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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Série de podcast ficcional sobre mulheres na ciência estreia nas plataformas de streaming em 08 de março

A Ciência como ela é – a Saga de Carlota é uma série original de podfiction com dez episódios contando a história de Carlota, interpretada por Mel Lisboa

A partir de 08 de março será possível acompanhar nas plataformas de streaming uma série original de podcast ficcional sobre mulheres na ciência. A Ciência como ela é – a Saga de Carlota conta com dez episódios que narram a história de Carlota, interpretada por Mel Lisboa, uma professora de física que enfrenta diversos desafios ao longo da vida para ser uma cientista.

O projeto tem como objetivo discutir dados de estudos científicos sobre a baixa representatividade de mulheres na ciência, debater a importância e as vantagens da diversidade na área, trazendo algumas possíveis soluções para resolver o problema. A Saga de Carlota teve origem em uma peça teatral, em 2017. A ciência como ela é foi criada por Carolina Brito (professor.ufrgs.br/carolinabrito/) e Márcia Barbosa (www.if.ufrgs.br/~barbosa/), doutoras e professoras do Instituto de Física da UFRGS, com ampla experiência em ensino, pesquisa e extensão. Além de serem pesquisadoras sobre as questões de gênero na ciência,  ambas integram o programa de Extensão Meninas na Ciência (https://www.ufrgs.br/meninasnaciencia/), que tem como objetivo principal atrair meninas para áreas de ciências exatas e tecnológicas.

A partir da montagem teatral, surgiu a história de Carlota. Segundo a dupla, baseadas em histórias de muitas cientistas que diariamente enfrentam diversos desafios, em especial por conta de gênero, elas resolveram construir um projeto de ficção que reunisse parte de diversas vivências de mulheres na ciência.

O espetáculo A ciência como ela é narrava a vida de Carlota desde sua infância até se tornar uma cientista feminista. Neste processo, ela encontrava diversos personagens, cada um representando uma barreira a ser enfrentada. O texto dramatúrgico, dividido em cinco atos, trazia esquetes ficcionais intercaladas pela discussão sobre as pesquisas e estatísticas relacionadas a cada segmento. A peça foi apresentada em diversos eventos com bastante sucesso, tanto no Brasil quanto em congressos científicos internacionais e foi gravada em estúdio (https://www.ufrgs.br/napead/portfolio/70). A partir daí, surgiu a podfiction, que também conta com Jeferson Arenzon (www.if.ufrgs.br/~arenzon/), colega de Carolina e Márcia no Instituto de Física, Cristina Bonorino, imunologista e Professora Titular da UFCSPA, e Ricardo Severo, compositor, diretor musical e dramaturgo, no time de criadores e roteiristas.

Como produtores há mais de 10 anos do podcast de divulgação científica  “Fronteiras da Ciência” ( http://frontdaciencia.blogspot.com/ ), Jeferson e Carolina viram crescer o consumo de podcasts nos últimos anos. A equipe então identificou a necessidade de um programa que trouxesse a pauta das mulheres na ciência para o mundo dos podcasts e criou A Saga de Carlota. A série pretende levantar a questão da diversidade na ciência para além da esfera acadêmica, trazendo a linguagem artística para atingir um público mais amplo, mas sem abandonar um ponto essencial neste projeto, que é a apresentação de resultados científicos sobre o assunto.

“A partir de A Saga de Carlota, pretendemos contribuir para uma transformação na percepção dos ouvintes no que concerne a necessidade de uma maior diversidade na ciência e elevar o debate sobre machismo, diversidade, assédios sexual e moral a temas científicos que devem ser tratados com base em evidências e com método”, declaram os criadores. Passando pela infância e os desafios das pequenas cientistas e suas famílias, assédio de professores e colegas, participação de mulheres na vida política, preconceito na academia, assédio por superiores, diversidade racial, Carlota segue sua trajetória, assim como diversas mulheres que inspiraram a criação desta história. “Alguns episódios que integram os roteiros foram presenciados por nós, outros são relatos de colegas, não só no Brasil, mas no mundo todo”, afirmam Carolina, Márcia e Cristina.

Com financiamento do Instituto Serrapilheira, A Saga de Carlota traz no elenco Eduardo Semerjian, Eduardo Silva, Érica Montanheiro, Fafy Siqueira, Herbert Richers Jr., Ilana Kaplan, Jamile Godoy, Mel Lisboa, Nany People, Otavio Martins, Rubens Caribe, Samuel de Assis e Tuna Dwek. Os ensaios ocorreram à distância, pela plataforma Zoom, ao longo de uma semana, e as gravações ocorreram individualmente, no segundo semestre de 2020, com direção de elenco de Severo, que também é produtor musical e editor da podfiction. Os episódios inéditos vão ao ar semanalmente às segundas-feiras até 10 de maio. Para saber mais sobre o projeto, acesse https://ufrgs.com/asagadecarlota/ ou nas redes sociais @asagadecarlota.

A Ciência Como ela é – A Saga de Carlota

Estreia em 08 de março, em diversas plataformas de streaming

Ficha técnica

  • Carolina Brito: autora, roteirista e produtora geral
  • Márcia C Barbosa: autora, roteirista
  • Cristina Bonorino: roteirista-chefe
  • Jeferson J. Arenzon: roteirista e co-produtor
  • Ricardo Severo: roteirista, diretor de elenco, produtor musical, editor de som e áudio
  • Identidade visual:  Agência Monday
  • Assessoria de comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
  • Vinhetas e animações: Francine dos Santos 
  • Oferecimento: Instituto de Física da UFRGS
  • Apoio do Instituto Serrapilheira

Elenco:

Mel Lisboa: Carlota

Ilana Kaplan: Narradora 

Rubens Caribé:  Narrador 

Nany People: Mãe da Magda, Profa Ana, Amélia e mulher no armário

Fafy Siqueira: Mãe da Carlota, Claudia, Beatriz

Tuna Dwek: Magda e Nádia 

Jamile Godoy: Marina, Clara, Angélica, Mariana, Maria

Eduardo Semerjian: Mateus, Prof de Física, Prof Pedro

Herbert Richers Jr: Carlos Alejandro, Gerald, Prof.Bernardo, Prof Nicolas, Guilherme

Otávio Martins: Rafael, Aluno2, Leonardo, Gustavo e Felipe

Erica Montanheiro: Magda criança, Jeniffer, Laura, Angela

Samuel de Assis: Aluno 1, André, Renato, Richard, Jean

Edu Silva: pai da Carlota, Prof Jader, Roberto, segurança

Arthur Koucher divulga segundo single em 26 de fevereiro

Marchinha de Outono é uma das seis faixas que integram seu EP de estreia, que chega às plataformas nos próximos meses

Após sua estreia em janeiro com seu primeiro single, o instrumentista e compositor Arthur Koucher lança nesta sexta-feira, 26 de fevereiro, Marchinha de Outono, a segunda das seis faixas que integram seu EP de estreia, Reencontros, que chega às plataformas nos próximos meses. 

Uma canção sobre a contemplação do Outono e também sobre paixão – “a paixão sempre me desloca. Na época em que compus essa música, eu estava extremamente apaixonado e esse sentimento me movimentava. De certa forma, as cores da estação me atingiam como as cores desse sentimento”, conta o músico.

Marchinha de Outono representa um movimento, aquele que precede o inverno, “estação onde me resguardo”, declara. Como uma corrida para alcançar a paixão e encontrar um lugar para se abrigar de nuvens chuvosas (o inverno porto alegrense é irreparavelmente chuvoso) e ventos frios dos quais “o calor de março não quer deixar ninguém dizer que não aguenta mais tremer…” como diz a canção.

“Na música, a mudança de cadência com a entrada da bateria representa o dar-se conta da paixão e, portanto, uma saída do estado de repouso até um momento de êxtase quando os violinos desabam no último refrão”.

O cantautor de 23 anos iniciou sua trajetória na música ainda criança, aos seis anos de idade, com estudos de violão. Rapidamente desenvolveu habilidades e aprofundou seu conhecimento no violão erudito e no canto, assim como encontrou na poesia uma paixão. Todas as canções que serão lançadas, a partir desta sexta até abril, foram totalmente compostas pelo artista, que após um período afastado da música, teve a ideia deste projeto ao reencontrar o músico, amigo de infância e produtor do EP, Erick Endres. “Nos reencontramos depois de alguns anos afastados, e o entrosamento e conexão tocando juntos foram imediatos”, conta Arthur.

A dupla iniciou as gravações em agosto de 2019, no estúdio Armazém Sonoro, onde seguiram com sessões até dezembro de 2020. Acompanharam Arthur (voz, guitarra e piano) e Erick (guitarra) no EP os instrumentistas Rafael Müller (bateria), Miriã Farias (violino), Lourenço Marques (baixo) e Pedro Dom (Clarinete). Em Marchinha de Outono é possível conferir a participação da violinista Miriã Farias.

A capa de Marchinha de Outono é uma obra do artista João Salazar, uma aquarela que remete às cores e memórias da canção. João também assina as artes e o design do single anterior  também do EP, que será lançado ainda neste primeiro semestre..

Para acompanhar as novidades e conferir um pouco do processo de produção do projeto, acesse: instagram.com/arthurckoucher

Lançamento single Marchinha de Outono de Arthur Koucher

26 de fevereiro  em todas as plataformas de streaming

1. Marchinha de Outono (3:59)

Arthur Koucher

Arthur Koucher: vozes e guitarra
Miriã Farias: violino
Lourenço Marques: baixo elétrico
Rafa Müller: bateria

Produção Musical: Erick Endres e Arthur Koucher
Produção Executiva: Bruno dos Anjos / OcorreLAB
Arte de Capa: João Salazar
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Gravado no estúdio Armazém Sonoro (set 2019 – dez 2020)

Mixagem: Erick Endres
Masterização: Erick Endres

instagram.com/arthurckoucher

Arthur Koucher lança single nesta sexta, 22 de janeiro

Canção que marca primeiro lançamento da carreira do músico é uma das seis faixas que integram seu EP de estreia, que chega às plataformas nos próximos meses (Foto Tiago Coelho)

Nesta sexta-feira, 22 de janeiro, chega às plataformas de streaming o single de estreia do instrumentista e compositor Arthur Koucher, Armação. A canção é o primeiro lançamento de sua carreira e integra uma das seis faixas de seu EP.

O cantautor de 23 anos iniciou sua trajetória na música ainda criança, aos seis anos de idade, com estudos de violão. Rapidamente desenvolveu habilidades e aprofundou seu conhecimento no violão erudito e no canto, assim como encontrou na poesia uma paixão. Todas as canções que serão lançadas, a partir desta sexta até abril, foram totalmente compostas pelo artista, que após um período afastado da música, teve a ideia deste projeto ao reencontrar o músico, amigo de infância e produtor do EP, Erick Endres. “Nos reencontramos depois de alguns anos afastados, e o entrosamento e conexão tocando juntos foram imediatos”, conta Arthur.

A dupla iniciou as gravações em agosto de 2019, no estúdio Armazém Sonoro, onde seguiram com sessões até dezembro de 2020. Acompanharam Arthur (voz, guitarra e piano) e Erick (guitarra) no EP os instrumentistas Rafael Müller (bateria), Miriã Farias (violino), Lourenço Marques (baixo) e Pedro Dom (Clarinete). Em Armação é possível conferir a participação de Erick, Lourenço e Rafael.

Armação, primeiro single do projeto, é uma coleção de memórias de uma viagem que foi feita com dois amigos muito próximos até Florianópolis. “São imagens de nós três próximos ao mar num momento de vida em que me sentia vivendo plenamente o presente, sem muita preocupação com os capítulos que viriam”, revela.

A música começou a ser composta durante a viagem e carrega a proximidade do mar. “A forma como a harmonia é tocada no violão é a mesma desde o rascunho da canção, há 6 anos, por mais que o arranjo tenha sido reestruturado depois com a adição das frases de piano. Mas, se por um lado a harmonia invoca a presença do mar, por outro, a letra suscita um tom de recordação, inclusive porque terminei de escrever a letra dias depois de ter voltado para Porto Alegre”, revela.

Armação é uma música não melancólica, mas esperançosa. “Esperança de que, dentro de mim, sempre haverá um lugar onde estarão as brincadeiras, as piadas e as correrias” como diz a canção.

A capa de Armação é uma obra do artista João Salazar, uma aquarela que remete aos mergulhos da canção. João também assina as artes e o design dos próximos lançamentos do cantautor.

O segundo single, Marchinha de Outono, chega às plataformas em 26 de fevereiro. Para acompanhar as novidades e conferir um pouco do processo de produção do projeto, acesse: instagram.com/arthurckoucher

Lançamento single Armação de Arthur Koucher

22 de janeiro em todas as plataformas de streaming

1. Armação (4:05)

Arthur Koucher

Arthur Koucher: vozes, guitarra e piano
Erick Endres: guitarra
Lourenço Marques: baixo elétrico
Rafa Müller: bateria

Produção Musical: Erick Endres e Arthur Koucher
Produção Executiva: Bruno dos Anjos
Arte de Capa: João Salazar
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Gravado no estúdio Armazém Sonoro (set 2019 – dez 2020)

Mixagem: Erick Endres
Masterização: Erick Endres

instagram.com/arthurckoucher

Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira confirma realização em 2021 e abre convocatória para mostra Competitiva Brasil

Evento chega a 14a edição e ocorrerá de 10 a 15 de abril, em formato online e gratuito

Inscrições e regulamento – http://bit.ly/convocacen2021

A partir desta segunda-feira, 28 de dezembro, o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira está com as inscrições abertas para a Mostra Competitiva Brasil. Os interessados devem acessar o formulário de inscrição e regulamento através deste link até 27 de janeiro. Serão aceitas obras finalizadas a partir de 1 de julho de 2019, que não foram inscritas anteriormente no festival, de trabalhos realizados no Brasil por brasileiros ou estrangeiros, ou no exterior por brasileiros.

O Cine Esquema Novo chega a sua 14ª edição em 2021 de forma online e gratuita, que ocorrerá de 10 a 15 de abril, incluindo projeções urbanas, exibições de filmes, debates, seminário e oficinas. As obras serão exibidas gratuitamente através de plataforma online ao longo dos seis dias de festival. As inscrições selecionadas concorrem entre si, independente de duração e formato.

A novidade estará em diversos conteúdos que serão construídos em parceria com cada um dos selecionados, que estarão disponíveis em um ambiente digital criado para cada participante, chamado de Caderno de Artista: “Estamos propondo para quem tiver seu filme selecionado, que escolha outra obra audiovisual que entre em diálogo com seu trabalho, para estar em exibição com a sua obra no festival. Esta obra escolhida pelo artista não estará na Mostra Competitiva Brasil, mas ela fará parte do que podemos chamar do Caderno de Artista, uma área que reunirá, além do filme selecionado, a obra que dialoga com o trabalho em competição, entrevistas, informações e outras imagens, convidando o público a ter uma maior compreensão do universo de cada realizador”, declaram os organizadores do CEN Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo, Gustavo Spolidoro e Alisson Avila.

O Júri Oficial será composto por três convidados e terá a responsabilidade de escolher, dentre os trabalhos selecionados para a Mostra Competitiva, o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2021 e 5 Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até 5 prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição). 

Criado em Porto Alegre em 2003, o CEN já realizou, além de mostras competitivas, diversas programações com produções fundamentais dentro da história do cinema independente, cinema de artista e cinema expandido, além de oficinas, debates e seminários, fomentando a formação de público de Arte Audiovisual,  estimulando a produção na área e construindo um espaço de referência, proporcionando um rico intercâmbio entre realizadores, público e instituições. “Além de propor uma reflexão sobre o audiovisual, buscando romper barreiras estéticas e de formato, uma grande realização é ver o CEN como um evento de formação de público e desenvolvimento de projetos e realizadores”, afirmam os criadores do festival.  Nestas 13 edições, foram inúmeras parcerias com outros festivais, eventos e instituições, como Festival de San Sebastián (Espanha), Cine Humberto Mauro (MG), Goethe-Institut Porto Alegre (correalizador em algumas edições), Arsenal Institut (Alemanha), Semana dos Realizadores (RJ), Bienal do Mercosul (RS), Bafici (Argentina), Fuso Lisboa e Temp d’Images (Lisboa), entre outros.

O Cine Esquema Novo 2021 é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem. Projeto realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020. Mais informações, acesse: http://www.cineesquemanovo.org | http://www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cine_esquema_novo 

“Esquinas”, quarto álbum dos Fantomaticos, tem lançamento em 21 de dezembro

Projeto desenvolvido durante 2020 teve 09 singles disponibilizados ao longo do ano e estará disponível na íntegra em diversas plataformas de streaming

Depois do lançamento de 09 singles ao longo de 2020, os Fantomaticos encerram o ano com a apresentação de seu quarto álbum de estúdio, Esquinas, que estará disponível a partir de 21 de dezembro em diversas plataformas de streaming.

Quando a banda, ainda em 2019, se isolou em um sítio em Gramado, interior do RS, não imaginavam o tamanho e a dimensão do projeto que estava surgindo. O que era para ser apenas a pré-produção de algumas músicas cresceu e tomou forma. “Gravação ao vivo! Todos os integrantes em sintonia! Bastante feeling! Naturalmente, surgiu a base que compõe o quarto álbum da banda – Esquinas”, contam André Krause, Augusto Stern, Guilherme Fialho, Pedro Petracco e Rodrigo Trujillo. Somam-se a essa base mais algumas gravações adicionais no estúdio da produtora Bunker Sound Design, e outras residenciais – em função do isolamento causado pela pandemia de Covid-19.

A temática recorrente do disco é a cidade – a vida e o convívio – de uma forma ora generalizada, ora específica. Porto Alegre, onde vive a banda, também está no foco.  Por coincidência, muitas das letras falam de isolamento, o que dialoga com o momento. É o isolamento que a cidade nos proporciona, mesmo rodeados de pessoas.

O material foi finalizado à distância, com cada membro em sua casa. À medida que ficaram prontas, as músicas foram lançadas no formato de singles, sempre acompanhados de vídeos produzidos pela banda ou em conjunto com diretores parceiros. Até aqui, foram lançados 9 singles e 9 vídeos. A banda faz questão de frisar o quanto o fato do isolamento acabou influenciando no processo, tanto na música como nos clipes, que seguem um pouco uma estética da quarentena, com colagens e improvisos.

Na segunda-feira, 21 de dezembro, a banda apresenta o disco em sua forma completa, com todas as canções e mais o single inédito Pelas Esquinas, que é praticamente uma homenagem à capital gaúcha, ao mesmo tempo que traz diversas reflexões sobre ela. A composição é uma parceria entre o tecladista Rodrigo Trujillo, o baixista André Krause e o guitarrista Augusto Stern. Tudo isso está embalado numa bela capa do artista Fábio Alt (responsável pelas capas de todos os singles do projeto). O single também vem acompanhado de um vídeo feito pelo diretor Leo Stein, que celebra esse passeio pela cidade. 

O disco estará disponível em todas as plataformas de streaming, e o clipe, no canal da banda no YouTube, a partir do dia 21 de dezembro. A playlist completa dos clipes está neste link https://www.youtube.com/watch?v=ZnZcBZBX5Eo&list=PL36wfMfCU_qtdes6pDPdJ4rZSl10AA-dZ

www.fantomaticos.com

Canal da banda no Youtube        

https://www.youtube.com/channel/UCT42G1YM9Obvd4RY3xe8QlA

Faixa a Faixa de ‘Esquinas’, quarto álbum da banda Fantomaticos

LADO A – ANOITECER

  1. Borges com Andradas

            O disco abre com um recorte sonoplástico para convidar o ouvinte a entrar no universo da obra da banda e, ao mesmo tempo, homenageia um ambiente movimentado da cidade de Porto Alegre. Conhecida como ‘Esquina Democrática’, o cruzamento das ruas Borges de Medeiros e Andradas, no centro, é tradicional ponto de partida das diversas manifestações populares – entre passeatas e comemorações. Abre alas desse quarto disco!

  • Coisa com Coisa

Composição experimental, assinada pelo guitarrista Augusto Stern e pelo baterista Pedro Petracco, que foi o responsável pela voz principal na gravação. A base instrumental já existia há algum tempo, mas os músicos finalizaram a letra e melodia durante uma tour em São Paulo. Cenas do cotidiano em uma cidade grande e corrida permeiam o universo da canção, como ir ao supermercado ou encontrar alguém em um corredor do prédio, ao mesmo tempo que mostram uma certa agonia. Este single foi destaque na HOTLIST #17 da revista Rolling Stone, e figurou na playlist editorial ‘Indie Brasil’ do Spotify.

  • Boa Noite Porto Alegre

            Composição do guitarrista Augusto Stern. Marcada pelo instrumental denso e pesado, influenciado pelo grunge dos anos 1990, a canção apresenta um retrato caótico e conturbado dos nossos tempos a partir do olhar sobre a experiência cotidiana na capital gaúcha. A música, assim como o vídeo que a acompanha, é uma representação escura e densa da vida na cidade.

  • Passado Moderno

Entra a inevitabilidade de sentimentos de ansiedade e a constatação das repetições dos erros passados, “Passado Moderno” é uma tarde passada em casa e uma reflexão sobre a fragilidade. A canção foi composta pelo baixista André Krause, e entregue ao registro vocal do tecladista Rodrigo Trujillo. Uma base simples e direta, é a canção que mais flerta com o padrão de rock gaúcho, mas com alguma autorreferência. Esse single tem um belo videoclipe assinado pelo diretor Fábio Alt e esteve na playlist editorial ‘Pátria Rock’, do Spotify.

  • Alguma Coisa Forte

Um reggae de desastre(s). O tema principal é o sentimento de desconexão e a busca por uma força maior. Foi composta sobre uma imagem urbana de janelas frias e esquinas decadentes – uma catarse pós “Holiday in Cambodia”, “Iansã” (na versão de Alice Caymmi), “Preciso me encontrar”, “Longe demais” e o vai-e-vem pela Avenida Borges de Medeiros, no bairro Centro Histórico de Porto Alegre. Este single tem um vídeo clipe roteirizado, dirigido e editado pela banda e também esteve na playlist ‘Indie Brasil’.

  • Seu Chocolate

Tema instrumental que já existe na banda há algum tempo, mas que, finalmente, encontrou seu disco ideal. Muito groove e alguma coisa de setentismo. Vem acompanhado por um clipe que a própria banda filmou e editou durante a quarentena, mostrando um pouco do dia-a-dia dos integrantes durante esse período, mas com um clima mais nonsense.

LADO B – AMANHECER

  • Osvaldo com João Telles

Nosso passeio pela cidade prossegue com mais uma vinheta, que agora nos convida a conhecer umas das esquinas mais míticas (e místicas) de Porto Alegre. Do cruzamento entre a Avenida Osvaldo Aranha e a Rua João Telles podemos ver o Parque da Redenção, ponto turístico que representa bem o lado ensolarado do nosso disco. É também onde fica o lendário Bar Ocidente, casa do rock, ou seja, dentre os frequentadores da lendária boemia do bairro Bom Fim, muitos já viram nascer o sol parados nesta esquina. 

  • Café Preto

Em contraponto ao olhar caleidoscópio e turbulento sobre a vida na cidade, presente nas outras músicas, essa canção é como uma pausa para o café. Um descanso curto, mas necessário, para ver as coisas com algum distanciamento, reconhecer as valências e as falências e, a partir disso, criar novos sonhos e utopias. É uma canção amarga, mas revigorante, de melodia densa e riffs ácidos, como um gole de café. A canção é de autoria do tecladista e vocalista Rodrigo Trujillo e também figurou na playlist ‘Indie Brasil’ do Spotify.

  • Cabelo Amarelo

Uma canção suave, na qual o violão e o arranjo acústico se destacam. Sua letra fala de amor e das hesitações e atropelos tão comuns no início de um relacionamento. Para o vídeo desse lançamento, contaram com o trabalho de uma equipe de jovens cineastas liderados pela diretora Beatriz Potenza. Filmado ainda em 2019, em Porto Alegre, o clipe retrata os encontros e desencontros de um jovem casal no início de um romance.

  1. Do que Vale a Pena

“Do que Vale a Pena” é uma canção leve e solar composta pelo tecladista Rodrigo Trujillo, que também assume os vocais nessa música. A letra propõe uma espécie de balanço existencial na tentativa de identificar as coisas que valem a pena na vida, como a amizade, o amor e algo mais, e traduzir tudo isso em canção. O vídeo, que também propõe uma espécie de reflexão/retrospectiva, foi dirigido por Bruno Carvalho.

  1.  Amor Amor

Carinho sem fim e felicidade não podem ser vistos como problema, então é importante lembrar que a vida vale mais a pena quando a gente tem com quem dividir o nosso tempo, sonhos e vida. A vida é frágil, nessa curta passagem sobre a terra.

            “Amor Amor” – assim, sem a separação das vírgulas – é uma canção de amor um pouco caleidoscópica, de uma pequena intimidade, mas também é uma forma de tentar iluminar um pouco as trevas dos corações de quem tenta fazer desse mundo um lugar frio. O sentimento é bom, e vale a pena. A música tem uma sonoridade que valoriza o piano e os instrumentos acústicos e é outra composição do baixista, André Krause – que assume os vocais. 

  1. Pelas Esquinas

Canção inédita, composta pelo tecladista Rodrigo Trujillo, que fecha o álbum reproduzindo uma espécie tour pela cidade de Porto Alegre. Passando por bairros como Bela Vista, Bom Fim e Independência, a música faz uma reflexão sobre as belezas e a decadência da capital gaúcha. Esse single vem acompanhado de vídeo dirigido por Leo Stein. 

SOBRE OS FANTOMATICOS

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Guilherme Fialho – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, que logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais. 

O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!” 

Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. As canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra). O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três Eps, com duas músicas cada. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo-clipe e ‘Vale’, que explora um lado acústico da banda.

O terceiro álbum, intitulado apenas ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio. 

A banda ainda lançou em 2018 o single ‘Andar’, um medley e uma aventura musical inspirada em influências da banda, como Beatles, The Who e Supergrass. No final deste ano também lançaram uma versão comemorativa de 10 anos do primeiro disco, ‘No Bosque’, com 3 faixas inéditas gravadas na época. 

Para seu quarto álbum de estúdio, a banda se isolou em um sítio na serra gaúcha com os equipamentos e gravou boa parte do material em sessões ao vivo, quentes e cheias de feelling. As gravações complementares foram interrompidas pela quarentena, mas a banda deu continuidade ao processo finalizando as músicas individualmente, à distância. 

Desse trabalho já foram lançados os singles “Seu Chocolate”, “Boa Noite Porto Alegre”, “Do que Vale a Pena” e “Coisa com Coisa”, “Cabelo Amarelo”, “Passado Moderno”, “Amor Amor”, “Alguma Coisa Forte” e “Café Preto. Os singles têm recebido destaque em veículos como a revista Rolling Stone Brasil e em playlists editoriais, como “Indie Brasil” e “Pátria Rock”, do Spotify, além da circulação em rádios. 

Menu de Natal da Aiama Cozinha Artesanal está com encomendas abertas até 18 de dezembro

Cardápio conta com opções vegetarianas, além de petiscos e sobremesas

A Aiama Cozinha Artesanal, da chef Marcia Cardozo, está com encomendas abertas até 18 de dezembro para os pedidos do Menu de Natal. A chef preparou diversas opções de pratos para a ceia, incluindo petiscos como Terrine de gorgonzola, damasco, nozes e torradinhas de pão de páprica e coxinhas de frango ou lentilha. Há diversas opções vegetarianas, como ravioli de cogumelos com tomate no azeite e cuscuz marroquino com frutas secas ou legumes, além de receitas mais tradicionais como lombo de porco assado com bacon, ervas e farofa de curry com castanha de caju (confira o menu completo abaixo).

Todos os alimentos são entregues em embalagem descartável, acompanhados de instruções para aquecimento e montagem. Entregas e retiradas nos dias 23 e 24 de dezembro, através de agendamento prévio.

Marcia Cardozo comanda a Aiama Cozinha Artesanal há seis anos, oferecendo produtos totalmente artesanais, produzidos um a um com origem na cozinha de raiz, tradicional e afetiva, aliada às técnicas e tendências contemporâneas.

Há 13 trabalhando no ramo da gastronomia em diversos empreendimentos e áreas, Marcia busca com seus produtos da Aiama oferecer aos clientes a mesma comida que serve em casa, tanto na qualidade quanto no sabor e diversidade, através da preservação da herança gastronômica sem regionalismo. “A Aiama é uma cozinha de raiz, aproximando a cozinheira, o produtor e insumos e o consumidor final”, declara.

Todas as receitas são produzidas com ingredientes de excelente qualidade. As embalagens de molhos, cremes e sobremesas são de vidro retornável, proporcionando descontos aos clientes na próxima compra e valorizando comportamentos sustentáveis na cozinha, onde o aproveitamento total dos insumos é uma política gastronômica, e do consumidor, ao optar por fornecedores que fazem opções conscientes das embalagens.

Encomendas pelo Goomer – https://www.goomer.app/aiama-cozinha-artesanal/menu

Email aiamacozinhaartesanal@gmail.com

E whatsapp 51 98446-5981

https://www.instagram.com/aiamacozinhaartesanal/

Natal Aiama Cozinha Artesanal

Encomendas até 18 de dezembro

Belisquetes

Focaccia de pêssego e alecrim

Tapenade com figo fresco

Terrine de gorgonzola, damasco, nozes e torradinhas de pão de páprica

Hummus e grissinis de gergelim e ervas

Coxinha de lentilha ou frango

Doçuras

Carrot cake – bolo de cenoura, figo e cobertura de cream cheese

Ambrosia

Caramelo ao leite sal

Na mesa

Lombo de porco assado com bacon, ervas e farofa de curry com castanha de caju

Medalhão de filé de porco grelhado e molho agridoce de tomate com goiabada

Sobrecoxa de frango desossada, assada com ervas e molho de laranja

Assado de lentilha com cogumelos e cenoura e farofa de curry com castanha de caju

Ravioli de bacalhau com tomates no azeite

Ravioli de cogumelos com tomate no azeite

Cuscuz marroquino com frutas secas ou legumes

Salada de batata baby, azeitonas, alcaparras, alho poró e molho crítico de maionese

Farofa de linguiça e miúdos de frango – sarrabulho

Fantomaticos lança ‘Café Preto’ nesta sexta-feira, 04 de dezembro

Single integra o quarto álbum da banda, “Esquinas”

A banda Fantomaticos divulga nessa sexta-feira, 04 de dezembro, mais um single de seu quarto álbum, intitulado Esquinas. Café Preto é como uma pausa para o café, em contraponto ao olhar caleidoscópio e turbulento sobre a vida na cidade, presente nas últimas músicas. Um descanso curto, mas necessário, para ver as coisas com algum distanciamento, reconhecer as valências e as falências e, a partir disso, criar sonhos e utopias. É uma canção amarga, mas revigorante, de melodia densa e riffs ácidos, como um gole de café.

A canção é de autoria do tecladista e vocalista Rodrigo Trujillo e foi gravada e produzida pela banda, boa parte à distância, ao longo de 2020. O material gráfico é obra de Fábio Alt, artista visual responsável por todos os singles do álbum Esquinas, e com longa trajetória de parceria com o grupo. 

O single vem acompanhado de um vídeo que remete ao tema central – o café – lembrando por vezes até um comercial do produto, mas com alguma dose de experimentação. O material completo estará disponível nas plataformas de streaming e no canal da banda no Youtube a partir de sexta-feira, 4 de dezembro.

Os Fantomaticos integram neste sábado, 05 de dezembro, a programação do Noite dos Museus 2020, que promove uma transmissão ao vivo a partir das 18h nos canais do evento. Na performance a banda apresentará alguns lançamentos de Esquinas e canções dos discos anteriores. Para acompanhar, basta acessar noitedosmuseus.com.br/2020.

www.fantomaticos.com

Canal da banda no Youtube        

https://www.youtube.com/channel/UCT42G1YM9Obvd4RY3xe8QlA

Sobre os Fantomaticos

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Guilherme Fialho – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

            Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, que logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais, no Uruguai. 

            O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

            O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!” 

            Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. Suas canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

            A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra). O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

            Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três Eps, com duas músicas cada. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo-clipe e ‘Vale’, que explora um lado acústico da banda.

            O terceiro álbum, intitulado apenas ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio. 

            A banda ainda lançou em 2018 o single ‘Andar’, um medley e uma aventura musical inspirada em influências da banda, como Beatles, The Who e Supergrass. No final desse ano também lançaram uma versão comemorativa de 10 anos do primeiro disco, ‘No Bosque’, com 3 faixas inéditas gravadas a época. 

            Para seu quarto álbum de estúdio, a banda se isolou em um sítio na serra gaúcha com os equipamentos e gravou boa parte do material em sessões ao vivo, quentes e cheias de feelling. As gravações complementares foram interrompidas pela quarentena, mas a banda deu continuidade ao processo finalizando as músicas individualmente, à distância. Desse trabalho já foram lançados os singles “Seu Chocolate”, “Boa Noite Porto Alegre”, “Do que Vale a Pena” e “Coisa com Coisa”, “Cabelo Amarelo”, “Passado Moderno”, “Amor Amor”, “Alguma Coisa Forte” e, agora, “Café Preto. Os singles têm recebido destaque em veículos como a revista Rolling Stone Brasil e em playlists editoriais, como “Indie Brasil” e “Pátria Rock”, do Spotify, além da circulação em rádios. O lançamento definitivo do álbum está previsto ainda para o mês de dezembro de 2020.

Cine Esquema Novo de Janelas Abertas – Arte Audiovisual Brasileira ocorre em 11 de dezembro em 19 cidades pelo mundo

Evento contará com projeções de obras de nove artistas em 11 países

O Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira promove na sexta-feira, 11 de dezembro, em 19 cidades de 11 países, o Cine Esquema Novo de Janelas Abertas – Arte Audiovisual Brasileira, um evento que contará com projeções de sete obras de nove artistas brasileiros a partir de espaços privados e pessoais, tendo como tela espaços externos de diferentes cidades de quatro continentes.

Desde sua primeira edição, o CEN oferece uma programação que preza pela produção audiovisual para além-fronteiras, sendo pioneiro ao exibir obras que circulam em salas de cinema e espaços expositivos. “Entendendo o momento delicado que atravessamos, optamos por realizar uma edição extraordinária, que conta com 9 cidades brasileiras (Porto Alegre, Uruguaiana, São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Natal, Fortaleza, Belém e Porto Velho) e em 10 cidades de quatro continentes: Barcelona (ESP), Buenos Aires (ARG), Lisboa (POR), Amsterdã (NED), Sydney (AUS), Cidade do México (MEX), Assunção (PAR), Nahariya (ISR), Joennsu (FIN) e Berlim (GER)”, revela a curadoria, formada por Jaqueline Beltrame e Gustavo Spolidoro, curadores do CEN, e as artistas Janaína Castoldi e Kamyla Claudino Belli.

Em 2020, ano em que o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira chegaria a sua 14ª edição, o festival optou por postergar o evento para 2021, em razão da pandemia de COVID-19, mas encerrará o ano com uma programação especial, realizada da maneira que o festival mais gosta de trabalhar: propondo parcerias, olhando diferentes formas de expressão, expandindo o audiovisual. Para a realização deste programa, que ocorrerá às 20h30 (horário local), uma rede de parceiros foi acionada, que conta com mais de 30 projecionistas, e cada projeção contará com as especificidades locais, onde as projeções em prédios, casas e paredes externas possuem uma condição em comum: as exibições das obras serão realizadas de forma que o público será aquele que estiver ao redor da localização, evitando assim que a atividade gere aglomeração.

O programa, que conta com obras dos artistas Anne Magalhães, Denilson Baniwa, Gustavo Jahn, Luiz Roque, Renato Heuser, Rubiane Maia e Manuel Vason, Welket Bungué e Daniel Santos, teve como ponto de partida uma sensação que o grupo de curadores buscou transmitir: liberdade. “Essa liberdade pode ser a que a natureza transmite, e que sentimos tanta falta quando em isolamento durante a pandemia; pode ser a liberdade de ser quem se é; a liberdade de se abrir uma janela e olhar as nuvens, bater uma panela, conversar com um vizinho, ver uma visita, projetar um filme. Que as janelas sempre estejam abertas”, declaram.

Para mais informações sobre o Cine Esquema Novo de Janelas Abertas – Arte Audiovisual Brasileira, acesse o site e perfis nas redes sociais do festival: www.cineesquemanovo.org | www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo

Cine Esquema Novo de Janelas Abertas – Arte Audiovisual Brasileira

11 de dezembro, 20h30 (horário local):

Em Amsterdã, Assunção, Barcelona, Belém, Berlim, Buenos Aires, Cidade do México, Fortaleza, Goiânia, Joennsu, Lisboa, Nahariya, Natal, Niterói, Porto Alegre, Porto Velho, Rio de Janeiro, São Paulo, Sydney e Uruguaiana.

Com projeções das obras:

“ALVORADA”, de  Luiz Roque, 2014

“INTERVENÇÃO JAH”, de Welket Bungué e Daniel Santos, 2019

”TAPETE MÁGICO”, de Gustavo Jahn, 2006

“PREPARAÇÃO PARA EXERCÍCIO AÉREO, A MONTANHA”, de Rubiane Maia e Manuel Vason, 2016

”O SOL NASCERÁ”, de Denilson Baniwa, 2020.

”PRÓLOGO/MONOLITO”, de Renato Heuser, de 2003.

“ME GRITARAM NEGRA”, de Anne Magalhães, 2019.

Crescendo na pandemia: Butcher Pizza Bar, novo empreendimento das empresárias Bianca Bolzani e Viviane Ruskowski, está de portas abertas na Travessa dos Venezianos

Dupla encerra 2020 com três empreendimentos em operação

Aproveitando oportunidades para a expansão do negócio, as empresárias Bianca Bolzani e Viviane Ruskowski passaram de proprietárias de um para três empreendimentos em poucos meses, em plena pandemia e crise econômica.

O Butcher Burger começou como uma loja de rua na Cidade Baixa, inaugurado em 2017. Nos primeiros meses da pandemia, a dupla inaugurou em parceria com a Cervejaria Al Capone um espaço colab no Centro Histórico de Porto Alegre. A “portinha”, como Bianca e Viviane chamam carinhosamente, foi uma ação unindo forças e acompanhando a tendência de redução de custos fixos da loja de rua focada em Smash Burger, explorando o espaço de rua e o funcionamento take away e delivery. Há poucas semanas, o Butcher inaugurou a primeira loja em shopping, dentro da operação do food hall Dado Bier no Bourbon Country.

Não bastassem as novidades em outros formatos, a marca ampliou o cardápio e mudou-se da Lima e Silva para a Travessa dos Venezianos, onde apresenta seu mais novo negócio, o Butcher Pizza Bar. O empreendimento manteve parte do cardápio dos já tradicionais burgers com referências australianas, mas inclui outros tipos de sanduíches e petiscos, voltados para o formato bar, além de carta de pizzas. 

As novidades do cardápio são a Chuchada (molho de tomate pedaçudo com almôndegas e pão), burrata, tábua de queijos e charcutaria, pastrami fries, pastel de smash, sanduíches de parmegiana, pastrami e almôndegas, além de nove sabores de pizzas servidas na tábua à xadrez, bem no clima bar. Três opções de burgers já tradicionais da marca estão disponíveis no cardápio.

Com o espaço ampliado pelos grandes salões da casa e área externa, é possível receber clientes mantendo distanciamento. Aos sábados a casa oferece brunch com pratos com o toque dos cafés da manhã australianos, gastronomia que inspirou as empresárias desde o embrião da primeira loja da marca, onde viveram por três anos. 

O Butcher Pizza Bar funciona de terça a sexta-feira das 18h às 22h e aos sábados das 11h30 às 14h30 com o brunch e das 18h às 22h com o cardápio do bar. Também é possível encomendar parte do menu por delivery (apenas à noite). 

https://www.instagram.com/butcher.burger/

https://www.instagram.com/butcherpizzabar/

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