

Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica até dezembro
Porto Alegre, 29 de outubro de 2018 – O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 04 de novembro, o espetáculo Assobia e Chupa Cana, integrando a 2ª Mostra de Circo do Multipalco.
O espetáculo mostra os saltimbancos Pinguinho & Serragem na batalha do dia a dia. Os irreverentes contadores de causos são ligados por uma grande amizade e cumplicidade. Juntos transformam as dificuldades que encontram pelo caminho em um grande espetáculo. Tuta Camargo e Rafael de Moura, que há mais de 10 anos se dedicam à atuação, pesquisa e ensino na arte da Palhaçaria, são os criadores da peça. A montagem teve pré-estreia em 2015, no Festival Palco Giratória SESC/RS, em Porto Alegre, e desde então tem realizado apresentações no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A apresentação gratuita inicia às 19h. Em novembro, o Festival promove no dia 18 o show do grupo 50 Tons de Pretas. Em dezembro, estão agendadas atividades no dia 2 com a 2ª Mostra de Teatro de Bonecos, e encerrando a programação no dia 16, Canto Livre.
O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse: http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/
Festival de Primavera Vivar
Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica
Sempre às 19h, com entrada franca
14/10 – Os Fagundes
21/10 – Orquestra Entracht
4/11 – 2ª Mostra de Circo: Espetáculo “Assobia e Chupa Cana”
18/11 – 50 Tons de Pretas
2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos
16/12 – Canto Livre
Assobia e Chupa Cana
Rafael de Moura e Tuta Camargo iniciaram suas vidas como palhaços no Circo Teatro Girassol. Os dois, oriundos do teatro, participaram de muitos espetáculos, receberam prêmios por suas atuações em festivais como o Snard Azevedo e o Prêmio Tibicuera. Trabalharam com com diretores de diversas companhias como: Adriande Mottola (Cia Stravaganza), Camilo de Lélis, Adriane Azevedo, Zé Adão Barbosa entre outros. No circo, além da palhaçaria estudaram música, técnicas acrobáticas, malabares e expressão corporal. Tudo isto para realizar os muitos espetáculos do repertório do Girassol. Entre estes espetáculos destaca- se o Misto Quente e o Hipnotizador de Jacarés, que circula até os dias atuais. Com o desejo de aprofundar a relação dos dois e expandir a pesquisa na arte da palhaçaria, em 2015 surge o espetáculo “Assobia e Chupa Cana”, trabalho autoral que dá início a dupla Pinguinho & Serragem.

Evento em comemoração ao aniversário de um ano do Butcher Burger foi realizado no sábado, 21 de outubro
O Burger Day, evento do Butcher Burger em parceria com o Tô na Rua, ocorreu no último sábado, 21 de outubro. A festa, que promoveu o aniversário de um ano do restaurante, reuniu diversas atrações culturais e gastronômicas, com mais de oito horas de programação musical, comercializou 974 hambúrgueres, 475 litros de cerveja, 150 litros de Moscow Mule, e recebeu mais de 2500 pessoas ao longo do dia.
O Butcher reuniu cinco concorrentes que tiveram dez minutos para comer um sanduíche de mais de um quilo de carne bovina. A competição premiou o vencedor com um ano de lanches gratuitos e brindes da Al Capone e Le Mule. Julio Ritta levou o primeiro lugar, seguido de Anderson Henrique Lara e Jean Rafael Arenhart. Ritta pretende doar seu prêmio, convidando mensalmente uma criança de alguma instituição para uma refeição no Butcher.
De acordo com as proprietárias Viviane Ruskowski e Bianca Bolzani, a ideia é transformar o Burger Day em um evento anual, para celebrar o aniversário do restaurante e também o Dia do Açougueiro, comemorado em 09 de outubro.
Sobre o Butcher
O Butcher Burger nasceu após um ano de pesquisas na Austrália, onde as proprietárias Viviane Ruskowski e Bianca Bolzani viveram e tiveram a ideia de abrir um restaurante. Descontração, informalidade, burgers no tamanho exato para comer com a mão – tudo no clima leve que os Australianos costumam levar a vida.
Valorizando a importância do açougueiro no resultado de um bom hambúrguer, o Butcher foi inaugurado em outubro, mês do açougueiro, que comemora sua data no dia 09. O ambiente do restaurante reproduz um clima de açougue antigo, com decoração rústica e elementos trazidos de açougues como ganchos, facas, serrotes, balanças e moedores de carne, com cozinha à vista dos clientes.
São nove tipos de hambúrgueres, criados como uma amostra do paladar australiano – elaborados para serem comidos com as mãos, com perfeito equilíbrio entre tamanho e quantidade de ingredientes. Receitas como o Bonarche, hambúrguer com avocado, bacon e abacaxi, ou o Breakfast, com onion rings, ovo trito e molho barbecue e a versão vegetariana, com falafel, são algumas das opções do cardápio.
A casa possui uma parceria com a Al Capone, localizada no Polo Cervejeiro de Porto Alegre, no 4º Distrito, que envasa as cervejas com a marca Butcher. São 2 rótulos: Pale Ale e Premium Lager.
O Butcher funciona de segunda a sexta-feira do meio dia às 14h30 e sábado das 12h30 às 16h para o almoço, e das 17h30 às 22h de segunda à quinta-feira, encerrando às 23h nas sextas e sábados o jantar. Para mais informações, acesse: facebook.com/butcherburgerpoa

Exibição de “Não, não sei, enfim”, dirigido por Boca Migotto ocorre no dia 05 de novembro com entrada franca
Na segunda-feira, 05 de novembro, às 20h, Gustavo Telles & Os Escolhidos lançam o videoclipe de Não, não sei, enfim na Cinemateca Capitólio Petrobras. O clipe, dirigido por Boca Migotto, terá exibição seguida de show. No repertório, todas as músicas do álbum homônimo lançado nas plataformas digitais no final de 2017 e em CD em julho deste ano, apresentadas por Gustavo Telles (vocal e bateria), Murilo Moura (teclados e vocal), Edu Meirelles (baixo) e Daniel Mossmann (guitarra). A entrada é franca.
Segundo o jornalista Márcio Grings, responsável pelo release do álbum Gustavo Telles & Os Escolhidos, “Não, não sei, enfim é uma canção de amor que poderia ser regravada por Odair José. O embalo romântico de fim de festa, ora nos joga de volta pros anos 1950/60, outras vezes flerta com o clima de uma banda de rock enfurnada num boteco apertado; trilha sonora adequada para uma garçonete recolher os copos sujos do balcão enquanto um segurança se ocupa em expulsar o último bêbado desse inferninho”.
O clipe foi gravado dia 10 de junho de 2018 em Porto Alegre e traz os atores Bruno Krieger e Carina Dias como os protagonistas, além de participações de Telles, Migotto, Carol Scortegagna e Luciana Pasqual. O roteiro, assinado pelo diretor, retrata o término de um relacionamento. A produção executiva é de Jaqueline Beltrame. Bruno Polidoro e Pedro Clezar assinam a direção de fotografia. Direção de arte e figurino por João e Maria. A maquiagem é de Carol Eléguida. Juan Quintáns é o responsável pela montagem e a finalização é de Daniel Dode.
Uma versão em vinil do álbum será lançada ainda este ano. A retirada de senhas ocorre meia hora antes, na bilheteria da Cinemateca Capitólio Petrobras, apoiadora do evento. Mais informações facebook.com/gustavo.telles.10 e http://www.gustavotelles.com.br
Ficha técnica do clipe “Não, não sei, enfim”
Atores Convidados: Bruno Krieger e Carina Dias
Participação: Boca Migotto, Carol Scortegagna, Gustavo Telles, Luciana Pasqual
Direção e Roteiro: Boca Migotto
Produção Executiva: Jaqueline Beltrame
Direção de fotografia: Bruno Polidoro e Pedro Clezar
Câmeras: Juan Quintáns, Bruno Polidoro e Pedro Clezar
Eletricista: Guilherme Kroeff
Direção de Arte e Figurino: João e Maria
Contra-regras: Dani Magalhães
Maquiagem: Carol Eléguida
Montagem: Juan Quintáns
Finalização: Daniel Dode
Consultoria Jurídica: Patricia Goulart
Apoio:
Locall
Teimoso Filmes e Artes
Post Frontier
Convulsion Epics
Propasta
Uma realização:
Teimoso Filmes e Artes
“A realização deste clipe só foi possível graças ao empenho, entrega e dedicação de toda a equipe e apoiadores. Muitíssimo obrigado a todos!” Gustavo Telles
Gustavo Telles & Os Escolhidos
Compositor, cantor, multi-instrumentista e produtor, Gustavo Telles iniciou seu projeto solo em 2009, chamado Gustavo Telles & Os Escolhidos, e possui quatro álbuns lançados: “Do seu amor, primeiro é você quem precisa” (2010), “Eu perdi o medo de errar” (2013), “Ao Vivo no Theatro São Pedro (2017) e “Gustavo Telles & Os Escolhidos” (2017).
Lançado primeiramente nas plataformas digitais no fim do ano passado, o álbum “Gustavo Telles & Os Escolhidos” ganhou versão em CD em julho de 2018. O vinil será lançado até o final do ano. Ao vivo, Telles canta e toca bateria, acompanhado de Murilo Moura nos teclados e vocal, Edu Meirelles no baixo e Daniel Mossmann (Pata de Elefante) na guitarra e vocal.
Gustavo Telles é fundador e ex-integrante da banda de rock instrumental Pata de Elefante. Formado em 2002, o grupo lançou quatro álbuns, ganhou prêmios como o VMB 2009 (MTV) e Açorianos de Música de Porto Alegre – Revelação em 2005 e Melhor Disco Instrumental em 2011-, circulou por diversos estados do país, teve músicas incluídas em trilhas sonoras de filmes e tornou-se um dos principais nomes da nova música instrumental brasileira. A banda parou com suas atividades em março de 2013 e retornou em outubro de 2016. Em outubro de 2017, Gustavo Telles sai da Pata de Elefante para dedicar-se ao seu trabalho solo.
SOBRE O ÁLBUM “GUSTAVO TELLES & OS ESCOLHIDOS” (2017)
Ex-integrante do trio de rock instrumental Pata de Elefante, Gustavo Telles prossegue firme em sua hiperatividade artística. Depois de elogiada estreia solo em “Do seu amor, primeiro é você quem precisa” (2010), da boa sequência em “Eu perdi o medo de errar” (2013), Telles solidificou sua incursão pelo folk/country/rock/blues. Um retrospecto dessa linhagem está em “Gustavo Telles & Os Escolhidos Ao Vivo no Theatro São Pedro” (2017), testemunho desse caminho construído por um repertório coerente e original. Porém, se no segundo disco o tempero soul foi uma surpresa, já no álbum homônimo “Gustavo Telles & Os Escolhidos” (2017), com lançamento programado para outubro, via 180 Selo Fonográfico, apenas para plataformas digitais, entre elas o Spotify, iTunes, Google Play e ONErpm, o espírito soul parece ter vingado forte em suas músicas.
Aproximando a lupa um pouco mais, na verdade visualizamos um gene rock ‘n’ soul como palheta de cor predominante nas 11 novas canções inéditas, assim como reluz frente aos nossos olhos a bonita imagem da capa captada pelo fotógrafo Rodrigo Marroni, com arte de Leo Lage. E para executar o novo trabalho, ao contrário de uma legião de músicos e convidados (algo que teve seu ponto alto no show ao vivo no Theatro São Pedro), dessa vez os Escolhidos são poucos: “Antes, a formação era flutuante e eu contava com diversos músicos colaboradores. Agora, pela primeira vez, consegui manter uma formação fixa. Isso implica em uma nova sonoridade”, relata Telles. A produção musical é de Daniel Mossmann (Pata de Elefante), velho parceiro do músico e que também é o guitarrista do álbum. E Gustavo Telles e Murilo Moura assinam a coprodução. Murilo Moura está nos teclados e vocal, Felipe Kautz (Dingo Bells) no baixo e o próprio Telles mais Alexandre “Papel” Loureiro dividem a bateria. Por último, Paulo Arcari, responsável pela gravação, mixagem e masterização no Studio Rock, participa também como percussionista em várias passagens do disco. E essa escolha pode ser um dos fatores que contribuem para o sentimento de conexão e coesão desse conjunto de músicas.
De início, ao desembrulhar o pacote, topamos de cara com “Vem comigo”, um tema que coloca o pé na porta e deixa claro que estamos ouvindo um disco de rock ‘n’ roll cantado em português. “É um som pegado com alma soul”, afirma o compositor. Sotaque stoneano com identidade do rock daqui. “A coragem vem do medo”, diz a letra, ritmada como se estivéssemos emaranhados no trânsito caótico de um fim de tarde em qualquer metrópole do mundo.
“Temporal” relembra um dos temporais mais devastadores que passaram pela Capital gaúcha nos últimos anos. Telles faz o serviço completo: “Em Porto Alegre, 29 de janeiro de 2016”; canta em um dos trechos da música. E um cíclico riff de guitarra empurra o tema ladeira acima. Participação da cantora gaúcha Marina Garcia e do trio Dingo Bells nas vozes de apoio.
“Não, não sei, enfim” é uma canção de amor que poderia ser regravada por Odair José. O embalo romântico de fim de festa, ora nos joga de volta pros anos 1950/60, outras vezes flerta com o clima de uma banda de rock enfurnada num boteco apertado; trilha sonora adequada para uma garçonete recolher os copos sujos do balcão enquanto um segurança se ocupa em expulsar o último bêbado desse inferninho. “Deixe-me ir” nos empresta aquela sensação de movimento, um sentimento de que a vida não pode parar. Parida em linhagem soul, com direito a corinhos de “uhh-uhh” e arejada pelo clima de improviso, o tema ainda conta com participação especial de Vicente Guedes nas percussões. “Sempre mais” nos convida a sacolejar ao balanço de uma guitarra limpa que caminha lado a lado com um teclado Hammond. Perceptível a evolução do protagonista como cantor.
“E de tudo que já vivi” é um blues repleto de espaços vazios, onde nos emaranhamos às nuanças de cada instrumentista. Dá pra imaginar o ar circulando entre os músicos. Apesar do recado otimista “Ser feliz, por que não / E assim, ele resolveu ir fundo”, somos aos poucos tomados por um sentimento de estafa a contaminar letra e sonoridade – abatidos pela experiência de um sofrimento vivido, como todo o bom blues deve estar impregnado.
“Outra vez” é a piano song do álbum, gravada ao vivo no velho modo ‘menos é mais’. Essa economia mostra a força das composições de Telles, fácil também de imaginá-las em outras vozes. A instrumental “Dormindo no sofá” é um resquício do espólio da Pata de Elefante, música composta para um projeto abandonado que reencarna como único libelo country do novo disco, e elo a nos conectar com a lembrança do country-rock de “Do seu amor primeiro é você que precisa”.
“A Vida é Breve” é outro ponto alto do álbum, com destaque para o iluminado solo de guitarra de Mossmann. A meu ver uma perfeita alusão ao som do supergrupo inglês Blind Faith, formação que conseguiu reunir Eric Clapton e Steve Winwood. “Muitos dizem que têm razão” nos revela o viés político de Telles. “Eu escrevi essa música quando o pedido de impechament de Dilma estava sendo julgado”. Sim, o verdadeiro artista precisa saber separar o joio do trigo e deve assumir seu posicionamento frente à dura realidade que todos nós vivemos.
E finalizando os trabalhos, “Que seja pra valer”, espécie de música emblema daquilo que Gustavo Telles & Os Escolhidos nos propõem com suas canções. Apesar de aparentemente percorrer trilhas perseguidas por muitos músicos que se inspiram no rock difundido por bandas/artistas atuantes na segunda metade dos anos 1960 e primeira metade dos anos 1970, Telles não sofre de um mal comum em muitos coirmãos de hoje: não vejo a obsessão pelo ‘retrô’ ou uma busca obsessiva pelo vintage. Pelo contrário, o espirito dessas canções também está ligado com o bom rock dos dias de hoje. E por mais que o Santo Graal de boa parte dos ídolos do compositor esteja cimentado na música de um tempo passado, só os tolos (ou surdos) não irão perceber que claramente estamos a ouvir um trabalho que tem uma marca de talento do nosso tempo.
*Por Márcio Grings
Lançamento do clipe “Não, não sei, enfim”, de Gustavo Telles & Os Escolhidos
Segunda-feira, 05 de novembro, 20h, entrada franca
Cinemateca Capitólio Petrobras – R. Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico
Exibição do clipe seguida de show










