degelo” são as performances do Farol.live no Cine Farol Santander em janeiro

Com patrocínio do Santander, primeira temporada do Farol.live contará com 20 performances ao vivo e atividades formativas;

Nos dias 17 e 31 de janeiro o público poderá conferir as performances de M Takara, Carla Boregas e Dimitre Lima e Henrique Roscoe

As atividades integram a programação do Festival Kino Beat

A programação de 2023 do Farol.live inicia nesta terça, 17 de janeiro, no Cine Farol Santander, no Farol Santander Porto Alegre com a apresentação de Espírito, uma colaboração de M Takara, Carla Boregas e Dimitre Lima. O projeto produzido pelo festival Kino Beat e Cuco Produções é um espaço de incentivo à criação e experimentação em diversas linguagens e tecnologias, suas intersecções e desdobramentos. A programação conta com variadas imersões artísticas envolvendo nomes da cena cultural brasileira, apostando no cruzamento de música, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e tudo mais que couber no imaginário de cada artista envolvido. O público poderá conferir uma segunda performance no dia 31, intitulada Degelo, ambas integrando a programação do 8 Festival Kino Beat.

Espírito é uma colaboração entre a dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitre Lima. “A ideia é criar uma peça inspirada nos percursos das águas subterrâneas canalizadas na região do Anhangabaú, seus momentos de transbordamento e alagamento, e o retorno caótico dessas águas para a natureza”, diz Boregas sobre a obra que traz uma reflexão sobre o conflito entre o urbano e o meio ambiente. 

Maurício Takara toca bateria e percussão com as bandas Hurtmold, RAKTA e São Paulo Underground (com o trompetista Rob Mazurek). Takara também é muito ativo na cena de improvisação e música experimental de São Paulo. Em seu trabalho solo usa a bateria e a percussão em conexão com sintetizadores e efeitos eletrônicos, explorando o lado mais abstrato e melódico dos ritmos e dos sons percussivos. Carla Boregas é uma artista que trabalha com som explorando sintetizadores analógicos e digitais, baixo elétrico, gravação de campo e sons acústicos com ênfase em textura, repetição e sensorialidade. Criando atmosferas imersivas e também paisagens sonoras expansivas, tanto em seu trabalho solo quanto em colaboração com outros artistas. Ela também é metade do FRONTE VIOLETA, uma dupla transdisciplinar que investiga o som de forma multissensorial.  Dimitre Lima é artista e programador. Utiliza tecnologia como ferramenta de expansão das possibilidades de expressão artística. Realizou projetos como o Poster Calendário Lunar (2011-2022), A obra VENTOAGUA na Galeria Digital do SESI-SP (2017) e o encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

No dia 31, é a vez de Degelo, de Henrique Roscoe, uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado pelo artista. A performance aborda a forma predatória que o ser humano tem tratado o planeta e um dos seus consequentes resultados – o derretimento das calotas polares. Durante aproximadamente 30 minutos, a apresentação intercala momentos de tensão com outros em que uma aparente calma é apenas um suspiro antes que novas fraturas voltem a acontecer. Executada a partir de um instrumento criado pelo artista, que consiste em um bloco de isopor com 2 microfones (piezos) embutidos, onde o som captado é modulado por efeitos e gera padrões rítmicos intensos que transmitem a ideia de tensão, que permeia toda a apresentação. O instrumento é tocado arrancando-se partes dele até que sobrem apenas pequenos pedaços. Uma câmera capta os movimentos das mãos na chapa de isopor, e uma programação aciona trechos curtos gravados ao longo da performance, criando representações sonoras e visuais da fragmentação de geleiras. 

Henrique Roscoe é artista digital, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG e tem especialização em Design pela FUMEC. No início de 2008 iniciou um novo projeto audiovisual conceitual e generativo chamado Hol, com o qual já se apresentou nos principais festivais de imagens ao vivo no Brasil como FILE, ON_OFF, Live Cinema, Multiplicidade, KinoLounge, FAD e também no exterior, na Itália (LPM), Suíça (Mapping Festival) e Bolívia (Dialectos Digitales). Participou de festivais de vídeo em vários países como Alemanha, França, Espanha, Holanda e EUA com documentações de suas composições. 

Com curadoria de Gabriel Cevallos, fundador e curador do Kino Beat Festival, as apresentações serão desenvolvidas de forma inédita ou em adaptações pensadas especificamente para o espaço, explorando os recursos e limitações da sala enquanto dispositivo criativo. Ao longo de 10 meses, o público poderá conferir 20 performances da primeira edição reunindo artistas de diferentes vertentes, com projetos comissionados ou adaptados que serão gravados ao vivo na sala e difundidos pelos canais do projeto.

Além das performances, atividades formativas gratuitas também serão promovidas como oficinas, palestras, vivências e workshops, criados a partir de tópicos práticos e teóricos derivados das apresentações artísticas. “O corpo presente, seja na prática dos artistas envolvidos ou na fruição do público, será premissa das apresentações. O objetivo é promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional”; revela o curador.

Os ingressos custam R$ 15,00 com benefícios de meia-entrada, e já estão à venda por meio da plataforma Sympla. Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto) de estudante, idosos, PNE, jovens de baixa renda, entre outros, os documentos válidos são determinados pela Lei Federal 12.933/13. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/farol.live.poa/

Esse projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio do Santander e realização da Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

Sobre o Farol Santander Porto Alegre

Criado para relembrar o passado, marcar o presente e iluminar o futuro, o Farol Santander Porto Alegre completou três anos em março de 2022. Neste período, recebeu 11 exposições de artes visuais, em diversas temáticas, com artistas nacionais e internacionais, divididas entre os espaços do Grande Hall e do Átrio. Em 2022, o Farol Santander ampliou sua atuação cultural com concertos de música clássica e popular, além de espetáculos de dança. Participaram respectivamente a Orquestra de Câmara da ULBRA e a Cisne Negro Cia. de Dança.

O Cine Farol Santander, no subsolo do prédio, exibe programações com títulos e mostras cinematográficas de cineastas brasileiros e internacionais.

O histórico edifício no Centro da capital gaúcha, construído na década de 1930 e tombado pelo patrimônio histórico e artístico estadual, também possui atrações permanentes.

Na Galeria, a exposição fixa Memória e Identidade apresenta a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira. Já no subsolo, a outra mostra permanente, Os Dois Lados da Moeda, conta com um importante acervo de numismática do Rio Grande do Sul, propondo uma analogia entre as moedas “oficiais” e “não oficiais” que circulavam na região Nas laterais da sala é contada a evolução da moeda oficial do estado brasileiro.

Além dos espaços já citados, o Farol Santander Porto Alegre conta ainda com duas arenas para discussões e debates acerca de temas como cultura e gastronomia. O subsolo, que já conta com o Cine Farol Santander e a mostra Os Dois Lados da Moeda, ainda oferece aos visitantes um café.

8º Festival Kino Beat ocorre a partir de 18 de janeiro

Na edição de 2023, evento contemplado pelo programa Cultura Circular 2022 com realização do British Council e apoio do Oi Futuro promove a Residência Formigueiro que contará com 17 residentes entre artistas, biólogos, arquitetos e urbanistas

A partir de 18 de janeiro, 17 residentes entre artistas, biólogos, arquitetos e urbanistas iniciam a Residência Formigueiro, atividade que marca o lançamento da 8ª edição do Festival Kino Beat. Através de novas abordagens, o festival dá continuidade às discussões e temáticas levantadas em sua edição anterior: os reinos naturais e o papel da humanidade na acelerada transição ambiental planetária.

Contemplado pelo programa Cultura Circular 2022 com realização do British Council e apoio do Oi Futuro, o 8º Kino Beat se estrutura essencialmente como uma residência, um espaço experimental de pesquisas e trocas entre artistas e pesquisadores da biologia e da arquitetura e urbanismo. Ao longo de três semanas serão estimuladas trocas entre pessoas, linguagens e disciplinas para a criação de trabalhos artísticos inéditos, alicerçados em dois pilares: formigas e cidades. “Para aproximar os eixos da residência de uma experiência situada e de maior intimidade, aprofundaremos as questões: Quais formigas? Quais cidades?”, contam os curadores Gabriel Cevallos e Adauany Zimovski.

“Partiremos de Porto Alegre para observar e pensar em conjunto com a espécie de formigas cortadeiras um contorno menos abstrato da cidade. Recortamos a capital e definimos o espaço sede da residência como um microcosmo para se pensar a macro-cidade”, revelam. A Casa de Cultura Mario Quintana, com suas diversas salas, andares e passarelas, assim como um formigueiro repleto de túneis e câmaras, será o ponto de partida relacional com o restante da cidade para o desenvolvimento das pesquisas e criações.

Os 17 residentes desenvolverão seus projetos, que serão exibidos a partir de 09 de fevereiro na Sala Sotero Cosme do MAC, na Casa de Cultura Mario Quintana, em cartaz até 26 de março. Integram as atividades Fiona MacDonald, Leonardo Brawl Márquez, Hélio Soares Júnior, Estêvão da Fontoura, Joana Burd, Coletivo Grupelho, Livia Koeche, Leo Caobelli, Vicente Carcuchinski, Camila Leichter e Mauro Espíndola (Moinho Edições Limitadas), Tuane Eggers e Beto Mohr.

Além dos resultados das residências, a programação conta com atividades formativas e performances audiovisuais realizadas em parceria com o projeto Farol.live:  no dia 17 de janeiro ocorre a colaboração Espírito, trabalho da dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitre Lima; já em 31 de janeiro é a vez de Degelo, uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado por Henrique Roscoe. Em fevereiro, no dia 8 alguns artistas residentes, encabeçados pela companhia de dança e experimentação cênica Grupelho, apresentam na praça da Alfândega uma performance resultante das pesquisas da residência e no dia 25 o público poderá conferir outra performance derivada da residência na sala do Cine Santander. 

A 8ª edição do Festival Kino Beat e a residência formigueiro foram contempladas no programa Cultura Circular 2022 com realização do British Council e apoio do Oi Futuro. Apoio cultural da Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul, Museu de Arte Contemporânea do RS  e Farol Santander. Mais informações, acesse: https://kinobeat.com/ e https://www.instagram.com/kinobeatfestival/

PROGRAMAÇÃO

18/01, quarta-feira,  18h – Sala Sérgio Napp 1 (2º andar da CCMQ)

Palestra de abertura com o biólogo Hélio Soares Júnior e o urbanista Leonardo Brawl .

Em Mirmecoesfera: as formigas como agentes de transformação, a ideia de Hélio é conversar sobre quem são as formigas e o que faz desses pequenos seres pertencentes a uma única família, a Fomicidae – essa por sua vez encaixada no enorme e diversificado grupo dos Insecta – se destacar tanto na natureza. Para isso iremos conversar sobre a sua biologia e tentar responder a uma série de perguntas, tanto básicas sobre a alimentação das formigas como complexas sobre seus comportamentos e papéis ecológicos.

Já em Os desafios da cidade para além de pensar o futuro, a ideia de Leonardo é localizar as cidades no contexto das crises multidimensionais que o planeta está vivenciando, ao mesmo tempo que tentar fazer um apanhado geral das ferramentas e instrumentos desenvolvidos nos centros urbanos para a tomada de decisões sobre problemas estruturais que diferentes sociedades enfrentaram no passado, enfrentam no presente e terão que enfrentar no futuro, sobretudo em um panorama de disputa de narrativas e visões de mundo: de um lado economicistas e oligarcas, por outro, comunitaristas e horizontais. A ideia é lançar provocações que incentivem as pessoas a abraçarem a complexidade do organismo vivo Cidade, buscando ensaios de mundos alternativos que vão além das soluções baseadas na Natureza, chegando em possibilidades que aliam ideias socialmente justas e ambientalmente viáveis.

19 e 20/01 (quinta e sexta), 10h às 12h – Sala Sérgio Napp 1 (2º andar da CCMQ)

Oficina “Comunidades interespecíficas e os espaços que habitam” com Daiana Schröpel.

Atividade prático-reflexiva que propõe prospecções sobre a relação entre o humano e o não humano e suas interações com o meio que habitam. Por meio da reflexão sobre conceitos e noções pertinentes à temática proposta e da realização de caminhadas na Casa de Cultura Mário Quintana e em seu entorno, pretende-se desenvolver a percepção e a sensibilidade acerca do tema proposto. A partir da proposição de exercícios práticos voltados à observação e ao registro de relações interespecíficas, objetiva-se ampliar percepções e visibilidades sobre contextos ambientais locais, refletindo sobre as relações do humano com o seu entorno biótico e abiótico, assim como estimular a prospecção sobre outros modos de existência. Vagas esgotadas.

Exposição Coletiva: Residência Formigueiro – Galeria Sotero Cosme, MACRS, 6ª andar da CCMQ

Abertura: 09 de fevereiro, 18h

Período de visitação: 10 de fevereiro a 26 de março de 2023.

PROGRAMAÇÃO EM PARCERIA COM O FAROL.LIVE – Farol Santander – R. Sete de Setembro, 1028 – Centro Histórico, Porto Alegre

17 de janeiro,  20h – “Espírito”

Uma colaboração entre a dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitre Lima. “A ideia é criar uma peça inspirada nos percursos das águas subterrâneas canalizadas na região do Anhangabaú, seus momentos de transbordamento e alagamento, e o retorno caótico dessas águas para a natureza”, diz Boregas sobre a obra que traz uma reflexão sobre o conflito entre o urbano e o meio ambiente. 

Carla Boregas é uma artista que trabalha com som explorando sintetizadores analógicos e digitais, baixo elétrico, gravação de campo e sons acústicos com ênfase em textura, repetição e sensorialidade. Criando atmosferas imersivas e também paisagens sonoras expansivas, tanto em seu trabalho solo quanto em colaboração com outros artistas. Ela começou em 2011, quando co-fundou o RAKTA. Ela também é metade do FRONTE VIOLETA, uma dupla transdisciplinar que investiga o som de forma multissensorial. Maurício Takara toca bateria e percussão com as bandas Hurtmold, RAKTA e São Paulo Underground (com o trompetista Rob Mazurek). 

Takara também é muito ativo na cena de improvisação e música experimental de São Paulo. Em seu trabalho solo usa a bateria e a percussão em conexão com sintetizadores e efeitos eletrônicos, explorando o lado mais abstrato e melódico dos ritmos e dos sons percussivos. 

Dimitre Lima é artista e programador. Utiliza tecnologia como ferramenta de expansão das possibilidades de expressão artística. Realizou projetos como o Poster Calendário Lunar (2011-2022), A obra VENTOAGUA na Galeria Digital do SESI-SP (2017) e o encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

31 de janeiro,  20h – “Degelo”

É uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado pelo artista. A performance trata da forma desordenada que o ser humano tem tratado o planeta e o seu consequente resultado – o derretimento das calotas polares, causando uma modificação completa de todos os ecossistemas da terra. Durante aproximadamente 30 minutos, a apresentação intercala momentos de tensão com outros onde uma aparente calma é apenas um suspiro antes que novas fraturas voltem a acontecer. A performance é executada a partir de um instrumento criado pelo artista, que consiste em um bloco de isopor com 2 microfones (piezos) embutidos. O som captado é modulado por efeitos e gera padrões rítmicos intensos que transmitem a ideia de tensão, que permeia toda a apresentação. O instrumento é tocado arrancando-se partes dele até que sobrem apenas pequenos pedaços. uma câmera capta os movimentos das mãos tirando pedaços da chapa de isopor, e uma programação faz uma mistura de trechos curtos gravados ao longo da performance fazendo parecer que a mão que toca o instrumento na verdade está tirando pedaços das geleiras reais.

Henrique Roscoe é artista digital, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG e tem especialização em Design pela FUMEC. No início de 2008 iniciou um novo projeto audiovisual conceitual e generativo chamado Hol, com o qual já se apresentou nos principais festivais de imagens ao vivo no Brasil como FILE, ON_OFF, Live Cinema, Multiplicidade, KinoLounge, FAD e também no exterior, na Itália (LPM), Suíça (Mapping Festival) e Bolívia (Dialectos Digitales). Participou de festivais de vídeo em vários países como Alemanha, França, Espanha, Holanda e EUA, com documentações de suas composições. 

8 de fevereiro, quarta-feira – (horário a definir) 

Alguns artistas residentes, encabeçados pela companhia de dança e experimentação cênica Grupelho apresentam na praça da Alfândega uma performance resultante das pesquisas da residência

25 de fevereiro, sábado, 20h 

Performance audiovisual derivada da Residência Formigueiro na sala do Cine Santander. 

CURADORES

Gabriel Cevallos

Possui graduação em Cinema e Produção Audiovisual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e Pós-graduação em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É Mestrando em Artes Visuais pelo mesmo programa, com orientação da Profa. Dra. Ana Albani de Carvalho, na área de História, Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Relações Sistêmicas da Arte, com pesquisa que relaciona o sistema da arte e o antropoceno. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em curadoria, atuando principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, audiovisual ao vivo, música ao vivo e arte digital. Atualmente é diretor e curador do Festival de artes integradas Kino Beat. Recebeu os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ̊ prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2019) promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Porto Alegre-RS.

https://www.instagram.com/cevallosss/

Adauany Zimovski

Artista e pesquisadora. Doutoranda em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na área de História Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Imagens, Culturas e Memória, com orientação da Profª Drª Mônica Zielinsky. Foi pesquisadora visitante na Columbia University, em Nova York, onde realizou sua pesquisa de doutorado-sanduíche (bolsista CAPES-PRINT) entre outubro de 2021 a março de 2022. Faz parte do grupo de pesquisa ‘Apagamentos da memória na arte. Políticas espaciais e temporais’, coordenado pela Profª Drª Mônica Zielinsky. Entre 2007 e 2012 foi artista integrante e gestora do Atelier Subterrânea, onde atuou na elaboração e produção de projetos, curadorias, workshops, palestras e performances. Participou do 6ª Festival Kino Beat (2019) com a performance Neblina, juntamente com Marion Velasco, e foi assistente curatorial na 7ª edição do Festival (2021). 

https://www.instagram.com/adauanyzimovski/

PARTICIPANTES

Fiona MacDonald (Feral Practice)

É uma artista e pesquisadora que trabalha com seres humanos e não humanos como para criar projetos de arte e eventos interdisciplinares que desenvolvem conexões éticas e imaginativas através das fronteiras das espécies. Muitas vezes as pessoas estabelecem uma divisão entre seres humanos e não humanos, e entre diferentes categorias de conhecimento e compreensão. A Feral Practice visa conversar através dessas barreiras. Suas pesquisas se baseiam em práticas de conhecimento artístico, científico e subjetivo para explorar estéticas diversas e criar espaços sugestivos de conhecer a natureza.

http://www.feralpractice.com

Leonardo Brawl Márquez – TransLAB.URB

Ativista Social, Urbanista, Arquiteto, Designer de Processos Cívicos, Placemaker e Músico. Co-fundador do coletivo TransLAB.URB e do Instituto de Pesquisa em Inovação Social – Translab (rede internacional de Laboratórios Cidadãos). Co-fundador da Rede Brasileira de Urbanismo Colaborativo, Placemaking Brasil e dos projetos Raíz Urbana (rede FAO-ONU) e Corredor Sur. Faz parte das redes Placemaking LatinoAmérica, Jane’s Walk, PlacemakingX, CivicWise, BrCidades e Frena La Curva. O TransLAB.URB tem o foco na Cidade, partindo de um entendimento do Urbanismo enquanto cultura coletiva, cruzando com conhecimentos transdisciplinares e empíricos dos agentes transformadores da vida urbana. Amparados pela certeza de que a cultura urbanística da população é indispensável para sua atuação na melhoria dos territórios urbanos, buscamos criar, difundir e testar diversas metodologias que possibilitem transformações dos espaços, dentro das lógicas do ativismo cidadão e da cidade como um bem comum. Entre tantas coisas, utilizamos abordagens oriundas do Urbanismo Tático, Placemaking, Urbanismo Hacker, Sociologia, Psicologia Social, Pedagogia, Etnografias, Cartografias, e Mapeamentos. Acreditamos na criação, manutenção e ampliação de redes distribuídas, com ações locais e conexões globais.

https://translaburb.cc/

Hélio Soares Júnior (Insect Ecology Lab – Laboratório de Ecologia de Insetos)

Possui graduação em Ciências Biológicas (bacharelado e licenciatura) pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2008). Mestrado em Biologia Animal pela Universidade Estadual de Campinas (2018). Tem experiência na área de entomologia com ênfase em mirmecologia (história natural, ecologia e comportamento). Atualmente é aluno de doutorado em Biologia Animal e membro do LEI (Laboratório de Ecologia de Insetos) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Fotógrafo autodidata com experiência como coordenador em cursos de macrofotografia de natureza. Exposições, prêmios e publicações fotográficas nacionais e internacionais. Possui grande acervo de macro fotografias de natureza, principalmente de formicidae e aracnida. O Laboratório de Ecologia de Insetos (LEI) é engajado com divulgação científica, seja na mídia ou com visitas de alunos e público de todas as idades. O laboratório é vinculado ao ao programa de pós-graduação em biologia animal da UFRGS.

https://juniorhsoares.wixsite.com/heliosoares/about

https://www.ufrgs.br/insecolab/

Estêvão da Fontoura

Estêvão da Fontoura é artista multimídia e professor inquieto que acredita na transformação da sociedade pela educação e pela arte. Doutorando em “Poéticas de Processos Híbridos” no Instituto de Artes da UFRGS, sua trajetória conta com participação em projetos reconhecidos no contexto nacional, como o “Projeto Casa Grande”, vencedor do Prêmio FUNARTE de Arte Negra (2012), regional, como a seleção para o 67º Salão Paranaense (2021), estadual, como o projeto “Desobeciência: arte e ciência no tempo presente”, contemplado pelo edital FAC Movimento (2019) da SEDAC-RS, e local, como o projeto “Fora da Gaiola: tensionamentos da paisagem sonora”, realizado com fomento do edital “Jogue Limpo com a Cultura”, da Prefeitura Municipal de Osório/RS em 2020.

www.estevaodafontoura.com.

Joana Burd

Artista visual, docente e pesquisadora em estética háptica. Licenciada em Artes Visuais em 2014 (UFRGS, Brasil) e Mestra em Poéticas Visuais em 2018 (UFRGS, Brasil), atualmente realiza o doutorado na Facultat de Belles Arts, Universitat de Barcelona, onde também é professora de Arte Sonora. Seu trabalho desenvolve-se em arte, física e tecnologia através de esculturas interativas, vídeos e instalações sonoras, colaborando com artistas, intérpretes e engenheiros. Concentra sua prática em um hibridismo de colagens entre low-tech e plataformas open source. As experiências visam oferecer vivências táteis para o público interagir e envolver seu corpo com o fenômeno da vibração. Pesquisa como motores e alto falantes, podem questionar objetos de desejo e a perspectiva de gênero no campo digital. Também se interessa no impacto afetivo da tecnologia e em como criar novas formas de diálogo por meio de dispositivos táteis e hápticos.

https://www.joanaburd.com/

Coletivo Grupelho

O Coletivo Grupelho trabalha com experimentações performáticas em Porto Alegre desde 2016, desenvolvendo pesquisa de corpo e sitespecific na rua com base na dança contemporânea, na performance, em explorações físicas e somáticas. De origens multidisciplinares (Psicologia, Teatro, Jornalismo, Artes Visuais, Dança, Licenciatura) es artistes têm em comum a formação do Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre. O Coletivo é formado por Bruna Chiesa, Bruno da Rosa Cunha, Débora Poitevin, Janaína Ferrari e Roberta Fofonka. Entre suas obras destaca-se Tiger Balm // Experimento cênico, vencedor do Prêmio Açorianos de Dança 2019 na categoria Direção e ILHA, de 2022, que venceu o Prêmio Açorianos de Dança na categoria Intérprete Destaque pela performance de Janaína Ferrari. O Coletivo também assina as performances urbanas BOLHA e Banho de Sol na Rua da Praia. O método de criação proposto pelo Coletivo se dá no cruzamento entre os interesses físicos e referenciais teóricos. Para pensar a dança, buscamos referências não só deste campo, mas da literatura, das artes visuais, das artes marciais, do cinema, da filosofia e da antropologia. Os conceitos de “pedagogia do afeto” e “dramaturgia do convívio” são chaves nos processos do Coletivo Grupelho, que aposta na sustentação da pesquisa sem anseio de buscar um ponto final ou fechamento absoluto de um processo criativo, apostando na transformação dos materiais e tendo a experimentação enquanto escolha estética e dramatúrgica. Essa soma entre es integrantes permite crescimento individual potencializando também os trabalhos solos des artistes.

https://www.instagram.com/coletivogrupelho/

Livia Koeche

Livia Koeche é Arquiteta Urbanista formada pela UFRGS em março de 2017. Desenhista de animação tradicional frame-a-frame formada pelo curso AnimaEdu, teve sua trajetória profissional vinculada ao estúdio Otto Desenhos Animados, onde trabalhou de 2009 a 2014 e pôde colaborar com os filmes Até que a Sbórnia nos Separe (2014) e Castillo y el Armado (2014). Em 2017, animou as ilustrações de Eloar Guazzelli para cenografia em vídeo para o show do Vitor Ramil na abertura do FestiPoa Literária no Theatro São Pedro. Realizou seu primeiro curta-metragem de animação autoral Esqueleto (2019) mediante o Fundo de Apoio à Cultura (FAC/RS). Mestre em Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (2018-2020) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAV-UFRGS) com a Pesquisa Situações Públicas: Projeção e Projeto, na qual pesquisa e desenvolve instalações site-specific dentro da linha de pesquisa Linguagens e Contextos de Criação, orientada pela Profa. Dra. Maria Ivone dos Santos. Desenvolve e executa projetos audiovisuais, de videomapping, cenografia e arquitetura efêmera desde 2014, nos quais aplica suas competências técnicas como arquiteta na criação de cenários estruturados fisicamente em articulação com sua prática da criação audiovisual. Pesquisadora integrante do Grupo de Pesquisa Identidade e Território (GPIT-PROPUR/UFRGS) desde 2010, junto ao qual iniciou seus estudos sobre cinema na pesquisa intitulada Identidade Territorial na Cinematografia Brasileira. Em colaboração com este Grupo de Pesquisa já realizou diversos trabalhos, inclusive um documentário: Pela UFRGS (2015) produzido pela Panda Filmes. Atualmente reside em Porto Alegre, Brasil.

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Leo Caobelli

Artista visual. Trabalha principalmente nas áreas da fotografia, vídeo e instalação. Graduado em Jornalismo (2003), pós-graduado em Fotografia (2012), mestre (2017) e doutorando em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Foi repórter fotográfico da Folha de S.Paulo (2006-2009). Fundou e fez parte do coletivo Garapa (2008-2015). Vencedor do Prêmio Brasil Fotografia, expôs no FoLa, em Buenos Aires (2017) e na Ecarta, em Porto Alegre (2019). É representado pela galeria Bailune Biancheri e possui obras em coleções de museus como MASP, MAM(SP), MON Curitiba, entre outros.

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Vicente Carcuchinski

Vicente Carcuchinski é fotógrafo, produtor cultural, diretor de fotografia e artista visual multimídia. Graduado em jornalismo pela PUCRS em 2015 com certificação adicional em Escrita Criativa, iniciou seus estudos em fotografia e audiovisual obtendo grau máximo no trabalho de conclusão sobre a relação da imagem e da palavra na construção narrativa. Durante sua formação, atuou como fotógrafo na Assembleia Legislativa do RS e no setor de fotografia da Câmara Municipal de Porto Alegre. Em 2012, realizou sua primeira exposição individual na Assembleia Legislativa do RS. No mesmo ano, se especializou no módulo avançado do Photography Course London, em Londres, onde se aprofundou em diversas áreas da fotografia. Participou como produtor, oficineiro, fotógrafo e diretor de fotografia em projetos contemplados por editais públicos de financiamento como Fauna Festival (FAC 2015), Fábulas Contínuas (FAC 2015), Desencontro Online de Fotografia (Edital Emergencial PMPA 2020), Jardim de memórias (Edital Emergencial PMPA 2020) e Todos os pessegueiros estão floridos (FAC 2019). Como artista visual, participou de exposições coletivas na galeria Airez (Curitiba), Planta Baja (Porto Alegre), Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre), Les Rencontres d’Arles (França) e Foto Haus (Berlim).

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Moinho Edições Limitadas

Projeto editorial dos artistas Camila Leichter e Mauro Espíndola iniciado em 2016, a partir de um envolvimento com experiências mnemônicas e fenomenológicas no Moinho da Capivara, um ecossistema de três hectares de mata nativa às margens do arroio Serraria que desperta aproximações com a agroecologia em coexistência com um conjunto arquitetônico formado por um moinho d’água de arquitetura enxaimel em ruínas, supostamente construído por volta de 1855, contíguo a uma casa de alvenaria, localidade a 65 km ao norte de Porto Alegre. A editora compartilha em pequenas tiragens uma produção gráfica, imagética e processual das especificidades do habitar e ser habitado pelo lugar, que abre um campo de imersões, aprofundando e trocando interações sobre o Moinho, para expandir convivências com artistas e pesquisadores, não só a permitir a realização de seus trabalhos, mas também a partilhar suas práticas com estudantes e professores da rede pública de ensino enquanto se partilham as lidas cotidianas de cuidado, manutenção e sustentação da relação com o lugar. A participação em feiras de artes gráficas e publicações independentes vem sendo uma forma de colocar em movimento o Moinho, integrar redes e compartilhar propostas editoriais pela circulação de trabalhos como: Parada Gráfica, Folhagem, Papelera, Noa Noa, Quadrúpede e Garganta (Porto Alegre); Paraguay (Buenos Aires); Miolo(s) (São Paulo); Feira Sub (Campinas); ReTina, (Santa Maria); Impressionante (Santiago do Chile) e Microutopias (Montevidéu).

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Beto Mohr

Beto Mohr é mestre em Ecologia (Biologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA (2014) e biólogo pela UNISC (2011). Também atua como fotógrafo e músico. Além disso, tem experiência em bioacústica, métodos de monitoramento acústico passivo, entomologia, zoologia (morcegos e aves). Possui interesse em temas como Ecologia, Evolução, Conservação, Inventário de Biodiversidade, Comportamento, Taxonomia, Técnicas de Amostragem, Bioacústica e Filosofia da Ciência. É idealizador do projeto Dilúvio Vivo (@diluvio.vivo), com o qual pretende resgatar a percepção da biodiversidade que existe e resiste no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre.

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Tuane Eggers

Tuane Eggers é doutoranda em Poéticas Visuais pela UFRGS, mestra em Poéticas Visuais pela mesma instituição (2021) e jornalista pela Univates (2015). Seu trabalho em artes visuais é focado na fotografia, com temáticas relacionadas aos fluxos e à impermanência da vida. Possui cinco publicações independentes em fotolivros. Seu trabalho já foi exibido em países como Japão, Alemanha, Argentina e Rússia. Além da fotografia, também atua no campo audiovisual.

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Contato:

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Farol.live

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Terceira edição do Museu Mais Cores ocorre neste sábado, 17 de dezembro

Evento com entrada franca inaugura área externa do museu promove 10 atividades gratuitas

Projeto conta com conta com o financiamento do Pró-Cultura – RS – Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, patrocínio de Tintas Renner e Lojas Quero Quero

Neste sábado, 17 de dezembro, ocorre a terceira e última edição do projeto Museu mais Cores, promovido pelo Museu da Cultura Hip Hop do RS, que abre suas portas para a comunidade oferecendo gratuitamente ao público apresentações, graffiti ao vivo, discotecagem, oficinas, apresentações de break e shows em 10 atividades a partir das 14h, incluindo graffiti ao vivo com Ana Scarceli.

O projeto Museu mais Cores ocupou artisticamente o complexo do Museu da Cultura Hip Hop RS antes da sua inauguração oficial, durante os meses de outubro, novembro e dezembro de 2022, proporcionando uma aproximação da comunidade local e Hip Hopers com o espaço coletivo e popular. 

A programação deste final de semana contará com discotecagem com DJ Gordex, oficina com Tiago Porongo, workshop de fotografia de Hip Hop com Bruna Ferreira, oficina de graffiti com Pixatriz, worksop de breakmetria com William Footwork Squad, apresentações de breaking com Tribo Uantpi e Da Norte Crew e encerrando a programação os shows de Bancaforte da Norte e R.P.3.

As atividades do Museu Mais Cores foram selecionadas através de edital público, que recebeu mais de 117 inscrições de Hip Hopers de todo Rio Grande do Sul, em um longo processo de curadoria e seleção dentro dos cinco elementos da Cultura Hip Hop – DJ, Rap, breaking, graffiti e conhecimento. Foram selecionados 40 artistas e coletivos de 15 cidades como Porto Alegre e região metropolitana, Pelotas, Santa Maria, Tramandaí, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, que integraram a programação. Desde outubro, já passaram mais de 800 pessoas durante as atividades realizadas.

O Projeto Museu Mais Cores conta com o financiamento do Pró-Cultura – RS – Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, patrocínio de Tintas Renner e Lojas Quero Quero.

Inauguração do Museu da Cultura Hip Hop no RS está prevista para o primeiro semestre de 2023

O Museu da Cultura Hip Hop RS é o primeiro da América Latina dedicado ao movimento, com uma ampla estrutura de um espaço físico para celebração, preservação e resgate histórico da cultura Hip Hop desenvolvida no Rio Grande do Sul.

Com expectativa de 30 mil visitações ano, o complexo contará com quase 6 mil itens de acervo físico e digital sobre a história do Hip Hop gaúcho, estruturado com salas expositivas, estúdio musical, atelier de oficinas, café, loja, estufa agroecológica, biblioteca, quadra poliesportiva, CT de breaking, em uma área de quase 4 mil metros quadrados na Vila Ipiranga em Porto Alegre. Inspirado no The Universal Hip Hop Museum nos EUA, o Museu é uma iniciativa coletiva da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio e objetiva o fortalecimento de outros estados brasileiros para criação de museus, organizando rede capaz de construir o Museu Brasileiro da Cultura Hip Hop nos próximos cinco anos.

Com projeto arquitetônico executivo assinado pela Goma Oficina em parceria com o Coletivo Uanda e interiores pela Start Interiores, a iniciativa conta com financiamento do Pró-Cultura – RS – Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, patrocínio de Tintas Renner, Lojas Quero Quero e apoio Fitesa, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Ministério Público do Trabalho no RS, Consulado Geral dos Estados Unidos e Instituto SLC. Para mais infomações, acesse instagram.com/museuhiphoprs

Museu Mais Cores – terceira edição

Sábado, 17 de dezembro, 09h

Rua Parque dos Nativos, 515, na Vila Ipiranga

9h – 18h – Graffiti ao vivo com Ana Scarceli

14h – 17h – Discotecagem com DJ Gordex

14h Oficina Perifa profissa: uma troca de ideias entre irmãos e irmãs do Hip-Hop, com Tiago Porongo 

14h – Workshop/Palestra de fotografia de Hip Hop, com Bruna Ferreira

14h – Oficina de Graffiti As mina tão na rua!, com Pixatriz

15h – Workshop Breakmetria, com William Footwork Squad

17h – Apresentação Tribo Uantpi (Breaking)

17h3- – Apresentação Da Norte Crew (Breaking)

18h – Show com BFN- Bancaforte da Norte

18h30 – Show com R.P.3

GRAFFITI AO VIVO COM ANA SCARELI

Ana Scarceli

Porto Alegre – RS

Artesã há vinte anos, iniciei minha trajetória com o grafitti em 2012 pintando ativamente nas ruas e periferias de toda a cidade de Porto Alegre ,em 2014 junto com outros amigos começamos um projeto que se chamava selva, onde destacávamos faunas e floras diversas chamando sempre atenção para a causa ambiental,o que fez eu me aprofundar ao longo dos anos os estudos de desenho e de técnicas de muralismo.Participei também de inúmeros eventos de grafitti onde aprendi muito,dentre eles o Cohab é so rap, o Colorindo a Cohab,Aproximação no pão dos pobres,Todos os povos todas as cores no viaduto da conceição,Meeting of Favela (rio de janeiro), Grafitti contra enchente(Taboão da Serra São Paulo),Aqui não Corona na vila Cruzeiro poa,participei como assistente no projeto do Daer na pintura da Mona Caron e do Mauro Neri, no Pimp my cooperativa(cooperativa Anitas poa,projeto do Mundano de sp),Muros da Quebrada(Caxias)…Hoje em dia ao longo desses 10 anos já são inúmeros graffitis, murais e pinturas comerciais espalhadas pelas ruas,vielas, perifas e comércios. Fazem vinte anos que vivo de arte, e há dois anos passei a me dedicar totalmente a pintura tendo ela como minha única fonte de renda atualmente.  Em minhas obras o principal destaque tem sido representatividade feminina, natureza e destaque a causas sociais e ambientais importantes.

DJ GORDEX

Gravataí

Djset focado nos gêneros musicais de hip hop: grime e drill que começaram a ser feitos com mais frequência no brasil no ano de 2019. 

DJ Gordex é músico, produtor e agitador cultural, um dos idealizadores da Sacramento Co. onde hoje atua ao lado de MC’s como Nick Dilla, Lamar, Axel NW, entre outros nomes da cena. Em 2021 passou a se dedicar também às batalhas através dos convites da Espaço Rap e Duelo de Gigantes chegando a tocar na ed conexões da Batalha São Hell. Além do trabalho com o rap e o trap, tem desempenhado um papel importante na difusão do Grime e Drill no RS, gêneros muito comuns no Reino Unido que chegaram com força ao Brasil no ano de 2019.

OFICINA DE GRAFFITI AS MINA TÃO NA RUA!

com Pixatriz (Pelotas)

Número de vagas: até 10 pessoas*

Inscrições: na hora, por ordem de chegada

*oficina voltada exclusivamente para mulheres e LGBTQIA+

As mina tão na rua! Oficina de grafiti só pras guria, pra te expressar através das diversas técnicas que essa arte tem pra oferecer. Não precisa de experiência viu, vamos aprender do zero! Vamos fazer canetão, usar spray, rolinho e mais. Vem com a gente 🙂

Pixatriz Participa da rede latino-americana TODAS Br. Faz parte do coletivo Sálvia, somente de mulheres. Em 2021 foi selecionada para participar do Programa de Capacitação e Profissionalização para Mulheres Artistas Visuais na segunda edição do Women on Walls – com patrocínio da Ipanema. Também teve um trabalho selecionado para estar no Museu do isolamento. Em 2022 ministrou uma oficina de arte urbana na Escola Sesi para alunos do ensino médio. O mesmo que posteriormente a chamou para integrar a equipe de grafiteiros do projeto Black Mamba, onde realizou um live paint para os alunos. Durante quatro dias a Wunderman Thompson Pelotas a chamou para realizar uma ação interna com os funcionários sobre pixo. No mais recente a 4 Galeria a convidou para participar do “Drink and Draw” II edição para realizar um live paint.

OFICINA PERIFA PROFISSA: UMA TROCA DE IDEIAS ENTRE IRMÃOS E IRMÃS DO HIP-HOP

com Tiago Porongo (Viamão)

Número de vagas: até 30 pessoas

Inscrições: na hora, por ordem de chegada

Vamos trocar uma ideia com a galera, trocando conhecimentos sobre como elaborar e currículo artístico profissional, bem como, que postura abordar e o que é necessário fazer para “vender o seu trabalho” exercido dentro dos 4 pilares do Hip-Hop.

Tiago Garcia, mais conhecido como Porongo dentro do mundo das danças urbanas. É formado em educação física pela Universidade La Salle, tendo formação em curso de extensão em mídias digitais pela mesma. Dança há mais de 22 anos, tendo experiência com danças tradicionalistas, danças de salão, House dance, danças urbanas, dentre outros estilos… É CEO da Cia de dança Performance Company e atleta membro da equipe de Crew leader’s da seleção brasileira de Hip-Hop de 2022; produtor cultural de eventos autorais e já realizou trabalhos de suporte a eventos de danças urbanas com reconhecimento nacional; coreografou clipes de digitais influencers +700k e já fez aulas com alguns dos maiores coreógrafos de todos os tempos, como por exemplo: King Charles, Budda Stretch e outros gigantes. 

WORKSHOP DE FOTOGRAFIA

com Bruna Ferreira (Bento Gonçalves)

Workshop de fotografia focada em Breaking com troca de idéias sobre fotografia de Hip Hop de um modo geral. Uma pequena palestra falando sobre a parte teórica, do motivo de termos fotos e vídeos tão importantes para a propagação da nossa cultura nos anos 80/90, enaltecendo a importância dos livros, filmes e documentários para a nossa cultura, falando sobre as mulheres nesse meio que ocupavam quando os primeiros materiais visuais foram lançados. Dentro desse recorte histórico, a oficina busca fazer um comparativo com os dias de hoje no mundo cada vez mais digital e dicas de fotografia para que cada participante possa melhorar o material de apresentação do seu trabalho seja ele de qualquer um dos elementos do Hip Hop. As técnicas usadas podem ser adaptadas para celular não sendo obrigatório o uso de câmeras.

Bruna é estudante e pesquisadora de fotografia Urbana, mais especificamente da cultura Hip Hop, já fotografou eventos como Battle in the Cypher (Bento Gonçalves), Santa Jam (Santa Cruz do Sul), Bento em Dança Batalhas (Bento Gonçalves), Coreto Hip Hop (Sumaré – SP), Break Summer Jam (Balneário Camboriú-SC), Battle in the Cypher edição Nordeste (Valença-BA), Conexión SurUrbana (Montevidéo-UR) e eventos assinados pela organização Nest Panos, coletivo do qual fez parte até 2021.

WORKSHOP BREAKMETRIA 

com William Footwork Squad (Bento Gonçalves)

Número de vagas: até 30 pessoas

Inscrições: na hora, por ordem de chegada

Workshop de Breaking onde os alunos são levados a entender os diferentes níveis e intensidades que podem ser trabalhadas em seu corpo. A proposta é com um único passo trazer mil formas!

William footwork squad teve seu primeiro contato com o breaking em meados dos anos 2000, onde com amigos aprendeu a arte do Hip Hop, nessas duas décadas viajou diversos países da América Latina e Europa como competidor e julgando batalhas internacionais na Suíça, Itália, Argentina, Paraguai, Bolívia entro outro e em todo o Brasil, membro do coletivo Nest Panos, um dos responsável pela manutenção do Hip Hop e fomento dessa cultura com o evento Battle in The Cypher!

APRESENTAÇÃO DA NORTE CREW 

Porto Alegre

O grupo Da Norte Crew  2022, apresenta coreografias diversificadas com os passos básicos do break, através do TOP ROCK, FOOT WORK e FREZZY, unindo B.Girls e B.Boys em uma só batida. A apresentação contempla momentos individuais e coletivos. O grupo Da Norte Crew teve seu inicio no ano de 2008 nos bairros Mário Quintana e Rubem Berta, zona Norte de Porto Alegre.

Integrantes de fundação:

Gabriel Carvalho, Jefferson Rosa, Luciano Marino, Maurício Flores, Marcos Gonçalves e Paulo  Adriano.

Grupo de Break de Porto Alegre que cultiva a cultura da dança  de rua de forma original, através de criações coreográficas, onde todos os participantes do ensaio aberto podem contribuir, conforme seus conhecimentos e envolvimento com a dança.

Os ensaios  são realizados no intervalo das aulas, onde a maioria dos integrantes são estudantes do ensino médio do Colégio Irmão Jaime Biazus, localizado no  Centro Social Marista de Porto Alegre – Cesmar. O grupo conta com novos integrantes e vem para se fazer presente na Cena do Hip-Hop Gaúcho, buscando multiplicar e partilhar conhecimentos e a cultura da dança. No local onde são realizados os ensaios, são realizadas trocas para que todos possam aprender juntos, buscando o conhecimento e se aprofundando no break dance.

Da Norte Crew, nasce da necessidade de conquista de espaço e fortalecimento de vínculos por parte da nova geração de jovens da região norte e nordeste de Porto Alegre, que objetivam desenvolver a dança de Rua (Break). No ano de 2006, no Cesmar, iniciava a oficina de Hip-Hop na modalidade Arte, Educação e Transformação Social. A oficina abriu espaço para a cultura dos ensaios, que junto com as práticas educativas multiplicadas pelo educador Luciano, resgatou junto aos jovens e adolescentes atendidos no Centro Social os fundamentos do Break . O educador social Luciano Marino, teve diversas experiências oriundas das atividades realizadas nos bairros da cidade de Porto Alegre. Em meados de 1970 nos bailes da esquina Democrática o  Break Dance passou a ter mais visibilidade, mesmo com os altos e baixos possibilitava que  fossem realizadas Batalha e rodas ao ar livre. Os multiplicadores do break passam a se aperfeiçoar para que a cultura seja vista também como atividade profissional e desta forma, os profissionais possam ser mais valorizados, ocupando espaços como: teatros, arenas, escolas entre outros. O educador Luciano teve grande influência em especial da cultura das comunidades da Lomba do Pinheiro e Vila Mapa, onde originou-se os grupos  The Color Dance e Black White, que juntos uniam em média 60 dançarinos. Também adquiriu expertise através das oficinas ministradas no Centro Comunitário Vila Elisabeth -Cecove e no Centro Comunitário Jardim Ingá – Cevi. Suas experiências possibilitaram o resgate da cultura do Break Dande inspiradas em Michael Jackson, James Brown, Black Junior, Sampaio Crew,  Mário Pézâo, Big Boys e de tantos outros artistas. 

APRESENTAÇÃO HIPSAMBAHOP – TRIBO UANTPI

Sapucaia do Sul

HipSambaHop – Tribo Uantpi: Performance de Danças Urbanas da Cultura Hiphop com criação e tempero Brasileiro, com influências de Capoeira, Samba e religião Umbanda. A performance conta com a presença de seus Criadores (Vovô Unatpi e Flowjack Uantpi) junto aos integrantes da Tribo Uantpi que seguem estudando as doutrinas e fundamentos de Estilo de Dança e suas Filosofias de vidas. 

Elenco: Uanderson de Oliveira Fárias (Coordenador/ Criador), Jackson Jones Fonseca da Conceição (Coordenador/ Criador)

Estudantes Uantpi/ Membros Tribo Uantpi

Jackson da Silva Mattos, Leonardo da Silva da rosa, Caroline Machado pinheiro, Diogenes abatti

– Mariana Ribeiro Teixeira (Produção Artística, Coordenadora de Projetos)

– Ariel Lexistão (Artista Plástica/ Designer/ Estilista) “

O Projeto teve início no ano de 2006 na cidade de Pelotas/RS e foi desenvolvido pelos diretores, bailarinos e coreógrafos Uanderson de Oliveira Farias (Vovô Uantpi) e Jackson Conceição (JJ Uantpi) com o intuito de valorização cultural, agregando elementos das culturas africana e brasileira como a religião de Umbanda, a capoeira e o samba, às Danças Urbanas. Através do grupo “”Piratas de Rua”” o estilo brasileiro de dançar Hip Hop, expandiu se nas demais cidades do estado.  Desde então, os criadores e idealizadores do método intitulado “Uantpi”, vêm propagando o estilo pelo Brasil, através de workshops e apresentações, chegando a alcançar também, países como Chile, Peru, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela, além de Portugal, Espanha e Londres.   

SHOW COM BFN – BANCA FORTE DA NORTE

Porto alegre

Show de Rap do grupo BFN ,Trabalho realizado a mais de 20 anos que já percorreu o Brasil levando o rap gaúcho a diversos lugares. O grupo já atuou com nomes da cena como Racionais,Rzo,Mv Bill,Snj,Trilha sonora do gueto, Papas da língua e muito mais.”

Grupo criado no Rubem Berta por volta de 1999 e que segue atuando na música, em projetos sociais e políticas públicas

SHOW COM GRUPO R.P.3

Canoas

Apresentação musical na qual O RAPPER BRANCO vem com seu Grupo completo realizar um show no museu do Hip Hop Gaúcho. Grupo R.P.3 – Grupo de Rap Consagrado na cena Gaúcha com dois álbuns Lançados a Nível nacional.

Bolero que te quiero tem única sessão nesta quinta-feira, 15 de dezembro, no Teatro Bruno Kiefer

Espetáculo com Ana Medeiros e Daniel Debiagi apresenta um programa de rádio dos anos 1940 mesclando teatro, dança e música

Na próxima quinta-feira, 15 de dezembro, às 20h, o Teatro Bruno Kiefer recebe única sessão do espetáculo Bolero que te quiero com Ana Medeiros e Daniel Debiagi. Esta é a segunda montagem realizada pela dupla de artistas, que em 2017 estreou Ay mi amor

Bolero que te quiero apresenta os bastidores de um programa de rádio dos anos 1940, mesclando teatro, dança e música. Orlando Alves (Daniel Debiagi) é comunicador na Rádio Almerinda e recebe em seu programa – “Bolero Que Te Quiero” – a Rainha do Rádio Dalva Baptista (Ana Medeiros). Este encontro traz na trilha diversos boleros clássicos executados ao vivo por Daniel, que também assina a direção musical, acompanhado de Jackson Splinder no piano. Nesta atmosfera que celebra a Era de Ouro do Rádio no Brasil, o ouvinte/espectador é convidado a aguçar sua imaginação sobre o que poderia acontecer nos bastidores de uma rádio enquanto a música toca. É neste lapso temporal que o show acontece. A direção cênica é de Everson Silva e acompanham a performance as bailaoras da La Negra Cia de Arte Ana Meneguzzo, Ane Antonitsch, Juliana Strey e Luisa Perrone.

Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 60,00 e estão à venda pela plataforma Sympla https://www.sympla.com.br/evento/bolero-que-te-quiero/1809136. 

Bolero que te quiero com Ana Medeiros e Daniel Debiagi

15 de dezembro, 20h 

Teatro Bruno Kiefer – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736

Ingressos https://www.sympla.com.br/evento/bolero-que-te-quiero/1809136

R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada)

FICHA TÉCNICA:

Ana Medeiros – baile, atuação, coreografias, percussão, castanholas, figurinos, design gráfico

Daniel Debiagi – voz, atuação, baile, roteiro, cenografia, direção musical e produção

Jackson Spindler – piano, arranjos e atuação

Everson Silva – direção cênica

Otávio Moura – técnico de áudio

Nara Lúcia Maia – iluminação

Ana Meneguzzo, Ane Antonitsch, Juliana Strey e Luisa Perrone – atuação, corpo de baile La Negra Cia de Arte

Dank Produções – produção executiva

Anambé Estúdio Visual – fotos

Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – Assessoria de Imprensa 

Primeira edição de projeto de capacitação para educadores de escolas públicas de educação infantil encerra nesta sexta, 09 de dezembro em Novo Hamburgo

“Em busca da infância prometida” conta com realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo – Governo Federal através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Doctor Clin, Pirelli, Campneus, Fruki e Quero-Quero

Capacitações ocorreram em Arroio do Meio, Novo Hamburgo, Gravataí, Lajeado e Cascavel ao longo do segundo semestre de 2022

O projeto Em Busca da Infância Prometida, da Amora Produções Culturais, encerra sua primeira edição na próxima sexta, 09 de dezembro, na Escola de Educação Básica Getúlio Vargas em Novo Hamburgo. Ao total, foram seis escolas contempladas com formação em artes, visando preparar os professores para o trabalho artístico em sala de aula. Com uma carga horária total de 40 horas por instituição, o projeto realizou atividades aos finais de semana nas instituições contempladas. Além da formação, o projeto prevê uma mostra ao final do processo, onde os professores demonstram as práticas artísticas sendo aplicadas junto aos alunos.

Com realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo – Governo Federal, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio Doctor Clin, Pirelli, Campneus, Fruki e Quero-Quero, o projeto contemplou ao todo 122 professores e envolveu mais de 900 crianças nos processos de criação em arte. Junto à formação, as escolas foram beneficiadas com equipamentos para qualificar o ambiente escolar. Foram doadas seis televisões de 58 polegadas, seis computadores, seis máquinas de filmagem, seis caixas de som e seis baús criativos com materiais para a realização contínua de atividades artísticas em sala de aula.

O projeto encerra com uma mostra de processo criativo, aplicada a alunos de educação infantil e ensino fundamental, que ocorre a partir das 08h30 na EMEB Getúlio Vargas (Rua Paquistão, 257. Bairro Rincão) em Novo Hamburgo.

Em busca da infância prometida é uma realização da Amora Produções Culturais, empresa de Porto Alegre, surgida em 2012, que tem como foco a realização de projetos culturais que tenham impacto social e contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas. Suas ações buscam fomentar o acesso, a descentralização e o surgimento de novas plateias para o mercado cultural.  Em seus anos de atuação, contam com mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas e impactando mais de 150 cidades. Para mais informações, acesse: instagram.com/amoraproducoesculturais 

SERVIÇO:

O que: Projeto Em Busca da Infância Prometida

Público-alvo: Escolas públicas de Educação Infantil

Linguagens desenvolvidas: Teatro, Dança, Artes Visuais, Música e Audiovisual

Cidades Beneficiadas: No Rio Grande do Sul: Gravataí, Novo Hamburgo, Arroio do Meio, Lajeado e, no Paraná: Cascavel.

Quando:

Encerramento em Novo Hamburgo – EMEB Getúlio Vargas (Rua Paquistão, 257. Bairro Rincão), a partir das 08h30

Ficha técnica:

Realização e produção executiva: Amora Produções Culturais

Coordenação Pedagógica: Bruno Flores Prandini

Vídeos: Bruno Alencastro

Fotografia: Gabriehl Oliveira

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Antônio Costaguta recebe Lucio Yanel no Buenas Hermanos nesta quarta, 7 de dezembro

Programa de entrevista, música e gastronomia que integra a multiplataforma El Topador é transmitido ao vivo pelo canal do YouTube

https://www.youtube.com/@ElTopador

Nesta quarta-feira, 7 de dezembro, às 21h, o Buenas Hermanos recebe o violonista intérprete, autor, compositor, ator e folclorista Lúcio Yanel, considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho. 

O programa, apresentado por Antônio Costaguta, reúne entrevistas, música e gastronomia. Veiculado mensalmente pelo YouTube do projeto El Topador, possui formato de live com transmissão ao vivo. Transmitido do Refúgio El Topador, na zona sul de Porto Alegre, Antônio recebe convidados especiais. “Enquanto o assado não fica pronto, temos muita conversa boa, risadas, músicas e poesias que falam da nossa terra, nossa regionalidade e apreço pela cultura”, revela.

Há mais de um ano no ar, o Buenas Hermanos já recebeu participações de nomes como Joca Martins, Cabo Deco, Felipe Constant, Ernesto Fagundes, Paulinho Fagundes, Erlon Péricles, Guri de Uruguaiana, Gabriel Selvage, Grupo Mas Bah, Luiz Carlos Borges, entre outros.

Lucio Yanel atua como violonista, intérprete, autor, compositor, ator e folclorista. Como violonista, realizou apresentações por diversos países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, França, Rússia, Suíça, Espanha e Estados Unidos. Radicado no Brasil há 35 anos, Lúcio Yanel é considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

Para mais informações, acesse: https://www.eltopador.com.br/ https://www.instagram.com/eltopador

Saiba mais

EL TOPADOR 

Somos uma multiplataforma dedicada a disseminar a cultura do assado em sua essência, falando sobre toda a cadeia produtiva da carne, do homem do campo até ela chegar na mesa em forma de gastronomia. Acreditamos no poder do fogo como forma agregadora da vida, proporcionando encontros e experiências memoráveis. Levamos em nossa mala de garupa a bandeira do Rio Grande do Sul, abraçando a arte, história, cultura e pessoas que fazem deste pago um lugar único e especial.

Nossa missão é levar para nossa comunidade conteúdo de qualidade, informação, conhecimento, arte, cultura e entretenimento, junto de parceiros. Além de produzir documentários, programa de entrevistas e TV, lives, curso online e criação de conteúdo para redes sociais, o projeto El Topador também vive de encontros. De eventos dos mais variados tipos e tamanhos à festas de casamento, cursos e festivais de gastronomia pelo Brasil afora. Somos referência no Rio Grande do Sul e no Brasil quando o assunto é churrasco e cultura.

Criado há sete anos pelo mestre parrillero Antônio Costaguta, o El Topador conta com os empreendimentos Refúgio El Topador e Rancho Tabacaray, os programas Buenas Hermanos e Desbravando, além de promover cursos e workshops. 

Antônio Costaguta nasceu na fronteira, em Santana do Livramento/RS, divisa do Brasil com o Uruguai. Traz da família um pouco desta origem do “Gaucho”, unindo o amor e a cultura das duas pátrias. Fez desta tradição do mundo rural e campeiro a sua essência, se especializando na cultura do assado e do fogo e se tornando um dos grandes expoentes do Estado quando o assunto é valorização da cadeia produtiva da carne, promovendo e disseminando um consumo consciente da pecuária produzida nos vastos campos verdes do nosso Bioma Pampa.

Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, tem sobretudo um olhar romântico e bucólico da vida do gaúcho e do nativismo. Andou por países como Uruguai e Argentina. Aprendeu nesses lugares técnicas que revelam sua essência: é mestre parrillero com mais de 10 anos de assados, diplomado pela Escuela Argentina de Parrilleros em Buenos Aires, e formado na MasterClass Los Siete Fuegos com Francis Mallmann, do Bodega y Restaurante Garzón. Atualmente Antônio tem um programa dominical no SBT RS chamado “Na Beira do Fogo”. Além de apresentador, é curador e gestor do programa.

Imersão Abissal e Cine Rabeca são as atrações de dezembro do Farol.live no Cine Farol Santander

Nos dias 07 e 14 de dezembro o Cine Farol Santander, no Farol Santander Porto Alegre, recebe mais duas edições da primeira temporada do Farol.live, projeto produzido pelo festival Kino Beat e Cuco Produções, como um espaço de incentivo à criação e experimentação em diversas linguagens e tecnologias, suas intersecções e desdobramentos. A programação conta com variadas imersões artísticas envolvendo nomes da cena cultural brasileira, apostando no cruzamento de música, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e tudo mais que couber no imaginário de cada artista envolvido.

Cine Rabeca é uma performance multimídia, um cine-concerto, um documentário que se expande para o palco onde a música conduz arquivos de volta à vida e a montagem versa sobre o tempo, a memória, os desaparecimentos e a incessante fabricação de imagens. Renata Rosa é cantora, compositora e rabequeira. Seu CD de estreia, Zunido da mata, recebeu o Prêmio Choc de lAnnée do Le Monde de la Musique e a projetou para uma sólida carreira internacional com inúmeras turnês e prêmios. Desde então realizou criações especiais para o Museu do Louvre, Théâtre de la Ville de Paris, Olimpíadas Rio 2016, registros especiais para as Rádios Nacionais Holandesa e Alemã e recebeu o Prêmio da Música Brasileira. Seu CD Encantações foi eleito TOP 10 pela BBC e foi nominada Artista do Ano em 2018 no Reino Uido pela Songlines Britânica. Atuou durante 11 aos como rabequeira do cavalo-marinho Boi Brasileiro, de Condado, ao lado de Luiz Paixão. Na segunda-feira, dia 5, Renata ministra um encontro sobre rabeca: A Rabeca no Cavalo Marinho. Nele, serão abordados o contexto histórico da rabeca, um breve panorama da rabeca no Brasil e as particularidades da Rabeca na tradição do Cavalo Marinho em Pernambuco. A atividade gratuita ocorre no Auditório do Pão dos Pobres. Inscrições gratuitas no link.

Já no dia 14 de dezembro,  João Pedro Cé e Silvana Rodrigues se apresentam com o projeto Imersão Abissal. Sem sair do lugar, a Imersão Abissal desbrava os limites entre a realidade afugentadora e a ficção curativa. Estas são as molas que impulsionam a lucidez do encontro entre 2 pessoas que buscam entender a criação do universo artístico. A dupla utiliza o deboche como método, no momento onde estabelecer contato e ser criativo evidencia as inseguranças de viver o “novo precário”. Entre mensagens de áudio, sintetizadores, loopings e semi-canções, este concerto apresenta uma assimetria sonora para colorir suas narrativas. Silvana Rodrigues é performer, dirige, atua e escreve para teatro e outros formatos. É diretora dos espetáculos Perigoso, Preta Poesia Feminina e co-dirigiu Corpos Ditos e A Última Negra. João Pedro Cé é músico e produtor musical, trabalhou com diversos projetos na capital gaúcha, entre eles Dona Conceição, Trabalhos Espaciais Manuais e Bel Medula. 

O projeto retorna em janeiro e a programação será divulgada em breve.

Com curadoria de Gabriel Cevallos, fundador e curador do Kino Beat Festival, as apresentações serão desenvolvidas de forma inédita ou em adaptações pensadas especificamente para o espaço, explorando os recursos e limitações da sala enquanto dispositivo criativo. Ao longo de 10 meses, o público poderá conferir 20 performances da primeira edição reunindo artistas de diferentes vertentes, com projetos comissionados ou adaptados que serão gravados ao vivo na sala e difundidos pelos canais do projeto.

Além das performances, atividades formativas gratuitas também serão promovidas como oficinas, palestras, vivências e workshops, criados a partir de tópicos práticos e teóricos derivados das apresentações artísticas. “O corpo presente, seja na prática dos artistas envolvidos ou na fruição do público, será premissa das apresentações. O objetivo é promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional”; revela o curador.

Os ingressos para Cine Rabeca custam R$ 15,00 com benefícios de meia-entrada, e já estão à venda por meio da plataforma Sympla. Já Imersão Abissal conta com entrada franca, com retirada de ingressos via Sympla. Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto) de estudante, idosos, PNE, jovens de baixa renda, entre outros, os documentos válidos são determinados pela Lei Federal 12.933/13. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/farol.live.poa/

Esse projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio do Santander e realização da Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

Sobre o Farol Santander Porto Alegre

Criado para relembrar o passado, marcar o presente e iluminar o futuro, o Farol Santander Porto Alegre completou três anos em março de 2022. Neste período, recebeu 11 exposições de artes visuais, em diversas temáticas, com artistas nacionais e internacionais, divididas entre os espaços do Grande Hall e do Átrio. Em 2022, o Farol Santander ampliou sua atuação cultural com concertos de música clássica e popular, além de espetáculos de dança. Participaram respectivamente a Orquestra de Câmara da ULBRA e a Cisne Negro Cia. de Dança.

O Cine Farol Santander, no sobsolo do prédio, exibe programações com títulos e mostras cinematográficas de cineastas brasileiros e internacionais.

O histórico edifício no Centro da capital gaúcha, construído na década de 1930 e tombado pelo patrimônio histórico e artístico estadual, também possui atrações permanentes.

Na Galeria, a exposição fixa Memória e Identidade apresenta a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira. Já no subsolo, a outra mostra permanente, Os Dois Lados da Moeda, conta com um importante acervo de numismática do Rio Grande do Sul, propondo uma analogia entre as moedas “oficiais” e “não oficiais” que circulavam na região Nas laterais da sala é contada a evolução da moeda oficial do estado brasileiro.

Além dos espaços já citados, o Farol Santander Porto Alegre conta ainda com duas arenas para discussões e debates acerca de temas como cultura e gastronomia. O subsolo, que já conta com o Cine Farol Santander e a mostra Os Dois Lados da Moeda, ainda oferece aos visitantes um café.

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