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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Exposição

Enigmas, de Vera Chaves Barcellos, inaugura dia 07 de março no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

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Projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos tem financiamento da Rede FUNARTE e segue em cartaz até 23 de maio, com entrada franca

A Fundação Vera Chaves Barcellos e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica apresentam, a partir de 07 de março, a exposição Enigmas, de Vera Chaves Barcellos. A abertura da mostra integra a programação do Tiradentes Cultural, iniciativa conjunta de espaços culturais situados no entorno da Praça Tiradentes.

Partindo de uma imagem fotográfica e com uma origem totalmente circunstancial, Enigmas surge de três fotografias de primatas do Zoológico de Barcelona que, manipuladas em laboratório, conformaram as três principais imagens da exposição. Em cada uma se propõe um conceito: o olhar ou atenção, a mão ou o gesto, a reflexão ou o pensamento. Destes conceitos, surgem outros elementos que resultam nessa instalação.

Construída como uma espécie de laboratório – composto por fotografias, imagens, fósseis, pedaços de pele e caixas de sal –, Enigmas lança o público em um universo tão familiar quanto intrigante, confrontando-o com o desconhecido mas também com o reconhecível. O projeto, financiado pela Rede FUNARTE, marcou a abertura da Fundação Vera Chaves Barcellos em 2005, em Porto Alegre. Ao completar 10 anos, a mostra chega ao Rio de Janeiro.

Para o curador Bernardo José de Souza, Enigmas resgata questões ontológicas que jamais deixaram de despertar a curiosidade do homem, e fazer avançar o conhecimento científico. “Vera Chaves Barcellos investiga a natureza humana e, por consequência, a origem da vida”.

“Fotografias de primatas contemplativos, aparentemente confortáveis em suas celas num zoológico, produzem um incômodo sentimento de empatia com esta espécie ancestral tão semelhante à nossa ao ponto de recuperarmos, ainda que inadvertidamente, a noção de sermos todos animais – muito embora nós dotados de uma inteligência transcendente”, revela o curador.

Enigmas segue em cartaz até 23 de maio, com entrada franca.

Enigmas

Período da exposição: 07 de março até 23 de maio de 2015

Galerias 1 e 2 (térreo) | Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

Rua Luís de Camões – Centro | Rio de Janeiro – RJ, 20060-030

Telefone (21) 2232-4213/2242-1012.

Enigmas é um projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos, viabilizado através de recursos obtidos da Rede FUNARTE.

Saiba Mais

Enigmas – por Bernardo José de Souza

A partir de uma série de elementos visuais que nos fornecem pistas sobre as questões ontológicas que jamais deixaram de despertar a curiosidade do homem, e fazer avançar o conhecimento científico, Vera Chaves Barcellos investiga a natureza humana e, por consequência, a origem da vida. Construída como uma espécie de laboratório, esta instalação composta por imagens, fósseis, pedaços de pele e caixas de sal, lança o público em um universo tão familiar quanto intrigante, confrontando-o com o desconhecido, mas também com o reconhecível.

Fotografias de primatas contemplativos, aparentemente confortáveis em suas celas num zoológico, produzem um incômodo sentimento de empatia com esta espécie ancestral tão semelhante à nossa ao ponto de recuperarmos, ainda que inadvertidamente, a noção de sermos todos animais – muito embora nós dotados de uma inteligência transcendente. Entretanto a faculdade de pensar que, em tese, nos permitiria compreender a complexidade do mundo e das coisas de maneira holística, aparta a humanidade dos demais seres vivos, gerando uma cisão entre cultura e natureza absolutamente deletéria à manutenção da vida; esta consiste em uma das principais questões a se impor à agenda contemporânea nesta era do antropoceno, quando o homem impacta o ecossistema de forma tão dramática ao ponto de rivalizar com as sucessivas mudanças de ordem natural e geológica ocorridas em nosso passado remoto.

Se a tipologia de peles de vison (caçados, abatidos?) dispostas na parede concorre com os resíduos de sal que formam um alfabeto grego nas caixas dispostas pelo chão, aludindo assim não só à selvageria de nossa relação com o reino animal, mas também à esfera do conhecimento acumulado ao longo da história, é, no entanto, a imagem de uma primata, vestindo véu e grinalda, que sintetiza a condição humana. Somos os mesmos, mas também somos o outro.

A relação com a alteridade segue profundamente mal resolvida em nossa espécie, em que pese nosso esforço coletivo para superar querelas filosóficas e científicas quanto à essência humana, quanto às faculdades humanistas e quanto a esta centelha criativa, por nós tão celebrada, que nos distingue no cosmos de toda e qualquer forma de vida da qual se tem notícia.

A imagem difusa da galáxia M100, registrada pelo telescópio Hubble, e publicada pela Associated Press, nos dá a dimensão do universo, mas também a escala e a estatura do homem.  O céu seria o limite? Mas há limites para a engenhosidade humana, tanto na ciência quanto na ficção? Não seriam a vida e a própria ciência formas de ficção?

Representamos o mundo e, apenas assim, dele depreendemos sentido. Somente deste modo fomos capazes de articular a linguagem, ela própria um instrumento de limitado alcance face à complexidade do mundo.

Em seu processo de criação intuitivo, Vera Chaves Barcellos parece ignorar a busca pela resposta última, pelo elo perdido, assim descartando o evolucionismo e mesmo o misticismo para nos demandar ontologicamente, sempre a partir da linguagem: que coisa é essa que chamamos arte?

Sobre a FVCB – http://fvcb.com.br/

A Fundação Vera Chaves Barcellos – FVCB – é uma entidade cultural privada e sem fins lucrativos, que tem como missão a preservação, pesquisa e difusão da obra da artista Vera Chaves Barcellos, assim como o incentivo à criação artística e à investigação da arte contemporânea. Entre as metas da instituição estão a realização de uma programação regular de exposições, o estímulo à pesquisa, debates, seminários e projetos editoriais.

A programação conta com exposições regulares e gratuitas que trazem ao público sempre um novo olhar sobre o acervo da instituição. As mostras são acompanhadas de atividades paralelas, com o intuito de dar suporte ao debate da arte contemporânea. A Fundação dispõe ainda de um rico acervo documental sobre arte contemporânea, aberto à pesquisa pública em seu Centro de Documentação e Pesquisa, na região central de Porto Alegre.

Em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre, estão localizadas a Sala dos Pomares, um prédio de 400 m², construído especialmente para abrigar a programação de exposições e atividades e a reserva técnica que abriga o acervo da instituição.

A sede

A sede da FVCB está localizada em Viamão-RS, a 22 Km de Porto Alegre. É formada pela Sala dos Pomares, um prédio de 400 m², com áreas expositivas, sala multiuso e sala de trabalho, projetado especialmente para receber a programação de atividades e pela Reserva Técnica, aonde está guardado o acervo de obras.

Em Porto Alegre, estão localizados a Administração e o Centro de Documentação e Pesquisa, aberto ao público desde 2008, quando aumentou sua coleção, através da aquisição de livros e catálogos e iniciou um processo de intercâmbio com outros centros de pesquisa do Brasil e do exterior.

Vera Chaves Barcellos

Vera Chaves Barcellos nasceu em Porto Alegre, RS, Brasil, em 1938. Nos anos 60, dedicou-se à gravura depois de estudos na Inglaterra e Holanda. Em 1975, foi bolsista do British Council, no Croydon College em Londres, estudando fotografia e sua aplicação em técnicas gráficas. Em 1976, participou da Bienal de Veneza com o trabalho Testarte. Está entre os fundadores do Nervo Óptico (1976-78) e do Espaço N.O. (1979-82), e também da galeria Obra Aberta (1999-2002), atuantes no sul do Brasil.

Realizou inúmeras exposições individuais no Brasil e no exterior; participou de quatro Bienais de SP e exposições coletivas na América Latina, Alemanha, Bélgica, Coréia, França, Holanda, Inglaterra, Japão, Estados Unidos e Austrália.

Como artista convidada, participou da exposição Cegueses no Museu de Arte de Girona e do Panorama de Arte Brasileira em SP (1997), do Salão Nacional do RJ e da exposição Pasaje de Ida, na Galeria Antonio de Barnola, Barcelona, Território Expandido no SESC Pompéia, SP (2000) e Sem Fronteiras, mostra de abertura do Santander Cultural, em Porto Alegre (2001), onde mostra sua instalação Visitant Genet,

Entre suas exposições, a partir do ano 2000, individuais estão: Visitant Genet no Museu D´Art de Girona (2000) e Le Revers de Rêveur na Capela de San Roc, em Valls, (2003), ambas na Espanha, e Enigmas, FVCB, Porto Alegre, (2005). Em 2007, realizou uma grande mostra antológica – O Grão da Imagem– realizada no Santander Cultural, em Porto Alegre, Brasil. Essa mostra contou com curadoria triple de Agnaldo Farias, Fernando Cocchiarale e Moacir dos Anjos.

Participou da V Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Porto Alegre (2005) e da mostra MAM na Oca, Arte Brasileira do Acervo do MAM, São Paulo, (2006).

Com curadoria de Glória Ferreira, faz uma grande mostra abrangente de sua trajetória denominada Imagens em Migração, no MASP, São Paulo, em 2009.

No mesmo ano, tem publicou o livro Vera Chaves Barcellos- Obras Incompletas (Editora Zouk) sobre sua obra, analisada em detalhes num extenso texto do filósofo francês especializado no estudo da imagem fotográfica contemporânea, François Soulages.

Desde a década de oitenta, realiza instalações multimídia, empregando, além da fotografia, outros meios. Instituiu uma fundação que leva seu nome, dedicada à divulgação da arte contemporânea (2004). Vive e trabalha em Viamão, RS, Brasil, mantendo também seu estúdio em Barcelona, Espanha, desde 1986.

TIRADENTES CULTURAL é uma iniciativa de espaços culturais localizados no entorno da praça Tiradentes que se reuniram com o objetivo de potencializar a circulação de pessoas e as atividades culturais nesta região da cidade.

CIRCUITO – programação coletiva, desenvolve diversas ações em conjunto todo primeiro sábado do mês.
Fazem parte da Tiradentes Cultural:
Largo das Artes
Teatro João Caetano
Real Gabinete Português de Leitura
Centro Carioca de Design
Studio-X
Centro de Arte Maria Teresa Vieira
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Centro de Referência do Artesanato Brasileiro
Polo Novo Rio Antigo
Barracão Maravilha

https://www.facebook.com/tiradentescultural

Galeria Mascate inaugura duas novas exposições no dia 24 de fevereiro

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Individual do suíço Alfio Tommasini e coletiva intitulada Animal tem entrada franca

Inauguram no dia 24 de fevereiro às 19h as duas novas exposições da Galeria Mascate. “Tir Transit” é um registro de um trabalho de pesquisa de monitoramento de dados de tráfego desenvolvido na fronteira da Suíça com a Itália durante 2014.

O artista Alfio Tommasini entrevistou milhares de motoristas de caminhão que cruzam a auto-estrada A2 todos os dias. Catalogou veículos de empresas da Europa Ocidental quase sempre dirigidos por motoristas do Leste Europeu, que passam pelo país somente na alfândega ou rapidamente em alguma área de descanso.

“Nos curtos períodos entre as perguntas, eu procurei lampejos de humanidade dessas pessoas que passam a maior parte do seu tempo na estrada. Enquanto eu estava registrando informações, olhava para a janela do veículo buscando os sentimentos das pessoas com quem eu tinha que interagir apenas com o propósito de extrair números oficiais”. O resultado é uma exposição inédita de 30 imagens em preto e branco.

Tommasini nasceu em 1979 em Lodano, na parte italiana da Suíça. Por cinco anos residiu e estudou em Madrid, onde desenvolveu seu trabalho em fotografia. Colabora com diversas publicações pelo mundo e recebeu alguns prêmios em competições internacionais, além de ser um dos organizadores do Verzasca Foto Festival.

“Animal” é uma mostra coletiva de trabalhos em preto e branco, misturando desenho, pintura e fotografia. Integram os artistas Britto Velho, Carol de Góes, Chana de Moura, Daniel Eizirik, Denny Chang, Fábio Rachelle, Myriam Dutra, Régis Duarte e Tiago Coelho. As exposições seguem em cartaz até 03 de abril, com entrada franca. A Galeria Mascate funciona de terça a sábado, das 14h às 18h, na Rua Laurindo, 332.

Saiba Mais

Galeria Mascate

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, o fotógrafo Tiago Coelho, o designer Régis Duarte criaram a Galeria Mascate em setembro de 2011.

O nome Mascate ficou sempre associado à imigração árabe no Brasil, resultante do grande contingente de imigrantes proveniente do Líbano e da Síria que se dedicaram a esta atividade.

Em menor número chegaram também ao Brasil imigrantes de outros pontos do antigo Império Otomano, como Turquia, Palestina, Egito, Jordânia e Iraque. A mascateação introduziu inovações que hoje são traços marcantes do comércio popular, como as práticas de alta rotatividade e alta quantidade de mercadorias vendidas, das promoções e das liquidações. Inicialmente os mascates visitavam as cidades do interior e as fazendas de café, levando apenas miudezas e bijuterias. Com o tempo e o aumento do capital, começaram também a oferecer tecidos, roupas prontas e outros artigos.

SERVIÇO

Tir Transit e Animal

Inauguração

24 de fevereiro, 19h

Mostra segue até 03 de abril

Entrada Franca

Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS

De terça a sábado, das 14h às 18h

Barracoestudio.com.br

Liquens conceito.arquitetura.design é responsável pelo projeto dos Espaços Indoor e Outdoor da Semana ARP da Comunicação pelo décimo primeiro ano

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 Evento acontece entre os dias 17 a 21 de novembro em Porto Alegre

A Liquens conceito.arquitetura.design é responsável, pelo décimo primeiro ano consecutivo, pelas intervenções urbanas e arquitetura indoor da Semana ARP da Comunicação, que acontece entre os dias 17 e 21 de novembro em Porto Alegre. A dupla de arquitetos Daniela Corso e Joel Fagundes ficou responsável pela concepção e montagem de 32 espaços no bairro Moinhos de Vento, que contam com os cenários das palestras no Sheraton Hotel, Patissier, Exposição Outdoor da Exposição da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e espaços intitulados “Gentileza Urbana”, além da cenografia do Jantar da Propaganda na Casa NTX.

“A história da Liquens se confunde com a história da Semana ARP. Costuramos essa trajetória juntos durante 11 anos e esperamos seguir adiante”, afirma a dupla.

Pequenas Gentilezas para os habitués do Moinhos de Vento estão espalhadas pelo bairro. São displays com poltrona-namoradeira, equipados com tomadas para carregar qualquer equipamento eletrônico. Esse ano, são 16 pontos de Gentilezas Urbanas diferentes do bairro.

“Fazemos parte da história da entidade e comemoramos o sucesso de um evento que passou a fazer parte da agenda da nossa cidade. A cada ano, o desafio é diferente, é maior. E a nossa paixão só aumenta”, afirmam.

Liquens na ARP

Em 2004 e 2005 a dupla imprimiu o conceito do Caleidoscópio nos Armazéns e no Pórtico do Cais do Porto. A cena era colorida e repleta de imagens. As criações da Liquens passaram por uma exposição sobre a história da propaganda, corners de patrocinadores, cenografia dos espaços fechados, lounges ao pôr do sol, cybercafé, revistaria, jam sessions no final da tarde, espaços com muita cor e grandes estruturas.

Em 2006, um grande loft foi concebido no antigo Parque Fabril da Renner, marcando as criações do evento, com arquitetura, design, comunicação, fotografia e arte no mesmo espaço. Uma exposição do Salão da Propaganda habitava o tradicional jantar do evento, com obras de artistas plásticos renomados, como Alex Flemming, André Venzon, Julio Ghiorzi e Luiz Carlos Felizardo.

Em 2007 o conceito de Intervenções Urbanas foi inserido nos espaços do bairro Moinhos de Vento. O projeto garantiu a Liquens o Grand Prix Colunistas RS 2008 de Ação Promocional do Ano, além de ouro na etapa nacional. Um reconhecimento pela vontade de levar a Semana para a população, fazendo o evento ganhar as ruas de sua cidade.

“É gratificante lembrar a concepção do projeto, a produção nas ruas, da Exposição na Passarela, com acervo da Memória da Propaganda – instalação inédita no Parque Moinhos de Vento – as boxes, como ficaram conhecidos os cubos de conteúdo, os lounges urbanos com as poltronas elétricas, carinhosamente batizadas pela população” afirma a dupla.

De 2008 a 2012, a cada ano, a Liquens recriou as cenas, os produtos e as ações da ARP. “Na busca de novos produtos que fossem atraentes para o mercado, trouxemos para a cidade a ideia da Bike-Táxi, que circulou por quatro anos pelas ruas do bairro Moinhos de Vento, transportando os participantes entre os eventos. A Liquens, que levanta a bandeira do ciclismo utilitário, criou este “produto” em 2009, com a intenção de difundir os conceitos do ciclismo utilitário em Porto Alegre. “Acreditamos que seja uma oportunidade de abordarmos o assunto e contribuirmos para a conscientização da população, da importância dos meios de transporte alternativos, principalmente as bicicletas”, destaca Daniela.

Desde 1964, com o movimento das Bicicletas Brancas de Amsterdam, surgem diversos movimentos a favor do mesmo tema pelo Mundo: iniciativas como o Dia Mundial Sem Carro, as bicicletas comunitárias em Lyon, França, em 1975, a primeira Bicicletada no Brasil, em 1984, os Night Bikers, as pedaladas noturnas em São Paulo, de 1985. Em 2007, com a criação do Velib em Paris dá inicio ao maior programa de Bikes Comunitárias. “Nosso sonho é que as Bike-Táxis não sejam só uma atração nas ruas de Porto Alegre durante a Semana da ARP, mas parte do dia a dia das pessoas”, afirmam.

Em 2009, sob o tema Fora do Centro, a Liquens concebeu uma instalação em uma parada de ônibus, com parceria de André Venzon na criação do projeto. No mesmo ano, também fizeram parte das produções para o evento os troféus-estrela gigantes, que habitaram as ruas do bairro, receberam performances de artistas urbanos e conferiram um novo colorido ao evento. Além disso, foram responsáveis pelo projeto arquitetônico e curadoria de uma exposição com 10 profissionais do mercado. Foram convidados profissionais do ano de Salões anteriores, para criarem sob o tema da Semana. “Selecionamos diretores de arte, fotógrafos, designers. A ideia resultou numa exposição belíssima, de colorido ímpar. As pessoas que por ali passaram, puderam conferir trabalhos de renomados profissionais do mercado da comunicação, que, na maioria das vezes, são meros anônimos para o público em geral”, revelam.

Em 2010, as intervenções se concentraram no Parcão, com uma reedição da Parada, com uma roupagem high tech, em contêineres metálicos, fechamentos em vidro, TV e poltronas iluminadas e espaço Wi-Fi, disponibilizado gratuitamente para a população.

Neste mesmo ano, trouxeram uma exposição integrante da Bienal Brasileira de Design, que habitou espaços no Moinhos Shopping. Foram expostos 30 cartazes de profissionais e estudantes de design de todo Brasil, com foco em sustentabilidade. O tema foi além das produções expostas e também foi inserido no mobiliário do lounge que também integrava a exposição, com móveis em papelão.

Em 2011, o destaque ficou para as Bike Táxis, que já se tornaram marca registrada do trabalho da dupla e do evento, transportando o público dentro do bairro Moinhos de Vento.

Em 2012, a empresa assinou concepção e montagem de sete espaços no bairro Moinhos de Vento, que contam com os cenários das palestras no Sheraton Hotel, Instituto Goethe e Constantino, Exposição da Prefeitura Municipal de Porto Alegre junto ao Monumento do Parcão, lounges e displays urbanos. Além da Parada de ônibus, na esquina da Av. Goethe com 24 de Outubro, uma instalação com andaimes e painéis ecológicos.

“O projeto teve como norte a utilização de andaimes em todos os espaços, por sua versatilidade de construção e adequação aos ambientes internos e externos”, afirma Daniela. Painéis ecológicos são o suporte da programação visual, e as criações de lounges urbanos repetem o objetivo dos projetos anteriores de levar o evento para as ruas, trazendo ao público espaços que reúnem serviço, com bancos e tomadas além de informação. A dupla também criou o cenário do Jantar da Propaganda, que ocorreu no Centro de Eventos do Barra Shopping Sul.

Em 2013 as novidades foram os parklets e o projeto de Gentilezas Urbanas. Criados em São Francisco, nos Estados Unidos, os parklets surgem como forma de converter o espaço de estacionamento de automóvel na via pública em área recreativa temporária. O objetivo central do parklet é estimular a discussão sobre o futuro das nossas cidades para as pessoas e o uso do solo com equidade. Este conceito inclui instalar áreas de lazer e convívio em espaços usualmente ocupados por carros, bem como em áreas que podem ativar determinadas ruas, bairros ou cidades.

Sobre a Liquens conceito.arquitetura.design

Formada pelos arquitetos Daniela Giovana Corso e Joel Fagundes, a Liquens trabalha com concepção de projetos especiais, culturais, institucionais e promocionais, além de expografia, intervenções urbanas, arquitetura comercial e design gráfico e de produto, e tem na sua carta de clientes a Amcham, ARP, Ecofrotas, Unicasa – DellAnno e Favorita, entre outros. Venceu o Grand Prix Colunistas Regional em 2008 e Ouro Colunistas Nacional 2008 com Semana ARP da Comunicação. Em  2012, a Liquens recebeu medalha de Prata no Prêmio Colunistas, na categoria Promo, com o case “Liquens são asas”. Para saber mais, acesse:  http://www.facebook.com/LIQUENS.conceito.arquitetura.design e http://www.liquens.com.br/

Exposição “Gêmeos – retratos por Fábio Rebelo” inaugura no dia 20 de novembro no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo

Sofia e Isabela

 Fotógrafo apresenta 20 imagens em preto e branco de gêmeos de diversas idades e estilos

Inaugura no dia 20 de novembro na sala O Retrato do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo a exposição “Gêmeos – retratos por Fábio Rebelo”, com patrocínio da Casa de Cinema de Porto Alegre e Gráfica Editora Pallotti.

O projeto é um trabalho de questionamento sobre a identidade na fotografia, contrapondo a relação entre imagem e referente fotográfico, através de retratos onde as características físicas que definem a identificação não são mais tão óbvias, pois não são únicas. Confrontadas em pares, tanto semelhanças quanto diferenças se acentuam. “Uma das perguntas mais instigantes que norteiam o projeto, na minha opinião é se a fotografia é uma representação fiel da realidade”, revela o fotógrafo. “Brincar com as semelhanças e diferenças dos gêmeos foi uma maneira de trazer essa discussão”.

Conhecido por seus retratos, Rebelo apresenta nessa exposição 20 imagens em preto e branco de gêmeos de diversas idades e estilos, que foi pesquisando há três anos. Em janeiro deste ano, o público pode conferir seu trabalho na mostra Trans[ver], na Pinacoteca da AJURIS. “Gêmeos” segue em cartaz até o dia 20 de dezembro, com entrada franca.

Saiba Mais

Fábio Rahal Rebelo | http://www.fabiorebelo.com.br

Fotógrafo baseado em Porto Alegre, RS. Começou a fotografar em 1983. Formado em Ciências da Computação com especialização em Computação Gráfica na UCLA (University of California, Los Angeles), trabalha com fotografia de publicidade e como fotógrafo de cena, tendo participado de inúmeras produções para cinema e televisão. Realiza também projetos autorais e exposições. Suas fotografias apareceram em publicações como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Zero Hora, Veja, IstoÉ, Rolling Stone (Brasil), Guitar Player (Brasil), Photo (França) e Photo Magazine (Brasil).

Exposições

SLIDELUCK BUENOS AIRES (coletiva) – Exposição do Projeto TRANS[ver] no I Slideluck Buenos Aires. Fotografias coloridas, captação e tratamento digital. El Dorrego (Distrito Audiovisual). Buenos Aires, 30 de maio de 2014

EXPO BIKE FOTOGRAFIAS (coletiva) – Exposição de fotografias do coletivo Baita Profissional e convidados, tendo a bicicleta como tema central. Fotografias P&B, captação e tratamento digital. Urban Arts Porto Alegre. Porto Alegre, 24 de abril de 2014 a 20 de maio de 2014

TRANS[ver] – O corpo não determina necessariamente a expressão da identidade de gênero. Todos (as) devem ser livres para moldá-lo, adaptá-lo e expressar a sua vivência interna. Patrocínio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento | Brasil. Fotografias coloridas, captação e tratamento digital. Pinacoteca da AJURIS. Porto Alegre, 29 de janeiro de 2013 a 21 de março de 2014

Clicks Cubanos – Cenas do cotidiano de Cuba, obtidas em cidades como Havana, Santa Clara e Trinidad. Fotografias em P&B, captação e tratamento digital. Galeria do Instituto Cervantes de Porto Alegre. Porto Alegre, 1 a 26 de junho de 2011. Galeria da Casa dos Bancários. Porto Alegre, 25 de outubro a 25 de novembro de 2011

Shiga e Rio Grande do Sul: a irmandade de dois povos (coletiva) – Imagens da Praça Shiga (Porto Alegre), realizadas no ano do seu 25o aniversário. Fotografias em P&B, captação e tratamento digital.
Espaço Cultural ESPM-RS Porto Alegre, 9 de novembro a 10 de dezembro de 2010

Praça Shiga – Imagens da Praça Shiga (Porto Alegre), realizadas no ano do seu 25o aniversário. Exposição integrante do calendário de eventos comemorativos ao centenário da Imigração Japonesa no Brasil, oferecido pelo Núcleo de Estudos Japoneses – NEJA, Instituto de Letras da UFRGS e Núcleo de Estudos do Patrimônio e Memória – NEP, da Pró-Reitoria de extensão da UFSM. Fotografias em P&B, captação e tratamento digital. Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, Rio Grande do Sul, 22 de novembro a 6 de dezembro de 2008

Venice Portraits – Retratos de habitantes de Venice Beach, Califórnia, realizados entre 1992 e 1995. Captação em filme 35mm, tratamento digital. Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano. Porto Alegre, 25 de agosto a 25 de setembro de 2008

Cenas de Porto Alegre – Fotografias de prédios e lugares típicos de Porto Alegre. Captação e tratamento digital. Livraria e Café Botequim das Letras. Porto Alegre, 19 de agosto a 9 de setembro de 2007

Luz e Alma (coletiva) – Imagens produzidas pelos participantes da Oficina Aferindo o Número do seu Sistema em Preto e Branco, ministrada por Ruy Varella. Casa de Cultura Mário Quintana. Porto Alegre, 1993

Sobre o CCCEV ( http://www.cccev.com.br )

Localizado no Centro Histórico de Porto Alegre, a poucos metros da Praça da Alfândega, o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) se constitui em um equipamento a serviço das diversas expressões da arte.

A casa acolhe milhares de visitantes em atividades que englobam diferentes manifestações artísticas e formativas, como exposições, espetáculos cênicos e musicais, sessões de cinema, contação de histórias, cursos, seminários, oficinas, palestras, lançamento de livros, de filmes, debates. Enfim, o que de mais nobre se produz em termos de cultura no Estado passa pela casa, cumprindo ininterrupta agenda de iniciativa própria.

Gêmeos – Retratos por Fábio Rebelo

De 20 de novembro a 20 de dezembro

Sala O Retrato – Centro Cultural CEEE Erico Verissimo – Rua dos Andradas, 1223

Horário de Visitação: Terça a sexta das 10h às 19hs | Sábados das 11h às 18h

Realização: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo / CEEE / Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Patrocínio: Casa de Cinema de Porto Alegre e Gráfica Editora Pallotti

Apoio: Clemente Design

Mostra Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim encerra no dia 16 de novembro

2013_10_31_MS_santander057pMostra inédita faz tributo ao médico, escritor e jornalista e segue em cartaz até 16 de novembro, com entrada franca.

 Seminário e Palestra encerram atividades simultâneas, com a presença de Luis Fernando Verissimo e Ignacio de Loyola Brandão

 

Porto Alegre, 07 de novembro de 2014 – Encerra no dia 16 de novembro a mostra Moacyr Scliar, o Centuro do Bom Fim. Em cartaz no Santander Cultural, com entrada franca, o público poderá participar de seminário e palestra simultâneos à mostra na próxima semana.

A programação, em sintonia com os temas abordados na exposição, englobou oficinas, palestras, seminários, mostras de cinema, apresentação de dança, show de música e teatro e mobilizou um público geral de 57 mil visitantes desde sua abertura em setembro. Durante os dois meses de exposição, a Ação Educativa atendeu 5573 de 137 escolas.

No dia 12 de novembro, às 19h30, os escritores Cíntia Moscovich, Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo e Luiz Antonio de Assis Brasil participam do seminário “Do Mágico ao Social: A Arte de contar histórias”, onde analisam a obra do autor e falam sobre o homem por trás das palavras. A mediação é de Antônio Torres e o evento ocorre no Átrio.

Encerrando a programação, o rabino Nilton Bonder, doutor em Literatura Hebraica pelo Jewish Theological Seminary, ministra palestra “Moacyr Scliar e suas Múltiplas Identidades” no dia 13 de novembro, às 20h, no Átrio. Bonder fala sobre a atuação de Scliar nas diversas áreas a que ele se dedicou.

Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

Curadoria Carlos Gerbase

Santander Cultural Porto Alegre | Rua Sete de Setembro, 1028 | POA  RS

De 17 de setembro até 16 de novembro de 2014

Entrada franca

 

Sobre as atividades simultâneas

SEMINÁRIO

Do Mágico ao Social: A Arte de Contar Histórias

Autor de mais de 70 livros, Moacyr Scliar terá sua obra analisada por alguns dos seus colegas escritores mais próximos, que falarão sobre o homem por trás das palavras.

Data: 12/11

Horário: 19h30

Local: Átrio

Mediador: Antônio Torres

Participantes: Cíntia Moscovich, Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo e Luiz Antonio de Assis Brasil

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

PALESTRA

Moacyr Scliar e Suas Múltiplas Identidades

O rabino Nilton Bonder, doutor em Literatura Hebraica pelo Jewish Theological Seminary, fala sobre a atuação de Moacyr Scliar nas diversas áreas a que ele se dedicou.

Data: 13/11

Horário: 20h

Local: Átrio

Palestrante: rabino Nilton Bonder

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028 | Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191 | 51 3287.5500

scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Biblioteca

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

não abre no primeiro domingo do mês

Café do Cofre

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

segundas, das 11h às 15h

Moeda Bar e Restaurante

seg a sex, das 11h30 às 15h

Loja Koralle Santander Cultural

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

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Seminário e espetáculo de dança marcam a programação das atividades paralelas à Mostra Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim, promovida pelo Santander Cultural

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  • Mostra inédita faz tributo ao médico, escritor e jornalista e segue em cartaz até 16 de novembro, com entrada franca.
  • Seminário A Construção da Identidade Judaica na Trajetória de Moacyr Scliar e Espetáculo Etnias com Grupo Kadima são os destaques da semana

Porto Alegre, 03 de outubro de 2014 – Durante o período da exposição Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim, em cartaz no Santander Cultural até o dia 16 de novembro, com entrada franca, o público poderá participar de diversas atividades paralelas à mostra.

A programação, em sintonia com os temas abordados na exposição, engloba oficinas, palestras, seminários, mostras de cinema, apresentação de dança, show de música e teatro.

No dia 7 de outubro, 19h30, o público poderá conferir o seminário “A Construção da Identidade Judaica na Trajetória de Moacyr Scliar”. O autor sempre foi um membro atuante da comunidade judaica. No evento, os convidados irão debates a importância do trabalho de Scliar na divulgação da cultura judaica. Integram a atividade Abrão Slavutzky, Jacques Alkalai Wainberg, Léo Schames, Luiz Lerrer, Ruben George Oliven e Wremyr Scliar, com mediação de Abrahão Finkelstein. O seminário ocorre na Sala Multiuso, com entrada franca.

Na quarta-feira, 8 de outubro, o espetáculo “Etnias” do Grupo Kadima é o destaque. Com 40 integrantes e 35 anos de atividades, o grupo porto-alegrense apresenta a cultura judaica através do seu premiado espetáculo de dança folclórica israeli. O evento acontece no Átrio, às 20h.

A oficina da semana – “Criação de Personagens – Animando Scliar”, no dia 11 – é ministrada pela artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho, Claudia Hamerski. A partir da leitura de um texto de Scliar, os participantes darão vida aos personagens em uma animação em stop motion. A atividade é indicada para crianças de 7 a 12 anos. As inscrições gratuitas podem ser realizadas através do email ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941.

Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

Curadoria Carlos Gerbase

Santander Cultural Porto Alegre | Rua Sete de Setembro, 1028 | POA  RS

De 17 de setembro até 16 de novembro de 2014

Entrada franca

Sobre as atividades simultâneas

SEMINÁRIOS

A Construção da Identidade Judaica na Trajetória de Moacyr Scliar

Moacyr Scliar sempre foi um membro atuante da comunidade judaica. Neste seminário, os convidados irão debater a importância do trabalho do autor na divulgação da cultura judaica.

Data: 7/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Abrahão Finkelstein

Participantes: Abrão Slavutzky, Jacques Alkalai Wainberg, Léo Schames, Luiz Lerrer, Ruben George Oliven e Wremyr Scliar

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

 

DANÇA

Espetáculo Etnias com Grupo Kadima

Com 40 integrantes e 35 anos de atividades, o grupo porto-alegrense apresenta a cultura judaica através do seu premiado espetáculo de dança folclórica israeli – um espetáculo sobre o qual o próprio Moacyr Scliar escreveu certa vez, salientando sua importância artística e cultural.

Data: 8/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

OFICINAS

Criação de Personagens – Animando Scliar

A partir da leitura de um texto de Scliar, os participantes irão dar vida aos personagens em uma animação da história em stop motion. Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 11/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 1º/10

CINEMA

Duas mostras exibem filmes títulos em sintonia com a temática da mostra. Acompanhe pelo site do Santander Cultural; pelo folder ou ligue para 51-30283231 / 91898847 para mais informações.

Mostra Moacyr Scliar: Palavras em Movimento

De 2 até 10 de outubro

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028 | Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191 | 51 3287.5500

scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Biblioteca

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

não abre no primeiro domingo do mês

Café do Cofre

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

segundas, das 11h às 15h

Moeda Bar e Restaurante

seg a sex, das 11h30 às 15h

Loja Koralle Santander Cultural

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Mariele Salgado Duran | Relações com a Imprensa Santander

Bruna Paulin | Assessora de imprensa Prana Filmes

Santander Cultural promove atividades simultâneas à mostra Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

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  •         Mostra inédita faz tributo ao médico, escritor e jornalista e segue em cartaz até 16 de novembro, com entrada franca. 
  • No dia 1º de outubro, o público poderá conferir leitura encenada de textos do autor.

Porto Alegre, 29 de setembro de 2014 – Durante o período da exposição Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim, em cartaz no Santander Cultural até o dia 16 de novembro, com entrada franca, o público poderá participar de diversas atividades paralelas à mostra.

A programação, em sintonia com os temas abordados na exposição, engloba oficinas, palestras, seminários, mostras de cinema, apresentação de dança, show de música e teatro.

No dia 1º de outubro, o evento “Uma noite com Moacyr Scliar” é o destaque. Cláudio Levitan, Mirna Spritzer, Sérgio Lulkin e Zé Vitor Castiel criam com música e palavras as atmosferas e os personagens de Scliar através de trechos de obras como “A Guerra no Bom Fim”, “O Exército de um homem só” e “Um centauro no jardim”. A atividade ocorre no Átrio com acesso por ordem de chegada.

Na quinta-feira, dia 02, inicia a mostra de cinema “Moacyr Scliar: Palavras em Movimento”, que segue em cartaz até 10 de outubro.

A oficina da semana é ministrada pela professora, escritora e contadora de histórias, Marô Barbieri, que ministra “Contação de Histórias” no dia 04. A oficina oferece oportunidades de leitura e análise de contos e crônicas do autor, enfatizando a excelência da qualidade ficcional dos textos. As inscrições gratuitas podem ser realizadas através do email ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941.

Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

Curadoria Carlos Gerbase

Santander Cultural Porto Alegre | Rua Sete de Setembro, 1028 | POA  RS

De 17 de setembro até 16 de novembro de 2014

Entrada franca

Sobre as atividades simultâneas

TEATRO

Uma noite com Moacyr Scliar

Leitura de contos, crônicas e excertos de obras de Scliar com participação especial do músico Cláudio Levitan.

Data: 1º/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Mirna Spritzer, Sérgio Lulkin e Zé Victor Castiel

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

 

OFICINAS

Contação de Histórias

A oficina oferece oportunidades de leitura e análise de contos e crônicas de Moacyr Scliar, enfatizando a excelência da qualidade ficcional dos textos. Marô Barbieri é professora, escritora e contadora de histórias.

Data: 4/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineira: Marô Barbieri

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 24/9

CINEMA

Duas mostras exibem filmes títulos em sintonia com a temática da mostra. Acompanhe pelo site do Santander Cultural; pelo folder ou ligue para 51-30283231 / 91898847 para mais informações.

Mostra Destinos, Sonhos e Esperanças: Trajetórias das Imigrações Judaicas

De 16 de setembro até 1º de outubro

Mostra Moacyr Scliar: Palavras em Movimento

De 2 até 10 de outubro

 

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028 | Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191 | 51 3287.5500

scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Biblioteca

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

não abre no primeiro domingo do mês

Café do Cofre

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

segundas, das 11h às 15h

Moeda Bar e Restaurante

seg a sex, das 11h30 às 15h

Loja Koralle Santander Cultural

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

 

Mariele Salgado Duran | Relações com a Imprensa Santander

Bruna Paulin | Assessora de imprensa Prana Filmes

Santander Cultural apresenta Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

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Mostra inédita faz tributo ao médico, escritor e jornalista, que faleceu em 2011.

 A exposição une manuscritos históricos, instalações imersivas e representações audiovisuais dos personagens do autor.

Scliar construiu uma ponte entre a Bessarábia, a cidade de Porto Alegre e o mundo. Tornou-se um autor que partiu do regional e chegou ao universal.

Porto Alegre, 16 de setembro de 2014 – Quem conhece um pouco sobre a vida e a obra de Moacyr Scliar tem saudade do escritor bem-humorado e de seus textos brilhantes. Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim é uma mostra realizada pelo Santander Cultural, de 17 de setembro a 16 de novembro, sobre um homem notável para a literatura e a medicina do Rio Grande do Sul. Com curadoria de Carlos Gerbase e consultoria de Regina Zilberman, a exposição apresenta os mundos ficcionais e as histórias sobre o mundo real contadas por Scliar, mostrando como ele conseguiu, de forma sensível e obstinada, reuni-los em seus textos e na sua vida.          

            Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim é dividida em ambientes que retratam a vida do homenageado e de sua família: a travessia de seus ancestrais, vindos da Bessarábia; o Bom Fim e a infância na rua Fernandes Vieira; a carreira de médico; o grande leitor que se transforma num escritor prolífico; seus personagens; sua vida familiar e afetiva.

            O visitante poderá escolher entre ler Scliar num livro ou em tablets. Fará um mergulho no Bom Fim dos anos 1940, bairro onde a família Scliar viveu. Conhecerá alguns dos principais personagens dos livros de Scliar, encenados por atores em totens digitais. Numa sala de projeção, assistirá a um documentário de curta metragem baseado na obra do escritor. No ambiente dedicado à medicina, ouvirá o comovente discurso da formatura em medicina de Scliar. No final da exposição, poderá testar os conhecimentos adquiridos na exposição em mesas interativas.

            Com um ritmo de produção ímpar, o médico, escritor e jornalista gaúcho deixou um legado de obras importantes em todas as áreas em que atuou. Integrante da Academia Brasileira de Letras, vencedor de três prêmios Jabuti e de um prêmio Casa de Las Americas, Scliar nunca perdeu o contato com os estudantes. Em inúmeras palestras, ele respondia pacientemente às dúvidas e curiosidades de crianças e adolescentes.

            Carlos Gerbase, jornalista, escritor e cineasta, com pós-graduação em cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle – Paris III, atua como curador com o objetivo de proporcionar ao visitante da mostra uma experiência imersiva na obra e na vida de Scliar. Para isso, o Santander Cultural sofreu uma intervenção arquitetônica arrojada e conteúdos audiovisuais dominam o ambiente, mas também há espaço para muitos manuscritos originais, que em sua maioria nunca foram apresentados em público. A realização é da Prana Filmes, combinada a supervisão literária da profa. Regina Zilberman.

            Marcos Madureira, diretor-presidente do Santander Cultural, destaca: “É com satisfação que participamos da preservação da memória de um dos principais intelectuais brasileiros, que, em suas ações, nos mostrou que o saber e a generosidade são características que devem caminhar juntas. Esperamos que todos desfrutem da história de um homem que interpôs Porto Alegre e o mundo em um mesmo lugar: o Bom Fim”.

Atividades simultâneas

            No mesmo período, o Santander Cultural receberá diversos eventos em sintonia com os temas abordados na exposição. São oficinas, palestras, seminários, mostras de cinema, apresentação de dança, show de música e teatro. Nomes como Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo, Cíntia Moscovich e Tânia Rösing estarão nessa programação simultânea.

Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

Curadoria Carlos Gerbase

Santander Cultural Porto Alegre | Rua Sete de Setembro, 1028 | POA  RS

De 17 de setembro até 16 de novembro de 2014 (16/9 abertura para convidados)

Entrada franca

“Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim” | Por Carlos Gerbase

De tempos em tempos, em todo mundo, por razões muito difíceis de explicitar, surge um ser humano com a capacidade de falar com toda a sua espécie através da literatura. Ele pode viver numa pequena vila ou numa grande cidade. Ele pode ter uma formação acadêmica completa ou ser um autodidata. Sua pele pode ser preta, branca, amarela, ou combinar essas cores de modo pouco usual. Ele pode surgir de uma cultura específica, fazendo de sua região o seu cenário recorrente, ou pode ser um cidadão do mundo, cosmopolita e transnacional. Nada disso importa. O que importa é essa rara comunicação estabelecida entre um indivíduo, um ser único e particular, e a comunidade planetária. A exposição “Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim” é um tributo e uma homenagem a um desses seres raros e especiais.

Nascido em Porto Alegre, em 1937, no bairro Bom Fim, reduto histórico dos imigrantes judeus, Moacyr Scliar absorveu plenamente o seu lugar, o seu tempo e a sua circunstância cultural, mas, em seus contos, romances e crônicas, transcendeu todos esses aspectos, transformando-os em matéria-prima para seu diálogo com o planeta. Traduzido para mais de dez idiomas, adaptado para o teatro e para o cinema, estudado nas universidades e nas escolas fundamentais, vencedor de três prêmios Jabuti e de um prêmio Casa de Las Americas, Moacyr Scliar, além de colocar sua cidade e seu bairro no mapa da literatura universal, conseguiu, sem muito alarde, construir uma visão de mundo a ser compartilhada em qualquer cidade, em qualquer bairro, de qualquer país do mundo.

O escritor Scliar, portanto, já seria motivo mais do que suficiente para justificar esta exposição. O homem Scliar, contudo, é bem maior que a sua arte. Formado em medicina, fez da saúde pública uma espécie de segundo diálogo com seus semelhantes. Se, na literatura, falava das dores dos espíritos, na medicina tratava das mazelas dos corpos. Cabe perguntar: como conseguia tempo e energia para alcançar resultados igualmente significativos nessas duas atividades, que exerceu cotidianamente, em paralelo, por mais de 40 anos? Este é um dos mistérios que esta exposição pretende investigar. Talvez uma das respostas seja a sua capacidade de concentrar-se no que realmente importa: conviver com sua família (sua esposa Judith e seu filho Roberto), contar histórias divertidas para seus amigos (Luis Fernando Veríssimo costuma dizer que ficava feliz quando Scliar estava presente no jantar, porque só precisava abrir a boca para comer) e, é claro, escrever, sem se importar com o local, a temperatura, a pressão ou o ruído ambiente.

A modéstia e o espírito comunitário de Moacyr Scliar o levavam a um contato muito próximo com seus leitores, especialmente jovens e crianças. Ele era a ficha número um nos pedidos de escolas para palestras. Infelizmente, desde o dia 27 de fevereiro de 2011, Scliar não pôde mais fazer essas visitas, nem dar autógrafos, nem responder pacientemente às perguntas dos estudantes. Seus leitores adultos também estão órfãos de seu papo descontraído e de sua figura popular, caminhando pelas ruas dos bairros Bom Fim e Santa Cecília. Esta exposição pretende devolver um pouco de Moacyr Scliar para todos nós e, ao mesmo tempo, repensar sua obra com a necessária atenção, acompanhada de uma inevitável emoção.

Carlos Gerbase é um cineasta brasileiro, integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011 juntamente com Luciana Tomasi para criar a Prana Filmes. É também professor de cinema na PUC-RS, escritor e músico, tendo sido membro da banda Replicantes, como baterista e, depois, vocalista.

Moacyr – Escritor de Porto Alegre | Por Regina Zilberman

O primeiro romance de Moacyr Scliar, “A guerra no Bom Fim”, foi editado em 1982. Não é seu primeiro livro, pois, antes, tinha lançado as narrativas de “Carnaval dos animais”, publicado contos em parceira com Carlos Stein e participado de antologias, acompanhado de outros escritores do Rio Grande do Sul.

“A guerra no Bom Fim”, contudo, ocupa lugar especial, porque lida com Porto Alegre. Não apenas a ação se passa na cidade, falando de seus bairros, morros, parques: a vida porto-alegrense anima a ação da narrativa, motiva o comportamento das personagens, estabelece os parâmetros de comportamento e afeto. Nossa capital está ali, de corpo inteiro, seduzindo os homens que a habitam e explicando a razão de ser de suas existências.

Por sua vez, “A guerra no Bom Fim” não é o único texto em que Porto Alegre reside nas páginas dos livros de Scliar: “O exército de um homem só”, “Os deuses de Raquel”, “O ciclo das águas”, “Os voluntários”, “O centauro no jardim” — eis criações dos anos 1970 que escolhem a cidade como cenário dos acontecimentos. Cenário que extravasa as funções costumeiramente atribuídas a ele: bairros podem traduzir a personalidade das pessoas, como o paradoxal bairro Partenon em ‘Os deuses de Raquel”, ruas são sintomas de sonhos, como bastante conhecida Voluntários da Pátria, em “Os voluntários”.

Moacyr Scliar é o intérprete de nossa cidade, e nos seus livros nos reconhecemos não apenas como habitantes de nossa curiosa pólis, feita de concreto, asfalto e paisagens idílicas. Reconhecemo-nos também como indivíduos, sujeitos que encontram no espaço circundante seu eu refletido, imagem e reprodução mais nítida e compreensível que o original.

Continuo a destacar “A Guerra no Bom Fim”. Porque esse livro, estreia de Scliar no romance, ultrapassa a representação da cidade e da interpretação de seus moradores. Homenageando Erico Verissimo, de quem extrai a visão literária do Bom Fim apresentada no texto, o escritor refaz a trajetória de nossa literatura e escolhe seus pares. Com efeito, se o Bom Fim de Moacyr Scliar é o de sua (nossa) infância, povoado por uma mitologia própria, muito peculiar ao bairro, ele é também o Bom Fim que se encontra nos livros de Erico Verissimo, como “Um lugar ao sol”, por exemplo. Ao se reproporiar do Bom Fim de Erico e reintroduzi-lo em seus livros, Moacyr adianta ao leitor como quer ser lido. Como gaúcho e alinhado à melhor tradição do romance sulino.

Por último, o Bom Fim é o nosso bairro judeu. É como tal que nós reconhecemos nesse livro, não apenas por fazer parte desse grupo étnico, mas principalmente por nos apontar o modo como nós, judeus, pertencemos a esse segmento minoritário, à cidade de Porto Alegre e à cultura do Rio Grande do Sul, representada no romance pela adesão de Moacyr à tradição literária de Erico Verissimo. Mais que outro escritor, Scliar evidenciou nossa identidade, no melting pot de nossa metrópole, sem renegar as origens, de um lado, de outro, sem abrir mão da integração ao universo gaúcho.

A trajetória do romancista, inaugurada com esse “A Guerra no Bom Fim”, nunca perdeu de vista esse começo. O escritor foi longe: produziu quase vinte romances, vários livros de contos, ensaios sobre medicina e literatura, narrativas infanto-juvenis; foi objeto de coletâneas que selecionam os melhores entre os muitos bons; está publicado em Portugal e traduzido nos Estados Unidos, França, Holanda, Alemanha, para citar alguns dos países do Hemisfério Norte em que sua obra foi acolhida favoravelmente.

Além disso, foi chamado para fazer conferências na América do Norte e na Europa, participou de programas de incentivo à leitura no interior do Estado e por todos os cantos do país. Ministrou curso de literatura para estudantes universitários nos Estados Unidos e foi regularmente convidado para debater e compor painéis com intelectuais e artistas de renome do meio acadêmico e artístico.

O escritor foi longe; mas continuou sempre próximo, não apenas por permanecer entre nós, lealmente porto-alegrense. Mas também por nos entregar nossa cidade à leitura e entendimento, leitura que é compreensão de nosso mundo e de nós mesmos. Nada melhor para iluminar nossas vidas, mesmo após ter partido daqui para sempre.

Regina Zilberman é escritora e professora. Licenciou-se em Letras pela UFRGS, doutorou-se em Romanística pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e fez pós-doutorado em Rhode de Island, nos Estados Unidos. Foi professora da PUCRS e é uma das maiores especialistas em literatura infanto-juvenil. Possui mais de 20 livros publicados e premiados na área pedagógica e educacional. É professora da UFRGS (Instituto de Letras).

 

Sobre as atividades simultâneas

SEMINÁRIOS

A Construção da Identidade Judaica na Trajetória de Moacyr Scliar

Moacyr Scliar sempre foi um membro atuante da comunidade judaica. Neste seminário, os convidados irão debater a importância do trabalho do autor na divulgação da cultura judaica.

Data: 7/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Abrahão Finkelstein

Participantes: Abrão Slavutzky, Jacques Alkalai Wainberg, Léo Schames, Luiz Lerrer, Ruben George Oliven e Wremyr Scliar

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

O Jornalismo na Vida de Moacyr Scliar

Renomados jornalistas compartilharão suas memórias sobre a intensa colaboração de Moacyr Scliar na imprensa regional e nacional.

Data: 21/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Nelson Sirotsky

Participantes: Cláudia Laitano, Nilson Souza, Rosane de Oliveira, Tânia Rösing e Tulio Milman

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Território da Emoção: A Trajetória Médica de Moacyr Scliar

Neste seminário, médicos gaúchos falarão sobre a atuação de Moacyr Scliar na área da Medicina: da especialização no campo da saúde pública até sua atuação como médico sanitarista.

Data: 28/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Germano Bonow

Participantes: Airton Stein, Carlos Antunes, Domingos Otavio d’Avila, Maria Beatriz Targa, Rafael Botelho Foerngs, Sérgio Becheli e Walmor Piccinini

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Do Mágico ao Social: A Arte de Contar Histórias

Autor de mais de 70 livros, Moacyr Scliar terá sua obra analisada por alguns dos seus colegas escritores mais próximos, que falarão sobre o homem por trás das palavras.

Data: 12/11

Horário: 19h30

Local: Átrio

Mediador: Antônio Torres

Participantes: Cíntia Moscovich, Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo e Luiz Antonio de Assis Brasil

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

PALESTRAS

No Laboratório do Escritor Moacyr Scliar

O que se pode descobrir ao entrar no laboratório de um escritor? Moacyr Scliar deixou um acervo literário de riqueza infinita. A palestrante é Marie-Hélène Paret Passos, doutora em Literatura Brasileira, responsável pelo acervo de Moacyr Scliar no DELFOS/PUCRS.

Data: 23/9

Horário: 20h

Local: Sala Multiuso

Palestrante: Marie-Hélène Paret Passos

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Moacyr Scliar e Suas Múltiplas Identidades

O rabino Nilton Bonder, doutor em Literatura Hebraica pelo Jewish Theological Seminary, fala sobre a atuação de Moacyr Scliar nas diversas áreas a que ele se dedicou.

Data: 13/11

Horário: 20h

Local: Átrio

Palestrante: rabino Nilton Bonder

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

TEATRO

Uma noite com Moacyr Scliar

Leitura de contos, crônicas e excertos de obras de Scliar com participação especial do músico Cláudio Levitan.

Data: 1º/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Mirna Spritzer, Sérgio Lulkin e Zé Victor Castiel

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

 

Monólogo A Mulher que Escreveu a Bíblia

Peça teatral baseada na obra de Moacyr Scliar.

Data: 16/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Inez Viana

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

DANÇA

Espetáculo Etnias com Grupo Kadima

Com 40 integrantes e 35 anos de atividades, o grupo porto-alegrense apresenta a cultura judaica através do seu premiado espetáculo de dança folclórica israeli – um espetáculo sobre o qual o próprio Moacyr Scliar escreveu certa vez, salientando sua importância artística e cultural.

Data: 8/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

MÚSICA

Espetáculo Tributo a Moacyr Scliar com Conjunto Musical Lechaim

A banda da comunidade judaica de Porto Alegre homenageia Moacyr Scliar interpretando músicas folclóricas e populares em ídiche e hebraico, intercaladas com textos do autor e quadros de humor enfocando os costumes e tradições do ‘povo do livro’.

Data: 22/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

OFICINAS

Criação de Textos

O principal objetivo do encontro é desenvolver o texto criativo, apresentando os segredos da ficção, possibilitando ao aluno começar a escrever contos ou romances. Pedro Gonzaga é professor de literatura, escritor e poeta.

Data: 27/9

Horário: 13h30 às 17h30

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineiro: Pedro Gonzaga

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 17/9

Contação de Histórias

A oficina oferece oportunidades de leitura e análise de contos e crônicas de Moacyr Scliar, enfatizando a excelência da qualidade ficcional dos textos. Marô Barbieri é professora, escritora e contadora de histórias.

Data: 4/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineira: Marô Barbieri

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 24/9

Criação de Personagens – Animando Scliar

A partir da leitura de um texto de Scliar, os participantes irão dar vida aos personagens em uma animação da história em stop motion. Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 11/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 1º/10

Ilustrando histórias com Isogravura

A proposta da oficina é criar ilustrações a partir de obras de Moacyr Scliar, pode ser uma ideia de ilustração para a capa do livro ou mesmo a representação dos personagens dessas histórias. Sheila Prade é formada em Artes Visuais com ênfase em pintura.

Data: 18/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 aos 12 anos

Oficineira: Sheila Prade

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 8/10

Dedoche – Nem uma coisa nem outra

A oficina apresenta para o público a história de Tininha que não sabe se quer continuar larva ou virar borboleta. Os participantes irão criar fantoches que, depois de uma transformação, terão duas personalidades.Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 25/10

Local: Santander Cultural

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 15/10

Ilustração

A partir do conto História porto-alegrense, de Moacyr Scliar, os alunos vivenciarão na prática as suas capacidades artísticas. Dane é autodidata e atualmente dedica- se à ilustração de livros de literatura infantil, juvenil e coordena oficinas de ilustração pelo país.

Data: 1º/11

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineiro: Dane D’Angeli

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 22/10

Flipbook

A oficina consiste em dar algumas noções básicas de uma técnica bem simples de animação: o flipbook. Marco Arruda é formado em Artes Visuais com ênfase em desenho e atualmente trabalha na Otto Desenhos Animados.

Data: 8/11

Local: Santander Cultural – atelier 2

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 10 anos

Oficineiro: Marco Arruda

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 28/10

CINEMA

Duas mostras exibem filmes títulos em sintonia com a temática da mostra. Acompanhe pelo site do Santander Cultural; pelo folder ou ligue para 51-30283231 / 91898847 para mais informações.

Mostra Destinos, Sonhos e Esperanças: Trajetórias das Imigrações Judaicas

De 16 de setembro até 1º de outubro

Mostra Moacyr Scliar: Palavras em Movimento

De 2 até 10 de outubro

 

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028 | Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191 | 51 3287.5500

scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Biblioteca

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

não abre no primeiro domingo do mês

Café do Cofre

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

segundas, das 11h às 15h

Moeda Bar e Restaurante

seg a sex, das 11h30 às 15h

Loja Koralle Santander Cultural

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

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