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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Espetáculo O Método Arbeuq encerra circulação por quatro municípios do RS com apresentação em Canoas

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Público de Santa Maria, Montenegro e Viamão receberam a montagem durante o mês de julho com apresentações com entrada franca

 

Encerra neste sábado, 29 de julho, a circulação por quatro municípios do RS do espetáculo O Método Arbeuq, com sessão gratuita em Canoas. O projeto passou por Santa Maria, Viamão e Montenegro durante o mês de julho. A montagem com dramaturgia original de Viviane Juguero é inspirada no filme argentino-hispano-italiano “El Método”, de 2005, dirigido por Marcelo Piñeyro, baseado na obra teatral “El Método Grönholm”, do espanhol Jordi Galcerán e traz no elenco Cassio Nascimento, Carol Martins, Elison Couto, Juliana Barros e Renato Santa Catharina.

Em uma sala de treinamento de uma grande corporação empresarial, encontram-se cinco candidatos que disputam uma vaga para alto executivo. Os personagens entram na sala e vão apresentando-se uns aos outros, sem a presença de um mediador. Revelam suas características e personalidades, estabelecendo vínculos de afinidade e as primeiras alianças tácitas. Logo ficam sabendo que se trata de um método de avaliação novo em que os candidatos são os próprios avaliadores.

O Método Arbeuq é um jogo de observação humana, onde o modo como avaliamos e como somos avaliados é o jogo central dessa trama, onde as alianças, as estratégias e as máscaras que criamos para sermos bem vistos pelos outros são expostas e a ética dos personagens é colocada à prova.

Vencedor do Edital 03/2015 do Pró-Cultura RS FAC, o espetáculo traz em sua ficha técnica nomes como Carlota Albuquerque assinando assessoria de movimento, figurinos de Daniel Lion, iluminação de Fernando Ochôa, cenografia de Rodrigo Lopes, trilha sonora de André Paz e produção da Aresta Cultural.

A apresentação ocorre às 20h no Teatro do Sesc Canoas, com retirada de senhas uma hora antes do espetáculo.

Ficha técnica

Dramaturgia: Viviane Juguero e colaboração do elenco

Direção: Jessé Oliveira

Elenco: Cassio Nascimento, Carol Martins, Elison Couto, Juliana Barros, Renato Santa Catharina

Assessoria de movimento: Carlota Albuquerque

Direção de Produção: Joice Rossato

Figurino: Daniel Lion

Iluminação: Fernando Ochôa

Projeção e VJ: Biel Souza

Cenografia: Rodrigo Lopes

Trilha Sonora: André Paz

Fotografia de divulgação: Marcio Garcia

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção Executiva: Laís Werneck

Produção: Aresta Cultural

Sinopse: Em uma sala de treinamento de uma grande corporação empresarial, encontram-se cinco candidatos que disputam uma vaga para alto executivo. Os personagens entram na sala e vão apresentando-se uns aos outros, sem a presença de um mediador. Revelam suas características e personalidades, estabelecendo vínculos de afinidade e as primeiras alianças tácitas. Logo ficam sabendo que se trata de um método de avaliação novo em que os candidatos são os próprios avaliadores.

Classificação etária:16 anos

Duração: 75 minutos

 

O Método Arbeuq – circulação RS

Canoas 

29 de julho, às 20h – Teatro do Sesc Canoas (Rua Guilherme Schell, 5340)

Entrada franca – retirada de senhas no 1h antes do espetáculo no SAC do Sesc Canoas

Parceria Aresta Cultural e Sesc Canoas

www.facebook.com/ometodoarbeuq/

Nas Sombras do Coração tem única apresentação no Theatro São Pedro em 12 de agosto

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Espetáculo dirigido por Camilo de Lélis, uma farsa épica, conta a história de dois soldados alemães em meio à selva do Afeganistão

 

O espetáculo Nas Sombras do Coração chega ao palco do Theatro São Pedro para única apresentação no dia 12 de agosto, às 21h. A montagem, dirigida por Camilo de Lélis, é a primeira adaptação no Brasil da peça radiofônica “Trevas Risíveis”, de Wolfram Lotz, por sua vez inspirada no romance “O Coração das Trevas”, de Joseph Conrad, e em “Apocalipse Now”, filme de Francis Ford Coppola.

Mais recente montagem da Cia. Teatral Face&Carretos, Nas Sombras do Coração integrou o Projeto TRANSIT do Instituto Goethe, em que dois diretores deram a sua visão sobre o mesmo texto, onde estreou em maio deste ano.  Dois soldados alemães viajam por um grande rio na selva do Afeganistão, buscando um oficial renegado que enlouqueceu. Em meio a isso, eles vivenciam o estranhamento dos costumes nativos, o medo arcaico do canibalismo, num universo desconhecido, onde há brincadeira em meio à dor e à desolação; misticismo misturado à sexualidade; horror em meio ao encantamento.

O roteiro de Lotz não se ambienta na África, nem no Vietnam, mas no próprio espírito da globalização. A peça conta sobre a busca de um tenente-coronel enlouquecido que matou seus companheiros. Paralelamente a essa aventura, o texto apresenta o julgamento de um somali, que se tornou pirata devido à pesca de seu país estar sendo roubada pelos pesqueiros das grandes nações.

Num painel de livres associações, o autor relata, por meio de uma viagem ao Coração das Sombras, onde os refletores da mídia internacional não penetram e seus comentaristas apenas supõe entender o que, de fato, por lá se desenvolve, experiências de dominação capitalista sobre a Somália, cujo mar territorial foi saqueado por barcos pesqueiros de nações do primeiro mundo, tirando dos nativos seu principal meio de sobrevivência: a exploração de minérios raros como o Coltan, que é usado para a indústria de produtos eletrônicos sem fio, extraídos com trabalho escravo.

“A peça traz um texto urgente sobre a nossa incapacidade de compreender, realmente, o que nos é estranho: o horror de uma guerra distante, uma cultura diferente, um povo diferente e finalmente a nós mesmos”, conta o diretor. “Nas Sombras do Coração não nos joga num lugar específico, na África de “Coração das Trevas“ ou no Vietnã de “Apocalipse Now”, ou até mesmo na Amazônia latino-americana devastada por interesses do capitalismo, mas no âmago da globalização em seus aspectos mais sórdidos e inconfessáveis”, revela.

O resultado é um espetáculo provocativo que busca a reflexão política em múltiplas camadas de linguagens teatrais, em quem principalmente a farsa e a epopeia estão presentes. A equipe técnica também integra o elenco, com a contrarregragem e os efeitos sonoros feitos à vista do público. Em cena, Denizeli Cardoso, Diego Acauan, Diego Steffani, Fabrizio Rodrigues, Fernando Ochôa, Jorge Foques, Luis Franke, Marco Sório e a participação especial de Zeca Kiechaloski. Felipe Helfer assina o cenário, Ochôa a iluminação e Rodrigues os figurinos. A trilha sonora é de Sérgio Rojas, preparação vocal de Marisa Rotenberg.

Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 60,00, com descontos para estudantes, idosos e sócios AATSP. As vendas iniciam nesta segunda-feira, 24 de julho.

A Cia. Teatral Face & Carretos, fundada em 1982, conquistou em sua trajetória muitos prêmios e fez várias excursões pelo Brasil e exterior. Seus mais recentes trabalhos são As Quatro Direções do Céu, de Roland Schimmelpfennig, pelo qual recebeu o Prêmio Braskem – 2015 de melhor espetáculo e direção para Camilo de Lélis, além do Troféu Açorianos de melhor ator coadjuvante, para Tiago Contte e Nas Sombras do Coração.

 

Ficha técnica

Elenco: Denizeli Cardoso, Diego Acauan, Luis Franke e Marco Sório
Participação especial: Zeca Kiechaloski
Atuações performáticas, no decorrer do espetáculo, de Fabrízio Rodrigues, Diego Steffani e Jorge Foques.

Cenário: Felipe Helfer.

Iluminação: Fernando Ochôa.

Figurino: Fabrízio Rodrigues.

Trilha Sonora: Sérgio Rojas.

Preparação vocal: Marisa Rotenberg.

Designer gráfico: Rafael Franskowiak.

Dramaturgista: Renata de Lélis.

Fotografia: Gerson de Oliveira.

Texto:  Wolfram Lotz.

Direção geral: Camilo de Lélis

 

Nas Sombras do Coração

12 de agosto, 21h, Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos – vendas iniciam em 24 de julho, à venda na bilheteria e site do teatro

Plateia e cadeira extra: R$60,00

Camarote central: R$50,00

Camarote lateral: R$40

Galeria: R$30

DESCONTOS OBRIGATÓRIOS

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:

– até 15 anos mediante RG;

– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

50% para sócios AATSP em 30 ingressos

Espetáculo Abobrinhas Recheadas na imprensa

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Oficina Livre de Teatro na Escola de Flamenco Del Puerto está com inscrições abertas

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Atividade ministrada pela atriz e bailaora da companhia, Juliana Kersting

 

A Escola de Flamenco Del Puerto, em parceria com a M.A. CIA – teatro, dança e assemelhados, promove Oficina Livre de Teatro na sede da escola. A atividade, ministrada pela atriz e bailaora da companhia, Juliana Kersting, está com inscrições abertas até o final do mês de julho e ocorre aos sábados, das 14h às 16h.

Voltada para pessoas sem experiência ou iniciantes, a oficina tem como objetivo oferecer um ambiente lúdico para criação e experimentação teatral para pessoas iniciantes ou que nunca participaram de uma oficina de teatro. Por ser bailarina e atriz,a ministrante sempre buscou em sua formação oficinas voltadas ao trabalho do ator e técnicas de teatro. Nesta oficina, irá realizar exercícios baseados em suas experiências e propor jogos teatrais, improvisações e a criação de cenas.

O curso tem o valor mensal de R$ 150,00 e encerra em 26 de novembro com apresentação aberta ao público na sede da escola. Inscrições e informações: Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.

Sobre Juliana Kersting: Atriz, Bacharel em Interpretação Teatral pelo Departamento de Arte Dramática da UFRGS, professora de teatro, bailarina e professora de Dança Flamenca, também é produtora do coletivo Del Puerto, integrante fundadora da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados. Trabalha profissionalmente com teatro há 15 anos e há 20 anos com Arte Flamenca, participando de montagens junto a grupos como a Oigalê, Teatro Mototóti e Teatro Sarcáustico.

 Premiada com o Açorianos de Dança de Melhor Produção por “Flamenco Imaginário” (2016), Tibicuera de Teatro para crianças como Melhor Atriz Coajuvante por “É Proibido Miar” (2015), com Melhor Espetáculo no Prêmio Açorianos de Dança no anos de 2012 (Las Cuatro Esquinas), 2008 (Tablao).

Oficina Livre de Teatro

Sábados, das 14h às 16h

Inscrições abertas até 31 de julho.

Apresentação no dia 26 de novembro na sede da escola

Mensalidade R$ 150,00

Inscrições e informações: Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.

 

Casa de Cinema de Porto Alegre na mídia

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Segunda temporada de Grandes Cenas estreia em 12 de julho no Canal Curta!

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Série documental produzida pela Casa de Cinema de Porto Alegre traz a cada episódio a análise de uma grande cena de filmes brasileiros e latino-americanos

 

Na próxima quarta-feira, 12 de julho, estreia a segunda temporada da série Grandes Cenas, produzida pela Casa de Cinema de Porto Alegre – que em 2017 comemora 30 anos de sua fundação – para o Canal Curta!.

O projeto, que estreou em 2016, conta com 22 episódios de 15min dirigidos por Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno. A série documental traz a cada episódio, a análise de uma grande cena de filmes brasileiros e latino-americanos. Participam das entrevistas nomes como Fernanda Montenegro, Jorge Furtado, Murilo Salles, Pablo Stoll, Pablo Trapero, entre outros. A segunda temporada apresenta os episódios inéditos às quartas-feiras às 23h40.

Na estreia, a atriz Fernanda Montenegro esmiúça seu processo de composição da personagem Dora em Central do Brasil (1997), revivendo a experiência de filmar a intensa cena da romaria, em que Dora perde Josué em meio a centenas de fiéis.

O programa tem apresentação de Matheus Nachtergaele. Grandes Cenas tem produção executiva de Nora Goulart e foi selecionado pela Chamada Pública BRDE/FSA – PRODAV 02/2013. Os episódios da primeira temporada estão disponíveis on demand nos seguintes sites: https://vimeo.com/ondemand/grandescenas | http://webportal.nowonline.com.br/series-programa-de-tv/grandes-cenas/1000337330

Grandes Cenas – segunda temporada – episódios inéditos às quartas-feiras a partir de 12 de julho, às 23h40:

  1. Central do Brasil

A atriz Fernanda Montenegro esmiúça seu processo de composição da personagem Dora em Central do Brasil (1997), revivendo a experiência de filmar a intensa cena da romaria, em que Dora perde Josué em meio a centenas de fiéis. 

  1. Todas as Mulheres do Mundo

O diretor e roteirista Jorge Furtado analisa a cena do poema em Todas as Mulheres do Mundo (1966); na ficção, uma declaração de amor de Paulo a Maria Alice; na realidade, uma sessão de terapia para Domingos de Oliveira e Leila Diniz. 

  1. Como Nascem os Anjos

O diretor Murilo Salles percorre em detalhes a cena dos seios em Como Nascem os Anjos (1996), indo dos personagens à câmera, do conflito da cena aos grandes temas do filme: a desigualdade social e a invasão cultural que a TV a cabo iniciou no Brasil.

  1. São Paulo, Sociedade Anônima

O crítico Jean-Claude Bernardet destrincha a cena da ruptura entre Carlos e Luciana em São Paulo, Sociedade Anônima (1965), explorando-a plano a plano, destacando objetos, analisando gestos e evocando as motivações do seu amigo e diretor Luís Sérgio Person.  

  1. A Ostra e o Vento

O diretor Walter Lima Júnior dá uma aula de cinema ao falar sobre a cena do lençol em A Ostra e o Vento (1997), um exemplo de como a câmera pode transmitir um sentimento e até mesmo encarnar um personagem. 

  1. Whisky

O diretor uruguaio Pablo Stoll nos transporta para o universo decadente e agridoce de Whisky (2004), descrevendo a cena do karaokê e seus personagens tão estáticos, tão melancólicos, mas repletos de sentimentos latentes.

  1. Alma Corsária

O crítico Inácio Araújo e a montadora Cristina Amaral traçam pontos de contato entre a obra de Carlos Reichembach e a cena do piano na pastelaria em Alma Corsária (1993), uma homenagem ao paradoxo: estranha e sublime, popular e erudita. 

  1. Macunaíma

O montador Eduardo Escorel debate a cena da feijoada antropofágica em Macunaíma (1969), adaptação que Joaquim Pedro de Andrade faz do romance de Mário de Andrade, levando o fantástico e a farsa para o cinema de forma tão original e tão brasileira. 

  1. Abutres

O diretor argentino Pablo Trapero discute as dificuldades de filmagem e as questões estéticas que envolveram a cena do atropelamento forjado em Abutres (2010), um elaborado e impressionante plano sequência que produz uma reviravolta na trama. 

  1. Eu Te Amo

O diretor de fotografia Murilo Salles e o crítico Marcus Mello problematizam a cena da despedida de Bárbara em Eu Te Amo (1981), de Arnaldo Jabor, uma antecipação quase profética do virtual tomando conta das relações afetivas.

Casa de Cinema de Porto Alegre

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

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Open_Feira de Design na imprensa

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