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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Exposição

Exposição Lento Crepúsculo na contracapa do Jornal do Comércio

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5º Kino Beat na imprensa

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Exposição Lento Crepúsculo inaugura no dia 04 de dezembro na Pinacoteca Ruben Berta e dia 06 no Paço Municipal com entrada franca

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Mostra reúne 22 obras de 22 artistas com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos, integrando a programação do 5º Kino Beat

 

Na próxima terça-feira, 04 de dezembro, a partir das 18h30, a Pinacoteca Ruben Berta abre suas portas para a exposição Lento Crepúsculo. Na quinta, dia 06, o Paço Municipal inaugura a segunda parte da mostra, que integra a programação do 5º Kino Beat, reunindo obras de 22 artistas com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos. O evento, com entrada franca, tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Utilizando como ponto de partida o conceito de abundância, a exposição coletiva apresenta obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente.

O “lento crepúsculo” foi como o escritor argentino Jorge Luis Borges nomeou o seu longo processo de perda da visão. Em uma série de sete conferências realizadas em 1977 no Teatro Coliseu em Buenos Aires, o autor usou a sétima conferência, La Ceguera, para falar de sua doença congênita. Borges foi perdendo a visão desde o momento em que nasceu, e ao longo de meio século de vida ficou cego de um olho e com a visão parcial do outro. Esse processo inexorável e gradual de cegueira ele nomeou de “lento crepúsculo”. “Aparentemente nessa conferência Borges se afasta do seu estilo mais marcante, o de criar mundos e ficções, e se atém de forma prática a sua condição pessoal. Apenas aparentemente, pois a potência de vida e força das palavras do autor foram suficientes para dar início ao universo desta exposição, a metáfora do lento crepúsculo foi a gênese, o gatilho criador para explorar e experienciar as nossas cegueiras”, revelam os curadores.

“Para nós, cabe investigar a metáfora por trás dessa cegueira lenta e gradual, e dos riscos de ignorar as pressões e os excessos do mundo”, afirmam. “Esta exposição foi concebida no auge de um processo eleitoral denso e traumático, em que sentimentos contraditórios contaminaram as escolhas dos trabalhos”. Integram a mostra 22 obras, entre fotografias, vídeos, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, que problematizam a questão da abundância no universo das artes visuais, assinadas por Aleta Valente, André Severo, Andressa Cantergiani, Berna Reale, Bill Maynard, Carlos Krauz, Carmela Gross, Coletivo Habitantes, Gisele Beiguelman, Guilherme Dable, Intransferível, Ivan Grilo, Letícia Lopes, Marion Velasco e Adauany Zimovski, Martin Heuser, Leopoldo Plentz, Nicolas Maigret, Regina Silveira, Romy Pocztaruk, Talita Menezes e Tyrell Spencer. A exposição conta com quatro obras do acervo das pinacotecas Ruben Berta e Aldo Locatelli e duas do acervo da Fundação Vera Chaves Barcelos.

“Nos acostumamos com os pontos cegos da nossa existência, mesmo que o principal museu do país queime nas chamas do descaso, ainda sim as labaredas desse horror não serão suficientes para iluminar os nossos caminhos. O comportamento de manada e o tsunami de insensibilidade que transborda das redes sociais, soterra a cada post inflamado com discurso de ódio a utopia do ciberespaço como o local da “civilização da mente”.

Integram a seleção dos curadores as obras “Cantando na chuva”, de Berna Reale, “Odiolândia”, de Giselle Beiguelman –  criada em 2017 e onde reúne comentários publicados nas redes sociais sobre as ações da Prefeitura e do Governo do Estado de São Paulo na Cracolândia entre maio e junho daquele ano, e “The Pirate Cinema”, registro de performance de Nicolas Maigret, que torna a atividade e geografia escondida das transferências Peer-to-Peer visíveis. O projeto é apresentado como vídeo registro  de uma sala de monitoramento, onde são exibidas transferências Peer-to-Peer em tempo real em redes utilizando o protocolo BitTorrent.

O filme “Cidades Fantasmas”, de Tyrell Spencer, vencedor do Festival É Tudo Verdade em 2017, e a performance “Neblina”, de Marion Velasco e Adauany Zimoviski, são alguns dos destaques, assim como a obra inédita “Luzia”, de Letícia Lopes, criada especialmente para a exposição. A obra é composta de uma pintura e um poema do escritor português Herberto Helder (1930 – 2015). A pintura estrutura-se a partir do entendimento de sua própria forma como uma espécie de lápide, onde estão representados um epitáfio e uma imagem do Museu Nacional do Rio de Janeiro em chamas. O poema (apropriado) explícita e enfatiza a intenção da pintura de apontar para os vários e reveladores cruzamentos entre as linguagens verbal (poética/simbólica) e imagética (pictórica/cromática), desdobramentos do processo criativo acionados pela reflexão acerca dos conceitos de luz, fogo, destruição, criação, e,principalmente, da beleza inata às grandes transformações.

A exposição “Lento Crepúsculo” segue em cartaz até 11 de janeiro, nos horários e dias de funcionamento dos dois espaços. Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

Pano Pop lança coleção de peças com imagens de Porto Alegre na terça, 04 de dezembro

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Marca desenvolve coleções-cápsula com estampas da cidade desde 2014

Porto Alegre, 27 de novembro de 2018 – Na próxima terça-feira, 04 de dezembro, das 17h às 20h, a Pano Pop lança mais uma coleção com peças com imagens de Porto Alegre, clicadas pelo sócio da marca, Chico Lisboa. São 60 peças entre vestidos e blusas, camisetas masculinas, além de peças de decoração, entre quadros, placas, caixas e calendário.

A ideia da coleção com imagens da cidade surgiu em 2014, durante a Copa do Mundo, como uma opção de presente para os visitantes. Desde então, a empresa produz coleções-cápsula de vestuário. A novidade neste lançamento são os objetos de decoração com impressões das fotos, que estarão expostas para visitação e venda. São telas de locais como Bom Fim, Centro Histórico, Orla do Guaíba e os parques.

“Esse projeto veio com o objetivo de mostrarmos um ponto de vista que muitas vezes passa batido por quem vive aqui, e deixa de ver beleza onde vive. Temos cartões postais lindos em Porto Alegre e essa é uma maneira de redescobrir a cidade”, revelam os proprietários da marca com sede no Bom Fim.

Toda a linha de produção ocorre localmente, desde o desenvolvimento das imagens e curadoria de Chico e Simone Martins, também sócia, passando por modelagem, corte e finalização das peças. “Gostamos de ressaltar que tudo é feito aqui, ou no nosso escritório ou em fornecedores próximos, da ideia ao produto final”, contam.

“Valorizamos a questão da peça única, já que temos uma produção praticamente on demand. Cada imagem vai apenas para uma peça de cada modelo, o que mantem a exclusividade e originalidade”.

A Pano Pop funciona de segunda sábado, das 10h às 19h, na Rua Fernandes Vieira, 656. Para mais informações, acesse: facebook.com/redepanopop | @panopop

Sobre a marca

A Pano Pop foi fundada em 2013 por Simone Martins e Chico Lisboa, desenvolvendo peças com estampas exclusivas em vestuário feminino, masculino e infantil além de peças de decoração. A loja conta com acessórios e calçados, sempre valorizando produtores locais e regionais. Sua sede na Rua Fernandes Vieira também conta com o Studio Leo Zamper Bom Fim, duas marcas unidas em um único espaço a serviço da beleza, moda e lifestyle no bairro mais descolado da cidade.

Delphus Galeria na contracapa do Jornal do Comércio de hoje

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Terceira edição do projeto Arte para Todos Delphus recebe Ale Zanonato

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 Artista fará duas live paintings abertas ao público nos dias 10 de novembro e 01 de dezembro

 

Porto Alegre, 06 de novembro de 2018 – A Delphus Galeria promove a última edição de 2018 do projeto Arte para Todos Delphus com obras de Ale Zanonato. O artista é o terceiro a ter mostra individual e promover live paintings no local, com entrada franca. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas.

“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Além disso, todas as peças de Zanonato disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto e também poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

Natural de Sarandi, RS, Zanonato cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. Em 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália. Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.

As Live Paintings ocorrem aos sábados dia 10 de novembro e 01 de dezembro, das 11h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Sobre o artista

Natural de Sarandi, RS. Nascido em 25 de julho de 1957. cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. No ano de 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália

Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.

“O inquieto, sensível e dinâmico artista plástico Ale Zanonato surpreende, encanta e seduz tanto quem simplesmente passa o olhar, quanto quem se detém em sua obra. Misto de realidade e sonho, seu trabalho faz contraponto entre o extremamente sensível, aconchegante e suave com a força, o grito, a partida.

Ale Zanonatto é um artista respeitado e admirado em sua terra, mas engenhoso e versátil inova, busca o desconhecido e o futuro, Ale é um mago no trabalho da cor, do pincel, da técnica e da emoção”. Cilene Maria Potrich – Diretora da FAC – Faculdade de Artes e Comunicação UPF

“No difícil exercício da pintura, é um perfeccionista, sutil no cainho da cor onde suas formas fluem mágica e infinitamente. sua técnica reveste-se de uma singeleza extrema transmitindo as vibrações luminosas da forma abstrata, efeitos óticos que modulam a superfície acrescentando traços de lirismo e gestualidade à obra. Seu universo pictórico é uma mescla de sensibilidade, lucidez e intuição de mistério e experimentação plástica na construção de uma linguagem iconográfica própria”. Margarida Pantaleão da Silva – professora de estética

“Ale trabalha a cor como se nela encontrasse respostas às suas inquietações, pois na procura da matéria, na complexidade do óleo, encontra identificações de irrealidade, sonho. as pinceladas se organizam sempre, a partir do centro, num abstrato lírico como se massas densas congelassem um momento. as cores neutras sustentam cores saturadas de grande brilho e efeito contrapondo-se às superfícies lisas e gradualmente harmonizadas. No entorno das pastosidades, cor-forma, descreve o óleo com ecos de cor”. Maria Lucina Busato Bueno – pintora e pesquisadora

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – (51) 984070657

Oi apresenta 5ª edição do Kino Beat de 13 de novembro a 13 de janeiro em Porto Alegre

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Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que terá mais de dez dias de atrações e atividades ao vivo em dez espaços da cidade

Porto Alegre, 01 de novembro de 2018 – De 13 de novembro a 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O evento, com entrada franca, tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Pela primeira vez, a programação do Kino Beat é pautada por um tema principal, a abundância. “Vivemos o paradoxo da abundância, temos tanto e ao mesmo tempo tão pouco, seja em ideias, recursos naturais, recursos tecnológicos ou sob a perspectiva do conhecimento humano”, declara Gabriel Cevallos, criador e curador do evento. Com o objetivo de investigar o tema por meios das atrações artísticas e seus desdobramentos por analogias, metáforas e poéticas, a abundância se cristaliza na variedade de linguagens artísticas contempladas: música, cinema, teatro, artes visuais e as diversas disciplinas e gêneros que derivam destes pilares, e também no olhar e escuta atentos para a multiplicidade de vozes que gritam por visibilidade, abrangendo o maior e mais variado número de artistas brasileiros e estrangeiros. “É uma programação que traz a abundância em todos os sentidos: este é o mais extenso de todos os festivais, incluindo mais de 50 artistas de diversos estilos e backgrounds, assim como as mais variadas atividades, 22 atrações ao vivo. Podemos dizer que nesta quinta edição o Kino Beat alcançou sua maioridade”, conta.

De acordo com Cevallos, a abundância também está na autocelebração, de um festival que reflete e comemora a sua própria trajetória. Compreende-se abundância não como ostentação frívola, mas como antídoto para uma pobreza de conhecimento, atitudes e possibilidades, uma programação que busca na abundância o diálogo individual e coletivo por meio da arte. Serão dois meses de festival, com 11 dias de programação de atividades ao vivo, ocupando dez espaços culturais em Porto Alegre (Vila Flores, Instituto Goethe, Theatro São Pedro, Espaço Lugar, Campus Unisinos Porto Alegre, Teatro da Unisinos, Teatro do Sesc Centro, Centro Cultural Multimeios Restinga, Pinacoteca Ruben Berta e Pinacoteca Aldo Locatelli) que recebem shows musicais, performances audiovisuais, mostra de vídeo, seminário e oficinas de artistas e pensadores do Brasil, Uruguai, França e Suíça.

Ao propor a abundância como tema, o festival também se arrisca em investigar de forma crítica os seus efeitos sociais, culturais, políticos e econômicos. “Questionar como os excessos e transbordamentos afetam a nossa vida em sociedade é uma das provocações que o Kino Beat faz a todos os participantes”. Uma das atividades inéditas será o Seminário Caleidoscópio Metamorfogênico – Excessos Urbanos realizado no Goethe-Institut Porto Alegre em parceria com o Seeding Lab, Laboratório do Grupo de Pesquisa de Design Estratégico para a Inovação Cultural e Social, da Unisinos. Mediado pela profa. Dra. Ione Bentz receberá professores e pensadores para discutir o tema, design, futuro e ativismo social.

A arte desta edição, criada pela Silvo, se apropria de referências como a cornucópia e imagens clássicas de naturezas mortas das pinturas clássicas, criando uma natureza morta contemporânea, aproximando objetos orgânicos e inorgânicos, onde objetos contemporâneos do dia a dia estão lado a lado com um banquete, evidenciando um movimento humano, sugerindo o vestígio do uso dos materiais – cascas, recortes e utensílios.

A programação inicia com a performance Tempest, da França, de Antoine Schmitt e Franck Vigroux, no Teatro do Sesc, passando por performance inédita criada especialmente pelo festival por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, performances da francesa OKO DJ e a artista suíça Bonaventure, além de apresentação inédita em Porto Alegre do sexteto paulistano Hurtmold.

Integrando as atividades da Semana da Consciência Negra, o Kino, em parceria com o coletivo Turmalina de Porto Alegre, promove no sábado, 17 de novembro, o Turmalina Apresenta: Música Preta, no Vila Flores. Será um dia todo de programação, que contará com oficina de mixagem, seminário Narrativas da Música Negra Através dos Tempos, com Nina Fola (socióloga e musicista) e Bernardo Oliveira (crítico musical, professor pela UFRJ), além de performances de Telefunksoul e Miuccia.

De 04 de dezembro até 13 de janeiro o público poderá conferir uma exposição coletiva Lento Crepúsculo nas Pinacotecas Rubem Berta e Aldo Locatelli, com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos. Partindo da temática da abundância, a mostra busca convidar diferentes artistas para exporem suas obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente. O “lento crepúsculo” foi como o escritor argentino Jorge Luis Borges nomeou o seu longo processo de perda da visão. “Para nós, cabe investigar a metáfora por trás dessa cegueira lenta e gradual, e dos riscos de ignorar as pressões e os excessos do mundo”, declaram os curadores. Integram a mostra fotografias, vídeos, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, que problematizam a questão da abundância no universo das artes visuais.

Encerrando a programação, no dia 13 de janeiro de 2019, Fernando Velázques, artista que participou da primeira edição do Kino Beat, apresenta Asteróide, no Teatro da Unisinos. A performance audiovisual que explora a gravidade como catalisador da potência do mundo foi desenvolvida especialmente para o festival.

Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

FICHA TÉCNICA

Direção artística, curadoria e coordenação geral: Gabriel Cevallos

Direção de produção: Liége Biasotto – CUCO Produções

Coordenação técnica: Bruno Melo – Traga Seu Show

Comunicação e conteúdo digital: Agência Browse

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Assistência de Produção: Amanda Gatti

Design gráfico e web site: Silvo

Curadoria Exposições: Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos

Curadora Mostra Audiovisual Sem Destino: Elaine Tedesco

Sobre o Kino Beat

Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

Delphus Galeria na contracapa do Jornal do Comércio de hoje

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Segunda edição do projeto Arte para Todos Delphus recebe Vitor Senger

11.027 - Carmen Miranda

Artista fará duas live paintings abertas ao público nos dias 06 e 27 de outubro

 

Porto Alegre, 01 de outubro de 2018 – Após o sucesso da primeira edição promovida em setembro, a Delphus Galeria promove em outubro o projeto Arte para Todos com obras de Vitor Senger. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas. O projeto a cada mês destaca um artista do acervo da Delphus com uma seleção de obras expostas no térreo e realiza live paintings no local, todos com entrada franca.

“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Além disso, todas as peças de Senger disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto e também poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

O público poderá conferir, além dos já conhecidos retratos assinados pelo artista, uma nova série de trabalhos onde transforma a arte da escultura em pintura, em uma releitura que mescla referências clássicas e contemporâneas. Senger utiliza uma técnica que mistura massa e tinta acrílica sobre tela, papel ou MDF, aplicada com pincéis e espátulas.

A novidade desta edição é que a ambientação da mostra terá assinatura da arquiteta Lisandra Schmidt em parceria com a Mundaréu. As Live Paintings ocorrem aos sábados dia 06 e 27 de outubro das 11h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Sobre o artista

Vitor Senger (Caxias do Sul, 25 de setembro de 1974) é formado em Arquitetura e Urbanismo pela UNISINOS. Sempre teve fascínio por cores, formas e texturas que aparecem em seus retratos, apresentados de forma diferenciada, numa escala fora do convencional, chamando atenção para alguns detalhes, criando texturas e, na maioria das vezes, trabalhando com cores vibrantes.

“A pintura de Vitor Senger carrega um mundo em seus impastes. O artista dialoga com o passado e o futuro, sem preconceitos. Numa justa homenagem, Senger impressiona, não somente pela técnica apurada, mas também pela criteriosa escolha de seus ícones.

O trabalho de Senger pode sugerir uma leitura pop, mas talvez remeta ao impressionismo. Isso porque, de perto, as massas de tinta de suas pinturas dizem algo até que de certa forma simples. Porém, ao tomarmos certa distância, essas massas se aglutinam na retina, formando imagens quase que fotográficas.

O artista é esmerado nos detalhes, isso se percebe no refinamento da escolha das cores, no poderoso jogo das texturas e principalmente no intenso realismo das formas.”

Guadalupe Bolzani

Coordenadora do Curso de Artes Visuais da UCS

http://vitorsenger.blogspot.com/

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

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