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Ministério da Cultura e Bradesco apresentam Galileu Galilei em Porto Alegre

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Espetáculo com direção de Cibele Forjaz e Denise Fraga no elenco integra a programação dos 158 anos do Theatro São Pedro

 

Depois do sucesso das apresentações durante a programação do Porto Alegre em Cena em 2015, Denise Fraga e grande elenco retornam ao palco do Theatro São Pedro para uma curta temporada do espetáculo Galileu Galilei, de Bertolt Brecht. As sessões integram a programação dos 158 anos do São Pedro, que ocorrem de 24 a 26 de junho. As vendas dos ingressos iniciam no dia 30 de maio, na bilheteria do local e pelo site www.compreingressos.com

“A ideia de montar Galileu Galilei surgiu durante as temporadas do espetáculo ‘Alma Boa de Setsuan’, outro título do autor, que ficamos em cartaz durante dois anos e meio e alcançamos mais de 220 mil espectadores”, conta Denise. “Tomei coragem e resolvi ser Galileu”, revela a atriz, que dá vida ao grande cientista italiano redesenhado por Brecht, que se apropria desta situação histórica e, com afiado humor e ironia, abre ramos da riqueza desse conflito para além do acontecimento. “Cada vez que eu lia o texto, um frisson invadia meu peito. A origem de um projeto de teatro para mim é quase como uma fofoca. É como se eu escutasse algo no ouvido que eu não pudesse deixar de passar adiante. A necessidade de me apoderar das palavras de um autor e dar comunicabilidade ao que parece encarcerado no papel é o que me move, me empurra para o palco.  Quando vejo, já estou lá, tentando fazer voar tal ideia”.

Denise convidou Cibele Forjaz para dirigir essa montagem, realizando um desejo que alimentava há anos. “Quando Denise me convidou, juntou a fome com a vontade de comer: o desejo de trabalhar com ela e a vontade de voltar ao texto de Brecht que já havia montado no final dos anos 1990”, revela.

Brecht costumava falar em seus diários da necessidade de DIVERTIR PARA COMUNICAR e empregou essa receita em toda a sua obra. “Ele se faz valer de uma boa história, do humor e do entretenimento para deixar claras as suas ideias. A grande estrela de Galileu Galilei é o poder da palavra. A clareza de raciocínio, o humor, o fio inebriante por onde Brecht escolhe contar essa história nos leva passo a passo a um profundo estado de reflexão”, relata Fraga.

Na Itália do século XVII, Galileu consegue construir um telescópio melhor que os existentes e explorar os céus como nunca antes haviam conseguido.  Com os satélites de Júpiter, ele finalmente comprovaria a doutrina de Copérnico de que o Sol é o centro do Universo e de que a Terra se move e gira em torno dele. Galileu passa a defender e a propagar esta ideia, apesar de saber que ela era contrária ao dogma da Igreja.  Entretanto, este homem apaixonado, o cientista genial movido por uma nova verdade, vê os senhores do poder estabelecido se negarem à obviedade dos fatos.

A ideia da Terra não ser o centro do Universo ameaçava convenientes estruturas de poder.  Galileu tinha muito prestígio e amizades dentro do próprio clero e acreditou que, com este escudo, poderia seguir em frente para instalar seu novo esquema de mundo.  Ledo engano.  Foi perseguido pela Santa Inquisição, processado duas vezes, e, ameaçado de tortura, foi obrigado a negar, suas ideias publicamente. Somente em 1992, mais de três séculos após a sua morte, a Igreja reviu o processo da Inquisição e decidiu pela sua absolvição.

Se, em A Alma Boa, a questão principal era: “Como ser bom e ao mesmo tempo sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?”, em Galileu, ela extrapola os limites do individual e pergunta: “Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como contribuo para o avanço social sem me preocupar unicamente com meu conforto individual?”

Galileu Galilei é uma profunda e divertida reflexão sobre o que somos, o que viramos, o quanto abandonamos de nós, a luta de classes, o “ser mandado” e “ser patrão”, a tirania do poder econômico, as liberdades de escolha e o preço a pagar por elas.

O espetáculo desvenda o fazer teatral diante do público, com atores que manipulam o cenário e fazem a contrarregragem, totalmente disponíveis artisticamente para contar a história que Brecht reinventou.  O elenco mistura atores parceiros de longa data de Denise e de Cibele, em sua Cia Livre: Ary França, Lúcia Romano, Théo Werneck, Maristela Chelala, Vanderlei Bernardino, Jackie Obrigon, Luís Mármora, Silvio Restiffe e Daniel Warren.  A trilha sonora de Lincoln Antônio e Théo Werneck cria novas canções, ambientes sonoros e reinventa músicas originais de Hanns Eisler para a obra original de Brecht.

“O que eu espero é divertir as pessoas com um espetáculo festivo e fazê-las sair do teatro pensando em qual será a nossa alternativa para escapar desta areia movediça. Reiterar a fé na ideia de que o conhecimento e a razão humana ainda são os melhores instrumentos de luta contra a repressão, a injustiça, a miséria e o único caminho possível para o avanço social.” –  acredita Denise.

Os ingressos custam entre R$ 40,00 e R$ 70,00, com descontos para Sócios da AATSP, Clube do Assinante  ZH, clientes e funcionários Avianca e clientes Bradesco. As apresentações ocorrem na sexta-feira às 21h, sábado às 20h e domingo às 18h.

https://www.youtube.com/watch?v=SpnRni_fUto&feature=youtu.be

 

Ficha Técnica:

Direção Artística: Cibele Forjaz

Adaptação/Dramaturgia: Christine Röhrig, Cibele Forjaz, Maristela Chelala e Denise Fraga

Cenografia: Márcio Medina

Trilha Sonora: Lincoln Antônio e Théo Werneck

Iluminador: Wagner Antonio

Figurinista: Marina Reis

Visagista: Simone Batata

Preparação Corporal e Coreografia: Lu Favoretto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Assistente de Direção: Ivan Andrade

Fotos: João Caldas

Programação Visual: Philippe Marks

Produção Executiva: Lili Almeida

Direção de Produção: José Maria

Produção Local: Primeira Fila Produções

Assessoria de Imprensa Local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Realização: NIA Teatro

 

Texto DENISE FRAGA

 Por que quero fazer Galileu?

Porque tenho esperança e quero falar dela.

A Alma Boa de Setsuan me confirmou a comunicabilidade e popularidade de Bertolt Brecht. “Divertir para comunicar”- já dizia ele em seus diários. É incrível como Brecht se faz valer de uma boa história, do humor e do entretenimento para nos colocar em estado de reflexão. A trajetória de A Alma Boa renovou minhas esperanças no fazer teatral. Foram dois anos e meio em cartaz com apresentações por todo o Brasil, sucesso de público, crítica, prêmios e mais de 220.000 espectadores. Provavelmente, cerca de 60% deste público nunca tinha ouvido falar do dramaturgo alemão, mas nem por isso deixou de ser capturado por ele com extremo vigor. Testemunhei muitos maridos bonachões, que chegavam ao teatro arrastados por suas mulheres nas sessões de domingo, renderem-se boquiabertos à ironia e inteligência do humor brechtiano. Sou encantada com Brecht. Me identifico com seu teatro, sua maneira de pensar o mundo e também acredito que preciso divertir para comunicar.

Em meio à temporada de A Alma Boa, fomos lendo em grupo alguns textos de sua obra. Chegamos a Galileu Galilei. Nova pulga atrás da minha orelha. Líamos, relíamos e marcávamos novas leituras. O texto é magnífico. Um homem possuído por uma nova ideia, a força de uma verdade descoberta que precisa ser propagada. Mas a quem interessa a verdade quando já estão dadas as cartas do jogo? Galileu é impedido de fazê-lo por conveniência à cegueira vigente. No início do século XVII, a ideia da Terra girar em torno do Sol era considerada total heresia pela Santa Inquisição.  Brecht se apropria desta situação histórica e, com seu habitual humor e ironia, abre ramos da riqueza desse conflito para além do acontecimento. Privilegiando a vida à história, o homem ao herói, seu Galileu Galilei nos faz acreditar que a história do mundo foi construída por homens que tinham suas fraquezas e suas dúvidas misturadas a seus atos de coragem e clareza. Homens que acordavam, lavavam o rosto,  tomavam seu café com leite e, mobilizados por suas ideias e projetos, muitas vezes, se enredavam em terríveis jogos de poder.  Galileu Galilei nos faz refletir sobre o quanto abdicamos de nossos ideais para sobreviver no meio desses jogos hierárquicos que nos mobilizam desde a escola primária, passando pela família, o trabalho até chegar ao poder em si, ao governo e seu dilema de existência banhado na autoridade.

A grande estrela da peça é o poder da palavra. A clareza de raciocínio, o humor, o fio inebriante por onde Brecht escolhe contar essa história nos leva passo a passo a um profundo estado de reflexão. Cada vez que lia o texto, um frisson invadia meu peito. A origem de um projeto, pra mim, surge quase como a fofoca.Ao ler o texto é como se eu escutasse algo no ouvido que não eu não pudesse deixar de passar adiante.  Esta necessidade tem sido a grande força motriz do meu trabalho. A necessidade de me apoderar das palavras de um autor e dar comunicabilidade ao que parece encarcerado no papel é o que me move, me empurra pro palco.  Quando vejo, já estou lá, tentando fazer voar tal ideia.  Resolvi ser Galileu.

Nosso Galileu ainda traz algo a mais: reunir companheiros de longa data, que fizeram comigo A Alma Boa de Setsuan com outros que são felizes novas descobertas.  Juntar dez atores de raros talento e história para, como uma companhia, nos colocarmos nas mãos da mestra Cibele Forjazé um ponto de partida sem igual, um coquetel de talento e competência.  Me sinto honrada e fortalecida por poder contar esta riqueza de texto em tão boa companhia.

Trabalhei com Cibele a primeira vez fazendo uma leitura encenada de Ponto de Partida, poucas apresentações feitas no próprio Tuca nos 50 anos do Golpe Militar.  Já nos falávamos há tempos da vontade que tínhamos de trabalhar juntas.  Adoro o que ela faz.   Para Cibele, o Teatro não tem limites.  Dona de sensibilidade única, ela nos leva para o campo dos sonhos, nos fazendo acreditar numa história ao mesmo tempo em que vemos a mágica do fazer teatral.  Brecht ia adorar Cibele.  Cibele adora Brecht.  Esta senhora da luz não ilumina não só o palco com suas lindas imagens,  mas faz brilhar cada linha de uma ideia.

Fazer chegar a todos este tesouro não é só mais uma vontade, é pura necessidade.

Como Galileu, não vejo a hora de contar a todos a boa nova.

 

Galileu Galileu

24, 25 e 26 de junho

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Sexta-feira, 21h | Sábado, 20h | Domingo, 18h

Ingressos à venda a partir de 30 de maio (bilheteria do teatro e site compreingressos.com)

Plateia e cadeira extra: R$ 70,00

Camarote central: R$ 60,00

Camarote lateral: R$ 50,00

Galeria: R$ 40,00

 

Descontos:

50% para Assinantes do Clube Zero Hora e para Clientes e Funcionários AVIANCA (categoria AMIGO), para compra de até 02 ingressos mediante carteira e documento de identificação. Válido somente para titular e 1 acompanhante.

50% para sócios AATSP em 100 ingressos na apresentação do dia 24 de junho

25% para Clientes BRADESCO para compra de até 02 ingressos. Para titular e acompanhante, mediante compra com Cartão do Banco e documento.

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:

– até 15 anos mediante RG;

– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

Cia de Flamenco Del Puerto estreia primeira montagem voltada ao público infantil dia 04 de junho

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“Flamenco Imaginário” cumpre temporada no Teatro de Arena

 

A Cia de Flamenco Del Puerto comemora em 2016 17 anos de existência com um projeto inédito e inovador: um espetáculo de flamenco para crianças, que estreia no próximo dia 04 de junho no Teatro de Arena. Flamenco Imaginário é livremente inspirado na dramaturgia de “O corcunda de Notre Dame”, de Victor Hugo.

A montagem é vencedora do Prêmio de Incentivo às Artes Cênicas do Teatro de Arena de Porto Alegre e se propõe o desafio de desenvolver uma obra com identidade flamenca focada nos pequenos. Flamenco Imaginário conta com trilha sonora inédita composta especialmente para o projeto por Giovani Capeletti e figurinos de Antonio Rabadan. Idealizado por Daniele Zill, tem direção de Denis Gosch e coreografias de Juliana Prestes. No elenco, além de Daniele, Ana Medeiros, Juliana Kersting e Leonardo Dias.

O projeto conta ainda com uma série de contrapartidas, entre elas oficinas de dança e música, que serão oferecidas gratuitamente durante a temporada de estreia. As apresentações ocorrem até 26 de junho, com sessões às 16h nos sábados e às 11h e 16h aos domingos. Os ingressos custam entre R$ 15,00 e 30,00. O Teatro de Arena fica na Escadaria da Borges e possui estacionamento conveniado.

A Cia Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa do flamenco como linguagem, envolvendo técnica, expressividade e aspectos histórico-culturais. O grupo já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles o troféuAçorianos de Melhor Espetáculo por Tablao e Las Cuatro Esquinas.

Ficha técnica

Idealização: Daniele Zill

Direção: Denis Gosch

Coreografia: Juliana Prestes

Trilha Sonora Original: Giovani Capeletti

Elenco: Ana Medeiros, Daniele Zill, Juliana Kersting e Leonardo Dias

Percussão e efeitos: Gustavo Rosa

Design e Operação de Luz: Leandro Gass

Técnico de som: José Derly

Figurinos/Cenário: Antonio Rabadan

Produção executiva: Daniele Zill e Juliana Kersting

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

REALIZAÇÃO: Del Puerto Produções e Prêmio de incentivo à pesquisa em artes cênicas do Teatro de Arena de Porto Alegre

https://www.youtube.com/watch?v=Ra9b7RtWoBU&feature=youtu.be

 

Serviço:

 Flamenco Imaginário

De 04 a 26 de junho

Sábados às 16h, Domingos às 11h e 16h

Ingressos: R$ 30,00 – descontos para Classe Artística, Estudantes e Idosos mediante comprovação

Local: Teatro de Arena

Estacionamento conveniado: Rua Duque de Caxias, 1247 (Safe Park)

www.delpuerto.com.br | facebook.com/flamencoimaginario

Teatro Mototóti realiza apresentação em Teresópolis

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Companhia gaúcha de teatro de rua apresenta espetáculos de seu repertório em turnê pelo Sudeste até junho

 

O Teatro Mototóti, companhia gaúcha de teatro de rua, chega a Teresópolis no dia 26 de maio para apresentação do espetáculo Flor da Vida, integrando a programação da III Mostra de Teatro de Rua de Teresópolis, com entrada franca. A atividade integra uma turnê pelo Sudeste que segue até o mês de junho.

Flor da Vida é a mais recente produção do grupo, vencedora do prêmio Funarte Artes na Rua 2013. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem, que estreou em 2014, contou com um processo de pesquisa e criação em Porto Alegre e Campinas. O grupo buscou parceiros mais experientes na área da palhaçaria, assim surgiram os intercâmbios com palhaços gaúchos, uma iniciativa que proporcionou trocar experiências com oito grupos/artistas da capital e interior do Rio Grande do Sul. Mais tarde, se juntou ao trabalho um dos grandes mestres da palhaçaria no Brasil: Ésio Magalhães, responsável pela orientação palhaçística e assistência de direção do espetáculo. Na peça, os palhaços Charle’s Tone e Thalia Thaluda contam a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

Depois de Teresópolis, o grupo se apresenta nas cidades de Jundiaí, Ribeirão Preto e São Paulo. As atividades promovidas pelo grupo no Sudeste ocorrem até 02 de junho, com entrada franca.

Turnê Teatro Mototóti Sudeste

Teresópolis – III Mostra de Teatro de Rua de Teresópolis

26 de maio

Local: FEIRARTE (Praça Higino da Silveira, Bairro do Alto, Teresópolis/RJ)
Horário: 14h
Ingresso: gratuito

Realização: Aldeia Cultural Casa Viva e Grupo Mambemberê

Saiba Mais:

Sinopse Flor da Vida: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

O Teatro Mototóti existe há nove anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil. Em 2015 o grupo expandiu seu núcleo de contação de histórias, trazendo à cena o espetáculo Histórias da Bergamotinha, em que utiliza diversos elementos teatrais para contar histórias encenadas e musicadas, apresentando um trabalho multilinguagens que resultou em uma contação de histórias altamente teatral.

Desde 2015 o Mototóti promove mensalmente apresentações de espetáculo e atividades gratuitas em sua sede pública, no Parque Mascarenhas de Morais, em Porto Alegre.  O projeto, intitulado Se Essa Rua Fosse Minha, já recebeu mais de 1500 espectadores e ocorre de forma independente, sem patrocínios ou financiamentos.

http://www.motototi.com.br | www.facebook.com/TeatroMotototi

Mostra de fotos e pinturas sobre o interior do RS inaugura no dia 27 de maio na parilla El Tonel

 

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Lá de Fora reúne trabalhos de Eduardo Rocha e Carlito Bicca

 

Inaugura na próxima sexta-feira, 27 de maio, às 19h, a mostra Lá de Fora, que reúne trabalhos de Eduardo Rocha e Carlito Bicca, na parilla El Tonel (Rua Vasco da Gama, 270). A exposição de fotografias e pinturas revela as semelhanças entre os dois artistas, que são integrantes dos Cavaleiros da Paz e nascidos na Campanha Gaúcha.

Cenas do cotidiano campeiro interpretadas pelas lentes de Rocha e pelos pinceis de Bicca estarão expostas em 20 obras, que ficam em cartaz com entrada franca até 15 de junho. No segundo semestre, o projeto seguirá para uma itinerância pelo interior, passando por Santo Antônio da Patrulha, São Gabriel e Livramento. “A proposta é valorizar o que é nosso, mostrando que temos arte no campo e descentralizar a exposição dos locais tradicionais”, revela Rocha, que conta que a dupla também pretende montar uma versão da exposição ao ar livre.

Lá de Fora tem entrada franca, com visitação durante os horários de funcionamento do restaurante: de segunda a sábado das 18h30 às 23h30, e domingos do meio-dia às 15h.

 

Lá de Fora

De 27 de maio a 15 de junho

Parilla El Tonel – Vasco da Gama, 270

De segunda a sábado, das 18h30 às 23h30

Domingos, do meio dia às 15h

Entrada Franca

 

Saiba Mais

Carlito Bicca

Natural do Pampa Gaúcho, o artista plástico Carlito Washington Costa Bicca nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul. No desempenho de sua atividade profissional, trabalhou com todo o tipo de ferramentas e máquinas, projetos de produtos, estamparia, modelagem, entre outros. Tais atividades lhe aguçaram o gosto pela pintura artística, escultura e modelagem.

Seus primeiros trabalhos foram feitos em Aquarela e Nanquim, técnica que utilizou por muito tempo. Atualmente reside em São Gabriel onde dedica-se à pecuária e agricultura. Sua ocupação lhe permite mais tempo de dedicação ao que mais gosta: pintura, escultura e fotografia.  Em 2003, passou a empregar tinta acrílica sobre tela, técnica que vem aperfeiçoando a cada dia.

Suas obras refletem a vivência no Pampa em um trabalho contemporâneo e de vanguarda. Com cores fortes e muito movimento, traduz em suas telas as impressões da infância mescladas com influências de pintores impressionistas e pós-impressionistas. Sendo um aficcionado pelo conhecimento de novas culturas, tem realizado muitas viagens ao exterior aproveitando para registrar através da fotografia a diversidade cultural dos locais visitados.

Eduardo Rocha

Nasceu na cidade de Dom Pedrito, interior do Rio Grande do Sul, fronteira com o Uruguai. Filho de pais uruguaios, cresceu cruzando a “linha” imaginária que divide os países. Em 2000 mudou-se para Porto Alegre onde estudou marketing e fotografia. Em 2008 fundou a Eduardo Rocha – Fotografia, especializando-se em registros da cultura e da arte regional. Eduardo já percorreu países como Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Canadá, África do Sul e Mongólia, sempre buscando elementos do cotidiano e da cultura local. Sua área de atuação está distribuída em produção de banco de imagens, cobertura fotográfica, fine art, cursos e expedições.

facebook.com/eduardorochafotografia

http://eduardorocha.fot.br/site/

 

Guatambu Estância do Vinho é a primeira vinícola da América Latina a ser 100% movida a energia solar

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Parque solar com mais de 600 placas está em funcionamento desde 16 de maio

 

Desde a última segunda-feira, dia 16 de maio, a Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, está funcionando através de energia solar. A segunda edição do vinho Épico iniciou seu envase com 100% de energia limpa. O parque solar com 600 painéis foto-voltaicos que servem para suprir 100% da demanda energética do empreendimento, tornou a Guatambu na primeira vinícola da América Latina a ser movida a energia solar. O projeto esteve em período de teste a partir de 2013, com 18 painéis instalados fornecendo parte da energia para as instalações.

A radiação solar na região da Campanha Gaúcha é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, que é um dos líderes no uso da energia fotovoltaica. Apesar dessas condições favoráveis, o uso de energia solar para geração elétrica ainda é pouco considerado como uma opção para alimentar indústrias e residências. “Na região da Campanha, temos em média 3.200 horas de sol durante o ano, uma energia que chega de forma gratuita, limpa, silenciosa e inesgotável”, conta o sócio-proprietário da Guatambu, Valter José Pötter. “Para se ter uma ideia, uma hora de sol na superfície da Terra contém mais energia do que o planeta utiliza em um ano”, revela.

O principal objetivo do projeto de energia solar é fazer que o empreendimento seja gerador da sua própria energia, aproveitando a nova resolução normativa da ANEEL, a qual estabelece o sistema de compensação de energia elétrica no Brasil, possibilitando que os consumidores possam reduzir custos de eletricidade construindo seus próprios geradores com até 1MW de potência instalada, realizando uma compensação do que foi produzido e trocado com a rede de  distribuição, abatendo mensalmente os valores na fatura  de energia.

O investimento de R$ 1,5 milhões tem previsão de retorno em oito anos. Além de economia de energia elétrica, o sistema registra a redução na emissão de CO2 e devolverá à rede de energia a produção sobressalente que não for utilizada.  “Nosso consumo no pico é de 20 mil quilowatts por mês. Com a instalação do sistema fotovoltaico, vamos garantir uma economia financeira, de energia e ganhos ecológicos”, afirma Pötter. “Nossa trajetória empresarial sempre foi norteada pela inovação e sustentabilidade econômica, social e ambiental dos empreendimentos. No caso da vinícola não poderia ser diferente”. As placas também servirão como cobertura do estacionamento, na entrada da propriedade. Todos equipamentos foram importados de empresas da Itália e Alemanha.

O próximo passo é tornar o negócio vitivinícola pioneiro na utilização do Selo Solar. “É muito importante destacar nossa preocupação com o meio ambiente aos nossos clientes.  Com o selo, ele terá a informação de que está consumindo um produto fabricado utilizando a energia limpa”, revela.

A sustentabilidade também é encontrada no fornecimento de água do local. Reservatórios foram construídos para captar água da chuva, que é utilizada para PPCI e irrigação dos jardins. Outra parte segue para estação de tratamento, construída dentro dos padrões da Organização Mundial da Saúde, produzindo 500 litros de água potável por hora, que é utilizada para no complexo industrial e enoturístico. Nos vinhedos, também não poderia ser diferente: em 2014 a sócia-proprietária e enóloga da Guatambu, Gabriela Hermann Pötter implementou um projeto-piloto com uma técnica sustentável e ecológica no controle de doenças fúngicas, com a utilização de micro-organismos que combatem naturalmente os fungos sem o uso de químicos.

Saiba Mais

Vantagens da energia solar

  • Redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida;
  • Baixo impacto ambiental ;
  • Fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda (ex.: o uso de condicionadores de ar e dos sistemas de refrigeração dos tanques e câmaras frias é maior no verão, quando há maior incidência solar e, consequentemente, maior geração elétrica solar);
  • Rápida instalação, devido à sua grande modularidade e curtos prazos de instalação
  • Energia limpa, sem resíduos
  • Sem ruídos
  • Inesgotável
  • Ilimitada

Desvantagens

  • Investimento alto – em média R$7.500,00/Kwp
  • Retorno a médio prazo
  • Variações de produção conforme luminosidade

Sobre a Guatambu

A Guatambu é uma vinícola boutique que trabalha com administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, desde 2003. Situada no coração do pampa gaúcho, na fronteira com o Uruguai, o cultivo da videira é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos.

A vinícola conta com um complexo enoturístico, que engloba área de produção, auditório, sala de degustação, salão com parrilla para eventos e loja, com referências arquitetônicas voltadas à cultura gaúcha e às estâncias do pampa, sendo considerada referência em estilo, beleza e modernidade. Mais informações, acesse o site: http://www.guatambuvinhos.com.br/

Teatro Mototóti promove oficina “Tem Palhaço no Hospital”

geissonaquino_Crédito Marilia Haas

Atividade ocorre nos dias 28 e 29 de maio no Atelier da Casa9

 

O Teatro Mototóti promove nos dias 28 e 29 de maio, no Atelier da Casa9 em Porto Alegre, a oficina “Tem Palhaço no Hospital”. O workshop tem como objetivo promover um encontro entre palhaços e profissionais de saúde para troca de experiências sobre seus ofícios. Durante os dois dias de imersão, o ator da companhia, Gerson Aquino, apresentará aos participantes como trabalhar o corpo do ator e o estado de graça do palhaço, além de oportunizar o encontro entre os participantes, estabelecendo relações e sensações semelhantes às vividas em um hospital, através de jogos de improvisação e atividades de observação.

A companhia de teatro de rua, após nove anos percorrendo o Brasil com seus espetáculos e atividades formativas, percebeu o quanto seria importante sistematizar oficinas em sua cidade sede, Porto Alegre. Em 2016 este desejo antigo está saindo do papel. Em janeiro o grupo promoveu a primeira edição da oficina de verão “A Essência do Teatro de Rua” para compartilhar saberes e práticas vividos durante os 18 anos em que a arte de rua fez parte das vidas de Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, fundadores do grupo. “Com a experiência do Geison de oito anos de atuação como palhaço em hospitais, pensamos em proporcionar uma oficina voltada para iniciados na arte clown, profissionais de saúde e curiosos em conhecer a linguagem e o ofício do palhaço dentro de uma instituição de saúde”, afirma Fernanda.

Aquino é fundador e diretor artístico da troupe Doutores P – Multiplicadores da Alegria, na cidade de Venâncio Aires, além de integrante do Mototóti. Atua há oito anos em hospitais e desenvolveu sua formação na área com nomes como Raul Figueiredo e Roberta Calza (Doutores da Alegria, SP), Cícero Silva (Ateliê do Titetê, MG), Michael Christensen (Clown Care Unit, EUA) Ivan Prado (Pallaços em Rebeldia, ESP).

O curso tem como público-alvo atores e profissionais da saúde, como outros interessados a partir dos 16 anos. As aulas ocorrem das 09h às 18h30, com intervalo no horário do almoço. As inscrições custam R$ 150,00 até o dia 20 e R$ 250,00 até o dia 27 de maio. Informações e inscrições podem ser obtidas através do e-mail historias@motototi.com.br ou pelo telefone (51)8272.9834.

SERVIÇO:

Oficina “Tem Palhaço no Hospital!”

Ministrante: Geison Aquino

Data: 28 e 29 de maio de 2016

Local: Atelier da Casa9 (São Manoel, 337 / sala 9, Bom Fim – Porto Alegre/RS)

Horário: 9h às 18h30m (com intervalo para almoço)

Público-alvo: atores e não atores, profissionais da saúde e curiosos, com idade mínima de 16 anos

Investimento: R$ 150,00 a R$ 250,00 (conforme forma de pagamento)

O Teatro Mototóti existe há nove anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil. Em 2015 o grupo expandiu seu núcleo de contação de histórias, trazendo à cena o espetáculo Histórias da Bergamotinha, em que utiliza diversos elementos teatrais para contar histórias encenadas e musicadas, apresentando um trabalho multilinguagens que resultou em uma contação de histórias altamente teatral.

Desde 2015 o Mototóti promove mensalmente apresentações de espetáculo e atividades gratuitas em sua sede pública, no Parque Mascarenhas de Morais, em Porto Alegre.  O projeto, intitulado Se Essa Rua Fosse Minha, já recebeu mais de 1500 espectadores e ocorre de forma independente, sem patrocínios ou financiamentos.

http://www.motototi.com.br | www.facebook.com/TeatroMotototi

Quinta no Pátio promove happy hour e bate papo sobre moda e identidade no dia 19 de maio

carmencita

Projeto é patrocinado pelas Lojas Pompéia e tem realização do Ministério da Cultura e Maria Cultura

 

Moda e identidade são os temas da próxima edição do Quinta no Pátio, que ocorre a partir das 18h no dia 19 de maio, no Pátio Ivo Rizzo, com entrada franca. A atividade integra a primeira edição do projeto Cultura no Pátio, com patrocínio das Lojas Pompéia, com realização do Ministério da Cultura e Maria Cultura.

Com cinco meses de atividades, o Cultura no Pátio está movimentando o bairro Moinhos de Vento trazendo programação que reúne espetáculos teatrais e circenses, exposições e bate-papos com nomes de referência na cultura local, abordando a moda como manifestação cultural e estética relacionada ao teatro, cinema e ao ambiente urbano.

Na próxima quinta-feira, o público poderá participar do happy hour seguido de bate-papo a partir das 18h. “Expressão Cultural: você é o que você veste”? será mediado pela jornalista Maysa Bonissoni e reunirá a pesquisadora e professora Maria Carmencita Job e a fotógrafa Adriana Franciosi. Carmencita é analista cultural de macrotendências e pesquisadora de grupos urbanos, especialista em metodologias criativas, coordenou, no Sul, o projeto O Sonho Brasileiro da BOX 1824. Adriana é repórter fotográfica do jornal Zero Hora, onde atua em diversas editorias, especialmente altas de moda, cultura e comportamento. Antes do bate-papo – que inicia às 19h – será servido um coquetel oferecido pela Vinícola Aurora, com discotecagem do DJ Guilherme Guinalli.

Até cinco de junho também é possível visitar a exposição de Alex Ramirez, Um olhar sobre o Invisível. A mostra apresenta fotografias de pessoas pelas ruas de Porto Alegre e São Paulo, produzidas especialmente para a inauguração da Galeria do Pátio.

O projeto Cultura no Pátio tem curadoria e coordenação geral da Maria Cultura. Todas as atividades têm entrada franca. Para mais informações e programação, acesse: culturanopatio.com.br | facebook.com/culturanopatio.

 

HORÁRIOS

Quinta no Pátio

Abertura: 18h

Bate Papo: 19h

Encerramento: 21h

FICHA TÉCNICA

Coordenação Geral | Maria Cultura

Direção de Produção | Rita Masini

Curadoria | Camila Farina

Produção | Nicole Agra

Assessoria de Imprensa | Bruna Paulin

Programação Visual | Luisa Hilgemann

Técnico de Som e Luz | Magnus Viola

Vídeos | Guilherme Bellini

DJ | Guilherme Guinalli

 

QUINTA NO PÁTIO

19/05 // BATE PAPO / Expressão Cultural: você é o que você veste?

Maria Carmencita Job e Adriana Franciosi

Mediação Maysa Bonissoni

Maria Carmencita Job é Analista cultural de macrotendências e pesquisadora de grupos urbanos, especialista em metodologias criativas e coordenou, no Sul, o projeto O Sonho Brasileiro, da BOX 1824. Atualmente é professora dos cusos de extensão da ESPM e diretora da empresa de pesquisa [Ox]igênio Lab, além de ter projetos pessoais ligados a cinema e antropologia.

Adriana Franciosi é jornalista pela PUC/RS, repórter fotográfica. Trabalha no jornal Zero Hora e Agência RBS. Atua em diversos segmentos do jornal, em especial editorias para o caderno Donna ZH,Incluindo moda e comportamento, mas também na política, economia e geral. Co-autora do livro Porto Alegre, Brasil, edição bilingue português-inglês com imagens da capital dos gaúchos. Apaixonadas por  viagens pelo mundo em diferentes países  e continentes onde formou seu olhar na diversidade cultural destes.

 

LabART 760 divulga agenda de cursos do primeiro semestre de 2016

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Laboratório para Experimentações Artísticas – LabART 760 promove cinco atividades sobre arte, cultura e humanismo a partir de 16 de maio

 

 

Recém-inaugurado no Caminho dos Antiquários, o Laboratório para Experimentações Artísticas – LabART 760 divulga sua agenda de cursos para o primeiro semestre de 2016. O espaço é uma iniciativa independente comprometida em apoiar a produção, a crítica e a investigação interdisciplinar acerca das práticas artísticas contemporâneas. Na equipe, os curadores e historiadores Ana Zavadil e Márcio Tavares, a advogada e gestora cultural Marla Trevisan, e o advogado e artista visual Ricardo Giuliani.

Os cursos de arte, cultura e humanismo foram divididos em três linhas de conhecimento, de acordo com os curadores do espaço: Mapeando o contemporâneo, com o curso de História da Arte Contemporânea Brasileira; Cultura-mundo, com os cursos “Desmarginalizando o corpo: arte, filosofia e psicanálise”, “Direito, cultura e poder” e “De Elvis a Taylor Swift: cultura comunicação juventude e consumo” e Técnicas da arte, com o workshop“Olhar, ver ou enxergar… experimentações fotográficas”.

As atividades iniciam a partir do dia 16 de maio e seguem até 21 de julho. O LabART oferece descontos para estudantes de Ensino Médio e Superior e para professores, além de disponibilizar um passaporte de descontos, proporcionando valores especiais para alunos matriculados em mais de um curso, além de opções de parcelamento. As inscrições devem ser feitas pelo email labart760@gmail.com. Informações (51) 35162259.

Aprender/Ensinar com Arte – agenda de cursos 2016/1

LINHA MAPEANDO O CONTEMPORÂNEO

Essa linha de conhecimento é dedicada ao estudo da arte, da estética e da teoria crítica.

*  História da Arte Contemporânea Brasileira

Ministrado pela Profa. Me. Ana Zavadil

Ementa: O curso tem por objetivo abordar aspectos conceituais e teóricos da arte brasileira a partir da década de 1950. As aulas são organizadas em 10 encontros, onde serão debatidos os movimentos Concreto e Neoconcreto, Nova Figuração, a Arte Conceitual e seus principais artistas, Retorno à pintura, Corpo, Espaço e Memória, bem como as proposições da arte atual.

Vagas: 10

Investimento: R$ 1.500,00

Carga horária: 30h – 10 encontros

Dias e horários: Quartas das 9h às 12h

Datas: 18/05 até 21/07

 

LINHA CULTURA-MUNDO

Cursos que abordam temas sobre humanismo e cultura.

O corpo desmarginalizado: entre arte, filosofia e psicanálise

Ministrado pelo Prof. Dr. Rafael Werner

Ementa: A hegemonia da racionalidade e a formação de um preconceito em relação ao corpo e os sentidos estão na base da história do ser humano e seus processos civilizatórios. Esse preconceito deixa pistas de sua origem já na antiguidade clássica (a execução de Sócrates pode ser um exemplo). Essa noção perdura até nossos dias em variações de uma perspectiva dualista, que concebe a razão como depositária metafísica que determina a forma como o ser humano concebe a si mesmo. A desmarginalização do corpo passa pela destruição de sua representação clássica, pelo reconhecimento do que resiste em dimensão própria e é inominável diante de diferentes imagens. Trata-se de formar uma experiência do corpo desde uma abertura polifacética. O curso pretende explorar como diferentes autores, nas artes, na filosofia e na psicanálise, denunciam a exclusão do corpo e oferecem um outro caminho possível para pensarmos o ser humano.

Vagas: 10

Investimento: R$ 1.500,00

Dias e horários: Segunda as 19h

Carga horária: 30h – 10 encontros

Datas: 16/05 até 19/07

 

Direito, cultura e poder: o homem na Idade Mídia

Ministrado pelo Prof. Dr. Ricardo Giuliani

Ementa: No curso serão abordados temas que refletem as interfaces estratégicas entre o direito e o poder. Serão estudados tópicos como o direito enquanto mecanismo de poder; o direito como eixo estruturante dos poderes; a institucionalidade como ambiente estruturante da política; o pensamento estratégico; o pensamento instrumental e, finalmente, a relação entre o direito e a “Idade Mídia” e a sociedade do espetáculo.

Vagas: 10

Investimento: R$ 1.200,00

Dias e horários: Quintas das 19 às 21h30

Carga horária: 15h – 6 encontros

Datas: 19/05 até 07/07

 

*  De Elvis a Taylor Swift: cultura, comunicação, juventude e consumo

Ministrado pelas Profas. Me. Bruna Paulin e FêCris Vasconcellos

Ementa: O papel do jovem na construção do imaginário cultural do século XX transformou sua importância no mercado de consumo em comunicação e produtos culturais. Desde seu surgimento como nicho consumidor, seu comportamento definiu e modificou a maneira como os meios de comunicação, os artistas e seus produtos se posicionam. Este curso se propõe a apresentar, através de fenômenos culturais e da comunicação desde os anos 1950 até os dias de hoje, a importância do jovem como mercado e agente transformador.

O curso existe desde 2012 e já alterou seu nome duas vezes, sempre se mantendo o mais atual possível de acordo com os ícones pop do momento.

Vagas: 10

Investimento: R$ 800,00

Dias e horários: Quartas das 19h às 22h

Carga horária: 24h – 8 encontros

Início das aulas: 18/05 até 21/07

 

LINHA TÉCNICAS DA ARTE

Linha de conhecimento destinada a investigar às práticas artísticas.

*  Olhar, ver ou enxergar… experimentações fotográficas

Ministrado pelo fotografo Nilton Santolin

Ementa: A metodologia a ser utilizada neste workshop é a pesquisa-ação, perspectiva que visa orientar dar compreensão e interpretação destas percepções examinando este mundo de imagens reais que compõem o cotidiano fotográfico. Nela, as experiências de cada um complementam e se somam às dos demais, criando realidades únicas ou coletivas.

Às vezes a ressignificação é necessária, já que provoca ruptura com fatos, dogmas e estruturas institucionalizadas. A proposta é passearmos deixando de lado a autocrítica, preconceitos, e avançarmos no processo de construção e entendimento deste mundo imagético. Mundos e submundos se unem, criando ou vislumbrando outros universos fotográficos à nossa volta.

O objetivo é levar o aluno a experimentar e refletir sobre o processo de captação entre equipamento (suporte) fotográfico e o olho humano, a importância de treinar (refinar) o olhar fotográfico, estando aberto ao novo.

Vagas: 10

Investimento: R$ 800,00

Dias e horários: sábados das 10h às 13h

Carga horária: 12h – 4 encontros

De: 28/05, 04, 11 e 18/06

Plano de descontos:

20% de desconto para estudantes matriculados no Ensino Médio e Superior mediante pagamento à vista.

20% para professores mediante pagamento à vista

15% de desconto para estudantes matriculados no Ensino Médio e Superior mediante pagamento a prazo.

15% de desconto para professores mediante pagamento a prazo.

Parcelamento:

Em até 4x nos cartões Visa, Master e Banricompras.

Passaporte LabART760 de descontos:

Quem se matricula em 2 cursos do LabART 760 ganha 20% de desconto no 2º curso, em 3 cursos ganha 20% de desconto no 2º e no 3º.

LabART 760

Rua Marechal Floriano, 760 – Centro Histórico, Porto Alegre

Horário:

Seg-Sex: 14h-18h

Sáb: 10h-15h

Contato: labart760@gmail.com

Telefone: (51) 35162259

Teatro Mototóti realiza apresentações em Santos

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Companhia gaúcha de teatro de rua apresenta espetáculos de seu repertório em turnê pelo Sudeste até junho

 

O Teatro Mototóti, companhia gaúcha de teatro de rua, chega a Santos no dia 14 de maio para apresentações dos espetáculos O Vendedor de Palavras e Flor da Vida com entrada franca. As atividades integram uma turnê pelo Sudeste que segue até o mês de junho.

Em O Vendedor de Palavras, o grupo inicia uma jornada no universo do trabalho autoral, comprometido com a arte como um canal de comunicação entre criadores e público. Com versões em português e espanhol, este espetáculo já percorreu o Brasil, Argentina e Uruguai. O grupo já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem é a primeira da companhia, tendo estreado em 2009. O Vendedor de Palavras conta a história de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e palavras. Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

Flor da Vida é a mais recente produção do grupo, vencedora do prêmio Funarte Artes na Rua 2013. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem, que estreou em 2014, contou com um processo de pesquisa e criação em Porto Alegre e Campinas. O grupo buscou parceiros mais experientes na área da palhaçaria, assim surgiram os intercâmbios com palhaços gaúchos, uma iniciativa que proporcionou trocar experiências com oito grupos/artistas da capital e interior do Rio Grande do Sul. Mais tarde, se juntou ao trabalho um dos grandes mestres da palhaçaria no Brasil: Ésio Magalhães, responsável pela orientação palhaçística e assistência de direção do espetáculo. Na peça, os palhaços Charle’s Tone e Thalia Thaluda contam a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

Depois de Santos, o grupo se apresenta na X Mostra de Teatro de São Miguel Paulista e nas cidades de Jundiaí, Teresópolis (RJ) e São Paulo. As atividades promovidas pelo grupo no Sudeste ocorrem até 02 de junho, com entrada franca.

 

Turnê Teatro Mototóti São Paulo/SP 2016

SESC Santos

O Vendedor de Palavras: 14 de maio – 17h30 – no saguão do teatro

Flor da Vida: 15 de maio – 17h30 – no saguão do teatro

Entrada franca

Saiba Mais:

Sinopse Flor da Vida: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

Sinopse O Vendedor de Palavras: Há uma grande falta de palavras no mundo e as pessoas ficam repetindo e repetindo as mesmas poucas que têm. Se cada palavra vale um pensamento, quanto mais palavras, mais pensamentos! Essa é a descoberta de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e… palavras!!! Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

 

O Teatro Mototóti existe há nove anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil. Em 2015 o grupo expandiu seu núcleo de contação de histórias, trazendo à cena o espetáculo Histórias da Bergamotinha, em que utiliza diversos elementos teatrais para contar histórias encenadas e musicadas, apresentando um trabalho multilinguagens que resultou em uma contação de histórias altamente teatral.

Desde 2015 o Mototóti promove mensalmente apresentações de espetáculo e atividades gratuitas em sua sede pública, no Parque Mascarenhas de Morais, em Porto Alegre.  O projeto, intitulado Se Essa Rua Fosse Minha, já recebeu mais de 1500 espectadores e ocorre de forma independente, sem patrocínios ou financiamentos.

http://www.motototi.com.br | www.facebook.com/TeatroMotototi

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