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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Orquestra da Ulbra encerra temporada 2018 com concerto dedicado ao período Barroco

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Última apresentação do ano será no domingo (9/12), às 19h, na Paróquia São Lucas, com entrada franca

Porto Alegre, 04 de dezembro de 2018 – O concerto de encerramento da Temporada 2018 da Orquestra de Câmara da Ulbra será no domingo (9/12), às 19h, na Paróquia São Lucas (Rua Luiz Voelcker, 285 – Três Figueiras), com entrada franca. Com regência de Tiago Flores, o programa terá obras de dois importantes compositores do período Barroco:  Arcangelo Corelli(1653-1713) e Georg Friedrich Handel (1685-1759); e será composto exclusivamente por Concertos Grossos – forma característica do período em questão, na qual um grupo de solistas — geralmente dois violinos e um violoncelo — dialoga com o resto da orquestra. 

De Corelli, serão executados os Concertos Grossos Op. 6, números 2, 3 e 4. Já de Handel, a Orquestra apresenta os Concertos Grossos Op. 6, números 2 e 4. As obras terão solo dos violinistas Émerson kretschmerGiovani dos Santos, além de Alexandre Diel, (violoncelo) e Fernando Cordella, ao cravo.

Exímio compositor de óperas, cantatas e oratórios, obras-primas da polifonia vocal, Handel escrevia para grandes orquestras e grandes corais. Sua música se tornou conhecida em muitas partes do mundo e foi de especial importância para a formação da cultura musical britânica moderna.

Personalidade dominante na vida musical romana e muito estimado internacionalmente, Corelli já foi objeto de volumosa bibliografia crítica e suas sonatas ainda são usadas largamente nas academias de música como material didático. Sua glória repousa inteiramente em seis coletâneas de música instrumental, todas elas dedicadas aos instrumentos de arco, sendo os doze Concertos Grossos os que ganharam mais duradouro reconhecimento da crítica.

Ambos os compositores são reconhecidos pela produção dos Concertos Grossos. Corelli, especialmente, favoreceu a expansão desse tipo de música, além de ter contribuído de modo decisivo para o enobrecimento do violino.

 

ORQUESTRA DE CÂMARA DA ULBRA |DOMINGO CLÁSSICO | DEZEMBRO 2018

Data: Domingo (9/12) 

Horário: 19h

Local: Paróquia São Lucas (Rua Luiz Voelcker, 285 – Três Figueiras, Porto Alegre)

Entrada Franca 

PROGRAMA:

Arcangelo Corelli: Concerto Grosso op.6 nº 2

Arcangelo Corelli: Concerto Grosso op.6 nº 3

Arcangelo Corelli: Concerto Grosso op.6 nº 4

Georg Friedrich Handel: Concerto Grosso op.6 nº 4

Georg Friedrich Handel: Concerto Grosso op.6 nº 2

 

Solistas:  

Émerson kretschmer (violino)

Giovani dos Santos (violino)

Alexandre Diel (Violoncelo)

Fernando Cordella (cravo)

 

REGÊNCIA: TIAGO FLORES

Exposição Lento Crepúsculo inaugura no dia 04 de dezembro na Pinacoteca Ruben Berta e dia 06 no Paço Municipal com entrada franca

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Mostra reúne 22 obras de 22 artistas com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos, integrando a programação do 5º Kino Beat

 

Na próxima terça-feira, 04 de dezembro, a partir das 18h30, a Pinacoteca Ruben Berta abre suas portas para a exposição Lento Crepúsculo. Na quinta, dia 06, o Paço Municipal inaugura a segunda parte da mostra, que integra a programação do 5º Kino Beat, reunindo obras de 22 artistas com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos. O evento, com entrada franca, tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Utilizando como ponto de partida o conceito de abundância, a exposição coletiva apresenta obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente.

O “lento crepúsculo” foi como o escritor argentino Jorge Luis Borges nomeou o seu longo processo de perda da visão. Em uma série de sete conferências realizadas em 1977 no Teatro Coliseu em Buenos Aires, o autor usou a sétima conferência, La Ceguera, para falar de sua doença congênita. Borges foi perdendo a visão desde o momento em que nasceu, e ao longo de meio século de vida ficou cego de um olho e com a visão parcial do outro. Esse processo inexorável e gradual de cegueira ele nomeou de “lento crepúsculo”. “Aparentemente nessa conferência Borges se afasta do seu estilo mais marcante, o de criar mundos e ficções, e se atém de forma prática a sua condição pessoal. Apenas aparentemente, pois a potência de vida e força das palavras do autor foram suficientes para dar início ao universo desta exposição, a metáfora do lento crepúsculo foi a gênese, o gatilho criador para explorar e experienciar as nossas cegueiras”, revelam os curadores.

“Para nós, cabe investigar a metáfora por trás dessa cegueira lenta e gradual, e dos riscos de ignorar as pressões e os excessos do mundo”, afirmam. “Esta exposição foi concebida no auge de um processo eleitoral denso e traumático, em que sentimentos contraditórios contaminaram as escolhas dos trabalhos”. Integram a mostra 22 obras, entre fotografias, vídeos, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, que problematizam a questão da abundância no universo das artes visuais, assinadas por Aleta Valente, André Severo, Andressa Cantergiani, Berna Reale, Bill Maynard, Carlos Krauz, Carmela Gross, Coletivo Habitantes, Gisele Beiguelman, Guilherme Dable, Intransferível, Ivan Grilo, Letícia Lopes, Marion Velasco e Adauany Zimovski, Martin Heuser, Leopoldo Plentz, Nicolas Maigret, Regina Silveira, Romy Pocztaruk, Talita Menezes e Tyrell Spencer. A exposição conta com quatro obras do acervo das pinacotecas Ruben Berta e Aldo Locatelli e duas do acervo da Fundação Vera Chaves Barcelos.

“Nos acostumamos com os pontos cegos da nossa existência, mesmo que o principal museu do país queime nas chamas do descaso, ainda sim as labaredas desse horror não serão suficientes para iluminar os nossos caminhos. O comportamento de manada e o tsunami de insensibilidade que transborda das redes sociais, soterra a cada post inflamado com discurso de ódio a utopia do ciberespaço como o local da “civilização da mente”.

Integram a seleção dos curadores as obras “Cantando na chuva”, de Berna Reale, “Odiolândia”, de Giselle Beiguelman –  criada em 2017 e onde reúne comentários publicados nas redes sociais sobre as ações da Prefeitura e do Governo do Estado de São Paulo na Cracolândia entre maio e junho daquele ano, e “The Pirate Cinema”, registro de performance de Nicolas Maigret, que torna a atividade e geografia escondida das transferências Peer-to-Peer visíveis. O projeto é apresentado como vídeo registro  de uma sala de monitoramento, onde são exibidas transferências Peer-to-Peer em tempo real em redes utilizando o protocolo BitTorrent.

O filme “Cidades Fantasmas”, de Tyrell Spencer, vencedor do Festival É Tudo Verdade em 2017, e a performance “Neblina”, de Marion Velasco e Adauany Zimoviski, são alguns dos destaques, assim como a obra inédita “Luzia”, de Letícia Lopes, criada especialmente para a exposição. A obra é composta de uma pintura e um poema do escritor português Herberto Helder (1930 – 2015). A pintura estrutura-se a partir do entendimento de sua própria forma como uma espécie de lápide, onde estão representados um epitáfio e uma imagem do Museu Nacional do Rio de Janeiro em chamas. O poema (apropriado) explícita e enfatiza a intenção da pintura de apontar para os vários e reveladores cruzamentos entre as linguagens verbal (poética/simbólica) e imagética (pictórica/cromática), desdobramentos do processo criativo acionados pela reflexão acerca dos conceitos de luz, fogo, destruição, criação, e,principalmente, da beleza inata às grandes transformações.

A exposição “Lento Crepúsculo” segue em cartaz até 11 de janeiro, nos horários e dias de funcionamento dos dois espaços. Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

Fantomaticos celebra 10 anos de lançamento de No Bosque com show e versão especial do álbum

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Selo da banda, Ué Discos, lança em formato digital nova versão com três canções inéditas

 Show na sexta-feira, 07 de dezembro, contará com participações de dois membros originais e músicos convidados

 

Na próxima sexta-feira, 07 de dezembro, os Fantomaticos sobem ao palco do Oculto para o show de comemoração dos dez anos do lançamento de seu primeiro disco, “No Bosque”. O evento também marca o lançamento de uma edição especial do álbum em formato digital pelo selo Ué Discos, que inclui três músicas inéditas.

Gravado e produzido pelos músicos, entre 2005 e 2006, o álbum só veio a sair no final de 2008 e reflete bem o período de efervescência do rock porto-alegrense do início/meados dos anos 2000.

À época, ainda jovens músicos em formação, a banda resolveu submergir no mundo das gravações, juntou uma boa quantidade de equipamentos e instrumentos, alguns colchões e uma geladeira, e foi morar em uma mansão abandonada (a casa fica na Rua Desembargador Moreno Loureiro Lima e hoje em dia abriga uma academia). Ali ficaram, durante cerca de um mês e meio, comendo mal, passando frio mas tendo longas e divertidas sessões de gravação.

“Para experimentar sonoridades, as gravações foram feitas nos mais diferentes quartos da casa… na sauna, na sala, na adega, na cozinha, no banheiro”, lembra Augusto Stern, vocalista e guitarrista. Ele também conta que muitas das composições acabaram surgindo lá mesmo e ideia inicial, que era de gravar entre 11 e 13 músicas, acabou se tornando algo maior, com 21 faixas gravadas e muita discussão posterior pra decidir o set final.

Terminado o período na mansão, a banda ainda fez gravações complementares no apartamento onde morava o vocalista e guitarrista Fernando Efron, que fica na Rua Marechal Floriano Peixoto e é onde foi tirada a foto que está na capa do disco, idealizada pelo tecladista Henrique Manfroi e pelo baterista Gabriel Hornos, que integravam a banda naquele momento.

O material ficou pronto ao final de 2006, com 11 músicas escolhidas e finalizadas, mas por problemas burocráticos acabou sendo lançado somente no final de 2008, tendo uma boa repercussão no meio musical. O trabalho proporcionou a banda a oportunidade de se apresentar duas vezes no Festival Psicodália e levou o clipe da música Gin aos principais canais da época.

Para celebrar esta década, a banda preparou uma edição especial do disco, que, além das 11 canções já conhecidas, traz três lados B, músicas que acabaram não entrando na seleção final, mas que também representam bem aquele momento. ‘Sapatos’ é uma canção bem melódica e jovem, ‘Amelie’ é um tema instrumental que remete à experimentação da época, e ‘O Grande Roubo do Trem’ é uma música roqueira que chegou a agitar os shows da banda em vários momentos, mas não integrou “No Bosque”.

Essa edição especial de No Bosque tem lançamento em formato digital pelo selo da banda Ué Discos, e a arte original adaptada pelo artista Fábio Alt, que é responsável pela maioria das capas dos discos dos Fantomaticos. Alt também dirigiu, juntamente com Bruno Carvalho, um clipe especial da música “O Bosque” para celebrar a data.

Para as comemorações e o lançamento, a banda reúne na próxima sexta, 07 de dezembro, dois integrantes originais do grupo, Henrique Manfroi e Felipe Franke, para show no Oculto, ao lado da banda Missing Takes. “No Bosque” será executado na íntegra, além de outras canções do repertório da época. Estão programadas participações dos músicos Paulo Germano, Thiago Peduzzi, Carlinhos Carneiro e Alexandre Kumpisnky.

A Missing Takes lança EP na mesma noite. “We don’t have it”, novo trabalho que foi gravado na Casona em Porto Alegre, tem produção de Bernard Simon Barbosa e lançamento pela Tronco.

Os ingressos para o show estão à venda antecipadamente por R$ 20,00 pela plataforma sympla – https://goo.gl/SWgJFa ou no local, a R$ 30,00. O Oculto fica na rua Moura Azevedo, 46, bairro São Geraldo. Mais informações www.fantomaticos.com

 

FANTOMATICOS – NO BOSQUE 10 ANOS

Show de lançamento da edição especial do disco

07 de dezembro, sexta-feira, 22h

Oculto (R. Moura Azevedo, 46 – São Geraldo, Porto Alegre – RS, 90230-150)

R$ 20 antecipados  / R$ 30 na hora

https://goo.gl/SWgJFa

https://www.facebook.com/events/312726765997376/

www.fantomaticos.com

https://open.spotify.com/album/3upmTQ5YJYZc3nqUxgjkFw

 

Sobre os Fantomaticos

 André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Fernando Efron – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

 

Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais, no Uruguai.

O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!”

Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. Suas canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra).  O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três EPs, já pelo selo gaúcho Ué Discos, que representa a banda. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo e ‘Vale’, que mostra um lado bem acústico e marca a entrada do baterista Pedro Petracco na banda.

O terceiro álbum, intitulado apenas como ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio.

Em 2018 lançam o single ‘Andar’, um medley inspirado em obras como “Tommy” do The Who, o lado B do disco “Abbey Road” dos Beatles, ‘Tales Of Endurance’, do Supergrass, entre outras. Esse experimento sonoro traz diferentes climas musicais, muitas texturas e vozes, tudo em uma faixa de seis minutos.

Para saber mais sobre a banda, acesse: www.fantomaticos.com

 

 

“Rasga Coração” estreia em 06 de dezembro nos cinemas

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Filme de Jorge Furtado, uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho, conta com Marco Ricca, Drica Moraes e Chay Suede

 

 

Estreia nas salas comerciais na próxima quinta-feira, 06 de dezembro, o mais recente longa-metragem de Jorge Furtado, “Rasga Coração”. A produção é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho, com roteiro do diretor, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno. “Rasga Coração” conta a história de conta a história de Manguari Pistolão (Marco Ricca), militante anônimo, que depois de quarenta anos de lutas vê o filho Luca (Chay Suede) acusá-lo de conservador. Sem dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica, e num crescente conflito com Luca, Manguari passa em revista seu passado, e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. Intercalando fragmentos de vários momentos da vida de Manguari, o filme atravessa quarenta anos da vida política brasileira. O longa-metragem é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre, Globo Fiilmes e Canal Brasil, com distribuição da Sony Pictures.

O texto original segue tão atual e necessário quanto em seu lançamento, em 1974. Última peça escrita por Vianninha, além de censurada, teve sua encenação e publicação proibidas e mesmo assim recebeu primeiro prêmio no concurso do SNT, por unanimidade da banca, sendo liberada pela Censura apenas cinco anos depois. No prefácio da peça, escrito em fevereiro de 1972, o autor dedicaria ao “lutador anônimo político, aos campeões de lutas populares; preito de gratidão à ‘velha guarda’: à geração que me antecedeu, que foi a que politizou em profundidade a consciência do país”.

No elenco, além de Ricca e Suede, estão Drica Moraes, Luisa Arraes, George Sauma, João Pedro Zappa, Duda Meneghetti, Kiko Mascarenhas, Fabio Enriquez, Nelson Diniz, Anderson Vieira e Cinândrea Guterres. São 20 atores no elenco e 350 figurantes que compõe a ficha de “Rasga Coração”.

As gravações ocorreram em Porto Alegre no final de 2017, com captação em 4K, e com uma equipe composta por 150 profissionais, que que ficaram envolvidos pelo período médio de dois meses de pré-produção e um mês de filmagem, nas dependências do Tecna-Viamão/PUCRS, onde o cenário do apartamento de 170m2 foi construído em 20 dias, mantendo a reprodução de um edifício de Copacabana, selecionado pelos diretores de arte Fiapo Barth e William Valduga.

Aproveitando o espaço da antiga Capela do local, uma equipe de dez marceneiros, dez pintores de arte (vindos de SP),  três serralheiros e dois escultores trabalhou no apartamento de Manguari Pistolão que foi montado nos mínimos detalhes para manter as características das construções do bairro carioca: detalhes da fachada, réplica de persianas antigas e janelas do mesmo tamanho que o prédio original, com uma vista para um chroma de 20m, que foi trabalhado em efeitos na pós-produção integram a cena. Mais de 30 empresas fornecedoras estiveram envolvidas, entre serralheria, vidraçaria, madeireira, tintas, papel de parede, pisos, demolidora, acabamentos, molduras, entre outros, além dos oito profissionais da própria equipe de arte do filme. As externas foram filmadas em Porto Alegre e no Rio de Janeiro.

Rasga Coração tem Produção Executiva de Nora Goulart, Direção de Fotografia de Glauco Firpo, Direção de Arte de Fiapo Barth e William Valduga, Direção de Produção de Bel Merel e Glauco Urbim, Figurinos de Rô Cortinhas, Caracterização de Britney, Música Original de Maurício Nader e Montagem de Giba Assis Brasil.

“Rasga Coração” teve sua première na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro. O filme também foi exibido no Festival do Rio, na mostra Première Brasil. Mais informações: facebook.com/RasgaCoracaoFilme

Sinopse

Rasga Coração é uma adaptação da peça de Oduvaldo Vianna Filho e conta a história de Manguari Pistolão, militante anônimo que depois de quarenta anos de luta pelo que considera novo e revolucionário, vê o filho Luca acusá-lo de conservador, antiquado e anacrônico. Contando o dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica e num crescente conflito com o filho, Manguari passa em revista seu passado e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. A partir de uma relação entre pai e filho, o filme conta a história de um país partido.

 

Elenco principal

Marco Ricca – Manguari

Drica Moraes – Nena

Chay Suede – Luca

Luisa Arraes – Mil

George Sauma – Lorde Bundinha

João Pedro Zappa – Manguari Jovem

Duda Meneghetti – Nena Jovem

Kiko Mascarenhas – Castro Cott

Fabio Enriquez – Castro Cott Jovem

Nelson Diniz – 666

Anderson Vieira – Camargo Velho

Cinândrea Guterres – Talita

 

​Roteiro: Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno.

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Nora Goulart

Direção de Fotografia: Glauco Firpo

Direção de Arte: Fiapo Barth e William Valduga

​Direção de Produção: Bel Merel e Glauco Urbim

Figurinos: Rosângela Cortinhas

Caracterização: Britney Federline

Produção de Elenco: Laura Leão

Montagem: Giba Assis Brasil

Música original: Maurício Nader

 

SOBRE A CASA DE CINEMA  DE PORTO ALEGRE

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa

SOBRE A GLOBO FILMES

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

SOBRE O CANAL BRASIL

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal atinge a marca de 300 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Bragança e “Pendular” de Julia Murat.

SOBRE A SONY PICTURES

Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu  e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Saneamento Básico, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente e Um Tio Quase Perfeito.

Brava Gastrobar divulga novidades no cardápio

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Novos sabores de tábuas e saladas compõem o menu da noite do empreendimento

 

 

O Brava Gastrobar divulga novidades em seu cardápio, com novos sabores de tábuas de queijos e charcutaria e saladas, entrando no clima do verão. São opções mais leves, como a tábua Tropical, especial para os dias mais quentes. O formato original do empreendimento se mantém, apenas destacando sabores e estilos que tiveram retorno mais positivo do público durante os primeiros seis meses de operação.

“Tábuas temáticas como as com sabores espanhóis e italianos seguem no nosso cardápio, pois são sucesso de público, assim como a de produtos de denominação de origem. Mas também avaliamos o paladar dos nossos frequentadores e fizemos ajustes para os paladares que frequentam a casa”, declaram os sócios João Cláudio von Frankenberg e João Paulo Ely. As tábuas têm criação e harmonização assinada pelo sommelier Vinicius Santiago, que também promove cursos e degustações orientadas no Brava, sempre às segundas-feiras.

Inaugurado em abril deste ano, o empreendimento apresenta uma experiência gastronômica única: aquela noite de queijos e vinhos que normalmente costuma acontecer em casa, agora tem um lugar com ambiente ideal para ocorrer. As tábuas com queijos, charcutaria, pães, castanhas e outros acompanhamentos são as protagonistas.

O novo menu também inclui quatro opções de saladas (Danablu & presunto cru, Brie, Morango & Camembert e Caccio & Copa). Tanto as saladas quanto as tábuas são produzidas com produtos do Brasil, Dinamarca, Espanha, França e Itália, harmonizadas com mais de 50 rótulos de vinhos e espumantes, além de cervejas artesanais da Heilige de Santa Cruz do Sul.

Mais uma novidade do gastrobar é a opção de tele-entrega das tábuas, através da Uber Eats. O Open de Vinho, sucesso da programação das quintas-feiras, passa a ser Open de Espumantes e Rosés durante o verão, além da promoção de dose dupla de taças de vinho e espumante, diariamente, das 18h às 20h.

A casa funciona de segunda a quarta-feira das 11h às 22h e de quinta-feira a sábado das 11h à meia-noite no Trend 24 (R. 24 de outubro n°1454). Mais informações: (51) 3307-4331 | facebook.com/BravaGastrobar

 

NOVO MENU BRAVA GASTROBAR

#1 TRADICIONAL

Queijo Tipo Camembert (Brasil. Mofo branco. Leite de vaca)

Queijo Tipo Vaccino Romano (Brasil. Duro. Leite de vaca)

Copa in Natura (Brasil. Carne suína)

Presunto Serrano D.O.P (Espanha. Carne suína)

Acompanha: Baguetinha tradicional, Manteiga com sal, Azeitona verde, Mix pistaches, amendoim, castanha caju, amêndoas, Uva branca fresca, Tomate fresco, Geleia de laranja, Mel, Pasta de queijo Danablu, Crackers

Harmoniza bem com com vinhos leves, macios, frutados e com pouca madeira.

 

#2 BIANCA

Queijo tipo Brie (Brasil. Mofo branco. Leite de vaca)

Vaccino Romano (Brasil. Duro. Leite de vaca)

Chevrè (França. Cremoso. Leite de cabra)

Danablu Emborg I.G.P (Dinamarca. Mofo azul. Leite de vaca)

Acompanha: Baguetinha viennoise e tradicional, Manteiga com sal, Azeitona verde, Mix pistaches, amendoim, castanha caju, amêndoas, Uva branca fresca, Geleia de cebolas caramelizadas, Mel, Caponata, Crackers

Harmoniza bem com vinhos leves e refrescantes, com sabores cítricos, florais e frutados.

 

#3 ROSSA

Fuet (Espanha. Carne suína)

Mortadela com Pistache (Brasil. Carne suína)

Salami Extra de La Sierra (Espanha. Carne suína)

Presunto Serrano D.O.P  (Espanha. Carne suína)

Acompanha: Baguetinha pão preto e tradicional, Manteiga com sal, Azeitona verde, Mix avelã, amêndoa crocante, passa de uva preta e branca, Damasco seco, Uva Branca fresca, Tomates frescos, Mel, Caponata, Crackers

Harmoniza bem com vinhos saborosos, que podem ter madeira, mas com taninos moderados.

 

#4 DELICATA

Queijo tipo Caccio Cavallo fresco  (Brasil. Fresco. Leite de vaca)

Chevrè (França. Cremoso. Leite de cabra)

Salame Finocchiona (Itália. Carne suína)

Fuet (Espanha. Carne suína)

Acompanha: Baguetinha viennoise e tradicional, Manteiga com sal, Azeitona verde, Mix pistaches, amendoim, castanha caju, amêndoas, Damascos secos, Uva branca fresca, Geleia de frutas vermelhas, Mel, Confit de tomate, Cracker

Harmoniza bem com vinhos frutados, aromáticos, com bom frescor para equilibrar os sabores adocicados da tábua.

 

#5 FLAMENCA

Queijo Ibérico Curado (Espanha. Semiduro. Leites de cabra, vaca e ovelha) Manchego Curado D.O.P. (Espanha. Duro. Leite de ovelha)

Salami Extra de La Sierra (Espanha. Carne suína)

Presunto Serrano Desossado D.O.P  (Espanha. Carne suína)

Acompanha: Baguetinha pão preto e tradicional, Manteiga com sal, Azeitona preta, Mix avelã, amêndoa crocante, passa de uva preta e branca, Figo seco Geleia de pimenta, Mel, Confit de tomate, Crackers

Harmoniza bem com vinhos espanhóis: de sabor intenso e que geralmente tem presença de madeira.

 

 

#6 LA TRAVIATA

Queijo BRA Tenero D.O.P. (Itália. Semiduro. Leite de vaca)

Gorgonzola Piccante D.O.P. (Itália. Mofo azul. Leite de vaca)

Mortadela com Pistache (Brasil. Carne suína)

Presunto San Daniele Desossado D.O.P. (Itália. Carne suína)

Acompanha: Baguetinha tradicional, Manteiga com sal, Azeitona verde, Mix pistaches, amendoim, castanha caju, amêndoas, Tomates frescos, Manjericão Fresco, Figos Secos, Mel, Caponata, Crackers

Harmoniza bem com vinhos italianos: com boa fruta, frescor e taninos macios.

 

#7 BRAVISSIMA

Fromage de Meaux A.O.C.  (França. Mofo branco. Leite de vaca)

Grana Padano D.O.P. (Itália. Duro. Leite de vaca)

Presunto San Daniele Desossado D.O.P. (Itália. Carne suína)

Presunto Ibérico Pata Negra 24 meses D.O.P.  (Espanha. Carne suína)

Acompanha: Baguetinha prana e tradicional, Manteiga com sal, Azeitona preta, Amêndoa torrada, Figos e damascos secos, Tomates frescos, Uva branca fresca, Geleia de cebola caramelizada, Mel, Caponata, Crackers

Harmoniza bem com vinhos elegantes e complexos, com boa intensidade.

 

 #8 TROPICAL

Queijo tipo Caccio Cavallo fresco  (Brasil. Fresco. Leite de vaca)

Queijo tipo Brie (Brasil. Mofo branco. Leite de vaca)

Queijo Tipo Samsoe (Brasil. Semiduro. Leite de vaca)

Acompanha: Baguetinha tradicional, Manteiga com sal, Azeitona verde e preta, Damasco secos, Mix pistaches, amendoim, castanha caju, amêndoas, Uva branca fresca, Tomate fresco, Morango, Geleia de frutas vermelhas, Mel, Pasta de queijo Danablu, Crackers

Harmoniza bem com com vinhos leves, macios, frutados e com pouca madeira.

 

SALADAS

Danablu & presunto cru – rúcula, pêra, amêndoas, Danablu Emborg I.G.P, presunto cru e molho (vinagre balsâmico, mel e mostarda)

Brie – alface, tomate cereja, azeitona preta, brie e molho (vinagre balsâmico, mel e mostarda)

Morango & Camembert – mix de folhas, morango, queijo tipo camembert e molho (vinagre balsâmico, mel e mostarda)

Caccio & Copa – mix de folhas, queijo tipo caccio cavallo, copa e molho (vinagre balsâmico, mel e mostarda)

 

Sobre o Brava Gastrobar

Inaugurado em abril de 2018, o Brava Gastrobar oferece uma experiência gastronômica inédita em Porto Alegre: um local que promove a noite de queijos e vinhos com o melhor dos queijos e charcutaria do mundo, harmonizados com rótulos de vinhos, espumantes, cervejas e drinks.

Com oito tipos diferentes de tábuas no cardápio, o público encontra produtos premium vindos do Brasil, Itália, Alemanha, França, Dinamarca, Espanha e Holanda harmonizadas pelo sommelier Vinícius Santiago com mais de 50 rótulos de vinhos e espumantes e cervejas artesanais da Heilige de Santa Cruz do Sul.

Durante o dia é possível montar sanduíches com os frios disponíveis e também levar para casa as tábuas e os produtos à parte. Os pães são da Barbarella Bakery e as sobremesas Diego Andino Pâtisserie. O Brava Gastrobar funciona de segunda a quarta-feira das 11h às 22h e de quinta-feira a sábado das 11h à meia-noite no Trend 24 (R. 24 de outubro n°1454). Mais informações: (51) 3307-4331 | facebook.com/BravaGastrobar

Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 divulga vencedores da Mostra Competitiva Brasil

Marcela Ilha Bordin e Camila Leichter_crédito Thiéle Elissa

Júri elegeu os filmes A Casa, de Camila Leichter, e Princesa Morta do Jacuí, de Marcela Ilha Bordin como os vencedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018

 

Porto Alegre, 28 de novembro de 2016 – Nesta quarta-feira, 28 de novembro, o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 divulgou os ganhadores da Mostra Competitiva Brasil em cerimônia de premiação na Cinemateca Capitólio. O júri, composto pelo jornalista, crítico e programador Leo Bomfim, a atriz-bailarina e mestre em performance artística Renata de Lélis e  a artista e mestre em poéticas visuais Romy Pocztaruk, elegeu dois  filmes como os grandes vencedores da noite: A Casa, de Camila Leichter, e Princesa Morta do Jacuí, de Marcela Ilha Bordin, que receberam o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 e dividiram o troféu criado pelo artista Luiz Roque, além de R$ 7 mil em locação de equipamentos na Locall Porto Alegre, apoiadora da premiação.

As 39 obras exibidas em sessões de cinema, videoinstalações e performance foram avaliadas pelos jurados, que tiveram a missão de criar livremente prêmios destaque além de indicar o Grande Prêmio do Cine Esquema Novo 2018, todos eles acompanhados de uma justificativa que explicita as razões da escolha. As produções selecionadas foram El Meraya, de Melissa Dullius e Gustavo Jahn, Azougue Nazaré, de Tiago Mello, B.U.N.I.T.A.S [ce], de Estela Lapponi, A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra, Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes, além de Menção Honrosa para Tinta Bruta de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, Sem Título (5), de Maíra Flores e Luciano Scherer e Supercomplexo Metropolitano Expandido de Guerreiro do Divino Amor. O Júri classificou as categorias com nomes de pedras preciosas.

Como sempre trazendo mudanças e movimento, em 2018 o CEN apresentou novidades em seu time curatorial, que contou com dois sócios da ACENDI, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo, e também Vinicius Lopes, parceiro da Pátio Vazio.

Além da Mostra Competitiva Brasil, o festival contou com duas mostras especiais: Topographical Translations, de Philip Widmann, e Existir/Resistir do duo Strangloscope, além de atividades formativas, como o Seminário Pensar a Imagem, ministrado por Elaine Tedesco, James Zortea e Maria Henriqueta Creidy Satt, e as oficinas Crítica no Brasil Hoje, ministrada pelo jornalista e crítico Daniel Feix e Câmera Causa, ministrada pelo sócio da ACENDI e  realizador Gustavo Spolidoro e a  realizadora Jadhe Fucilini.

O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br, Fantaspoa, Restaurante Suprem, Bárbaros Cervejas Especiais e  Ocupação Utopia e Luta. Para informações sobre o evento e programação, acesse: www.cineesquemanovo.org

 

Saiba Mais

Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 – Diamante

“De uma sensibilidade ímpar, ‘A Casa’ nos transporta para um tempo onde a memória é um artefato para construção da identidade feminina. Enigmático, sutil e intenso”.

A CASA, Camila Leichter

“Princesa morta do Jacui’, ficção cientifica B nos confins do progresso no Rio Grande do Sul, onde a crença nas possibilidades fabulares cria uma narrativa delirante”.

PRINCESA MORTA DO JACUÍ, Marcela Ilha Bordin

 

Prêmio Destaque Cine Esquema Novo 2018 – vencedores

Prêmio Rubi

“Destaque para o trabalho colaborativo entre os diretores e o grupo de Bagaceira de teatro que rendeu ótimas atuações, “Inferninho” é um filme plástico. A imagem milimetricamente construída, junto à densidade onírica do cenário e personagens, transforma a obra em uma experiência estética e sonora que merece atenção”.

INFERNINHO, Guto Parente e Pedro Diógenes

 

Prêmio Pirita

“A Cidade dos Piratas’, organização narrativa que instiga um mosaico sobre a sexualidade masculina em seus medos e desejos, promovendo uma antologia de muitos períodos e humores da obra de Laerte, em um trabalho radical de montagem que traduz para o cinema a linguagem fragmentada e subversiva das tirinhas em quadrinhos”.

A CIDADE DOS PIRATAS, Otto Guerra

 

Prêmio Ametista

“Com caráter surrealista onde a boca se converte na própria vulva, “B.U.N.I.T.A.S” reconstrói o mito da “vagina dentada” desejada e assustadoramente perigosa. O filme conduz a necessidade pungente de conhecer e reconhecer a beleza assimétrica da genitália feminina, seus mistérios e prazeres. Um filme necessário, impactante e sensual”.

B.U.N.I.T.A.S, Estela Lapponi

 

Prêmio Turmalina Negra

“Apresenta personagens construídos com características multidimensionais, dando a ver desde a fragilidade humana às forças ancestrais que se manifestam no Maracatu, no ciúme, no gozo, no futebol, na fé. Pelo equilíbrio complexo muito bem orquestrado entre atores e não atores”.

AZOUGUE NAZARÉ, Tiago Melo

 

Prêmio Calcita

“Thriller místico sob o signo de mil e uma noites. Um prisma de possibilidades narrativas, “El Meraya” é um enigma underground.”

EL MERAYA, Melissa Dullius e Gustavo Jahn

 

Menção Honrosa do Júri

“Pelas abordagens políticas contundentes”

TINTA BRUTA, Marcio Reolon e Filipe Matzembacher

SEM TÍTULO (5), Maíra Flores e Luciano Scherer

SUPERCOMPLEXO EXPANDIDO METROPOLITANO, Guerreiro do Divino Amor

Prêmios em serviços

Locall

– R$ 7.000,00 (cinco mil reais) em aluguel de equipamentos a serem resgatados na filial Porto Alegre

Júri

LEO BOMFIM: Jornalista carioca radicado em Porto Alegre, é programador da Cinemateca Capitólio Petrobras desde 2015 e da Sala P. F. Gastal desde 2013. É editor do site Freakium e do fanzine de crítica de cinema Zinematógrafo. Codiretor do documentário Nas paredes da pedra encantada (2011), sobre o disco Paêbirú, de Lula Côrtes e Zamalho. Compositor e guitarrista na banda do cantor psicodélico gaúcho Plato Divorak.

RENATA DE LÉLIS: Atriz-bailarina, pesquisadora e professora, mestre em Performance Artística-Dança na FMH-Lisboa. Atua como atriz de teatro e audiovisual desde 2005, tendo recebido cinco prêmios em festivais ao longo de sua carreira. É membro do COLETIVO HABITANTES, coletivo interdisciplinar que pesquisa corpo e tecnologia desde 2015. Com o videoarte Onda, produzido pelo coletivo, participou do FILE – SP, em 2016 e 2017 e no Live Cinema Festival, Itália, em 2016. Em 2018 o coletivo participa do Kino Beat com a videoinstalação Beej.

ROMY POCZTARUK: mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Seu trabalho lida com simulações e com a posição a partir da qual o artista interage com diferentes lugares, e com as relações possíveis a partir do cruzamento de diferentes campos e disciplinas (como ciência e comunicação) com o campo da arte, gerando resultados poéticos em diferentes meios e suportes. Realizou exposições individuais no CDF Centro de Fotografia de Montevideo (2016), Centro Cultural São Paulo (2015), SIM Galeria (2014), Galeria Gestual (2014) e Instituto Goethe POA (2013).

 

Números do CEN 2018

10 filmes premiados

3 mostras

39 filmes selecionados para Competitiva Brasil

13 projetos dirigidos por grupos

13 realizadoras

36 realizadores

9 produções assinadas por brasileiros no exterior

34 filmes em exibição na Cinemateca Capitólio

2 sessões com acessiblidade

1 filme no espaço expositivo do Capitólio

4 filmes na galeria do Goethe-Institut

2 performances

2 seminários

Mais de 30h programação em sala de cinema, galerias, ruas e paredes da cidade;

22 sessões em sala de cinema

2 oficinas

 

Quem fez o CEN 2018:

 Curadoria Mostra Competitiva Brasil: Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo e Vinícius Lopes

Curadoria Mostra Topographical Translations: Philip Widmann

Curadoria Mostra Strangloscope: Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting

Curso “Crítica no Brasil Hoje”: Daniel Feix

Curso “Câmera Causa”: Gustavo Spolidoro e Jadhe Fucilini

Seminário “Pensar a Imagem”: Elaine Tedesco, James Zortéa, Queta Satt

Júri Mostra Competitiva Brasil: Leonardo Bom Fim, Renata de Lélis, Romy Pocztaruk

Equipe de Produção: Jaqueline Beltrame (coordenação), Arthur Ferraz, Kamyla Claudino Belli, Marco Mafra e Tulia Radaelli

Equipe de Programação: Ramiro Azevedo (coordenação), Isabel Cardoso

Equipe de comunicação: Bruna Paulin (coordenação), Bruna Paulin e Lucas Thompson (assessoria de imprensa) e Juliana Palma (reportagem e redes sociais)

Site: Pomo Studio (Gabriella Tachini e Fred Messias)

Fotografia: Thiéle Elissa

Arte – concepção & design: Gustavo Panichi

Vinheta: Kamyla Claudino Belli

Rádio Oficial CEN 2018: Unisinos FM

Minuto CEN: Equipe TECNA PUCRS

Consultoria Jurídica: Adv. Patrícia Goulart

Ponto de Encontro Oficial CEN 2018: Kaza Zamper

12ª edição da Mostra Cinema e Diretos Humanos ocorre em Porto Alegre e Viamão até 14 de dezembro com entrada franca

Lucio Flávio 2

Abertura oficial ocorre na Cinemateca Capitólio Petrobras em Porto Alegre na terça, 04 de dezembro

 

Porto Alegre, 29 de novembro de 2018 – A 12ª Edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos chega a Porto Alegre e Viamão no dia 04 de dezembro, com sessões gratuitas no Sesc Viamão e Cinemateca Capitólio Petrobras, além de exibições itinerantes mediante agendamento.  Este é o quinto ano consecutivo que o evento conta com produção local da Primeira Fila Produções.

Em 2018, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos de existência e é o tema do festival. A mostra será realizada nos meses de novembro e dezembro nas 26 capitais do país e no Distrito Federal e a programação é totalmente gratuita.  Ao todo, serão exibidos 40 filmes, divididos em 4 mostras: Temática, Panorama, Mostrinha, dedicada ao público infanto-juvenil, e Homenagem, que celebra a carreira do ator e diretor Milton Gonçalves. A mostra é uma iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), com realização do Instituto Cultura em Movimento (ICEM).

Os filmes abordam as diversas temáticas dos Direitos Humanos, como memória e verdade, questões de gênero, população negra, população indígena, população LGBT, imigrantes, direito das pessoas com deficiência, direito da criança, direito dos idosos, direito da mulher, direito à saúde, direito à educação, diversidade religiosa e meio ambiente.  Para permitir a acessibilidade, todas as sessões contam com closed caption, e em sessões selecionadas haverá áudio descrição e Libras. Os espaços onde ocorrem as exibições também possuem estrutura acessível para receber os diferentes públicos, além de contar com a programação em Braille para consulta.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos surgiu em 1948 como um grito de liberdade e o clamor por respeito, contra o fascismo e as milhões de mortes da 2ª Guerra Mundial. Segundo a Diretora de Promoção e Educação em Direitos Humanos do MDH, Juciara Rodrigues, a Mostra promove ações públicas que transcendem governos, por isso já está em sua 12ª edição. “Trata-se de uma revolução silenciosa e maravilhosa. Vai até as pessoas para mostrar a elas a importância de ser cidadão e do respeito ao próximo. Chega até elas levando educação amorosa e libertária, para que possam refletir qual o nosso papel no mundo. É uma forma de lutar e resistir a qualquer tipo de opressão, de objeção em relação ao exercício da nossa cidadania e direitos.”, diz Juciara.

Com mais de 70 filmes no cinema, o ator e diretor Milton Gonçalves, homenageado na Mostra, é um dos mais prolíficos artistas do país. Presente nas telas e palcos desde a década de 50,  participou da história da televisão, do teatro e do cinema brasileiros. Sua versatilidade dramática e seu talento venceram as barreiras que normalmente são impostas aos artistas negros no país. “Sua atuação no cenário político e sua militância pelos Direitos Humanos e contra o racismo o tornam um desses artistas cuja trajetória precisa ser registrada e cuja história deve ser contada para os jovens. Milton Gonçalves soube como poucos manter um rigor artístico e, ao mesmo tempo, uma atuação e coerência política”, diz a diretora do ICEM Luciana Boal. “Com a proximidade de seus 85 anos de vida, em 2018, é fundamental conhecer o homem, marido, pai, político, ator e diretor Milton Gonçalves”, completa.

Para instituições, grupos e escolas que tenham interesse em receber a itinerância da Mostra ou participar das sessões programadas, os agendamentos devem ser feitos pelo email contato@primeirafilaproducoes.com.br ou através do telefone 51 982980541 até 30 de novembro. O evento ocorre nos dias 04, 05, 06, 07, 11, 13 e 14 de dezembro. Mais informações, acesse: facebook.com/mostradecinemaedireitoshumanosnomundors

 

Programação 12º Mostra de Cinema e Direitos Humanos

 

26/11/2018 – Segunda-feira

 

19h – Salão de Atos da FAMECOS (Prédio 7)

Café com Canela – 1h40 – Brasil

Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude.

Tempo: 1h40

Classificação: 14 anos

Janela de Libras

 

 

04/12/2018 – Terça-Feira

 

9h30 – SESC VIAMÃO

 

Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones – 25 minutos – Direito a pessoa com Deficiência – Brasil

História da criação da Banda “Os Goiabeiras” da qual fazem parte três pessoas com deficiência: um paralisado cerebral e dois autistas.

 

Nunca Me Sonharam – 1h24 – Direito à Educação – Brasil

Os desafios do presente, as expectativas para o futuro e os sonhos de quem vive a realidade do Ensino Médio nas escolas públicas do Brasil. Na voz de estudantes, gestores, professores e especialistas, “Nunca me sonharam‟ reflete sobre o valor da educação.

Tempo: 1h49

Classificação: Livre

Closed Caption

 

 

14h30 – SESC VIAMÃO

A Rua Noiz – 14 minutos – Cultura, Educação e Direitos Humanos – Brasil

O documentário trata das realidades enfrentadas dentro da periferia do Grande Bom Jardim, e de como uma mulher que aos 5 anos de idade vendia verduras e aos 35 dirige a maior escola de dança de Fortaleza em número de atendidos.

 

Enrolado na Raiz – 23 minutos – População Negra – Brasil

Mulheres negras falam sobre as diferentes formas de violência física e simbólica que o racismo impõe cotidianamente sobre seus corpos. Desejos, sonhos, frustrações, traumas e enfrentamentos são expostos em falas que recuperam experiências da infância.

Tempo: 43 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption

 

19h – SESC VIAMÃO

Eles Não Usam Black Tie – 2h14

Eles não usam black-tie debruça-se sobre os conflitos, contradições e anseios da classe

trabalhadora no final dos anos 1970, na crise final da ditadura militar. Baseado em peça homônima de Gianfrancesco Guarnieri escrita duas décadas antes, o filme adota uma narrativa realista que situa, em pólos antagônicos, a esperança na ação coletiva e a aposta nas saídas individuais, como alternativa de vida para os trabalhadores. Em torno do conflito entre o pai sindicalista, Otávio (Guarnieri), e o filho alienado, Tião (Carlos Alberto Ricelli), constrói-se uma trama comovente que reflete os efeitos da luta pela sobrevivência no seio da família operária. Eles não usam black-tie cativou o

público e a crítica, e recebeu vários prêmios, entre os quais se destaca o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1981.

Tempo: 2h14

Classificação: 14 anos

Closed Caption

 

 

21h – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (Cinema)

ABERTURA OFICIAL DA 12º MOSTRA DE CINEMA E DIREITOS HUMANOS COM DEBATE

Nós – 6 minutos – Imigrantes – Brasil

O filme mostra a trajetória cíclica dos refugiados através dos tempos, uma reedição de acontecimentos passados.

 

Do Outro Lado – 14 minutos – População LGBT – Brasil

Às vésperas de uma importante decisão, a juíza da Corte Suprema de Taiwan recebe uma carta inesperada.

Tempo: 20 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / com Libras ao vivo

 

 

05/12/2018 – Quarta-feira

 

9h30 – SESC VIAMÃO * Sessão com Debate e Libras

Histórias da Fome no Brasil – 52 minutos – Brasil

“Histórias da Fome no Brasil” mostra uma cronologia da fome no país. Do Brasil Colônia, onde foram plantadas as sementes das desigualdades sociais, até as políticas públicas recentes que culminaram na saída do Brasil, em 2014, do Mapa da Fome divulgado pela ONU, retratamos como se deu o enfrentamento deste mal por parte da sociedade e do governo.

A importância da superação da fome pode ser dimensionada quando consideramos que este flagelo perdurou durante séculos em nosso país e que até recentemente não se vislumbrava a história da crença de que ela era uma fatalidade que nunca reverteríamos, o filme nos aponta o pensamento daqueles que “nadaram contra a corrente”, como Josué de Castro, Dom Helder, Betinho e tantos outros, que acreditaram que a fome era um mal reversível, ocasionada pelos próprios homens e suas políticas.

Tempo: 52 minutos

Classificação: Livre

Libras

 

19h – SESC VIAMÃO

Carandirú – 2h26

Carandiru, história baseada em fatos reais e no livro escrito pelo médico Drauzio Varella (Luiz Carlos Vasconcelos), começa quando ele resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, vítima de um dos dias mais negros da história do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Ali, o médico toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de inferno na terra. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. Oncologista famoso, habituado a mais sofisticada tecnologia médica, Dráuzio Varella pratica a medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa.

 

 

06/12/2018 – Quinta-Feira

 

9h30 – SESC VIAMÃO

Henfil – 1h14 – Brasil

O documentário registra uma proposta curiosa feita a uma turma de jovens

animadores: tentar trazer para a atualidade as obras do cartunista, jornalista e ativista brasileiro Henrique de Souza Filho, o Henfil. Além desse processo, o filme traz depoimentos de amigos e revelações sobre como o artista hemofílico lidava com sua doença e utilizava seus desenhos como instrumento de luta contra a censura política de sua época.

Tempo: 1h14

Classificação: 12 anos

Closed Caption

 

9h30 – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (CINEMA)

À Espera – 22 minutos – Direito a criança e adolescente e Questão de Gênero – Moçambique

Em Moçambique, 39% de meninas se casam antes dos 15 anos com homens mais

velhos que elas, fazendo com que o país se encontra em 10 lugar entre os países mais afetados pelos casamentos prematuros, negando seus direitos como o da Educação e de serem o que elas quiserem.

 

Chega de Fiu Fiu – 1h13 – Questão de Gênero – Brasil

O retrato do dia a dia de três mulheres com vidas distintas, mostrando como a

violência de gênero é constantemente praticada no espaço público urbano. Dessa

forma, as diretoras Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão procuraram

especialistas para discutir sobre o assunto, buscando encontrar respostas e

alternativas para a uma questão fundamental: Será que as cidades foram feitas para as mulheres?

Tempo: 1h35

Classificação: 14 anos

Closed Caption

 

 

14h30 – SESC VIAMÃO

Rua das Casas Surdas – 8 minutos – Memória e Verdade – Brasil

Em uma vizinhança silenciosa, durante a ditadura nos anos 70, Carlos e Ernesto aproveitam o intervalo do jogo no rádio para voltar ao trabalho.

 

Marcos Medeiros – Codinome Vampiro – 1h11 – Memória e Verdade – Brasil

O documentário apresenta Marcos Medeiros, um personagem esquecido da nossa história que foi líder estudantil em 1968. Preso, torturado, cassado e exilado na Europa, Marcos começou a se dedicar ao cinema, tendo feito curtas com Chris Marker na França, um longa com Glauber em Cuba, e depois trabalhado na Itália com Rosselini. de volta ao Brasil, nos anos 80, com a anistia, Marcos inicia um trabalho pioneiro em vídeo, mas não encontra um espaço para viabilizar sua arte que não se identificava com o main stream. A incapacidade de se inserir numa sociedade burguesa e sem utopias leva Marcos à depressão. Morre em 1997 depois de uma longa internação no Pinel.

Tempo: 1h19

Classificação: 16 anos

Closed Caption

 

18h30 – Associação de Cegos do Rio Grande do Sul / ACERGS

Sessão com Audiodescrição

Heróis – 1h10 – Brasil

A judoca Rafaela Silva foi a primeira atleta da delegação brasileira a ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio em 2016, levando toda nação as lágrimas. Popople Misenga, o congolês convidado a participar da delegação composta por refugiados, fez o mesmo. Além disso, como esquecer de Rogério Sampaio e o ouro no mesmo esporte durante as Olimpíadas de Barcelona em 1992. A partir de uma abordagem heroica, a carreira desses desportistas é transformada em filme.

Tempo: 1h10

Classificação: Livre

Closed Caption/ Audiodescrição

 

19h – SESC VIAMÃO

 

O Que é Isso Companheiro – 1h50

Em 1964, um golpe militar derruba o governo democrático brasileiro e, após alguns anos de manifestações políticas, é promulgado em dezembro de 1968 o Ato Constitucional nº 5, que nada mais era que o golpe dentro do golpe, pois acabava com a liberdade de imprensa e os direitos civis. Neste período vários estudantes abraçam a luta armada, entrando na clandestinidade, e em 1969 militantes do MR-8 elaboram um plano para sequestrar o embaixador dos Estados Unidos para trocá-lo por prisioneiros políticos, que eram torturados nos porões da ditadura.

Tempo: 1h50

Classificação: 14 anos

Closed Caption

 

07/12/2018 – Sexta-Feira

 

19h – SESC VIAMÃO * Sessão com Debate

Batuque Gaúcho – 26 minutos – Diversidade Religiosa – Brasil

O Batuque Gaúcho é o nome dado a religião africana no Rio Grande do Sul, maior fenômeno religioso do Brasil, com cerca de 8 a 10 mil casas em todo o Estado. Mesmo assim, ainda é a que mais sofre preconceitos e está inviabilizada devido o racismo.

 

As Sementes – 32 minutos – Meio Ambiente – Brasil

Neneide fala sobre empoderamento feminino e como o grupo “Mulheres Decididas a Vencer” passou a trabalhar com abelhas num assentamento no Rio Grande do Norte. Izanete resiste ao agronegócio que ocupa extensas terras no Rio Grande do Sul, onde produz leite ecológico e pães para a merenda escolar. Para Efigênia, horta é terapia e o trabalho na roça em Minas Gerais, independência. Maria dos Santos recorda lutas pela posse da terra e igualdade de gênero e contra a desnutrição nas áreas quilombolas da

Bahia. Quatro sementes da economia solidária, do cooperativismo, do feminismo, da agroecologia.

 

10/12/2018 – Segunda-Feira

 

9h30 – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (CINEMA)

Uma Bala – 2 minutos – Defesa aos Defensores de Direitos Humanos – Brasil

Marielle Franco foi assassinada em 14 de março de 2018. Quem matou Marielle? Quem mandou matar Marielle? O crime permanece sem solução! “Uma bala. Uma bala realmente abala. Abala, mas não cala. Quem batalha por igualdade!”

 

Nomes que Importam – 15 minutos – População LGBT – Brasil

Filme que aborda a importância dos nomes sociais das pessoas trans.

O curta-metragem nomes que importam revela as histórias que permeiam as escolhas dos nomes das travestis e transexuais que participam do filme. Por meio de depoimentos, o documentário aciona memórias afetivas.

Repense o Elogio – 48 minutos – Questão de Gênero – Brasil

Repense o Elogio é um documentário que propõe a reflexão sobre a maneira como as crianças são elogiadas. Enquanto meninas são lindas, princesas e delicadas, meninos são fortes, inteligentes e corajosos. Até que ponto estes adjetivos aprisionam o verdadeiro ser de cada um? Este é um filme que reflete sobre o poder das palavras e da cultura, que trouxeram este desequilíbrio tão profundo na forma que elogiamos meninas e meninos.

Tempo: 1h05

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras ao Vivo

 

11/12/2018 – Terça-Feira

 

9h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

Outro Olhar – 34 minutos – Direitos a pessoa com deficiência – Brasil

A história da estudante gaúcha Renata Basso, que tem síndrome de Down e acaba de concluir o ensino médio, é o fio condutor de um retrato impressionante sobre a educação inclusiva no Brasil. Por meio de entrevistas com professores, colegas de classe, familiares e a própria Renata, o filme mostra que o esforço coletivo torna possível oferecer uma aprendizagem de qualidade a estudantes especiais.

 

Monocultura da Fé – 23 minutos – População Indígena – Brasil

Como no resto do país, também entre os Guarani Kaiowá a igreja evangélica vêm ganhando espaço. O mini-documentário percorre aldeias do Mato Grosso do Sul para mostrar denúncias das cada vez mais frequentes violências cometidas por grupos evangélicos contra a população indígena.

 

Waapa – 20 minutos – População Indígena – Brasil

O documentário propõe um mergulho inédito na infância Yudja (Parque Indígena do Xingu/MT) e os cuidados que acompanham seu crescimento. O brincar, a vida comunitária e as influências de uma relação espiritual com a natureza.

14h – EMEF Escola de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick

Príncipe da Encantaria – 11 minutos

As margens do Rio Negro a imaginação de Aninha cria asas enquanto Vó Esmeralda conta-lhe a estória de Benito, o boto cor de rosa.

 

A Natureza Agradece – 14 minutos

Bernardo vive em um pequeno rancho cheio de diversidade ambiental, um dia uma fábrica aparece colocando em risco toda a natureza.

 

A Câmera do João – 22 minutos

Uma faixa de luz passa por uma pequena perfuração, e se faz imagem. João descobriu que fotografias são heranças.

Tempo: 47 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras

 

15h30 – EMEF Escola de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick

Louise – 5 minutos

Durante brincadeira de futebol de rua entre quatro garotos a bola é chutada para longe e cai próximo a Louise e Bia. Juca corre para pegar a bola, percebe a habilidade das duas garotas para o futebol e as convida para brincar. Iago não aceita a participação delas mas Louise não quer ficar fora do jogo.

 

A Bicicleta do Vovô – 22 minutos – Brasil

A Bicicleta do Vovô é um curta metragem para crianças e adultos que aborda a relação entre avô e neto. Em um lugar muito distante, O Reino do Sertão Pelejado, homensmorcegos capturam lendas através de televisores. Surgem, então, o Super Tigre e o Mestre Conselheiro para salvar o nosso planeta das forças malignas da Feiticeira Mabá. É contando essas histórias que vô Rui transforma a infância do neto Cauê em um universo de aventuras e fantasias, re-significando símbolos através de um olhar mais lúdico sobre as coisas da vida.

Tempo: 27 minutos

Classificação: Livre

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13/12/2018 – Quinta-Feira

 

8h – EMEF Escola de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick

Menina de Barro – 1h37 – Bullying – Brasil * Sessão com Debate

A jovem Diana é uma garota habilidosa e especial. Na aurora de seus 12 anos de idade já carrega uma bagagem de conhecimento e talento que se mostra difícil de lidar: ela traz a estigmatizada e dadivosa marca de ser superdotada. Entre a solidão e a curiosidade, entre a agressividade e o carinho, Diana vai tecendo uma auto-crítica minuciosa ao passo que descobre a força do conhecimento e da amizade para liberar seus impulsos mais solidários. Ao mesmo tempo que busca “combater” o Bullying em sua escola, Diana precisará estar pronta para enfrentar seus problemas de família, seu coração e uma fúria típica daqueles que não se contentam com a apatia alheia. Demais para uma garotinha? Sinta-se convidado para descobrir de qual barro são feitas as guerreiras.

Tempo: 1h37

Classificação: 16 anos

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9h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

Príncipe da Encantaria – 11 minutos

As margens do Rio Negro a imaginação de Aninha cria asas enquanto Vó Esmeralda conta-lhe a estória de Benito, o boto cor de rosa.

 

A Natureza Agradece – 14 minutos

Bernardo vive em um pequeno rancho cheio de diversidade ambiental, um dia uma fábrica aparece colocando em risco toda a natureza.

A Câmera do João – 22 minutos

Uma faixa de luz passa por uma pequena perfuração, e se faz imagem. João descobriu que fotografias são heranças.

Tempo: 47 minutos

Classificação: Livre

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11h00 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

Louise – 5 minutos

Durante brincadeira de futebol de rua entre quatro garotos a bola é chutada para longe e cai próximo a Louise e Bia. Juca corre para pegar a bola, percebe a habilidade das duas garotas para o futebol e as convida para brincar. Iago não aceita a participação delas mas Louise não quer ficar fora do jogo.

 

A Bicicleta do Vovô -22 minutos – Brasil

A Bicicleta do Vovô é um curta metragem para crianças e adultos que aborda a relação entre avô e neto. Em um lugar muito distante, O Reino do Sertão Pelejado, homensmorcegos capturam lendas através de televisores. Surgem, então, o Super Tigre e o Mestre Conselheiro para salvar o nosso planeta das forças malignas da Feiticeira Mabá. É contando essas histórias que vô Rui transforma a infância do neto Cauê em um universo de aventuras e fantasias, re-significando símbolos através de um olhar mais lúdico sobre as coisas da vida.

Tempo: 27 minutos

Classificação: Livre

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18h30 – Associação de Cegos do Rio Grande do Sul / ACERGS

Sessão com Audiodescrição

Eduardo Galeano Vagamundo – 1h12 – Brasil

Amigos e profissionais do mundo artístico contam suas lembranças do escritor e jornalista uruguaio Eduardo Hughes Galeano, que faleceu em 2015. A trajetória de Galeano, autor do livro “As Veias Abertas da América Latina”, foi fortemente marcada pelo seu desejo de conhecer o mundo sempre buscando estar em contato com as belezas da vida.

Tempo: 1h12

Classificação: Livre

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19h – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia – 1h58

Enfoca as ligações entre ladrões e policiais. Lúcio Flávio é um bandido famoso que empreende fugas e ações espetaculares. Seu bando é trazido por um detetive que acobertava suas ações, que acaba sendo denunciado por Lúcio numa reunião com a imprensa. É oferecido um passaporte para fugir do país e não denunciar o policial; entretanto ao saber que seu irmão foi morto, ele recusa. Ao voltar para sua cela, é executado à facadas.

Tempo: 1h58

Classificação: 16 anos

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14/12/2018 – Sexta-Feira

9h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

 

O Começo da Vida – 1h47 – Direito da Criança – Brasil

Um dos maiores avanços da neurociência é ter descoberto que os bebês são muito mais do que uma carga genética. O desenvolvimento de todos os seres humanos encontra-se na combinação da genética com a qualidade das relações que desenvolvemos e do ambiente em que estamos inseridos.

O Começo da Vida convida todo mundo a refletir como parte da sociedade: estamos cuidando bem dos primeiros anos de vida, que definem tanto o presente quanto o futuro da humanidade?

Tempo: 1h47

Classificação: Livre

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14h30  – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Sociedade Etiquetada – 5 minutos – Direitos Humanos

Fernando, um homem gay, vive em uma sociedade que os rótulos sociais, que são dados a nos por outras pessoas, são vistos a olho nu, e ele tem que suportar o dia a dia dentro dessa sociedade cada dia mais cansado.

 

Tente Entender o Que Eu Tento Dizer – 1h25 – Direito a Saúde

Tente Entender é um documentário sobre a força do coletivo e da militância na transformação das pessoas e de uma realidade marcada pelas barreiras impostas pelo HIV. Um contraponto à desinformação, o filme mostra que a vida é rica em possibilidades ao acompanhar a vida de 6 personagens soropositivos das mais variadas classes sociais, profissões, orientações sexuais e religiosas em seu cotidiano.

Tempo: 1h30

Classificação: 12 anos

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16h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Palestra / Oficina sobre Direitos Humanos destinado a Professores e Graduandos com apresentação do seguinte programa:

 

Narrativas de Um Crime – 15 minutos – Combate à Violência e LGBT

Constantin, um investigador da Polícia Civil e aspirante a escritor, está em busca de uma boa história. Paulo, um Policial Militar, acaba de voltar de um período de suspensão da corporação em que trabalha. Os diferentes pontos de vista de Constantin e Paulo colidem quando eles se cruzam numa cena de um crime: uma jovem drag queen foi brutalmente assassinada. O conflito entre eles desconstrói preconceitos e flerta com a tragédia, revelando uma dura realidade repleta de ironias, lágrimas e sangue.

 

Um Café e Quatro Segundos – 15 minutos – Memória e Verdade – Brasil

Dois torturadores se encontram para tomar um café depois de mais de trinta anos sem se verem, para acertarem contas daquela época.

 

Lacerda – O Corvo da Guanabara – 19 minutos – Memória e Verdade – Brasil

O filme reconstitui a trajetória de Carlos Lacerda, ex-governador da Guanabara e líder radical da UDN em formato cine-jornal, visando iluminar sua participação direta em conspirações e tentativas de golpe em momentos chave da história do Brasil.

Tempo: 49 minutos

Classificação: 16 anos

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19h – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Rainha Diaba – 1h50

Lapa, Rio de Janeiro. Diaba (Mílton Gonçalves), um homossexual, comanda de um dos quartos de um bordel uma quadrilha responsável pelo controle de vários “pontos” de venda de droga. Sabendo que um dos seus homens de confiança está para ser preso, Diaba “fabrica” um novo marginal, para depois entregá-lo a polícia. Ela encarrega Catitu (Nélson Xavier), seu homem de confiança, de fazer isto. Catitu decide que o alvo.

Tempo: 1h50

Classificação: 18 anos

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Pano Pop lança coleção de peças com imagens de Porto Alegre na terça, 04 de dezembro

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Marca desenvolve coleções-cápsula com estampas da cidade desde 2014

Porto Alegre, 27 de novembro de 2018 – Na próxima terça-feira, 04 de dezembro, das 17h às 20h, a Pano Pop lança mais uma coleção com peças com imagens de Porto Alegre, clicadas pelo sócio da marca, Chico Lisboa. São 60 peças entre vestidos e blusas, camisetas masculinas, além de peças de decoração, entre quadros, placas, caixas e calendário.

A ideia da coleção com imagens da cidade surgiu em 2014, durante a Copa do Mundo, como uma opção de presente para os visitantes. Desde então, a empresa produz coleções-cápsula de vestuário. A novidade neste lançamento são os objetos de decoração com impressões das fotos, que estarão expostas para visitação e venda. São telas de locais como Bom Fim, Centro Histórico, Orla do Guaíba e os parques.

“Esse projeto veio com o objetivo de mostrarmos um ponto de vista que muitas vezes passa batido por quem vive aqui, e deixa de ver beleza onde vive. Temos cartões postais lindos em Porto Alegre e essa é uma maneira de redescobrir a cidade”, revelam os proprietários da marca com sede no Bom Fim.

Toda a linha de produção ocorre localmente, desde o desenvolvimento das imagens e curadoria de Chico e Simone Martins, também sócia, passando por modelagem, corte e finalização das peças. “Gostamos de ressaltar que tudo é feito aqui, ou no nosso escritório ou em fornecedores próximos, da ideia ao produto final”, contam.

“Valorizamos a questão da peça única, já que temos uma produção praticamente on demand. Cada imagem vai apenas para uma peça de cada modelo, o que mantem a exclusividade e originalidade”.

A Pano Pop funciona de segunda sábado, das 10h às 19h, na Rua Fernandes Vieira, 656. Para mais informações, acesse: facebook.com/redepanopop | @panopop

Sobre a marca

A Pano Pop foi fundada em 2013 por Simone Martins e Chico Lisboa, desenvolvendo peças com estampas exclusivas em vestuário feminino, masculino e infantil além de peças de decoração. A loja conta com acessórios e calçados, sempre valorizando produtores locais e regionais. Sua sede na Rua Fernandes Vieira também conta com o Studio Leo Zamper Bom Fim, duas marcas unidas em um único espaço a serviço da beleza, moda e lifestyle no bairro mais descolado da cidade.

2º Encontro de Teatro de Bonecos é a atração deste domingo no Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro

A Revolta dos Perus, Grupo TIA, fotografias de Tony Capelão

Evento com entrada franca promove atividades na concha acústica até dezembro

Porto Alegre, 27 de novembro de 2018 – O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 02 de dezembro, o 2º Encontro de Teatro de Bonecos, com produção do CRTB-RS (Centro de Referência do Teatro de Bonecos do Rio Grande do Sul).

As atividades incluem apresentação de espetáculos, exposição e performances, e a recepção ao público é feita pelos próprios bonecos, proporcionando uma intensa vivência desta arte milenar em suas mais variadas formas.

Na Concha Acústica, as performances teatrais tem duração de dois a três minutos, e incluem as montagens “A Caixa”, de Alexandre Kleine, “Memórias”, de Marion dos Santos, “A Nuvem”, de Anderson Gonçalves, “Peraltices”, de Viviane Marmitt, “Sonho com Oxum”, de Caroline Falero,  “Caixa Craniana”, de João Vasconcellos, “Borboleta”,  de Elaine Regina, “Desencontros”, de Júlia Santos e Dragulengo, de César Camargo.

Também será apresentada “A Revolta dos Perus”, nova criação do grupo TIA (Teatro Ideia Ação), que desenvolve um trabalho contínuo há mais de 13 anos, tendo como proposta um teatro popular e de intervenção social. O espetáculo conta, em uma narrativa cômica, a história de uma família de perus na véspera de Natal, e propõe reflexões sobre as relações sociais, com classificação livre e duração de 50 minutos.

A exposição fotográfica “Bonecos”, de Ana Teresa Pereira Neto, poderá ser  conferida pelo público.

As atividades têm início às 19h, com entrada franca. O Festival encerra a programação de 2018 no dia 16 de dezembro, com apresentação do grupo Canto Livre.

O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

 

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos

16/12 – Canto Livre

 

CRTB-RS

O Centro de Referência Teatro de Bonecos RS é uma iniciativa inédita dos bonequeiros gaúchos, viabilizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (FAC), e busca resgatar a memória do teatro de bonecos no RS, atuar na formação de novos profissionais e fomentar a pesquisa na área.
O Centro tem sua sede no prédio da Cia de Arte, na Rua dos Andradas, nº 1780, Centro Histórico de Porto Alegre.

 

 

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