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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Teatro

Vivo traz o Grupo Ponto de Partida de volta a Porto Alegre, com o espetáculo PAR, um musical apaixonante!

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A elogiada trupe mineira, retorna à capital gaúcha com o espetáculo PAR nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Theatro São Pedro

Com patrocínio da Vivo, através do projeto Vivo EnCena, o Grupo Ponto de Partida, depois de encantar o público gaúcho com o espetáculo “Pra Nhá Terra”, retorna a Porto Alegre com PAR, um musical apaixonante! Com visual arrebatador, o mais novo espetáculo da trupe, canta o PAR em seus vários tons, através de canções de Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Dorival Caymmi, Milton Nascimento, Rita Lee, entre outros. Porto Alegre é a sexta cidade brasileira a receber o musical, nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, encerrando a turnê de 2013. No dia 1º, após o espetáculo, acontece uma edição da série “Encontros Vivo EnCena”, que conta com a participação do Grupo a partir do tema “Teatro e Transformação” com mediação de Expedito Araujo, curador do projeto.

PAR dá continuidade à pesquisa do Ponto de Partida de uma linguagem e uma estética para o musical brasileiro, em que o ator é o centro do espetáculo. Ele canta, dança, interpreta e constrói, com sua ação, o espaço cênico.  Nesse espetáculo, no entanto, mais do que em qualquer outro do grupo, a música é soberana – toda a história é contada por ela. Com formação instrumental ao vivo de violão (Gilvan de Oliveira), sax (Cléber Alves) e percussão (Serginho Silva), a música se divide entre esse trio, os atores e adereços que, de quando em vez, se transformam em instrumentos percussivos.

PAR é um espetáculo que tem como tema a relação e seus inúmeros tons: o enamoramento, a paixão, o ciúme, a dor, os encontros, os desencontros, a celebração do amor. Para caminhar por esse tema com delicadeza e humor, o Grupo elegeu músicas de Chico Buarque, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Ary Barroso, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Vander Lee, Cartola, Rita Lee e canções de Pablo Bertola e Lido Loschi, especialmente compostas para o espetáculo. A direção musical e os arranjos são de Gilvan de Oliveira.

A plasticidade e a beleza são objetivos incessantemente buscados pelo Ponto de Partida em todas as suas montagens. O figurino, o desenho cênico, a luz são instrumentos fundamentais na construção desse resultado. Em PAR, a pesquisa de luz feita por Jorginho de Carvalho e o Grupo avança e a iluminação tem um resultado mágico que, com certeza, encantará a plateia.

Como a proposta era fazer um espetáculo dançante, o Ponto de Partida trouxe da Alemanha para incorporar-se à sua equipe técnica, o bailarino e coreógrafo Wagner Moreira, professor convidado em 2013 da Universidade de Dança de Dresden – Palucca Hochschüle für Tanz, que assina a preparação corporal e coreografias de PAR, um espetáculo que, galantemente, convida o público para dançar.

O retorno a Porto Alegre consolida a parceria do Programa Vivo EnCena com o Ponto de Partida e também reforça a relação do Grupo com a cidade que, desde o primeiro contato, em 2001, foi maravilhosa. O Ponto de Partida esteve pela primeira vez na cidade com a montagem Viva o Povo Brasileiro, integrando a programação do festival de teatro internacional Porto Alegre Em Cena. Em 2011, acompanhados dos Meninos de Araçuaí, lotaram o São Pedro com as apresentações de Pra Nhá Terra, marcando o lançamento do DVD do espetáculo.

 “O Vivo EnCena é voltado especialmente para projetos envolvidos em processos contínuos e que visam a formação, reflexão e transformação a partir do fazer teatral, comprometidos com pesquisas de linguagem e com o compartilhamento de metodologias, inovações, experiências e resultados. A parceria com o Ponto de Partida é um exemplo vivo de nossa ação”, afirma Expedito Araújo, curador artístico do Vivo EnCena. Além das apresentações dos espetáculos, outras ações vêm sendo possibilitadas, como workshops e intercâmbio com outros grupos culturais não só de Minas, mas do país inteiro.

Com 32 anos de trajetória, o Grupo Ponto de Partida estabeleceu-se como uma referência na investigação teatral. Pesquisou e desenvolveu uma linguagem única para musicais brasileiros e construiu uma dramaturgia inédita a partir da obra de autores como Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Manoel de Barros, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós e compositores como Milton Nascimento e Chico Buarque. O grupo formou-se tecnicamente com os principais nomes do país – Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Cacá Carvalho, Jorginho de Carvalho, Babaya, Gilvan de Oliveira, para citar alguns. E é também o responsável pela criação e coordenação dos projetos Coro Meninos de Araçuaí, Bituca: Universidade de Música Popular e Corredor Cultural Ponto de Partida.

A turnê, que começou em abril na cidade de Vitória, já passou por Belo Horizonte, Salvador, Recife, Belém e Manaus e se encerra em Porto Alegre. As apresentações acontecem nos dias 30 de novembro, às 21h, e 1º de dezembro, às 18h, no Theatro São Pedro, com ingressos entre R$ 30,00 e R$ 10,00 e desconto para Clientes Vivo Valoriza. As entradas já estão à venda na bilheteria do teatro.

ENCONTROS VIVO ENCENA

Após a apresentação no dia 1º de dezembro, domingo, a diretora Regina Bertola e integrantes do Grupo Ponto de Partida participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo.

A série “Encontros Vivo EnCena – Teatro e Transformação” pretende envolver o público em geral da sessão de domingo, dia 1º, para trocas de experiências. O espetáculo retrata os vários tons do amor, e cria uma rica discussão sobre o papel das ralações na sociedade, os caminhos da arte e do amor. Entrada Franca para o público da sessão do espetáculo no dia 1º. (Como uma ação cultural integrada, restrito ao público da sessão do espetáculo no dia 1º).

SOBRE O PROJETO CULTURAL VIVO ENCENA

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

“PAR”

ROTEIRO

NEM EU (VINHETA) – Dorival Caymmi

NA BAIXA DO SAPATEIRO (VINHETA) – Ary Barroso

VENETA – Edu Lobo e Chico Buarque

SENHOR DELEGADO – Antoninho Lopes, Jaú

MARIA BOA – Assis Valente

QUANDO ESSE NEGO CHEGA – Haroldo Barbosa

CARINHOSO – Pixinguinha e João de Barro (Braguinha)

POUT POURRI – CECÍLIA (Chico Buarque  e Luís Cláudio Ramos), BEBEL (Tom Jobim), DORA (Dorival Caymmi), LUIZA (Tom Jobim)

A NOIVA DA CIDADE – Francis Hime e Chico Buarque

PAR – Pablo Bertola e Lido Loschi

A VIZINHA DO LADO – Dorival Caymmi

XOTE DA CONQUISTA – Pablo Bertola e Júlia Medeiros

INTERESSA? – Carvalhinho

CHAZINHO COM BISCOITO – Vander Lee

BISCATE – Chico Buarque

FAÇAMOS (VAMOS AMAR) – Cole Porter e Carlos Rennó (versão)

VALSINHA – Vinícius de Moraes, Chico Buarque

SEM COMPROMISSO (VINHETA) – Geraldo Pereira, Nelson Trigueiro

O DENGO QUE A NEGA TEM – Dorival Caymmi

DEIXA A MENINA – Chico Buarque

SOU EU – Ivan Lins e Chico Buarque

CHORO BANDIDO (VINHETA) – Edu Lobo e Chico Buarque

FRUTA BOA – Milton Nascimento e Fernando Brant

CASO SÉRIO – Rita Lee e Roberto de Carvalho

O QUERERES – Caetano Veloso

EU TE AMO – Tom Jobim e Chico Buarque

O QUE ERA DOCE (VINHETA) – Pablo Bertola e Lido Loschi

PAR (INCIDENTAL) – Pablo Bertola e Lido Loschi

OUTRA VEZ – Isolda

HÁ DE TER ALGUÉM – Pablo Bertola e Lido Loschi

ELENCO – GRUPO PONTO DE PARTIDA

Ana Alice Souza, Carolina Damasceno, Dani Costa, Érica Elke, João Melo, Júlia Medeiros, Lido Loschi, Lourdes Araújo, Pablo Bertola, Renato Neves, Ronaldo Pereira, Soraia Moraes

BANDA

Cleber Alves – Sax

Gilvan de Oliveira – Violão

Serginho Silva – Percussão

FICHA TÉCNICA

CONCEPÇÃO: Ponto de Partida

DIREÇÃO GERAL E DRAMATURGIA: Regina Bertola

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: João Melo

MÚSICAS ORIGINAIS: Pablo Bertola, Lido Loschi e Júlia Medeiros

DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS: Gilvan de Oliveira

ASSISTENTE DE DIREÇÃO MUSICAL: Pablo Bertola

PREPARAÇÃO VOCAL: Babaya

COREOGRAFIAS E PREPARAÇÃO CORPORAL: Wagner Moreira

CENÁRIO: Alexandre Rousset, Tereza Bruzzi e Ponto de Partida

FIGURINO: Alexandre Rousset e Tereza Bruzzi

ASSISTENTE DE FIGURINO: Beth Carvalho

CONFECÇÃO DE FIGURINO: Ateliê Vera Viol e Rita Moreira

ILUMINAÇÃO: Jorginho de Carvalho

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO, MONTAGEM E OPERAÇÃO DE LUZ: Rony Rodrigues

SONORIZAÇÃO: Murillo Corrêa e Cia

FOTOS: Guto Muniz e Waldir Damasceno

PROJETO GRÁFICO: Greco Design

ADAPTAÇÃO GRÁFICA: Diego Ribeiro

Produção executiva – Diego Ribeiro

Assistência de produção – Fátima Jorge, Karine Montenegro e Ronaldo Pereira

Equipe de divulgação e mobilização – Carolina Damasceno, João Melo e Lido Loschi

Administração – Dulce Dias e Fernanda Fróes

Assessoria de imprensa nacional –  Vicente Negrão

Produção local – Bendita Ideia – Jandora Alvim e Daniela Mazzilli

Assessoria de imprensa local – Bruna Paulin

 Coordenação de Produção – Júlia Medeiros e Pablo Bertola

Direção geral – Regina Bertola

Patrocínio – Vivo

Realização – Ponto de Partida

SERVIÇO

 PAR – Um musical apaixonante!

 Dias 30 de novembro e 1º de dezembro – sábado às 21h e domingo às 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Duração: 60 minutos

Classificação: 10 anos

Ingressos: R$ 30,00 (plateia), R$ 20,00 (camarotes centrais), R$ 15,00 (camarotes laterais), R$ 10,00 (galerias)

Início das vendas em 01 de novembro

Clientes Vivo Valoriza e funcionários Vivo têm 50% de desconto para comprar até 02 ingressos. Devem apresentar fatura recente paga ou voucher Programa Vivo Valoriza. No caso de funcionários, crachá Telefônica ou Vivo. Para todos ainda é necessário apresentar documento de identificação com foto. Desconto válido somente para o titular e não cumulativo com outras promoções e/ou descontos.

Projeto Vivo EnCena comemora dez anos de existência

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Projeto tem edição especial em Porto Alegre no dia 22 de setembro, com sessão especial do Encontros Vivo EnCena integrando a programação do espetáculo “Razões para Ser Bonita”

 Mediado pelo curador do projeto, Expedito Araujo, encontro intitulado “O Belo na Contemporaneidade” tem participação dos atores Ingrid Guimarães, Marcelo Faria, Gustavo Machado e Aline Fanju. Atividade ocorre após a sessão do espetáculo

 

Após apresentação do espetáculo Razões para ser Bonita no dia 22 de setembro, no Teatro do Bourbon Country, os atores Ingrid Guimarães, Marcelo Faria, Gustavo Machado e Aline Fanju participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema O Belo na Contemporaneidade, o debate é mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo. O evento marca os dez anos do projeto.

A série pretende envolver o público em geral da sessão de domingo, dia 22, para trocas de experiências e maior acessibilidade. O espetáculo retrata a obsessão da sociedade moderna pela aparência, e baseado nas relações inerentes ao fazer teatral, visa maior reflexão a partir do padrão de beleza vigente, assim como o quanto esta questão pode promover esclarecimentos para boas práticas em confronto com o conceito do “belo” na antiguidade e nos dias de hoje.

O objetivo dos Encontros Vivo EnCena é promover a acessibilidade entre os que estão fazendo teatro e o público que assiste aos espetáculos e, com isso, estimular o acesso a informações que vão além do espetáculo. A discussão não é só para atores e estudantes de teatro, mas também para quem se interessa pela cultura e por temas que permeiam os dias de hoje, revela Araujo.

Sobre o Projeto Cultural Vivo EnCena

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula a difusão e circulação de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para a transformação do país e da sociedade como um todo. O EnCena é realizado há dez anos e está presente atualmente em mais de 15 estados de todo o país

O projeto Vivo EnCena é realizado e produzido pelos gestores culturais Marcelo Romoff e Expedito Araujo através do intercâmbio de projetos de artes cênicas, assim como todas suas ampliações. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura, a partir da curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

 Serviço – Encontros Vivo EnCena – O Belo na Contemporaneidade

Dia 22 de setembro, domingo, após o término do espetáculo, no Teatro do Bourbon Country, com gratuidade para o público que permanecer na sessão. Duração: 1h.

 Pedidos de credenciamento de imprensa deverão ser enviados até o dia 18 de setembro para o e-mail credenciamento@opuspromocoes.com.br (o pedido não caracteriza credenciamento automático. Necessário confirmação por e-mail da Assessoria de Imprensa Opus Promoções).

TÓIN – Dança para bebês tem apresentações na Livraria Cultura

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Espetáculo dirigido para bebês de zero a três anos e seus cuidadores ocorre nos dias 07 de setembro e 02 de novembro, com entrada franca

O espetáculo “Tóin – Dança para Bebês” retorna à Livraria Cultura para quatro apresentações gratuitas nos dias 07 de setembro e 02 de novembro, com sessões às 15h e 16h. Proposto pela Muovere Cia de Dança e precursor no Rio Grande do Sul, TÓIN é dirigido para bebês de zero a três anos e seus cuidadores, e coloca os bebês e seus cuidadores como protagonistas da cultura da primeira infância através da dança.

O projeto, dirigido por Jussara Miranda e Diego Mac, é composto por um espetáculo e uma oficina de dança, e dedica-se ao brinquedo preferido dos bebês: dançar! A pesquisa artística foi baseada em livros e vídeos infantis da internet, bem como em vivências da infância dos artistas. A trilha sonora original é de Marcelo Delacroix e Beto Chedid e os figurinos de Antonio Rabadan.

No dia 28 de setembro, o espetáculo ocorre em São Leopoldo, no Teatro Municipal do Centro Cultural José Pedro Boéssio. Em outubro, Tóin retorna para o teatro do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, com apresentações nos dias 05 e 19 e passa por Caxias do Sul (12 de outubro) na sala de Teatro do Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho e em Lajeado (20 de outubro) no Teatro do SESC. Para as apresentações com entrada franca na Livraria Cultura, os interessados devem retirar as senhas uma hora antes de cada sessão. Os 20 primeiros poderão participar da oficina após o espetáculo.

Mais informações em: http://dancaparabebes.wordpress.com.

 

Sobre a Muovere Cia de Dança

Fundada em 1989, a Muovere Cia de Dança Contemporânea atua nas atividades de produção, fomento, formação e pesquisa em dança. Em seu repertório constam 18 produções de espetáculos, 05 performances de rua, 05 projetos de inclusão social.

Entre os principais Prêmios recebidos, constam:

PROCULTURA/ MINC 2011

PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA/ MINC (2006 e 2011)

PRÊMIO INCENTIVO A PRODUÇÃO CULTURAL/ IEACEN (02 edições)

PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS: RESIDÊNCIA ARTÍSTICA EM PONTOS DE CULTURA/MINC (2008, 2009, 2010)

FUMPROARTE/ SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE PORTO ALEGRE/ SMC (2010, 2011)

PRÊMIO AÇORIANOS DE DANÇA/ SMC (1983, 1986, 1989, 2001, 2004 e 2005)

CIRCULAÇÃO FUNARTE/ MINC (2005)

EM CENA BRASIL/ MINC (2001, 2003)

 

TÓIN – DANÇA PARA BEBÊS

07 de setembro e 02 de novembro, às 15h e 16h.

Teatro da Livraria Cultura

(Rua Túlio de Rose, nº 80/ 2º piso – Porto Alegre/RS)

Entrada Franca

Distribuição de senha 1h antes de cada sessão.

**as 20 primeiras senhas de cada sessão, poderão participar da oficina.

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“Atreva-se” tem sessão extra no domingo, 18 de agosto, às 20h30

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O espetáculo “Atreva-se” com direção de Jô Soares, em cartaz no Theatro São Pedro neste final de semana abriu uma sessão extra neste domingo, dia 18 de agosto, às 20h30. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site compreingressos.com, com valores entre R$ 20,00 e R$ 70,00.

Dirigida por Jô Soares, “Atreva-se” traz aos palcos uma mistura de cinema e teatro, com drama e suspense, envolvidos em ondas de gargalhadas.

Chega a Porto Alegre nos dias 17 e 18 de agosto o espetáculo Atreva-se, dirigido por Jô Soares, após temporadas de sucesso em São Paulo e Rio de Janeiro e diversos elogios da crítica especializada. A montagem, uma comédia onde nada é exatamente o que parece ser, com texto de Maurício Guilherme, traz no elenco os atores Marcos Veras, Júlia Rabello, Mariana Santos e Carol Martin, nomes de destaque na cena do humor brasileiro. As apresentações acontecem no Theatro São Pedro e os ingressos já estão à venda.

Explicitamente inspirada no antigo cinema noir, Atreva-se é uma comédia que revela muitas surpresas e viradas. Mostrada em quatro sequências – “A Mansão”, “O Medo”, “O Pacto” e “De Volta a Mansão” – a peça remete a épocas diferentes, tendo sempre a mansão como pano de fundo e conta histórias permeadas de suspense que, de alguma forma, estão ligadas entre si.

A sensação, segundo o autor, é de se estar em um trem fantasma daqueles antigos parques de diversão. “É apenas na realidade cinematográfica que o homem tem a ilusão de recriar a vida ao seu próprio gosto e é especificamente no cinema noir que os lados mais escuros da alma humana começaram a ser explorados por grandes protagonistas. Estas foram minhas inspirações principais devidamente retemperadas pela liberdade do humor”, explica.

“O jogo é driblar o espectador. O suspense está presente o tempo todo, nunca acaba e não se explica. É comédia, mas levada a sério e esse humor do nonsense, do absurdo, me agrada muito”, revela Jô Soares. “É como se fosse uma sátira àquelas obras de suspense que nunca se explicam direito. Você sente no visual os cortes, as paradas e ilustrações musicais de cinema. Além disso, os nomes e a linguagem, com um tipo de falso coloquialismo, também dão o clima do cinema antigo”, completa.

O ator Marcos Veras, que interpreta três personagens na peça, explica que Atreva-se não se trata de uma comédia rasgada, pois, misturando cinema e teatro, conta com drama e muito suspense. “Faço o sinistro Ballantine, corretor da mansão, o Edgar, que é cadeirante, e o Max que é metido a galã. São personagens completamente diferentes, é um exercício maravilhoso para qualquer ator”, diz o comediante que trabalha pela primeira vez com Jô Soares. “Todos os atores deveriam ser dirigidos pelo Jô, ele é muito preciso e sabe o que quer. Mesmo uma bronca vem acompanhada de um carinho ou uma piada”, completa. Quanto menos você entende, mais você se diverte.

Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 70,00, com descontos de 50% para os 100 primeiros titulares do Clube do Assinante (20% de desconto para os demais) e 50% de desconto para sócios da Associação Amigos do Theatro São Pedro na estreia. À venda na bilheteria do teatro e pelo site compreingressos.com.

Sinopse:

A Mansão

Um corretor de imóveis mostra a uma empolgada cliente as maravilhas de uma velha mansão de construção clássica, defronte a um enorme parque municipal. Ela está ansiosa por assinar os papéis e ele diz acreditar que não haverá grandes impedimentos, uma vez que o imóvel teve apenas dois inquilinos antes dela. Antes de saírem, o corretor, num tom algo dúbio, deseja à sua cliente que ela seja tão feliz na mansão quanto os que ali um dia já viveram. Esta sequência se passa em 1963.

O Medo

Em uma ensolarada manhã, no final da década de 1920, uma sóbria governanta cruza a elegante sala da velha mansão, cuidando de pequenos detalhes no ambiente. Lá vivem apenas um homem inseguro, preso a seus medos e a uma cadeira de rodas, e sua irmã, uma mulher segura e assoberbada pela tarefa de cuidar de tudo na vida dos dois. Ela precisa fazer uma viagem de negócios, o que a deixará longe de casa por alguns meses e seu amedrontado irmão não consegue conviver com a ideia de ficar ali por tanto tempo, apenas em companhia de sua sinistra governanta.

O Pacto

No início da década de 1940, em uma noite fria, duas primas, agora moradoras da velha mansão, aguardam pela chegada de um antigo colega de juventude. Pelo que conversam, supõe-se que as duas tem algo tramado – e certamente nada muito confiável – para quando chegar o visitante. Finalmente o aguardado amigo chega e elas o recebem com ensaiado entusiasmo. Na verdade, os três estão ali para cumprir um pacto feito na tarde do dia de sua formatura. Eles se encontrariam, houvesse o que houvesse, trinta anos após aquele dia, para saberem os rumos de suas vidas. Mas algo estranho aconteceu naquela mesma noite, durante o baile de formatura. A simples menção desta data causa uma desconfortável reação nos três. Reação que se explicará pelas misteriosas revelações que se seguem noite afora.

De Volta a Mansão

Voltando ao tempo da primeira sequência (A Mansão), a nova inquilina tenta organizar sua mudança na velha casa. Em meio a caixas abertas e objetos esparramados, recebe a visita do corretor que aparece num gesto de cortesia. No rápido diálogo que travam, os dois fazem novas e surpreendentes descobertas a respeito de suas identidades o que certamente deixará a plateia bastante surpresa.

“Atreva-se”

Por Mauricio Guilherme, autor.

A primeira versão de “Atreva-se” foi escrita no inicio da década de 90, ainda no formato de história, com apenas algumas sequencias já desenvolvidas na forma de diálogos. Evidentemente, a ideia era transformar o conto em uma peça teatral algum dia.

Após quase dez anos depois, estava trabalhando com uma amiga redatora (Luciana Sendyk, creditada como colaboradora de texto neste projeto) e comentei a existência deste meu antigo “Atreva-se”, a essas alturas já esquecido em alguma gaveta da minha casa. Ela, curiosa, o pediu para ler e, assim que terminou, iniciou uma campanha para que eu transformasse logo o material em teatro.

Como estava impossibilitado na ocasião, comprometido com outros trabalhos, deixei que a Luciana fizesse um tratamento sobre a minha história. Posso afirmar que foi dessa maneira que ela me fez redescobrir meu próprio projeto. Inspirado pela empolgação genuína da minha colega, comecei a escrever a primeira de muitas versões que este roteiro já teve. Por isso fiz questão de creditá-la como colaboradora. Sem ela, talvez eu nunca tivesse olhado de novo para uma antiga ideia minha.

“Atreva-se”, com o passar dos anos, foi se transformando. De tempo em tempo, mesmo sem saber quando e onde seria montado, reescrevia uma nova versão do meu texto. A atual foi redigida em constantes discussões com Jô Soares, que inicia sua direção “já no papel”, como ele mesmo costuma dizer. Brincava com ele dizendo que estava escrevendo “nosso roteiro de filmagem”.

Em principio como uma comédia nonsense, nossa peça tenta mostrar as emoções extremadas da condição humana, aqui ampliadas em dobro, pela tentativa de recriar uma linguagem cinematográfica do passado no palco de um teatro e pela ótica exagerada da própria comédia.

A escolha de nomes estrangeiros e afetados, num país longínquo, numa realidade distante da nossa, procura associar o mundo misterioso de um local desconhecido ao próprio desconhecimento da mente humana. Esta ideia também está presente na forma não coloquial dos diálogos, numa referencia clara aos antigos filmes dublados. É apenas na realidade cinematográfica que o homem tem a ilusão de recriar a vida ao seu próprio gosto. E é especificamente no cinema noir, que os lados mais escuros da alma humana começaram a ser explorados por grandes protagonistas. Estas foram minhas inspirações principais devidamente retemperadas pela liberdade do humor.

Num emaranhado de situações absurdas, o controle vai se desfazendo nas mãos das personagens e o impacto dos sustos vai tomando conta da lógica. Por isso, costumo dizer que “Atreva-se!” é uma comédia onde nada é exatamente o que parece ser. Como se estivéssemos em um Trem Fantasma daqueles antigos parques de diversões, onde a cada virada temos uma nova surpresa.

“Atreva-se é uma ‘comédia de pé’ turbinada, reúne ótimos comediantes para realizar cenicamente o que o gênero mais popular do momento, o “stand-up”, faz com mais economia: promover seguidas ondas de gargalhadas”. Luiz Fernando Ramos, crítico da Ilustrada.

“Jô Soares dosa bem os momentos de tensão e distensão em seu pacto declarado com o cinema noir. O espectador é enredado com perspicácia em meio a falsas pistas”. Valmir Santos, revista Bravo.

Ficha Técnica:

Texto: Mauricio Guilherme
Direção: Jô Soares
Elenco: Marcos Veras, Júlia Rabello, Mariana Santos e Carol Martin
Iluminação: Maneco Quinderé
Cenografia: Chris Aizner
Figurinos: Fábio Namatame
Direção Musical: Eduardo Queiroz
Colaboração de texto: Luciana Sendyk
Produção: Rodrigo Velloni

Produção Porto Alegre: Antena Cultural
Produção Executiva: Giovani Tozi
Realização: Velloni Produções Artísticas

ATREVA-SE

Dias 17 e 18 de agosto 2013

Sábado às 21h | Domingo às 18h e 20h30

Duração | 75min

Recomendação | 14 anos

Gênero | comédia

Theatro São Pedro

Praça Mal. Deodoro | Centro |  POA | (51) 3227-5100
Estacionamento Multipalco | (51) 3227-5300

Valores

Plateia e cadeiras extras: R$ 70,00

Camarotes centrais: R$ 50,00
Camarotes laterais: R$ 40,00
Galeria central: R$ 20,00
Galerias laterais: R$ 20,00
Associação Amigos do Theatro São Pedro: 50% na estreia para sócio
Clube do Assinante Zero Hora: 50% titular para os 100 primeiros; após, 20% de desconto para titular

Venda de ingressos on-line | compreingressos.com

Horário de funcionamento da bilheteria

Dias úteis de 13 às 18h30 | em que não houver espetáculo

13h às 21h | com espetáculo noturno

Sábado | 15h às 21h.

Domingo | 15 às 18h.

Assessoras de imprensa Mariele Salgado e Bruna Paulin

Mariele (51) 3028 3231 e 9189 8847 –  assessoria@marielesalgado.com.br

Bruna (51) 8407 0657 – brunapaulin@gmail.com

Santa Estação Cia de Teatro apresenta o espetáculo Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar em São Paulo

Apresentações ocorrem nos dias 12, 13 e 14 de julho na Sala Olido, com entrada franca

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A Santa Estação Cia de Teatro apresenta em São Paulo o espetáculo “Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar”, contemplado com o Prêmio Myriam Muniz de circulação da Funarte. As sessões ocorrem nos dias 12, 13 e 14 de julho, na Sala Olido, com entrada franca.

A novidade desta nova etapa do projeto de circulação é a chegada de Janaína Kremer no elenco. A atriz gaúcha participou em 2012 das filmagens do longa metragem dirigido por Jayme Monjardim, “O Tempo e o Vento”, no papel de Bibiana, o mesmo personagem interpretado por Fernanda Montenegro.

O grupo iniciou a caravana nacional em julho de 2012, na cidade de Campinas. Segundo a diretora da companhia, Jezebel de Carli, a escolha das cidades foi marcada pela busca de referências que se identificam com a temática do espetáculo: “As cidades de Curitiba, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, tão distintas entre si, também são o ponto de interesse desta escolha, uma vez que o universo abordado pelo trabalho se passa em submundos, guetos, difusos e incorporados no desenho de centros urbanos. E é aí onde elas se parecem, cada uma com suas particularidades em cenário e personagens, mas com os mesmos medos e sombras”, afirma.

A montagem estreou em Porto Alegre, sede da companhia, em outubro de 2010. A caravana contempla 10 apresentações gratuitas nas quatro cidades, além de atividades formativas com Diones Camargo, dramaturgo do espetáculo. Em São Paulo, o projeto promove no dia 11 de julho, às 16h, um Bate Papo Online com o Dramaturgo, pelo site da SP Escola de Teatro (http://www.spescoladeteatro.org.br/), onde Camargo responderá perguntas e contará sobre o processo de criação da dramaturgia do espetáculo.

Hotel Fuck está ancorado no diálogo entre a linguagem cinematográfica e teatral e tem como objetivo interferir nos espaços cotidianos da cidade sob a forma de um set de filmagem, com texto dramático de Diones Camargo e direção de Jezebel.  A peça transita entre o teatro, o cinema e a rua. Apresentado ao espectador em cenas decupadas, longe de uma narrativa tradicional, a saga se completa em três dias: Episódio 1 – “Cavando a porta do inferno.”;  Episódio 2 – “Uma temporada no paraíso.” e Episódio 3 – “Eles atiram em lobos.”

O espetáculo traz cenas repletas de assassinato, roubo, sexo, intriga, humor, pitadas de efeitos especiais e personagens do submundo. Ambientado em uma ficção com referência na desconstrução “nonsense” de David Linch, que ora faz lembrar os filmes de Quentin Tarantino e Robert Rodrigues, ora a estética dos quadrinhos de Frank Miller e Alan Moore.

O público acompanha de perto as gravações e os truques utilizados para a realização dos efeitos especiais do que seria um filme de ação, sexo e terror, com muito humor e amadorismo, típicos de uma produção de baixo orçamento.        Os atores jogam além dos personagens do filme Hotel Fuck, as figuras do em torno, ou seja, a equipe técnica: diretor, produtor, diretor de fotografia, assistente, diretor de arte, figurinista, câmera, técnicos de luz e som, etc, provocando a inserção da realidade sobre a ficção e as diferentes camadas que surgem dessa contaminação.

As apresentações em São Paulo têm entrada franca, e as senhas serão distribuídas a partir de 1h antes do evento, na bilheteria do local. O espetáculo encerra a viagem no Rio de Janeiro, em agosto.

Sinopse

Quando Nick Newman, um infame esquartejador de mulheres, decide parar de matar, ele não imagina os problemas que essa decisão irá lhe trazer. A começar por Linda, sua amante imortal, que fica furiosa com a notícia, pois apesar dos insistentes pedidos ela nunca teve a sorte de ser destroçada pelo amado, da mesma forma que este fazia com as outras mulheres. Outra que não suporta a idéia é Audrey, uma mulher misteriosa que planeja vingar-se do homem que a mutilou, anos antes. Para isso, ela contrata Gordon, um detetive durão, sem saber que na verdade este não passa de um ex-ator que vive aprisionado no seu único e derradeiro papel. Essas figuras ainda cruzarão com Ashley, uma diva pornô excêntrica, egoísta e radicalmente egocêntrica; com Loureen, uma diretora fetichista e dominadora, que está em busca do próximo roteiro que lhe colocará novamente atrás das câmeras; e com Jessica, uma transexual dividida pela culpa de um passado obscuro. Para completar esse cenário de pesadelo, um quadro de James Dean, um vestido da Marilyn Monroe, um papel de parede de pinturas rupestres, e uma revelação mística trazida por Leatherface. Garotas com cinta liga e armas em punho, massacres, assaltos a bancos, fetiches e perversões, algemas, couros e muffins, perseguições implacáveis, apostas mal-sucedidas, trocas de identidades, travestismo, esquartejamentos, revelações místicas trazidas por Leatherface, garotões que amam suas Magnum 44, corações partidos, sexo e sangue…  muito sangue. Onde? No Hotel Fuck, baby.

FICHA TÉCNICA

HOTEL FUCK – NUM DIA QUENTE A MAIONESE PODE TE MATAR

Direção: Jezebel De Carli

Texto: Diones Camargo

Elenco: Denis Gosch, Janaina Kremer, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Cenário: Juliano Rossi

Figurino: Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Nara Maia

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goulart

Direção, captação e edição de vídeos: Bruno Goularte Barreto
Trilha sonora pesquisada: Jezebel De Carli, Larissa Sanguiné, Jeffie Lopes e Diones Camargo

Produção: Jezebel De Carli

Produção Executiva e Assessoria de Imprensa: Palco Aberto Produtora

Realização: Santa Estação Cia de Teatro

FICHA TÉCNICA TURNÊ HOTEL FUNCK IN CITY

Direção e produção: Jezebel De Carli

Direção de produção e divulgação: Rodrigo Marquez

Assistência de Produção: Natali Karro

Atores participantes: Janaina Kremer, Denis Gosch, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Workshop de Dramaturgia/Curitiba: Diones Camargo

Produtores Locais: Campinas – Cassiane Tomilhero/Brisa Oliveira

Curitiba –  Marcinho Zolá (INSTIGA –  Gestão e Produção Cultural)

Rio de Janeiro – Vanessa Garcia e Guggo Morales

São Paulo –  Cassiano Fraga (Foco Produtora)

Assessoria de Imprensa Nacional: Bruna Paulin – Assessoria de flor em flor

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goulart

Responsável técnico iluminação e operador de luz:  Nara Maia

Projeto Gráfico: Sandro Ka/Kátia Ozório

Site: Sandro Ka

Diagramação: Sandro Ka e Diego Leismann

Realização: Santa Estação Companhia de Teatro

Produção Executiva: Palco Aberto Produtora

Histórico da Companhia

A Santa Estação Cia. de Teatro foi fundada em 2003 sob direção de Jezebel De Carli e integrada por atores/bailarinos formados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Teatro Escola de Porto Alegre, mantém seu trabalho de criação e produção artística bem como de gestão e programação cultural de um espaço de referencia no âmbito das artes cênicas na cidade de porto alegre, o projeto Usina das Artes – Usina do Gasômetro. Nestes dez anos a Santa Estação na busca de criar uma linguagem própria e inovadora vem produzindo espetáculos, experimentos e performances com reconhecimento de público e crítica.

o   Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar

·         Temporada na praça da Usina do gasômetro – Projeto Usina das Artes – Porto Alegre/RS – 2010/2011;

·         Temporada no Centro Municipal de Cultura – estacionamento, foyer e palco do Teatro Renascença – Porto Alegre/RS – 2011;

·         18º festival Porto Alegre Em Cena – Prêmio Brasken de Teatro e Dança.

·         Premiações: Prêmio Braskem de Melhor Ator no 18º Porto Alegre em Cena/2011.

Santa Estação Cia de Teatro em São Paulo

Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar

12, 13 e 14 julho

Sexta e sábado, 18h

Domingo, 17h

Retirada de senhas 1 hora antes do espetáculo, na bilheteria do teatro

Galeria Olido – Av. São João, 473 – Centro

Bate Papo Online com o Dramaturgo Diones Camargo

11 de julho, 16h, pelo site: http://www.spescoladeteatro.org.br/

Confira o trailer http://www.youtube.com/watch?v=qNrNAYmoONo

Ministério da Cultura apresenta A Descida do Monte Morgan

É possível ser fiel a si e aos outros ao mesmo tempo?

Espetáculo com direção de Luiz Villaça tem apresentações em Porto Alegre nos dias 12, 13 e 14 de julho no Theatro São Pedro

Willy-Biondani(p)

Chega ao Theatro São Pedro nos dias 12, 13 e 14 de julho o espetáculo A Descida do Monte Morgan, texto inédito de Arthur Miller no Brasil. A montagem é a segunda direção teatral do cineasta Luiz Villaça, que estreou com Sem Pensar em 2011, eleito Melhor Espetáculo de Comédia pelo voto popular no Prêmio Contigo!. Villaça está no ar atualmente com a série 3 Teresas no canal GNT e preparando nova série para a TV Globo, A Mulher do Prefeito, com estreia programada para o segundo semestre. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do teatro a partir do dia 27 de junho, com preços populares. No elenco, Ary França, Lavínia Pannunzio, Samya Pascotto, Fábio Nassar, Ju Colombo e Paula Ravache. Quem assina a produção é Denise Fraga.

Ary França vive o apaixonante e dividido Lyman Felt, um homem de sucesso, bígamo, filho de judeus e albaneses, que conseguiu fundar sua própria empresa de seguros e tornar-se um dos homens mais respeitados dos Estados Unidos. Fiel a seus sentimentos única e exclusivamente, Lyman envolve suas duas mulheres – interpretadas por Lavínia Pannunzio e Samya Pascotto – numa vida de mentiras que resulta em uma pergunta: É possível ser fiel a si mesmo e aos outros? Nesta comédia dramática sobre amor, fidelidade e ambição, os diálogos, regados de humor, refletem com lucidez implacável o fim de um sonho.

A montagem de Villaça envolve o espectador em uma história eletrizante, onde as personagens transitam por estados, emoções e tempos de uma réplica a outra, resultando num jogo ágil e teatral por excelência.  O cenário instigante, criado por Márcio Medina e a ousada criação de luz de Wagner Freire reforçam e salientam a proposta do diretor. A trilha de Fernanda Maia acompanha o conjunto com precisas intervenções.

Com muito humor, o autor tece esse emaranhado de sentimentos e relações que misturam diversos conceitos e preconceitos sociais, sentimentos díspares e ambíguos, fazendo com que, como as personagens, o público também se questione: consigo ser fiel ao que sinto e penso sem magoar os outros ou soar como mero arrogante egoísta? Como equacionar a resposta correta? Talvez seja só um ponto de vista.

Miller já tinha 76 anos quando escreveu A Descida de Monte Morgan (estreou em 1991, mas seguia inédito no Brasil), e o resultado parece afirmar um individualismo ao extremo, ao ponto de não perceber os efeitos colaterais que esse tipo de comportamento causa, questionando a responsabilidade social de cada homem.

Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 40,00, com descontos para sócios da AATSP, Clube do Assinante Zero Hora e clientes Porto Seguro. A venda inicia a partir do dia 27 de junho, na bilheteria do teatro e pelo site compreingressos.com

Saiba Mais

O QUE SE DISSE:

“…Preste atenção em como a peça transcende o lugar-comum do triângulo amoroso e da bigamia, ao descontruir um protagonista apaixonante e dividido, aqui nas mãos de um grande comediante como Ary França.” Valmir Santos – Revista Bravo!

*** Eleita entre as Melhores peças em cartaz pela Veja SP.

” … Um grande texto, provocativo e de profunda reflexão, ganha uma leitura de desenho leve e não menos saboroso.” Dirceu Alves Jr – Veja SP

” Surpreenda-se. Vá ao teatro”  Salomão Schvartzman – Band News

” …Existe humor, mas cada riso tem um travo amargo. O imbróglio conjugal abre caminho para questionamentos existenciais. Perguntas que o dramaturgo norte-americano faz questão de não responder: como seguir o próprio desejo sem nublar o desejo de quem está ao redor?…” Maria Eugênia de Menezes – Estadão

Arthur Miller (1915-2005), dramaturgo

Considerado o maior dramaturgo do século XX pelo Royal National Theatre, sua figura e obra sempre estiveram associadas à ousadia, à ruptura e à forte crítica ao modelo social americano vigente. Sempre preocupado com o papel do homem na sociedade em que vive, seus textos sempre apresentam personagens que, com suas tragédias pessoais, apresentam um retrato fiel, irônico e desencantado de seu tempo.

Seu primeiro sucesso é o romance Focus, de 1945, que trata do anti- semitismo. Em 1949, escreve sua peça mais importante, “Morte de um Caixeiro Viajante”, que recebe o Prêmio Pulitzer e três Prêmios Tony, bem como o prêmio do Círculo de Críticos de Teatro de Nova Iorque. Foi a primeira peça a conseguir os três simultaneamente.  Criou e escreveu mais de 30 peças teatrais, entre elas: “As Bruxas de Salém”, “Depois da Queda”, “O Preço”.

“A descida do Monte Morgan” foi escrita em 1991 e permanece inédita no Brasil. Muitos estudiosos consideram esta obra uma síntese formal e temática de toda produção de Miller. Apresenta os aspectos sócio-culturais americanos das décadas de 80 e 90, os quais refletem diretamente nas escolhas e forma de organização social que vivemos hoje. O entendimento e crítica de Miller à prática consumista como símbolo de sucesso, respeitabilidade e inclusão, tão difundidos pela sociedade americana nos anos 80 são indispensáveis para compreensão da sociedade contemporânea.

Luiz Villaça, diretor

É diretor, autor e produtor de cinema, teatro e TV. No cinema, dirigiu e roteirizou os filmes “Por Trás do Pano”, “Cristina quer Casar” e seu último longa – metragem “O Contador de Histórias” estreou em 2009.Na TV, criou e dirigiu vários projetos para a TV Globo, dos quais se destacam “Retrato Falado”, “Te quiero America” e “Norma”.

Em 2011 estreou na direção teatral com a peça “Sem Pensar” de Anya Reiss, em turnê pelo Brasil. Atualmente dirige seu novo seriado para a GNT, “Três Teresas”.

Ary França, ator

Ator e diretor, participou de importantes grupos teatrais de São Paulo, entre eles Pod Minoga, de Naum Alves de Souza; do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), de Antunes Filho e do Ornitorrinco, de Cacá Rosset. Com este, ganhou o Prêmio Apetesp de melhor ator coadjuvante por seu trabalho em “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare. Atuou em importantes montagens teatrais, como “O Doente Imaginário”, de Moliére, “A Alma Boa de Setsuan”, de B. Brecht e “Ricardo III” de W. Shakespeare.

No cinema, está no elenco de “Amor & Cia.”, de Helvécio Ratton, e “Durval Discos”, de Ana Muylaert, entre outros filmes. Na televisão, participou das novelas “Andando nas Nuvens”, “Chocolate com Pimenta”, “Escrito nas Estrelas” e “Som e Fúria”.

Lavínia Pannunzio, atriz

Atriz e diretora, recebeu o Prêmio APCA 2011 por sua atuação nos espetáculos A SERPENTE NO JARDIM, de Alan Ayckbourn, direção de Alexandre Tenório e A BILHA QUEBRADA, de H. Von Kleist, direção de Márcio Aurélio, além da indicação ao Prêmio Shell 2011 pelos mesmos trabalhos e indicação ao Prêmio Mambembe. Em seus últimos trabalhos constam ainda UM VERÃO FAMILIAR, de João Fábio Cabral, direção Eric Lenate, com o qual ganhou o Prêmio Shell 2012; ILUSÃO CÔMICA, de Pierre Corneille, direção Márcio Aurélio, ESTRANHO CASAL, de Neil Simon, direção Celso Nunes; HONEY, de Shelagh Delaney, direção Fernanda d’Umbra; SOLTANDO OS CACHORROS, escrito por Rodrigo Murat. HOMEM SEM RUMO, de Arne Lygre, direção de Roberto Alvim.

A DESCIDA DO MONTE MORGAN

Dias 12, 13 e 14 de julho de 2013

Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 18h

Duração | 100 minutos

Recomendação | 14 anos.

Gênero | comédia dramática

Theatro São Pedro

Praça Mal. Deodoro | Centro |  POA | (51) 3227-5100
Estacionamento Multipalco | (51) 3227-5300

Valores especiais

Início das vendas em 27/06

Plateia e cadeiras extras: R$ 40,00
Camarotes centrais: R$ 30,00
Camarotes laterais: R$ 20,00
Galeria central: R$ 20,00
Galerias laterais: R$ 20,00
Associação Amigos do Theatro São Pedro: 50% na estreia para sócio
Clube do Assinante Zero Hora: 50% titular para os 100 primeiros; após, 20% de desconto para titular

Clientes Porto Seguro: 50% de desconto até quatro ingressos

Venda de ingressos on-line | compreingressos.com

Horário de funcionamento da bilheteria

Dias úteis de 13 às 18h30 | em que não houver espetáculo

13h às 21h | com espetáculo noturno

Sábado | 15h às 21h.

Domingo | 15 às 18h.

FICHA TÉCNICA

Texto: Arthur Miller

Tradução: Rodrigo Haddad

Direção Geral: Luiz Villaça

Elenco: Ary França (Lyman Felt) | Lavínia Pannunzio (Theodora Felt) | Lú Brites (Leah Felt) | Fábio Nassar (Tom Wilson) | Jú Colombo (Enfermeira Logan) | Paula Ravache (Bessie)

Cenografia e Figurinos: Márcio Medina

Iluminação: Wagner Freire

Trilha Sonora: Fernanda Maia

Visagismo: Simone Batata

Fotografia: João Caldas e Willy Biondani

Programação visual: Rodolfo Rezende

Assistente de Direção: Kauê Telolli e Samya Pascotto

Coordenação Financeira: Argemiro Meirelles

Direção de Produção: José Maria e Denise Fraga

Produção local: Antena Cultural/Clarice Chwartzmann

Assistente de produção: Gabriela Martins

Patrocínio: Vivo e Porto Seguro

Este Projeto foi realizado com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2012.

Assessoras de imprensa Mariele Salgado e Bruna Paulin

Mariele (51) 3028 3231 e 9189 8847 –  assessoria@marielesalgado.com.br

Bruna (51) 8407 0657 – brunapaulin@gmail.com

Porto Alegre recebe Encontros Vivo EnCena com Thiago Lacerda

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Projeto promove encontro gratuito no dia 26 de maio, às 15h, no Theatro São Pedro

 Thiago Lacerda vai falar sobre sua trajetória artística e o desafio de interpretar Hamlet, seu primeiro Shakespeare.

O ator Thiago Lacerda e o pesquisador em gestão cultural Expedido Araújo participam no próximo domingo, dia 26 de maio, às 15h, da primeira edição do projeto “Encontros Vivo EnCena” em Porto Alegre em 2013. A série de encontros pretende envolver estudantes, grupos de teatro da cidade – profissionais e amadores – e público em geral para trocas de experiências e maior acessibilidade.

Lacerda vai dividir com o público um pouco de sua trajetória artística e a experiência de passar por um grande desafio como ator – seu primeiro Shakespeare no papel que dá título ao espetáculo, Hamlet. O evento ocorre no Theatro São Pedro, com entrada franca, sem necessidade de inscrições, basta retirar as senhas 30min antes do evento.

SOBRE O PROJETO CULTURAL VIVO ENCENA

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

SOBRE Thiago Lacerda

Thiago Lacerda é ator e principia sua carreira no ano de 1998. Seu primeiro grande trabalho de destaque na TV Brasileira foi na minissérie Hilda Furacão (Aramel), tendo conquistado o premio de Ator Revelação conferido pelos profissionais e colegas de televisão nesse mesmo ano. Em 1999, protagoniza ao lado de Ana Paula Arósio, Raul Cortez e Antonio Fagundes a “novela do século” Terra Nostra, dirigida por Jayme Monjardim e exibida em mais de 120 países, onde interpretava um imigrante italiano (Matteo), em busca de uma vida melhor no Brasil. Para isso estudou a língua e a sonoridade do sotaque italiano aprofundando-se na cultura dos imigrantes italianos, em São Paulo.

Desde então, foi protagonista de vários trabalhos na Tv Globo entre novelas, séries e minisséries. E tem uma carreira marcante no teatro brasileiro.

SERVIÇO

Encontros Vivo EnCena – THIAGO LACERDA: trajetória artística e o desafio de interpretar Hamlet

Data: 26 de maio, domingo – Horário: 15h – Entrada Franca

Local: Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Retirar as senhas 30min antes do horário de início do Debate

Mais informações: Facebook vivoencenaoficial

 Assessoras de imprensa Bruna Paulin e Mariele Salgado

Simpósio International Brecht Society na imprensa

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