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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Teatro

“Separações” tem nova temporada a partir de 11 de julho no Teatro Cemitério de Automóveis

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Montagem é uma homenagem declarada a Domingos de Oliveira

Depois de grande sucesso de público, “Separações” está de volta a cartaz no Teatro Cemitério de Automóveis, a partir de 11 de julho. Uma homenagem declarada a Domingos de Oliveira, o espetáculo apresenta as histórias de quatro casais envolvidos por questões cotidianas do relacionamento.

Dividido em quatro cenas com textos Mário Bortolotto, Adriana Brunstein, Lucas Mayor e Marcos Gomes, as narrativas revelam intimidades, torradeiras elétricas, inundações, alianças, bebedeiras, relógios quebrados e fechaduras trocadas. No elenco, Antoniela Canto, Eldo Mendes, Luna Martinelli, Walter Figueiredo, Carla Kinzo e Marcos Gomes. Bortolotto, Mayor e Gomes também assinam a direção.

A quinta montagem da Cia La Plongée, segunda em parceria com o Grupo Cemitério de Automóveis, segue a proposta da companhia de projetos com dramaturgia própria e produção independente, sem financiamento ou patrocínio.

A segunda temporada da montagem tem apresentações sempre aos sábados, às 21h30, até 15 de agosto, com ingressos a R$ 15,00 e R$ 30,00. O Teatro Cemitério de Automóveis fica na Rua Frei Caneca, 384.

SEPARAÇÕES

As histórias de quatro casais envolvidos por questões cotidianas do relacionamento. Uma narrativa de torradeiras elétricas, inundações, alianças, bebedeiras, relógios quebrados efechaduras trocadas.

[SEPARAÇÕES é uma homenagem declarada a Domingos Oliveira]

A peça é composta por quatro cenas breves (em sequência):

“Garotas apaixonadas não usam aliança”
TEXTO e DIREÇÃO de Mário Bortolotto
com Eldo Mendes e Luna Martinelli

“Ato fálico”
TEXTO Adriana Brunstein DIREÇÃO Lucas Mayor
com Antoniela Canto e Walter Figueiredo

“Entre nós”
TEXTO e DIREÇÃO de Marcos Gomes
com Carla Kinzo e Marcos Gomes

“Um lugar estranho”
TEXTO Lucas Mayor DIREÇÃO Mário Bortolotto
com  Antoniela Canto e Eldo Mendes

[REESTREIA 11 de julho]

SÁBADOS, 21h30
TEMPORADA: 11 de julho a 15 de junho
LOCAL: Teatro e Bar Cemitério de Automóveis – Rua Frei Caneca, 384.
INGRESSOS: R$30 inteira | R$15 meia-entrada

Espetáculo “Tóin – dança para bebês” lança campanha de captação de recursos no Catarse

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Espetáculo dirigido para bebês de zero a três anos e seus cuidadores planeja 12 apresentações gratuitas em 2015

O espetáculo Tóin – dança para bebês inicia campanha no website de captação de recursos Catarse.me, com o objetivo de viabilizar o acesso gratuito do público à temporada de apresentações em 2015, com 1,068 espectadores.

Tóin é realizado pela Muovere Cia. de Dança de Porto Alegre, dirigido por Jussara Miranda e Diego Mac, composto de duas atividades: um espetáculo seguido de uma oficina, que estreou em 2012. O projeto já realizou mais de 150 apresentações, no RS e outros estados, todas com tradução em LIBRAS, padrão de iluminação de baixo consumo de energia e sem periculosidade.

A campanha no Catarse busca apoiadores com o objetivo de viabilizar apresentações gratuitamente em 2015, no Teatrinho da Livraria Cultura, com sessões em agosto, outubro e dezembro. Serão 12 espetáculos com entrada franca. As cotas disponíveis custam entre R$ 50,00 e R$ 25.000,00, com diversas recompensas, como convites para apresentações e oficinas, fotos do bebê com os bailarinos, bonecos, entre outros. A campanha receberá contribuições até dia 08 de agosto, através do link: https://www.catarse.me/pt/toin.

As apresentações na Livraria Cultura ocorrem nos dias 15, 16, 22 e 23 de agosto, 12 de outubro e 12, 13 e 19 de dezembro. Aos sábados, as sessões ocorrem às 11h e 16h, e aos domingos, às 16h.

Saiba Mais:

O espetáculo TÓIN foi criado a partir de uma ideia muito simples e inspiradora: utilizar a dança como brinquedo, o que os bebês fazem de forma contagiante. Original, é inspirado em livros-imagem, contos e poemas de autores como Eva Furnari, Mauricio de Souza, Mario Quintana e Glaucia de Souza. Também em vídeos da internet, como Menina Flor, Sapo Xulé, Topo Didio e Bebê Jeans, e dossiês de infância dos bailarinos. A trilha sonora original é de Marcelo Delacroix e Beto Chedid, e os figurinos de Antonio Rabadan.

A “oficininha”, realizada após o espetáculo, é o momento de exercitar a afetividade, a criatividade e a sensibilidade dos bebês. Estimulante, é composta de cinco exercícios curtos e simples, quando bailarinos, bebês e cuidadores brincam de dançar.

Sobre a Muovere Cia de Dança

Fundada em 1989, a Muovere Cia de Dança Contemporânea atua nas atividades de produção, fomento, formação e pesquisa em dança. Em seu repertório constam 18 produções de espetáculos, 05 performances de rua, 05 projetos de inclusão social.

O interesse por trabalhar com a dança para bebês surgiu em 2008, por conta da pesquisa de mestrado realizada pela mentora e diretora Jussara Miranda, na região de Andaluzia/Espanha, quando foi possível verificar ações dirigidas à pequena infância.

Ao identificar a carência de programas artísticos originais destinados ao público de bebês, a Muovere Cia adotou a tarefa de mediar esse encontro, resultando no Tóin, uma proposta inovadora e inédita no Rio Grande do Sul.

Entre os principais Prêmios recebidos, constam:

PROCULTURA/ MINC 2011

PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA/ MINC (2006 e 2011)

PRÊMIO INCENTIVO A PRODUÇÃO CULTURAL/ IEACEN (02 edições)

PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS: RESIDÊNCIA ARTÍSTICA EM PONTOS DE CULTURA/MINC (2008, 2009, 2010)

FUMPROARTE/ SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE PORTO ALEGRE/ SMC (2010, 2011)

PRÊMIO AÇORIANOS DE DANÇA/ SMC (1983, 1986, 1989, 2001, 2004 e 2005)

CIRCULAÇÃO FUNARTE/ MINC (2005)

EM CENA BRASIL/ MINC (2001, 2003)

Tóin no Catarse

Campanha para temporada no Teatrinho da Livraria Cultura

Colaborações até 08 de agosto, através do site: https://www.catarse.me/pt/toin

Jorge Furtado no jornal O Globo de hoje

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Se essa rua fosse minha tem terceira edição no dia 28 de junho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Teatro Mototóti apresenta gratuitamente espetáculo i-MUndo

Após o sucesso das duas primeiras edições, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a terceira edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 28 de junho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações. A primeira edição do projeto, em abril, reuniu mais de 200 espectadores. A segunda edição, no mês passado, apresentou o espetáculo O Vendedor de Palavras e contou com atividades também gratuitas, como aula de pilates e slack line.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua    verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

No espetáculo i-Mundo, o grupo aborda assuntos que abrangem o ser humano e sua relação com a própria espécie.  A história apresenta um universo de situações cotidianas ao homem, como nossa relação com a água, com o lixo e a exacerbada corrida das pessoas pelo dinheiro – colocando-o à frente até mesmo de outro ser humano. As situações são vivenciadas a partir da ótica de dois alienígenas. Servindo como um espelho à plateia, o espetáculo  estimula as pessoas a refletirem sobre os rumos para onde nosso mundo caminha, e nosso papel dentro dessa movimentação. O Teatro Mototóti já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem teve importantes participações em mostras e festivais do gênero no país e recebeu para sua o Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010.

Se propondo a criar um espetáculo ousado e futurista, mas sem se desconectar das raízes do teatro de rua, o grupo faz em i-Mundo uma releitura das tradicionais pernas de pau (que aumentam as figuras), utilizando o Kangoo Jumps. Este acessório, muito comum em academias, trouxe um desafio físico para os atores, exigindo uma sofisticação técnica para interpretar as personagens e executar a trilha sonora ao vivo, sobre um sapato que propõe um equilíbrio e movimentação diferente do natural. O Teatro Mototóti é o primeiro grupo teatral brasileiro a utilizar o Kangoo Jumps em cena. A apresentação de i-MUndo tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse:www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Você, exemplar i-MUndano, está vivendo sua vida tranquilamente, quando dos céus descem dois seres alienígenas para ocupar este planeta, i-MUndo. Mas algo está errado: eles encontram i-MUndanos sobreviventes (do fim do mundo) por toda parte! O que farão diante de tal tragédia? De um universo de possibilidades nasce a incerteza, o desconhecido diante dos seus olhos… sim, é verdade, eles estão aqui. Não há mais segredos. Você não está mais sozinho.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Terceira edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 28 de junho, às 15h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Espetáculo “i-Mundo” – https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI
Programação gratuita

Língua Mãe. Mameloschn em Zero Hora de hoje

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Adolescer está de volta com apresentações no Teatro da AMRIGS nos dias 23 e 24 de junho

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Espetáculo dirigido por Vanja Ca Michel já teve mais de 1.400 apresentações e público de mais de dois milhões de pessoas

 Apresentações de junho contam com a presença do ator Lucas Krug

Completando 13 anos de existência em maio deste ano, o espetáculo Adolescer está de volta com apresentações nos dias 23 e 24 de junho, no Teatro da AMRIGS. Sucesso de público, desde sua estreia em 2002 até dezembro de 2014, foram mil e quatrocentas apresentações e mais de dois milhões de espectadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo que assistiram ao espetáculo. “Gosto de ressaltar que finalmente chegamos à adolescência do Adolescer”, brinca a diretora Vanja Ca Michel.

A dramaturgia de Vanja, que assina o roteiro, produção e direção do espetáculo, reflete sobre os comportamentos típicos da adolescência, reunindo fragmentos de Moacyr Scliar, do psiquiatra José Outeiral e dos psicanalistas Rubem Alves e Cybelle Weinberg.​

O espetáculo se renova constantemente, o que atrai a fidelização do público. “Se você assistir duas temporadas diferentes, em um curto período de tempo, verá que a peça é um organismo vivo. Ela absorve todas as novidades como músicas, memes, linguagem da internet, ídolos… e na mesma velocidade”, conta. “Adolescer é uma homenagem aos adolescentes e um alerta aos adultos sobre os cuidados e o acolhimento que esta etapa da vida enseja”.

Os atores usam em cena celulares conectados, pau de selfie e Gopro. O mais interessante é que as imagens feitas pelos atores nas apresentações entram automaticamente nas redes sociais do espetáculo. Logo após cada sessão, o público confere fotos do espetáculo tiradas na hora, interagem com os perfis dos atores e assistem vídeos feitos especialmente para os fãs. “Nos comunicamos com os fãs de Adolescer através dos nossos canais nas redes sociais diariamente”, explica Vanja.

Encenado por onze atores entre 15 e 51 anos, o texto já foi modificado mais de 35 vezes, para manter-se sempre atual e próximo à realidade dos jovens de cada geração. “O mais importante em todo esse processo, foi o espaço para pensar e falar sobre esta fase que ainda é muito confusa para muitas pessoas”. “Nosso objetivo é surpreender o público, ainda que este já tenha visto o espetáculo diversas vezes, como se constata. Sempre é uma emoção nova”, declara.

Foi ministrando aulas de teatro para jovens em escolas da capital gaúcha que Vanja percebeu a necessidade de uma produção que compreendesse e falasse sobre adolescência. Desde a estreia no dia 28 de maio de 2002, já passaram pelo elenco mais de 80 atores e atrizes. “Eu digo que o Adolescer é a primeira escola de diversas gerações de atores gaúchos. Muitos nomes que hoje tem carreira consolidada no teatro, cinema e TV começaram conosco”, afirma.

Nas apresentações dos dias 23 e 24 de junho, o elenco do espetáculo contará com a participação especial do ator, cantor e humorista Lucas Krug, que recentemente concorreu ao Prêmio Multishow de Humor. Krug integrou o cast de Adolescer entre 2004 e 2007, e agora retorna interpretando o professor da maçã e o Nerd, personagem que fez sucesso na Escolinha do Gugu, na Record. As participações especiais nas apresentações já se tornaram marca registrada, revela Vanja. “Eu gosto muito de uma frase da peça que diz: ‘É preciso deixá-los ir, para que queiram voltar e com certeza voltarão, quando sentirem saudades’. O Adolescer está sempre de portas abertas aos nossos queridos atores”.

Nos meses de junho e agosto, os espectadores que assistirem à peça poderão participar do Concurso Cultural “Adolescer e Tia Iara te levam para o Beto Carrero”, promovido pela Tia Iara Turismo, nova apoioadora do projeto. Ao final de cada sessão, o público poderá responder à pergunta “O que significa o espetáculo Adolescer para mim”?. O autor da melhor frase viajará ao Beto Carrero com acompanhante com todas as despesas pagas. O resultado será divulgado no dia 21 de agosto, na fanpage do espetáculo.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro, pelo site  Laçador de Ofertas, e lojas Imaginarium Shopping Iguatemi e Canoas Shopping. Descontos de 50% para estudantes, idosos e sócios do Clube do Assinante. Mais informações, acesse: www.adolescer.com.br

Imagens: https://www.youtube.com/watch?v=MmebZkccaAo&feature=youtu.be

Ficha técnica

ROTEIRO: Textos de Vanja Ca Michel com fragmentos dos psicanalistas Cybelle Weinberg e Rubem Alves, do psiquiatra José Outeiral e de Moacyr Scliar.

CONCEPÇÃO e DIREÇÃO: Vanja Ca Michel

ELENCO: Ane Troian, Anderson Vieira, Caio Pereira, Davi Borba, Emílio Farias, Estéfani Bauer, Joana Troian, Julia Bach, Julia Troian, Luisa Ricardo, Pedro Martins e Rafael Ewald.

CONVIDADO ESPECIAL: Lucas Krug

ELENCO STAND IN: Ana Casas, Anna Ortega e Matheus Athaíde

COREOGRAFIAS: Flávio Cruz

DESENHO DE LUZ: Moa Junior

OPERAÇÃO DE SOM: Alexandre Ricardo

TRILHA SONORA PESQUISADA: Vanja Ca Michel

DESIGNER GRÁFICO E SITE: Moa Junior

FOTOS: Robson Nunes

PRODUÇÃO: Vanja Ca Michel, Moa Junior e Rose Pereira

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Adolescer – junho 2015

23 e 24 de junho, 20h30

Teatro da AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311

Duração: 90 min

Indicação: Adolescentes a partir de 11 anos e adultos

Ingressos

Antecipados: R$ 40,00

Na hora: R$ 50,00

Desconto: 50% para estudantes, idosos e Clube do Assinante Zero Hora para titular e um acompanhante.

Pontos de venda: Bilheteria do Teatro, Loja Imaginarium do Shopping Iguatemi, Imaginarium do Canoas Shopping e pelo site do Laçador de Ofertas.

Informações: (51) 91159024 | 33430832

E-mail: adolescer@gmail.com.

www.adolescer.com.br

https://www.facebook.com/adolesceroficialfanpage

Espetáculo “100 Formas para o Amor” em única apresentação no dia 24 de junho

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Montagem do Macarenando Dance Concept no mês dos namorados ocorre no Theatro São Pedro

 

Após temporada no Festival Palco Giratório Sesc, o espetáculo 100 Formas para o Amor volta a cartaz em única apresentação no dia 24 de junho, no Theatro São Pedro.

O espetáculo traz oito bailarinos que apresentam diferentes formas de dançar o amor, em 30 músicas marcantes que compõem a trilha sonora. O trabalho incorpora os conceitos, procedimentos, temas e materiais abordados ao longo da trajetória artística do diretor Diego Mac. No elenco, Aline Karpinski, Dani Dutra, Denis Gosch, Eduardo Richa, Joana Amaral, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree e Renata Teixeira apresentam diferentes formas de dançar o amor.

A montagem é construída a partir da pesquisa sobre a práxis de colecionar movimentos como modo de composição coreográfica. Os materiais de trabalho adotados foram a matriz de movimento Macarena (uso recorrente nos processos criativos do diretor), e o tema “amor” (sistematizado em 30 verbos temáticos). O processo de investigação foi realizado em três etapas: coleta, armazenamento e reprocessamento.

Na fase de coleta, foram registrados em vídeo laboratórios de criação utilizando a Macarena e os verbos temáticos para improvisações. O armazenamento foi realizado por meio da pesquisa de músicas sobre amor, e a criação de uma videocoreografia com os registros videográficos coletados. Na etapa de reprocessamento foram instauradas 30 composições cênico-coreográficas a partir de estratégias para a transdução do vídeo para a cena.

O espetáculo recebeu nove indicações e dois prêmios Açorianos de Dança em 2014.

A apresentação ocorre no dia 24 de junho, às 21h, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/nº). Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro ou pelo site www.compreingressos.com , a partir do dia 05 de junho, com valores entre R$ 20,00 e R$ 50,00, e desconto de 50% para idosos com idade superior ou igual a 60 anos, estudantes, classe artística, e para sócios da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro.

Mais informações
http://www.macarenando.com.br/100formasparaoamor
https://www.facebook.com/100formasparaoamor
https://youtu.be/ri6xxuWLVag

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24 de junho, 21h
Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/nº – Porto Alegre)
Duração: 60 minutos

Ingressos

Plateia: R$ 50,00

Camarote central: R$ 40,00

Camarote lateral: R$ 30,00

Galeria: R$ 20,00

Descontos

50% para maiores de 60 anos, estudantes e classe artística. Todos os descontos exigem comprovação.

Horários da Bilheteria do Theatro São Pedro

Dias úteis: 13h às 18h

Sábados: 15h às 21h

Domingos: 15h às 18h

No dia da apresentação: 13h às 21h
Contato: (51) 3227 5100 / 3227 5300

Compra online

Ingressos a venda a partir de 05 de junho pelo site http://www.compreingressos.com.

Call Center: (51) 2626 1310

Ficha Técnica
Direção e coreografia: Diego Mac
Dramaturgia e Assistência de Direção: Gui Malgarizi
Direção de elenco: Denis Gosch
Vídeo e trilha-sonora: Diego Mac e Gui Malgarizi
Bailarinos: Aline Karpinski, Dani Dutra, Denis Gosch, Eduardo Richa, Joana Amaral, Juliana Rutkowski, Nilton Graffree e Renata Teixeira
Iluminação: Fabrício Simões
Figurinos: Fabrízio Rodrigues
Produção: Sandra Santos
Assessoria de comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Fotos: Claudio Etges e Cintia Bracht

Língua Mãe. Mameloschn estreia em curta temporada no Goethe Institut de 23 a 30 de junho

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Texto da jovem autora alemã Marianna Salzmann tem direção de Mirah Laline

Estreia em curta temporada no dia 23 de junho o espetáculo Língua Mãe.Mameloschn no teatro do Goethe Institut. O texto da jovem autora alemã Marianna Salzmann tem direção de Mirah Laline e traz no elenco Ida Celina, Mirna Spritzer, Philipe Philippsen e Valquíria Cardoso. Esta é a sexta vez que Ida e Mirna dividem o palco desde 1983, com “No Natal a gente vem te buscar”.

A produção da ATO cia.cênica optou por uma curta e intensa temporada de estreia, de uma semana com apresentações de terça a terça. “Pensamos que seria interessante oferecer ao público apresentações em dias da semana que não são tradicionais nos teatros da cidade, com uma temporada corrida e diferente”, revela a diretora.

A montagem, inédita no Brasil, apresenta um texto irreverente que aborda identidade, ideologia e pertencimento, sob a forma de um jogo oscilante, entre a aproximação e distanciamento dos personagens, através do diálogo cáustico de uma família judia.

Três gerações de mulheres com muito em comum: são da mesma família; vivem sob o mesmo teto; possuem a mesma origem cultural. No entanto, se diferenciam no modo com veem o mundo, expressam seus anseios e lidam com suas origens.

O trânsito sutil entre humor e drama agrega uma empatia potencial para as problemáticas que a autora aborda. Os habituais modos de comunicação, como cartas, mensagens de e-mails, jornais e o rádio, paradoxalmente, revelam na obra, toda a carga de incomunicabilidade entre as personagens, materializando sob a cena a distância entre o discurso social e as motivações pessoais.

Rô Cortinhas assina os figurinos, Rodrigo Shalako o cenário e Ricardo Vivian a iluminação. O ator Philipe Philippsen também assina a trilha sonora original. Língua Mãe.Mameloschn foi selecionado para o Prêmio Braskem Em Cena e terá apresentações durante o 22º Porto Alegre Em Cena, que ocorre de 03 a 21 de setembro. As apresentações da temporada de estreia seguem até o dia 30 de junho, às 20h, com ingressos a R$ 20,00 com 50% de desconto para estudantes, idosos, classe artística e alunos do Goethe Institut.

Saiba Mais

FICHA TÉCNICA

Direção: Mirah Laline

Assistência de direção: Júlia Rodrigues

Texto: Marianna Salzmann

Elenco: Ida Celina, Mirna Spritzer, Valquiria Cardoso e Philipe Philippsen

Figurinos: Rô Cortinhas

Cenário: Rodrigo Shalako

Iluminação: Ricardo Vivian

Trilha sonora original: Philipe Philippsen

Produção: Rodrigo Ruiz

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Classificação: 12 anos

Duração: 90 min

A ATO cia.cênica reúne um grupo de pesquisadores, atores e diretores de teatro, cuja concentração de trabalho se fundamenta na experimentação de linguagem cênica contemporânea. Atualmente a cia. oferece ao público o espetáculo “O feio” de Marius Von Mayenburg – direção de Mirah Laline, Açorianos e Troféu RBS de Melhor espetáculo 2012  – “O Casal Palavrakis” de Angélica Liddell – direção de Maurício Casiraghi – e em 2015 o grupo estreia dois espetáculos “#7xBeckett” – direção Maurício Casiraghi – e ” Língua mãe. Mameloschn”  – direção Mirah Laline. O perfil biográfico de nossos artistas e técnicos os confirma como pesquisadores de diversas linguagens artísticas, fato que contribui para qualificação da linguaguem teatral e seus híbridos. Nossa missão é proporcionar ao público entretenimento e reflexão acerca das questões e contradições humanas por meio de linguagem cênica, intersemiótica e multimidiática.

Língua Mãe.Mameloschn

DE 23 A 30 DE JUNHO, SEMPRE ÀS 20h

Auditório do Goethe-Institut [Rua 24 de Outubro, 112]

Ingressos no local: R$ 20,00 com 50% de desconto* para estudantes, maiores de 60 anos, Classe Artística e alunos do Goethe-Institut.

* Descontos válidos mediante comprovação.

Informações: atocenica.com/Facebook:linguamae.mameloschn

“Se essa rua fosse minha” tem segunda edição no dia 31 de maio

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Em maio, Teatro Mototóti apresenta “O Vendedor de Palavras”

 

Após o sucesso de sua primeira edição em abril, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a segunda edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha”. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua consumir arte. No próximo domingo, dia 31, o primeiro espetáculo do grupo será apresentado, O vendedor de palavras, de 2008. Nas edições seguintes, os outros espetáculos do Mototóti serão apresentados à comunidade. A programação do projeto também conta com apresentações de companhias e artistas convidados, envolvendo não somente a linguagem teatral, mas trazendo espetáculos de dança, circo, música e todas as formas de arte que contemplam a rua como palco.

Segundo os atores, “a rua é das pessoas, e precisamos encontrar esse caminho de volta, que faça as famílias compartilharem uma tarde de domingo no gramado verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

Em O Vendedor de Palavras, o Grupo inicia uma jornada no universo do trabalho autoral, comprometido com a arte como um canal de comunicação entre criadores e público. Com versões em português e espanhol, este espetáculo já percorreu o Brasil, Argentina e Uruguai. O grupo já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades.

A apresentação de O Vendedor de Palavras tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse: www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Há uma grande falta de palavras no mundo e as pessoas ficam repetindo e repetindo as mesmas poucas que têm. Se cada palavra vale um pensamento, quanto mais palavras, mais pensamentos! Essa é a descoberta de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e… palavras!!! Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Segunda edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 31 de maio, às 16h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

 

28 de junho, 16h

i-Mundo

Entrada Franca

 

 

 

 

 

 

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