

Longa-metragem dirigido por Jorge Furtado é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho
A partir de terça-feira, 05 de fevereiro, “Rasga Coração” estará disponível nas plataformas on demand NOW, Vivo e Oi Play. O longa-metragem dirigido por Jorge Furtado estreou nas salas comerciais brasileiras em dezembro de 2018.
Rasga Coração é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho, com roteiro do diretor, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno e conta a história de conta a história de Manguari Pistolão (Marco Ricca), militante anônimo, que depois de quarenta anos de lutas vê o filho Luca (Chay Suede) acusá-lo de conservador. Sem dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica, e num crescente conflito com Luca, Manguari passa em revista seu passado, e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. Intercalando fragmentos de vários momentos da vida de Manguari, o filme atravessa quarenta anos da vida política brasileira. O longa-metragem é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre, Globo Fiilmes e Canal Brasil, com distribuição da Sony Pictures.
O texto original segue tão atual e necessário quanto em seu lançamento, em 1974. Última peça escrita por Vianninha, além de censurada, teve sua encenação e publicação proibidas e mesmo assim recebeu primeiro prêmio no concurso do SNT, por unanimidade da banca, sendo liberada pela Censura apenas cinco anos depois. No prefácio da peça, escrito em fevereiro de 1972, o autor dedicaria ao “lutador anônimo político, aos campeões de lutas populares; preito de gratidão à ‘velha guarda’: à geração que me antecedeu, que foi a que politizou em profundidade a consciência do país”.
No elenco, além de Ricca e Suede, estão Drica Moraes, Luisa Arraes, George Sauma, João Pedro Zappa, Duda Meneghetti, Kiko Mascarenhas, Fabio Enriquez, Nelson Diniz, Anderson Vieira e Cinândrea Guterres. São 20 atores no elenco e 350 figurantes que compõe a ficha de “Rasga Coração”.
As gravações ocorreram em Porto Alegre no final de 2017, com captação em 4K, e com uma equipe composta por 150 profissionais, que que ficaram envolvidos pelo período médio de dois meses de pré-produção e um mês de filmagem, nas dependências do Tecna-Viamão/PUCRS, onde o cenário do apartamento de 170m2 foi construído em 20 dias, mantendo a reprodução de um edifício de Copacabana, selecionado pelos diretores de arte Fiapo Barth e William Valduga.
Aproveitando o espaço da antiga Capela do local, uma equipe de dez marceneiros, dez pintores de arte (vindos de SP), três serralheiros e dois escultores trabalhou no apartamento de Manguari Pistolão que foi montado nos mínimos detalhes para manter as características das construções do bairro carioca: detalhes da fachada, réplica de persianas antigas e janelas do mesmo tamanho que o prédio original, com uma vista para um chroma de 20m, que foi trabalhado em efeitos na pós-produção integram a cena. Mais de 30 empresas fornecedoras estiveram envolvidas, entre serralheria, vidraçaria, madeireira, tintas, papel de parede, pisos, demolidora, acabamentos, molduras, entre outros, além dos oito profissionais da própria equipe de arte do filme. As externas foram filmadas em Porto Alegre e no Rio de Janeiro.
Rasga Coração tem Produção Executiva de Nora Goulart, Direção de Fotografia de Glauco Firpo, Direção de Arte de Fiapo Barth e William Valduga, Direção de Produção de Bel Merel e Glauco Urbim, Figurinos de Rô Cortinhas, Caracterização de Britney, Música Original de Maurício Nader e Montagem de Giba Assis Brasil.
Rasga Coração teve sua première na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro. O filme também foi exibido no Festival do Rio, na mostra Première Brasil e no X Festival Internacional de Cinema da Fronteira, onde recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular.
Mais informações: facebook.com/RasgaCoracaoFilme
Sinopse
Rasga Coração é uma adaptação da peça de Oduvaldo Vianna Filho e conta a história de Manguari Pistolão, militante anônimo que depois de quarenta anos de luta pelo que considera novo e revolucionário, vê o filho Luca acusá-lo de conservador, antiquado e anacrônico. Contando o dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica e num crescente conflito com o filho, Manguari passa em revista seu passado e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. A partir de uma relação entre pai e filho, o filme conta a história de um país partido.
Elenco principal
Marco Ricca – Manguari
Drica Moraes – Nena
Chay Suede – Luca
Luisa Arraes – Mil
George Sauma – Lorde Bundinha
João Pedro Zappa – Manguari Jovem
Duda Meneghetti – Nena Jovem
Kiko Mascarenhas – Castro Cott
Fabio Enriquez – Castro Cott Jovem
Nelson Diniz – 666
Anderson Vieira – Camargo Velho
Cinândrea Guterres – Talita
Roteiro: Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno.
Direção: Jorge Furtado
Produção Executiva: Nora Goulart
Direção de Fotografia: Glauco Firpo
Direção de Arte: Fiapo Barth e William Valduga
Direção de Produção: Bel Merel e Glauco Urbim
Figurinos: Rosângela Cortinhas
Caracterização: Britney Federline
Produção de Elenco: Laura Leão
Montagem: Giba Assis Brasil
Música original: Maurício Nader
SOBRE A CASA DE CINEMA DE PORTO ALEGRE
A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares. A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.
www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa
SOBRE A GLOBO FILMES
Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.
SOBRE O CANAL BRASIL
O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal atinge a marca de 300 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Bragança e “Pendular” de Julia Murat.
SOBRE A SONY PICTURES
Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Saneamento Básico, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente e Um Tio Quase Perfeito.

Evento contará com a participação dos intérpretes de escolas de samba de Porto Alegre
Na próxima segunda-feira, 04 de fevereiro, a partir das 18h, a Banda Saldanha promove em sua sede o lançamento do Baile comemorativo aos seus 40 anos de fundação, que ocorre em 09 de março. O evento ocorre na tradicional “Segunda da Saladanha”, promovendo o primeiro de seus ensaios abertos da temporada de verão com ingressos a preços populares.
A Banda Saldanha receberá intérpretes de escolas de samba de Porto Alegre, além de Andrey e banda.
A Banda Saldanha surgiu na década de 1970, na Rua Saldanha Marinho, no bairro Menino Deus. A história e o motivo foram muito simples: em outubro de 1975, o jovem Pedro Diogo junto com seu amigo César Unanue comemoram um jogo de futebol com roda de samba, que em pouco tempo atingiu enormes proporções – toda a rua Saldanha! O evento tornou-se anual, e ao longo das décadas, tomou novas proporções, atraindo foliões de todos os cantos da cidade.
Em 2002, o criador da Saldanha Pedro Diogo travou uma luta por um espaço digno para a comunidade do samba no Rio Grande do Sul. Três anos depois, conseguiram conquistar sua área própria, onde foi construída a sede da Banda Saldanha, tornando-se uma referência da cultura popular de Porto Alegre. Nessas quatro décadas de atuação em prol da cultura popular, a Banda Saldanha recebeu centenas de artistas, celebridades e ídolos musicais: Neguinho da Beija-Flor, Arlindo Cruz, Alcione, Diogo Nogueira, Almir Guineto, Reinaldo Príncipe do Pagode, Bebeto, Grupo Fundo de Quintal, Só Pra Contrariar, entre outros, o que tornou a entidade como referência no país como alvo do samba e pagode.
Os ingressos, à venda no local,custam R$ 10,00 até às 20h e 20,00 após às 20h e os espaços das churrasqueiras R$ 30,00 (a partir das 12h com isenção de ingresso para grupos que estiverem em eventos no local antes das 18h. Mais informações: www.facebook.com/bandasaldanha/
Lançamento do Baile de 40 anos da Banda Saldanha
Segunda 04/02 – a partir das 18h (Churrasqueiras disponíveis para reservas a partir das 12h, através do facebook da Banda Saldanha: https://www.facebook.com/bandasaldanha/)
Ingressos no local
R$ 10,00 até as 20h
R$ 20,00 após as 20h
|| SOBRE A SALDANHA ||
A Banda Saldanha surgiu na década de 70, na Rua Saldanha Marinho, no bairro Menino Deus. A história e o motivo foram muito simples: em outubro de 1975, o jovem Pedro Diogo junto com seu amigo César Unanue comemoram um jogo de futebol com roda de samba, que em pouco tempo atingiu enormes proporções – toda a rua Saldanha!
O evento tornou-se anual, e ao longo das décadas, tomou novas proporções, atraindo foliões de todos os cantos da cidade.
Em 2002, o criador da Saldanha Pedro Diogo travou uma luta por um espaço digno para a comunidade do samba no Rio Grande do Sul. Três anos depois, conseguiram conquistar sua área própria, onde foi construída a sede da Banda Saldanha, tornando-se uma referência da cultura popular de Porto Alegre.
A partir de 2007, as proporções da banda aumentaram: representando o samba gaúcho no Rio de Janeiro, durante dez anos desfilou em trio elétrico pelas ruas de Copacabana, na zona sul carioca, arrastando multidões. Além disso, mantendo atividades sociais de percussão, gafieira e idiomas de forma gratuita para a comunidade.
Nessas quatro décadas de atuação em prol da cultura popular, a Banda Saldanha recebeu centenas de artistas, celebridades e ídolos musicais: Neguinho da Beija-Flor, Arlindo Cruz, Alcione, Diogo Nogueira, Almir Guineto, Reinaldo Príncipe do Pagode, Bebeto, Grupo Fundo de Quintal, Só Pra Contrariar, entre outros, o que tornou a entidade como referência no país como alvo do samba e pagode. Passistas e músicos da banda marcaram presença com apresentações antológicas em dois dos principais programas da TV Globo, o Encontro Com Fátima Bernardes (2014) e o dominical Esquenta (2015), apresentado por Regina Casé.
Em julho de 2016, a Câmara Municipal de Porto Alegre concedeu a Comenda Porto do Sol à Banda Saldanha. A honraria foi concedida pelos vereadores por ser “uma instituição de organização e mobilização popular histórica de Porto Alegre.”
A Banda Saldanha conta com um DVD lançado ao vivo, a partir de um show gravado na quadra, com um repertório que mescla sucessos de grandes artistas da música brasileira e que teve a participação de nomes como Leci Brandão, Tonho Crocco, Neguinho da Beija-Flor e Leandro Lehart.
A sede da banda funciona aos sábados e domingos, sempre das 11h30 às 22h. No verão, as portas da quadra abrem de sextas às segundas, até a meia-noite.

Longa-metragem dirigido por Dennison Ramalho é a primeira produção do gênero pela Casa de Cinema de Porto Alegre
Porto Alegre, 28 de janeiro de 2019 – Morto não Fala, primeiro longa-metragem do gênero produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Dennison Ramalho, integra a programação do Festival de Cinema Internacional de Rotterdam, que ocorre de 24 de janeiro a 3 de fevereiro.
O International Film Festival Rotterdam (IFFR) é m dos maiores festivais da Europa, sendo um dos cinco maiores festivais de filmes europeus, ao lado de Cannes, Veneza, Berlim, e de Locarno, conhecido por ser uma vitrine de filmes alternativos, inovadores e não-comerciais.
A produção será exibida nos dias 24, 27 e 31 de janeiro e 2 de fevereiro, dentro da mostra Voices, que tem como objetivo celebrar grandes contadores e histórias e filmes arrojados. Morto Não Fala conta a história de Stênio (Daniel de Oliveira), plantonista noturno em um necrotério que possuiu um dom paranormal de comunicação com os mortos. Quando as confidências que ouve do além revelam segredos de sua própria vida, Stênio desencadeia uma maldição que traz perigo e morte para perto de si e de sua família.
O longa já participou de treze festivais no Brasil, Canadá, Espanha, EUA, França, Inglaterra, México e Portugal, e já recebeu prêmios de Melhor Longa Metragem Latino Americano (Morbido Fest – México), Melhor Efeitos Especiais (Nocturna Madrid Film Festival – Espanha), Melhor Atriz pelo Júri Oficial para Fabíula Nascimento e Melhor Diretor no Rio Fantastik Festival.
Morto não Fala foi rodado em Porto Alegre no segundo semestre de 2016, apesar de se passar em São Paulo. A equipe foi formada por aproximadamente 120 profissionais, que ficaram envolvidos pelo período médio de dois meses de pré-produção e um mês de filmagem. As dependências do Tecna-Viamão/PUCRS foram utilizadas como cenários para o filme, o mais importante deles, o IML. Alguns outros ambientes foram reconstruídos dentro da PUCRS e as locações externas ficaram espalhadas pela cidade de Porto Alegre.
Um dos pontos altos da produção foram os manequins confeccionados por quinze artistas plásticos. Todos os corpos foram moldados em pessoas reais, atores do filme. Após o molde, a estrutura básica era construída, passando por diferentes processos, entre eles, pintura artística, perucaria e maquiagens de efeito. Morto Não Fala está foi captado em 4k, com seis personagens principais, onze personagens secundários, quatorze participações e cento e treze figurantes.
O filme é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre com Globo Filmes e Canal Brasil e conta com Daniel de Oliveira, Fabíula Nascimento, Bianca Comparato, Marco Ricca, Cauã Martins e Annalara Prates no elenco. Baseado em um conto de Marco de Castro, tem roteiro de Ramalho e Claudia Jouvin com supervisão de roteiro de Jorge Furtado e George Moura, produção executiva de Nora Goulart, Guel Arraes como produtor associado, direção de fotografia de André Faccioli, direção de arte Fabio Goldfarb, figurinos de Rô Cortinhas, direção de produção de Glauco Urbim, montagem de Jair Peres, som direto de Rafael Rodrigues, música original de Paulo Beto, desenho de som de Ricardo Reis, caracterização e maquiagem de efeito de Britney, esculturas e próteses de efeito de Marcelo Ampe e direção de efeitos visuais de Guilherme Ramalho.
O longa deve estrear nas salas comerciais brasileiras em maio deste ano.
Morto Não Fala
Tagline: “Segredo de morto é segredo de morte.”
SINOPSE: “Stênio é plantonista noturno no necrotério de uma grande e violenta cidade. Em suas madrugadas de trabalho, ele nunca está só, pois possui um dom paranormal de comunicação com os mortos. Quando as confidências que ouve do além revelam segredos de sua própria vida, Stênio desencadeia uma maldição que traz perigo e morte para perto de si e de sua família”.
Dennison Ramalho é diretor e roteirista. Formado em Jornalismo pela PUC/RS e Pósgraduado em Film MFA na Universidade de Columbia (NY). Dirigiu os curtas-metragens “Nocturnu” (1999 – Melhor Curta Metragem / Festival de Cinema de Gramado – Brasil), “Amor é só de Mãe” (2002 – ganhador de 15 prêmios no mundo, incluindo Melhor Curtametragem no Festival de Cinema Fantástico – Canadá) e “Ninja” (2010 – ganhador de 12 prêmios em todo o mundo, incluindo Melhor Curta-metragem no Festival de Cinema de Horror de New York, Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre – FantasPoa e Festival Internacional de Cinema da Transylvania). Co-roteirista de “Encarnação do Demônio”, dirigido por José Mojica Marins – o filme que trouxe o ícone cult do horror brasileiro, Zé do Caixão, de volta ao cinema. Diretor do filme “O ABC da Morte 2” (2014) segmento “J é para Jesus”. Co-autor da série “Carcereiros” (2017) para TV Gobo – vencedora do Grande Prêmio do Júri no MipDrama Screening – Cannes.
PRODUÇÃO
A Casa de Cinema de Porto Alegre foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como a TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, britânico Channel 4, alemão ZDF, a HBO Latin America, o Rockefeller e o Macarthur Fundações, as distribuidoras Columbia e Fox e o produtor argentino 100 Bares. A estratégia Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural. Produções selecionadas: Ilha das Flores (curta, 1989), 3 Minutos (curta, 1999), O Homem que Copiava (longa, 2003), Antes que o Mundo Acabe (longa, 2009), Doce de Mãe (série de televisão, 2014), O Mercado de Notícias (documentário, 2014). Cidades Fantasmas (documentário, 2017 – vencedor É Tudo Verdade)
COPRODUÇÃO
GLOBO FILMES Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.
CANAL BRASIL O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Em 2018, o canal ultrapassou a marca de 300 coproduções realizadas. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor; “Canastra Suja” de Caio Soh; “Tungstênio” de Heitor Dhalia; “Berenice Procura” de Allan Fiterman; “Ferrugem” de Aly Muritiba; “Benzinho” de Gustavo Pizzi e “10 Segundos para Vencer” de José Alvarenga Jr.
ELENCO PRINCIPAL
Daniel de Oliveira – Stênio
Fabíula Nascimento – Odete
Bianca Comparato – Lara
Marco Ricca – Jaime
Cauã Martins – Edson
Annalara Prates – Ciça
FICHA TÉCNICA
Baseado em um conto de Marco de Castro
Direção – Dennison Ramalho
Roteiro – Dennison Ramalho e Claudia Jouvin
Supervisão de Roteiro – Jorge Furtado e George Moura
Produção Executiva – Nora Goulart
Produtor Associado – Guel Arraes
Diretor de Fotografia – André Faccioli
Diretor de Arte – Fabio Goldfarb
Figurinos – Rosângela Cortinhas
Diretor de Produção – Glauco Urbim
Montagem – Jair Peres, AMC
Som Direto – Rafael Rodrigues
Música Original – Paulo Beto
Supervisão de Som – Miriam Biderman, ABC
Desenho de Som – Ricardo Reis, ABC
Produção de Elenco – Alessandra Tosi e Simone Buttelli
Caracterização/Maquiagem de Efeito – Britney Federline
Esculturas e Próteses de Efeito – Marcelo Amp
Direção de Efeitos Visuais – Guilherme Ramalho

Coprodução Brasil-Alemanha terá sessões no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre
Após temporada de estreia no Brasil e na Alemanha em 2018, o espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat volta a cartaz em Porto Alegre nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro, integrando a programação do 20º Porto Verão Alegre. A montagem, uma coprodução da ATO cia.cênica, Primeira Fila Produções e Badisches Staatstheater Karlsruhe, teve financiamento pelo Kulturstiftung des Bundes em parceria com Goethe-Institut Porto Alegre e texto do autor Jürgen Berger.
A doc-ficção, que conta com a direção de Mirah Laline, aborda temas como imigração a partir de diálogos marcantes entre quatro atores e músicos brasileiros, com ascendência germânica, e um jovem ator alemão, radicado no Brasil. No elenco, Camila Falcão, Karin Salz Engel, Martina Frölich, Pascal Bergen e Philipe Philippsen trazem temas como ancestralidade, gerações, memória, pertencimento, imigração permeiam questionamentos como: é possível viver duas culturas ao mesmo tempo? Seria Pátria um instrumento do colonialismo? Que semelhanças existem com a recente onda de imigração no Brasil e na Alemanha?
O sul do Brasil é conhecido por ser a região que recebeu grande parte dos imigrantes vindos da Alemanha. No século XIX chegaram ao Brasil colonos alemães que pela pobreza e falta de perspectiva econômica se refugiaram na região dos Pampas – as famílias receberam boas vindas com o propósito de colonizar a região e embranquecer a população. A partir de então, diversas ondas de imigração alemã se sucederam, desde os refugiados econômicos da crise de 1920, os perseguidos pelo Nazismo na segunda guerra até os próprios Nazistas que com o fim da guerra se esconderam na região. Em algumas famílias até hoje o dialeto alemão Hunsrückisch é falado. Atualmente, a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.
As apresentações ocorrem sempre às 21h, com ingressos antecipados à venda pelo site do festival (portoveraoalegre.com.br), nos pontos de venda (Bourbon Shopping Wallig, Praia de Belas Shopping – 3° andar, DC Shopping, Casarão Verde – Loja 33 e chapelaria do Theatro São Pedro) ou no local do espetáculo, duas horas antes das sessões com valores entre R$ 24,00 e R$ 40,00. Para mais informações, acesse:
facebook.com/patriaestrangeirafrremdeheimat | Instagram @fremde.heimat
FICHA TÉCNICA
MIRAH LALINE | Pesquisa e Direção
JÜRGEN BERGER | Pesquisa e Texto*
PHILIPE PHILIPPSEN – CAMILA FALCÃO – MARTINA FRÖHLICH – KARIN SALZ ENGEL – PASCAL BERTEN | Elenco
MAURICIO CASIRAGHI | Vídeo e Projeções
DÉH DULLIUS | Figurinista
RODRIGO SHALAKO | Cenógrafo
RICARDO VIVIAN | Iluminação
LUCAS DALA-LANNA | Design Gráfico
JANAINA VIANNA | Assistência de Direção
PASCAL BERTEN | Tradução
JAN LINDERS| Diretor de Dramaturgia do Badisches Staatstheater Karlsruhe
VINICIUS MELLO | Produção Executiva
BRUNA PAULIN | Assessoria de Imprensa
DANIELA MAZZILLI E LETICIA VIEIRA | Coordenação de Produção
PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES | Produção Brasil
ATO. Cia cênica | Coprodução Brasil
GOETHE INSTITUT PORTO ALEGRE | Coprodução Brasil
BADISCHES STAATSTHEATER KARLSRUHE | Produção Alemanha
KULTURSTIFTUNG DES BUNDES | Financiamento
* com a colaboração do elenco, direção e equipe criativa
Sinopse
Coração ambivalente
Atualmente a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.
Os antepassados de Martina estão entre os primeiros emigrantes que, no início do século 19, emigraram da atual região da Renânia-Palatinado para o sul do Brasil. Ela vive em Porto Alegre e vive brigando com um coração ambivalente no seu peito. Uma alemã ela não é, mas é realmente brasileira?
Camila é tataraneta de uma família com influência afro-alemã. Sua tataravó teve uma relação com o filho de uma família de imigrantes alemães. O fato de que a tataravó alemã tenha desagregado a família do filho, acompanha Camila até hoje. Porém, no ano de 2018, uma brasileira descendente afro tem problemas mais urgentes.
Philipe é tataraneto de um patchwork brasileiro-indígena-judeu-europeu. Sua árvore genealógica poderia ser tema de um projeto de pesquisa. O brasileiro com os muitos corações no peito tem de viver com o fato de que, apesar de seus antepassados alemães, a cidadania alemã lhe é negada.
Karin viveu e trabalhou como pianista de concertos na Alemanha e na Suíça, mas apesar disso tinha a sensação de que seu coração batia em Porto Alegre. Após quatro anos de migração pela Europa central, ela se decidiu por retornar à sua pátria sul-brasileira. Ela chegou a um país profundamente dividido social e politicamente.
Thomas, do sul do Tirol, vive em Berlim e não pode requerer um passaporte alemão. Ele não necessita de um Ministério para saber que pátria é lá onde ele se sente em casa.
Pátria Estrangeira/Fremde Heimat no 20º Porto Verão Alegre
1, 2 e 3 de fevereiro, 21h
Teatro do Goethe-Institut Porto Alegre – Rua 24 de Outubro, 112
Ingressos:
Antecipados:
Idoso R$ 24,00
Meia entrada R$ 24,00
Banricompras antecipado R$ 28,00
Inteira antecipada R$ 36,00
Inteira na bilheteria do espetáculo R$ 40,00
Ingressos à venda pelo site do festival, no local dos eventos a partir de duas horas antes do início dos espetáculos ou em nossos pontos de venda físicos:
Bourbon Shopping Wallig. Loja da Claro. 2º piso. Av. Assis Brasil, 2611. Segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 14h às 20h.
DC Shopping. Mezanino Produções. Casarão Verde. Rua Frederico Mentz, 1561. Segunda à sexta das 12h às 19h.
Shopping Praia de Belas. Loja da Claro. 2º piso. Av. Praia de Belas, 1181. Segunda a sábado, das 10h às 22h e domingo das 14h às 20h.
Theatro São Pedro. Chapelaria. Praça Mal. Deodoro, S/N. Terça a domingo até o dia 03 de fevereiro, das 15h às 21h.
Portadores do Clube do Assinante ZH e do Banricompras terão desconto válido para titular e acompanhante (dois ingressos por peça), mediante apresentação do cartão ou de comprovante pelo titular. O desconto para portadores do Clube do Assinante ZH, especificamente, poderão contar com este desconto somente nas compras realizadas de maneira presencial.
Estudantes, idosos e demais contemplados pela Lei Federal da Meia Entrada devem apresentar no momento da compra e no momento de entrada no espetáculo o comprovante determinado pela própria lei.




