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Aldebaran na imprensa

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Aldebaran na imprensa

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Espetáculo inédito no Brasil, Maratona de Nova York, estreia em Porto Alegre com direção de Bel Kutner

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Dupla de atores Anderson Muller e Raoni Carneiro sobem ao palco do Theatro São Pedro em curta temporada, dias 18 e 19 de maio.

Texto é do italiano Edoardo Erba, tradução de Beth Rabetti.e trilha sonora de André Abujamra.  Denise Stutz assina direção de movimento. 

Porto Alegre, 02 de maio de 2013 – Dois personagens, por volta dos 30 anos em trajes esportivos, dedicam-se a uma única ação central durante a apresentação: correr para se preparar para participar da Maratona de Nova York – a corrida mais famosa e almejada do mundo. É assim que se desenrola o espetáculo teatral Maratona de Nova York, que, depois de fazer temporada em São Paulo, Fortaleza e Salvador, passa pela capital gaúcha apenas nos dias 18 e 19 de maio.

Com direção de Bel Kutner e interpretação dos atores Anderson Muller e Raoni Carneiro, a primeira montagem brasileira da peça fez apresentações por várias cidades do País . Sempre orientados pela ânsia de superação, os personagens (Mario e Steve) relembram determinantes momentos de suas vidas, enquanto correm para participar da Maratona de Nova York. A corrida é pontilhada por recordações, que abrem espaços para reflexões como: Correr para quê? Superar quem? Entre outras lembranças, episódios da infância que sugerem desafeto materno e o intermédio de mulheres que fizeram os amigos se conhecerem.

Anderson Muller sempre teve um sonho: correr em cena. Quando se apaixonou pela corrida, começou a buscar uma maneira de aliar o esporte ao teatro. “Alguns anos depois, encontrei Raoni Carneiro – que hoje faz comigo esse espetáculo – e ele me apresentou ao texto de Edoardo Erba. Fiquei enlouquecido e passei três anos pensando nessa peça, até que comecei a produzir”, conta o ator.

Mario, seu personagem, tem personalidade leve, é brincalhão, apesar de seu peso dramático. “Esse personagem é um presente para mim, pois me leva a conhecer melhor as levezas e os amadurecimentos que passamos com o decorrer de nossas vidas”, conta Anderson.

Já Steve (interpretado por Raoni Carneiro) é um cara determinado a correr, com características apolíneas, retas, enfático, severo consigo mesmo e muito exigente, durante o espetáculo. “Steve expressa algumas máximas de conduta de vida, principalmente em relação à superação. Ele se esforça ao máximo para poder chegar mais do que preparado na maratona de Nova York”, conta Raoni Carneiro.

A maratona

O texto de Edoardo Erba, traduzido por Beth Rabetti, levanta questões do ser humano imprevisível, limitado, genial, obstinado, traumatizado, mas sempre possível vencedor na arte de viver. “Edoardo Erba tem um texto rápido, que faz a gente pensar. É muito bom o seu jeito de conduzir o cotidiano, o inevitável e as fatalidades”, conta Anderson Muller.

A diretora Bel Kutner – que atualmente alinha os novos ensaios de Maratona de Nova York às gravações da novela “Amor à vida” da TV Globo, de Walcir Carrasco -, se apaixonou pelo texto na primeira leitura, quando foi convidada a dirigir a peça. “Pela simplicidade e agilidade dessa conversa, pela dinâmica das ideias desses dois personagens em um encontro. A tradução da Beth Rabetti é primorosa, deixando a historia de dois italianos universal. Pode ser em qualquer lugar, em qualquer tempo”, conta Bel, que é amiga do Anderson Muller há trinta anos e também está na produção ao lado dele.

Bel Kutner diz, ainda, que vê a peça como uma revisão de uma existência. “É simples, mas cheia de nuances para quem a viveu. Os personagens se irmanam nos seus objetivos, contrapondo-se alternadamente, em suas historias pessoais. É um belo jogo, vamos nos divertir descobrindo a dinâmica de cada cena.”

“Pretendo que, apesar dos esforços físicos dos personagens, os atores consigam passar todo prazer, toda endorfina dos atletas, sem tensão, sem dor. Com muito suor”, finaliza a diretora.

 

 

Apresentações em Porto Alegre

Dias: 18 e 19 de maio | únicas apresentações

Sábado às 21hs | Domingo às 18hs

Local: Theatro São Pedro

Praça Mal. Deodoro – Centro Porto Alegre – RS, 90010-300 / tel. 51 3227-5100

Duração: 60 minutos | Clasificação Etária: 12 anos

 

Ingressos à venda na bilheteria do teatro

Plateia: R$ 70,00

Cadeiras Extras e Camarotes Centrais: R$ 60,00

Camarotes Laterais: R$ 50,00

Galerias Centrais: R$ 30,00

Galerias Laterais: R$20,00

 

Descontos

50% de desconto para o cliente e acompanhante da PORTO SEGURO

50% de desconto para os 100 primeiros assinantes do Clube do Assinante Zero Hora

30% de desconto para o assinante e acompanhante do Clube do Assinante Zero hora

20% de desconto para os Maratonistas. Apresentar a carteira de maratonista na bilheteria do Teatro ou filipeta.

 

Sobre o autor

Edoardo Erba nasceu em Pavia em 1954 e graduado em letras, formou-se em dramaturgia pela Escola Piccolo Teatro de Milão.Vive em Roma. Dentre suas obras – A noite de Picasso(1990), Porco selvagem(1991), Curva cega(1992), O homem da minha vida(1999), Boas notícias (2002), em meio a outras- destaca-se Maratona de Nova York (1992) pela diversidade de montagem: Londres (1999),com direção Mick Gordon, Boston (2003), Buenos Aires (2003),Wellington-Nova Zelândia (2001),Tel Aviv (1998), Barcelona(1996/97). A peça, contemplada com vários prêmio, já foi traduzida para cinco idiomas, tendo sido publicada na Inglaterra pela Obern Book e na Argentina pelas Ediciones de La Flor. Na Itália foi publicada pela Ricordi e por Ubulibri. Edoardo Erba é também autor de programas televisivos.

Ficha técnica

Texto de Edoardo Erba. Com Anderson Muller e Raoni Carneiro. Direção: Bel Kutner. Assistência de Direção: Celso Bernini. Direção de movimento: Denise Stutz. Iluminação: Paulo César Medeiros. Trilha Musical: André Abujamra. Direção de Arte e Projeções: Mauro Vicente Ferreira e Charles Boggiss. Direção de Produção: Kauidea Produções Artísticas e Prósperas Produções. Produção Executiva: Dea Martins . Assessoria de Imprensa Mariele Salgado e Bruna Paulin.  Realização: Kauidea Produções Artísticas (Dea Martins) e Prósperas Produções (Anderson Muller e Thereza Falcão)

Censura: 12 anos

Assessoras de imprensa Bruna Paulin e Mariele Salgado

 

 

Maratona de NY na Contracapa

Espetáculo chega nos dias 18 e 19 de maio no Theatro São Pedro. Projeto em parceria com Mariele Salgado. Destaque na Contracapa de hoje:

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Grupo Oficcina Multimédia apresenta Aldebaran no Theatro São Pedro

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Espetáculo da companhia mineira tem patrocínio da Petrobras e chega a Porto Alegre nos dias 11 e 12 de maio

Comemorando seus 35 anos de atividades o Grupo Oficcina Multimédia de Minas Gerais, chega pela primeira vez a Porto Alegre nos dias 11 e 12 de maio, no Theatro São Pedro. O espetáculo Aldebaran, é resultado do projeto “Aldebaran”, do Grupo Oficcina Multimédia da FEA – patrocinado pela PETROBRAS através da seleção pública do PETROBRAS Cultural. A montagem estreia na próxima quinta-feira, 18 de abril, no Teatro Bradesco, em Belo Horizonte, passando por Curitiba (Teatro Guairinha) e Florianópolis (Teatro Pedro Ivo).

Dirigido por Ione de Medeiros, Aldebaran é uma visão fantástica da atualidade inspirada em monstros e contos de fadas. Tudo partiu da observação dos dias atuais, compreendendo desde o desequilíbrio ecológico, até as distorções psíquicas dos falsos líderes, ditadores e detentores do poder, além dos abusos e arbitrariedades humanas que se alastraram por todos os cantos. Aldebaran remete a esses tempos apoteóticos, onde as leis proliferaram, e o politicamente correto se instalou como uma regra social, mas paradoxalmente, nunca se viu tanto horror, tanta violência e tanta crueldade.

Mas, o que mais agride as sociedades modernas é a falsa mensagem de felicidade ao alcance de todos. O que frustra, o que gera doenças e depressão é a promessa enganosa da possibilidade de acesso a um paraíso onde nunca se chega porque ele  está sempre em movimento, deslocando-se de forma vertiginosa. Este Éden inatingível está sujeito aos modismos que surgem e desaparecem num piscar de olhos. Subordinado às eficientes regras do consumo, a humanidade sucumbiu como que enfeitiçada pelo canto das sereias que seduzem suas vítimas para depois matá-las.

“Os monstros também nos fascinam porque nos permitem tratar desta realidade sob a ótica da fantasia, e da imaginação”, revela a diretora. Designam ações, pessoas, atitudes, espaços e situações. Refletem a grandiloquência de nossa época e não mais se restringem ao mundo da ficção. Transitam entre o horror, o divertimento e a leveza, e se deslocam do mundo real para aquele do conto de fadas, onde tudo é possível. Nos dias de hoje, chegam a ser reconhecíveis e às vezes tão familiares, que geram simpatia. “Passamos a adotá-los e a incorporá-los em nossos cotidianos, tornaram-se próximos, pois começamos a perceber que eles refletem a própria dualidade do ser humano”, conta.

O papelão, o papel e o plástico bolha, além de máscaras e bonecos, foram escolhidos como material cênico referencial.  A intimidade com os materiais foi aprofundada de tal maneira, que os atores se confundem com eles na cena com a função de exprimir tudo aquilo que foi proposto em cima da temática de monstros e monstruosidades. O vídeo mais uma vez está presente e compõe a proposta de mesclar todas as linguagens artísticas, ampliando seu espaço de interação com a cena. Utilizado em diversos formatos, compreende citações, ilustrações e complementação do cenário através de imagens relacionadas à temática do espetáculo.

Criado em 1977 pelo compositor argentino Rufo Herrera, o Oficcina Multimédia se propõe a desenvolver um projeto de encenação que prioriza a pesquisa interdisciplinar e o aprimoramento da construção de uma linguagem multimeios.  O grupo foi um dos selecionados pela publicação Expedição Cultural 2012, que elegeu os dez melhores grupos de teatro brasileiros.

O elenco é formado por Escandar Alcici Curi, Gabriel Corrêa, Henrique Mourão, Jonnatha Horta Fortes, Marco Vieira, Nicolás Bolivar e Sérgio Salomão. A luz está a cargo de Telma Fernandes e a trilha sonora é de Francisco Cesar. Os ingressos têm preços populares, entre R$ 5,00 e R$ 10,00, e poderão ser adquiridos na bilheteria do teatro a partir do dia 20 de abril.

Sobre o grupo Oficcina Multimédia

O Grupo Oficcina Multimédia foi criado em 1977 pelo compositor argentino Rufo Herrera. Em 1983, Ione de Medeiros assume a direção mantendo a coerência com a proposta original e seus princípios norteadores – flexibilidade na escolha de fontes referenciais para as montagens, compromisso com a busca de formação e informação, com a liberdade de expressão criativa e com o risco e a experimentação.

Nesse percurso o grupo vem se consolidando a partir de um repertório original e se expandindo como um centro de pesquisa e produção cultural, formando atores e investindo na criação de eventos como: Bloomsday, Kafé K, Bienal dos Piores Poemas, MARP.  No ano de 2007 o GOM lançou o evento, Verão Arte Contemporânea – um projeto cultural realizado em parceria com artistas e produtores locais que se instalou em Belo Horizonte como um estímulo para os criadores e pesquisadores das diferentes linguagens artísticas. O VAC reúne dança, teatro, música, artes visuais, cinema, moda, literatura, ecologia, arquitetura e gastronomia, e, na 7ª edição (2013), confirmou, mais uma vez, a sua importância no panorama cultural de BH.

Ficha Técnica

Direção Ione de Medeiros

 

Elenco Escandar Alcici Curi, Gabriel Corrêa, Henrique Mourão, Jonnatha Horta Fortes, Marco Vieira, Nicolás Bolívar e Sérgio Salomão.

Roteiro, Concepção Cenográfica e Figurino Ione de Medeiros

Assistência de Direção, Figurino e Preparação Corporal Jonnatha Horta Fortes

Execução Cenográfica, adereços e bonecos Daniel Herthel e Grupo Oficcina Multimédia

Assessoria de Movimentação Cênica e Coordenação de Pesquisa de Preparação Corporal para a cena Mônica Ribeiro

Iluminação Telma Fernandes

Trilha Sonora Francisco Cesar e Pedro Durães

Vídeo Ione de Medeiros, Henrique Mourão e Marco Vieira

Projeto Gráfico Adriana Peliano

Fotógrafo Netun Lima

Produção Grupo Oficcina Multimédia (BH)

Oficina de Literatura Lyslei Nascimento

Oficina de Dança Mário Nascimento, Rosa Antuña, Gabriela Christófaro e Mônica Ribeiro

Oficina de Bonecos e Cenografia Daniel Herthel

Oficina de Animação Sávio Leite

Oficina de Pilates Mônica Ribeiro – instrutora certificada pela Polestar Pilates Education

Patrocínio PETROBRAS

Realização Grupo Oficcina Multimédia e Ministério da Cultura

Lei Federal de Incentivo à Cultura

 

ALDEBARAN

11 de maio – 21h

12 de maio – 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos a venda a partir de 20 de abril, a R$ 10,00

Aldebaran na Contracapa

Espetáculo chega a Porto Alegre nos dias 11 e 12 de maio, no Theatro São Pedro. O início das vendas acontece no dia 20 de abril, na bilheteria do teatro. Destaque na Contracapa desta segunda-feira:

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Xico na imprensa

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Xico na Contracapa

Documentário sobre Xico Stockinger tem pré-estreia gratuita na próxima terça-feira, dia 04 de dezembro, no Theatro São Pedro:

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