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Bruna Paulin

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Se essa rua fosse minha

Se essa rua fosse minha encerra temporada de 2015 com apresentação do espetáculo “Folia dos Reis”

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 Espetáculo será apresentado pela primeira vez em Porto Alegre

 

O Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a sétima etapa do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha”, última edição de 2015. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua consumir arte. No próximo domingo, dia 29, a companhia promoverá uma apresentação do espetáculo de Natal “Folia dos Reis”, inédito em Porto Alegre.

A montagem, um sucesso de público, estreou em 2012 na programação do Natal Luz de Gramado e durante três edições do evento encantou espectadores de todo o país. Folia dos Reis também integrou a programação das principais festividades de final de ano em diversas cidades da região sul. Somente em 2014, 15 cidades do RS e SC receberam apresentações do grupo.

 “Folia dos Reis” é um auto de Natal que conta a história do nascimento do Deus Menino, através do olhar dos Três Reis Magos. As músicas, executadas ao vivo pelos atores, são conhecidas do público, que canta junto durante todo espetáculo. Mais de 35 mil pessoas já assistiram a mais de 80 apresentações em 27 municípios. No elenco, Carlos Alexandre, Fernanda Beppler e Mariana Beppler. O Teatro Mototóti, hoje com quatro peças em repertório, vem se firmando como uma referência no teatro de rua do Rio Grande do Sul.

Neste espetáculo o grupo teve o grande desafio de conferir originalidade a uma história tradicional, tão vista e conhecida no mundo inteiro: o Natal. A releitura do nascimento do deus menino, sem vínculo religioso algum, é permeada por elementos da cultura popular brasileira. Os conhecidos ternos de reis deram origem ao cortejo de chegada dos três reis magos, personagens que vem contar a história, acreditando serem eles próprios os protagonistas do espetáculo.

A estética da obra traz o contraponto entre o popular e o sofisticado, com a Família de Nazaré vestida na simplicidade da chita e os Reis Magos nos ricos tecidos com brocados e pedrarias. Aqui, os detalhes são essenciais para criar a atmosfera da beleza do espetáculo. Por isso, todos os figurinos de chita, por exemplo, tiveram um processo de desconstrução e reconstrução. Para cada figurino, foi escolhida uma estampa e construído um patchwork, criando uma nova peça de tecido, a partir do qual foram construídas as indumentárias dos personagens. Com um tom bem artesanal, apesar do luxuoso figurino dos três reis, o espetáculo encanta pelas soluções simples e eficazes que traz no cenário e adereços.

A apresentação de Folia dos Reis tem entrada franca e inicia às 17h. A partir das 16h, o público poderá participar de outras atividades gratuitas, como aula de pilates e boxe chinês. Para saber mais, acesse: www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Folia dos Reis traz a história do Natal a partir de seus personagens mais significativos: Maria, José, Arcanjo Gabriel e o Deus Menino. Aqui, porém, são os próprios Reis Magos que contam a história, acreditando que são eles os personagens mais importantes do Natal! Entoando um festivo Terno de Reis, pedindo licença para entrar em nossa casa, chegam os Três Reis convidando o público a celebrar a felicidade de se estar junto, a cada apresentação! Assim como chegam, se despedem, levando para todos os cantos do mundo a esperança e a alegria do verdadeiro espírito de Natal.

Músicas especialmente escolhidas, executadas ao vivo pelos atores (com instrumentos de percussão, cordas e acordeom), interatividade com os espectadores, poesia em forma de imagem e som, uma boa dose de humor, figurinos exuberantes e um cenário artesanal são pontos importantes, que irão surpreender e encantar o olhar do espectador.

 Folia dos Reis – Ficha Técnica:

Concepção e Direção: Fernanda Beppler

Atuação: Carlos Alexandre, Fernanda Beppler e Mariana Beppler

Figurinos: Fabrizio Rodrigues.

Execução de Figurinos: Fabrízio Rodrigues e Zilá Pereira

Direção Musical: Fernanda Beppler

Cenário, Adereços e Identidade Visual: Teatro Mototóti

Fotos: Cristiano Caetanno

Técnico de Áudio: Vitório Azevedo

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção e Realização: Teatro Mototóti

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Programação:

Circuito Se Essa Rua fosse minha | 7ª ETAPA – ÚLTIMA DE 2015
Quando: 29 de novembro – domingo
16h – aula de pilates (com profª Bárbara Neumann)*
16h – aula de boxe chinês (com instrutor Yuri Benites)*
17h – apresentação do espetáculo Folia dos Reis (Teatro Mototóti)
18h – roda de chimarrão, com bate papo entre atores e público
19h – encerramento
Ingresso: pague quanto puder no chapéu 🙂
Onde: Parque Mascarenhas de Moraes (Humaitá/Poa)
Como chegar: https://goo.gl/maps/uiXBO

*venha com roupas confortáveis, traga água para beber e uma canga ou toalha para os exercícios de chão.

Confira o teaser do espetáculo: https://goo.gl/LI9rbv

 

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Se essa rua fosse minha tem sexta etapa no dia 25 de outubro

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 Teatro Mototóti apresenta “O Vendedor de Palavras”

O Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a sexta etapa do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha”. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua consumir arte. No próximo domingo, dia 25, o primeiro espetáculo do grupo será apresentado, O vendedor de palavras, de 2008.

Em O Vendedor de Palavras, o Grupo inicia uma jornada no universo do trabalho autoral, comprometido com a arte como um canal de comunicação entre criadores e público. Com versões em português e espanhol, este espetáculo já percorreu o Brasil, Argentina e Uruguai. O grupo já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades.

A apresentação de O Vendedor de Palavras tem entrada franca. Os interessados poderão participar de uma aula gratuita de pilates, ministrada por Bárbara Neumann. Para saber mais, acesse: www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Há uma grande falta de palavras no mundo e as pessoas ficam repetindo e repetindo as mesmas poucas que têm. Se cada palavra vale um pensamento, quanto mais palavras, mais pensamentos! Essa é a descoberta de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e… palavras!!! Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Programação:

Circuito Se Essa Rua fosse minha | 6ª ETAPA
Quando: 25/outubro – domingo
16h – aula de pilates – gratuita (com profª Bárbara Neumann)*
17h – apresentação do espetáculo O Vendedor de Palavras (Teatro Mototóti)
18h – roda de chimarrão, com bate papo entre atores e público
19h – encerramento
Ingresso: pague quanto puder no chapéu 🙂
Onde: Parque Mascarenhas de Moraes (Humaitá/Poa)

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Teatro Mototóti no Correio do Povo de hoje

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Projeto Se essa rua fosse minha realiza quarta etapa no dia 26 de julho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 

Após o sucesso das três primeiras etapas, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para o projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 26 de julho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o Parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo a ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho em um espaço de convivência e arte.

A quarta etapa conta com uma apresentação do espetáculo Flor da Vida, mais recente produção do grupo. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo – O Vendedor de Palavras – um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem da peça foi feita em Porto Alegre, sede do Mototóti, e Campinas, sede do Barracão Teatro.

A etapa do dia 26 de julho também oferece outras atividades gratuitas, como aula de pilates com a professora Barbara Neuman, e aula de boxe chinês com o instrutor Yuri Benites. Após a apresentação do espetáculo, os atores batem um papo com o público.

O Teatro Mototóti circulou com o espetáculo “Flor da Vida” pelo interior do RS durante o mês de julho e nesta quarta-feira, dia 22, participa do FIG – Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco. Esta é a segunda vez que o grupo se apresenta no Estado – em 2014, o espetáculo i-Mundo foi apresentado no Palco Giratório Recife, promovido pelo Sesc.

Saiba Mais

Sinopse: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a  história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a  simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 – já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Quarta etapa do projeto “Se essa rua fosse minha” – apresentação do espetáculo “Flor da Vida”

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Programação gratuita

Quando: 26/julho – domingo
15h – aula de pilates – gratuita (com profª Bárbara Neumann)
– aula de boxe chinês – gratuita (com o instrutor Yuri Benites)
16h – apresentação do espetáculo Flor da Vida (Teatro Mototóti)
17h – roda de chimarrão, com bate papo entre atores e público
18h – encerramento
Realização: Teatro Mototóti

Parceiros: Bruna Paulin – assessoria de Flor em flor, Personal Pilates by Bárbara Neumann, Yuri Benites – instrutor de Boxe Chinês e ES – Soluções em Comunicação Visual.

Espetáculo “Flor da Vida”- https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI

Projeto “Se essa rua fosse minha” na imprensa

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Se essa rua fosse minha tem terceira edição no dia 28 de junho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Teatro Mototóti apresenta gratuitamente espetáculo i-MUndo

Após o sucesso das duas primeiras edições, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a terceira edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 28 de junho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações. A primeira edição do projeto, em abril, reuniu mais de 200 espectadores. A segunda edição, no mês passado, apresentou o espetáculo O Vendedor de Palavras e contou com atividades também gratuitas, como aula de pilates e slack line.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua    verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

No espetáculo i-Mundo, o grupo aborda assuntos que abrangem o ser humano e sua relação com a própria espécie.  A história apresenta um universo de situações cotidianas ao homem, como nossa relação com a água, com o lixo e a exacerbada corrida das pessoas pelo dinheiro – colocando-o à frente até mesmo de outro ser humano. As situações são vivenciadas a partir da ótica de dois alienígenas. Servindo como um espelho à plateia, o espetáculo  estimula as pessoas a refletirem sobre os rumos para onde nosso mundo caminha, e nosso papel dentro dessa movimentação. O Teatro Mototóti já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem teve importantes participações em mostras e festivais do gênero no país e recebeu para sua o Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010.

Se propondo a criar um espetáculo ousado e futurista, mas sem se desconectar das raízes do teatro de rua, o grupo faz em i-Mundo uma releitura das tradicionais pernas de pau (que aumentam as figuras), utilizando o Kangoo Jumps. Este acessório, muito comum em academias, trouxe um desafio físico para os atores, exigindo uma sofisticação técnica para interpretar as personagens e executar a trilha sonora ao vivo, sobre um sapato que propõe um equilíbrio e movimentação diferente do natural. O Teatro Mototóti é o primeiro grupo teatral brasileiro a utilizar o Kangoo Jumps em cena. A apresentação de i-MUndo tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse:www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Você, exemplar i-MUndano, está vivendo sua vida tranquilamente, quando dos céus descem dois seres alienígenas para ocupar este planeta, i-MUndo. Mas algo está errado: eles encontram i-MUndanos sobreviventes (do fim do mundo) por toda parte! O que farão diante de tal tragédia? De um universo de possibilidades nasce a incerteza, o desconhecido diante dos seus olhos… sim, é verdade, eles estão aqui. Não há mais segredos. Você não está mais sozinho.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Terceira edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 28 de junho, às 15h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Espetáculo “i-Mundo” – https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI
Programação gratuita

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