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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Sarau da Clara Corleone comemora três anos e recebe Fernanda Bastos e Vitor Necchi no dia 12 de março, quinta-feira

Clara Corleone_foto Mari Korman

Edição intitulada “Preferidos” recebe os jornalistas Fernanda Bastos e Vitor Necchi

 

Completando 28 edições na próxima quinta-feira, 12 de março, o Sarau da Clara Corleone celebra seus três anos de existência no Von Teese. O evento literário traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de março será “preferidos”, onde os jornalistas Fernanda Bastos e Vitor Necchi dividirão o sofá do Von Teese com a anfitriã e lerão suas passagens prediletas.

O evento da escritora e atriz já recebeu as escritoras Martha Medeiros, Claudia Tajes e Luisa Geisler, as políticas Manuela D’Ávila e Fernanda Melchionna, os diretores de cinema Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Roger Lerina e Paulo Germano, as atrizes Mirna Spritzer, Maria Galant e Catharina Conte, entre outros. O “Sarau da Clara Corleone – Preferidos” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (em dinheiro) ou R$ 15,00 (em cartão). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

Fernanda Bastos é jornalista, editora e poeta. Autora de “Dessa Cor” (Figura de Linguagem, 2018), também é colunista do portal Literatura RS e atua como repórter na TVE RS. É editora geral da Figura de Linguagem, casa editorial sediada em Porto Alegre da qual é uma das fundadoras juntamente com o escritor e crítico literário Luiz Mauricio Azevedo.  É mestranda em Comunicação no PPPGCOM/UFRGS, onde integra o Núcleo de Comunicação Pública e Política (Nucop) e o Observatório de Comunicação Pública (Obcomp).

Clara Corleone é atriz e escritora. Divide o seu tempo como produtora no estúdio Otto Desenhos Animados, coordenadora da ONG Minha Porto Alegre e hostess do Bar Ocidente às sextas. Comanda o sarau no Von Teese desde 2017 e lançou seu primeiro livro, “o homem infelizmente tem que acabar” em 2019 na Editora Zouk, pelo selo Casa da Mãe Joanna. O livro está prestes a ganhar sua segunda reimpressão.

Vitor Necchi é escritor, professor, jornalista (UFRGS), mestre em Comunicação Social (PUCRS) e doutorando em Letras (UFRGS). Publicou o livro “Não existe mais dia seguinte” (Taverna, 2018), vencedor dos prêmios Ages – Livro do Ano, da Associação Gaúcha de Escritores, e Minuano de Literatura, do Instituto Estadual do Livro. Participou das coletâneas “Quatro contos de Porto Alegre e um bônus” (Diadorim, 2019), “Qualquer ontem” (Bestiário, 2019) e “Fake fiction: contos sobre um Brasil onde tudo pode ser verdade” (Dublinense, no prelo).

 

Aniversário de 3 anos do Sarau da Clara Corleone

“Preferidos” com Fernanda Bastos e Vitor Necchi

12 de março, quinta-feira, às 20h30

Couvert a R$ 10,00 em dinheiro// R$ 15,00 em cartão

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

“Arte Fora do Sete” tem única apresentação em Porto Alegre, no domingo, 22 de março

Arte Fora do Sete_Credito Annie Fernandes (10)

Espetáculo produzido pela Associação Amigos do Theatro Sete de Abril, de Pelotas, tem sessão com entrada franca no Teatro do Sesc

 

 

Porto Alegre, 03 de março de 2020 – A Associação Amigos do Theatro Sete de Abril – AmaSete chega a Porto Alegre para única apresentação do espetáculo Arte Fora do Sete no domingo, 22 de março, às 19h, no Teatro do Sesc.

Através dos sons e vozes que construíram o aparelho cultural que é o Theatro Sete de Abril de Pelotas, RS, a montagem dirigida por Diego Carvalho pretende levar o público ao desconforto como forma de apresentar o teatro como símbolo ausente. Passando por cenas que são fragmentos de uma história que ora valoriza a cultura, ora pouco se importa com ela, a peça foi idealizada como provocação aos atores e espectadores em sua relação com a cultura e com as artes, e também para com os equipamentos culturais. Presos em um ciclo de espera por um teatro que se abrirá, assim como em Esperando Godot, aguardamos por este contato com a arte que parece nunca vir. Uma peça teatral que pretende ser, como provocação, uma representação da arte “de um palco ausente” e que promova outra forma de viver e querer a arte e compreender a importância dela e da falta de espaços culturais, como o Theatro Sete de Abril, Patrimônio Histórico Nacional, coração artístico de Pelotas.

Fundada em 16 de agosto de 2012, após um período de intensas reflexões, a AmaSete se constitui em uma associação civil de promoção cultural, artística e educacional que tem por finalidade básica apoiar as atividades afins do Theatro Sete de Abril, que há dez anos está com suas portas fechadas.

Selecionado pelo edital SEDACTEL nº 26/2017 Edital de Concurso “Pró-Cultura RS FAC #JUNTOSPELACULTURA_2”, Arte Fora do Sete estreou em dezembro de 2019 em Pelotas e também passou por Jaguarão. A montagem foi desenvolvida com atores que integraram uma série de oficinas ministradas pela associação ao longo do ano, resultando no espetáculo. A dramaturgia tem assinatura de Thalles Echeverry, Direção de Dança de Daniela de Souza, Direção Musical de Sergio Sisto, Direção de Circo de Catarina Polino, Trilha Sonora assinada por Leandro Maia, cenário e figurinos de Aline Cotrim e iluminação de Diego Carvalho. A apresentação tem entrada franca com distribuição de senhas uma hora antes do espetáculo.

 

 

Crítica – Arte fora do Sete

 

Stendhal escreveu que a literatura – e pode-se estender a frase para todas as artes – é um espelho que vai passando em uma longa estrada. Ou seja, que a arte reflete o mundo em que vamos caminhando, que espelha um tempo, uma etapa da vida, uma época, uma sociedade.

Assim é a surpreendente e instigante peça teatral Arte fora do Sete. Um espelho que reflete uma situação específica – o abandono de um espaço fundamental da cultura do sul do Brasil – e, ao mesmo tempo, a imagem que reflete o descaso que a cultura em geral vem sofrendo em nosso país.

Gerações de artistas passaram por esse palco sagrado. E, como a demanda precisa da procura e vice-versa, gerações de assistentes passaram por ali também, e desses que assistiam (quando ali havia arte cotidianamente), como conseqüência lógica do que apreciavam, iam surgindo novos artistas. Eram noites e mais noites com artistas locais e da região. Havia também os consagrados, os que de longe vinham, os que serviam de parâmetros importantes para os que começavam. Porém, no mais das vezes, ali estavam os locais e regionais, os que buscavam seus espaços, por mínimos que fossem. Danças, músicas, orquestras, trupes de atores, corais, todos eles tinham no Sete de Abril um palco onde mostrar seus dons, suas maneiras de ver – e viver – o mundo.

Nada mais oportuno e importante, portanto, que essa peça escrita por dois talentosos dramaturgos, Thalles Etcheverry e Diego Carvalho – dirigida por este último.

No roteiro, eles perpassam pela questão histórica da tentativa de supressão da voz de descendentes de índios e negros e, principalmente, pela tentativa de cercear os cenários da cultura de origem popular.

Casa grande e senzala, cidade e aldeia, charqueada e quilombo, poderiam ser dicotomias expressadas pelos atores. E são. Estão nas entrelinhas dos muito bem travados diálogos. Ali está, pulsante e denunciadora, a antiga ideia dos senhores de escravos e encomiendas de calar a voz que vem do cantochão das senzalas. A sonoridade acompanhada por agogôs e atabaques, por sopapos, bongôs e treme-terras. Ali está, nas palavras e mensagens, a tão europeia e, para muitos, civilizada ideia de silenciar as milenares letanias indígenas, acompanhadas por seus erkes e sikuris, suas zampognas e maracas.

Mas quem saberá, na realidade, qual o ser mais avançado? O que transforma e destrói a natureza, ou o que se mistura a ela e a respeita como divindade? Visões de mundo. Caminhos possíveis, destruídos pela derrota da utopia, desde quando o primeiro branco aportou na América. Desde quando o primeiro negro foi escravizado.

Há um momento na peça em que os artistas saem do palco e se mesclam à platéia, e há outro em que saem para alcançar as ruas. Dois momentos marcantes e inesquecíveis. Atores e atrizes, em belíssimas atuações, exalando energia e esperança. E juventude. Juventude acima de tudo de alma, que é a que mais importa, posto que é a que faz a vida valer a pena ser vivida. Atrizes e atores gritando e cantando – se expressando – por todos os outros que não tiveram voz em cima do palco, nesses anos todos de ausência, silêncio e abandono, de um local que é a próprio coração da arte sul brasileira.

Saúdo, por fim, a todos os artistas – corajosos artistas – que participam da peça Arte fora do Sete. E que ela seja a semente que traga a arte outra vez para dentro desse teatro, em uma viagem de regresso ao lugar onde ela sempre deveria ter estado.

E, quem sabe, possa essa criação artística ser também o lampejo inicial, a chama propulsora – pequena, mas eterna – de uma nova etapa em que a arte volte a conquistar seu espaço devido: o da transmissão de conhecimentos, o da sabedoria popular, o da inteligência mais profunda de uma nação. Martim César

 

FICHA TÉCNICA

– Direção Geral: Diego Carvalho

– Assistência de Direção e Dramaturgia: Thalles Echeverry

– Direção de Dança: Daniela de Souza

– Direção de Música: Sergio Sisto

– Direção de Circo: Catarina Polino

– Criação de Trilha Musical: Leandro Maia

– Cenário e Figurinos: Aline Cotrim

– Iluminação: Diego Carvalho

– Elenco: Alex Gomes Ferreira, Alice Buchweitz, BiancaOliveira da Silva, Brenda Seneme, Daiana Gonçalves Molina, Evelin Cristine, Suchard Aires, Gustavo Teixeira Duarte, Iago de Mattos Lima, Irruan Pereira Nunes, Isabela Petry, João Vitor Soares, Julia Moreira de Ávila, Kelvin Moraes, Larielly Donini Gonçalves, Manuela Tatiana Garcia, Maria Beatriz Borges Conceição, Murilo Sponton Peres, Naiane Ribeiro Rosa, Patrícia Cristina Perote do Nascimento, Thalles Echeverry e Victor Santiago da Cunha.

– Suplentes: Bárbara Scola Lopes da Cunha, Jefferson Perleberg Rubira e Josué Kuhn Völz.

 

Sobre a AMASETE

Fundada em 16 de agosto de 2012, após um período de intensas reflexões, a Associação Amigos do Theatro Sete de Abril – AmaSete, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e sem qualquer vínculo com poder público ou partido político, se constitui em uma associação civil de promoção cultural, artística e educacional que tem por finalidade básica apoiar as atividades afins do Theatro Sete de Abril.

Reúne no seu interior artistas e ativistas culturais, além de gestores de patrimônio cultural, que têm lutado arduamente pelo desenvolvimento da cultura na cidade de Pelotas/RS e que, como sociedade civil organizada, quer continuar presente na vida e história do Sete de Abril.

O ponto de partida é o próprio Theatro Sete de Abril, que desde 15 março de 2010 está com suas portas fechadas. Inaugurado em 2 de dezembro de 1833 – completa 180 anos em 2013 – e elevado à patrimônio cultural do Brasil em 1972, o Sete, como carinhosamente é chamado pela comunidade, é símbolo cultural no espaço onde está inserido.

Desde sua instalação e apresentação pública, em 19 de dezembro de 2012, a AmaSete estabeleceu parcerias culturais e institucionais com diversos artistas, companhias e instituições, como a Bibliotheca Pública Pelotense, Caixa Econômica Federal, Centro Contemporâneo Berê Fuhro Souto, Moviola Filmes, RBS TV – Seção Pelotas/RS e Secretaria Municipal de Cultural de Pelotas. Realizou e promoveu conjuntamente diversas atividades artísticas e culturais. Fazem parte de sua ação cultural os eventos “Saudade dos aplausos no Sete de Abril”, apoio ao projeto Sete ao Entardecer, Dança Fora de Si, Aplausos Fora do Sete e Dia do Patrimônio Pelotas/RS, com atividade de Educação Patrimonial, Cortejo Cultural 2014 e 2015 e em 2015 a realização da 1ª Mostra de Dança- AmaSete, Audiências Publicas em defesa das obras de restauro Theatro, entre outras não menos importantes atividades culturais.

 

Arte Fora do sete

Domingo, 22 de março, 19h

Teatro do SESC – Av. Alberto Bins, 665

ENTRADA FRANCA – RETIRADA DE SENHAS uma hora antes do espetáculo

Ju Palma e F&G Travel promovem roteiro em Pinto Bandeira e Vale dos Vinhedos nos dias 07 e 08 de março

Ju Palma_credito Yuri Nunes

 

Viajando com Ju Palma é um roteiro exclusivo e all inclusive assinado pela jornalista e sommelière

 

Após o sucesso do projeto Gurias na Vindima, a jornalista e sommelière Ju Palma assina um tour super especial para o final de semana do Dia da Mulher. O roteiro exclusivo e all inclusive Viajando com Ju Palma, em parceria com a F&G Travel, levará um seleto grupo nos dias 07 e 08 de março para Pinto Bandeira e o Vale dos Vinhedos, incluindo visitas às vinícolas Cave Geisse e Don Giovanni, onde os viajantes ficarão hospedados.

A jornalista especializada em marketing e enogastronomia e sommelière profissional pela ABS-RS montou o roteiro e comanda os passeios, enriquecendo as visitas aos locais e degustações com sua experiência de oito anos na área, e promete diversas atividades alinhando gastronomia e turismo para 2020, com viagens em parceria com a F&G e também cursos. Informações (51) 98357-4013 | contato@fgtravel.com.br | Rua Padre Chagas 327/ loja 5

 

 

Viajando com Ju Palma

Dias 07 e 08 de março, sábado e domingo

Roteiro exclusivo e all inclusive – Pinto Bandeira e Vale dos Vinhedos

SÁBADO

– Visita e degustação na Cave Geisse

– Almoço harmonizado no Champenoise Bistro

– Visita, degustação, jantar harmonizado e hospedagem na Don Giovanni

DOMINGO

– Almoço com vinhos no Mamma Gema no Vale dos Vinhedos

 

Informações – F&G Travel

(51) 98357-4013 | contato@fgtravel.com.br| Rua Padre Chagas 327/ loja 5

 

Juliana Palma é jornalista especializada em marketing e enogastronomia e sommelière profissional pela ABS-RS, Juliana Palma trabalha há seis anos nesse mercado. No fim de 2017, aproveitou a credibilidade alcançada como editora do Destemperados (Grupo RBS) para lançar a própria plataforma, que também se estende para temas como viagens e lifestyle. Com linguagem simples e explicativa, tem como objetivo compartilhar com seus leitores as dicas garantidas com suas experiências. http://jupalma.com.br

 

F&G Travel : Há mais de 10 anos planejando roteiros para viagens em grupo com a família e amigos, a F&G Travel surgiu com a proposta de prestar um atendimento consultivo, com foco voltado para elaboração de roteiros personalizados de acordo com o perfil e preferências de cada viajante, objetivando proporcionar a seus clientes experiências de viagem inesquecíveis.

Temos à disposição para oferecer toda a gama de produtos e serviços relativos a viagens como: passagens, hospedagem, locação de veículos, ingressos para para parques e espetáculos, seguro viagem, câmbio e consultoria e elaboração de roteiros de viagem

Curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições tem segunda edição nos dias 11 e 12 de fevereiro

cartaz curso

 

Ministrado por Jaqueline Beltrame, atividade ocorre no Hub Criativa Birô na Casa de Cultura Mario Quintana

A segunda edição do curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições, ministrado por Jaqueline Beltrame, ocorre nos dias 11 e 12 de fevereiro, das 09h às 12h30, no Hub Criativa Birô, na Casa de Cultura Mario Quintana. O workshop é voltado para profissionais da área, estudantes e interessados em entender todas as etapas de organização de exposições de grande porte, como Bienais e mostras em grandes instituições, assim como eventos em espaços independentes.

O curso aborda as diversas etapas de realização de exposições, visando capacitar profissionais da área. Dentre os tópicos abordados, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento, negociação de empréstimo de obras, seguro, transporte especializado, produção local de obras para exposição, equipe e fornecedores, especificidades de montagem de vídeo instalações, entre outras atividades que envolvem a produção profissional em Artes Visuais.

Jaqueline Beltrame tem duas décadas de experiência em produção cultural, e foi Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo e de diversas edições da Bienal do Mercosul; produziu exposições em locais como Santander Cultural e Instituto Ling. É uma das fundadoras, produtora e curadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, além de produtora executiva de cinema e projetos culturais em diversas áreas. Em 2020, está com o longa-metragem Irmã, do qual é produtora, com estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Berlim.

O curso tem Apoio do RS Criativo; Apoio Divulgação do MAC – Museu de Arte Contemporânea do RS, AAMACRS – Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do RS, e Bruna Paulin – assessoria de flor em flor.

As inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla https://www.sympla.com.br/curso-producao-executiva-em-artes-visuais—planejamento-e-execucao-de-exposicoes—2-edicao__767317 ou através do email jaquebeltrame@gmail.com. Será fornecido certificado após o final do curso, para alunas e alunos presentes nos dois dias.

Serviço:

Curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições

Data e horário: 11 e 12 de fevereiro, das 9h às 12h30.

Local: Hub Criativa Birô (Sala Sergio Napp 2), na Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico / Porto Alegre

Inscrições e valores:

No Sympla

R$150,00 (+ R$15,00 taxas), em até 12 x R$ 17,06

Link: https://www.sympla.com.br/curso-producao-executiva-em-artes-visuais—planejamento-e-execucao-de-exposicoes—2-edicao__767317

Ou através do email jaquebeltrame@gmail.com

 

Ementa:
-Relação entre curadoria e produção
-Montando o orçamento de uma exposição
-Empréstimos de obras e obras com produção local
-Transporte e seguro de obras de arte
-Relacionamento com museus, galerias, instituições e coleções
-Loan form e outros documentos
-Cronograma geral
-Museografia / expografia
-Planilhas de controle
-Montando a exposição: equipe, fornecedores e cronograma de montagem
-Video instalações, fotografias, esculturas – especificidades
-Atividades paralelas à exposição

Tóin – dança para bebês integra programação do Porto Verão Alegre 2020 nos dias 08 e 09 de fevereiro

TOIN: DANÇA PARA BEBÊS

 Apresentações ocorrem na Casa de Espetáculos às 20h

 

No sábado e domingo 08 e 09 de fevereiro, às 20h, a Muovere Cia de Dança, através do seu projeto Tóin Dancinfância, promove sessões do espetáculo Tóin – Dança para Bebês na Casa de Espetáculos, integrando a programação do Porto Verão Alegre.

A partir do desejo de oferecer atividades artísticas para bebês entre 0 e 3 anos e seus cuidadores, em 2011 a Muovere Cia de Dança criou um espetáculo coreográfico dedicado a este público, inaugurando um encontro entre bailarinos e pequenos artistas composto por duas atividades: o espetáculo e uma oficininha promovida ao final da apresentação.

Inspirado na literatura infantil, primou por livros imagens e conteúdos poéticos de autores como Gláucia de Souza, Mário Quintana e Eva Furnari, tradutores do simbólico e mágico universo da primeira infância. Também em vídeos da internet, como Bebê Jeans, Menina Flor, Sapo Xulé, Dança do Palito e Topo Giggio, entre outros. Os relatos, dossiês e fotos de infância dos bailarinos e diretores contemplaram a delicada pesquisa. Com direção geral e coreográfica de Jussara Miranda e artística de Diego Mac, já realizou mais de 150 apresentações em todo Brasil, entre Festivais, Mostras, Feiras e escolas.

Quatro personagens fazem do Tóin uma super brincadeira: Menina flor, Menino Mola, Menino Papel e Homem Ventania, interpretados pelos bailarinos Aline Karpisnki, Arthur Bonfanti, Bruno Fernandes e Denis Gosch. Conta ainda com a originalidade da trilha sonora de Marcelo Delacroix e Beto Chedid, com músicas dedicadas ao despertar do imaginário infantil. Os ingressos para as apresentações estão à venda no site e pontos de venda do festival com valores a partir de R$ 24,00 e também estarão na bilheteria do local, uma hora antes do espetáculo (mediante disponibilidade).

 

TÓIN – dança para bebês

Dias 08 e 09 de fevereiro (sábado e domingo), às 20 horas.

Casa de espetáculos (Rua Visconde do Rio Branco, 691. Bairro: Floresta)

Link para venda antecipada: https://portoveraoalegre.com.br/toin-danca-para-bebes-2020-1

Pontos de venda físicos: Loja Claro, no Shopping Bourbon Country e no Shopping Praia de Belas; Quiosque Porto Verão Alegre no Shopping Total; Casarão Verde, na Mezanino Produções, no DC Shopping e no Theatro São Pedro, na Chapelaria.

 

Ingressos antecipados com valor promocional R$ 38,40

Cliente Banricompras antecipado R$ 28,80

Meia-entrada R$ 24,00

Descontos para jovens pertencentes a famílias de baixa renda, pessoas com deficiência e acompanhante, jovem com até 15 anos, doadores regulares de sangue, estudante, aposentados e pensionistas do INSS, classe artística e Idosos – mediante apresentação de documento comprobatório.

Longa-metragem “Irmã” é selecionado para o 70º  Festival Internacional de Cinema de Berlim  

Poster_Irma_WEB

Filme escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinícius Lopes integra a mostra Generation 14plus ao lado de mais outras duas produções brasileiras

 

Primeiro longa-metragem escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinicius Lopes, Irmã, é uma das quatro produções brasileiras selecionadas para a mostra Generation 14plus Competition 2020 que integra a 70ª edição do Festival de Cinema Internacional de Berlim, que ocorre de 20 de fevereiro a primeiro de março na capital alemã.

Com produção da Pátio Vazio e Jaqueline Beltrame, o filme aborda o tema do feminismo em um road movie experimental e adolescente, com imagens pulsantes. Rodado em 2017 em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Maquiné, Gravataí e Mata, RS, a temática feminista guiou também a escolha das cabeças de equipe do longa, e conta com a produção executiva de Jaqueline Beltrame, Direção de Fotografia de Carine Wallauer e Direção de Arte de Gabriela Burck.

Quando a doença de sua mãe se agrava, Ana (Maria Galant) e Julia (Anaís Grala Wegner) viajam ao interior do Rio Grande do Sul em busca de seu pai. No caminho: fantasmas, superpoderes e dinossauros. O elenco também conta com Felipe Kannenberg, Marina Mendo, Nicholas Perlin e Otávio Diello.

A cidade de Mata, interior do estado, tem apenas cinco mil habitantes e é conhecida por seus fósseis de madeira petrificada. Mata recebeu boa parte das gravações do filme, realizado de forma totalmente independente, com um orçamento pequeno da empresa produtora e dos diretores. Irmã contou com diversos apoios e parcerias, incluindo a equipe, e apesar da restrição orçamentária, o filme não se privou de gravar em diversas locações como cachoeiras, estradas, ponte, nas quatro cidades.

A Generation 14plus é uma das mostras competitivas do Festival de Berlim que exibe cinema internacional de ponta, com um programa abrangente de filmes contemporâneos que explora a vida e o mundo de crianças e adolescentes, desfrutando de uma posição única como instigadora do cinema de jovens que quebram convenções. Para mais informações, acesse: facebook.com/irmafilme 

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Luciana Mazeto e Vinícius Lopes

Produção: Jaqueline Beltrame, Leandro Engelke, Luciana Mazeto e Vinícius Lopes

Elenco: Maria Galant, Anaís Grala Wegner, Felipe Kannenberg, Marina Mendo, Nicholas Perlin e Otávio Diello

Produção Executiva: Jaqueline Beltrame

Direção de Fotografia: Carine Wallauer

Direção de Arte: Gabriela Burck

Direção de Produção: Leandro Engelke

Montagem: Luciana Mazeto

Desenho de Som: Kevin Agnes

Assistente de Direção: Eduardo Piotroski

Produção de Elenco: João Pedro Madureira e Leandro Engelke

Preparação de Elenco: João Pedro Madureira e Eder Ramos

Direção de Figuração: Eder Ramos

Gaffer: Caio Rodrigues

Elétrica: Eduardo “JR” Ferreira

1o Assistente de Arte e Contrarregra: Eder Ramos

2o Assistente de arte: Clarissa Virmond

Assistente de Produção: Ana Raquel Pinzon

Cor e VFX: Rafael Duarte

Artista Digital: Taísa Ennes

Ilustração: Martina Nickel

Design Gráfico: Leo Lage

Making of: Ana Raquel Pinzon

Still: Eder Ramos e Ana Raquel Pinzon

Assessoria Jurídica: Patrícia Goulart

Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin

 

Apoio:

Locall

Prefeitura Municipal de Mata

A produtora Pátio Vazio foi fundada em 2013 em Porto Alegre. Desde então, produziu mais de dez curtas, incluindo ficção e documentários, que foram exibidos em vários festivais de cinema. No início de 2017, a produtora gravou seu primeiro longa-metragem, intitulado Irmã. Seu segundo longa-metragem, Despedida, foi contemplado com os editais PRODAV 04 – Linha Laboratórios de Capacitação e SAv/MinC 02/2015 – Longa BO Infantil, e encontra-se em finalização. O projeto também participou do PLATAFORMA LAB em 2016, e do BRASIL CINEMUNDI, em 2017, onde recebeu uma menção honrosa do júri. Desde 2016, os membros do Pátio Vazio estão envolvidos na produção e curadoria do festival de cinema Cine Esquema Novo, em Porto Alegre. Seu curta Antes do Lembrar teve sua estreia mundial no IFFR – Festival International de Cinema de Rotterdam 2018. Recentemente o projeto de longa-metragem Vocês, Brancos, não têm Alma também foi contemplado com a linha de desenvolvimento de projetos, PRODAV 05, do FSA, além da série infantil Júlia e a Máquina do Tempo, contemplada no edital de desenvolvimento SAv/MinC

Pois é, Vizinha… comemora 27 anos em cartaz integrando a  programação do 21º Porto Verão Alegre

poisemontagem

Com direção, adaptação e atuação de Deborah Finocchiaro, espetáculo é o único que participou de todas as edições do Festival e é o solo mais longevo da história do teatro gaúcho

 

A atriz Deborah Finocchiaro encerra sua participação no Porto Verão Alegre 2020 com a aclamada comédia Pois é, Vizinha…. As apresentações ocorrem nos dias 28, 29 e 30 de janeiro, às 21h, no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa. O texto é uma adaptação de “Uma Donna Sola”, dos italianos Franca Rame e Dario Fo – Nobel de Literatura 1997, escritor, ator e um dos maiores dramaturgos contemporâneos – e retrata a realidade de mulheres que ainda vivem a situação de opressão e violência doméstica. Em sua trajetória, já participou e promoveu inúmeros eventos ligados às questões de gênero, em parceria com diferentes entidades e delegacias para mulher em vários estados brasileiros. Ações que comprovam a função e efetividade da representação cênica como caminho de questionamentos e transformações.

Maria, uma dona-de-casa trancafiada em casa pelo marido “gauchão”, é obrigada a suportar o cunhado semi-paralítico e tarado, o “voyeur” do prédio vizinho, o tarado do telefone e o apaixonado rapaz que é professor de inglês. Um dia se depara com uma vizinha do prédio em frente e desabafa. Aos poucos, o simples cotidiano revela-se patético. É uma comédia que apresenta as relações humanas de uma forma clara e direta, fazendo com que o público se identifique e, através de muitos risos, possa repensar e questionar a própria vida.

Pois é, Vizinha… integrou a programação do Porto Verão Alegre desde seu lançamento, sendo o único espetáculo a participar de todas as 21 edições do evento. Em cartaz desde 1993 e assistida por mais de 200 mil pessoas, a comédia conquistou 14 prêmios e arrebatou plateias dos oito aos 80 anos de diferentes classes sociais no Brasil e Argentina e é o solo mais longevo da história do teatro gaúcho.

Em sua trajetória, Deborah recebeu, além de dezenas de indicações, 32 prêmios. Entre eles nove de Melhor Espetáculo (três deles por Pois é, Vizinha…), 17 de Melhor Atriz (sete por Pois é, Vizinha…), além de Melhor Direção, Melhor Texto Adaptado, Melhor Roteiro e três deles como Melhor Artista de Teatro. Recentemente foi indicada ao Prêmio Açorianos 2019 de Melhor Atriz por Diário Secreto de Uma Secretária Bilíngue, espetáculo que também estará em cartaz na programação do Porto Verão Alegre 2020, dias 17 e 18 de janeiro, sexta 20h e sábado 18h no Instituto Ling.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo site do festival ou nas lojas Claro (Shopping Bourbon Country e Praia de Belas), ponto de venda do PVA no Shopping Total, Casarão Verde e Theatro São Pedro com valores entre R$ 20,00 e R$ 32,00. Na hora, na bilheteria do teatro uma hora antes da apresentação, as entradas custam entre R$ 20,00 e R$ 40,00.

SERVIÇO:
Espetáculo teatral “Pois é, Vizinha…”

Quando: 28, 29 e 30 de janeiro | terça, quarta e quinta
Hora: 21h
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Avenida Independência, 75)
Classificação etária: 12 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos antecipados com desconto nos pontos de venda do Porto Verão Alegre:

R$ 32,00 (inteira)

R$ 24,00 (Banricompras e Clube do Assinante)

R$ 20,00 (meia-entrada)

Lojas Claro, no Shopping Bourbon Country (Av. Túlio de Rose 80- 2º Piso) e no Shopping Praia de Belas Shopping (Av. Praia de Belas 1181- 2º piso): segunda a sábado, das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h;

Shopping Total (Av. Cristóvão Colombo, 545), em frente à Panvel: segunda a sábado, das 10h às 22h e domingos, das 14h às 20h;

Casarão Verde, na Mezanino Produções, no DC Shopping (Rua Frederico Mentz, 1561, Navegantes): segunda a sexta, das 12h às 19h;

Theatro São Pedro, na Chapelaria, a partir do dia 07/01: terça a sábado das 15h às 21h e domingos das 15h às 18h.

Online: http://www.portoveraoalegre.com.br

Ingressos na hora (na bilheteria do teatro uma hora antes do início da apresentação).

R$ 40,00 (inteira)

R$ 32,00 (Banricompras e Clube do Assinante)

R$ 20,00 (meia-entrada)

 

FICHA TÉCNICA:
Do original A Mulher Sozinha de Dario Fo e Franca Rame
Tradução do original Una Donna Sola
– Roberto Vignati e Michel Piccoli
Direção, adaptação e atuação – Deborah Finocchiaro
Ator convidado – Leandro Roos Pires
Cenografia – Rafael Silva
Iluminação e operação de luz – Mauricio Moura
Operação de som – Antonio Perra
Figurino – Cleria Finocchiaro
Projeto gráfico – Eloar Guazelli Filho e Cléo Magueta
Produção e Realização – Companhia de Solos & Bem Acompanhados

 

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

bruna@brunapaulin.com | Fone 51 984070657

 

 

 

“A adaptação de Una Donna Sola, confirma o talento da atriz e diretora Deborah Finocchiaro cuja performance convincente e vigorosa traduz o sucesso da carreira de Pois é, Vizinha… feita pela própria atriz em 1992, como trabalho de conclusão na Escola de Teatro do  DAD na UFRGS…”

Eleonora Prado, atriz  – 18º Porto Verão Alegre, 16/01/2017 – Porto Alegre/RS

 

“… Deborah Finocchiaro é uma criadora que sabe urdir os elementos empáticos da franca comédia sem sublimar a violência do cotidiano patético da história, num bravo exercício de sensibilidade ao gênero…”

Lucianno Maza, dramaturgo, diretor e crítico de teatro – Blog Zine Cultural, 03/09/2013 – Juiz de Fora/MG

 

“… A montagem causa um conjunto tão grande de sensações que é de perder o fôlego… Como é bom ver Deborah em cena. Como é bom ver uma atriz na sua plenitude…  soberba em cena, dona absoluta do tempo e do espaço do espetáculo. Vai do gesto mais ínfimo aos movimentos mais amplos… Pois é, Deborah. Decididamente, você deu uma aula de teatro e de vida. Obrigado pela sua generosidade.”

Helcio Kovaleski, Diário dos Campos, 14/11/2012 – Ponta Grossa/PR

 

“O Rio Grande do Sul está bem representado pela Companhia de Solos & Bem Acompanhados… Este é um papel para uma grande atriz. Já tinha visto este texto montado em São Paulo, com duas grandes atrizes: Denise Stoklos e Marília Pêra. Deborah não fica devendo nada a nenhuma delas. Esta atriz superlativa, carismática, em sua plenitude artística, incorporou essa personagem, fazendo-a com irreverência, ousadia, despudor, originalidade e… muito fôlego! Afinal, não é fácil manter sozinha a plateia lotada e ligada, gargalhando o tempo todo…”

Vinício Angelici, crítico – http://portal.uepg.br/noticias.php?id=3547- 14/11/2012 – São Paulo/SP

 

“… excelente atriz… Direta, humorada, sinuosa, lacônica por exigência da dramaturgia, a personagem encontra na atriz, e vice versa, uma afinidade teatral muito precisa… Pois é, vizinha… atrai a atenção, mesmo que pelo riso, a uma discussão sobre violência contra a mulher… Seu recado fixa ao riso e à reflexão. Deborah e sua personagem encantam, chocam, comovem e deixam um exemplo de teatro para rir e pensar…  A Cia. de Solos & Bem Acompanhados cumpre seu papel no roteiro e pauta do teatro brasileiro.”

Maneco Nascimento, ator, radialista e jornalista  – Blog do Maneco – http://www.vooz.com.br / manekonascimento.blogspot.com – 11/08/2012 – Teresina/PI

 

“Atriz Deborah Finocchiaro é ovacionada em tragicomédia sobre condição feminina! Ver o público gargalhando, alguns espectadores chorando de tanto rir, e contando as cinco vezes em que a atriz foi aplaudida em cena aberta, é, no mínimo, um grande prazer… Em meio a tantas risadas, a peça faz um alerta importante sobre a condição da mulher diante do machismo e na necessidade de realizarmos nossos sonhos…”

Leidson Ferraz – http://www.fundarpe.pe.gov.br – 23/07/2011 – Garanhuns/PE

 

“… Foram raríssimas as vezes que desviei o olhar daquela mulher engraçadíssima, pueril e, sobretudo, bem-humorada! …Considerada uma das melhores atrizes gaúchas, Deborah tem consciência de cada objeto que põe em cena, espremendo suas utilidades na narrativa de forma original e ousada… Benditas foram as gargalhadas nessa montagem verossímil e potente.”

Guilherme Nervo – percebeoteatro.blogspot.com – 16/01/2010 – Porto Alegre/RS

 

“… Maria serve-se da agilidade de Finocchiaro, de sua disponibilidade vocal, de seu corpo criativo e, principalmente, de seu carisma… Maria sobre Finocchiaro nos faz rir e nos faz pensar sobre a crueldade que nos motiva a rir… Cara Maria, aqui vai minha contribuição. I Love You.”

Rodrigo Monteiro – teatropoa.blogspot.com – 15/01/2010 – Porto Alegre/RS

 

“…Deborah é, sem favor algum, uma das melhores atrizes gaúchas, preparada, articulada, inteligente. Versátil, divertida, curiosa… Ela encenou, em dias diferentes, “Sobre Anjos e Grilos” e “Pois é, Vizinha”… Foram duas apresentações inesquecíveis, tão diferentes entre si, e que causaram uma impressionante ovação da plateia… Deborah protagonizou um verdadeiro triunfo do teatro gaúcho e, através do seu trabalho, diminuiu a distância entre capitais tão distanciadas…”

Luciano Alabarse, Coordenador do Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena – Jornal Usina do Porto, março de 2008Porto Alegre/RS

 

“A atriz Deborah Finocchiaro, um dos grandes nomes da cena nacional, representa como quem mantém uma conversa íntima e descontraída com o público… Simples, carismática, afável, inventiva, criatividade e emoção saltando aos olhos, ela é atriz de mão cheia… ela arranca muitos risos e aplausos, ao mesmo tempo que leva o público a refletir sobre a situação que atravessa em suas relações pessoais e afetivas…”

Aurora Miranda Leão, Tribuna do Ceará, 01/11/2000 – Fortaleza/CE

 

“… Uma atriz que sozinha no palco, conquistou o público não só pela intensidade do texto, mas também pela interpretação impecável… engraçada, Deborah Finocchiaro recebeu o prêmio de Melhor Espetáculo no festival Isnard Azevedo.”

Valéria Rivoire, Diário Catarinense, 12/11/99 – Florianópolis/SC

 

“Texto de Dario Fo e Franca Rame é prova de fogo pela qual Deborah Finocchiaro passa muito bem… simples, feito com prazer de quem explora um território interpretativo, mas sem o exagero de um exibicionismo pessoal, o espetáculo assinado por Deborah é fiel a poética da dupla de autores: Encantar e divertir por intermédio da intérprete.”

Mariângela Alves de Lima,O Estado de São Paulo, 05/06/98 – São Paulo/SP

 

“A peça é um monólogo cheio de vida e de acontecimentos… é extremamente envolvente e divertida, muito bem dirigida e interpretada por Deborah Finocchiaro.”

Agnaldo Ribeiro da Cunha, Diário Popular, 27/05/98 – São Paulo/SP

 

“A alucinada e divertidíssima dona-de-casa Maria, que é o centro de Pois é, Vizinha… “Una Donna Sola”, adaptada brilhantemente pela energética atriz e diretora Deborah Finocchiaro… Pois é , Vizinha…é puro Fo”.

Gilberto Gasparetto, Il Giornale, 03/06/98 – São Paulo/SP

 

“… a dificuldade natural de manter concentração e tensão cômica por exatos 70 minutos são superados com sobra pelo talento de Deborah.”

Renato Mendonça, Zero Hora, 25/01/95 – Porto Alegre/RS

 

“…Deborah Finocchiaro é daquelas atrizes que fisgam o espectador na primeira cena. Personalidade forte e presença marcante, esbanja talento a cada nova montagem. …Pois é, Vizinha… traz a divina Deborah no papel de uma dona-de-casa… onde conduz com humor e sensibilidade a situação-limite vivida pela personagem Maria…”

Newton Pinto da Silva, Correio do Povo, 18/01/95 – Porto Alegre/RS

 

“Se não disse antes, digo agora, sempre fui fã absoluto da atriz  Deborah Finocchiaro, por isso não me surpreende, mas alegra profundamente reencontrá-la tão inteira e completa, num espetáculo como Pois é, Vizinha…”

Antonio Hohlfeldt, Jornal do Comércio, 12/05/94 – Porto Alegre/RS

 

“Deborah Finocchiaro é daquelas manufatoras de tipos que sabe até onde levar os extremos da representação. Do trágico ao hilário ela parece manter a personagem amarrada a uma corda que se distende sutilmente mesmo quando a gargalhada da platéia irrompe.”

Maristela B. Schmidt, Correio do Povo, 23/10/93 – Porto Alegre/RS

 

 

A COMPANHIA:

A Companhia de Solos & Bem Acompanhados, um dos núcleos de criação cênica mais atuantes do Rio Grande do Sul, caracteriza-se pela mescla de diferentes linguagens, versatilidade e escolha de temas que estimulam a reflexão e o pensamento crítico. Em sua trajetória, já atingiu mais de 500.000 pessoas através de seus espetáculos, oficinas e performances. Atualmente tem em seu repertório os espetáculos “Pois é, Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro; “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira; “GPS GAZA”, direção Camila Bauer, “Caio do Céu”, direção Luís Artur Nunes e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro. As peças curtas “Histórias de Um Canto do Mundo Chamado Sul” e “Erico de Bolso”, os projetos “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz”, “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”, que agrega artistas de diferentes áreas para unir a literatura a outras expressões artísticas e as obras literomusicais, “Leitura às Cegas”, “Palavra Balada” e “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Moraes. Além de dezenas de indicações, recebeu 37 prêmios, entre eles 9 de melhor espetáculo, 18 de melhor atriz, 2 de melhor cenário, 2 de melhor trilha, 1 de melhor direção, texto adaptado, roteiro e 3 prêmios como melhor artista de teatro. Já percorreu mais de 80 cidades no RS, 18 estados brasileiros, Uruguai e Argentina, participando de temporadas, projetos, mostras e festivais nacionais e internacionais.

 

http://www.facebook.com/companhiadesolosebemacompanhados  

http://www.deborahfinocchiaro.com

 

Sarau da Clara Corleone recebe Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra na quinta, 16 de janeiro

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Primeira edição de 2020 traz o tema “Cena de cinema” e ocorre no Von Teese

 

Nesta quinta-feira, 16 de janeiro, às 20h30, o Von Teese recebe a primeira edição 2020 do Sarau da Clara Corleone. O evento literário traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de janeiro será “Cena de cinema”. Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã os diretores Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra.

O evento da escritora e atriz já recebeu nomes como Martha Medeiros, Claudia Tajes, Jorge Furtado, Luisa Geisler, Manuela D’Ávila, Fernanda Melchionna, Katia Suman, Carol Anchieta, Roger Lerina, Mirna Spritzer, Paulo Germano, entre outros, e ocorre no local desde 2017.

O “Sarau da Clara Corleone – Cena de Cinema” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (em dinheiro) ou R$ 15,00 (em cartão). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

 

Sarau da Clara Corleone

“Cena de cinema” com Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra

16 de janeiro, quinta-feira, às 20h30

Couvert a R$ 10,00 em dinheiro// R$ 15,00 em cartão

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

 

Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo como produtora no estúdio Otto Desenhos Animados, coordenadora da ONG Minha Porto Alegre e hostess do Bar Ocidente às sextas. Comanda o sarau no Von Teese desde 2017 e lançou seu primeiro livro, “o homem infelizmente tem que acabar” em 2019 na Editora Zouk, pelo selo Casa da Mãe Joanna.

Ana Luiza Azevedo nasceu na cidade de Porto Alegre, no Brasil. Formou-se em Artes Plásticas pela UFRGS em 1986, e foi uma das pioneiras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Atualmente é uma das responsáveis pelo Núcleo de Criação de Textos para TV e Cinema da Casa de Cinema de Porto Alegre. Está desenvolvendo os roteiros da série O HARÉM e trabalha também em seu novo projeto de longa-metragem AOS OLHOS DE ERNESTO, que está participando de festivais e recebeu o Prêmio da Crítica como “Melhor Filme Brasileiro” na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Otto Guerra é um dos pioneiros da animação autoral no Brasil, onde criou a quadragenária Otto Desenhos, que se tornou uma das produtoras de animação mais importantes do país. É o único diretor com quatro obras na lista dos 100 filmes mais importantes da animação brasileira definida pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) no livro “100 anos do cinema de animação no Brasil”. Seu último longa, “A Cidade dos Piratas” (2018), é baseado na obra da cartunista Laerte e foi eleito o Melhor Longa-Metragem de Animação no 41º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana, em Cuba.

 

6ª edição do Kino Beat – Arte em Movimento inaugura última atividade da programação na terça, 21 de janeiro

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 Exposição com obras de Xadalu fica em cartaz até 08 de março no MACRS

 

O Kino Beat – Arte em Movimento encerra sua sexta edição, iniciada em novembro de 2019, com uma exposição que inaugura na terça, 21 de janeiro, no MACRS. Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar, de Xadalu, estará em cartaz com entrada franca na Galeria Xico Stockinger.

A exposição individual reúne fragmentos de diversas imersões do artista Xadalu em aldeias Guaranis. As obras registram o estado atual em que as aldeias se encontram, os conflitos originados pelas retomadas de suas terras, e as constantes ameaças de grupos armados que intimidam as comunidades tradicionais.

A medida que a cidade cresce geograficamente, a aldeia diminui e automaticamente os sonhos sofrem interferências na transição para outro mundo. “Sendo o único lugar seguro, as cidades celestiais são o local de onde viemos e para onde vamos depois de nossa passagem aqui na terra. Mas a Tekoa continua protegida de alguma maneira por nhanderu, o motivo de nossa resistência há mais de 500 anos. O trovão de tupã lá fora mostra sua força de anunciar o tempo passado que o raio cruzou e já não existe mais, e o sol mostra seus raios e nos permite caminhar sobre eles”, conta o artista, que também é responsável pela curadoria da exposição.

De acordo com o curador do festival, Gabriel Cevallos, o Kino 2019 se desenvolveu a partir de premissas que convidam à reflexão sobre algumas urgências do presente. “Estas ideias iniciais, substituem uma palavra central ou um tema fixo para esta edição, e lançam de forma aberta possibilidades para se sentir o mundo em conjunto – ficção, natureza, percepção, conciliação, território, mutação, esperança, mundos possíveis: estes são alguns dos pontos de partida para se imaginar o 6º Kino Beat”, revela.

“Uma outra forma de se repensar os impactos do colonialismo, é assumir como válido o conhecimento produzido pelos povos originários. Ao atuar como um mensageiro entre dois mundos, o artista visual Xadalu traduz parte deste conhecimento e visão de mundo dos índios Guaranis, em obras de arte. O seu processo de escuta atenta e trabalho compartilhado com as aldeias, ressaltam a sua reverência e urgência em dar visibilidade a este mundo que resiste em existir”, afirma o curador do festival.

O 6º Festival Kino Beat – Arte em Movimento foi selecionado pelo edital de patrocínios culturais incentivados da Oi, conta com o apoio do Oi Futuro e com Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS –Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A inauguração de Invasão Colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar, ocorre às 20h do dia 21 com a participação do Cacique Geral Mburuvixá Tenondé CIRILO. A exposição segue em cartaz até 08 de março.

 

Sobre o artista

Xadalu é artista visual urbano com uma obra que transita entre intervenções nas ruas e exposições em museus, galerias e centros culturais. Sua produção diversificada mescla as colagens da sticker art a técnicas e linguagens como a serigrafia, a pintura, a fotografia e o objeto.

Seu trabalho em street art já foi exibido em mostras coletivas e individuais em instituições de Porto Alegre como Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), Instituto Estadual de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (IEAVi), Casa de Cultura Mario Quintana e Museu dos Direitos Humanos do Mercosul. Na Europa, apresentou obras em galerias de Berlim e Florença.

Integra coleções particulares e acervos públicos, como do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS).

É tema do livro “Xadalu — Movimento urbano”, do curta-metragem “Sticker conection” (2015) e do documentário “Xadalu — Filme” (2017), que retratam a produção iniciada em 2004 com as primeiras colagens do indiozinho Xadalu nas ruas de Porto Alegre. Hoje, o personagem é visto em dezenas de cidades do mundo graças à rede estabelecida com outros artistas visuais urbanos praticantes da sticker art que trocam seus adesivos pelo correio.

As questões indígenas acompanham seu trabalho desde o início. Com o envolvimento, realiza temporadas de residência artística em aldeias do sul do Brasil e da Argentina.

Em reconhecimento à defesa da causa indígena aliada a questões socioculturais, foi um dos agraciados pelo Prêmio Humanidades do Instituto Brasileiro da Pessoa 2014. Entre outras diversas distinções, foi eleito em 2012 Melhor Artista na Expo Colex, mostra internacional de sticker art realizada em Santos (SP), e duas vezes indicado ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da prefeitura de Porto Alegre (2015 e 2016).

Realiza palestras, cursos e oficinas sobre serigrafia e arte urbana, com destaque para o Curso de Extensão em Serigrafia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que ministra desde 2016.

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