Ingressos para as três sessões estão à venda na bilheteria do Theatro São Pedro
Chega a Porto Alegre nos dias 30 e 31 de maio, com três apresentações no Theatro São Pedro, o espetáculo Tribos, com direção de Ulysses Cruz e Antonio e Bruno Fagundes no elenco, ao lado dos atores Arieta Correa, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon e Maíra Dvorek.
A montagem é a segunda produção que traz pai e filho juntos em cena. Sucesso no Royal Court Theater, em Londres, e vencedor do New York Drama Critics, o texto de Nina Raine tem tradução de Rachel Ripani. O espetáculo, que estreou em 2013 em São Paulo, usa a figura de um deficiente auditivo para questionar os diversos tipos de limitação do ser humano e, de uma maneira perversamente divertida e politicamente incorreta, revive as típicas questões familiares e reforça as dificuldades de convivência – como em toda tribo.
Tribos aborda a surdez universal e divide o tema em duas categorias: 1) daqueles que não conseguem ‘calar-se’ por tempo suficiente para entender uma realidade diferente de sua própria 2) dos surdos que são fisicamente incapazes de receber estímulos sonoros; “Somos só mais um na multidão”; “O mundo é surdo”, diz Billy, o protagonista. Existe surdez maior que o preconceito; que o orgulho; que a ignorância; o egoísmo; a falta de amor?
Billy (Bruno Fagundes) nasceu surdo em uma família de ouvintes, liderada pelo pai Christopher (Antonio Fagundes) e pela mãe Beth (Eliete Cigaarini), e completada pelos irmãos Daniel (Guilherme Magon) e Ruth (Maíra Dvorek). Ele foi criado dentro de um casulo ferozmente idiossincrático e politicamente incorreto. Adaptou-se brilhantemente às maneiras não convencionais de sua família, mas eles nunca se deram o trabalho de retribuir o favor. Finalmente, quando ele conhece Sylvia (Arieta Correa), uma jovem mulher prestes a ficar surda, Billy passa a entender realmente o que significa pertencer a algum lugar.
Na equipe, André Abujamra assina a trilha sonora e os figurinos são criação de Alexandre Herchcovitch. Tribos já foi assistida por mais de 200.000 espectadores e foi produzida sem patrocínios de lei de incentivo, sobrevivendo única e exclusivamente da renda da bilheteria.
Os ingressos para as apresentações no São Pedro já estão à venda na bilheteria do teatro, com valores entre R$ 40,00 e R$ 150,00 e desconto de 50% para cliente Porto Seguro e acompanhante.
No sábado, as sessões ocorrem às 18h e 21h, com intérprete de libras para acessibilidade na apresentação das 21h. No domingo, o espetáculo inicia às 17h. Após cada sessão, o elenco participa de um bate papo com o público.
Saiba Mais
Tribos
Autor: Nina Raine
Tradutor: Rachel Ripani
Diretor: Ulysses Cruz
Elenco: Bruno Fagundes, Arieta Correia, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon, Maíra Dvorek e Antonio Fagundes
Figurinista: Alexandre Herchcovitch
Cenógrafo: Lu Bueno
Assistente de cenografia: Livia Burani e Moises Moshe Motta
Iluminador: Domingos Quintiliano
Diretor de produção: Carlos Martin
Assistente de produção: Gustavo de Souza
Assessoria de imprensa: Coletiva comunicação.
Realização: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes
Produção Porto Alegre: Primeira Fila Produções
Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Apoio local: Porto Seguro.
Classificação etária: 14 anos
Mais informações: http://www.tribosnet.com/ | www.facebook.com/espetaculotribos
Instagram: @tribosoficial
Tribos
Dias 30 e 31 de maio
Sábado às 18h e 21h (sessão com intérprete de libras)
Domingo às 17h
Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n
Ingressos:
Plateia e Cadeira Extra – R$ 150,00
Camarote Central – R$ 120,00
Camarote Lateral – R$ 80,00
Galerias – R$ 40,00
Descontos – 50% para titular e acompanhante Porto Seguro
Espetáculo inspirado nos contos e lendas de João Simões Lopes Neto tem apresentações em Porto Alegre
“Zaoris” estreia no dia 25 de abril na Redenção
Estreia no dia 25 de abril em Porto Alegre o espetáculo “Zaoris”. A montagem inspirada no universo de Simões Lopes Neto tem temporada de 12 apresentações entre abril e junho deste ano. Inspirado nos contos e lendas do escritor pelotense, o espetáculo mergulha no universo do escritor e traz à cena duas lendas e nove canções criadas a partir da obra do escritor que é considerado a principal figura do regionalismo rio-grandense.
Zaoris conta com quatro atores e seis músicos em cena, com composições de Ita, Dico e Fernando Keiber. O musical que tange as lendas e contos simonianos através da narrativa transmitida pela oralidade, onde diversas vozes representam o estereótipo do contador de causos Blau Nunes. Intercalando lendas e canções, Zaoris relê o gaúcho dos séculos 19 e 20 e o apresenta no século 21, simbolizando os valores que sobrevivem ao tempo.
A direção de cena é de Adriane Mottola e direção musical de Fernando Keiber. Marco Froncjowiak e Maura Sobrosa Ramos assinam a cenografia, Fernando Ochôa a iluminação e Alexandre Magalhães e Silva os figurinos.
No dia 25, o público poderá conferir duas apresentações gratuitas do espetáculo, às 16h e 18h. Após a sessão das 18h, haverá um bate papo sobre o processo de criação do espetáculo. No dia 01 de maio, as apresentações serão no estacionamento da Usina do Gasômetro. Até junho, mais oito performances serão divulgadas.
A Realização é da Gaia Cultura e Arte, através do projeto contemplado em Edital do FAC – prêmio Iacen, com financiamento do Pró-Cultura RS, e apoio institucional Prefeitura Municipal de Porto Alegre/Secretaria de Governança/Centros Administrativos Regionais.
Saiba Mais
Zaoris
Figura pertencente ao folclore, o Zaori refere-se à pessoa nascida numa Sexta- Feira santa. Possuidora de dons especiais, seus olhos, muito brilhantes, de um brilho mágico e misterioso possuem o poder de ver através de corpos opacos, terras ou montanhas, assim conseguindo localizar tesouros escondidos.
ROTEIRO
Música – GENEROSO (Ita Keiber) – sobre a lenda O Anguera
Música – Trezentas Onças (Ita Keiber) – sobre conto homônimo
Lenda – Zaoris (João Simões Lopes Neto – 1913)
Música – Zaoris (Dico Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda homônima
Música – Mãe do Ouro (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda A Mãe do Ouro
Música – À Sombra da Salamanca (Fernando Keiber) – sobre a lenda A Salamanca do Jarau
Música – Casa Branca (Ita Keiber) – sobre a lenda A Casa de M’Bororé
Lenda – A M’boitatá (João Simões Lopes Neto – 1913)
Música – Noite Grande (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda A M’boitatá.
Música – Sumidouro (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre o conto No Manantial
Música – Uiara (Ita Keiber) – sobre a lenda A Uiara
FICHA TÉCNICA
REALIZAÇÃO: Gaia Cultura & Arte
COORDENAÇÃO GERAL: Márcia Giovana da Costa
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Alexandre Mattos Meireles (Lua Nova) e Duda Keiber (222 Produtora)
PRODUÇÃO LOCAL: Tiago Wyse (Porto Alegre/RS)
COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA: Natália da Costa Weingartner e Jamile Pereira
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Mariele Salgado e Bruna Paulim
DIREÇÃO MUSICAL: Fernando Keiber
DIREÇÃO DE ATORES: Adriane Mottola
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Luciana Tondo
CENOGRAFIA: Marco Fronckowiak e Maura Sobrosa Ramos
CRIAÇÃO DE ILUMINAÇÃO: Fernando Ochôa
FIGURINOS: Alexandre Magalhães e Silva
MÚSICOS
Voz: Fernando Keiber
Guitarra: Titeu Moraes
Baixo: Paulo Liska
Bateria: Duda Cunha
Percussão: Rafael Pavão
Acordeon: Matheus Kleber
ATORES
Paulo Roberto Farias
Mariana Rosa
Danuta Zaghetto
Rodrigo Mello
Serviço
Zaoris
Dia 25 de abril, 16h e 18h
Parque Farroupilha (Redenção) em frente ao Monumento ao Expedicionário.
Entrada Franca
Após a apresentação das 18h, haverá um bate papo sobre o processo de criação do espetáculo
Dia 1º de maio, 16h e 18h
Estacionamento da Usina do Gasômetro.
Entrada Franca
Após a apresentação das 18h, haverá um bate papo sobre o processo de criação do espetáculo
“Se essa rua fosse minha” ocupará uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá
O Teatro Mototóti lança no dia 26 de abril, às 16h, o projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha”, no bairro Humaitá, onde vivem os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, fundadores do grupo.
O parque Mascarenhas de Moraes se transformará em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.
Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua consumir arte. O lançamento contará com uma apresentação de Flor da Vida, mais recente produção do grupo. Nas edições seguintes, os outros espetáculos do Mototóti serão apresentados à comunidade. A programação do projeto também conta com apresentações de companhias e artistas convidados, envolvendo não somente a linguagem teatral, mas trazendo espetáculos de dança, circo, música e todas as formas de arte que contemplam a rua como palco.
Segundo os atores, “a rua é das pessoas, e precisamos encontrar esse caminho de volta, que faça as famílias compartilharem uma tarde de domingo no gramado verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!
A apresentação de Flor da Vida tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse: www.teatromototóti.com.br.
Saiba Mais
Sinopse: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.
* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão da criação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.
O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.
O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 – já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país. Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.
Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.
Serviço
Lançamento projeto “Se essa rua fosse minha”
Dia 26 de abril, às 16h
Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá
31 de maio, 16h
O Vendedor de Palavras
28 de junho, 16h
i-Mundo
Entrada Franca








