

Artista fará duas live paintings abertas ao público nos dias 10 de novembro e 01 de dezembro
Porto Alegre, 06 de novembro de 2018 – A Delphus Galeria promove a última edição de 2018 do projeto Arte para Todos Delphus com obras de Ale Zanonato. O artista é o terceiro a ter mostra individual e promover live paintings no local, com entrada franca. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas.
“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.
Além disso, todas as peças de Zanonato disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto e também poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.
Natural de Sarandi, RS, Zanonato cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. Em 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália. Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.
As Live Paintings ocorrem aos sábados dia 10 de novembro e 01 de dezembro, das 11h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.
Sobre o artista
Natural de Sarandi, RS. Nascido em 25 de julho de 1957. cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. No ano de 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália
Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.
“O inquieto, sensível e dinâmico artista plástico Ale Zanonato surpreende, encanta e seduz tanto quem simplesmente passa o olhar, quanto quem se detém em sua obra. Misto de realidade e sonho, seu trabalho faz contraponto entre o extremamente sensível, aconchegante e suave com a força, o grito, a partida.
Ale Zanonatto é um artista respeitado e admirado em sua terra, mas engenhoso e versátil inova, busca o desconhecido e o futuro, Ale é um mago no trabalho da cor, do pincel, da técnica e da emoção”. Cilene Maria Potrich – Diretora da FAC – Faculdade de Artes e Comunicação UPF
“No difícil exercício da pintura, é um perfeccionista, sutil no cainho da cor onde suas formas fluem mágica e infinitamente. sua técnica reveste-se de uma singeleza extrema transmitindo as vibrações luminosas da forma abstrata, efeitos óticos que modulam a superfície acrescentando traços de lirismo e gestualidade à obra. Seu universo pictórico é uma mescla de sensibilidade, lucidez e intuição de mistério e experimentação plástica na construção de uma linguagem iconográfica própria”. Margarida Pantaleão da Silva – professora de estética
“Ale trabalha a cor como se nela encontrasse respostas às suas inquietações, pois na procura da matéria, na complexidade do óleo, encontra identificações de irrealidade, sonho. as pinceladas se organizam sempre, a partir do centro, num abstrato lírico como se massas densas congelassem um momento. as cores neutras sustentam cores saturadas de grande brilho e efeito contrapondo-se às superfícies lisas e gradualmente harmonizadas. No entorno das pastosidades, cor-forma, descreve o óleo com ecos de cor”. Maria Lucina Busato Bueno – pintora e pesquisadora
Sobre a Delphus Galeria
A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.
Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.
A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.
A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232
Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – (51) 984070657

Em formato TEDx, “Faça acontecer” reunirá dez autores da editora que trarão depoimentos da vida pessoal e profissional sobre os principais temas da vida contemporânea. Palestras serão seguidas de sessão de autógrafos
Falas serão transformadas em livro que será lançado em 2019 – todo o valor dos direitos autorais será revertido para o tratamento de João Vicente, filho da autora Lau Patrón, de “71 Leões”
Porto Alegre, 05 de novembro de 2018 – Neste sábado, 10 de novembro, a partir das 18h, a editora Belas Letras comemora seus dez anos de existência com evento que integra a programação da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre. Faça acontecer reunirá autores de dez obras da editora, que compartilharão com o público relatos em formato TEDx, onde suas experiências pessoais e profissionais tragam inspiração sobre temas da vida contemporânea, fazendo a plateia refletir sobre sua vida e, principalmente, tomar atitudes.
Participam do evento os autores Marcos Piangers – O poder do eu te amo, Ana Cardoso – A mamãe é punk, Gabriel Gomes, Luciano Braga e Daniel Larusso, – 333 páginas para tirar seu projeto do papel, Tito Gusmão – Papo de grana, Gabriela Guerra e Caroline Cintra – Juntas, Tiago Mattos – versão em inglês de Vai lá e faz (Just Get It Done) e Lau Patrón, 71 Leões. As falas trazem os temas relações incríveis, propósito, projetos pessoais, liberdade financeira, liderança, futurismo e aceitação.
Faça acontecer será transformado em livro, que será lançado em 2019. Os direitos autorais da obra serão doados pelos autores para o tratamento de João Vicente, filho de Lau Patrón, que é portador da Síndrome Hemolítica Urêmica atípica, chamada de SHUa, uma condição rara, genética, que causa falhas no sistema imunológico.
A atividade tem entrada franca e ocorre no Teatro Carlos Urbim – Av. Sepúlveda. Em seguida, às 19h30, os autores integram sessão de autógrafos da editora, que ocorre na Praça de Autógrafos.
Sobre a Belas Letras
Fundada por Gustavo Guertler em Caxias do Sul em abril de 2008, ao lançar seus dois primeiros livros, “Meu Pequeno Gremista”, de Humberto Gessinger, e “Meu Pequeno Colorado”, de Luís Augusto Fischer. As publicações se tornaram best-sellers, com mais de 50 mil exemplares vendidos e se transformaram em coleção, intitulada Meu Pequeno Torcedor. Com diversas publicações na área musical – biografia do Nasi, do Ira, títulos internacionais como a biografia de Neil Peart, Paul Stanley e Anthony Kieds, a Belas Letras também projetou ao longo desta primeira década de existência nomes gaúchos no cenário nacional, como Ana Cardoso, Tiago Mattos e Marcos Piangers, que já vendeu mais de 250 mil cópias.
Já foram lançados mais de 260 títulos – só em 2018 são 34 até o final do ano. A editora tem como propósito transformar a vida das pessoas através de histórias. “Não existe nada mais transformador do que você aprender a partir da experiência de outra pessoa. A gente quer fazer parte da vida das pessoas, representar algo no crescimento delas, sejam elas leitores de formação ou não. E essa linha é o que tem norteado nossas publicações”, declara Guertler, CEO da editora.
A Belas Letras é uma editora de não-ficção que se sustenta em cinco pilares da vida contemporânea: família – “entendemos família como qualquer grupo que está unido pelo amor”, afirma; música, viagem, criatividade e gastronomia. Ainda este ano, estão previstos os lançamentos Juntas, de Gabriela Guerra e Caroline Cintra, Papo de grana, de Tito Gusmão e a biografia do Planet Hemp: Mantenha o respeito, de Pedro de Luna.
Apesar de ter se profissionalizado rapidamente nos últimos anos, o mercado editorial ainda está muito apegado a modelos tradicionais de negócio. “É inevitável entender que a gente está inserido nesse contexto de ainda poucas inovações. E isso para a gente, de alguma forma, é um ponto positivo, pois mostra que há muitos caminhos para inovar”, revela Guertler. A Belas Letras é a única editora do Brasil que doa outro livro para cada exemplar que é vendido na loja virtual, um programa que existe desde 2015 e se chama Compre 1 Doe 1. A partir de outubro desse ano, todas as pessoas passaram a receber, junto com o seu pedido, um livro extra e uma carta, que explica sobre o Compre 1 Doe 1 e informa que o livro extra recebido deve ser doado. Ou seja, os próprios leitores têm a oportunidade de doar e viver essa experiência.
“Acredito que um dos nossos pontos mais inovadores é pensar o livro como um produto multiplataforma e multicanal. Livro não deve estar só em livraria. Livro é conteúdo, e conteúdo pode se transformar em várias coisas. Queremos atingir não somente aquele leitor de formação, que frequenta livraria. Queremos que os livros façam parte da vida das pessoas, e para isso acontecer nada melhor do que levá-los onde elas estão”. Há dois anos a Belas Letras tem uma parceria com a rede de lojas Imaginarium, desenvolvendo livros conceito para presentear. A editora também desenvolveu um co-branding com a Dobra, uma empresa gaúcha que fabrica carteiras com um tecido especial com a mesma espessura do papel, usado pela Nasa, onde comercializa carteiras de alguns livros publicados. Para saber mais, acesse: belasletras.com.br
Faça Acontecer – 10 anos da Editora Belas Letras
Sábado, 10 de novembro, 18h | Teatro Carlos Urbim – Av. Sepúlveda
Falas dos autores:
Relacionamentos incríveis – Marcos Piangers – O poder do eu te amo
Propósito – Ana Cardoso – A mamãe é punk
Projetos Pessoais – Luciano Braga – autor com Gabriel Gomes e Daniel Larusso – 333 páginas para tirar seu projeto do papel
Liberdade financeira – Tito Gusmão – Papo de grana
Liderança – Gabriela Guerra, Caroline Cintra – Juntas
Futurismo – Tiago Mattos – livro versão em inglês do “Vai lá e faz”, Just Get It Done
Aceitação – Lau Patrón – 71 Leões
Em seguida, às 19h30, sessão de autógrafos com todos os autores na Praça de Autógrafos da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre
Entrada Franca
Sobre os autores e os títulos:
Marcos Piangers é jornalista e dá palestras por todo o Brasil sobre as mudanças tecnológicas e as relações familiares. Trabalha com comunicação e plataformas digitais desde 2001. Nascido em Florianópolis, em 2006 se mudou para Porto Alegre, para participar do programa Pretinho Básico, um fenômeno de audiência. Em 2017, foi morar em Curitiba com a família. Publicou O papai é pop em 2015, pela Belas Letras, livro que virou best-seller com mais de 150 mil exemplares vendidos, lançado também em inglês e espanhol, além de O papai é pop 2, em 2016, e dois volumes em quadrinhos.
O poder do eu te amo – Um livro para dizer a coisa mais importante. Não tenha medo de dizer “eu te amo”. Inspirado no vídeo O Poder do Eu Te Amo, de Marcos Piangers, com mais de 50 milhões de visualizações, este é um presente para celebrar seus laços de afeto e amor. O “eu te amo” tem poder. O “eu te amo” muda vidas. O “eu te amo liberta”. Nunca é tarde para começar a praticar.
Ana Cardoso é jornalista e nasceu em Curitiba em 1977. Mudou-se para Florianópolis em 1999, onde trabalhou com esportes radicais na Rádio Atlântida por seis anos, pesquisou rádios e assentamentos do MST e concluiu um mestrado em Sociologia Política. Aos 26 virou feminista, aos 27 casou com o também jornalista Marcos Piangers, aos 28 teve sua primeira filha, Anita. A segunda, Aurora, nasceu sete anos depois. Viveu em Porto Alegre de 2006 a 2016 e em 2017 mudou-se para Curitiba, envolvida até o último fio de cabelo com pesquisas sociológicas, grupos feministas e a família.
A mamãe é punk – O que acontece quando saímos da zona de conforto da maternidade, aquela fase semitranquila em que as crianças fazem o que nós orientamos e correm para os nossos braços sempre que estão com algum problema? Treta. A adolescência é para os fortes. Para mães e pais com nervos de aço. Seu filho não quer conversar. O quarto parece ter sido devastado por um tsunami. Chora na hora de fazer uma tarefa da casa? Não sabe estudar sozinho? Quer ficar mais e mais no celular? Calma. Tá todo mundo na mesma. A culpa não é sua. Pelo menos não 100%. Respira fundo e vamos tentar entender juntas este caos chamado adolescência.
Luciano Braga é formado em Comunicação Social pela UFRGS, é fundador e diretor de criação da Shoot The Shit. Publicou, também pela Belas Letras, O poder do tempo livre. Escreve uma newsletter mensal sobre sua vida e possui diversos projetos ligados à comédia, quadrinhos e tirinhas, como Feldman, Braga Comics e Tiras Toscas. Comediante de stand up comedy em formação.
333 páginas para tirar seu projeto do papel – É um livro para quem precisa ter uma ideia ou está cheio de ideias e não sabe o que fazer. É para quem abandonou um projeto antigo; precisa organizar os pensamentos; está com um projeto na gaveta e não sabe qual é o próximo passo; precisa de inspiração e gás pra voltar ao projeto; precisa de disciplina; está disposto a rabiscar ou apenas alguém que queira fazer algo diferente.
Tito Gusmão é apaixonado por empreendedorismo (quando adolescente vendia produtos eletrônicos de porta em porta) e viciado em mercado financeiro, onde tem alguns bons anos de experiência no Brasil e nos Estados Unidos. Destes anos, quase 10 deles foram como sócio e ajudando a construir a maior corretora da América Latina. Conhece muito das engrenagens e os bastidores do mundo de investimentos: produtos, gestão, análise, backoffice, risco, distribuidores, conflitos, a parte boa e a não tão boa. Ministrou mais de 500 cursos e treinamentos e criou ferramentas e plataformas para o mercado utilizadas por milhares de pessoas. Foi um dos fundadores, nos Estados Unidos, da Warren, a primeira corretora com foco no cliente e que entrega uma experiência fácil para investir nos melhores produtos.
Papo de Grana – “Dinheiro não surge do nada. Você quer? Vai ter que conquistar.” Foi a resposta que Tito Gusmão recebeu do pai quando ainda era um menino e queria saber por que não tinha um cartão que seria abastecido automaticamente, o que também é conhecido como mesada. A resposta pavimentou o caminho para uma relação de respeito com o dinheiro desde cedo, e que determinou também a escolha profissional. Tito foi um dos sócios da XP Investimentos e depois fundou a Warren, uma fintech (empresa de tecnologia do segmento financeiro) para desmistificar o mercado financeiro e auxiliar pessoas de todas as idades a investir bem. Em Papo de Grana, Tito mostra como ter uma relação melhor com o dinheiro, como fugir das roubadas (que são muitas) na hora de investir e fazer as escolhas certas para conquistar a independência financeira. Não porque dinheiro tem que ser a coisa mais importante do mundo, mas justamente porque ele é a última coisa com que você deveria se preocupar.
Caroline Carbonell Cintra é Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há vinte anos é consultora de tecnologia, tendo trabalhado com clientes de indústrias diversas, no Brasil e nos Estados Unidos, em empresas como Oracle, DBServer, HP e ThoughtWorks, onde se tornou diretora-presidente. Nos últimos cinco anos atua como executiva na ThoughtWorks Brasil, onde se dedica a criar novas narrativas do mundo de negócios, que incluam pessoas inconformadas em sua busca por realidades diferentes e corajosas para o futuro do Brasil e do mundo.
Gabriela Guerra é Graduada em Administração de Empresas na PUC-RS, foi Operadora de Bolsa de Valores na XP Investimentos, trabalhou com Recursos Humanos na Dell, Marketing Digital na Winehouse e Gestão de Projetos na Perestroika. Em 2012, cofundou o Movimento Porto Alegre Como Vamos e se juntou à ThoughtWorks em 2013, onde atuou como Analista de Negócios, Diretora de Justiça Social e Econômica, Diretora-Presidente e Principal Consultant. Apaixonada pela forma com que a tecnologia pode gerar mudanças significativas na sociedade, em negócios e em equipes, está em constante aprendizado sobre novas formas de trabalho e gestão, estratégias digitais e sobre transformações sociais advindas de novas tecnologias – com foco especial em privacidade de dados.
Juntas – Dizem por aí que mulheres são boas com pessoas e homens com números, que pessoas em posição de chefia precisam de “autoridade”, dizem que não se pode misturar emoções com trabalho, sob pena de se mostrar vulnerável. Dizem uma porção de coisas e isso mostra que mudar o mundo do jeito que ele sempre foi é um desafio muito grande. Aos poucos, surgem outras formas de liderar um negócio. Já não existem decisões unilaterais, as lideranças baseadas em autoritarismo perderam o sentido (algum dia tiveram?) e as cartilhas de certo e errado deixaram de existir. Em 2015, duas mulheres se tornaram diretoras-presidentes da ThoughtWorks, multinacional especializada em desenvolvimento de software. Juntas. Descubra em Juntas o real significado de liderança em uma organização inovadora e em rápido crescimento.
Tiago Mattos é multiempreendedor. Educador. Palestrante. Um dos maiores especialistas em futurismo do Brasil. Formado pelo GSP da Singularity, programa de dez semanas da universidade criada pela Nasa e pelo Google, no Vale do Silício, para preparar as lideranças do futuro. Aperfeiçoou seus estudos sobre futuro do trabalho em algumas das melhores escolas do mundo, como Harvard e MIT. Um dos fundadores da Perestroika, a maior escola de atividades criativas da América Latina.
Vai lá e faz (Just Get It Done) – O mundo está cheio de histórias de empreendedores que começaram do nada. Tiago Mattos, um dos maiores futuristas brasileiros, formado pela Singularity – a universidade erguida no Vale do Silício pelo Google em parceria com a Nasa – vai te mostrar neste livro que, sim, você pode criar uma empresa bem-sucedida do zero se tiver o mindset certo e entender como o mundo está mudando. Porque nunca foi tão fácil fazer. Nunca foi tão fácil fazer um livro, uma música, um filme, uma reunião dos colegas do ensino médio, uma passeata, um partido político, uma casa, um carro, uma declaração de amor, uma viagem ao redor do mundo. Nunca foi tão fácil fazer uma empresa. Nunca foi tão fácil entender que ninguém fará o mundo que você quer por você. Só você.
Lau Patrón nasceu em Porto Alegre em 1988, meio uruguaia e meio brasileira. Trabalhou como produtora audiovisual e publicitária durante bons anos, antes de se tornar mãe do João Vicente. Faz três anos que criou a página Avante Leãozinho, onde divide suas reflexões sobre inclusão, além de acolher outras famílias. Vem desenvolvendo mais projetos nesse sentido, é uma palestrante TEDx, odeia a palavra “superação”, e acredita apenas na mudança que passa pelo afeto. Ela não é só uma publicitária, mãe ou mulher latino-americana feminista. Em seu microcosmo, Lau é um universo todo. E como tal, tem suas próprias leis: escrever é uma delas. Pelos cotovelos – histórias, poesias, crônicas que vem guardando na gaveta há anos. 71 Leões é seu primeiro livro.
71 Leões – Em um domingo de sol, a publicitária Lau Patrón corria pelo parque tentando alcançar o seu filho João Vicente, um menininho alegre e destemido de um ano e meio, que ela sempre chamou de Leãozinho. No outro dia, assistia ele sofrer uma crise violenta e misteriosa. Um fio de vida escorrendo para longe do seu colo de mãe. E tudo virou do avesso. Diagnosticado com uma síndrome raríssima, João estava morrendo. Este livro é um diário intenso e sincero dos setenta e um dias que Lau morou no hospital, muitos ao lado de seu filho em coma em um box de UTI, esperando a vida ou a morte. Um relato comovente e poderoso onde Lau nos dá uma dimensão real das pessoas, das emoções fluidas, da não existência de heróis. Do amor, como fonte de escolhas. Do olhar para a dor, sem medo, e com alguma ternura. De não matar leões por dia e, sim, recebê-los com reverência. Um por dia, um a mais na matilha. Para avançar. Para ir avante.

Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que terá mais de dez dias de atrações e atividades ao vivo em dez espaços da cidade
Porto Alegre, 01 de novembro de 2018 – De 13 de novembro a 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O evento, com entrada franca, tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.
Pela primeira vez, a programação do Kino Beat é pautada por um tema principal, a abundância. “Vivemos o paradoxo da abundância, temos tanto e ao mesmo tempo tão pouco, seja em ideias, recursos naturais, recursos tecnológicos ou sob a perspectiva do conhecimento humano”, declara Gabriel Cevallos, criador e curador do evento. Com o objetivo de investigar o tema por meios das atrações artísticas e seus desdobramentos por analogias, metáforas e poéticas, a abundância se cristaliza na variedade de linguagens artísticas contempladas: música, cinema, teatro, artes visuais e as diversas disciplinas e gêneros que derivam destes pilares, e também no olhar e escuta atentos para a multiplicidade de vozes que gritam por visibilidade, abrangendo o maior e mais variado número de artistas brasileiros e estrangeiros. “É uma programação que traz a abundância em todos os sentidos: este é o mais extenso de todos os festivais, incluindo mais de 50 artistas de diversos estilos e backgrounds, assim como as mais variadas atividades, 22 atrações ao vivo. Podemos dizer que nesta quinta edição o Kino Beat alcançou sua maioridade”, conta.
De acordo com Cevallos, a abundância também está na autocelebração, de um festival que reflete e comemora a sua própria trajetória. Compreende-se abundância não como ostentação frívola, mas como antídoto para uma pobreza de conhecimento, atitudes e possibilidades, uma programação que busca na abundância o diálogo individual e coletivo por meio da arte. Serão dois meses de festival, com 11 dias de programação de atividades ao vivo, ocupando dez espaços culturais em Porto Alegre (Vila Flores, Instituto Goethe, Theatro São Pedro, Espaço Lugar, Campus Unisinos Porto Alegre, Teatro da Unisinos, Teatro do Sesc Centro, Centro Cultural Multimeios Restinga, Pinacoteca Ruben Berta e Pinacoteca Aldo Locatelli) que recebem shows musicais, performances audiovisuais, mostra de vídeo, seminário e oficinas de artistas e pensadores do Brasil, Uruguai, França e Suíça.
Ao propor a abundância como tema, o festival também se arrisca em investigar de forma crítica os seus efeitos sociais, culturais, políticos e econômicos. “Questionar como os excessos e transbordamentos afetam a nossa vida em sociedade é uma das provocações que o Kino Beat faz a todos os participantes”. Uma das atividades inéditas será o Seminário Caleidoscópio Metamorfogênico – Excessos Urbanos realizado no Goethe-Institut Porto Alegre em parceria com o Seeding Lab, Laboratório do Grupo de Pesquisa de Design Estratégico para a Inovação Cultural e Social, da Unisinos. Mediado pela profa. Dra. Ione Bentz receberá professores e pensadores para discutir o tema, design, futuro e ativismo social.
A arte desta edição, criada pela Silvo, se apropria de referências como a cornucópia e imagens clássicas de naturezas mortas das pinturas clássicas, criando uma natureza morta contemporânea, aproximando objetos orgânicos e inorgânicos, onde objetos contemporâneos do dia a dia estão lado a lado com um banquete, evidenciando um movimento humano, sugerindo o vestígio do uso dos materiais – cascas, recortes e utensílios.
A programação inicia com a performance Tempest, da França, de Antoine Schmitt e Franck Vigroux, no Teatro do Sesc, passando por performance inédita criada especialmente pelo festival por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, performances da francesa OKO DJ e a artista suíça Bonaventure, além de apresentação inédita em Porto Alegre do sexteto paulistano Hurtmold.
Integrando as atividades da Semana da Consciência Negra, o Kino, em parceria com o coletivo Turmalina de Porto Alegre, promove no sábado, 17 de novembro, o Turmalina Apresenta: Música Preta, no Vila Flores. Será um dia todo de programação, que contará com oficina de mixagem, seminário Narrativas da Música Negra Através dos Tempos, com Nina Fola (socióloga e musicista) e Bernardo Oliveira (crítico musical, professor pela UFRJ), além de performances de Telefunksoul e Miuccia.
De 04 de dezembro até 13 de janeiro o público poderá conferir uma exposição coletiva Lento Crepúsculo nas Pinacotecas Rubem Berta e Aldo Locatelli, com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos. Partindo da temática da abundância, a mostra busca convidar diferentes artistas para exporem suas obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente. O “lento crepúsculo” foi como o escritor argentino Jorge Luis Borges nomeou o seu longo processo de perda da visão. “Para nós, cabe investigar a metáfora por trás dessa cegueira lenta e gradual, e dos riscos de ignorar as pressões e os excessos do mundo”, declaram os curadores. Integram a mostra fotografias, vídeos, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, que problematizam a questão da abundância no universo das artes visuais.
Encerrando a programação, no dia 13 de janeiro de 2019, Fernando Velázques, artista que participou da primeira edição do Kino Beat, apresenta Asteróide, no Teatro da Unisinos. A performance audiovisual que explora a gravidade como catalisador da potência do mundo foi desenvolvida especialmente para o festival.
Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival
FICHA TÉCNICA
Direção artística, curadoria e coordenação geral: Gabriel Cevallos
Direção de produção: Liége Biasotto – CUCO Produções
Coordenação técnica: Bruno Melo – Traga Seu Show
Comunicação e conteúdo digital: Agência Browse
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Assistência de Produção: Amanda Gatti
Design gráfico e web site: Silvo
Curadoria Exposições: Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos
Curadora Mostra Audiovisual Sem Destino: Elaine Tedesco
Sobre o Kino Beat
O Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de William Shakespeare, HAMLET volta a Porto Alegre de 16 a 18 de novembro, no Theatro São Pedro.
A premiada atriz Patrícia Selonk interpreta o príncipe da Dinamarca.
Com patrocínio da Petrobras, a Armazém Companhia de Teatro volta a Porto Alegre para uma curta temporada com seu mais recente espetáculo, Hamlet, de William Shakespeare. A montagem, uma versão cênica de Paulo Moraes, estará em cartaz no Theatro São Pedro de 16 a 18 de novembro, com sessões às 21h na sexta e no sábado, e às 20h, no domingo.
Acostumada a montagens que resultam na criação de uma dramaturgia própria, neste projeto a companhia se volta para um outro tipo de processo, onde o que mais interessa é o seu posicionamento sobre a narrativa, onde, partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia é encontrar um Hamlet do nosso tempo, cheio de som e fúria, ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de filtros contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo.
Patrocinada pela Petrobras desde 2000, a Armazém Companhia de Teatro completou 30 anos de existência no final de 2017, travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Apenas um mês separa a morte repentina e inexplicável de seu pai e o novo casamento de sua mãe. O príncipe tem visões de seu pai, que afirma que foi envenenado pelo irmão, e exige que Hamlet se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos, e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.
A história de Hamlet é a história da destruição de uma ordem estabelecida. Shakespeare representa a corte real dinamarquesa mergulhada em corrupção. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.
“É importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos”, comenta Paulo de Moraes que escreveu o roteiro das cenas antes de Maurício Arruda Mendonça fazer a tradução. “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne”, conclui o diretor.
Em cena, sete atores dão vida aos personagens de Shakespeare: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio). Em participação em vídeo, Adriano Garib é o Espectro.
Desde a estreia, em junho de 2017, no Rio de Janeiro, onde realizou quatro temporadas, Hamlet passou por São Paulo, Angra dos Reis, Aracaju, Curitiba, Fortaleza, Londrina, Natal, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Vitória, além de ter realizado duas apresentações no Festival Palco Giratório SESC, em Porto Alegre, no mês de maio. Aproximadamente 30 mil pessoas assistiram ao espetáculo nas mais de 120 apresentações realizadas até o momento.
Os ingressos custam R$ 50,00, com descontos de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho e clientes do Cartão Petrobras e já estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site teatrosaopedro.com.br
Prêmios de Hamlet
Hamlet recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro 2017, na categoria de Melhor Iluminação, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Espetáculo, Direção, Cenografia, Iluminação, Figurino e Categoria Especial (pela Trilha Sonora Original). Também recebeu o Prêmio Shell 2017 de Melhor Cenário, além de indicações para Melhor Direção e Melhor Iluminação. No Prêmio APTR, o espetáculo recebeu os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante (Lisa Eiras) e Melhor Cenário, além de indicações nas categorias de Melhor Espetáculo, Direção, Atriz, Iluminação e Figurino. Hamlet também recebeu o Prêmio Cenym 2017 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Melhor Companhia de Teatro.
O que disse a crítica
“A direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante. A cenografia de Carla Berri e Paulo de Moraes confere à caixa cênica a imponência de estrutura envidraçada, que se movimenta como anteparo de vilanias e abrigo de duelos. A iluminação de Maneco Quinderé define a coloração dramática de assassinatos e a luminosidade da maquinaria do palco com a autoridade de sua assinatura. O elenco está igualmente alinhado com a proposta vibrante do encenador.” (Macksen Luiz, Jornal O Globo)
“Em mais um grande acerto, a Armazém Companhia de Teatro equilibra com maestria o clássico e o contemporâneo nesta releitura da tragédia de Shakespeare. Patrícia Selonk dá uma aula de interpretação na pele do (quase) enlouquecido protagonista, muito bem acompanhada Lisa Eiras (Ofélia) e um amadurecido Jopa Moraes – que se desdobra em três papéis. Discretas referencias à realidade política do país também são muito bem exploradas.” (Renata Magalhães, Revista Veja Rio)
“Patrícia Selonk assina um Hamlet histórico, um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto. A condição feminina faz parte da busca da contradição. Ela imprime ao personagem mais uma nota de oscilação e de incerteza sensível, fortalece a identificação do protagonista com a imagem patética do cidadão impotente do nosso tempo, a partir de uma intensa vibração afetiva subterrânea.” (Tânia Brandão, blog Folias Teatrais)
“A versão de Hamlet, da Armazém Companhia de Teatro, é um marco.” (Claudia Chaves, Jornal do Brasil)
“A montagem de Paulo de Moraes enfatiza não apenas a semelhança entre a Dinamarca da ficção e o Brasil atual, mas também o poder letal daqueles que conseguem superar a melancolia e o desespero e resolvem agir. E tal superação transcende o pessoal e se afigura como um gesto político. (…) além disso o encenador conseguiu extrair uma das mais brilhantes performances de Patrícia Selonk. Na pele de Hamlet, a atriz potencializa ao máximo toda a fragilidade e potência do personagem, tornando verossímeis tanto a melancolia e inércia do personagem no início quanto a fúria devastadora que o domina a partir do momento em que decide efetivamente agir. E no que se refere ao célebre monólogo ‘Ser ou não ser’, proferido em voz baixa e impregnado de uma dor que chega a ser exasperante, bastaria este breve e sublime momento para ratificar o que todos já sabem: Patrícia Selonk é uma das melhores intérpretes do país.” (Lionel Fisher, crítico e jurado dos prêmios APTR e Cesgranrio)
“A escolha de Patrícia Selonk para interpretar o príncipe vingador foi ousada e certeira. Ela se entrega por completo ao personagem e sua performance é marcada por muitas nuances, conseguindo transmitir as angústias e contradições de um indivíduo à sombra da memória (e do ódio) do pai. A Armazém consegue mostrar que Shakespeare é um autor essencialmente popular. Ele fala sobre o humano sem idealizações e não está confinado em uma torre de marfim que alguns críticos e estudiosos quiserem aprisioná-lo por séculos. Hamlet permanece atual porque a sombra da crueldade, da loucura, o questionamento do ser ou não ser, diz respeito à nossa natureza (ainda que muitas vezes queiramos negá-la).” (Márcio Bastos, Jornal do Commércio – Recife)
Sobre a Armazém Companhia de Teatro
Em 2018, a Armazém Companhia de Teatro segue apresentando sua versão de Hamlet em turnê nacional. Com mais de 40 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014).
A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 – de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço.
Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia acaba de completar 30 anos de formação. Graças ao patrocínio continuado da Petrobras, desde 2000, a companhia tem conseguido levar seu trabalho aos públicos mais variados, tanto do Brasil quanto do exterior. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas (com a criação de uma dramaturgia própria com ênfase nas relações do tempo narrativo) e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator. Busca-se para o ator uma dinâmica de corpo, voz e pensamento que dê conta das múltiplas questões que seus espetáculos propõem. E a encenação caminha no mesmo sentido, já que é o corpo total do ator que a determina.
Apesar da construção de espetáculos tão díspares e complementares como A Ratoeira é o Gato (1993), Alice Através do Espelho (1999), Toda Nudez Será Castigada (2005) e O Dia em que Sam Morreu (2014), a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória sempre investindo numa linguagem fragmentada, que ordene o movimento do mundo a partir de uma lógica interna. Essa lógica interna é a voz da Armazém, talvez a grande protagonista do mundo representacional da companhia.
Ficha técnica
HAMLET
Da obra de William Shakespeare
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Direção: Paulo de Moraes
Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Elenco: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio)
Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)
Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato
Música: Ricco Viana
Preparação Corporal: Patrícia Selonk
Coreografias: Toni Rodrigues
Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes
Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro
Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes
Técnico de Palco: Regivaldo Moraes
Assistente de Produção: William Souza
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção em Porto Alegre: Aleteia Selonk e Ana Luisa Moura
Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Patrocínio: Petrobras
HAMLET
Da obra de William Shakespeare
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro s/n
De 16 a 18 de novembro
Sexta-feira e sábado, 21h
Domingo, 20h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)
– desconto de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho e clientes do Cartão Petrobras
Duração: 140 minutos (incluindo 10 minutos de intervalo)
Classificação: 14 anos
Drama








