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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Entrada Franca

Exposição “30 / 34º S – Paralelos Urbanos” tem início no dia 17 de setembro no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo

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Projeto com dez fotógrafos de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre promoverá quatro exposições até maio de 2017

Inaugura no dia 17 de setembro, às 19h30min, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, a mostra 30/34º S – Paralelos Urbanos. O projeto reúne dez fotógrafos de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre que buscam descobrir que cidades são essas que, entre os paralelos 30 e 34, pulsam no sul da América do Sul.

O olhar de Alfredo Srur, Andrés Cribari, Carlos Contrera, Fábio Rebelo, Fabrício Barreto, Francisco Landro, Gabriel García Martínez, Gilberto Perin, Lena Szankay e Lorena Marchetti traduz a cidade onde vivem ou como sentem a ação dela sobre o seu cotidiano. Suas fotografias exigem um olhar atento, pois provocam reflexões ou um convite à poesia urbana de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre.

Esta é a primeira etapa do projeto. Em 2016, os artistas realizarão mostras em Buenos Aires (previsão de lançamento em maio) e Montevidéu (setembro de 2016). Durante as estadas em cada município, o grupo produzirá novas imagens que serão apresentadas no encerramento, em exposição prevista para maio de 2017 em Porto Alegre.

30 / 34º S – Paralelos Urbanos segue em cartaz até 24 de outubro, com entrada franca. O Centro Cultural CEEE Erico Verissimo funciona de terça a sexta das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h, na Rua dos Andradas 1223, em Porto Alegre (RS).

Quinteto Canjerana faz show gratuito em Passo Fundo no dia 06 de agosto

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Apresentação integra turnê por dez cidades do RS

Chega a Passo Fundo no dia 06 de agosto o show do Quinteto Canjerana. A apresentação integra turnê por dez cidades do RS realizada até o final deste ano, projeto financiado pelo Pró-Cultura LIC-RS. O grupo de música gaúcha contemporânea divulga seu primeiro disco, Promessa, lançado em 2014.

No primeiro semestre as cidades de Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul e Bagé receberam o grupo, e após a apresentação no Teatro Municipal Múcio de Castro, em Passo Fundo, a turnê segue para Rio Grande e Antônio Prado.

O Quinteto Canjerana é formado por Fernando Graciola (violão), Maurício Horn (acordeon), Maurício “Lito” Malaggi (bateria), Tiago Ferrari Daiello (gaúcho) (contrabaixo acústico) e ZocaJungs (guitarra e viola) que apresentam um trabalho autoral instrumental contemporâneo das músicas nativista e folclórica gaúchas.

Criado em 2012, o quinteto apresenta temas autorais propõem uma sonoridade gaúcha mesclada com música de câmara, permeados com espaços para improvisação e diálogo entre os instrumentistas, que apresentam suas fortes referências da música nativista de seu local de nascimento, mas também revelando o conhecimento adquirido com os estudos da música advinda de outras partes do Brasil.

Quinteto Canjerana valoriza a todos instrumentos do grupo, criando sólida unidade, apresentando um espetáculo vivo, alegre, leve, dinâmico, de melodias fortes e harmonias emocionantes, que tem conquistado o público por ser um espetáculo de música instrumental para todos. O disco “Promessa”, gravado ao vivo em junho de 2013 no Estúdio Dreher em Porto Alegre, reúne oito temas autorais instrumentais.

Nos dias de apresentação em cada cidade os músicos ministrarão oficinas musicais gratuitas, às 16h, através de inscrição pelo email cainarodrigues@gmail.com até a véspera da atividade. A apresentação ocorre, às 20h30, com entrada franca.

Serviço

Turnê RS – Quinteto Canjerana

Passo Fundo

06 de agosto | Teatro Municipal Múcio de Castro | Avenida Brasil Oeste, 758 – Centro

Oficina gratuita – 16h – inscrições pelo email cainarodrigues@gmail.com

Show gratuito – 20h30 – retirada de senhas uma hora antes do espetáculo

Mais informações: http://www.canjerana.com.br/

Projeto Se essa rua fosse minha realiza quarta etapa no dia 26 de julho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 

Após o sucesso das três primeiras etapas, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para o projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 26 de julho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o Parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo a ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho em um espaço de convivência e arte.

A quarta etapa conta com uma apresentação do espetáculo Flor da Vida, mais recente produção do grupo. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo – O Vendedor de Palavras – um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem da peça foi feita em Porto Alegre, sede do Mototóti, e Campinas, sede do Barracão Teatro.

A etapa do dia 26 de julho também oferece outras atividades gratuitas, como aula de pilates com a professora Barbara Neuman, e aula de boxe chinês com o instrutor Yuri Benites. Após a apresentação do espetáculo, os atores batem um papo com o público.

O Teatro Mototóti circulou com o espetáculo “Flor da Vida” pelo interior do RS durante o mês de julho e nesta quarta-feira, dia 22, participa do FIG – Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco. Esta é a segunda vez que o grupo se apresenta no Estado – em 2014, o espetáculo i-Mundo foi apresentado no Palco Giratório Recife, promovido pelo Sesc.

Saiba Mais

Sinopse: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a  história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a  simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 – já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Quarta etapa do projeto “Se essa rua fosse minha” – apresentação do espetáculo “Flor da Vida”

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Programação gratuita

Quando: 26/julho – domingo
15h – aula de pilates – gratuita (com profª Bárbara Neumann)
– aula de boxe chinês – gratuita (com o instrutor Yuri Benites)
16h – apresentação do espetáculo Flor da Vida (Teatro Mototóti)
17h – roda de chimarrão, com bate papo entre atores e público
18h – encerramento
Realização: Teatro Mototóti

Parceiros: Bruna Paulin – assessoria de Flor em flor, Personal Pilates by Bárbara Neumann, Yuri Benites – instrutor de Boxe Chinês e ES – Soluções em Comunicação Visual.

Espetáculo “Flor da Vida”- https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI

Projeto As cidades descaradas encerra com lançamento de publicação e oficina aberta ao público

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Projeto que percorreu Belém e Belo Horizonte será apresentado em Porto Alegre no dia 20 de junho

O projeto colaborativo As cidades descaradas, criado pela artista visual Viviane Gueller, que faz um mapeamento de situações ordinárias capturadas da vida cotidiana, promove dia 20 de junho, das 18h às 20h no Vila Flores (Rua São Carlos, 765) o lançamento de uma publicação com distribuição gratuita, resultado das intervenções realizadas em Belém e Belo Horizonte no primeiro semestre de 2015.

À tarde, na mesma data, o público poderá participar de oficina aberta ao público das 14h às 17h, cuja proposta é a construção de narrativas que recontextualizam e ressignifiquem o cotidiano em escutas e imagens através de situações de derivas e conversas. As inscrições podem ser feitas através do link para o formulário: http://goo.gl/forms/2V36Yiu2Kw.

Em Belém, a artista realizou intervenção em uma das bancas do Mercado Municipal de Carne Francisco Bolonha com três televisões de tubo. O projeto seguiu para Belo Horizonte em dois espaços centrais da cidade: a fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG e o Sesc Palladium. Diferentemente da proposição em Belém, onde a intervenção ocorreu durante um dia, em Belo Horizonte foram feitas inserções ao longo da programação diária dos espaços culturais.

Viabilizado pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 11ª edição, As cidades descaradas iniciou sua trajetória através do trabalho de Viviane, que garimpa e edita imagens e sons, colecionando um arquivo audiovisual de situações inusitadas, para então propor intervenções urbanas, devolvendo o trabalho para o lugar onde ele nasceu. Um olhar mais atento ao imediato, à familiaridade e estranheza da rotina das cidades e seus locais de circulação cotidiana. Em 2012, a artista criou uma série de pílulas sonoras que foram veiculadas na Mobile Radio da 30ª Bienal de São Paulo. Em 2013, seguindo o conceito de pílulas sonoras, apresentou a intervenção Elevação Sonora nos elevadores do MACRS (Museu de Arte Contemporânea/Casa de Cultura Mario Quintana), em Porto Alegre. Em 2014, as pílulas surgiram em versão audiovisual, veiculadas em uma TV no Café do Cofre do Santander Cultural.

As cidades descaradas deu continuidade a esses trabalhos em Belém e Belo Horizonte. Em cada uma das cidades escolhidas, uma artista-anfitriã recebeu a artista e o projeto. Em Belém, Flavya Mutran; em Belo Horizonte, Janaína Rodrigues.

Assim como as intervenções que ocorreram em Porto Alegre, nas demais cidades essas escolhas tiveram relações circunstanciais com os lugares por onde a artista-anfitriã circula e por seus grupos de convivência a partir de uma reflexão sobre estes espaços de espera e trânsito, espaços públicos de entremeio que são compartilhados, possibilitando novos encontros e abordagens. Ao final do roteiro, a artista apresenta em Porto Alegre os resultados do projeto. Leandro Selister assina a identidade visual e Tula Anagnostopoulos a edição dos aúdios e vídeos.

Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/ascidadesdescaradas

Saiba Mais

Viviane Gueller é artista visual e jornalista, mestre em Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. (2012-2014). Em 2014, foi indicada como destaque em mídias tecnológicas para o VIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas e contemplada pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 11ª edição. Em 2012, fez uma série de inserções sonoras para a Mobile Radio da 30ª Bienal de São Paulo. Fez parte de exposições coletivas e individuais em Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Belém e Espanha. Recebeu o prêmio de incentivo à criatividade no 16º Salão da Câmara Municipal de Porto Alegre e foi selecionada para 58º Salão de Abril (Ceará), 29º Salão do Pará, 2º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Pará). Foi mapeada para o Projeto Rumos Itaú Cultural, ministrou uma oficina no projeto Mapas Práticos da 7ª Bienal do Mercosul (2009), no qual participou com sua proposição autoral de arte-reportagem. Bacharel em comunicação social, trabalhou para os jornais Zero Hora, Gazeta Mercantil e Grupo Folha-SP; para as revistas Cult e Vejinha-SP; para a rádio FM Cultura, o Site PrimaPágina e o Portal Setor 3 do Senac SP, além de atuar em assessoria de comunicação. Passou uma temporada em Nova York na Rádio e TV das Nações Unidas onde trabalhou na Divisão de Mídia – Vídeo e Produção Audiovisual e Unidade de Rádio Latino-Americana. Foi a responsável pela concepção e produção do Terravista, espaço cultural em Porto Alegre que integrava livraria, local para debates e saraus, galeria de arte e cafeteria, considerado pela crítica especializada lugar das discussões e ações culturais mais modernas da cidade e referência cultural do renascimento da Cidade Baixa (1998-2000).

 

As cidades descaradas

Oficina – 20/06/2015 das 14h às 17h – Inscrições pelo link: http://goo.gl/forms/2V36Yiu2Kw

Lançamento da publicação – 20/06/2015 das 18h às 20h

(ambos eventos são gratuitos e abertos ao público)

Vila Flores – Rua São Carlos, 765

Quinteto Canjerana faz show gratuito em Bagé no dia 10 de junho

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Apresentação integra turnê por dez cidades do RS

Chega a Bagé no dia 10 de junho o show do Quinteto Canjerana. A apresentação integra turnê por dez cidades do RS realizada até o final deste ano, projeto financiado pelo Pró-Cultura LIC-RS. O grupo de música gaúcha contemporânea divulga seu primeiro disco, Promessa, lançado em 2014.

No primeiro semestre as cidades de Porto Alegre, Santa Maria, Caxias e Bagé recebem o grupo. A turnê iniciou por Porto Alegre e após a apresentação no IMBA (Instituto Municipal de Belas Artes de Bagé), segue para Passo Fundo, Rio Grande, e Antônio Prado.

O Quinteto Canjerana é formado por Fernando Graciola (violão), Maurício Horn (acordeon), Maurício “Lito” Malaggi (bateria), Tiago Ferrari Daiello (gaúcho) (contrabaixo acústico) e ZocaJungs (guitarra e viola) que apresentam um trabalho autoral instrumental contemporâneo das músicas nativista e folclórica gaúchas.

Criado em 2012, o quinteto apresenta temas autorais propõem uma sonoridade gaúcha mesclada com música de câmara, permeados com espaços para improvisação e diálogo entre os instrumentistas, que apresentam suas fortes referências da música nativista de seu local de nascimento, mas também revelando o conhecimento adquirido com os estudos da música advinda de outras partes do Brasil.

Quinteto Canjerana valoriza a todos instrumentos do grupo, criando sólida unidade, apresentando um espetáculo vivo, alegre, leve, dinâmico, de melodias fortes e harmonias emocionantes, que tem conquistado o público por ser um espetáculo de música instrumental para todos. O disco “Promessa”, gravado ao vivo em junho de 2013 no Estúdio Dreher em Porto Alegre, reúne oito temas autorais instrumentais.

Nos dias de apresentação em cada cidade os músicos ministrarão oficinas musicais gratuitas, às 16h, através de inscrição pelo email cainarodrigues@gmail.com até a véspera da atividade. A apresentação em Bagé ocorre no IMBA, às 20h30, com entrada franca.

Serviço

Turnê RS – Quinteto Canjerana

Bagé

10 de junho | IMBA – Instituto Municipal de Belas Artes de Bagé | Avenida Sete de Setembro n° 1087

Oficina gratuita – 16h – inscrições pelo email cainarodrigues@gmail.com

Show gratuito – 20h30 – retirada de senhas uma hora antes do espetáculo

Mais informações: http://www.canjerana.com.br/

Quinteto Canjerana faz show gratuito em Santa Maria no dia 21 de maio

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Apresentação integra turnê por dez cidades do RS

Chega a Santa Maria no dia 21 de maio o show do Quinteto Canjerana. A apresentação integra turnê por dez cidades do RS realizada até o final deste ano, projeto financiado pelo Pró-Cultura LIC-RS. O grupo de música gaucha contemporânea divulga seu primeiro disco, Promessa, lançado em 2014.

No primeiro semestre as cidades de Porto Alegre, Santa Maria, Caxias e Bagé recebem o grupo. A turnê iniciou por Porto Alegre e após a apresentação no Teatro Caixa Preta, segue para Bagé no dia 10 de junho, no IMBA.

O Quinteto Canjerana é formado por Fernando Graciola (violão), Maurício Horn (acordeon), Maurício “Lito” Malaggi (bateria), Tiago Ferrari Daiello (gaúcho) (contrabaixo acústico) e ZocaJungs (guitarra e viola) que apresentam um trabalho autoral instrumental contemporâneo das músicas nativista e folclórica gaúchas.

Criado em 2012, o quinteto apresenta temas autorais propõem uma sonoridade gaúcha mesclada com música de câmara, permeados com espaços para improvisação e diálogo entre os instrumentistas, que apresentam suas fortes referências da música nativista de seu local de nascimento, mas também revelando o conhecimento adquirido com os estudos da música advinda de outras partes do Brasil.

Quinteto Canjerana valoriza a todos instrumentos do grupo, criando sólida unidade, apresentando um espetáculo vivo, alegre, leve, dinâmico, de melodias fortes e harmonias emocionantes, que tem conquistado o público por ser um espetáculo de música instrumental para todos. O disco “Promessa”, gravado ao vivo em junho de 2013 no Estúdio Dreher em Porto Alegre, reúne oito temas autorais instrumentais.

Nos dias de apresentação em cada cidade os músicos ministrarão oficinas musicais gratuitas, às 14h, através de inscrição pelo email cainarodrigues@gmail.com até a véspera da atividade. A apresentação em Santa Maria ocorre no Teatro Caixa Preta, às 20h30, com entrada franca.

Serviço

Turnê RS – Quinteto Canjerana

Santa Maria

21 de maio | Teatro Caixa Preta – Campus UFSM – Avenida Roraima, 1000

Oficina gratuita – 14h – inscrições pelo email cainarodrigues@gmail.com

Show gratuito – 20h30 – retirada de senhas uma hora antes do espetáculo

Mais informações: http://www.canjerana.com.br/

Encontro de Vera Chaves Barcellos com Ivair Reinaldim e Glória Ferreira e lançamento da publicação Enigmas ocorre no dia 22 de maio

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O projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos com financiamento do Rede Nacional Funarte Artes Visuais promove encontro com entrada franca

Encerra a visitação no dia 23 de maio no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica a exposição Enigmas, de Vera Chaves Barcellos. Para finalizar a temporada da mostra promovida pela FVCB, o público poderá participar de um encontro de Vera com o crítico, curador e historiador Ivair Reinaldim e a crítica e curadora Glória Ferreira no dia 22 às 18h30, com entrada franca. A data também marca o lançamento da publicação da exposição, que será distribuída gratuitamente aos participantes da atividade.

A presente exposição, atualmente exibida no Rio de Janeiro, é uma releitura da mostra originalmente apresentada na Galeria Artual, em Barcelona em 1996. Igualmente, marcou a abertura da Fundação Vera Chaves Barcellos em 2005, em Porto Alegre.

Formada por fotografias de primatas, e a sua manipulação, um alfabeto grego esculpido em sal, em caixas de luz, pequenos “sudários” (pele de vison coladas a telas pintadas), pequenos fósseis de peixes em uma vitrine e, em um salto de tempo, fotos de uma galáxia do telescópio Hubble. A instalação culmina na contravertida imagem da noiva primata, questionando de forma irônica a efetividade do casamento do animal-homem com a cultura.

Para o curador Bernardo José de Souza, Enigmas resgata questões ontológicas que jamais deixaram de despertar a curiosidade do homem, e fazer avançar o conhecimento científico. “Vera Chaves Barcellos investiga a natureza humana e, por consequência, a origem da vida”.

 

Enigmas

Período da exposição: 07 de março até 23 de maio de 2015

Encontro com Vera Chaves Barcellos, Ivair Reinaldim e Glória Ferreira: 22 de maio, às 18h30, com entrada franca. Na data também ocorre o lançamento da publicação da exposição

Galerias 1 e 2 (térreo) | Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

Rua Luís de Camões – Centro | Rio de Janeiro – RJ, 20060-030

Telefone (21) 2232-4213/2242-1012.

Enigmas é um projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos, viabilizado através de recursos obtidos do programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais.

 

Saiba Mais

Enigmas – por Bernardo José de Souza

A partir de uma série de elementos visuais que nos fornecem pistas sobre as questões ontológicas que jamais deixaram de despertar a curiosidade do homem, e fazer avançar o conhecimento científico, Vera Chaves Barcellos investiga a natureza humana e, por consequência, a origem da vida. Construída como uma espécie de laboratório, esta instalação composta por imagens, fósseis, pedaços de pele e caixas de sal, lança o público em um universo tão familiar quanto intrigante, confrontando-o com o desconhecido, mas também com o reconhecível.

Fotografias de primatas contemplativos, aparentemente confortáveis em suas celas num zoológico, produzem um incômodo sentimento de empatia com esta espécie ancestral tão semelhante à nossa ao ponto de recuperarmos, ainda que inadvertidamente, a noção de sermos todos animais – muito embora nós dotados de uma inteligência transcendente. Entretanto a faculdade de pensar que, em tese, nos permitiria compreender a complexidade do mundo e das coisas de maneira holística, aparta a humanidade dos demais seres vivos, gerando uma cisão entre cultura e natureza absolutamente deletéria à manutenção da vida; esta consiste em uma das principais questões a se impor à agenda contemporânea nesta era do antropoceno, quando o homem impacta o ecossistema de forma tão dramática ao ponto de rivalizar com as sucessivas mudanças de ordem natural e geológica ocorridas em nosso passado remoto.

Se a tipologia de peles de vison (caçados, abatidos?) dispostas na parede concorre com os resíduos de sal que formam um alfabeto grego nas caixas dispostas pelo chão, aludindo assim não só à selvageria de nossa relação com o reino animal, mas também à esfera do conhecimento acumulado ao longo da história, é, no entanto, a imagem de uma primata, vestindo véu e grinalda, que sintetiza a condição humana. Somos os mesmos, mas também somos o outro.

A relação com a alteridade segue profundamente mal resolvida em nossa espécie, em que pese nosso esforço coletivo para superar querelas filosóficas e científicas quanto à essência humana, quanto às faculdades humanistas e quanto a esta centelha criativa, por nós tão celebrada, que nos distingue no cosmos de toda e qualquer forma de vida da qual se tem notícia.

A imagem difusa da galáxia M100, registrada pelo telescópio Hubble, e publicada pela Associated Press, nos dá a dimensão do universo, mas também a escala e a estatura do homem.  O céu seria o limite? Mas há limites para a engenhosidade humana, tanto na ciência quanto na ficção? Não seriam a vida e a própria ciência formas de ficção?

Representamos o mundo e, apenas assim, dele depreendemos sentido. Somente deste modo fomos capazes de articular a linguagem, ela própria um instrumento de limitado alcance face à complexidade do mundo.

Em seu processo de criação intuitivo, Vera Chaves Barcellos parece ignorar a busca pela resposta última, pelo elo perdido, assim descartando o evolucionismo e mesmo o misticismo para nos demandar ontologicamente, sempre a partir da linguagem: que coisa é essa que chamamos arte?

Sobre a FVCB – http://fvcb.com.br/

A Fundação Vera Chaves Barcellos – FVCB – é uma entidade cultural privada e sem fins lucrativos, que tem como missão a preservação, pesquisa e difusão da obra da artista Vera Chaves Barcellos, assim como o incentivo à criação artística e à investigação da arte contemporânea. Entre as metas da instituição estão a realização de uma programação regular de exposições, o estímulo à pesquisa, debates, seminários e projetos editoriais.

A programação conta com exposições regulares e gratuitas que trazem ao público sempre um novo olhar sobre o acervo da instituição. As mostras são acompanhadas de atividades paralelas, com o intuito de dar suporte ao debate da arte contemporânea. A Fundação dispõe ainda de um rico acervo documental sobre arte contemporânea, aberto à pesquisa pública em seu Centro de Documentação e Pesquisa, na região central de Porto Alegre.

Em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre, estão localizadas a Sala dos Pomares, um prédio de 400 m², construído especialmente para abrigar a programação de exposições e atividades e a reserva técnica que abriga o acervo da instituição.

A sede

A sede da FVCB está localizada em Viamão-RS, a 22 Km de Porto Alegre. É formada pela Sala dos Pomares, um prédio de 400 m², com áreas expositivas, sala multiuso e sala de trabalho, projetado especialmente para receber a programação de atividades e pela Reserva Técnica, aonde está guardado o acervo de obras.

Em Porto Alegre, estão localizados a Administração e o Centro de Documentação e Pesquisa, aberto ao público desde 2008, quando aumentou sua coleção, através da aquisição de livros e catálogos e iniciou um processo de intercâmbio com outros centros de pesquisa do Brasil e do exterior.

Vera Chaves Barcellos

Vera Chaves Barcellos nasceu em Porto Alegre, RS, Brasil, em 1938. Nos anos 60, dedicou-se à gravura depois de estudos na Inglaterra e Holanda. Em 1975, foi bolsista do British Council, no Croydon College em Londres, estudando fotografia e sua aplicação em técnicas gráficas. Em 1976, participou da Bienal de Veneza com o trabalho Testarte. Está entre os fundadores do Nervo Óptico (1976-78) e do Espaço N.O. (1979-82), e também da galeria Obra Aberta (1999-2002), atuantes no sul do Brasil.

Realizou inúmeras exposições individuais no Brasil e no exterior; participou de quatro Bienais de SP e exposições coletivas na América Latina, Alemanha, Bélgica, Coréia, França, Holanda, Inglaterra, Japão, Estados Unidos e Austrália.

Como artista convidada, participou da exposição Cegueses no Museu de Arte de Girona e do Panorama de Arte Brasileira em SP (1997), do Salão Nacional do RJ e da exposição Pasaje de Ida, na Galeria Antonio de Barnola, Barcelona, Território Expandido no SESC Pompéia, SP (2000) e Sem Fronteiras, mostra de abertura do Santander Cultural, em Porto Alegre (2001), onde mostra sua instalação Visitant Genet,

Entre suas exposições, a partir do ano 2000, individuais estão: Visitant Genet no Museu D´Art de Girona (2000) e Le Revers de Rêveur na Capela de San Roc, em Valls, (2003), ambas na Espanha, e Enigmas, FVCB, Porto Alegre, (2005). Em 2007, realizou uma grande mostra antológica – O Grão da Imagem – realizada no Santander Cultural, em Porto Alegre, Brasil. Essa mostra contou com curadoria triple de Agnaldo Farias, Fernando Cocchiarale e Moacir dos Anjos.

Participou da V Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Porto Alegre (2005) e da mostra MAM na Oca, Arte Brasileira do Acervo do MAM, São Paulo, (2006).

Com curadoria de Glória Ferreira, faz uma grande mostra abrangente de sua trajetória denominada Imagens em Migração, no MASP, São Paulo, em 2009.

No mesmo ano, tem publicou o livro Vera Chaves Barcellos- Obras Incompletas (Editora Zouk) sobre sua obra, analisada em detalhes num extenso texto do filósofo francês especializado no estudo da imagem fotográfica contemporânea, François Soulages.

Desde a década de oitenta, realiza instalações multimídia, empregando, além da fotografia, outros meios. Instituiu uma fundação que leva seu nome, dedicada à divulgação da arte contemporânea (2004). Vive e trabalha em Viamão, RS, Brasil, mantendo também seu estúdio em Barcelona, Espanha, desde 1986.

Quinteto Canjerana faz show gratuito em Porto Alegre no dia 07 de maio

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Apresentação marca o início de uma turnê por dez cidades do RS

Inicia no dia 07 de maio, em Porto Alegre, a turnê por dez cidades do RS realizada pelo Quinteto Canjerana até o final deste ano, projeto financiado pelo Pró-Cultura LIC-RS. O grupo de música gaucha contemporânea divulga seu primeiro disco, Promessa, lançado em 2014.

No primeiro semestre Caxias do Sul, Santa Maria e Bagé também recebem shows do grupo nos dias 15 de maio (Caxias, Teatro Pedro Parenti), 21 (Santa Maria, Teatro Caixa Preta) e 10 de junho, em Bagé (IMBA).

O Quinteto Canjerana é formado por Fernando Graciola (violão), Maurício Horn (acordeon), Maurício “Lito” Malaggi (bateria), Tiago Ferrari Daiello (gaúcho) (contrabaixo acústico) e ZocaJungs (guitarra e viola) que apresentam um trabalho autoral instrumental contemporâneo das músicas nativista e folclórica gaúchas.

Criado em 2012, o quinteto apresenta temas autorais propõem uma sonoridade gaúcha mesclada com música de câmara, permeados com espaços para improvisação e diálogo entre os instrumentistas, que apresentam suas fortes referências da música nativista de seu local de nascimento, mas também revelando o conhecimento adquirido com os estudos da música advinda de outras partes do Brasil.

Quinteto Canjerana valoriza a todos instrumentos do grupo, criando sólida unidade, apresentando um espetáculo vivo, alegre, leve, dinâmico, de melodias fortes e harmonias emocionantes, que tem conquistado o público por ser um espetáculo de música instrumental para todos. O disco “Promessa”, gravado ao vivo em junho de 2013 no Estúdio Dreher em Porto Alegre, reúne oito temas autorais instrumentais.

Nos dias de apresentação em cada cidade os músicos ministrarão oficinas musicais gratuitas, às 14h, através de inscrição pelo email cainarodrigues@gmail.com até a véspera da atividade. A apresentação em Porto Alegre ocorre no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana, às 20h30, com entrada franca.

Serviço

Turnê RS – Quinteto Canjerana

Porto Alegre

07 de maio | Teatro Bruno Kiefer – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736

Oficina gratuita – 14h – inscrições pelo email cainarodrigues@gmail.com até dia 06.05

Show gratuito – 20h30 – retirada de senhas uma hora antes do espetáculo

Mais informações: http://www.canjerana.com.br/

Espetáculo inspirado nos contos e lendas de João Simões Lopes Neto tem apresentações em Porto Alegre

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“Zaoris” estreia no dia 25 de abril na Redenção

Estreia no dia 25 de abril em Porto Alegre o espetáculo “Zaoris”. A montagem inspirada no universo de Simões Lopes Neto tem temporada de 12 apresentações entre abril e junho deste ano. Inspirado nos contos e lendas do escritor pelotense, o espetáculo mergulha no universo do escritor e traz à cena duas lendas e nove canções criadas a partir da obra do escritor que é considerado a principal figura do regionalismo rio-grandense.

Zaoris conta com quatro atores e seis músicos em cena, com composições de Ita, Dico e Fernando Keiber. O musical que tange as lendas e contos simonianos através da narrativa transmitida pela oralidade, onde diversas vozes representam o estereótipo do contador de causos Blau Nunes. Intercalando lendas e canções, Zaoris relê o gaúcho dos séculos 19 e 20 e o apresenta no século 21, simbolizando os valores que sobrevivem ao tempo.

A direção de cena é de Adriane Mottola e direção musical de Fernando Keiber. Marco Froncjowiak e Maura Sobrosa Ramos assinam a cenografia, Fernando Ochôa a iluminação e Alexandre Magalhães e Silva os figurinos.

No dia 25, o público poderá conferir duas apresentações gratuitas do espetáculo, às 16h e 18h. Após a sessão das 18h, haverá um bate papo sobre o processo de criação do espetáculo. No dia 01 de maio, as apresentações serão no estacionamento da Usina do Gasômetro. Até junho, mais oito performances serão divulgadas.

A Realização é da Gaia Cultura e Arte, através do projeto contemplado em Edital do FAC – prêmio Iacen, com financiamento do Pró-Cultura RS, e apoio institucional Prefeitura Municipal de Porto Alegre/Secretaria de Governança/Centros Administrativos Regionais.

Saiba Mais

Zaoris

Figura pertencente ao folclore, o Zaori refere-se à pessoa nascida numa Sexta- Feira santa. Possuidora de dons especiais, seus olhos, muito brilhantes, de um brilho mágico e misterioso possuem o poder de ver através de corpos opacos, terras ou montanhas, assim conseguindo localizar tesouros escondidos.

ROTEIRO

Música – GENEROSO (Ita Keiber) – sobre a lenda O Anguera

Música – Trezentas Onças (Ita Keiber) – sobre conto homônimo

Lenda – Zaoris (João Simões Lopes Neto – 1913)

Música – Zaoris (Dico Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda homônima

Música – Mãe do Ouro (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda A Mãe do Ouro

Música – À Sombra da Salamanca (Fernando Keiber) – sobre a lenda A Salamanca do Jarau

Música – Casa Branca (Ita Keiber) – sobre a lenda A Casa de M’Bororé

Lenda – A M’boitatá (João Simões Lopes Neto – 1913)

Música – Noite Grande (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda A M’boitatá.

Música – Sumidouro (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre o conto No Manantial

Música  – Uiara  (Ita Keiber) – sobre a lenda A Uiara

FICHA TÉCNICA

REALIZAÇÃO: Gaia Cultura & Arte

COORDENAÇÃO GERAL: Márcia Giovana da Costa

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Alexandre Mattos Meireles (Lua Nova) e Duda Keiber (222 Produtora)

PRODUÇÃO LOCAL: Tiago Wyse (Porto Alegre/RS)

COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA: Natália da Costa Weingartner e Jamile Pereira

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Mariele Salgado e Bruna Paulim

DIREÇÃO MUSICAL: Fernando Keiber

DIREÇÃO DE ATORES: Adriane Mottola

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Luciana Tondo

CENOGRAFIA: Marco Fronckowiak e Maura Sobrosa Ramos

CRIAÇÃO DE ILUMINAÇÃO: Fernando Ochôa

FIGURINOS: Alexandre Magalhães e Silva

MÚSICOS

Voz: Fernando Keiber

Guitarra: Titeu Moraes

Baixo: Paulo Liska

Bateria: Duda Cunha

Percussão: Rafael Pavão

Acordeon: Matheus Kleber

ATORES

Paulo Roberto Farias

Mariana Rosa

Danuta Zaghetto

Rodrigo Mello

Serviço

Zaoris

Dia 25 de abril, 16h e 18h

Parque Farroupilha (Redenção) em frente ao Monumento ao Expedicionário.

Entrada Franca

Após a apresentação das 18h, haverá um bate papo sobre o processo de criação do espetáculo

Dia 1º de maio, 16h e 18h

Estacionamento da Usina do Gasômetro.

Entrada Franca

Após a apresentação das 18h, haverá um bate papo sobre o processo de criação do espetáculo

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