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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

CineBancários em Zero Hora de hoje

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Brava Gastrobar na coluna de Sara Bodowsky em Zero Hora

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Espetáculo Das Tripas Sentimento na mídia

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Clube CineBancários tem lançamento em evento no dia 04 de outubro

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Espaço comemora dez anos em outubro 2018 consagrando-se como uma das mais importantes salas de cinema do Estado

Projeto de financiamento coletivo contínuo via plataforma Apoia-se terá contribuições a partir de R$ 10,00 mensais

 Longa-metragem “A moça do calendário” de Helena Ignez será exibido em sessão especial com a presença da atriz Djin Sganzerla

 

No ano em que completa dez anos, o CineBancários lança o Clube CineBancários, projeto de financiamento coletivo contínuo da sala de cinema, um dos mais importantes locais de difusão e exibição cinematográfica em Porto Alegre. Na quinta-feira, 04 de outubro, o espaço promove evento de lançamento da campanha, com exibição e debate do longa-metragem A moça do calendário, de Helena Ignez, que contará com a presença da atriz Djin Sganzerla.

“O Clube Cinebancários surge como uma solução para manter este importante espaço vivo em Porto Alegre, já que, para a manutenção do local e de uma programação de altíssima qualidade como a que vem sendo promovida ao longo desta década, os recursos destinados através do Sindicato dos Bancários não tem sido suficientes”, declara Everton Gimenis, presidente do Sindicato dos Bancários do RS.

Inaugurado em 2008, o CineBancários destaca-se com programação exclusivamente nacional e latino-americana, voltada para o novíssimo cinema brasileiro, valorizando produções independentes.  Ao optar por um perfil muito definido de programação, a sala deixou de repetir a mesma programação de outros espaços de cinema da cidade, tornando-se um dos únicos locais permanentes dedicados exclusivamente ao lançamento de filmes brasileiros e latinos. Nesses quase dez anos de resistência, foram exibidos mais de 185 longas-metragens, além de inúmeras mostras e festivais de cinema.

O CineBancários sempre se caracterizou por ser um local de reflexão e debate, recebendo diretores, produtores e elenco de diversas produções, que estiveram na sala para conversar com o público de Porto Alegre, promovendo um real intercâmbio entre realizadores e espectadores, além da formação e qualificação de plateia, através de sessões especiais para turmas escolares e parcerias com programas como o Programa de Alfabetização Visual da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. De 2008 para cá, foram mais de 113 mil espectadores que tiveram acesso à sala de cinema através de ingressos a preços populares – hoje o ingresso sem descontos custa R$ 12,00 – há benefícios para estudantes, jornalistas, bancários, idosos, entre outras categorias.

Em dez anos de funcionamento, a sala exibiu as produções nacionais mais significativas do período, como Aquarius, Que Horas Ela Volta?, Mãe Só Há Uma, O Processo, entre tantos outros. “Manter uma sala com esse objetivo, onde a comunidade pode se ver na tela, buscar sua identidade, reconhecer suas raízes e cultura, é fundamental”, declara Bia Barcellos, programadora do CineBancários.

Para manter a sala e a programação em funcionamento, o CineBancários oferecerá para seus espectadores a oportunidade de integrar o Clube CineBancários – um projeto de financiamento coletivo contínuo, que tem o intuito maior de garantir o funcionamento pleno do espaço, acima dos benefícios oferecidos pelas tradicionais campanhas de crowdfunding. Através da plataforma Apoia.se, é possível colaborar com cotas fixas mensais a partir de R$ 10,00 até R$ 40,00. Contribuições únicas de valores maiores também serão aceitas. Dentre os benefícios oferecidos aos sócios, estarão ingressos, convites para o evento de lançamento do clube e newsletter com conteúdos exclusivos.

Um espaço que promove produções independentes, filmes com experimentação de linguagem e não comercial, infelizmente não pode contar somente com a bilheteria para sobreviver. Para manter o nível de sua programação é que o Clube foi criado. “É importante que o apoiador, queira, acima de tudo, que o maior benefício seja ver o cinema aberto e funcionando”, afirma Bia. “Oportunizar à comunidade a possibilidade ao acesso ao que tem se feito de mais novo, instigante e melhor da nossa cinematografia é a grande contrapartida da colaboração nesse projeto”, afirma. “Trazer os lançamentos nacionais de grande repercussão, manter-se inserido no circuito nacional exibidor, promover o alto nível de curadoria de nossa programação, e ainda manter o valor dos ingressos abaixo de R$ 15,00: para essa fórmula seguir dando certo necessitamos do apoio do público”.

No mesmo dia do lançamento do Clube, os convidados poderão conferir a o premiadíssimo longa-metragem A moça do calendário, de Helena Ignez, seu quinto filme no formato, baseado em um roteiro escrito por seu marido, Rogério Sganzerla, antes de sua morte, em 2004.  A sessão seguida de debate contará com a presença da atriz Djin Sganzerla, filha do casal.

O texto foi adaptado por Helena e fala sobre as contradições do país, a luta de classes, as questões de gênero e o sonho como agente libertador. O filme acompanha Inácio (André Guerreiro Lopes), ex-gari, mecânico e dublê de dançarino desmotivado que trabalha numa oficina mecânica e sonha com uma Moça do Calendário (Djin Sganzerla), musa dos seus desejos e fantasias.

A Moça do Calendário é um roteiro feminista em um universo masculino. O filme tem muito humor, e é um humor que já estava no roteiro do Rogério e eu mantive. Ao mesmo tempo adicionei algumas questões muito importantes sobre o trabalho no século XXI, a Sociedade do Cansaço”, revela a diretora.

Exibido em mais de 15 festivais em 2017, entre eles a Mostra de São Paulo e o Festival de Brasília, o filme foi premiado no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria, como Melhor Filme – Voto Popular, Melhor filme do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino, Prêmios de Melhor Filme Longa Nacional, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator no 41º Festival Guarnicê de Cinema, além de ser elogiado pela crítica especializada.

Para mais informações sobre a campanha, acesse: apoia.se/clubecinebancarios. O CineBancários fica na Rua General Camara 424 – Centro Histórico – Porto Alegre. Telefone (51) 3433-1204. Para saber mais sobre o CineBancários: facebook.com/cinebancarios | http://cinebancarios.blogspot.com/.

 

SERVIÇO

Lançamento Clube CineBancários – projeto de financiamento coletivo contínuo via plataforma Apoia-se

Dia 4 de outubro, quinta-feira

CineBancários fica na Rua General Camara 424 – Centro Histórico – Porto Alegre

19h – Coquetel de boas vindas

19h40 – Apresentação do projeto do Clube CineBancários

20h – Exibição do longa-metragem A moça do calendário (A sessão será seguida de debate contará com a presença da atriz Djin Sganzerla)

Ingressos para a sessão serão vendidos por ordem de chegada ao preço promocional de R$ 6,00

Sarau da Clara Corleone recebe Manuela d’Ávila e Katia Suman na quinta, 27 de setembro

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O tema da edição de setembro será “Mulheres que escrevem” e ocorre no Von Teese

 

Porto Alegre, 24 de setembro de 2018 – Na quinta-feira, 27 de setembro, às 20h30, o Von Teese recebe mais um Sarau da Clara Corleone. O evento literário, que ocorre mensalmente, traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de setembro será “mulheres que escrevem”.

Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã Manuela d’Ávila e Katia Suman  Manuela d’Ávila é jornalista e política. Katia Suman é jornalista, comunicadora e produtora cultural.

O evento da escritora e atriz existe há um ano e meio e já recebeu os jornalistas Carol Anchieta, Vitor Necchi e Paulo Germano, a escritora Cinthya Verri, as atrizes Maria Galant e Catharina Conte, os diretores Júlio Conte e Patsy Cecato e o ator Bruno Bazzo, entre outros. O “Sarau da Clara Corleone – Mulheres que escrevem” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (pagamento somente em dinheiro). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

 

Sarau da Clara Corleone – Edição de setembro

“Mulheres que escrevem” com Manuela d’Ávila e Katia Suman

27 de setembro, quinta-feira, 20h30

Couvert a R$ 10,00 – pagamento somente em dinheiro

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo entre coordenar a organização “Minha Porto Alegre” e ser hostess do Bar Ocidente aos finais de semana. Escreve diariamente em sua página e teve textos publicados na Zero Hora digital, Sul 21 e no site Lugar de Mulher, além de comandar o programa “Todas as mulheres do mundo” na Rádio Elétrica.

Manuela d’Ávila foi deputada federal pelo Rio Grande do Sul entre 2007 a 2015 e líder de seu partido na Câmara dos Deputados, em 2013. Exerce atualmente o mandato de deputada estadual em seu estado e concorre a vice-presidência ao lado de Haddad, pelo PT. Ela começou sua carreira política no movimento estudantil e depois ingressou na política partidária. Foi a vereadora mais jovem da história de Porto Alegre, eleita em 2004.

Katia Suman é graduada em Ciências Sociais pela PUCRS, Mestre em Comunicação Social pela Unisinos e Doutora em Letras pela UFRGS. Contribuiu de forma importante para consolidar o prestígio da Rádio Ipanema e, depois lançou uma emissora própria na internet, a Rádio Elétrica. Trabalhou na TV COM, na FM Cultura, na Pop Rock FM, e na Unisinos FM. Foi a idealizadora do Sarau Elétrico, projeto de música e literatura realizado desde 1999 no Bar Ocidente

UM Bar&Cozinha no caderno Destemperados em Zero Hora de hoje

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Curso de Mapa Astral para iniciantes ocorre nos dias 29 e 30 de setembro no NAM – Yoga & Arte

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Mapa Astral: por onde começar? é ministrado por Fernanda Beppler

Porto Alegre, 12 de setembro de 2018 – Nos dias 29 e 30 de setembro o NAM Yoga & Arte recebe a primeira edição do curso Mapa Astral: por onde começar?, ministrado pela alquimista, astróloga e terapeuta holística Fernanda Beppler. Dividido em dois módulos, o workshop é indicado a pessoas que possuem interesse no assunto, mas que gostariam de aprofundar conhecimentos básicos para leitura e interpretação de um mapa astral.

A atividade desmistificará para os alunos todos os símbolos que estão em um mapa astral, como os signos, planetas, casas astrológicas e elementos. “Entender o que significa um planeta retrógrado ou signo interceptado, observar potencialidades e desafios, identificar áreas da vida, todos esses aspectos serão abordados no curso”, conta Fernanda, alquimista formada pela Escola de Alquimia Joel Aleixo, de São Paulo/SP, onde estudou durante quatro anos sobre astrologia e assuntos alquímicos.

“É uma oficina para aquelas pessoas que tem muito interesse, algum conhecimento, mas ainda não se sentem completamente seguras para fazerem sozinhas uma leitura. Acima de tudo, acredito que o estudo da astrologia sirva como uma ferramenta terapêutica de autoconhecimento e descoberta: através dos símbolos a astrologia me convida a olhar para dentro e compreender aquilo que eu recebo do mundo como um reflexo do que eu estou emanando para ele. É um portal que abre minha visão para as muitas possibilidades do Eu, do Outro e do Todo”, afirma.

Cada participante recebe seu mapa astral, e é através dele que, ao final do módulo 1, todos os alunos estarão aptos a compreender com segurança a leitura de um mapa. “A partir dos princípios da astrologia alquímica iremos percorrer detalhadamente o vasto universo do mapa astrológico, tendo uma visão ampla e abrangente sobre o tema no módulo 1, e aprofundando e indo além no módulo 2, onde será possível experimentar novas possibilidades de leitura e aplicação do mapa astral, na busca pelo seu propósito de vida”, revela.

A atividade ocorre das 10h às 18h, com apenas 12 vagas. O aluno recebe seu mapa, apostila do curso, certificado e acesso ao grupo de estudos de astrologia. O investimento é deR$ 440,00 (R$100,00 à vista via depósito + 2x 170,00 no dia do curso/cartão). O NAM Yoga & Arte fica na São Manoel, 337, Bairro Rio Branco. Inscrições e informações:nandabeppler@gmail.com ou (51) 98178 6460 | facebook.com/FernandaBepplerAlquimista

Curso Mapa Astral: por onde começar?
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MÓDULO 1:
Simbologia do Mapa Natal
Signos
Planetas
Casas Astrológicas
Ascendente, descendente
Meio do Céu e Fundo do Céu
Retrogradações e Interceptações
Como gerar o Mapa Astral
Identificando a essência e os vários aspectos da personalidade contidos no Mapa Natal
Estudando seu próprio Mapa Natal
Iniciando Leituras Astrológicas
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MÓDULO 2:
Aspectos do Mapa Natal
Os 4 elementos no Mapa
O Mapa Astrológico e o Corpo Humano
As casas astrológicas e os chacras
O Mapa Astrológico e a Aura
O Mapa Astrológico e o Espírito
Tratando possíveis desequilíbrios no mapa
Estimulando potencialidades
Lendo um Mapa Astral com segurança
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CURSO PRESENCIAL
MAPA ASTRAL: por onde começar {MÓDULO 1}
DATA: 29 e 30/setembro
HORA: 10 às 18h
LOCAL: NAM – Yoga & Arte (São Manoel, 337 – Rio Branco, Porto Alegre/RS)
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Por: Fernanda Beppler, Alquimista formada pela Escola de Alquimia Joel Aleixo, de São Paulo/SP, onde estudou amplamente durante 4 anos sobre astrologia e outros assuntos alquímicos. Astróloga, Taróloga, Terapeuta Floral, Geobióloga, Atriz e Musicista criadora do Teatro Mototóti, facilitadora de Círculos de Sagrado Feminino, Oficinas de Incensos de Ervas e outros preparos, criadora do Teatro Alquímico e Alquimia do Som, idealizadora da marca Mandinguinha – produtos místicos naturais. facebook.com/FernandaBepplerAlquimista
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INVESTIMENTO: R$440,00 {R$100,00 à vista via depósito + 2x 170,00 no dia do curso/cartão}

Inscrições e informações: nandabeppler@gmail.com ou pelo whatssap (51) 9 8178 6460.

Das Tripas Sentimento (2018) estreia em 20 de setembro na Casa Cultural Tony Petzhold

Das Tripas Sentimento (2024) - Foto Gui Malgarizi

Espetáculo de dança retorna 18 anos depois em nova montagem aos palcos de Porto Alegre e reivindica a voz de uma das maiores cantoras da música brasileira: Elis Regina

Após 18 anos de sua estreia, o espetáculo Das Tripas Sentimento retorna a Casa Cultural Tony Petzhold em uma nova versão que terá première no dia 20 de setembro. Com direção de June Machado e direção musical de Geraldo Flach, o projeto obteve sucesso absoluto de público e crítica: mais de 5.000 espectadores; seis Troféus Açorianos de Dança (levou as categorias Espetáculo, Bailarina, Figurino, Cenário, Trilha-Sonora e Produção); e apresentações emblemáticas, como a primeira atração do grande show de inauguração do Anfiteatro Pôr do Sol.

Elis Regina é a personagem que inspirou a montagem original e que segue alimentando esta nova versão. Das Tripas Sentimento (2018) objetiva cultivar, através da linguagem da dança, a memória cultural da música brasileira tendo como fonte a forte interpretação da imortal cantora. “A proposta é resgatar o sentimento Elis através do universo poético que o seu canto nos sugestiona. Sua trajetória marcada por atitudes inflamadas de guinadas estéticas (e políticas) radicais e interpretações transcendentes nos leva a refletir sobre o percurso da linha evolutiva da sociedade em que vivemos. E, no momento atual em que se faz urgente ouvir uma das vozes femininas mais importantes desse país, direção e equipe se unem no desafio de realizar este projeto. Em 2000, homenageamos. Em 2018, reivindicamos a VOZ”, declara June.

O título do espetáculo vem de uma frase da artista: “é preciso fazer das tripas sentimento para poder viver neste país”. Nada mais emblemático neste momento em que estamos vivendo. No repertório do espetáculo, 19 canções célebres da carreira de Elis pautam as cenas que contam com a dramaturgia de Gui Malgarizi e pesquisa de Eunice Muniz da Silva. Integram a trilha do espetáculo composições como Romaria, Cartomante, Gracias a La Vida, Dois pra lá Dois pra Cá, Deus Lhe Pague, Travessia, Alô Alô Marciano, Como Nossos Pais, Velha Roupa Colorida, entre outras.

Para quem assistiu a versão de 2000 de Das Tripas… terá a grata surpresa de reencontrar em cena os bailarinos Diego Mac – filho de June, diretor da Macarenando e que na época estreava como bailarino no espetáculo – Thais Petzhold e Dani Boff que integravam o elenco original da montagem. Acompanham Diego, Thais e Dani os bailarinos Cassandra Calabouço, Denis Gosh, Lu Paludo e Rossana Scorza.

A Casa Cultural Tony Petzhold estará aberta a partir das 18h durante a temporada, com o bar funcionando, para receber o público e já entrar no clima antes da apresentação, oferecendo drinks e cardápio criados especialmente para o espetáculo. A temporada ocorre de 21 a 30 de setembro com apresentações de sexta a domingo sempre às 20h e ingressos a R$ 60,00. Valor promocional de R$ 50,00 para venda antecipada (unidades limitadas) online ou nos pontos de venda (Casa Tony Petzhold e Loja Imaginarium Iguatemi. Durante as apresentações, os ingressos estarão à venda uma hora antes do espetáculo.  A Casa Cultural Tony Petzhold fica na Avenida Cristovão Colombo, 400. Mais informações:facebook.com/macarenando | (51) 98918 2124

TEMPORADA DE ESTREIA

20/set: première para convidados

21, 22, 23/set | 20h

28, 29, 30/set | 20h

LOTAÇÃO: 40 LUGARES

LOTE PROMO (unidades limitadas)

INTEIRA: R$ 50

MEIA: R$ 25 (50% de desconto para estudantes, idosos e classe artística, conforme legislação)

 VALORES

INTEIRA: R$ 60

MEIA: R$ 30 (50% de desconto para estudantes, idosos e classe artística, conforme legislação)

 COMO COMPRAR

– Online (taxa de conveniência de 10% paga pelo cliente): https://dastripassentimento2018.eventize.com.br

 – Presencial:

Casa Cultural Tony Petzhold (Cristóvão Colombo, 400): das 9h às 18h. Pagamento somente em dinheiro.

Loja Imaginarium – Shopping Iguatemi (Av. João Wallig, 1800). Pagamento somente em dinheiro

– Na hora:

1h antes do espetáculo.

 

 EVENTO

https://www.facebook.com/events/235687507261540/

 FICHA TÉCNICA

Direção artística e coreográfica: June Machado

Elenco: Cassandra Calabouço, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Lu Paludo, Rossana Scorza, Thais Petzhold

Dramaturgia e Iluminação: Gui Malgarizi

Direção de pesquisa: Eunice Muniz da Silva

Direção de Produção: Sandra Santos

Produção e Cenário: Arthur Bonfanti

Coordenação das Garrafas: Giulia Baptista Vieira

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Visagismo: Equipe Studio Leo Zamper  – Leo Zamper, Becca Martins, Gui Kaufmann e Lucas Lemes

Fotografias: Gui Malgarizi e Claudio Etges

Gestão do projeto: Diego Mac

Realização: Macarenando Dance Concept e Casa Cultural Tony Petzhold

Duração: 90 minutos

Classificação etária: livre

+ INFO

facebook.com/macarenando

macarenando@macarenando.com.br

(51) 9 8918 2124

Depoimentos equipe:

JUNE MACHADO (DIRETORA ARTÍSTICA E COREÓGRAFA)

“Das Tripas Sentimento (2018)” é um projeto que transita no universo musical eliseano e que se apropria da linguagem da dança como forma de expressão artística. Nesse contexto, o que prevalece é o sentido poético que o canto de Elis sugestiona ao bailarino-intérprete. E a coisa acontece assim, fio por fio, até o desenrolar de toda a trama.

GUI MALGARIZI (DRAMATURGISTA)

Surpresa. Felicidade. Honra. Expectativa.

Essas são as sensações que me vêm à mente quando penso no convite para integrar a equipe do “Das Tripas Sentimento 2018”. Na sequência, a palavra de ordem passou a ser: Desafio. “Qual será o espaço do dramaturgista nesta obra?”

Tateei pelo processo por certo tempo. Naquele ar multifacetado e sinuoso dos incessantes laboratórios, consegui abrir os sentidos para mergulhar no universo “eliseano” proposto-declamado pela diretora e coreógrafa June Machado. Os “big bangs” começam a estalar naquele espaço tão restrito-infinito: a sala de ensaio-espetáculo, onde os corpos dos artistas íntegros-inteiros eram tatuados pela voz da diretora.

Em algum momento, aquela frase presente no texto da concepção da obra, que ecoava há tanto, faz sentido: “hoje reivindicamos a voz”. De que voz estamos falando? “A de Elis”, seria a resposta óbvia. Talvez um ponto de partida. Mas por que reivindicá-la? Essa é a investigação que acabou por caracterizar o espaço do dramaturgista. Os prolongamentos começam a surgir quando nos damos conta que, tal qual Elis, somos artistas usando nossa voz-cena para preencher o mundo e dançar as vozes, mesmo ante qualquer força em sentido contrário, continuarão a dançar nos palcos que ainda restarem.

EUNICE MUNIZ DA SILVA (DIRETORA DE PESQUISA)

Participar da equipe que está trabalhando o espetáculo “Das Tripas Sentimento 2018” é uma honra enorme, principalmente, por desfrutar do convívio e da cumplicidade com direção, produção, artistas talentosos, pessoas tão vocacionadas e especiais, que se entregam com muito afeto e disponibilidade artística para o êxito do trabalho.

               Elaborar e executar uma obra artística inspirada no universo da cantora Elis Regina é um grande desafio. A irreverência de Elis observada e estudada em cada palavra cantada dá sentido aos poemas e aos arranjos das canções, com suas interpretações memoráveis e inesquecíveis expondo toda a sua emoção. A interpretação de Elis era feita com coragem como um ato do coração, uma virtude do ser humano, uma força para agir apesar das dificuldades ou dos perigos. É com esta inspiração que trabalhamos cada etapa do espetáculo e desejamos que isso chegue ao público.

Elis trabalhou de maneira a quebrar um conjunto de padrões artísticos, orientadores e estabelecidos até então, para espetáculos de cantores e cantoras. Ela mudou paradigmas realizando espetáculos reunindo artistas de diversas áreas.

A maneira como Elis cantava e interpretava as canções deixava aflorar o seu “eu poético” referindo na voz a expressão dentro do poema, ou seja, aquela voz responsável por nos transmitir e tocar nossos sentimentos e emoções.

O autor criava o poema, a letra da canção, mas o eu poético de Elis era a voz que cantava, que expressava os sentimentos dentro do poema. Pelas características da cantora Elis Regina o desafio desse trabalho é enorme, pois é preciso entender profundamente a sua emoção e a sua VOZ.

Respeito tem seu significado original do latim: “olhar outra vez”. Por essa razão, voltamos à obra de Elis em 2018, como uma forma de prestar culto, veneração, admiração ou fazer um tributo. É como ouvir a expressão: “Eu a respeito”.

Considero que a obra artística de Elis Regina está composta de belas interpretações que refletem o respeito pela Música Popular Brasileira e pelo Brasil.

Viva “Das Tripas Sentimento 2018”.

Viva Macarenando Dance Concept.

Viva Casa Cultural Tony Petzhold.

CASSANDRA CALABOUÇO (BAILARINA)

Lembro que fiquei muito impressionado quando assisti ao espetáculo em 2000. Na verdade, eu fiquei maravilhado! Achei o espetáculo inteligente, inovador, instigante! Havia um discurso poético e político refinado e muito bem dito através de cenas, corpos e movimentos! Aquela dança era definitivamente um olhar diferente do que eu sempre havia suposto que o repertório de Elis Regina pudesse inspirar. 18 anos depois, recebo o convite para integrar o elenco de intérpretes que fará um novo Das tripas sentimentos! Que privilégio ser dirigido pela grande mestra June Machado! O elenco deste trabalho é composto de amigos – bailarinos – artistas – colegas – irmãos de profissão que eu admiro e convivo há tanto tempo. Que honra estar neste elenco! Com o convite, uma surpresa: integrar o elenco não como Nilton, mas através da minha persona drag Cassandra Calabouço. Um prazer imenso. Um desafio imenso. Das tripas sentimento.

DANI BOFF (BAILARINA)

Criar o Das tripas Sentimento em 2018 é de uma maneira revisitar o Das tripas sentimento de 2000. Na época inicial dessa visita eu era uma bailarina grávida, que entrou no elenco com o processo de criação finalizado e apresentações em andamento, entrei para uma substituição. Era ano de inauguração do Anfiteatro Pôr-do-sol e lá estava eu dançando o bêbado e a equilibrista, eu e a minha filha. Eu no palco. Ela na barriga. Nós no Das Tripas.

 Em cena prometi para ela, que jamais deixaria calar a voz da mulher e da arte. E da mulher na arte.  E 18 anos depois cá estou eu, ou melhor, cá estamos nós. Eu em cena e ela nos ensaios, nos bastidores, na plateia. E em cena também, sendo essa memória viva diante dos meus olhos. Juntar essas tripas em 2018 é falar da minha história como bailarina e mulher.

Esse momento de juntar as tripas, reorganizar as ideias e ir para a cena dizer o que é urgente, o que não pode nem deve ser calado, é dar voz. É transformar a voz em movimento.  É DAR VOZ AO CORPO.

 A atemporalidade das músicas cantadas por Elis é ao mesmo tempo impressionante e assustadora. Fascinam por dialogar com os acontecimentos contemporâneos e assustam por esse mesmo motivo. A censura está de volta, o golpe está de volta, estaríamos nós de volta aos tempos sombrios? Estaríamos relendo aquelas páginas infelizes da nossa história?

Não tenho nenhuma certeza sobre essas perguntas, nem sobre as respostas. Mas tenho a certeza que o nosso espaço temos que cavar, na marra. Rindo se possível. Como diria a própria Elis e como dizemos em cena.

Não poso terminar esse relato-diário de campo sem falar no processo de entrada nesse espetáculo.

Ahhhh esse processo delicioso de chafurdar na lama, ou melhor, nas tripas:

Chamo carinhosamente de Juntar as Tripas o processo de criação deste Das tripas Sentimento 2018, e esta maneira descreve muito bem o que foi e o que está sendo essa criação, um momento de dialogar com as memórias e dar forma a elas, coloca-las para dançar, mergulhar nesse universo de Elis. Escutar as músicas que dançamos algumas vezes, todos os dias, as vezes o dia inteiro, o processo de criação foi também um processo de desnudar essa pessoa-artista-bailarina que estaria em cena.

Muito mais do que criar o que faríamos em cena, a tarefa era mostrar quem é essa pessoa que estaria em cena, como esse corpo se movia, que significados ele criava. Foi (e está sendo) um processo de aproximação. De impregnação. Aproximar-se e impregnar-se de Elis e deixar ela falar através de nossos corpos.

Através do meu corpo ela grita. Tu escuta?

SANDRA SANTOS (DIRETORA DE PRODUÇÃO)

Em março de 1999 fui apresentada a arte da dança e não foi nada básico, minha iniciação foi ao som de Elis Regina. Naquele 17 de março Elis estaria de aniversário e para lembrar a data, a amiga de uma amiga reuniu artistas da dança e juntos interpretaram: O Bêbado e o Equilibrista, Saudosa Maloca e Fascinação. Lembro de detalhes até hoje.

Em fevereiro de 2000 nasceu o espetáculo e dentro e fora da obra renasceu uma nova Sandra, que gradativamente foi deixando no passado as tristezas de uma depressão. Neste renascimento, muito além da cenotécnica surge uma pessoa sedenta de todos os conhecimentos relacionadas a artes cênicas, iluminação, cenário, sonorização e produção.

O Das Tripas Sentimento teve seu tempo e seus ensinamentos, entre eles a lição de que o espetáculo não pode parar e para a isso a necessidade de se aprimorar, acumular conhecimentos e assim foi por 18 anos… Muitas obras foram criadas, novas técnicas estudadas e aplicadas nos mais variados temas. O que um dia começou como hobby, hoje é profissão.

E no meio do intenso 2018, June Machado mais uma vez reúne artistas e técnicos para fazer Das Tripas Sentimento, novamente estudar o legado deixado por Elis.

Esse convite não é só emocionante, é realizador. Reviver Elis, sua trajetória, sua obra, seus discursos cantados e falados, que mesmo tendo passado 4 décadas são tão atuais e necessários. Ainda temos muito o que ouvir de Elis Regina.

LUCIANA PALUDO (BAILARINA)

Estar participando desse processo tem sido um tempo de entrar em conexão com a obra de Elis – que tanto fez parte de minhas referências artísticas, na infância e adolescência. Chego a pensar, por exemplo, que o álbum “Falso Brilhante” tenha exercido uma influência muito forte, na maneira que passei a entender as possibilidades estéticas em dança – pensava isso de uma maneira muito intuitiva, até pouco tempo atrás – (para quem nunca ouviu, escute-o e preste atenção na diversidade estética presente na escolha do repertório, nos arranjos e na voz de nossa imortal Elis). Então, tudo isso ganha outras camadas e sentidos…

Dançar Elis (nossa, dançar Elis!), com essa troupe de artistas que admiro e respeito muito, tem sido um aprendizado de arte e de vida; estamos no processo desde janeiro. E June Machado nos conduz a uma espécie de “universo onírico elisiano”; ela nos faz olhar os braços de Elis (e como tem dança naqueles braços – e no seu corpo todo!); leva-nos a revisitar Lennie Dale – e a repensar, hoje, em toda influência que ele teve no gestual de Elis, no início de sua carreira. A partir daí, muitas metáforas, muitos desdobramentos e imagens alimentam a nossa poética. Muito trabalho.

Então, penso no “olho” do Gui Malgarizi, sempre atento ao que ocorre durante os nossos ensaios, em seu papel de dramaturgista – e a relação de respeito que se estabelece entre ele, June e todo o elenco. A equipe técnica luxuosa, com Arthur, Sandra e, agora, a Giulia; a Eunice, que nos ajuda nas pesquisas. A Casa Tony Petzhold que nos abriga, com suas paredes tão impregnadas de tantas memórias de danças… É bonito de ver! [e de estar ali].

Em “Das tripas sentimento, 2018” estamos “reivindicando a voz” e, a cada dia, compreendendo mais o que isso significa. Para trazermos ao público esse espetáculo, ou, como diz June, “este show”.

 

 

DENIS GOSCH (BAILARINO)

Se me perguntarem qual é o som de um domingo de manhã eu digo Elis! Desde muito pequeno me lembro de acordar aos domingos com o cheiro do café, ovo mole e “Romaria” tocada no disco de vinil. Tudo preparando e orquestrado pelo meu pai depois de voltar da tradicional feira.

– Ela era do IAPI! – dizia ele cheio de orgulho de quem foi criado no bairro. – Morava ali no bloco do Fulano, perto do Ciclano, embaixo da dona Beltrana. “Dizem” que se conheciam de vista, mas isso eu já não sei se eu mesmo inventei e enxertei em minhas memórias.

Conhecidos, vizinhos ou não o fato é que sua voz sempre embalou e preencheu de calor a minha lembrança de um café da manhã em família.

“Gracias a la vida que me ha dado tanto!”

Tanto amor e admiração que hoje se espalha hereditariamente. Mas apesar de tudo que narrei, não foi da parte paterna que recebi este legado. A verdadeira fã da Pimentinha sempre foi a minha mãe. Pouco tempo atrás, na dúvida de um presente, era só desencavar um CD ou DVD da Elis Regina. BINGO! Até hoje quando vejo imagens da “maior cantora que este país já teve” em entrevistas, shows ou programas, não consigo deixar de visualizar minha mãe. Talvez os sempre cabelos curtos… O cigarro da época em que minha mãe fumava… Ou só a memória de ser alguém que ela gosta. Ou talvez tenha algo mais, algo dessa força de mulher. Uma potência! Garra! A manha! O INÊS-plicavel amor! Essas coisas que fazem da gente o que nós somos.

“Apesar de termos feito tudo o que fizemos…”

Sabe o resto da música? Ainda bem!

ARTHUR BONFANTI (PRODUTOR)

Das Tripas (é) Sentimento. É olhar para trás e caminhar para frente. É sair do lixo com as mãos sujas de ouro. Brincar de tempo, com o tempo. É arrastão. É beco. É maioridade. Erguer voz e microfone, tomando outras proporções e cachaça. Espetáculo de referências e para reverências. É dança. É fazer das tripas sentimento.

 

 

GIULIA BAPTISTA VIEIRA (COORDENADORA DAS GARRAFAS)

Receita Sentimental de Tripas:

  1. Compõe-se em tripas poéticas
    2. Sacos velhos são como sentimentos
    3. Acrescenta-se carne da história da dança
    4. Escutam música
    5. Mãos de aves saltam de imensidões
    6. E libertam-se

Brava Gastrobar no caderno Destemperados em Zero Hora

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