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Bruna Paulin

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Guilherme Weber

Espetáculo Peça do Casamento em Zero Hora do fim de semana

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Espetáculo Peça do Casamento é capa do Segundo Caderno em Zero Hora de hoje

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“Peça do Casamento” chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro no Theatro São Pedro  

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Espetáculo com Eliane Giardini e Antonio Gonzalez tem direção de Guilherme Weber e encerra as comemorações dos 160 anos do Theatro

 

Encerrando as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro o espetáculo “Peça do Casamento”, de Edward Albee.

 A montagem é uma produção da Quintal Produções, da  gaúcha Valencia Losada e da mineira Verônica Prates, e conta com um time formado por nomes de peso das artes cênicas: Guilherme Weber assina a adaptação do texto e a direção da montagem, no elenco, Eliane Giardini e Antonio Gonzalez interpretam o casal prestes a se separar, a cenografia é assinada por Daniela Thomas e Camila Schmidt e a iluminação é do premiado Beto Bruel.

Quando no dia 16 de setembro de 2016 o dramaturgo Edward Albee faleceu, aos 88 anos, nem todas as pessoas tinham conhecimento do legado que o escritor deixava com seus mais de 50 anos de atuação no teatro. Considerado o maior dramaturgo estadunidense e um dos mais consagrados da história, Albee é o autor de mais de 30 peças, alguns dos quais se tornaram rapidamente clássicos e foram premiados com as honrarias máximas do teatro contemporâneo, o Tony Awards e o Prêmio Pulitzer, como “The Sandbox” (1959), “Quem tem medo de Virgínia Woolf” (1962) e “Three Tall Women” (1991), que venceu o Prêmio Pulitzer de 1994.

Passados 30 anos desde a estreia do texto, a Peça do Casamento chega a capital gaúcha mostrando como a dramaturgia de Albee trabalha questões atemporais e intrínsecas às relações sociais e afetivas. O autor faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.

Considerada por Albee “a estrutura social fundamental da cultura contemporânea ocidental”, o casamento é o objeto de estudo a ser dissecado na montagem, levantando questões contemporâneas, mas que também eram pertinentes à época em que o texto foi escrito, como a idealização de relações amorosas duradouras apesar da existência de diversos casamentos infelizes e de divórcios e separações motivadas pela infidelidade.

O casamento como instituição social fundamental da cultura ocidental é um dos temas fetiches de sua obra e isso sempre me pareceu fascinante. Além dos fascínios pelos meandros que sustentam a fragilidade de um casamento, a maneira que Albee, especificamente nesta obra, propõe um paralelo entre o casamento e o jogo teatral é muito instigante para um diretor. Usar os mecanismos da cena para iluminar, aprofundar e até revelar aspectos da obra está sendo um exercício fascinante”, conta o diretor Guilherme Weber.

Diferentemente de seus outros trabalhos que se tornaram clássicos da dramaturgia, a “Peça do Casamento” ainda não é um texto muito encenado no Brasil. A adaptação de Weber é a segunda de uma trilogia que traz o casamento como temática, levada aos palcos pelo diretor também na peça “Os Realistas”, de Will Eno, e que será completada com “De Verdade”, de Tom Stoppard, ainda inédita.

A percepção de uma trilogia aconteceu de maneira bastante informal. Junto com a montagem de ‘Os Realistas’ percebi que as ideias de futuras montagens falavam principalmente do mesmo tema, o casamento e suas diversas manifestações. Então batizou-se esta ideia de trilogia, revela o encenador.

trilogia também traça um painel sobre a dramaturgia anglo saxã do final do século passado, com dois textos da década de oitenta, “De Verdade” de 1982, e “Peça do Casamento” de 1987 e do início deste século com “Os Realistas” de 2014. Estes três autores também seguiram se influenciando mutuamente, tendo Eno sido um aluno direto de Albee, enquanto Stoppard foi altamente influenciado pelo jogo de Albee durante o processo para criar a sua comédia sobre amor e teatro.

As apresentações ocorrem às 21h de sexta a domingo. Os ingressos, já à venda na bilheteria do teatro, custam entre R$ 40,00 e R$ 120,00.

 

Sinopse

Edward Albee faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos, uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.

 

Ficha Técnica

Autor: Edward Albee

Adaptação e Direção: Guilherme Weber

Elenco: Eliane Giardini e Antonio Gonzalez

Cenário: Daniela Thomas e Camila Schmidt

Iluminação: Beto Bruel

Figurino: Bruno Perlatto

Direção de movimento: Toni Rodrigues

Realização e Produção: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto e Nely Coelho

Assistente de produção: Eduardo Alves

Contrarregragem: Antonio Lima

Assessoria de imprensa local: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Serviço

 

Peça do Casamento

Data: 14, 15 e 16 de dezembro de 2018

Local: Theatro São Pedro

Horário: sexta a domingo, 21h

Ingressos: 40,00 a 120,00

Classificação: 16 anos

Meu Amigo Hindu, longa mais recente de Hector Babenco, estreia dia 3 março de 2016

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Depois de oito anos o diretor retorna aos cinemas com, em suas próprias palavras, “uma história que aconteceu comigo e a conto da melhor forma que eu sei.”

 

Uma experiência pessoal de Hector Babenco foi o ponto de partida para seu novo longa, “Meu Amigo Hindu”, que estreia em 3 de março no circuito comercial do país.

Diego (Willem Dafoe) é um diretor de cinema que, ao saber que sofre de uma doença que pode ser fatal, casa-se com sua mulher de muitos anos, despede-se de seus amigos e entra numa rotina de longas jornadas em um hospital.

Lidando com a dor e conversando com a morte, conhece um menino hindu que se torna seu mais novo amigo. Um dia ele não aparece mais. Diego recebe alta, mas sua vida nunca mais será a mesma. Seu casamento acaba e, solitário, chega a se questionar se ele não estaria morrendo e ninguém lhe diz nada, até que conhece uma nova mulher.

No elenco, estão nomes como Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Barbara Paz, Selton Mello, Guilherme Weber, Reynaldo Gianecchini, Tuna Duek e Dan Stulbach.

O longa é uma produção é da HB Filmes e foi produzido por Babenco, além de contar com os produtores executivos Jeremy Thomas e Marcelo Torres. A distribuição nacional é da Europa Filmes.

O Diretor

Nascido em Buenos Aires, na Argentina, Hector Babenco se mudou para o Brasil aos 19 anos. No cinema, antes de assinar seu primeiro longa-metragem, foi produtor executivo e codiretor, com Roberto Farias, de “O Fabuloso Fittipaldi” (1973). Dirigiu seu primeiro longa de ficção, “O Rei da Noite”, em 1975 e em 1977, “Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia”. Em seguida, lançou dois de seus filmes mais reconhecidos, “Pixote, A Lei do Mais Fraco” (1980) e “O Beijo da Mulher-Aranha” (1984).

Trabalhou com Jack Nicholson e Meryl Streep em “Ironweed”(1987), filme pelo qual os dois atores foram indicados ao Oscar, e com Aidan Quinn e Katty Bates em “Brincando Nos Campos do Senhor” (1990). “Coração Iluminado” (1998) marcou a volta de Babenco à ativa, depois de vencer um câncer linfático, descoberto oito anos antes. Em “Carandiru” (2003), levou para as telas o livro Estação Carandiru de Dráuzio Varella, médico oncologista que acompanhou seu tratamento. Em 2007, abriu a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com “O Passado”, assim como em 2015, com “Meu Amigo Hindu”.

Também dirigiu a série “Carandiru – Outras histórias” (2005), da Rede Globo e diversos espetáculos teatrais como “Loucos de Amor”, (1988), “Closer – Mais Perto” (2000) e  Hell (2010).  Sua montagem mais recente foi “Vênus em Visom”, que esteve em cartaz em 2013 e 2014.

Meu Amigo Hindu (Brasil, 115 min., 2015)

Direção e roteiro: Hector Babenco

Produção: HB Filmes

Produtor: Hector Babenco

Produtores executivos: Jeremy Thomas e Marcelo Torres

Coprodutores: Lúcia Segall e Sun Moritz

Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. ABC

Música original: Zbigniew Priesner

Montagem: Gustavo Giani

Designers de produção: Caroline Schamall (Carrô), Clovis Bueno, Isabel Xavier, Luís Oliveira e Clissia Morais

Figurinista: Rita Murtinho

Casting: Julia Medeiros

Elenco: Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Barbara Paz, Selton Mello, Guilherme Weber, Reynaldo Gianecchini, Denise Weinberg, Maitê Proença, Dan Stulbach, Vera Valdez, Stella Schnabel, Phil Miler, Dani Galli, Dalton Vigh, Clara Choveux e Rio Adlakha (Menino Hindu)

Produção

A HB Filmes foi fundada na década de 1970, com o intuito de produzir os filmes e trabalhos de seu sócio-fundador, o cineasta Hector Babenco.

Em mais de 40 anos, produziu longas como:

. O Rei da Noite (1975), que foi visto por mais de um milhão de expectadores nos cinemas.

. Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia (1977), que levou aos cinemas brasileiros seis milhões de pessoas.

. Pixote – A Lei do Mais Fraco (1981), que foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro pela Associação de Críticos de Los Angeles e de Nova York, além de ter sido visto por três milhões de espectadores somente no Brasil.

. O Beijo da Mulher Aranha (1985), que recebeu quatro nominações ao Oscar: Filme, Diretor, Roteiro Adaptado e Ator para Willian Hurt, que levou a estatueta.

. Ironweed (1987), pelo qual Jack Nicholson e Meryl Streep foram indicados ao Oscar de Melhor Ator e Melhor Atriz.

. Brincando nos Campos do Senhor (1991), que teve em seu elenco nomes como Tom Berenger, Tom Waits, Kathy Bates, John Lithgow, Aidan Quinn.

. Coração Iluminado (1996), pelo qual Hector Babenco foi indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes.

. Carandiru (2003), que teve cerca de dez milhões de expectadores no Brasil e também concorreu à Palma de Ouro em Cannes.

. O Passado (2007), que com o ator mexicano Gael Garcia Bernal em seu elenco.

. Meu Amigo Hindu (2015), que é protagonizado por Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Selton Mello e Bárbara Paz.

Distribuição

A Europa Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes, em cinema, vídeo, televisão e internet (VOD), desde 1990. Tem como diretor geral, Wilson Feitosa, fundador da empresa.

Possui um amplo repertório de filmes, que vai de blockbusters americanos aos filmes de arte europeus. Em seu catálogo, estão muitos indicados e ganhadores do Oscar, tanto estrangeiros como brasileiros. A Europa Filmes é uma distribuidora preocupada em oferecer o que há de melhor em conteúdos e serviços a seus parceiros e consumidores.

Globo Filmes

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 160 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como “Tropa de Elite 2”, “Se Eu Fosse Você 2”, “2 Filhos de Francisco”, “O Palhaço”, “Getúlio”, “Xingu”, “Carandiru”, “Nosso Lar” e “Cidade de Deus”– com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

Informações para a Imprensa

Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

 

Nacional: ProCultura

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