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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Exposição

Projeto Arte Para Todos Delphus na coluna de Eduardo Conill do Correio do Povo

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Delphus Galeria no Caderno de Sábado do Correio do Povo

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Delphus Galeria na mídia

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Projeto Arte para Todos Delphus recebe Selestino Oliveira a partir de 14 de setembro

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Mostra tem curadoria de Haidi Gertz e em sua abertura contará com live painting das 11h às 15h com entrada franca

Porto Alegre, 09 de setembro de 2019 – No sábado, 14 de setembro, a Delphus Galeria abre suas portas para a abertura da mostra com obras de Selestino Oliveira e curadoria de Haidi Gertz. A exposição integra o projeto Arte para Todos Delphus, que promove mostras individuais e live paintings com os artistas da galeria. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas. Nesta edição, a casualidade das Naturezas Mortas e paisagens pautam a seleção de mais de 50 obras do artista.

Oliveira produzirá uma obra ao longo da abertura da exposição, das 11h às 15h. “Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação de uma obra de arte”, afirma a diretora da Delphus, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Com curadoria Haidi Gertz, que representa o trabalho do artista há 30 anos, a mostra contará com as célebres paisagens e Naturezas Mortas de Selestino. “A casualidade é efêmera, volátil e fugaz. Está na luz e sombra da Natureza Morta, nos barcos da praia, nas bicicletas nostalgicamente paradas no jardim. Ela é eternizada nos quadros de Selestino Oliveira, que capta com maestria todos os detalhes e efeitos encontrados na natureza, através da precisão de seu hiper-realismo”, revela a galerista.

Todas as peças de Oliveira disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto ou poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

A mostra tem entrada franca até 05 de outubro. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Selestino Oliveira

Selestino Oliveira (STINO) é natural de Canela – RS (1954). Autodidata, desde muito cedo envolveu-se com arte, primeiramente através de artesanato em couro, depois como ilustrador publicitário. A Natureza Morta é sua marca registrada, tendo como característica a luminosidade através do jogo de luz e sombra, dentro do estilo hiper-realista. Atualmente reside em Nova Petrópolis, onde ministra aulas de pintura e desenho e produz suas obras.

 

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 45 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

ABCCC inaugura Espaço Cultural com documentário de Fagner Almeida na quinta, 22 de agosto

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Fotógrafo lança série documental “Em Busca do Cavalo Crioulo” na Expointer e em outubro expõe obra no Louvre

 

Na próxima quinta-feira, 22 de agosto, às 18h, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo, ABCCC, inaugura Espaço Cultural na Expointer, com exibição do episódio 1 da série documental “Em Busca do Cavalo Crioulo”, do fotógrafo Fagner Almeida.

“Em Busca do Cavalo Crioulo” convida a uma viagem além dos redutos tradicionais da raça, mostrando onde e como são os criatórios da Itália, Alemanha, França e Suíça. “Em Busca do Cavalo Crioulo” conta com cinco episódios, cada um tratando especificamente de cada país. Nessa primeira temporada, estamos abordando a criação na Itália, Alemanha, França e Suíça, mais um capítulo específico sobre a Fieri Cavalli. “Para isso, ficamos durante 30 dias, entre outubro e novembro de 2018, percorrendo as cabanas europeias, com uma equipe de três pessoas, incluindo um cinegrafista, uma jornalista e eu, que fiz os registros em fotos e também em vídeos. Conseguimos um material fantástico e até eu fiquei surpreso com as coisas que vi e pudemos registrar. Nunca imaginei que houvesse tanta gente na Europa apaixonada pelos crioulos assim”, conta.

A série tem como objetivo apresentar o cavalo Crioulo fora do seu eixo tradicional, nas mais distintas culturas e nas mais adversas situações de extremos lugares, mostrando a adaptação da raça a qualquer local. “Tenho feito diversos trabalhos fora do estado e em outros países e quero mostrar até onde o Crioulo pode chegar”, revela.

A história de Fagner Almeida em busca do Cavalo Crioulo é uma trajetória de longa data. Em 2020, prestes a completar 10 anos como profissional e de trabalhos com a raça, o fotógrafo já percorreu distâncias que o levaram até Crioulos em territórios como a América do Sul, América do Norte e Europa.  Em 2010 começou a fotografar a Marcha da Resistência, uma das principais modalidades da raça. Fagner também é autor do livro “Marcha de Resistência Cavalo Crioulo – 20 anos Jaguarão”. A partir de 2012 o fotógrafo começou a trabalhar em provas do Freio de Ouro. No ano de 2014 fotografou pela primeira vez o World Equestrian Games (WEG) realizado na Normandia/França. Em 2016 trabalhou nas Olímpiadas, fazendo cobertura das provas de hipismo para a Revista Horse.

Ao final de 2016 é destacado pela imprensa americana no TOP15 melhores fotógrafos equestres do mundo. Na Europa, no ano de 2017, foi fotógrafo na feira de Golegã Lusitano em Portugal e também da Fieracavalli na Itália. Em 2018 Fagner também esteve presente em Tryon, nos Estados Unidos, para outra edição de um dos maiores eventos equestres do mundo: o World Equestrian Games. Recentemente em Lima no Peru, fez toda cobertura do hipismo nos jogos Pan-americanos.

Em outubro o artista embarca para a França, onde uma de suas fotos integra o Salão Internacional de Arte Contemporânea de Paris, que ocorre de 18 a 20 de outubro no Le Carroussel do célebre museu. Almeida foi um dos selecionados pela curadora Lisandra Miguel, que conheceu seu trabalho através de uma pintura de Raquel Fernandes, que usou os cavalos retratados pelo artista em sua obra – inclusive estarão expostos lado a lado em Paris. “Eu nem consigo acreditar ainda. Fico muito feliz em deixar minha marca, e mais orgulhoso ainda por saber que conquistei esse espaço através do Cavalo Crioulo, uma grande paixão desde adolescência.

Sobre o Espaço Cultural ABCCC

Anexo ao restaurante do Cavalo Crioulo, no Parque de Exposições Assis Brasil, palco da Expointer, o Espaço Cultural da ABCCC vai abrigar exposição de trabalhos de artistas que contam com projetos apoiados pela entidade. Durante a Expointer, as exibições serão com dias e horários pré-definidos. O presidente da ABCCC, Francisco Kessler Fleck, explica que o objetivo do novo espaço é promover a cultura no meio Crioulo. O público terá acesso integral às obras, podendo participar, apoiar e aprender sobre os conteúdos e seus respectivos artistas”, assegura. O primeiro trabalho apresentado ao público é o primeiro episódio do documentário “Em Busca do Cavalo Crioulo”. Nos dias seguintes, o local exibirá trabalhos de artistas como Caé Braga (escultor e artista plástico), Cassio Selaimen (cuteleiro), Felipe Constant (artista plástico), Henrique Fagundes da Costa (escritor e pesquisador), Eduardo Rocha (fotógrafo), Raul Sartor Filho (artista prateiro) e Renato Dalto (jornalista e escritor). A programação completa do Espaço Cultural pode ser conferida no site www. crioulo.org.br

Delphus Galeria no Metro de hoje

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“Cartazes: uma história do cinema brasileiro” inaugura em 23 de julho na Cinemateca Capitólio Petrobras

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Exposição com cartazes que retratam a história do cinema brasileiro durante 90 anos tem curadoria da historiadora Alice Trusz e integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

Porto Alegre, 17 de julho de 2019 – Inaugura na próxima terça-feira, 23 de julho, na Cinemateca Capitólio Petrobras, a exposição Cartazes: uma história do cinema brasileiro, que acompanha os principais fatos da história do cinema brasileiro entre 1928 (ano da inauguração do Cine-Theatro Capitólio) e 2018, data em que o prédio, onde hoje está sediada a Cinemateca Capitólio Petrobras, completou seu 90º aniversário, por meio de uma narrativa construída a partir de uma seleção de alguns de seus cartazes mais significativos, boa parte deles pertencentes ao acervo da instituição. Cartazes integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria da Cultura/Coordenação de Cinema e Audiovisual.

 

Com curadoria assinada pela historiadora Alice Trusz, concepção visual da designer Tatiana Sperhacke e expografia a cargo de Andreia Vigo, a exposição é formada por três módulos: o primeiro deles apresenta uma linha do tempo, com 101 cartazes, fotografias e pequenos textos. O segundo módulo exibe um slide-show, que projeta uma seleção de cartazes digitalizados. Já o terceiro e último módulo traz uma projeção de trechos dos filmes representados nos cartazes da exposição.

O público é convidado a percorrer a história do cinema brasileiro em suas distintas temporalidades, valorizando o cartaz como peça fundamental para a divulgação dos filmes, e que por isso mesmo são peças que se constituem como objeto de interesse para o acervo da Cinemateca, tanto por seu valor documental quanto artístico.

“Nesta exposição, os cartazes de cinema são abordados enquanto peças de uma coleção museológica e fatores de cultura. Sob este novo estatuto, eles passam a servir como documentos históricos de práticas culturais, que informam sobre as formas de promoção publicitária do cinema, as mudanças no gosto do público, a história do design gráfico e a história do cinema. Como referências dos filmes, eles permitem evocar a sua lembrança e, assim, ganham um novo valor. Eles são memória e provocam memória, dos filmes e da experiência subjetiva de tê-los assistido”, revela a curadora. Alice contou com a assessoria de pesquisa de Marcus Mello e Rosemeri Iensen.

A abertura ocorre às 19h30 de 23 de julho e a visitação segue com entrada franca até 29 de setembro, de terça a sexta-feira das 09h às 20h30 e sábados, domingos e feriados das 14h às 20h30.

Para Visitas Orientadas, os interessados devem entrar em contato pelo email cdmcapitolio@gmail.com ou pelo telefone (51) 3289 7463.

A Cinemateca Capitólio Petrobras conta, em 2019, com o projeto Cinemateca Capitólio Petrobras programação especial 2019 aprovado na Lei Rouanet/Governo Federal, que será realizado pela FUNDACINE – Fundação Cinema RS e possui patrocínio master da PETROBRAS. O projeto contém 26 diferentes atividades entre mostras, sessões noturnas e de cinema acessível, master classes e exposições.

A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. Mais informações (51) 3289 7453 | http://www.capitolio.org.br | facebook.com/cinemateca.capitolio

 

 

CARTAZES: Uma História do Cinema Brasileiro no Capitólio

 Cartazes de cinema são peças gráficas que representam nossa cultura material, nossos sistemas de ideias e valores, nossas concepções de mundo. Como produtos históricos, eles revelam aspectos da dinâmica social, em suas contradições e transformações. Os cartazes, sendo objetos, possuem uma trajetória social, ao longo da qual desempenham diferentes usos e funções, sendo atribuídos de sentidos. Produzidos para divulgar um filme e atrair o espectador ao cinema, os cartazes podem, a seguir, ser descartados ou guardados por um colecionador privado ou institucional.

Nesta exposição, os cartazes de cinema são abordados enquanto peças de uma coleção museológica e fatores de cultura. Sob este novo estatuto, eles passam a servir como documentos históricos de práticas culturais, que informam sobre as formas de promoção publicitária do cinema, as mudanças no gosto do público, a história do design gráfico e a história do cinema. Como referências dos filmes, eles permitem evocar a sua lembrança e, assim, ganham um novo valor. Eles são memória e provocam memória, dos filmes e da experiência subjetiva de tê-los assistido.

Ao evidenciarmos certos aspectos da história do cinema brasileiro a partir dos cartazes de seus filmes mais relevantes, buscamos oferecer um panorama inicial de um processo histórico muito mais amplo e complexo, daí o caráter apenas exploratório da curadoria. No entanto, esperamos com tal amostra da coleção de cartazes de cinema do Centro de Documentação e Memória da Cinemateca Capitólio Petrobrás despertar a comunidade para a sua importância para além de meios de comunicação comercial, espaços de criação artística e formação estética, fomentando o seu reconhecimento e preservação também como repositórios de nossa memória, documentos de nossa história e formadores de nossa identidade cultural.

Alice D. Trusz

Historiadora e curadora

 

Ficha técnica
Pesquisa e Curadoria: Alice D. Trusz
Expografia: Andreia Vigo
Concepção visual e Design gráfico: Tatiana Sperhacke
Assessoria de pesquisa: Marcus Mello, Rosemeri Iensen
Projeto de mobiliário e Coordenação de montagem: Eduardo Saorin

Edição de vídeo: Kevin Agnes
Produção: Débora Palhares, Juli Fossatti, Paola Mallmann

Delphus Galeria na imprensa

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Delphus Galeria na contracapa do Jornal do Comércio

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