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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Teatro

Espetáculo Pátria Estrangeira no Jornal do Comércio de hoje

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Pátria Estrangeira/Fremde Heimat volta a cartaz nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro na programação do 20º Porto Verão Alegre

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 Coprodução Brasil-Alemanha terá sessões no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre

 

Após temporada de estreia no Brasil e na Alemanha em 2018, o espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat volta a cartaz em Porto Alegre nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro, integrando a programação do 20º Porto Verão Alegre. A montagem, uma coprodução da ATO cia.cênica, Primeira Fila Produções e Badisches Staatstheater Karlsruhe, teve financiamento pelo Kulturstiftung des Bundes em parceria com Goethe-Institut Porto Alegre e texto do autor Jürgen Berger.

A doc-ficção, que conta com a direção de Mirah Laline, aborda temas como imigração a partir de diálogos marcantes entre quatro atores e músicos brasileiros, com ascendência germânica, e um jovem ator alemão, radicado no Brasil. No elenco, Camila Falcão, Karin Salz Engel, Martina  Frölich, Pascal Bergen e Philipe Philippsen trazem temas como ancestralidade, gerações, memória, pertencimento, imigração permeiam questionamentos como: é possível viver duas culturas ao mesmo tempo? Seria Pátria um instrumento do colonialismo? Que semelhanças existem com a recente onda de imigração no Brasil e na Alemanha?

O sul do Brasil é conhecido por ser a região que recebeu grande parte dos imigrantes vindos da Alemanha. No século XIX chegaram ao Brasil colonos alemães que pela pobreza e falta de perspectiva econômica se refugiaram na região dos Pampas – as famílias receberam boas vindas com o propósito de colonizar a região e embranquecer a população. A partir de então, diversas ondas de imigração alemã se sucederam, desde os refugiados econômicos da crise de 1920, os perseguidos pelo Nazismo na segunda guerra até os próprios Nazistas que com o fim da guerra se esconderam na região. Em algumas famílias até hoje o dialeto alemão Hunsrückisch é falado. Atualmente, a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

As apresentações ocorrem sempre às 21h, com ingressos antecipados à venda pelo site do festival (portoveraoalegre.com.br), nos pontos de venda (Bourbon Shopping Wallig, Praia de Belas Shopping – 3° andar,  DC Shopping, Casarão Verde – Loja 33 e chapelaria do Theatro São Pedro) ou no local do espetáculo, duas horas antes das sessões com valores entre R$ 24,00 e R$ 40,00. Para mais informações, acesse:
facebook.com/patriaestrangeirafrremdeheimat
| Instagram @fremde.heimat

 

FICHA TÉCNICA

MIRAH LALINE | Pesquisa e Direção

JÜRGEN BERGER | Pesquisa e Texto*

PHILIPE PHILIPPSEN – CAMILA FALCÃO – MARTINA FRÖHLICH – KARIN SALZ ENGELPASCAL BERTEN | Elenco

MAURICIO CASIRAGHI | Vídeo e Projeções

DÉH DULLIUS | Figurinista

RODRIGO SHALAKO | Cenógrafo

RICARDO VIVIAN | Iluminação

LUCAS DALA-LANNA | Design Gráfico

JANAINA VIANNA | Assistência de Direção

PASCAL BERTEN | Tradução

JAN LINDERS| Diretor de Dramaturgia do Badisches Staatstheater Karlsruhe

VINICIUS MELLO | Produção Executiva

BRUNA PAULIN | Assessoria de Imprensa

DANIELA MAZZILLI E LETICIA VIEIRA | Coordenação de Produção

PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES | Produção Brasil

ATO. Cia cênica | Coprodução Brasil

GOETHE INSTITUT PORTO ALEGRE | Coprodução Brasil

BADISCHES STAATSTHEATER KARLSRUHE | Produção Alemanha

KULTURSTIFTUNG DES BUNDES | Financiamento

* com a colaboração do elenco, direção e equipe criativa

 

Sinopse

Coração ambivalente

Atualmente a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Os antepassados de Martina estão entre os primeiros emigrantes que, no início do século 19, emigraram da atual região da Renânia-Palatinado para o sul do Brasil. Ela vive em Porto Alegre e vive brigando com um coração ambivalente no seu peito. Uma alemã ela não é, mas é realmente brasileira?

Camila é tataraneta de uma família com influência afro-alemã. Sua tataravó teve uma relação com o filho de uma família de imigrantes alemães. O fato de que a tataravó alemã tenha desagregado a família do filho, acompanha Camila até hoje. Porém, no ano de 2018, uma brasileira descendente afro tem problemas mais urgentes.

Philipe é tataraneto de um patchwork brasileiro-indígena-judeu-europeu. Sua árvore genealógica poderia ser tema de um projeto de pesquisa. O brasileiro com os muitos corações no peito tem de viver com o fato de que, apesar de seus antepassados alemães, a cidadania alemã lhe é negada.

Karin viveu e trabalhou como pianista de concertos na Alemanha e na Suíça, mas apesar disso tinha a sensação de que seu coração batia em Porto Alegre. Após quatro anos de migração pela Europa central, ela se decidiu por retornar à sua pátria sul-brasileira. Ela chegou a um país profundamente dividido social e politicamente.

Thomas, do sul do Tirol, vive em Berlim e não pode requerer um passaporte alemão. Ele não necessita de um Ministério para saber que pátria é lá onde ele se sente em casa.

 

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat no 20º Porto Verão Alegre

1, 2 e 3 de fevereiro, 21h

Teatro do Goethe-Institut Porto Alegre – Rua 24 de Outubro, 112

 

Ingressos:

Antecipados:

Idoso R$ 24,00

Meia entrada R$ 24,00

Banricompras antecipado R$ 28,00

Inteira antecipada R$ 36,00

Inteira na bilheteria do espetáculo R$ 40,00

 

Ingressos à venda pelo site do festival, no local dos eventos a partir de duas horas antes do início dos espetáculos ou em nossos pontos de venda físicos:

Bourbon Shopping Wallig. Loja da Claro. 2º piso. Av. Assis Brasil, 2611. Segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 14h às 20h.

DC Shopping. Mezanino Produções. Casarão Verde. Rua Frederico Mentz, 1561. Segunda à sexta das 12h às 19h.

Shopping Praia de Belas. Loja da Claro. 2º piso. Av. Praia de Belas, 1181. Segunda a sábado, das 10h às 22h e domingo das 14h às 20h.

Theatro São Pedro. Chapelaria. Praça Mal. Deodoro, S/N. Terça a domingo até o dia 03 de fevereiro, das 15h às 21h.

 

Portadores do Clube do Assinante ZH e do Banricompras terão desconto válido para titular e acompanhante (dois ingressos por peça), mediante apresentação do cartão ou de comprovante pelo titular. O desconto para portadores do Clube do Assinante ZH, especificamente, poderão contar com este desconto somente nas compras realizadas de maneira presencial.

Estudantes, idosos e demais contemplados pela Lei Federal da Meia Entrada devem apresentar no momento da compra e no momento de entrada no espetáculo o comprovante determinado pela própria lei.

 

Espetáculo Peça do Casamento em Zero Hora do fim de semana

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Espetáculo Peça do Casamento é capa do Segundo Caderno em Zero Hora de hoje

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Espetáculo “Peça do Casamento” na revista Donna em Zero Hora do fim de semana

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“Peça do Casamento” chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro no Theatro São Pedro  

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Espetáculo com Eliane Giardini e Antonio Gonzalez tem direção de Guilherme Weber e encerra as comemorações dos 160 anos do Theatro

 

Encerrando as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro o espetáculo “Peça do Casamento”, de Edward Albee.

 A montagem é uma produção da Quintal Produções, da  gaúcha Valencia Losada e da mineira Verônica Prates, e conta com um time formado por nomes de peso das artes cênicas: Guilherme Weber assina a adaptação do texto e a direção da montagem, no elenco, Eliane Giardini e Antonio Gonzalez interpretam o casal prestes a se separar, a cenografia é assinada por Daniela Thomas e Camila Schmidt e a iluminação é do premiado Beto Bruel.

Quando no dia 16 de setembro de 2016 o dramaturgo Edward Albee faleceu, aos 88 anos, nem todas as pessoas tinham conhecimento do legado que o escritor deixava com seus mais de 50 anos de atuação no teatro. Considerado o maior dramaturgo estadunidense e um dos mais consagrados da história, Albee é o autor de mais de 30 peças, alguns dos quais se tornaram rapidamente clássicos e foram premiados com as honrarias máximas do teatro contemporâneo, o Tony Awards e o Prêmio Pulitzer, como “The Sandbox” (1959), “Quem tem medo de Virgínia Woolf” (1962) e “Three Tall Women” (1991), que venceu o Prêmio Pulitzer de 1994.

Passados 30 anos desde a estreia do texto, a Peça do Casamento chega a capital gaúcha mostrando como a dramaturgia de Albee trabalha questões atemporais e intrínsecas às relações sociais e afetivas. O autor faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.

Considerada por Albee “a estrutura social fundamental da cultura contemporânea ocidental”, o casamento é o objeto de estudo a ser dissecado na montagem, levantando questões contemporâneas, mas que também eram pertinentes à época em que o texto foi escrito, como a idealização de relações amorosas duradouras apesar da existência de diversos casamentos infelizes e de divórcios e separações motivadas pela infidelidade.

O casamento como instituição social fundamental da cultura ocidental é um dos temas fetiches de sua obra e isso sempre me pareceu fascinante. Além dos fascínios pelos meandros que sustentam a fragilidade de um casamento, a maneira que Albee, especificamente nesta obra, propõe um paralelo entre o casamento e o jogo teatral é muito instigante para um diretor. Usar os mecanismos da cena para iluminar, aprofundar e até revelar aspectos da obra está sendo um exercício fascinante”, conta o diretor Guilherme Weber.

Diferentemente de seus outros trabalhos que se tornaram clássicos da dramaturgia, a “Peça do Casamento” ainda não é um texto muito encenado no Brasil. A adaptação de Weber é a segunda de uma trilogia que traz o casamento como temática, levada aos palcos pelo diretor também na peça “Os Realistas”, de Will Eno, e que será completada com “De Verdade”, de Tom Stoppard, ainda inédita.

A percepção de uma trilogia aconteceu de maneira bastante informal. Junto com a montagem de ‘Os Realistas’ percebi que as ideias de futuras montagens falavam principalmente do mesmo tema, o casamento e suas diversas manifestações. Então batizou-se esta ideia de trilogia, revela o encenador.

trilogia também traça um painel sobre a dramaturgia anglo saxã do final do século passado, com dois textos da década de oitenta, “De Verdade” de 1982, e “Peça do Casamento” de 1987 e do início deste século com “Os Realistas” de 2014. Estes três autores também seguiram se influenciando mutuamente, tendo Eno sido um aluno direto de Albee, enquanto Stoppard foi altamente influenciado pelo jogo de Albee durante o processo para criar a sua comédia sobre amor e teatro.

As apresentações ocorrem às 21h de sexta a domingo. Os ingressos, já à venda na bilheteria do teatro, custam entre R$ 40,00 e R$ 120,00.

 

Sinopse

Edward Albee faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos, uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.

 

Ficha Técnica

Autor: Edward Albee

Adaptação e Direção: Guilherme Weber

Elenco: Eliane Giardini e Antonio Gonzalez

Cenário: Daniela Thomas e Camila Schmidt

Iluminação: Beto Bruel

Figurino: Bruno Perlatto

Direção de movimento: Toni Rodrigues

Realização e Produção: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto e Nely Coelho

Assistente de produção: Eduardo Alves

Contrarregragem: Antonio Lima

Assessoria de imprensa local: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Serviço

 

Peça do Casamento

Data: 14, 15 e 16 de dezembro de 2018

Local: Theatro São Pedro

Horário: sexta a domingo, 21h

Ingressos: 40,00 a 120,00

Classificação: 16 anos

2º Encontro de Teatro de Bonecos é a atração deste domingo no Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro

A Revolta dos Perus, Grupo TIA, fotografias de Tony Capelão

Evento com entrada franca promove atividades na concha acústica até dezembro

Porto Alegre, 27 de novembro de 2018 – O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 02 de dezembro, o 2º Encontro de Teatro de Bonecos, com produção do CRTB-RS (Centro de Referência do Teatro de Bonecos do Rio Grande do Sul).

As atividades incluem apresentação de espetáculos, exposição e performances, e a recepção ao público é feita pelos próprios bonecos, proporcionando uma intensa vivência desta arte milenar em suas mais variadas formas.

Na Concha Acústica, as performances teatrais tem duração de dois a três minutos, e incluem as montagens “A Caixa”, de Alexandre Kleine, “Memórias”, de Marion dos Santos, “A Nuvem”, de Anderson Gonçalves, “Peraltices”, de Viviane Marmitt, “Sonho com Oxum”, de Caroline Falero,  “Caixa Craniana”, de João Vasconcellos, “Borboleta”,  de Elaine Regina, “Desencontros”, de Júlia Santos e Dragulengo, de César Camargo.

Também será apresentada “A Revolta dos Perus”, nova criação do grupo TIA (Teatro Ideia Ação), que desenvolve um trabalho contínuo há mais de 13 anos, tendo como proposta um teatro popular e de intervenção social. O espetáculo conta, em uma narrativa cômica, a história de uma família de perus na véspera de Natal, e propõe reflexões sobre as relações sociais, com classificação livre e duração de 50 minutos.

A exposição fotográfica “Bonecos”, de Ana Teresa Pereira Neto, poderá ser  conferida pelo público.

As atividades têm início às 19h, com entrada franca. O Festival encerra a programação de 2018 no dia 16 de dezembro, com apresentação do grupo Canto Livre.

O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

 

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos

16/12 – Canto Livre

 

CRTB-RS

O Centro de Referência Teatro de Bonecos RS é uma iniciativa inédita dos bonequeiros gaúchos, viabilizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (FAC), e busca resgatar a memória do teatro de bonecos no RS, atuar na formação de novos profissionais e fomentar a pesquisa na área.
O Centro tem sua sede no prédio da Cia de Arte, na Rua dos Andradas, nº 1780, Centro Histórico de Porto Alegre.

 

 

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Kino Beat promove estreia de espetáculo multimídia, performances e show da banda paulista Hurtmold

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Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que ocorre até 13 de janeiro de 2019

 

Porto Alegre, 21 de novembro de 2018 – Com atividades programadas até 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O Kino Beat tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Na próxima sexta-feira, 23 de novembro, às 20h, o Teatro do Sesc recebe a estreia do espetáculo multimídia inédito “Tudo Nasce de uma Ferida Íntima”, produzido especialmente para o evento. Desenvolvido de forma colaborativa e horizontal por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, conta com desenho de luz de Mirella Brandi. Duas mulheres em cena. Construída apenas com registros de autoras, a dramaturgia de “Tudo Nasce” é formada por textos líricos, reportagens, entrevistas, textos escritos especialmente pra ocasião, áudios de Marielle Franco e Angela Davis, além de trechos do filme ”Um corpo feminino”, de Thais Fernandes. Uma performance de palavras, vozes, sons e luz, em remix de gestos e vozes de mulheres.

Na quarta-feira, 28 de novembro, às 20h, é a vez de Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado e Alessandra Bochio apresentarem suas performances no Lugar. O LUGAR é um espaço de investigação artística compartilhado por Chico Machado, Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani. Os artistas apresentação parte de sua produção atual, trazendo o entrelaçamento de sonoridades, vídeos e objetos sonoros inusitados.

 “Estes artistas, que trabalham tanto individualmente como em parceria, comungam da busca por experimentações que chegam a transgredir os limites ou bordas tradicionais destas diversas linguagens artísticas, gerando também a necessidade da criação de conceitos e nomenclaturas que acompanhem esta investigação”, revela Gabriel Cevallos, curador do Kino Beat. Utilizando-se tanto de alta como de baixas tecnologias, a inventividade aparece em seus trabalhos tanto nos processos compositivos e de criação como nos modos de tocar os aparelhos e instrumentos que utilizam. Desejosos da necessidade de inventar instrumentos e modos operacionais que, se não são novos, são pouco usuais, estes artistas pesquisadores (todos artistas/professores de cursos de arte de universidades federais do Rio Grande do Sul) transitam entre as artes visuais, a música, o vídeo e a arte sonora, gerando performances com uma abundância de estímulos multissensoriais.

Encerrando o primeiro mês de programação do 5º Kino Beat, o sexteto paulistano Hurtmold chega pela primeira vez em Porto Alegre com seu show comemorativo de 20 anos de carreira, na sexta-feira, 30 de novembro, às 20h, no Theatro São Pedro. O Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de São Paulo São Paulo pelos amigos Mauricio Takara, Guilherme Granado, Marcos Gerez, Mário Cappi e Fernando Cappi. A banda vem se apresentando pelo Brasil e exterior e lançando discos desde então. Em 2003, Rogério Martins se integra ao Hurtmold.

Uma banda de rock mas com diversas outras referências (musicais ou não), e que ao longo do tempo foi se firmando como um dos principais nomes do cenário da música alternativa e instrumental no Brasil. Com 7 discos lançados, o Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros

Todas as atividades são gratuitas, com distribuição de senhas a partir das 19h no dia do evento no Teatro do Sesc e Lugar e às 13h do dia 30 na bilheteria do Theatro São Pedro. Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

Tudo nasce de uma ferida íntima (Espetáculo multimídia)

23 de novembro no Teatro do Sesc, às 20h – distribuição de senhas a partir das  19h

O Kino Beat tem o histórico de incentivo à criação e desenvolvimento de shows e espetáculos inéditos para compor a sua programação. Para esta edição o espetáculo Tudo nasce de uma ferida íntima, foi desenvolvido de forma colaborativa e horizontal por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos. Participação especial de Thais Fernandes com o curta-metragem “Um corpo feminino” e deseho e luz de Mirella Brandi.

Sons, poesia de sons e música. Música de palavras e gestos. Remix de ser muitas mulheres. Universo de sensações. Dor e prazer. Som e fúria. Fragmentos de entrevistas, depoimentos, poesia e escritas pessoais. Tudo nasce de uma ferida íntima. Cinema e luz projetando corpos femininos. Duas mulheres em cena. Outras tantas nas vozes e imagens. Um quebra-cabeças em loop. Em cena, o sentimento, o ruído, a celebração de ser agora.

Textos: Angélica Freitas, Cássia Pinto, Daniela Delias, Eliane Brum, Isabel Nogueira, Mirna Spritzer, Dea Trancoso, Sophia de Mello Breyner Andresen, Wislawa Symborska e Xoxotas de Pelotas.  Entrevistas de Angélica Lidell e Debora Noal

 

Luagáricos no Lugar: Performances de Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado e Alessandra Bochio

28 de novembro às 20h – Performances dos 4 residentes do atelier/studio LUGAR – distribuição de senhas a partir das 19h

O LUGAR é um espaço de investigação artística compartilhado por Chico Machado, Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani. Nesta noite de performances estes artistas vão apresentar parte de sua produção, trazendo o entrelaçamento de sonoridades, vídeos e objetos sonoros inusitados.

Estes artistas, que trabalham tanto individualmente como em parceria, comungam da busca por experimentações que chegam a transgredir os limites ou bordas tradicionais destas diversas linguagens artísticas, gerando também a necessidade da criação de conceitos e nomenclaturas que acompanhem esta investigação. Utilizando-se tanto de alta como de baixas tecnologias, a inventividade aparece em seus trabalhos tanto nos processos compositivos e de criação como nos modos de tocar os aparelhos e instrumentos que utilizam. Desejosos da necessidade de inventar instrumentos e modos operacionais que, se não são novos, são pouco usuais, estes artistas pesquisadores (todos artistas/professores de cursos de arte de universidades federais do Rio Grande do Sul) transitam entre as artes visuais, a música, o vídeo e a arte sonora, gerando performances com uma abundância de estímulos multissensoriais, cujos resultados podem ser apreciados nesta noite performática.

Ficha técnica: Com Alessandra Bochio, Chico Machado, Felipe Merker Castellani, Isabel Nogueira e Luciano Zanatta.

Manipulação de softwares, hardwares, câmeras de vídeo, vídeo-projeção e objetos sonoros.

Duração: 90 minutos

 

HURTMOLD – 20 ANOS (São Paulo)

30 de novembro às 20h – Theatro São Pedro  – distribuição de senhas a partir das 13h

Pela Primeira vez em Porto Alegre, o sexteto paulistano Hurtmold chega para o Festival Kino Beat com seu show comemorativo de 20 anos de carreira.
O Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de São Paulo São Paulo pelos amigos Mauricio Takara, Guilherme Granado, Marcos Gerez, Mário Cappi e Fernando Cappi. A banda vem se apresentando pelo Brasil e exterior e lançando discos desde então. Em 2003, Rogério Martins se integra ao Hurtmold.
Uma banda de rock mas com diversas outras referências (musicais ou não), e que ao longo do tempo foi se firmando como um dos principais nomes do cenário da música alternativa e instrumental no Brasil. Com 7 discos lançados, o Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros

HURTMOLD
Fernando Cappi – guitarra
Guilherme Granado – teclado, sinth
Marcos Gerez – baixo
Mário Cappi – guitarra
Mauricio Takara – bateria e trompete
Rogério Martins – percussão e clarone

Endereços:

TEATRO DO SESC  Av. Alberto Bins, 665 – Centro

LUGAR Subsolo, Av. Independência, 745 – Independência

THEATRO SÃO PEDRO Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico

Sobre o Kino Beat

Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

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