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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Teatro

“Nina, o monstro e o coração perdido” estreia no dia 03 de maio no Teatro do Museu do Trabalho

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Espetáculo infantil dirigido por Lúcia Bendati fala sobre amizade e a necessidade de lidar com os sentimentos

Um novo espetáculo voltado para o público infantil estreia no Teatro do Museu do Trabalho no dia 03 de maio às 16 horas. “Nina, o monstro e o coração perdido” conta a história de uma menina que se desfaz do seu coração para não mais sentir tristeza. É um texto delicado, que fala sobre tudo de amizade, e também de depressão, fuga e necessidade de lidar com os sentimentos.

Temas antes considerados polêmicos, como medo, morte, violência e separação são impostos aos pequenos desde cedo, via televisão, jornais, e até mesmo na sua vida cotidiana. Por isso, a depressão, a tristeza, a dificuldade de lidar com os sentimentos são tratadas de forma sutil e poética no espetáculo, abrindo portas para reflexão e debate.

A amizade e o comprometimento dos personagens refletem uma valorização das relações pessoais, tão importantes para a integração social, o aprendizado do sentir e conviver em sociedade. Em uma amizade também podemos encontrar a força necessária para enfrentar grandes problemas.

Com financiamento do Fumproarte/SMC, “Nina, o monstro e o coração perdido” parte do texto inédito da ilustradora Martina Schreiner, autora de diversos livros voltados ao público infantil. A direção é de Lúcia Bendati, assistência de direção de Larissa Sanguiné e no elenco estão os atores Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso. A trilha sonora é de Álvaro Rosacosta e Beto Chedid, iluminação de Ricardo Vivian e produção executiva de Rodrigo Ruiz.

Esta montagem é uma realização da Clareira de Teatro, responsável também pelo espetáculo “A Cãofusão, uma aventura legal pra cachorro”, vencedor de mais de 12 prêmios, entre eles o Tibicuera de Melhor Espetáculo Infantil/2011. A montagem segue em cartaz de até 25 de maio, aos sábados e domingos, sempre às 16h no Teatro do Museu do Trabalho. É possível agendar apresentações fechadas para escolas a preços especiais (sessões durante a semana). Mais informações através dos contatos: clareiradeteatro@gmail.com fones:(51) 9942-5493 (Lúcia) 9681-7849 (Rodrigo).

Os ingressos custam R$ 20,00 com descontos de 50% para a classe artística, melhor idade, professores, estudantes e alunos da Casa de Teatro de Porto Alegre.

Ficha técnica

Texto: Martina Schreiner | Direção: Lúcia Bendati | Assistência de Direção: Larissa Sanguiné | Direção Musical: Álvaro RosaCosta | Elenco: Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso | Trilha Sonora Original e Preparação Musical: Álvaro RosaCosta e Beto Chedid | Preparação Corporal e Coreografias: Larissa Sanguiné | Criação de Luz: Ricardo Vivian | Criação de Figurino e Adereços: Martina Schreiner, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso | Confecção de Figurino e Adereços: Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso | Criação de cenário: Martina Schreiner e Alex Limberger | Confecção de Cenário: Alex Limberger | Criação de Maquiagem: Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso | Divulgação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor | Fotos: Luciane Pires Ferreira | Produção Executiva: Rodrigo Ruiz | Realização: Clareira de Teatro | Apoio Cultural: Casa de Teatro de Porto Alegre | Financiamento: Fumproarte – SMC

 

Nina, o monstro e o coração perdido

De 03 a 25 de maio, sábados e domingos, 16h

Teatro do Museu do Trabalho (Rua dos Andradas, 230)

Ingressos: R$ 20,00 (desconto de de 50% para a classe artística, melhor idade, professores, estudantes e alunos da Casa de Teatro de Porto Alegre)

Agendamento para escolas – clareiradeteatro@gmail.com fones:(51) 9942-5493 (Lúcia) 9681-7849 (Rodrigo)

 

 

Última Oficina Criativa do espetáculo “Nina, o Monstro e o Coração Perdido” está com inscrições abertas

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Atividade gratuita integra o projeto financiado pelo FUMPROARTE e acontece no dia 12 de abril

Estão abertas as inscrições para a segunda e última edição da Oficina Criativa ministrada pelo elenco e equipe do espetáculo infantil “Nina, o Monstro e o Coração Perdido”, dirigido por Lúcia Bendati. A montagem, aprovada pelo Fumproarte 2013, tem previsão de estreia para o dia 03 de maio e esta atividade direcionada a crianças de 05 a 10 anos integra o projeto.

A oficina propõe desenvolver atividades voltadas a sociabilização, integrando música e jogos teatrais, com o objetivo de estimular a percepção dos participantes, através de brincadeiras ligadas ao imaginário infantil. Ministram a atividade a diretora do espetáculo Lúcia Bendati, a assistente de direção Larissa Sanguiné, o preparador musical Beto Chedid e os atores Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso. A autora e ilustradora da peça, Martina Schreiner também participa desta edição, ministrando jogos de ilustração criativa.

O encontro acontece no dia 12 de abril, no Teatro do Museu do Trabalho, das 10h às 13h. Inscrições e informações através do contato: clareiracultural@gmail.com.

Primeira edição de 2014 em Porto Alegre do projeto Encontros Vivo EnCena acontece no dia 29 de março, no Theatro São Pedro

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Debate “Teatro e Transformação”, com mediação de Expedito Araújo ocorre após a sessão do espetáculo “Bem-Vindo, Estranho”, com Regina Duarte

A primeira edição de 2014 em Porto Alegre do projeto Encontros Vivo EnCena acontece no dia 29 de março, no Theatro São Pedro. O debate “Teatro e Transformação”, mediado por Expedito Araújo, curador artístico do Vivo EnCena conta com a participação dos atores Regina Duarte, Kiko Bertholini e Mariana Loureiro que integram o elenco do espetáculo “Bem-Vindo, Estranho”.

Como uma ação cultural integrada, gratuita e exclusiva, com o tema “Teatro e Transformação, pretende envolver o público para realizar trocas de experiências com os artistas da peça, que irão discorrer sobre como foi a composição dos personagens – que retratam a obsessão por manipulações e opressões em uma relação familiar que caracteriza nossasociedade desde os tempos mais remotos. Baseado nas relações inerentes do fazer teatral irá proporcionar maior reflexão sobre o lugar de respeito e do afeto a individualidade, a partir do conceito de família por psicanalistas como Freud e Carl Jung assim como promover esclarecimentos para boas práticas em confronto com as tendências que a peça teatral apresenta.

Sobre o Projeto Cultural Vivo EnCena

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

Ministério da Cultura e Vivo apresentam Regina Duarte no suspense “Bem-Vindo, Estranho” no Theatro São Pedro

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A Vivo traz para Porto Alegre, a atriz Regina Duarte no espetáculo “Bem-Vindo, Estranho”, com apresentações nos dias 28, 29 e 30 de março (sexta a domingo), no Theatro São Pedro.

Com patrocínio da Vivo, por meio do projeto Vivo EnCena , “Bem-Vindo, Estranho” é a primeira montagem teatral mundial, baseada na peça originalmente intitulada Be Mine, de autoria da dramaturga britânica Angela Clerkin, conta com a direção de Murilo Pasta, diretor de cinema e TV, em sua primeira incursão no teatro. 

O espetáculo, situado em Londres, retrata a conturbada relação de Jaki e Elaine, mãe e filha de classe trabalhadora, interpretadas por Regina Duarte e Mariana Loureiro. 

A dinâmica do espetáculo é ditada pela alternância de afeto e calor humano genuínos com a maquiavélica e implacável manipulação à qual Jaki submete a filha, uma jovem advogada. 

O cotidiano das duas se complica à medida que Elaine obtém a absolvição de Joseph (Kiko Bertholini), acusado de ter assassinado a namorada e, apaixonada por ele, o traz para viver no claustrofóbico apartamento que divide com a mãe.

Momentos de drama intenso e absorvente se alternam com pitadas de leveza, humor e sensualidade. 

Em paralelo, ficam claros os jogos intrínsecos às relações humanas. Até que ponto receber um estranho em casa pode abalar uma relação de confiança?

Com cenário de J.C. Serroni e inspirado na estética noir que sugere o texto, o diretor Murilo Pasta cria uma atmosfera densa de suspense e lirismo que deságua num coquetel explosivo de desejos incontroláveis cujas consequências são devastadoras.

No do dia 29 de março, acontece a primeira edição de 2014 da série “Encontros Vivo EnCena” em Porto Alegre, que conta com a participação do elenco a partir do tema “Teatro e Transformação”, com mediação de Expedito Araújo, curador artístico do Vivo EnCena.

Integrante do projeto cultural Vivo EnCena, iniciativa da Vivo para as Artes Cênicas, a parceria permite uma série de ações como circulação de espetáculo após cumprir temporada no Teatro Vivo, na cidade de São Paulo, workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para todos. O espetáculo é apresentado pela Vivo por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura.

Encontros Vivo EnCena

Após a apresentação no dia 29 de março, os atores Regina Duarte, Kiko Bertholini e Mariana Loureiro participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo.

Como uma ação cultural integrada, gratuita e exclusiva, com o tema “Teatro e Transformação, pretende envolver o público para realizar trocas de experiências com os artistas da peça, que irão discorrer sobre como foi a composição dos personagens – que retratam a obsessão por manipulações e opressões em uma relação familiar que caracteriza nossa sociedade desde os tempos mais remotos. Baseado nas relações inerentes do fazer teatral irá proporcionar maior reflexão sobre o lugar de respeito e do afeto a individualidade, a partir do conceito de família por psicanalistas como Freud e Carl Jung assim como promover esclarecimentos para boas práticas em confronto com as tendências que a peça teatral apresenta.

Sobre o Projeto Cultural Vivo EnCena

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

Ficha Técnica:

Texto: Angela Clerkin

 

Tradução: Kiko Bertholini

Adaptação: Regina Duarte, Murilo Pasta, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini

Direção: Murilo Pasta

Elenco: Regina Duarte, Kiko Bertholini, Mariana Loureiro

Iluminação: Aline Santini

Figurinista: Iraci de Jesus

Cenografia: JC Serroni

Música Original: Marcelo Pellegrini

Foto e vídeo Maker: Rabi Haidar e Rudá Cabral

Criação de Beleza: Mauro Freire

Preparação Corporal: Renata Melo

Realização: Brucutu Filmes e Filet Produções Artísticas

Classificação etária: 14 anos

Duração: 80 minutos

Sinopse para guias e roteiros culturais:

Jaki (Regina Duarte) e sua filha Elaine (Mariana Loureiro), vivem às turras num claustrofóbico apartamento em Londres. Com a chegada de Joseph (Kiko Bertholini), o misterioso namorado de Elaine, a atmosfera de suspense entra em erupção num conflito de desejos incontroláveis cujas consequências são devastadoras. (80 min / 14 anos) – Theatro São Pedro – Porto Alegre  – Sex, Sab e Dom, 28, 29 e 30 de março.

Serviço:

Porto Alegre:

28, 29 e 30 de março

Horário: Sexta e Sábado – 21h | Domingo – 19h

Theatro São Pedro

Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico

Telefone: (51) 3227-5100 – www.teatrosaopedro.com.br

Valores:

Plateia e cadeira extra – R$ 80,00

Camarote Central – R$ 70,00

Camarote Lateral – R$ 60,00

Galeria Central – R$ 40,00

Galeria Lateral – R$ 40,00

Início das vendas dia 06 de março

Funcionários Telefônica/Vivo e Clientes Vivo Valoriza tem 50% de desconto em até dois ingressos. Necessário apresentar crachá e voucher, respectivamente, além de documento de identificação com foto. Desconto válido somente para o titular e não cumulativo com outras promoções e/ou descontos.

Sócios AATSP têm 50% de desconto (ingressos limitados)

50% de desconto para os 100 primeiros ingressos para Clube do Assinante; 20% para os demais (titular e acompanhante)

50% para sócios Porto Seguro

Vendas:

Bilheteria do Teatro: (51) 3227-5100| 3227-5300

Dias úteis das 13h às 18h30 (em que não há sessão à noite)

Das 13h às 21h (em dias de espetáculo)

Sábados das 15h às 21h

Domingos das 15h às 18h

Regras para Meia-Entrada:

Estudantes (Com Cartão da Instituição Educacional com data de validade ou Boleto – Atestado de Matricula do mês vigente) – 50% de segunda e quinta e 10% de sexta a domingo

Idosos e Terceira Idade (Cartão de Aposentado ou RG para maiores de 60 anos)

“Hell” chega a Novo Hamburgo e Campo Bom em março

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Novo Hamburgo ocorrem no Teatro Feevale nos dias 07, 08 e 09 de março. Em Campo Bom, sessões no Teatro CEI nos dias 14, 15 e 16

Encerra em Novo Hamburgo e Campo Bom a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale e nos dias 14, 15 e 16 no Teatro CEI.  

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê passou por Porto Alegre e Curitiba em fevereiro. Para as apresentações de Novo Hamburgo, os ingressos já estão à venda a R$ 20,00, com 50% de desconto Clube do Assinante Zero Hora (até 200 ingressos, após 20%), 20% de desconto para Universidade Feevale (graduados, professores e funcionários) e Assinante do Jornal NH.

Em Campo Bom, as vendas iniciam no dia 01 de março, na bilheteria do teatro. A apresentação do dia 14 tem valor especial de R$ 10,00. Nas outras sessões, o ingresso custa R$ 20,00.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Novo Hamburgo

07, 08 e 09 de março | 21h sexta e sábado | 18h domingo

Teatro Feevale – ERS-239, n° 2755 | Campus II – Universidade Feevale | Novo Hamburgo

Ingressos: R$ 20,00

Descontos:

50% de desconto ZERO HORA SOMENTE PARA TITULAR para até 200 ingressos
20% de desconto ZERO HORA SOMENTE PARA TITULAR

20% de desconto SOMENTE PARA TITULAR Universidade Feevale (graduados, professores e funcionários)

50% de desconto para estudantes em geral e idosos (Lei Federal)

20% de desconto para JORNAL NH somente titular

 

Apresentações em Campo Bom

14, 15 e 16 de março | 21h

Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig) | Av. dos Estados, 1080 – Centro

Ingressos: R$ 20,00

Início das vendas em 03 de março

Hell chega a Curitiba nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Curitiba ocorrem no Teatro Paulo Autran nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro

 * Entre os 10 melhores espetáculos de 2011 – Jornal O Globo *

* Prêmio Melhor Atriz – Revista Quem *

Chega a Curitiba a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, no Teatro Paulo Autran.  

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15, e 15 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00 com desconto de 50% para assinantes da Gazeta do Povo e as vendas iniciam no dia 07 de fevereiro, na bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro das 14h às 18h e também pelo site ingresso.com. Durante os dias de espetáculo, os ingressos poderão ser adquiridos na bilheteria do Teatro Paulo Autran a partir das 14h.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Curitiba

21, 22 e 23 de fevereiro | 21h (sexta e sábado) 18h (domingo)

Teatro Paulo Autran | Al. Dom Pedro II, 255

Ingressos: R$ 20,00

50% de desconto para assinantes Gazeta do Povo

Início das vendas em 07 de fevereiro na bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro, das 14h às 18h e pelo site ingresso.com. Nos dias de espetáculo, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Paulo Autran a partir das 14h

“Hell” tem apresentações em Novo Hamburgo

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Novo Hamburgo ocorrem no Teatro Feevale nos dias 07, 08 e 09 de março

 

* Entre os 10 melhores espetáculos de 2011 – Jornal O Globo *

* Prêmio Melhor Atriz – Revista Quem *

Chega a Novo Hamburgo nos dias 07, 08 e 09 de março a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille no Teatro Feevale.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê encerra em Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15 e 16 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig) e passa em fevereiro por Porto Alegre e Curitiba. Os ingressos custam R$ 20,00, com 50% de desconto Clube do Assinante Zero Hora, 20% de desconto para funcionário e acompanhante da Universidade Feevale e Assinante do Jornal NH. As vendas iniciam no dia 03 de fevereiro.  

 Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Novo Hamburgo

07, 08 e 09 de março | 21h sexta e sábado | 18h domingo

Teatro Feevale – ERS-239, n° 2755 | Campus II – Universidade Feevale | Novo Hamburgo

Ingressos: R$ 20,00

Descontos:

50% para Clube do Assinante Zero Hora

20% para Funcionários Universidade Feevale (com acompanhante)

20% para Assinantes Jornal NH

Início das vendas em 03 de fevereiro

Hector Babenco dirige Bárbara Paz e André Bankoff em primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Porto Alegre ocorrem no Theatro São Pedro nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro

 

Inicia por Porto Alegre a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro, no Theatro São Pedro.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Curitiba (21, 22 e 23 – teatro Paulo Autran), Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15 e 16 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00, com descontos de 50% para os 200 primeiros sócios do Clube do Assinante (após, 20%). As vendas iniciam no dia 31 de janeiro, na bilheteria do teatro.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Porto Alegre

14 e 15 de fevereiro | 21h

16 de fevereiro | 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos: R$ 20,00

Descontos: 50% de desconto para Clube do Assinante (200 primeiros. Após, 20% de desconto)

Início das vendas em 31 de janeiro

O Sobrado tem apresentação gratuita em Campo Bom

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Grupo Cerco inicia turnê pelo Rio Grande do Sul patrocinada pela SULGÁS no dia 18 de novembro 

Iniciando turnê pelo Rio Grande do Sul com apresentações em quatro cidades, o Grupo Cerco apresenta no dia 18 de novembro o espetáculo O Sobrado em Campo Bom, no Teatro do CEI. A sessão, com entrada franca, através da doação espontânea de 1 kg de alimento não perecível, tem patrocínio da SULGÁS através do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.

O Grupo passa por Caxias do Sul e Passo Fundo, e encerra a turnê em Porto Alegre, nos dias 28, 29 e 30 de novembro e 01 de dezembro. O Sobrado é uma adaptação cênica de sete capítulos da obra literária O Continente, que integra a trilogia O Tempo e o Vento, de Erico Verissimo, com direção de Inês Marocco.

A ação se passa em 1895, quando o chefe político republicano Licurgo Cambará se encontra sitiado em sua casa, junto à sua família e correligionários, sob o cerco de tropas federalistas. Fechados no sobrado durante dez dias, com pouca comida, água e munição, os personagens da trama relacionam-se em um meio perturbado e agonizante, enquanto a morte se faz presente dentro e fora da casa. Nesse ambiente angustiante, Licurgo resiste à invasão dos maragatos e, intolerante, se recusa a pedir trégua aos inimigos. Permeiam nessa obra-prima da literatura gaúcha o patriarcalismo, o belicismo, a relação com a terra e a presença forte e constante das mulheres, fazendo o espectador vislumbrar a formação da sociedade gaúcha.

Apontado pela crítica como um dos destaques do teatro gaúcho desde o ano de sua estreia, O Sobrado conquistou seis importantes prêmios e o reconhecimento da sua qualidade artística, dando ao Grupo Cerco destaque no cenário gaúcho. No elenco, Anildo Michelotto, Celso Zanini, Elielto Rocha, Elisa Heidrich, Isandria Fermiano, Manoela Wunderlich, Kaya Rodrigues, Luís Franke, Marina Kerber, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen, Rita Maurício e Rodrigo Fiatt. A montagem tem iluminação de Cláudia de Bem, cenografia de Élcio Rossini e figurinos de Rô Cortinhas.

A apresentação acontece às 20h, com entrada franca através da doação espontânea de 1kg de alimento não perecível. Ingressos antecipados no local ou na bilheteria uma hora antes do espetáculo.

Ficha técnica

Autor: Erico Verissimo

Direção: Inês Marocco

Elenco: Anildo Michelotto, Celso Zanini, Elielto Rocha, Elisa Heidrich, Isandria Fermiano, Manoela Wunderlich, Kaya Rodrigues, Luís Franke, Marina Kerber, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen, Rita Maurício e Rodrigo Fiatt

Assistência de direção: Isandria Fermiano, Kalisy Cabeda e Rodrigo Fiatt

Dramaturgia: Celso Zanini, Elisa Heidrich, Isandria Fermiano, Marina Kerber, Mirah Laline e Rodrigo Fiatt

Trilha sonora original: Celso Zanini, Luís Franke, Martina Fröhlich e Philipe Philippsen

Adaptação e criação: Grupo Cerco

Cenografia: Élcio Rossini

Figurinos: Rô Cortinhas

Iluminação: Cláudia de Bem

Arte gráfica: Karine Adiers

Coordenação administrativa: Daniela Lopes

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin

Realização: Grupo Cerco

Produção Executiva: Daniela Lopes e Rodrigo Fiatt

Duração do espetáculo: 1h45min

Classificação: 14 anos

Saiba Mais

O Grupo Cerco, criado em 2008, trabalha com a pesquisa de linguagem e encontra na transposição da literatura para a cena um caminho para a investigação da linguagem teatral. O Grupo tem como marca processos experimentais e colaborativos, onde o ator ou “ator/autor” tem a possibilidade de trabalhar em diferentes frentes de criação que vão além da atuação, buscando soluções estéticas inovadoras para trazer força aos conteúdos que apresenta.

Prêmios conquistados:

– 4º Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo pelo Júri Oficial

– 4º Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo pelo Júri Popular

– Prêmio Açorianos 2009 de Melhor Direção

– Prêmio Açorianos 2009 de Melhor Dramaturgia

– Prêmio Açorianos 2009 de Melhor Ator Coadjuvante

– Troféu RBS Cultura 2009 de Melhor Espetáculo pelo Júri Popular

 

Alguns comentários e críticas sobre a peça:

“O Sobrado foi uma grande surpresa. Consegue ser extremamente teatral (…) e ao mesmo tempo fiel ao texto original. Gostei muito.”

Luís Fernando Verissimo, por e-mail.

“O Sobrado reúne qualidades de sobra para já ser considerado um dos destaques da temporada em Porto Alegre. O Sobrado merece ser visitado.”

Renato Mendonça, Zero Hora.

“Eis um espetáculo digno, admirável e surpreendente sob todos os pontos de vista.”

“… tudo está correto, inteligente e sensível.”

“Este é um espetáculo para se ver sempre, muitas vezes, e com o coração nas mãos.”

Antônio Hohlfeldt, Jornal do Comércio.

“O que chama atenção na montagem é a medida, a economia, a precisão (…), sobretudo na interpretação e na composição dos personagens.”

“(…) eles convencem. Prendem a atenção. Fazem-nos cativos da narrativa. Divertem. Emocionam. Não percam!”

Luiz Paulo Vasconcellos, Revista Aplauso.

 

Serviço

O Sobrado em Campo Bom

18 de novembro, 20h

Teatro do CEI – Av. dos Estados, 1080, Centro

Entrada franca com a doação espontânea de 1 kg de alimento não perecível. Ingressos antecipados no local ou na bilheteria 1 hora antes nos dias das apresentações.

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