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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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A Olimpíada passou por aqui estreia no dia 19 de dezembro na SporTV

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Projeto é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre e o canal

 

Estreia nesta segunda-feira, 19 de dezembro, a série A Olimpíada Passou por Aqui, uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre e SporTV. Esta é a segunda vez que o canal e a produtora desenvolvem um projeto: em 2014, foi a vez da série A Copa passou por aqui, de 11 episódios assinados por realizadores de oito estados.

 A Olimpíada Passou por Aqui é uma série composta por cinco documentários, dirigidos por sete cineastas cariocas ou residentes no Rio de Janeiro, que revelam diferentes olhares sobre os Jogos Olímpicos de 2016: Cavi Borges (Refugiados), Christiana Alcazar e Roberto Berliner (Enquanto Isso), Isabel Joffily e José Joffily (Vidigal Olimpo), Maria Augusta Ramos (Alvo) e Rafael Figueiredo (Como ser Herói).

São registros únicos da passagem das Olimpíadas no Brasil, cujas abordagens inusitadas e sensíveis buscam ir além da cobertura jornalística focada no imediatismo do factual. Aqui, a ideia é priorizar a diversidade de cenários, assuntos, sotaques e público documentados. Cada filme traz características estéticas e visuais próprias e o conjunto deles compõe um mosaico onde a diversidade cultural das Olimpíadas, da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil, estarão representadas.

Os episódios de 18 minutos contam histórias sobre refugiados e uma pequena África em pleno subúrbio carioca; a mudança na paisagem da cidade e como os Jogos Olímpicos transformaram para o bem e para o mal a vida das pessoas; a cultura do boxe no Vidigal; a relação das crianças de uma escola na Zona Oeste com o evento e um ensaio fílmico que realiza um contraponto entre as Olimpíadas Rio 2016 e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que ocorreu durante o período do evento. Por meio de uma montagem precisa, narra as dinâmicas do processo no Congresso brasileiro em paralelo com imagens de partidas, jogos e provas, atletas e juízes.

Com direção geral de Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado e produção de Nora Goulart, o programa será exibido diariamente às 23h30 até sexta, 23 de dezembro.

A Olimpíada Passou por Aqui:

COMO SER HERÓI – 19 de dezembro, 23h30 (reprise 20 de dezembro 18h30)

Direção: Rafael Figueiredo

Em uma escola de Curicica, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, uma turma do 4º ano desenvolve uma série de atividades ligadas às Olimpíadas. “Como ser herói” revela como a expectativa com a proximidade dos jogos olímpicos interfere na rotina escolar dos alunos e desperta as crianças para questões como trabalho em equipe, competitividade, solidariedade e conhecimento sobre a cultura de outros países.

VIDIGAL OLIMPO – 20 de dezembro, 23h30 (reprise 21 de dezembro, 21h)

Direção: Isabel Joffily e José Joffily

Michel Borges, Patrick Lourenço e Luiz Fernando da Silva têm coisas em comum: nasceram e treinaram boxe no Morro do Vidigal, no Rio de Janeiro. Os três lutam profissionalmente. Os dois primeiros competiram nas últimas Olimpíadas e o terceiro tem grandes chances de representar o Brasil em Tóquio, no Jogos Olímpicos de 2020. “Vidigal Olimpo” registra esse encontro.

REFUGIADOS – 21 de dezembro, 23h30 (reprise 22 de dezembro, 19h30)

Direção: Cavi Borges

História do judoca refugiado Popole Misenga que fez parte da primeira equipe de refugiados nos Jogos Olímpicos Modernos.

ALVO – 22 de dezembro, 23h30 (reprise 23 de dezembro, 19h30)

Direção: Maria Augusta Ramos

Alvo é um ensaio fílmico que realiza um contraponto entre as Olimpíadas Rio 2016 e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Por meio de uma montagem precisa, narra as dinâmicas do processo no Congresso brasileiro – discursos dos senadores, falas de defesa e acusação – em paralelo com imagens de partidas, jogos e provas, atletas e juízes. Alvo reflete também sobre a polarização que tomou conta não só das arquibancadas e torcidas durante os jogos do Rio de Janeiro, como também do Congresso e da população durante a votação do impeachment.

ENQUANTO ISSO – 23 de dezembro, 23h30 (reprise 24 de dezembro, 19h30)

Direção: Christiana Alcazar e Roberto Berliner

“Enquanto isso” mostra como a passagem da olimpíada afetou a vida do carioca comum em várias partes da cidade, como o último dia de funcionamento de um tradicional botequim, que não conseguiu sobreviver a uma “obra olímpica” que destruiu toda a rua e até hoje não foi concluída, afastando clientes e levando o bar à ruína.

Casa de Cinema de Porto Alegre

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 29 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

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Vineria Brasil comemora um ano com coquetel em parceria com vinícola Dunamis neste sábado

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Evento marca parceria com a  marca, que inaugura lounge no empreendimento na Zona Sul de Porto Alegre e lança espumante Brut Rosé Champenoise

 

Neste sábado, 17 de dezembro, às 20h, a Vineria Brasil abre as portas para comemorar seu primeiro ano de funcionamento, com coquetel com rótulos vinícola Dunamis, da Campanha Gaúcha. O evento marca oficialmente a parceria com a marca, que inaugura um pequeno lounge na entrada da casa e lança o espumante Brut Rosé Champenoise.

Ambiente descontraído, localizado na Vila Assunção, a Vineria já é um dos pontos de referência para quem procura rótulos de pequenos e médios produtores e aprecia um bom vinho e espumante no happy hour. “Estamos muito felizes com a receptividade que teve nossa proposta neste primeiro ano. Descomplicar o vinho e ao mesmo tempo oferecer opções mais originais de vinícolas boutique permanece sendo nosso foco. A cultura do vinho ao alcance de todos, este é o diferencial pelo qual trabalhamos com muito amor”, relata a proprietária e sommelier Carla Carvalho.

Por enquanto somente comercializado no site da vinícola, o espumante Brut Rosé Champenoise da Dunamis, é elaborado a partir das uvas Merlot, Pinot Noir e Chardonnay, que se destaca pelos aromas de frutas vermelhas, como amoras e cerejas. “Foi uma honra termos sido alguns dos primeiros a degustar o espumante, que está excelente e bastante gastronômico”, comenta Carla.

Serão servidos também mais uma opção de espumante e quatro outros vinhos da marca, além de canapés e pestiscos. O valor do ingresso por pessoa é de R$ 70,00 (all inclusive). É necessário fazer reserva através dos contatos 51 35578059 | 981237304. A Vineria Brasil fica na Rua Sargento Nicolau Dias de Farias, 166.

Sobre a Vineria Brasil

Aberta ao público em dezembro de 2015, a Vineria Brasil é uma loja de vinhos e wine bar, localizada no bairro Assunção, em Porto Alegre, que trabalha com pequenas e médias vinícolas. Lá podemos encontrar também novidades da Itália, Portugal, Espanha, Argentina e Chile; o foco são rótulos menos comerciais, alguns comercializados exclusivamente pela casa.

A ideia central do empreendimento da sommelier Carla Carvalho é descomplicar o consumo do vinho. “Ninguém precisa entender de vinhos para beber, basta gostar. Este é o nosso papel, a partir de sua preferência procuramos orientar sua escolha de forma simples e direta, sugerindo quando solicitado alguma harmonização com nossos pratos”, revela Carla.

A loja possui uma máquina Enomatic que disponibiliza quatro rótulos diferentes para os vinhos em taças. Os vinhos são trocados periodicamente, de forma que possibilite ao cliente conhecer em um curto prazo todos os rótulos da casa. Fica a critério do cliente o consumo em taças ou a compra de garrafas na loja, que podem ser consumidas na casa com petiscos e pratos harmonizados para cada opção.

Atualmente, a casa oferece 110 rótulos entre espumantes, tintos e brancos. O cardápio é composto por petiscos, sopas e massas caseiras. Produção totalmente artesanal; destaque para o trio de pães que compõe o prato Vineria Brasil, marca registrada da casa.

Paralelo aos serviços de wine bar e loja, a Vineria também promove eventos, workshops e palestras para pequenos grupos sobre vinhos em geral, além de jantares harmonizados.

A Vineria Brasil fica na Rua Sargento Nicolau Dias de Farias, 166. Informações e reservas: 51 35578059 | 51 81237304 | facebook.com/vineriabrasil | @vineriabrasil

Prêmio Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016 divulga vencedores

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Cerimônia de premiação ocorreu nesta sexta-feira no Teatro Renascença

Evento homenageou Roberto Oliveira e Nilton Filho

 

Porto Alegre, 09 de dezembro de 2016 – A Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre promoveu, na noite desta sexta-feira, a cerimônia de entrega dos Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016, no Teatro Renascença. O evento distribuiu prêmios em 31 categorias, sendo três delas o Prêmio de Júri Popular, que teve votação online pelo site da Prefeitura.

O espetáculo Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, que concorreu nas 12 categorias, levou os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Cenografia e Melhor Figurino. No prêmio Tibicuera de Teatro Infantojuvenil, Andarilho levou seis troféus das 10 categorias em que concorreu, seguido de Flamenco Imaginário (Melhor Iluminação e Melhor Figurino) e Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas (Melhor Produção e Melhor Ator Coadjuvante). Na categoria Revelação foram premiados os espetáculos Aos Sãos (Melhor Direção e Melhor Espetáculo), Homem Mãe (Melhor Ator) e Tabataba (Melhor Atriz).

O Júri Popular elegeu os espetáculos Como Gostais  (Açorianos de Teatro), Missão Água (Tibicuera de Teatro Infantojuvenil) e Aos Sãos (Revelação).

Foram homenageados nesta edição o ator e diretor Roberto Oliveira, fundador do Depósito de Teatro, e Nilton Filho, que há mais de 25 anos mantém o Teatro Nilton Filho, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Nilton Filho já exerceu a função de diretor executivo da Federação de Teatro Amador do Rio Grande do Sul (Fetargs) no período entre 1995 a 1997, incentivando a qualidade, vigor e seriedade do teatro amador.

Uma performance da Cia Teatro Novo também integrou o evento, em homenagem a Ronald Radde e a outros artistas que faleceram neste ano. O público pode conferir uma cena do espetáculo Tempos de Solidão – Missa do Orfanato, do Projeto Ópera na UFRGS, com regência de Diego Schuck e direção de Camila Bauer, além da apresentação da banda Som Central.

Realizados anualmente desde 1977 pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, os prêmios buscam destacar e incentivar a produção das artes cênicas em nossa capital. Aos vencedores foram entregues um troféu especialmente criado em 1993, pelo artista plástico Vasco Prado.  A apresentação da cerimônia de entrega foi comandada por Kátia Suman, Lauro Ramalho e Amanda Gatti. Daniel Lion assinou os figurinos, Mirco Zanini a iluminação e Mauricio Casiraghi a projeção de vídeos.

 

Vencedores Açorianos Teatro

 MELHOR PRODUÇÃO

Grupo Pretagô, por AFROME

MELHOR TRILHA SONORA

Caio Amon, por HABITANTES D’ELA

MELHOR ILUMINAÇÃO

Fernando Ochôa, por O Método Arbeuq

MELHOR FIGURINO

Gustavo Dienstmann, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

MELHOR CENOGRAFIA

Rodrigo Shalako, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

MELHOR DRAMATURGIA

Diones Camargo e Marcos Contreras, por Parque de Diversões

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Henrique Gonçalves, por Os dois gêmeos venezianos

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Letícia Kleeman, por Como Gostais

 MELHOR ATOR

Rudinei Morales, por Brechó da Humanidade

MELHOR ATRIZ

Aline Marques, por Valdorf

MELHOR DIREÇÃO

Maurício Casiraghi, por O casal Palavrakis

MELHOR ESPETÁCULO

Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Jurados do Prêmio Açorianos de Teatro 2016: Breno Ketzer Saul, Fabio Cunha, Lutti Pereira, Marcelo Johann, Márcia Azevedo do Canto, Maria Cecília Guimarães, Michele Rolim, Nelson de Magalhães, Pitti Sgarbi, Plínio Mosca, Renato Mendonça e Simone Butelli.

 

Vencedores Tibicuera de Teatro Infantojuvenil

MELHOR PRODUÇÃO

Rococó Produções Artísticas e Culturais, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

MELHOR ILUMINAÇÃO

Leandro Gass, por Flamenco Imaginário

MELHOR FIGURINO

Antonio Rabadan, por Flamenco Imaginário

MELHOR CENOGRAFIA

Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquíria Cardoso por Andarilho
MELHOR TRILHA SONORA

Raquel Grabauska e Gustavo Finkler, por Cuidado que Ronca
MELHOR DRAMATURGIA

Lú Endress, por Andarilho

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Henrique Gonçalves, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Clarissa Siste, por A Dama e o Vagabundo em Paris

MELHOR ATOR

Gustavo Dienstmann, por Andarilho

MELHOR ATRIZ

Valquíria Cardoso, por Andarilho

 MELHOR DIREÇÃO

Alex Limberger, por Andarilho

MELHOR ESPETÁCULO

Andarilho

Jurados do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantojuvenil 2016: Mima Ponsi, Juliana Barros, Patrícia Ragazzon, Pedro Delgado, Plínio Marcos Rodrigues e Plínio Mosca.

 

Vencedores Revelação

MELHOR  ATOR

Emílio Speck, por Homem Mãe

MELHOR ATRIZ

Hayline da Rosa Vitória, por Tabataba

MELHOR DIREÇÃO

Thais Andrade, por Aos sãos

MELHOR ESPETÁCULO

Aos sãos

Jurados do Prêmio Revelação 2016: Breno Ketzer Saul, Patrícia Maciel, Paulo Guerra e Silvana dos Santos Rodrigues.

Ficha técnica

Apresentadores Katia Suman, Lauro Ramalho e Amanda Gatti

Apresentações artísticas

Performance: Cia Teatro Novo, Homenagem a Ronald Radde e falecidos 2016

Direção: Karen Radde
Mestre de cerimônias: Adriano Cescani
Elenco: Renata Bregagnol, Luciano Pieper, Clarissa Siste, Daniel Anillo, Fabrízio Gorziza, Juliano Passini, Livia Perrone, Karen Radde, Lucas Sampaio, Yuri Duarte Niederauer, Vinicius Mello.

Performance: Cena do espetáculo Tempos de Solidão – Missa do Orfanato, do Projeto Ópera na UFRGS

Música de W. A. Mozart.

Regência: Diego Schuck

Preparação vocal: Luciana Kiefer

Direção: Camila Bauer

Texto dramatúrgico: Pedro Bertoldi

Iluminação: Luiz Acosta e Thais Andrade

Cenário: Elcio Rossini e Renan Vilas

Figurino: Daniel Lion (pixação de Fernanda Pujol)

Maquiagem: Luana Zinn

Solista: Carla Knijnik

Elenco: Alessandra Bier, João Caron, Julia Santos, Jussinei Lorde, Laura Hickmann, Luiz Manoel, Mailson Fantiel, Pedro Schilling, Raíza Rolim,

Coro: Amani Chedid, Anderson Vasconcelos, Calisa Dozza, Carla Knijnik, Caroline Schäfer, Daniel Lumertz, Eduardo Francisco, Fabiana Menezes, Guilherme Roman, Raissa Rochadel, Vinicius Fergutz

Banda Som Central

Pablo SeeaRasta (teclados, violão, vocais)

Thiago Fejão (bateria)

William Artuso (baixo)

Iluminação Mirco Zanini

Vídeo Mauricio Casiraghi

Figurino dos apresentadores Daniel Lion

Assessoria de imprensa Bruna Paulin – assessoria de flor em flor

Social Media Sue Gotardo

Produção Coordenação de Artes Cênicas

Realização Secretaria da Cultura de Porto Alegre

Victorino lança single Férias

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Músico é o mais recente artista do selo DaFne Music

 

 

Victorino lança nesta quinta-feira, 08 de dezembro, o single da canção Férias. A música, composta a partir da história da mãe e tias do músico, tem produção de Guilherme Geyer, com participações especiais de Rafael David (beat synth) e Geyer (backing vocal e violão nylon).

Férias integra o disco Mês de Maio, de 11 faixas, que será lançado no primeiro semestre de 2017 pelo selo paulista DaFne Music, como um desfecho de 2016, ano em que o compositor apostou na fusão do folk e do eletrônico. O trabalho redireciona a carreira de Victorino, que hoje produz seus próprios beats e apresenta as canções em uma performance inédita – nunca vista no Brasil.

O lançamento de Férias marca a entrada de Victorino para o casting da DaFne Music. “O som do Victorino tem um estilo que acho muito bacana. Alguns chamam de Dream Folk, alguns de Lounge Folk, Folk Eletrônico, etc… Uma música claramente composta no violão que foi sendo acrescida de elementos eletrônicos, mas sem perder a textura de madeiras”, aponta Lucas Mayer, produtor musical da DaFne Music. Na esteira, o músico realiza dois shows em SP, um, no dia 14 de dezembro, onde se apresenta em uma noite no jardim do selo, e no dia 17, na House of All.

Em seus dois EPs lançados, Rascunho (2013) e SQN (2015), o gaúcho explora a diversidade instrumental, harmonias vocais e ritmos brasileiros e norte-americanos (folk, country, bluegrass), para construir canções sobre comportamentos e relações. Em 2016, Victorino apostou na fusão do folk com os beats eletrônicos para lançar, em 2017, o disco Mês de Maio. O lançamento da DaFne Music redireciona a carreira de Victorino, que hoje produz seus próprios beats e apresenta as canções em uma performance surpreendente.

Victorino

http://victorinomusica.com/

Facebook: https://facebook.com/victorinomusica

Instagram: https://www.instagram.com/victorinomusica

Ouça e baixe: https://soundcloud.com/victorinomusica
Veja e ouça: https://youtube.com/user/musicavictorino

Biografia

Nascido em Porto Alegre (RS), desenvolveu um processo onde explora o encanto da canção e o movimento da música eletrônica. Em agosto de 2013, lançou virtualmente o seu primeiro EP autoral, “Rascunho”, apresentando três músicas de sua autoria, que estão disponíveis em sites como iTunes, Spotify, Rdio e SoundCloud.

Com este trabalho, obteve reconhecimento da crítica – Rock in Press, MTV, TV Estação Cultura, da TVE e foi destaque na sessão iTunes, entre outros. Um grande incentivo para a continuidade de seu trabalho foi a publicação da lista dos 100 melhores álbuns de 2013, pela Rockinpress (MTV), em janeiro de 2014, que colocou o EP “Rascunho” em 39º lugar.

Em abril de 2015, lançou o single-conceito e videoclipe, “SQN”, ambos financiados coletivamente, juntamente com o produtor e multi-instrumentista Guilherme Geyer, que também produziu “Rascunho”.

Mês de Maio”, a ser lançado em 2017, é o desfecho do ano de 2016, em que Victorino apostou na fusão do folk e do eletrônico. Com 11 músicas – 10 delas produzidas por Guilherme Geyer e uma em co-autoria com Thivá Froés e produzida por Sebastian Carsin -, o trabalho redireciona a carreira do compositor, que hoje produz seus próprios beats e apresenta as canções em uma performance inédita – nunca vista no Brasil. O single “Férias” será lançado em 8 de dezembro de 2016, em todas as plataformas digitais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prêmio Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016 anuncia vencedores nesta sexta

Premio Açorianos

Premiação ocorre dia 09 de dezembro, no Teatro Renascença

 

O teatro gaúcho conhecerá os vencedores do Prêmio Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016 nesta sexta-feira, 09 de dezembro, a partir das 20h, no Teatro Renascença. O evento, uma realização da Secretaria da Cultura de Porto Alegre, através da Coordenação de Artes Cênicas, distribuirá prêmios em 31 categorias, sendo três delas o Prêmio de Júri Popular, que tem votação online pelo site da Prefeitura até o meio-dia de sexta.

No Açorianos o espetáculo com maior número de indicações é Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, concorrendo a prêmios nas 12 categorias, seguido por Movimentos Sobre Rodas Paradas, com sete. Brechó da Humanidade e Como Gostais concorrem a seis prêmios. No Tibicuera de Teatro Infantojuvenil, os espetáculos Andarilho e Flamenco Imaginário são os com maior número de indicações, concorrendo a dez e nove prêmios, respectivamente. No Prêmio Revelação os espetáculos Aos Sãos e Tabataba foram indicados em todas as categorias deste prêmio: ator, atriz, direção e espetáculo.

Os 18 jurados dos prêmios Açorianos e Tibicuera avaliam as produções inscritas nas seguintes categorias: direção, ator, atriz, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, cenografia, figurino, iluminação, trilha sonora, dramaturgia original, produção e espetáculo. Concorrem ao Açorianos de Melhor Espetáculo as montagens Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, Brechó da Humanidade, Movimentos Sobre Rodas Paradas, Como Gostais e O casal Palavrakis. Ao Prêmio Tibicuera integram a lista de indicados a Melhor Espetáculo Andarilho, Flamenco Imaginário, Missão Água e Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas. No Prêmio Revelação, são três concorrentes a Melhor Espetáculo: Aos sãos, Os Sinos da Candelária e Tabataba.

São homenageados nesta edição o ator e diretor Roberto Oliveira, fundador do Depósito de Teatro, e Nilton Filho, que há mais de 25 anos mantém o Teatro Nilton Filho, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Nilton Filho já exerceu a função de diretor executivo da Federação de Teatro Amador do Rio Grande do Sul (Fetargs) no período entre 1995 a 1997, incentivando a qualidade, vigor e seriedade do teatro amador.

Uma performance da Cia Teatro Novo também integra o evento, em homenagem a Ronald Radde e a outros artistas que faleceram neste ano. O público também poderá conferir uma cena do espetáculo Tempos de Solidão – Missa do Orfanato, do Projeto Ópera na UFRGS, com regência de Diego Schuck e direção de Camila Bauer, além da apresentação da banda Som Central.

Realizados anualmente desde 1977 pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, os prêmios buscam destacar e incentivar a produção das artes cênicas em nossa capital. Aos vencedores é entregue um troféu especialmente criado em 1993, pelo artista plástico Vasco Prado. A entrega do mais tradicional prêmio para as artes cênicas de Porto Alegre inicia no Teatro Renascença às 20h, com entrada franca.

 

Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera e Revelação 2016

Ficha técnica

Apresentadores Katia Suman, Lauro Ramalho e Amanda Gatti

 

Apresentações artísticas

Performance: Cia Teatro Novo, Homenagem a Ronald Radde e falecidos 2016

Direção: Karen Radde
Mestre de cerimônias: Adriano Cescani
Elenco: Renata Bregagnol, Luciano Pieper, Clarissa Siste, Daniel Anillo, Fabrízio Gorziza, Juliano Passini, Livia Perrone, Karen Radde, Lucas Sampaio, Yuri Duarte Niederauer, Vinicius Mello.

 

Performance: Cena do espetáculo Tempos de Solidão – Missa do Orfanato, do Projeto Ópera na UFRGS

Música de W. A. Mozart.

Regência: Diego Schuck

Preparação vocal: Luciana Kiefer

Direção: Camila Bauer

Texto dramatúrgico: Pedro Bertoldi

Iluminação: Luiz Acosta e Thais Andrade

Cenário: Elcio Rossini e Renan Vilas

Figurino: Daniel Lion (pixação de Fernanda Pujol)

Maquiagem: Luana Zinn

Solista: Carla Knijnik

Elenco: Alessandra Bier, João Caron, Julia Santos, Jussinei Lorde, Laura Hickmann, Luiz Manoel, Mailson Fantiel, Pedro Schilling, Raíza Rolim,

Coro: Amani Chedid, Anderson Vasconcelos, Calisa Dozza, Carla Knijnik, Caroline Schäfer, Daniel Lumertz, Eduardo Francisco, Fabiana Menezes, Guilherme Roman, Raissa Rochadel, Vinicius Fergutz

 

Banda Som Central

Pablo SeeaRasta (teclados, violão, vocais)

Thiago Fejão (bateria)

William Artuso (baixo)

Iluminação Mirco Zanini

Vídeo Mauricio Casiraghi

Figurino dos apresentadores Daniel Lion

Assessoria de imprensa Bruna Paulin – assessoria de flor em flor

Social Media Sue Gotardo

Produção Coordenação de Artes Cênicas

Realização Secretaria da Cultura de Porto Alegre

 

Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016

09 de dezembro, 20h

Teatro Renascença – Av. Erico Verissimo, 307

Entrada Franca

Open Feira de design promove sua última edição de 2016 no dia 10 de dezembro

 

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Evento comemora um ano de existência com 40 expositores reunidos no Pátio Ivo Rizzo

 

A Open_Feira de Design reunirá no sábado, 10 de dezembro, no bairro Moinhos de Vento, mais de 40 marcas do design autoral nas áreas de mobiliário, decoração, acessórios, vestuário, brinquedos, pet, entre outras. Esta é a última edição de 2016, quando completa um ano de projeto. retornando à programação no Pátio Ivo Rizzo em março de 2017. De acordo com a curadora da feira, Camila Farina, o tema da Open #11 quer trazer a celebração do Natal, mas sugerindo um momento de reflexão: Vamos nos (re)unir mais? Vamos ser mais tolerantes com as diferenças e ajudar o próximo como forma de crescermos todos juntos, ainda mais? A feira de dezembro marca a última edição mensal, que acontece de março a dezembro no Pátio Ivo Rizzo. Sendo assim, temos muito, muito a agradecer a todos os que estiveram com a gente e também precisamos comemorar essa conquista – nunca achamos que ia dar certo, simplesmente pensamos que Porto Alegre precisava de uma feira de design e fizemos uma”, declara.

A edição 11 fecha um ciclo e celebra a coexistência, como propõe o convidado de design gráfico Vini Marques, em um projeto visual incrível que mostra a representação de diversas religiões e crenças em harmonia. Este é um dos maiores objetivos do projeto: promover encontros harmônicos e presentear a cidade com mais Open_Feira de Design no ano que vem. Realizada sempre no segundo sábado do mês, no Pátio Ivo Rizzo, na Rua Félix da Cunha 1213, o evento busca apresentar ao público produtos com foco em projetos originais, além de incentivar o mercado do design independente. Todos os expositores passam por uma curadoria de design organizada por Camila, diretora da Maria Cultura, que também é professora de Design em cursos de graduação e pós-graduação. A curadoria garante que exista sempre uma rotatividade das marcas, ou seja, nenhuma edição é igual a outra. Além dos expositores de design, a Open apresenta sempre expositores com opções gastronômicas e cerveja artesanal.

A Rádio Unisinos FM, parceira do evento, marca presença durante o dia, comandando trilha sonora. Nesta edição a Unisinos convida a marca Amarallina da ex-aluna Sofia Britto: “Amarallina nasceu da vontade de traçar histórias e sentimentos através do bordado. Acreditamos que a roupa pode ser uma extensão do corpo humano, uma segunda pele, e que podemos nos comunicar através do que vestimos. Sendo assim, porque não ter uma peça de roupa que conte as suas vivências”. O maior elemento de estilo da marca é o bordado, sempre único, com peças de design simples, com modelagens confortáveis e cores neutras, com uma produção embasada nos princípios do slowfashion, com a confecção feita inteiramente por Sofia. http://www.amarallina.com/ | www.facebook.com/amrllina

A cada edição a Open convida um designer para desenvolver seu conceito visual. O projeto gráfico desta edição foi desenvolvido pelo designer Vini Marques, trazendo uma proposta inspirada na intolerância religiosa e no desejo que a gente possa coexistir sem brigas e sem guerras, que a gente aprenda a ouvir o que o outro tem a dizer e que a gente aprenda a se respeitar mais. Então, de uma maneira harmônica, o designer uniu as religiões mais expressivas do mundo (Cristianismo, Islamismo, Judaísmo, Budismo e hinduísmo) representados com seus símbolos. Em primeiro plano, vemos um homem e uma criança, representando esse entendimento e consciência de cada cultura religiosa. A Open_Feira de Design tem entrada franca e ocorre das 11h às 20h, sempre no segundo sábado do mês. Existe possibilidade de troca de data em caso de chuva.

Fique por dentro da programação: openfeiradesign.com | facebook.com/openfeiradesign

Marcas confirmadas:

53 Decor

About:Blank Clothing

AE cerâmicas

Amarallina

Bianca Leal acessórios

Brandolt Store

Carol W

Cave Design

Claudia Casaccia

Côté

CRISTINA ESPINOZA

Draisiana

Fernanda Sica comfort clothes

Fran Fabrique

galeria hipotética

Graziela Marcondes

Haikai T-Shirt

Horta de Algodão

Idea.602 // Studio Criativo

Juliana Valadares

Lucas Moraes

Le Petit PôA

Littlefant

Matagal

Matiz

Miniatura para Meninas

mofo

Petrel

Pic Nic – Felicidade em Família

Preza

Squame

SUEKA

Tal Mãe, Tal Filha

Verlauf Design

ViraLua

Vitória Cuervo

 

Para beber:

Lhama Beer

WineStation

Tea Shop Brasil

 

Para comer:

Cia das Empadas

// Manifesto pelo Design // Queremos design. Queremos produtos que contem histórias e que assim colaborem com as nossas. Queremos estimular o consumo consciente. Queremos causar surpresa com presentes que sejam úteis. E além de tudo queremos incentivar novos criadores abrindo espaço para novos fluxos econômicos. Queremos fazer parte da mudança e conviver com pessoas que também pensem como a gente. // Fale com a gente open@mariacultura.com.br

 

// Serviço – Open_Feira de Design #11

Onde: Pátio Ivo Rizzo (Félix da Cunha, 1213 – Moinhos de Vento)

Quando: Sábado, 05 de dezembro, das 11h às 20h Entrada gratuita

// Mais informações http://www.openfeiradesign.com https://www.facebook.com/openfeiradesign/

https://www.facebook.com/events/564533113756672/

 

// Sobre a Maria Cultura

A Maria Cultura é uma agência cultural que trabalha no desenvolvimento de projetos culturais. Especializada em áreas da cultura urbana como moda, design, artes visuais em geral, projetos ao ar livre, além de atender marcas como Lojas Pompéia, Unisinos, Duocasa, em função do patrocínio a projetos, faz a gestão da programação do Pátio Ivo Rizzo e tem no currículo iniciativas de sucesso como o carnaval Maria do Bairro, Pixel Show, Cut&Paste, Maratona Mude e diversas exposições como Mais Tempo Que lugar (Goethe Institute/Usina do Gasômetro), Transfer_cultura urbana_arte contemporânea(Santander Cultural), Italian Genius Now Brasil (Santander Cultural), Vinte(ver)Quintana (Shopping Praia de Belas), Imagina Erico (Shopping Praia de Belas).

 

 

Cia de Flamenco Del Puerto apresenta espetáculo Milagros no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa

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Montagem conta com a participação do corpo de baile formado pelos alunos da escola, além dos artistas da companhia, no dia 11 de dezembro

 

A Cia de Flamenco Del Puerto, que concorre nesta semana a nove categorias do Prêmio Açorianos de Teatro 2016 com o espetáculo “Flamenco Imaginário”, apresenta sua mais recente montagem no domingo, 11 de novembro, às 20h, no Teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa. Milagros é o resultado da criação coreográfica, pesquisa do movimento e da linguagem flamenca desenvolvidos durante 2016 pelos artistas do grupo e os alunos da escola. O espetáculo conta com a participação do corpo de baile formado pelos alunos do centro de formação da Del Puerto, além dos artistas da companhia e de artistas convidados.

A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural que envolve a Arte Flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012 e 2014, o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015. Atualmente a Companhia está em circulação com o espetáculo para crianças, “Flamenco Imaginário”, indicado em nove categorias do troféu Tibicuera de teatro infanto-juvenil, no Prêmio Açorianos de Teatro 2016.

A apresentação de Milagros ocorre às 20h, no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75), com ingressos a R$ 60,00 e descontos para idosos, estudantes, artistas e funcionários da Santa Casa. As entradas podem ser adquiridas antecipadamente na sede da Del Puerto (Av. Cristóvão Colombo, 752). No dia do espetáculo, a bilheteria abre uma hora antes da apresentação. Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.

Milagros

11 de dezembro, domingo, 20h | Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa – Av. Independência, 75 – estacionamento no local
Ingressos: R$60,00 inteira | R$30,00 (idosos, estudantes, artistas e funcionários da Santa Casa)
Ponto de venda antecipada: Del Puerto – Av. Cristóvão Colombo 752

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
REALIZAÇÃO: Del Puerto Produções e Centro Histórico-Cultural Santa Casa

Pulso chega a Porto Alegre com apresentações de 09 a 18 de dezembro na Usina do Gasômetro

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Estrelado por Elisa Volpatto, espetáculo é um solo sobre a vida e obra de Sylvia Plath

 

Após estrear e promover mais duas temporadas em São Paulo este ano, a gaúcha Elisa Volpatto chega a Porto Alegre com o Vulcão [criação e pesquisa cênica] para as apresentações de Pulso, dirigido por Vanessa Bruno, entre 09 e 18 de dezembro, de quinta a domingo sempre às 20h, na sala 503 da Usina do Gasômetro.

Pulso é uma pesquisa e criação teatral a partir da vida e obra do ícone da Poesia Confessional norte-americana, Sylvia Plath, construído das indagações da diretora à atriz, que respondeu cenicamente. Valendo-se de materiais como as biografias A Mulher Calada, de Janet Malcolm e Ísis Americana – A vida e a arte de Sylvia Plath, de Carl Rollyson, Os Diários de Sylvia Plath, organizado por Karen V. Kukil e também o mais importante livro de poemas de Sylvia, Ariel, a atriz organizou a dramaturgia do espetáculo.

Mantendo a poética particular da autora, o solo explora, para além do feminino, as vicissitudes de todo e qualquer ser humano a partir, ora de fragmentos biográficos da escritora, ora das potências que sua obra desdobra. O espetáculo se passa durante o último dia de vida da poetisa para revelar, em tom confessional – característica determinante da literatura da Sylvia Plath –, memórias e devaneios de alguns dos momentos de sua vida.

Para Vanessa, a montagem não se pretende linear, mas, fragmentada, com lógica própria. “A linguagem cênica contemporânea articula-se com literatura poética da vida e obra de Sylvia Plath para a construção de um trabalho intimista”, conta ela. Já Elisa explica que o espetáculo busca questionar, por meio do material artístico criado a partir de Sylvia, o próprio papel da artista feminina atualmente.

Café, ovo e bebida alcoólica

A ideia de levar Sylvia Plath aos palcos partiu de uma vontade da atriz de falar da criação artística dentro de um universo feminino. “Sylvia Plath tem uma forma de escrita única, que só existe devido à influência do ambiente que a circunda. Imagine uma mulher tentando ser poeta na década de 1950, quando o comum era ficar em casa cuidando dos filhos”, conta.

O cenário é composto por um fogão e uma cadeira, que delimitam o espaço de jogo da atriz. Objetos caseiros como xícaras, pratos, panos e copos compõem um ambiente familiar, encarcerando a personagem. Um clima sensorial é criado quando cheiros – de café, ovo quebrado e bebida alcoólica – invadem o ambiente intensificando a relação da atriz com o material artístico criado. A interferência de vídeo e trilha sonora também contribui para a construção de uma atmosfera onírica.

Além da temporada, Elisa e Vanessa ministram a oficina Sala de Ensaio Autoras em Cena, durante os dias 13, 14 e 15. A diretora desde 2010 vem pesquisando procedimentos de transposição da literatura para a cena, inicialmente a partir da obra de Clarice Lispector, o que resultou em seu trabalho de mestrado. A pesquisa ampliou-se para processos com outras autoras, como Sylvia Plath no espetáculo Pulso e também com Marguerite Duras no espetáculo A Dor. Esse deslocamento da literatura para a cena tem sido o objeto maior de investigação do Vulcão [criação e pesquisa cênica] que já projeta novos trabalhos para 2017 a partir das obras Orlando, de Virginia Woolf e de mais dois textos de Clarice, Água Viva e Águas do Mundo.  As inscrições custam R$ 200,00 e devem ser realizadas através de envio de breve CV e carta de intenção para pulsoplath@gmail.com

A montagem, que teve parte de seu orçamento financiado por uma campanha de crowdfunding no final de 2015, promoverá para os colaboradores gaúchos do projeto uma sessão especial no dia 08 de dezembro. As apresentações abertas ao público em geral têm ingressos a R$ 30,00 com meia entrada para estudantes, classe artística e maiores de 60 anos. Para saber mais, acesse: www.facebook.com/pulsoplath | http://www.vulcao.art.br/

Saiba Mais

Sobre o Vulcão [criação e pesquisa cênica]

Surgido da união de artistas autônomos com desejo comum de concretizar suas pesquisas artísticas e criações autorais, o VULCÃO [criação e pesquisa cênica] desenvolve projetos de investigação teatral que explorem a condição humana. Formado pela atriz e diretora Vanessa Bruno, pela atriz e preparadora corporal Livia Vilela, as atrizes Elisa Volpatto e Rita Grillo e pelo ator e produtor Paulo Salvetti, o VULCÃO deseja aproximar diferentes linguagens, unir dança ao teatro, literatura e vídeo e vê como motor catalizador – principal e determinante – o trabalho do intérprete. Os propositores do VULCÃO acreditam e estabelecem relação democrática entre si por princípio. Saúdam a singularidade de cada um e expõem seus projetos à interlocução sem imposição temática, estética ou hierárquica com o objetivo de colocar para fora o que lhes ferve por dentro. http://www.vulcao.art.br/

Direção e atriz

Vanessa Bruno – desde 2004 colabora no Centro de Pesquisa Teatral – CPT dirigido por Antunes Filho, onde esteve como atriz em A Pedra do Reino, Prét-à-porter 9 e na condução de aulas no CPTzinho. Dirigiu O Ovo e a Galinha (2010) e Brincar de Pensar (2013) ambos com a literatura de Clarice Lispector e A Dor (2016) a partir do livro La Douleur, de Marguerite Duras.

Elisa Volpatto – atriz gaúcha, residente em São Paulo desde 2010. Protagonizou a série Mulher de Fases, da HBO, em 2011 e um ano antes recebeu o prêmio Kikito de melhor atriz pelo curta Um Animal Menor. Em 2012 estudou Method Acting no The Lee Strasberg Theater and Film Institute, em Nova York. No mesmo ano foi dirigida por Juliana Galdino, no Club Noir, nas peças Depressões e Bruxas.

Proposição e Interpretação – Elisa Volpatto.

Direção – Vanessa Bruno.

Preparação Corporal e Assistência de Direção – Livia Vilela.

Iluminação – Maurício Shirakawa.

Trilha Sonora – Edson Secco.

Laboratório de Criação de Figurino – Carolina Sudati.

Identidade Visual – Cezar Siqueira e Marcelo Bilibio.

Visagismo – Britney.

Fotos – Betânia Dutra, Cezar Siqueira, Bob Sousa e Victor Iemini.

Produção – Paulo Salvetti.

Produção Local – Ana Luiza Bergman

Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.

Apoio – Casa das Caldeiras, Benfeitoria, Cia Rústica de Teatro, Usina das Artes, Casa de Cinema de Porto Alegre, Pocilga Filmes, Casa de Teatro de Porto Alegre.

Realização – Vulcão [criação e pesquisa cênica].

Duração – 50 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos.

Sinopse – Solo inspirado na vida e na obra do ícone da poesia confessional norte-americana dos anos 1950, Sylvia Plath. A peça escolhe como situação cênica o último dia de vida da poetisa para revelar, em tom confessional – característica determinante da literatura da autora, memórias e devaneios de alguns dos momentos de sua vida.

 

Pulso – a partir da vida e da obra de Sylvia Plath

De 09 a 18 de dezembro, de quinta a domingo, 20h

Sala 503 Usina do Gasômetro – Av. Presidente João Goulart, 551

Ingressos a R$ 30,00 – venda no local

Descontos de 50% para estudantes, idosos e classe artística

Muovere Cia de Dança Contemporânea realiza apresentações de Choking nos dias 09 e 10 de dezembro

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Sessões ocorrem no auditório do Instituto Ling

Após o sucesso de sua temporada de estreia, o novo espetáculo da Muovere Cia de Dança Contemporânea, que em 2016 completa 27 anos de trajetória, retorna para apresentações nos dias 09 e 10 de dezembro, no Instituto Ling. Choking integra o projeto Webcoreô, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014.

O espetáculo de dança, é um “estudo” atravessado por interfaces digitais e criado a partir de questionamentos sobre as relações estabelecidas entre realidade e ficção na interação cotidiana com a internet. Choking apresenta um conjunto de peças coreográficas que dialogam sobre noções de violência, movimento, sincronismo e anacronismo, perpassando o referencial imagético e sensível criado pela Cia Muovere ao longo de seus 27 anos.

Em que medida a internet, a web e os dispositivos interferem no movimento artístico do corpo?   Choking é composto de episódios, onde as camadas se trançam, em tempo real, nas variações de tempo e distância do espaço teatral. Segundo Jussara Miranda, diretora da companhia e do espetáculo, o ponto de partida da criação se baseia na questão da dança moribunda, noção citada pela coreógrafa no artigo Processos endêmicos ativados por picadas, in Políticas Culturais: teoria e práxis, 2011. Trata-se da dança das bordas, ou aquela que atrai nosso olhar para as ocorrências fora da zona de maior atenção. Para a Muovere, a dança moribunda trilhou no compasso da criação e montagem como um fio condutor, sobre “qual é a sua dança?”, um dos questionamentos que guia o desenvolvimento do projeto Webcoreô, que também contou com um seminário sobre tecnologia, dança e corpo, por Ivani Santana.

“O interesse de trabalhar com a dança com mediação tecnológica foca na experiência sensorial e perceptiva a que se propõe o espetáculo, e não no uso de dispositivos, por si. A tecnologia está em Choking para potencializar nossas escolhas, ideias e pensamentos”, afirma. “Choking é um espetáculo-estudo. Criado a várias mãos investiu no campo das possibilidades, onde cada integrante da equipe tem sua parte de colaboração”, comenta Jussara.

As bailarinas Angela Spiazzi, Joana Amaral e Leticia Paranhos emprestam suas valiosas experiências de vida e arte para compor sentido junto à primorosa direção artística de Diego Mac.

Com figurinos de Antonio Rabadan, projeto gráfico de Sandro Ka, luminotécnica de Ricardo Vivian, projeto de maquiagem de Nilton G. Junior, Choking conta com o apoio do Instituto Ling, recebendo a Muovere em residência para a montagem do projeto, bem como a temporada de estreia e as apresentações de dezembro, que ocorrem às 20h e 21h na sexta-feira e às 20h no sábado, com ingressos entre R$ 20,00 e R$ 40,00

Ficha técnica

Coordenação Geral e Direção Coreográfica: Jussara Miranda

Coordenação Artística e Direção Cênica: Diego Mac

Elenco: Angela Spiazzi, Joana Amaral e Letícia Paranhos

Coordenação de Produção: Joice Rossato – Aresta Cultural

Produção Executiva: Laís Werneck

Iluminação e Videografia: Ricardo Vivian

Figurino: Antonio Rabadan

Costura: Marcia Groski

Maquiagem: Nilton Gaffrée Jr.

Identidade Visual e Projeto Gráfico: Sandro Ka

Fotografia: Cristina Lima, Gui Malgarizi e Rossato Lima

Texto – Episódio Tutorial: Gui Malgarizi

Trilha Sonora Pesquisada e Intervenção Cênica: Diego Mac

Registro e Edição Videográfica: Rossato Lima

Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

 

Sinopse

“Fios, telas, carnes, operações, olhos, figuras, figurinos, roupa de batalha, espaços reais, espaços virtuais, imagens, tempo objetivo do relógio, tempo dramático do espetáculo: tudo junto, misturado, no palco, no lugar dos acontecimentos. Ponto de partida”. (por Diego Mac)

Duração: 45 minutos

Classificação: livre

facebook.com/ MuovereCiadeDancaContemporanea

Choking

Dias 09 e 10 de dezembro

09: 20h e 21h | 10: 20h

Ingressos a R$ 40,00 – descontos para idosos, estudantes e classe artística

Instituto Ling – Endereço: R. João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre – RS, 90470-260 – Telefone:(51) 3533-5700

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