Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Tag

teatro

Barbie Fuck Forever tem apresentações na Sala Álvaro Moreyra nos dias 04, 05 e 06 de novembro

 

barbieff_morganamazon

Espetáculo de dança-teatro busca resgatar a subjetividade da beleza

 

Após duas temporadas no Vila Flores em 2014, o espetáculo de dança-teatro Barbie Fuck Forever retorna a cartaz com apresentações nos dias 04, 05 e 06 de novembro na Sala Álvaro Moreyra, no Centro Municipal de Cultura. A montagem, dirigida por Aline Jones, busca resgatar a subjetividade da beleza por meio da materialização da Boneca Barbie, questionando sobre a beleza e suas regras e estereótipos.

Questões sobre beleza e o medo; gênero; trabalho; aceitação e rejeição; preconceito; vício; idade, entre outros, pautam o espetáculo, que foi concebido para o espaço alternativo do Vila Flores e agora foi reformulado por Aline para o palco italiano, além de trazer a atriz Manu Menezes para o papel de Barbie, interpretado nas outras temporadas pela diretora. “Manu é perfeita para fazer a Barbie, assim como eu, a atriz é repleta de questões sobre beleza”, conta.

Uma das cenas novas aposta na morte da Barbie: “descobri que o modelo Barbie está ultrapassado. A sociedade contemporânea cada vez mais precisa de pluralidade e diferença. A Barbie está morrendo mesmo!  Assim espero e desejo’, declara Aline. Desde a  última semana, os perfis do espetáculo nas redes sociais estão divulgando uma campanha chamada #StopBarbie para despertar questões sobre beleza no dia a dia.

No elenco, Fernanda Carvalho Leite, Manu Menezes, Didi Pedoni, Douglas Yung, FlowJack. A trilha sonora de Flavio Aquino é executada ao vivo. A direção de arte é de Sheila Maraffon, os figurinos de Shana Torres e a maquiagem de Julika Oliveira.

As apresentações ocorrem de sexta a domingo, sempre às 20h. Ingressos à venda pelo site https://appticket.com.br/barbie por R$ 40,00, com descontos para estudantes, classe artística e idosos.

 Ficha Técnica

Direção Geral: Aline Jones

Assistência de direção: Flavio Aquino e Petcí Pedron

Elenco: Fernanda Carvalho Leite, Didi Pedoni, Douglas Yung, FlowJack e Manu Menezes

Direção de Arte: Sheila Maraffon

Figurinos: Shana Torres

Assistência de figurinos: Mylena Bastarrica

Fotografia: Danny Bittencourt

Desenhos: Andreia Schafer
Iluminação: Fabrício Simões

Trilha Sonora: Flavio Aquino

Produção: Aline Jones e Flavio Aquino

Produção Executiva: Cibele Donato

Direção de Vídeo: André Wofchuk

Maquiagem: Julika Oliveira

Marketing: Analu Bastos

Design Gráfico: Anderson Sudario

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

facebook.com/barbiefforever

Barbie Fuck Forever

04, 05 e 06 de novembro, sempre às 20h

Sala Álvaro Moreyra – Centro Municipal de Cultura – Av. Erico Verissimo, 307

Ingressos a R$ 40,00, com descontos para idosos, classe artística e estudantes: https://appticket.com.br/barbie

É Proibido Miar volta a cartaz na Sala Álvaro Moreyra

proibido-miar-11_thais-fernandes-jpg

Apresentações ocorrem nos dias 15, 16, 22 e 23 de outubro

 

Em comemoração ao Mês da Criança, a M.A.Cia – teatro, dança e assemelhados promove uma série de apresentações durante o mês de outubro do espetáculo É Proibido Miar, encerrando com temporada nos dias 15, 16, 22 e 23, na Sala Álvaro Moreyra.

O espetáculo, baseado no livro homônimo de Pedro Bandeira, traz um importante diferencial: desde sua concepção os atores utilizaram o potencial criativo da audiodescrição e LIBRAS, enquanto narrativa e gesto. “Queremos que as crianças que não enxergam ou não escutam desfrutem de atividades artísticas em igualdade de condições com as demais, conquistando autonomia por meio de recursos de acessibilidade para constituir a plateia de hoje e também a do futuro”, declara a atriz e produtora Juliana Kersting.

Ao trazer a oportunidade de assistir a um espetáculo para todas as crianças, a companhia busca mostrar que o diferente existe e está em todos os lugares. “Nossas atitudes são importantes e contribuem para o convívio entre todas as pessoas”, afirma. Para além de uma peça para crianças, É Proibido Miar é um trabalho que atinge adolescentes e adultos, ouvintes e videntes, pessoas cegas ou com baixa visão e surdos, além de pessoas com síndrome de Down, Asperge, Autismo e/ou deficiência cognitiva, de uma forma onde todos possam ter uma nova experiência através do teatro.

“Nosso objetivo é, além de oferecer a oportunidade de todas as pessoas poderem ir ao teatro, é de também promover a importância da acessibilidade”, conta o diretor Denis Gosch. Minutos antes de iniciar cada sessão, os atores convidam o público a participar de um “tour tátil” pelo espaço onde a apresentação será realizada, espaço cênico e figurinos. Assim, as pessoas cegas ou com baixa visão recebem mais estímulos sobre a história que será contada e o público vidente pode conhecer um pouco mais sobre a peça interagindo com o espaço cênico.

Financiado pelo edital Fumproarte Porto Alegre Amanhã 2014, É Proibido Miar estreou em 2015 e conta a história do cãozinho Bingo que não via nenhum problema em miar como um gato, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. “Partilhamos do conceito de que a deficiência não está nas pessoas, mas no ambiente, na informação e nas atitudes de acolhimento não preparados para a diversidade. Quando adaptamos essas três variáveis, a deficiência desaparece e todos podemos miar, latir ou cacarejar à vontade”, diz Juliana.

As apresentações na Sala Álvaro Moreyra ocorrem às 16h, com ingressos antecipados a R$ 30,00 na Livraria Bamboletras e pela internet. Nos dias de espetáculo, as entradas custam R$ 40,00 com descontos de 50% para estudantes, pessoas com deficiência, idosos e classe artística. Para saber mais sobre a programação do espetáculo durante outubro, acesse: http://www.eproibidomiar.com.br

Direção: Denis Gosch

Atuação: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting

Audiodescritora: Mimi Aragón

Psicopedagoga especializada em educação para surdos: Joana Amaral

Iluminação: Casemiro Azevedo

Produção: Débora Maier e Juliana Kersting

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Realização: M.A.Cia – teatro, dança e assemelhados

É Proibido Miar – temporada do Mês da Criança

15, 16, 22 e 23 de outubro, sábados e domingos sempre às 16h

Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Veríssimo, 307)

Ingressos: R$ 40,00

Compre antecipadamente por R$ 30,00 nos postos de venda:

– Livraria Bamboletras (Rua General Lima e Silva, 776 loja 3)

– pela internet*: www.bit.ly/miar-antecipado

* taxa de conveniência de 10%

Desconto de 50% para estudantes, pessoas com deficiência, idosos e classe artística.

Assista nosso vídeo de boas-vindas:

https://www.youtube.com/watch?v=dpydmbed-Uw

Confira nossa agenda para o mês da criança em nosso site: www.eproibidomiar.com.br

E nos siga em nossa fanpage https://www.facebook.com/eproibidomiar/

Campanha de financiamento coletivo para temporada de estreia do espetáculo “Como Gostais” está no ar

cartaz_comogostais

Espetáculo em homenagem aos 400 anos da morte de William Shakespeare oferece diversas contrapartidas, incluindo seis oficinas para os contribuintes

 

Com temporada de estreia marcada para o dia 16 de novembro no Teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa, o espetáculo Como Gostais está promovendo uma campanha de financiamento coletivo para a realização da primeira temporada da montagem: http://www.kickante.com.br/campanhas/como-gostais. O projeto, uma homenagem aos 400 anos da morte de William Shakeaspere, tem direção de Daniel Fraga e oferece diversas contrapartidas aos colaboradores da campanha, incluindo oficinas.

Por meio do financiamento coletivo online, lançado no dia 09 de setembro, serão pagos os gastos com a produção da temporada, como cachês de técnicos e atores, aluguéis e material gráfico, entre outros custos. Em contrapartida serão oferecidas seis oficinas abertas ao público contribuinte; além de um Baile na temática da peça e outros brindes alusivos ao universo de ‘Como Gostais’.

Como Gostais é uma das peças menos conhecidas no Brasil do autor britânico. No entanto, permanece entre uma de suas obras mais admiradas pelos entusiastas da pena do bardo inglês. Talvez essa seja uma das peças shakespeareanas em que o amor é tratado em toda a sua beleza, grandeza, ironia e maturidade. Da mesma forma é uma de suas obras em que o feminino aparece em um protagonismo ímpar na história da literatura antiga.

Além de ingressos e brindes, a campanha oferece como contrapartida aos interessados, seis oficinas sobre jogos teatrais, composição de personagem, maquiagem, malabares, inovação e criatividade e duas teóricas, sobre estética da atuação shakespeariana e teatro elisabetano e poesia. “Como Gostais” terá duas sessões de pré-estreia na PUCRS, nos dias 20 e 21 de outubro. Informações: comogostaispoa@gmail.com

Ficha Técnica

Direção Daniel Fraga

Assistência de direção Gabriela Boccardi

Adaptação dramatúrgica Natasha Centenaro e grupo

Elenco

Alexandre Borin

Anderson Moreira Salles

Bruno Cardoso

Carolina Diemer

Charles Dall’Agnol

Franciele Aguiar

Jeferson Cabral

Letícia Kleemann

Lorenzo Soares

Thainan Rocha

Iluminação Luiz Acosta

Trilha sonora/Música Rodrigo Trujillo, Augusto Stern e Fernando Efron

Cenografia Jony Pinheiro

Figurinos Berta Wilbert e Iara Sander

Identidade Visual e Design gráfico Nadja Voss

Produção Manoela Wolff

 

OFICINAS DE CONTRAPARTIDA

COMO JOGAIS! OFICINA DE JOGOS TEATRAIS

Descrição da oficina: A partir da proposição de jogos teatrais que exercitem as múltiplas inteligências – musical, espacial, corporal, interpessoal, intrapessoal, linguística – a oficina tem por objetivo a sensibilização da percepção do jogo em grupo e o exercício da imaginação e da ludicidade. Serão abordadas diferentes dinâmicas em que o corpo é convidado a um pensar-agir integrados. Tomando por referência autores como Augusto Boal, Keith Johnstone, Luís Otávio Burnier e Anne Bogart, a oficina será composta por jogos de aquecimento, de observação, de memória, de comunicação não-verbal, de agilidade verbal e de improvisação, buscando o desenvolvimento da capacidade de reação imediata a estímulos concretos, da espontaneidade e da habilidade de adaptação ao outro e ao momento presente.

Número de vagas: 30

Público alvo: a partir de 16 anos

Carga horária: 12h

Ministrantes: Carolina Diemer e Franciele Aguiar

 

RETRATANDO PERSONAGENS: A IMAGEM COMO FERRAMENTE DE COMPOSIÇÃO CÊNICA

A oficina tem como foco a composição da personagem através de referenciais fotográficos, utilizando como metodologia exercícios que exploram a fragmentação do corpo e princípios de composição cênica através de experimentações de diferentes possibilidades corporais, assim como de exercícios rítmicos e que fortificam a noção de coletivo.
Serão cinco dias de oficina, com uma carga horária de 20h/ aula, abordando jogos de improvisação. Objetos, figurinos e acessórios servem de mascaramento para a composição de uma “segunda pele” da personagem no corpo do ator – criador, que como resultado de sua composição cria o protótipo ou fragmento de uma dramaturgia através do trabalho em duplas ou trios.  Serão utilizados princípios do trabalho da máscara expressiva, como a triangulação – técnica essencial ao trabalho da máscara bem como ao trabalho do ator em geral -, fragmentação e conscientização das possibilidades de uso do corpo em cena, assim como a exploração de diferentes qualidades corporais como a expansão, retração, peso e leveza.
Ao final da oficina, será feito o registro fotográfico da personagem.

Carga Horária: 20h/a

Ministrantes: Alexandre Borin e Letícia Kleeman

 

PINTAR E TRANSFORMAR: tecnicas de maquiagem DRAG para homens e mulheres

A oficina se propõe a investigar técnicas de maquiagem para transformar o rosto, buscando uma ilusão de gênero, e partir da figura DRAG (tanto drag queen como drag king). Com dois encontros de 4h cada, a oficina de organizará da seguinte forma: o primeiro encontro será destinado para compreeder o rosto humano (o que torna um rosto “feminino” ou “masculino”); entender o que é DRAG, e quais são suas questões expressivas e artísticas; e como a maquiagem pode funcionar para criar a máscara de um outro gênero (quais técnicas e matérias utilizados, e porquê). O segundo encontro é destinado para “colocar a mão na massa”, e realizar na prática àquilo que foi compreendido e trabalhado no encontro anterior.

Carga Horária: 8h/a

Número máximo de participantes: 12 pessoas

Ministrante: Lorenzo Soares

 

OFICINA DE MALABARISMO PARA INICIANTES

Objetivo: apresentar a técnica do malabarismo para o público interessado. Ensinar movimentos básicos, alguns truques e confecção de bolinha com alpiste e balões. O material será disponibilizado pela ministrante.

Carga Horária: 3h/a

Número máximo de participantes: 15 pessoas

Ministrante: Gabriela Boccardi

 

GRANDES INTÉRPRETES SHAKESPEARENOS 

Um curso de 2 horas para discutir a estética da atuação shakespeariana. Cobriremos aspectos que vão da declamação à construção da personagem, considerando o trabalho dos mais significativos intérpretes desde o período de Shakespeare. Discutiremos sobre a teatralidade bem como a literariedade de alguns solilóquios que são chaves para a obra d´O Bardo e para a criação poética envolvida na sua leitura pelo intérprete. Segundo Oscar Wilde, às vezes nossa alma escuta nossa leitura de Shakespeare – e aí que Teatro arrebata.

Carga Horária: 2h

Ministrantes: Charles Dall’Agnol e Bruno Cardoso

 

CURSO TEATRO ELISABETANO: PENSAMENTO E POESIA

Estudo histórico e literário sobre o período elisabetano no que tange o seu desenvolvimento teatral. Forma de atuação, contexto social, espaços de representação, paisagem musical, administração e legislação das manifestações de entretenimento e principais escritores (Kyd, Marlowe, Jonson, Fletcher, Beaumont e Shakespeare). O curso será realizado em três dias utilizando-se de material escrito e audiovisual.

Carga Horária: 12h/a

Ministrante: Daniel Fraga

 

CURSO EXCLUSIVO DE INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE

A inovação nas instituições, tanto públicas quanto privadas, talvez seja uma das maiores prioridades estratégicas existentes. Trata-se, antes de tudo, da melhor maneira de organizar o trabalho e alcançar eficiência sem prejudicar as esferas morais do ser humano. O trabalho artístico, e especialmente o teatral, fornecem experiências estéticas que permitem aos seus participantes compreender a importância da atenção, da confiança em grupo, da necessidade de rupturas com os raciocínios tradicionais e do espírito permanentemente ativo.

As situações difíceis que aparecem todos os dias podem ser ultrapassadas apenas se os indivíduos souberem se colocar sob riscos e não obedecer o que o costume fossilizou em suas áreas de trabalho. Todos podem ter acesso aos seus talentos e utilizá-los na vida cotidiana para as tarefas de comunicação e resolução de problemas desde que saibam se colocar em um estado diferente do cotidiano. Nossa tarefa consiste em construir um espaço para a manifestação livre e desimpedida das coerções sociais a que estão sujeitos os indivíduos em suas vidas cotidianas e desenvolver a compreensão das relações de cooperação e competitividade em grupos.

Módulo I – Workshop de curta duração (4 horas) – Apresentação dos elementos que compõe a atividade criativa. Conversa e discussão sobre temas pertinentes à criatividade no âmbito do trabalho. Introdução textual ao tema conjuntamente com alguns exercícios específicos.

Módulo II – Curso de longa duração (12 horas): Realizado em uma semana de encontros ou um intensivo de um final de semana. Serão oferecidos materiais teóricos e exercícios práticos sobre trabalho criativo a partir de técnicas teatrais, jogos empresariais e desafios mentais.

Ministrante: Daniel Fraga

Espetáculo dirigido por Jô Soares chega a Porto Alegre nos dias 12, 13 e 14 de agosto

 histeria_priscilaprade

 Histeria traz no elenco Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy

  

Chega ao Theatro São Pedro nos dias 12, 13 e 14 de agosto o espetáculo Histeria, mais recente produção dirigida por Jô Soares. Escrita em 1993, comédia teatral do autor britânico Terry Johnson ganhou direção de John Malkovich e sua montagem foi aclamada por diversos países da Europa, com grande sucesso de público e crítica. Depois de assistir e se encantar com a montagem em Paris, Jô traduziu o texto e dirige a versão brasileira da comédia consagrada pelo mundo.

Com Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy, Histeria é uma comédia delirante causada pelo encontro do pai da psicanálise, Sigmund Freud, e o mestre do surrealismo, Salvador Dali.

O encontro, que realmente ocorreu em Londres em 1938, inspirou o renomado dramaturgo inglês a criar a história da peça, que revela as certezas de Freud questionadas por duas outras personagens, enquanto a obra de Dali é satirizada numa visão auto parodiada dele próprio. Freud, já padecendo de uma doença incurável e às portas da morte, recém havia escapado da Europa nazista. Entre diálogos inteligentes, situações farsescas, ritmo frenético e até alucinações, surge uma das “encruzilhadas” do texto: retirar a essência do mito é minar o fundamento da fé?

A montagem estreou em maio no Teatro Tuca em São Paulo e Porto Alegre será a primeira cidade a conferir a peça após a temporada de lançamento. As sessões ocorrem na sexta-feira às 21h, sábado às 20h e domingo às 18h, e os ingressos custam entre R$ 40,00 e R$ 120,00, à venda na bilheteria do teatro e pelo site compreingressos.com

Ficha Técnica:

Texto: Terry Johnson

Tradução e direção: Jô Soares

Produção: Rodrigo Velloni

Elenco: Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy

Diretor assistente: Mauricio Guilherme

Iluminação: Maneco Quinderé

Cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner

Figurino: Fábio Namatame

Música Original: Ricardo Severo

Videografismo e Mapping: André Grynwask e Pri Argoud

Fotografia: Priscila Prade

Direção de Arte Gráfica: Giovani Tozi

Produção Executiva: Adriana Souza e Barbara Dib

Assistente de produção: Daise Sena e Bruno Gonçalves

Administração financeira: Vanessa Velloni

Realização: Velloni Produções Artísticas

Assessoria de imprensa em Porto Alegre: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Produção local: Cida Cultural

Duração: 105 minutos

Recomendação: 14 anos

Sobre a equipe:

Jô Soares

Artista de múltiplos talentos, comprovados ao longo de décadas e em áreas tão diversas como o cinema, a televisão, a literatura, as artes plásticas e a música, também tem no teatro o foco de uma de suas maiores paixões.

Como ator trabalhou na companhia de Cacilda Becker, contracenando com a legendária atriz. No decorrer de sua carreira, experimentou-se na arte de representar através da obra de autores como Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida), Ionesco (O Rinoceronte), Durrenmatt (O Casamento de Sr. Mississipi) e Peter Schaffer (Tudo no Escuro), entre outros.

Recentemente apresentou-se no solo “Remix em Pessoa”, onde diz poemas de Fernando Pessoa, interpretando o próprio autor. Repetiu o sucesso do monólogo também em Portugal.

Diretor de inúmeros espetáculos teatrais, seus mais recentes trabalhos englobam gêneros e estilos dos mais abrangentes como “Atreva-se” de Mauricio Guilherme, “Frankensteins” de Eduardo Manet, “Ricardo III” de William Shakespeare, “O Eclipse” de Jandira Martini, “A Cabra” de Edward Albee, além da comédia “Às Favas com os Escrúpulos” de Juca de Oliveira, onde dirigiu, a convite dela própria, a grande Bibi Ferreira.

Terry Johnson

Nascido em 20 de dezembro de 1955, é dramaturgo britânico e diretor de teatro, televisão e cinema. Educado na Universidade de Birmingham, ele trabalhou como ator 1971-1975, tendo iniciado na dramaturgia no início da década de 1980.

Os textos de Johnson são produzidos em todo o mundo. Ganhador de nove prêmios de teatro britânico, incluindo o prêmio Olivier de Melhor Comédia 1994 e 1999, Dramaturgo do Ano 1995, Critics ‘Circle Theatre Awards para Melhor New Play 1995, dois Evening Standard Awards Teatro, o Writers Guild Award para Best Play 1995 e 1996, a Meyer-Whitworth Award 1993 e do Prêmio John Whiting de 1991.

Teve muitas produções do West End como diretor e / ou escritor, incluindo: One Flew Over The Cuckoo’s Nest, Hitchcock Blonde, Entertaining Mr Sloane, The Graduate, Dead Funny, Hysteria, Elton John’s Glasses and The Memory of Water. No Royal Court Theatre dirigiu Dumb Show by Joe Penhall e estreou o jogo Piano / Forte. Johnson ganhou o Tony Award 2010 de Melhor Diretor no Musical La Cage aux Folles.

Trabalhou com Chicago’s Steppenwolf Theatre, dirigindo John Malkovich em The Libertine (nomeado para cinco Joseph Jefferson Awards, incluindo Melhor Produção) e Lost Land, ambos textos de Stephen Jeffreys.

Escreveu e dirigiu roteiros dramáticos para televisão, que foram exibidos em todo o mundo, como o mais recentemente Not Only But Always para o Channel 4, que ganhou cinco indicações ao Prêmio Internacional, Melhor Filme no Banff, e um BAFTA por Rhys Ifans. A versão cinematográfica de seu texto “Insignificance”, dirigido por Nicolas Roeg, figurou como a entrada britânica oficial no Festival de Cannes em 1985.

Rodrigo Velloni

Rodrigo Velloni trabalhou com nomes como Jô Soares, Marco Nanini, Fernando Libonati, Gerald Thomas e Vladimir Capella.

A Velloni Produções Artísticas realizou os espetáculos “Atreva-se”, direção de Jô Soares (vencedor do Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Produção Independente de 2012), “Pergunte ao Tempo”, texto e direção de Otavio Martins, “A Comédia das Maldades”, direção de Victor Garcia Peralta, “O Colecionador de Crepúsculos”, “O Meu Amigo Pintor” e “Píramo e Tisbe”, texto e direção de Vladimir Capella, que receberam 19 indicações e 5 prêmios, incluindo Melhor Espetáculo 2009 (“O Colecionador de Crepúsculos”), Melhor Produção (Velloni Produções Artísticas por “O Meu Amigo Pintor”), Melhor Espetáculo 2011 (“Píramo e Tisbe”).

Histeria

12, 13 e 14 de agosto

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Sexta-feira, 21h | Sábado, 20h | Domingo, 18h

Ingressos:

Plateia R$ 120,00

Camarote Central: R$ 100,00

Camarote Lateral: R$ 80,00

Galeria: R$ 40,00

Descontos:

50% de desconto para cliente ou funcionário Porto Seguro e um acompanhante, sem limite por sessão

50% para sócios AATSP em 100 ingressos na apresentação de sexta-feira, 12 de agosto

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:

– até 15 anos mediante RG;

– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

Teatro Mototóti promove oficina “Tem Palhaço no Hospital”

geissonaquino_Crédito Marilia Haas

Atividade ocorre nos dias 28 e 29 de maio no Atelier da Casa9

 

O Teatro Mototóti promove nos dias 28 e 29 de maio, no Atelier da Casa9 em Porto Alegre, a oficina “Tem Palhaço no Hospital”. O workshop tem como objetivo promover um encontro entre palhaços e profissionais de saúde para troca de experiências sobre seus ofícios. Durante os dois dias de imersão, o ator da companhia, Gerson Aquino, apresentará aos participantes como trabalhar o corpo do ator e o estado de graça do palhaço, além de oportunizar o encontro entre os participantes, estabelecendo relações e sensações semelhantes às vividas em um hospital, através de jogos de improvisação e atividades de observação.

A companhia de teatro de rua, após nove anos percorrendo o Brasil com seus espetáculos e atividades formativas, percebeu o quanto seria importante sistematizar oficinas em sua cidade sede, Porto Alegre. Em 2016 este desejo antigo está saindo do papel. Em janeiro o grupo promoveu a primeira edição da oficina de verão “A Essência do Teatro de Rua” para compartilhar saberes e práticas vividos durante os 18 anos em que a arte de rua fez parte das vidas de Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, fundadores do grupo. “Com a experiência do Geison de oito anos de atuação como palhaço em hospitais, pensamos em proporcionar uma oficina voltada para iniciados na arte clown, profissionais de saúde e curiosos em conhecer a linguagem e o ofício do palhaço dentro de uma instituição de saúde”, afirma Fernanda.

Aquino é fundador e diretor artístico da troupe Doutores P – Multiplicadores da Alegria, na cidade de Venâncio Aires, além de integrante do Mototóti. Atua há oito anos em hospitais e desenvolveu sua formação na área com nomes como Raul Figueiredo e Roberta Calza (Doutores da Alegria, SP), Cícero Silva (Ateliê do Titetê, MG), Michael Christensen (Clown Care Unit, EUA) Ivan Prado (Pallaços em Rebeldia, ESP).

O curso tem como público-alvo atores e profissionais da saúde, como outros interessados a partir dos 16 anos. As aulas ocorrem das 09h às 18h30, com intervalo no horário do almoço. As inscrições custam R$ 150,00 até o dia 20 e R$ 250,00 até o dia 27 de maio. Informações e inscrições podem ser obtidas através do e-mail historias@motototi.com.br ou pelo telefone (51)8272.9834.

SERVIÇO:

Oficina “Tem Palhaço no Hospital!”

Ministrante: Geison Aquino

Data: 28 e 29 de maio de 2016

Local: Atelier da Casa9 (São Manoel, 337 / sala 9, Bom Fim – Porto Alegre/RS)

Horário: 9h às 18h30m (com intervalo para almoço)

Público-alvo: atores e não atores, profissionais da saúde e curiosos, com idade mínima de 16 anos

Investimento: R$ 150,00 a R$ 250,00 (conforme forma de pagamento)

O Teatro Mototóti existe há nove anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil. Em 2015 o grupo expandiu seu núcleo de contação de histórias, trazendo à cena o espetáculo Histórias da Bergamotinha, em que utiliza diversos elementos teatrais para contar histórias encenadas e musicadas, apresentando um trabalho multilinguagens que resultou em uma contação de histórias altamente teatral.

Desde 2015 o Mototóti promove mensalmente apresentações de espetáculo e atividades gratuitas em sua sede pública, no Parque Mascarenhas de Morais, em Porto Alegre.  O projeto, intitulado Se Essa Rua Fosse Minha, já recebeu mais de 1500 espectadores e ocorre de forma independente, sem patrocínios ou financiamentos.

http://www.motototi.com.br | www.facebook.com/TeatroMotototi

Se essa rua fosse minha realiza mais uma etapa no dia 24 de abril

Histórias-da-Bergamotinha---Foto-Fernanda-Beppler-4p

Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 

Após sete edições de sucesso em 2015, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moraes para a temporada 2016 do projeto independente de arte de rua Se Essa Rua Fosse Minha, no dia 24 de abril. A atividade, programada para o dia 27 de março inicialmente, foi transferida devido ao mau tempo. Com o objetivo de ocupar o parque com atividades regulares, a primeira edição deste ano do projeto promoverá diversas atividades artísticas que contemplam a rua como palco, além de uma programação que conta com aulas de pilates, rodas de chimarrão, entre outras.

Os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, fundadores da companhia, são moradores do Humaitá e usam o parque como sua sede pública, onde desenvolvem ensaios e promovem apresentações. “Nosso desejo é fomentar a formação de plateia a longo prazo e trazer a comunidade à rua, para conviver em harmonia com a natureza e seus vizinhos”, declaram.

Em 2015, o Se Essa Rua Fosse Minha recebeu em torno de 1.500 pessoas em sete edições, tanto do Humaitá quanto espectadores de diversos bairros de Porto Alegre e municípios da Região Metropolitana. O grupo apresentou todos os espetáculos de seu repertório, além de aulas de pilates e boxe chinês.

Neste ano, além dos espetáculos do Teatro Mototóti, o Circuito contará com artistas e grupos convidados. Para o dia 24, a programação conta com as apresentações dos espetáculos Histórias da Bergamotinha, Ao Divagar Se Vai Longe e De Bicicleta Mais Ainda… e do Teatro em Miniatura.

Histórias da Bergamotinha é o mais recente trabalho do Teatro Mototóti. O projeto busca atender o público infanto-juvenil, aproximando-o da casa das histórias: o livro. As histórias não são apenas lidas, mas sim contadas, cantadas e encenadas, onde os contadores Geison Aquino e Mariana Beppler se utilizam de elementos teatrais como a música, a encenação, manipulação de objetos, bonecos e instrumentos musicais, para transformar a história em um espetáculo multilinguagem, que encanta a todas as idades.

Abrindo a programação de 2016, está a Trupi di Trapu e seu Teatro em Miniatura. Criado em 2008 por Anderson Gonçalves e Carmen Lima, a Trupi tem trajetória de sucesso no mundo do teatro de animação. O grupo destaca-se por seu trabalho em oficinas com crianças, jovens e educadores, levando a arte do teatro de bonecos de forma democrática aos mais variados públicos no Brasil, Argentina, Peru e Colômbia. Numa incursão mágica pelo mundo do teatro “lambe-lambe”, o grupo se reinventa e se descobre dentro da pequena grande fábrica de sonhos que são as caixas de teatro em miniatura. Como num teatro as caixas são dotadas de som, luzes e, claro, de atores, num local onde ter um espectador é sinal de casa lotada.

Ao Divagar se Vai Longe e de Bicicleta Mais Ainda…, da Cia. UmPéDeDois, conta a história de Camomila e Quindim. Em busca de um lugar perfeito ao encontro de um amor nem tão perfeito assim, descobrem, entre malas e malabarismos, o que sempre esteve ali, bem debaixo dos seus narizes vermelhos: eles se amam e adoram andar de bicicleta!

A programação também conta com aulas de pilates, roda de chimarrão e bate papo com os artistas, tudo com entrada franca. Para mais informações, acesse: www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil. Em 2015 o grupo expandiu seu núcleo de contação de histórias, trazendo à cena o espetáculo Histórias da Bergamotinha, em que utiliza diversos elementos teatrais para contar histórias encenadas e musicadas, apresentando um trabalho multilinguagens que resultou em uma contação de histórias altamente teatral.

EQUIPE TÉCNICA:

Coordenação: Fernanda Beppler
Curadoria: Fernanda Beppler, Carlos Alexandre, Mariana Beppler e Geison Aquino
Coordenação de Produção: Carlos Alexandre
Produção Executiva: Geison Aquino e Mariana Beppler
Técnico de Som: Vitório Oliveira Azevedo
Apoio: Rogério Bertoldo
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – assessoria de flor em flor
Iniciativa e Realização: Teatro Mototóti

PARCEIROS:

Trupi Di Trapu, Personal Pilates By Bárbara Neumann, Cia. UmPéDeDois, ES – Soluções em Comunicação Visual.

PROGRAMAÇÃO:

15h – abertura com Teatro Em Miniatura (Trupi di Trapu)
– aula de pilates (Personal Pilates By Bárbara Neumann)
15h30 – Histórias da Bergamotinha (Teatro Mototóti)
16h30 – Ao Divagar Se Vai Longe e De Bicicleta Mais Ainda… (Cia. UmPéDeDois)
17h30 – Roda de Chimarrão e bate papo com todos os artistas envolvidos.
18h – Encerramento

SERVIÇO:

Evento: Circuito Se Essa Rua Fosse Minha – 2016: 1ª edição
Data: 27/03/2016 – domingo
Local: Parque Mascarenhas de Moraes (Rua Palmira Gobbi, Humaitá, Porto Alegre/RS)
Horário: a partir das 15 horas
Ingresso: Gratuito – contribuição espontânea no chapéu para atividades artísticas

“Eu não dava praquilo” tem apresentações em Porto Alegre nos dias 04, 05 e 06 de março

 

EU NÃO DAVA PRAQUILO 2 - DNG
5D III

Monólogo com Cassio Scapin tem patrocínio da Petrobras e é uma homenagem ao ofício teatral através da vida da atriz e diretora Myriam Muniz

 

Com patrocínio da Petrobras, chega a Porto Alegre nos dias 04, 05 e 06 de março o monólogo “Eu não dava praquilo”, com Cassio Scapin no elenco e direção de Elias Andreato. A montagem é uma homenagem ao fazer teatral e à arte de interpretar, transcorrendo através da história do teatro brasileiro e depoimentos da vida da atriz e diretora Myriam Muniz, influente personalidade da área.

Neste monólogo cômico dramático, além de contar passagens da vida pessoal e profissional de Myrian a partir da sua biografia, o espetáculo pretende ser uma homenagem ao ofício teatral e sua importância como agente de transformação tanto individual quanto social. Para o autor e intérprete Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar da artista paulista. Para ele, a atriz era dona de personalidade ímpar, que conferiu a ela uma forma inigualável de representar. Suas passagens pelos palcos eram impregnadas do modo como encarava a vida e o ofício do ator, Cassio a vê como “impulsiva, intuitiva, generosa, de uma generosidade hoje rara nos palcos” sendo essas muitas das qualidades que ele procura explorar nos palcos desde sua estreia em janeiro de 2015.

Para o diretor Elias Andreato, Myrian Muniz é uma sacerdotisa do teatro e os seus ensinamentos marcaram profundamente e apaixonadamente muitos artistas. Segundo ele, “Eu Não Dava Praquilo” é uma forma de agradecimento e reverência pelo seu encantamento.

As apresentações em Porto Alegre ocorrem no teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75), com sessões às 20h na sexta-feira e sábado e às 19h no domingo. Os ingressos custam R$ 25,00 e as vendas iniciam no dia 18 de fevereiro, no Café do Teatro (Phyto Bistrô) até o dia 03 de março, das 14h às 18h. Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada apresentação.

SINOPSE

Criado por Cassio Scapin e Cássio Junqueira, “Eu Não Dava Praquilo” é um monólogo cômico dramático a partir da biografia da atriz e diretora paulista Myrian Muniz, uma das mais influentes personalidades do teatro brasileiro das últimas décadas. O monólogo foi indicado ao prêmio APCA nas categorias autor, diretor e ator, além de contar passagens da vida pessoal e profissional da homenageada, o espetáculo pretende ser uma ode ao ofício teatral e sua importância como agente de transformação tanto individual quanto social. Direção de Elias Andreato. Com Cassio Scapin.

FICHA TÉCNICA

Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin

Elenco: Cassio Scapin

Direção: Elias Andreato

Figurino e Cenário: Fabio Namatame

Iluminação: Wagner Freire

Trilha Sonora: Jonatan Harold

Assistente de Direção: André Acioli

Produção Executiva: Angela Dória

Fotos: João Caldas

Programação Visual: Denise  Bacellar

Direção de Produção: Fernanda Signorini

Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos

Produção Local: Primeira Fila Produções

Assessoria de Imprensa Local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

 

SERVIÇO

Eu Não Dava Praquilo
Local: Teatro do Centro-Histórico Cultural Santa Casa
Endereço: Av. Independência, 75

Data: 04, 05 e 06 de março de 2016
Horário: sexta-feira e sábado às 20h, domingo às 19h

Ingressos: R$ 25,00

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 16 anos
Ingressos:

Vendas antecipadas:

De 18 de fevereiro a 03 de março – Café do Teatro (Phyto Bistrô), das 14h às 18h

 

Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada apresentação

 

Descontos de 50% para titulares e acompanhante do Clube do Assinantes

 

Saiba Mais

 

CASSIO SCAPIN

Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros, formado pela Escola de Arte Dramática da USP participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro de sucesso. Desde 1984 trabalha como ator profissional e nos últimos anos esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão é muito reconhecido pelo participação no Castelo Rá-Tim-Bum e atualmente é contratado da Record onde atuou na novela Ribeirão do Tempo. Recebeu o Prêmio Mambembe, o Prêmio Governador do Estado, o Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte, o Prêmio Apetesp entre muitos outros. No currículo reúne participação em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão além de concertos, longas e curtas metragens.

 

CÁSSIO JUNQUEIRA

Cássio Junqueira é um apaixonado pelas formas literárias, principalmente pela poesia. Desde 2004 publicou 9 obras entre as quais estão “A beleza fundamental de todos os lugares”, “Poeta no divã” e “Só Poesia”. O autor também realiza recitais nas principais livrarias e bibliotecas de São Paulo. Como poeta ganhou os prêmios “Segnalazione di merito” para o poema “Deus fala comigo” no Prêmio “Poesia, Prosa e Arti figurative” 2005 da “Accademia Internazionale Il Convivio” e o “1° Premio assoluto”, em 2012, na “35ª edizione del “Premio Letterario Internazionale Franco Delpino – Santa Margherita Ligure”, promovido pela ANPAI – Associazione Nazionale Poeti Autori e Artisti d’Italia.

 

ELIAS ANDREATO

Elias Andreato é um reconhecido ator e diretor teatral brasileiro que atua desde a década de 1970 no teatro, na televisão e no cinema. Estreou os monólogos “Diário de um Louco”, de Nicolai Gogol e “Van Gogh”, baseado nas cartas do pintor. Além disso, atuou nas peças “Lua de Cetim”, de Alcides Nogueira, “Trágico à Força”, de Anton Tchecov, “Édipo Rei”, de Sófocles, “Hello! Boy”, de Roberto Gil Camargo, entre outras. Com “Sexo dos Anjos”, em 1990, ganhou os prêmios Shell, Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e Apetesp de melhor ator.

 

FÁBIO NAMATAME

Fabio Namatame é um famoso figurinista e cenógrafo brasileiro formado em Publicidade e Propaganda pela FAAP. Depois de participar de um curso de expressão corporal e estudar com a atriz Denise Stoklos começou a atuar em espetáculos de mímica, para os quais ele mesmo criava os figurinos. A partir daí, realizou trabalhos de direção de arte em teatro, ópera, publicidade e cinema pelos quais recebeu os prêmios Shell, Apetesp, APCA, Mambembe, Cultura Inglesa e Sesc. Fábio criou o cenário e o figurino de inúmeras obras teatrais como: “Oscar Wilde”, dirigida por Vivien Buckup, “Desmedéia”, dirigida por Denise Stoklos, “Intimidade Indecente”, dirigida por Regina Galdino, entre outras. Criou os figurinos das óperas “Carmen”, dirigida por Carla Camurati, “O Guarani”, “Bodas de Fígaro”, “Falstaff” e “Romeu e Julieta”, dirigidas por José Possi Neto, além das peças teatrais “Joana Dark”, dirigida por José Possi Neto, “Cenas de um Casamento”, dirigida por Vivian Buckup, “Pigmaleoa”, dirigida por Jacques Lagoa, entre outras.

 

zeroohora_07.02

correiodopovo_28.01.2016

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑