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Exposição com obras inéditas de Britto Velho inaugura em 12 de junho no Theatro São Pedro

Obra Britto Velho_crédito_Nathalia Sasso (5)

Personagens conta com dez obras inéditas do artista e integra a programação dos 160 anos do teatro

Porto Alegre, 04 de junho de 2018 – Na próxima terça-feira, 12 de junho, às 19h, o Theatro São Pedro abre as portas de sua sala de exposições para receber a mostra Personagens,com dez pinturas inéditas de Britto Velho, integrando as comemorações dos 160 anos do teatro, que ocorre no final do mês.

Com curadoria de Cézar Prestes, Personagens estará exposta ao público com entrada franca no mesmo local que abriga um importante marco da história das artes visuais do Estado. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, prestes a completar 64 anos, já funcionou no foyer do Theatro. Em julho de 1957, com seu primeiro diretor, Ado Malagoli, que hoje nomeia o Museu, abria sala expositiva do MARGS no foyer do São Pedro, sua sede por 16 anos.

“Esta mostra comemorativa com as criações do reconhecido artista Britto Velho, composta por obras recentes inéditas na técnica que caracteriza a maior parte do seu trabalho, pintura acrílica sobre tela, mostrará seus personagens imaginários. São figuras “brittovelhianas” que mapeiam a trajetória do artista com tonalidades vibrantes em composições carregadas de identidade e teatralidade que irão festejar a dupla importância do Theatro São Pedro para a cultura”, declara o curador.

De acordo com o artista, seu início na arte foi aos nove anos pela pintura: “uma tela, tintas e pincel. Sinto que essa é a técnica que mais me representa, principalmente pelas cores”. Nas dez pinturas selecionadas para a mostra, personagens fictícios habitam as telas: “os imagino passeando, comunicando-se com o palco, com o teatro, com as pessoas que estão a volta, figuras lúdicas que existem nas peças de teatro”, conta.

A mostra estará aberta ao público de 13 de junho a 22 de julho, com entrada franca. A mostra estará aberta ao público conforme programação do TSP: em dias de espetáculos, de terça a sábado às 19h e domingos às 16h.

Personagens, exposição de pinturas de Britto Velho

Sala de Exposições Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Abertura, 12 de junho, 19h

Exposição aberta ao público de 13 de junho a 22 de julho

Em dias de espetáculos, de terça a sábado às 19h e domingos às 16h.

No mês das comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, o artista visual e maestro das cores Britto Velho homenageia esse espaço que conta a história do teatro nacional. E mais: abriga também importante marco da história das artes visuais do Estado. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, prestes a completar 64 anos, já funcionou no foyer do Theatro. Em julho de 1957, com seu primeiro diretor, Ado Malagoli, que hoje nomeia o Museu, abria sala expositiva do MARGS no foyer do São Pedro, sua sede por 16 anos.

Esta mostra comemorativa com as criações do reconhecido artista Britto Velho, composta por obras recentes inéditas na técnica que caracteriza a maior parte do seu trabalho, pintura acrílica sobre tela, mostrará seus personagens imaginários. São figuras “brittovelhianas” que mapeiam a trajetória do artista com tonalidades vibrantes em composições carregadas de identidade e teatralidade que irão festejar a dupla importância do Theatro São Pedro para a cultura.

Cézar Prestes,  Curador 

Estou muito contente em fazer a exposição Personagens no mês do aniversário de 160 anos do Theatro São Pedro. Tive a honra de receber esse convite do Dilmar Messias, diretor artístico da casa. O Theatro São Pedro é uma referência para as artes e foi inclusive o primeiro espaço que Ado Malagoli usou para criar o Margs, em 1955.

A exposição Personagens contempla 10 pinturas mais recentes, em tamanhos diferentes. Nelas, personagens fictícios que eu as imagino passeando, comunicando-se com o palco, com o teatro, com as pessoas que estão a volta, figuras lúdicas que existem nas peças de teatro. De todas as coisas que eu faço, como gravuras, esculturas e desenhos, a pintura é a que mais me representa, principalmente pelas cores. Muitos artistas iniciam pelo desenho, mas minha primeira arte foi aos 9 anos justamente pela pintura, com uma tela, tintas e pincel. Eu sinto que essa é o que mais me representa.

Britto Velho, artista

Britto Velho, ao longo dos anos, construiu uma obra absolutamente pessoal. Quem tem acompanhado seu trabalho tem descoberto um universo único, que não faz qualquer concessão ao fácil ou ao simples: a elaboração de seus trabalhos é meticulosa, e cada peça vai-se revelando como aqueles antigos enigmas escritos com tinta invisível. O receptor precisa descobrir as imagens que só vão se revelando a ele após a junção das partes aparentemente desconexas e individualizadas. Com isso, descobre-se uma narrativa forte e desafiadora: surrealismo, ingenuidade? Na verdade, nem uma coisa nem outra. A obra de Britto Velho se afirma enquanto discurso único, que encanta e, ao mesmo tempo, se coloca como um desafio: decifra-me, se não te devoro…

Antonio Hohlfeldt, Presidente da Fundação Theatro São Pedro

Minha rua tem um pintor

Sinto o mesmo orgulho que acredito tenha sentido o nosso querido Erico quando dizia: “Moro numa cidade que tem Orquestra Sinfônica”. Pois eu “Moro numa rua que tem um pintor!” O Britto Velho ilumina minhas manhãs. Sempre que passo pelas janelas do seu atelier, vejo o mestre pintando, concentrado. Suas personagens exóticas e coloridas carregam uma teatralidade absurda, onde estão presentes todos os sentimentos humanos. Entro e saio deste universo peculiar e suas expressivas criaturas com alguns passos. É um luxo que eu desfruto, ora lentamente, ora rapidamente. Às vezes, esquecendo a pressa, posso acompanhar parte da criação do artista, bater um bom papo e desfrutar do saboroso café da Zuneide. E toda esta maravilha só acontece porque moro numa rua onde também mora um extraordinário artista plástico: Britto Velho.

Dilmar Messias, Diretor Artístico do Theatro São Pedro

Carlos Carrion de Britto Velho (Porto Alegre RS 1946). Pintor, desenhista, gravador, professor e escultor. Muda-se para Buenos Aires (Argentina) e reside dos onze aos dezenove anos na cidade, onde faz as primeiras pinturas. Em 1965 retorna a Porto Alegre, onde expõe pela 1ª vez em 1971. Estuda litografia com Danúbio Gonçalves, em 1974.

No ano seguinte, viaja a Paris (França) e faz estágio na gráfica de litografia Desjobert. Na cidade pinta a série Reflexões e Variações sobre a América Latina, onde as figuras em cores escuras surgem vendadas e com microfones, que segundo o artista representam uma denúncia à ditadura da época. Fica em Paris até 1976, quando volta ao Brasil e passa a lecionar pintura no Ateliê Livre da Prefeitura de Porto Alegre, entre 1978 e 1981. Nessa época ocorre uma mudança em seu trabalho. As figuras passam a ter olhos novamente e como no início de sua carreira, são pintadas em tonalidades mais claras.

Em 1981, as figuras ganham um 3º olho, o que segundo o artista significa o olho da visão interior. Nas pinturas, interagem o homem, animais e objetos do cotidiano, como elefantes de rodas, transformando-se em veículos e esses possuindo membros humanos. A partir daí em todas as pinturas observam-se os três olhos, até 1995, quando volta a pintar figuras com dois olhos. É convidado pela Rede Brasil Sul de Comunicações de Porto Alegre a fazer um outdoor para o projeto Vamos Colorir a Cidade. Muda-se para São Paulo em 1985 e no ano seguinte participa da 2ª Bienal de Havana. Participa do Projeto Extremos, uma exposição de pintura com Aprígio Fonseca, Dina Oliveira e Leonel Mattos, montada em 10 capitais brasileiras. É convidado pelo Sesc Pompéia em São Paulo a realizar o cartaz da exposição Gente de Fibra, mostra de que participa com esculturas.

Em 1991, volta a morar em Porto Alegre, onde recebe homenagens do Museu de Arte Contemporânea de Porto Alegre – MAC e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – Margs que dão destaque a sua obra. Nessa época realiza a retrospectiva O Realismo Mágico de Britto Velho, com obras desde 1975. Realiza em 2011, na La Photo Galeria, uma mostra individual de pinturas, com recentes produções do artista. Em 2012, ganhou o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, e a Casa Rima e os criativos da Galeria Mascate apresentam a edição limitada de estampas do consagrado artista Britto Velho, dando continuidade em 2013, com o lançamento de baguettes. Vive atualmente em Porto Alegre, onde ministra cursos particulares de pintura em seu ateliê.

Novo espetáculo da Macarenando Dance Concept estreia em 08 de junho no Instituto Ling

SITE - Abobrinhas Recheadas Rei Roberto - Foto Gui Malgarizi e Dani Dutra (1)

“Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto” é uma homenagem à obra de Roberto Carlos

 

Porto Alegre, 01 de junho de 2018 –  A Macarenando Dance Concept estreia no dia 08 de junho seu mais novo espetáculo no Instituto Ling: Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto é uma homenagem à obra do compositor e cantor Roberto Carlos.  A montagem integra o projeto Ponto de Teatro, que conta com curadoria do jornalista e crítico teatral Renato Mendonça, que promove montagens inéditas de grupos locais com apoio do Instituto Ling.

Primeiro espetáculo de Stand-Up Dance Comedy do RS, “Abobrinhas Recheadas” é um espetáculo de Dança e Comédia criado a partir do jogo coreográfico “Dance a Letra”, em que as coreografias são desenvolvidas a partir de pesquisa de gestos literais de letras de músicas populares. A edição inédita “Rei Roberto” é a terceira produção do grupo neste formato.

De acordo com Diego Mac, que assina a direção do espetáculo ao lado de Gui Malgarizi, Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto foi construído a partir de um resgate muito pessoal e que de alguma maneira alcançará os mais diversos públicos: “ninguém é imune a Roberto Carlos. Na primeira passada, selecionei quase 300 canções. Precisei de um olhar de fora para controlar o fã”, declara.

Músicas como “Além do horizonte”, “Não vou ficar”, “Se você pensa”, “Esse cara sou eu”, “Todos estão surdos” e “Eu te darei o céu” integram o setlist com 55 canções da performance, que surgiu como um desdobramento da criação do espetáculo anterior do grupo, “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, que estreou em 2017: “neste repertório já havia canções que Roberto cantou ou compôs (Como Dois e Dois, Força Estranha, Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos). Além disso, os tropicalistas valorizaram muito o Rei e a Jovem Guarda, por isso o passo seguinte, chegando a Roberto Carlos, foi natural”, conta Malgarizi.

Segundo o curador do Ponto de Teatro, Renato Mendonça, “a Macarenando é uma força estranha”, onde não há uma afinação com os costumes do campo de dança mais convencional e sim uma tentativa de explorar novos públicos, novas formas, novas relações entre cena e plateia. “Criado quase como um exercício de interação com o público, que propunha nomes de músicas para que os bailarinos as convertessem em coreografias, ‘dance a letra’ transformou-se em um jogo complexo de significados. Se, no início, o gesto tentava traduzir literalmente o significado da palavra ou do verso, com a sequência de espetáculos, ‘dance a letra’ virou quase um ‘pense a letra”, afirma.

Assinam a coreografia Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Dani Boff, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Diego Mac, Giulia Baptista Vieira, Gui Malgarizi, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree Jr. e Sandra Santos. No elenco estão Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.

As apresentações ocorrem sexta-feira às 20h e sábado às 18h, de 08 a 23 de junho, com ingressos a R$ 40,00 e descontos para estudantes e pessoas acima  de  60 anos,  mediante comprovação na entrada do teatro, à venda pelo site http://www.institutoling.org.br/. Mais informações: http://www.institutoling.org.br | https://www.facebook.com/macarenando | http://www.macarenando.com.br

 

Ficha Técnica

  • Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
  • Coreografia: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Dani Boff, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Diego Mac, Giulia Baptista Vieira, Gui Malgarizi, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree Jr. e Sandra Santos.
  • Produção: Sandra Santos
  • Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
  • Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
  • Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Roberto Carlos
  • Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
  • Apoio: Casa Cultural Tony Petzhold
  • Duração: 60 minutos
  • Realização: Macarenando Dance Concept
  • Classificação etária: livre

 

Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto

08, 09, 15, 16, 22, 23 de junho
Sextas às 20h, sábados às 18h

Instituto Ling (R. João Caetano, 440)

Duração: 60 minutos
Classificação Etária: Livre

Ingressos

http://www.institutoling.org.br

Inteira – R$ 40,00 | Meia-Entrada – R$ 20,00

Sobre a Macarenando: A Macarenando Dance Concept é um empreendimento cultural que investe na dança como principal linguagem criativa para desenvolvimento de projetos. Inaugurada em 2013, a marca construiu forte presença no setor cultural ao abordar diferentes nichos e perspectivas para a dança. Entre os diferencias da iniciativa estão a simplicidade, o bom humor, a aproximação com o público, a popularização da dança cênica e a formação de plateia, o agenciamento com diferentes setores profissionais, e o desejo de mudar o mundo, mobilizar pessoas e provocar transformações.

 “Roberto passa de geração para geração. Juntar a obra do Rei com a pesquisa da Macarenando, que também tem ligação com o popular, gera uma expectativa agradável.” SANDRA SANTOS, produtora

“Virada de 2004: família no sofá à espera do especial do Rei. Dançar RC é contar a história da Macarenando, do Brasil e da menina de 21 anos que chora ao ouvir Debaixo dos Caracóis ”. GIULIA BAPTISTA VIEIRA, bailarina

“As músicas de Roberto Carlos fazem muito sentido pra mim, me emocionam profundamente. Agora vivo no corpo a beleza das coisas simples nas canções do Rei!” NILTON GAFFREE JR., bailarino

“Abobrinhas Rei Roberto é centro e periferia, é desejo poético e mercadológico, é dar voz aos artistas e ouvir o público. É espetáculo, é brindar à vida de punhos cerrados, é saber onde e como está, é olho no olho. É dançar para rechear.” ARTHUR BONFANTI, bailarino

“Estudar as letras do RC é mergulhar no imaginário coletivo. O desafio de criar o Dance a Letra está sendo grande, mas tenho a meu lado amigos de fé, irmãos camaradas, que tornam as curvas de qualquer estrada uma aventura!” DANI DUTRA, bailarina

“Dançar Roberto é reprocessar detalhes tão pequenos e tão caros do procedimento Dance a Letra. O gesto fala, o gesto grita, mas o gesto também sussurra na esteira da memória que alimenta essa força estranha que me leva a dançar.” DANIELA AQUINO, bailarina

“Minha primeira vez foi quase um acidente: de espectador me transformei em bailarino pra cobrir uma amiga com crise de asma. Desde então, sigo capotando ribanceira abaixo. A cada curva um desafio e muitas emoções! Com RC não poderia ser diferente.” DENIS GOSCH, bailarino

“Este trabalho requer disponibilidade para a constante criação e coleção de movimentos. Pede atenção plena para que a obra esteja sempre viva, através de racionalidade, emoção e jogo.” ALINE KARPINSKI DIAS, bailarina

“Roberto provoca uma experiência dançante e cantante. O corpo dança a letra e a transforma em imagens. As imagens produzem movimentos labiais, quando percebemos estamos cantando. Com o corpo. Com a voz. Que agora é corpo.” DANI BOFF, bailarina

“Caetano foi por urgência. Roberto, por necessidade. A ousada necessidade de rechear um Rei tão lugar-comum, tão cotidiano, tão apaixonado, tão abandonado, tão existencial… que já não parece mais ousado. Rechear Roberto é necessário nos dias de hoje, tão polarizados entre amor e ódio.” JULIANA RUTKOWSKI, bailarina

Já que a inspiração do espetáculo que vamos assistir é o Rei, nada mais justo que iniciar esse texto com uma frase ao mesmo tempo simples e profunda: “A Macarenando é uma força estranha”. Falando sério, o líder da Macarenando Dance Concept, Diego Mac, nunca esteve muito afinado com os costumes do campo da dança mais convencional. Tanto nas parcerias com a Muovere Cia de Dança ou com o Grupo Gaia o impulso sempre foi o de explorar novos públicos, novas formas, novas relações entre cena e plateia. Com o Gaia, por exemplo, encenou a instalação performática O Buraco de Alice (2005) nas escadas de incêndio da Usina do Gasômetro, enquanto Alice [adulto] (2007) ocupou um antigo cinema de bairro. Um de seus principais trabalhos em videodança é Pas de Corn (2006), conciliando dança, tecnologia e cultura popular, e usando como bailarinas… pipocas. Em 2009, embaralhou os conceitos de brega e sofisticado ao organizar o primeiro Flash Mob Dance de Porto Alegre, fazendo mais de 200 pessoas dançarem ao som da épica Macarena. Ao criar a Macarenando Dance Concept, em 2013, Mac dá um passo à frente. Traços que ele já perseguia em sua estética – humor, negação de preconceitos, ampliação de público – não se limitam mais à sua poética, se estendem à produção e à gestão do empreendimento. Um destaque foi quando a Macarenando inverteu o procedimento convencional e propôs um edital para as empresas que quisessem lhe patrocinar. O motor da Macarenando é o procedimento “dance a letra”. Criado quase como um exercício de interação com o público, que propunha nomes de músicas para que os bailarinos as convertessem em coreografias, “dance a letra” transformou-se em um jogo complexo de significados. Se, no início, o gesto tentava traduzir literalmente o significado da palavra ou do verso, com a sequência de espetáculos, “dance a letra” virou quase um “pense a letra”. Agora as coreografias brincam de representar a mesma palavra de diversas maneiras, de valer-se do contexto, de jogar com o próprio processo. Um desafio de imaginação e de parceria do público com o que está em cena. Acredite que a arte é amiga da vida. E a Macarenando é uma das partes mais divertidas dessa amizade. Renato Mendonça, curador do projeto Ponto de Teatro

 

SET LIST [contém SPOILER]

  • Amigo
  • Além Do Horizonte
  • Parei Na Contramão
  • Só Vou Gostar De Quem Gosta De Mim
  • Eu Te Amo, Eu Te Amo, Eu Te Amo
  • Falando Sério
  • É Meu, É Meu, É Meu
  • Café Da Manhã
  • Cama E Mesa
  • Ciume De Você
  • As Curvas Da Estrada De Santos
  • Parei, Olhei
  • Desabafo
  • Splish, Splash
  • Emoções
  • Canzone Per Te
  • Esqueça
  • Coisa Bonita
  • Debaixo Dos Caracois Dos Seus Cabelos
  • Como Vai Você
  • Outra Vez
  • Eu Te Darei O Céu
  • Ilegal, Imoral Ou Engorda
  • Olha
  • Eu Sou Terrível
  • Namoradinha De Um Amigo Meu
  • Quero Que Vá Tudo Pro Inferno
  • Cavalgada
  • Detalhes
  • Negro Gato
  • O Calhambeque
  • Não Vou Ficar
  • Os Seus Botões
  • É Proibido Fumar
  • Se Você Pensa
  • Como É Grande Meu Amor Por Você
  • Jesus Cristo
  • Você Não Sabe
  • Você Não Serve Pra Mim
  • Quando
  • Fera Ferida
  • Esse Cara Sou Eu
  • Todos Estão Surdos
  • De Tanto Amor
  • Sua Estupidez
  • Caminhoneiro
  • Splish, Splash
  • Costumes
  • Você
  • 120, 150, 200 Km/H
  • O Portão
  • É Preciso Saber Viver
  • Eu Quero Apenas
  • Força Estranha

 

Mais informações

http://www.institutoling.org.br
https://www.facebook.com/macarenando
http://www.macarenando.com.br 

Fantomaticos lança single em duas noites de shows na Casa de Cultura Mario Quintana nos dias 13 e 14 de junho

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Banda lança “Andar” pelo selo Ué Discos; ingressos já estão à venda pelo Sympla

 

Porto Alegre, 29 de maio de 2018 – Nos dias 13 e 14 de junho, às 21h, os Fantomaticos lançam single em evento especial – duas noites de gala no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana. A banda apresenta sua mais recente criação, “Andar”, além de canções de seus três álbuns e quatro singles já lançados ao longo de carreira.

“Andar” é uma aventura musical proposta pela banda, um medley inspirado em obras como “Tommy” do The Who, o lado B do disco “Abbey Road” dos Beatles, ‘Tales Of Endurance’, do Supergrass, entre outras. Esse experimento sonoro traz diferentes climas musicais, muitas texturas e vozes, tudo em uma faixa de seis minutos. A banda conta que “tudo foi acontecendo de forma natural. As músicas existiam separadamente há algum tempo, mas eram apenas fragmentos, incompletas. Vimos uma semelhança melódica e de semântica entre elas e disso surgiu a ideia de fazer um disco todo numa música só, experimentar algo que nunca tentamos”.

Diferente dos lançamentos mais recentes, a banda quis imprimir uma sensação mais “quente” à faixa. Segundo Augusto Stern, vocalista e guitarrista, “a intenção era que a gravação soasse um pouco mais como nossos shows ao vivo e um pouco mais como esses medleys que nos inspiraram. A base central da música é um take único gravado no estúdio com bateria, baixo, teclado e violão tocando juntos. Adicionamos a isso às vozes, guitarras e percussões, tudo com pouca edição”, revela. As gravações ocorreram no estúdio da produtora Bunker Sound Design nos primeiros meses de 2018, em Porto Alegre.

Rodrigo Trujillo, vocalista e tecladista, destaca que “foi um processo muito importante, pois a banda toda participou da composição, cada um com algum trecho e, da mesma forma, todos cantaram na música, tanto como voz principal como em backing vocals. Um processo muito coletivo que revela um pouco de cada um no resultado”, afirma.

O design gráfico e fotos do trabalho ficaram por conta de Fábio Alt, parceiro da banda em outras ocasiões, onde já assinou capas de discos, ensaios e produzindo alguns vídeos. O single será lançado virtualmente pelo selo gaúcho Ué Discos, responsável por todos lançamentos mais recentes da banda. O grupo está produzindo para o segundo semestre um projeto especial de celebração dos dez anos de lançamento de seu primeiro disco, “No Bosque”.

Os ingressos já estão à venda pelo sympla.com.br/fantomaticos e custam entre R$ 10,00 e R$ 30,00.

Sobre os Fantomaticos

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Fernando Efron – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais, no Uruguai.

O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!”

Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. Suas canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra).  O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três EPs, já pelo selo gaúcho Ué Discos, que representa a banda. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo e ‘Vale’, que mostra um lado bem acústico e marca a entrada do baterista Pedro Petracco na banda.

O terceiro álbum, intitulado apenas como ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio.

Para saber mais sobre a banda, acesse: fantomaticos.com

Lançamento do single “Andar” – Fantomaticos

13 e 14 de junho, 21h

Teatro Bruno Kiefer – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736

Ingressos – sympla.com.br/fantomaticos

Entre R$ 10,00 e R$ 30,00

Espetáculo com Denise Fraga marca as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro

Ministério da Cultura e Bradesco apresentam:

Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho,

Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

 

em

 A VISITA DA VELHA SENHORA

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De Friedrich Dürrenmatt

 Tradução: Christine Röhrig

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga, Maristela Chelala

 Direção Geral: Luiz Villaça

 

Espetáculo marca as comemorações dos 160 anos de fundação do Theatro São Pedro, com temporada de 27 de junho a 07 de julho

Venda de ingressos inicia em 04 de junho

 

Porto Alegre, 28 de maio de 2018 – Depois do sucesso das apresentações de “Galileu Galilei” em 2016, Denise Fraga, acompanhada de grande elenco e sob direção de Luiz Villaça, volta ao palco do Theatro São Pedro, para uma temporada de duas semanas, com o espetáculo A Visita da Velha Senhora. As apresentações, com patrocínio do Ministério da Cultura e Bradesco, integram as comemorações do aniversário de 160 anos do teatro.

O texto do suíço Friedrich Dürrenmatt apresenta um olhar irônico sobre a fragilidade dos nossos valores morais, da justiça e da esperança. Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo está em turnê pelo Brasil e em Porto Alegre estará em cartaz de 27 de junho a 07 de julho.

Em A Visita da Velha Senhoraque traz 13 atores em cena, Friedrich Dürrenmatt expõe a fragilidade de nossos valores morais e de nossa noção de justiça quando a palavra é dinheiro. A protagonista da peça é quase a encarnação mítica do poder material, a milionária Claire Zachanassian, vivida por Denise, que com seu bilhão põe em xeque a cidade de Güllen.

Os cidadãos da arruinada Güllen esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse. Ouve-se um clamor de indignação e todos rejeitam a absurda proposta.  Claire, então, decide esperar, hospedando-se com seu séquito no hotel da cidade.

A partir dessa premissa, o suíço Friedrich Dürrenmatt nos premia com uma obra-prima da dramaturgia, construindo uma rede de cenas que se entrelaçam, cheias de humor e ironia, um desfile de personagens humanos e reconhecíveis que pouco a pouco, vão escancarando a nossa fragilidade diante do grande regente de nossas vidas: o dinheiro. Quem mata Krank?  Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária?  Ou fará justiça?  O que é fazer justiça?  Até que ponto a linha ética se molda ao poder dinheiro?

Dürrenmatt caracteriza A Visita da Velha Senhora como uma comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão?  O texto se desenrola abrindo ainda outros ramos de reflexão. Dürrenmatt era completamente obcecado pela questão da justiça e as sutilezas de suas fronteiras. O que é justo? O que significa justiça em nossos tempos? Até que ponto o valor moral da justiça se adequa ao poder?  Reconhecível no Brasil nos dias de hoje? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

Segundo Denise, encenar A Visita da Velha Senhora depois de A Alma Boa de Setsuan e Galileu é quase como finalizar uma trilogia.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”, afirma. Em A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, espetáculo visto por mais de 220 mil pessoas, entre 2008 e 2010, a personagem principal perguntava: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel? Como posso ser bom e sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?” Em Galileu Galilei, também de Brecht, espetáculo que esteve um ano e oito meses em cartaz e foi visto por mais de 140 mil pessoas, o tema é revisitado: Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como manter meus ideais comprando meu vinho bom?

Como Brecht, Dürrenmatt é mestre em dissecar as relações de poder e os conflitos morais em suas obras, em questionar o papel do herói e a sua necessidade para uma sociedade justa, em fazer uso do humor para gerar reflexão. Nas três peças: Alma Boa, Galileu Galilei e A Visita da Velha Senhora, tudo isso está explícito. A diferença é que Brecht prefere desconstruir as ilusões de que nos alimentamos e propor uma possível transformação, enquanto Dürrenmatt as mantém vivas e ri delas por serem apenas isso: ilusões, enganos pelos quais lutamos e sempre lutaremos.

“Acredito no poder de transformação pela arte. Na formação do indivíduo pela arte. O teatro como espelho do mundo, nos fazendo rir para nos reconhecer, dando voz a nossa angústia, dando palavras àquilo que pensamos e não sabemos dizer. O humor e a poesia nos ajudando a elaborar o pensamento para agir, para transformar, para viver criativamente, para por a mão da massa da nossa história”, afirma Denise Fraga. “Depois de dois anos e meio de A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, e um ano e meio de Galileu Galilei, do mesmo gênio alemão, sou mais uma vez surpreendida pela potente atualidade de um clássico. Não foi por acaso que cheguei a Dürrenmatt. Foi discípulo, bebeu em Brecht.  Lá está o mesmo fino humor, a mesma ironia e teatralidade. Dürrenmatt também se faz valer do entretenimento para arrebatar o público para a reflexão”, declara a atriz.

A direção é do cineasta Luiz Villaça, que depois do sucesso de “Sem Pensar”, de Anya Reiss, e “A Descida do Monte Morgan”, de Arthur Miller, retorna ao teatro. A montagem tem a sofisticação de contar com cenários e figurinos do mineiro Ronaldo Fraga, que foi o vencedor da 30ª edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. A batuta do maestro Dimi Kireeff, na direção musical, o desenho de luz de Nadja Naira, da companhia brasileira de teatro, Lucia Gayotto na preparação vocal, Keila Bueno nas coreografias e preparação Corporal e Simone Batata, no visagismo.

No elenco, além de Denise, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves.  A Visita da Velha Senhora recebeu indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente.

As apresentações em Porto Alegre ocorrem nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho, às 21h de quarta a sábado, e às 18h aos domingos. Os ingressos custam entre 40,00 e 70,00 e estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 04 de junho.

Por Denise Fraga

Amo a comédia porque confio no humor e na ironia como um poderoso agente para a reflexão. Só se ri daquilo que se entende. O humor chama o pensamento e, com isso, dá eficácia e prazer à comunicação de uma ideia.  É incrível como muitos dos autores tidos como clássicos confiavam nisso, mas estão com a risada do público presa na poeira de suas linhas. É preciso sacudi-las, dar uma escovada, deixá-las voar.

Brecht dizia: divertir para comunicar. Me identifico com isso. Divertir o público e mandá-lo para casa em estado de reflexão é o que tem me garantido a sensação de plenitude com o meu ofício. O sucesso de ALMA BOA e GALILEU me confirmaram a popularidade de Brecht. Mais da metade de nosso público talvez nunca tivesse ouvido falar dele, mas nem por isso deixaram de ser completamente capturados por sua genialidade.

Esta necessidade de propagar aquilo que me tocou o coração, dar-lhe comunicação e clareza para ver mover no outro o que moveu em mim, se tornou mesmo a grande força motriz de meu trabalho. Tem dado certo. E a cada espetáculo, renovo minha esperança de continuar fazendo o Teatro em que acredito.

Ficha Técnica:

Autor: Friedrich Dürrenmatt

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Tradução: Christine Röhrig

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga e Maristela Chelala

Direção Geral: Luiz Villaça

Direção de Produção: José Maria

Elenco: Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Eduardo Estrela,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Beto Matos, David Taiyu, Luiz Ramalho, Fernando Neves,

Fábio Nassar e Rafael Faustino

Direção de Arte: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Dimi Kireeff

Trilha Sonora Original: Dimi Kireeff e Rafael Faustino

Desenho de Luz: Nadja Naira

Produção Executiva: Marita Prado

Preparação Corporal e Coreografias: Keila Bueno

Direção Vocal: Lucia Gayotto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Visagismo: Simone Batata

Assistente de Direção: André Dib

Assistente de Produção: Musical Nara Guimarães

Engenheiro de Mixagem: Fernando Gressler

Camareira: Cristiane Ferreira

Assistente de Iluminação e Operador de Luz: Robson Lima

Operador de Som: Janice Rodrigues

Cenotécnicos: Jeferson Batista de Santana, Edmilson Ferreira da Silva

Assessoria Financeira: Cristiane Souza

Fotografia: Cacá Bernardes

Making Off: Pedro Villaça e Flávio Torres

Redes Sociais: Nino Villaça

Programação visual: Gustavo Xella

Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Produção Original: SESI São Paulo

 Patrocínio Exclusivo: Bradesco

 Realização: NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal

Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

SERVIÇO

A Visita da Velha Senhora

Com Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

Dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho

Quarta a sábado 21h, domingo 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min

Gênero: Comédia Trágica

 Ingressos (valores da inteira):

Plateia, cadeira extra e camarote central: R$ 70,00

Camarote lateral e galeria: R$ 40,00

Casa de Cinema promove leitura de texto inédito de Jorge Furtado na terça, 29 de maio

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Evento tem parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre e ocorre no teatro da instituição

 

Porto Alegre, 24 de maio de 2018 – Na próxima terça-feira, 29 de maio, a Casa de Cinema de Porto Alegre, em parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre, promove uma leitura do texto inédito de Jorge Furtado, “MEUS LÁBIOS SE MEXEM”, no teatro da instituição.

A peça é uma ficção, inspirada em fatos reais ocorridos em 1968, com a censura da montagem de VOLTA AO LAR, de Harold Pinter, dirigida e produzida por Fernando Torres, com Fernanda Montenegro, Ziembinski, Sergio Britto, Cecil Thiré, Paulo Padilha e Delorges Caminha no elenco.

VOLTA AO LAR estreou em 1967 no teatro Glaucio Gil, no Rio de Janeiro. Fez grande sucesso ficando muitos meses em cartaz. No início de 1968, a peça foi proibida pela Censura Federal de estrear em São Paulo. O diretor Fernando Torres e o ator Ziembinski foram chamados para uma reunião com uma funcionária do Departamento de Censura da Polícia Federal para discutir os 65 cortes propostos para a peça. Depois de muito negociar a substituição de algumas falas, a reunião terminou e Fernando não aceitou nenhum corte. A peça foi proibida.

No dia 28 de março de 1968, o estudante Edson Luis foi assassinado por policiais militares no restaurante Calabouço, centro do Rio de Janeiro. Seu assassinato marcou o início de um ano turbulento de intensas mobilizações contra o regime militar que endureceu até decretar o AI-5. No dia 29 de março de 1968, “Volta ao lar” estreou em São Paulo. Liberada sem cortes, e para maiores de 21 anos.

Cinquenta anos após os fatos, Furtado reúne Nelson Diniz, Mirna Spritzer, Zé Adão Barbosa, Janaína Kremer, Sérgio Lulkin e Dênis Gosch para a leitura e conversa entre escritor, atores e o público, em uma ação intitulada “Teatro Contra a Censura”.

O evento ocorre às 20h, com distribuição de senhas a partir das 19h e terá contribuição espontânea. O Goethe-Institut Porto Alegre fica na Rua 24 de Outubro, 112.

uma LEITURA TEATRAL + uma CONVERSA
– teatro contra a censura –

MEUS LÁBIOS SE MEXEM de Jorge Furtado
com Nelson Diniz, Mirna Spritzer, José Adão Barbosa,
Janaína Kremer, Sérgio Lulkin e Dênis Gosch.

29 de maio | terça-feira | 20h | no Instituto Goethe – contribuição espontânea

Classificação indicativa 16 anos.

*Senhas serão distribuídas a partir das 19h

OPEN_Feira de Design Especial Unisinos está com inscrições abertas para marcas de design nacionais

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Evento ocorre no sábado, 23 de junho, no Espaço Unisinos em Porto Alegre

Porto Alegre, 24 de maio de 2018 – A já tradicional Open_Feira de Design promove a segunda edição Especial Unisinos, que ocorre no sábado, 23 de junho, no Espaço Unisinos, Campus Porto Alegre da Universidade. O evento, que há mais de dois anos destaca o melhor do design produzido no Rio Grande do Sul, traz novidade: está com inscrições abertas para marcas de design independente de qualquer região do país.

 A OPEN reunirá nessa edição mais de 120 marcas das áreas de mobiliário e decoração, vestuário e acessórios, brinquedos, jardim e design gráfico. As marcas expositoras serão selecionadas pela equipe de curadoria, capitaneada por Camila Farina, professora de cursos de design e envolvida há mais de dez anos em eventos na área, além de ser a criadora do projeto. “Muito mais do que uma feira, está será uma edição de verdadeira imersão no universo do design e da indústria criativa”, afirma.

A feira também terá participação especial dos cursos de Moda, Design e Gastronomia da Unisinos, com atividades paralelas. Na primeira edição, a OPEN_Feira de Design Especial Unisinos reuniu aproximadamente 5 mil visitantes. Criada, desenvolvida e realizada pela Maria Cultura, tem como objetivo movimentar e desenvolver o mercado criativo, trazendo ao público produtos do design independente. Inspirada nas feiras de design de Palermo, em Buenos Aires, a OPEN já reuniu desde sua primeira edição um público de 75.000 pessoas e mais de 1000 expositores.

As inscrições estão abertas até 05 de junho pelo site https://www.openfeiradesign.com/

// Manifesto pelo Design //

Queremos design. Queremos produtos que contem histórias e que assim colaborem com as nossas. Queremos estimular o consumo consciente. Queremos causar surpresa com presentes que sejam úteis. E além de tudo queremos incentivar novos criadores abrindo espaço para novos fluxos econômicos. Queremos fazer parte da mudança e conviver com pessoas que também pensem como a gente.

// Fale com a gente

open@mariacultura.com.br

// Mais informações

http://www.openfeiradesign.com | https://www.facebook.com/openfeiradesign

// Sobre a Maria Cultura

A Maria Cultura é uma agência cultural que trabalha no desenvolvimento de projetos culturais. Especializada em áreas da cultura urbana como moda, design, artes visuais em geral, projetos ao ar livre, além de atender marcas como Lojas Pompéia, Unisinos, Duocasa, em função do patrocínio a projetos, faz a gestão da programação do Pátio Ivo Rizzo e tem no currículo iniciativas de sucesso como o carnaval Maria do Bairro, Pixel Show, Cut&Paste, Maratona Mude e diversas exposições como Mais Tempo Que lugar (Goethe Institute/Usina do Gasômetro), Transfer_cultura urbana_arte contemporânea(Santander Cultural), Italian Genius Now Brasil (Santander Cultural), Vinte(ver)Quintana (Shopping Praia de Belas), Imagina Erico (Shopping Praia de Belas).

Bruna Paulin e os Esotéricos fazem show no sábado, 12 de maio na Casa Cultural Tony Petzhold

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Show marca início da temporada 2018 do grupo, executando versões de canções nacionais e internacionais

No próximo sábado, 12 de maio, às 22h, a Casa Cultural Tony Petzhold recebe a primeira edição de 2018 do show de Bruna Paulin e os Esotéricos. O grupo, formado em 2017 para o espetáculo Uma Nova Pele, apresenta um novo formato de espetáculo. “Este é um show mais dançante, onde mantivemos músicas que fizeram sucesso entre o público de Uma Nova Pele e incluímos novidades no repertório”, conta a atriz e cantora.

No formato arena, o público acompanhará de pé o show com versões de canções de nomes como Rita Lee, Chico Buarque, Gilberto Gil, Céu, David Bowie, The Rolling Stones, Norah Jones, entre outros, selecionadas pelo diretor musical do grupo, Guilherme Dable.

Para os fãs de Uma Nova Pele, a boa notícia é que o espetáculo segue no repertório da banda, e já tem nova data: a atração integra a programação de julho do projeto Mistura Fina, que ocorre às quintas-feiras no Foyer do Theatro São Pedro.

A banda é formada por Augusto Stern (guitarra), Claudio Mattos (bateria), Guilherme Fialho (guitarra), Guilherme Dable (baixo) e Rodrigo Trujillo (teclados). A Direção de Movimento é de Diego Mac, preparação vocal de Luana Pacheco, produção e comunicação de Julia Assef e Redes Sociais de Juliana Palma. Os ingressos custam R$ 30,00 para público em geral e R$ 20,00 para classe artística, estudantes e idosos e estarão à venda no dia do show, somente em dinheiro. Mais informações em facebook.com/umanovapele ou pelo Instagram @brunapaulineosesotericos

Bruna Paulin e os Esotéricos

Bruna Paulin – voz | Augusto Stern – guitarra | Claudio Mattos – bateria | Gevago Prescendo – guitarra | Guilherme Dable – baixo | Guilherme Fialho – guitarra | Rodrigo Trujillo – teclados

Direção Geral – Bruna Paulin | Direção Musical – Guilherme Dable | Direção de Movimento – Diego Mac | Preparação Vocal – Luana Pacheco | Produção e Comunicação – Julia Assef | Redes Sociais – Juliana Palma

Apoios:

Bunker Sound Design

Cozinha Artesanal

Petronius Beverages

Bom Fim Conteúdo

Casa Cultural Tony Petzhold

Estúdio Musitek

Serviço

Bruna Paulin e os Esotéricos

Sábado, 12 de maio, 22h

Casa Cultural Tony Petzhold – Av. Cristóvão Colombo, 400

Ingressos na hora a R$ 30,00  (R$ 20,00 para classe artística, idosos e estudantes). O local só aceita pagamento em dinheiro.

Retratos da Alma marca nova administração da Delphus Galeria

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Exposição fotográfica com retratos de Ilka Filippini inaugura em 26 de maio

No sábado, 26 de maio, a Delphus Galeria inaugura a mostra fotográfica Retratos da Alma, de Ilka Filippini e curadoria de Liliane Giordano. O evento celebra um ano da nova administração da galeria e molduraria, fundada em 1974. O tradicional espaço da cidade comemora nova  fase, promovendo um local de diálogo com o público divulgando a produção artística do Estado, sob direção de Salete Salvador, nome conhecido no mercado das artes há 20 anos.

Retratos da Alma apresenta uma  coleção de imagens de pessoas que Ilka registrou de 2006 a 2017 durante viagens para Cuba, Peru, Índia, Nepal, Vietnam, Camboja e Myanmar, além de registros em Caxias do Sul e Viamão. Um dos objetivos do projeto, segundo a artista, é despertar uma reflexão do que aproxima a todos nós como seres humanos. “Nestas fotos, podemos ver, através dos olhos e dos sorrisos, a essência da vida em cada um – afinal, independente de onde vivemos e das diferentes experiências de vida, padecemos de males e prazeres muito semelhantes”, afirma.

Dezesete telas de 70X100 cm, impressas em tela de algodão tipo Canvas, compõem a expografia. O material escolhido tem o objetivo de fazer as fotografias se parecerem com as telas utilizadas em pintura, aproximando a técnica da obra de arte, bem como as molduras remetem aos quadros clássicos. Além dos 17 retratos, a exposição conta com 25 fotografias que revelam o contexto de vida de diferentes pessoas, colocando-as inseridas no seu ambiente. Assim, denota o que há de único em cada ser humano. “O que nos torna únicos, também nos torna iguais, e, através da sensação de identidade, mesmo que em um ínfimo momento e de forma sutil, podemos resgatar a nossa humanidade, irmandade, fraternidade”, ressalta Ilka.

“Há alguns aspectos que são intrínsecos à alma humana. E isso transparece mesmo sem nem trocar palavras em um idioma desconhecido. Transparece no rosto, na expressão. No olhar. A força das fotografias de Ilka reside nesta captura do olhar furtivo, na expressão que deixa escapar muito dos anseios da alma. Fica a impressão de que cada retratado está pronto para saltar da sua moldura e começar a conversar conosco, agora mesmo. É uma fotografia que brinca com a ideia de ser pintura, que ilude com o jogo de ser real ou ficção, que, mais uma vez, borra as fronteiras e constrói espaços para reflexão”, conta a curadora Liliana Giordano.

Retratos da Alma terá sua abertura no sábado, 26 de maio, a partir das 10h da manhã. A mostra segue com entrada franca até 30 de junho. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

 

SERVIÇO

Retratos da Alma – exposição fotográfica de Ilka Filippini com curadoria de Liliane Giordano

Abertura – 26 de maio de 2018, das 10h às 16h

Galeria Delphus, Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta, Porto Alegre – RS

Visitação: de 28 de maio a 30 de junho de 2018 segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

 

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

 

Sobre a fotógrafa

Ilka Filippini é Arquiteta e Urbanista, concursada e aposentada no Município de Caxias do Sul. Como fotógrafa, fez parte do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul, realizou quatro exposições individuais e várias coletivas, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; recebeu uma premiação de menção honrosa e duas fotografias aceitas em Bienais Brasileiras de Fotografias Preto e Branco.

Sobre a curadora

Liliane Giordano é mestre em Educação: arte, linguagem e tecnologia na UFRGS (2016). Possui graduação em Fotografia na UCS (2005) e graduação em Tecnologia em Processamento de Dados na UCS (1997) e especialização em Ciência da Computação pela UFRGS (2000).

Atualmente é fotógrafa, diretora de fotografia e professora na instituição Sala de Fotografia. Tem experiência de 20 anos na área de tecnologia da informação. Hoje, o foco do seu trabalho está em atividades nas artes visuais, no processo de aprendizagem em fotografia, projetos de identidade visual e fotografia autoral.

Como curadora, já esteve a frente de diversas exposições fotográficas individuais, como “Passagens”, do fotógrafo Julio Soares (2016), e “Videiras de Papel”, do fotógrafo Severino Schiavo (2015).

Inauguração de mostra com obras de Fábio Vieira de Oliveira e coleção de Régis Duarte ocorre nesta sexta, 27 de abril, na Galeria Mascate

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Serendipidade traz oito obras de Oliveira e Las Flores de Mati apresenta peças de Duarte com estampas de obras da suíça Matilde Beretta

 

Na próxima sexta-feira, 27 de abril, às 19h, a Galeria Mascate abre suas portaspara a inauguração da mostra Serendipidade de Fábio Vieira de Oliveira e lançamento de coleção de Régis Duarte com estampas de obras da artista suíça Matilde Beretta.

Fascinado pelas cores desde a infância, Fabio Vieira de Oliveira sempre gostou de desenhar e projetar. Interessado na estética das coisas, em moda e design, foi na maturidade que os questionamentos sobre quais caminhos trilhar o aproximaram das artes. Há dois anos Oliveira está imerso no mundo da colagem manual e digital. Seu processo criativo poderoso canal de ressignificação, através da narrativa individual construída por cada observador.
Além de sua própria produção, também está envolvido com a gestão de projetos relacionados com arte como a Feira Dada que vem ganhando cada vez mais espaço com sua itinerância e critério curatorial. Serendipidade conta com oitro obras que estarão expostas no segundo andar do Barraco Cultural.

Las Flore de Mati, nova coleção de Régis Duarte, mais uma vez flerta com o mundo das artes, trazendo estampas de obras da suíça Matilde Beretta, que estará presente na abertura. A pintora e aquarelista da região de Ticino, sul da Suíça com língua italiana, desenvolve trabalhos de pinturas que parecem saídas de tecidos antigos de estofaria e que decoram mangas de camisetas e vestidos com o toque fluído da malha, já característico nas coleções de Duarte. O designer também apresentará na mesma data novidades em bolsas estilo carteiro, todas peças únicas.

O diálogo entre moda e arte é tema constante nas criações de Régis Duarte. O artista e estilista tem se apropriado das obras e referências de artistas do Rio Grande do Sul para suas coleções. No verão de 2012, o designer escolheu Britto Velho e apresentou uma linha de vestidos, kaftans e camisetas com estampas inspiradas nas obras do professor, pintor, gravurista e escultor. A iniciativa foi um sucesso, fazendo com que Duarte lançasse reedições das peças, que se esgotaram já no lançamento. No mês de março a dupla repetiu a parceria com mais uma coleção, já esgotada, com vestidos, kaftãs, blusas e camisetas com estampas de obras do artista.

Os deliciosos sanduíches da Cozinha Artesanal da chef Márcia Cardozo dão tempero a festa. Serendipidade segue em cartaz até 25 de maio com entrada franca. A Galeria Mascate funciona de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h,  na Rua Laurindo, 332, Bairro Santana e as peças podem ser adquiridas no local ou pelo site regisduarte.com.br.

Galeria Mascate

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, Tiago Coelho e Régis Duarte inauguraram a Galeria Mascate em setembro de 2011 e já passaram pelo espaço diversas mostras coletivas e individuais, de artistas locais e internacionais. As obras são apresentadas inseridas nos espaços do Barraco Estúdio, deixando de lado a caixa branca usada tradicionalmente em mostras, museus e galerias, para serem percebidas como parte do ambiente, com um clima de “lá em casa”, como se o visitante estivesse em uma sala de estar, não em um espaço de arte.

“Nossa intenção é fazer com que o distanciamento entre arte e público seja eliminado”, afirma Duarte. O nome Mascate remete a comércio, consumo de uma maneira popular e acessível. O espaço também conta com a Loja de Museu, onde é possível adquirir além das obras à venda na galeria, peças de coleções femininas e masculinas de Régis Duarte, publicações, acessórios, entre outros.

SERVIÇO

Inauguração da exposição Serendipidade de Fábio Vieira de Oliveira e lançamento da coleção Las Flores de Mati, de Régis Duarte com estampas de Matilde Beretta

27 de abril, sexta-feira, 19h

Exposição até 25 DE MAIO

Entrada Franca

Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS

 

 

 

 

 

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