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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Bárbara Paz

Longa-metragem “Meu Amigo Hindu” em Zero Hora

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Longa-metragem “Meu Amigo Hindu” na capa do Metro de hoje

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Meu Amigo Hindu, longa mais recente de Hector Babenco, estreia dia 3 março de 2016

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Depois de oito anos o diretor retorna aos cinemas com, em suas próprias palavras, “uma história que aconteceu comigo e a conto da melhor forma que eu sei.”

 

Uma experiência pessoal de Hector Babenco foi o ponto de partida para seu novo longa, “Meu Amigo Hindu”, que estreia em 3 de março no circuito comercial do país.

Diego (Willem Dafoe) é um diretor de cinema que, ao saber que sofre de uma doença que pode ser fatal, casa-se com sua mulher de muitos anos, despede-se de seus amigos e entra numa rotina de longas jornadas em um hospital.

Lidando com a dor e conversando com a morte, conhece um menino hindu que se torna seu mais novo amigo. Um dia ele não aparece mais. Diego recebe alta, mas sua vida nunca mais será a mesma. Seu casamento acaba e, solitário, chega a se questionar se ele não estaria morrendo e ninguém lhe diz nada, até que conhece uma nova mulher.

No elenco, estão nomes como Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Barbara Paz, Selton Mello, Guilherme Weber, Reynaldo Gianecchini, Tuna Duek e Dan Stulbach.

O longa é uma produção é da HB Filmes e foi produzido por Babenco, além de contar com os produtores executivos Jeremy Thomas e Marcelo Torres. A distribuição nacional é da Europa Filmes.

O Diretor

Nascido em Buenos Aires, na Argentina, Hector Babenco se mudou para o Brasil aos 19 anos. No cinema, antes de assinar seu primeiro longa-metragem, foi produtor executivo e codiretor, com Roberto Farias, de “O Fabuloso Fittipaldi” (1973). Dirigiu seu primeiro longa de ficção, “O Rei da Noite”, em 1975 e em 1977, “Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia”. Em seguida, lançou dois de seus filmes mais reconhecidos, “Pixote, A Lei do Mais Fraco” (1980) e “O Beijo da Mulher-Aranha” (1984).

Trabalhou com Jack Nicholson e Meryl Streep em “Ironweed”(1987), filme pelo qual os dois atores foram indicados ao Oscar, e com Aidan Quinn e Katty Bates em “Brincando Nos Campos do Senhor” (1990). “Coração Iluminado” (1998) marcou a volta de Babenco à ativa, depois de vencer um câncer linfático, descoberto oito anos antes. Em “Carandiru” (2003), levou para as telas o livro Estação Carandiru de Dráuzio Varella, médico oncologista que acompanhou seu tratamento. Em 2007, abriu a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com “O Passado”, assim como em 2015, com “Meu Amigo Hindu”.

Também dirigiu a série “Carandiru – Outras histórias” (2005), da Rede Globo e diversos espetáculos teatrais como “Loucos de Amor”, (1988), “Closer – Mais Perto” (2000) e  Hell (2010).  Sua montagem mais recente foi “Vênus em Visom”, que esteve em cartaz em 2013 e 2014.

Meu Amigo Hindu (Brasil, 115 min., 2015)

Direção e roteiro: Hector Babenco

Produção: HB Filmes

Produtor: Hector Babenco

Produtores executivos: Jeremy Thomas e Marcelo Torres

Coprodutores: Lúcia Segall e Sun Moritz

Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. ABC

Música original: Zbigniew Priesner

Montagem: Gustavo Giani

Designers de produção: Caroline Schamall (Carrô), Clovis Bueno, Isabel Xavier, Luís Oliveira e Clissia Morais

Figurinista: Rita Murtinho

Casting: Julia Medeiros

Elenco: Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Barbara Paz, Selton Mello, Guilherme Weber, Reynaldo Gianecchini, Denise Weinberg, Maitê Proença, Dan Stulbach, Vera Valdez, Stella Schnabel, Phil Miler, Dani Galli, Dalton Vigh, Clara Choveux e Rio Adlakha (Menino Hindu)

Produção

A HB Filmes foi fundada na década de 1970, com o intuito de produzir os filmes e trabalhos de seu sócio-fundador, o cineasta Hector Babenco.

Em mais de 40 anos, produziu longas como:

. O Rei da Noite (1975), que foi visto por mais de um milhão de expectadores nos cinemas.

. Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia (1977), que levou aos cinemas brasileiros seis milhões de pessoas.

. Pixote – A Lei do Mais Fraco (1981), que foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro pela Associação de Críticos de Los Angeles e de Nova York, além de ter sido visto por três milhões de espectadores somente no Brasil.

. O Beijo da Mulher Aranha (1985), que recebeu quatro nominações ao Oscar: Filme, Diretor, Roteiro Adaptado e Ator para Willian Hurt, que levou a estatueta.

. Ironweed (1987), pelo qual Jack Nicholson e Meryl Streep foram indicados ao Oscar de Melhor Ator e Melhor Atriz.

. Brincando nos Campos do Senhor (1991), que teve em seu elenco nomes como Tom Berenger, Tom Waits, Kathy Bates, John Lithgow, Aidan Quinn.

. Coração Iluminado (1996), pelo qual Hector Babenco foi indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes.

. Carandiru (2003), que teve cerca de dez milhões de expectadores no Brasil e também concorreu à Palma de Ouro em Cannes.

. O Passado (2007), que com o ator mexicano Gael Garcia Bernal em seu elenco.

. Meu Amigo Hindu (2015), que é protagonizado por Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Selton Mello e Bárbara Paz.

Distribuição

A Europa Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes, em cinema, vídeo, televisão e internet (VOD), desde 1990. Tem como diretor geral, Wilson Feitosa, fundador da empresa.

Possui um amplo repertório de filmes, que vai de blockbusters americanos aos filmes de arte europeus. Em seu catálogo, estão muitos indicados e ganhadores do Oscar, tanto estrangeiros como brasileiros. A Europa Filmes é uma distribuidora preocupada em oferecer o que há de melhor em conteúdos e serviços a seus parceiros e consumidores.

Globo Filmes

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 160 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como “Tropa de Elite 2”, “Se Eu Fosse Você 2”, “2 Filhos de Francisco”, “O Palhaço”, “Getúlio”, “Xingu”, “Carandiru”, “Nosso Lar” e “Cidade de Deus”– com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

Informações para a Imprensa

Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

 

Nacional: ProCultura

Espetáculo A Toca do Coelho tem única apresentação em Porto Alegre no dia 28 de setembro

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Estreia de Dan Stulbach na direção tem sessão no Teatro do Sesi

 

Estreia de Dan Stulbach na direção, A Toca do Coelho chega a Porto Alegre para única apresentação no dia 28 de setembro, às 19h, no Teatro do Sesi. Grande sucesso na Broadway, a versão brasileira traz Reinaldo Gianecchini, Bárbara Paz, Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Rafael de Bona no elenco.

David Lindsay-Abaire recebeu o Pulitzer de 2007 pelo texto que mostra o drama de uma família atingida por uma tragédia que irá reconfigurar as relações e traçar um novo caminho para todos os envolvidos.

A montagem, inédita no Brasil, estreou em março e agora segue em turnê pelo Brasil. Grande sucesso na Broadway, “A toca do coelho” foi escolhido melhor texto no seu ano de estreia. Na ocasião, a atriz Cynthia Nixon – de Sex in The City – recebeu o Prêmio Tony de melhor atriz pela encenação da personagem Becca.

Simone Zucato, idealizadora e produtora do projeto, juntamente com Valdir Archanjo e Bira Saide, escolheu, adaptou e traduziu o texto de Lindsay-Abaire. Simone, que na peça interpreta Isa, foi quem convidou Dan Stulbach e o elenco, “Fiquei atrás de um texto por dois anos e quando li A toca do coelho tive certeza que era o que eu estava procurando. Depois disso foi uma luta para conseguir comprar os direitos e montar o espetáculo”, conta.

A peça se passa na casa dos Corbett. Beca (Barbara Paz) e Paulo Corbett (Reynaldo Gianecchini) precisam retornar à sua existência cotidiana, após uma perda, chocante e súbita. Oito meses antes, eles eram uma família feliz com tudo que queriam. Agora, eles estão presos em um labirinto de memórias, desejos, culpas, recriminações e raiva, e seguem caminhos opostos neste labirinto. Enquanto Beca encontra dor nas lembranças familiares, Paulo encontra conforto. Beca tenta lidar com as questões familiares com sua irmã, Isa e sua mãe, e estende a mão para o adolescente envolvido no acidente que provocou todas as mudanças em suas vidas. O casal tenta reencontrar o seu caminho de volta para uma vida que ainda tem potencial para o riso, a beleza e a felicidade.

 O resultado desta jornada é uma visão intimista dos dois que precisam reaprender a se envolver um com o outro. Assim, perdidos em seu sofrimento, os Corbett fazem escolhas surpreendentes para seu futuro. 

Para a encenação o cenário ‘clean’ e sugestivo de André Cortez, mostra abertamente a casa da família e tem quase todos os cômodos. “Não é uma casa realista, é possível ver entre as paredes. Quem está na plateia pode se sentir dentro da casa, parte da família”, explica Zucato. Completam a ficha técnica Marisa Bentivegna no Desenho de Luz, Adriana Hitomi assinando os figurinos e Daniel Maia, responsável pela trilha sonora original e Composta.

Os ingressos para a apresentação do dia 28 custam entre R$ 70,00 e R$ 100,00 e já estão à venda pela My Ticket. Descontos de 50% para os 200 primeiros sócios do Clube do Assinante, com acompanhante, clientes Porto Seguro e Clientes Gol.

Ficha Técnica:

Autor: David Lindsay Abaire

Tradução Brasileira e Adaptação:: Simone Zucato e Alessandra Pinho

Direção Geral: Dan Stulbach

Elenco: Barbara Paz, Reynaldo Gianecchini, Neusa Maria Faro, Simone Zucato, e Rafael De Bona.

Cenários: André Cortez

Desenho de Luz: Marisa Bentivegna

Figurinos: Adriana Hitomi

Trilha sonora Original e Composta: Daniel Maia

Fotografia: Jairo Goldflus

Fotos de Cena: João Caldas

Preparador Corporal: Leandro Oliva

Preparadora Vocal: Edi Montecchi

Design Gráfico: Alessandro Romio

Designer de Som: Bruno dos Reis

Video Mapping: BiJari

Projeção e Cenografia: On Projeções e Metro Seis Cenografia

Voz do Dani: Guido Prado Tomazoni

Diretora Técnica: Deborah Zatz

Site e Midia de Internet: Erik Almeida

Make Up de Fotos: Renata Martinz e Hideko

Microfonista, Operador de Vídeo Mapping e Som: Bruno dos Reis

Operador de Luz: Filé

Contraregra e Maquinista: Rogério Febraio e Luciana Cuono

Camareira: Luciane Pessanha

Assistentes de Direção: André Acioli e Otavio Dantas

Assistente de Cenografia: Carol Bucek

Assistente de Iluminação: Patricia Savoy

Assistente de Produção: Elis Braga e Mag Flausino 

Produção Executiva: Tatiane Zeitunlian, Daniele Pereira e Ubirajara Saide

Direção de Produção: Valdir Archanjo e Bira Saide

Produtores Associados: Simone Zucato, Valdir Archanjo e Bira Saide

Realização: Asa Produções Culturais e SPZ Produções Culturais

Produção local: Kau ideia Produções Artísticas

Assessoria de Imprensa Local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

 

A Toca do Coelho

Dia 28 de setembro, 19h

Teatro do Sesi – Av. Assis Brasil, 8787

Ingressos:

Plateia Baixa – R$ 100,00

Plateia Alta – R$ 90,00

Mezanino – R$ 70,00

Descontos:

50% para os 200 primeiro assinantes do Clube do Assinante e acompanhante

Após as 200 vendas, permanecerá os 50% de desconto apenas para o titular do cartão do

50% de desconto aos Clientes Porto Seguro

50% de desconto aos Clientes Gol

À venda pela My Ticket

Pontos de Venda:

Rua Padre Chagas, 327 Loja 06 | Telefone: 32 73 33 43

Rua Dos Andradas, 1425 Loja 16 | Telefone : 32 12 26 53

Horário pontos de venda: Das 09h às 18h

Vendas On Line: http://www.ingressorapido.com.br

Call Center: 40 03 12 12

“Hell” chega a Novo Hamburgo e Campo Bom em março

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Novo Hamburgo ocorrem no Teatro Feevale nos dias 07, 08 e 09 de março. Em Campo Bom, sessões no Teatro CEI nos dias 14, 15 e 16

Encerra em Novo Hamburgo e Campo Bom a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale e nos dias 14, 15 e 16 no Teatro CEI.  

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê passou por Porto Alegre e Curitiba em fevereiro. Para as apresentações de Novo Hamburgo, os ingressos já estão à venda a R$ 20,00, com 50% de desconto Clube do Assinante Zero Hora (até 200 ingressos, após 20%), 20% de desconto para Universidade Feevale (graduados, professores e funcionários) e Assinante do Jornal NH.

Em Campo Bom, as vendas iniciam no dia 01 de março, na bilheteria do teatro. A apresentação do dia 14 tem valor especial de R$ 10,00. Nas outras sessões, o ingresso custa R$ 20,00.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Novo Hamburgo

07, 08 e 09 de março | 21h sexta e sábado | 18h domingo

Teatro Feevale – ERS-239, n° 2755 | Campus II – Universidade Feevale | Novo Hamburgo

Ingressos: R$ 20,00

Descontos:

50% de desconto ZERO HORA SOMENTE PARA TITULAR para até 200 ingressos
20% de desconto ZERO HORA SOMENTE PARA TITULAR

20% de desconto SOMENTE PARA TITULAR Universidade Feevale (graduados, professores e funcionários)

50% de desconto para estudantes em geral e idosos (Lei Federal)

20% de desconto para JORNAL NH somente titular

 

Apresentações em Campo Bom

14, 15 e 16 de março | 21h

Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig) | Av. dos Estados, 1080 – Centro

Ingressos: R$ 20,00

Início das vendas em 03 de março

Hell chega a Curitiba nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Curitiba ocorrem no Teatro Paulo Autran nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro

 * Entre os 10 melhores espetáculos de 2011 – Jornal O Globo *

* Prêmio Melhor Atriz – Revista Quem *

Chega a Curitiba a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, no Teatro Paulo Autran.  

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15, e 15 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00 com desconto de 50% para assinantes da Gazeta do Povo e as vendas iniciam no dia 07 de fevereiro, na bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro das 14h às 18h e também pelo site ingresso.com. Durante os dias de espetáculo, os ingressos poderão ser adquiridos na bilheteria do Teatro Paulo Autran a partir das 14h.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Curitiba

21, 22 e 23 de fevereiro | 21h (sexta e sábado) 18h (domingo)

Teatro Paulo Autran | Al. Dom Pedro II, 255

Ingressos: R$ 20,00

50% de desconto para assinantes Gazeta do Povo

Início das vendas em 07 de fevereiro na bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro, das 14h às 18h e pelo site ingresso.com. Nos dias de espetáculo, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Paulo Autran a partir das 14h

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