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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Cursos

I Encontro de Arte Tradicional encerra no sábado, 02 de setembro, com show de Marcello Caminha

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Evento gratuito promove shows de Renato Borghetti, Luiz Carlos Borges, Marcello Caminha e oficinas de música instrumental para crianças durante a Expointer 2017

 

No próximo sábado, 02 de setembro, encerra a primeira edição do Encontro de Arte Tradicional, que promove uma série de atividades gratuitas durante a programação da Expointer 2017. Realizado pela Idealize com o apoio da ABCCC – Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos através da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, o projeto tem como objetivo promover ações culturais gratuitas para valorizar e difundir a cultura rio-grandense através da música.

No último domingo, 27 de agosto, o público pode conferir as apresentações de Renato Borghetti e Luiz Carlos Borges. Estão previstas seis oficinas de música instrumental gratuitas nos dias 31 de agosto e 01 de setembro. As atividades formativas serão oferecidas para alunos da rede pública de ensino de Esteio e ministradas pelo Grupo Mas Bah, totalizando 180 crianças e adolescentes de 07 a 16 anos beneficiados com as oficinas. É necessário prévio agendamento pelo telefone 51 998332277.

A programação musical encerra no sábado, em um palco montado na pista da ABCCC, com apresentação às 18h, de Marcello Caminha com participação especial do Grupo Mas Bah. As atividades têm entrada franca para os visitantes da Expointer.

I Encontro de Arte Tradicional

Todas as atividades com entrada franca para os visitantes da Expointer

 

31 de agosto e 01 de setembro

Oficina de Música Instrumental com Grupo Mas Bah

Tatersal de Leilões ABCCC

 

02 de setembro

18h – Marcello Caminha com participação especial do Grupo Mas Bah

Pista ABCCC

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REALIZA CICLO DE PALESTRAS GRATUITAS SOBRE A TROPICÁLIA

 

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 Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão

 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.

Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.

Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.

O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.

 

Programação (sempre às 18h30):

29/08 (terça-feira)

Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit

A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.

 

Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost

O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.

 

30/08 (quarta-feira)

Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum

Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto (“adversidade”) e mistura e multiplicidade (“geleia”)? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula “geleia adversa” ou “adversa geleia” como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.

 

Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho

A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.

 

31/08 (quinta-feira)

A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira

A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.

 

O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da Costa

A palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.

 

01/09 (sexta-feira)

Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho

O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dos anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.

 

Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado

Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.

 

Ficha técnica:

Idealização e Curadoria: André Masseno.

Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto

Programação visual: Karin Palhano

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Serviço:

Ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão

Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)

Data: 29 de agosto a 01 de setembro (de terça a sexta-feira)

Horário: 18h30

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Facebook: http://www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao

Oficina Livre de Teatro na Escola de Flamenco Del Puerto está com inscrições abertas

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Atividade ministrada pela atriz e bailaora da companhia, Juliana Kersting

 

A Escola de Flamenco Del Puerto, em parceria com a M.A. CIA – teatro, dança e assemelhados, promove Oficina Livre de Teatro na sede da escola. A atividade, ministrada pela atriz e bailaora da companhia, Juliana Kersting, está com inscrições abertas até o final do mês de julho e ocorre aos sábados, das 14h às 16h.

Voltada para pessoas sem experiência ou iniciantes, a oficina tem como objetivo oferecer um ambiente lúdico para criação e experimentação teatral para pessoas iniciantes ou que nunca participaram de uma oficina de teatro. Por ser bailarina e atriz,a ministrante sempre buscou em sua formação oficinas voltadas ao trabalho do ator e técnicas de teatro. Nesta oficina, irá realizar exercícios baseados em suas experiências e propor jogos teatrais, improvisações e a criação de cenas.

O curso tem o valor mensal de R$ 150,00 e encerra em 26 de novembro com apresentação aberta ao público na sede da escola. Inscrições e informações: Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.

Sobre Juliana Kersting: Atriz, Bacharel em Interpretação Teatral pelo Departamento de Arte Dramática da UFRGS, professora de teatro, bailarina e professora de Dança Flamenca, também é produtora do coletivo Del Puerto, integrante fundadora da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados. Trabalha profissionalmente com teatro há 15 anos e há 20 anos com Arte Flamenca, participando de montagens junto a grupos como a Oigalê, Teatro Mototóti e Teatro Sarcáustico.

 Premiada com o Açorianos de Dança de Melhor Produção por “Flamenco Imaginário” (2016), Tibicuera de Teatro para crianças como Melhor Atriz Coajuvante por “É Proibido Miar” (2015), com Melhor Espetáculo no Prêmio Açorianos de Dança no anos de 2012 (Las Cuatro Esquinas), 2008 (Tablao).

Oficina Livre de Teatro

Sábados, das 14h às 16h

Inscrições abertas até 31 de julho.

Apresentação no dia 26 de novembro na sede da escola

Mensalidade R$ 150,00

Inscrições e informações: Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.

 

Curso de Tarot Astrológico ocorre nos dias 15 e 16 de julho

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Workshop é ministrado simultaneamente no Brasil (Fernanda Beppler) e Itália (Franco Rossi)

 

Nos dias 15 e 16 de julho Porto Alegre recebe a segunda edição do Curso de Tarot Astrológico. A atividade é ministrada simultaneamente por Fernanda Beppler no Brasil e Franco Rossi (Itália). Criado por Rossi, o jogo do Tarot Astrológico é uma ferramenta em que o Tarot de Marseille dialoga com a antiga Astrologia Suméria, para fazer uma leitura do momento presente. Ele permite criar o mapa do momentum do consulente, falando sobre o aqui e agora, pois é a partir deste ponto que vamos poder entender onde estamos, o que já passou e tudo aquilo que poderá vir.

Os alunos terão acesso a um conteúdo rico sobre as casas astrológicas, do ponto de vista da antiga Astrologia, na qual se baseiam os estudos atuais da Alquimia. Cada casa astrológica representa os assuntos de um determinado arquétipo, de uma área específica da vida. E é fundamental compreender profundamente esses conceitos para que o aluno esteja apto a fazer a leitura corretamente. Irão acessar também a simbologia dos 22 Arcanos Maiores do Tarot de Marseille, para que possam interpretar com fluidez e detalhamento todo o conjunto de informações contido nas cartas.

Neste curso a abordagem é simples e direta, com vagas limitadas para que todos possam receber uma atenção especial e, assim, ao final do curso estejam aptos a realizarem leituras de Tarot Astrológico de forma plena.

Não é necessário conhecimento prévio nas linguagens tarot ou astrologia. O curso é destinado para iniciantes ou para quem quiser aprender mais um ponto de vista sobre o tarot. A atividade ocorre em dois dias, totalizando 14 horas com momento teórico e prático. Cada participante recebe um certificado e terá acesso ao grupo de estudos em Tarot, coordenado por Fernanda Beppler, que tem encontros presenciais com frequência mensal, sem custo aos alunos.

A inscrição custa R$ 350,00 e as aulas ocorrem das 10h às 18h na Av. Bento Gonçalves, 1403/sala 801. Informações | (51) 981786460 | nandabeppler@gmail.com

Curso Tarot Astrológico

Data: 15 e 16 de julho de 2017

Hora: recepção às 9h30 | início do curso às 10h até às 18h com intervalo de 2h para almoço.

Local: Av. Bento Gonçalves, 1403/sala 801 | Porto Alegre/RS

 

Investimento: R$ 350,00

À vista: R$ 100,00 no ato da inscrição* + R$ 250,00 até o dia 20/5 (dinheiro ou cartão débito)

Parcelado: R$ 100,00 no ato da inscrição* + 3x de R$ 100,00 (cartão de crédito)

*via depósito bancário. O valor da inscrição poderá ser devolvido em caso de desistência somente até 15 dias antes do evento. Sua vaga só estará garantida mediante apresentação do comprovante de depósito.

 

Contato: Fernanda Beppler | (51) 981786460 | nandabeppler@gmail.com

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Teatro Sarcáustico promove três workshops durante o primeiro semestre de 2017

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Atividades ocorrem na Cia de Arte; inscrições abertas

 

O Teatro Sarcáustico promove três workshops teórico-práticos no primeiro semestre de 2017 na Cia de Arte. As atividades iniciam com o workshop Performance, Arte & Gênero, ministrado por Daniel Colin. O projeto é uma extensão das pesquisas de mestrado e doutorado do diretor, acerca do corpo em processos performáticos. Questões envolvendo conceitos de identidade, gênero e sexualidade – em autores como Marvin Carlson, Judith Butler, Paul B. Preciado, Pêdra Costa, Jota Mombaça, dentre outros – serão o ponto de partida para a imersão de cada sujeito presente. Os encontros ocorrem de 14 a 17 de março, das 19h às 22h.

De março a junho, os cursos Laboratório de Teatro Livre e Laboratório de Montagem, já tradicionalmente promovidos pela companhia, ministrados por Guadalupe Casal e Ricardo Zigomático. O Laboratório de Teatro Livre é destinado a pessoas que tem vontade de experimentar o fazer teatral, visando desinibição e sensibilização corporal, enquanto o Laboratório de Montagem promove aos participantes a oportunidade de integrar todo o processo de produção de um espetáculo, que nesta edição trará a cena  “Corte Seco”, texto de Christiane Jatahy.

As inscrições devem ser realizadas no site do grupo (www.teatrosarcaustico.blogspot.com), com valores entre R$ 160,00 e R$ 200,00.

 

Workshop Performance, Arte & Gênero

O projeto é uma extensão das pesquisas de mestrado e doutorado de Daniel Colin, acerca do corpo em processos performáticos. Questões envolvendo conceitos de identidade, gênero e sexualidade – em autores como Marvin Carlson, Judith Butler, Paul B. Preciado, Pêdra Costa, Jota Mombaça, dentre outros – serão o ponto de partida para a imersão de cada sujeito presente no workshop. Ao final do laboratório, os vídeos produzidos serão disponibilizados online.

Serviço

Quando:14, 15, 16 e 17 de março (de terça a sexta), das 19h às 22h

Onde: Cia de Arte (Rua dos Andradas, 1780 – Centro – Porto Alegre)

Investimento: R$160,00

Inscrições pelo site www.teatrosarcaustico.blogspot.com

Professor: Daniel Colin

Laboratório de Teatro Livre

O tradicional laboratório é destinado a pessoas que tem vontade de experimentar o fazer teatral sem o compromisso de uma montagem final. Utilizando recursos como a improvisação e jogos teatrais, visando a desinibição e sensibilização corporal, os encontros valorizam a expressão, a coletividade e a diversidade da turma.

Serviço

Quando: de 18/03 a 24/06, aos sábados, das 11h às 13h

Onde: Cia de Arte (Rua dos Andradas, 1780 – Centro – Porto Alegre)

Investimento: R$200,00

Inscrições pelo site www.teatrosarcaustico.blogspot.com

Professores: Guadalupe Casal e Ricardo Zigomático
Laboratório de Montagem 

Destinado aqueles que querem experimentar a montagem de um espetáculo, desde a concepção até a produção do mesmo. Neste semestre, o texto escolhido é Corte Seco, de Christiane Jatahy.  Se trata de uma peça mosaico, montada como um filme ao vivo na presença do público, no teatro e na rua, utilizando câmeras de segurança cujas imagens são mostradas no palco. A peça deixa todas as estruturas de dramaturgia aparentes através de jogos de improvisação. A plateia presencia como os atores constroem o espetáculo ao vivo.

Serviço
Quando: de 18/03 a 24/06, aos sábados, das 14h às 19h

Onde: Cia de Arte (Rua dos Andradas, 1780 – Centro – Porto Alegre)

Investimento: R$200,00

Inscrições pelo site www.teatrosarcaustico.blogspot.com

Professores: Guadalupe Casal e Ricardo Zigomático

Saiba Mais

Sobre o Teatro Sarcáustico

O Teatro Sarcáustico foi fundado em 2004 por formandos do curso de Artes Cênicas da UFRGS. Nestes 10 anos de trabalho continuado, o grupo criou espetáculos ousados e impactantes como os sucessos Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá (Prêmios Açorianos e Braskem em Cena de Melhor Espetáculo e Direção, dentre outros) e Breves Entrevistas com Homens Hediondos (Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo). Em 2014, o Sarcáustico completa 10 anos de pesquisa continuada em artes cênicas, cujo trabalho vem se especializando em espetáculos realizados em espaços não-convencionais, com dramaturgias originais e atmosferas performáticas. O repertório conta com cinco espetáculos adultos, dois infantis, um projeto de performances urbanas e um performance audiovisual-transmídia.

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