




O tema da edição de novembro será “Jornalistas que escrevem” e ocorrerá no Von Teese
Porto Alegre, 16 de novembro de 2018 – Na quinta-feira, 22 de novembro, às 20h30, o Von Teese recebe mais um Sarau da Clara Corleone. O evento literário, que ocorre mensalmente, traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de novembro será “Jornalistas que escrevem”.
Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã Ana Cardoso e Clarissa Pont. Ana é jornalista e escritora. Clarissa é jornalista.
O evento da escritora e atriz existe há mais de um ano e meio e já recebeu a política Manuela D’Ávila, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Vitor Necchi e Paulo Germano, a escritora Cinthya Verri, as atrizes Maria Galant e Catharina Conte, os diretores Júlio Conte e Patsy Cecato, o músico Carlinhos Carneiro e o ator Bruno Bazzo, entre outros. O “Sarau da Clara Corleone – Jornalistas que escrevem” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (pagamento somente em dinheiro). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.
Sarau da Clara Corleone – Edição de novembro
“Jornalistas que escrevem” com Ana Cardoso e Clarissa Pont
22 de novembro, quinta-feira, às 20h30
Couvert a R$ 10,00 – pagamento somente em dinheiro
Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32
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Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo entre gerenciar o estúdio Otto Desenhos Animados e ser hostess do Bar Ocidente aos finais de semana. Escreve diariamente em sua página e teve textos publicados na Zero Hora digital, Sul 21 e no site Lugar de Mulher, além de comandar o programa “Todas as mulheres do mundo” na Rádio Elétrica.
Ana Cardoso nasceu em Curitiba, graduou-se na PUC-PR, morou em Florianópolis, formou-se mestre em Sociologia Política na UFSC, passou 10 anos em Porto Alegre com o marido Marcos Piangers e as filhas Anita e Aurora e hoje vive pra cima e pra baixo. É escritora, autora de quatro livros, entre eles o best seller A Mamãe é Rock e o guia para adolescência A Mamãe é Punk. Fundadora do projeto cultural Bonne Chance, escreve para Revista Pais&Filhos e é colunista da Revista Donna, no Jornal Zero Hora.
Clarissa Pont é jornalista e mãe do Sebastião e do Matias. Trabalhou como repórter por bastante tempo até começar a costurar comunicação e cultura em 2008. Foi assessora de imprensa, produtora e palpiteira em diversos projetos. Hoje pesquisa políticas públicas para a cultura, está entre Porto Alegre e Belo Horizonte para o mestrado e tem escrito e lido como nunca antes.

Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica até dezembro
O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 18 de novembro, o grupo 50 Tons de Pretas, que apresenta o espetáculo “A mais pura verdade”.
A banda é composta por Dejeane Arruée, que além de vocalista e trombonista, toca pandeiro e é responsável pelos arranjos das canções, e Graziela Pires, vocalista e letrista. Os músicos que as acompanham são Cassiano Miranda (percussão), Felipe Sandas (violão), João Costa (bateria) e Vladimir Godoy (baixo).
O espetáculo “A mais pura verdade” tem orientação cênica da atriz e diretora Deborah Finocchiaro e projeção de imagens do artista Leandro Selister. O repertório conta com sambas e clássicos da MPB, além de composições autorais. O cunho político do espetáculo está presente nas canções, que buscam refletir sobre o ainda pequeno espaço ocupado pela mulher negra, a necessidade de empoderamento feminino e o reconhecimento das vitórias e reveses nesta caminhada.
A apresentação gratuita inicia às 19h. Em dezembro, o Festival promove no dia 02 a 2ª Mostra de Teatro de Bonecos, e encerrando a programação no dia 16, Canto Livre.
O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/
Festival de Primavera Vivar
Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica
Sempre às 19h, com entrada franca
18/11 – 50 Tons de Pretas
2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos
16/12 – Canto Livre
50 Tons de Pretas
A banda foi fundada na região do Vale do Sinos. O grupo reunido na época tinha 5 mulheres (a formação atual tem 6 meses). Com agenda cheia desde o início do ano, as Pretas se apresentaram na Virada Cultural, do Projeto Virada Sustentável, primeira edição do Casa Expandida na Casa de Cultura Mario Quintana, segunda edição do Sarau Voador (London Pub), show no Meme Santo da Casa e participaram da Parada de Luta LGBTI, que reuniu mais de 50 mil pessoas, e da Cerimônia de encerramento do 46º Festival de Cinema de Gramado. O grupo percorre 12 cidades do Rio Grande do Sul em 2018 com a turnê “A mais pura verdade”, onde cantam sambas e clássicos da MPB, além de composições autorais.

Três Mostras, oficinas e seminários integram programação que ocorre na Cinemateca Capitólio, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta
Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – O Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre entre os dias 22 e 28 de novembro, com atividades gratuitas na Cinemateca Capitólio Petrobras, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta. São três mostras, duas oficinas e dois seminários que integram a programação do evento, que em 2018 completa 15 anos de existência e chega a sua 12ª edição.
A programação do Cine Esquema Novo inicia em grande estilo, com uma sessão de abertura especial: no dia 22 de novembro às 20h na Cinemateca Capitólio o público poderá conferir o show do trio instrumental Reverba Trio, Por um Punhado de Trilhas, onde o grupo executa versões de grandes clássicos do cinema, como O Poderoso Chefão, Tubarão, Amarcord, Blade Runner, A Primeira Noite de um Homem e ET, o extraterrestre. Os arranjos compostos tradicionalmente para grandes orquestras foram convertidos para o formato power trio formado pelo guitarrista Julio Cascaes, o baixista Régis Sam e o baterista Gustavo Telles. Por um Punhado de Trilhas contará com projeções e imagens selecionadas por Carolina Grimm.
Após a apresentação, a Mostra Competitiva Brasil abre sua programação às 21h com a exibição de A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra. A Mostra Competitiva Brasil apresenta 39 obras – 35 exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações expostas no Goethe Institut, corealizadores do CEN 2018. seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores.
Serão 35 obras exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações que serão expostas no Goethe-Institut Porto Alegre, co-realizadores do CEN 2018. A seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores. Temáticas como feminismo, empoderamento da negritude, política atual, colonialismo, questões indígenas, pertencimento, religião, queer, entre outras, pautam os títulos selecionados de onze Estados brasileiros e nove produções assinadas por brasileiros realizadas no exterior (ou em coprodução internacional).
“Neste amplo panorama da recente produção autoral e independente do país, fica bastante claro que será uma edição extremamente posicionada e política”, afirmam os curadores que assinam a seleção, Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo e Vinicius Lopes. A lista integra títulos como “Sol Alegria”, de Tavinho Teixeira e sua filha Mariah Teixeira, uma ficção científica lo-fi, onde uma família nada tradicional corre por um país dominado por uma junta militar e pastores corruptos; “Supercomplexo Metropolitano Expandido”, de Guerreiro do Divino Amor, que investiga como forças ocultas e ficções de diferentes naturezas, sejam elas geográficas, sociais, midiáticas, políticas ou religiosas, interferem na construção do território e do imaginário coletivo a ideia de cidade-máquina em São Paulo; e “Azougue Nazaré” de Tiago Melo, eleito o melhor filme da mostra Bright Future da 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, que incorpora elementos sobrenaturais em um retrato quase antropológico de uma pequena comunidade canavieira, dividida entre o Maracatu e o evangelismo.
Destaque também para “Majur”, documentário de Rafael Irineu Alves Lacerda que mostra um ano na vida de Majur, chefe de comunicação de uma aldeia no interior do Mato Grosso; “O Peixe”, curta-metragem documental experimental que retrata uma vila de pescadores que tem o ritual de abraçar os peixes ao pesca-los; além de “Terremoto Santo” de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca, um curta musical com jovens cantores da cena da música evangélica da cidade de Palmares em Pernambuco, explorando com poesia e uma direção de fotografia muito autêntica a cultura evangélica do país.
O festival que, há quinze anos e onze edições derruba as barreiras simbólicas e experienciais entre o cinema e as artes visuais para exibir obras tanto na tradicional sala de cinema quanto em galerias de arte e espaços públicos, apresentará a performance “Título Provisório Para Obras de Formação Indeterminada”, de Marcelo Birck. Realizada em tempo real, exibe animações feitas à mão em super-8, antigas lâminas de lanterna mágica, e slides encontrados com som gerado a partir de um processo similar à montagem do cinema, transposto para outro material: vinis cortados a laser e recolados.
Entre os realizadores gaúchos, destacam-se “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, premiado como Melhor Longa Metragem no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim e “Música para quando as luzes se apagam” de Ismael Canepppelle.
O público poderá conferir três filmes com sessões acessíveis na Cinemateca Capitólio Petrobras: no dia 23 de novembro, às 17h, será exibido o longa A Cidade dos Piratas e no dia 27, às 15h, os filmes profanAÇÃO e Majur.
A Mostra Competitiva premiará ao final do evento, no dia 28 de novembro, às 20h, na Cinemateca Capitólio, o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 e cinco Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até cinco prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição), com apoio da Locall. O júri desta edição é composto por Leo BomFim, Renata de Lélis e Romy Pocztaruk.
O realizador alemão Philip Widmann, artista convidado do CEN 2018, vem a Porto Alegre para exibição de mostra e seminário com entrada franca no Goethe-Institut Porto Alegre. Topographical Translations reúne trabalhos que tentam situar questões de representatividade e inteligibilidade na visibilidade de superfícies construídas e crescidas, contrastando com a evanescência do discurso escrito e falado. O artista apresentará dois programas no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre: às 14h, os curtas Fictitious Force, Das Gestell (ambos de Widmann), em diálgo com os filmes The Voice of God (de Bernd Lützeler) e Nutsigassat (Translations) (de Tinne Zenner), e às 16h, o primeiro longa-metragem do realizador, Szenario. Às 17h30, Widmann promove um Seminário com entrada franca. Os filmes possuem legendas em português e o seminário será realizado em inglês. No dia 26, a mostra tem reprise nos mesmos horários.
O Duo Strangloscope, dos artistas Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting, promove a mostra Existir/Resistir no dia 27, na Cinemateca Capitólio. A dupla executa a performance Carcará, com filmes e projetores 35mm, 16mm e Super 8 e apresenta uma curadoria de seis filmes experimentais de artistas do México, Argentina, EUA, Espanha, Venezuela e França, três deles em 16mm, que refletem e dão forma a questões sobre existência e resistência.
Duas oficinas integram a programação do evento: Crítica no Brasil Hoje, ministrada pelo jornalista e crítico de cinema Daniel Feix, ocorre nos dias 22, 23 e 26 de novembro, na Cinemateca Capitólio. O curso de três módulos sobre análise de filmes na contemporaneidade com foco na produção atual cinematográfica brasileira ocorre das 15h às 18h e tem 20 vagas. As inscrições devem ser feitas pelo site do festival. Já o projeto Câmera Causa, ministrado por Gustavo Spolidoro e Jadhe Fucilini, ocorre nos dias 24 e 25 de novembro na Ocupação Utopia e Luta e contará com projeções dos filmes realizados na oficina no dia 27, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre.
Oficina voltada para pessoas são pertencentes ou atuam junto a projetos sociais e grupos em vulnerabilidade social. O intuito é levar a estes grupos/pessoas uma reflexão e prática da realização audiovisual voltada a criação de conteúdo que possa ser utilizado como divulgação do trabalho destes grupos, sua realidade e causas. As inscrições estão abertas até 18 de novembro e as 20 vagas serão preenchidas mediante seleção, feita pelo site do festival. A divulgação dos selecionados ocorrerá no dia 20.
No sábado, 24 de novembro, das 10h30 às 12h, a artista visual, professora de Artes Visuais na UFRGS Elaine Tedesco, professor da Unisinos e Doutorando em Poéticas Visuais pela UFRGS James Zortéa e a jornalista, doutora em cinema e professora da PUCRS Maria Henriqueta Creidy Satt integram o Seminário Pensar a Imagem, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. A atividade é uma reflexão sobre a imagem contemporânea, abordando especificidades teóricas, técnicas, conceituais, narrativas e de circulação, entre outros aspectos, associados à produção autoral e experimental de imagens no século 21. Não é necessária inscrição prévia.
Com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, o Cine Esquema Novo 2018 ocorre na Cinemateca Capitólio e Goethe-Institut Porto Alegre. O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br e Ocupação Utopia e Luta. Mais informações, acesse: www.cineesquemanovo.org |www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo
Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e VIVO apresentam:
Obras de Mahler e Debussy são destaques do próximo concerto da Orquestra de Câmara da ULBRA

Concerto terá a participação da harpista Eloïse Labaume, estreia mundial da obra IN REFLECTION de Aurélio Edler-Copes e uma homenagem ao compositor Fernando Mattos, falecido no último dia 04 de novembro
Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – A Orquestra de Câmara da Ulbra realiza concerto gratuito no domingo, (18/11), às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil (Rua Marquês do Herval, 280). O programa da série Domingo Clássico terá obras de Gustav Mahler, Claude Debussy, Aurélio Edler-Copes, Hubertus Hofmann, Arthur Barbosa e Fernando Mattos, falecido no último domingo, 04 de novembro. A regência é de Tiago Flores. O projeto tem o patrocínio da Vivo e Secretaria de Estado da Cultura, Esporte e Lazer.
O concerto inicia com Adagietto da Sinfonia nº 5, escrita entre 1901 e 1902 e influenciada pela musicalização que Mahler fez para os poemas de Friedrich Rückert. Com cinco movimentos, a obra traz características trágicas e alegres ao mesmo tempo. Esta peça conta com a participação da harpista francesa Eloïse Labaume.
Na sequência, Eloise executa Danças Sacra e Profana de Debussy, compositor homenageado no mundo todo em 2018, por conta do aniversário de 100 anos de sua morte. Este revolucionário compositor e pianista coloca a harpa em proeminência, com timbres em orquestrações inusitados, fugindo da orquestra clássica.
A Orquestra prestará homenagem a um dos mais profícuos compositores da música clássica gaúcha, o professor do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fernando Lewis de Mattos, falecido no último domingo, 04 de novembro. “Fernando era um dos músicos mais queridos da nossa cidade e tinha uma relação muito forte com a Orquestra”, comenta o Maestro Flores. A Orquestra executará
Segundo Bestiário Brasileiro, obra dedicada ao regente e à Orquestra de Câmara da Ulbra.
O compositor Aurélio Edler-Copes, brasileiro radicado em Paris, apresenta na guitarra elétrica a obra inédita IN REFLECTION – After ‘In C’ by Terry Riley. Lenta e contemplativa, a obra prima pela fusão entre o som da guitarra e o da orquestra num único objeto sonoro ressonante.
O programa também conta com Suite para cordas de Hubertus Hofmann e encerra com Toada e Desafio, de Arthur Barbosa, composta em 1997 em uma homenagem ao Movimento Harmorial.
O concerto é gratuito, mas sugere-se doações de peças de roupas em boas condições, alimentos não perecíveis, livros e brinquedos, que serão doadas posteriormente às entidades beneficentes, por meio do projeto Juvenil Solidário.
ORQUESTRA DE CÂMARA DA ULBRA |DOMINGO CLÁSSICO | OUTUBRO 2018
Data: Domingo (18/11)
Horário: 19h
Local: Associação Leopoldina Juvenil (Marquês do Herval, 280)
Entrada Franca – Em parceria com o Projeto Juvenil Solidário, sugere-se doações de peças de roupas em boas condições, alimentos não perecíveis, livros e brinquedos, que serão doadas posteriormente às entidades beneficentes.
PROGRAMA
GUSTAV MAHLER (1860-1911)
Adagietto da Sinfonia nº 5
Molto Adagio
CLAUDE DEBUSSY (1862-1918)
Danças Sacra e Profana
I – Danse Sacrée -Très modéré
II- Danse profane – Modéré
Solista: Eloïse Labaume (harpa)
INTERVALO
FERNANDO MATTOS
Segundo Bestiário Brasileiro
I- Entrada – Allegretto
II – Pastoreio – Allegro
III- Festa geral – Animado
IV- Despedida – Solene- Animado
AURÉLIO EDLER-COPES
IN REFLECTION – After ‘In C’ by Terry Riley Para guitarra e orquestra de cordas (Estréia mundial)
Solista: Aurélio Edler-Copes (guitarra elétrica)
HUBERTUS HOFMANN (1929-2011)
Suite para cordas
I- Abertura
II- Valsa -Tango
III – Consolação
IV – Marcha
ARTHUR BARBOSA
Toada e Desafio
REGÊNCIA: TIAGO FLORES
Patrocínio: VIVO
Financiamento: Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.
ELOÏSE LABAUME
Entusiasta da música contemporânea, Eloïse Labaume desenvolve o seu trabalho de harpista principalmente como solista e camerista, colaborando regularmente com o mítico Ensemble Intercontemporain, com o Ensemble L’Itinéraire, Klangforum Wien, Plural Ensemble, Collectif Warning, orquestras de Bilbao, Strasburgo, Pays de la Loire, Les Siècles e Orquestra Nacional de Espanha. Trabalhou sob a batuta de Pierre Boulez, Suzana Maalki, Peter Rundel, Enno Poppe, Josef Pons e Matthias Pintscher, atuando na Philharmonie de Paris, Cité de la Musique, Opéra Bastille, Centro Pompidou, IRCAM, Salle Gaveau, Biennale de Venise, Festival de Salzbourg, Mozarthaus de Vienne, Teatro Real de Madrid, Auditorium National à Madrid, KKL de Lucerne, Festival ‘Música’ de Strasburgo, entre outros. Eloïse Labaume graduou-se no Centro de Música do País Basco –Musikene– na classe de Frédérique Cambreling, obteve um mestrado em Teatro Musical na Haute Ecole des Arts de Berna, na Suíça, na classe de Georges Aperghis e Françoise Rivalland e realizou o post-master D.A.I. – Diploma de Artista Intérprete, especialização em música contemporânea e criação – no Conservatório Superior de Música de Paris.
AURÉLIO EDLER-COPES
Compositor gaúcho radicado em Paris. As obras de Aurélio Edler-Copes são reconhecidas internacionalmente por sua intensidade, dinamismo e grande força dramática. Ele colabora regularmente com ensembles de renome (Ensemble Intercontemporain, Klangforum Wien, MusikFabrik, Quatuor Diotima, Nieuw Ensemble, L’Itinéraire, Orquestras de Bilbao, País Basco, São Paulo, de Minas Gerais, Lorraine, etc.) e foi premiado em uma trintena de concursos internacionais de composição, entre os quais o “Prêmio de Roma” do Ministério das Relações Exteriores da Espanha, o New Forum Jeune Création ou o Prix Georges Wildestein da Academia de Belas Artes da França. Ele foi compositor em residência na Real Academia de Espanha em Roma, na Academia de França em Madrid-Casa de Velázquez, e no KulturKontakt-Chancelaria Federal da Áustria, em Viena. Aurélio Edler-Copes é bacharel em violão na UFRGS com Daniel Wolff e em composição no Centro Superior de Música do País Basco-Musikene. Realizou um mestrado em Composição na Hochschule der Künst Bern (HKB) com Georges Aperghis, e especializou-se em música eletrônica no CURSUS anual de Composição e Informática Musical no IRCAM-Centre Pompidou Paris.