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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

3˚ Festival de Música de Nova Prata ocorre de 09 a 12 de dezembro em formato híbrido

Evento conta com entrada franca e receberá na Praça da Bandeira Yangos, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Lúcio Yanel, Garra e Alma, Thayan Martins Quarteto e Felipe Karam Quarteto

Performances serão transmitida pelas redes sociais do festival, pela Conecta +TV e pela Cubo Play


Os amantes da música instrumental podem comemorar: de 09 a 12 de dezembro ocorre a terceira edição do Festival de Música de Nova Prata, que em 2021, será em formato híbrido, com apresentações diretamente da Praça da Bandeira e transmissões pelos canais do festival, Conecta +TV e Cubo Play. Integram a programação Yangos, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Lúcio Yanel, Garra e Alma, Thayan Martins Quarteto e Felipe Karam Quarteto.

O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017, além de edição especial online e com bandas locais, em maio deste ano. A terceira edição contará com atividades formativas e duas noites com apresentações musicais, além da Mostra Paralela, que este ano contará com quatro clipes de bandas residentes no RS selecionadas através de votação popular pelas redes sociais do evento até 02 de dezembro. Os vencedores, vídeos com o maior número de reações e comentários somados, serão conhecidos no domingo, 05 de dezembro. 

A programação formativa conta com quatro atividades, que ocorrem nos dias 09 e 10 de dezembro. Na quinta-feira,  às 19h, André Brasil ministra oficina online de Produção Musical (inscrições abertas e gratuitas pelo site do festival). Já na sexta, às 10h e às 15h os alunos das escolas de ensino médio e fundamental participam das oficinas Uma Breve História da Música Brasileira, com Deise Coccaro e Lucas Volpatto e Ritmos do Sul, com César Casara e Tomás Savaris, do grupo Yangos. Encerrando a série formativa, o violonista Jonathas Ferreira apresenta às 19h o workshop Fingertab Method – Entendendo o violão fingerstyle pela tablatura pela plataforma zoom. As inscrições gratuitas estão abertas até 08 de dezembro. 

Abrindo a programação musical no sábado, às 19h, o palco montado na Praça da Bandeira recebe o grupo Yangos, de Caxias do Sul, que na primeira edição do festival, participou da Mostra Paralela. Yangos faz a união  do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras, e seu quarto álbum, lançado em 2017, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino.

Às 20h, o público poderá conferir um encontro inédito de Fernando do Ó e Zé Montenegro. Fernando é percussionista há 41 anos, acompanhando artistas como Geraldo Flach, Renato Borghetti, Frank Solari, Nei Lisboa, Os Serranos, Os Fagundes, Os Atuais e 3a Dimensão entre muitos nacionais e internacionais como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto Gismonti, Estrella Morente, Roberto Carlos entre outros. Zé Montenegro é baterista há 48 anos e tem como referência seu pai Argus Montenegro, lendário instrumentista e professor da cena musical porto-alegrense, e atua como professor há quase quatro décadas. Amigos há muitos anos, esta será a primeira vez que se apresentam juntos. 

Encerrando a primeira noite de performances, o festival recebe o violonista intérprete, autor, compositor, ator e folclorista Lúcio Yanel, considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

No domingo, a programação inicia às 18h com o Garra e Alma, duo local de Giovani Chrestani e Ricardo Frizon que tem como protagonista os violões em suas composições, mesclando influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros. 

Às 19h, um grupo formado por compositoras e musicistas sobe ao palco, com o Thayan Martins Quarteto, que versa o intercâmbio musical, navegando instrumentalmente pelos diversos ritmos da cultura popular brasileira, como o choro, samba e coco de roda. o quinteto busca empoderar a representatividade feminina na música instrumental através da pluralidade de linguagens e estilos presentes em cada uma das artistas, permitindo-se explorar novos horizontes e dialogar entre si.

Encerrando o evento, às 20h, Felipe Karam Quarteto apresenta o show Água de Santo, trazendo o trabalho autoral mais recente do violinista popular gaúcho Felipe Karam e releituras de artistas como Djavan e Dorival Caymmi. No repertório serão apresentados temas instrumentais e autorais de origem brasileira, contendo ritmos e gêneros como choro, samba, chamamé, ijexá e baião, representando a sonoridade de violino e a estética musical, dentro da linguagem do Jazz Brasil, que o músico sempre buscou.

O 3 Festival de Música de Nova Prata é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio master da VIPAL e CORSAN – Evoluir nos define. Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Novas Façanhas. Patrocínio da Autopratense, Pneus OST, Supermercado Porta e Arte Mobili. Apoio: Prefeitura Municipal de Nova Prata.  Idealização: Eclética e CUCO e Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal Pátria Amada Brasil
Mais informações, acesse www.fmnp.com.br.

Saiba Mais
Irmã Orilde Maria Cremones – homenageada
Nascida há 94 anos (16.11.1927), na cidade de Sobradinho, Orilde Maria Cremones é filha do casal Maria Burin e Angelo Cremonese. Estudou Artes Plásticas e Nutrição na Universidade de Passo Fundo (UPF) e é formada em Música pelo Instituto Palestrina, de Porto Alegre. Religiosa, integrante da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, começou a lecionar no Colégio Nossa Senhora Aparecida em 1962, adotando e sendo adotada por Nova Prata desde então. 
Irmã Orilde, como é carinhosamente chamada, dedica-se, ainda hoje, ao ensino de diversos instrumentos musicais, especialmente piano e acordeon. Além disso, empenha-se num importante trabalho assistencial em auxílio aos mais pobres. Uma personalidade caridosa, sempre disposta a colaborar com o próximo, e que por sua importância na formação de diversos talentos artísticos pratenses e regionais recebeu a justíssima homenagem do Bailado Gaúcho em 2014, durante o 12º Festival Internacional de Folclore de Nova Prata.
Por todos seus feitos na comunidade de Nova Prata nas últimas décadas, também numa noite de 9 de agosto, em 2006, Irmã Orilde recebia na Câmara de Vereadores, o Título de Cidadã Pratense, uma proposição da então vereadora Luciane Maria Bristot (PFL), aprovada por unanimidade em 14 de junho de 2006. A ideia da homenagem foi sugerida pelo Jornal Popular, que indicou também os nomes de Almerita Maria Dalmolin Nunes, Marlene Maria Pisoni e Zaira Galeazzi que, igualmente, na mesma noite, há oito anos, foram agraciadas com a importante distinção do Legislativo pratense.
Pela sua dedicação ao ensino musical em Nova Prata, Irmã Orilde Cremones é a nossa querida homenageada no 3 Festival de Música de Nova Prata.

Felipe Karam
Natural de Porto Alegre, Felipe Karam é bacharel em Violino UFRGS (2002)  e   Mestre  em  Music  Performance  pela   City  University London (Londres-UK 2012). Desde o início de sua trajetória, ainda em 1998, já sabia que queria fazer música popular ao violino. Com o Café Acústico, foi agraciado pelo Prêmio Açorianos (Melhor Grupo de MPB – 1999 e 2000) e vencedor do Festival de Música de Porto Alegre. A partir de 2004, deu início à sua carreira internacional, dividindo-se entre Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. As formações internacionais de maior destaque foram Pocket Caravan, (3 discos lançados em Londres-UK), Grupo Caratinga (1 disco/1 Press Award UK 2011 – Melhor CD de Música Brasileira) e o trio Brazilian Ensemble  (Prêmio Funarte de Concertos Didáticos 2012). Músico  internacional,  dividiu palco com artistas e grupos de renome como Xangai, Renato Borghetti, Miltinho Edilberto, Samuca do Acordeon, Chico Chagas, Só Pra Contrariar e Pedrinho Figueiredo. Como formador musical, destaca-se a ida aos Estados Unidos, onde ministrou   a   disciplina   “História   e   Apreciação   da   Música   Latino-Americana” (programa de intercâmbio de professores – bolsa Fulbright Scholar in Residence Award), e o projeto Violino No Choro, contemplado pela Lei Aldir Blanc em 2020.  De trabalho solo, Karam tem dois discos lançados: De Sol a Sol, no qual arranja, compõe e interpreta, gêneros e ritmos da música brasileira e internacionais – duas indicações ao  Prêmio Açorianos de Música e ganhador do FEMUCIC 2019 – e Água de Santo, gravado recentemente, em meio a pandemia. Entre as premiações aqui no Brasil, Karam foi reconhecido pelo Prêmio Trajetórias pela prefeitura de Porto Alegre, Prêmio Fac Digital RS e Festival UP 2020. 

Fernando do Ó
Percussionista desde 1980. Participou do JAZZ FEST BERLIM 82 no teatro Philarmonie. Trabalhou com artistas gaúchos como Geraldo Flach, Renato Borghetti, Frank Solari, Nei Lisboa, Os Serranos, Os Fagundes, Os Atuais e 3a Dimensão entre muitos. Nacionais e internacionais como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto Gismonti, Estrella Morente e Roberto Carlos entre outros. Homenagem em 2013 pela Coordenação de Música de POA e em 2019 no 2o Encontro Nacional Bateras do Sul em Canela. Atuou no POA JAZZ com o grupo Raíz de Pedra em 2019. Atuou em vários países da América do Sul, Central, Europa e Oceânia. Sua última atuação foi nos 25 anos do ALA de Florianópolis na Sociedade Cultural Artística de Jaraguá do Sul em setembro de 2021. Ministrou oficinas de percussão em várias universidades e escolas do estado.

Garra e Alma
O Garra e Alma tem como protagonista os violões em suas composições, que mesclam influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros. Surgida em 2012 na cidade de Nova Prata, se iniciou de uma relação entre os primos e alunos Giovani Chrestani e Leonardo Truccollo com o professor Ricardo Frizon. Logo notando o potencial e o talento da dupla, os convidou para compor juntos. Em 2018 o sonho se tornou realidade e foi lançado o disco de estréia do Garra e Alma que pode ser encontrado em todas as plataformas digitais, atualmente Ricardo Frizon e Giovani Chrestani formam o Garra e Alma.

Lucio Yanel
Lucio Yanel atua como violonista, intérprete, autor, compositor, ator e folclorista. Como violonista, realizou apresentações por diversos países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, França, Rússia, Suíça, Espanha e Estados Unidos. Radicado no Brasil há 35 anos, Lúcio Yanel é considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

Thayan Quinteto
Formada por compositoras e instrumentistas, Thayan Quinteto show/baile se propõe a revisitar obras que são consagradas dentro da música popular, dentro da música instrumental, criando um ambiente dançante, diversificado, inusitado e livre. Enfatiza também o protagonismo da mulher musicista, arranjadora e intérprete. O grupo passeia pelos sambas, maxixes, choros, cocos e outros ritmos afro-brasileiros.

Yangos
Formado pelos músicos César Casara, Cristiano Klein, Rafael Scopel e Tomás Savaris, Yangos faz da união do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras. Formada em 2005, na Serra Gaúcha, a banda segue com mesma formação e atuação ininterrupta nos mais de 15 anos de carreira, período em que já somou sete discos e um DVD, tornando-se referência na música instrumental sul-brasileira. O quarto álbum, lançado em 2017, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino. Além das mais variadas regiões de do Brasil, Yangos já levou sua música através de shows para diversos
países do mundo.

Zé Montenegro
Músico há 48 anos. Tem como referência seu pai Argus Montenegro, leciona há 39 anos. Formado pela escola especialista em música da Força Aérea Brasileira, formado pela escola de música da sopa. Lecionou na escola de música em Brasília, em São Paulo na escola IMT. No rio na escola maracatu.  Acompanhou diversos artistas como Anai Rosa SP/ Ana Carolina RJ/ orquestra popular gaúcha/ Gerald Albright USA/ Big Band Air Force North América.

BR-TRANS, peça com Silvero Pereira, aclamada no Brasil e em festivais internacionais, encerra sua trajetória em única apresentação dia 08 de dezembro no Theatro São Pedro

Espetáculo estreou há nove anos em Porto Alegre com direção de Jezebel De Carli  

Venda de ingressos inicia nesta terça, 30 de novembro

O palco do Theatro São Pedro recebe na quarta-feira, 08 de dezembro, às 21h, a derradeira sessão de BR-TRANS, espetáculo que estreou há nove anos em Porto Alegre, com direção de Jezebel De Carli e estrelado por Silvero Pereira. Depois de ser assistido por mais de 60 mil espectadores e passar por mais de 70 cidades do Brasil, incluindo Alemanha e Estados Unidos, a montagem, idealizada por Silvero, tem como campo temático e narrativo o universo de travestis, transexuais e artistas transformistas brasileiros. A montagem é resultante de um processo de pesquisa cênica desenvolvida através do Edital Interações Estéticas 2012 (FUNARTE/MINC), em residência no SOMOS Pontão de Cultura LGBT (POA/RS), que teve como propósito reafirmar o teatro enquanto instrumento capaz de entreter, promover e fomentar discussões sociais através da arte.

Um processo cênico, antropológico e documental traz à cena histórias de solidão, superação, medo e empatia. Histórias que se encontram e se confundem entre si, com a vida e as inquietações do ator. Recortes de vidas, e vidas recortadas, a partir da pesquisa de Silvero entre conversas pelas ruas e casas de shows do país. BR-TRANS é um trânsito de informações e de fatos reais. Uma BR construída a partir das convergências, divergências e deslocamentos entre os polos Sul e Nordeste do Brasil.

Criado a partir de fragmentos de vidas reais, BR-TRANS versa acerca de histórias presentes no cotidiano de pessoas do universo LGBTQIA+, onde o preconceito e a violência são imperativos. Entretanto, a peça não se restringe somente a episódios tristes, ela exalta casos de empatia e fraternidade, que garantem à obra perpetuar momentos comoventes, de humor e profunda humanização. A peça foi eleita uma das ‘10 melhores peças de 2016’ – pelo jornal O Globo e foi indicada aos prêmios APTR, CesgranRio, Questão de Crítica e Aplauso Brasil, nas categorias melhor espetáculo, dramaturgia, direção e ator.

A diretora Jezebel De Carli teve seu primeiro contato com Silvero através de um amigo em comum, quando estava participando de um festival em Salvador, que contou sobre a pesquisa que o ator estava desenvolvendo, sobre a arte transformista, e que ele estava a procura de um diretor que pudesse ser seu “provocador cênico”. Um manifesto, uma narrativa documental, um teatro depoimento, uma performance transformista, como a diretora costuma descrever. Desde 2013 a peça integra a programação dos mais importantes festivais de teatro do Brasil e do exterior e em 2023 BR-TRANS cruza o oceano para chegar em terras portuguesas, com apresentações previstas para as cidades de Lisboa, Porto, Braga e outras.
“BR-TRANS é um processo artístico-documental que traça os pontos convergentes e divergentes do universo LGBTQI+ brasileiro entre os pólos regionais Nordeste e Sul. Trata-se de um trabalho estético com base nos afetos, nas relações estabelecidas durante a pesquisa e na oportunidade de provocar questionamento, quiçá uma transformação social a partir da quebra de preconceitos por meio da arte”, afirma Silvero.

A sessão, uma realização da Quintal Produções em parceria com a Árido Produtora, tem apoio da Omertà Produtora, e contará com a participação da multiartista Valéria Barcellos.. Os ingressos, com vendas a partir de 30 de novembro, custam entre R$ 100,00 e R$ 40,00. Mais informações, acesse: http://www.teatrosaopedro.com.br/

O que já disse a crítica sobre o espetáculo:
 “… Em resumo, há um espetáculo em carne viva, puro nervo pulsante exposto, irradiação de revolta diante da qual não se pode calar. A estreita via social traçada em nossa terra para o universo trans aflora, afinal. Escorraçados desde as primeiras manifestações da sua maneira de ser “diferente”, segregados nas escolas, no trabalho, nas ruas, cerceados nos seus direitos civis, empurrados para a prostituição muitas vezes em condições vis, os transgressores são vítimas de atrocidades inaceitáveis.” – crítica Tânia Brandão (http://foliasteatrais.com.br/br-trans/)
 
“… O solo BR trans expõe o ser e o artista na pele, sem resignação. Não abdica do humor e da ternura ao refutar firmemente o preconceito e a violência com recursos performativos bem acionados. O principal deles é o canto. Pereira emite timbre de qualidade ao sabor da melodia e dos músculos, da delicadeza e da veemência…” – crítico teatral Valmir Santos

“… Há três anos fazendo crítica de teatro no Rio de Janeiro, assistindo a produções de toda ordem, tamanho e origem nos mais diversos espaços da cidade, eu nunca tinha visto um espetáculo ser aplaudido tão longamente. O horror do preconceito sentido pelos transexuais, de que a peça fala, pode ser sentido em alguma medida por qualquer pessoa por causa de sua raça, religião, peso, formação escolar, origem, etc. “BR-Trans”, porque conecta as mais diversas pessoas, merece mesmo os longos aplausos. Tocante!” – crítico Rodrigo Monteiro
 (http://teatrorj.blogspot.com.br/2015/08/br-trans-cers.html)
“…Ator magnífico, senhor absoluto de vastíssimos recursos expressivos e possuidor de enorme carisma, Silvero Pereira mostra-se inteiramente à vontade na dinâmica cênica proposta por Jezebel De Carli, que prioriza a relação direta do ator com a plateia e com os muitos objetos que o rodeiam, sempre trabalhados de forma a valorizar incrivelmente os muitos e diversificados climas emocionais em jogo. Brilhante tanto nas passagens mais dilaceradas quanto naquelas impregnadas de irresistível humor, a encenação de Jezebel De Carli converte-se em poderosa referência da atual temporada teatral.” – crítico teatral Lionel Fisher (http://lionel-fischer.blogspot.com.br/2015/08/teatrocritica-br-trans.html)

Silvero Pereira é ator, dramaturgo e diretor. Fundador do Coletivo As Travestidas (Fortaleza- Ce). No Teatro atuou em mais de 30 peças e circulou por quase todo o território brasileiro além dos EUA e Alemanha. Na TV atuou na novela A Força do Querer, participou do Show dos Famosos do Domingão do Faustão e é mobilizador do Programa Criança Esperança. No cinema, além de vários curtas, atuou em Serra Pelada e, recentemente, em BACURAU, de Kleber Mendonça e Juliano Dorneles, onde interpretou o personagem Lunga. Em 2022 Silvero estará no ar na novela Pantanal, da rede Globo.

Jezebel De Carli é diretora, atriz e professora de teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Mestre e bacharel em teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Fez cursos de aperfeiçoamento com Philipp GAulier, Thomas Leabhart, Luis O. Burnier, Eugenio Barba, Carlo Simioni, Pino di Bubuo, Mateo Belli, Vladimir Granov, Fernanda Montenegro, entre outros. Participou  do grupo TEAR, sob a orientação de Maria Helena Lopes. Foi professora por 10 anos do Teatro Escola de Porto Alegre / TEPA e diretora da Santa Estacão Cia de Teatro, onde ficou responsável pelo gerenciamento do projeto Usina das Artes da usina do Gasômetro, entre 2005 e 2013.  Concebeu e dirigiu vários espetáculos que foram premiados em categorias melhor espetáculo”, ”melhor direção”  e “melhor atuação” na cena nacional, dentre os quais BR Trans/; Parada 400:convém tirar os sapatos; Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar; e A Tempestade e os mistérios da  ilha.
  
FICHA TÉCNICA
Direção: Jezebel De Carli 
Texto e atuação: Silvero Pereira
Dramaturgia cênica: Jezebel De Carli e Silvero Pereira
Músico em cena: Rodrigo Apolinário
Operador de projeção: Thiago Miyamoto
Operador de luz (local): Ricardo Vivian
Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Realização: Quintal Produções Artísticas 
Diretora Geral: Verônica Prates
Coordenadora Artística: Valencia Losada
Produtor executivo: Thiago Miyamoto
Produção local: Árido Produtora
Apoio: Omertà Produtora


ÚLTIMA SESSÃO DE BR-TRANS
Quarta-Feira, 08 de dezembro, 21h
Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n
Ingressos à venda a partir de 30 de novembro – lotação da casa 78% 
Plateia  – R$ 100,00
Camarote Central – R$ 100,00
Camarote Lateral –  R$ 70,00
Galeria – R$ 40,00

Longa-metragem de ação produzido de forma independente promove gravações no RS

Com história original de Allan Riggs, Hell’s Haven –  O Refúgio do Inferno conta com filmagens em Arroio dos Ratos, Gravataí, Lajeado, Lindolfo Collor, Porto Alegre e São Gabriel

Uma produção totalmente independente ocorre em seis municípios do RS até 12 de dezembro: o drama-ação Hell’s Haven – O Refúgio do Inferno, começou a ser rodado no mês de outubro e contará com gravações em Arroio dos Ratos, Gravataí, Lajeado, Lindolfo Collor, Porto Alegre e São Gabriel, onde encerra as filmagens. 
Dirigido por Allan Riggs e Cindi Saicosque, o longa narra a história de Phillips (Roberto Rios), um ex-soldado das forças especiais brasileira que, anos depois de perder sua filha, é chamado para uma missão na Amazônia: resgatar Amanda (Isadora Marchi), uma menina de 17 anos. Nessa jornada, Phillips lentamente recupera sua humanidade enquanto cria uma relação paternal com a garota.
Hell’s Haven é um filme de guerra sobre um pai e uma filha”, conta Riggs. Segundo o produtor audiovisual, os dias de trabalho têm sido cheios de adrenalina: há poucos dias filmamos dentro de um avião. Como uma obra de gênero, temos perseguição de carros, lutas com coreografias e até cena com explosões reais”, revela o nascido em Chapel Hill nos EUA, mas que vive em Porto Alegre desde criança.
Com roteiro original de Allan Riggs, o projeto levou dois anos para ser escrito. O realizador já trabalha há três anos assinando curta-metragens de ação, mas este é seu primeiro projeto no formato longa-metragem. Em 2019 estreou seu primeiro curta-metragem “Operation Shell Shock (2020)”, que ganhou 10 prêmios nos Estados Unidos e Itália – disponível no Youtube. Em seguida, se formou na faculdade de cinema, com seu projeto de conclusão “Floresta da Luz (2019)” – websérie também disponível no Youtube. Além de Riggs, integram a equipe de Cindi Saicosque e Julio Carissini, que se dividem entre produção, direção, assistência, atuação, fotografia, roteiro, operação de câmera, efeitos de vídeo, som e montagem. A equipe reduzida e o projeto independente já são informações curiosas, ainda mais no gênero, raro em produções nacionais. 
No elenco estão Isadora Marchi, Kauê Santos, Roberto Rios, Rubens Sant’Ana, além do ator norte-americano Robert Malcolm Cumming e do cineasta e professor do Teccine Glênio Póvoas. Os atores passaram por algumas preparações para as filmagens, como um curso de defesa pessoal na Elite Artes Marciais, curso de tiro com pistola e armas longas na CTK Lajeado e trilha no Morro do Itacolomi. 
A previsão é que o filme seja finalizado em 2022 e siga a carreira em festivais. Para mais informações, acompanhe as novidades pelo Instagram da produtora: @riggsprodutions . 
Sinopse
Anos depois de perder sua filha, Phillips, um ex-soldado das forças especiais brasileiras, é chamado para uma missão na Amazônia: resgatar Amanda, uma menina de 17 anos. Nessa jornada, Phillips lentamente recupera sua humanidade enquanto cria uma relação paternal com Amanda.
FICHA TÉCNICA
Título Nacional:
O Refúgio do Inferno
Título internacional: Hell’s Haven
Drama-Ação, longa metragem, Porto Alegre, 2021, Digital, colorido, sonoro
Companhia produtora: RIGGS PRODUCTIONS BRASIL
Produção: Allan Riggs, Cindi Saicosque e Julio Carissini
Direção: Allan Riggs, Cindi Saicosque
Assistente de direção: Julio Carissini
Fotografia: Allan Riggs
Roteiro: Allan Riggs e Cindi Saicosque
Assistente geral: Julio Carissini
Operador de câmera: Allan Riggs
Som: Julio Carissini
Música: Nick Audy
Efeitos de som: Allan Riggs
Efeitos de vídeo: Allan Riggs
Montagem: Allan Riggs
Elenco: Roberto Rios, Isadora Marchi, Rubens Sant’Ana, Kauê Santos, Robert Malcolm Cumming e Allan Riggs.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
RIGGS PRODUCTIONS: Produtora 100% independente que começou a produzir curtas e web séries em 2019. Já recebeu mais de 20 prêmios internacionais e que em cada projeto coloca um desafio de produção novo.

Allan “Riggs” de Bastos nasceu em Chapel Hill, EUA, em 1999. Ainda criança, mudou-se para Porto Alegre, Brasil, onde morou desde então. Seu interesse por cinema começou no Ensino Médio e logo após se formar, cursou Produção Audiovisual na PUCRS. Allan conseguiu seu primeiro papel como ator em 2017, na série de TV brasileira “Liberto (2019)”. Depois disso, ele continuou atuando para TV e começou a produzir seus próprios projetos. Em 2019, estreou seu primeiro curta-metragem “Operation Shell Shock (2020)”, que ganhou 10 prêmios nos Estados Unidos e Itália – disponível no Youtube. Em seguida, se formou na faculdade de cinema, com seu projeto de conclusão “Floresta da Luz (2019)” – websérie também disponível no Youtube.

Clipe de Me Diz O Que Que É estreia nesta terça, 23 de novembro, no YouTube de Miri Brock

Single marca a estreia da carreira solo da artista e conta com criação e direção de Allex Colontonio

“A obsessão de um DJ com abstinência de tocar durante o confinamento social, sonhando alto com a diva de sua baladinha (uma musa livre que deixa o cara roxo de ciúme)” – essa é a sinopse do clipe de Me Diz O Que Que É, single de estreia da carreira solo de Miri Brock, que tem lançamento oficial nos canais da cantora e compositora, nesta terça, 23 de novembro, ao meio-dia: https://www.youtube.com/watch?v=5tCQR_aP5EM

Gravado em Porto Alegre e São Paulo, o vídeo conta com criação, direção e conceito do  jornalista, escritor e diretor de arte Allex Colontonio, um dos curadores de design mais respeitados do país, que atualmente publica a revista Pop-se e o art book @decornautas. Colontonio também assina o roteiro ao lado de Andre Rodrigues e Pri Novo. A Produção de Moda de Fran Piovezan, beleza em Porto Alegre by Cubo e em São Paulo by Lucas Vieira (o atual queridinho de Bruna Marquezine, Gio Ewbank e Fernanda Motta). 

O clipe tem participação de Luiz Oliveira, bailarino do Theatro Municipal de SP/Balé da Cidade de SP, que também integrou o clipe Girl From RIO, de Anitta. O modelo e stylist Fran Piovezan e Guilherme Nakata, baterista das bandas Nomade Orquestra e Samuca e a Selva, também integram o elenco ao lado de Miri e de Tchaka Drag Queen. Alguns dos figurinos, assinados por Anderson Neves, foram feitos diretamente no corpo, utilizando a técnica de moulage. A edição e finalização ficou a cargo de Duronald.

Me Diz O Que Que É é uma canção dançante e a cara do verão, que chegou às plataformas de streaming em outubro, marcando a nova fase artística da cantora, compositora e produtora cultural, com uma trajetória de mais de dez anos dedicada à música.

Este é o primeiro single autoral de uma série de lançamentos da artista, que conta com produção de Marcelo Fruet, conhecido e premiado por inúmeras produções no mercado fonográfico do Rio Grande do Sul. “A canção surgiu a partir de uma harmonia criada por mim no violão e a letra e melodia vieram logo depois. A inspiração veio de um encontro que tive com uma pessoa com a qual eu trabalhei por um dia. Eu a conheci e  instantaneamente fui impactada pela sua presença única, encantadora, charmosa, doce e sexy ao mesmo tempo. Percebi que não sabia nomear aquele sentimento, fiquei vários dias pensando na pessoa, querendo conviver mais com ela, usufruir mais da presença dela, algo ficou dentro de mim e acabou nascendo a música”, conta Miri. “A confusão de sentimentos é algo muito marcante da minha personalidade, sempre acho que estou apaixonada, mas geralmente é tudo fantasia da minha cabeça, logo passa e se torna música”, se diverte a musicista que já integrou a banda Louis&Anas (posteriormente rebatizada como apenas Louis) que fundia referências do soul, da disco music e do R&B.

A versão composta por Miri, em voz e violão, foi apresentada a Fruet e Daniel Roitmann, que criou o delicioso beat e o restante do arranjo. As gravações ocorreram nos estúdios 12 Experiências Sonoras (vozes e instrumentos eletrônicos) e Tambor e Arte, onde Lucas Kinoshita registrou as percussões. O público encontrará semelhanças com Yendry, Mahalia, Marina Senna, Duda Beat, entre outras inspirações da compositora, como Céu e Gal Costa. 

Estão previstos mais lançamentos para os próximos meses, até a chegada do EP às plataformas, com previsão de estreia no primeiro semestre de 2022. Para saber mais, acesse: 

Spotify: https://spoti.fi/3jmP9jv

Instagram: https://www.instagram.com/miribrock/?hl=pt-br

Youtube: https://www.youtube.com/miribrock

Facebook: https://www.facebook.com/miribrockoficial

Miri Brock é cantora, compositora e produtora cultural, com uma trajetória de mais de 10 anos dedicada à música. Após passagens pela banda Louis, que fundia referências do soul, da disco music e do R&B, a artista estreia em carreira solo autoral em 2021, com o lançamento do single Me Diz O Que Que É, que conta com produção de Marcelo Fruet e clipe com direção de Allex Colontonio. 

Miri é uma das integrantes do projeto Gliti, que ela desenvolve em parceria com Victor Fão e Martina Fröhlich, um experimento musical e audiovisual que aborda temáticas de liberação feminina e sexualidades plurais numa roupagem eletropop. 

Como apresentadora, lançou em 2020 o programa de cultura Meio Desligada, em que apresenta nomes consagrados e novidades da cena pop brasileira. Também é produtora e uma das sócias do Circuito Orelhas, projeto de circulação de artistas da nova música brasileira em palcos gaúchos, vencedor do Natura Musical 2020. 

Me diz o que que é – Ficha Técnica

Composição e intérprete: Miriane Brock

Produção Musical: Daniel Roitman e Marcelo Fruet 

Mixagem: Átila Viana

Masterização: Marcos Abreu

Percussões Orgânicas: Lucas Kinoshita

Criação, direção e conceito: Allex Colontonio 

Roteiro: Allex Colontonio, Andre Rodrigues e Pri Novo

Direção de edição: Pri Novo 

Edição e colorização:  Duronald

Colaboração: Matheus Fighera 

Arte: Anderson Miguel e Pri Novo

Elenco

Dj: Fran Piovesan

Baterista: Guilherme Nakata

Dançarino 1: Luiz Oliveira

Dançarino 2: Fabricio Santana

Drag Queen: Tchaka Drag Queen

Performer: Rodrigo Braulina

Shooting POA

Locação: Comando Ambiental da Brigada Militar de Porto Alegre – RS

Produção executiva: Fernanda Ferlauto

Stylists: Fran Piovesan e Lívia Ciprandi

Beleza: Silvia Schultz e Bárbara Degrandi 

Gravação: Sipá Filmes

Agradecimentos: Paulinho Pedroso

Shooting SP

Gravação: Danilo Vieira e Sipa Filmes

Beleza: Lucas Vieira 

Assistente de beleza: Bella Baptista

Produção: Marques Rodrigues e Felippe Chagas

Moulage plástico: Anderson Neves

Festival Arte Salva promove pinturas de quatro empenas no Centro Histórico de Porto Alegre

Evento com financiamento Pró-Cultura RS – Governo do Estado do RS e patrocínio das Tintas Renner by PPG e Dado Bier realiza ação inédita na Capital, com obras de Bruno Schilling, Kelvin Koubik, Pati Rigon e Tito Ferrara

A partir de novembro, se estiver passando pelas ruas do Centro Histórico de Porto Alegre, olhe para cima. Essa é a provocação do Festival Arte Salva, que promove pinturas de quatro empenas na região, que contará com trabalhos de Bruno Schilling, Kelvin Koubik, Pati Rigon e Tito Ferrara. Com patrocínio das Tintas Renner by PPG e Dado Bier, esta é a segunda edição do projeto, que em 2020, por decorrência da pandemia, ocorreu em formato online e promoveu a pintura de um mural no Quarto Distrito.

Serão mais de 1.200m2 de área pintada em quatro ruas: na Caldas Jr Bruno Schilling (RS) desenvolverá o trabalho, já na Uruguai com a Siqueira Campos, Kevin Koubik (RS) assina a pintura; Pati Rigon (RS) estará na Av. Borges de Medeiros, e na Praça Parobé, a obra é de Tito Ferrara (SP) (confira as localizações completas abaixo). A curadoria dos artistas é assinada por Vinicius Amorim, criador do projeto.

Ação inédita no Estado, o Festival Arte Salva 2021 tem como objetivo transformar o Centro Histórico em uma verdadeira Galeria de Arte a céu aberto. “Não somente uma mudança drástica na paisagem se apresenta com a criação de murais em grande formato, mas também enxergamos transformações no impacto social: a arte pública promove na comunidade o desenvolvimento conjunto econômico, cultural e social, e para o indivíduo, os benefícios podem ser vistos na saúde, no desenvolvimento cognitivo, psicológico e também nos laços interpessoais. O projeto visa resgatar a sensação de pertencimento da comunidade, deixando para trás a sensação de que as vias públicas são meras passagens, mas sim espaço de arte, reflexão, beleza e contemplação”, declara o Gestor Cultural, responsável no sul do país pelo projeto canadense – Art Battle – maior competição de pintura ao vivo do mundo e que ocorre desde 2016 em Porto Alegre.

As ações no Centro Histórico iniciaram em 05 de novembro, com Kelvin Koubik, e devem encerrar em 15 de dezembro. Cada mural leva em torno de 20 dias para ser pintado, dependendo de questões como clima e complexidade de cada desenho. Serão mais de 930 litros de tintas e vernizes da marca Tintas Renner by PPG utilizados no total. Em torno de 50 profissionais estão envolvidos no projeto, entre artistas, assistentes, produtores, técnicos, engenheiros e segurança, entre outros.

Além das quatro empenas, o festival promoverá uma oficina artística gratuita ministrada pela artista Ane Schutz com integrantes da Ocupação Mulheres Mirabal, que resultará na pintura de um mural no local. Ane realizará a atividade formativa no sábado, 4 de dezembro, e a pintura está prevista para os dias 11 e 12 de dezembro. Com a ação, o festival alcançará mais de 1200 m2 de área pintada, somadas as empenas e o muro da instituição. A Ocupação Mulheres Mirabal foi criada em 25 de novembro de 2016, com objetivo de ser casa de referência a mulheres em situações de risco e violência, tendo abrigado neste cinco anos, centenas de mulheres e crianças. Para mais informações, acesse https://www.festivalartesalva.com.br/ | https://www.instagram.com/artesalvafestival/

FESTIVAL ARTE SALVA

Pinturas iniciam durante o mês de novembro – previsão de entrega até 15 de dezembro

Artistas participantes e locais selecionados:

BRUNO SCHILLING

ED. DESPACHANTES ADUANEIROS: Rua Caldas Jr, 20 – Centro Histórico/POA

Bruno Schilling é formado em Design com ênfase em Design Gráfico e desde 2012 participa de exposições e projetos em Porto Alegre, São Paulo, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Campo Bom e Ivoti, construindo painéis e murais.

KELVIN KOUBIK

PREDIAL BIER ULLMANN S.A: Rua Uruguai, 35 – Centro Histórico/POA

Kelvin Koubik é artista visual, formado pelo Instituto de Artes da UFRGS e atua como muralista, produzindo obras em grande formato em diversos espaços, público e privados, em diferentes cidades, lugares e estados. Vencedor de dois Prêmios Açorianos de Artes Plásticas (2013 e 2017), é co-fundador do coletivo de desenho Atelier D43, expondo e realizando uma residência artística na França. Desde 2014 seu ateliê se localiza no Vila Flores, um centro cultural no distrito criativo da capital gaúcha.

PATI RIGON

ED. TABAJARA: Av. Borges de Medeiros, 601  – Centro Histórico/POA

Pati Rigon é uma multi-artista brasileira, formada em Design pela UFRGS e pela Politécnica de Turim, na Itália. Trabalha com pinturas à óleo, ilustrações, graffitis, performances, tatuagens, também é modelo e militante trans-intersexo. Iniciou sua carreira nas artes em 2015, com sua primeira exposição de pinturas a óleo hiperrealistas intitulada “Pele Agridoce” na Galeria Península em Porto Alegre.

TITO FERRARA

GARAGEM PAROBÉ: Rua Praça Parobé, 77 – Centro Histórico/POA

Nascido e criado na cidade de São Paulo, o artista Tito Ferrara foi cercado desde que nasceu por uma grande cidade cheia de pessoas, graffitis, pixações e informações. E tudo isso é impresso em seu trabalho pessoal, que é uma mistura de retratos e histórias contadas através de escritas e tags misturadas em camadas. Já assinou trabalhos em NY e esse ano realizará uma imersão pelo Japão.

ANE SCHÜTZ

OCUPAÇÃO MULHERES MIRABAL: Rua Souza Reis, 132

Desde criança, influenciada especialmente pelos animes japoneses, Ane começou a desenhar e não parou mais. Foi do papel ao digital quando ganhou seu primeiro computador aos 14 anos e descobriu o mundo do pixel art. É designer, ilustradora, diretora de arte, desenhista, muralista, combinadora de cores, sujadora de pincéis, gastadora de marcadores, enfim, um pouco de tudo que envolva artes visuais. Trabalha há 14 anos, passando por grandes empresas e grandes paredes. Produz um trabalho focado especialmente na figura feminina e influenciado pela cultura pop, com uso de cores vibrantes, texturas, linhas orgânicas e formas abstratas pra construir suas composições, seja em arte digital, no papel, em tela ou em mural.

Saiba Mais:

A Tintas Renner by PPG é uma marca consolidada no sul do país e expande sua presença no mercado nacional. É reconhecida por diversas premiações da região, entre elas o Top of Mind, da Revista Amanhã, e o Marcas de Quem Decide, do Jornal do Comércio. Apresenta mais de 2.000 cores através do sistema tintométrico “Voice of Colour“ e o mais completo portfólio de produtos para proteger e embelezar ambientes. Faz parte do grupo PPG, que é referência global em tintas, corantes e especialidades nos segmentos industrial, de manutenção e comercial. Com modelos inovadores e gestão de excelência, a Tintas Renner by PPG concretiza seu diferencial conectando-se à vida das pessoas. Entre as principais linhas da Tintas Renner by PPG está a Rekolor Gold, composta por acrílicos super premium de alta performance. Acompanhe a Tintas Renner by PPG no site oficial e nas redes sociais: www.tintasrenner-deco.com.br / @tintasrennerbr.

Somos a Dado Bier, uma cervejaria independente brasileira. Nossa história é marcada pela coragem de lutar pelos nossos sonhos. Desde 1995, inovamos com a primeira microcervejaria brasileira, apresentamos ao Brasil os maiores brewpubs do mundo e levamos muito a sério o assunto cerveja. Além do nome do fundador, herdamos também a paixão pelo surf. Nossos valores e propósito estão alinhados com esse esporte que faz parte da nossa história e do nosso futuro. Somos livres, corajosos e queremos conquistar ainda mais. Independente de tudo, Dado Bier. https://www.dadobier.com.br/ | @dado_bier

Vinicius Amorim é bacharel em Comunicação Social – Relações Públicas pela PUCRS, atuou por mais de 10 anos com marketing promocional, planejamento e concepção de

projetos, em agências e produtoras de eventos. Em uma temporada de dois anos em Barcelona, na Espanha, conectou-se com o universo cultural e do entretenimento. Em 2014, começou a desenvolver projetos com foco nas artes visuais.

É curador e produtor executivo no Sul do Brasil pelo projeto canadense “Art Battle”, maior competição de pintura ao vivo do mundo. Foi responsável pela Fábrica São Geraldo, galeria de arte, estúdio e espaço multiuso para iniciativas culturais, localizada no 4º Distrito de Porto Alegre (RS) – que, durante três anos, ressignificou um antigo galpão abandonado através da arte.

Atualmente, está à frente da Pólen – Arte em Movimento, ecossistema de arte que atua na concepção, curadoria, produção e elaboração de projetos do universo cultural e leis de incentivo à cultura.

3˚ Festival de Música de Nova Prata confirma realização e divulga edital para Mostra Paralela

Evento ocorrerá em formato híbrido de 09 a 12 de dezembro com entrada franca

Mostra Paralela recebe inscrições até 22 de novembro, pelo site www.fmnp.com.br

Os amantes da música instrumental podem comemorar: de 09 a 12 de dezembro ocorre a terceira edição do Festival de Música de Nova Prata, que em 2021, ocorrerá em formato híbrido, com apresentações diretamente da Praça da Bandeira e transmissões pelos canais do festival. A já tradicional Mostra Paralela, esse ano, vem em novo formato: serão selecionados quatro clipes de bandas residentes no RS que possuam trabalho instrumental e/ou autoral. As inscrições no edital estão abertas até 22 de novembro através do site do evento www.fmnp.com.br.

As bandas selecionadas terão seus vídeos exibidos no sábado e domingo, 11 e 12 de dezembro, pelos canais do festival, e receberão cachê de R$ 500,00. O processo seletivo está aberto para grupos de todo o estado, dando prioridade para a música instrumental e/ou autoral produzida na região da serra. Serão pré-selecionados os trabalhos para votação popular de acordo com os seguintes critérios: Produção autoral, qualidade artística; originalidade; qualidade técnica – execução e a banda residir em uma cidade do RS. Os pré-selecionados serão divulgados em 26 de novembro e a votação popular nas redes sociais ocorrerá até 02 de dezembro. Os vencedores, vídeos com o maior número de reações e comentários somados, serão conhecidos na sexta, 03 de dezembro. 

O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017, além de edição especial online e com bandas locais, em maio deste ano. A terceira edição contará com atividades formativas e duas noites com apresentações musicais, que serão divulgadas em breve. 

O 3˚ Festival de Música de Nova Prata é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio master da VIPAL e patrocínio da Autopratense, Pneus OST, Supermercado Porta e Arte Mobili. Apoio: Prefeitura Municipal de Nova Prata.  Idealização: Eclética e CUCO e Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal Pátria Amada Brasil.

7˚ Festival Kino Beat ocorre a partir de 14 de novembro em formato híbrido

Evento com patrocínio da Oi e financiamento Pró-Cultura RS Governo do Estado do Rio Grande do Sul contará com programação online e atividades presenciais em Porto Alegre

A 7a edição do Festival Kino Beat, que ocorre de 14 a 30 de novembro em formato híbrido, apresenta o tema “Histórias de Outros Reinos” como a tônica curatorial deste ano. Serão mais de 30 atividades, entre oficinas, falas, curso, congresso, Cine Jardim, performances, instalações e exposição, que contam com 21 artistas e 14 pesquisadores, pensadores e ativistas. Com exibição de obras online, em cinco pontos de Porto Alegre e ações em Alvorada. Em formato híbrido, o evento promoverá parte de sua programação presencialmente, parte através de seus canais digitais, e conta com patrocínio Oi e financiamento do Pró-Cultura RS, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Em 2021 o evento conta com um tema que permeia sua construção de programação. O projeto curatorial do 7˚ Festival Kino Beat germina de uma história-semente — um conto de 1974 de Ursula K. Le Guin, “A Autora das Sementes de Acácia e Outras Passagens da Revista da Associação de Therolinguística”. Por meio da ficção, a escritora nos apresenta uma nova e revolucionária ciência que estuda a linguagem e a poética dos animais: a Therolinguística. O conteúdo foi transformado em podcast e já pode ser conferido aqui https://www.youtube.com/watch?v=Not6Uv-fZsA

“Nosso festival também pretende ser semente, para que artistas e públicos possam plantar e criar suas próprias histórias”, afirma o curador e diretor do Kino Beat, Gabriel Cevallos, que desenvolveu o processo curatorial com apoio de um grupo de trabalho formado por  Adauany Zimovski, Camila Proto, Fernando Silva e Silva, Luísa Muccillo, Léo Tietboehl, que durante dois meses desenvolveu conceitos e discussões em torno do projeto. Neste conto, em algum momento no início do século XX, cientistas conseguiram identificar a arte, e traduzir os sons, movimentos, brincadeiras e outras trocas comunicacionais dos animais em linguagem humana. Apesar de Le Guin escrever em sua história que o possível aprimoramento desta ciência seria em direção a compreensão da linguagem e poética dos reinos vegetal e mineral, nas cinco páginas da obra, apenas alguns mistérios do reino animal eram de conhecimento dos therolinguistas.  

“É a partir desse ponto que jogamos algumas sementes para seguir a fabulação: propomos uma Associação de Therolinguística no século XXI, em relação simétrica e de respeito com conhecimentos ancestrais — condição que permite à ciência avançar e desvendar mais algumas histórias de outros reinos. Como Ursula e outras autoras nos ensinam: importa quais histórias contamos para contar histórias; importa quais histórias fazem mundos, quais mundos fazem histórias”, revela. 

Assim, criou-se um espaço para que essas vozes ecoem através de uma multiplicidade de linguagens artísticas e atividades educativas, lançando alguns diálogos sobre as turbulências desta época de rápida transição ambiental. Histórias de Outros Reinos surge como um título que pode nomear ao mesmo tempo a breve continuação e materialização que ousamos dar ao conto de Ursula e as muitas histórias e trabalhos inéditos criados em conjunto e através de algum reino.  

Na liberdade da criação, o próprio formato do Kino Beat se assume como uma história inventada: um festival proposto por uma associação ficcional, que reúne trabalhos de artistas, cientistas associados, ativistas, pensadores e entusiastas dispostos a fabular coletivamente outras histórias para este mundo.

Atividades online iniciam em 03 de novembro

Apesar da programação oficial estar marcada para 14 de novembro, algumas ações online já serão promovidas a partir de quarta, 03 de novembro, em formato online, como uma fala de apresentação da Associação de Therolinguística pelo grupo criador do argumento do festival, o lançamento da obra Tecnohorta, de Guilherme Leon, uma newsletter-obra que será enviada diariamente no período do festival para o público que se cadastrar para participar, e a fala de apresentação do Grupo de Pesquisa e Ecologia das Práticas (GPEP), um coletivo formado em 2016 e que discute, no contexto da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH), as diferentes vertentes teórico-práticas do que chamamos de “pensamento ecológico”. 

O grupo promoverá ao longo da programação atividades informativas e educativas que trabalham, conceitual e politicamente, um conjunto de temáticas e fabulações que constituem a proposta do 7º Festival Kino Beat e as Histórias de Outros Reinos. São oito conversas e oficinas ministradas por convidados especiais cujos ouvidos se voltam para uma composição de ecos de naturezas distintas, que se produzem e ressoam entre mundos. Na véspera da abertura oficial, inicia a oficina de padaria A fermentação das massas, ministrada por Claudia Zanatta. 

Festival promove primeira atividade presencial na abertura no domingo, 14 de novembro

Os jardins do Museu Joaquim Felizardo recebem um evento ao ar livre com projeção e pré-estreia das 18 obras audiovisuais de 12 artistas convidados. As obras serão lançadas ao longo do festival pelo site do projeto, através do canal de youtube, ficando disponíveis para acesso por tempo indeterminado.  Um dos vídeos projetados será acompanhado de trilha ao vivo pelo guitarrista e produtor Carlos Ferreira, fazendo improvisações sobre as imagens. A artista Carina Levitan apresentará em forma de performance o seu filme sonoro. E o artista Marcelo Armani também apresentará em forma de performance sonora as gravações de campo que dão vida às duas peças sonoras criadas para o festival. E o conto que inspirou a criação do festival, abrirá o evento com sua versão em áudio. O acesso é gratuito, com limitação de 300 pessoas e apresentação de carteira de vacinação. 

Festival conta com mostra em parceria com a Embaixada Francesa no Brasil, Aliança Francesa Brasil, Centre Pompidou e Instituto Francês Paris.

A Mostra “A Ecologia das Imagens”, produzida pelo festival francês Hors Pistes ocorre em parceria com a Embaixada Francesa no Brasil, Aliança Francesa Brasil, Centre Pompidou e Instituto Francês Paris. A mostra conta com uma seleção de dois vídeos e uma vídeo-instalação que integram o programa do Cine Jardim e uma vídeo-instalação que estará em cartaz gratuitamente de 25 a 28 de novembro na Galeria ISTA. 

Denilson Baniwa INÍPO: Caminho de Transformação, ocorre em quatro espaços a partir de 27 de novembro

O artista indígena Denilson Baniwa, de Barcelos, no interior do Amazonas, ganha sua primeira exposição individual na cidade com uma exposição-percurso em correalização com o Goethe-Institut Porto Alegre, que contará com exibição fragmentada em três locais físicos e um virtual: Goethe-Institut Porto Alegre, MARGS, Casa de Cultura Mário Quintana e Instagram do festival. A mostra traz a público trabalhos inéditos e recentes, criados entre 2020 e 2021. Com pintura mural, gravuras digitais, vídeo, lambe-lambe, e um filtro digital interativo. 

O percurso sugerido da exposição começa no Goethe-Institut Porto Alegre, com a pintura Muyeréusáwa Rúka no muro de entrada da instituição. O trabalho criado especialmente para o projeto ilustra em mais de 11 metros de superfície os petróglifos, gravuras rupestres que narram fatos e mitos do povo indígena Baniwa; e as Casas de Transformação, locais sagrados de onde surgem os conhecimentos ancestrais. Pintado com cores fluorescentes sob base escura, o muro terá iluminação noturna com luz ultravioleta (luz negra), criando um efeito visual que remete ao encantamento dos seres da floresta.  A instalação também dá continuidade ao projeto de ocupação artística do muro do Instituto realizado desde 2018.

Nas Salas Negras do MARGS, será apresentada a série de gravuras digitais Aquela gente que se transforma em bicho, com três gravuras feitas para exposição, em um total de oito, todas medindo 120×84. Os trabalhos retratam alguns dos seres duplos (espírito bicho-gente), que na teoria do perspectivismo ameríndio, indica que “tudo o que existe no cosmos pode ser sujeito, mas todos não podem ser sujeitos ao mesmo tempo, o que implica uma disputa.” Na outra Sala, serão exibidos os vídeos Ty Ty – memórias de beija-flor (3min26s) e Floresta- Casa derrubada (A última maloca do fim do mundo) (2min41s). Os vídeos abordam questões de indígenas em contexto urbano, as memórias da floresta, a constante luta por territórios, e as violências da colonização.  

Seguindo o percurso rua abaixo, no 5 ̊ andar da Casa de Cultura Mário Quintana, o Jardim Lutzenberger recebe o lambe-lambe de grande dimensão Repovoamento de uma cidade Floresta, colada na fachada da Casa e nas paredes que circundam o jardim suspenso, a figura de um pajé soprando seu cigarro-sagrado diversas espécies de animais, representa os saberes e poderes da comunicação transcendental do “diplomata do cosmos”. As colagens dos animais se misturam com as muitas espécies de plantas do jardim.   

O filtro digital interativo Yawareté, desenvolvido especialmente para exposição, pode ser acessado de qualquer lugar, antes, durante ou depois do percurso, através de um telefone celular com acesso ao aplicativo Instagram. O filtro brinca com a ideia da transformação do humano em bicho e do bicho em humano. A figura da onça, marca registrada do trabalho de Denilson, surge como uma máscara junto com os animais encantados, os mesmos pintados no mural do Goethe-Institut Porto Alegre. Para testar o filtro, acesse o perfil do Kino Beat no Instagram: @kinobeatfestival na sessão destaque.  

No MARGS e na Casa de Cultura, a mostra segue até 09 de janeiro, já a pintura do muro do Goethe-Institut poderá ser conferida até 28 de fevereiro de 2022

Congresso Therolinguista ocorre a partir de 18 de novembro online

Com organização de A(na)rqueologias das Mídias – Grupo de Pesquisa em Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC), o Congresso Therolinguista ocorrerá nos dias 18, 19, 24 e 25 de novembro, às 19h, pelo YouTube do festival. Serão quatro mesas propondo um  espaço de reflexões e propostas para uma retomada de comunicação entre seres humanos e não-humanos, que contará com Taís Severo, Lennon Macedo, Mario Arruda, Tuane Eggers, André Araujo , Camila Proto , Cassio Borba Lucas, Bya, Giovana Colling, Marcelo B. Conter e Lígia Lazevi, Luis Felipe Abreu, Demétrio Pereira e Guilherme Luz, João Flores da Cunha e Sandra Suzani Pedroni. 
Todas as atividades são gratuitas. Nos espaços fechados, é necessário o cumprimento das orientações sanitárias vigentes no período, como uso de máscaras e apresentação de passaporte vacinal. Patrocínio: Oi, apoio Oi Futuro e LABSONICA. Financiamento: PRÓ-CULTURA – Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Cultura do RS Para mais informações, acesse www.kinobeat.com

Despedida estreia na 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinícius Lopes, as filmagens do longa foram realizadas nas cidade de Pelotas e Viamão, no Rio Grande do Sul

Durante o feriado de Carnaval, Ana (Anaís Grala Wegner)  viaja para o interior do sul do Brasil para o funeral de sua avó. À noite, ela vê o fantasma da avó entrando na floresta perto da casa da família, e descobre um mundo de fantasia e mistério. Esse é o mote do longa Despedida, que estreia na 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, dia 30 de outubro, às 19h50min, no Espaço Itaú de Cinema (Augusta). A produção conta com mais duas sessões na programação (confira o serviço abaixo).

A 45ª edição da Mostra acontece entre 21 de outubro e 3 de novembro, conta com 39 filmes brasileiros no total, incluindo longas-metragens selecionados nos Festivais de Cannes e Veneza, obras que fazem sua estreia na Mostra, clássicos restaurados e curtas-metragens. Despedida integra a Mostra Brasil, ao lado de outras 33 produções. 

Escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinícius Lopes, o filme conta com distribuição da Elo Company. As filmagens foram realizadas nas cidade de Pelotas e Viamão, no Rio Grande do Sul, entre os meses de fevereiro e março de 2019, e contaram com apoio da Locall, TECNA – Tecnopuc Viamão e Hotel Manta.  

Além de Anaís Grala Wegner no papel de Ana, estão no elenco Patricia Soso, Ida Celina, Sandra Dani, Marielly da Cruz, Kiko Ferraz, Silvia Duarte, Clemente Viscaino, Frederico Machado e Kauã Machado

O projeto também participou dos encontros de coprodução Plataforma Lab, em 2016, e Brasil CineMundi, em 2017, onde recebeu uma menção honrosa do júri. Este é o segundo longa-metragem da dupla, que estreou no formado com Irmã, lançado em 2020. 

Sinopse

Durante o feriado de Carnaval, Ana, uma menina de 11 anos, viaja para o interior do sul do Brasil para o funeral de sua avó, que não via há anos. À noite, pela janela, ela vê o fantasma de sua avó entrando na floresta perto da casa da família. Quando Ana decide segui-la em meio às árvores, ela descobre um mundo de fantasia e mistério. Para resolver uma antiga desavença familiar, ela precisa recuperar o mundo imaginário de sua mãe, há muito esquecido, abandonado na floresta onde ela enterrou sua infância. No caminho de Ana, bruxas, vilões da fábula, criaturas estranhas e um cão selvagem que guarda a passagem para este mundo fantástico. 

Sobre os diretores

Luciana Mazeto e Vinícius Lopes são diretores e roteiristas nascidos em Porto Alegre. Seus filmes foram selecionados em festivais de cinema como Berlim, Rotterdam, Leipzig, Nyon, Vila do Conde, Gramado, São Paulo, Tiradentes e Havana. Seu primeiro longa-metragem, Irmã, teve sua estreia mundial na 70ª Berlinale, em 2020. Eles são sócios-fundadores da produtora Pátio Vazio. Despedida é o seu segundo longa-metragem. Para mais informações acesse www.patiovazio.com/despedida

Sobre a Pátio Vazio

A empresa produtora Pátio Vazio foi criada em 2012 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Desde então, já produziu mais de 10 curtas e 2 longas-metragens, incluindo ficções e documentários que foram exibidos em vários festivais de cinema. O primeiro longa-metragem da empresa, Irmã, teve sua estreia mundial na 70ª Berlinale – Generation, em 2020. Seu segundo longa-metragem, Despedida, foi contemplado no PRODAV 04/2014 – Laboratório de Desenvolvimento, e no edital Longa B.O Infantil SAV/MINC/FSA N.02/2016. O projeto também participou do encontro de coprodução da Brasil CineMundi em 2017, onde recebeu uma menção honrosa do júri.

Sobre a Elo Company

Internacionalmente conhecida como “sua ponte para o mercado brasileiro”, a Elo é responsável por mais de 200 títulos brasileiros vendidos tanto local como globalmente, incluindo o Oscar de Melhor Recurso Animado O Menino e o Mundo; vencedor do Festival de Cannes “Cinema Novo”; primeiro Vimeo latino-americano Original O espaço no meio”: Marina Abramovic e o Brasil; e os blockbusters locais, como SOS Mulheres ao Mar 2, com mais de 1,5 milhões de ingressos vendidos. Em 2018, a Elo fundou o selo ELAS, defendendo o trabalho das mulheres cineastas, comprometendo-se a distribuir seus filmes ao mesmo tempo em que oferecem consultoria criativa, jurídica e executiva em diferentes estágios de produção, incluindo os próximos lançamentos Aos Olhos de Ernesto, Mulher Oceano e Meu Querido Supermercado.

Serviço
Despedida (Ana’s Farewell), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes (90′)

Brasil. Falado em português. Legendas em inglês. Indicação livre.

Espaço Itaú de Cinema – Augusta Sala 3 – 30/10/21 – 19h50min – Sessão: 537

Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 4 – 31/10/21 – 16h15min – Sessão: 577

Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 5 – 02/11/21 – 13h30min – Sessão: 669

FICHA TÉCNICA

ROTEIRO E DIREÇÃO: Luciana Mazeto, Vinícius Lopes

EMPRESA PRODUTORA: Pátio Vazio

PRODUÇÃO: Jaqueline Beltrame

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Jaqueline Beltrame, Eduardo Piotroski 

PRODUTOR ASSOCIADO: Eduardo Piotroski  

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Lívia Pasqual 

DIREÇÃO DE ARTE: Gabriela Burck 

CENOGRAFIA: Eder Ramos

FIGURINO: Gabriela Guez

1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Daniela Strack

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Leandro Engelke

PREPARAÇÃO DE ELENCO: João Pedro Madureira 

PRODUÇÃO DE ELENCO: Laura Leão

DESENHO DE SOM: Kevin Agnes  

TRILHA ORIGINAL: Caio Amon

VFX: Rafael Duarte

CORREÇÃO DE COR: Rafael Duarte

DIREÇÃO DE ANIMAÇÃO 2D: Rodrigo John

MONTAGEM: Luciana Mazeto

ILUSTRAÇÃO CARTAZ: Martina Nickel

DESIGN GRÁFICO: Leo Lage

ASSESSORIA JURÍDICA: Patrícia Goulart

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Bruna Paulin

APOIO: Locall, TECNA – Tecnopuc Viamão e Hotel Manta

DISTRIBUIÇÃO: Elo Company

Circuito Orelhas promove edição 2021/2022 com shows de Tássia Reis, Filipe Catto, Jup do Bairro, Marina Sena, entre outros

Projeto realizará circulação por cinco cidades do RS promovendo atividades formativas e performances de artistas locais e nacionais

O Circuito Orelhas, projeto patrocinado pela plataforma Natura Musical, promove a edição 2021/2022 do projeto, que ocorreráem Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Uruguaiana e Pelotas. Estão previstas seleção de profissionais em cada localidade por meio de edital, mentorias gratuitas, além de showcases de grupos locais seguidos de performance de um artista nacional convidado. A circulação conta com performances de Tássia Reis, Filipe Catto, Brisa Flow, Jup do Bairro e Marina Sena.

“A ideia é aproveitar a construção do projeto até aqui, fortalecendo a imagem do Circuito Orelhas em Porto Alegre e capilarizando recursos e experiências para reconectar artistas e produtores do interior com o cenário nacional, em um recorte onde a música autoral brasileira, a diversidade e a fraternidade estarão em foco”, declaram os criadores do Circuito Orelhas Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock.

A proposta de fomentar a cena local de cada um dos municípios participantes ocorrerá tanto para as atividades artísticas e formativas, quanto para área técnica: em cada cidade dois editais serão lançados. Um deles, voltado para a cena artística de cada região, selecionará três nomes que participarão de mentoria com artistas convidados e equipe do Circuito Orelhas e integrarão os showcases locais, e outro edital para selecionar a equipe técnica local – produtores, fotógrafos, técnicos, filmmakers, entre outras funções, que participarão ativamente do evento. Tanto artistas quanto equipe técnica receberão remuneração com valores de mercado e treinamento para colherem frutos futuros da melhor forma. Para assegurar a equidade de gênero e diversidade, 70% das vagas dos editais serão destinadas a pessoas negras, LGBTQIAP+, indígenas, PcDs e mulheres.

No total serão 20 shows com cinco artistas nacionais e 15 locais, cinco palestras e 10 mentorias. Além de serem acompanhadas presencialmente pelos artistas selecionados, as palestras e mentorias serão online, democratizando o conhecimento para mais interessados, assim como os melhores momentos das performances, levando o trabalho dos artistas das cinco regiões do RS para todo país.

O Circuito Orelhas foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de Dessa Ferreira, Pâmela Amaro, Gravina DasMina e Feijoada Turmalina, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 39 projetos até 2020, como Filipe Catto, Tem Preto no Sul, Borguetti e Yamandu, Zudizilla, Sons que Vem da Serra e Thiago Ramil.

“Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço à diferentes vozes, a plataforma apoia artistas, bandas e projetos de fomento à cena capazes de amplificar debates como a diversidade, a sustentabilidade e o impacto positivo na sociedade”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

Editais para contratação de equipes e artistas está aberto até 30 de outubro

Os editais de contratação de equipe técnica e seleção de atrações artísticas nos cinco municípios ocorre através de inscrição de formulário pelo link https://linklist.bio/circuitoorelhas até 30 de outubro.  Os inscritos serão avaliados pelas produtoras culturais Alice Castiel e Mauryani Oliveira, que integram a equipe de seleção, além dos criadores do Circuito Orelhas. Os selecionados serão divulgados no dia 10 de novembro pelas redes sociais do projeto.

De 16 a 29 de novembro, ocorrem as mentorias online, disponíveis para o público em geral e a equipe eleita pelo edital, que serão ministradas por profissionais do projeto e convidados, divididos em cinco temas: Produção Artística, com Miriane Brock, Produção Executiva com Bruno Melo, Projetos Culturais com Daniela Ramirez, Gestão de Carreiras com Cristal e Comunicação para Cultura com Bruna Paulin. As inscrições são pela plataforma Sympla a partir de 01 de novembro.

Programação presencial está agendada para janeiro e fevereiro de 2022

Já em 2022, estão programadas as atividades presenciais: em cada um dos municípios está previsto um show de artista nacional, três showcases de grupos locais e uma palestra. As atividades presenciais seguirão os protocolos sanitários vigentes, com atenção à limitação de público e fiscalização de uso de máscara.

Tássia Reis se apresenta em Porto Alegre (13 de janeiro), Filipe Catto participa em Santa Maria (21 de janeiro), Brisa Flow é a atração de Caxias do Sul (28 de janeiro), Jup do Bairro fará performance em Uruguaiana (11 de fevereiro) e Marina Sena encerra a circulação com show para o público de Pelotas no dia 18. Além dos espetáculos, os integrantes dos showcases também assistem palestras com os artistas visitantes, que abordarão livremente aspectos relacionados às suas carreiras e o desenvolvimento para alcançar reconhecimento no mercado profissional.

Encerrando a programação, o Circuito Orelhas lançará um festival online com os melhores momentos da programação no mês de março com datas a confirmar.

O Circuito Orelhas foi criado em 2019 com o objetivo de fortalecer o cenário musical de Porto Alegre e impulsionar novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Idealizado pelos produtores culturais Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock, o Orelhas promoveu desde sua criação 15 eventos, recebendo 41 artistas e 5 intervenções de arte visual em 8 palcos diferentes e um festival online, mobilizando ao todo 4.500 pessoas presencialmente e milhares de pessoas online. Os três amigos, apaixonados por música, trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já ocorreram na cidade, como Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters e Foo Fighters, e levam toda a expertise das mega produções para eventos independentes dentro e fora do palco.

Vendo a grande diferença de estrutura e mídia que artistas internacionais têm em relação aos artistas brasileiros, e ainda mais para artistas locais em início de carreira, o projeto se propôs a mudar aos poucos essa realidade. Ao longo do seu primeiro ano de vida, o Circuito Orelhas criou parcerias estratégicas com empresas locais para que a suas produções oferecessem todas etapas de um mega evento, como transporte, hospedagem, catering, mídia, nas devidas proporções, mas com qualidade, em um trabalho caloroso e atencioso com todos artistas.

Para acompanhar as novidades e saber mais informações sobre a edição 2021/2022 do Circuito Orelhas, acesse o perfil do projeto: https://www.instagram.com/circuitoorelhas/

EDITAIS DE SELEÇÃO ARTÍSTICA E TÉCNICA

De 01 a 30 de outubro, através de formulário: https://linklist.bio/circuitoorelhas

Resultado dos selecionados em 10 de novembro

Mentorias online: de 16 e 22 de novembro, a partir das 19h30min, para selecionados e de 23 a 29 de novembro, no mesmo horário, para público em geral (inscrições gratuitas pelo Sympla).

Produção Artística com Miriane Brock: A gestora cultural e artista, idealizadora do projeto irá compartilhar suas experiências, especialmente no que se refere à relação e contratação de artistas, buscando contribuir e facilitar o trabalho de profissionais de produção em geral.

Produção Executiva com Bruno Melo: O gestor cultural, que já atuou em grandes projetos e eventos, irá compartilhar suas experiências, especialmente na gestão e execução de projetos, desde a concepção à execução.

Projetos Culturais com Daniela Ramirez: a produtora cultural com experiência na elaboração de projetos para leis de incentivo, irá abordar critérios gerais necessários à elaboração de propostas para mecanismos de incentivo e editais, buscando facilitar a compreensão das ferramentas e recursos.

Gestão de Carreiras com Cristal: a artista irá abordar temas como gestão de carreiras e o olhar do artista em relação ao produto cultural, compartilhando suas experiências.

Comunicação para cultura com Bruna Paulin: a comunicadora com experiência em projetos culturais irá abordar estratégias de comunicação eficientes para os diversos tipos de eventos, compartilhando cases e experiências da área.

Shows:

Tássia Reis + 03 showcases locais em Porto Alegre – 13 de janeiro

Filipe Catto + 03 showcases locais em Santa Maria – 21 de janeiro

Brisa Flow + 03 showcases locais em Caxias do Sul – 28 de janeiro

Jup do Bairro + 03 showcases locais em Uruguaiana – 11 de fevereiro

Marina Sena + 03 showcases locais em Pelotas – 18 de fevereiro


Sobre Natura Musical

Natura Musical é a plataforma de cultura da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 174,5 milhões no patrocínio de mais de 518 projetos – entre trabalhos de grandes nomes da música brasileira, lançamento e consolidação de novos artistas e projetos de fomento às cenas e impacto social positivo. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do Natura Musical selecionou 43 projetos em todo o Brasil e promoveu mais de 300 produtos e experiências musicais, entre lançamentos de álbuns, clipes, festivais digitais, oficinas e conferências. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com uma programação contínua de lives, performances, bate-papos e conteúdos exclusivos, agora digitalmente.

Circuito Orelhas: Idealizado pelos produtores culturais Diego Groisman, Bruno Melo e Miriane Brock, o Circuito Orelhas fortalece o cenário musical de Porto Alegre e impulsiona novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Os três amigos, apaixonados por música, já trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já aconteceram na cidade e levam toda a expertise das megaproduções para realizar eventos independentes com muita qualidade dentro e fora do palco. Em 2021 o projeto terá uma edição especial patrocinada pela plataforma Natura Musical, que circulará por cinco cidades do RS.

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