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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Theatro São Pedro

Natura apresenta PRESENTE DE VÔ, com o grupo Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí, no Theatro São Pedro

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O musical mescla cirandas guaranis, cantigas africanas, clássicos da
música brasileira e batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha

 

“O grupo nos encanta do começo ao fim, construindo cenas de uma singeleza ímpar, verdadeiros tributos à delicadeza e à importância de sonhar, de brincar, de colorir a vida com nossas memórias mais felizes. Como resistir? O arrebatamento que nos acomete na poltrona do teatro é inesquecível, infalível. (…) Poucas vezes vi, em um mesmo espetáculo, um desfile tão rico de personagens muito queridos, em situações fantasiosas e bastante inventivas.”

Dib Carneiro Neto – Crítico de teatro, dramaturgo e jornalista

Crítica na íntegra: http://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dib-Carneiro-Neto/noticia/2014/08/um-vovo-que-conserta-pessoas-entristecidas.html

Comemorando os 15 anos de trabalho do grupo Ponto de Partida e o coro Meninos de Araçuaí, o espetáculo Presente de Vô chega a Porto Alegre nos dias 08 e 09 de novembro, no Theatro São Pedro, com patrocínio do programa Natura Musical. Esta é a segunda vez que a consagrada companhia mineira se apresenta junto com os Meninos na cidade. Em 2011, o grupo trouxe ao palco do São Pedro o espetáculo “Pra Nhá Terra”, encantando crianças e adultos. E, em 2013, retornou, apenas com o elenco adulto, com PAR – um musical apaixonante.

A história do musical se passa no “país secreto onde moram os meninos”. Lá, existe a oficina fantástica do velho Cambeva, onde se é capaz de restaurar todas as suas memórias e lembranças, um realejo espera ser consertado. Enquanto isso, a idosa Temporina parte em busca das recordações de sua infância e a pequena Deolinda, a neta do restaurador, ao lado de Tuzébio, o ajudante desajeitado, tentam descobrir qual é o Presente de Vô que ela ganhará no seu aniversário.

Além da oficina de Cambeva, o universo fantástico é habitado pelas Sonhambulantes, uma família que vive no sonho; Zalém e a Calunga, nativos de Parasempre, andam pelo mundo a recolher e catalogar lembranças e também a Maria Metade e seus Meninos encantados, que são e sempre serão crianças, pois habitam as histórias.

O repertório tem arranjos assinados pelo grupo Pau Brasil e mistura cirandas guaranis, cantigas de ninar africanas, batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha, aleluias misturadas a vozes indígenas, Tom Jobim, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento, canções do folclore português – ou recolhidas nas andanças antropológicas de Mário de Andrade – e músicas compostas originalmente para a trilha sonora de uma história fantasiosa que nos faz olhar, com um carinho muito especial, para a nossa herança.

A encenação dispensa os grandes cenários, efeitos especiais e maquinarias para dar lugar ao faz de conta. Assim, se constrói basicamente com panos que ora são noivas, arco-íris, recordações e também com singelos elementos de infância. Os figurinos visitaram os baús dos avós para deles acordar rendas, tecidos, crochês e modelagens. A luz dá um tom mágico à obra, nos levando sempre a um lugar onde tudo é possível. Com uma formação de teclado, violão, sopro e bateria, a música é toda executada ao vivo, com arranjos poderosos e uma trilha incidental que deixa tudo muito mais divertido.

Foi assim que o Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí escolheram comemorar a trajetória de 15 anos do coro: entregando às novas e futuras gerações um legado que lhes pertence e determina e que só pode ser passado de avô para neto através de uma trilha invisível que apenas o afeto sabe percorrer… ou a fantasia! As músicas, então, alinhavam uma trama com personagens que vivem situações absurdas e divertidas acerca da perda ou do resgate das lembranças e dos sonhos.

Após a curta temporada em Porto Alegre, Presente de Vô segue para o Rio de Janeiro e Curitiba. O espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Belo Horizonte, Barbacena, Juiz de Fora, São João del Rei e Campinas. Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 10,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro. Descontos para sócios AATSP e Clube do Assinante. As apresentações ocorrem às 20h no sábado, dia 08, e às 18h no domingo, dia 09.

Presente de Vô, a coleção 

Os quatro CDs contam com a participação especialíssima do grupo instrumental Pau Brasil que, além de ter tocado e arranjado 20 das 44 músicas do repertório, teve a tarefa de transformar som em imagem, colocando a história de pé com uma deliciosa trilha incidental. Marlui Miranda engrossou o caldo trazendo seu baú de músicas indígenas e emprestando a voz em algumas faixas. Os demais arranjos foram feitos por Gilvan de Oliveira, Pablo Bertola e Pitágoras Silveira que está há 13 anos no coro e hoje é também pianista, compositor e arranjador. Serginho Silva ficou a cargo da percussão. A direção musical é de Rodolfo Stroeter e Pablo Bertola e a direção geral de Regina Bertola, à frente do Ponto de Partida e dos Meninos de Araçuaí desde sua fundação.

Com um repertório precioso, fruto de uma vasta pesquisa que, entre tantas viagens, levou o grupo a Araçuaí, Presente de Vô não faz concessões harmônicas ou poéticas, não se despe de sofisticação nem propõe uma trama mais rasa para se “aproximar” das crianças. Ao contrário, lhes oferta, em buquê generoso, incontáveis ferramentas de imaginar, convidando-as a criar um sem fim de universos a partir de dois únicos “aplicativos”: o ouvido e o coração.

Ponto de Partida é um grupo de teatro fundado em Barbacena, em 1980, por artistas que decidiram que não deixariam a cidade, mas também não aceitariam os limites da província. Assim, tornou-se uma companhia de repertório itinerante e independente com 20 profissionais em exercício permanente. Ponto de Partida criou e sistematizou métodos e processos de produção e criação e desenvolveu uma linguagem própria e uma dramaturgia brasileira que sustenta seus 34 espetáculos.

Nestes anos, a companhia trabalhou com figuras referenciais da cultura brasileira como Milton Nascimento, Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Paulo Gracindo, Jorge Amado, Manoel de Barros, Álvaro Apocalypse, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós, Dori Caymmi e outros.

Fiel às suas origens de movimento cultural, atualmente o Ponto de Partida é responsável direto pela formação ou o trabalho de 323 pessoas que se dividem e se somam em suas diversas atividades e projetos, como a Bituca: Universidade de Música Popular e os Meninos de Araçuaí. Em 2014, o Grupo inaugura a Estação Ponto de Partida, no conjunto arquitetônico que abrigou a Sericícola, segunda fábrica de seda do Brasil. www.fb.com/grupopontodepartida

Meninos de Araçuaí é um coro criado como ação complementar do trabalho educacional do Projeto Ser Criança, mantido no Vale do Jequitinhonha pelo Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), uma ONG que, pela excelência do seu trabalho, conquistou o reconhecimento internacional e, entre tantos prêmios, o que nomeou seu Presidente, Tião Rocha, Empreendedor Social Brasileiro, em 2007.

Há quinze anos, o Ponto de Partida assumiu o trabalho e a direção artística desse coro. Desde então, os Meninos de Araçuaí se exercitam num processo de formação permanente com o Grupo. Têm aulas de música, percussão, voz, dança e interpretação e trabalham com grandes artistas mineiros. Montaram, com o Ponto de Partida, cinco espetáculos que lotaram plateias por esse mundo afora, apresentaram-se nos espaços mais significativos do Brasil e na França, gravaram seis CDs e dois DVDs e já dividiram palcos com Gilberto Gil e Milton Nascimento que, desde Ser Minas tão Gerais, está sempre misturado às suas vidas e ao seu trabalho.

Com o dinheiro conquistado com vendas de ingressos e CDs, somado aos recursos de outros parceiros do CPCD, construíram e entregaram a Araçuaí um cinema. E alimentaram da forma mais digna possível, durante três anos, 180 famílias com alimentos arrecadados nos seus espetáculos. Também foi consequência dessa parceria, a Casa de Morada dos Meninos, em Barbacena, para a qual alguns dos Meninos se mudaram para se formar profissionalmente na Bituca: Universidade de Música Popular.

Natura, Meninos de Araçuaí e Ponto de Partida – a estreita relação entre Natura, Meninos de Araçuaí e Grupo Ponto de Partida teve início em 1998, quando colaboradores da Natura se emocionaram ao ver uma reportagem de TV sobre o Vale do Jequitinhonha. Impressionados com as dificuldades vividas pelos moradores daquela região, resolveram conhecer de perto a rotina daquela comunidade. Ao meio das dúvidas de como atuar de maneira mais permanente conheceram Tião Rocha, presidente do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), e decidiram patrocinar, por um ano, o Projeto Ser Criança, onde nasceu o coro dos meninos.

Ao final desse ano, o CPCD convidou o Ponto de Partida para preparar esse coro para apresentar-se em São Paulo, para os funcionários da Natura, numa cálida festa de Natal. Esse fato transformou a vida dos meninos e de muita gente.

Passados 11 anos, a Natura, o CPCD, o Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí retomaram a parceria e hoje têm o prazer de anunciar que comemoram juntos esses 15 anos, lembrando, mineiramente, que “sonhos não envelhecem”.

“Essa parceria com o Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí é muito prazerosa para a Natura, pois trata-se de um projeto que, além da qualidade artística, tem uma preocupação social muito importante. É um trabalho que reúne uma profunda pesquisa sobre as raízes da música brasileira e compromisso em renovar e investir na cena musical brasileira de qualidade”, comenta a gerente de apoios e patrocínios da Natura, Fernanda Paiva.

SOBRE O PROGRAMA NATURA MUSICAL

Há nove anos o programa patrocina novos talentos, artistas consagrados em momentos emblemáticos da carreira e projetos de preservação de legado e formação musical em todo o Brasil. Com mais de 220 projetos e 1000 produtos culturais patrocinados, entre CDs, DVDs, shows, livros, pesquisas, documentários, exposições, acervos, entre outros, o programa ocupa hoje posição única no mercado musical brasileiro como fonte de recursos para a viabilização de projetos em várias plataformas, além de manter uma ativa plataforma digital e webrádio com 24 horas de programação diária. Ao todo, 18 estados das cinco regiões do Brasil foram contemplados e mais de 1 milhão de pessoas beneficiadas pelos projetos e ações proprietárias do programa.

O Natura Musical atua por meio de diferentes frentes, como os Editais Públicos, que visam selecionar projetos de diferentes formatos e estágios da produção cultural por meio das Leis Rouanet e do Audiovisual em todo o Brasil, e da Lei do ICMS em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e no Pará; a Seleção Direta, que contempla propostas adequadas ao conceito do programa e de grande relevância e inovação, sem a obrigatoriedade das leis de incentivo; e os Festivais.

OUÇA A WEBRÁDIO NATURA MUSICAL E SAIBA MAIS NO PORTAL www.naturamusical.com.br

SOBRE A NATURA

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira que fabrica cosméticos e produtos de higiene e beleza. É líder no setor de venda direta no Brasil e registrou R$ 7 bilhões de receita líquida em 2013. Possui 30 linhas de produtos, sete mil colaboradores, 1,6 milhão de consultoras e operações na Argentina, Bolívia, Chile, México, Peru, Colômbia e França. A estrutura da Natura é composta por fábricas em Cajamar (SP) e Benevides (PA), oito centros de distribuição no Brasil, além de centros de Pesquisa e Tecnologia em São Paulo (SP), Manaus (AM) e Nova Iorque (EUA). Em dezembro de 2012, a empresa adquiriu de 65% da fabricante australiana de cosméticos Aesop, a qual atua em países da Oceania, Ásia, Europa e América do Norte. Para mais informações sobre a Natura, visite http://www.natura.com.br e confira nossos perfis nas redes sociais: https://www.youtube.com/user/naturabemestarbem | https://www.facebook.com/natura.br | https://twitter.com/naturanet

ELENCO:

PONTO DE PARTIDA: Ana Alice Souza | Carolina Damasceno | Érica Elke | João Melo | Júlia Medeiros | Lido Loschi | Lourdes Araújo | Pablo Bertola | Renato Neves | Ronaldo Pereira | Soraia Moraes

MENINOS DE ARAÇUAÍ: Alan Coelho | Ângela Ferreira | Charles Soares | Emily Miranda | Felipe Luiz Ferreira | Felix Henrique | Jamilly dos Santos | João Batista Fernandes Oliveira | Johnny Ferreira | Júnio Alves | Karine Montenegro (interpretando Temporina menina) | Kerliane Pereira | Laynne Barbosa | Luiz Felipe | Luiz Gustavo | Luiza Eugraphio | Marcos Vinicius | Matheus Rodrigues | Michael Douglas | Pitágoras Silveira | Roseane Caldeira | Tamires Fernandes | Thamiris Soares | Thauane Silva | Vitor Manoel | Gleicielle Laurindo | Luna Vaz | Raíssa Moreira | Glaskia Tavares | Gleysla  Tavares | Rogaciano Lopes | Educadora: Cleia Celestino

BANDA: Caetano Brasil (sopros) | Felipe Moreira (teclado) | Gladston Vieira (bateria) | Marcos Danilo (violão)

FICHA TÉCNICA

Concepção: Ponto de Partida. Direção geral e dramaturgia: Regina Bertola. Texto: Ponto de Partida, com citações de Mia Couto. Músicas originais: Pablo Bertola, Lido Loschi, Júlia Medeiros e Pitágoras Silveira. Arranjos: Pau Brasil, Gilvan de Oliveira, Pablo Bertola e Pitágoras Silveira. Preparação vocal: Babaya Direção musical: Felipe Moreira. Figurinos: Alexandre Rousset e Tereza Bruzzi Cenário: Alexandre Rousset, Tereza Bruzzi e Ponto de Partida Luz: Rony Rodrigues e Regina Bertola Realização: Ponto de Partida, CPCD e Ministério da Cultura. Patrocínio: Natura

REPERTÓRIO

Aleluia – Marlui Miranda

Andar com fé – Gilberto Gil

Tue Mareema – Cantiga de Gana, recolhida por Mama Lisa – Domínio Público

Thula Thula  – Acalanto Zulu, da África do Sul, recolhida por Miriam Makeba – Domínio Público

A Oficina – Pablo Bertola e Júlia Medeiros

Zabelê – Domínio Público

Vem de longe – Pablo Bertola e Lido Loschi

Ñaumu – índios Yanomami de Roraima, adaptado por Marlui Miranda

Pot-pourri:

A Ti Mama (fragmento) – Alfredo L. Penido, Enrique P. Castro, Francisco J., L. Rodriguez, José P. Lenon, Manuel L. Rodriguez, Raul G. C. Pestano, Ismaila S. Badiane

Muriquinho Piquinino – Vissungo – Domínio Público

Fui na cozinha pegar rapé (versos) – Adaptado e recolhido pelo Ponto de Partida com a Dna. Maria do Carmos Neves e comunidades de Araçuaí – Domínio Público

A Barra do Dia  – Recolhido por Saulo Laranjeira e Heitor de Pedra Azul – Domínio Público

Rosinha (versos) – Adaptado e recolhido pelo Ponto de Partida junto à comunidade de Olinto Ramalho e ao Grupo Folia de Reis do Arraial – Domínio Público

Zumbizazueira – Pablo Bertola e Lido Loschi

Tema da Temporina (vinheta instrumental) – Pablo Bertola, Pitágoras Silveira e Júlia Medeiros

Ondequé? – Sergio Pererê, Cantos de Congo

Peixe Marinho / Chora pião / Roda pião – Domínio Público

Pelo buraco da fechadura – Pablo Bertola , Pitágoras Silveira e Júlia Medeiros

Sonho de menino – Paulinho Pedra Azul

Imagina (vinheta) – Tom Jobim e Chico Buarque

Bola de meia, bola de gude (vinheta) – Milton Nascimento e Fernando Brant

Alguém cantando – Caetano Veloso

Pra voar – Pablo Bertola e Lido Loschi

 

SERVIÇO:
NATURA APRESENTA: PRESENTE DE VÔ

Dias 08 e 09 de Novembro | Sábado, às 20h | Domingo, às 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n – 51 3227 5100

Duração: 80 minutos | Indicação etária: Livre

Ingressos

Plateia e cadeira extra – R$ 30,00

Camarote central R$ 20,00

Camarote lateral R$ 15,00

Galerias R$ 10,00

Descontos:

SÓCIOS  AATSP – 50% de desconto nos 100 primeiros ingressos na noite de estreia.

CLUBE DO ASSINANTE ZERO HORA – 50% de desconto para os primeiros 100 sócios e 20% nos demais ingressos.

Assessoria de Imprensa Local – Porto Alegre

Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Assessoria de Imprensa Grupo Ponto de Partida
Fátima Jorge

Assessoria de Imprensa Natura Musical
Conteúdo Comunicação

A Borralheira – uma opereta brasileira na imprensa

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Pluft, o Fantasminha na mídia

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Petrobras apresenta – A Borralheira, uma opereta brasileira no Theatro São Pedro nos dias 04 e 05 de outubro

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Depois de apresentar o premiado musical “O barbeiro de Ervilha”, adaptação para crianças da ópera “O Barbeiro de Sevilha” – de Gioacchino Rossini, nas cidades de Recife, São Paulo e Salvador, a Petrobras agora apresenta nas cidades de Belo Horizonte e Porto Alegre outra premiada adaptação infantil do célebre compositor: “A Borralheira, uma opereta brasileira”.

O espetáculo é uma adaptação para crianças da famosa ópera cômica italiana La Cenerentola ossia La bontà in trionfo (A Cinderela ou O triunfo da bondade).  Sucesso de público e de críticas recebeu sete indicações ao Prêmio Zilka Sallaberry 2012 (A mais importante premiação de Teatro Infantil na cidade do Rio de Janeiro organizado pelo CEPETIN – Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil) nas categorias: Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Produção, Melhor Música, Melhor Cenário, Melhor Figurino e Melhor Iluminação, recebendo os prêmios de Melhor Produção e Melhor Música. Além disso, foi recomendado pela revista Veja Rio como um dos melhores espetáculos em cartaz na cidade do Rio de Janeiro no ano de 2012.

Adaptado por Vanessa Dantas (que também adaptou “O barbeiro de Ervilha” para os palcos infantis) e dirigido por Fabianna de Mello e Souza (integrante da consagrada companhia francesa Le Théâtre du Soleil entre os anos de 1997 e 2006), o espetáculo conta aproximadamente 60 minutos de duração e classificação livre. Sua concepção artística transpõe a obra original para o contexto da cultura popular brasileira. De Salerno, Itália, a história é adaptada para uma cidade fictícia do Sertão de Minas Gerais. A ambientação mineira tem como propósito trazer à cena uma atmosfera onírica operística popular enquanto a melodia de Rossini, grande mestre na arte de emocionar, guia-nos às mais densas emoções.

A direção musical – mantendo-se fiel aos temas melódicos de Rossini – sugere o encontro entre música clássica e popular, associando arranjos da ópera com os ritmos da música popular brasileira e mineira. O elenco é composto por sete atores-cantores, que interpretam as personagens principais, e sete atores-cantores-músicos, que interpretam o belíssimo Coro (Grande responsável pela força da música e por acentuar os pontos mais emocionantes da dramaturgia). Os números musicais são tocados e cantados ao vivo ao som de diversos instrumentos: violão, violoncelo, viola, acordeão, xilofones, clarinete, flauta doce e transversa, tambores do divino, alfaia, xequerês e outros instrumentos de percussão.

O cenário e os figurinos inspirados na Europa do final do século XVIII e começo do XIX, mas trazidos para o Brasil no estilo do barroco mineiro e do rococó, trazem à baila a mesma qualidade das grandes e luxuosas produções operísticas. Os cenários, traçados como se fossem grandes croquis, são retratados através de desenhos, pinturas e esculturas inspirados nas obras de Mestre Ataíde e de Aleijadinho. Os figurinos, em unidade com o cenário, são trabalhados artesanalmente com bordados e pinturas feitas à mão.

Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 e estão à venda na bilheteria do teatro. As apresentações ocorrem às 20h nos dois dias de temporada.

SERVIÇO

A Borralheira, uma opereta brasileira

Dias 04 e 05 de outubro, às 20h

Local: Theatro São Pedro

Pc Mal Deodoro, s/n

Informações: : 3227 5100 / 3227 5300

Valor: R$20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

Capacidade: 600 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação: livre

Ficha Técnica

“A Borralheira, uma opereta brasileira”

Adaptação Teatral do Libreto e Concepção Artistica Vanessa Dantas

Direção Fabianna de Mello Souza

Direção Musical e Arranjos Wladimir Pinheiro

Direção de Movimento Marcia Rubin

Elenco

Anna Bello, Julia Gorman, Hugo Kerth, Marino Rocha, Vanessa Dantas, Marcello Sader, Wladmir Pinheiro, Arthur Rozas, Gustavo Sabatiê, Kiko do Valle, Rafael Tavares, Saulo Vignoli, Thomas Nogueira

Cenografia, Objetos de Cena, Esculturas e Desenhos Glauco Bernardi

Figurinos, Adereços Heloisa Frederico

Iluminação Aurélio de Simoni

Preparação Vocal Marcello Sader

Supervisão Vocal Mirna Rubim

Assistente de Dir. Musical Marcello Sader

Design de Som Marcelo Claret

Fotografia Dalton Valério

Administração / Coordenação e Produção Verônica Prates

Equipe Porto Alegre

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Cenotécnica – responsável local: Iuri Wander

Sonorização: responsável técnico local: Rodrigo Rheinheimer

Apoio Cultural: Porto Seguro

A Borralheira na Contracapa de hoje:

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Pluft, o Fantasminha tem apresentações nos dias 27 e 28 de setembro no Theatro São Pedro

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Montagem dirigida por Cacá Mourthé traz Claudia Abreu no papel título

 

Chega a Porto Alegre nos dias 27 e 28 de setembro o espetáculo Pluft, o Fantasminha, uma das mais emblemáticas peças de Maria Clara Machado (1921/2001). A montagem, dirigida por Cacá Mourthé iniciou uma turnê nacional após temporada de 2013 no Teatro O Tablado, no Rio de Janeiro, passando por Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo.

Indicado a seis e vencedor de duas categorias (Menção Honrosa e Melhor Atriz) no Prêmio Zilka Sallaberry 2013, esta versão comemorativa dos dez anos de sua mais recente montagem traz Claudia Abreu no papel-título, José Lavigne, Thelmo Fernandes, Miriam Freeeland, Renata Amaral, Sergio Maciel, Pedro Kosovski e João Sant’anna no elenco.

Esta montagem nasceu do desejo de levar às novas gerações a alegria e a riqueza deste que é um dos mais importantes textos da dramaturgia voltada ao público infanto-juvenil, considerado uma obra-prima por críticos e artistas.

Desde 1955, PLUFT vem sendo montado por amigos, familiares, alunos, ex-alunos consagrados. Sempre com muita emoção e muito afeto, muito afeto mesmo. Estamos caminhando para a nona montagem e esta comemorativa dos dez anos da última apresentação. PLUFT é um verdadeiro caleidoscópio de emoções e parcerias, encontros e amizades. Um clássico como Pluft deveria estar permanentemente em cartaz assim como O Pássaro Azul, de Stanislavski, que permanece há anos e anos em cartaz na Rússia, em Moscou.”, afirma a diretora Cacá Mourthé.

Pluft, o Fantasminha estreou no Tablado em setembro de 1955 e desde então não parou de correr os palcos do Brasil e do exterior, fascinando públicos de todas as idades – seus primeiros espectadores, hoje avós, levaram seus filhos e depois seus netos para conhecer a história deste fantasminha que já foi traduzida para mais de dez idiomasmontada em toda a América Latina, Alemanha, França, Itália e até mesmo nos países da antiga União Soviética.

As apresentações ocorrem nos dias 27 e 28 de setembro, às 16h e 19h no sábado e às 11h e 16h no domingo. Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 70,00 e já estão à venda na bilheteria do teatro ou pela Compre Ingressos – www.compreingressos.com | (51) 26261310

Saiba Mais

PLUFT, O FANTASMINHA – UMA HISTÓRIA QUE COMEÇOU EM 1955

“Pluft, o Fantasminha”, texto de Maria Clara Machado que estreou há quase 60 anos, tornou-se um clássico da literatura dramática brasileira, inaugurando, em sua síntese poética, uma linguagem teatralmente elaborada para crianças.

“Pluft” estreou no Tablado em setembro de 1955 e desde então não parou de correr os palcos do Brasil e do exterior, fascinando gente de todas as idades – existem espectadores dos anos 1950 que já são avós, tendo acompanhado seus filhos para ver a peça que os encantara quando crianças e mais tarde os netos, num reencontro de gerações com o personagem criado por Maria Clara Machado.

Marco tanto na história do Teatro O Tablado quanto do teatro infantil brasileiro, “Pluft” consolidou o prestígio do grupo fundado por Maria Clara. O badalado Prêmio Saci, atribuído ao espetáculo pela crítica paulista, sancionaria a importância da peça.

O impacto sobre as plateias foi extraordinário e até hoje persiste. Considerada obra-prima por críticos e artistas, “Pluft” se aproxima dos 60 anos com o mesmo carisma e fascínio que exerceu sobre as pessoas que o assistiram há décadas atrás. Em mais cinquenta anos, a história deste fantasminha já foi traduzida para mais de dez idiomas, montada em toda a América Latina, Alemanha, França, Itália e até mesmo nos países da antiga União Soviética.

O TABLADO E AS CRIAS DA CASA

A volta de Claudia Abreu ao personagem, neste momento de sua vida, tem uma forte motivação: Eu quis voltar a fazer a peça porque tive três filhos depois da outra montagem, e eles têm menos de 6 anos! Quis fazer especialmente para eles. Acho que vai ser um marco carinhoso na infância deles. Espero me divertir muito, como da primeira vez, e também descobrir novas formas de fazer essa peça maravilhosa. O contato com as crianças é sempre surpreendente e encantador!

E quanto à volta ao Tablado, casa onde Claudia iniciou sua carreira de atriz: O Pluft significa meu eterno retorno ao Tablado. Já voltei pra fazer ‘O Boi e o Burro’, leituras, cursos de filosofia, além de fazer o ‘Pluft’ pela segunda vez. Lá conheci meus grandes amigos da vida toda. E lá reencontro o verdadeiro sentimento que me fez escolher esse ofício, sem as vaidades e distorções tão freqüentes nesta profissão. Me sinto em casa.”

diretor de TV e teatro José Lavigne (diretor de “Na Moral”, com Pedro Bial, Lavigne fez história no teatro carioca dos anos 1980 à frente do grupo Manhas e Manias, celeiro de talentos como Andrea Beltrão, Debora Bloch e Pedro Cardoso, e na TV dirigiu sucessos como TV Pirata, Armação IlimitadaCasseta & Planeta Urgente e Fantástico) é outra ‘cria da casa’. Atuou nas peças “A Bruxinha Que Era Boa”, “O Embarque de Noé”, “O Patinho Feio” e “O Camaleão na Lua”, além de do próprio “Pluft”. Dirigiu “O Rapto das Cebolinhas” (que considera sua primeira direção profissional) e mais recentemente “Maroquinhas Fru Fru” (2012), que marcou sua volta ao teatro depois de anos se dedicando exclusivamente à TV.

José Lavigne sobe ao palco pela terceira vez para interpretar o Tio Gerúndio de “Pluft, o Fantasminha”. Ele esteve na montagem de2003, com Claudia Abreu no papel título, e também na montagem de 1977, em que Cacá Mourthé intepretava Pluft.Participar de mais uma montagem do ‘Pluft’ me dá uma segurança de ter uma raiz forte a que me apegar, um lugar ao qual pertenço há quarenta anos e pretendo continuar pertencendo”, afirma Lavigne. “Quero me divertir ao máximo possível com meus amigos e, espero, com o público”, completa.

A história de Claudia Abreu e José Lavigne tem em comum com a dos demais atores, todos ‘crias da casa’, a forte ligação afetiva e profissional com O Tablado, onde deram seus primeiros passos e cresceram como artistas.

SINOPSE

A peça conta a história do rapto da Menina Maribel (Miriam Freeland) pelo Pirata Perna-de-Pau (Thelmo Fernandes), em busca do tesouro do avô da menina, o Capitão Bonança, que morreu no mar deixando lá no fundo a sua herança. Enquanto os amigos de Maribel, o trio João (João Sant’Anna) / Julião (Pedro Kosovski) / Sebastião (Sergio Maciel), saem à sua procura, o vilão esconde a menina no sótão de uma velha casa abandonada onde vive uma família de fantasmas: o fantasminha Pluft (Claudia Abreu), que nunca viu gente; a Mãe (Renata Amaral), que faz deliciosos pastéis de vento e vive conversando ao telefone com Prima Bolha; Tio Gerúndio (José Lavigne), que passa o dia inteiro dormindo dentro de um baú; e Xisto (representado por um boneco), o primo aviador que surge apenas no final para ajudar no salvamento da menina.

A grande chave da poesia teatral criada pela autora é a amizade que surge entre a Menina Maribel e o Fantasminha Pluft.

FICHA TÉCNICA

TEXTO: Maria Clara Machado

DIREÇÃO: Cacá Mourthé

 ELENCO / PERSONAGEM           

Claudia Abreu / Pluft

Renata Amaral / Mãe Fantasma

José Lavigne / Tio Gerúndio

Thelmo Fernandes / Capitão Perna de Pau

Miram Freeland / Maribel

Sergio Maciel / Sebastião

Pedro Kosovski / Julião

João Sant’anna / João

TRILHA SONORA: Carlos Cardoso

DESENHO DE LUZ: Jorginho de Carvalho

CENÁRIO: Ronald Teixeira e Flávio Graff

FIGURINO: Ronald Teixeira

DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Marcia Rubin

FOTOS: Guga Melgar

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Zé Helou

PROGRAMAÇÃO VISUAL: Marcus Moraes

HAIR DESIGN: Marcia Elias

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Fernando do Val

ASSESSORIA DE IMPRENSA: JS Pontes Comunicação  / O TABLADO

ASSESSORIA DE IMPRENSA PORTO ALEGRE: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

PRODUÇÃO LOCAL: Primeira Fila Produções

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Livre (indicada a partir dos 03 anos)

DURAÇÃO: 55min

 Pluft, o fantasminha

Dias 27 e 28 de setembro

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Sábado às 16h e 19h | Domingo às 11h e 16h

Na sessão de sábado às 19h, haverá um debate após a apresentação

Ingressos na bilheteria do teatro e pela Compre Ingressos – www.compreingressos.com | (51) 26261310

Ingressos:

Plateia e Cadeira Extra     R$ 70,00

Camarotes Centrais:          R$ 60,00

Camarotes Laterais:          R$ 40,00

Galerias:               R$ 30,00

Descontos:

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para sócio do Clube do Assinante + acompanhante nos primeiros 100 ingressos.

50% nos demais ingressos somente para sócios do Clube do Assinante.

10% para estudantes de sexta a domingo, para espetáculos com mais de três apresentações.

50% para sócios AATSP em 100 ingressos da estreia (temporada) ou 30 ingressos (apresentação única).

50% para funcionários ELETROBRÁS FURNAS com 01 acompanhante

40% para funcionários e correntistas com 01 acompanhante para BRADESCO SEGUROS E PREVIDÊNCIA

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Wonderland na imprensa

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“Wonderland e o que M.Jackson encontrou por lá” encerra a Mostra Teatro Sarcáustico 10 Anos nos dias 23 e 24 de agosto no Theatro São Pedro

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Ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro

Encerrando a programação que marcou uma década de existência do Teatro Sarcáustico, o espetáculo Wonderland e o que M.Jackson encontrou por lá, vencedor do prêmio do Açorianos de melhor montagem em 2010, retorna em curta temporada no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, nos dias 23 e 24 de agosto.

O espetáculo dirigido por Daniel Colin foi indicado a nove categorias no Prêmio Açorianos 2010 e venceu em quatro (Melhor Espetáculo, Melhor Diretor, Melhor Figurino e Melhor Produção).

A temática central de Wonderland traz à discussão a questão da formação da identidade do artista: da liberdade conceitual de sua obra até a mercantilização da mesma para a grande massa consumidora. Uma das grandes surpresas da montagem está no elenco, onde três atores e uma atriz interpretam o mesmo personagem, M.Jackson: Rodrigo Shalako, Rodolfo Ruscheinsky, Ricardo Zigomático e Marina Pelle.

Há pelo menos quatro referências literárias que fizeram parte da inspiração da dramaturgia do espetáculo: Peter Pan, de J.M.  Barrie, Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, a biografia de Michael Jackson, de J. Randy Taraborrelli e Roda Vida, de Chico Buarque. Além das referências textuais, o espetáculo utiliza uma fortíssima perspectiva visual, baseada na vida, obra, canções, estética de álbuns e shows de Michael Jackson e Jacksons Five, banda na qual Jackson fazia parte com os irmãos durante sua infância e adolescência.

Para esta montagem, o Teatro Sarcáustico conta com uma brilhante equipe técnica, formada por alguns dos melhores profissionais cênicos do Rio Grande do Sul, alguns deles já antigos parceiros dos espetáculos anteriores do grupo.  Isso demonstra o interesse latente que o grupo tem de cada vez mais profissionalizar seus trabalhos, criando parcerias com artistas altamente qualificados, com produção reconhecida dentro e fora do estado. Para compor a trilha sonora original Arthur de Faria foi convidado pela produção do espetáculo, a preparação vocal é assinada por Simone Rasslan, figurinos de Daniel Lion cenografia de Elcio Rossini e maquiagem de Nikki Goulart, cover de Jackson, conhecido na cena artística portoalegrense.

Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 50,00, com descontos de 50% para estudantes, classe artística e idosos. As vendas iniciam no dia 04 de agosto, na bilheteria do teatro. As apresentações ocorrem às 21h no sábado e às 18h no domingo.

 

Saiba Mais 

“Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá” (Prêmio Açorianos 2010 e Braskem 2011 de Melhor Espetáculo)

Dramaturgia: Daniel Colin e Felipe Vieira de Galisteo (Indicação ao Prêmio Açorianos 2010 de Melhor Dramaturgia)

Direção Geral: Daniel Colin (Prêmio Açorianos 2010 e Braskem 2011 de Melhor Diretor)

Assistência de Direção: Tainah Dadda

Elenco: Cassiano Fraga, Cláudio Loimil, Daniel Colin (Indicação ao Prêmio Açorianos 2010 de Melhor Ator Coadjuvante), Denis Gosch, Eder Ramos, Guadalupe Casal, Keka Bittencourt, Lauro Fagundes, Marina Pelle, Renata Teixeira, Ricardo Zigomático, Rodolfo Ruscheinsky, Rodrigo Shalako, Thais Fernandes e Ursula Collischonn  

Participação em vídeo: Zé da Terreira

Trilha Sonora Original: Arthur de Faria, Luciano Mello e Marcão Acosta (Indicação ao Prêmio Açorianos 2010 de Melhor Trilha Sonora)

Preparação Vocal: Simone Rasslan

Coreografias: Diego Mac

Vídeo Designer: Paula Pinheiro

Figurinos: Daniel Lion (Prêmio Açorianos 2010 de Melhor Figurino)

Cenografia: Elcio Rossini (Indicação ao Prêmio Açorianos 2010 de Melhor Cenário)

Maquiagem: Nikki Goulart

Iluminação e Operação de Luz: Maíra Prates 

Design Gráfico: Pedro Gutierres

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Coordenação dos vídeos de divulgação: Thaís Fernandes

Diretor de Produção e Divulgação: Daniel Colin e Guadalupe Casal

Produção Geral: TEATRO SARCÁUSTICO 

Sobre o Teatro Sarcáustico

O Teatro Sarcáustico foi fundado em 2004 por formandos do curso de Artes Cênicas da UFRGS. Nestes 10 anos de trabalho continuado, o grupo criou espetáculos ousados e impactantes como os sucessos Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá (Prêmios Açorianos e Braskem em Cena de Melhor Espetáculo e Direção, dentre outros) e Breves Entrevistas com Homens Hediondos (Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo). Em 2014, o Sarcáustico completa 10 anos de pesquisa continuada em artes cênicas, cujo trabalho vem se especializando em espetáculos realizados em espaços não-convencionais, com dramaturgias originais e atmosferas performáticas. O repertório conta com cinco espetáculos adultos, dois infantis, um projeto de performances urbanas e um performance audiovisual-transmídia. O Teatro Sarcáustico atualmente é um dos grupos residentes do projeto “Usina das Artes” (PM Porto Alegre).

MOSTRA TEATRO SARCÁUSTICO 10 ANOS

WONDERLAND E O QUE M. JACKSON ENCONTROU POR LÁ

23/08 às 21h e 24/08 às 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos entre R$ 30,00 e R$50,00 (desc. 50% para estudantes, artistas e melhor idade). Início das vendas em 04 de agosto, na bilheteria do teatro.

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