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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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teatro

Segunda temporada do espetáculo Só para mulheres… e homens também estreia em 03 de julho no Ocidente

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Montagem com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque aborda temas do universo feminino

 

Volta a cartaz a partir de 03 de julho no Ocidente o espetáculo Só para Mulheres… e homens também, com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque. Em cena quatro mulheres – Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem – abordam temas como trabalho, amor, separação, TPM e sexo, através de dramaturgia original de Giovana de Figueiredo,  ao lado de textos de Sara Kane, Chico Buarque, Dario Fo, Elisa Lucinda, Brecht, entre outros, onde passeiam livremente entre o drama e a comédia, cantam, dançam e emocionam.

Além das quatro atrizes, a cada edição o espetáculo recebe convidadas que participam de um quadro de entrevistas. Estão confirmados os nomes da advogada Maria Berenice Dias (03/7), a jornalista Cris Silva (04/07), a cantora trans Valeria Houston (10/07), e a escritora Cláudia Tajes (11/07).

“Simone de Beauvoir disse que ‘não se nasce mulher, torna-se mulher’. A mulher contemporânea se aproxima cada vez mais de uma conquista definitiva de seu espaço real na sociedade. Este trabalho se debruça nas ideias de vários grandes escritores, homens e mulheres. Dedico à Ceny e Ely, minhas duas mães. Às minhas irmãs Ana, Vânia e Regina e a todas as amigas que me amam tanto e me fazem acreditar que as mulheres são os grandes pilares deste universo”, declara Zé Adão.

A direção musical é de Everton Rodrigues, cenografia e figurinos de Gustavo Dienstman, vídeos de Daniel Jainechine, desenho de luz de Ricardo Vivian e produção da Primeira Fila Produções.

As apresentações ocorrem às 20h nos dias 03, 04, 10 e 11 de julho, com ingressos a R$ 50,00, que podem ser adquiridos antecipadamente pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/soparamulheres e durante o almoço no Bar Ocidente. Nos dias de apresentação, os ingressos disponíveis estarão à venda na bilheteria uma hora antes do espetáculo. Mais informações:https://www.facebook.com/soparamulheresehomenstambem/

 

Roteiro e direção: Zé Adão Barbosa
Codireção e desenho de movimentos: Carlota Albuquerque
Direção musical: Everton Rodrigues
Elenco: Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem
Textos: Bertold Brecht, Chico Buarque, Dario Fo, Elisa Lucinda, Giovana de Figueiredo, Maria Rezende, Marilyn Monroe, Paulo Pontes, Sarah Kane e Simone de Beauvoir.
Consultoria: Ângela Figueiredo
Cenografia e figurinos: Gustavo Dienstmann
Cenotécnica: Paulo Pereira e Titi Lopes
Assistente de figurino: Mari Falcão
Vídeos e Projeções: Daniel Jainechine
Iluminação: Ricardo Vivian
Tecnico de som: Jimi Melo
Assessoria de Imprensa: Assessoria Flor em Flor/ Bruna Paulin
Design Gráfico: Uou Design
Fotos de lançamento: Dulce Helfer
Assistente de produção: Jaques Machado
Produção: Daniela Mazzilli e Letícia Vieira
Coordenação de produção: Primeira Fila Produções

 

Só para Mulheres… E para homens também

Temporada de julho

03, 04, 10 e 11/07 – 20h

Bar Ocidente – João Telles Esquina Av. Osvaldo Aranha

Ingressos: R$ 50,00

Antecipados pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/soparamulheres e durante o almoço no Bar Ocidente. Nos dias de apresentação, os ingressos disponíveis estarão à venda na bilheteria uma hora antes do espetáculo.

Só para mulheres… e homens também estreia em 05 de junho no Ocidente

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Montagem com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque aborda temas do universo feminino

 

Estreia no dia 05 de junho no Ocidente o espetáculo “Só para Mulheres… e homens também”, com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque. Em cena quatro mulheres – Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem – abordam temas como trabalho, amor, separação, TPM e sexo, através de dramaturgia original ao lado de textos de Sara Kane, Elisa Lucinda, Brecht, entre outros, onde passeiam livremente entre o drama e a comédia, cantam, dançam e emocionam.

Além das quatro atrizes, a cada edição o espetáculo receberá convidadas que participam de um quadro de entrevistas. Estão confirmados os nomes da ativista do movimento Trans, Gloria Crystal (05/6), as jornalistas Katia Suman e Carol Anchieta (06 e 12/6) e a educadora Esther Grossi (13/6).

“Simone de Beauvoir disse que ‘não se nasce mulher, torna-se mulher’. A mulher contemporânea se aproxima cada vez mais de uma conquista definitiva de seu espaço real na sociedade. Este trabalho se debruça nas ideias de vários grandes escritores, homens e mulheres. Dedico à Ceny e Ely, minhas duas mães. Às minhas irmãs Ana, Vânia e Regina e a todas as amigas que me amam tanto e me fazem acreditar que as mulheres são os grandes pilares deste universo”, declara Zé Adão.

A direção musical é de Everton Rodrigues, cenografia e figurinos de Gustavo Dienstman, vídeos de Daniel Jainechine, desenho de luz de Ricardo Vivian e produção da Primeira Fila Produções.

As apresentações ocorrem às 20h nos dias 05, 06, 12 e 13 de junho, com ingressos a R$ 50,00, que podem ser adquiridos antecipadamente pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/soparamulheres. Mais informações: https://www.facebook.com/soparamulheresehomenstambem/

 

Roteiro e direção: Zé Adão Barbosa

Codireção e desenho de movimentos: Carlota Albuquerque

Direção musical: Everton Rodrigues

Elenco: Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem

Consultoria: Ângela Figueiredo

Cenografia e figurinos: Gustavo Dienstman

Cenotécnica: Paulo Pereira

Costureira: Mari Falcão

Vídeos: Daniel Jainechine

Iluminação: Ricardo Vivian

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Design Gráfico: Uou Design

Fotos: Dulce Helfer

Coordenação de produção: Primeira Fila Produções

Coprodução Brasil-Alemanha estreia em 30 de agosto no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre

Crédito Maí Yandara_-66-2

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat é um projeto teatral com equipe e elenco brasileiro e alemão e estará em cartaz nos dois países

Porto Alegre, 27 de agosto de 2018 – Estreia na quinta-feira, 30 de agosto, no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre, o espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat, uma coprodução da ATO cia.cênica, Primeira Fila Produções e Badisches Staatstheater Karlsruhe. A temporada de estreia mundial da produção, que conta com elenco e equipe brasileiro e alemão, segue em Porto Alegre até 09 de setembro, seguida por apresentações em Karlsruhe a partir do dia 20 do mesmo mês. O projeto tem financiamento do Fundo de Cultura Federal Alemão Kulturstiftung des Bundes em parceria com o Goethe-Institut.

         O sul do Brasil é conhecido por ser a região que recebeu grande parte dos imigrantes vindos da Alemanha. No século XIX chegaram ao Brasil colonos alemães que pela pobreza e falta de perspectiva econômica se refugiaram na região dos Pampas – as famílias receberam boas vindas com o propósito de colonizar a região e embranquecer a população. A partir de então, diversas ondas de imigração alemã se sucederam, desde os refugiados econômicos da crise de 1920, os perseguidos pelo Nazismo na segunda guerra até os próprios Nazistas que com o fim da guerra se esconderam na região. Em algumas famílias até hoje o dialeto alemão Hunsrückisch é falado. Atualmente, a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat é uma direção e baseado na pesquisa da diretora Mirah Laline, com pesquisa e texto do autor Jürgen Berger, construída em colaboração com elenco, equipe e direção e direção de dramaturgia de Jan Linders. O elenco, formado pelos brasileiros com raízes e descendências germânicas, Philipe Philippsen, Camila Falcão, Martina Fröhlich, Karin Salz Engel e o alemão de família Austríaca e Italiana, Thomas Prenn, conta a história de descendentes de alemães no Brasil, através de uma docuficcção. “Foi através de uma pesquisa autobiográfica de cada um dos atores e seus ancestrais, alguns deles vindos da Alemanha, que construímos este biodrama”, conta Mirah. A partir de uma pesquisa e resgate autobiográficos durante um workshop realizado no primeiro semestre deste ano em Porto Alegre, o autor Jürgen Berger montou a base dos textos do espetáculo. Quatro atores e músicos brasileiros contracenam com um jovem ator de Karlsruhe, Alemanha. Temas como ancestralidade, gerações, memória, pertencimento, imigração permeiam questionamentos como: é possível viver duas culturas ao mesmo tempo? Seria Pátria um instrumento do colonialismo? Que semelhanças existem com a recente onda de imigração no Brasil e na Alemanha?

Vídeos e músicas – executadas ao vivo e compostas pelo elenco – são elementos muito marcantes da concepção, segundo a diretora. Ricardo Vivian assina o Desenho de Luz, Rodrigo Shalako o cenário, Mauricio Casiraghi, Video e Projeções e Déh Dullius os figurinos. Jan Linders é o dramaturgo.

O projeto está em desenvolvimento desde 2015 quando Mirah foi convidada pela diretora do Goethe-Institut Porto Alegre, Marina Ludemann, a integrar a equipe de um projeto proposto pelo crítico e autor Jürgen Berger, que estava em Porto Alegre ministrando uma oficina de Crítica Teatral. A ideia de Berger era montar uma peça docu-ficcional, baseado em histórias dos imigrantes alemães e de seus descendentes. O Rio Grande do Sul é o estado mais meridional do Brasil e, junto com Santa Catarina, uma região com expressivo contingente de descendentes de imigrantes alemães que chegaram ao Brasil no início século XIX. Jürgen aproveitou para visitar cidades da zona alemã gaúcha, como Dois Irmãos e Santa Maria do Herval, onde a maioria dos habitantes ainda fala o dialeto Hunsrückisch. Após uma pausa, o projeto foi retomado no início de 2018, com a confirmação do subsídio pela Kulturstiftung des Bundes, a principal instituição para financiamento cultural da Alemanha.

Em Porto Alegre Pátria Estrangeira/Fremde Heimat estará em cartaz de 30 de agosto a 09 de setembro, com apresentações às 20h de quinta-feira a sábado e às 18h aos domingos, com ingressos a R$ 40,00. As vendas antecipadas estão disponíveis pelo site entreatosdivulga.com.br. Durante a temporada, será possível adquirir entradas no local, uma hora antes do início do espetáculo. Em Karlsruhe, o espetáculo estreia em 20 de setembro e terá apresentações nos dias 23, 29 e 30 do mesmo mês, além de uma performance na cidade de Ludwigshafen no dia 28.

 

Mais informações:

https://www.goethe.de/ins/br/pt/sta/poa/ver.cfm?fuseaction=events.detail&event_id=21344906

http://spielzeit18-19.staatstheater.karlsruhe.de/programm/info/2775/

facebook.com/patriaestrangeirafrremdeheimat

Instagram @fremde.heimat

Sinopse

Coração ambivalente

Atualmente a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Os antepassados de Martina estão entre os primeiros emigrantes que, no início do século 19, emigraram da atual região da Renânia-Palatinado para o sul do Brasil. Ela vive em Porto Alegre e vive brigando com um coração ambivalente no seu peito. Uma alemã ela não é, mas é realmente brasileira?

Camila é tataraneta de uma família com influência afro-alemã. Sua tataravó teve uma relação com o filho de uma família de imigrantes alemães. O fato de que a tataravó alemã tenha desagregado a família do filho, acompanha Camila até hoje. Porém, no ano de 2018, uma brasileira descendente afro tem problemas mais urgentes.

Philipe é tataraneto de um patchwork brasileiro-indígena-judeu-europeu. Sua árvore genealógica poderia ser tema de um projeto de pesquisa. O brasileiro com os muitos corações no peito tem de viver com o fato de que, apesar de seus antepassados alemães, a cidadania alemã lhe é negada.

Karin viveu e trabalhou como pianista de concertos na Alemanha e na Suíça, mas apesar disso tinha a sensação de que seu coração batia em Porto Alegre. Após quatro anos de migração pela Europa central, ela se decidiu por retornar à sua pátria sul-brasileira. Ela chegou a um país profundamente dividido social e politicamente.

Thomas, do sul do Tirol, vive em Berlim e não pode requerer um passaporte alemão. Ele não necessita de um Ministério para saber que pátria é lá onde ele se sente em casa.

FICHA TÉCNICA

JÜRGEN BERGER | Pesquisa e Texto*

MIRAH LALINE | Pesquisa e Direção

CAMILA FALCÃO – KARIN SALZ ENGEL – MARTINA FRÖHLICH – PHILIPE PHILIPPSEN -THOMAS PRENN | Elenco

MAURICIO CASIRAGHI | Vídeo

DÉH DULLIUS | Figurinos

RODRIGO SHALAKO | Cenografia

RICARDO VIVIAN | Iluminação

UOU DESIGN/ LUCAS DALA-LANNA | Design Gráfico

JANAINA VIANNA | Assistência de Direção

PASCAL BERTEN | Tradução e Assessoria Linguística

HERTA ELBERN | Tradução

JAN LINDERS| Dramaturgia

MAÍ YANDARA | Fotografias

BRUNA PAULIN | Assessoria de Imprensa e redes sociais

ROZE PAZ e VINICIUS MELLO | Produção Executiva

DANIELA MAZZILLI E LETICIA VIEIRA | Coordenação de Produção

ATO. Cia cênica | Coprodução Brasil

GOETHE INSTITUT PORTO ALEGRE | Coprodução Brasil

PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES | Produção Brasil

BADISCHES STAATSTHEATER KARLSRUHE | Produção Alemanha

KULTURSTIFTUNG DES BUNDES | Patrocinador Master

* com a colaboração do elenco, direção e equipe criativa

FREMDE HEIMAT / PÁTRIA ESTRANGEIRA

Curiosidades – por Jan Linders

  • Projeto binacional – está é a primeira montagem que temos conhecimento que tem uma equipe técnica e elenco de brasileiros e alemães; Todos os atores tem algum ancestral alemão na família, além de três integrantes da equipe técnica – a assessora de comunicação Bruna Paulin, o cenógrafo Rodrigo Shalako, o figurinista Déh Dullius
  • O projeto foi concebido pelo crítico e autor teatral Jürgen Berger e a diretora Mirah Laline após uma pesquisa na Serra Gaúcha, em comunidades alemãs que falam o dialeto Hunsrückisch.
  • O texto da peça foi baseado em entrevistas e relatos pessoais dos atores – com material adicional, criando uma docuficcção, um caso raro onde os próprios atores profissionais são o próprio tema do espetáculo
  • A peça foi desenvolvida em um workshop que teve duração de duas semanas em março de 2018 e em 6 semanas intensas de ensaios em julho e agosto de 2018, no Goethe-Institut Porto Alegre, onde as oito apresentações brasileiras ocorrem. Outras temporadas no Brasil já estão em negociação
  • Após a curta temporada de estreia no Brasil, elenco e equipe técnica viaja para a Alemanha para se apresentar durante a temporada de abertura do Staatstheater Karlsruhe, estreando em 20 de setembro, com apoio da Associação Sul-Brasileira Alemã
  • A história da imigração europeia no Rio Grande do Sul é desconhecida na Alemanha, como o fato que há uma recente imigração de pessoas do Senegal, Haiti e Venezuela. Acompanhando a pesquisa do projeto, a equipe conheceu diversos vendedores de rua desses países no centro de Porto Alegre.
  • Duas professoras da UFRGS, Luciana Garcia de Mello e Ana Lúcia Liberato Tettemanzy, estiveram com o grupo, esclarecendo e fornecendo informações sobre pós-colonialismo, racismo, o discurso brasileiro sobre os indígenas e os afro-brasileiros e os novos imigrantes
  • O projeto só foi possível de ser realizado através do financiamento do Fundo da Cultura Alemã – www.kulturstiftung-bund.de.

Espetáculo com Denise Fraga marca as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro

Ministério da Cultura e Bradesco apresentam:

Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho,

Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

 

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 A VISITA DA VELHA SENHORA

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De Friedrich Dürrenmatt

 Tradução: Christine Röhrig

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga, Maristela Chelala

 Direção Geral: Luiz Villaça

 

Espetáculo marca as comemorações dos 160 anos de fundação do Theatro São Pedro, com temporada de 27 de junho a 07 de julho

Venda de ingressos inicia em 04 de junho

 

Porto Alegre, 28 de maio de 2018 – Depois do sucesso das apresentações de “Galileu Galilei” em 2016, Denise Fraga, acompanhada de grande elenco e sob direção de Luiz Villaça, volta ao palco do Theatro São Pedro, para uma temporada de duas semanas, com o espetáculo A Visita da Velha Senhora. As apresentações, com patrocínio do Ministério da Cultura e Bradesco, integram as comemorações do aniversário de 160 anos do teatro.

O texto do suíço Friedrich Dürrenmatt apresenta um olhar irônico sobre a fragilidade dos nossos valores morais, da justiça e da esperança. Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo está em turnê pelo Brasil e em Porto Alegre estará em cartaz de 27 de junho a 07 de julho.

Em A Visita da Velha Senhoraque traz 13 atores em cena, Friedrich Dürrenmatt expõe a fragilidade de nossos valores morais e de nossa noção de justiça quando a palavra é dinheiro. A protagonista da peça é quase a encarnação mítica do poder material, a milionária Claire Zachanassian, vivida por Denise, que com seu bilhão põe em xeque a cidade de Güllen.

Os cidadãos da arruinada Güllen esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse. Ouve-se um clamor de indignação e todos rejeitam a absurda proposta.  Claire, então, decide esperar, hospedando-se com seu séquito no hotel da cidade.

A partir dessa premissa, o suíço Friedrich Dürrenmatt nos premia com uma obra-prima da dramaturgia, construindo uma rede de cenas que se entrelaçam, cheias de humor e ironia, um desfile de personagens humanos e reconhecíveis que pouco a pouco, vão escancarando a nossa fragilidade diante do grande regente de nossas vidas: o dinheiro. Quem mata Krank?  Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária?  Ou fará justiça?  O que é fazer justiça?  Até que ponto a linha ética se molda ao poder dinheiro?

Dürrenmatt caracteriza A Visita da Velha Senhora como uma comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão?  O texto se desenrola abrindo ainda outros ramos de reflexão. Dürrenmatt era completamente obcecado pela questão da justiça e as sutilezas de suas fronteiras. O que é justo? O que significa justiça em nossos tempos? Até que ponto o valor moral da justiça se adequa ao poder?  Reconhecível no Brasil nos dias de hoje? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

Segundo Denise, encenar A Visita da Velha Senhora depois de A Alma Boa de Setsuan e Galileu é quase como finalizar uma trilogia.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”, afirma. Em A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, espetáculo visto por mais de 220 mil pessoas, entre 2008 e 2010, a personagem principal perguntava: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel? Como posso ser bom e sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?” Em Galileu Galilei, também de Brecht, espetáculo que esteve um ano e oito meses em cartaz e foi visto por mais de 140 mil pessoas, o tema é revisitado: Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como manter meus ideais comprando meu vinho bom?

Como Brecht, Dürrenmatt é mestre em dissecar as relações de poder e os conflitos morais em suas obras, em questionar o papel do herói e a sua necessidade para uma sociedade justa, em fazer uso do humor para gerar reflexão. Nas três peças: Alma Boa, Galileu Galilei e A Visita da Velha Senhora, tudo isso está explícito. A diferença é que Brecht prefere desconstruir as ilusões de que nos alimentamos e propor uma possível transformação, enquanto Dürrenmatt as mantém vivas e ri delas por serem apenas isso: ilusões, enganos pelos quais lutamos e sempre lutaremos.

“Acredito no poder de transformação pela arte. Na formação do indivíduo pela arte. O teatro como espelho do mundo, nos fazendo rir para nos reconhecer, dando voz a nossa angústia, dando palavras àquilo que pensamos e não sabemos dizer. O humor e a poesia nos ajudando a elaborar o pensamento para agir, para transformar, para viver criativamente, para por a mão da massa da nossa história”, afirma Denise Fraga. “Depois de dois anos e meio de A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, e um ano e meio de Galileu Galilei, do mesmo gênio alemão, sou mais uma vez surpreendida pela potente atualidade de um clássico. Não foi por acaso que cheguei a Dürrenmatt. Foi discípulo, bebeu em Brecht.  Lá está o mesmo fino humor, a mesma ironia e teatralidade. Dürrenmatt também se faz valer do entretenimento para arrebatar o público para a reflexão”, declara a atriz.

A direção é do cineasta Luiz Villaça, que depois do sucesso de “Sem Pensar”, de Anya Reiss, e “A Descida do Monte Morgan”, de Arthur Miller, retorna ao teatro. A montagem tem a sofisticação de contar com cenários e figurinos do mineiro Ronaldo Fraga, que foi o vencedor da 30ª edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. A batuta do maestro Dimi Kireeff, na direção musical, o desenho de luz de Nadja Naira, da companhia brasileira de teatro, Lucia Gayotto na preparação vocal, Keila Bueno nas coreografias e preparação Corporal e Simone Batata, no visagismo.

No elenco, além de Denise, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves.  A Visita da Velha Senhora recebeu indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente.

As apresentações em Porto Alegre ocorrem nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho, às 21h de quarta a sábado, e às 18h aos domingos. Os ingressos custam entre 40,00 e 70,00 e estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 04 de junho.

Por Denise Fraga

Amo a comédia porque confio no humor e na ironia como um poderoso agente para a reflexão. Só se ri daquilo que se entende. O humor chama o pensamento e, com isso, dá eficácia e prazer à comunicação de uma ideia.  É incrível como muitos dos autores tidos como clássicos confiavam nisso, mas estão com a risada do público presa na poeira de suas linhas. É preciso sacudi-las, dar uma escovada, deixá-las voar.

Brecht dizia: divertir para comunicar. Me identifico com isso. Divertir o público e mandá-lo para casa em estado de reflexão é o que tem me garantido a sensação de plenitude com o meu ofício. O sucesso de ALMA BOA e GALILEU me confirmaram a popularidade de Brecht. Mais da metade de nosso público talvez nunca tivesse ouvido falar dele, mas nem por isso deixaram de ser completamente capturados por sua genialidade.

Esta necessidade de propagar aquilo que me tocou o coração, dar-lhe comunicação e clareza para ver mover no outro o que moveu em mim, se tornou mesmo a grande força motriz de meu trabalho. Tem dado certo. E a cada espetáculo, renovo minha esperança de continuar fazendo o Teatro em que acredito.

Ficha Técnica:

Autor: Friedrich Dürrenmatt

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Tradução: Christine Röhrig

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga e Maristela Chelala

Direção Geral: Luiz Villaça

Direção de Produção: José Maria

Elenco: Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Eduardo Estrela,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Beto Matos, David Taiyu, Luiz Ramalho, Fernando Neves,

Fábio Nassar e Rafael Faustino

Direção de Arte: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Dimi Kireeff

Trilha Sonora Original: Dimi Kireeff e Rafael Faustino

Desenho de Luz: Nadja Naira

Produção Executiva: Marita Prado

Preparação Corporal e Coreografias: Keila Bueno

Direção Vocal: Lucia Gayotto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Visagismo: Simone Batata

Assistente de Direção: André Dib

Assistente de Produção: Musical Nara Guimarães

Engenheiro de Mixagem: Fernando Gressler

Camareira: Cristiane Ferreira

Assistente de Iluminação e Operador de Luz: Robson Lima

Operador de Som: Janice Rodrigues

Cenotécnicos: Jeferson Batista de Santana, Edmilson Ferreira da Silva

Assessoria Financeira: Cristiane Souza

Fotografia: Cacá Bernardes

Making Off: Pedro Villaça e Flávio Torres

Redes Sociais: Nino Villaça

Programação visual: Gustavo Xella

Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Produção Original: SESI São Paulo

 Patrocínio Exclusivo: Bradesco

 Realização: NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal

Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

SERVIÇO

A Visita da Velha Senhora

Com Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

Dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho

Quarta a sábado 21h, domingo 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min

Gênero: Comédia Trágica

 Ingressos (valores da inteira):

Plateia, cadeira extra e camarote central: R$ 70,00

Camarote lateral e galeria: R$ 40,00

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Teatro Mototóti promove Teatro Alquímico – vivência o ano de Júpiter

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Vivência terapêutica através do teatro ocorre em 20 de março

Porto Alegre, 13 de março de 2018 – O Teatro Mototóti promove na terça-feira, 20 de março, mais uma edição do projeto Teatro Alquímico, nesta edição com o foco no ano de Júpiter. Trata-se de uma vivência terapêutica conduzida pelos atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, onde, através de dinâmicas teatrais, oferecem um caminho de auto-conhecimento com o despertar das potencialidades ligadas aos arquétipos da astrologia.

O Teatro Alquímico foi criado por Fernanda e Carlos Alexandre em 2016 com a proposta de oferecer vivências terapêuticas a partir dos princípios da alquimia tendo o teatro como fio condutor da dinâmica. Cada vivência envolve elementos sagrados, com um toque ritualístico e traz exercícios teatrais, musicais, sensoriais, meditações, experiências sonoras, aromaterapia, astrologia, oráculos, florais, dança, em um misto de todo o conhecimento e prática dos criadores, nas artes e nos mistérios da antiga alquimia. É destinado a homens e mulheres buscadores de autoconhecimento. Mais do que um encontro pontual, as vivências são o início de uma jornada alquímica, um mergulho em si, através do teatro – a arte do grupo – removendo do caminho o que já não serve mais até restar somente sua verdadeira essência. Isso é a transmutação de que fala a Alquimia, a transformação interior do chumbo em ouro, o encontro com a nossa pedra filosofal.

Segundo Fernanda, que também atua como alquimista há seis anos, “as vivências serão recheadas de teatro mas também de alquimia, com meditações, sons terapêuticos, aromas, cristais e florais. São encontros destinados a todos aqueles que buscam autoconhecimento, a pessoas que não conhecem astrologia, alquimia e teatro, ou àqueles que querem aprender um pouco mais”.

Para a astrologia, cada ano é regido por um planeta e este vai influenciar a todos de forma coletiva, independente de acreditarmos ou não. “Quando conhecemos a influência deste planeta, podemos saber como nos preparar para tirar melhor proveito das energias que estarão no ar”, revela. A Vivência O Ano de Júpiter ocorre no dia do ano novo astrológico, data comemorada quando o Sol ingressa no signo de Áries.

Júpiter é o maior planeta do sistema solar, e uma de suas principais características é a expansão. Conhecido como o grande benéfico e associado ao “toque de Midas” – aquilo em que tocar, se transforma em ouro. Traz a energia da fé, do coletivo, da capacidade de buscar um ideal maior de vida, de traçar estratégias para isso, traz otimismo, leveza, um convite a se aprofundar em alguma área do conhecimento e, quem sabe, se tornar mestre naquilo. “Fala de sermos fortes na caminhada e termos uma meta a alcançar. Otimismo, alegria, perspicácia, liberdade, viagens (quanto mais e maior, melhor). Então, nesta vivência os participantes serão provocados com algumas questões: o que você quer expandir em seu novo ano? Como está sua fé, suas crenças? A busca por seus ideais, tem sido pauta na sua vida? Qual sua estratégia para alcançar suas metas nesse ano? Entre outras questões”, conta.

Os interessados podem se inscrever através do link http://bit.ly/teatroalquimico e a inscrição custa R$ 71,00. O encontro ocorre das 19h às 22h, no Atelier Casa9 (Rua São Manoel, 337). Informações através do telefone (51) 981786460 ou email nandabeppler@gmail.com

Serviço:

Teatro Alquímico – Vivência do Ano de Júpiter

20 de março, das 19h às 22h

Onde: Atelier da Casa9  – Rua São Manoel, 337 – bairro Rio Branco – Porto Alegre|RS

Investimento:        R$ 71,00 (pagos no ato da inscrição)

Inscrições pelo link http://bit.ly/teatroalquimico
Informações com Fernanda (51) 981786460  | nandabeppler@gmail.com | As vagas são limitadas.

Sobre os Criadores:

Fernanda Beppler é Alquimista da saúde e das artes. Formada pela Escola de Alquimia Joel Aleixo (de São Paulo|SP), atua em consultório há seis anos com Terapia Floral, Fluido Bastões, Astrologia Alquímica, Tarot Alquímico, Cromoterapia e Geobiologia. Atriz e Musicista há 20 anos, graduada em Artes Cênicas pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criadora e diretora do Teatro Mototóti, de Porto Alegre|RS, onde realiza uma pesquisa teatro-musical que alia arte e alquimia – tendo seu ponto alto na montagem do último espetáculo do Grupo, intitulado “Flor da Vida”.

Carlos Alexandre é adepto da terapia floral há 12 anos e vem praticando desde então a filosofia de vida da antiga Arte da Alquimia. Formação terapêutica em Canto Harmônico, Cromoterapia Esotérica e Tarot de Marseille. É Criador do Teatro Mototóti, ao lado de sua companheira Fernanda Beppler e atua no teatro profissional há 20 anos. Juntos, Carlos e Fernanda são responsáveis pela criação e circulação de um repertório de espetáculos e oficinas teatrais que já percorreram o Brasil, tendo interagido até hoje com um público superior a 200 mil espectadores.

Mais sobre os criadores em: www.motototi.com | http://fernandaalquimista.blogspot.com.br/

“Uma Flor de Dama” em cartaz no Teatro Poeira até 19 de fevereiro

 

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Espetáculo com dramaturgia, direção e atuação de Silvero Pereira (BR-TRANS) cumpre temporada de estreia nos palcos cariocas

 

Encerra no dia 19 de fevereiro a temporada do espetáculo Uma Flor de Dama, no Teatro Poeira, com apresentações de quinta a domingo. A montagem, com dramaturgia, direção e atuação de Silvero Pereira, ator do espetáculo BR-TRANS, convida o público a passar uma noite com uma travesti, observando como vive, ouvindo seus relatos, inquietações, medos, repulsas, mas também, aproximando-a como indivíduo, num exercício de alteridade entre público e personagem.

Uma Flor de Dama estreou em Fortaleza e desde então já circulou por inúmeras cidades brasileiras, sendo ovacionado por onde passa. Construído a partir do conto Dama da Noite, de Caio Fernando Abreu, e do livro Engenharia Erótica, de Hugo Denizart, somou-se ainda as obras literárias a pesquisa e entrevistas com travestis cearenses feitas por Silvero Pereira, no intuito de compreender esse universo violento, violentado e excluído. O ator se deparou com realidades carregadas de abandonos, tanto familiar, como social e afetivo, sintoma muito presente na vida dessas meninas que se perderam em meio às ruas. Deste modo, o espetáculo vem questionar até que ponto uma sociedade conservadora e cheia de paradigmas colabora para a ascensão dessa marginalização e que ferramentas podem aplacar e combater as distâncias entre a dignidade e a barbárie.

A proposta dramatúrgica está calcada em ampliar o olhar para a travestilidade, aproximando-a do humano e da responsabilização que temos como indivíduos e sociedade. O desafio é encarar essa travesti sem estranhamentos, como também testar nossos discursos libertários e desprovidos de preconceitos. É, antes de mais nada, reconhecer que o cotidiano dessas meninas é também pautado pela busca constante de aceitação, dignidade e respeito.

Uma Flor de Dama é o espetáculo que resultou no projeto BR-TRANS, eleita uma das 10 melhores peças de 2015 segundo o jornal O Globo, idealizado por Pereira e dirigido por Jezebel De Carli, que já foi assistido por mais de 30 mil espectadores em mais de 20 cidades brasileiras e fora do país, com apresentações recentes em países como EUA e Alemanha.

A temporada marca também a primeira participação de Pereira na TV, onde integra o elenco da próxima novela de Glória Perez, A Força do Querer, que tem previsão de estreia na TV Globo em abril de 2017. O ator interpreta Nonato, que vem do interior para tentar a vida artística no Rio de Janeiro e vive uma vida dupla.

As apresentações ocorrem de quintas a sábados, 21h, e domingos às 19h. Os ingressos, à venda pelo site http://www.tudus.com.br, custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia).

 

Uma Flor de Dama

Duração: 60 min

Classificação: 16 anos

SINOPSE

O público é convidado a passar uma noite com uma travesti. Observar como vive, ouvir seus relatos, inquietações, medos, repulsas, mas também, aproximá-las como indivíduo, num nítido exercício de alteridade. A proposta dramatúrgica está calcada em ampliar o olhar para a travestilidade, aproximando-a do humano e da responsabilização que temos como indivíduos e sociedade. O desafio é encarar essa travesti sem estranhamentos, como também testar nossos discursos libertários e desprovidos de preconceitos. É, antes de mais nada, reconhecer que o cotidiano dessas meninas é também pautado pela busca constante de aceitação, dignidade e respeito.

 

Ficha Técnica

Dramaturgia, direção e atuação: Silvero Pereira

Desenho de luz: Renato Machado e Silvero Pereira

Administração e Produção: Quintal Produções Artísticas

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenadora Artística: Valencia Losada

Coordenadora de Projetos: Maitê Medeiros

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria De Flor em Flor

Site: www.quintalproducoes.com.br

Facebook: http://www.facebook.com/Quintal-Produções

Instagram: quintalrio

Telefone: 21 2245 5917

E-mail: contato@quintalproducoes.com.br

 

Uma Flor de Dama – ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES

Até 19 de fevereiro

De quinta a sábado, 21h – domingo, às 19h

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Venda antecipada pelo site http://www.tudus.com.br

Teatro Poeira – R. São João Batista, 104 • Botafogo

+55 21 2537-8053

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA

TERÇA a SÁBADO 15h às 21h

DOMINGO 15H às 19h

Barbie Fuck Forever tem apresentações na Sala Álvaro Moreyra nos dias 04, 05 e 06 de novembro

 

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Espetáculo de dança-teatro busca resgatar a subjetividade da beleza

 

Após duas temporadas no Vila Flores em 2014, o espetáculo de dança-teatro Barbie Fuck Forever retorna a cartaz com apresentações nos dias 04, 05 e 06 de novembro na Sala Álvaro Moreyra, no Centro Municipal de Cultura. A montagem, dirigida por Aline Jones, busca resgatar a subjetividade da beleza por meio da materialização da Boneca Barbie, questionando sobre a beleza e suas regras e estereótipos.

Questões sobre beleza e o medo; gênero; trabalho; aceitação e rejeição; preconceito; vício; idade, entre outros, pautam o espetáculo, que foi concebido para o espaço alternativo do Vila Flores e agora foi reformulado por Aline para o palco italiano, além de trazer a atriz Manu Menezes para o papel de Barbie, interpretado nas outras temporadas pela diretora. “Manu é perfeita para fazer a Barbie, assim como eu, a atriz é repleta de questões sobre beleza”, conta.

Uma das cenas novas aposta na morte da Barbie: “descobri que o modelo Barbie está ultrapassado. A sociedade contemporânea cada vez mais precisa de pluralidade e diferença. A Barbie está morrendo mesmo!  Assim espero e desejo’, declara Aline. Desde a  última semana, os perfis do espetáculo nas redes sociais estão divulgando uma campanha chamada #StopBarbie para despertar questões sobre beleza no dia a dia.

No elenco, Fernanda Carvalho Leite, Manu Menezes, Didi Pedoni, Douglas Yung, FlowJack. A trilha sonora de Flavio Aquino é executada ao vivo. A direção de arte é de Sheila Maraffon, os figurinos de Shana Torres e a maquiagem de Julika Oliveira.

As apresentações ocorrem de sexta a domingo, sempre às 20h. Ingressos à venda pelo site https://appticket.com.br/barbie por R$ 40,00, com descontos para estudantes, classe artística e idosos.

 Ficha Técnica

Direção Geral: Aline Jones

Assistência de direção: Flavio Aquino e Petcí Pedron

Elenco: Fernanda Carvalho Leite, Didi Pedoni, Douglas Yung, FlowJack e Manu Menezes

Direção de Arte: Sheila Maraffon

Figurinos: Shana Torres

Assistência de figurinos: Mylena Bastarrica

Fotografia: Danny Bittencourt

Desenhos: Andreia Schafer
Iluminação: Fabrício Simões

Trilha Sonora: Flavio Aquino

Produção: Aline Jones e Flavio Aquino

Produção Executiva: Cibele Donato

Direção de Vídeo: André Wofchuk

Maquiagem: Julika Oliveira

Marketing: Analu Bastos

Design Gráfico: Anderson Sudario

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

facebook.com/barbiefforever

Barbie Fuck Forever

04, 05 e 06 de novembro, sempre às 20h

Sala Álvaro Moreyra – Centro Municipal de Cultura – Av. Erico Verissimo, 307

Ingressos a R$ 40,00, com descontos para idosos, classe artística e estudantes: https://appticket.com.br/barbie

É Proibido Miar volta a cartaz na Sala Álvaro Moreyra

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Apresentações ocorrem nos dias 15, 16, 22 e 23 de outubro

 

Em comemoração ao Mês da Criança, a M.A.Cia – teatro, dança e assemelhados promove uma série de apresentações durante o mês de outubro do espetáculo É Proibido Miar, encerrando com temporada nos dias 15, 16, 22 e 23, na Sala Álvaro Moreyra.

O espetáculo, baseado no livro homônimo de Pedro Bandeira, traz um importante diferencial: desde sua concepção os atores utilizaram o potencial criativo da audiodescrição e LIBRAS, enquanto narrativa e gesto. “Queremos que as crianças que não enxergam ou não escutam desfrutem de atividades artísticas em igualdade de condições com as demais, conquistando autonomia por meio de recursos de acessibilidade para constituir a plateia de hoje e também a do futuro”, declara a atriz e produtora Juliana Kersting.

Ao trazer a oportunidade de assistir a um espetáculo para todas as crianças, a companhia busca mostrar que o diferente existe e está em todos os lugares. “Nossas atitudes são importantes e contribuem para o convívio entre todas as pessoas”, afirma. Para além de uma peça para crianças, É Proibido Miar é um trabalho que atinge adolescentes e adultos, ouvintes e videntes, pessoas cegas ou com baixa visão e surdos, além de pessoas com síndrome de Down, Asperge, Autismo e/ou deficiência cognitiva, de uma forma onde todos possam ter uma nova experiência através do teatro.

“Nosso objetivo é, além de oferecer a oportunidade de todas as pessoas poderem ir ao teatro, é de também promover a importância da acessibilidade”, conta o diretor Denis Gosch. Minutos antes de iniciar cada sessão, os atores convidam o público a participar de um “tour tátil” pelo espaço onde a apresentação será realizada, espaço cênico e figurinos. Assim, as pessoas cegas ou com baixa visão recebem mais estímulos sobre a história que será contada e o público vidente pode conhecer um pouco mais sobre a peça interagindo com o espaço cênico.

Financiado pelo edital Fumproarte Porto Alegre Amanhã 2014, É Proibido Miar estreou em 2015 e conta a história do cãozinho Bingo que não via nenhum problema em miar como um gato, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. “Partilhamos do conceito de que a deficiência não está nas pessoas, mas no ambiente, na informação e nas atitudes de acolhimento não preparados para a diversidade. Quando adaptamos essas três variáveis, a deficiência desaparece e todos podemos miar, latir ou cacarejar à vontade”, diz Juliana.

As apresentações na Sala Álvaro Moreyra ocorrem às 16h, com ingressos antecipados a R$ 30,00 na Livraria Bamboletras e pela internet. Nos dias de espetáculo, as entradas custam R$ 40,00 com descontos de 50% para estudantes, pessoas com deficiência, idosos e classe artística. Para saber mais sobre a programação do espetáculo durante outubro, acesse: http://www.eproibidomiar.com.br

Direção: Denis Gosch

Atuação: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting

Audiodescritora: Mimi Aragón

Psicopedagoga especializada em educação para surdos: Joana Amaral

Iluminação: Casemiro Azevedo

Produção: Débora Maier e Juliana Kersting

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Realização: M.A.Cia – teatro, dança e assemelhados

É Proibido Miar – temporada do Mês da Criança

15, 16, 22 e 23 de outubro, sábados e domingos sempre às 16h

Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Veríssimo, 307)

Ingressos: R$ 40,00

Compre antecipadamente por R$ 30,00 nos postos de venda:

– Livraria Bamboletras (Rua General Lima e Silva, 776 loja 3)

– pela internet*: www.bit.ly/miar-antecipado

* taxa de conveniência de 10%

Desconto de 50% para estudantes, pessoas com deficiência, idosos e classe artística.

Assista nosso vídeo de boas-vindas:

https://www.youtube.com/watch?v=dpydmbed-Uw

Confira nossa agenda para o mês da criança em nosso site: www.eproibidomiar.com.br

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