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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Exposição

ABCCC inaugura Espaço Cultural com documentário de Fagner Almeida na quinta, 22 de agosto

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Fotógrafo lança série documental “Em Busca do Cavalo Crioulo” na Expointer e em outubro expõe obra no Louvre

 

Na próxima quinta-feira, 22 de agosto, às 18h, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo, ABCCC, inaugura Espaço Cultural na Expointer, com exibição do episódio 1 da série documental “Em Busca do Cavalo Crioulo”, do fotógrafo Fagner Almeida.

“Em Busca do Cavalo Crioulo” convida a uma viagem além dos redutos tradicionais da raça, mostrando onde e como são os criatórios da Itália, Alemanha, França e Suíça. “Em Busca do Cavalo Crioulo” conta com cinco episódios, cada um tratando especificamente de cada país. Nessa primeira temporada, estamos abordando a criação na Itália, Alemanha, França e Suíça, mais um capítulo específico sobre a Fieri Cavalli. “Para isso, ficamos durante 30 dias, entre outubro e novembro de 2018, percorrendo as cabanas europeias, com uma equipe de três pessoas, incluindo um cinegrafista, uma jornalista e eu, que fiz os registros em fotos e também em vídeos. Conseguimos um material fantástico e até eu fiquei surpreso com as coisas que vi e pudemos registrar. Nunca imaginei que houvesse tanta gente na Europa apaixonada pelos crioulos assim”, conta.

A série tem como objetivo apresentar o cavalo Crioulo fora do seu eixo tradicional, nas mais distintas culturas e nas mais adversas situações de extremos lugares, mostrando a adaptação da raça a qualquer local. “Tenho feito diversos trabalhos fora do estado e em outros países e quero mostrar até onde o Crioulo pode chegar”, revela.

A história de Fagner Almeida em busca do Cavalo Crioulo é uma trajetória de longa data. Em 2020, prestes a completar 10 anos como profissional e de trabalhos com a raça, o fotógrafo já percorreu distâncias que o levaram até Crioulos em territórios como a América do Sul, América do Norte e Europa.  Em 2010 começou a fotografar a Marcha da Resistência, uma das principais modalidades da raça. Fagner também é autor do livro “Marcha de Resistência Cavalo Crioulo – 20 anos Jaguarão”. A partir de 2012 o fotógrafo começou a trabalhar em provas do Freio de Ouro. No ano de 2014 fotografou pela primeira vez o World Equestrian Games (WEG) realizado na Normandia/França. Em 2016 trabalhou nas Olímpiadas, fazendo cobertura das provas de hipismo para a Revista Horse.

Ao final de 2016 é destacado pela imprensa americana no TOP15 melhores fotógrafos equestres do mundo. Na Europa, no ano de 2017, foi fotógrafo na feira de Golegã Lusitano em Portugal e também da Fieracavalli na Itália. Em 2018 Fagner também esteve presente em Tryon, nos Estados Unidos, para outra edição de um dos maiores eventos equestres do mundo: o World Equestrian Games. Recentemente em Lima no Peru, fez toda cobertura do hipismo nos jogos Pan-americanos.

Em outubro o artista embarca para a França, onde uma de suas fotos integra o Salão Internacional de Arte Contemporânea de Paris, que ocorre de 18 a 20 de outubro no Le Carroussel do célebre museu. Almeida foi um dos selecionados pela curadora Lisandra Miguel, que conheceu seu trabalho através de uma pintura de Raquel Fernandes, que usou os cavalos retratados pelo artista em sua obra – inclusive estarão expostos lado a lado em Paris. “Eu nem consigo acreditar ainda. Fico muito feliz em deixar minha marca, e mais orgulhoso ainda por saber que conquistei esse espaço através do Cavalo Crioulo, uma grande paixão desde adolescência.

Sobre o Espaço Cultural ABCCC

Anexo ao restaurante do Cavalo Crioulo, no Parque de Exposições Assis Brasil, palco da Expointer, o Espaço Cultural da ABCCC vai abrigar exposição de trabalhos de artistas que contam com projetos apoiados pela entidade. Durante a Expointer, as exibições serão com dias e horários pré-definidos. O presidente da ABCCC, Francisco Kessler Fleck, explica que o objetivo do novo espaço é promover a cultura no meio Crioulo. O público terá acesso integral às obras, podendo participar, apoiar e aprender sobre os conteúdos e seus respectivos artistas”, assegura. O primeiro trabalho apresentado ao público é o primeiro episódio do documentário “Em Busca do Cavalo Crioulo”. Nos dias seguintes, o local exibirá trabalhos de artistas como Caé Braga (escultor e artista plástico), Cassio Selaimen (cuteleiro), Felipe Constant (artista plástico), Henrique Fagundes da Costa (escritor e pesquisador), Eduardo Rocha (fotógrafo), Raul Sartor Filho (artista prateiro) e Renato Dalto (jornalista e escritor). A programação completa do Espaço Cultural pode ser conferida no site www. crioulo.org.br

Delphus Galeria no Metro de hoje

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“Cartazes: uma história do cinema brasileiro” inaugura em 23 de julho na Cinemateca Capitólio Petrobras

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Exposição com cartazes que retratam a história do cinema brasileiro durante 90 anos tem curadoria da historiadora Alice Trusz e integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

Porto Alegre, 17 de julho de 2019 – Inaugura na próxima terça-feira, 23 de julho, na Cinemateca Capitólio Petrobras, a exposição Cartazes: uma história do cinema brasileiro, que acompanha os principais fatos da história do cinema brasileiro entre 1928 (ano da inauguração do Cine-Theatro Capitólio) e 2018, data em que o prédio, onde hoje está sediada a Cinemateca Capitólio Petrobras, completou seu 90º aniversário, por meio de uma narrativa construída a partir de uma seleção de alguns de seus cartazes mais significativos, boa parte deles pertencentes ao acervo da instituição. Cartazes integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria da Cultura/Coordenação de Cinema e Audiovisual.

 

Com curadoria assinada pela historiadora Alice Trusz, concepção visual da designer Tatiana Sperhacke e expografia a cargo de Andreia Vigo, a exposição é formada por três módulos: o primeiro deles apresenta uma linha do tempo, com 101 cartazes, fotografias e pequenos textos. O segundo módulo exibe um slide-show, que projeta uma seleção de cartazes digitalizados. Já o terceiro e último módulo traz uma projeção de trechos dos filmes representados nos cartazes da exposição.

O público é convidado a percorrer a história do cinema brasileiro em suas distintas temporalidades, valorizando o cartaz como peça fundamental para a divulgação dos filmes, e que por isso mesmo são peças que se constituem como objeto de interesse para o acervo da Cinemateca, tanto por seu valor documental quanto artístico.

“Nesta exposição, os cartazes de cinema são abordados enquanto peças de uma coleção museológica e fatores de cultura. Sob este novo estatuto, eles passam a servir como documentos históricos de práticas culturais, que informam sobre as formas de promoção publicitária do cinema, as mudanças no gosto do público, a história do design gráfico e a história do cinema. Como referências dos filmes, eles permitem evocar a sua lembrança e, assim, ganham um novo valor. Eles são memória e provocam memória, dos filmes e da experiência subjetiva de tê-los assistido”, revela a curadora. Alice contou com a assessoria de pesquisa de Marcus Mello e Rosemeri Iensen.

A abertura ocorre às 19h30 de 23 de julho e a visitação segue com entrada franca até 29 de setembro, de terça a sexta-feira das 09h às 20h30 e sábados, domingos e feriados das 14h às 20h30.

Para Visitas Orientadas, os interessados devem entrar em contato pelo email cdmcapitolio@gmail.com ou pelo telefone (51) 3289 7463.

A Cinemateca Capitólio Petrobras conta, em 2019, com o projeto Cinemateca Capitólio Petrobras programação especial 2019 aprovado na Lei Rouanet/Governo Federal, que será realizado pela FUNDACINE – Fundação Cinema RS e possui patrocínio master da PETROBRAS. O projeto contém 26 diferentes atividades entre mostras, sessões noturnas e de cinema acessível, master classes e exposições.

A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. Mais informações (51) 3289 7453 | http://www.capitolio.org.br | facebook.com/cinemateca.capitolio

 

 

CARTAZES: Uma História do Cinema Brasileiro no Capitólio

 Cartazes de cinema são peças gráficas que representam nossa cultura material, nossos sistemas de ideias e valores, nossas concepções de mundo. Como produtos históricos, eles revelam aspectos da dinâmica social, em suas contradições e transformações. Os cartazes, sendo objetos, possuem uma trajetória social, ao longo da qual desempenham diferentes usos e funções, sendo atribuídos de sentidos. Produzidos para divulgar um filme e atrair o espectador ao cinema, os cartazes podem, a seguir, ser descartados ou guardados por um colecionador privado ou institucional.

Nesta exposição, os cartazes de cinema são abordados enquanto peças de uma coleção museológica e fatores de cultura. Sob este novo estatuto, eles passam a servir como documentos históricos de práticas culturais, que informam sobre as formas de promoção publicitária do cinema, as mudanças no gosto do público, a história do design gráfico e a história do cinema. Como referências dos filmes, eles permitem evocar a sua lembrança e, assim, ganham um novo valor. Eles são memória e provocam memória, dos filmes e da experiência subjetiva de tê-los assistido.

Ao evidenciarmos certos aspectos da história do cinema brasileiro a partir dos cartazes de seus filmes mais relevantes, buscamos oferecer um panorama inicial de um processo histórico muito mais amplo e complexo, daí o caráter apenas exploratório da curadoria. No entanto, esperamos com tal amostra da coleção de cartazes de cinema do Centro de Documentação e Memória da Cinemateca Capitólio Petrobrás despertar a comunidade para a sua importância para além de meios de comunicação comercial, espaços de criação artística e formação estética, fomentando o seu reconhecimento e preservação também como repositórios de nossa memória, documentos de nossa história e formadores de nossa identidade cultural.

Alice D. Trusz

Historiadora e curadora

 

Ficha técnica
Pesquisa e Curadoria: Alice D. Trusz
Expografia: Andreia Vigo
Concepção visual e Design gráfico: Tatiana Sperhacke
Assessoria de pesquisa: Marcus Mello, Rosemeri Iensen
Projeto de mobiliário e Coordenação de montagem: Eduardo Saorin

Edição de vídeo: Kevin Agnes
Produção: Débora Palhares, Juli Fossatti, Paola Mallmann

Delphus Galeria na imprensa

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Delphus Galeria na contracapa do Jornal do Comércio

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Projeto Arte para Todos Delphus recebe Marilene Zancchett a partir de 06 de julho

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 Urbanos tem curadoria de Rita Raimondi e Maria Elena Toigo

Abertura da mostra contará com live painting das 11h às 15h com entrada franca

 

Porto Alegre, 01 de julho de 2019 – No sábado, 06 de julho, a Delphus Galeria abre suas portas para a abertura da mostra Urbanos com obras de Marilene Zancchett e curadoria de Rita Raimondi e Maria Elena Toigo. A exposição integra o projeto Arte para Todos Delphus, que promove mostras individuais e live paintings com os artistas da galeria. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas. Nesta edição, coletividade, espaço urbano e relações sociais pautam a seleção de mais de 50 obras da catarinense.

A artista produzirá uma obra ao longo da abertura da exposição das 11h às 15h. “Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação de uma obra de arte”, afirma a diretora da Delphus, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte. No caso da Marilene, vamos poder assistir seu trabalho com tinta à óleo e espátulas, o desenvolvimento de sua obra partindo o desenho até as sombras de seus personagens”, conta.

Com curadoria da italiana Rita Raimondi e a brasileira Maria Elena Toigo, a mostra contará com pinturas que apresentam figuras em movimento em um espaço coletivo, onde as pessoas retratadas se conectam. “As telas que Marilene pinta com grossas camadas de tinta nos remetem a uma cidade que possibilita os encontros das pessoas de qualquer esfera social, sexo ou idade; retratam uma união entre os indivíduos locais e sua cultura e onde percebemos um sentimento de identidade e igualdade: somos todos iguais através das criações da artista”, afirmam as curadoras.

Todas as peças de Marilene disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto ou poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

A Live Painting ocorre no sábado, 06 de julho das 11h às 15h e a mostra segue em cartaz com entrada franca até 03 de agosto. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Marilene Zancchett

Formada pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, desenvolve seu trabalho desde a década de 1990, participando de diversos salões, mostras, exposições coletivas e individuais no Paraná, São Paulo, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, recebendo diversos prêmios ao longo da carreira.

Suas obras podem ser encontradas em acervos particulares e na Fundación Rômulo Raggio, Museu de Arte Contemporânea de Blumenau – SC, Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande – MT e Museu de Arte Contemporânea de Cascavel – PR.

Seu atelier está sediado em Curitiba, administra aulas e orientação de pintura, onde também vive.

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 45 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

3º Prêmio AF de Arte Contemporânea divulga os selecionados

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Júri selecionou dez artistas que integram mostra coletiva que ocorre a partir de 23 de julho no porão do Paço Municipal

 

Porto Alegre, 24 de junho de 2019 – Foram divulgados na última quarta-feira, 19 de junho, os dez artistas selecionados do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2019. Em sua terceira edição, a premiação busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. O evento é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre e Ministério da Cidadania através da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

O júri brasileiro, composto por Adriana Boff, Bruna Fetter, Diego Groisman, Paulo Miyada e Patrice Pauc, e o júri francês do Centre Intermondes representado por Edouard Mornaud e Flavie Monnierselecionaram os seguintes concorrentes: Alexandre Garbini de Nadal, Bruno Cesar Eder Giasson, Camila Proto, Francine Rocha Lasevitch, Henrique Fagundes Machado, Joana Burd, Letícia Arais Lopes, Marcelo Chardosim Fraga, Oendu de Mendonça e Vitória de Oliveira Macedo. A lista integra a Mostra Coletiva do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, que inaugura no dia 23 de julho, às 19h, no Porão do Paço da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (Praça Montevidéu, 10) com curadoria de Groisman.

Os três vencedores da edição 2019 foram Letícia Arais Lopes (1º lugar), Alexandre Garbini de Nadal, (2º lugar) e Marcelo Chardosim Fraga (3º lugar). Letícia foi premiada com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 como incentivo à produção do artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3.000,00, além de uma  bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto e setembro de 2019. O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre.

A exposição seguirá em cartaz com entrada franca até 04 de outubro.

Inscrições para o 3º Prêmio AF de Arte Contemporânea encerram nesta sexta-feira, 31 de maio

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Premiação oferece dois meses de residência artística no Centre Intermondes, na França

 

Encerram nesta sexta-feira, 31 de maio, as inscrições para o Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2019. Em sua terceira edição, a premiação busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. O evento é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre e Ministério da Cidadania através da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Para se inscrever, é preciso morar no Rio Grande do Sul. Cada participante pode concorrer com até três obras. Podem participar da seleção as seguintes artes visuais contemporâneas: pintura, gravura, desenho, serigrafia, fotografia, escultura, grafite, vídeo arte, arte performática, vídeo, transmídia e instalação. Os interessados devem fazer sua inscrição no site da Aliança Francesa de Porto Alegre (www.afpoa.com.br), onde podem encontrar o regulamento completo e a ficha de inscrição.

O melhor trabalho será premiado com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 como incentivo à produção do artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3.000,00, além de uma  bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto e setembro de 2019.

O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre. Em 2018, os vencedores foram David Ceccon (1º lugar), Marcelo Armani (2º lugar) e Manoela Cavalinho (3ª colocação).

Ao todo, dez trabalhos serão selecionados. A lista de artistas participantes e os três primeiros lugares será divulgada em 19 de junho. As obras serão expostas em uma Mostra Coletiva, programada para 23 de julho no Porão do Paço Municipal da Prefeitura de Porto Alegre.  A exposição seguirá em cartaz com entrada franca até 04 de outubro.

Delphus Galeria na coluna de Eduardo Conill no Correio do Povo

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