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Bruna Paulin

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Editora Belas Letras lança biografia da banda Planet Hemp, de Pedro de Luna

9788581744421 ALTA

 

Publicação está em pré-venda até 10/12 pelo site www.livrodoplanet.com.br

 

 

Chegam às livrarias de todo o Brasil a partir de 13/12 o livro Planet Hemp: Mantenha o respeito, de Pedro de Luna, editado pela Belas Letras. A publicação encontra-se em pré-venda pelo site http://www.livrodoplanet.com.br e conta com kit especial com marcador de páginas, adesivo e patch. Além disso, toda semana, até o final da pré-venda, serão sorteadas duas compras para receberem seu livro com dedicatória exclusiva do rapper Marcelo D2.

No início dos anos 1990, embalados pela MTV, pela explosão do grunge e por uma nova e efervescente cena musical independente, surgiram bandas por todo o Brasil. Assim como os Raimundos em Brasília e o movimento mangue beat em Pernambuco, nasceu no Rio de Janeiro uma banda que misturava rap, rock, psicodelia, hardcore e ragga, e falava abertamente sobre a legalização da maconha: o Planet Hemp.

Mesmo com todas as dificuldades e a morte do seu criador, Skunk, a banda conseguiu em apenas cinco anos uma projeção nacional e internacional até então inimaginável. Seus três discos de estúdio venderam centenas de milhares de cópias, seus shows lotaram de norte a sul e a sua fama os levou a prisão, num episódio que comoveu o Brasil, em novembro de 1997. O Planet Hemp também revelou talentos como Black Alien, BNegão e o DJ Zé Gonzales, e inspiraram até uma revista em quadrinhos!

Agora, essa história é contada nos mínimos detalhes. Com depoimentos exclusivos dos integrantes e ex-integrantes, membros da equipe, músicos, familiares, profissionais do mercado e da imprensa, Planet Hemp: mantenha o respeito narra todos os passos do grupo carioca, desde o primeiro ensaio até a explosão com o lançamento do disco Usuário (1995), abordando todas as fases e acontecimentos importantes na história da banda. A extensa pesquisa do autor Pedro de Luna também traça um panorama do cenário do rock nacional do período, com ênfase nas bandas da chamada Hemp Family, além de acompanhar o bem-sucedido voo solo do vocalista Marcelo D2.

Após o lançamento do filme Legalize Já – que conta a história de amizade entre Skunk e Marcelo D2 e a formação do grupo – Planet Hemp: mantenha o respeito chega em boa hora para complementar o longa metragem e mostrar o que aconteceu com a banda dali em diante. E muita coisa aconteceu. O livro conta com materiais inéditos, como cartazes, flyers, matérias de revistas e jornais, credenciais e colagens do Skunk, além de um mapa que revela o itinerário da banda pelo Rio de Janeiro dos anos 1990. Minucioso, o autor montou ainda uma cronologia para o apêndice da obra, que aponta, ano a ano, os principais acontecimentos na vida do Planet Hemp.

São mais de 60 imagens espalhadas pelo livro, quase todas inéditas e tiradas por amigos e membros da banda, além de entrevistas exclusivas, histórias nunca contadas antes e aparições muito especiais.

 Planet Hemp: mantenha o respeito é a biografia definitiva de uma das maiores e mais instigantes bandas do Brasil e chega no mesmo momento em que a banda completa 25 anos de carreira. Esta é a nona obra assinada por de Luna. Sua ligação com o Planet Hemp vem desde 1996, quando fez assessoria de imprensa de um show da banda em Niterói e gravou um material até hoje inédito.

Estão programadas oito sessões de lançamento da obra em Curitiba, São Paulo, Niterói, Rio de Janeiro e Vitória até o final do ano (confira agenda completa abaixo). No dia 11/12, o autor e o baixista do Planet, Formigão, participam de evento no Smoke Lounge, na Tijuca, com palestra sobre a banda antes da fama, sessão de autógrafos do livro e shows das bandas Ladrão e 77 Idols. Já no dia 15, é a vez de São Paulo, com sessão de autógrafos com a presença do autor e de Apollo Nove, produtor musical que foi tecladista do Planet e DJ Zé Gonzales, que foi DJ da banda no Ultra 420.

Para mais informações, acesse: facebook.com/biografiaplanethemp

 

 

AGENDA DE LANÇAMENTOS DA BIOGRAFIA DO PLANET HEMP

 DEZEMBRO

CURITIBA

01/12 (sábado) das 16h20 às 20h – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” e palestra do autor Pedro de Luna na Mega Grow. Após a palestra, debate com o jornalista Abonico Smith (Mondo Bacana) e o fotógrafo e ex-fanzineiro Digão Duarte.

Mega Grow: Av. Manoel Ribas 3946 Loja 2, Cascatinha. Tel.: (41) 3308-8673

Palestra com livro + debate + coffee break R$ 120. Limitado aos 50 primeiros compradores.

Após o evento exclusivo, venda do livro com discotecagem ambiente com entrada franca.

SÃO PAULO

06/12 (quinta) das 18h às 20h – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com a presença do autor Pedro de Luna na Semana Internacional de Música (SIM SP).

Jardim Sul do Centro Cultural São Paulo: Rua Vergueiro, 1.000 Paraíso. Tel.: (11) 3397-4002. Entrada franca.

RIO DE JANEIRO (Zona Norte)

11/12 (terça) das 18h às 0h – Palestra “O Planet Hemp antes da fama” e lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com a presença do autor Pedro de Luna. Show com as bandas Ladrão e 77 Idols. Presença confirmada do Formigão, baixista do Planet Hemp.

Smoke Lounge: Rua Ibituruna 8, Tijuca. Tel.: (21) 3197-1975. Entrada a R$ 10.

https://www.facebook.com/events/257886894901674/

 

NITERÓI

12/12 (quarta) das 18h às 22h – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com a presença do autor Pedro de Luna.

Tabacana: Rua São João 71, Galeria Garden, loja 19, centro. Tel.: (21) 98683-3828.

RIO DE JANEIRO (Zona Sul)

13/12 (quinta) das 18h às 0h – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com a presença do autor Pedro de Luna. Som, cervejas, gente bacana e ambiente legalize.

La Cucaracha: Rua Teixeira de Melo 31-H Ipanema. Tel: (21) 2522-0103. Entrada franca. https://www.facebook.com/events/2805674052806988/

SÃO PAULO

15/12 (sábado) das 16h20 às 20h – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com a presença do autor Pedro de Luna, pocket show com DJ Ecoalaize, sorteios, cerveja barata e pipoca de graça. Presença confirmada do produtor Apollo Nove, que foi tecladista do Planet Hemp, e do DJ Zé Gonzales, que foi o DJ da banda.

Ultra 420: Rua dos Pinheiros, 448 Pinheiros. Tel.: (11) 3063-0352. Entrada franca.

VITÓRIA

19/12 (quarta) das 19h30 às 00h – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” no Spirito Jazz, com sessão de autógrafos com Pedro de Luna e show da banda Beck Power fazendo um tributo ao Planet Hemp.

Spirito Jazz: Rua Madeira de Freitas 244, Praia do Canto – Vitória. Tel.: (27) 3019-0860. Entrada franca.

https://www.facebook.com/events/172408377037906/

SÃO PAULO

22/12 (sábado) – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com a presença do autor Pedro de Luna.

Inca Headshop – Rua Fidalga 504, Vila Madalena.

……

Sobre o autor:

Pedro de Luna é um escritor, jornalista, quadrinista e gestor cultural carioca. Viveu intensamente a efervescente cena alternativa dos anos 1990 e 2000, tanto na música quanto no skate. Já trabalhou em rádio, sites, organizou shows e editou fanzines. É autor das biografias Chico Alencar: caminhos de um aprendiz (2017) e Marcatti: tinta, suor e suco gástrico (2015). Planet Hemp: mantenha o respeito é o seu nono livro.

Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, encerra o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018

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Festival divulga vencedores da Mostra Competitiva Brasil na quarta, 28 de novembro

 

Porto Alegre, 26 de novembro de 2018 – Na próxima quinta-feira, 28 de novembro, às 18h, o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 chega ao fim de mais uma edição, com a exibição do longa-metragem de Renée Nader Messora e João Salaviza, Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, seguida de cerimônia de premiação da Mostra Competitiva Brasil, na Cinemateca Capitólio Petrobras, com entrada franca.

Vencedor do Prêmio do Júri da seção Um Certo Olhar no Festival de Cannes e Prêmios de Melhor Fotografia no Festival do Rio de 2018, Ihjãc é um jovem do povo Krahô, aldeia indígena localizada em Pedra Branca, no interior do Brasil. Depois de ser surpreendido pela visita do espírito de seu falecido pai, ele se sente na obrigação de organizar uma festa de fim de luto, comemoração tradicional da comunidade. O filme contou com os membros da comunidade de 3.500 no interior do Tocantins, interpretando eles mesmos e falando em seu próprio idioma.  Chuva é cantoria na aldeia dos mortos foi filmado durante nove meses.

Logo a seguir, na premiação do CEN 2018, as 39 obras da Mostra Competitiva Brasil concorrem ao Grande Prêmio Cine Esquema Novo. A comissão julgadora é formada pelo jornalista e programador Leonardo Bom Fim, a artista e mestre em Poéticas Visuais, Romy Pocztaruk e atriz-bailarina, pesquisadora e professora, mestre em Performance Artística Renata de Lélis

O vencedor do Grande Prêmio Cine Esquema Novo recebe o troféu, confeccionado pelo artista Luiz Roque, e levará para casa R$ 7 mil em locação de equipamentos da Locall. O júri também elegerá até cinco prêmios de escolha livre.

A cerimônia também premiará o espectador mais assíduo desta edição, uma homenagem ao filósofo e historiador Décio Andriotti, referência na pesquisa da história da música erudita no Rio Grande do Sul, e uma figura constante na programação do Cine Esquema Novo, com o Prêmio Cadeira Cativa. Falecido em abril deste ano, Décio era presente e muito assíduo, acompanhava toda a programação do festival desde seu início. Estava sempre com seu caderno fazendo anotações sobre os filmes, participava dos debates e interagia sempre que possível com os realizadores. O participante mais assíduo e que publicar a maior cobertura em suas redes sociais, receberá um presente do Studio Leo Zamper.

Com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, o Cine Esquema Novo 2018 ocorre na Cinemateca Capitólio e Goethe-Institut Porto Alegre. O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br e Ocupação Utopia e Luta. Mais informações, acesse: http://www.cineesquemanovo.org | http://www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo

 

Saiba Mais

Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, 2018, 114min

Classificação Indicativa 10 anos

Elenco: Henrique Ihjãc Krahô e Raene Kotô Krahô

Não há espíritos ou serpentes nesta noite e a floresta que envolve a aldeia está tranquila. Ihjãc é um jovem indígena krahô, do norte do Brasil, e tem pesadelos desde que perdeu o pai. É hora de organizar a cerimônia funerária para o espírito poder partir para a aldeia dos mortos. O luto deve cessar. Negando seu dever e querendo escapar de um processo de se tornar um xamã, Ihjãc foge para a cidade. Longe de seu povo e de sua cultura, ele enfrenta a realidade de ser indígena no Brasil contemporâneo.

Vencedor do Prêmio do Júri da seção Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Prêmio de Fotografia e Direção no festival do Rio 2018

Direção e Roteiro: Renée Nader Messora e João Salaviza

Produção: Entrefilmes, Karõ Filmes, Material Bruto

Produtores: Ricardo Alves Jr, Thiago Macêdo Correia, João Salaviza, Renée Nader Messora

Fotografia: Renée Nader Messora

Montagem: João Salaviza, Renée Nader Messora, Edgar Feldman

Elenco: Henrique Ihjãc Krahô e Raene Kotô Krahô

Distribuição no Brasil: Embauba

 

Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018

Prêmio:

Locall

– R$ 7.000,00 (sete mil reais) em aluguel de equipamentos

Jurados

Leo BomFim – Jornalista carioca radicado em Porto Alegre, é programador da Cinemateca Capitólio Petrobras (desde 2015) e da Sala P. F. Gastal (desde 2013).  Editor do siteFreakium (2004-2007) e do fanzine de crítica de cinema Zinematógrafo. Codiretor do documentário Nas paredes da pedra encantada (2011) sobre o disco Paêbirú, de Lula Côrtes & Zé Ramalho. Compositor e guitarrista na banda do cantor psicodélico gaúcho Plato Divorak.

Renata de Lélis – atriz-bailarina, pesquisadora e professora, mestra em Performance Artística – Dança na FMH-Lisboa. Atua como atriz de teatro e audiovisual desde 2005, tendo recebido cinco prêmios em festivais ao longo de sua carreira. É membro do COLETIVO HABITANTES, coletivo interdisciplinar que pesquisa corpo e tecnologia desde 2015. Com o videoarte “Onda”, produzido pelo coletivo, participou do FILE – SP, em 2016 e 2017 e no Live Cinema Festival, Itália, em 2016. Em 2018 o coletivo participa do Kino Beat com a video-instalação “Beej”.

Romy Pocztaruk – mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu trabalho lida com simulações e com a posição a partir da qual o artista interage com diferentes lugares, e com as relações possíveis a partir do cruzamento de diferentes campos e disciplinas (como ciência e comunicação) com o campo da arte, gerando resultados poéticos em diferentes meios e suportes. Realizou exposições individuais no CDF Centro de Fotografia de Montevideo (2016), Centro Cultural São Paulo (2015), SIM Galeria (2014), Galeria Gestual (2014) e Instituto Goethe POA (2013). Entre as principais mostras coletivas das quais participou estão: 11ª Bienal do Mercosul (2018), Porto Alegre; Panorama da arte brasileira (2017), MAM, São Paulo; Uma coleção particular (2015). Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; 31ª Bienal de São Paulo (2014), BRICS (2014), Oi futuro flamengo, Rio de Janeiro, Brasil; Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais (2011-13), Itaú Cultural, São Paulo/Rio de Janeiro/Goiânia, Brasil; 9ª Bienal do Mercosul (2013), Porto Alegre

Também realizou residências no Bronx Museum (Nova York), pela Bolsa Iberê Camargo de residências artísticas; China (Sunhoo Creatives in Residency), Berlim (Takt Kunstprojektraum) e Instituto Sacatar na Bahia

 

Encerramento Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018

Quarta-feira, 28 de novembro

18h – Exibição de Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza

20h – Cerimônia de Premiação mostra Competitiva Brasil

Cinemateca Capitólio – Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico

Entrada Franca

5º Kino Beat apresenta Cornucópia Sunset no dia 01 de dezembro no Vila Flores

OKO DJ Photo 3

Evento reúne artistas locais e internacionais, com destaque para DJ Oko (França)

 

Porto Alegre, 25 de novembro de 2018 – O Vila Flores recebe neste sábado, 01 de dezembro, das 16h às 20h, shows de Saskia, DJ Oko (França), Repetentes 2008 (RJ) e M. Takara (SP), integrando a Cornucópia Sunset do 5º Festival Kino Beat. O evento tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

No meio do caminho entre um concerto e uma festa, a Cornucópia Sunset propõe uma tarde/noite de abundância de ritmos, tempos e sonoridades. O percurso musical parte da introspecção instrumental, se desenrola em poesia com beats lo-fi, abre a pista com disco music brasileira robotizada, e acaba numa miscelânea de sons globais feitos para dançar. Cornucópia é um símbolo representativo da abundância. Na mitologia greco-romana era representada por um vaso em forma de chifre, com uma abundância de frutas e flores.

A programação no Vila Flores inicia com show do paulistano M. Takara, que apresenta “Música Resiliente Para Pessoas e Lugares”, um registro que retrata as amizades e colaborações com nomes como Joe Lally, Nathan Bell, Tim Kerr e Hanna Olivegren, que ele conheceu mais de perto durante passagem desses artistas pelo Brasil.

Às 17h a cantora gaúcha Saskia apresenta o melhor de sua produção musical, em uma performance potente que não se permite encaixar em um único estilo musical. A irreverente compositora utiliza a música não apenas como uma válvula de escape, mas também para abordar questões particulares da vida na metrópole.

Na sequência, o produtor musical Repetentes 2008, do Rio de Janeiro, um dos mais ambiciosos projetos da música eletrônica brasileira, apresenta músicas influenciadas pela cultura digital e o Vaporwave.

Encerrando a programação no Vila Flores, às 19h, a francesa DJ Oko apresenta repertorio eclético com sons contemporâneos e futuristas, passando pela música dos anos 1980. A apresentação de OKO está sendo realizada em parceria com a Aliança Francesa de Porto Alegre e Institut Français, e conta com o patrocínio da TIMAC Agro e financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura – Governo Federal. Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

Takara (SP)

“Música Resiliente Para Pessoas e Lugares” é um registro que retrata as amizades e colaborações do paulistano Mauricio Takara (baterista do Hurtmold) com nomes como Joe Lally, Nathan Bell, Tim Kerr e Hanna Olivegren, que conheceu mais de perto durante passagem desses artistas pelo Brasil. “Música Resiliente…” tenta, em um momento de confusões geopolíticas e ondas de separatismo, celebrar o lado humano e congregante da criação musical, por meio de uma viagem do brasileiro por algumas cidades americanas, em que reencontra essas parcerias e conexões. O resultado é uma música viva e espontânea, na qual prevalece o uso de improvisos e conversas sonoras entre instrumentos de corda, percussão e vozes, com atmosferas e espaço para cores diversas. Ficha técnica: M.Takara (voz, eletrônicos, percussões). Duração: 45 min.

Saskia (Porto Alegre)

Saskia apresenta o melhor de sua produção musical, em uma performance potente que não se permite encaixar em um único estilo musical. A compositora transborda irreverência utilizando a música não apenas como uma válvula de escape, mas também para abordar questões particulares da vida na metrópole. Com 22 anos e natural de Porto Alegre, Saskia grava músicas desde 2010. Compositora, cantora e produtora musical, já lançou suas tracks pelo grupo de artistas negros NON International, além de ser membra da Coletividade.NÁMÍBIÀ, grupo afrobrasileiro de música, arte e performance. Suas gravações lofi utilizam poucos recursos e intercalam linhas melancólicas de guitarra e teclado orgânicos com beats pegados eletrônicos e plásticos que transitam entre o trap, o indie e o folk. SASKIA empodera-se enquanto mulher negra e periférica e lança seu primeiro álbum físico em 2019 pelo projeto Natura Musical. Ficha técnica: Composição, Produção e Performance Musical: Saskia Peter Produção Executiva: Bruna Anele e Gabriela Marluce https://soundcloud.com/salnasalada

Repetentes 2008 (RJ)

O fascínio pela década de 1980/90 e a maneira única como Gabriel Guerra consegue retratar a cultura digital dessa época são algumas das principais razões pelas quais Repetentes 2008 é um dos mais ambiciosos projetos da música eletrônica brasileira. Longe de qualquer estereótipo que o Vaporwave possa ter proposto, suas músicas sintetizam muito além de sonoridades e timbres, mas a sensação de estar vivendo uma espécie de Zeitgeist que permeia pelos arcade games, comerciais da loja Mapping e vinhetas Hans Donner. https://soundcloud.com/repetentes2008

Oko DJ (França)

OKO DJ, sob seu nome real Marine, tem sido elogiada pelo ecletismo e pela qualidade de suas seleções, quebrando barreiras entre gêneros e ritmos. De sons contemporâneos e futuristas a música dos anos 80, da música corporal fria a atmosferas exóticas, os sets do OKO DJ são marcados por um sabor e liberdade únicos. http://shapeplatform.eu/artist/oko-dj/

A apresentação de OKO está sendo realizada em parceria com a Aliança Francesa de Porto Alegre e Institut Français, e conta com o patrocínio da TIMAC Agro e financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura – Governo Federal.

Cornucópia Sunset

01 de dezembro
Das 16h às 22h
Vila Flores – R. São Carlos, 753 – Floresta, Porto Alegre
Entrada franca

Sobre o Kino Beat

O Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

 

Lau Patrón lança 71 Leões, pela editora Belas Letras com sessão de autógrafos no sábado, 01 de dezembro, em São Paulo

Giselle Sauer III

Um relato intenso e sincero dos 71 dias em que autora morou no hospital junto com o filho João Vicente, diagnosticado com síndrome raríssima e autoimune. Uma história sobre afeto, dor e renascimento que chega às principais livrarias do país em novembro

 

Livro à venda pelo site https://belasletras.com.br/produto/71-leoes/

 

No sábado, 01 de dezembro, o público de São Paulo poderá participar do lançamento do livro “71 Leões”, de Lau Patrón, que contará com sessão de autógrafos na Livraria da Vila da rua Fradique Coutinho. Nas livrarias, a publicação pode ser adquirida pelo site https://belasletras.com.br/produto/71-leoes/.

“Esse livro é a minha montanha-russa particular e um convite para as pessoas entrarem comigo nela. Um convite de autoconhecimento, de reflexão. E espero que possa tocar e auxiliar, de alguma forma, outras histórias.” Nas palavras da autora Lau Patrón, 71 Leões é mais do que um livro sobre sua experiência com a maternidade. “É um livro sobre dor e amor. Todos os sentimentos complexos e às vezes incoerentes que fazem parte dos nossos processos de transformação.”

Nascida em Porto Alegre, filha de pai uruguaio e mãe gaúcha, a publicitária Lau tinha 25 anos quando seu filho João Vicente – o leãozinho, como ela chama desde a gestação – então com um ano e oito meses de idade, foi diagnosticado com a Síndrome Hemolítica Urêmica atípica, uma condição rara, genética, que causa falhas no sistema imunológico. Em meio a uma crise da doença, ele teve um AVC isquêmico que deixou sequelas motoras.

A jovem, que nunca havia almejado a maternidade, viu sua vida se transformar de maneira repentina. Em um dia ela acompanhava o filho correndo e brincando feliz no parque e, no outro, percebia os primeiros sinais da doença, que o levaria até quase a morte. Foi quando a vida virou do avesso. João recebeu um diagnóstico grave e um prognóstico desesperador, e Lau descobriu que o amor é o grande norteador de escolhas, e que força é o que fazemos a partir daquilo que dói.

Desde então, ela buscou possibilidades de tratamento, investiu em diversos tipos de terapia e hoje o menino já senta sozinho, desenha, voltou a movimentar as mãos e fica até de pé – resultados jamais esperados na época. Durante todo esse período, Lau mobilizou muitas pessoas, por meio de campanhas na internet. A página no Facebook “Avante Leãozinho” (facebook.com/avanteleaozinho) possui mais de 19 mil seguidores; e a autora já foi tema de diversas reportagens na imprensa nacional, e recentemente, participou do Tedx Unisinos, com um recorde de visualizações do vídeo de sua fala: https://www.youtube.com/watch?v=9eyCmr7At04&feature=youtu.be

Em 71 Leões, lançado pela Editora Belas Letras, que chega às principais livrarias do país em novembro, a autora narra os 71 dias que viveu no hospital ao lado do filho; 50 deles na UTI. Em formato de diário, o livro intercala cartas da mãe para o filho, relatos autobiográficos da vida de Lau, com a sequência dos acontecimentos, dia após dia, que iniciaram no dia 14 de outubro de 2013, quando João foi internado, até o dia 23 de dezembro daquele ano, quando recebeu alta.

Com narrativa potente, a autora compartilha cada detalhe íntimo e profundo da complexidade daqueles dias, transportando o leitor às paredes frias do hospital e ao ambiente hostil que pode ser uma UTI. Lau gravou a própria experiência, fazendo relatos diários em áudio de tudo o que ia acontecendo. A inspiração para essa narrativa veio a partir do filme Elena (2012), da atriz e cineasta brasileira Petra Costa.

Com 71 Leões pronto, Lau entrou em contato com a cineasta, que aceitou o convite e escreveu a apresentação do livro. “O livro provoca espasmos. Espasmos de choro, riso, espasmos de reconhecimento. Daquilo que escondíamos de nós mesmos. Uma travessia da qual saímos do outro lado mais vivos. E mais alegres também. Hoje agradeço Elena por me levar à Lau. A me conectar com uma mulher que, com apenas 30 anos, carrega a potência de ser uma das grandes autoras do nosso tempo”, escreveu Petra.

“71 Leões são linhas que falam de dor e de amor – e eu ainda não conheci coisas mais universais que isso”, conclui.

 

Lau Patrón

Lau Patrón nasceu em Porto Alegre em 1988, meio uruguaia e meio brasileira. Trabalhou como produtora audiovisual e publicitária durante bons anos, antes de se tornar mãe do João Vicente. Faz três anos que criou a página Avante Leãozinho, onde divide suas reflexões sobre inclusão, além de acolher outras famílias. Vem desenvolvendo mais projetos nesse sentido, é uma palestrante TEDx, odeia a palavra “superação”, e acredita apenas na mudança que passa pelo afeto. Ela não é só uma publicitária, mãe ou mulher latino-americana feminista. Em seu microcosmo, Lau é um universo todo. E como tal, tem suas próprias leis: escrever é uma delas. Pelos cotovelos – histórias, poesias, crônicas que vem guardando na gaveta há anos. 71 Leões é seu primeiro livro.

 

71 Leões: Uma história sobre afeto, dor e renascimento

 

Laura Patrón

ISBN: 9788581744544

Família/Maternidade

Autoajuda/ Autobiografia

Número de páginas: 192

Formato: 15x21cm

Editora: Belas Letras

Preço de capa: 39,90

Peso (em Kg): 0,500

 

Sinopse

Em um domingo de sol, a publicitária Lau Patrón corria pelo parque tentando alcançar o seu filho João Vicente, um menininho alegre e destemido de um ano e meio, que ela sempre chamou de Leãozinho. No outro dia, assistia ele sofrer uma crise violenta e misteriosa. Um fio de vida escorrendo para longe do seu colo de mãe. E tudo virou do avesso. Diagnosticado com uma síndrome raríssima, João estava morrendo. Este livro é um diário intenso e sincero dos setenta e um dias que Lau morou no hospital, muitos ao lado de seu filho em coma em um box de UTI, esperando a vida ou a morte. Um relato comovente e poderoso onde Lau nos dá uma dimensão real das pessoas, das emoções fluidas, da não existência de heróis. Do amor, como fonte de escolhas. Do olhar para a dor, sem medo, e com alguma ternura. De não matar leões por dia e, sim, recebê-los com reverência. Um por dia, um a mais na matilha. Para avançar. Para ir avante.

 

LANÇAMENTO 71 LEÕES EM SÃO PAULO

Quando: 01 de dezembro, sábado

Horário: 15h às 18h

Local: Livraria da Vila – Fradique Coutinho – Térreo (R. Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena)

Entrada gratuita

Kino Beat promove estreia de espetáculo multimídia, performances e show da banda paulista Hurtmold

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Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que ocorre até 13 de janeiro de 2019

 

Porto Alegre, 21 de novembro de 2018 – Com atividades programadas até 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O Kino Beat tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Na próxima sexta-feira, 23 de novembro, às 20h, o Teatro do Sesc recebe a estreia do espetáculo multimídia inédito “Tudo Nasce de uma Ferida Íntima”, produzido especialmente para o evento. Desenvolvido de forma colaborativa e horizontal por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, conta com desenho de luz de Mirella Brandi. Duas mulheres em cena. Construída apenas com registros de autoras, a dramaturgia de “Tudo Nasce” é formada por textos líricos, reportagens, entrevistas, textos escritos especialmente pra ocasião, áudios de Marielle Franco e Angela Davis, além de trechos do filme ”Um corpo feminino”, de Thais Fernandes. Uma performance de palavras, vozes, sons e luz, em remix de gestos e vozes de mulheres.

Na quarta-feira, 28 de novembro, às 20h, é a vez de Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado e Alessandra Bochio apresentarem suas performances no Lugar. O LUGAR é um espaço de investigação artística compartilhado por Chico Machado, Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani. Os artistas apresentação parte de sua produção atual, trazendo o entrelaçamento de sonoridades, vídeos e objetos sonoros inusitados.

 “Estes artistas, que trabalham tanto individualmente como em parceria, comungam da busca por experimentações que chegam a transgredir os limites ou bordas tradicionais destas diversas linguagens artísticas, gerando também a necessidade da criação de conceitos e nomenclaturas que acompanhem esta investigação”, revela Gabriel Cevallos, curador do Kino Beat. Utilizando-se tanto de alta como de baixas tecnologias, a inventividade aparece em seus trabalhos tanto nos processos compositivos e de criação como nos modos de tocar os aparelhos e instrumentos que utilizam. Desejosos da necessidade de inventar instrumentos e modos operacionais que, se não são novos, são pouco usuais, estes artistas pesquisadores (todos artistas/professores de cursos de arte de universidades federais do Rio Grande do Sul) transitam entre as artes visuais, a música, o vídeo e a arte sonora, gerando performances com uma abundância de estímulos multissensoriais.

Encerrando o primeiro mês de programação do 5º Kino Beat, o sexteto paulistano Hurtmold chega pela primeira vez em Porto Alegre com seu show comemorativo de 20 anos de carreira, na sexta-feira, 30 de novembro, às 20h, no Theatro São Pedro. O Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de São Paulo São Paulo pelos amigos Mauricio Takara, Guilherme Granado, Marcos Gerez, Mário Cappi e Fernando Cappi. A banda vem se apresentando pelo Brasil e exterior e lançando discos desde então. Em 2003, Rogério Martins se integra ao Hurtmold.

Uma banda de rock mas com diversas outras referências (musicais ou não), e que ao longo do tempo foi se firmando como um dos principais nomes do cenário da música alternativa e instrumental no Brasil. Com 7 discos lançados, o Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros

Todas as atividades são gratuitas, com distribuição de senhas a partir das 19h no dia do evento no Teatro do Sesc e Lugar e às 13h do dia 30 na bilheteria do Theatro São Pedro. Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

Tudo nasce de uma ferida íntima (Espetáculo multimídia)

23 de novembro no Teatro do Sesc, às 20h – distribuição de senhas a partir das  19h

O Kino Beat tem o histórico de incentivo à criação e desenvolvimento de shows e espetáculos inéditos para compor a sua programação. Para esta edição o espetáculo Tudo nasce de uma ferida íntima, foi desenvolvido de forma colaborativa e horizontal por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos. Participação especial de Thais Fernandes com o curta-metragem “Um corpo feminino” e deseho e luz de Mirella Brandi.

Sons, poesia de sons e música. Música de palavras e gestos. Remix de ser muitas mulheres. Universo de sensações. Dor e prazer. Som e fúria. Fragmentos de entrevistas, depoimentos, poesia e escritas pessoais. Tudo nasce de uma ferida íntima. Cinema e luz projetando corpos femininos. Duas mulheres em cena. Outras tantas nas vozes e imagens. Um quebra-cabeças em loop. Em cena, o sentimento, o ruído, a celebração de ser agora.

Textos: Angélica Freitas, Cássia Pinto, Daniela Delias, Eliane Brum, Isabel Nogueira, Mirna Spritzer, Dea Trancoso, Sophia de Mello Breyner Andresen, Wislawa Symborska e Xoxotas de Pelotas.  Entrevistas de Angélica Lidell e Debora Noal

 

Luagáricos no Lugar: Performances de Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado e Alessandra Bochio

28 de novembro às 20h – Performances dos 4 residentes do atelier/studio LUGAR – distribuição de senhas a partir das 19h

O LUGAR é um espaço de investigação artística compartilhado por Chico Machado, Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani. Nesta noite de performances estes artistas vão apresentar parte de sua produção, trazendo o entrelaçamento de sonoridades, vídeos e objetos sonoros inusitados.

Estes artistas, que trabalham tanto individualmente como em parceria, comungam da busca por experimentações que chegam a transgredir os limites ou bordas tradicionais destas diversas linguagens artísticas, gerando também a necessidade da criação de conceitos e nomenclaturas que acompanhem esta investigação. Utilizando-se tanto de alta como de baixas tecnologias, a inventividade aparece em seus trabalhos tanto nos processos compositivos e de criação como nos modos de tocar os aparelhos e instrumentos que utilizam. Desejosos da necessidade de inventar instrumentos e modos operacionais que, se não são novos, são pouco usuais, estes artistas pesquisadores (todos artistas/professores de cursos de arte de universidades federais do Rio Grande do Sul) transitam entre as artes visuais, a música, o vídeo e a arte sonora, gerando performances com uma abundância de estímulos multissensoriais, cujos resultados podem ser apreciados nesta noite performática.

Ficha técnica: Com Alessandra Bochio, Chico Machado, Felipe Merker Castellani, Isabel Nogueira e Luciano Zanatta.

Manipulação de softwares, hardwares, câmeras de vídeo, vídeo-projeção e objetos sonoros.

Duração: 90 minutos

 

HURTMOLD – 20 ANOS (São Paulo)

30 de novembro às 20h – Theatro São Pedro  – distribuição de senhas a partir das 13h

Pela Primeira vez em Porto Alegre, o sexteto paulistano Hurtmold chega para o Festival Kino Beat com seu show comemorativo de 20 anos de carreira.
O Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de São Paulo São Paulo pelos amigos Mauricio Takara, Guilherme Granado, Marcos Gerez, Mário Cappi e Fernando Cappi. A banda vem se apresentando pelo Brasil e exterior e lançando discos desde então. Em 2003, Rogério Martins se integra ao Hurtmold.
Uma banda de rock mas com diversas outras referências (musicais ou não), e que ao longo do tempo foi se firmando como um dos principais nomes do cenário da música alternativa e instrumental no Brasil. Com 7 discos lançados, o Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros

HURTMOLD
Fernando Cappi – guitarra
Guilherme Granado – teclado, sinth
Marcos Gerez – baixo
Mário Cappi – guitarra
Mauricio Takara – bateria e trompete
Rogério Martins – percussão e clarone

Endereços:

TEATRO DO SESC  Av. Alberto Bins, 665 – Centro

LUGAR Subsolo, Av. Independência, 745 – Independência

THEATRO SÃO PEDRO Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico

Sobre o Kino Beat

Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

Das Tripas Sentimento (2018) e Dance a Letra Caetano voltam a cartaz na Casa Cultural Tony Petzhold

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Macarenando Dance Concept investe em temporada compartilhada para apresentar espetáculos inspirados em Elis Regina e Caetano Veloso

 

A Macarenando Dance Concept terá dupla jornada nos dias 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro com a apresentação dos espetáculos “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, às 19h, e “Das Tripas Sentimento (2018)”, às 21h30, na Casa Cultural Tony Petzhold.

Após 18 anos de sua estreia, o espetáculo Das Tripas Sentimento ganhou uma nova versão, estreada em setembro de 2018. Elis Regina é a personagem que inspirou a montagem original e que segue alimentando esta nova versão. Das Tripas Sentimento (2018) objetiva cultivar, através da linguagem da dança, a memória cultural da música brasileira tendo como fonte a forte interpretação da imortal cantora. “A proposta é resgatar o sentimento Elis através do universo poético que o seu canto nos sugestiona. Sua trajetória marcada por atitudes inflamadas de guinadas estéticas (e políticas) radicais e interpretações transcendentes nos leva a refletir sobre o percurso da linha evolutiva da sociedade em que vivemos. E, no momento atual em que se faz urgente ouvir uma das vozes femininas mais importantes desse país, direção e equipe se unem no desafio de realizar este projeto. Em 2000, homenageamos. Em 2018, reivindicamos a VOZ”, declara June.

O título do espetáculo vem de uma frase da artista: “é preciso fazer das tripas sentimento para poder viver neste país”. Nada mais emblemático neste momento em que estamos vivendo. No repertório do espetáculo, 19 canções célebres da carreira de Elis pautam as cenas que contam com a dramaturgia de Gui Malgarizi e pesquisa de Eunice Muniz da Silva.

Para quem assistiu a versão de 2000 de Das Tripas… terá a grata surpresa de reencontrar em cena os bailarinos Diego Mac – filho de June, diretor da Macarenando e que na época iniciava sua carreira artística – Thais Petzhold e Dani Boff que integravam o elenco original da montagem. Acompanham Diego, Thais e Dani os bailarinos Cassandra Calabouço, Denis Gosh, Lu Paludo e Rossana Scorza.

Já “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano” apresenta um conjunto de coreografias criadas a partir da pesquisa de gestos literais para 30 letras de músicas da obra de Caetano Veloso. A obra é derivada do jogo coreográfico Dance a Letra, que consiste em criar danças a partir da mímica de letras de músicas famosas. O procedimento é desenvolvido pela Macarenando Dance Concept desde 2013 no espetáculo Abobrinhas Recheadas – O Jogo, que explora a relação da dança com o humor e a comédia e é o primeiro Stand-Up Dance Comedy do RS. Em “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, o procedimento Dance a Letra ganha novas camadas por meio do aprofundamento do estudo da literalidade gestual enquanto elemento de composição cênico-coreográfica e da articulação à poética musical de Caetano Veloso.

“Num Brasil pós-Queer-Museu, Caetano Veloso e suas canções iluminam nove bailarinos, dois diretores e uma produtora em um espetáculo. Em um tempo tão partido, cheio de partidas e particionamentos, inundado de intolerância, homofobia, machismo, transfobia, racismo, pós-verdades, vítimas silenciadas e humanos despidos de direitos, louco talvez seja aquele que se pensa inteiro sem a arte e sem o artista. E nós continuamos Macarenando e dançando Caetano ao pé da letra. Se as lágrimas forem salgadas demais, garantimos que a doçura dos risos equilibrará a luta”, afirmam os diretores Diego Mac e Gui Malgarizi.

A Casa Cultural Tony Petzhold estará aberta a partir das 18h durante a temporada, com o bar funcionando, para receber o público e já entrar no clima antes e entre as apresentações, oferecendo drinks e cardápio criados especialmente para os espetáculos. A curta temporada ocorre nos dias 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro, com apresentações às 19h (Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano) e às 21h30 (Das Tripas Sentimento 2018). Os ingressos custam R$ 40,00. Valor promocional de R$ 70,00 com ingresso para os dois espetáculos. Ingressos antecipados online ou venda presencial na Loja Imaginarium Iguatemi e Casa Cultural Tony Petzhold. Durante as apresentações, os ingressos estarão à venda uma hora antes do espetáculo. A Casa Cultural Tony Petzhold fica na Avenida Cristovão Colombo, 400. Mais informações: facebook.com/macarenando | (51) 98918 2124

TEMPORADA

30 de novembro, 01 e 02 de dezembro
Às 19h | Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano
Às 21h30 | Das Tripas Sentimento (2018)

LOTAÇÃO: 40 LUGARES

COMBO (ingressos para os 2 espetáculos)

INTEIRA: R$ 70

MEIA: R$ 35 (50% de desconto para professores, estudantes, classe artística e idosos, conforme legislação)

 VALORES

INTEIRA: R$ 40

MEIA: R$ 20 (50% de desconto para professores, estudantes, classe artística e idosos, conforme legislação)

 

COMO COMPRAR

– Online (taxa de conveniência de 10% paga pelo cliente):
https://elisecaetano.eventize.com.br/

 – Presencial:

Loja Imaginarium – Shopping Iguatemi (Av. João Wallig, 1800). Pagamento somente em dinheiro

Casa Cultural Tony Petzhold (Cristóvão Colombo, 400): de segunda a sexta, das 9h às 12h. Pagamento somente em dinheiro.

– Na hora:

1h antes do espetáculo. Pagamento somente em dinheiro

 

EVENTO

https://www.facebook.com/events/1157637451059398/

 

FICHA TÉCNICA: DAS TRIPAS SENTIMENTO

Direção artística e coreográfica: June Machado

Elenco: Cassandra Calabouço, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Lu Paludo, Rossana Scorza, Thais Petzhold

Dramaturgia: Gui Malgarizi

Direção de pesquisa: Eunice Muniz da Silva

Direção de Produção: Sandra Santos
Produção e Cenário: Arthur Bonfanti

Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos

Coordenação das Garrafas: Giulia Baptista Vieira e Gustavo Petri

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Visagismo: Equipe Studio Leo Zamper – Leo Zamper, Becca Martins, Gui Kaufmann e Lucas Lemes

Fotografias: Gui Malgarizi e Claudio Etges

Gestão do projeto: Diego Mac

Realização: Macarenando Dance Concept e Casa Cultural Tony Petzhold

Duração: 90 minutos

Classificação etária: livre

FICHA TÉCNICA: DANCE A LETRA GRUPÃO POCKET LIVE GESTOS CAETANO
Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano
Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi

Coreografia: Diego Mac
Produção: Sandra Santos
Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
Assistência de produção e iluminação: Arthur Bonfanti e Giulia Baptista Vieira
Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Caetano Veloso
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Fotos: Cintia Bracht
Apoio: Casa Cultural Tony Petzhold
Realização: Macarenando Dance Concept

Duração: 45 minutos

Classificação etária: livre

+ INFO

facebook.com/macarenando

macarenando@macarenando.com.br

(51) 9 8918 2124

Sarau da Clara Corleone recebe Ana Cardoso e Clarissa Pont na quinta, 22 de novembro

Sarau da Clara_credito Eduardo Seidl (4)

 

O tema da edição de novembro será “Jornalistas que escrevem” e ocorrerá no Von Teese

 

Porto Alegre, 16 de novembro de 2018 – Na quinta-feira, 22 de novembro, às 20h30, o Von Teese recebe mais um Sarau da Clara Corleone. O evento literário, que ocorre mensalmente, traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de novembro será “Jornalistas que escrevem”.

Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã Ana Cardoso e Clarissa Pont. Ana é jornalista e escritora. Clarissa é jornalista.

O evento da escritora e atriz existe há mais de um ano e meio e já recebeu a política Manuela D’Ávila, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Vitor Necchi e Paulo Germano, a escritora Cinthya Verri, as atrizes Maria Galant e Catharina Conte, os diretores Júlio Conte e Patsy Cecato, o músico Carlinhos Carneiro e o ator Bruno Bazzo, entre outros. O “Sarau da Clara Corleone – Jornalistas que escrevem” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (pagamento somente em dinheiro). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

Sarau da Clara Corleone – Edição de novembro

“Jornalistas que escrevem” com Ana Cardoso e Clarissa Pont

22 de novembro, quinta-feira, às 20h30

Couvert a R$ 10,00 – pagamento somente em dinheiro

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo entre gerenciar o estúdio Otto Desenhos Animados e ser hostess do Bar Ocidente aos finais de semana. Escreve diariamente em sua página e teve textos publicados na Zero Hora digital, Sul 21 e no site Lugar de Mulher, além de comandar o programa “Todas as mulheres do mundo” na Rádio Elétrica.

Ana Cardoso nasceu em Curitiba, graduou-se na PUC-PR, morou em Florianópolis, formou-se mestre em Sociologia Política na UFSC, passou 10 anos em Porto Alegre com o marido Marcos Piangers e as filhas Anita e Aurora e hoje vive pra cima e pra baixo. É escritora, autora de quatro livros, entre eles o best seller A Mamãe é Rock e o guia para adolescência A Mamãe é Punk. Fundadora do projeto cultural Bonne Chance, escreve para Revista Pais&Filhos e é colunista da Revista Donna, no Jornal Zero Hora.

Clarissa Pont é jornalista e mãe do Sebastião e do Matias. Trabalhou como repórter por bastante tempo até começar a costurar comunicação e cultura em 2008. Foi assessora de imprensa, produtora e palpiteira em diversos projetos. Hoje pesquisa políticas públicas para a cultura, está entre Porto Alegre e Belo Horizonte para o mestrado e tem escrito e lido como nunca antes.

50 Tons de Pretas é a atração deste domingo no Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro

50 Tons de Pretas_Dejeane Arruée e Graziela Pires_crédito_Rogério Soares (1)

 Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica até dezembro

O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 18 de novembro, o grupo 50 Tons de Pretas, que apresenta o espetáculo “A mais pura verdade”.

A banda é composta por Dejeane Arruée, que além de vocalista e trombonista, toca pandeiro e é responsável pelos arranjos das canções, e Graziela Pires, vocalista e letrista. Os músicos que as acompanham são Cassiano Miranda (percussão), Felipe Sandas (violão), João Costa (bateria) e Vladimir Godoy (baixo).

O espetáculo “A mais pura verdade” tem orientação cênica da atriz e diretora Deborah Finocchiaro e projeção de imagens do artista Leandro Selister. O repertório conta com sambas e clássicos da MPB, além de composições autorais. O cunho político do espetáculo está presente nas canções, que buscam refletir sobre o ainda pequeno espaço ocupado pela mulher negra, a necessidade de empoderamento feminino e o reconhecimento das vitórias e reveses nesta caminhada.

A apresentação gratuita inicia às 19h. Em dezembro, o Festival promove no dia 02 a 2ª Mostra de Teatro de Bonecos, e encerrando a programação no dia 16, Canto Livre.

O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

18/11 – 50 Tons de Pretas

2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos

16/12 – Canto Livre

 

50 Tons de Pretas

A banda foi fundada na região do Vale do Sinos. O grupo reunido na época tinha 5 mulheres (a formação atual tem 6 meses). Com agenda cheia  desde  o  início  do  ano,  as  Pretas  se  apresentaram na  Virada  Cultural,  do Projeto  Virada  Sustentável,  primeira  edição  do Casa  Expandida na Casa  de  Cultura  Mario  Quintana,  segunda  edição do  Sarau  Voador  (London  Pub),  show  no  Meme  Santo  da  Casa  e participaram  da  Parada  de  Luta  LGBTI,  que  reuniu  mais  de  50  mil pessoas,  e  da  Cerimônia  de  encerramento  do  46º Festival  de  Cinema  de  Gramado. O grupo percorre 12 cidades do Rio Grande do Sul em 2018 com a turnê “A mais pura  verdade”, onde cantam sambas e clássicos da MPB, além de composições autorais.

Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre de 22 a 28 de novembro em Porto Alegre

POSTERCEN2018

Três Mostras, oficinas e seminários integram programação que ocorre na Cinemateca Capitólio, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – O Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre entre os dias 22 e 28 de novembro, com atividades gratuitas na Cinemateca Capitólio Petrobras, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta. São três mostras, duas oficinas e dois seminários que integram a programação do evento, que em 2018 completa 15 anos de existência e chega a sua 12ª edição.

A programação do Cine Esquema Novo inicia em grande estilo, com uma sessão de abertura especial: no dia 22 de novembro às 20h na Cinemateca Capitólio o público poderá conferir o show do trio instrumental Reverba TrioPor um Punhado de Trilhas, onde o grupo executa versões de grandes clássicos do cinema, como O Poderoso ChefãoTubarãoAmarcord, Blade Runner,  A Primeira Noite de um Homem e ET, o extraterrestre. Os arranjos compostos tradicionalmente para grandes orquestras foram convertidos para o formato power trio formado pelo guitarrista Julio Cascaes, o baixista Régis Sam e o baterista Gustavo Telles. Por um Punhado de Trilhas contará com projeções e imagens selecionadas por Carolina Grimm.

Após a apresentação, a Mostra Competitiva Brasil abre sua programação às 21h com a exibição de A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra. A Mostra Competitiva Brasil apresenta 39 obras – 35 exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações expostas no Goethe Institut, corealizadores do CEN 2018. seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores.

Serão 35 obras exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações que serão expostas no Goethe-Institut Porto Alegre, co-realizadores do CEN 2018. A seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores. Temáticas como feminismo, empoderamento da negritude, política atual, colonialismo, questões indígenas, pertencimento, religião, queer, entre outras, pautam os títulos selecionados de onze Estados brasileiros e nove produções assinadas por brasileiros realizadas no exterior (ou em coprodução internacional).

“Neste amplo panorama da recente produção autoral e independente do país, fica bastante claro que será uma edição extremamente posicionada e política”, afirmam os curadores que assinam a seleção, Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo e Vinicius Lopes.  A lista integra títulos como “Sol Alegria”, de Tavinho Teixeira e sua filha Mariah Teixeira, uma ficção científica lo-fi, onde uma família nada tradicional corre por um país dominado por uma junta militar e pastores corruptos; “Supercomplexo Metropolitano Expandido”, de Guerreiro do Divino Amor, que investiga como forças ocultas e ficções de diferentes naturezas, sejam elas geográficas, sociais, midiáticas, políticas ou religiosas, interferem na construção do território e do imaginário coletivo a ideia de cidade-máquina em São Paulo; e “Azougue Nazaré” de Tiago Melo, eleito o melhor filme da mostra Bright Future da 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã,  que incorpora elementos sobrenaturais em um retrato quase antropológico de uma pequena comunidade canavieira, dividida entre o Maracatu e o evangelismo.

Destaque também para “Majur”, documentário de Rafael Irineu Alves Lacerda que mostra um ano na  vida de Majur, chefe de comunicação de uma aldeia no interior do Mato Grosso; “O Peixe”, curta-metragem documental experimental que retrata uma vila de pescadores que tem o ritual de abraçar os peixes ao pesca-los; além de “Terremoto Santo” de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca, um curta musical com jovens cantores da cena da música evangélica da cidade de Palmares em Pernambuco, explorando com poesia e uma direção de fotografia muito autêntica a cultura evangélica do país.

O festival que, há quinze anos e onze edições derruba as barreiras simbólicas e experienciais entre o cinema e as artes visuais para exibir obras tanto na tradicional sala de cinema quanto em galerias de arte e espaços públicos, apresentará a performance “Título Provisório Para Obras de Formação Indeterminada”, de Marcelo Birck. Realizada em tempo real, exibe animações feitas à mão em super-8, antigas lâminas de lanterna mágica, e slides encontrados com som gerado a partir de um processo similar à montagem do cinema, transposto para outro material: vinis cortados a laser e recolados.

Entre os realizadores gaúchos, destacam-se “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, premiado como Melhor Longa Metragem no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim e “Música para quando as luzes se apagam” de Ismael Canepppelle.

O público poderá conferir três filmes com sessões acessíveis na Cinemateca Capitólio Petrobras: no dia 23 de novembro, às 17h, será exibido o longa A Cidade dos Piratas e no dia 27, às 15h, os filmes profanAÇÃO Majur.

A Mostra Competitiva premiará ao final do evento, no dia 28 de novembro, às 20h, na Cinemateca Capitólio, o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 e cinco Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até cinco prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição), com apoio da Locall. O júri desta edição é composto por Leo BomFim, Renata de Lélis e Romy Pocztaruk.

O realizador alemão Philip Widmann, artista convidado do CEN 2018, vem a Porto Alegre para exibição de mostra e seminário com entrada franca no Goethe-Institut Porto Alegre. Topographical Translations reúne trabalhos que tentam situar questões de representatividade e inteligibilidade na visibilidade de superfícies construídas e crescidas, contrastando com a evanescência do discurso escrito e falado. O artista apresentará dois programas no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre: às 14h, os curtas Fictitious Force, Das Gestell (ambos de Widmann), em diálgo com os filmes The Voice of God (de Bernd Lützeler) e Nutsigassat (Translations) (de Tinne Zenner), e às 16h, o primeiro longa-metragem do realizador, Szenario. Às 17h30, Widmann promove um Seminário com entrada franca. Os filmes possuem legendas em português e o seminário será realizado em inglêsNo dia 26, a mostra tem reprise nos mesmos horários.

Duo Strangloscope, dos artistas Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting, promove a mostra Existir/Resistir no dia 27, na Cinemateca Capitólio. A dupla executa a performance Carcará, com filmes e projetores 35mm, 16mm e Super 8 e apresenta uma curadoria de seis filmes experimentais de artistas do México, Argentina, EUA, Espanha, Venezuela e  França, três deles em 16mm, que refletem e dão forma a questões sobre existência e resistência.

Duas oficinas integram a programação do evento: Crítica no Brasil Hoje, ministrada pelo jornalista e crítico de cinema Daniel Feix, ocorre nos dias 22, 23 e 26 de novembro, na Cinemateca Capitólio. O curso de três módulos sobre análise de filmes na contemporaneidade com foco na produção atual cinematográfica brasileira ocorre das 15h às 18h e tem 20 vagas. As inscrições devem ser feitas pelo site do festival. Já o projeto Câmera Causa, ministrado por Gustavo Spolidoro e Jadhe Fucilini, ocorre nos dias 24 e 25 de novembro na Ocupação Utopia e Luta e contará com projeções dos filmes realizados na oficina no dia 27, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre.

Oficina voltada para pessoas são pertencentes ou atuam junto a projetos sociais e grupos em vulnerabilidade social. O intuito é levar a estes grupos/pessoas uma reflexão e prática da realização audiovisual voltada a criação de conteúdo que possa ser utilizado como divulgação do trabalho destes grupos, sua realidade e causas. As inscrições estão abertas até 18 de novembro e as 20 vagas serão preenchidas mediante seleção, feita pelo site do festival. A divulgação dos selecionados ocorrerá no dia 20.

No sábado, 24 de novembro, das 10h30 às 12h, a artista visual, professora de Artes Visuais na  UFRGS Elaine Tedesco, professor da Unisinos e Doutorando em Poéticas Visuais pela UFRGS James Zortéa e a jornalista, doutora em cinema e professora da PUCRS Maria Henriqueta  Creidy Satt integram o Seminário Pensar a Imagem, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. A atividade é uma reflexão sobre a imagem contemporânea, abordando especificidades teóricas, técnicas, conceituais, narrativas e de circulação, entre outros aspectos, associados à produção autoral e experimental de imagens no século 21. Não é necessária inscrição prévia.

Com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, o Cine Esquema Novo 2018 ocorre na Cinemateca Capitólio e Goethe-Institut Porto Alegre. O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br e Ocupação Utopia e Luta. Mais informações, acesse: www.cineesquemanovo.org |www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo

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