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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Porto Alegre

Quinteto Canjerana faz show gratuito em Porto Alegre no dia 07 de maio

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Apresentação marca o início de uma turnê por dez cidades do RS

Inicia no dia 07 de maio, em Porto Alegre, a turnê por dez cidades do RS realizada pelo Quinteto Canjerana até o final deste ano, projeto financiado pelo Pró-Cultura LIC-RS. O grupo de música gaucha contemporânea divulga seu primeiro disco, Promessa, lançado em 2014.

No primeiro semestre Caxias do Sul, Santa Maria e Bagé também recebem shows do grupo nos dias 15 de maio (Caxias, Teatro Pedro Parenti), 21 (Santa Maria, Teatro Caixa Preta) e 10 de junho, em Bagé (IMBA).

O Quinteto Canjerana é formado por Fernando Graciola (violão), Maurício Horn (acordeon), Maurício “Lito” Malaggi (bateria), Tiago Ferrari Daiello (gaúcho) (contrabaixo acústico) e ZocaJungs (guitarra e viola) que apresentam um trabalho autoral instrumental contemporâneo das músicas nativista e folclórica gaúchas.

Criado em 2012, o quinteto apresenta temas autorais propõem uma sonoridade gaúcha mesclada com música de câmara, permeados com espaços para improvisação e diálogo entre os instrumentistas, que apresentam suas fortes referências da música nativista de seu local de nascimento, mas também revelando o conhecimento adquirido com os estudos da música advinda de outras partes do Brasil.

Quinteto Canjerana valoriza a todos instrumentos do grupo, criando sólida unidade, apresentando um espetáculo vivo, alegre, leve, dinâmico, de melodias fortes e harmonias emocionantes, que tem conquistado o público por ser um espetáculo de música instrumental para todos. O disco “Promessa”, gravado ao vivo em junho de 2013 no Estúdio Dreher em Porto Alegre, reúne oito temas autorais instrumentais.

Nos dias de apresentação em cada cidade os músicos ministrarão oficinas musicais gratuitas, às 14h, através de inscrição pelo email cainarodrigues@gmail.com até a véspera da atividade. A apresentação em Porto Alegre ocorre no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana, às 20h30, com entrada franca.

Serviço

Turnê RS – Quinteto Canjerana

Porto Alegre

07 de maio | Teatro Bruno Kiefer – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736

Oficina gratuita – 14h – inscrições pelo email cainarodrigues@gmail.com até dia 06.05

Show gratuito – 20h30 – retirada de senhas uma hora antes do espetáculo

Mais informações: http://www.canjerana.com.br/

Flor da Vida tem segunda temporada durante o mês de março

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Espetáculo do Teatro Mototóti tem apresentações aos sábados na Redenção

 

O espetáculo Flor da Vida tem segunda temporada durante o mês de março, aos sábados, na Redenção. Vencedor do prêmio Funarte Artes na Rua 2013 esta é a quarta produção da companhia.

Reafirmando a característica de visitar um terreno desconhecido a cada novo espetáculo, em Flor da Vida o grupo se aventurou em dois grandes desafios: trabalhar com a linguagem do palhaço e contar a história de vida dos integrantes do Mototóti.

A dramaturgia de Flor da Vida foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo – O Vendedor de Palavras – um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam.

Para mergulhar na arte da palhaçaria, o grupo buscou parceiros mais experientes na área. Assim surgiram os intercâmbios com palhaços gaúchos, uma iniciativa que proporcionou trocar experiências com oito grupos/artistas da capital e interior do Rio Grande do Sul. Mais tarde, se juntou ao trabalho um dos grandes mestres da palhaçaria no Brasil: Ésio Magalhães. Com ele, os atores tiveram grande imersão prática tanto no desabrochar das figuras de Charle’s Tone e Thalia Taluda, como no desenho e direção do espetáculo. Foi uma construção feita em Porto Alegre, sede do Mototóti, e Campinas, sede do Barracão Teatro.

A busca do grupo por uma arte cada vez mais autoral, alcança em Flor da Vida um ponto alto. Onde além de estar em cena, os criadores também estão responsáveis pela dramaturgia, direção geral, cenografia e trilha sonora. Esta última, pela primeira vez é trazida à cena mesclando música ao vivo com trilha sonora gravada.

A temporada inicia no dia 07 e segue até o dia 28 de março, sempre aos sábados, às 16h, na Redenção, próximo ao Recanto Europeu. Todas as apresentações tem entrada franca. Para saber mais, acesse: www.teatromototóti.com.br.

Sinopse: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a  história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a  simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão da criação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Flor da Vida

De 07 a 28 de março, aos sábados, às 16h

Redenção – próximo ao Recanto Europeu

Entrada Franca

Santander Cultural promove Concurso Cultural Moacyr Scliar – Contos Revisitados para alunos do ensino médio da rede pública estadual

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Parceria entre as Secretarias Estaduais da Cultura e Educação premiará alunos da rede pública estadual de Porto Alegre, São Leopoldo, Canoas e Gravataí.

 

Porto Alegre, 24 de setembro de 2014 – O Santander Cultural, em parceria com as Secretarias Estaduais da Cultura e Educação lança nesta sexta-feira, dia 26 de setembro, o Concurso Cultural Moacyr Scliar – Contos Revisitados para alunos do ensino médio da rede pública estadual vinculados a 1ª (Porto Alegre), 2ª (São Leopoldo), 27ª (Canoas) e 28ª (Gravataí) Coordenadorias Regionais de Ensino (CRE). O projeto integra as atividades relacionadas à mostra Moacy Scliar – o Centauro do Bom Fim, em cartaz no Santander Cultural até 16 de novembro, com entrada franca.

O concurso propõe que os alunos desenvolvam redações que tenham como tema norteador do texto o primeiro parágrafo de um dos contos publicados por Moacyr Scliar. O tema deve estar articulado com as atividades desenvolvidas em sala de aula, conforme o nível de ensino de cada participante. Cada texto inscrito deve ser impresso em folha tamanho A4 e conter até quatro laudas, em fonte Arial tamanho 11 e espaçamento 1,5 linhas.

Com apoio da Câmara Brasileira do Livro, as inscrições são gratuitas e ocorrem de 26 de setembro a 31 de outubro. Consultas ao regulamento, acessível nos sites www.iel.rs.gov.br; www.cultura.rs.gov.br e www.educacao.rs.gov.br

A premiação será no dia 4 de dezembro. O concurso premiará o melhor texto com notebooks para a escola e o professor e tablet para o aluno. Os segundo e terceiro lugares também ganharão tablets.

Informações: e-mail: scultura@santander.com.br e fones: (51)3288-4785 e/ou (51)3288-4793.

 Mariele Salgado Duran | Relações com a Imprensa Santander

assessoria@marielesalgado.com.br

Bruna Paulin | Assessora de imprensa Prana Filmes

brunapaulin@gmail.com

Petrobras apresenta – A Borralheira, uma opereta brasileira no Theatro São Pedro nos dias 04 e 05 de outubro

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Depois de apresentar o premiado musical “O barbeiro de Ervilha”, adaptação para crianças da ópera “O Barbeiro de Sevilha” – de Gioacchino Rossini, nas cidades de Recife, São Paulo e Salvador, a Petrobras agora apresenta nas cidades de Belo Horizonte e Porto Alegre outra premiada adaptação infantil do célebre compositor: “A Borralheira, uma opereta brasileira”.

O espetáculo é uma adaptação para crianças da famosa ópera cômica italiana La Cenerentola ossia La bontà in trionfo (A Cinderela ou O triunfo da bondade).  Sucesso de público e de críticas recebeu sete indicações ao Prêmio Zilka Sallaberry 2012 (A mais importante premiação de Teatro Infantil na cidade do Rio de Janeiro organizado pelo CEPETIN – Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil) nas categorias: Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Produção, Melhor Música, Melhor Cenário, Melhor Figurino e Melhor Iluminação, recebendo os prêmios de Melhor Produção e Melhor Música. Além disso, foi recomendado pela revista Veja Rio como um dos melhores espetáculos em cartaz na cidade do Rio de Janeiro no ano de 2012.

Adaptado por Vanessa Dantas (que também adaptou “O barbeiro de Ervilha” para os palcos infantis) e dirigido por Fabianna de Mello e Souza (integrante da consagrada companhia francesa Le Théâtre du Soleil entre os anos de 1997 e 2006), o espetáculo conta aproximadamente 60 minutos de duração e classificação livre. Sua concepção artística transpõe a obra original para o contexto da cultura popular brasileira. De Salerno, Itália, a história é adaptada para uma cidade fictícia do Sertão de Minas Gerais. A ambientação mineira tem como propósito trazer à cena uma atmosfera onírica operística popular enquanto a melodia de Rossini, grande mestre na arte de emocionar, guia-nos às mais densas emoções.

A direção musical – mantendo-se fiel aos temas melódicos de Rossini – sugere o encontro entre música clássica e popular, associando arranjos da ópera com os ritmos da música popular brasileira e mineira. O elenco é composto por sete atores-cantores, que interpretam as personagens principais, e sete atores-cantores-músicos, que interpretam o belíssimo Coro (Grande responsável pela força da música e por acentuar os pontos mais emocionantes da dramaturgia). Os números musicais são tocados e cantados ao vivo ao som de diversos instrumentos: violão, violoncelo, viola, acordeão, xilofones, clarinete, flauta doce e transversa, tambores do divino, alfaia, xequerês e outros instrumentos de percussão.

O cenário e os figurinos inspirados na Europa do final do século XVIII e começo do XIX, mas trazidos para o Brasil no estilo do barroco mineiro e do rococó, trazem à baila a mesma qualidade das grandes e luxuosas produções operísticas. Os cenários, traçados como se fossem grandes croquis, são retratados através de desenhos, pinturas e esculturas inspirados nas obras de Mestre Ataíde e de Aleijadinho. Os figurinos, em unidade com o cenário, são trabalhados artesanalmente com bordados e pinturas feitas à mão.

Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 e estão à venda na bilheteria do teatro. As apresentações ocorrem às 20h nos dois dias de temporada.

SERVIÇO

A Borralheira, uma opereta brasileira

Dias 04 e 05 de outubro, às 20h

Local: Theatro São Pedro

Pc Mal Deodoro, s/n

Informações: : 3227 5100 / 3227 5300

Valor: R$20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

Capacidade: 600 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação: livre

Ficha Técnica

“A Borralheira, uma opereta brasileira”

Adaptação Teatral do Libreto e Concepção Artistica Vanessa Dantas

Direção Fabianna de Mello Souza

Direção Musical e Arranjos Wladimir Pinheiro

Direção de Movimento Marcia Rubin

Elenco

Anna Bello, Julia Gorman, Hugo Kerth, Marino Rocha, Vanessa Dantas, Marcello Sader, Wladmir Pinheiro, Arthur Rozas, Gustavo Sabatiê, Kiko do Valle, Rafael Tavares, Saulo Vignoli, Thomas Nogueira

Cenografia, Objetos de Cena, Esculturas e Desenhos Glauco Bernardi

Figurinos, Adereços Heloisa Frederico

Iluminação Aurélio de Simoni

Preparação Vocal Marcello Sader

Supervisão Vocal Mirna Rubim

Assistente de Dir. Musical Marcello Sader

Design de Som Marcelo Claret

Fotografia Dalton Valério

Administração / Coordenação e Produção Verônica Prates

Equipe Porto Alegre

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Cenotécnica – responsável local: Iuri Wander

Sonorização: responsável técnico local: Rodrigo Rheinheimer

Apoio Cultural: Porto Seguro

Projeto de mapeamento urbano digital chega a Porto Alegre

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Última parada da edição Rio Grande do Sul do Cidade Transmídia acontece de 26 até 29 de agosto na capital gaúcha e tem inscrições abertas para sua oficina criativa.

 Vencedor do Edital Claro Ideias, promovido pelo Instituto Embratel Claro, o projeto se propõe a incentivar um olhar poético para as cidades resgatando a cultura e a memória de Santa Maria, Caxias do Sul, Pelotas e Porto Alegre.

 No site http://www.cidadetransmidia.com.br o internauta pode acessar o mapa de cada cidade e percorrê-la acompanhado por um personagem fictício.

Porto Alegre, 11 de agosto de 2014 – O projeto Cidade Transmídia, que tem realização da agência cultural Maria Cultura (http://www.mariacultura.com.br) chega a Porto Alegre no dia 26 de agosto com oficina criativa a ser realizada na Casa de Cultura Mario Quintana. A oficina é gratuita e recebe até 20 participantes em uma imersão de quatro dias onde coletivos criam personagens que devem interagir com as ruas de Porto Alegre de forma transmidiática, desvendando a cultura local através de suas histórias. O projeto promove também um encontro aberto onde os personagens são apresentados pelos coletivos.

A iniciativa nasceu em 2010 na Espanha do encontro entre os amigos e pesquisadores em arte, comunicação e novas mídias Lenara Verle, Camila Farina e Tiago Lopes, que também coordenam as atividades. O projeto iniciado de forma independente já foi realizado no Rio de Janeiro em 2013 através do Edital Coletividea – projeto da Agência IRwi em parceria com a SAV/MinC. Cidade Transmídia defende uma nova visão sobre as cidades, através do olhar de personagens fictícios que circulam pelo ambiente urbano e interagem com ele utilizando técnicas que misturam diferentes mídias. Para dar vida a esses personagens o projeto promove oficinas por cada cidade onde passa.

            Nas oficinas os participantes são divididos em coletivos. Cada grupo cria um personagem e estabelece sua história e o seu trajeto no mapa da cidade. Essa rota é documentada na perspectiva do personagem em vídeo e foto, ao mesmo tempo em que recebe intervenções no espaço urbano e que estabelece diálogo com o mapa através de outras plataformas online – cada personagem ganha vida própria no Facebook e Instagram, entre outras possibilidades. Após editados, vídeos e fotos, são incorporados ao mapa virtual e podem ser acessados a qualquer momento no site do projeto – www.cidadetransmidia.com.br.  Além das oficinas, a atividade promove ao final um encontro aberto ao público para apresentação das criações dos participantes e troca de ideias.

            Nesta edição, o site ganha uma nova interface, proposta pela Santa Transmídia, que também está desenvolvendo sua versão em aplicativo, adaptado para celulares e tablets, para que a interação com os personagens seja facilitada.

            O projeto iniciou sua circulação por Santa Maria, nos dias 10 a 13 de junho e seguiu para Caxias do Sul nos dias 15 a 18 de julho. Em Pelotas, a oficina aconteceu de 22 a 25 de julho. Os personagens e roteiros dessas edições já podem ser conferidos no site, onde também podem ser vistos vídeos diários sobre as oficinas, que por onde passaram tiveram números recorde de inscritos. No total mais de 500 pessoas foram envolvidas entre oficinas criativas e encontros abertos

            O Cidade Transmídia foi um dos quatro projetos premiados, entre 1108 inscritos, pelo Edital do Instituto Embratel Claro “Novas ideias para o que temos ao redor”, cujo objetivo era investir em iniciativas que estimulem os jovens de ambientes urbanos a aplicar e compartilhar suas criações na melhoria de suas comunidades e dos espaços onde vivem. O projeto será realizado com financiamento da Secretaria do Estado da Cultura – Procultura RS.

Sobre os idealizadores

CAMILA FARINA | Sempre esteve envolvida com produção e pesquisa em arte e especialmente arte no espaço urbano. É diretora da agência cultural Maria Cultura, pela qual coordenou projetos como Pixel Show/POA, Cut&Paste POA, Italian Genius Now Brasil, co-fundadora da plataforma de crowdfunding Múrmura e professora nos cursos de graduação em Design da UniRitter em Porto Alegre, onde ministra as disciplinas de Teoria da Informação e Estética e História da Arte III e também da Escola de Criação da ESPM/POA. Tem especialização em roteiro e direção de atores pela EICTV, Cuba (2006). É Mestre em Comunicação Social pela Unisinos (2008).


LENARA VERLE
| Artista e pesquisadora em arte e novas tecnologias. Participa desde 1994 do grupo de arte colaborativa SITO.ORG. Foi artista residente no Planetary Collegium, Inglaterra 2000 e no ZKM – Centro de Arte e Midias, Alemanha 2005. Ganhadora dos prêmios VAD Net Art (Girona, Espanha 2003) e ZKM Media Art Award (Karlsruhe, Alemanha 2005). Professora do curso de Especialização em Cinema Expandido, PUC-RS. Doutoranda em História da Arte, na Universidade de Frankfurt. Mestre em Media Studies, New School University, NY (2003). Mestre em Comunicação, PUC-RS, Brasil (1997). Bacharel em Comunicação – Publicidade e Propaganda, UFRGS, Brasil (1994).


TIAGO LOPES
| Desenvolve pesquisa e projetos nas áreas de narrativas interativas, transmedia storytelling e sistemas colaborativos de narração. É coordenador do Grupo de Estudos em Narrativas Interativas, vinculado ao curso de graduação em Jogos Digitais na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), em São Leopoldo. É professor nos cursos de graduação em Comunicação Digital, Jogos Digitais, Realização Audiovisual e Publicidade da  Unisinos. Tem especialização em Roteiro e Direção pela EICTV, Cuba (2006). É Mestre e Doutor em Comunicação Social pela Unisinos (2014).

Sobre o Instituto Embratel Claro

            O Instituto Embratel Claro, mantido pela Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel), Embratel Participações (Embrapar) e a Claro S.A, tem como missão aliar as tecnologias da informação e da comunicação à educação e ao desenvolvimento social. A organização é o resultado da união realizada em setembro de 2013 entre o Instituto Embratel (criado em abril de 2001) e o Instituto Claro (aberto em junho de 2008).

            Alinhada à premissa do Grupo América Móvil em ser uma organização que impacte positiva e permanentemente as comunidades que atende e das quais faz parte, o Instituto Embratel Claro atua em atividades que favorecem o desenvolvimento social, cultural e educacional. Além disso, apoia o desenvolvimento integral das comunidades, estabelece parcerias com institutos e fundações que se dedicam ao desenvolvimento sustentável das regiões brasileiras e proporciona acesso à internet a cada vez mais pessoas.

            O Instituto Embratel Claro é qualificado como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça. Também é reconhecido pelo Departamento de Informação Pública das Nações Unidas (DPI/ONU) como uma organização não governamental corporativa que promove os ideais e princípios sustentados pela Carta das Nações Unidas.

Sobre a Maria Cultura

            Uma agência cultural que desenvolve projetos e desenha patrocínio para iniciativas com linguagem contemporânea em diversas áreas culturais e criativas como arte, design, moda, música, cinema, realizando ações especiais, exposições, conferências e festivais como Pixel Show Porto Alegre/ (2010 e 2011), Cut&Paste Porto Alegre (2011), além da mostra Italian Genius Now Brasil (Sntander Cultural, 2012), Rio Moda Contemporânea (Unisinos, 2013) e Cidade Transmídia.  Entre os clientes que atende estão Melitta Wake, Shopping Total, Shopping Praia de Belas, Abicalçados.

Cidade Transmídia em Porto Alegre

Inscrições pelo site www.cidadetransmidia.com.br

Oficina 26/08 a 29/08, das 9h às 17h

Encontro Aberto ao público dia 29/08, às 18h
Local: Casa de Cultura Mário Quintana
Sala C2 – 2º andar, Rua dos Andradas, 736

PARCERIA: Casa de Cultura Mário Quintana / Melitta Wake

Assessoria de Imprensa

Bruna Paulin e Mariele Salgado

Hector Babenco dirige Bárbara Paz e André Bankoff em primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Porto Alegre ocorrem no Theatro São Pedro nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro

 

Inicia por Porto Alegre a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro, no Theatro São Pedro.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Curitiba (21, 22 e 23 – teatro Paulo Autran), Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15 e 16 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00, com descontos de 50% para os 200 primeiros sócios do Clube do Assinante (após, 20%). As vendas iniciam no dia 31 de janeiro, na bilheteria do teatro.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Porto Alegre

14 e 15 de fevereiro | 21h

16 de fevereiro | 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos: R$ 20,00

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Início das vendas em 31 de janeiro

2013 – um ano de sucesso para Guatambu Estância do Vinho

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Além de diversos prêmios, o ano foi marcado pela inauguração da vinícola enoturística

A Guatambu Estância do Vinho iniciou 2013 com sua maior colheita de uva, reunindo mais de 100 toneladas da fruta, entre tintas e brancas de oito variedades víniferas, o dobro do que o ano anterior, devido ao fato deste ano estarem entrando em produção 11 ha a mais de vinhedos.

Em março, o espumante Poesia do Pampa Brut foi avaliado em primeiro lugar na categoria Brut Charmat no Ranking Vinho SIM de Espumantes Nacionais 2012-2013, promovido pelo site Vinho Sim. De um total de 28 amostras de 17 vinícolas da região Sul, o espumante recebeu pontuação final 17,25 de um máximo de 20. Foi o único, entre brancos e rosés, a receber nota acima dos 16 pontos. O concurso contou com nove jurados especialistas na área, através de degustação às cegas.

Em junho, a Guatambu inaugurou sua sede enoturística, focada no turismo rural. O evento, para imprensa, autoridades e convidados, contou com a presença do ator Thiago Lacerda, que participou dos lançamentos de dois novos rótulos: o espumante Rosé Brut e o vinho Rastros do Pampa Tannat.

O espaço conta com sala de degustação, auditório, salão de eventos para 200 pessoas com parrilla e loja, além da área de produção. A estrutura total é de 3.000 m², sendo o prédio feito em dois níveis, empregando a técnica da gravidade na produção de vinhos, considerada a melhor para produção de vinhos finos de qualidade. É no espaço subterrâneo que são elaborados todos os rótulos da vinícola, visando preservar sua qualidade com maior controle de temperatura.

A loja estilo “boutique” funciona em horário comercial e oferece, além dos vinhos e espumantes produzidos pela Guatambu, produtos produzidos na região da Campanha. As visitas guiadas e degustações acontecem através de agendamento.

As obras para construção do prédio da vinícola iniciaram em fevereiro de 2011, com projeto assinado por Celestino Rossi.  A área turística apresenta referências das estâncias da região do pampa, com decoração rústica, parrilla e móveis feitos com madeira rústicas de antigas cercas e instalações dos campos da família, com decoração assinada pelas arquitetas Deise Pires e Renata Lazzaretti. O salão Rastros do Pampa permite contato visual constante com a natureza local e foi pensado para eventos que reúnem originalidade, requinte e aconchego a uma ocasião.

O tour oferecido apresenta todas as seções de elaboração dos vinhos, desde a produção das uvas, recebimento e desengace das frutas, apresentação da área de controle de qualidade (laboratório), visita às caves e ao engarrafamento. “Se o visitante tiver mais tempo, poderá fazer cavalgada nos vinhedos e conhecer mais sobre a criação de ovinos e bovinos da Estância”, revela Gabriela Pötter.

Em julho, a vinícola recebeu medalhas de ouro e prata no 10º Concurso Mundial de Bruxelas Brasil, com os vinhos Rastros do Pampa Tannat e Cabernet Sauvignon 2012. O evento é chancelado pelo Councours Mondial Bruxelles, considerado a maior premiação da categoria no mundo, chamado de “Copa do Mundo” da degustação de vinhos, julgados por especialistas de diversos países.

Em agosto, a Guatambu participou dos eventos que marcaram o lançamento do filme “O Tempo e o Vento”, de Jayme Monjardim, integrando a carta de bebidas dos coquetéis de lançamento na Expointer, no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Bagé, reforçando a parceria com a produção do longa metragem, que ofereceu os espumantes da  vinícola na Missa Campal que abriu as gravações, em março de 2012.

Em setembro, dois vinhos da Guatambu foram classificados entre os 30% mais representativos da safra 2013 na Avaliação Nacional dos Vinhos, realizada em Bento Gonçalves. Considerada o Oscar da vitivinicultura brasileira, a avaliação selecionou o vinho Tannat Rastros do Pampa e o base espumante Chardonnay.

A amostra de base espumante da Guatambu foi a única da região da Campanha classificada entre os 30% superiores da safra. Conforme a enóloga Gabriela Hermann Pötter, este vinho foi elaborado para mais tarde ser lançado como espumantes Guatambu Nature e Guatambu Extra Brut, produtos de alta gama da vinícola.

Em outubro, os rótulos da vinícola começaram a ser comercializados pelas 12 adegas de vinhos de alta gama do grupo Angeloni, nas cidades de Criciúma, Florianópolis, Balneário Camboriú, Blumenau, Curitiba, Joinville e Maringá. A rede de supermercados é reconhecida como a maior de Santa Catarina, a terceira da Região Sul e a nona do país. Contando com 27 lojas, a empresa foi eleita dez vezes como “Supermercado do Ano” pela Associação Catarinense de Supermercados, e figura entre as 500 maiores empresas brasileiras, conforme ranking elaborado anualmente pela Revista Exame.

No final do mês, a Guatambu recebeu o Prêmio Vencedores do Agronegócio – edição 2013, promovido pela Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul – FEDERASUL. O case Vinícola Enoturística Guatambu Estância do Vinho foi o vencedor na Categoria Produção Agropecuária.

Foram selecionadas pela Comissão Julgadora iniciativas inovadoras de reconhecido mérito pelo trabalho, pela excelência, resultados, modelo de gestão e qualidade, envolvendo os negócios do complexo da produção rural, do Agrovarejo, Agroindústria e Agroserviços. A Guatambu conquistou o prêmio por ter diversificado a matriz produtiva com a inauguração da vinícola enoturística, agregando vinho, turismo e gastronomia nas tradicionais atividades já existentes na propriedade, de agricultura e pecuária.

Após a inauguração da vinícola, o faturamento aumentou em 120% em relação ao mesmo período de 2012. Mensalmente, a vinícola tem recebido em média 750 pessoas, totalizando 3.000 visitantes em quatro meses de funcionamento.

Perspectivas para 2014

Para o próximo ano, a Guatambu projeta aumentar a produção em 50%, passando de 100 para 150 toneladas de uva processadas, e o faturamento seguir em curva ascendente. Serão lançados em 2013 novos rótulos, como vinho Luar do Pampa Chardonnay 2013, e o vinho da Estância Branco 2013, um corte das uvas Gewürtraminer, Chardonnay e Sauvignon Blanc, engarrafado com moderna tampa rosca, “screw cap”.

Além disso, na próxima safra, o investidor francês Gaspar Desurmont fechou parceria com a empresa e irá elaborar um vinho na vinícola com uvas da Campanha Gaúcha, para exportar para a França. O projeto se chama “Vinhetica”.

Saiba Mais

Origem

A origem do empreendimento vitivinícola foi há dez anos, quando foram implantados os primeiros vinhedos, visando diversificar as atividades da Estância Guatambu, do médico veterinário Valter José Pötter. Na época, sua filha Gabriela, formada em Agronomia, motivou a família a fazer um projeto piloto com uvas Cabernet Sauvignon e Chardonnay para aproveitar o excelente clima da região da Campanha (com verões mais secos, com alta insolação, topografia levemente ondulada, inverno adequado para dormência da videira e alta amplitude térmica), extremamente favorável à atividade. Estas características favorecem a produção de uvas com maturação fenólica, taninos maduros, complexidade aromática e gosto aveludado. Com o apoio dos pesquisadores da Embrapa Uva e Vinho, foi elaborado o primeiro vinho Cabernet Sauvignon da Guatambu em escala industrial em 2008, chamado Rastros do Pampa. A estreia no mercado foi um sucesso de comercialização e arrebatou prêmios internacionais, fato que impulsionou os proprietários a investirem solidamente no ramo.

Produção atual

Atualmente são 22 hectares de área plantada, com uma produção de 100 mil garrafas por ano, e previsão de aumento para 180 mil unidades a partir de 2014. Os vinhedos estão localizados na latitude 30º58’ sul – a mesma de países como Argentina, Chile, África do Sul e Austrália, referências na produção de vinhos. A vinícola investiu na produção das uvas Cabernet

Sauvignon, Tannat, Tempranillo, Merlot, Pinot Noir, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Gewürztraminer. A produção de vinhos é assinada pela Eng. Agrônoma e enóloga Gabriela Hermann Pötter, juntamente com os enólogos uruguaios Alejandro Cardozo e Javier Gonzalez Michelena. “Nossos vinhos e espumantes são elegantes, frutados e macios”, comenta Gabriela.

Produção sustentável

Até 2014, toda a energia utilizada para funcionamento da vinícola será fornecida pela propriedade, através de uma estação de coleta de energia solar. “Como a região é extremamente favorecida de sol, resolvermos investir na captação desta energia”, conta Pötter.  A fase 1 do projeto já está em funcionamento, com 18 painéis de sistema fotovoltaico, fornecendo 7% da energia necessária para a vinícola. A fase 2 contará com 300 painéis solares, que serão instalados ao lado da vinícola. Este projeto está em fase de importação dos equipamentos. Quando terminado, o projeto constituirá a primeira usina solar da região da Campanha e a única em vinícola no Brasil.

Além de economia de energia elétrica, o sistema registra a economia na emissão de CO2 e devolverá à rede de energia a produção sobressalente que não for utilizada.  “Nosso consumo no pico é de 20 mil quilowatts por mês. Com a instalação do sistema fotovoltaico, vamos garantir uma economia financeira e de energia”, conta. Foram investidos R$ 680 mil para a implementação do projeto. “Nossa trajetória empresarial sempre foi norteada pela inovação e sustentabilidade econômica, social e ambiental dos empreendimentos. No caso da vinícola não poderia ser diferente”, afirma.

A sustentabilidade também é encontrada no fornecimento de água do local. Reservatórios foram construídos para captar água da chuva, que é utilizada para PPCI e irrigação dos jardins. Outra parte segue para estação de tratamento, construída dentro dos padrões da Organização Mundial da Saúde, produzindo 500 litros de água potável por hora, que é utilizada para no complexo industrial e enoturístico.

Outro destaque é o jardim nativo formado com plantas oriundas do pampa gaúcho, implementado pela equipe da Face Nativa, coordenados pelo gestor ambiental Eduardo Fernández Iglesias e pelo biólogo Fernando Capsi Pires. “Este é o primeiro empreendimento no Brasil que possui um jardim de plantas nativas do pampa gaúcho”, revela Eduardo. O projeto contou com mais de 25 espécies de plantas da região, sendo o primeiro jardim concebido naturalmente no Rio Grande do Sul, incluindo o gramado de campo nativo e o pomar com seis tipos diferentes de frutas. A pesquisa, planejamento e execução do projeto durou um ano. As pedras utilizadas também são do local, encontradas durante a construção das fundações do prédio.

No que tange a produção de uvas, a Guatambu também utiliza uma técnica sustentável e ecológica no controle de doenças fúngicas, com a utilização da máquina Lazo TPC (Thermal Pest Control), que produz um jato de ar quente nos cachos de uva.

Eclética Centro de Música promove recital em homenagem aos 100 anos de nascimento de Vinicius de Moraes

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“100 X Vinicius” acontece no dia 09 de novembro, na sala Bruno Kiefer na Casa de Cultura Mario Quintana

O espetáculo de fim de ano da escola de música Eclética fará uma homenagem ao centenário de Vinícius de Moraes. O evento, intitulado “100 X Vinicius” acontece no dia 09 de novembro, às 20h, na sala Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana.

“No início, optávamos por tema livre, mas a experiência com o recital temático dos Bealtes no ano passado nos mostrou que esse caminho é muito enriquecedor para os alunos, que acabam entrando em contato mais a fundo com a obra dos artistas em destaque”, afirma Lucas Volpatto, professor e diretor da Eclética.

O recital, que conta com o envolvimento direto de professores e alunos, trata-se de uma mostra do que é desenvolvido ao longo do ano em sala de aula e busca proporcionar a experiência de palco aos jovens artistas, com direito a bastidores, som e iluminação.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente na sede da escola (Rua Giordano Bruno, 360) a R$ 15,00 ou a R$ 20,00 no dia do espetáculo, na bilheteria do teatro, uma hora antes da sessão.

 

100 X Vinicius

Recital de Fim de Ano/Eclética – Centro de Música

09 de novembro – 20h

Teatro Bruno Kiefer – CCMQ (Rua dos Andradas, 736)

Ingressos:

R$ 15,00 (antecipados)

R$ 20,00 (no dia)

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