Ação tem financimento Lei 14.017 – Aldir Blanc via edital da Prefeitura Municipal de Nova Prata
O Festival de Música de Nova Prata promove um novo formato de programação, adaptado aos tempos atuais onde ainda há necessidade de distanciamento social. Contemplado com recursos da Lei 14.017 – Aldir Blanc via edital da Prefeitura Municipal de Nova Prata, o Festival promove no sábado, 29 de maio, uma Mostra Local, a partir das 19h, online e gratuita, com transmissão por suas redes sociais e pela Conecta Mais TV.
Na programação, três bandas locais ganham espaço para mostrar seu trabalho: Garra e Alma, Projeto NóeCordas e Prosa. Além dos shows, o projeto disponibilizará entrevistas com os artistas, que poderão dividir sua trajetória artística e experiências com o público.
Garra e Alma apresenta seu disco de lançamento. Com um repertório totalmente autoral e instrumental de Ricardo Frizon e Giovani Chrestani, a banda tem como protagonista os violões em suas composições, que mesclam influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros.
O Projeto Nó é um grupo formado pelos músicos André Brasil, Diego Berquó e Tiago Andreola e a artista plástica, Ana Lucia Perin. Juntos buscam realizar uma fusão das artes, musicando pinturas e pintando sons. Utilizam como inspiração para a criação musical os ritmos tradicionais brasileiros e a improvisação, e como matéria prima de telas pintadas pela artista, pigmentos orgânicos naturais a base de terra, criando também simbolicamente uma ligação com a ancestralidade presente no material musical do grupo. Buscando um ponto de vista livre no imaginário dos artistas e suas vivências pessoais.
Formado no final de 2018, o Duo Cordas e Prosa surgiu devido ao interesse dos integrantes em estudar repertórios de jazz e música brasileira. A instrumentação é composta por Daniel Peruzzo no violão e Lucas Loro Piano na guitarra. O nome Cordas e Prosa vem do resultado da união dos instrumentos utilizados e das conversas bohemias, além da ideia de transformar as músicas do repertório em uma prosa entre os dois músicos.
O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017. O evento é realizado pela Eclética Escola de Música em parceria com a CUCO Produções, consolidando o festival como uma referência musical na região da Serra. Nesta edição especial, a mostra local do festival conta com o apoio da Plena Comunicação Integrada e da Conecta Mais TV e será realizada com recursos da Lei n. 14.017/2020, viabilizados pelo edital de produções culturais e artísticas organizado pela Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura de Nova Prata.
Estão abertas as inscrições para o workshop Podcast: da escrita à escuta que ocorrerá nos dias 08 e 09 de junho, das 19h às 21h, em formato online e gratuito. O workshop de criação e produção de podcasts conta com a atriz, jornalista e mestre em comunicação Bruna Paulin e a atriz, professora e pesquisadora, mestre e doutora em educação, Mirna Spritzer.
A atividade é voltada a pessoas que busquem utilizar a produção de conteúdo em áudio para projetos de ficção como podficitions, programas de entrevistas, podcasts narrativos ou informativos, entre outros.
Serão realizados dois encontros de 2h cada, onde os participantes receberão conteúdos básicos introdutórios para criação de um conteúdo em áudio, desde sua concepção até veiculação, como criação de um produto de áudio, tipos de formato, como montar um roteiro, produção de entrevistas, gravação, edição e veiculação, além de conceitos sobre a voz e a escuta e relação de sons, trilhas, paisagens sonoras, volumes e a voz.
O segundo encontro proporcionará encontros individuais das ministrantes com os participantes para orientação e consultoria de seu projeto desenvolvido durante a atividade,
ou fora dela.
As inscrições devem ser feitas através de formulário até 01 de junho. Serão disponibilizadas 30 vagas e as pessoas selecionadas serão comunicadas por email. Para mais informações, escreva para brunapaulin@gmail.com.
Sobre as ministrantes
Bruna Paulin é artista e comunicadora. Atriz formada pelo TEPA, jornalista e Mestre em Comunicação Social pela PUCRS desde 2006 desenvolve pesquisas na área da comunicação, cultura e juventude.E 2017 estreou o espetáculo poético-musical Uma Nova Pele. É a host do podcast A História do Disco, lançado em 2020, onde semanalmente entrevista personalidades sobre sua relação com a música. Desenvolve diversos projetos de comunicação para instituições, empresas, marcas e projetos culturais pela Assessoria de Flor em Flor. Já assinou podcasts para Centro Histórico-Cultural Santa Casa, Casa de Cinema de Porto Alegre, Noite dos Museus e Cine Esquema Novo, além de apresentar o programa Ponto de Encontro do Porto Alegre em Cena em 2020. Também em 2020 lançou o projeto de podcast ficcional Músicas para Remendar Coração, com dramaturgia da escritora Clara Corleone.
Mirna Spritzer é atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras. Doutora em Educação com a Tese O corpo tornado voz, a experiência pedagógica da peça radiofônica, em 2005. Produziu e apresentou o programa Radioteatro na Rádio FM Cultura, de 1998 a 2007. Contemplada com o edital Nossa Onda do Ministério da Cultura, em 2011, para produção de radiopeças. Publicou com Raquel Grabauska o livro Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre. Seus trabalhos mais recentes são, em cinema, Yonlu, de Hique Montanari, Aos olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo e Ana. Sem Título, de Lúcia Murat. No teatro, Língua Mãe. Mameloschn, com o qual recebeu o Prêmio Braskem para melhor atriz, Expresso Paraíso e A comédia dos erros. Participou dos podcasts A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. Tem artigos publicados em vários periódicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em
Encontros 08 e 09 de junho, das 19h às 21h, online e gratuito
Dois encontros de 2h cada, onde os participantes receberão conteúdos básicos introdutórios para criação de um conteúdo em áudio, desde sua concepção até veiculação:
Criação de um produto de áudio;
Formato;
Roteiro;
Produção;
Gravação;
A voz e a escuta;
Edição;
Relações sonoras: trilha, paisagem sonora, volumes e relação com a voz
Veiculação
O segundo encontro proporcionará encontros individuais das ministrantes com os participantes para orientação e consultoria de seu projeto desenvolvido durante a atividade ou fora dela.
“Lira” é uma composição em parceria com Lara Lazzaretti
O lançamento Loop Discos em parceria com a Applaus conta com clipe com direção de Diego Imai, Fernando Gonsales e Ricardo D’Avila
Uma canção construída a quatro mãos é o mais recente lançamento de Lino – Lira, composta em parceria com Lara Lazzaretti, chega às plataformas de streaming nesta sexta-feira, 21 de maio, com um clipe assinado pela Ruído. O quarto single do artista paulistano surgiu durante 2020, quando, ao lado da amiga, atriz e estreante no meio musical, resolveram aproveitar o isolamento para experimentar e criar juntos. “Chegamos a dividir apartamento por uns meses ano passado e nesse tempo fomos trocando muitas figurinhas, criando, testando, tanto musicalmente quanto através de outras linguagens artísticas. Nos exploramos artisticamente até cansar”, brincam.
Lira surgiu de uma série de versões de músicas já conhecidas que a dupla começou a tocar e cantar. O que era uma brincadeira entre os amigos inspirou a produção autoral. “É um retrato do momento em que estávamos vivendo: os dois de mudança. Não só uma mudança de CEP, mas também de intensas transformações pessoais”, revelam. E mesmo no meio de tantas turbulências e modificações externas também, a música traz uma mensagem de resiliência: “Lira nos lembra de ficarmos bem, apesar de tudo”.
As gravações do clipe ocorreram no antigo apartamento de Lino, entre as caixas da mudança. Com um clima intimista, o filme em preto e branco tem assinatura da Ruído e direção de Diego Imai, Fernando Gonsales e Ricardo D’Avila.
Este é o quarto lançamento do artista pela Loop Discos em parceria com a Applaus. Em 2020, ocompositor, guitarrista e beatmaker apresentou ao público as canções São, Atento e Iner.
O projeto de carreira solo de Lino inicia em 2018, quando começa a se aventurar na produção de lo-fi em seu quarto. “Criava linhas de piano, de sopros, de guitarra e os beats. Demorei pra começar a usar samples, eu gostava de criar tudo. E naturalmente comecei a compor letras e melodias pra aquilo tudo. Me parecia errado tanta música sem palavras. Minha inspiração é a vida, e as pessoas, sempre. Sou eu tentando traduzir pra mim mesmo o que eu absorvo enquanto eu observo”, revela.
Em 2021 estão previstos mais lançamentos para os próximos meses. Para saber mais sobre Lino, acesse: instagram.com/lino_colatoni
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Lino é ator, compositor, guitarrista e produtor musical paulistano.
Cresci dentro de um espaço com palco e piano. Filho de uma professora por excelência, que figurou muito na ponte entre a minha existência e a arte, ela me permitiu uma infância cercada por uma cultura bem permissiva e acolhedora. Eu descobri cedo que era através daquelas ferramentas que eu iria me expressar diante do Mundo como indivíduo.
Na adolescência, veio o punk, o rap, o skate e a guitarra. Dentro dessa plataforma agressiva, eu entendi o que era traduzir sentimentos complexos em uma forma simples, direta e verdadeira.
Através da paixão, expandi minha pesquisa pra além dos campos em que eu estava habituado. Nasceu também a minha carreira de ator: mergulhei no teatro; no cinema; Conheci e trabalhei com muita gente incrível. E a música sempre do meu lado, cada vez mais nutrida por esse amadurecimento artístico.
Bandas autorais, composições, shows e estúdios: tudo isso já era parte da minha identidade, quando de repente me vi só. Dentro do meu quarto, comecei a produzir meus beats, minhas mixagens, me apropriando cada vez mais da minha bagagem, num desejo de explorar a minha alma como uma ferramenta física – como mais um instrumento. Que sempre esteve presente, mas que agora ganhava um caráter prático.
O Lo-Fi foi minha grande porta de entrada para a produção musical caseira. Depois de meses praticando e compondo instrumentais, eu senti necessidade de colocar palavras dentro daqueles arranjos. Me parecia errado toda aquela musicalidade sem o instrumento do verbo.
De lá pra cá, busco cada vez mais uma conexão honesta entre as minhas referências e os anseios da minha alma. Meu trabalho hoje consiste em desobstruir o caminho da criatividade pra que ela se apresente da forma mais simples e mais sincera possível.
Enquanto eu almejo, me distraio da minha busca, ser basta.
Lançamento: Selo Loop Discos
Loop Discos é o selo musical da agência de música Loop Reclame. Seu casting tem mais de 50 artistas e cuida de todas as etapas de lançamento de uma música ou álbum – da burocracia ao planejamento artístico. Com sua house em Porto Alegre, também atende em São Paulo, Los Angeles e Lisboa e já produziu mais de 300 lançamentos (singles, EPS, discos e clipes).
A Applaus produz conteúdos artísticos teatrais e musicais. São 26 anos de experiência com artistas, shows e festivais na atuação com dezenas de artistas ao longo dessa caminhada por parte de seu fundador, Luciano Cardoso.
Projeto da Macarenando é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS e conta com mostra coreográfica em vídeos e masterclass gratuitas
Com estreia agendada para 17 de maio, a Macarenando apresenta ao público seu mais recente projeto, Dance a Diversidade, uma série de 21 vídeos criados a partir de um desdobramento da pesquisa e do trabalho da companhia com o procedimento Dance a Letra, que já deu origem a diversos espetáculos e obras em vídeo.
Dance a Diversidade traz a temática LGBTQIA+ através de uma seleção de músicas de diversos estilos e épocas, tanto da MPB quanto de artistas internacionais, com canções de artistas como Johnny Hooker, Adriana Calcanhoto, Nei Matogrosso, Lulu Santos, Vitor Kley, entre outros. O projeto é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.
Dance a Diversidade se propõe a focar, dar visibilidade e investir no potencial de criação de novos sentidos para temas que envolvam o universo LGBTQIA+, realizada por artistas pertencentes a essa parcela da população. “O projeto contém em seu título uma cacofonia, podendo ser lido como ‘Dance Adversidade’ – o que não é à toa. Temos muito a dizer, refletir e dançar a respeito dos desafios e adversidades que se impõe à população LGBTQIA+ e aos artistas em nossa sociedade – somam-se a isso os obstáculos do fazer cultural e artístico provocados pela pandemia do COVID-19. No ano em que a Macarenando completa oito anos de trajetória, contemplamos uma história de lutas e de busca pela sobrevivência pela arte, em um grupo majoritariamente composto por pessoas LGBTQIA+ e mulheres. Isso significa permitir que a voz da diversidade se efetive dentro de poéticas videocoreográficas com alcance e projeção dentro da sociedade do RS, fomentando processos de reflexão e de identificação com o público, em especial com o público LGBTQIA+”, declara um dos diretores do grupo, Gui Malgarizi.
As reflexões propostas no projeto não são novas para o grupo, que tem se debruçado sobre temas, conceitos e procedimentos relativos à diversidade de corpos dançantes em toda a sua obra. Isso se exemplifica pela composição da equipe, formada por bailarinos e bailarinas que não se identificam com o padrão estético-corporal único tradicionalmente empregado pela dança: há corpos magros e gordos; jovens e maduros; masculinos, femininos e o que há entre esses espectros. Também não é novidade para o grupo a utilização de plataformas digitais para a realização do projeto. A Macarenando vem, desde 2017, pesquisando e operando nas redes online, tanto para criar arte quanto para se relacionar com o seu público e fomentar novos. Respaldam tais ações a experiência do diretor Diego Mac sobre as relações entre Dança e Tecnologia, que pesquisa sobre o tema desde 2006, passando por um mestrado em Poéticas Visuais (UFRGS) com dissertação acerca de processos de criação entre vídeo e dança.
A dupla de diretores, formada por Diego Mac e Gui Malgarizi, lançou uma regra desafiante à equipe de criação: os gestos a serem utilizados para atribuir às palavras das letras das músicas deveriam ser obrigatoriamente escolhidos de uma única e mesma Coleção de Gestos, composta por 30 itens. Os itens gestuais foram criados e colecionados a partir dos títulos das cenas do primeiro espetáculo original da Macarenando: 100 Formas para o Amor (2014), tornando “o amor sem formas” uma premissa temática para abordar o universo LGBTQIA+.
De acordo com Mac, “Dance a Letra é um procedimento de criação desenvolvido pela Macarenando que consiste em atribuir gestos literais para letras de músicas brasileiras. Para esse projeto, as músicas serão escolhidas de acordo com seu potencial de criação de novos sentidos para temas que envolvam o universo LGBTQIA+. Mas é importante frisar que o trabalho não se propõe a colocar em cena uma visão biográfica, histórica, política, educadora ou sociorealista sobre o tema. Trata-se, antes de tudo, de apresentar o que a dança que fazemos diz e reflete sobre corpos, sexualidades, gêneros, transformações, representações, diversidades e amores. Essa empreitada coloca-nos, sem dúvida, num estado de pesquisa sobre o procedimento Dance a Letra, aprofundando e revelando novas possibilidades para o seu uso e aplicação em um contexto de criação coreográfica.”
Os bailarinos ensaiaram e gravaram suas performances cada um de sua casa. Todo o processo foi realizado remotamente, com duração de sete semanas entre ensaios, gravações e edição do material. Com orientação coreográfica de June Machado, será possível conferir diariamente nas redes da Macarenando no YouTube, Facebook e Instagram performances dos bailarinos Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Chiarah Cohén, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Eduardo Richa, Freda Corteze, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
Encerrando a programação, o grupo promove uma masterclass gratuita no dia 12 de junho, destinada a artistas LGBTQIA+ do Rio Grande do Sul, com a participação da equipe Macarenando e mediação da Professora Drª. Luciane Coccaro (UFRJ). A atividade, intitulada COMO ESSE VÍDEO DANÇA? Ferramentas para a criação de dança para telas tem como objetivo proporcionar o compartilhamento e reflexão a respeito dos procedimentos e técnicas de criação artística utilizadas no projeto. O encontro ocorre das 14h às 17h pela plataforma Zoom e as inscrições estão abertas através do link http://bit.ly/masterclassdanceadiversidade
A partir de 17 de maio, diariamente, nas redes da Macarenando
Canções que integram as performances:
Under Pressure (instrumental)
Pau, Perereca e Cu (cantado por Harmonia do Sampler)
Escandalizar (cantado por Johnny Hooker)
Como 2 e 2 (cantado por Ney Matogrosso)
Tato (cantado por Arnaldo Antunes)
Homem (cantado por Alice Caymmi)
Pelo Amor De Deus (cantado por Alice Caymmi)
Corpo Fechado (cantado por Johnny Hooker)
Lizete (cantado por Na Ozetti)
Você Me Pergunta (cantado por Adriana Cacanhotto e Rubel)
Touro (cantado por Johnny Hooker)
Antes De Tudo (cantado por Alice Caymmi)
Que Estrago (cantado por Letrux)
Lamento (cantado por Caio Prado)
Bastidores (cantado por Cauby Peixoto)
A Mulher Barbada (cantado por Adriana Cacanhotto)
Era Pra Ser (cantado por Adriana Cacanhotto)
Velhos E Jovens (cantado por Adriana Cacanhotto)
A Cura (cantado por Lulu Santos e Vitor Kley)
Amor Meu Grande Amor (cantado por Angela Ro Ro)
Esse Cara (cantado por Cazuza)
Masterclass COMO ESSE VÍDEO DANÇA? Ferramentas para a criação de dança para telas – 12 de junho, das 14h às 17h, pelo Zoom. Inscrições – http://bit.ly/masterclassdanceadiversidade
FICHA TÉCNICA
Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
Bailarinos: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Chiarah Cohén, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Eduardo Richa, Freda Corteze, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
Orientação coreográfica: June Machado
Videocoreografia: Diego Mac
Participação especial: Jack Garcia (vídeo “Antes de Tudo”)
Mediação da Masterclass: Luciane Coccaro
Produção: Sandra Santos e Arthur Bonfanti
Gestão de comunicação digital: Giulia Baptista Vieira
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin
Assessoria contábil: Fernanda Raab Prass
SOBRE A MACARENANDO
Macarenando é uma iniciativa cultural que investe na mistura da dança, do humor e da cultura pop para criação de conteúdos, projetos e serviços.
No portfólio de espetáculos constam ABOBRINHAS RECHEADAS – O JOGO (2013), 100 FORMAS PARA O AMOR (2014), A CLASSE (2015), QUAL É A MÚSICA DESSA CENA (edição 2017 e 2018), DANCE A LETRA GRUPÃO POCKET LIVE GESTOS CAETANO (2017), DANCE A LETRA: SOBREVIDA (2018), ABOBRINHAS RECHEADAS: REI ROBERTO (2018), DAS TRIPAS SENTIMENTO (2018), as intervenções urbanas 100FORMAS.LOV (2016), ENSAIO SOBRE AUSÊNCIA E DOÇURA (2016) e MASH (2018), BALBÚRDIA (2019), e a encenação de terror imersivo CASA DO MEDO (2017-2020).
Em âmbito digital, a Macarenando executa o projeto de Presença Digital da marca por meio da atuação em diversas plataformas, como Youtube, Facebook, Instagram, Spotify e site institucional, com criação e distribuição de conteúdos sobre dança, humor e cultura pop, em contínua aproximação e relação com o público. Em 2017, lançou o eBook #TEXTÃO @MACARENANDO, que reúne textos produzidos pela equipe Macarenando e publicados em sua página no Facebook sob a forma de #textão. Em 2018 e 2109, publicou a série “Vídeo Dance a Letra”, com 24 vídeos. Em 2019, realizou o Prêmio Macarenão, um debate em formato live sobre os destaques da Dança em Porto Alegre no ano. Em 2020, em função da pandemia do COVID-19, intensificou-se o trabalho neste projeto, de modo prioritário, perfazendo uma série de ações online, como: criação e publicação de mais de 100 de vídeos, lives, cursos online e exibição de espetáculos em vídeo.
É dirigida por Diego Mac, que ao longo de sua trajetória artística vem se apropriando da coreografia Macarena em suas criações, entendendo-a como marca da dança no mundo.
Inaugurada em dezembro de 2013, a Macarenando construiu forte presença no setor cultural ao apresentar diferentes nichos e abordagens para a dança como linguagem criativa. Inserida na perspectiva do desenvolvimento cultural e econômico junto à indústria criativa, opera na simplicidade, na diversidade, no bom humor, na proposição da experiência sensível, na aproximação com o público, na popularização da dança cênica, na formação de plateia, no agenciamento com diferentes setores e mercados, e no desejo de mudar o mundo, mobilizar pessoas e provocar transformações.
Edredom tem clipe dirigido por Vinicius Angeli e Vitória Proença
Nesta quinta-feira, 13 de maio, chega às plataformas digitais o terceiro single de Ianaê Régia, Edredom. A cantora de R&B Alternativo usa pedal de looping e compõe melodias coloridas ao explorar sua personalidade e extensão vocal. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Edredom é composta por quatro elementos primordiais: a voz, o beat, a guitarra elétrica e o baixo acústico – agentes criam uma atmosfera suave influenciada pelo Lofi Hip-Hop, R&B Alternativo e NeoSoul que contrastam com o uso de percussões que também evidenciam o caráter latino-americano da música.
Com produção musical de João Pedro Cé, o single conta com Mateus Albornoz no baixo acústico, Gabriel Gorski na guitarra, e Ianaê nos vocais e synth. A letra de Edredom, de caráter subjetivista e nostálgico, narra o processo dialógico ansioso de uma personagem consigo própria. À distância, ela é capaz de visualizar o movimento pela cidade e sua imaginação a torna presente aos ambientes nos quais ela não habita.
A cantora e compositora lançou seu primeiro single chamado Os Malditos Versos Livres em 2019, onde relata as angústias em relação à censura sobre a classe artística-política. Nessa canção, seus versos metafóricos denunciam acontecimentos do período da Ditadura Civil-Militar. Em 2020 foi a vez de Devir, inspirado em uma estética lo-fi, que retrata cenas do cotidiano em período de distanciamento social. A canção, produzida por Ianaê, apresenta uma atmosfera introspectiva, nostálgica e intimista sobre a conexão entre corpo e cidade. O pianista Diego Schutz é quem executa, no single, a criação instrumental.
O clipe de Edredom tem roteiro, direção e direção de fotografia de Vinicius Angeli e Vitória Proença, da 229 Visuais, com direção cênica e direção de arte de Paola Kirst, que também abriu as portas da sua casa para a gravação do clipe. O filme estará disponível no canal do YouTube da artista. Para saber mais sobre o projeto, acesse: https://www.instagram.com/ianaeregia/ |
Ianaê Régia é cantora de R&B Alternativo e seu repertório segue três pilares: o político, o conceitual e o sensual. Usa pedal de looping e compõe melodias coloridas ao explorar sua personalidade e extensão vocal. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público.
Em 2020 seu projeto de lançamento de podcast e singleclipe foi contemplado no edital do FAC Digital. De caráter educativo, o podcast “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, é onde Ianaê conversa com artistas pretes da cena local acerca de pautas da luta antirracista. Também em 2020 foi aluna na primeira turma do curso de capacitação TREINAM, apresentando pitch para agentes da indústria da música como Fernanda Paiva, Ana Morena e Renata Gomes.
É também Produtora Artística e atualmente toma frente nos trabalhos de Identidade, Preparação de Elenco e Direção Cênica com artistas como Dessa Ferreira, Cassi3 e Charles Frutas no projeto Cores do Sul. Será mentora de Presença de Palco no Circuito Orelhas, projeto contemplado pelo Natura Musical.
Edredom, lançamento em 13 de maio
Um filme de 229 Visuais
Direção: Vinicius Angeli e Vitória Proença
Roteiro: Vinicius Angeli e Ianaê Régia
Direção Cênica e Direção de Arte: Paola Kirst
Direção de Fotografia: Vinicius Angeli e Vitória Proença
Colorização e Edição: Vinicius Angeli
Montagem e edição: Vinicius Angeli, Vitória Proença, Ianaê Régia
Série original de podfiction sobre mulheres na ciência conta a história de Carlota, interpretada por Mel Lisboa
Trilha sonora assinada por Ricardo Severo será lançada na sexta-feira, 14 de maio, nas plataformas de streaming (pré-save –https://ffm.to/asagadecarlota)
Está no ar o décimo e último episódio da primeira temporada de A Ciência como ela é – a Saga de Carlota, uma série original de podcast ficcional sobre mulheres na ciência. A podfiction narra a história de Carlota, interpretada por Mel Lisboa, uma professora de física que enfrenta diversos desafios ao longo da vida para ser uma cientista. Desde a estreia, em 08 de março, o programa alcançou mais de 4.800 execuções de ouvintes no Brasil, EUA, Canadá, Portugal, Reino Unido, Espanha, Alemanha e Austrália.
Nesta sexta-feira, 14 de maio, será possível conferir a trilha sonora original da podfiction, composta por Ricardo Severo. As nove faixas instrumentais serão disponibilizadas gratuitamente em diversas plataformas de streaming. Inspirado pelos sintetizadores de compositores como Vangelis e Jean Michel Jarre, Severo traz, com sua sonoridade eletrônica, uma atmosfera moderna a esse novo formato de áudio que tem elementos das antigas novelas de rádio, mas que é totalmente voltado para o streaming. Compositor, diretor musical e dramaturgo, Ricardo iniciou sua carreira musical há mais de 35 anos. Desde então, vem compondo e produzindo trilhas para teatro, cinema, dança e TV, além de ter feito canções originais e produções para diversos intérpretes.
A série de podfiction tem como objetivo discutir dados de estudos científicos sobre a baixa representatividade de mulheres na ciência, debater a importância e as vantagens da diversidade na área, trazendo algumas possíveis soluções para resolver o problema. A Saga de Carlota teve origem em uma peça teatral, em 2017. A ciência como ela é foi criada por Carolina Brito (professor.ufrgs.br/carolinabrito/) e Márcia Barbosa (www.if.ufrgs.br/~barbosa/), doutoras e professoras do Instituto de Física da UFRGS, com ampla experiência em ensino, pesquisa e extensão. Além de serem pesquisadoras sobre as questões de gênero na ciência, ambas integram o programa de Extensão Meninas na Ciência (https://www.ufrgs.br/meninasnaciencia/), que tem como objetivo principal atrair meninas para áreas de ciências exatas e tecnológicas.
A partir da montagem teatral, surgiu a história de Carlota. Segundo a dupla, baseadas em histórias de muitas cientistas que diariamente enfrentam diversos desafios, em especial por conta de gênero, elas resolveram construir um projeto de ficção que reunisse parte de diversas vivências de mulheres na ciência.
O espetáculo A ciência como ela é narrava a vida de Carlota desde sua infância até se tornar uma cientista feminista. Neste processo, ela encontrava diversos personagens, cada um representando uma barreira a ser enfrentada. O texto dramatúrgico, dividido em cinco atos, trazia esquetes ficcionais intercaladas pela discussão sobre as pesquisas e estatísticas relacionadas a cada segmento. A peça foi apresentada em diversos eventos com bastante sucesso, tanto no Brasil quanto em congressos científicos internacionais e foi gravada em estúdio (https://www.ufrgs.br/napead/portfolio/70). A partir daí, surgiu a podfiction, que também conta com Jeferson Arenzon (www.if.ufrgs.br/~arenzon/), colega de Carolina e Márcia no Instituto de Física, Cristina Bonorino, imunologista e Professora Titular da UFCSPA, e Ricardo Severo, compositor, diretor musical e dramaturgo, no time de criadores e roteiristas.
Como produtores há mais de 10 anos do podcast de divulgação científica “Fronteiras da Ciência” ( http://frontdaciencia.blogspot.com/ ), Jeferson e Carolina viram crescer o consumo de podcasts nos últimos anos. A equipe então identificou a necessidade de um programa que trouxesse a pauta das mulheres na ciência para o mundo dos podcasts e criou A Saga de Carlota. A série pretende levantar a questão da diversidade na ciência para além da esfera acadêmica, trazendo a linguagem artística para atingir um público mais amplo, mas sem abandonar um ponto essencial neste projeto, que é a apresentação de resultados científicos sobre o assunto.
“A partir de A Saga de Carlota, pretendemos contribuir para uma transformação na percepção dos ouvintes no que concerne a necessidade de uma maior diversidade na ciência e elevar o debate sobre machismo, diversidade, assédios sexual e moral a temas científicos que devem ser tratados com base em evidências e com método”, declaram os criadores. Passando pela infância e os desafios das pequenas cientistas e suas famílias, assédio de professores e colegas, participação de mulheres na vida política, preconceito na academia, assédio por superiores, diversidade racial, Carlota segue sua trajetória, assim como diversas mulheres que inspiraram a criação desta história. “Alguns episódios que integram os roteiros foram presenciados por nós, outros são relatos de colegas, não só no Brasil, mas no mundo todo”, afirmam Carolina, Márcia e Cristina.
Com financiamento do Instituto Serrapilheira, A Saga de Carlota traz no elenco Eduardo Semerjian, Eduardo Silva, Érica Montanheiro, Fafy Siqueira, Herbert Richers Jr., Ilana Kaplan, Jamile Godoy, Mel Lisboa, Nany People, Otavio Martins, Rubens Caribe, Samuel de Assis e Tuna Dwek. Os episódios, disponíveis gratuitamente em diversas plataformas de streaming, vão ao ar semanalmente às segundas-feiras até 10 de maio. Para saber mais sobre o projeto, acesse https://ufrgs.com/asagadecarlota/ ou nas redes sociais @asagadecarlota.
A Ciência Como ela é – A Saga de Carlota
Disponível diversas plataformas de streaming – último episódio da primeira temporada no ar em 10 de maio
Trilha sonora original disponível em diversas plataformas de streaming a partir de 14 de maio – pré-save – https://ffm.to/asagadecarlota
Ficha técnica
Carolina Brito: autora, roteirista e produtora geral
Márcia C Barbosa: autora, roteirista
Cristina Bonorino: roteirista-chefe
Jeferson J. Arenzon: roteirista e co-produtor
Ricardo Severo: roteirista, diretor de elenco, produtor musical, editor de som e áudio
Identidade visual: Agência Monday
Assessoria de comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Vinhetas e animações: Francine dos Santos
Oferecimento: Instituto de Física da UFRGS
Apoio do Instituto Serrapilheira
Elenco:
Mel Lisboa: Carlota
Ilana Kaplan: Narradora
Rubens Caribé: Narrador
Nany People: Mãe da Magda, Profa Ana, Amélia e mulher no armário
Fafy Siqueira : Mãe da Carlota , Claudia, Beatriz
Tuna Dwek: Magda e Nádia
Jamile Godoy: Marina, Clara, Angélica, Mariana, Maria
Eduardo Semerjian: Mateus, Prof de Física, Prof Pedro
Herbert Richers Jr: Carlos Alejandro, Gerald, Prof.Bernardo, Prof Nicolas, Guilherme
Otávio Martins: Rafael, Aluno2, Leonardo, Gustavo e Felipe
Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, oferece prêmios entre R$ 1.500,00 a R$ 4.000,00 para os vídeos vencedores
Um novo festival voltado à produção de videoclipes está com inscrições abertas: o Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.
Até 31 de maio será possível enviar videoclipes produzidos por pessoas físicas e jurídicas, realizadores e produtoras audiovisuais, videomakers, músicos e bandas. O videoclipe não tem limite mínimo de duração, e concorrerá a prêmios entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Os cinco primeiros lugares serão eleitos pelo júri do festival, além de um prêmio para o vídeo vencedor escolhido pelo público, que poderá votar nos preferidos pelo site www.lupafestival.com.br
Com abrangência para produções realizadas no Rio Grande do Sul, a primeira edição do Lupa tem como objetivo fomentar a produção audiovisual local, assim como a divulgação de bandas independentes, proporcionando um cenário mais amplo, através do ambiente digital. “Além da importância do fomento a esta nova cadeia da produção cultural, é preciso ressaltar que o foco do projeto é incentivar os artistas e bandas a se conscientizarem que o videoclipe é uma ferramenta fundamental para que seus trabalhos sejam divulgados e conhecidos pelo grande público”, declara Fernando Keiber, organizador do projeto.
A curadoria, formada por Fernando Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos, selecionará os 30 vídeos que integrarão a final e estarão disponíveis para votação a partir de 09 de junho. A mostra virtual dos vídeos selecionados bem como o evento de premiação se dará no dia 15 de julho, através do canal do YouTube do projeto.
Dúvidas podem ser encaminhadas pelo e-mail oscsempreviva@gmail.com ou pelos telefones (51) 996158335 e (55) 984073617. Para acompanhar as novidades do Lupa Festival, acesse: www.lupafestival.com.br | instagram.com/lupafestival | https://www.facebook.com/lupafestival
ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.
FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.
HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.
LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).
Atividade ministrada pelo Doutor em Teatro Daniel Colin integra a programação do projeto Decolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul, vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS
A partir desta segunda-feira, 19 de abril, estão abertas as inscrições para o workshop Arte, Gênero & Sexualidade, ministrado pelo Doutor em Teatro e ativista LGBTQIA+ Daniel Colin. A atividade integra a programação do projeto Decolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul, vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.
Aberto para qualquer pessoa, sem precisar de experiência anterior na área artística, o workshop utiliza a perspectiva decolonial como ponto de partida para os participantes experimentarem outras possibilidades, outros prazeres e outros caminhos na vida cotidiana e na prática artística. Realizador e pesquisador teatral há duas décadas, Colin desenvolve pesquisas que percebem a arte como um manifesto poderoso vinculado diretamente com seu entorno social. A partir de aportes teóricos e de referenciais práticos do ministrante, o curso incentiva a turma para que cada participante seja capaz de reavaliar suas vivências do dia-a-dia para que possam produzir vídeo performances artísticas individuais, todas com orientação do professor. “Esta pode ser uma ótima oportunidade para todes interessades inspirarem seus sentidos, renovarem o olhar e explorarem o corpo de outras formas”, declara. “São atividades que pretendem estimular a formação tanto de artistas, quanto de espectadores, bem como almeja incentivar o debate crítico acerca dos temas e campos envolvidos neste projeto”.
Os encontros incentivam os participantes a produzirem materiais corporais e artísticos levando-se em consideração as condições adversas dos locais nos quais alunes estarão assistindo às aulas. O professor também disponibilizará material didático textual, por meio de artigos e capítulos científico-artísticos disponíveis na internet.
O programa do curso se baseia na experiência teórico-prática que resultou na tese de doutorado de Colin, bem como na sua trajetória como professor de artes. O curso conta com quatro participações: a atriz e licencianda em teatro pela UERGS Elena Trindade, a bacharela em Direção Teatral pela UFRGS, Silvana Rodrigues, a atriz e realizadora audiovisual Thais Fernandes e o performer e mestrando em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa FCSH Xico Tuchtenhagen. O resultado dos 12 encontros poderá ser conferido em um microfestival on-line, intitulado Plurais, que poderá ser conferido pelo YouTube do projeto.
Os encontros serão realizados através de plataforma Zoom a partir de 04 de maio, com aulas às terças e quintas-feiras às 19h e sábados das 15h às 17h30. A carga horária total é de 30 horas/aula, com distribuição de certificados digitais para participantes (com 75% de presença nas aulas). As aulas serão gravadas e poderão ser acessadas exclusivamente por estudantes que não tenham conseguido assistir aos encontros em tempo real.
Toda a programação do projeto é gratuita e as inscrições seguem abertas até 30 de abril pelo formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScmdSatR59VB161Fb7HrijRqlEzc9R1TInUHshiRxl_w6wCOA/viewform, com divulgação dos selecionados em 02 de maio. O projeto Decolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul é executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/20. Mais informações pelo email danielcolin@gmail.com ou pelo whatsapp (51) 98210-6539.
Workshop “Arte, Gênero & Sexualidade”, ministrado pelo Doutor em Teatro e ativista LGBTQIA+ Daniel Colin
Eixos Temáticos:
Eixo 1 – DECOLONIALIDADE, GÊNERO E SEXUALIDADE (2 encontros): Discussão sobre a inflexão decolonial e os possíveis cruzamentos com as artes do corpo produzidas na América Latina (sobretudo no Brasil) na última década, além do entrecruzamento com questões de gênero e sexualidade. Professora convidada: Elena Trindade.
Eixo 2 – ARTE AUTO-BIOGRÁFICA (3 encontros): Breve revisão histórica da performance art e do teatro performativo, bem como de conceitos geohistórico-políticos como parâmetro inicial para o debate decolonial e para a produção artística autoral. Professora convidada: Silvana Rodrigues.
Eixo 3 – CONTRADISPOSITIVOS ARTÍSTICOS: (VÍDEO)PERFORMANCES (3 encontros): Exploração teórico-prática da noção de inversão dos dispositivos de poder colonial como estratégia para a criação artística autoral. Orientações técnicas acerca da produção de material audiovisual para internet. Professora convidada: Thais Fernandes.
Eixo 4 – MEU CORPO, MINHA VOZ, MEU DISCURSO (4 encontros): Aulas de criação das videoperformances e troca de olhares sobre as mesmas, com sugestões de professores e da turma. Aulas expositivas dos trabalhos artísticos produzidos pela turma a partir dos estímulos discutidos e assimilados nos encontros anteriores. Professor convidado: Xico Tuchtenhagen.
Encontros 04, 06, 08, 11, 13, 15, 18, 20, 22, 25, 27 e 29/5): sempre às terças e quintas (19h às 21h30) e aos sábados (15h às 17h30).
Daniel dos Santos Colin é Doutor em Teatro (UDESC), Mestre e Bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). Também é professor convidado da Pós-Graduação Lato Sensu / Especialização – Artes Cênicas (CENSUPEG) desde 2018. Dentre suas principais funções na área teatral estão: diretor, ator, performer, dramaturgo e professor. É integrante e membro-fundador do grupo Teatro Sarcáustico, em Porto Alegre/RS. Sua pesquisa teórico-prática articula conceitos como corpo, performance, arte e atuação em relação com estudos sobre decolonialidade, gênero e sexualidade, a partir da qual resultaram suas investigações de mestrado e doutorado. Atua como professor de artes há 18 anos em diversas cidades do Brasil, sobretudo em Porto Alegre e Caxias do Sul, ambas no RS. Ministra oficinas e workshops de temáticas diversas, dentre elas: direção cênica, dramaturgia, performance, atuação e práticas decoloniais.
Obras vencedoras da Mostra Competitiva Brasil foram divulgadas nesta quarta-feira pelas redes sociais do festival
Júri elegeu Os Últimos Românticos do Mundo e Célio’s Circle como os vencedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo
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Obras poderão ser conferidas até 18 de abril, no Chorinho do CEN
Porto Alegre, 14 de abril de 2021 – Nesta quarta-feira, 14 de abril, o 14º Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira divulgou os ganhadores da Mostra Competitiva Brasil. O júri, composto pela curadora e crítica de arte Fernanda Brenner, a documentarista, curadora e jornalista Flavia Guerra, a cineasta, curadora e produtora Graciela Guarani e a multiartista Linn da Quebrada, elegeu Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda, e Célio’s Circle, de Diego Lisboa, como os vendedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo em 2021. As obras recebem o troféu assinado pelo artista Luiz Roque, além de R$ 10.000,00 em locação de equipamentos de luz e maquinária da Locall RS e R$ 10.000,00 em utilização dos serviços de infraestrutura de produção e pós-produção do TECNA, centro de Produção Audiovisual, um empreendimento do ecossistema do TECNOPUC. O prêmio será dividido entre os dois vencedores. A juradas também concederam para Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo, o prêmio em empréstimo de equipamentos (Black Magic Ursa e acessórios) por duas semanas ou serviço de mixagem de 20 horas, do CTAV – Centro Técnico Audiovisual.
As 31 obras selecionadas pelos curadores Jaqueline Beltrame, Dirnei Prates, Gustavo Spolidoro e Vinicius Lopes para a Mostra Competitiva Brasil foram avaliadas pelas juradas, que tiveram a missão de eleger o Grande Prêmio do 14º Cine Esquema Novo e mais cinco destaques, todos eles acompanhados de uma justificativa que explicita as razões da escolha. As produções selecionadas foram Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Henrique Amud & Lucas H. Rossi dos Santos, Caminhos Encobertos, de Beatriz Macruz e Maria Clara Guiral, Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo, Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira e Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi dos Santos.
Este ano, por conta do formato on-line, a organização do festival criou uma novidade para a Mostra Competitiva Brasil: o Caderno de Artista. A novidade apresentou, no site do festival, diversos conteúdos construídos em parceria com cada um dos selecionados, disponíveis em um ambiente digital criado para cada participante. Além disso, cada realizador foi instigado a trazer outra obra audiovisual que entre em diálogo com seu trabalho para esse espaço virtual. O Caderno de Artista, uma proposição inédita, “é um espaço que reúne, além do filme selecionado, a obra que dialoga com o trabalho em competição, entrevistas, informações e outras imagens, convidando o público a ter uma maior compreensão do universo de cada realizador”, declara a diretora do festival, Jaqueline Beltrame.
Além da Mostra Competitiva Brasil, o CEN realizou a segunda edição da Mostra Outros Esquemas, que contou com 12 obras, e a Mostra Artista Convidado Welket Bungué, que reuniu seis filmes do artista transdisclipinar de Guiné Bissau cujo nome é título da mostra. Todos os filmes estão disponíveis no site do festival gratuitamente e on-demand.
Além das mostras, o festival promoveu projeções urbanas em três pontos de Porto Alegre; quatro oficinas, uma em parceria com o projeto Câmera Causa e três em parceria com o Macumba LAB; a segunda edição do Seminário Pensar a Imagem, com produção e curadoria de Gabriela Almeida e que segue até esta quinta, 15 de abril, através do YouTube do evento, gratuitamente e com intérprete de LIBRAS; e debates com os realizadores da Mostra Competitiva. O público também pode conferir entrevistas pelo Instagram do Cine Esquema Novo através das lives Abrindo Cadernos, nas quais os realizadores da Mostra Outros Esquemas falam sobre seus processos de criação em entrevista com a jornalista Bruna Paulin, e o Shot Esquema Novo, um momento de descontração com a equipe do festival e diversos convidados. As duas atividades ocorrem até esta quinta-feira.
O time de curadores das mostras contou com Dirnei Prates, Gustavo Spolidoro, Jaqueline Beltrame e Vinicius Lopes. A curadoria das projeções urbanas é assinada por Tiatã, com intervenção artística da VJ Janaina Castoldi, e Alisson Avila, um dos sócios-fundadores do CEN, integrou a curadoria da mostra de Bungué, ao lado de Jaqueline e Gustavo.
CHORINHO DO CEN
Devido ao sucesso desta edição on-line, a organização do 14º Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira disponibilizará por mais três dias a possibilidade de o público assistir às obras deste ano, que ficarão no site até as 23h59 deste domingo, 18 de abril. “Diferente das edições fisicamente presenciais, e por conta do grande volume de conteúdos disponíveis através dos Cadernos de Artista, recebemos muitos pedidos do público que gostariam de mais tempo para apreciar as obras. Assim surgiu a ideia do Chorinho do CEN”, revela Jaqueline, que também é uma das fundadoras do festival, curadora das três mostras e coordenadora de produção do evento. O Chorinho também é a chance de quem não assistiu aos vencedores deste ano ter tempo extra para conferir os escolhidos pelas juradas”, conta. Os conteúdos dos Cadernos de Artista, exceto os filmes da Competitiva e as obras convidadas, seguirão disponíveis no site do festival para consulta após o período de exibição.
O 14º Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem. Projeto realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020. Mais informações, acesse: http://www.cineesquemanovo.org | http://www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cine_esquema_novo
Saiba Mais
Mostra Competitiva Brasil – Grande Prêmio 14º Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira
“Uma escolha que não divide, mas que complementa o olhar sobre o futuro que já é. Presente. “Principício” entre o início e o fim, ou o início do fim. Um mundo termina para que outro sonhado nasça. O mundo como o conhecemos já acabou muitas vezes. E ainda vai acabar tantas outras.
Se em Célio’s Circle o personagem-antena é atravessado por ondas, energias, discursos e um cotidiano duro e de esquecimento, em Os Últimos Românticos do Mundo, os corpos são atravessados pela ideia de uma nova realidade construída segundo outros parâmetros. Uma onda rosa substitui um mundo que já demorou para desmoronar.
Em Célio’s Circle, a linguagem quase documental se une à experimentação de montagem e a uma construção engenhosa de um universo sonoro não diegético que não só enriquece mas constrói a própria narrativa.
Em Os Últimos Românticos do Mundo, a narrativa ressignifica e constrói uma nova linguagem a partir de símbolos gastos e já decodificados. Ao dar novos sentidos a eles, o filme propõe novos caminhos e possibilidades para o futuro presente. O primeiro romântico do mundo acena aos últimos”.
CÉLIO’S CIRCLE, Diego Lisboa
OS ÚLTIMOS ROMÂNTICOS DO MUNDO, de Henrique Arruda
Prêmio Quebra de Eixo
“Conduzida pelo som da mata, a câmera caminha junto com os jovens guaranis, Karai Mirim e Karai Jekupe, lideranças Guarani Mbyá da Terra Indígena Jaraguá em São Paulo. Por meio de um olhar coletivo, o filme reescreve e instaura uma narrativa orgânica e de respeito mútuo. Enquanto espectadores, nos tira do eixo, desestabiliza e desloca. O filme amplia o olhar. A inversão do eixo narrativo, tanto cinematográfico quanto histórico, é uma conquista para o cinema e audiovisual brasileiro”.
CAMINHOS ENCOBERTOS, de Beatriz Macruz e Maria Clara Guiral (diretoras); Thiago Henrique Karai Jekupe e Victor Fernandes Karai Mirim (história original)
Prêmio Contra-Plano
“O diretor lança um olhar afetivo e sagaz de um cotidiano que, via de regra, é retratado friamente pela mídia e pelas estatísticas. Revelando o seu próprio universo, o cineasta se implica na narrativa que conduz. Faz cinema de autor. Ao ser ao mesmo tempo o pássaro que bica e o pássaro que vê, redireciona o modo como vemos e nos movemos diante de um imaginário coletivo dado e instaurado, e, assim, nos aproxima”.
ENTRE NÓS E O MUNDO, de Fabio Rodrigo
Prêmio Perspectiva
“O frescor do filme é resultado de um encontro coletivo de realizadores e realizadoras que, a partir das supostas fragilidades apontadas, constroem potência. Aquelas que são colocadas à margem, ocupam o centro da narrativa e o descentraliza. Irreverente, Perifericu descortina temas prementes do momento em que vivemos”.
PERIFERICU, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira
Prêmio Fricção
“O filme estabelece uma disputa de narrativas. Retoma memórias e tensiona o presente a partir de um relato contundente e pessoal. O filme dá conta de um passado histórico traumático enquanto aponta seus reflexos e cicatrizes na atualidade. Quando se tem um presidente que enaltece a tortura, é ainda mais urgente que o cinema se comprometa em preservar a história de suas vítimas e os fatos, e revele as contradições que compõem a narrativa do País”.
ATORDOADO, EU PERMANEÇO ATENTO, de Henrique Amud & Lucas H. Rossi dos Santos
Prêmio Requadro
Colagem caleidoscópica de imagem e som, o filme constrói um ensaio visual fragmentado sobre o racismo e como este se articula de maneira sofisticada e cruel em nosso imaginário. O filme revela um incômodo racial e de classe e, ao mesmo tempo, celebra a vida e a potência das negritudes por meio de sua montagem multifacetada.
SER FELIZ NO VÃO, de Lucas H. Rossi dos Santos
Prêmios:
Todos os vencedores recebem Troféu criado pelo artista Luiz Roque
Grande Prêmio Cine Esquema Novo – prêmio será dividido entre os dois filmes eleitos pelo júri
· R$ 10.000,00 em locação de equipamentos de luz e maquinária na Locall RS
· R$ 10.000,00 (dez mil reais) em utilização dos serviços de infraestrutura de produção e pós-produção do TECNA, centro de Produção Audiovisual, um empreendimento do ecossistema do TECNOPUC
Prêmio Contra-Plano
· Empréstimo de equipamentos (Black Magic Ursa e acessórios) por 02 semanas ou serviço de mixagem de 20 horas, do CTAV Centro Técnico Audiovisual
Juradas
Fernanda Brenner nasceu em São Paulo, Brasil, em 1986. É curadora, crítica de arte e fundadora e diretora artística do Pivô, em São Paulo. Em paralelo ao seu trabalho na instituição, atua como consultora de arte latino-americana da Kadist Art Foundation, faz parte da equipe curatorial da feira italiana Artissima, é editora colaboradora da revista Frieze e integra o comitê de desenvolvimento da plataforma Ordet em Milão. Entre suas curadorias mais recentes estão as exposições individuais República, Luiz Roque (2020), Avalanche, Katinka Bock (2019), ambas no Pivô e as coletivas A Burrice dos Homens, na galeria Bergamin Gomide, São Paulo (2019), Neither, Mendes Wood DM, Bruxelas (2017), co-curadoria da exposição Caixa Preta, na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre (2018). Seus textos já foram publicados em uma série de publicações, incluindo Textwork da Fondation d’Enterprise Pernod Ricard, Art Review, Terremoto, Mousse, Cahiers d’Art, além de contribuir com catálogos institucionais, nacionais e internacionais, e monografias para a editora Cobogó, MASP, Centre Georges Pompidou, Fridericianum e MOCA Detroit.
Flavia Guerra é documentarista, curadora e jornalista. Formada em jornalismo pela ECA-USP. Bolsista do Chevening Scholarship Programme, tem mestrado em Direção de Documentário e Cinema na Goldsmiths – University of London. Produziu e dirigiu Karl Max Way (premiado no Festival É Tudo Verdade); roteirizou e narrou a série Brasil Visto do Céu, coprodução entre a brasileira Gullane Filmes e a francesa Gedeon para a ARTE. É codiretora de Poemaria (www.poemaria.com.br). Atualmente, desenvolve o documentário Notícias Populares – Muito Além da Verdade. É roteirista do longa Soprando Búzios, de João Gabriel, e produtora associada de Meu Sangue É Vermelho (Needs Must Film-BR/UK). Foi repórter de Cultura de O Estado de S. Paulo por 15 anos, além de colaborar com diversos veículos como Carta Capital, Revista Trip, Revista Continente, Folha de S. Paulo, entre outros. É colunista de cinema da Rádio Band News FM. É criadora do podcast Plano Geral. Entre 2019 e início de 2020, cobriu festivais internacionais para o Canal Brasil, para o qual produz conteúdo regularmente. É curadora do Feed Dog – Festival Internacional de Documentários de Moda. É criadora e editora do TelaTela. Integra os coletivos Mais Mulheres e Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.
Graciela Guarani é pertencente à nação Guarani Kaiowá, Graciela é produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no cenário Brasileiro, tem um currículo que inclui direção e roteiro em 8 curtas metragens, uma série de vídeos cartas “Nhemongueta Cunha Mbaraete “ (IMS/RJ),co-direcao no longa My Blood is Red (Needs Must Film), formadora no Curso Mulheres Indígenas e Novas Mídias Sociais- da Invisibilidade ao acesso aos direitos pela @onumulheresbr e TJ/MS – MS 2019, Cineasta facilitadora na Oficina de Cinema – Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento pelo IMS e Museu do Índio – RJ 2019, Convidada como debatedora da Mesa redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na 70a. Berlinale – Berlin International Film Festival 2020 @berlinale
Linn da Quebrada é uma multi-artista brasileira. Além do elogiado disco Pajubá (2017), Linn é apresentadora de um talk-show e também atua no cinema e na TV. Travesti e “artivista”, Linn tem alcançado e conquistado territórios em outros países e continentes, para além do Brasil, com uma arte combativa, que disputa espaços, narrativas e imaginários.