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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Cinema

Estreia de “Aos Olhos de Ernesto” é adiada

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A produtora Casa de Cinema de Porto Alegre e a distribuidora Elo Company informam o adiamento da estreia do filme “Aos Olhos de Ernesto”, de Ana Luiza Azevedo, que estava marcada para 2 de abril. A decisão foi tomada devido aos acontecimentos mundiais em torno do Coronavirus (COVID – 19). “Aos Olhos de Ernesto” é um filme em defesa da vida. E neste momento em que a orientação é evitar aglomerações e proteger especialmente aqueles que têm mais de 60 anos, a distribuidora e produtora entendem que é uma medida de  responsabilidade e precaução. A nova data de lançamento ainda será definida.

“Aos Olhos de Ernesto” venceu o prêmio da crítica na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo no ano passado e no 23º Festival Internacional de Cine de Punta del Este, que ocorreu em fevereiro deste ano, foi eleito melhor filme pelo voto popular e arrematou o prêmio de melhor ator (o uruguaio Jorge Bolani). Na trama, o ex-fotógrafo Ernesto (Bolani) tenta se reinventar enfrentando os desafios e limitações da idade avançada.

Longa-metragem “Irmã” no Jornal do Comércio de hoje

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Longa-metragem “Irmã” no Segundo Caderno em Zero Hora de hoje

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Longa-metragem “Irmã” na Folha de São Paulo

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Longa-metragem “Irmã” na imprensa

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Longa-metragem “Irmã” é selecionado para o 70º  Festival Internacional de Cinema de Berlim  

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Filme escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinícius Lopes integra a mostra Generation 14plus ao lado de mais outras duas produções brasileiras

 

Primeiro longa-metragem escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinicius Lopes, Irmã, é uma das quatro produções brasileiras selecionadas para a mostra Generation 14plus Competition 2020 que integra a 70ª edição do Festival de Cinema Internacional de Berlim, que ocorre de 20 de fevereiro a primeiro de março na capital alemã.

Com produção da Pátio Vazio e Jaqueline Beltrame, o filme aborda o tema do feminismo em um road movie experimental e adolescente, com imagens pulsantes. Rodado em 2017 em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Maquiné, Gravataí e Mata, RS, a temática feminista guiou também a escolha das cabeças de equipe do longa, e conta com a produção executiva de Jaqueline Beltrame, Direção de Fotografia de Carine Wallauer e Direção de Arte de Gabriela Burck.

Quando a doença de sua mãe se agrava, Ana (Maria Galant) e Julia (Anaís Grala Wegner) viajam ao interior do Rio Grande do Sul em busca de seu pai. No caminho: fantasmas, superpoderes e dinossauros. O elenco também conta com Felipe Kannenberg, Marina Mendo, Nicholas Perlin e Otávio Diello.

A cidade de Mata, interior do estado, tem apenas cinco mil habitantes e é conhecida por seus fósseis de madeira petrificada. Mata recebeu boa parte das gravações do filme, realizado de forma totalmente independente, com um orçamento pequeno da empresa produtora e dos diretores. Irmã contou com diversos apoios e parcerias, incluindo a equipe, e apesar da restrição orçamentária, o filme não se privou de gravar em diversas locações como cachoeiras, estradas, ponte, nas quatro cidades.

A Generation 14plus é uma das mostras competitivas do Festival de Berlim que exibe cinema internacional de ponta, com um programa abrangente de filmes contemporâneos que explora a vida e o mundo de crianças e adolescentes, desfrutando de uma posição única como instigadora do cinema de jovens que quebram convenções. Para mais informações, acesse: facebook.com/irmafilme 

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Luciana Mazeto e Vinícius Lopes

Produção: Jaqueline Beltrame, Leandro Engelke, Luciana Mazeto e Vinícius Lopes

Elenco: Maria Galant, Anaís Grala Wegner, Felipe Kannenberg, Marina Mendo, Nicholas Perlin e Otávio Diello

Produção Executiva: Jaqueline Beltrame

Direção de Fotografia: Carine Wallauer

Direção de Arte: Gabriela Burck

Direção de Produção: Leandro Engelke

Montagem: Luciana Mazeto

Desenho de Som: Kevin Agnes

Assistente de Direção: Eduardo Piotroski

Produção de Elenco: João Pedro Madureira e Leandro Engelke

Preparação de Elenco: João Pedro Madureira e Eder Ramos

Direção de Figuração: Eder Ramos

Gaffer: Caio Rodrigues

Elétrica: Eduardo “JR” Ferreira

1o Assistente de Arte e Contrarregra: Eder Ramos

2o Assistente de arte: Clarissa Virmond

Assistente de Produção: Ana Raquel Pinzon

Cor e VFX: Rafael Duarte

Artista Digital: Taísa Ennes

Ilustração: Martina Nickel

Design Gráfico: Leo Lage

Making of: Ana Raquel Pinzon

Still: Eder Ramos e Ana Raquel Pinzon

Assessoria Jurídica: Patrícia Goulart

Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin

 

Apoio:

Locall

Prefeitura Municipal de Mata

A produtora Pátio Vazio foi fundada em 2013 em Porto Alegre. Desde então, produziu mais de dez curtas, incluindo ficção e documentários, que foram exibidos em vários festivais de cinema. No início de 2017, a produtora gravou seu primeiro longa-metragem, intitulado Irmã. Seu segundo longa-metragem, Despedida, foi contemplado com os editais PRODAV 04 – Linha Laboratórios de Capacitação e SAv/MinC 02/2015 – Longa BO Infantil, e encontra-se em finalização. O projeto também participou do PLATAFORMA LAB em 2016, e do BRASIL CINEMUNDI, em 2017, onde recebeu uma menção honrosa do júri. Desde 2016, os membros do Pátio Vazio estão envolvidos na produção e curadoria do festival de cinema Cine Esquema Novo, em Porto Alegre. Seu curta Antes do Lembrar teve sua estreia mundial no IFFR – Festival International de Cinema de Rotterdam 2018. Recentemente o projeto de longa-metragem Vocês, Brancos, não têm Alma também foi contemplado com a linha de desenvolvimento de projetos, PRODAV 05, do FSA, além da série infantil Júlia e a Máquina do Tempo, contemplada no edital de desenvolvimento SAv/MinC

Longa-metragem A Cidade dos Piratas na contracapa do Jornal do Comércio de hoje

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Longa-metragem A Colmeia na capa do caderno Arte & Agenda do Correio do Povo

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A Colmeia vence prêmio de Melhor Longa-Metragem Estrangeiro no Festival de Cinema de Zaragoza

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Segundo longa de Gilson Vargas estreou em festivais no exterior e no Brasil em novembro

 

Após sua estreia em três festivais durante o mês de novembro, A Colmeia, segundo longa-metragem de Gilson Vargas, recebeu o Prêmio Augusto de Melhor Longa-Metragem Estrangeiro no Festival Internacional de Zaragoza na Espanha. O filme iniciou sua carreira em festivais no último dia 24, com exibição na programação do PÖFF 23 – Black Nights International Film Festival, na mostra Rebels With a Cause, na Estônia, seguindo para o Cine Zaragoza e chegando ao público brasileiro no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em Brasília.

O Festival Internacional de Cinema de Zaragoza é um festival classificador do Goya e já se encontra em sua 24ª edição e ocorreu de 15 a 30 de novembro, promovendo, além de mostras, o Zaragoza Film Market, buscando consolidar uma indústria cinematográfica na cidade, como um polo de produção audiovisual e um espaço de networking para profissionais nacionais e internacionais da indústria, remanejando o foco que está concentrado em outras cidades da Espanha como Madrid e Barcelona.

Filmado em 2017 nos municípios de Maratá e Harmonia, interior do RS, o filme situa-se na no período da 2ª Guerra Mundial e traz como protagonistas um grupo de imigrantes alemães que vive isolado no interior do Brasil. Eles tentam se manter invisíveis, mas a curiosidade dos mais jovens e a insegurança perante o novo ambiente instaura uma tensão e um ciclo de violência sem volta. A Colmeia flerta com o cinema de suspense, com doses de poesia visual, refletindo sobre os conflitos gerados pelo medo e a opressão.

Segundo Vargas, diferente de Dromedário no Asfalto, seu filme de estreia, um road movie tanto em seu roteiro quanto em sua produção, A Colmeia é um filme de processo: “tivemos a oportunidade de fazer uma imersão com equipe e atores no universo do filme antes das gravações, com visitas às locações, trabalho de pesquisa dos personagens, aulas de alemão e muito ensaios”, conta.

Durante a pré-produção do longa, o elenco pode desenvolver a construção de seus personagens através de um intenso processo de imersão dos atores, que passaram alguns dias no campo e vivendo na casa onde foram rodadas grande parte das cenas do filme, um casarão erguido em 1864. O grupo viveu como os personagens, trabalhando no campo e realizando as atividades conforme o período em que se passa a história de A Colmeia: “os atores chegaram a passar uma noite sozinhos na casa, fazendo sua própria comida, tomando banho com bacias, usando ferros de passar roupa com brasas e sob a luz de lampiões”, revela o diretor.

No elenco, Rafael Fronskoviak, Janaina Pellizon, Martina Froederich, Renata de Lelis, Thais Petzhold, Samuel Reginato, João Pedro Prates e Andressa Mattos interpretam os imigrantes alemães.

A Colmeia tem roteiro de Matheus Borges, Gilson Vargas e Diones Camargo, que também assina o argumento. A direção de arte é de Gilka Vargas e Iara Noemi e a direção de fotografia de Bruno Polidoro, parceiro de Vargas em seu primeiro longa, em diversos curtas e na série de TV Travessias. O desenho de som e a montagem são por conta de Gabriela Bervian, também parceira do diretor em diversos filmes e na vida afetiva – Gabriela e Gilson, além de casados, são sócios da Pata Negra, produtora que assina o trabalho. A dupla é responsável pela produção executiva do filme, que também conta as produtoras Eduarda Nedel e Deise Chagas na equipe.

O lançamento comercial está previsto para março de 2020, após o filme circular por festivais, com distribuição da Lança Filmes. A Colmeia tem financiamento do FSA Ancine e do FAC Pro-Cultura RS com recursos do Edital Arranjos Regionais, que fomentou a realização de diversos filmes realizados no Rio Grande do Sul, como Yonlu, de Hique Montanari, Rifle, de Davi Pretto e Disforia, de Lucas Cassales. A obra também conta com apoio Institucional do Goethe-Institut Porto Alegre e do Ministério das Relações Exteriores. Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/cinepatanegra/

 

GILSON VARGAS

Gilson Vargas é roteirista, diretor e produtor. Dirigiu diversos curtas-metragens premiados dentro e fora do Brasil, como o curta-metragem “Casa Afogada”, vencedor de quatro Kikitos no Festival de Cinema de Gramado. Em 2015 lançou o seu primeiro longa-metragem, “Dromedário no Asfalto”. Atualmente, está realizando a série de documentário para TV chamada “Travessias”, que também possui versão no formato de longa-metragem e foi filmada em diversos países, incluindo a Rússia, Mongólia, Estados Unidos, Japão, China e Tanzânia. No teatro, fez duas incursões como diretor, tendo recebido o Prêmio Nacional Myriam Muniz pelo espetáculo Crucial Dois Um. Leciona Roteiro e Direção no Bacharelado em Cinema da UNISINOS, no Rio Grande do Sul. A Colmeia é seu segundo longa-metragem. Gilson Vargas é também sócio da produtora Pata Negra, sediada em Porto Alegre.

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