




Premiação ocorre dia 09 de dezembro, no Teatro Renascença
O teatro gaúcho conhecerá os vencedores do Prêmio Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016 nesta sexta-feira, 09 de dezembro, a partir das 20h, no Teatro Renascença. O evento, uma realização da Secretaria da Cultura de Porto Alegre, através da Coordenação de Artes Cênicas, distribuirá prêmios em 31 categorias, sendo três delas o Prêmio de Júri Popular, que tem votação online pelo site da Prefeitura até o meio-dia de sexta.
No Açorianos o espetáculo com maior número de indicações é Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, concorrendo a prêmios nas 12 categorias, seguido por Movimentos Sobre Rodas Paradas, com sete. Brechó da Humanidade e Como Gostais concorrem a seis prêmios. No Tibicuera de Teatro Infantojuvenil, os espetáculos Andarilho e Flamenco Imaginário são os com maior número de indicações, concorrendo a dez e nove prêmios, respectivamente. No Prêmio Revelação os espetáculos Aos Sãos e Tabataba foram indicados em todas as categorias deste prêmio: ator, atriz, direção e espetáculo.
Os 18 jurados dos prêmios Açorianos e Tibicuera avaliam as produções inscritas nas seguintes categorias: direção, ator, atriz, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, cenografia, figurino, iluminação, trilha sonora, dramaturgia original, produção e espetáculo. Concorrem ao Açorianos de Melhor Espetáculo as montagens Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, Brechó da Humanidade, Movimentos Sobre Rodas Paradas, Como Gostais e O casal Palavrakis. Ao Prêmio Tibicuera integram a lista de indicados a Melhor Espetáculo Andarilho, Flamenco Imaginário, Missão Água e Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas. No Prêmio Revelação, são três concorrentes a Melhor Espetáculo: Aos sãos, Os Sinos da Candelária e Tabataba.
São homenageados nesta edição o ator e diretor Roberto Oliveira, fundador do Depósito de Teatro, e Nilton Filho, que há mais de 25 anos mantém o Teatro Nilton Filho, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Nilton Filho já exerceu a função de diretor executivo da Federação de Teatro Amador do Rio Grande do Sul (Fetargs) no período entre 1995 a 1997, incentivando a qualidade, vigor e seriedade do teatro amador.
Uma performance da Cia Teatro Novo também integra o evento, em homenagem a Ronald Radde e a outros artistas que faleceram neste ano. O público também poderá conferir uma cena do espetáculo Tempos de Solidão – Missa do Orfanato, do Projeto Ópera na UFRGS, com regência de Diego Schuck e direção de Camila Bauer, além da apresentação da banda Som Central.
Realizados anualmente desde 1977 pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, os prêmios buscam destacar e incentivar a produção das artes cênicas em nossa capital. Aos vencedores é entregue um troféu especialmente criado em 1993, pelo artista plástico Vasco Prado. A entrega do mais tradicional prêmio para as artes cênicas de Porto Alegre inicia no Teatro Renascença às 20h, com entrada franca.
Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera e Revelação 2016
Ficha técnica
Apresentadores Katia Suman, Lauro Ramalho e Amanda Gatti
Apresentações artísticas
Performance: Cia Teatro Novo, Homenagem a Ronald Radde e falecidos 2016
Direção: Karen Radde
Mestre de cerimônias: Adriano Cescani
Elenco: Renata Bregagnol, Luciano Pieper, Clarissa Siste, Daniel Anillo, Fabrízio Gorziza, Juliano Passini, Livia Perrone, Karen Radde, Lucas Sampaio, Yuri Duarte Niederauer, Vinicius Mello.
Performance: Cena do espetáculo Tempos de Solidão – Missa do Orfanato, do Projeto Ópera na UFRGS
Música de W. A. Mozart.
Regência: Diego Schuck
Preparação vocal: Luciana Kiefer
Direção: Camila Bauer
Texto dramatúrgico: Pedro Bertoldi
Iluminação: Luiz Acosta e Thais Andrade
Cenário: Elcio Rossini e Renan Vilas
Figurino: Daniel Lion (pixação de Fernanda Pujol)
Maquiagem: Luana Zinn
Solista: Carla Knijnik
Elenco: Alessandra Bier, João Caron, Julia Santos, Jussinei Lorde, Laura Hickmann, Luiz Manoel, Mailson Fantiel, Pedro Schilling, Raíza Rolim,
Coro: Amani Chedid, Anderson Vasconcelos, Calisa Dozza, Carla Knijnik, Caroline Schäfer, Daniel Lumertz, Eduardo Francisco, Fabiana Menezes, Guilherme Roman, Raissa Rochadel, Vinicius Fergutz
Banda Som Central
Pablo SeeaRasta (teclados, violão, vocais)
Thiago Fejão (bateria)
William Artuso (baixo)
Iluminação Mirco Zanini
Vídeo Mauricio Casiraghi
Figurino dos apresentadores Daniel Lion
Assessoria de imprensa Bruna Paulin – assessoria de flor em flor
Social Media Sue Gotardo
Produção Coordenação de Artes Cênicas
Realização Secretaria da Cultura de Porto Alegre
Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016
09 de dezembro, 20h
Teatro Renascença – Av. Erico Verissimo, 307
Entrada Franca

Montagem conta com a participação do corpo de baile formado pelos alunos da escola, além dos artistas da companhia, no dia 11 de dezembro
A Cia de Flamenco Del Puerto, que concorre nesta semana a nove categorias do Prêmio Açorianos de Teatro 2016 com o espetáculo “Flamenco Imaginário”, apresenta sua mais recente montagem no domingo, 11 de novembro, às 20h, no Teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa. Milagros é o resultado da criação coreográfica, pesquisa do movimento e da linguagem flamenca desenvolvidos durante 2016 pelos artistas do grupo e os alunos da escola. O espetáculo conta com a participação do corpo de baile formado pelos alunos do centro de formação da Del Puerto, além dos artistas da companhia e de artistas convidados.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural que envolve a Arte Flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012 e 2014, o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015. Atualmente a Companhia está em circulação com o espetáculo para crianças, “Flamenco Imaginário”, indicado em nove categorias do troféu Tibicuera de teatro infanto-juvenil, no Prêmio Açorianos de Teatro 2016.
A apresentação de Milagros ocorre às 20h, no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75), com ingressos a R$ 60,00 e descontos para idosos, estudantes, artistas e funcionários da Santa Casa. As entradas podem ser adquiridas antecipadamente na sede da Del Puerto (Av. Cristóvão Colombo, 752). No dia do espetáculo, a bilheteria abre uma hora antes da apresentação. Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.
Milagros
11 de dezembro, domingo, 20h | Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa – Av. Independência, 75 – estacionamento no local
Ingressos: R$60,00 inteira | R$30,00 (idosos, estudantes, artistas e funcionários da Santa Casa)
Ponto de venda antecipada: Del Puerto – Av. Cristóvão Colombo 752
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
REALIZAÇÃO: Del Puerto Produções e Centro Histórico-Cultural Santa Casa


Estrelado por Elisa Volpatto, espetáculo é um solo sobre a vida e obra de Sylvia Plath
Após estrear e promover mais duas temporadas em São Paulo este ano, a gaúcha Elisa Volpatto chega a Porto Alegre com o Vulcão [criação e pesquisa cênica] para as apresentações de Pulso, dirigido por Vanessa Bruno, entre 09 e 18 de dezembro, de quinta a domingo sempre às 20h, na sala 503 da Usina do Gasômetro.
Pulso é uma pesquisa e criação teatral a partir da vida e obra do ícone da Poesia Confessional norte-americana, Sylvia Plath, construído das indagações da diretora à atriz, que respondeu cenicamente. Valendo-se de materiais como as biografias A Mulher Calada, de Janet Malcolm e Ísis Americana – A vida e a arte de Sylvia Plath, de Carl Rollyson, Os Diários de Sylvia Plath, organizado por Karen V. Kukil e também o mais importante livro de poemas de Sylvia, Ariel, a atriz organizou a dramaturgia do espetáculo.
Mantendo a poética particular da autora, o solo explora, para além do feminino, as vicissitudes de todo e qualquer ser humano a partir, ora de fragmentos biográficos da escritora, ora das potências que sua obra desdobra. O espetáculo se passa durante o último dia de vida da poetisa para revelar, em tom confessional – característica determinante da literatura da Sylvia Plath –, memórias e devaneios de alguns dos momentos de sua vida.
Para Vanessa, a montagem não se pretende linear, mas, fragmentada, com lógica própria. “A linguagem cênica contemporânea articula-se com literatura poética da vida e obra de Sylvia Plath para a construção de um trabalho intimista”, conta ela. Já Elisa explica que o espetáculo busca questionar, por meio do material artístico criado a partir de Sylvia, o próprio papel da artista feminina atualmente.
Café, ovo e bebida alcoólica
A ideia de levar Sylvia Plath aos palcos partiu de uma vontade da atriz de falar da criação artística dentro de um universo feminino. “Sylvia Plath tem uma forma de escrita única, que só existe devido à influência do ambiente que a circunda. Imagine uma mulher tentando ser poeta na década de 1950, quando o comum era ficar em casa cuidando dos filhos”, conta.
O cenário é composto por um fogão e uma cadeira, que delimitam o espaço de jogo da atriz. Objetos caseiros como xícaras, pratos, panos e copos compõem um ambiente familiar, encarcerando a personagem. Um clima sensorial é criado quando cheiros – de café, ovo quebrado e bebida alcoólica – invadem o ambiente intensificando a relação da atriz com o material artístico criado. A interferência de vídeo e trilha sonora também contribui para a construção de uma atmosfera onírica.
Além da temporada, Elisa e Vanessa ministram a oficina Sala de Ensaio Autoras em Cena, durante os dias 13, 14 e 15. A diretora desde 2010 vem pesquisando procedimentos de transposição da literatura para a cena, inicialmente a partir da obra de Clarice Lispector, o que resultou em seu trabalho de mestrado. A pesquisa ampliou-se para processos com outras autoras, como Sylvia Plath no espetáculo Pulso e também com Marguerite Duras no espetáculo A Dor. Esse deslocamento da literatura para a cena tem sido o objeto maior de investigação do Vulcão [criação e pesquisa cênica] que já projeta novos trabalhos para 2017 a partir das obras Orlando, de Virginia Woolf e de mais dois textos de Clarice, Água Viva e Águas do Mundo. As inscrições custam R$ 200,00 e devem ser realizadas através de envio de breve CV e carta de intenção para pulsoplath@gmail.com
A montagem, que teve parte de seu orçamento financiado por uma campanha de crowdfunding no final de 2015, promoverá para os colaboradores gaúchos do projeto uma sessão especial no dia 08 de dezembro. As apresentações abertas ao público em geral têm ingressos a R$ 30,00 com meia entrada para estudantes, classe artística e maiores de 60 anos. Para saber mais, acesse: www.facebook.com/pulsoplath | http://www.vulcao.art.br/
Saiba Mais
Sobre o Vulcão [criação e pesquisa cênica]
Surgido da união de artistas autônomos com desejo comum de concretizar suas pesquisas artísticas e criações autorais, o VULCÃO [criação e pesquisa cênica] desenvolve projetos de investigação teatral que explorem a condição humana. Formado pela atriz e diretora Vanessa Bruno, pela atriz e preparadora corporal Livia Vilela, as atrizes Elisa Volpatto e Rita Grillo e pelo ator e produtor Paulo Salvetti, o VULCÃO deseja aproximar diferentes linguagens, unir dança ao teatro, literatura e vídeo e vê como motor catalizador – principal e determinante – o trabalho do intérprete. Os propositores do VULCÃO acreditam e estabelecem relação democrática entre si por princípio. Saúdam a singularidade de cada um e expõem seus projetos à interlocução sem imposição temática, estética ou hierárquica com o objetivo de colocar para fora o que lhes ferve por dentro. http://www.vulcao.art.br/
Direção e atriz
Vanessa Bruno – desde 2004 colabora no Centro de Pesquisa Teatral – CPT dirigido por Antunes Filho, onde esteve como atriz em A Pedra do Reino, Prét-à-porter 9 e na condução de aulas no CPTzinho. Dirigiu O Ovo e a Galinha (2010) e Brincar de Pensar (2013) ambos com a literatura de Clarice Lispector e A Dor (2016) a partir do livro La Douleur, de Marguerite Duras.
Elisa Volpatto – atriz gaúcha, residente em São Paulo desde 2010. Protagonizou a série Mulher de Fases, da HBO, em 2011 e um ano antes recebeu o prêmio Kikito de melhor atriz pelo curta Um Animal Menor. Em 2012 estudou Method Acting no The Lee Strasberg Theater and Film Institute, em Nova York. No mesmo ano foi dirigida por Juliana Galdino, no Club Noir, nas peças Depressões e Bruxas.
Proposição e Interpretação – Elisa Volpatto.
Direção – Vanessa Bruno.
Preparação Corporal e Assistência de Direção – Livia Vilela.
Iluminação – Maurício Shirakawa.
Trilha Sonora – Edson Secco.
Laboratório de Criação de Figurino – Carolina Sudati.
Identidade Visual – Cezar Siqueira e Marcelo Bilibio.
Visagismo – Britney.
Fotos – Betânia Dutra, Cezar Siqueira, Bob Sousa e Victor Iemini.
Produção – Paulo Salvetti.
Produção Local – Ana Luiza Bergman
Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.
Apoio – Casa das Caldeiras, Benfeitoria, Cia Rústica de Teatro, Usina das Artes, Casa de Cinema de Porto Alegre, Pocilga Filmes, Casa de Teatro de Porto Alegre.
Realização – Vulcão [criação e pesquisa cênica].
Duração – 50 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos.
Sinopse – Solo inspirado na vida e na obra do ícone da poesia confessional norte-americana dos anos 1950, Sylvia Plath. A peça escolhe como situação cênica o último dia de vida da poetisa para revelar, em tom confessional – característica determinante da literatura da autora, memórias e devaneios de alguns dos momentos de sua vida.
Pulso – a partir da vida e da obra de Sylvia Plath
De 09 a 18 de dezembro, de quinta a domingo, 20h
Sala 503 Usina do Gasômetro – Av. Presidente João Goulart, 551
Ingressos a R$ 30,00 – venda no local
Descontos de 50% para estudantes, idosos e classe artística

Sessões ocorrem no auditório do Instituto Ling
Após o sucesso de sua temporada de estreia, o novo espetáculo da Muovere Cia de Dança Contemporânea, que em 2016 completa 27 anos de trajetória, retorna para apresentações nos dias 09 e 10 de dezembro, no Instituto Ling. Choking integra o projeto Webcoreô, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014.
O espetáculo de dança, é um “estudo” atravessado por interfaces digitais e criado a partir de questionamentos sobre as relações estabelecidas entre realidade e ficção na interação cotidiana com a internet. Choking apresenta um conjunto de peças coreográficas que dialogam sobre noções de violência, movimento, sincronismo e anacronismo, perpassando o referencial imagético e sensível criado pela Cia Muovere ao longo de seus 27 anos.
Em que medida a internet, a web e os dispositivos interferem no movimento artístico do corpo? Choking é composto de episódios, onde as camadas se trançam, em tempo real, nas variações de tempo e distância do espaço teatral. Segundo Jussara Miranda, diretora da companhia e do espetáculo, o ponto de partida da criação se baseia na questão da dança moribunda, noção citada pela coreógrafa no artigo Processos endêmicos ativados por picadas, in Políticas Culturais: teoria e práxis, 2011. Trata-se da dança das bordas, ou aquela que atrai nosso olhar para as ocorrências fora da zona de maior atenção. Para a Muovere, a dança moribunda trilhou no compasso da criação e montagem como um fio condutor, sobre “qual é a sua dança?”, um dos questionamentos que guia o desenvolvimento do projeto Webcoreô, que também contou com um seminário sobre tecnologia, dança e corpo, por Ivani Santana.
“O interesse de trabalhar com a dança com mediação tecnológica foca na experiência sensorial e perceptiva a que se propõe o espetáculo, e não no uso de dispositivos, por si. A tecnologia está em Choking para potencializar nossas escolhas, ideias e pensamentos”, afirma. “Choking é um espetáculo-estudo. Criado a várias mãos investiu no campo das possibilidades, onde cada integrante da equipe tem sua parte de colaboração”, comenta Jussara.
As bailarinas Angela Spiazzi, Joana Amaral e Leticia Paranhos emprestam suas valiosas experiências de vida e arte para compor sentido junto à primorosa direção artística de Diego Mac.
Com figurinos de Antonio Rabadan, projeto gráfico de Sandro Ka, luminotécnica de Ricardo Vivian, projeto de maquiagem de Nilton G. Junior, Choking conta com o apoio do Instituto Ling, recebendo a Muovere em residência para a montagem do projeto, bem como a temporada de estreia e as apresentações de dezembro, que ocorrem às 20h e 21h na sexta-feira e às 20h no sábado, com ingressos entre R$ 20,00 e R$ 40,00
Ficha técnica
Coordenação Geral e Direção Coreográfica: Jussara Miranda
Coordenação Artística e Direção Cênica: Diego Mac
Elenco: Angela Spiazzi, Joana Amaral e Letícia Paranhos
Coordenação de Produção: Joice Rossato – Aresta Cultural
Produção Executiva: Laís Werneck
Iluminação e Videografia: Ricardo Vivian
Figurino: Antonio Rabadan
Costura: Marcia Groski
Maquiagem: Nilton Gaffrée Jr.
Identidade Visual e Projeto Gráfico: Sandro Ka
Fotografia: Cristina Lima, Gui Malgarizi e Rossato Lima
Texto – Episódio Tutorial: Gui Malgarizi
Trilha Sonora Pesquisada e Intervenção Cênica: Diego Mac
Registro e Edição Videográfica: Rossato Lima
Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Sinopse
“Fios, telas, carnes, operações, olhos, figuras, figurinos, roupa de batalha, espaços reais, espaços virtuais, imagens, tempo objetivo do relógio, tempo dramático do espetáculo: tudo junto, misturado, no palco, no lugar dos acontecimentos. Ponto de partida”. (por Diego Mac)
Duração: 45 minutos
Classificação: livre
facebook.com/ MuovereCiadeDancaContemporanea
Choking
Dias 09 e 10 de dezembro
09: 20h e 21h | 10: 20h
Ingressos a R$ 40,00 – descontos para idosos, estudantes e classe artística
Instituto Ling – Endereço: R. João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre – RS, 90470-260 – Telefone:(51) 3533-5700



