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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Bruna Paulin

Podcast A História do Disco promove programação especial em comemoração ao Dia Mundial do Rock

Programa da artista e comunicadora Bruna Paulin recebe personalidades que falam sobre sua relação emocional com a música

Durante julho será possível acompanhar entrevistas com Lizzie Bravo, Edgard Scandurra, Sarah Oliveira e Daniel Bacchieri

Ultrapassando mais de 2500 minutos de conteúdo no ar, com duas temporadas e 40 episódios, o podcast A História do Disco promove programação especial durante o mês de julho, em comemoração ao Dia Mundial do Rock, comemorado no dia 13. O público poderá conferir a partir desta quarta-feira, dia 7, entrevistas com Lizzie Bravo, Edgard Scandurra, Sarah Oliveira e Daniel Bacchieri.

O programa, que figura entre os podcasts de música mais ouvidos no país, estreou em setembro de 2020 e traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista.

O programa já recebeu nomes como o do músico, pesquisador e apresentador Charles Gavin, a escritora Martha Medeiros, o ator Guilherme Weber, a atriz e escritora Clara Corleone, o cineasta Jorge Furtado, o produtor musical Marcelo Fróes, a apresentadora Roberta Martinelli, as jornalistas Fabiane Pereira, Kamille Viola e Chris Fuscaldo, o escritor André Czarnobai, a atriz e escritora Júlia Medeiros, o músico Rafael Rocha e a cantora e compositora Filipe Catto, entre outros. “O que mais me encanta no programa é que a relação emocional com a música é algo realmente muito incrível. Cada convidado traz um relato totalmente diferente de como se relaciona, como consome, o que deixa marcas. Em uma época tão difícil que vivemos, reforçamos que o contato com as artes pode ser uma maneira de suportar esses tempos sombrios, e a música, sem dúvida, tem sido combustível para seguirmos em frente.

No final de 2020, A História do Disco, com apenas 13 episódios no ar na época, ficou entre os 111 podcasts de música mais ouvidos do ano em todo Brasil pelo Spotify. Recentemente esteve entre o Top 13 programas mais ouvidos da plataforma. “A ideia foi aproximar meu amor à música e discos de vinil e às histórias que trazemos com um disco que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco’ é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

No programa dessa semana, Bruna conversa com a cantora, produtora e autora do livro “Do Rio a Abbey Road”, Lizzie Bravo, que nos anos 1960 gravou com os Beatles. Ainda este mês será possível conferir entrevistas com o músico Edgard Scandurra, a apresentadora, ex-VJ da MTV e co-host do podcast “Nós”, Sarah Oliveira, e o jornalista e pesquisador Daniel Bacchieri, criador do projeto Street Music Map, que mapeia músicos de rua pelo mundo.

Além dos episódios em podcast, é possível acompanhar o projeto através de perfil no Instagram (@ahistoriadodisco) onde a pesquisadora traz relatos de coleções, dicas de lojas de discos pelo mundo e diversas curiosidades. A produção, entrevistas, roteiro e locução são de Bruna, a edição de áudio é de Nicole Demeneghe, arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron. O programa tem apoio da Toca do Disco e da Editora Belas Letras.

Projeto online para formação na área cultural e compartilhamento de conteúdos abre inscrições para primeiro ciclo de aulas a partir desta terça, 06 de julho

Projeto Plataforma é executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020

Proposta criada pela produtora e curadora Jaqueline Beltrame surge a partir de um desejo de interlocução com profissionais da área da cultura, promovendo o cruzamento entre as artes


Um ambiente para promover o compartilhamento de conhecimento através de cursos, conteúdos e divulgação de projetos, espaços culturais, artistas e agentes da cultura. O Plataforma, projeto  executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, é uma criação da produtora e da curadora Jaqueline Beltrame, a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. “A busca do Plataforma é construir permanentemente ações, através de aulas e de outras formas de compartilhamento, que propaguem os conhecimentos mais diversos do setor cultural. Em seu lançamento, buscamos fomentar o sistema das Artes Visuais no Rio Grande do Sul, através de dois pilares que se relacionam: formação e compartilhamento de conteúdos”, declara Jaqueline.

Nesta terça-feira, 06 de julho, estão abertas as inscrições gratuitas do primeiro Ciclo de Aulas Plataforma, focado nas artes visuais. Para a formação do grupo de ministrantes Jaqueline contou com a colaboração de Gabriela Motta e na produção do projeto com Nicole Quines. A seleção de conteúdos, outra área importante do Plataforma, foi construída pelas três. Planejado como uma atividade de formação online, o primeiro ciclo de aulas contempla todas as etapas de uma exposição de grande porte, passando pela curadoria, produção artística, ação educativa, expografia, produção executiva e também aspectos do mercado no qual se insere, abordando questões de direitos autorais, mercado de arte e gestão de espaços independentes, que serão os temas dos 11 encontros do ciclo.

O Ciclo foi pensado para instrumentalizar artistas, curadores, produtores, gestores, advogados, educadores e pesquisadores interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre esses campos. As aulas contam com profissionais com larga experiência em suas áreas de atuação, o que permitirá oferecer aos alunos uma consistente formação teórica, porém, baseada na prática desses profissionais que vêm atuando em grandes instituições e projetos de arte no Brasil e exterior.

Integram a lista de ministrantes a curadora, crítica e pesquisadora em artes visuais Gabriela Motta, o curador e pesquisador em arte contemporânea Bernardo José de Souza, a artista, curadora e pesquisadora Mônica Hoff, o arquiteto e urbanista Tiago Guimarães, o artista visual Rommulo Vieira da Conceição, a educadora e pesquisadora Gleyce Kelly Heitor, a artista visual e performer Andressa Cantergiani, a gestora cultural, professora e pesquisadora Ana Letícia Fialho, a advogada atuante na área do direito de entretenimento, direito autoral e propriedade intelectual Patrícia Goulart, e Jaqueline, graduada em Artes Plásticas pela UFRGS, uma das sócias fundadoras, Diretora, Coordenadora de Produção e Curadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira. Há mais de duas décadas realizando projetos de cinema e artes visuais entre outras áreas da cultura, desde 2019 Jaqueline se dedica ao ensino também. “O Ciclo de Aulas completo totaliza 27 horas/aula, significando uma robusta formação na área, além de fornecer certificação para os alunos”, revela.

Os encontros ocorrem às segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h30, a partir de 02 de agosto (confira a programação completa abaixo) via Zoom. As inscrições, abertas até 20 de julho, através de preenchimento de formulário https://forms.gle/525d7V5iAnnVKNoEA contam com 30 vagas, sendo no mínimo 10 reservadas para pessoas negras, indígenas, trans, com visto humanitário/refugiados, em situação de vulnerabilidade social e idosas. A seleção irá  considerar texto de interesse, o qual será enviado no formulário de inscrição. Embora as aulas sejam online, este primeiro Ciclo de Aulas, gratuito, será destinado a residentes do Rio Grande do Sul. Esta oferta justifica-se uma vez que os recursos para realização do mesmo são provenientes do Edital Criação e Formação – Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, realizado no RS.

Encerrando a programação de lançamento, uma Aula Aberta de Produção Executiva de Exposições, ministrada por Jaqueline e contará com Tradução Simultânea em LIBRAS (data e inscrições serão divulgadas em  breve). O conteúdo também será disponibilizado em áudio em formato podcast, podendo ser acessado pelo site do projeto, ampliando a acessibilidade do conteúdo. 
Além de promover cursos, o Plataforma tem uma área destinada ao compartilhamento de conteúdos online como textos críticos, outras plataformas de arte, projetos culturais e bibliografia dos cursos que promove, em permanente atualização. 

Após a conclusão do primeiro ciclo, outras opções de atividades serão divulgadas no site. Para mais informações, acesse: www.plataformaonline.art.br | instagram.com/plataformaonline.art/ |  fb.com/plataformaonline.art/



Primeiro Ciclo de Aulas Plataforma
Inscrições: de 06 julho a 20 julho
Informe aos selecionados: 23 julho
Ciclo de Aulas: de 02 agosto a 03 setembro, segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h30
Inscrições gratuitas – O primeiro Ciclo de Aulas é destinado a residentes do RS. Os próximos cursos terão vagas abertas para interessados de qualquer região. 
30 vagas, sendo no mínimo 10 reservadas para pessoas negras, indígenas, trans, com visto humanitário/refugiados, em situação de vulnerabilidade social e idosas.

02/08Aula Curadoria em artes visuais – conexões entre crítica, estética e política, ministrada por Gabriela Motta
04/08Aula Pensamento curatorial contemporâneo: relações políticas entre os corpos, o espaço e o tempo, ministrada por Bernardo José de Souza
09/08Aula Curadoria > Curadoria Educativa > Educação: uma relação em construção, ministrada por Mônica Hoff
11/08  – Aula Desenho de exposição como negociação, ministrada por Tiago Guimarães
16/08Aula Produção Executiva de Exposições, ministrada por Jaqueline Beltrame
18/08Aula O espaço como processo de criação, ministrada por Rommulo Vieira Conceição
23/08 Aula Educação como espinha institucional, ministrada por Gleyce Kelly Heitor
25/08Aula Espaços autogestionados por artistas: emergências do agora, ministrada Andressa Cantergiani
30/08Aula O mercado de arte no Brasil: expansão recente, futuro incerto, ministrada por Ana Letícia Fialho
01/09Aula Direitos Autorais nas Artes Visuais, ministrada por Patricia Goulart
03/09 Aula Encerramento: fechamento do ciclo de aulas, retomando questões de produção e curadoria após o conhecimento de outros tópicos abordados nas aulas, com Jaqueline Beltrame e Gabriela Motta
 
 
 
 
Curadoria em artes visuais – conexões entre crítica, estética e política
Ministrada por Gabriela Motta
 
Data: 02/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
A atividade “Curadoria em artes visuais – conexões entre crítica, estética e política” parte da seguinte afirmação: não há arte, educativo, curadoria, gestão, crítica, sem política.
Em momentos de crise de poder, onde o campo econômico pretende ditar todas as regras do jogo no qual se estruturam nossas concepções humanistas de sociedade, vem à tona a disputa ideológica possível de ser exercida no campo simbólico. Nesse sentido, é nosso objetivo investigar a atividade curatorial desde a sua gênese até questões que a atravessam na atualidade, como os contextos políticos e sociais de cada projeto, a relação com a crítica e as dimensões históricas da curadoria contemporânea.
Ao refletirmos sobre a curadoria em artes visuais em uma perspectiva histórica é possível reconhecer o vínculo entre o desenvolvimento dessa atividade, as transformações ocorridas na própria arte e a institucionalização do circuito de artes visuais.
 
Sobre a ministrante:
Gabriela Kremer Motta (Pelotas – RS, 1975).
É curadora, crítica e pesquisadora em artes visuais.
Atualmente, é bolsista PNPD junto ao PPG do Centro de Artes da UFPEL (2016 – 2021).
Doutora em Teoria, Ensino e Aprendizagem da Arte, pela USP (2015), e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005).
Membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul.
Entre os projetos de reconhecidas instituições nas quais atuou estão o Prêmio Marcantonio Vilaça CNI-SESI  2019 e 2014; Prêmio IP Capital Partners de Arte – PIPA 2019, 2017 e 2015 e Rumos Itaú Cultural, edições 2017/2018, 2011/2012 e 2008/2009; além de projetos com as instituições MAC – USP, MAC Niterói e Fundação Iberê Camargo.
Em 2010 foi contemplada com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais. De 2008 a 2010, fez parte do grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo.
 
Em 2017, foi responsável pela concepção do Seminário Curadoria Em Artes Visuais – Um Panorama Histórico e Prospectivo. Este projeto, desenvolvido em parceria com Fernanda Albuquerque, foi realizado no Santander Cultural e contou com a participação de pesquisadores de todo o Brasil.
Como curadora realizou diversas exposições, entre elas as exposições Passatempo (em 2018), da artista Rochelle Costi, no Museu do Trabalho, em Porto Alegre;  A Hora Mágica (em 2018), da artista Letícia Lopes, na galeria Aura, em S.Paulo; Fala, (em 2017), na galeria ECARTA; Acerca (em 2016), da artista Heloisa Crocco, na galeria Gestual; Ocupando Lucas, 21 (em 2015), com artistas da galeria Gestual, 365 (em 2015), da artista Elida Tessler (ao lado de Eduardo Veras), na galeria Bolsa de Arte; CANTOSREV (em 2014), do artista Nelson Felix, no Instituto Ling; Canto Escuro (em 2014), do artista Luiz Roque, no Museu do Trabalho; Um vasto Mundo (em 2014), da artista Romy Pocztaruk, na galeria SIM, em Curitiba; A invenção da Roda (em 2013), da artista Letícia Ramos, no Museu do Trabalho; realizou exposições coletivas em diversas cidades do Brasil como Joinville, Fortaleza, Recife, Belém, São Paulo, entre outras. Integrou o projeto Arte e Identidade Cultural na Indústria, promovido pelo SESI-RS (2007-2008).
É autora do livro “Entre olhares e leituras: uma abordagem da Bienal do Mercosul”, publicado pela editora ZOUK. Tem artigos publicados em diversas revistas especializadas e em catálogos sobre arte contemporânea.



Pensamento curatorial contemporâneo: relações políticas entre os corpos, o espaço e o tempo
Ministrada por Bernardo José de Souza
 
Data: 04/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Intenso debate quanto às formas assumidas pela curadoria contemporânea vem afetando a prática não apenas de curadores, mas também de artistas, críticos e historiadores da arte. A emergência do curador-autor nos anos de 1970 e sua ascensão a uma posição central no sistema das artes nos leva a investigar as possibilidades de expansão e desconstrução da curadoria a partir de dinâmicas de trabalho especulativas, processuais e colaborativas. 
Um dos grandes desafios para o curador contemporâneo é trazer a publico em um mesmo espaço (expositivo, coletivo, urbano, impresso, virtual) obras que constituam em seu conjunto não uma única e exclusiva constelação de sentido, mas que permitam à audiência estabelecer novas relações semânticas como resultado do confronto entre a experiência sensível e sua própria bagagem cultural —quer seja afetiva, critica, política ou histórica. Entretanto, realizar exposições constitui somente uma de suas possíveis atribuições, uma vez que a curadoria tanto se processa na abordagem crítico-temática materializada na escolha de artistas, de suas obras e na consequente distribuição das mesmas no espaço, quanto pode (e deve) desenvolver-se, para além da mera exibição de arte, na forma de ações e programas públicos ou educativos. Neste sentido, a curadoria poderia ser compreendida como um dispositivo para a construção de relações socioculturais que desbordam o espaço expositivo, pois o campo político-geográfico no qual ela ganha corpo; os meios disponíveis para sua realização; a interlocução com artistas, instituições, colecionadores, galeristas, produtores, arquitetos, montadores, designers, jornalistas, entre outros agentes; bem como a produção de textos e publicações; e, finalmente, o contato do público com as obras, são todos elementos e questões a informar, permear e se impor ao pensamento curatorial contemporâneo.

Sobre o ministrante:
Bernardo José de Souza é curador, escreve e investiga arte contemporânea. Entre 2017 e 2019, foi Diretor Artístico da Fundação Iberê Camargo, de onde partiu para estabelecer-se em Madrid como curador independente. Integrou as equipes curatoriais do 19a Bienal de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil (São Paulo, 2015), da 9a Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2013) e foi Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria de Cultura de Porto Alegre entre os anos de 2005 e 2013. Desde então, vem desenvolvendo projetos curatoriais para diversos espaços e instituições, dentre os quais vale destacar as exposições To See What Is Coming, no Largo das Artes (Rio de Janeiro, 2014); a exposição A Mão Negativa, no Parque Lage (Rio de Janeiro, 2015); o Solo Project Através do Espelho, ArtRio (Rio de Janeiro, 2015); a exposição Tudo o que É Sólido Desmancha no Ar, na Galeria Jaqueline Martins (São Paulo, 2015); o programa Crossings and Passages, na Goodman Gallery, (Cidade do Cabo, 2016); a exposição Vivemos na Melhor Cidade da América do Sul, no Átomos (Rio de Janeiro, 2016); o programa Arte e Ativismo na América Latina — Prince Claus Fund/Dutch Ministry of Foreign Affairs, na Despina (Rio de Janeiro, 2016 e 2017); a mostra Unanimous Night, no CAC (Vilnius, 2017); a exposição Intruso, no Salón (Madrid, 2019); e a mostra An Exhibition with artworks by…, no Witte de With Center for Contemporary Art, in Rotterdam, Holanda, em 2020.



Curadoria > Curadoria Educativa > Educação: uma relação em construção
Ministrada por Mônica Hoff

Data: 09/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
Nas últimas duas décadas vimos surgir no contexto da arte um extraordinário interesse em discutir as relações entre arte e educação desde a prática curatorial. Este entusiasmo que, em alguns debates é situado no guarda-chuva do fenômeno educational turn –ou virada educativa nas práticas artísticas e curatoriais contemporâneas– pode ser observado através do incremento dos departamentos educativos de museus e instituições culturais; também do surgimento e popularização da curadoria pedagógica e da participação de artistas em projetos educativos; bem como da criação de escolas, simpósios, workshops e aulas desenhados como programas artísticos e/ou curatoriais. Isto que, para um certo grupo de pesquisadores, consistiu numa espécie de excesso de pedagogização, para outres, no entanto, se apresentou como uma renovada necessidade de mediação da arte.
A presente aula abordará aspectos teóricos e históricos que entrelaçam tais práticas com o intuito de debatermos sobre os elementos conceituais, operativos e contextuais que compõem a criação de um projeto e/ou programa educativo no contexto da arte, seja ele de caráter institucional ou não.
Além da aula, a ministrante fornecerá ao grupo participante acesso a arquivo online de textos e publicações sobre o tema.

Sobre a ministrante:
Mônica Hoff  (Porto Alegre, 1979)  é artista, curadora e pesquisadora. Doutora em Processos Artísticos Contemporâneos, pelo PPGAV/UDESC (2019), com pesquisa sobre artists-run art schools; e mestre em Artes Visuais, na linha de História, Teoria e Crítica de Arte, pelo PPGAV/UFRGS (2014), com pesquisa sobre o fenômeno educational turn e o contexto de arte brasileiro. Ao longo de sua prática no campo das artes, vem investigando as relações entre as práticas curatoriais, artísticas e educativas e como estas contribuem, friccionam e/ou determinam as políticas e pedagogias institucionais.
De 2006 a 2014, coordenou o Programa Educativo da Bienal do Mercosul, atuando também como curadora adjunta na nona edição do evento, em 2013.  Dentre os projetos desenvolvidos nos últimos anos estão: Laboratório de Curadoria, Arte e Educação (2014-19), em parceria com a curadora Fernanda Albuquerque; Espaço Embarcação (2016-18), codirigido com Kamilla Nunes, que resultou nos projetos Oficina Pública de Perguntas e La Grupa; Escola Extraordinária (2018), com Kamilla Nunes, Cristina Ribas, Daniela Castro e Fábio Tremonte; Corazón Pulmones Hígado (2019-20), exposição co-curada com Andrea Pacheco no Centro de Residencias Artísticas do Matadero Madrid; e Corpo que vibra (2020), exposição virtual e investigação sobre a obra da artista Mara Alvares. Atualmente, desenvolve, em colaboração com o artista Fabio Tremonte, o projeto pedagogia em público; coordena, ao lado de Jessica Gogan, grupo de estudos em pedagogias experimentais, coletividades e outras institucionalidades; atua como pesquisadora convidada no projeto Escuela Desnuda, do arquiteto e artista venezuelano Miguel Braceli; e como ativadora pedagógica, da segunda edição de MUFF, organizado pelo Centro de Fotografía de Montevidéu. Prepara para agosto e setembro de 2021, junto a Eva Posas, Ni apocalipsis ni paraiso: meditaciones en el umbral, programa da segunda edição de Materia Abierta, na Cidade do México.
Co-organizou as publicações Pedagogia no Campo Expandido, com Pablo Helguera (2011); A Nuvem e Manual para curiosos, ambos com Sofía Hernandez Chong Cuy (2013); e a versão em português de Tijuana Maid, novela escrita pela artista norte-americana Martha Rosler nos anos 70, com Regina Melim (2018).
Nos últimos anos vem colaborando em projetos e publicações organizados por instituições como Matadero Madrid, Liverpool Biennial, Bienal de Cuenca, Colección Cisneros, New Museum/NY, De Appel Arts Centre, NC-Arte, Alumnos 47, Museu de Arte do Rio (MAR), Escuela de Garaje – Laagencia, 32a Bienal de São Paulo, MASP, Fondazione Antonio Ratti, FelipaManuela, Museo Thyssen-Bornemisza, Museo Reina Sofía, MACBA/BCN, MALBA, Parque Lage, CasaMario, TEOR/ética. MUAC, Bienal FEMSA, Itau Cultural, Piso 16, entre outras.



Desenho de exposição como negociação
Ministrada por Tiago Guimarães
 
Data: 11/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Através da apresentação de um panorama da produção do arquiteto Tiago Guimarães, o encontro pretende articular de maneira introdutória questões técnicas e conceituais dentro da prática projetual em expografia. Cabe ao profissional responsável pela concepção dos desenhos de exposição um trabalho de coordenação de diversas demandas. Instituição, curadoria e artistas são peças de um quebra-cabeça maior que precisa ser considerado na materialização de um ambiente expositivo. Entra assim a noção de negociação como um exercício de escuta, ponderação e produção de respostas formais. Por fim, entende-se o desenho de exposição como um processo criativo de caráter coletivo onde os papéis a priori definidos podem se confundir em direção a um resultado. 
 
 
Sobre o ministrante:
Tiago Guimarães (1980, Fortaleza, CE). Vive e trabalha em São Paulo.
É arquiteto e urbanista (Universidade Federal do Ceará) e técnico em dança (Centro Paula Souza – Etec de Artes). Fez parte do Estúdio Risco entre 2007 e 2019, onde desenvolveu projetos de expografia para mostras de arte, além de outras atividades. Desde 2009, colabora com a arquiteta Marta Bogéa no desenho de exposições.  
Atuou em mostras como 36o. Panorama da Arte – Sertão (Mam de São Paulo, 2019), Egito sob o olhar de Napoleão (Itaú Cultural, 2019), A queda do céu (Caixa Cultural de Brasília, 2019), Arte-Veículo (Sesc Pompeia, 2018), 29a Bienal de São Paulo (Fundação Bienal, 2010), entre outras.



Produção Executiva de Exposições
Ministrada por Jaqueline Beltrame

Data: 16/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
Com a expansão do mercado de artes visuais no Brasil, cada vez mais a formação na área de faz necessária. O curso Produção Executiva em Artes Visuais, ministrado por Jaqueline Beltrame, aborda as diversas etapas de realização de exposições, visando capacitar profissionais da área. Dentre os tópicos abordados, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento de uma exposição, negociação de empréstimo de obras, seguro, transporte especializado, produção local de obras para exposição, equipe e fornecedores, documentação diversa como Loan Form, Facility Report, Apólice de Seguro; expografia, luminotécnica, especificidades de montagem de vídeo instalações, entre outras atividades que envolvem a produção profissional de exposições de grande porte.

Sobre a ministrante:
Jaqueline Beltrame (Porto Alegre – RS) é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É sócia fundadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, festival do qual também é diretora, curadora e produtora.
Há mais de duas décadas realiza projetos de cinema e artes visuais; tendo atuado como Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo, de diversas edições da Bienal do Mercosul, além de produzir exposições e projetos em instituições culturais.
É produtora executiva de longas e curtas metragens, tendo filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais como Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam. Participou do ARSENAL / LIVING ARCHIVE, residência curatorial em Berlim na qual pesquisou e programou obras do acervo do Arsenal – Institut for Film and Video Art.
Criou o projeto Plataforma a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. Para o Ciclo de Aulas Plataforma, realizado no lançamento do projeto, dividiu com Gabriela Motta a formação do grupo de ministrantes e conteúdos, e com Nicole Quines a produção do projeto.



O espaço como processo de criação
ministrada por Rommulo Vieira Conceição

Data: 18/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
A aula trata da produção dos trabalhos desenvolvidos pelo artista Rommulo Vieira Conceição a partir da visão do próprio artista. Serão abordados conceitos de espaço a partir das visões de físicas de Jammer (1993), Massey (2008) e Certeau (2014) e as relações desses conceitos com os trabalhos construídos no período entre 2000 e hoje.

Sobre o ministrante:
Rommulo Vieira Conceição é artista visual que trabalha com diversos meios, como a instalação, os objetos, a escultura, o desenho e a fotografia, explorando as sutilezas de percepção do espaço na contemporaneidade e as relações do homem contemporâneo no mundo atual. Nasceu em 1968, em Salvador- Bahia, onde começou seus estudos em artes em 1983, sob a orientação da artista Célia Prata, na Oficina de Artes Plásticas da Escola Técnica Federal da Bahia. Desde 2000 reside em Porto Alegre (RS) onde desenvolveu seu mestrado em Poéticas Visuais no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005 – 2007) e teve orientação artística de Jailton Moreira, no Espaço Torreão (2000 – 2003). Desde 1998 vem realizando exposições individuais e coletivas, e residências artísticas no Brasil, na Argentina, na Austrália, no Japão e na Finlândia. Em 2006 participou da 3a Edição do Rumos Itaú Cultural com o trabalho Quarto-Cozinha (2005-2006) no qual sobrepôs um quarto e uma cozinha, ambos totalmente operacionais. Em 2009 realizou uma exposição individual em Ekenäs, na Finlândia, onde iniciou uma série de desenhos monocromáticos, ainda em desenvolvimento. Em 2011 participou da 8a Bienal do MERCOSUL, no mesmo ano em que participou da exposição Agora/Ágora, no Santander Cultural de Porto Alegre, com o trabalho SuperCinema, onde construiu uma sobreposição de um cinema e um supermercado, ambos no mesmo local e totalmente operacionais e que nucleou toda a mostra, de elenco internacional. Em 2016 participou da exposição coletiva “Territórios: artistas afrodescendentes no acervo da Pinacoteca” na Pinacoteca de São Paulo. Em 2017 participou da exposição “Axé Bahia: the power of art in afro-brazilian metropolis” no Fowler Museum, em Los Angeles. Entre os anos 2009 e 2010 fez parte do grupo “Pessoal” envolvendo dois artistas Chilenos e uma artista Argentina. Em 2015 participou da 10a Bienal do MERCOSUL. Em 2021 abre uma exposição individual no Instituto Inhotim (Brumadinho-MG-Brasil) e participa da exposição “Casa Carioca” no Museu de Arte do Rio de Janeiro. Ganhou alguns prêmios, dentre os quais Rumos Itaú Cultural (2006), 1o Prêmio FUNARTE de Produção em Artes (2008/2009), Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2012 – Galerias de São Paulo (2012) e Prêmio Aquisição Marcantônio Vilaça-FUNARTE (2012). Foi indicado duas vezes ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2010 e 2012) e três vezes ao prêmio PIPA (2010, 2011, 2018). Tem obras em vários acervos públicos, dentre os quais: Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo/USP; Museu Afro Brasil, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Atualmente, mora e trabalha em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Atualmente, é representado pela Galeria Gestual, Porto Alegre.



Educação como espinha institucional
Ministrada por Gleyce Kelly Heitor
 
Data: 23/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Nesta aula, iremos refletir e debater sobre as práticas de mediação e educação no contexto institucional das artes. Serão apresentados conceitos, posições e perspectivas sobre as relações entre mediação cultural e educação, ressaltando diferentes modos de atuar e mapeando os discursos que orientam – ou por vezes estão subjacentes a um conjunto de fazeres.
 
Sobre a ministrante:
Gleyce Kelly Heitor (Recife, 1982).
Educadora e pesquisadora. Tem licenciatura em História (UFPE) e mestrado em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast). Atualmente é diretora do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake – SP. Foi Gerente de Educação e Participação do MAM Rio (2020-2021), coordenadora pedagógica da Elã – Escola Livre de Artes (Galpão Bela Maré – Observatório de Favelas – 2019, 2020 – 2021) e coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2019). Atuou como professora substituta do Bacharelado em Museologia da UFG (2017- 2018), como coordenadora pedagógica nacional do Programa CCBB Educativo Arte e Educação – 2018 (JA.CA Centro de Arte e Tecnologia – 2018) e  assessora e coordenadora pedagógica da Escola do Olhar (Museu de Arte do Rio – 2012-2017). Desenvolveu, através de uma bolsa de cooperação internacional, estágio na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre (2016). Atua no estabelecimento de relações entre os campos da gestão cultural, da arte contemporânea e da educação; nas interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro e no fortalecimento de vínculos entre a cultura e os movimentos sociais. Colabora, ainda, com a Oficina Francisco Brennand – PE (2021), onde é curadora adjunta do eixo Território; e com a Escola Itaú Cultural – SP, onde é professora do curso Mediação Cultural Contemporânea (2020 e 2021).



Espaços autogestionados por artistas: emergências do agora
Ministrada  por  Andressa Cantergiani
 
Data: 25/08, das 19:00 às 21:00
 
Ementa:
Através da experiência em gestão de espaços autônomos em Porto Alegre, Galeria Península e Bronze residência, pensar nos mecanismos de gestão, produção, ativação, programação e inserção social desses espaços que além de estarem na base do sistemas das artes, são espaços de formação, visibilidade para muitos artistas emergentes, em início de carreira e projeção de futuros. Pensaremos em práticas de experimentação, residências artísticas, programas públicos e grupos de estudos.

Sobre a ministrante:
Andressa Cantergiani é artista visual e performer, vive entre Berlin e Porto Alegre, é doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV-UFRGS, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Graduada em Artes Cênicas pelo DAD/UFRGS. Estudou Performance na UDK- Universidade das Artes em Berlin. Doutorado Sanduíche University of Applied Sciences and Arts- Hoschulle Hanôver – Alemanha. Artista representada da Galeria Mamute, Porto Alegre-Brasil. Gestora da BRONZE Residência e galeria Península em Porto Alegre. Curadora e educadora do PPPP [Programa Público de Performance Península] premiado duas vezes pelo editais #Juntospelacultura FAC ProculturaRS, pelo FUMPROARTE, Atelier Livre Poa e Prêmio Açorianos como melhor Projeto de Divulgação e Inovação Cultural. Premio FUNARTE MINC Brasil Cultura-Lisboa e CDEA- Centro de Cultura Européia e Alemã. Realizou residências, projetos e exposições em diversos espaços em redor do mundo tais como Fundação Iberê Camargo/RS/BR, Brasil, MAC/RS- Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea Bispo do Rosário/RJ/BR, Residência Terra Una/MG. Residência Insurgências, Berlin/ALE. Possui obras em coleções particulares e acervos do MARGS-RS, MAC-RS e AMARP-RS.


O mercado de arte no Brasil: expansão recente, futuro incerto
Ministrada por Ana Letícia Fialho

Data: 30/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
Este curso propõe analisar o funcionamento mercado de arte contemporânea no Brasil, suas características, seu desenvolvimento e expansão na última década, seu papel na formação dos valores artísticos, sua relação de interdependência com outras instâncias do sistema da arte, a atuação de seus agentes e seu grau de internacionalização, de forma a compreender as dinâmicas e desafios presentes, assim como as tendências (e incertezas) do futuro do setor.

Sobre a ministrante:
Ana Letícia Fialho é gestora cultural, professora e pesquisadora. Atualmente é assessora da Reitoria da Universidade de São Paulo para a área de Museus. Fez o Pós-Doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, Doutorado em Ciências da Arte e da Linguagem na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais – EHESS/Paris, Mestrado em Gestão Cultural na Universidade de Lyon II e Bacharelado em Direito na UFRGS. Foi Diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura/Ministério da Cultura de 2016 a 2018, Gerente Executiva e Consultora do Programa Cinema do Brasil entre 2007 e 2019, Consultora em Inteligência Comercial e Coordenadora de Pesquisa do Programa Latitude de 2012 a 2019 e Curadora Executiva do Fórum Permanente de 2007 a 2013. Participou de diversas publicações, entre elas, Sociologia das artes visuais no Brasil (Ed. SENAC, 2012), O valor da obra de arte  (Metalivros, 2014); Outras histórias na arte contemporânea (Ed. Paço das Artes, 2016). É co-organizadora, com Leandro Valiati, do Atlas Econômico da Cultura Brasileira (MINC/UFRGS, 2017), finalista ao prêmio Jabuti em 2018.



Direitos Autorais nas Artes Visuais
Ministrada por Patricia Goulart 
 
Data: 01/09 das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Capacitar os artistas visuais e produtores a planejar e gerir direitos autorais envolvidos na criação, realização, produção e gestão das obras visuais a partir da compreensão dos Direitos de autor: morais e patrimoniais. Serão apresentadas noções de obras protegidas originárias e derivadas, direitos de exibição ao público, reprodução e utilização de obras de terceiros. Principais aspectos das autorizações, licenças e cessões para a circulação de obras e/ou comercialização a partir de casos práticos.   
 
Sobre a ministrante:
Patrícia Goulart é advogada atuante na área do direito de entretenimento, direito autoral e propriedade intelectual.
Atualmente, presta assessoria e consultoria para diversas entidades, empresas e pessoas ligadas às áreas da cultura, tecnologia e comunicação.
Vivência na formatação e realização de projetos nas áreas de tecnologia, audiovisual, cênica, musical, literária e de artes visuais.
Na área audiovisual foi consultora jurídica de mais de 60 obras audiovisuais entre curtas, médias, longas e séries para TV. Atuou na assessoria jurídica de eventos de grande porte como Porto Alegre em Cena, Natal Luz e Festival de Cinema de Gramado. Realizou consultoria para projetos de exposição para Bienal do Mercosul, Livros, projetos multimídia. Ministrou cursos e workshops para o APL Audiovisual/Fundacine, Fluxo – escola de fotografia expandida, TECNA-PUCRS na área de direitos autorais.



Encerramento: fechamento do ciclo
Ministrada por Jaqueline Beltrame e Gabriela Motta

Data: 03/09, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Fechamento do ciclo de aulas, retomando questões de produção e curadoria após o conhecimento de outros tópicos abordados ao longo das aulas.
Sobre as ministrantes:
Jaqueline Beltrame (Porto Alegre – RS) é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É sócia fundadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, festival do qual também é diretora, curadora e produtora.
Há mais de duas décadas realiza projetos de cinema e artes visuais; tendo atuado como Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo, de diversas edições da Bienal do Mercosul, além de produzir exposições e projetos em instituições culturais.
É produtora executiva de longas e curtas metragens, tendo filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais como Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam. Participou do ARSENAL / LIVING ARCHIVE, residência curatorial em Berlim na qual pesquisou e programou obras do acervo do Arsenal – Institut for Film and Video Art.
Criou o projeto Plataforma a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. Para o Ciclo de Aulas Plataforma, realizado no lançamento do projeto, dividiu com Gabriela Motta a formação do grupo de ministrantes e conteúdos, e com Nicole Quines a produção do projeto.

Gabriela Kremer Motta (Pelotas – RS, 1975).
É curadora, crítica e pesquisadora em artes visuais.
Atualmente, é bolsista PNPD junto ao PPG do Centro de Artes da UFPEL (2016 – 2021).
Doutora em Teoria, Ensino e Aprendizagem da Arte, pela USP (2015), e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005).
Membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul.
 
Entre os projetos de reconhecidas instituições nas quais atuou estão o Prêmio Marcantonio Vilaça CNI-SESI  2019 e 2014; Prêmio IP Capital Partners de Arte – PIPA 2019, 2017 e 2015 e Rumos Itaú Cultural, edições 2017/2018, 2011/2012 e 2008/2009; além de projetos com as instituições MAC – USP, MAC Niterói e Fundação Iberê Camargo.
 
Em 2010 foi contemplada com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais. De 2008 a 2010, fez parte do grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo.
 
Em 2017, foi responsável pela concepção do Seminário Curadoria Em Artes Visuais – Um Panorama Histórico e Prospectivo. Este projeto, desenvolvido em parceria com Fernanda Albuquerque, foi realizado no Santander Cultural e contou com a participação de pesquisadores de todo o Brasil.
 
Como curadora realizou diversas exposições, entre elas as exposições Passatempo (em 2018), da artista Rochelle Costi, no Museu do Trabalho, em Porto Alegre;  A Hora Mágica (em 2018), da artista Letícia Lopes, na galeria Aura, em S.Paulo; Fala, (em 2017), na galeria ECARTA; Acerca (em 2016), da artista Heloisa Crocco, na galeria Gestual; Ocupando Lucas, 21 (em 2015), com artistas da galeria Gestual, 365 (em 2015), da artista Elida Tessler (ao lado de Eduardo Veras), na galeria Bolsa de Arte; CANTOSREV (em 2014), do artista Nelson Felix, no Instituto Ling; Canto Escuro (em 2014), do artista Luiz Roque, no Museu do Trabalho; Um vasto Mundo (em 2014), da artista Romy Pocztaruk, na galeria SIM, em Curitiba; A invenção da Roda (em 2013), da artista Letícia Ramos, no Museu do Trabalho; realizou exposições coletivas em diversas cidades do Brasil como Joinville, Fortaleza, Recife, Belém, São Paulo, entre outras. Integrou o projeto Arte e Identidade Cultural na Indústria, promovido pelo SESI-RS (2007-2008).
 
É autora do livro “Entre olhares e leituras: uma abordagem da Bienal do Mercosul”, publicado pela editora ZOUK. Tem artigos publicados em diversas revistas especializadas e em catálogos sobre arte contemporânea.

Fantomaticos lança o single Rio Verde em parceria com Lucas Gonçalves nesta sexta, 09 de julho

Canção marca projeto de colaborações que conta com parcerias de versões e inéditas

Chega às plataformas de streaming nessa sexta-feira, 09 de julho, o single Rio Verde, uma parceria dos Fantomaticos com Lucas Gonçalves. Depois de um ano de lançamentos inéditos por conta do álbum Esquinas, disponibilizado ao público ao longo de 2020 com 10 singles e 10 clipes, os Fantomaticos apresentam essa semana um novo projeto, baseado em parcerias, registrando colaborações com outros artistas e bandas, criadores que o grupo admira que que cruzaram os caminhos dos músicos ao longo dos anos.

Iniciando esse novo momento, a banda contou com a participação do paulista Lucas Gonçalves, que além de uma frutífera carreira solo integra as bandas Vitreaux, um dos grandes destaques dentre os lançamentos de álbuns em 2020, e a consagrada Maglore. A canção escolhida, Rio Verde, é uma composição do baixista André Krause, que integra o álbum Fantomaticos III, de 2016, mas que agora ganha releitura um pouco mais acústica, com toques de música indiana e experimentações transcendentais. Na faixa, Lucas divide os vocais com o guitarrista Augusto Stern e também acrescenta uma guitarra de 12 cordas que dá o tom do trabalho.

Inspirada por esse clima psicodélico, a banda preparou um vídeo que é uma viagem caleidoscópica por imagens inspiradoras, num fluxo repetitivo que evoca o próprio fluxo da música. E para apresentar esse trabalho ao mundo a banda chamou novamente o artista Fábio Alt, que fez uma bela capa – também uma sobreposição de imagens enigmáticas.

Por conta das colaborações, estão surgindo regravações e remixes de canções que a banda já tem no repertório, como no caso de Rio Verde, mas também algumas criações e composições inéditas. Vão passar pelo projeto músicos de todas a gerações e de diversos estilos, novidades que serão lançadas nos próximos meses.

O single estará disponível em todas as plataformas de streaming, e o clipe, no canal da banda no YouTube. Para saber mais, acesse: www.fantomaticos.com | Canal da banda no Youtube          

https://www.youtube.com/channel/UCT42G1YM9Obvd4RY3xe8QlA

SOBRE LUCAS GONÇALVES

O músico autodidata e compositor Lucas Gonçalves cresceu no Sul de Minas Gerais, em Passa Quatro.  Passou a infância descobrindo música, através da coleção de cds e vinis de seus pais.

Em 2012 se mudou para São Paulo, onde formou a banda Vitreaux, projeto em que atua como guitarrista e vocalista. Em 2017 ingressou na banda Maglore, assumindo o contrabaixo. Acompanhou diversos artistas independentes como: Gustavo Galo, Giovani Cidreira, Betina Extinta, Douglas Mam, Juliana Perdigão entre outros.

Em 2020 lançou o seu primeiro álbum de canções, o “Se Chover” foi gravado no estúdio Submarino Fantástico (SP) durante o ano de 2019 por Luciano Tucunduva. Atualmente finaliza o segundo disco, produzido em seu home estúdio, em São Paulo.

 
SOBRE OS FANTOMATICOS

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Guilherme Fialho – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, que logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais. 

O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!” 

Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. As canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra). O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três Eps, com duas músicas cada. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo-clipe e ‘Vale’, que explora um lado acústico da banda.

O terceiro álbum, intitulado apenas ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio. 

A banda ainda lançou em 2018 o single ‘Andar’, um medley e uma aventura musical inspirada em influências da banda, como Beatles, The Who e Supergrass. No final deste ano também lançaram uma versão comemorativa de 10 anos do primeiro disco, ‘No Bosque’, com 3 faixas inéditas gravadas na época. 

Para seu quarto álbum de estúdio, a banda se isolou em um sítio na serra gaúcha com os equipamentos e gravou boa parte do material em sessões ao vivo, quentes e cheias de feelling. As gravações complementares foram interrompidas pela quarentena, mas a banda deu continuidade ao processo finalizando as músicas individualmente, à distância. 

Desse trabalho foram lançados 10 singles, todos eles com vídeo-clipes feitos pela banda ou desenvolvidos em conjunto com diretores e parceiros da banda. Destacam-se “Coisa com Coisa”, “Passado Moderno” e “Pelas Esquinas” que tiveram espaço em veículos como a revista Rolling Stone Brasil e em playlists editoriais, como “Indie Brasil” e “Pátria Rock”, do Spotify, além da circulação em rádios. 

Segunda edição da Revista Corpo Futuro tem lançamento na terça, 13 de julho

Publicação semestral voltada a valorizar publicações de arte terá versão impressa, à venda nas livrarias da capital e edição gratuita em PDF no site www.corpofuturo.com

Depois do sucesso da primeira edição, lançada em 2020, chega ao mercado no dia 13 de julho a Revista Corpo Futuro #02, uma publicação semestral voltada a valorizar publicações de arte, feita para leitura e contemplação de obras criadas para arte impressa. Apresentando produções e análises de diversos estilos e linguagens, destaca tanto produções de artistas que se dedicam às artes cênicas como também reserva um olhar para aqueles criadores de outras linguagens que dialogam com as artes cênicas. 

Segundo o editor-chefe e curador Fernando Zugno, a Corpo Futuro é um “espaço para promover o debate de ideias, pensamentos, assuntos, estéticas diferentes. Criações e inspirações de regiões, universos e vivências diversos com o propósito de pensar o futuro”. Publicada pela Canard Produções, conta com edição e curadoria de Carol Anchieta e reúne nomes como Jaider Esbell, Juliana Notari, Renata Felinto, Rubiane Maia, Eliane Brum, Valéria Barcellos, Mitti Mendonça, Anders Sandberg, N. Katherine Hayles, Edilamar Galvão, Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho, Carlos Donaduzzi, Ailton Krenak e Andreia Duarte, Victor Freitas, Thiago Ventura, Pedro Valentim, Maxwell Alexandre, Josemar Afrovulto, Fausto Vanin, Bianca Bixarte e Moara Tüpinåmbá. A foto de capa com Katu Mirim é de Thais Vandanezi com direção artística de Alma Negrot.

“A revista propõe um debate sobre nossas possibilidades de futuro com imagens fotográficas, bordados, pinturas, poesias, dramaturgias, artigos e reflexões através de diversas formas de expressão de importantes artistas e filósofos que vem enriquecendo esses tempos com suas estéticas”, revela Zugno.

Com 184 páginas, a revista estará disponível gratuitamente no site  https://www.corpofuturo.com/ e à venda pela Livraria Baleia https://www.livrariabaleia.com.br/. A publicação contará com uma edição em PDF acessível que será publicada em agosto, assinada pela OVNI Acessibilidade. Com patrocínio da PMI Foods através de financiamento da Secretaria da Cultura – Pró-cultura RS LIC, a Corpo Futuro será distribuída gratuitamente a bibliotecas comunitárias, bem como acervos dos teatros da cidade e do estado.

A Revista Corpo Futuro nasceu em 2020, em edição comissionada pelo festival internacional de artes cênicas Porto Alegre em Cena. Em 2021, o público encontrará conteúdos inéditos e criados especialmente para a publicação, além de criações que de alguma forma conversam com as questões que propomos aos colaboradores. São artigos, reportagens, depoimentos, entrevistas, diálogos entre artistas que podem ser fruídos na ordem proposta ou de maneira independente, sem pressa ou com a preocupação do factual. Segundo Carol, “na Corpo Futuro é possível folhear divagações e imagens sobre o corpo humano, a natureza, a expressão indígena, o afrofuturismo e o pensamento contestador em diferentes formas”.

No dia 13, a partir das 19h,  será possível conferir depoimentos de colaboradores e equipe através de evento de lançamento online pelas redes da publicação. Para saber mais, acesse: www.corpofuturo.com | @FuturoCorpo no Facebook e @RevistaCorpoFuturo no Instagram

Lançamento Revista Corpo Futuro – 2a edição

13 de julho, às 19h – evento online de lançamento

Disponível gratuitamente pelo site www.corpofuturo.com

Edição impressa à venda pela Livraria Baleia (R$ 30,00) – https://www.livrariabaleia.com.br/product-page/corpo-futuro

CORPO FUTURO

Editor-chefe e Curador

Fernando Zugno • canardproducoes.com

Editora e Curadora

Carol Anchieta • @carolanchieta

Publicada pela Canard Produções

Foto de Capa

Katu Mirim para Corpo Futuro com direção artística de Alma Negrot e foto de Thais Vandanezi

Colaborações

Alma Negrot e Katu Mirim, Jaider Esbell, Juliana Notari, Renata Felinto, Rubiane Maia, Eliane Brum, Valéria Barcellos, Mitti Mendonça, Anders Sandberg, N. Katherine Hayles, Edilamar Galvão, Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho, Carlos Donaduzzi, Ailton Krenak e Andreia Duarte, Victor Freitas, Thiago Ventura, Pedro Valentim, Maxwell Alexandre, Josemar Afrovulto, Fausto Vanin, Bianca Bixarte e Moara Tüpinåmbá

Revisão de Textos

Clara Corleone

Diagramação e Arte Final

Dídi Jucá • didijuca.com

Comunicação

Bruna Paulin / Assessoria de Flor em Flor • brunapaulin.com

Produção

Letícia Vieira / Primeira Fila Produções • @primeirafilaproducoes

Editora parceira

Livraria Baleia • livrariabaleia.com.br

Patrocínio

PMI Foods

Financiamento

Pró-Cultura RS

Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Secretaria da Cultura

Mini Doc de Lira tem lançamento na sexta, 25 de junho

Vídeo escrito e editado por Lino e Lara Lazzaretti traz ao público um pouco dos bastidores e o processo de criação do single, lançado em 21 de maio

Canção conta com clipe assinado pela Ruído

Marcando as 10 mil visualizações no YouTube do clipe de Lira, single lançado no mês passado, Lino e Lara Lazzaretti divulgam em suas redes sociais nesta sexta, 25 de junho, o Mini Doc Eu Lírica que apresenta um pouco da intimidade da dupla através dos bastidores da composição da canção e das gravações do clipe, assinado pela Ruído, com direção de Diego Imai, Fernando Gonsales e Ricardo D’Avila.

O vídeo apresenta imagens de making of das gravações, feitas por Gonsales, também traz vídeos caseiros e alguns stories feitos pela dupla, além de áudios trocados ao longo do período. “É um retrato do dia a dia da nossa convivência no decorrer de 2020. Lara e Lucas (seu namorado e também meu amigo), passaram alguns períodos do ano passado dividindo o apartamento comigo – cozinhando, tocando, lendo textos, buscando sempre um estímulo, uma inspiração, algo para começar uma brincadeira”, revela Lino.

De acordo com Lara, que assina a edição do material, assim como todo o processo, a criação de Eu Lírica foi à distância. “Aproveitamos os áudios que trocamos nesse tempo para a narração do vídeo – desde coisas simples e objetivas do dia a dia até as conversas sobre o que a música significa pra gente”, conta.

Lira foi construída a quatro mãos e chegou às plataformas de streaming em 21 de maio. O quarto single do artista paulistano surgiu durante 2020, quando, ao lado da amiga, atriz e estreante no meio musical, resolveram aproveitar o isolamento para experimentar e criar juntos. Lira surgiu de uma série de versões de músicas já conhecidas que a dupla começou a tocar e cantar. O que era uma brincadeira entre os amigos inspirou a produção autoral. “É um retrato do momento em que estávamos vivendo: os dois de mudança. Não só uma mudança de CEP, mas também de intensas transformações pessoais”, revelam. E mesmo no meio de tantas turbulências e modificações externas também, a música traz uma mensagem de resiliência: “Lira nos lembra de ficarmos bem, apesar de tudo”.

As gravações do clipe ocorreram no antigo apartamento de Lino, entre as caixas da mudança. Com um clima intimista, o filme em preto e branco tem assinatura da Ruído e direção de Diego Imai, Fernando Gonsales e Ricardo D’Avila.

Este é o quarto lançamento do artista pela Loop Discos em parceria com a Applaus. Em 2020, ocompositor, guitarrista e beatmaker apresentou ao público as canções São, Atento e Iner.

O projeto de carreira solo de Lino inicia em 2018, quando começa a se aventurar na produção de lo-fi em seu quarto. “Criava linhas de piano, de sopros, de guitarra e os beats. Demorei pra começar a usar samples, eu gostava de criar tudo. E naturalmente comecei a compor letras e melodias pra aquilo tudo. Me parecia errado tanta música sem palavras. Minha inspiração é a vida, e as pessoas, sempre. Sou eu tentando traduzir pra mim mesmo o que eu absorvo enquanto eu observo”, revela.

Em 2021 estão previstos mais lançamentos para os próximos meses. Para saber mais sobre Lino, acesse: instagram.com/lino_colatoni

Lino é ator, compositor, guitarrista e produtor musical paulistano.

Cresci dentro de um espaço com palco e piano. Filho de uma professora por excelência, que figurou muito na ponte entre a minha existência e a arte, ela me permitiu uma infância cercada por uma cultura bem permissiva e acolhedora. Eu descobri cedo que era através daquelas ferramentas que eu iria me expressar diante do Mundo como indivíduo.

Na adolescência, veio o punk, o rap, o skate e a guitarra. Dentro dessa plataforma agressiva, eu entendi o que era traduzir sentimentos complexos em uma forma simples, direta e verdadeira.

Através da paixão, expandi minha pesquisa pra além dos campos em que eu estava habituado. Nasceu também a minha carreira de ator:  mergulhei no teatro; no cinema;  Conheci e trabalhei com muita gente incrível. E a música sempre do meu lado, cada vez mais nutrida por esse amadurecimento artístico.

Bandas autorais, composições, shows e estúdios: tudo isso já era parte da minha identidade, quando de repente me vi só. Dentro do meu quarto, comecei a produzir meus beats, minhas mixagens, me apropriando cada vez mais da minha bagagem, num desejo de explorar a minha alma como uma ferramenta física – como mais um instrumento. Que sempre esteve presente, mas que agora ganhava um caráter prático.

O Lo-Fi foi minha grande porta de entrada para a produção musical caseira. Depois de meses praticando e compondo instrumentais, eu senti necessidade de colocar palavras dentro daqueles arranjos. Me parecia errado toda aquela musicalidade sem o instrumento do verbo.

De lá pra cá, busco cada vez mais uma conexão honesta entre as minhas referências e os anseios da minha alma. Meu trabalho hoje consiste em desobstruir o caminho da criatividade pra que ela se apresente da forma mais simples e mais sincera possível.

Enquanto eu almejo, me distraio da minha busca, ser basta.

Lançamento: Selo Loop Discos

Loop Discos é o selo musical da agência de música Loop Reclame. Seu casting tem mais de 50 artistas e cuida de todas as etapas de lançamento de uma música ou álbum – da burocracia ao planejamento artístico. Com sua house em Porto Alegre, também atende em São Paulo, Los Angeles e Lisboa e já produziu mais de 300 lançamentos (singles, EPS, discos e clipes).

loopdiscos.com/

Produção: Applaus

A Applaus produz conteúdos artísticos teatrais e musicais. São 26 anos de experiência com artistas, shows e festivais na atuação com dezenas de artistas ao longo dessa caminhada por parte de seu fundador, Luciano Cardoso.

www.facebook.com/applaus.com.br

Para não esquecer: ação performática que (d)enuncia as mortes por COVID-19 terá última reativação para marcar a trágica soma de 500 mil óbitos em função da doença

Projeto promoverá última etapa de performances entre 25 de junho a 5 de julho através de lives no Instagram

A performance Quase-Oração realizará, de 25 de junho a 5 de julho, a sua última etapa de reativação com a meta de alcançar a emblemática e trágica marca de 500 mil mortos pela COVID-19 no Brasil. A ação coletiva duracional conta com a participação de dezenas de pessoas, entre artistas e não-artistas, de diferentes estados do território nacional e brasileiros residentes no exterior, que se revezarão para contabilizar os números das vítimas fatais da doença. O público poderá acompanhar ao vivo a leitura dos números pelo Instagram @quaseoracao.

O ato coletivo de contagem e denúncia deverá reunir, para este momento final, cerca de 80 pessoas e partirá do número de 335 mil vidas perdidas, atingido em suas etapas anteriores, e cuja soma de tempo de realização chega hoje a cerca de 350 horas. A primeira ativação ocorreu entre 25 de janeiro e 02 de fevereiro, partindo do número 1 ao 225.143. Nesta largada, os algarismos foram contados durante 24 horas, tornando-se uma das mais longas performances ininterruptas já realizadas no país. Na sequência, o registro de 250 mil óbitos no país desencadeou novo engajamento do grupo, que agregou participações como a dos criadores do Memorial Inumeráveis (@inumeraveismemorial), Edson Pavoni e Gabriela Veiga.

A respeito do encerramento da ação, destaca Diego Vacchi, um dos organizadores: “estamos diante de uma das maiores crises sanitárias do mundo e as mortes pela doença estão sendo relativizadas, como se estivéssemos amortizados diante da marca diária de óbitos. O Quase-oração é uma resposta coletiva à essa barbárie, e cujos resultados poderiam ser outros se medidas mais adequadas tivessem sido adotadas e houvesse o respeito à vida”.

Um fragmento do texto coletivo, que acompanha o trabalho, afirma: “Solitária e em conjunto, a performance denuncia a impessoalidade dos números constantes nas estatísticas e presta uma homenagem às vítimas da pandemia. O som de cada número está no lugar de uma vida – irrepetível, irrecuperável – que se extinguiu. Assim, a enunciação é realizada como um cumprimento de um rito lento, longo, repetido e sistemático. Uma “quase-oração” de despedida por e daqueles que deram seus últimos suspiros”.

A performance ocorrerá em diversos horários ao longo dos dias propostos. Os vídeos ficam salvos, criando um grande corpo de memória para que não esqueçamos nunca essa tragédia que vivemos. Para acompanhar, acesse instagram.com/quaseoracao

Quase-Oração

Como pensar a coletividade – seus condicionamentos, prescrições e inscrições – a subjetivação em sua dimensão coletiva e sociopolítica, neste aqui e neste agora, no qual a vida e a morte parecem viver processos de ressignificação e quantificação, que fogem aos seus tidos “normais” lugares semânticos-conceituais? Diante dessa traumática realidade que se impõe sobre nós, não há espaço para simulação de um distanciamento reflexivo frio diante da dor que, individual e coletivamente, de forma implacável, nos toma.

A enunciação de cada número é o modo de cumprir um rito lento, longo, repetido e sistemático; uma “quase-oração” de despedida por e daqueles que deram seus últimos suspiros. Performance quieta e ruidosa. Solitária e em conjunto. Números. Impessoais números. Uma rude e soturna ironia, posto que cada som e sílaba de cada palavra, em verdade, evoca e está no lugar de uma vida – única, irrepetível, irrecuperável – que se extinguiu. A matemática seca das estatísticas é alongada à exaustão, à náusea. A esses números, são contrapostas as cifras da equação capitalista capaz de relativizar a “vida humana” em prol “da saúde econômica”.

 Que a nós, sobreviventes inquietos, perturbados pela ameaça ou iminência da perda, o som dessa contagem persiga de forma incômoda e insistente. A soma ainda está em aberto. Assim como a ferida.

O quê: Performance coletiva | “Quase-oração”

Quando: 25 de junho a 5 de julho | horários diversos

Onde: Instagram @quaseoracao

My Favourite Kind, de Victor Todt, chega às plataformas de streaming na sexta, 18 de junho

Nono single do cantor e compositor é um pop rock, com melodias “catchy” e com referências do britpop

Um britpop psicodélico repleto de referências sessentistas e noventistas será lançado na próxima sexta-feira, 18 de junho, nas plataformas de streaming. My favourite kind é o nono single do cantor e compositor Victor Todt. Coincidentemente, a faixa é lançada no mesmo dia que uma de suas grandes inspirações, o músico britânico Paul McCartney, comemora 79 anos.

Desde 2016 lançando produções autorais, a partir de 2020 Todt começa a compor em inglês. A mudança surge por conta de uma temporada vivendo em Liverpool e inspirações que nascem através da troca com músicos locais: “me apaixonei tanto pela cidade e suas pessoas que foi um processo natural o desejo de compor em inglês, trazendo um pouco do que vivi para minha produção artística”, comenta. Atualmente Victor segue compartilhando seu processo e inspiração com artistas britânicos parceiros.

“Escrevi My Favourite Kind em janeiro deste ano. Surgiu a partir de uns poemas sobre flores que li do Pablo Neruda e de Rubem Braga. Falar sobre alguém usando a figura metafórica me chamou atenção, então rabisquei a primeira frase da primeira estrofe, que traduzindo é: ‘você pode crescer em qualquer lugar, entre as falésias/penhascos, o concreto e os trilhos’. Ao finalizar, levei em voz e violão para o meu atual produtor, Bruno Mad, para pensarmos juntos na sonoridade dela e assim iniciar as gravações.

A parceria com Mad iniciou no ano passado, com o lançamento de Liverpool e In this Dream. “Bruno me provocou para que eu fosse intercalando as faixas entre canções mais animadas e mais lentas e eu gostei do desafio”, revela. My Favourite Kind é um pop rock, com melodias “catchy” e com referências do britpop, desde Beatles do período Rubber Soul-Revolver, passando por Stone Roses, Oasis e Miles Kane. Bem ao estilo “Cool Brittania” dos anos 1990, Todt também cita como influência Richard Ashcroft, assim como os contemporâneos australianos DMAs, e destaca que suas grandes paixões são a música e o futebol.

A faixa foi gravada em Porto Alegre, na casa de Mad e no Nektarestudio, onde Victor e o produtor dividiram a execução de todos os instrumentos: Todt na voz, violão e guitarras e Bruno baixo, bateria, guitarras e sintetizador.

Victor inicia sua relação com a música ainda criança, na escola. Em 2012, vivendo em Barcelona, decide aprofundar seus conhecimentos em violão, guitarra e canto, lançando Sem Direção em 2016. Além de apresentações em diversos espaços em Porto Alegre, o músico já tocou em Ushuaia, na Argentina e na cidade do Porto, em Portugal.

Ao longo dos próximos meses estão previstos o lançamento de mais singles, também produzidos por Bruno Mad. Para acompanhar as novidades de Victor Todt, acesse https://linktr.ee/victortodtmusic

Lançamento de My Favourite Kind, de Victor Todt

18 de junho, nas plataformas de streaming

Composição, guitarra, voz e violão – Victor Todt

Produção, gravação, mixagem e masterização – Bruno Mad

Baixo, bateria, guitarras e sintetizador – Bruno Mad

Gravada em Porto Alegre, em março e abril de 2021

Planejamento Executivo e Design – Ocorre Lab

Assessoria de Imprensa e Relacionamento – Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Lupa – festival de videoclipes divulga os selecionados para a votação do público nesta segunda, 07 de junho

Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, oferece prêmios entre R$ 1.500,00 a R$ 4.000,00 para os vídeos vencedores

Votação inicia pelo site do evento na quarta, 09 de junho

Com as inscrições encerradas na última segunda-feira, 31 de maio, o Lupa – Festival de Videoclipes recebeu 346 vídeos que alcançam mais de 23 horas de conteúdo, material que está sendo avaliado pelo time de curadores. No dia 07 de junho o público poderá conferir as 30 obras selecionadas que integraram a votação popular que inicia na quarta-feira, 09 de junho, e segue até 14 de julho. O Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Esta primeira edição do festival abrangeu 45 municípios, representando 9% das cidades do RS. De acordo com o coordenador do projeto, Fernando Keiber, “as inscrições foram um sucesso, reforçando a nossa tese de que o setor do audiovisual, ligado à música, tem uma produção expressiva e clama por atenção. Os tempos de pandemia têm sido ao mesmo tempo que um agravante na situação econômica, um impulso para a criatividade”. Porto Alegre foi o município com o maior número de inscritos, com 159 vídeos enviados. Em segundo lugar vem Pelotas, com 40 videoclipes inscritos; Canoas, 23; Caxias do Sul, 14; Santa Maria, 11; e, empatados com 8 clipes inscritos cada uma, Alvorada e Santa Rosa, a cidade sede da proponente do Lupa, a OSC Sempre-Viva.

O Lupa contemplou entre os inscritos os mais diversos gêneros musicais, tendo sido formado um mosaico muito interessante, com destaque em quantidade de inscritos aos mais variados estilos do Rock (85 inscrições), nos gêneros do rap e hip hop (49), entre baladas de todas as nuances (33), nativista e gauchesca (26 inscrições) além de gospel, fado, MPB, funk, música erudita, sertanejo, soul, bolero, sambas de todas as cores, pop, disco, dance, entre outros. “Um ponto que chama a atenção é a quantidade de inscritos com a categoria videodança, apontando para a necessidade de atenção para este estilo e público específico”, conta Keiber, que também é um dos curadores.

A curadoria, formada por Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos, selecionará os 30 vídeos que integrarão a final e estarão disponíveis para votação no site a partir de 09 de junho. Nesta segunda, dia 07, às 20h, através do Facebook e Instagram do festival, a lista será divulgada. A mostra virtual dos vídeos selecionados bem como o evento de premiação se dará no dia 15 de julho, através do canal do YouTube do projeto.

Os videoclipes concorrem a prêmios entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Os cinco primeiros lugares serão eleitos pelo júri do festival, além de um prêmio para o vídeo vencedor escolhido pelo público. Para acompanhar as próximas etapas do evento, acesse @lupafestival e www.lupafestival.com.br

O LUPA – festival de videoclipes do Rio Grande do Sul é realizado pela Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva e financiado pela lei nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Marcopolo.

Lupa – festival de clipes

Divulgação classificados 07/06 às 20h pelas redes @lupafestival

Abertura Votação Popular online 09/06 pelo site www.lupafestival.com.br

Evento de Premiação 15/07

Prêmios:

1º Lugar – R$ 4.000,00

2º Lugar – R$ 3.000,00

3º Lugar – R$ 2.500,00

4º Lugar – R$ 2.000,00

5º Lugar – R$ 1.500,00

Júri Popular – R$ 1.500,00

Curadores

ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.

FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.

HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.

LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).

Podcast A História do Disco recebe Charles Gavin para episódio especial duplo

Programa da artista e comunicadora Bruna Paulin recebe personalidades que falam sobre sua relação emocional com a música

Episódios com o músico, produtor e pesquisador musical Charles Gavin vão ao ar nos dias 26 de maio e 02 de junho nas plataformas de streaming

Ultrapassando mais de 2000 minutos de conteúdo no ar, com duas temporadas e 35 episódios, a artista e comunicadora Bruna Paulin recebe no podcast A História do Disco o músico, produtor,  pesquisador musical e apresentador do programa O Som do Vinil, Charles Gavin, em episódio especial duplo, veiculado nos dias 26 de maio e 02 de junho.

No ar desde setembro de 2020, A História do Disco traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista.

O programa já recebeu nomes como o da escritora Martha Medeiros, o ator Guilherme Weber, a atriz e escritora Clara Corleone, o cineasta Jorge Furtado, o produtor musical Marcelo Fróes, a apresentadora Roberta Martinelli, as jornalistas Fabiane Pereira, Kamille Viola e Chris Fuscaldo, a atriz e escritora Júlia Medeiros, o músico Rafael Rocha e a cantora e compositora Filipe Catto, entre outros.

No final de 2020, A História do Disco, com apenas 13 episódios no ar na época, ficou entre os 111 podcasts de música mais ouvidos do ano em todo Brasil pelo Spotify. “A ideia foi aproximar meu amor à música e aos discos de vinil às histórias que trazemos com um disco que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco’ é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

Além dos episódios em podcast, é possível acompanhar o projeto através de perfil no Instagram (@ahistoriadodisco) onde a pesquisadora traz relatos de coleções, dicas de lojas de discos pelo mundo e diversas curiosidades. O programa vai ao ar semanalmente às quartas-feiras e está disponível em 10 plataformas de streaming. A arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron e edição de Nicolly Demeneghe.

Ouça em:

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