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Teatro Feevale

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Ondas Curtas volta a cartaz a partir de 11 de setembro no Teatro Cemitério de Automóveis

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Mais recente espetáculo da Cia La Plongée em parceria com Cemitério de Automóveis traz textos inéditos de Jô Bilac, Lucas Mayor e Marcos Gomes

Após temporada de estreia, em julho, o mais recente espetáculo da Cia La Plongèe em parceria com o Teatro Cemitério de Automóveis, “Ondas Curtas”, volta a cartaz no dia 11 de setembro. A montagem, dirigida por Lucas Mayor e Marcos Gomes, é a sexta produção da companhia.

Três cenas, sendo uma delas um texto inédito de Jô Bilac, compõem o espetáculo. Tal como os ‘fait divers’ (fatos diversos), expressão própria do jargão jornalístico que designa acontecimentos pitorescos e algo inexplicáveis, colhidos na rua, as cenas que formam o conjunto da peça poderiam facilmente estampar as manchetes dos jornais e os programas noticiosos do rádio.

Na primeira cena, “Drive-in”, texto inédito de Jô Bilac, um casal assiste à exibição de um filme enquanto repassa as bases do relacionamento. Na sequência, “Drive-Thru”, de Marcos Gomes, uma festa a fantasia agrupa três personagens lidando com questões de identidade, a passagem do tempo e as máscaras sociais. Na última, “Seja bem-vindo, titio Walter”, de Lucas Mayor, um aeroporto serve como um consultório terapêutico para assuntos familiares.

Três lugares de fluxo constante, de passagem. As ondas do rádio. As notícias do jornal. A ‘vida-jornal’, embrulhando frutas na feira, servindo de tapete de esterco para o papagaio da vizinha. A vida dando voltas no quarteirão, sem rumo, assim como um entregador de jornal que sofre de amnésia.

No elenco, Antoniela Canto, Gabriela Fortanell, Luna Martinelli, Marcos Gomes, Mauricio Bittencourt e Pablo Perosa. As apresentações ocorrem às sextas-feiras, às 20h30, até 30 de outubro, com ingressos a R$ 15,00 e R$ 30,00 O Teatro Cemitério de Automóveis fica na Rua Frei Caneca, 384.

FICHA TÉCNICA

TEXTOS Jô Bilac, Lucas Mayor e Marcos Gomes

DIREÇÃO Lucas Mayor e Marcos Gomes

COM Antoniela Canto, Fernando Fecchio, Gabriela Fortanell, Luna Martinelli, Marcos Gomes, Mauricio Bittencourt e Pablo Perosa

TEMPORADA 11 de setembro a 30 de outubro (sempre às sextas)

20h30

[Rua Frei Caneca, 384. Teatro Cemitério de Automóveis.]

Ondas Curtas estreia no dia 19 de julho no Teatro Cemitério de Automóveis

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Novo espetáculo da Cia La Plongée em parceria com Cemitério de Automóveis traz textos inéditos de Jô Bilac, Lucas Mayor e Marcos Gomes

Estreia no dia 19 de julho o novo espetáculo da Cia La Plongèe em parceria com o Teatro Cemitério de Automóveis, “Ondas Curtas”. A  montagem, dirigida por Lucas Mayor e Marcos Gomes, é a sexta produção da companhia.

Três cenas, sendo uma delas um texto inédito de Jô Bilac, compõem o espetáculo. Tal como os ‘fait divers’ (fatos diversos), expressão própria do jargão jornalístico que designa acontecimentos pitorescos e algo inexplicáveis, colhidos na rua, as cenas que formam o conjunto da peça poderiam facilmente estampar as manchetes dos jornais e os programas noticiosos do rádio.

Na primeira cena, “Drive-in”, texto inédito de Jô Bilac, um casal assiste à exibição de um filme enquanto repassa as bases do relacionamento. Na sequência, “Drive-Thru”, de Marcos Gomes, uma festa a fantasia agrupa três personagens lidando com questões de identidade, a passagem do tempo e as máscaras sociais. Na última, “Seja bem-vindo, titio Walter”, de Lucas Mayor, um aeroporto serve como um consultório terapêutico para assuntos familiares.

Três lugares de fluxo constante, de passagem. As ondas do rádio. As notícias do jornal. A ‘vida-jornal’, embrulhando frutas na feira, servindo de tapete de esterco para o papagaio da vizinha. A vida dando voltas no quarteirão, sem rumo, assim como um entregador de jornal que sofre de amnésia.

No elenco, Antoniela Canto, Gabriela Fortanell, Luna Martinelli, Marcos Gomes, Mauricio Bittencourt e Pablo Perosa. As apresentações ocorrem aos domingos, às 20h, até 09 de agosto, com ingressos a R$ 15,00 e R$ 30,00 O Teatro Cemitério de Automóveis fica na Rua Frei Caneca, 384.

FICHA TÉCNICA

TEXTOS Jô Bilac, Lucas Mayor e Marcos Gomes

DIREÇÃO Lucas Mayor e Marcos Gomes

COM Antoniela Canto, Fernando Fecchio, Gabriela Fortanell, Luna Martinelli, Marcos Gomes, Mauricio Bittencourt e Pablo Perosa

TEMPORADA 19 de julho a 9 de agosto (sempre aos domingos)

20h

[Rua Frei Caneca, 384. Teatro Cemitério de Automóveis.]

“Separações” tem nova temporada a partir de 11 de julho no Teatro Cemitério de Automóveis

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Montagem é uma homenagem declarada a Domingos de Oliveira

Depois de grande sucesso de público, “Separações” está de volta a cartaz no Teatro Cemitério de Automóveis, a partir de 11 de julho. Uma homenagem declarada a Domingos de Oliveira, o espetáculo apresenta as histórias de quatro casais envolvidos por questões cotidianas do relacionamento.

Dividido em quatro cenas com textos Mário Bortolotto, Adriana Brunstein, Lucas Mayor e Marcos Gomes, as narrativas revelam intimidades, torradeiras elétricas, inundações, alianças, bebedeiras, relógios quebrados e fechaduras trocadas. No elenco, Antoniela Canto, Eldo Mendes, Luna Martinelli, Walter Figueiredo, Carla Kinzo e Marcos Gomes. Bortolotto, Mayor e Gomes também assinam a direção.

A quinta montagem da Cia La Plongée, segunda em parceria com o Grupo Cemitério de Automóveis, segue a proposta da companhia de projetos com dramaturgia própria e produção independente, sem financiamento ou patrocínio.

A segunda temporada da montagem tem apresentações sempre aos sábados, às 21h30, até 15 de agosto, com ingressos a R$ 15,00 e R$ 30,00. O Teatro Cemitério de Automóveis fica na Rua Frei Caneca, 384.

SEPARAÇÕES

As histórias de quatro casais envolvidos por questões cotidianas do relacionamento. Uma narrativa de torradeiras elétricas, inundações, alianças, bebedeiras, relógios quebrados efechaduras trocadas.

[SEPARAÇÕES é uma homenagem declarada a Domingos Oliveira]

A peça é composta por quatro cenas breves (em sequência):

“Garotas apaixonadas não usam aliança”
TEXTO e DIREÇÃO de Mário Bortolotto
com Eldo Mendes e Luna Martinelli

“Ato fálico”
TEXTO Adriana Brunstein DIREÇÃO Lucas Mayor
com Antoniela Canto e Walter Figueiredo

“Entre nós”
TEXTO e DIREÇÃO de Marcos Gomes
com Carla Kinzo e Marcos Gomes

“Um lugar estranho”
TEXTO Lucas Mayor DIREÇÃO Mário Bortolotto
com  Antoniela Canto e Eldo Mendes

[REESTREIA 11 de julho]

SÁBADOS, 21h30
TEMPORADA: 11 de julho a 15 de junho
LOCAL: Teatro e Bar Cemitério de Automóveis – Rua Frei Caneca, 384.
INGRESSOS: R$30 inteira | R$15 meia-entrada

Se essa rua fosse minha tem terceira edição no dia 28 de junho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Teatro Mototóti apresenta gratuitamente espetáculo i-MUndo

Após o sucesso das duas primeiras edições, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a terceira edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 28 de junho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações. A primeira edição do projeto, em abril, reuniu mais de 200 espectadores. A segunda edição, no mês passado, apresentou o espetáculo O Vendedor de Palavras e contou com atividades também gratuitas, como aula de pilates e slack line.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua    verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

No espetáculo i-Mundo, o grupo aborda assuntos que abrangem o ser humano e sua relação com a própria espécie.  A história apresenta um universo de situações cotidianas ao homem, como nossa relação com a água, com o lixo e a exacerbada corrida das pessoas pelo dinheiro – colocando-o à frente até mesmo de outro ser humano. As situações são vivenciadas a partir da ótica de dois alienígenas. Servindo como um espelho à plateia, o espetáculo  estimula as pessoas a refletirem sobre os rumos para onde nosso mundo caminha, e nosso papel dentro dessa movimentação. O Teatro Mototóti já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem teve importantes participações em mostras e festivais do gênero no país e recebeu para sua o Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010.

Se propondo a criar um espetáculo ousado e futurista, mas sem se desconectar das raízes do teatro de rua, o grupo faz em i-Mundo uma releitura das tradicionais pernas de pau (que aumentam as figuras), utilizando o Kangoo Jumps. Este acessório, muito comum em academias, trouxe um desafio físico para os atores, exigindo uma sofisticação técnica para interpretar as personagens e executar a trilha sonora ao vivo, sobre um sapato que propõe um equilíbrio e movimentação diferente do natural. O Teatro Mototóti é o primeiro grupo teatral brasileiro a utilizar o Kangoo Jumps em cena. A apresentação de i-MUndo tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse:www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Você, exemplar i-MUndano, está vivendo sua vida tranquilamente, quando dos céus descem dois seres alienígenas para ocupar este planeta, i-MUndo. Mas algo está errado: eles encontram i-MUndanos sobreviventes (do fim do mundo) por toda parte! O que farão diante de tal tragédia? De um universo de possibilidades nasce a incerteza, o desconhecido diante dos seus olhos… sim, é verdade, eles estão aqui. Não há mais segredos. Você não está mais sozinho.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Terceira edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 28 de junho, às 15h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Espetáculo “i-Mundo” – https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI
Programação gratuita

Adolescer inicia temporada 2015 com apresentações nos dias 07 e 08 de abril, no Teatro da AMRIGS

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Espetáculo dirigido por Vanja Ca Michel já teve mais de 1.400 apresentações e público de mais de dois milhões de pessoas

 Apresentação do dia 07 tem participação especial do Guri de Uruguaiana

Completando 13 anos de existência em 2015, o espetáculo Adolescer inicia sua temporada com apresentações nos dia 07 e 08 de abril, no Teatro da AMRIGS. Sucesso de público, desde 2002 até dezembro de 2014, foram mil e quatrocentas apresentações e mais de dois milhões de espectadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo que assistiram ao espetáculo. “Gosto de ressaltar que finalmente chegamos à adolescência do Adolescer”, brinca a diretora.

Foi ministrando aulas de teatro para jovens em escolas da capital gaúcha que Vanja percebeu a necessidade de uma produção que compreendesse e falasse sobre adolescência. Desde a estreia no dia 28 de maio de 2002, já passaram pelo elenco mais de 80 atores e atrizes. “Eu digo que o Adolescer é a primeira escola de diversas gerações de atores gaúchos. Muitos nomes que hoje tem carreira consolidada no teatro, cinema e TV começaram conosco”, afirma.

Encenado por onze atores entre 15 e 51 anos, o texto já foi modificado mais de 35 vezes, para manter-se sempre atual e próximo à realidade dos jovens de cada geração. “O mais importante em todo esse processo, foi o espaço para pensar e falar sobre esta fase que ainda é muito confusa para muitas pessoas”. “Nosso objetivo é surpreender o público, ainda que este já tenha visto o espetáculo diversas vezes, como se constata. Sempre é uma emoção nova”, declara.

Segundo Vanja, uma das características da peça é a renovação: “a cada ano, acrescentamos informações e uma grande quantidade de novos temas e novas tribos é colocada em discussão”, diz. “O espetáculo é uma homenagem aos adolescentes e um alerta aos adultos sobre os cuidados e o acolhimento que esta etapa da vida enseja”, afirma.

A temporada de 2015 vem recheada de novidades: novas músicas na trilha sonora, novos atores no elenco, novas coreografias. Também temas e atividades que fazem parte do dia a dia dos jovens de hoje, como o vício em aparelhos eletrônicos, as relações no mundo virtual, relação com os pais, integram o roteiro. Uma curiosidade é o uso do “pau de selfie” em cena: “os atores do elenco andam o tempo todo fazendo fotos, carregam seu pau de selfie na mochila. Então decidimos que durante o espetáculo, incluiríamos um selfie feito em cena, durante a apresentação. Na hora eles mesmos postam nos seus perfis nas redes sociais”, conta Vanja.

Na apresentação do dia 07, o elenco do espetáculo contará com uma participação especial. O personagem de Jair Kobe, o Guri de Uruguaiana, participará da sessão das 20h30. “Já passaram muitos guris, de vários estilos, pelo palco e a plateia. Esse é o Guri que estava faltando no Adolescer, o Guri do Rio Grande”, brinca.

Numa linguagem atual e bem humorada, os atores trazem situações da vida real, em uma sucessão de cenas curtas que lembram a linguagem da internet e do videoclipe. Ao longo destes anos revelou diversos talentos na cena local. O texto de Vanja reflete sobre a ética e os comportamentos típicos da adolescência, reunindo fragmentos de Moacyr Scliar, do psiquiatra José Outeiral e dos psicanalistas Rubem Alves e Cybelle Weinberg.

O espetáculo conta com apresentações nos turnos da manhã e tarde, para agendamentos de grupos de escolas. Interessados devem entrar em contato através dos telefones (51) 91159024 | 33430832 ou pelo emailadolescer@gmail.com.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro, na loja Imaginarium do Shopping Iguatemi e pelos sites Peixe Urbano e Laçador de Ofertas. Descontos de 50% para estudantes, idosos e sócios do Clube do Assinante. Mais informações, acesse: www.adolescer.com.br

Saiba Mais

Ficha técnica

ROTEIRO: Textos de Vanja Ca Michel com fragmentos dos psicanalistas Cybelle Weinberg e Rubem Alves, do psiquiatra José Outeiral e de Moacyr Scliar.

CONCEPÇÃO e DIREÇÃO: Vanja Ca Michel

ELENCO: Ane Troian, Anderson Vieira, Caio Pereira, Carini Pereira, Davi Borba, Emílio Farias, Joana Troian, Julia Bach, Julia Troian, Luisa Ricardo, Pedro Martins e Rafael Ewald.

ELENCO STAND IN: Ana Casas, Anna Ortega, Estéfani Bauer e Matheus Athaíde

COREOGRAFIAS: Flávio Cruz

DESENHO DE LUZ: Moa Junior

OPERAÇÃO DE SOM: Rogério Câmara

TRILHA SONORA PESQUISADA: Vanja Ca Michel

DESIGNER GRÁFICO E SITE: Moa Junior

STILL: Rose Pereira

FOTOS: Robson Nunes

PRODUÇÃO: Vanja Ca Michel e Moa Junior

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Adolescer 2015

07 e 08 de abril

Sessões para escolas 09h30 e 14h30

Público geral 20h30

Teatro da AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311

Duração: 90 min.

Indicação: Adolescentes a partir de 11 anos e adultos.

Ingressos:

Antecipados R$ 50,00

Na hora R$ 25,00

Desconto de 50% para titular e acompanhante do Clube do Assinante, estudantes e idosos

Pontos de venda – Loja Imaginarium Shopping Iguatemi e Bilheteria do Teatro

Preços especiais antecipados nos sites Peixe Urbano e Laçador de Ofertas

Sessões especiais para escolas (manhã e tarde) agendamento (51) 91159024 | 33430832 ou pelo email adolescer@gmail.com.

www.adolescer.com.br

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Lupi, o musical chega a Novo Hamburgo no dia 21 de novembro

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Única apresentação ocorre no Teatro Feevale

Após diversas apresentações de sucesso em Porto Alegre – lotando o Theatro São Pedro, Reitoria da UFRGS e Teatro da AMRIGS e da grande repercussão do especial produzido pela RBSTV – o espetáculo Lupi, o musical – uma vida em estado de paixão chega a Novo Hamburgo no dia 21 de novembro, para única apresentação no Teatro Feevale.

Lupi, o musical é uma homenagem ao artista e um elogio à paixão. Não a um caso, ou casos de paixão, mas à paixão idealizada, pré-existente, na alma de Lupicínio Rodrigues. Segundo o diretor e autor, Artur José Pinto, a montagem é uma celebração de um homem que vai além da dor de cotovelo: “Lupicínio era muito mais do que um músico que falava sobre a dor de cotovelo. Nossa intenção é contar a história do artista, mas também do pai, amigo, amante”, revela.

O musical revela um Lupicínio em situações conhecidas e inéditas. Dentre estas, um soldado jovem, sentando praça, em Santa Maria; um aprendiz de mecânico, da Cia. Carris; um boêmio de família, que celebrou 30 anos de casamento com Dona Cerenita Quevedo. Um homem que, nos finais de semana, era caseiro e adorava receber seus familiares na chácara da Cavalhada. Para Lupicínio, boemia, só de segunda à sexta.

Das 21 músicas selecionadas para o repertório, o público encontrará canções renomadas como “Felicidade”, “Nervos de Aço” e “Se acaso você chegasse”, mas também composições menos conhecidas de sua produção, como Zé Ponte e Judiaria. A Direção Musical e arranjos é de Mathias Pinto.

No elenco, Juliano Barreto, criador do projeto, interpreta Lupicínio com 59 anos. O ator Gabriel Pinto interpreta o músico durante sua juventude. Integram o grupo Nadya Mendes, Nani Medeiros, Pâmela Amaro, Cíntia Ferrer, Gabriel Pinto, Lucas Krug, César Pereira e Raul Voges.

Acompanham os músicos Mathias Pinto (violões), Guilherme Sanches (percussão), Lucian Krolow (flauta e saxofone), Samuca do Acordeon (acordeon), André Mensch (trombone) e Elias Barboza (bandolim e cavaquinho).

Os ingressos custam entre R$ 60,00 e R$ 100,00 com descontos para funcionários e graduados da Universidade Feevale, titulares Cartão Alelo, Estudantes, Idosos, Deficientes Físicos e Crianças de até 12 anos. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro, no Bourbon Shopping Novo Hamburgo e na Agência Brocker Turismo, em Gramado.

Saiba mais

LUPI, o Musical, é uma obra de exaltação à alegria, à amizade e ao amor.
Os tons sombrios, que normalmente são aplicados nas referências que se faz ao poeta, são transformados em cores e brilhos. Essa era a verdadeira essência de Lupicínio. A dor e a traição, aparecem como o risco de quem se entrega à paixão. E coitado de quem não corre esse risco.
Artur José Pinto – diretor e dramaturgo

A ideia de realizar um musical sobre a vida e as canções de Lupicínio Rodrigues começou em um jantar na casa de seu filho Lupinho. eu, Juliano Barreto, estava conversando com ele, sobre a vontade de fazer algo maior que um show, que unisse as artes (música, dramaturgia, dança, poesia) num mesmo espetáculo, com a grandiosidade da música do Lupi.

Um espetáculo que colocasse a obra em primeiro plano, que as músicas contassem a história do homem por de trás dela.

Os caminhos da vida, me fizeram chegar a pessoa certa para este projeto: Artur José Pinto. Dramaturgo e Pai deste projeto, Artur é o criador desta história, do roteiro e diretor desta peça.

Juntos, pesquisamos, entrevistamos e recebemos o apoio luxuoso do co-criador Lupinho e do jornalista Marcello Campos, maior pesquisador da antiga Porto Plegre e de Lupicínio Rodrigues.

Neste momento eu me sentia mais preparado para o processo de viver e cantar a obra do Lupi e o Artur já estava mergulhado no processo de escrever.

Juntando-se ao time, o músico e arranjador Mathias Pinto foi essencial, grande apaixonado e dedicado ao samba e chorinho, Mathias, (violonista 7 cordas), trouxe um estilo ao musical, direcionando o projeto para um caminho com marcas musicais definidas.

Com um elenco de grandes cantores que se desafiaram a atuar e belíssimos atores que enfrentaram as melodias delineadas de Lupicínio, o espetáculo pretende vida longa.

Juliano Barreto

Ficha Técnica

Dramaturgia e Direção Cênica – Artur José Pinto

Direção Musical e Arranjos – Mathias Pinto

Coreogra­fia e Cenografi­a – Raul Voges

Figurinos – Fabrízio Rodrigues e elenco

Elenco – Juliano Barreto, Nadya Mendes, Nani Medeiros, Pâmela Amaro, Cíntia Ferrer, Gabriel Pinto, Lucas Krug, César Pereira e Raul Voges.

Músicos Mathias Behrends Pinto – (violão 7 cordas, arranjos e composição da suíte “Felicidade”), Guilherme Sanches (percussão), Lucian Krolow (flauta), Samuca do Acordeon (acordeon e arranjos), André Mensch (trombone) e Elias Barboza (Bandolim e cavaquinho)

Fotografi­a – Daniel Scherer

Projeto Grá­fico – Renata Dihl

Web Design – João Pedro

Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção Executiva – Ana Helena Rilho e Renata Becker

Direção de Produção – Nadya Mendes

Realização: Mendes Pinto Criações Cênicas

SERVIÇO:

O quê: Lupi, o musical – Uma Vida em estado de paixão
Quando: 21 de novembro, 21h
Onde: Teatro Feevale – ERS-239, n° 2755 | Campus II – Universidade Feevale

Duração: 100min.

Classificação 12 anos
Informações: (51) 3271-1200
Ingressos:
R$ 100,00 – Camarotes

R$ 90,00 – Plateia Baixa

R$ 80,00 – Plateia Alta

R$ 70,00 – Frisas

R$ 60,00 – Balcão Nobre

Descontos:

  • 20% de desconto para funcionários e graduados da Universidade Feevale mais um acompanhante;
  • 10% de desconto para titulares do Cartão Alelo, na compra de um ingresso pago com o Cartão Alelo, adquirido somente na bilheteria do Teatro Feevale.
  • 50% de desconto para titulares do Cartão Alelo na compra de um ingresso pago efetivamente com o Cartão Vale Cultura Alelo, para os primeiros 100, adquirido somente na bilheteria do Teatro Feevale.
  • 20% de desconto para Estudantes em conformidade com a Lei nº 12.933.
  • 50% de desconto para Sênior em conformidade com lei 10.741 de 1º /10/2003 mediante documento que comprove.
  • 50% de desconto para deficiente físico em conformidade com lei 984/03 de Novo Hamburgo
  • 50% de desconto para crianças de 02 a 12 anos em conformidade com a Lei Federal nº 8069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Pontos de venda:

Universidade Feevale – Campus II – Rua Coberta

Local: ERS-239, 2755 – Novo Hamburgo, RS.

Horário: De segunda a sexta-feira, das 13h às 21h e sábados das 9h às 14h.

Telefone: (51) 3271-1208

Bourbon Shopping Novo Hamburgo – Quiosque Teatro Feevale

Local: Avenida das Nações Unidas, 2001 / Piso 2 – Novo Hamburgo, RS.

Horário: De segunda a sábado, das 12h às 22h.

Agencia Brocker Turismo

Local: Avenida das Hortências, 1845 – Gramado, RS.

Horário: De segunda a sábado, das 9h às 18h30min, e feriados das 10h às 15h.

Telefone: (54) 3286-5405

“Hell” chega a Novo Hamburgo e Campo Bom em março

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Novo Hamburgo ocorrem no Teatro Feevale nos dias 07, 08 e 09 de março. Em Campo Bom, sessões no Teatro CEI nos dias 14, 15 e 16

Encerra em Novo Hamburgo e Campo Bom a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale e nos dias 14, 15 e 16 no Teatro CEI.  

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê passou por Porto Alegre e Curitiba em fevereiro. Para as apresentações de Novo Hamburgo, os ingressos já estão à venda a R$ 20,00, com 50% de desconto Clube do Assinante Zero Hora (até 200 ingressos, após 20%), 20% de desconto para Universidade Feevale (graduados, professores e funcionários) e Assinante do Jornal NH.

Em Campo Bom, as vendas iniciam no dia 01 de março, na bilheteria do teatro. A apresentação do dia 14 tem valor especial de R$ 10,00. Nas outras sessões, o ingresso custa R$ 20,00.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Novo Hamburgo

07, 08 e 09 de março | 21h sexta e sábado | 18h domingo

Teatro Feevale – ERS-239, n° 2755 | Campus II – Universidade Feevale | Novo Hamburgo

Ingressos: R$ 20,00

Descontos:

50% de desconto ZERO HORA SOMENTE PARA TITULAR para até 200 ingressos
20% de desconto ZERO HORA SOMENTE PARA TITULAR

20% de desconto SOMENTE PARA TITULAR Universidade Feevale (graduados, professores e funcionários)

50% de desconto para estudantes em geral e idosos (Lei Federal)

20% de desconto para JORNAL NH somente titular

 

Apresentações em Campo Bom

14, 15 e 16 de março | 21h

Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig) | Av. dos Estados, 1080 – Centro

Ingressos: R$ 20,00

Início das vendas em 03 de março

“Hell” tem apresentações em Novo Hamburgo

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Novo Hamburgo ocorrem no Teatro Feevale nos dias 07, 08 e 09 de março

 

* Entre os 10 melhores espetáculos de 2011 – Jornal O Globo *

* Prêmio Melhor Atriz – Revista Quem *

Chega a Novo Hamburgo nos dias 07, 08 e 09 de março a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille no Teatro Feevale.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê encerra em Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15 e 16 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig) e passa em fevereiro por Porto Alegre e Curitiba. Os ingressos custam R$ 20,00, com 50% de desconto Clube do Assinante Zero Hora, 20% de desconto para funcionário e acompanhante da Universidade Feevale e Assinante do Jornal NH. As vendas iniciam no dia 03 de fevereiro.  

 Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Novo Hamburgo

07, 08 e 09 de março | 21h sexta e sábado | 18h domingo

Teatro Feevale – ERS-239, n° 2755 | Campus II – Universidade Feevale | Novo Hamburgo

Ingressos: R$ 20,00

Descontos:

50% para Clube do Assinante Zero Hora

20% para Funcionários Universidade Feevale (com acompanhante)

20% para Assinantes Jornal NH

Início das vendas em 03 de fevereiro

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