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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

“Etnografia Poética do Tabaco: a memória é uma corda bamba” tem lançamento em 06 de setembro

Projeto desenvolvido pela jornalista e escritora Claudine Zingler é vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020 e conta com uma exposição virtual de poemas temáticos e uma série de entrevistas

Acesse: claudinezingler.com.br

A partir da segunda-feira, 06 de setembro, será possível acessar gratuitamente  Etnografia Poética do Tabaco: a memória é uma corda bamba, da jornalista e escritora Claudine Zingler. Vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, o projeto conta com uma exposição de poemas temáticos tratando do universo da cultura do tabaco na região do Vale do Rio Pardo, além de uma série de quatro entrevistas com pesquisadores e agricultores.

“Eu nasci e cresci no Vale do Rio Pardo, em Santa Cruz do Sul e Vera Cruz, respectivamente. Nessa região existe a predominância massiva da cultura do tabaco, gerando impactos muito significativos na vida das pessoas da região. Todo mundo que mora por aqui tem algum tipo de relação com o tabaco – desde algum parente que é agricultor até a pessoa mesmo que trabalha em uma empresa fumageira. O comércio todo se move ao redor do período da safra em que estamos.  Olhando superficialmente parece que foi sempre assim, mas na verdade tudo isso foi surgindo a partir de um investimento maciço de dinheiro das multinacionais que se instalaram por aqui”, revela a jornalista. 

O cultivo do tabaco para exportação é massivo na região do Vale do Rio Pardo, tendo iniciado desde a época da chegada dos primeiros imigrantes germânicos. Posteriormente, a fumicultura tomou proporções de monocultura, que além de ser agressiva à saúde física e psicológica de agricultores e suas famílias, os torna reféns de multinacionais tabagistas e de insumos agrotóxicos que precisam ser aplicados na lavoura, conjuntura que implica inclusive na alta taxa de suicídio na região central do estado. Atualmente, o tabaco é a principal fonte de renda da maioria dos agricultores na região. A fumicultura é uma das atividades que mais impactam na economia do Vale do Rio Pardo, a partir da presença de multinacionais e o trabalho informal de trabalhadores na lavoura, que depois remunerados, gastam seu salário majoritariamente no comércio local. 

Partindo da vivência, de reflexões e de pesquisas sobre o tema, foram compostos seis poemas cujo o pano de fundo é fumicultura e seus aspectos históricos, sociais e políticos. Muito do que encontramos na série poética também surge por conta da própria vivência de Claudine, já que durante toda sua vida conviveu com essa realidade, assistindo diversos parentes vivendo a cultura do fumo, e vai em busca de muitas outras vivências que são atravessadas por esta realidade em suas subjetividades e historicidades, não apenas no Vale, mas até mesmo em outros países que têm o tabaco como um de seus principais cultivos.

“Apesar de ser um tema bastante presente no cotidiano da população, principalmente do Vale do Rio Pardo, não são feitas quaisquer reflexões ou problematizações acerca das consequências da cultura do tabaco. Pensando nisto, esta proposta tem o intuito de criar um trabalho artístico de forma a ressignificar este tema pouco abordado na arte e que, em que pese sua importância econômica, causa problemas sociais, psicológicos e de saúde para a população envolvida direta e indiretamente”, revela. 

De acordo com a autora, “a partir da proposta poética as pessoas poderão ter outra possibilidade de enxergar um tipo de realidade com a qual talvez não estejam familiarizadas, e as que estão, poderão aprofundar seu entendimento e sua sensibilidade sobre o assunto”. O projeto também fornecerá informação confiável sobre a cultura do tabaco, a partir da publicação das entrevistas feitas com pessoas envolvidas nesta realidade de alguma maneira, disponíveis no site. Claudine entrevistou Fabiano Pisoni, coordenador de projetos da Cooperfumos, ligada ao Movimento dos Pequenos Agricultores, em Santa Cruz do Sul, Mateus Silva Skolaude, professor do curso de História da Universidade de Santa Cruz do Sul, Nilsa Machado, agricultora e dona de casa e o professor Rogério Leandro Lima da Silveira. Ele atua na pós-graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). “Para além de tudo isto, escrever sobre esta vivência se mostra fundamental como forma de documentar um tipo de experiência dentre tantas outras possíveis em relação à fumicultura”, afirma. 

Com a equipe de trabalho formada inteiramente por mulheres, Etnografia Poética do Tabaco conta com identidade visual de Carolina Moraes Marchese, desenvolvimento do site pela Idea Contenido (Kika Simone e Olivia Caetano), fotografia de Amanda Mendonça, assessoria de imprensa de Bruna Paulin, consultoria de redes sociais de Caroline Albaini (Bendita Comunicação) e brindes criados por Marília Bianchini.

Para mais informações, acesse: claudinezingler.com.br |  instagram.com/claudinemesmo

ETNOGRAFIA POÉTICA DO TABACO

Lançamento de site com exposição virtual de poemas + entrevistas

06 de setembro

claudinezingler.com.br

Sobre a autora

Claudine Zingler é formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e tem a literatura como um modo de existir no mundo, seja por meio da experiência como mediadora do clube de leitura Leia Mulheres ou pela publicação de textos de sua autoria, tanto em poesia quanto em prosa. Já publicou a zine Xoxotas de Pelotas pela Editora Caseira e escreve a newsletter Divaganças, na qual faz reflexões acerca da vida cotidiana, compartilha poemas e dá dicas culturais.

Tem vivência direta com a cultura do tabaco, pois nasceu e cresceu na região do Vale do Rio Parto e  sua família é formada por pessoas ligadas à fumicultura, como agricultores e operários de empresas do ramo. O projeto Etnografia Poética do Tabaco: a memória é uma corda bamba servirá como base para a produção, experimentação, criação e exposição virtual de poemas criados a partir da pesquisa, da reflexão e da vivência em relação à fumicultura. 

Ficha técnica:

concepção, produção, entrevistas e poemas: Claudine Zingler

identidade visual: Carolina Moraes Marchese

desenvolvimento do site: Kika Simone e Olivia Caetano (Idea Contenido)

fotografia: Amanda Mendonça

assessoria de imprensa: Bruna Paulin (Assessoria de Flor em Flor)

consultoria de redes sociais: Caroline Albaini (Bendita Comunicação)

press kit: Marília Bianchini 

Augusto Stern lança terceiro single de seu projeto solo BABU em 03 de setembro

‘Não Fale de Mim’ traz um rock experimental e psicodélico, seguindo a proposta minimalista do projeto

Chega às plataformas de streaming na sexta-feira, 03 de setembro, o novo single do projeto solo BABU, do músico Augusto Stern. Não fale de mim é um rock com toques de psicodelia e experimentalismo. Ao contrário dos dois primeiros singles, que carregavam bastante no violão e tinham uma sonoridade acústica, nessa música as guitarras ganham a frente, junto com sintetizadores, baixo e a bateria.

Stern, que desenvolve um frutífero trabalho com a banda Fantomaticos, além de participar de outros projetos musicais e assinar a produção de outros artistas, tem se dedicado ao projeto solo desde 2019. Já lançou os singles I Believe Her e Verano, sendo que este último integrou a playlist editorial ‘Desplugado’, do Spotify.  

Com Não Fale de Mim o músico busca um pouco mais de peso no seu som e, principalmente, experimentações rítmicas. A letra fala sobre uma crescente incapacidade coletiva de dialogar com alguma racionalidade e sobre como é fácil se perder ao criticar os outros. Tudo isso em meio a uma pacata conversa de bar.

Assim como nas canções anteriores, o artista foi responsável por todas etapas da produção – da composição à gravação dos instrumentos, passando pela capa até o clipe. “A ideia é sempre dar o máximo de agilidade entre o momento de composição/gravação e o lançamento, fazendo com que cada música seja um fluxo constante dos pensamentos, sem interrupções ou pausas que ocorrem ao trabalhar num disco inteiro”, revela.

O vídeo que acompanha a música mistura algumas imagens antigas de arquivo que remetem ao tema da música, com algumas sobreposições e intervenções do próprio artista. O single ‘Não Fale de Mim’’ estará disponível em plataformas de streaming como Spotify, iTunes e Deezer e o clipe poderá ser visualizado no canal do artista no Youtube https://www.youtube.com/channel/UCJy5RF2zqQYeOgxLx0AXuxA

Revista Corpo Futuro lança edição acessível nesta terça, 24 de agosto

Publicação semestral voltada a valorizar publicações de arte conta com versão impressa e edição gratuita em PDF acessível  no site www.corpofuturo.com

Equipe envolvida no projeto participa de live às 21h no perfil da revista no Instagram

Uma versão acessível para pessoas cegas e com baixa visão da segunda edição da Revista Corpo Futuro estará disponível gratuitamente a partir desta terça-feira, 24 de agosto, no site www.corpofuturo.com. A publicação semestral, voltada a valorizar a leitura e contemplação de obras criadas para arte impressa, contará com uma versão com audiodescrição que contou com uma equipe de seis profissionais envolvidos que trabalharam durante mais de um mês no projeto, coordenado pela OVNI Acessibilidade Universal.

Segundo Mimi Aragón, da OVNI, “o PDF acessível é um arquivo como qualquer outro neste formato. Porém, caso ele seja utilizado em um leitor de tela, o programa transforma não somente os textos em comunicação sonora, mas também as imagens, fazendo com que a pessoa que está acessando o documento tenha uma experiência completa da publicação. Assim, tanto pessoas cegas ou com baixa visão quanto pessoas que enxergam podem experienciar o mesmo conteúdo”, afirma. 

A versão acessível contou com audiodescrição da empresa Ver com Palavras, audiodescrição das imagens de Rosangela Favaro, revisão de Lívia Motta, formatação do PDF acessível de Wagner Caruso e produção da OVNI. Cristiana Cerchiari e Laercio San’Anna, consultores da equipe, tem deficiência visual e foram os primeiros a testar e conferir a publicação, confirmando se a experiência está funcionando corretamente. “Por meio desse recurso de acessibilidade aplicado às fotos, eu aprendi a ver e me afligir com uma imagem nunca antes imaginada – uma mosca no olho de uma criança. Aprendi a vestir roupas diferentes das que uso e a imaginar a beleza da neve no elevado monte Kilimanjaro. Foi maravilhoso me transportar para o Quênia sem sair de casa”, relata Cristiana. 

Uma outra novidade na versão acessível será a descrição completa das imagens em formato de texto, para que pessoas que enxergam possam conferir como funciona a audiodescrição sem necessitarem utilizar um leitor de telas. “É uma oportunidade de quem não necessita da audiodescrição conhecer um pouco como funciona, aproximando e familiarizando cada vez mais pessoas”, conta Mimi. 

De acordo com o editor-chefe e curador da Corpo Futuro, Fernando Zugno, “a Corpo Futuro tem nos trazido muitas alegrias. Que a sua beleza e conteúdos possam ser acessados também por pessoas com deficiência visual é mais um motivo de orgulho e uma enorme honra pra gente”.

Publicada pela Canard Produções, conta também com edição e curadoria de Carol Anchieta e reúne nomes como Jaider Esbell, Juliana Notari, Renata Felinto, Rubiane Maia, Eliane Brum, Valéria Barcellos, Mitti Mendonça, Anders Sandberg, N. Katherine Hayles, Edilamar Galvão, Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho, Carlos Donaduzzi, Ailton Krenak e Andreia Duarte, Victor Freitas, Thiago Ventura, Pedro Valentim, Maxwell Alexandre, Josemar Afrovulto, Fausto Vanin, Bianca Bixarte e Moara Tüpinåmbá. A foto de capa com Katu Mirim é de Thais Vandanezi com direção artística de Alma Negrot.

Com 184 páginas, a revista estará disponível gratuitamente no site  https://www.corpofuturo.com/ e à venda pela Livraria Baleia https://www.livrariabaleia.com.br/. Com patrocínio da PMI Foods através de financiamento da Secretaria da Cultura – Pró-cultura RS LIC, a Corpo Futuro será distribuída gratuitamente a bibliotecas comunitárias, bem como acervos dos teatros da cidade e do estado.

A Revista Corpo Futuro nasceu em 2020, em edição comissionada pelo festival internacional de artes cênicas Porto Alegre em Cena. Em 2021, o público encontrará conteúdos inéditos e criados especialmente para a publicação, além de criações que de alguma forma conversam com as questões que propomos aos colaboradores. São artigos, reportagens, depoimentos, entrevistas, diálogos entre artistas que podem ser fruídos na ordem proposta ou de maneira independente, sem pressa ou com a preocupação do factual. Segundo Carol, “na Corpo Futuro é possível folhear divagações e imagens sobre o corpo humano, a natureza, a expressão indígena, o afrofuturismo e o pensamento contestador em diferentes formas”.

No dia 24, a partir das 21h,  a equipe da edição acessível e Zugno estarão em live conversando sobre o processo de criação da versão acessível. Para saber mais, acesse: www.corpofuturo.com | @FuturoCorpo no Facebook e @RevistaCorpoFuturo no Instagram

Lançamento Edição Acessível da Revista Corpo Futuro – 2a edição

24 de agosto, 21h – evento online de lançamento

Disponível gratuitamente pelo site www.corpofuturo.com

Edição impressa à venda pela Livraria Baleia (R$ 30,00) – https://www.livrariabaleia.com.br/product-page/corpo-futuro

Audiodescrição: Ver Com Palavras.

Audiodescrição de imagens: Rosangela Favaro.

Revisão: Lívia Motta. 

Consultoria: Cristiana Cerchiari.

Formatação PDF acessível: Wagner Caruso.

Consultoria em acessibilidade: Laercio Sant´Anna.

Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Rock, jazz, MPB e música nativista integram a programação de agosto da Cubo Play

Shows de Diego Ferreira, Trick’n’Roll, Zé Caradípia, Nenhum de Nós e Lisandro Amaral ocorrem nas próximas semanas na plataforma de streaming

Uma programação musical variada está programada na agenda de transmissões da Cubo Play, plataforma de streaming da Cubo Filmes. O público poderá conferir performances de Diego Ferreira, Trick’n’Roll, Zé Caradípia, Nenhum de Nós e Lisandro Amaral durante o mês de agosto (ingressos à venda).

Para os amantes de jazz, na sexta-feira, 20 de agosto, a pedida é a performance de Diego Ferreira e Nana Sakamoto Quarteto, que ocorre em formato híbrido, uma parceria da Cubo Play com o Espaço 373. Diretamente de Nova York, Diego e Nana são acompanhados por Miguel Tejera no contrabaixo e Dani Vargas na bateria, em formato chordless. O grupo apresenta um repertório de standards lado B em releituras no estilo latin jazz e bossa nova. A trombonista japonesa Nana Sakamoto é uma das grandes revelações do jazz nova-iorquino. Aos 25 anos de idade já se apresentou com os mais importantes músicos da atualidade. Diego Ferreira é mestre em Jazz Performance e em Composição Erudita, pela New Jersey City University e atua na cena do Jazz de Nova York, onde reside desde 2015. Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 100,00 (à venda pelo link http://cuboplay.com.br/diego-ferreira/).

Já o sábado, 21 de agosto, será uma noite puro rock’n’roll. Marcando o lançamento do álbum de estreia Aerochumbo, a banda Trick’n’Roll promete uma viagem do blues ao folk, do rock clássico à psicodelia, com uma energia pesada como o chumbo mesclada com sutilezas aero ímpares. O disco, que será tocado na íntegra, contou com mais de 30 músicos do rock gaúcho selecionados criteriosamente para o nascimento do projeto autoral.  Sobem ao palco dos estúdios da Cubo Trick Bernardi (voz, violão e guitarra), Fernando Felix (guitarra), Fabrício Mendonça (baixo), Jazzner Messa (bateria) e Murilo Moura (teclado), com ingressos entre R$ 15,00 e R$ 60,00. (à venda pelo link https://cuboplay.com.br/tricknroll/).

O compositor Zé Caradípia se apresenta na sexta, 27 de agosto, com o show Zé Caradípia & Amigos, onde divide o palco com Marcio Celli, Gelson Oliveira, Loma, Nelson Coelho de Castro e sua filha Elisa Furtado. No repertório 12 canções, algumas inéditas e outras clássicas, como Asa Morena, grande sucesso na voz de Zizi Possi. Em um clima intimista, Zé e seus convidados se apresentam acompanhados de Texo Cabral (flauta) e Daniel Castilhos (acordeão). Os ingressos custam R$ 15,00 (à venda pelo link http://cuboplay.com.br/ze-caradipia-e-amigos/)

O dia 28 de agosto será de uma grande festa para a banda Nenhum de Nós. O grupo, longe dos palcos desde o ano passado, se apresenta às 21h para iniciar as celebrações de seus 35 anos de estrada, que serão comemorados em outubro. Com a marca expressiva de mais de 2 mil apresentações, 17 discos, três DVDs e dois EPS, o grupo prepara um show exclusivo transmitido ao vivo, com muitos sucessos para comemorar ao lado de seu público não só no Brasil, mas em outros países também. Os ingressos de segundo lote custam R$ 30,00 à venda pelo link https://cuboplay.com.br/nenhum-de-nos-livestream-concert/)

Encerrando a programação de agosto, uma nova faixa de horário de show estreia na plataforma com  Lisandro Amaral no domingo, 29 de agosto, às 11h. O show é uma celebração aos 20 anos do álbum À Moda Antiga, que reproduz recortes de dias reais nas estâncias, piquetes e potreiros urbanos do sul do Brasil. Onde a economia se alicerça na pecuária, onde os costumes campeiros e as medicinas rurais, forjam o estilo de vida do homem e da mulher do campo. É nestes lugares onde a simplicidade e a sabedoria empírica são hereditárias e tradição é passar adiante o ensinamento para os próximos. O primeiro lote custa R$ 15,00 e pode ser adquirido pelo link http://cuboplay.com.br/lisandro-amaral/.

Há também a opção de adquirir o Combo de Agosto, onde o público garante acesso a todas as atrações adquirindo o passaporte que custa R$ 50,00 – http://cuboplay.com.br/combo-de-agosto/ . Além das performances ao vivo, a plataforma conta com podcasts e conteúdos on demand que podem ser acessados gratuitamente. Para mais informações, acesse www.cuboplay.com.br

PROGRAMAÇÃO AGOSTO CUBO PLAY

COMBO DE AGOSTOhttp://cuboplay.com.br/combo-de-agosto/

20/08, 21h – Diego Ferreirahttp://cuboplay.com.br/diego-ferreira/

21/08, 21h – Trick-n-Rollhttps://cuboplay.com.br/tricknroll/

27/08, 21h – Zé Caradípiahttp://cuboplay.com.br/ze-caradipia-e-amigos/

28/08, 21h – Nenhum de Nóshttps://cuboplay.com.br/nenhum-de-nos-livestream-concert/

29/08, 11h – Lisandro Amaralhttp://cuboplay.com.br/lisandro-amaral/

SOBRE A CUBO PLAY

A Cubo Play oferece conteúdos de entretenimento on-line com transmissões ao vivo e diversas opções de programas para consumo on demand. São shows musicais, eventos culturais e de esporte nas suas mais variadas formas, além de conteúdos como entrevistas, podcasts e debates.

Com menos de 40 dias de existência, a plataforma já alcança mais de 25 mil acessos vindos de 90 países, com uma média de 400 acessos diários ao site. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Claudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar ingressos ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. 

Já passaram pela plataforma shows de artistas e grupos como Nei Van Sória, Marcelo Gross, Rock de Galpão, Império da Lã, Anka Brasil, entre outros. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu e atrações ao vivo do Espaço 373, novo parceiro do projeto.

Curso de escrita criativa com Clara Corleone está com inscrições abertas

Atividade terá duas turmas, às quartas-feiras e sábados, a partir de 28 de julho

A partir desta quarta-feira, 28 de julho, a escritora Clara Corleone promove a primeira edição de seu curso de escrita criativa. Com quatro encontros semanais online, a atividade propõe aos alunos que eles possam “escrever a história que desejam ler”. Usando exemplos da literatura – do personagem “Harry Potter” a intelectual Susan Sontag – e também e histórias do audiovisual – tais como os filmes “Era uma vez em Hollywood”, “Psicose” e a série “Roma” -, passando por canções do Chico Buarque, personalidades reais como Marilyn Monroe e Frida Kahlo e até dos quadrinhos “Asterix e Obelix”, Clara promoverá momentos teóricos e práticos em cada uma das aulas. 

“Não importa se o aluno já escreveu ou publicou algo ou se está desenvolvendo algum projeto. Caso o foco não seja publicar uma obra, mas sim produzir conteúdo para redes sociais ou apenas exercitar a criatividade, o curso também atende essas demandas”, revela a atriz e escritora, autora de “O homem infelizmente tem que acabar”, vencedor do Prêmio Minuano em 2020 na categoria crônicas.

É possível se matricular na turma de quarta-feira (encontros nos dias 28 de julho, 4, 11 e 18 de agosto, às 18h30), ou de sábado (14, 21, 28 de agosto e 4 de setembro, às 15h) e também fazer aulas avulsas. O investimento total é R$ 200,00 ou R$ 50,00 a aula com pagamento via PIX ou depósito bancário.

Mais informações claraalencastro@gmail.com ou instagram.com/claracorleone

Curso Escrita Criativa com Clara Corleone

Encontro 1: 

Apresentação

Nenhuma ideia é idiota – e toda a ideia deve ser registrada

Nada se cria, tudo se copia: a cópia como disparador de criatividade

Não se julgue & solte a mão

Exemplos e exercícios práticos

Encontro 2:

Tudo sobre o teu personagem

Autoficção sem drama

Machismo na autoficção

Exemplos e exercícios práticos

Encontro 3

Estrutura: pegue, mas não se apegue

Como fazer uma base que te ajude a criar – e não o contrário 

Ei! Você está contando algo neste capítulo que não contou no anterior?

Os prolixos choram: defina cada capítulo em apenas uma frase

Exemplos e exercícios práticos

Encontro 4

Antes da editora saber que teu livro está pronto: o que fazer?

O que você quis dizer com isso?

Um questionário simples para avaliar o progresso da tua história

Um conselho feito a partir da leitura do mesmo

Exemplos e exercícios práticos

Sobre Clara Corleone

Clara Corleone é atriz e escritora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora e no site Lugar de Mulher. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome. “O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas”, seu primeiro livro – editora Zouk com o selo da Casa da Mãe Joanna, de Joanna Burigo –  está, atualmente, em sua quarta impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). Também em 2020, Clara foi contemplada com dois prêmios no edital FAC Digital RS – como apresentadora com seu sarau virtual em parceria com a produtora Ah Tri Cultural e como dramaturga do projeto “Músicas para remendar o coração” em parceria com a artista Bruna Paulin. 

Curso de escrita criativa com Clara Corleone

Encontros online das 18:30 às 20:30 (quartas-feiras) – 28 de julho e 4, 11 e 18 de agosto

E aos sábados às 15h – 14, 21, e 21 de agosto e 4 de setembro

Investimento: R$ 200,00 (integral) ou R$50,00 (encontro avulso)

Forma de pagamento: PIX para claraalencastro@gmail.com (informar, na descrição do PIX, qual e-mail deseja utilizar para as reuniões e, caso deseje fazer aulas avulsas, quais serão os encontros)

Mais informações claraalencastro@gmail.com ou instagram.com/claracorleone

Lupa – festival de videoclipes premia seis obras

Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, divulgou os vencedores na noite desta quinta-feira, 15 de julho

Thays Prado, André Paz, Adriana Deffenti, Kelvin bohm, Agnes Mariá, Fabiano Nasi e Lucas Koteck foram os vencedores da noite

Foram anunciados na noite desta quinta-feira, 15 de julho, os vencedores da primeira edição do Lupa – Festival de Videoclipes. O evento premiou seis das 30 obras finalistas com valores entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Foram escolhidos pelo júri os clipes Vals de los Abuelos (Thays Prado), Açúcar (André Paz), Controversa (Adriana Deffenti), Tanto Faz (Kelvin bohm) e Pai nosso (Agnes Mariá). O prêmio de votação popular foi para Boca Suja, de Fabiano Nasi e Lucas Koteck, com 4.713 votos. Com direção de Leonardo Stein, a produção traz uma música instrumental que surpreende com uma narrativa imagética em seu roteiro e recebeu prêmio de R$ 1.500,00.

Pai Nosso, de Agnes Mariá, foi o 5º lugar, com prêmio de R$ 1.500,00. Produzido em 2020, foi filmado em Porto Alegre e Alvorada, no Parque da Solidariedade, inspirado na obra “Pele negra, máscaras brancas”, de Frantz Fanon, e nos traz uma análise crítica da alienação do negro como fenômeno socialmente construído, e coloca a história, esta história, como forma de reconstrução identitária.

Em quarto lugar, Tanto Faz, uma produção da cidade de Santa Rosa. O clipe conta uma história de amor diferente e cheia de lembranças neste mundo paralelo que é a saudade deixada pelas perdas pelas quais passamos, inclusive dos pets. O vídeo recebeu prêmio de R$ 2.000,00.

Controversa é o vencedor do terceiro lugar do festival. Produzido em 2020, o clipe de canção de Adriana Deffenti conta com atuação da cantora e compositora e também da multiartista Valéria Barcellos, recebendo prêmio de R$ 2.500,00.

O segundo lugar do Lupa foi para Açúcar, de André Paz. Gravado em Porto Alegre em 2021, explorando as diferentes possibilidades da linguagem cinematográfica, o videoclipe retrata o universo particular dos ingredientes que temperam a vida cotidiana. Paz recebeu o prêmio de R$ 3.000,00.

E o grande vencedor da noite foi o clipe Vals de los abuelos, de Thays Prado. Produzido durante o último ano para para compor imageticamente a faixa gravada pré-pandemia. Diante da impossibilidade de convivência, a cantautora homenageia seus avós, de origem uruguaia (daí o nome e o idioma da canção), e estende esta homenagem para os avós do seu grupo de amizades, que gentilmente enviaram fotos de suas famílias para a criação de um clipe que utiliza a projeção analógica e a manipulação manual das imagens, combinadas com edição digital. Thays levou para casa o prêmio de R$ 4.000,00.

O festival recebeu 346 inscrições que resultaram em 30 selecionados que foram para votação do público e eleição do júri. O Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Esta primeira edição do festival abrangeu 45 municípios, representando 9% das cidades do RS. De acordo com o coordenador do projeto, Fernando Keiber, “as inscrições foram um sucesso, reforçando a nossa tese de que o setor do audiovisual, ligado à música, tem uma produção expressiva e clama por atenção. Os tempos de pandemia têm sido ao mesmo tempo que um agravante na situação econômica, um impulso para a criatividade”. Porto Alegre foi o município com o maior número de inscritos, com 159 vídeos enviados. Em segundo lugar vem Pelotas, com 40 videoclipes inscritos; Canoas, 23; Caxias do Sul, 14; Santa Maria, 11; e, empatados com 8 clipes inscritos cada uma, Alvorada e Santa Rosa, a cidade sede da proponente do Lupa, a OSC Sempre-Viva.

O Lupa contemplou entre os inscritos os mais diversos gêneros musicais, tendo sido formado um mosaico muito interessante, com destaque em quantidade de inscritos aos mais variados estilos do Rock (85 inscrições), nos gêneros do rap e hip hop (49), entre baladas de todas as nuances (33), nativista e gauchesca (26 inscrições) além de gospel, fado, MPB, funk, música erudita, sertanejo, soul, bolero, sambas de todas as cores, pop, disco, dance, entre outros. “Um ponto que chama a atenção é a quantidade de inscritos com a categoria videodança, apontando para a necessidade de atenção para este estilo e público específico”, conta Keiber, que também é um dos curadores. A curadoria, formada por Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos.

O LUPA – festival de videoclipes do Rio Grande do Sul é realizado pela Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva e financiado pela lei nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Marcopolo.

Lupa – festival de clipes – vencedores

1º Lugar – R$ 4.000,00 – Vals de los Abuelos – Thays Prado

2º Lugar – R$ 3.000,00 – Açúcar – André Paz

3º Lugar – R$ 2.500,00 – Controversa – Adriana Deffenti

4º Lugar – R$ 2.000,00 – Tanto Faz – Kelvin bohm

5º Lugar – R$ 1.500,00 – Pai nosso – Agnes Mariá

Júri Popular – R$ 1.500,00 – Boca Suja – Fabiano Nasi e Lucas Koteck

Curadores

ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.

FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.

HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.

LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).

Série de vídeo-performances inéditas estreia em 20 de julho

tocArte – que a poesia o faça já que eu não posso é um dos 100 projetos que foram contemplados pelo Edital Sedac 09/2020 da Secretaria de Estado da Cultura do RS e conta com direção artística de Luiz Manoel

Vídeo-performances estarão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube do projeto

Mais de 85 profissionais estiveram envolvidos na realização de 33 oficinas e criação e produção de22 vídeo-performances inéditas do projeto tocArte – que a poesia o faça já que eu não posso. A iniciativa, realizada através de recursos da Lei Aldir Blanc, é um dos 100 projetos que foram contemplados pelo Edital Sedac 09/2020 da Secretaria de Estado da Cultura do RS. Com concepção e direção artística de Luiz Manoel, tocArte conta com uma equipe está trabalhando desde janeiro deste ano, com o fim de motivar reflexões e diálogos sobre temas como o amor, o sonho, a festividade, a impossibilidade do toque, a valorização de diferentes grupos identitários e da subjetividade do ser humano contemporâneo. São ações de teatro, música, dança e artes visuais inéditas, disponibilizadas pelas redes sociais da produção.

As vídeo-performances, que estarão disponíveis gratuitamente a partir de 20 de julho no canal do YouTube e no IGTV do projeto, foram registradas em grande parte no Centro Histórico de Porto Alegre e também no teatro do SESC Canoas.

Inicialmente criado para apresentações de rua, que ocorreriam em quatro cidades do Rio Grande do Sul, a proposta foi adaptada diante do agravamento da pandemia que ocorreu nos últimos meses e se reposiciona para o ambiente digital: a programação contou com transmissões em tempo real no Instagram durante o processo de criação dos vídeos, uma série de vídeo-performances de curta duração gravadas e oficinas online gratuitas ministradas por diferentes profissionais envolvidos no projeto, que ocorreram na primeira quinzena de junho. As performances contam com tradução em LIBRAS e audiodescrição.

“Queremos atingir tanto moradores do Rio Grande do Sul, quanto de outros estados, passando por nossas fronteiras físicas e dando a possibilidade para o surgimento desse ambiente de diálogo e troca de saberes com artistas e não-artistas do país inteiro”, declara Manoel. As equipes de vídeo e foto contam com diferentes profissionais trazendo olhares plurais sobre cada atração do projeto.

A programação segue até 25 de julho e as performances seguem disponíveis ao público depois das exibições, que pode ser conferida pelas redes sociais do projeto: https://www.instagram.com/projetotocarte/ | https://www.facebook.com/projetotocarte

https://www.youtube.com/channel/UCj1ZM5dMaRba3LRb-AJVwQA [MOU1] 

VÍDEO – PERFORMANCES – AÇÕES POÉTICAS

Lançamentos no canal do Youtube / Instagram do Projeto tocArte :


20 de julho (Terça-feira)  – 20h


– Somnhe

Sinopse: Conduzida pela artista Viridiana, “Somnhe” é uma ação poética que alterna entre o som analógico e o digital, criando a partir da sobreposição de vocalidades e da palavra, um espaço que nos permite experimentar diferentes emoções por meio de uma sensorialidade músical. Para uma experiência mais imersiva, pedimos gentilmente para que você utilize seus fones de ouvido, relaxe e se permita ser conduzida em uma viagem de som e sonho.

Artista integrante: Viridiana.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Viridiana;

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

– Tropa de Choque LGBTQP+

Sinopse:  A partir de cada uma das cores presentes na bandeira do movimento LGBTQIA+, 6 performers ressignificam símbolos de tropas de choque na perspectiva desses corpos denominados por si mesmos nesse mar de letras como LGBTQP. As artistas utilizam como arma as suas potências individuais e coletivas, colocando em pauta a sua “r(e)xistência” e subjetividade no mundo atual, fazendo parte de um grupo extremamente violentado no Brasil.

Elenco: Eva Carpa, Fayola Ferreira, João Gabriel OM, Matheus Schafer, Qex e Vigo Cigolini.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Thiago Lazeri

Captação de som e imagem: Guilherme Santos

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

– Encanto

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “Over The Rainbow”. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.

Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolff

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

21 de julho (Quarta-feira)  – 20h


– Ser…Humano?

Sinopse: 

O cidadão contemporâneo, em sua maioria, não para. Corremos contra o tempo em um ritmo frenético de modo que a vida acaba passando por nós e não o contrário. O mundo atual nos incentiva a produzir e a consumir, atrelando a noção de valorização pessoal ao que possuímos e não ao que somos. A pressão à nossa volta é tamanha que, contraditoriamente à aceleração vivenciada no cotidiano, acabamos nos sentindo paralisados. Ter. Produzir. Estar. Trabalhar. Qual o lugar do Ser? 4 artistas de distintos estilos de dança dialogam a partir de imagens e dinâmicas de movimentos, buscando ações cotidianas, a fim de produzir um sentido de identificação com o espectador.

Elenco / Bailarinos: Carol Danni Stein, Caru Arísio, Leonardo Rosa, Melina Baumgarthen.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Ana Girardello

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

– Encanto

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “Como nossos pais”; composição de Belchior popularmente conhecida através da interpretação de Elis Regina. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.

Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolf.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

– Elo

Sinopse: Uma linhagem familiar composta por corpos de duas gerações dá vida à ação poética “Elo”. Letícia Paranhos e Sofia Paranhos dançam conectadas por um vínculo simbólico e imaterial ao som de um gaiteiro, refletindo por meio da linguagem corporal acerca dessa conexão entre mãe e filha.

Artistas integrantes: Letícia Paranhos, Rafael Cambará e Sofia Paranhos.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, Edição e captação de imagem: Ana Girardello

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Rafa Cambará

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Julia Santos e Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

22 de julho (Quinta-feira)  – 20h


Série de vídeos Orixalidade – Sinopse Geral:

Antes mesmo de serem parte de religiões, os Orixás eram filosofias de vida e dialogavam com o meio em que estavam inseridos, demonstrando como o próprio território potencializa essas percepções de perspectiva de vida e, posteriormente, de ritual, transmitidas através do tempo e que se reflete nas vivências diárias de diferentes corpos até o presente momento. Cada performer ajudou a conceber uma das 08 performances que se inspiram em Xangô, Iemanjá, Nanã, Exu, Iansã, Oxossi, Ogum, Oxum, Oxalá e Pombagira, dando vida a diferentes representações imagéticas que transcendem a referência já conhecida dessas divindades, de modo a cruzá-la com suas vivências pessoais.

Concepção e performance: Aterna Pessoa, Eslly Ramão, Gabi Faryas, CIRAdias, Letícia Guimarães, Maya Marqz, Phill, Vivian Azevedo.

  • Orixalidade – Àquelas que gestaram o mundo.

Sinopse:
Dos olhos às mãos um percurso lamacento, vivo, construtor. Por vezes solitário. 

Ao corpo criador de vida cabe mais do que a criação? 

Concepção e performance: Aterna Pessoa

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e roteiro adaptado: Liege Ferreira

Direção de fotografia e edição: Eduardo N Rosa 

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Assistência de Set: Yuri Boelter

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Ventania

Sinopse:
Chega feito brisa que encosta com delicadeza no rosto, sem pressa, apenas leve. E numa dança o corpo se movimenta, levando para cada folha, cada poeira, cada ser que habita na volta do seu véu um pouco desta brisa. Brisa essa que vira ventania toda vez que ela quer, quando quer. Ela não precisa justificar o motivo de caminhar entres os dois temperamentos. Ela é tão leve, mas tão leve que consigo ver que enquanto ela é borboleta, também afunda o chão com a força de leão. Tu já experimentou a fúria da calmaria?

Concepção e performance: Letícia Guimarães

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e roteiro adaptado: Liege Ferreira

Direção de fotografia e edição: Eduardo N Rosa 

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Assistência de Set: Yuri Boelter

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Caçador em Selva de Pedra


Sinopse:
Caçando em terras urbanas. Um protetor da mata que hoje quer proteger em terras de pedra. As frutas. As folhas. Os movimentos rápidos e precisos. Um olhar que observa tudo e todes e que está próximo de fazer sua próxima vítima.

Concepção e performance: Eslly Ramão

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Tomou conta

Sinopse: 

com um corpo das águas 

y guiado pelos movimentos tumultuosos de uma cabeça azul

um tsunami cruza

y inunda

o cinza.

Concepção e performance: Gabi Faryas

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

23 de julho (Sexta-feira)  – 20h


  • Orixalidade – ObstinAção

Sinopse: Entre a construção e a destruição, a proteção e a sensualidade, a performer adentra as ruas cotidianas de Porto Alegre a fim de cavar o que tem de histórico no centro. O objetivo escorre juntamente ao sangue das mãos. Continuidade, espera, ação. As coisas permanecem as mesmas depois de serem limpas?

Concepção e performance: Vivian Azevedo

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Nutrir

Sinopse:

Cada segundo é consumido, numa constante invenção do que pode vir a torna-se(r) à vida. Haverá faltas e possuirá choro. Porém será possível sentir a umidade sobre a pele enquanto esquenta este velho corpo. É preciso respirar através do que se alimenta e permitir todo o mofo nutrir o que virá depois.

Concepção e performance: CIRAdias

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

  • Orixalidade – Bixá no Mercado


Sinopse:
No mercado, a moeda encara o chão pedindo permissão pra Exú. Deixa eu passar? 

Encruzilhou o corpo dos que espiralam no outro, me faço em nós. Me coroa.   

As chaves de ouro, sustentam um todo que gere fluxo do externo ao eu.

Bixá do Mercado é homenagem ao reinado que Bará me deu.

Tu conhece a história do Bará do Mercado? Sabe quem levantou aquelas paredes? 

O “atroz” discute sobre ancestralidade, pertencimento e territorialidade. Tendo como referência o Bará do Mercado Público, patrimônio histórico-cultural de Porto Alegre.

Concepção e performance: Phill

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e roteiro adaptado: Liege Ferreira

Direção de fotografia e edição: Eduardo N Rosa 

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Assistência de Set: Yuri Boelter

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – PERAMBULANDO


Sinopse: 

Acolhimento e escuta. Aos que transitam. Estímulo e desejo de que encontre o amor dentro de si. Um caminhar que incita a desprender-se de tudo aquilo que no íntimo já é insustentável. Perambulando e exibindo o que erradia de orixá Pombagira, senhora do riso e da liberdade.

Concepção e performance: Maya Marqz

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

24 de julho (Sábado)  – 20h


– Dilema

Sinopse: Quais os limites entre o amor e a razão? A partir de um diálogo musical, uma violinista e uma violoncelista refletem sobre esse dilema que existe em cada um de nós. Criando relações e produzindo diferentes sentidos a partir de um diálogo entre imagem e som, “Dilema” é uma ação poética que surge não para responder, e sim instigar mais questões acerca do tema.

Artistas integrantes: Izandra Machado e Luyra Dutra.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Izandra Machado e Luyra Dutra 

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

Fotos: Diogo Vaz


– Festa Pandêmica

Sinopse: A proposta cênica da ação poética “Festa Pandêmica” deseja reacender a chama da festividade afastada completamente das pessoas por conta da pandemia por meio do efeito visual e da liberdade corporal para experienciar, por um instante, a ideia de uma celebração festiva.

Elenco: Ana Girardello, Kanauã Nharu, Miguel Ribeiro, Rodolfo  Ruscheinsky e Thais Andrade.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Thiago Lazeri

Captação de som e imagem: Guilherme Santos

Trilha Sonora: Viridiana

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

– Encanto 

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “O Bêbado e a Equilibrista”, composição de Aldir Blanc popularmente conhecida na voz de Elis Regina. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.


Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolff

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

25 de julho (Domingo)  – 20h

– Grafitti

Sinopse: Se hoje fosse decretado o fim da pandemia no mundo todo, o que você faria? As mãos e a visão da artista Dâmaris Felzke constróem em 5 murais uma obra visual que reflete sobre o momento atual em que vivemos, revelando o caráter efêmero e cíclico que a vida possui. 

Artista integrante: Dâmaris Felzke da Rosa.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Operação de Drone: Ricardo Mognon

– Encanto

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “Eu preciso dizer que te amo” eternizada na voz de Cazuza. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.


Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolff

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Renan Vilas

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

– Abraço Pandêmico

Sinopse: Há muito tempo estamos distantes uns dos outros, e as telas eletrônicas se tornaram nosso maior meio de estabelecer conexões, mas a aproximação dessa infinidade de pixels não supre a falta que faz um ser humano. Nessa ação poética, dois performers, trajados com roupas e equipamentos de proteção, representam a saudade do afeto promovido pelo encontro de dois corpos que se tocam para se abraçar.

Artistas Integrantes: Kanauã Nharu e Thais Diedrich

Direção Geral: Luiz Manoel

Direção e Captação de Imagem: Ana Girardello e Julio Estevan

Captação de Imagem e Som: Alexandre Sá, Carlota Araujo e Thais Diedrich

Edição: Ana Girardello e Kanauã Nharu

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos, Renan Vilas e Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

IDEALIZADOR e DIRETOR ARTÍSTICO

Luiz Manoel Alves – Bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do  Sul (UFRGS), sob inscrição de DRT 14253, é ator, diretor, professor, dramaturgo e operador  de som. Trabalhou com grupos como ATO Cia Cênica , Projeto Gompa , Depósito de  Teatro , Companhia Rústica , Complexo Criativo Cômica Cultural, Quimera Criações  Artísticas e Teatro Ateliê , LUME Teatro e Teatro da Vertigem, além de ser colaborador na  Companhia Indeterminada Artes da Cena (Vencedora com o espetáculo infantil “Expedição  Monstro” em 5 categorias no Prêmio Tibicuera de Teatro 2018). Com mais de 30  espetáculos no currículo, circulou com 5 espetáculos infantis pelo RS no projeto Teatro a  Mil SESC RS(2016 à 2019), integrou a programação de festivais como Palco Giratório  SESC RS(2016-2018-2019 e 2020), Mostra SESC Cariri(2019), Porto Alegre Em Cena (2019 e 2020), Caxias Em Cena (2018), Porto Verão Alegre (2019 e 2020). Vencedor  do Prêmio Açorianos de Teatro nas categorias de Melhor Ator Revelação (2015) por  “Cadeia Alimentar”, Melhor Ator e Melhor Dramaturgia em espetáculo Infantil (2019) por  “Alice- Além da Toca do Coelho”, além de receber Melhor Espetáculo em 2015, por  “Cadeia Alimentar”, em 2016, por “Aos Sãos” e “Missão Água” e em 2017, por “Nos  embalos da Carochinha”, além de receber a indicação a Melhor Ator Coadjuvante por  “Hotel Rosachock” e Melhor Ator Coadjuvante por “Missão Água”, ambos em 2017.  

Em 2018 atua como diretor, encenador, produtor, dramaturgo e letrista da adaptação  brasileira do espetáculo musical “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz!”, com mais de 50 pessoas  na equipe. Desde 2019, integra o grupo de professores da Nova Estação Escola de Artistas  em Porto Alegre, lecionando aulas de Teatro e Teatro Musical. Durante a pandemia  desenvolveu o espetáculo infantil de teatro de sombras “Manjericão e Manjerona: Pets em  Combate ao Corona”, selecionado para o 13º FENATIFS em Feira de Santana na Bahia.  Atualmente, em 2021, executa os seguintes projetos: tocArte: que a poesia o faça já que eu  não posso (Artes Integradas); Sinais: Veredas Poéticas em um Cotidiano Retilíneo (Artes  Integradas); 8 Luas (documentário) e DES!encaixe: por uma existência muito além daquilo  que nos foi dito(documentário); 

EQUIPE

Elenco: ​Ana Girardello, Bê Smidt, Camila Falcão, Carol Danni Stein, Carol Arísio, Cira Dias, Dâmaris Felzke da Rosa; Eva Carpa, Eslly Ramão, Fayola Ferreira, Fernando Muniz, Gaby Faryas, Hendel Ricardo, Izandra Machado, João Gabriel OM, Kanauã Nharu, Letícia Paranhos, Leonardo Rosa, Letícia Guimarães, Luyra Dutra, Manu Goulart, Manuela Wolff, Maya Marqz, Matheus Schafer, Melina Baumgarten, Miguel Ribeiro, Phillipe Coutinho, Qex, Rafael Cambará, Renata Pessoa, Rodolfo Ruscheinsky, Thais Andrade, Sofia Paranhos, Vigo Cigolini, Vivian Azevedo.

Direção Artística e Concepção: Luiz Manoel;

Produção Geral: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel.

Cenografia: Rodrigo Shalako; 

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales;

Figurinos: Julia Santos, Thais Diedrich, Renan Vilas;

Costureira: Mari Falcão;

Maquiagem: Juliane Senna; 

Cabelos: Laura Piccoli;

Criação de vídeo:

  • Direção Geral: Luiz Manoel;
  • Direção, captação e edição: Ana Giradello (Ser Humano / Sinal / Orixalidade); Liége Ferreira (Orixalidade), Thiago Lázeri (Festa Pandêmica/LGBTQIA+) e Júlio Estevan (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade);
  • Trilha Sonora: Izandra Machado e Luyra Dutra (Dilema); Rafa Cambará (Elo); Viridiana (Somnhe); Vitório O. Azevedo (Orixalidade / Ser Humano / Festa Pandêmica/ Tropa de Choque LGBTQP / Grafitti);
  • Direção de fotografia: Ana Girardello (Ser Humano / Sinal / Orixalidade), Eduardo Rosa (Orixalidade), Júlio Estevan (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade) e Thiago Lazeri (Festa Pandêmica/LGBTQIA+) 
  • Captação de imagem: Ana Girardello, Carlota Araújo e Thais Diedrich (Ser Humano / Sinal); Guilherme Santos (Festa Pandêmica/LGBTQIA+); Alexandre Sá (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade);
  • Captação de som: Ana Girardello, Carlota Araújo e Thais Diedrich (Ser Humano / Sinal); Cleverton Borges (Orixalidade); Alexandre Sá (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade);
  • Assitência de set: Yuri Boeller (Orixalidade);
  • Iluminação: Thais Andrade (Somnhe / Encanto / Abraço Pandêmico / Grafitti / Orixalidade / Dilema);
  • Operadora de som: Manu Goulart (Somnhe / Encanto / Abraço Pandêmico / Grafitti / Orixalidade / Dilema);
  • Cabeleireiras assistentes: Ingrid Azuos e Victoria Otesbelgue;

Arte Gráfica: Jéssica Barbosa;

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin;

Fotografias: Diogo Vaz, Gabriehl Pires, Luana Terra e Ramiro Furquim.

Operação de Mídias Sociais: Maurício Schneider; 

Produção Local: Aline Maciel e Juliana Charnaud (Pelotas); Atílio Alencar, Laédio Martins e Natália Dolwitsch (Santa Maria); Louise Pierosan e Uyara Camargo (Caxias do Sul).

Apoio: Amora Produções Culturais, Espaço N, Fundação Força e Luz, Fecomércio-RS/Sesc. 

Patrocínio: Lei Aldir Blanc, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Sedac RS.

#leialdirblanc

#leideemergênciacultural

#novasfaçanhasnacultura

#cultura

#maiscultura

Projeto realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020

Mais informações: https://linktr.ee/tocarte

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetotocarte/

FACEBOOK: https://www.facebook.com/projetotocarte

YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCj1ZM5dMaRba3LRb-AJVwQA

Lupa – festival de videoclipes divulga vencedores nesta quinta-feira, 15 de julho

Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, oferece prêmios entre R$ 1.500,00 a R$ 4.000,00 para os vídeos vencedores

Votação ocorre pelo site www.lupafestival.com.br

Nesta quinta-feira, 15 de julho, às 20h, serão anunciados os vencedores da primeira edição do Lupa – Festival de Videoclipes em live pelo YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCH8-2SHgKUOj5pEqhLjVAjg . O evento premiará seis das 30 obras finalistas com valores entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. O festival recebeu 346 inscrições que resultaram em 30 selecionados que podem ser escolhidos pelo público até 14 de julho.

O Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Esta primeira edição do festival abrangeu 45 municípios, representando 9% das cidades do RS. De acordo com o coordenador do projeto, Fernando Keiber, “as inscrições foram um sucesso, reforçando a nossa tese de que o setor do audiovisual, ligado à música, tem uma produção expressiva e clama por atenção. Os tempos de pandemia têm sido ao mesmo tempo que um agravante na situação econômica, um impulso para a criatividade”. Porto Alegre foi o município com o maior número de inscritos, com 159 vídeos enviados. Em segundo lugar vem Pelotas, com 40 videoclipes inscritos; Canoas, 23; Caxias do Sul, 14; Santa Maria, 11; e, empatados com 8 clipes inscritos cada uma, Alvorada e Santa Rosa, a cidade sede da proponente do Lupa, a OSC Sempre-Viva.

O Lupa contemplou entre os inscritos os mais diversos gêneros musicais, tendo sido formado um mosaico muito interessante, com destaque em quantidade de inscritos aos mais variados estilos do Rock (85 inscrições), nos gêneros do rap e hip hop (49), entre baladas de todas as nuances (33), nativista e gauchesca (26 inscrições) além de gospel, fado, MPB, funk, música erudita, sertanejo, soul, bolero, sambas de todas as cores, pop, disco, dance, entre outros. “Um ponto que chama a atenção é a quantidade de inscritos com a categoria videodança, apontando para a necessidade de atenção para este estilo e público específico”, conta Keiber, que também é um dos curadores.

A curadoria, formada por Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos, selecionou os 30 vídeos que integram a final e estão disponíveis para votação no site desde 09 de junho. Nesta quinta, às 20h os vencedores serão conhecidos, através de uma mostra virtual dos vídeos selecionados bem como o evento de premiação, através do canal do YouTube do projeto.

Os videoclipes concorrem a prêmios entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Os cinco primeiros lugares serão eleitos pelo júri do festival, além de um prêmio para o vídeo vencedor escolhido pelo público. Para acompanhar as próximas etapas do evento, acesse @lupafestival e www.lupafestival.com.br

O LUPA – festival de videoclipes do Rio Grande do Sul é realizado pela Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva e financiado pela lei nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Marcopolo.

Lupa – festival de clipes

Evento de Premiação 15/07, 20h, pelo Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCH8-2SHgKUOj5pEqhLjVAjg

Videos finalistas

Vals de los Abuelos – Thays Prado

Boca Suja – Fabiano Nasi e Lucas Koteck

Tanto Faz – Kelvin bohm

Controversa – Adriana Deffenti

Everybody has a dream – Mr. Country Band

Ranchinho – Shana Müller

Tô Duvidando – Saskia

Última Lembrança – Renato Fagundes

Metade da Laranja é só o Bagaço – Mariana Bavaresco

Cinco e meia da manhã – Edilberto Teixeira e André Teixeira

Açúcar – André Paz

Macarrão – Júlia Fernandes e Victor Pacheco

Nigthmares – Os Replicantes

Tatu – Tagore

Pedra Sagrada de Xangô – Zé do Pandeiro

Dinheiro – 50 Tons de Pretas

Pregadão – Bloco da Lage

Eu Vou Contar – Bel Medula

Hello World – Duo Bits em Chamas (Apj e Vini Albernaz)

Have You Got Any Idea? – Yellow Boulevard (Pedro Nascente e Matheus Cardoso)

Triângulo – Duca Leindecker

Coisas fúteis – Pok Sombra

Abatida  – Camila Cuqui

Pé Na Estrada – Old Dog (Rodrigo Accorsi)

Novo Sol – Eteoria (Marcelo Martins, Thiago Mello, Átila Rees, Marcus Lima)

Chanson de Valse – Daniel Debiagi

Do Chão – Paola Kirst e Pablo Lanzoni

Pai nosso – Agnes Mariá

Nas Gaiolas da Consciência – Emerson Gottardo

REWIND – Gabro Demais (e Anderson Bitencourt)

Prêmios:

1º Lugar – R$ 4.000,00

2º Lugar – R$ 3.000,00

3º Lugar – R$ 2.500,00

4º Lugar – R$ 2.000,00

5º Lugar – R$ 1.500,00

Júri Popular – R$ 1.500,00

Curadores

ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.

FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.

HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.

LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).

Festival Plurais – Arte, gênero e sexualidade ocorre em formato online e gratuito nos dias 15, 16, 17 e 18 de julho

Programação encerra o projeto Decolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020

Um território virtual e simbólico de luta e resistência, em que diversas vozes se apresentam como outras possibilidades de existências para além daquelas já validadas pela normatividade social. Esse é o festival Plurais, que encerra a programação do projetoDecolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul, organizado e realizado pelo Doutor em Teatro e ativista LGBTQIA+ Daniel Colin, executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020 e ocorre on-line nos dias 15, 16, 17 e 18 de julho, sempre às 20h.

Após a realização do workshop “Arte, Gênero & Sexualidade”, ministrado por Colin nos meses de maio e junho de 2021, com o auxílio de cinco professoras convidadas, 40 alunes que participaram do workshop foram provocades a produzir videoperformances pessoais a partir das experiências vivenciadas no decorrer das aulas. Os vídeos integrarão uma mostra de dois dias da programação, que também contará com duas noites de bate-papos acerca de temas como arte, políticas públicas, raça, gênero e sexualidade, com profissionais das áreas específicas (confira a programação completa abaixo).

Nos dias 15 e 16 ocorrem duas lives de bate-papos com mediação de Colin. Na quinta, a conversa propõe as intersecções entre as artes do corpo no Brasil e as discussões de raça, gênero e sexualidade, com participação de Jeff Ghenes e Phill Coutinho. Já na sexta, o tema é políticas públicas em conexão com demandas de gênero e sexualidade em nossa sociedade e as convidadas são Juliana Kersting e Simone Ávila.

Durante o final de semana o público poderá conferir as vídeoperformances criadas durante o workshop, seguidas de bate-papo com mediação também de Daniel e participação de Alexandre Azevedo, Carla Cassapo, Maiara Cemin e Gabriel Bittencourt.

Toda a programação será gratuita e disponibilizada pelo YouTube, no canal de Colin: https://www.youtube.com/channel/UCFPoPIhL7IIhDbFaGvXXfeQ/featured .

Para saber mais sobre a programação e o projeto, acesse Instagram: @danielcolin_ator

Facebook: https://www.facebook.com/atordanielcolin/

Twitter: @Odanielcolin

PROGRAMAÇÃO

Dia 15/07 (quinta), às 20h

Live de bate-papo acerca das intersecções entre as artes do corpo no Brasil e as discussões de raça, gênero e sexualidade.

Mediação: Daniel Colin

Convidades especiais: Jeff Ghenes e Phill Coutinho

Dia 16/07 (sexta), às 20h

Live de bate-papo sobre políticas públicas em conexão com demandas de gênero e sexualidade em nossa sociedade.

Mediação: Daniel Colin

Convidadas especiais: Juliana Kersting e Simone Ávila

Dia 17/07 (sábado), às 20h

Primeira parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos: Auto-“P”-seeyah, de Alexandre Azevedo; Como Eu Vim Parar Aqui, de Mariana Rizzo; M.Ã.E., de Fernanda Possamai; Ame, Sobreviva, Repita, de Flávio Guimarães; Receita, de Bruna Pavan; O João Freire chora (mas também ri), de João Freire; Tempo Solo Solo Tempo, de Taís Mattos; Anjo, de Jackson Reis; Paredes, de Lucas Tegner; Ovos Moles, de Carla Cassapo.

Mediação: Daniel Colin

Convidades especiais: Alexandre Azevedo e Carla Cassapo

Dia 18/07 (domingo), às 20h

Segunda parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos: Mulher Porca, de Maiara Cemin; Sede, de Julio Zaicoski; O Avesso do Corpo-Caixa, de Clarissa Brittes; Dicotômica, de Sarah Baes; BRAZIU, de Pablo Abritta; Quiboldobom, de Ketelin Abbady; Naquele Lugar, de DIONNY; Não Consigo Ver Seus Ossos, de Eva Carpa; Fluidos, de Darlan Gebing; Eu Não Sei Costurar, Lembra?, de Gabriel Bittencourt.

Mediação: Daniel Colin

Convidades especiais: Maiara Cemin e Gabriel Bittencourt



FICHA TÉCNICA E SINOPSES DAS VIDEOPERFORMANCES

Dia 17/07 (sábado), às 20h

Primeira parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos: 

Título: Auto – “P” – seeyah (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Alexandre Azevedo. 

Sinopse: Exame artístico sobre “o caminho” coberto por dores, anseios e prazeres de um corpo. Este que ainda fala, mas será que vive?

Título: Como eu vim parar aqui (Novo Hamburgo/RS, 2021).Criação e performance: Mariana Rizzo / Filmagem: Mariana Rizzo e Théo Maia / Edição e Captação de áudio: Théo Maia

Sinopse: Como eu vim parar aqui, sobre meu corpo, minha personalidade, meu conhecimento e acima de tudo, minha vontade de viver de arte.

Título: M.Ã.E. (Porto Alegre, 2021). Concepção, cenário, figurino, texto, efeitos sonoros e filmagem: Fernanda Possamai / Edição: Alexandre Conrado

Sinopse: Um corpo contido  dentro de um outro corpo é empurrado para o mundo. Um corpo mãe costura e descostura afetos e emoções em busca da redenção.

Título: Ame, Sobreviva, Repita (Itaúna/MG, 2021). Criação e Performance: Flavio de Mesquita Guimarães e Lorene Vilaça.

Sinopse: O trabalho oprime, a fábrica ensurdece, a energia de milhares para criar a fortuna daqueles que nem se conhece. O carinho e o amor entre aqueles que de nada possuem. Momentos próximos, outros distantes, mas sempre repetindo o ciclo para ver a continuação da rotina constante.

Título: Receita (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Bruna Pavan.

A performance busca trazer um questionamento sobre os elementos que criam um corpo, externamente, e os que o fazem ser, a partir do que se sente e do que se faz sentir, compreendendo, ou não, a complexidade de ser o que se é.

Título: O João Freire chora (mas também ri) (Rio de Janeiro/RJ, 2021). Criação e performance: João Freire

Sinopse: Em meio a tantas lágrimas, alguns afetos.


Título: Tempo Solo Solo Tempo (Florianópolis/SC, 2021). Criação e performance: Taís Mattos / Figurino: Taís Mattos / Edição: Taís Mattos e Maria Alice / Trilha sonora: Kaê Guajajara.

Sinopse: A solidão de uma mãe  solo que vê o tempo passar por uma janela durante a pandemia, com todo o peso de compromissos de 4 vidas sobre suas costas..

Solidão a 4 …

Título: Anjo (Gravataí/RS, 2021). Criação, performance e edição: Jackson Reis / Apoio de produção: Cleusa Reis e Neusa Lopes.

Sinopse: Um corpo com deficiência alvo de olhares de piedade e nunca de desejo. Torto, dissidente e não menos humano, no despertar da sexualidade, transitando entre o sagrado e o profano, no anseio por se libertar dos estigmas sociais.

Título: Paredes (Canela/RS, 2021). Concepção, direção de arte, roteiro, voz e interpretação: Lucas Tegner / Produção: 07 Produtora / Captação de imagem, fotografia, edição e finalização: Matias Lorenzoni / Captação de áudio e finalização: Audaz Sul Records / Um texto de Lucas Tegner.

Sinopse: Criada sob uma estética contemporânea a performance audiovisual propõe uma narrativa metafórica e extremamente leve a fala infantil sobre temas de violência sexual.

Título: Ovos Moles  (Porto Alegre, 2021). Roteiro, direção e atuação: Carla Cassapo / Captação de imagens: Alexandre Accorssi / Montagem: Carla Cassapo e Naomi Siviero / Finalização: Naomi Siviero / Trilha Sonora: Cantiga de Amigo – Lírica galaico-portuguesa / Agradecimentos: Pepita Cassapo

Sinopse: As primeiras feituras de ovos moles datam do século XV e remetem ao Mosteiro de Jesus, em Aveiro. Como todos os doces portugueses à base de ovos, a receita  nasceu pelas mãos das freiras que, após o processo de engomar os seus hábitos com as claras, aproveitavam as sobras de gemas para preparar a tradicional iguaria. Se um dia tiver oportunidade, não deixe de experimentar!

Dia 18/07 (domingo), às 20h

Segunda parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos:

Título: Mulher Porca (Caxias do Sul/RS, 2021). Criação e performance: Maiara Cemin

Sinopse: Uma porca-mulher, fala sobre sua vida de trabalhadora, no circo do palhaço.

Título: Sede (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Julio Zaicoski.

Sinopse: Um corpo rotulado move-se, busca espaços e alimenta-se.

Título: O Avesso do Corpo-Caixa (Imbé/RS, 2021). Composição e execução musical: Clarissa Brittes e Bino Mallmanc

Sinopse: Quantos corpos-caixa cabem no avesso do corpo? Energias que co-habitam em todxs e que representam aspectos da natureza e do cosmos, se atravessam em experiências de vida e geram seres genuínxs. O que me cabe e onde me caibo se me viro do avesso?

Título: Dicotômica (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Sarah Baes

Sinopse: O que faz alguém digno de afeto?

Título: BRAZIU (Juiz de Fora/MG, 2021). Criação e performance: Pablo Abritta

Sinopse: Corpos se afogam na esperança que as mudanças venham. E a rosa branca no jardim sustenta. Corpos brigam pela extinção de uma política nefasta, cruel e atemporal. E a rosa branca no jardim continua intacta.

Título: QUIBOLDOBOM (Porto Alegre/RS 2021). Criação, direção e performance: Ketelin Abbady / Apoio técnico: Sofia Pulgatti / Trilha sonora: Kadafi.

Sinopse: Certa vez um pé de boldo me contou uma história…

Título: Naquele Lugar (Caxias do Sul/RS, 2021). Criação e performance: DIONNY / Cinegrafista: Alexandre Concari / Vozes de: DIONNY e Maiara Cemin.

Sinopse: A performance propõe uma reflexão e traz questionamentos sobre o ideal de corpos masculinos dentro da igreja evangélica. Trazendo experiências vividas pelo próprio ator, o mesmo conduz uma visita por esse corpo e mente que, por um tempo, se viram presos dentro destes ideais.

Título: Não consigo ver seus ossos (Porto Alegre/RS, 2021). Performance: Eva Carpa / Produção: Eva Carpa e João Pedro Greco 

Sinopse: Fani Pacheco engordou. Eva queria uma maçã vermelha. É preciso sustentar uma costela de Adão. De laço em laço não reconheço mais meu corpo no espelho.

Título: Fluidos (Caxias do Sul/RS, 2021). Criação e performance: Darlan Gebing

Sinopse: Me encontro no limbo das invenções, aqui é permitido criar um novo corpo, renovar a maquiagem, apagar a foto 3×4 da identidade forjada. Crio e caio na minha falsa ilusão de ter encontrado um espaço pra mim. Em tantos desencontros eu acabo criando uma existência que é só minha.

Título: Eu não sei costurar, lembra? (Juiz de Fora/MG, 2021). Texto, direção e atuação: Gabriel Bittencourt / Produção: Gustavo Bacchini / Imagens e edição: Pedro Soares.

Sinopse: Quantas histórias da sua família já foram perdidas? Lembra de suas raízes? Nós carregamos vibrações de nossos ancestrais em nossa pele. É sempre necessário levar essas lembranças aos nossos. Me construo, reconstruo e me costuro todos os dias.

CURRÍCULOS DE CONVIDADES

Daniel Colin é Doutor em Teatro (UDESC), Ator, Diretor, Dramaturgo, Performer, Pesquisador e Professor, com trajetória artística de mais de 20 anos trabalhando em Porto Alegre.

Jeff Ghenes é Artista Negro Trans Não-Binário, Graduando em MODA na Universidade FEEVALE. Também é integrante na Cia Teatral Tem Gente no Palco desde 2012. 

Phill Coutinho é Artista multimídia, Ator, Performer, Poeta, Iluminador e Cantor, além de Bacharel em Interpretação Teatral (UFRGS). 

Simone Avila é Doutora em Ciências Humanas na área de Estudos de Gênero (UFSC) e coordenou a Política Municipal de Saúde Integral LGBTQI+ da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre de 2017 a 2020. 

Juliana Kersting é Bacharel, Mestre e Doutoranda em Artes Cênicas (UFRGS), além de Atriz, Produtora e Bailarina.

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