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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Exposição

Britto Velho inaugura exposição na Pinacoteca Ruben Berta no dia 08 de maio

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Mostra apresenta 20 das mais recentes pinturas do artista e seleção de obras da Pinacoteca que influenciaram sua obra

Inaugura no dia 08 de maio na Pinacoteca Ruben Berta uma exposição individual do professor, pintor, gravurista e escultor Britto Velho. A mostra apresenta 20 das mais recentes pinturas em tinta acrílica sobre tela, no formato 30x30cm. É a primeira vez que o artista realiza uma exposição com pequenos formatos, de caráter mais intimista.

Britto Velho também colaborou em uma seleção de obras da própria Pinacoteca. São pinturas, aquarelas e gravuras que influenciaram suas criações durante a década de 1970 e apresentam nomes como Di Cavalcanti e Peter Behan, entre outros. “Antes mesmo de a Pinacoteca existir com este nome, eu já adorava frequentar o acervo da prefeitura”, revela Britto. “São artistas que me influenciaram fortemente e estou muito feliz de poder contar um pouco da minha história através dessas obras”, afirma.

No dia 12 de maio, às 19h, o artista participa de conversa na Pinacoteca com o tema Conexões da Pinacoteca Ruben Berta com a obra de Britto Velho, evento integrado à 12ª Semana de Museus. As mostras seguem em cartaz até 11 de julho com entrada franca.

 

Saiba Mais

A representação do corpo não é novidade no trabalho de Britto Velho. Ao longo da carreira, o artista focou a figura humana em tudo que ela oferece como universo a ser plasticamente explorado e como nicho de reflexão filosófica. Pois este inquieto porto-alegrense é um sujeito cosmopolita, que testemunhou a eclosão das vanguardas na Buenos Aires na década de 1960, passou por estudos em Paris e vivenciou uma exitosa temporada em São Paulo, com participações em inúmeros salões, além de mostras individuais em diferentes museus e galerias.

Considerando esta vivência em cidades referenciais, poderia ter encaminhado sua carreira pelas múltiplas possibilidades que a arte contemporânea oferece, ou mesmo por outras veredas no campo da pintura, como a abstração, ou ainda gêneros tradicionais como a paisagem ou a natureza-morta. Mas

Britto Velho se realiza enquanto um observador atento da humanidade. Senhor de aparência sóbria pode até parecer um paradoxo que venha a registrar a condição humana com as cores fortes que caracterizam a visualidade latino-americana e com um desenho que reconstrói dramaticamente o corpo através dos seus fragmentos, muitas vezes interligados a detalhes de objetos do cotidiano ou mesmo de animais. Mas o fato é que Britto Velho é um homem sorridente, dançarino contumaz e excelente contador de histórias. Assim vive sua vida: como que desenhando incessantemente uma nova identidade do humano, criando formas inimagináveis sobre as suas telas, saturando-as de cores improváveis.

Desvela o ser humano em tempos de incertezas e transformações. Reconstitui o corpo pelas suas partes em um novo arranjo, transfigurado, agregando próteses de origem inumana. Recupera assim o lugar do corpo na arte e sua aptidão em sinalizar o sentido de um novo tempo.

Anete Abarno e Flávio Krawczyk

Carlos Carrion de Britto Velho (Porto Alegre RS 1946). Pintor, desenhista, gravador, professor e escultor. Muda-se para Buenos Aires (Argentina) e reside dos onze aos dezenove anos na cidade, onde faz as primeiras pinturas. Em 1965 retorna a Porto Alegre, onde expõe pela 1ª vez em 1971. Estuda litografia com Danúbio Gonçalves, em 1974.

No ano seguinte, viaja a Paris (França) e faz estágio na gráfica de litografia Desjobert. Na cidade pinta a série Reflexões e Variações sobre a América Latina, onde as figuras em cores escuras surgem vendadas e com microfones, que segundo o artista representam uma denúncia à ditadura da época. Fica em Paris até 1976, quando volta ao Brasil e passa a lecionar pintura no Ateliê Livre da Prefeitura de Porto Alegre, entre 1978 e 1981. Nessa época ocorre uma mudança em seu trabalho. As figuras passam a ter olhos novamente e como no início de sua carreira, são pintadas em tonalidades mais claras.

Em 1981, as figuras ganham um 3º olho, o que segundo o artista significa o olho da visão interior. Nas pinturas, interagem o homem, animais e objetos do cotidiano, como elefantes de rodas, transformando-se em veículos e esses possuindo membros humanos. A partir daí em todas as pinturas observam-se os três olhos, até 1995, quando volta a pintar figuras com dois olhos. É convidado pela Rede Brasil Sul de Comunicações de Porto Alegre a fazer um outdoor para o projeto Vamos Colorir a Cidade. Muda-se para São Paulo em 1985 e no ano seguinte participa da 2ª Bienal de Havana. Participa do Projeto Extremos, uma exposição de pintura com Aprígio Fonseca, Dina Oliveira e Leonel Mattos, montada em 10 capitais brasileiras. É convidado pelo Sesc Pompéia em São Paulo a realizar o cartaz da exposição Gente de Fibra, mostra de que participa com esculturas.

Em 1991, volta a morar em Porto Alegre, onde recebe homenagens do Museu de Arte Contemporânea de Porto Alegre – MAC e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – Margs que dão destaque a sua obra. Nessa época realiza a retrospectiva O Realismo Mágico de Britto Velho, com obras desde 1975. Realiza em 2011, na La Photo Galeria, uma mostra individual de pinturas, com recentes produções do artista. Em 2012, ganhou o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, e a Casa Rima e os criativos da Galeria Mascate apresentam a edição limitada de estampas do consagrado artista Britto Velho, dando continuidade em 2013, com o lançamento de baguettes. Vive atualmente em Porto Alegre, onde ministra cursos particulares de pintura em seu ateliê.

BRITTO VELHO

pinturas recentes

 UM OLHAR SOBRE A PINACOTECA

obras da Pinacoteca referenciais para o artista

Abertura dia 8 de maio de 2014, às 19h

Visitação de 9 de maio a 11 de julho de 2014

segunda a sexta das 9h às 18h

Conversa com o artista

12 de maio de 2014, 19h

conexões da Pinacoteca Ruben Berta com a obra de Britto Velho

evento integrado à 12ª Semana de Museus

Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico

(51) 3224-6740

Exposições Fotox e Voo Solo inauguram no dia 09 de abril na Galeria Mascate

D.A.L(P)

Mostra individual de D.A.L. e coletiva com nove fotógrafos estreantes integram programação

Inauguram do dia 09 de abril às 19h as duas novas exposições na Galeria Mascate, indicada ao VIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque Espaço Institucional, Público ou Privado de Divulgação Artística.

Fotox é uma exposição de retratos fora de seu contexto original.  O médico e fotógrafo D.A.L. apresenta uma série de 12 fotografias de antes e depois de pacientes que passaram por procedimentos estéticos. Segundo o artista, “O registro da tentativa de paralisar o tempo, vivido como intervenção estética, leva-nos ao questionamento da própria fotografia”.

O doutor precisou esconder-se atrás da câmera, fazendo então nascer o artista, que na fotografia se reapropria do ato estetizante impresso no corpo. Deste modo, até para reforçar a fronteira entre técnica e arte, o médico decidiu amputar seu nome, cedendo ao artista suas iniciais, permitindo que elas atravessassem a ponte que a câmera foi capaz de erguer. Todos os registros foram autorizados pelos fotografados e pelo Conselho de Medicina.

No mesmo dia, inaugura também a mostra Voo Solo, que apresenta nove trabalhos de estreia de Gabriele Argenta, José L., Leonardo Savaris, Karine Viana, Rochele Ben Duarte, Fabio F. Martins, Vini Andrade, Rodrigo Scapini Meurer e Rafa Pires. Os artistas são alunos do Curso de Fotografia da Unisinos, apoiadora da exposição.

As duas mostras seguem até 18 de maio, com entrada franca. A Galeria Mascate funciona de terça a sábado, das 14h às 18h, na Rua Laurindo, 332.

Galeria Mascate

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, o fotógrafo Tiago Coelho, o designer Régis Duarte criaram a Galeria Mascate em setembro de 2011.

O nome Mascate ficou sempre associado à imigração árabe no Brasil, resultante do grande contingente de imigrantes proveniente do Líbano e da Síria que se dedicaram a esta atividade.

Em menor número chegaram também ao Brasil imigrantes de outros pontos do antigo Império Otomano, como Turquia, Palestina, Egito, Jordânia e Iraque.

A mascateação introduziu inovações que hoje são traços marcantes do comércio popular, como as práticas de alta rotatividade e alta quantidade de mercadorias vendidas, das promoções e das liquidações. Inicialmente os mascates visitavam as cidades do interior e as fazendas de café, levando apenas miudezas e bijuterias. Com o tempo e o aumento do capital, começaram também a oferecer tecidos, roupas prontas e outros artigos.

SERVIÇO

Fotox e Voo Slo

Inauguração

09 de abril, 19h

Mostra segue até 18 de maio

Entrada Franca

Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS

De terça a sábado, das 14h às 18h

Barracoestudio.com.br

 

Exposição Trans[ver] inaugura no dia 29 de janeiro na Pinacoteca da AJURIS

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Inaugura no dia 29 de janeiro, Dia Nacional da Visibilidade Trans, a exposição Trans[ver], do fotógrafo Fábio Rebelo. Com 19 imagens, o projeto retrata pessoas que passaram pelo processo de externalização da sua identidade, exercendo sua liberdade através da modificação do corpo, das roupas e da postura, revelando outras formas de ser.

De acordo com Rebelo, “Trans[ver] mostra a alegria, autenticidade e a beleza de cada personalidade retratada, utilizando a imagem como um instrumento de transformação social contra um mundo de exclusões.” Ao longo de sete meses, a equipe teve a oportunidade de conviver com diferentes realidades, conhecendo histórias de luta, incompreensão e exclusão, mas também de aceitação e tolerância.

Segundo a advogada especializada em Direito Homoafetivo, Direito das Famílias e Sucessões, Presidenta da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB, Vice-Presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Familia – IBDFAM, Maria Berenice Dias, o preconceito leva não só à exclusão social, mas também jurídica: “Travestis e transexuais, apesar de já terem acesso à redesignação, não dispõem de uma lei que autorize a mudança do nome e da identidade de gênero. Daí a necessidade de buscar a justiça, não sempre encontrando juízes com sensibilidade e coragem de deferir a alteração por falta de respaldo legal”, revela.

“Dos segmentos da população LGBT, travestis e transexuais são as maiores vitimas pela visibilidade de sua identidade de gênero. Em face disso são as pessoas mais discriminadas no ambiente doméstico, o que leva a serem expulsas de casa muito cedo. Sofrem a mesma rejeição fora do lar, o que gera prematura evasão escolar. Tudo isso contribui para o baixo índice de escolaridade que as coloca à margem do mercado de trabalho. Daí o significado desta bela iniciativa, que merece pleno apoio. Uma maneira sensível e bela de dar voz e vez a quem todos viram o rosto e a sociedade insiste em não ver.”

Para Saulo F. Macalós, Advogado da causa Homoafetiva, Membro do Observatório Contra Homofobia da AJURIS, Membro da Comissão da Diversidade Sexual da OAB/RS, Diretor Chefe da FUNDACENTRO e Produtor Executivo da exposição, Trans[ver] é mais que um trabalho artístico, mas um resgate da auto-estima das Travestis e Transexuais: “O tema é de grande relevância no cenário nacional e o momento é de conquista de Direitos, e principalmente conquista de igualdade.”

Macalós é um dos muitos nomes envolvidos na construção do Estatuto da Diversidade Sexual, o maior arcabouço jurídico já escrito sobre os direitos da comunidade LGBTT’S. O texto foi escrito em 2011 e será apresentado ao Legislativo por iniciativa popular, tendo que reunir mais de um milhão e quatrocentas mil assinaturas no Brasil. “Hoje já temos mais de 200 mil assinaturas, o que já é um número significativo para sensibilizar o legislador de que a sociedade quer mudanças”, afirma. Dentre alguns itens, o Estatuto defende a garantia da troca de nome das travestis e transexuais, criminalização da homofobia, regulação da adequação sexual dos indivíduos transexuais, direito ao casamento e carícias públicas como qualquer casal heteroafetivo, assim como garantias do Direito Trabalhista, como a mudança da nomenclatura da Licença Maternidade para Licença Natalidade, onde casais do mesmo sexo que adotam uma criança possam ter 180 dias de licença para a chegada de seu filho.

Para Marcelly Malta, Coordenadora da Igualdade RS, Presidenta do Conselho Municipal de Direitos Humanos de Porto Alegre e Vice-Coordenadora do Comitê Estadual Contra a Tortura, o projeto apresenta uma possibilidade de transformação do imaginário da população: “O caráter visual desse projeto é de fundamental importância para dar visibilidade ao corpo travesti enquanto representatividade identitária. É importante desmistificar, desestabilizar e ressignificar a figura da travesti em nossa sociedade. Grande parte do preconceito se apoia na imagem limitada e estereotipada que habita o imaginário coletivo do que é ser uma travesti. Esse ensaio fotográfico permite que a população entre em contato com uma realidade mais abrangente do que seja a existência travesti o que, dessa forma, pode contribuir com a diminuição do preconceito que incide sobre esse público”.

O projeto tem apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD Brasil e Realização da AJURIS. Os registros foram produzidos durante 2013, com apoio da Igualdade RS e Observatório Contra Homofobia da AJURIS.

O Salão do Paul, de Paulo Azevedo Araújo, é o responsável pelos cabelos, maquiagem de Deborah VonPeters, Déby Marques e Juliane Senna. Vander Corrêa assina a produção de moda.

A mostra fica em cartaz na Pinacoteca da AJURIS até 14 de março, de segunda a sexta-feira, com entrada franca. Em janeiro, a Pinacoteca funciona das 09h às 19h, e em fevereiro e março, das 09h às 21h.

Saiba mais

Fábio Rebelo

Fotógrafo baseado em Porto Alegre, RS. Começou a fotografar em 1983. Suas fotografias apareceram em publicações como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Zero Hora, Veja, IstoÉ, Rolling Stone (Brasil), Guitar Player (Brasil), Photo (França) e Photo Magazine (Brasil). Além de projetos autorais, faz trabalhos publicitários e atua como fotógrafo de cena, tendo participado de inúmeras produções para cinema e televisão.

Exposições:

Clicks Cubanos – 2011

Shiga e Rio Grande do Sul: a irmandade de dois povos (coletiva) – 2010

Praça Shiga – 2008

Venice Portraits – 2008

Cenas de Porto Alegre – 2007

Luz e Alma (coletiva) – 1995

 

Igualdade RS

Fundada em 25 de maio de 1999, estruturada com trabalho de voluntários/ativistas, pessoas que vivem a realidade de ser travesti e transexual, a Igualdade vem realizando ao longo de seus catorze  anos de existência grupos sistemáticos semanais  e intervenções nos locais de prostituição, divulgando seu trabalho e buscado a melhoria das condições de vida e saúde, o respeito e a efetivação dos direitos humanos para as travestis. A associação conta com apoio  de outros profissionais das áreas jurídica, administrativa e psicológica. A Igualdade cresceu tornando-se referência entre sua população  de travestis e transexuais  em Porto Alegre e no  Estado do RS.

PNUD

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) é a rede de desenvolvimento global da Organização das Nações Unidas. O PNUD faz parcerias com pessoas em todas as instâncias da sociedade para ajudar na construção de nações que possam resistir a crises, sustentando e conduzindo um crescimento capaz de melhorar a qualidade de vida para todos. Presente em 177 países e territórios, o PNUD oferece uma perspectiva global aliada à visão local do desenvolvimento humano para contribuir com o empoderamento de vidas e com a construção de nações mais fortes e resilientes.

Observatório Contra a Homofobia da AJURIS

Criado em 2012, o Observatório Contra Homofobia é uma iniciativa da AJURIS em defesa da diversidade sexual. O Observatório é um movimento aberto de luta contra a discriminação pela orientação sexual e em razão da identidade do gênero. O grupo fiscaliza a implementação de políticas públicas pelo Estado, além de colaborar com elas pelo fim da descriminação. Reunindo entidades governamentais e da sociedade civil, seu objetivo é o de acompanhar a apuração de práticas delitivas e ações discriminatórias envolvendo o grupo LGBT. Além disso, fiscaliza e fomenta as ações do Comitê Estadual de Enfrentamento à Homofobia, que será criado pelo Governo do Estado.

Trans[ver]

Abertura dia 29 de janeiro, às 19h30

Pinacoteca da AJURIS – Rua Celeste Lobato, 229 – Praia de Belas

De Segunda a Sexta-Feira, com entrada franca

Em janeiro, das 09h às 19h, em fevereiro e março, das 09h às 21h.

Até 14 de março

Exposição individual de Tiago Coelho e coletiva com artistas argentinos inauguram no dia 11 de dezembro na Galeria Mascate

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“É tudo teatro” e “La Movida Argentina” seguem em cartaz até o dia 25 de janeiro.

Inauguram no dia 11 de dezembro duas novas exposições da Galeria Mascate. “La Movida Argentina” traz seis artistas do país vizinho. Tiago Coelho começou cedo fazendo vídeos caseiros na infância tendo os primos no elenco. Pensou que seria ator, mas logo percebeu que o encanto estava atrás das câmeras.  Formou-se então em cinema e já no início do curso percebeu que sua vocação estava na fotografia. Durante a graduação apaixonou-se pela fotografia analógica documental. Na Escola de Fotografia de Madri descobriu o digital no “documentário contemporâneo” e o quanto gostava de fazer parte e inserir-se no universo dos fotografados. Na volta ao Brasil driblou o preconceito que tinha com as fotos de moda e foi além, trazendo seu olhar documental para os ensaios que começou a produzir para estilistas. Veio o sucesso do documentário fotográfico Dona Ana, com individuais em espaços no Brasil e Argentina.

Na sequência o projeto A Voz da Roupa completou o encontro entre documental e ficcional com dípticos de trabalhadores que já entraram no imaginário da cidade que escolheu pra viver, Porto Alegre. A exposição já viajou da América latina a Rússia.

No dia onze, Tiago apresenta sua primeira individual na galeria que criou há dois anos com o parceiro Régis Duarte. É Tudo Teatro ocupará o térreo da Mascate e faz parte desse jogo de produzir histórias com imagens da realidade mais pura.

Coelho questiona em 13 retratos de figurantes e atores profissionais e amadores de terceira idade, até que ponto estamos interpretando e sendo nós mesmos. Os retratados, na sua maioria aposentados, vivem uma experiência paralela em uma fase madura da vida e as fotos mostram isso. Cada um com suas histórias pessoais, mas integrados por um ponto. Quem decide enfrentar público ou câmeras já na terceira idade não está nem aí com a crítica externa. Essa auto suficiência é o cerne captado com maestria por Coelho.

Já na mostra de artistas argentinos, os pioneiros do fotógrafo Nazareno Russo são destaque. No ano de 2001 um grupo de vizinhos da localidade de Gerli na Província de Buenos Aires se reuniu para criar o Movimento pela Autonomia de Gerli com a finalidade de dar um marco formal pela luta de emancipação da localidade. Em 2009, como parte dos festejos pelo centenário de Gerli, surge a ideia de retratar os vizinhos mais antigos, representativos e ilustres da localidade, os nascidos e criados, “os pioneiros” que foram povoando o bairro. Nesses retratos, onde eles posam em frente a suas casas ou em frente às instituições que eles mesmos fundaram, se pode observar as diferenças individuais nos rostos e nas edificações, mas em seu conjunto, se nota uma identidade própria, de um sentimento de pertencimento territorial e comunitário. Mas acima de tudo se pode apreciar o orgulho de poder lutar por algo que lhes parece justo como a independência do Município.

Outra fotógrafa participante da mostra é Karina Azaretzky com a série “El jardín” que recentemente foi publicada na New Landscape Photography. Karina é de Tucuman, região que é conhecida como o pulmão da Argentina. Essa série de um verde exuberante não é o trabalho mais recente de Karina, mas chamou a atenção dos curadores da Mascate. Faz parte também Estela Izuel com seus cine teatros. A fotógrafa de La Plata viajou por todo o país registrando os cine teatros com suas diferenças arquitetônicas e de conservação e o resultado é impactante, de uma plasticidade e de um vazio que transmitem silêncio.

“La Movida Argentina” conta também com Alejando Gulminelli e sua fotografia P&B sensível e intrigante. Gulminelli foi o vencedor do “Foro Latinoamericano de Portfolios 2013 na cidade de Buenos Aires”

No campo do desenho e da pintura entram Ariel de La Vega, um jovem argentino, com carreira internacional que estudou pintura, desenho, restauração e conservação de arte na tradicional “Scuola di Belle Arti di Verona” na Italia e Omar Isse, outro expoente da nova geração de pintores com uma pincelada nervosa, que capta a atenção pelo impacto de seus retratos desconstruídos a la Francis Bacon, mas com toda uma identidade característica da pintura moderna argentina.

No mesmo dia, Régis Duarte lança coleção de verão intitulada “Alta Costura de Quintal”, com vestidos e tops. A inspiração veio das frutas, com estampas de abacates e abacaxis, além de aplicações de rendas e bordados. As imagens da coleção foram produzidas pelos alunos do curso de fotografia da Unisinos.

As mostras seguem até 25 de janeiro, com entrada franca. A Galeria Mascate funciona de terça à sábado, às 14h às 18h, na Rua Laurindo, 332.

Galeria Mascate

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, o fotógrafo Tiago Coelho e o designer Régis Duarte criaram a Galeria Mascate em setembro de 2011.

O nome Mascate ficou sempre associado à imigração árabe no Brasil, resultante do grande contingente de imigrantes proveniente do Líbano e da Síria que se dedicaram a esta atividade.

Em menor número chegaram também ao Brasil imigrantes de outros pontos do antigo Império Otomano, como Turquia, Palestina, Egito, Jordânia e Iraque. A mascateação introduziu inovações que hoje são traços marcantes do comércio popular, como as práticas de alta rotatividade e alta quantidade de mercadorias vendidas, das promoções e das liquidações. Inicialmente os mascates visitavam as cidades do interior e as fazendas de café, levando apenas miudezas e bijuterias. Com o tempo e o aumento do capital, começaram também a oferecer tecidos, roupas prontas e outros artigos.

SERVIÇO

La Movida Argentina e É Tudo Teatro

Inauguração e lançamento coleção “Alta Costura de Quintal” de Régis Duarte

 11 de dezembro, 19h

Mostra segue até 25 de janeiro

Entrada Franca

Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS

De terça a sábado, das 14h às 18h

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Cidade recebe decoração natalina por meio de projeto que envolve sustentabilidade, conscientização ambiental e inclusão social

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Concurso Público Nacional de Arte e Design para Decoração de Natal da cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul, selecionou, em primeiro lugar, trabalho da arquiteta Virginia Manfrinato e do diretor de arte O Silva.

Canoas, 3 de dezembro de 2013 – Sustentabilidade pode ser definida como a capacidade do ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. Já inclusão social trata-se de um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade. O projeto vencedor do edital de uma cidade gaúcha uniu os dois conceitos para apresentar um trabalho que vai muito além de iluminar e decorar as ruas da cidade.Natal da Transformação 2013 inaugura hoje e fica em exibição até 6 de janeiro de 2014.

               Cem mulheres, a maioria chefes de família, desempregadas ou em vulnerabilidade social, tiveram a oportunidade de receber qualificação profissional, conquistar renda própria e recuperar a autoestima por meio de um grupo de profissionais vencedores do concurso. Durante três meses, elas participaram de oficinas para produzir mais de sete mil objetos decorativos com material reciclável.

                Virginia Manfrinato, arquiteta e idealizadora da proposta, defende que “a produtividade traz a questão do direito ao acesso à sociedade. A possibilidade deste grupo de mulheres terem exercido uma atividade produtiva e remunerada resulta na vivência de diferentes situações positivas e papéis sociais”. Virgínia ainda salienta que deve existir um lugar viável para a convivência entre pessoas, seja por meio da educação, do trabalho e do lazer, além de destacar que a experiência foi extremamente positiva, tanto para ela quando para todos que se envolveram.

                O Silva, profissional responsável pela concepção artística, comenta que “na minha opinião o projeto destaca a força individual de cada uma dessas mulheres, que superam dificuldades diárias na vida, literalmente sobrevivendo em ambientes muitas vezes hostil. Mais que isso, marca a força da união, pois o trabalho de todas juntas gerou um grande cenário que pode ser apreciado por todos da cidade e das redondezas. Desejo que elas sintam isso quando virem o fruto de 3 meses de oficina e possam se sentir mais fortes para buscar a transformação em suas vidas. Que cada uma sinta que pode, mas que juntas elas podem mais! Transformar o material acabou ficando em segundo plano. Pra mim, individualmente, foi uma grande experiência e também um choque de realidade.”    

                O material utilizado na decoração foi arrecadado em gincanas realizadas em escolas municipais da região. Cerca de 142 mil unidades de material reciclável foram utilizados (90 mil garrafas pet, 25.692 caixas tetra pak (de leite), 16.682 (sacolas plásticas).

Natal da Transformação 2013, uma realização da Prefeitura de Canoas

De 2 de dezembro de 2013 até 6 de janeiro de 2014

Arranjos natalinos podem ser vistos na Praça Emancipação, Praça do Avião, fachada do Paço Municipal e em duas passarelas da BR-116, no Centro | Canoas, RS

Sobre a equipe responsável pelo projeto

                Virginia Manfrinato é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília em 2004. Desde então criou e gerenciou o escritório Esquadra Arquitetos desenvolvendo inúmeros projetos residenciais, comerciais e principalmente cenográficos, tendo recebido diversos prêmios e produzido exposições e mostras. Atuou como cenógrafa e produtora em projetos institucionais para Ministério do Esporte, Ministério do Turismo, GDF, Banco do Brasil entre outros. Desenvolveu e produziu eventos privados em diversas cidades brasileiras. Desde 2010 realiza em Brasília o curso O Processo Criativo, ministrado pelo escocês Charles Watson e o representa no projeto Dynamic Encounters promovendo viagens por todo o mundo em visitas educativas a museus, galerias e ateliês de grandes nomes da arte contemporânea. Nos últimos anos colaborou na a gerência de projetos culturais de grande porte inclusive com companhias internacionais como Studio Festi (Itália) e Cia Les Passagers (França).www.virginiamanfrinato.com.br

                O Silva (Fabiano da Silva Ribeiro) é formado em Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda, pela Universidade de Brasília em 2004. Em 2007 começou a atuar como ilustrador em projetos editoriais, publicitários e de animação, acumulando experiência no Estúdio Carlo Giovani e nas produtoras Vetor Zero e Animatório. Desde 2012 trabalha como freelancer atendendo Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, editoras Globo e Abril entre outros. Recentemente vem trabalhando em parceria com a Produtora Me Gusta Filmes, atuando como diretor e coordenador em projetos de animação para GDF e Banco do Brasil. É artista representado pela agência The Drawing Book, sediada em Sydney, Austrália.

                Bruna Neiva é produtora cultural, pesquisadora em arte  e artista visual. Possui mestrado na linha  de Poéticas Contemporâneas do Instituto de Artes pela Universidade de Brasília, onde desenvolve sua pesquisa em arte contemporânea, linguagem e memória. Graduada em Comunicação Social pela Universidade de Brasília, iniciou sua trajetória como produtora cultural e coordenadora de eventos ligados às Artes Visuais ainda na faculdade.  Coordenou a galeria especializada em fotografia A Casa da Luz Vermelha e o núcleo da galeria do Espaço F/508 de Fotografia entre 2009 e 2011. Já atuou na equipe de produção de eventos promovidos pelo CCBB, Ministério da Cultura, GDF, Studio Festi (Itália), Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil (RPCFB), entre outros. Desde 2009 trabalha também na organização de exposições de arte coletivas e individuais. Desde 2012 trabalha na produção do workshop O Processo Criativo com Charles Watson com Virginia Manfrinato, produzindo também outros eventos na área de arte-educação, além de ministrar cursos sobre fotografia e arte contemporânea.

                Raquel Oliveira é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (2010) com especialização em Projetos de lluminação no Instituto Europeu de Design de Barcelona.  Fez os projetos de iluminação e toda a logística elétrica das Festas da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasilia desde 2008 até a data presente. Elaborou e fez a montagem de projetos de iluminação para exposições de de artistas como Rodrigo Godá, Roberto Magalhães, Carlos Vergara, lole de Freìtas, Galeno, Emanuel Nassar, Luiz Hermano e Alex Flemming, na Referência Galeria de Arte, no SP Arte e em mostras no Centro Cultural da Caixa de Brasília e do Rio de Janeiro. Foi colaboradora e assistente de montagem no centro Cultural do Banco do Brasil de Brasília, nas exposições de Oneness, de Mariko Mori (2011), Améfrica, de Denise Milan(2010) e Casulo, de Darlan Rosa (2008). Fez o desenho de luz e de automação da instalação de natal do artista Galeno, no Shopping CasaPark.  Em 2010,  recebeu a premiação pelo 1o lugar na mostra das escolas brasileiras de cenografia, sendo selecionada para mostra na Quadrienal de Praga, na República Tcheca. Faz parte do programa de Extensão de Ação Contínua, o Laboratório Transdisciplinar de Cenografia, orientado pela Professora Sonia Paiva. Atualmente faz parte do grupo de teatro ATA, dirigido por Hugo Rodas. Desde 2011 trabalha com iluminação de espetáculos de teatro e música, tendo trabalhado em alguns deles com Dalton Camargos e Caco Tomazzoli.

 

Assessoras de imprensa Bruna Paulin e Mariele Salgado

Inauguram no dia 21 de novembro duas mostras com a assinatura da equipe Barraco Estúdio na Casa de Cultura Mario Quintana

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Fulano de Tal e A Voz da Roupa, de Régis Duarte e Tiago Coelho, seguem expostas até 05 de janeiro no Espaço Maurício Rosenblatt e na Fotogaleria Virgílio Calegari

Inauguram no dia 21 de novembro, na Casa de Cultura Mario Quintana, duas exposições com a assinatura da equipe do Barraco Estúdio. Régis Duarte retorna às telas com a exposição Fulano de Tal, produção recente do artista, que ele classifica como um trabalho contemplativo, onde interfere em fotografias com linhas de crochê.  “Os crochês dos detalhes, não são da vovó, foram feitos, um a um, por minha mãe”, revela. Duarte, que leva seu nome numa linha de vestuário há 10 anos, começou sua carreira pintando telas com tinta acrílica e fez sua primeira individual no ano de 1994 na reabertura da Casa de Cultura Mario Quintana.

O projeto A Voz da Roupa, criado por Tiago Coelho e Régis Duarte, propõe confrontar a “realidade” com a ficção, através de ensaios fotográficos de trabalhadores em dois momentos diferentes: o primeiro, em “linguagem documental”, busca mostrar os profissionais em seus ambientes de trabalho (como são vistos), e o segundo, em estúdio, retrata os mesmos vestindo personagem criado a partir de sonhos e conversas. Confronto entre real e ficcional, o ensaio propõe a costura entre criador e modelo através da lente precisa do fotógrafo. Para os trabalhadores, a oportunidade do sonho encarando um novo personagem. Para os criadores, a liberdade criativa conquistada. Se a roupa exclui, neste projeto ela integra. Um convite à reflexão sobre a moda em estado de arte com seus códigos e infinitas leituras.

O Barraco é um estúdio de criação sediado em Porto Alegre/RS. Trabalha no desenvolvimento de imagens (vídeo e fotografia), relacionando o documental com a moda. O encontro entre essas duas linguagens se deu pelo fato de Tiago Coelho e Régis Duarte terem trazido suas experiências profissionais anteriores nas duas áreas, respectivamente. Coelho tem graduação em Realização Audiovisual (UNISINOS/RS) e especialização em fotografia documental (EFTI/Espanha). Suas principais exposições são: “A Voz da Roupa”, no PhotoVisa, Krasnodar/Rússia(2012) e Usina do Gasômetro, Porto Alegre/RS(2012). “Dona Ana”, no MUMbat, Argentina(2012) e Santander Cultural, Porto Alegre.(2010); “15ª Edição da Coleção Pirelli/MASP de Fotografia”. MASP, São Paulo. Foi indicado ao Foam Paul Huf Award 2013. Régis Duarte é estilista e diretor de arte. Já expôs seus trabalhos no Brasil, New York, onde morou durante sete anos, Rússia, Argentina e Uruguai. É sócio-proprietário da Galeria Mascate, em Porto Alegre.

As mostras seguem até 05 de janeiro no Espaço Maurício Rosenblatt (3º andar CCMQ) e na Galeria Virígilo Calegari (7º andar CCMQ). O espaço funciona Segundas, das 14h às 21h, terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h com entrada franca.

Fulano de Tal e A Voz da Roupa

Serviço:
Abertura: 21 de novembro de 2013 (quinta-feira), às 19h.
Local:  Espaço Maurício Rosenblatt/3º andar e Galeria Virgílio Calegari/7º andar –  CCMQ (Andradas, 736).
Visitação: Até 05 de Janeiro de 2014. Segundas-feiras, das 14h às 21h, terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h.

Werra Fotogaleria tem lançamento no dia 30 de setembro

Raul Krebs (2)

Exposição do Lorita Restaurante marca início das atividades da galeria 

Inaugura no dia 30 de setembro, às 17h, no Restaurante Lorita, a exposição que marca o lançamento da Werra Fotogaleria, de Ricardo e Adriana Neves. Ele, fotógrafo amador com mais de 25 anos de experiência na fotografia e ela, publicitária apaixonada pela imagem. A mostra apresenta 26 obras dos cinco artistas representados pela Werra: Bruno Prisco Júnior, Claudius Ramos, Marcelo Bertani, Raul Krebs e Ricardo Neves.

Criada em junho deste ano, a fotogaleria oferece além dos trabalhos dos cinco artistas representados, serviço de consultoria e pesquisa para os clientes que desejam uma obra em especial. “O Rio Grande do Sul tem muitos excelentes fotógrafos, foi um trabalho muito difícil fazer esta seleção inicial para o lançamento da Werra”, declara Adriana. O nome vem de uma história curiosa: Werra é o nome de um modelo de câmera fotográfica produzida na Alemanha entre 1954 e 1968, por Carl Zeiss, e também a máquina comprada pelo pai de Adriana e Ricardo que registrou toda a história da família. “Foi na Werra do nosso pai que o Ricardo aprendeu a fotografar e que todos os momentos da nossa infância e adolescência foram registrados”, conta.

Para a exposição de lançamento, Adriana e a designer de interiores Lissandra Bastian trabalharam em parceria na seleção das imagens, que dialogam com os espaços do restaurante comandado pela chef Roberta Horn Gomes. A mostra segue até 20 de dezembro, durante o horário de funcionamento do restaurante, com entrada franca. Para saber mais sobre a Werra Fotogaleria, acesse: http://www.werrafotogaleria.com.br/

Saiba mais:

Bruno Prisco Junior

Apaixonado por esportes e natureza, uniu o gosto pela fotografia com a vontade de compartilhar imagens singulares e marcantes por onde passa. No seu trabalho procura captar a essência do momento e com isto transmitir as sensações vivenciadas. Busca um equilíbrio entre a arte de fotografar, as técnicas de captação e recursos tecnológicos, vê a incrível evolução da fotografia digital como uma avalanche de possibilidades a serem exploradas e descobertas convergindo a realidade retratada a percepção do observador.

Claudius Ramos

Sempre gostou de fotografia e de viajar. Desenvolve um trabalho que busca adicionar movimento em um quadro parado que é o nosso produto final. Photo = luz e graphy = escrita. Acredita que fotografia seja a maneira que você escreve a luz. Forte contraste & movimento como formas de linguagem. Fez publicidade no Brasil e fine art photography na Inglaterra. Mora e fotografa em San Francisco, Califórnia.

Marcelo Bertani

Fotógrafo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Os primeiros contatos com a fotografia, na faculdade, fizeram surgir o interesse pela imagem. Depois de se formar Marcelo cursou o Foto Cine Clube Gaúcho, a sua verdadeira escola, tanto em relação à técnica quanto a composição. Trabalhando na Rádio Guaíba, continuou a fotografar e participar de concursos, quando obteve o 1º lugar na categoria Cotidiano no Festival Floripa na Foto 2010, com a fotografia carteado. Também buscou fazer cursos de aprimoramento, como o de Fotografia Digital Avançada da ESPM. Nascido em Bento Gonçalves, sente-se a vontade em fotografar todos os aspectos do estilo de vida do interior, que nas suas fotos são representados pelas paisagens, estradas, carros, pessoas, bares, casas, etc. Também faz esse trabalho em viagens por países da América Latina.

Raul Krebs

Envolvido com fotografia desde a faculdade, Raul Krebs trabalha principalmente no mercado publicitário clicando campanhas produzidas pelo Estúdio Mutante, do qual é proprietário, além de atuar como diretor de cena e fotografia filmes de moda pela produtora Alfaiate Filmes. Mantém pulsante seu trabalho em fine art utilizando diversas técnicas fotográficas, que vão de fotografia pinhole à fotografia digital de médio formato. Em seu trabalho pessoal aborda assuntos igualmente diversos como retratos, autorretratos, moda, fetiche, storytelling e street photography. Ex-baterista de punk rock, fotografa ouvindo música e adora futebol.

Ricardo Neves

Ricardo Neves fez sua primeira viagem fotográfica com a mesma câmera Werra que foi excessivamente fotografado desde o seu nascimento. Daquela experiência de um mês explorando a Bolívia, poucas fotos sobraram, mas a paixão só aumentou. E lá se vão mais de 25 anos, aproveitando e estendendo cada feriado para mais uma aventura a exercitar o seu olhar.

 

Lançamento da Werra Fotogaleria

Dia 30 de setembro, 17h, no Lorita Restaurante – Castro Alves, 678 – Porto Alegre

Exposição segue até 20 de dezembro, de terças a sábados, das 20h às 23h30

http://www.werrafotogaleria.com.br

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Mascate na imprensa

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