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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Bruna Paulin

Festival Arte Salva promove pinturas de quatro empenas no Centro Histórico de Porto Alegre

Evento com financiamento Pró-Cultura RS – Governo do Estado do RS e patrocínio das Tintas Renner by PPG e Dado Bier realiza ação inédita na Capital, com obras de Bruno Schilling, Kelvin Koubik, Pati Rigon e Tito Ferrara

A partir de novembro, se estiver passando pelas ruas do Centro Histórico de Porto Alegre, olhe para cima. Essa é a provocação do Festival Arte Salva, que promove pinturas de quatro empenas na região, que contará com trabalhos de Bruno Schilling, Kelvin Koubik, Pati Rigon e Tito Ferrara. Com patrocínio das Tintas Renner by PPG e Dado Bier, esta é a segunda edição do projeto, que em 2020, por decorrência da pandemia, ocorreu em formato online e promoveu a pintura de um mural no Quarto Distrito.

Serão mais de 1.200m2 de área pintada em quatro ruas: na Caldas Jr Bruno Schilling (RS) desenvolverá o trabalho, já na Uruguai com a Siqueira Campos, Kevin Koubik (RS) assina a pintura; Pati Rigon (RS) estará na Av. Borges de Medeiros, e na Praça Parobé, a obra é de Tito Ferrara (SP) (confira as localizações completas abaixo). A curadoria dos artistas é assinada por Vinicius Amorim, criador do projeto.

Ação inédita no Estado, o Festival Arte Salva 2021 tem como objetivo transformar o Centro Histórico em uma verdadeira Galeria de Arte a céu aberto. “Não somente uma mudança drástica na paisagem se apresenta com a criação de murais em grande formato, mas também enxergamos transformações no impacto social: a arte pública promove na comunidade o desenvolvimento conjunto econômico, cultural e social, e para o indivíduo, os benefícios podem ser vistos na saúde, no desenvolvimento cognitivo, psicológico e também nos laços interpessoais. O projeto visa resgatar a sensação de pertencimento da comunidade, deixando para trás a sensação de que as vias públicas são meras passagens, mas sim espaço de arte, reflexão, beleza e contemplação”, declara o Gestor Cultural, responsável no sul do país pelo projeto canadense – Art Battle – maior competição de pintura ao vivo do mundo e que ocorre desde 2016 em Porto Alegre.

As ações no Centro Histórico iniciaram em 05 de novembro, com Kelvin Koubik, e devem encerrar em 15 de dezembro. Cada mural leva em torno de 20 dias para ser pintado, dependendo de questões como clima e complexidade de cada desenho. Serão mais de 930 litros de tintas e vernizes da marca Tintas Renner by PPG utilizados no total. Em torno de 50 profissionais estão envolvidos no projeto, entre artistas, assistentes, produtores, técnicos, engenheiros e segurança, entre outros.

Além das quatro empenas, o festival promoverá uma oficina artística gratuita ministrada pela artista Ane Schutz com integrantes da Ocupação Mulheres Mirabal, que resultará na pintura de um mural no local. Ane realizará a atividade formativa no sábado, 4 de dezembro, e a pintura está prevista para os dias 11 e 12 de dezembro. Com a ação, o festival alcançará mais de 1200 m2 de área pintada, somadas as empenas e o muro da instituição. A Ocupação Mulheres Mirabal foi criada em 25 de novembro de 2016, com objetivo de ser casa de referência a mulheres em situações de risco e violência, tendo abrigado neste cinco anos, centenas de mulheres e crianças. Para mais informações, acesse https://www.festivalartesalva.com.br/ | https://www.instagram.com/artesalvafestival/

FESTIVAL ARTE SALVA

Pinturas iniciam durante o mês de novembro – previsão de entrega até 15 de dezembro

Artistas participantes e locais selecionados:

BRUNO SCHILLING

ED. DESPACHANTES ADUANEIROS: Rua Caldas Jr, 20 – Centro Histórico/POA

Bruno Schilling é formado em Design com ênfase em Design Gráfico e desde 2012 participa de exposições e projetos em Porto Alegre, São Paulo, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Campo Bom e Ivoti, construindo painéis e murais.

KELVIN KOUBIK

PREDIAL BIER ULLMANN S.A: Rua Uruguai, 35 – Centro Histórico/POA

Kelvin Koubik é artista visual, formado pelo Instituto de Artes da UFRGS e atua como muralista, produzindo obras em grande formato em diversos espaços, público e privados, em diferentes cidades, lugares e estados. Vencedor de dois Prêmios Açorianos de Artes Plásticas (2013 e 2017), é co-fundador do coletivo de desenho Atelier D43, expondo e realizando uma residência artística na França. Desde 2014 seu ateliê se localiza no Vila Flores, um centro cultural no distrito criativo da capital gaúcha.

PATI RIGON

ED. TABAJARA: Av. Borges de Medeiros, 601  – Centro Histórico/POA

Pati Rigon é uma multi-artista brasileira, formada em Design pela UFRGS e pela Politécnica de Turim, na Itália. Trabalha com pinturas à óleo, ilustrações, graffitis, performances, tatuagens, também é modelo e militante trans-intersexo. Iniciou sua carreira nas artes em 2015, com sua primeira exposição de pinturas a óleo hiperrealistas intitulada “Pele Agridoce” na Galeria Península em Porto Alegre.

TITO FERRARA

GARAGEM PAROBÉ: Rua Praça Parobé, 77 – Centro Histórico/POA

Nascido e criado na cidade de São Paulo, o artista Tito Ferrara foi cercado desde que nasceu por uma grande cidade cheia de pessoas, graffitis, pixações e informações. E tudo isso é impresso em seu trabalho pessoal, que é uma mistura de retratos e histórias contadas através de escritas e tags misturadas em camadas. Já assinou trabalhos em NY e esse ano realizará uma imersão pelo Japão.

ANE SCHÜTZ

OCUPAÇÃO MULHERES MIRABAL: Rua Souza Reis, 132

Desde criança, influenciada especialmente pelos animes japoneses, Ane começou a desenhar e não parou mais. Foi do papel ao digital quando ganhou seu primeiro computador aos 14 anos e descobriu o mundo do pixel art. É designer, ilustradora, diretora de arte, desenhista, muralista, combinadora de cores, sujadora de pincéis, gastadora de marcadores, enfim, um pouco de tudo que envolva artes visuais. Trabalha há 14 anos, passando por grandes empresas e grandes paredes. Produz um trabalho focado especialmente na figura feminina e influenciado pela cultura pop, com uso de cores vibrantes, texturas, linhas orgânicas e formas abstratas pra construir suas composições, seja em arte digital, no papel, em tela ou em mural.

Saiba Mais:

A Tintas Renner by PPG é uma marca consolidada no sul do país e expande sua presença no mercado nacional. É reconhecida por diversas premiações da região, entre elas o Top of Mind, da Revista Amanhã, e o Marcas de Quem Decide, do Jornal do Comércio. Apresenta mais de 2.000 cores através do sistema tintométrico “Voice of Colour“ e o mais completo portfólio de produtos para proteger e embelezar ambientes. Faz parte do grupo PPG, que é referência global em tintas, corantes e especialidades nos segmentos industrial, de manutenção e comercial. Com modelos inovadores e gestão de excelência, a Tintas Renner by PPG concretiza seu diferencial conectando-se à vida das pessoas. Entre as principais linhas da Tintas Renner by PPG está a Rekolor Gold, composta por acrílicos super premium de alta performance. Acompanhe a Tintas Renner by PPG no site oficial e nas redes sociais: www.tintasrenner-deco.com.br / @tintasrennerbr.

Somos a Dado Bier, uma cervejaria independente brasileira. Nossa história é marcada pela coragem de lutar pelos nossos sonhos. Desde 1995, inovamos com a primeira microcervejaria brasileira, apresentamos ao Brasil os maiores brewpubs do mundo e levamos muito a sério o assunto cerveja. Além do nome do fundador, herdamos também a paixão pelo surf. Nossos valores e propósito estão alinhados com esse esporte que faz parte da nossa história e do nosso futuro. Somos livres, corajosos e queremos conquistar ainda mais. Independente de tudo, Dado Bier. https://www.dadobier.com.br/ | @dado_bier

Vinicius Amorim é bacharel em Comunicação Social – Relações Públicas pela PUCRS, atuou por mais de 10 anos com marketing promocional, planejamento e concepção de

projetos, em agências e produtoras de eventos. Em uma temporada de dois anos em Barcelona, na Espanha, conectou-se com o universo cultural e do entretenimento. Em 2014, começou a desenvolver projetos com foco nas artes visuais.

É curador e produtor executivo no Sul do Brasil pelo projeto canadense “Art Battle”, maior competição de pintura ao vivo do mundo. Foi responsável pela Fábrica São Geraldo, galeria de arte, estúdio e espaço multiuso para iniciativas culturais, localizada no 4º Distrito de Porto Alegre (RS) – que, durante três anos, ressignificou um antigo galpão abandonado através da arte.

Atualmente, está à frente da Pólen – Arte em Movimento, ecossistema de arte que atua na concepção, curadoria, produção e elaboração de projetos do universo cultural e leis de incentivo à cultura.

3˚ Festival de Música de Nova Prata confirma realização e divulga edital para Mostra Paralela

Evento ocorrerá em formato híbrido de 09 a 12 de dezembro com entrada franca

Mostra Paralela recebe inscrições até 22 de novembro, pelo site www.fmnp.com.br

Os amantes da música instrumental podem comemorar: de 09 a 12 de dezembro ocorre a terceira edição do Festival de Música de Nova Prata, que em 2021, ocorrerá em formato híbrido, com apresentações diretamente da Praça da Bandeira e transmissões pelos canais do festival. A já tradicional Mostra Paralela, esse ano, vem em novo formato: serão selecionados quatro clipes de bandas residentes no RS que possuam trabalho instrumental e/ou autoral. As inscrições no edital estão abertas até 22 de novembro através do site do evento www.fmnp.com.br.

As bandas selecionadas terão seus vídeos exibidos no sábado e domingo, 11 e 12 de dezembro, pelos canais do festival, e receberão cachê de R$ 500,00. O processo seletivo está aberto para grupos de todo o estado, dando prioridade para a música instrumental e/ou autoral produzida na região da serra. Serão pré-selecionados os trabalhos para votação popular de acordo com os seguintes critérios: Produção autoral, qualidade artística; originalidade; qualidade técnica – execução e a banda residir em uma cidade do RS. Os pré-selecionados serão divulgados em 26 de novembro e a votação popular nas redes sociais ocorrerá até 02 de dezembro. Os vencedores, vídeos com o maior número de reações e comentários somados, serão conhecidos na sexta, 03 de dezembro. 

O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017, além de edição especial online e com bandas locais, em maio deste ano. A terceira edição contará com atividades formativas e duas noites com apresentações musicais, que serão divulgadas em breve. 

O 3˚ Festival de Música de Nova Prata é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio master da VIPAL e patrocínio da Autopratense, Pneus OST, Supermercado Porta e Arte Mobili. Apoio: Prefeitura Municipal de Nova Prata.  Idealização: Eclética e CUCO e Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal Pátria Amada Brasil.

7˚ Festival Kino Beat ocorre a partir de 14 de novembro em formato híbrido

Evento com patrocínio da Oi e financiamento Pró-Cultura RS Governo do Estado do Rio Grande do Sul contará com programação online e atividades presenciais em Porto Alegre

A 7a edição do Festival Kino Beat, que ocorre de 14 a 30 de novembro em formato híbrido, apresenta o tema “Histórias de Outros Reinos” como a tônica curatorial deste ano. Serão mais de 30 atividades, entre oficinas, falas, curso, congresso, Cine Jardim, performances, instalações e exposição, que contam com 21 artistas e 14 pesquisadores, pensadores e ativistas. Com exibição de obras online, em cinco pontos de Porto Alegre e ações em Alvorada. Em formato híbrido, o evento promoverá parte de sua programação presencialmente, parte através de seus canais digitais, e conta com patrocínio Oi e financiamento do Pró-Cultura RS, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Em 2021 o evento conta com um tema que permeia sua construção de programação. O projeto curatorial do 7˚ Festival Kino Beat germina de uma história-semente — um conto de 1974 de Ursula K. Le Guin, “A Autora das Sementes de Acácia e Outras Passagens da Revista da Associação de Therolinguística”. Por meio da ficção, a escritora nos apresenta uma nova e revolucionária ciência que estuda a linguagem e a poética dos animais: a Therolinguística. O conteúdo foi transformado em podcast e já pode ser conferido aqui https://www.youtube.com/watch?v=Not6Uv-fZsA

“Nosso festival também pretende ser semente, para que artistas e públicos possam plantar e criar suas próprias histórias”, afirma o curador e diretor do Kino Beat, Gabriel Cevallos, que desenvolveu o processo curatorial com apoio de um grupo de trabalho formado por  Adauany Zimovski, Camila Proto, Fernando Silva e Silva, Luísa Muccillo, Léo Tietboehl, que durante dois meses desenvolveu conceitos e discussões em torno do projeto. Neste conto, em algum momento no início do século XX, cientistas conseguiram identificar a arte, e traduzir os sons, movimentos, brincadeiras e outras trocas comunicacionais dos animais em linguagem humana. Apesar de Le Guin escrever em sua história que o possível aprimoramento desta ciência seria em direção a compreensão da linguagem e poética dos reinos vegetal e mineral, nas cinco páginas da obra, apenas alguns mistérios do reino animal eram de conhecimento dos therolinguistas.  

“É a partir desse ponto que jogamos algumas sementes para seguir a fabulação: propomos uma Associação de Therolinguística no século XXI, em relação simétrica e de respeito com conhecimentos ancestrais — condição que permite à ciência avançar e desvendar mais algumas histórias de outros reinos. Como Ursula e outras autoras nos ensinam: importa quais histórias contamos para contar histórias; importa quais histórias fazem mundos, quais mundos fazem histórias”, revela. 

Assim, criou-se um espaço para que essas vozes ecoem através de uma multiplicidade de linguagens artísticas e atividades educativas, lançando alguns diálogos sobre as turbulências desta época de rápida transição ambiental. Histórias de Outros Reinos surge como um título que pode nomear ao mesmo tempo a breve continuação e materialização que ousamos dar ao conto de Ursula e as muitas histórias e trabalhos inéditos criados em conjunto e através de algum reino.  

Na liberdade da criação, o próprio formato do Kino Beat se assume como uma história inventada: um festival proposto por uma associação ficcional, que reúne trabalhos de artistas, cientistas associados, ativistas, pensadores e entusiastas dispostos a fabular coletivamente outras histórias para este mundo.

Atividades online iniciam em 03 de novembro

Apesar da programação oficial estar marcada para 14 de novembro, algumas ações online já serão promovidas a partir de quarta, 03 de novembro, em formato online, como uma fala de apresentação da Associação de Therolinguística pelo grupo criador do argumento do festival, o lançamento da obra Tecnohorta, de Guilherme Leon, uma newsletter-obra que será enviada diariamente no período do festival para o público que se cadastrar para participar, e a fala de apresentação do Grupo de Pesquisa e Ecologia das Práticas (GPEP), um coletivo formado em 2016 e que discute, no contexto da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH), as diferentes vertentes teórico-práticas do que chamamos de “pensamento ecológico”. 

O grupo promoverá ao longo da programação atividades informativas e educativas que trabalham, conceitual e politicamente, um conjunto de temáticas e fabulações que constituem a proposta do 7º Festival Kino Beat e as Histórias de Outros Reinos. São oito conversas e oficinas ministradas por convidados especiais cujos ouvidos se voltam para uma composição de ecos de naturezas distintas, que se produzem e ressoam entre mundos. Na véspera da abertura oficial, inicia a oficina de padaria A fermentação das massas, ministrada por Claudia Zanatta. 

Festival promove primeira atividade presencial na abertura no domingo, 14 de novembro

Os jardins do Museu Joaquim Felizardo recebem um evento ao ar livre com projeção e pré-estreia das 18 obras audiovisuais de 12 artistas convidados. As obras serão lançadas ao longo do festival pelo site do projeto, através do canal de youtube, ficando disponíveis para acesso por tempo indeterminado.  Um dos vídeos projetados será acompanhado de trilha ao vivo pelo guitarrista e produtor Carlos Ferreira, fazendo improvisações sobre as imagens. A artista Carina Levitan apresentará em forma de performance o seu filme sonoro. E o artista Marcelo Armani também apresentará em forma de performance sonora as gravações de campo que dão vida às duas peças sonoras criadas para o festival. E o conto que inspirou a criação do festival, abrirá o evento com sua versão em áudio. O acesso é gratuito, com limitação de 300 pessoas e apresentação de carteira de vacinação. 

Festival conta com mostra em parceria com a Embaixada Francesa no Brasil, Aliança Francesa Brasil, Centre Pompidou e Instituto Francês Paris.

A Mostra “A Ecologia das Imagens”, produzida pelo festival francês Hors Pistes ocorre em parceria com a Embaixada Francesa no Brasil, Aliança Francesa Brasil, Centre Pompidou e Instituto Francês Paris. A mostra conta com uma seleção de dois vídeos e uma vídeo-instalação que integram o programa do Cine Jardim e uma vídeo-instalação que estará em cartaz gratuitamente de 25 a 28 de novembro na Galeria ISTA. 

Denilson Baniwa INÍPO: Caminho de Transformação, ocorre em quatro espaços a partir de 27 de novembro

O artista indígena Denilson Baniwa, de Barcelos, no interior do Amazonas, ganha sua primeira exposição individual na cidade com uma exposição-percurso em correalização com o Goethe-Institut Porto Alegre, que contará com exibição fragmentada em três locais físicos e um virtual: Goethe-Institut Porto Alegre, MARGS, Casa de Cultura Mário Quintana e Instagram do festival. A mostra traz a público trabalhos inéditos e recentes, criados entre 2020 e 2021. Com pintura mural, gravuras digitais, vídeo, lambe-lambe, e um filtro digital interativo. 

O percurso sugerido da exposição começa no Goethe-Institut Porto Alegre, com a pintura Muyeréusáwa Rúka no muro de entrada da instituição. O trabalho criado especialmente para o projeto ilustra em mais de 11 metros de superfície os petróglifos, gravuras rupestres que narram fatos e mitos do povo indígena Baniwa; e as Casas de Transformação, locais sagrados de onde surgem os conhecimentos ancestrais. Pintado com cores fluorescentes sob base escura, o muro terá iluminação noturna com luz ultravioleta (luz negra), criando um efeito visual que remete ao encantamento dos seres da floresta.  A instalação também dá continuidade ao projeto de ocupação artística do muro do Instituto realizado desde 2018.

Nas Salas Negras do MARGS, será apresentada a série de gravuras digitais Aquela gente que se transforma em bicho, com três gravuras feitas para exposição, em um total de oito, todas medindo 120×84. Os trabalhos retratam alguns dos seres duplos (espírito bicho-gente), que na teoria do perspectivismo ameríndio, indica que “tudo o que existe no cosmos pode ser sujeito, mas todos não podem ser sujeitos ao mesmo tempo, o que implica uma disputa.” Na outra Sala, serão exibidos os vídeos Ty Ty – memórias de beija-flor (3min26s) e Floresta- Casa derrubada (A última maloca do fim do mundo) (2min41s). Os vídeos abordam questões de indígenas em contexto urbano, as memórias da floresta, a constante luta por territórios, e as violências da colonização.  

Seguindo o percurso rua abaixo, no 5 ̊ andar da Casa de Cultura Mário Quintana, o Jardim Lutzenberger recebe o lambe-lambe de grande dimensão Repovoamento de uma cidade Floresta, colada na fachada da Casa e nas paredes que circundam o jardim suspenso, a figura de um pajé soprando seu cigarro-sagrado diversas espécies de animais, representa os saberes e poderes da comunicação transcendental do “diplomata do cosmos”. As colagens dos animais se misturam com as muitas espécies de plantas do jardim.   

O filtro digital interativo Yawareté, desenvolvido especialmente para exposição, pode ser acessado de qualquer lugar, antes, durante ou depois do percurso, através de um telefone celular com acesso ao aplicativo Instagram. O filtro brinca com a ideia da transformação do humano em bicho e do bicho em humano. A figura da onça, marca registrada do trabalho de Denilson, surge como uma máscara junto com os animais encantados, os mesmos pintados no mural do Goethe-Institut Porto Alegre. Para testar o filtro, acesse o perfil do Kino Beat no Instagram: @kinobeatfestival na sessão destaque.  

No MARGS e na Casa de Cultura, a mostra segue até 09 de janeiro, já a pintura do muro do Goethe-Institut poderá ser conferida até 28 de fevereiro de 2022

Congresso Therolinguista ocorre a partir de 18 de novembro online

Com organização de A(na)rqueologias das Mídias – Grupo de Pesquisa em Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC), o Congresso Therolinguista ocorrerá nos dias 18, 19, 24 e 25 de novembro, às 19h, pelo YouTube do festival. Serão quatro mesas propondo um  espaço de reflexões e propostas para uma retomada de comunicação entre seres humanos e não-humanos, que contará com Taís Severo, Lennon Macedo, Mario Arruda, Tuane Eggers, André Araujo , Camila Proto , Cassio Borba Lucas, Bya, Giovana Colling, Marcelo B. Conter e Lígia Lazevi, Luis Felipe Abreu, Demétrio Pereira e Guilherme Luz, João Flores da Cunha e Sandra Suzani Pedroni. 
Todas as atividades são gratuitas. Nos espaços fechados, é necessário o cumprimento das orientações sanitárias vigentes no período, como uso de máscaras e apresentação de passaporte vacinal. Patrocínio: Oi, apoio Oi Futuro e LABSONICA. Financiamento: PRÓ-CULTURA – Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Cultura do RS Para mais informações, acesse www.kinobeat.com

Despedida estreia na 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinícius Lopes, as filmagens do longa foram realizadas nas cidade de Pelotas e Viamão, no Rio Grande do Sul

Durante o feriado de Carnaval, Ana (Anaís Grala Wegner)  viaja para o interior do sul do Brasil para o funeral de sua avó. À noite, ela vê o fantasma da avó entrando na floresta perto da casa da família, e descobre um mundo de fantasia e mistério. Esse é o mote do longa Despedida, que estreia na 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, dia 30 de outubro, às 19h50min, no Espaço Itaú de Cinema (Augusta). A produção conta com mais duas sessões na programação (confira o serviço abaixo).

A 45ª edição da Mostra acontece entre 21 de outubro e 3 de novembro, conta com 39 filmes brasileiros no total, incluindo longas-metragens selecionados nos Festivais de Cannes e Veneza, obras que fazem sua estreia na Mostra, clássicos restaurados e curtas-metragens. Despedida integra a Mostra Brasil, ao lado de outras 33 produções. 

Escrito e dirigido por Luciana Mazeto e Vinícius Lopes, o filme conta com distribuição da Elo Company. As filmagens foram realizadas nas cidade de Pelotas e Viamão, no Rio Grande do Sul, entre os meses de fevereiro e março de 2019, e contaram com apoio da Locall, TECNA – Tecnopuc Viamão e Hotel Manta.  

Além de Anaís Grala Wegner no papel de Ana, estão no elenco Patricia Soso, Ida Celina, Sandra Dani, Marielly da Cruz, Kiko Ferraz, Silvia Duarte, Clemente Viscaino, Frederico Machado e Kauã Machado

O projeto também participou dos encontros de coprodução Plataforma Lab, em 2016, e Brasil CineMundi, em 2017, onde recebeu uma menção honrosa do júri. Este é o segundo longa-metragem da dupla, que estreou no formado com Irmã, lançado em 2020. 

Sinopse

Durante o feriado de Carnaval, Ana, uma menina de 11 anos, viaja para o interior do sul do Brasil para o funeral de sua avó, que não via há anos. À noite, pela janela, ela vê o fantasma de sua avó entrando na floresta perto da casa da família. Quando Ana decide segui-la em meio às árvores, ela descobre um mundo de fantasia e mistério. Para resolver uma antiga desavença familiar, ela precisa recuperar o mundo imaginário de sua mãe, há muito esquecido, abandonado na floresta onde ela enterrou sua infância. No caminho de Ana, bruxas, vilões da fábula, criaturas estranhas e um cão selvagem que guarda a passagem para este mundo fantástico. 

Sobre os diretores

Luciana Mazeto e Vinícius Lopes são diretores e roteiristas nascidos em Porto Alegre. Seus filmes foram selecionados em festivais de cinema como Berlim, Rotterdam, Leipzig, Nyon, Vila do Conde, Gramado, São Paulo, Tiradentes e Havana. Seu primeiro longa-metragem, Irmã, teve sua estreia mundial na 70ª Berlinale, em 2020. Eles são sócios-fundadores da produtora Pátio Vazio. Despedida é o seu segundo longa-metragem. Para mais informações acesse www.patiovazio.com/despedida

Sobre a Pátio Vazio

A empresa produtora Pátio Vazio foi criada em 2012 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Desde então, já produziu mais de 10 curtas e 2 longas-metragens, incluindo ficções e documentários que foram exibidos em vários festivais de cinema. O primeiro longa-metragem da empresa, Irmã, teve sua estreia mundial na 70ª Berlinale – Generation, em 2020. Seu segundo longa-metragem, Despedida, foi contemplado no PRODAV 04/2014 – Laboratório de Desenvolvimento, e no edital Longa B.O Infantil SAV/MINC/FSA N.02/2016. O projeto também participou do encontro de coprodução da Brasil CineMundi em 2017, onde recebeu uma menção honrosa do júri.

Sobre a Elo Company

Internacionalmente conhecida como “sua ponte para o mercado brasileiro”, a Elo é responsável por mais de 200 títulos brasileiros vendidos tanto local como globalmente, incluindo o Oscar de Melhor Recurso Animado O Menino e o Mundo; vencedor do Festival de Cannes “Cinema Novo”; primeiro Vimeo latino-americano Original O espaço no meio”: Marina Abramovic e o Brasil; e os blockbusters locais, como SOS Mulheres ao Mar 2, com mais de 1,5 milhões de ingressos vendidos. Em 2018, a Elo fundou o selo ELAS, defendendo o trabalho das mulheres cineastas, comprometendo-se a distribuir seus filmes ao mesmo tempo em que oferecem consultoria criativa, jurídica e executiva em diferentes estágios de produção, incluindo os próximos lançamentos Aos Olhos de Ernesto, Mulher Oceano e Meu Querido Supermercado.

Serviço
Despedida (Ana’s Farewell), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes (90′)

Brasil. Falado em português. Legendas em inglês. Indicação livre.

Espaço Itaú de Cinema – Augusta Sala 3 – 30/10/21 – 19h50min – Sessão: 537

Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 4 – 31/10/21 – 16h15min – Sessão: 577

Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 5 – 02/11/21 – 13h30min – Sessão: 669

FICHA TÉCNICA

ROTEIRO E DIREÇÃO: Luciana Mazeto, Vinícius Lopes

EMPRESA PRODUTORA: Pátio Vazio

PRODUÇÃO: Jaqueline Beltrame

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Jaqueline Beltrame, Eduardo Piotroski 

PRODUTOR ASSOCIADO: Eduardo Piotroski  

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Lívia Pasqual 

DIREÇÃO DE ARTE: Gabriela Burck 

CENOGRAFIA: Eder Ramos

FIGURINO: Gabriela Guez

1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Daniela Strack

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Leandro Engelke

PREPARAÇÃO DE ELENCO: João Pedro Madureira 

PRODUÇÃO DE ELENCO: Laura Leão

DESENHO DE SOM: Kevin Agnes  

TRILHA ORIGINAL: Caio Amon

VFX: Rafael Duarte

CORREÇÃO DE COR: Rafael Duarte

DIREÇÃO DE ANIMAÇÃO 2D: Rodrigo John

MONTAGEM: Luciana Mazeto

ILUSTRAÇÃO CARTAZ: Martina Nickel

DESIGN GRÁFICO: Leo Lage

ASSESSORIA JURÍDICA: Patrícia Goulart

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Bruna Paulin

APOIO: Locall, TECNA – Tecnopuc Viamão e Hotel Manta

DISTRIBUIÇÃO: Elo Company

Circuito Orelhas promove edição 2021/2022 com shows de Tássia Reis, Filipe Catto, Jup do Bairro, Marina Sena, entre outros

Projeto realizará circulação por cinco cidades do RS promovendo atividades formativas e performances de artistas locais e nacionais

O Circuito Orelhas, projeto patrocinado pela plataforma Natura Musical, promove a edição 2021/2022 do projeto, que ocorreráem Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Uruguaiana e Pelotas. Estão previstas seleção de profissionais em cada localidade por meio de edital, mentorias gratuitas, além de showcases de grupos locais seguidos de performance de um artista nacional convidado. A circulação conta com performances de Tássia Reis, Filipe Catto, Brisa Flow, Jup do Bairro e Marina Sena.

“A ideia é aproveitar a construção do projeto até aqui, fortalecendo a imagem do Circuito Orelhas em Porto Alegre e capilarizando recursos e experiências para reconectar artistas e produtores do interior com o cenário nacional, em um recorte onde a música autoral brasileira, a diversidade e a fraternidade estarão em foco”, declaram os criadores do Circuito Orelhas Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock.

A proposta de fomentar a cena local de cada um dos municípios participantes ocorrerá tanto para as atividades artísticas e formativas, quanto para área técnica: em cada cidade dois editais serão lançados. Um deles, voltado para a cena artística de cada região, selecionará três nomes que participarão de mentoria com artistas convidados e equipe do Circuito Orelhas e integrarão os showcases locais, e outro edital para selecionar a equipe técnica local – produtores, fotógrafos, técnicos, filmmakers, entre outras funções, que participarão ativamente do evento. Tanto artistas quanto equipe técnica receberão remuneração com valores de mercado e treinamento para colherem frutos futuros da melhor forma. Para assegurar a equidade de gênero e diversidade, 70% das vagas dos editais serão destinadas a pessoas negras, LGBTQIAP+, indígenas, PcDs e mulheres.

No total serão 20 shows com cinco artistas nacionais e 15 locais, cinco palestras e 10 mentorias. Além de serem acompanhadas presencialmente pelos artistas selecionados, as palestras e mentorias serão online, democratizando o conhecimento para mais interessados, assim como os melhores momentos das performances, levando o trabalho dos artistas das cinco regiões do RS para todo país.

O Circuito Orelhas foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de Dessa Ferreira, Pâmela Amaro, Gravina DasMina e Feijoada Turmalina, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 39 projetos até 2020, como Filipe Catto, Tem Preto no Sul, Borguetti e Yamandu, Zudizilla, Sons que Vem da Serra e Thiago Ramil.

“Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço à diferentes vozes, a plataforma apoia artistas, bandas e projetos de fomento à cena capazes de amplificar debates como a diversidade, a sustentabilidade e o impacto positivo na sociedade”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

Editais para contratação de equipes e artistas está aberto até 30 de outubro

Os editais de contratação de equipe técnica e seleção de atrações artísticas nos cinco municípios ocorre através de inscrição de formulário pelo link https://linklist.bio/circuitoorelhas até 30 de outubro.  Os inscritos serão avaliados pelas produtoras culturais Alice Castiel e Mauryani Oliveira, que integram a equipe de seleção, além dos criadores do Circuito Orelhas. Os selecionados serão divulgados no dia 10 de novembro pelas redes sociais do projeto.

De 16 a 29 de novembro, ocorrem as mentorias online, disponíveis para o público em geral e a equipe eleita pelo edital, que serão ministradas por profissionais do projeto e convidados, divididos em cinco temas: Produção Artística, com Miriane Brock, Produção Executiva com Bruno Melo, Projetos Culturais com Daniela Ramirez, Gestão de Carreiras com Cristal e Comunicação para Cultura com Bruna Paulin. As inscrições são pela plataforma Sympla a partir de 01 de novembro.

Programação presencial está agendada para janeiro e fevereiro de 2022

Já em 2022, estão programadas as atividades presenciais: em cada um dos municípios está previsto um show de artista nacional, três showcases de grupos locais e uma palestra. As atividades presenciais seguirão os protocolos sanitários vigentes, com atenção à limitação de público e fiscalização de uso de máscara.

Tássia Reis se apresenta em Porto Alegre (13 de janeiro), Filipe Catto participa em Santa Maria (21 de janeiro), Brisa Flow é a atração de Caxias do Sul (28 de janeiro), Jup do Bairro fará performance em Uruguaiana (11 de fevereiro) e Marina Sena encerra a circulação com show para o público de Pelotas no dia 18. Além dos espetáculos, os integrantes dos showcases também assistem palestras com os artistas visitantes, que abordarão livremente aspectos relacionados às suas carreiras e o desenvolvimento para alcançar reconhecimento no mercado profissional.

Encerrando a programação, o Circuito Orelhas lançará um festival online com os melhores momentos da programação no mês de março com datas a confirmar.

O Circuito Orelhas foi criado em 2019 com o objetivo de fortalecer o cenário musical de Porto Alegre e impulsionar novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Idealizado pelos produtores culturais Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock, o Orelhas promoveu desde sua criação 15 eventos, recebendo 41 artistas e 5 intervenções de arte visual em 8 palcos diferentes e um festival online, mobilizando ao todo 4.500 pessoas presencialmente e milhares de pessoas online. Os três amigos, apaixonados por música, trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já ocorreram na cidade, como Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters e Foo Fighters, e levam toda a expertise das mega produções para eventos independentes dentro e fora do palco.

Vendo a grande diferença de estrutura e mídia que artistas internacionais têm em relação aos artistas brasileiros, e ainda mais para artistas locais em início de carreira, o projeto se propôs a mudar aos poucos essa realidade. Ao longo do seu primeiro ano de vida, o Circuito Orelhas criou parcerias estratégicas com empresas locais para que a suas produções oferecessem todas etapas de um mega evento, como transporte, hospedagem, catering, mídia, nas devidas proporções, mas com qualidade, em um trabalho caloroso e atencioso com todos artistas.

Para acompanhar as novidades e saber mais informações sobre a edição 2021/2022 do Circuito Orelhas, acesse o perfil do projeto: https://www.instagram.com/circuitoorelhas/

EDITAIS DE SELEÇÃO ARTÍSTICA E TÉCNICA

De 01 a 30 de outubro, através de formulário: https://linklist.bio/circuitoorelhas

Resultado dos selecionados em 10 de novembro

Mentorias online: de 16 e 22 de novembro, a partir das 19h30min, para selecionados e de 23 a 29 de novembro, no mesmo horário, para público em geral (inscrições gratuitas pelo Sympla).

Produção Artística com Miriane Brock: A gestora cultural e artista, idealizadora do projeto irá compartilhar suas experiências, especialmente no que se refere à relação e contratação de artistas, buscando contribuir e facilitar o trabalho de profissionais de produção em geral.

Produção Executiva com Bruno Melo: O gestor cultural, que já atuou em grandes projetos e eventos, irá compartilhar suas experiências, especialmente na gestão e execução de projetos, desde a concepção à execução.

Projetos Culturais com Daniela Ramirez: a produtora cultural com experiência na elaboração de projetos para leis de incentivo, irá abordar critérios gerais necessários à elaboração de propostas para mecanismos de incentivo e editais, buscando facilitar a compreensão das ferramentas e recursos.

Gestão de Carreiras com Cristal: a artista irá abordar temas como gestão de carreiras e o olhar do artista em relação ao produto cultural, compartilhando suas experiências.

Comunicação para cultura com Bruna Paulin: a comunicadora com experiência em projetos culturais irá abordar estratégias de comunicação eficientes para os diversos tipos de eventos, compartilhando cases e experiências da área.

Shows:

Tássia Reis + 03 showcases locais em Porto Alegre – 13 de janeiro

Filipe Catto + 03 showcases locais em Santa Maria – 21 de janeiro

Brisa Flow + 03 showcases locais em Caxias do Sul – 28 de janeiro

Jup do Bairro + 03 showcases locais em Uruguaiana – 11 de fevereiro

Marina Sena + 03 showcases locais em Pelotas – 18 de fevereiro


Sobre Natura Musical

Natura Musical é a plataforma de cultura da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 174,5 milhões no patrocínio de mais de 518 projetos – entre trabalhos de grandes nomes da música brasileira, lançamento e consolidação de novos artistas e projetos de fomento às cenas e impacto social positivo. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do Natura Musical selecionou 43 projetos em todo o Brasil e promoveu mais de 300 produtos e experiências musicais, entre lançamentos de álbuns, clipes, festivais digitais, oficinas e conferências. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com uma programação contínua de lives, performances, bate-papos e conteúdos exclusivos, agora digitalmente.

Circuito Orelhas: Idealizado pelos produtores culturais Diego Groisman, Bruno Melo e Miriane Brock, o Circuito Orelhas fortalece o cenário musical de Porto Alegre e impulsiona novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Os três amigos, apaixonados por música, já trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já aconteceram na cidade e levam toda a expertise das megaproduções para realizar eventos independentes com muita qualidade dentro e fora do palco. Em 2021 o projeto terá uma edição especial patrocinada pela plataforma Natura Musical, que circulará por cinco cidades do RS.

Com participações de Gustavo Telles e Chico de los Santos, Carlos Hahn lança o álbum “Auroras na Barriga” na sexta, 22 de outubro

Gravado nos estúdios Cegonha e La Muzika, entre novembro de 2019 e novembro de 2020, o novo disco autoral apresenta MPB com pegada roqueira e letras de resistência e utopia

Carlos Hahn lança nesta sexta-feira (22/10), em todas as plataformas de streaming, o álbum Auroras na Barriga. O novo trabalho, seu primeiro álbum, gravado nos estúdios Cegonha e La Muzika entre novembro de 2019 e novembro de 2020, conta com produção artística de Luciano Albo e produção executiva de Gustavo Telles. 

Com 12 músicas autorais, o disco percorre influências musicais, familiares e políticas do artista, entre estilos como reggae, rock, balada romântica e valsa campeira. Juntamente com o lançamento do álbum, será disponibilizado um encarte digital em PDF, com letras, ficha técnica e ilustrações de Francisco Guará Hahn, seu filho. 

No dia 05 de novembro, às 20h, Hahn apresenta a live de lançamento do disco, com transmissão pelo Facebook do artista: http://www.facebook.com/carloshahn. No mesmo dia, às 21h, será divulgado o videoclipe de Não Solto a Mão, canção em solidariedade aos grupos mais vulneráveis à política fascista do atual governo. O clipe é produzido com animações de aquarelas assinadas pelo artista. 

Bugiganga, faixa que abre o álbum, foi composta em 2008 como um manifesto anti-consumismo. Canção pop surrealista, Um Certo Vento tem harmonia com influência do Clube da Esquina e refrão com irreverência raulseixista. Reagir é um reggae roqueiro com letra de luta e resistência. O rock existencialista Milagres tem participação especial de Gustavo Telles. Deixei o Rio Correr traz uma balada romântica com influência beatle. 

Composição de 1990 e a mais antiga do álbum, Belém Velho é uma homenagem ao bairro onde Hahn cresceu. Irradiar é um canto de utopia com forte influência do Clube da Esquina. Crítica social altermundista, Outro Mundo é uma toada gauchesca que enlouqueceu na pista de dança. Muita bombacha, consciência de classe e purpurina. Rock das Raposa surgiu com a indignação da votação do impeachment na Câmara, em 2016, e tem participação especial de Chico de los Santos. Quero de volta meu país denuncia os ataques à democracia durante o desgoverno Temer e louva as ocupações realizadas no período. Não Solto a Mão foi escrita em 2019, logo após a posse do atual presidente. Teu Tempo fecha o disco, composição em homenagem póstuma ao economista e militante comunista Walter Hahn, pai de Carlos.

Auroras na barriga fala de esperança, resistência, fé no poder da humanidade, em acreditar no ser humano e não na máquina”, declara o compositor. 

Carlos Hahn é um compositor porto-alegrense de MPB com pegada roqueira, com letras de resistência e utopia. Entre 1997 e 2001, lançou três CDs-demo e atuou na cena alternativa da capital riograndense, ora solo, ora com sua banda O Badulaque. Após, dedicou-se a criar os filhos e à carreira de jornalista. A partir de 2017, radicado na Serra gaúcha, lançou o single Ocupa meu coração, sobre as ocupações realizadas entre 2016 e 2017, e o EP bilíngue Dos Paralelos, em português e espanhol. Durante a pandemia, lançou o single Bugiganga e o EP Trilogia do Golpe.

Para mais informações, acesse os perfis do artista nas redes sociais: www.youtube.com/carloshahn82 | www.facebook.com/carloshahn

SERVIÇO

Lançamento do álbum Auroras na Barriga 

Álbum disponível nas plataformas digitais e no canal do YouTube do artista 

a partir de 22 de outubro

05 de novembro – lançamento do clipe Não solto a mão – live às 20h, estreia do clipe no YouTube às 21h

FICHA TÉCNICA
Composição: Carlos Hahn
Participações especiais: Gustavo Telles e Chico de Los Santos
Interpretação: Carlos Hahn (voz, violões aço e nylon),  Luciano Albo (guitarras, baixo, backing vocals e percussão), Gustavo Telles (bateria), Murilo Moura (teclados), Pedro Hahn (bateria e percussões), Rolando Borges (bateria), Tinho Alencastro (baixo).
Arranjos: Luciano Albo, Gustavo Telles e Carlos Hahn

O Que Eu Não Posso Mais Sentir Sozinho chega às plataformas de streaming em 15 de outubro

EP que marca lançamento da carreira solo do multiartista Lipsen conta com seis faixas autorais

Depois dos lançamentos dos singles Ninguém e Como o pôr do sol, o multiartista Lipsen comemora seu aniversário na próxima sexta-feira, 15 de outubro, com a chegada de seu EP O que eu não posso mais sentir sozinho, que marca sua carreira solo autoral. O projeto reúne seis canções que apresentam ao público histórias de dores e desamores vividos pelo artista, que utiliza todo seu repertório teatral na interpretação. As faixas foram gravadas em 2021 e contam com composições produzidas durante os últimos dez anos.

O título do EP é uma referência ao desejo de dividir com o público tanto as questões amorosas que permeiam as músicas, como também sobre a necessidade de compartilhar o trabalho autoral do artista. O projeto caracteriza muito bem a múltipla personalidade de Lipsen, profissional que passa por diversos estilos e linguagens: em O que eu não posso mais sentir sozinho é possível ouvir desde referências a Luiz Gonzaga, passando por beats eletrônicos e sintetizadores, o piano romântico ao estilo Elton John, rock e MPB.

Lipsen gravou as canções acompanhado de Viridiana e Gabriela Lery, e assina a produção do EP em parceira com a produtora Corda Solta (com participação na produção de Celso Zanini e Gabriel Severo em Pavão), e colaboração de Dessa Ferreira, Dani Eizirik, Jordana Henriques, Martina Fröhlich e do Grupo Cerco. As seis faixas são de autoria de Lipsen e Ventilador conta com a parceria com Martina Frölich, parceira do artista no teatro e no Bloco da Laje.

O que eu não posso mais sentir sozinho conta com clipes dos singles Ninguém e Como o pôr do sol, já disponíveis nos canais do cantor e compositor. 

A capa, assim como os outros lançamentos, é uma criação da artista Talita Hoffmann, conhecida no mercado editorial por assinar capas de publicações das editoras Todavia Livros, Terreno Estranho, Ubu, Antofágica e Claraboia. Talita já produziu obras para outros nomes da música, como a banda O Terno, Pedro Pastoriz, Mari Romano, Murilo Sá e o selo Light in the Attic, dos EUA.

Na quinta-feira, 14 de outubro, às 20h, Lipsen, acompanhado de parte da equipe do EP, promoverá uma audição comentada, que será transmitida pela plataforma Zoom. Para mais informações, acesse – instagram.com/lipsen.ph e youtube.com/Lipsen 

Rock, pop, MPB, música regional e trilhas sonoras integram a programação de outubro da Cubo Play

Shows de Nikita, Carlos Badia, Pão de Queijo e Chimarrão, Antonio Villeroy e Duca Leindecker ocorrem nas próximas semanas na plataforma de streaming

O mês de outubro conta com diversos estilos musicais na programação da  Cubo Play, plataforma de streaming da Cubo Filmes. O público poderá conferir performances de Nikita, Carlos Badia, Pão de Queijo e Chimarrão, Antonio Villeroy e Duca Leindecker  –  os ingressos já estão à venda. 

A dupla de pop rock Nikita, formada por Jader Cardoso (vocais / violão e guitarra) e Leo Henkin (programas e guitarra / vocais) anima a noite de sexta, 15 de outubro. A performance preparada para exibição na Cubo Play conta com a participação dos músicos Rodrigo Reinheimer (baixo / vocais) e Luke Faro (bateria). A banda se apresenta às 21h, executando músicas do novo álbum, que conta com o single “Estrada zero um”. Ingressos do primeiro lote a R$ 20,00 – https://cuboplay.com.br/nikita/

Carlos Badia lança seu novo álbum, “Voo”, na sexta, 22 de outubro. O terceiro disco do artista é um trabalho totalmente instrumental e com ritmos brasileiros nada óbvios, como milongas e chamamé. O espetáculo, programado para 21h, conta com ingressos entre R$ 20,00 e R$ 100,00 https://cuboplay.com.br/voo-carlos-badia-grupo/ . No sábado, 23 de outubro, é a vez de Pão de Queijo e Chimarrão, projeto criado pelos músicos gaúchos Veco Marques e Diego Dias, que nasceu da admiração de ambos pela música mineira e pela geração do Clube da Esquina. No repertório, pérolas históricas como “Bola de Meia, Bola de Gude”, “Espanhola”, “Clube da Esquina 2”, “Trem Azul”, “San Vicente”, “Nada Será Como Antes”, “Ponta de Areia”, “Quem Sabe Isto Quer Dizer Amor” e “O Sal da Terra”, entre outras. Ingressos de primeiro lote a R$ 15,00 – https://cuboplay.com.br/pao-de-queijo-chimarrao/ 

Na sexta-feira, 29 de outubro, o compositor Antonio Villeroy promove um espetáculo híbrido, com transmissão ao vivo e público presencial. Este ano, Villeroy comemora 60 anos de vida e 40 de carreira musical com diversos lançamentos e o show que estreia na Cubo Play, “Trilhas Sonoras”. No repertório, canções do autor criadas para trilhas de filmes, novelas e peças de teatro, além de músicas de outros nomes como Michel Legrand, Rodrigo Amarante, Roberto Menescal e Chico Buarque. A lotação presencial é de 30 lugares e o público deve apresentar carteira vacinal para acessar o local. Ingressos entre R$ 20,00 e R$ 40,00 – https://cuboplay.com.br/antonio-villeroy-trilhas-sonoras/

Encerrando o mês, Duca Leindecker apresenta no sábado, 30 de outubro, o show “Triângulo”, novo projeto que lança ao lado do filho, Guilherme, no baixo, e Claudio Mattos na bateria, formando um power trio com uma pegada rock. Os ingressos de primeiro lote custam R$ 20,00 – https://cuboplay.com.br/duca-leindecker/

Além das performances, a plataforma conta com podcasts e conteúdos on demand que podem ser acessados gratuitamente. No catálogo de programas estão os podcasts A História do Disco, da artista e comunicadora Bruna Paulin, The Borbacast, do jornalista Mauro Borba, Enchendo os Canecos, com o produtor Marcelo Calçada e a estreia na plataforma, Eu Quero Ser Seu Amigo de Novo, apresentado pelo produtor e radialista Lelê Bortholacci e pela jornalista e doutora em comunicação Carol Govari, que terá seu primeiro episódio veiculado ainda este mês. O Cubo Play podcast também recebe as atrações da plataforma com entrevistas. Na área esportiva, o público pode conferir o CraqueCast com Digão e Lucas Fogs, o podcast da Prosports sobre Jiu Jitsu e o Kumite, apresentado por Márcio Miranda, sobre artes marciais. Para mais informações, acesse www.cuboplay.com.br

PROGRAMAÇÃO DE OUTUBRO CUBO PLAY

15/10 às 21h – Nikitahttps://cuboplay.com.br/nikita/

22/10 às 21h – Carlos Badia & Grupohttps://cuboplay.com.br/voo-carlos-badia-grupo/ 

23/10 às 21h – Pão de Queijo e Chimarrãohttps://cuboplay.com.br/pao-de-queijo-chimarrao/

29/10 às 21h – Antonio Villeroy –  https://cuboplay.com.br/antonio-villeroy-trilhas-sonoras/

30/10 às 21h – Duca Leindecker – Triângulo – https://cuboplay.com.br/duca-leindecker/

SOBRE A CUBO PLAY

A Cubo Play oferece conteúdos de entretenimento on-line com transmissões ao vivo e diversas opções de programas para consumo on demand. São shows musicais, eventos culturais e de esporte nas suas mais variadas formas, além de conteúdos como entrevistas, podcasts e debates.

Com três meses de existência plataforma já alcança mais de 50 mil acessos vindos de 90 países. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Claudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar ingressos ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. 

Já passaram pela plataforma shows de artistas e grupos como Nenhum de Nós, Zé Caradípia, Nei Van Sória, Trick’n’Roll, Marcelo Gross, Rock de Galpão, Império da Lã, Anka Brasil, o Festival 100 Grandes Álbuns, entre outros. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu.

Festival Internacional de Folclore de Nova Prata – Brasil ocorre em formato online de 15 a 17 de outubro

Evento contará 21 países participantes

Edição de 2020 recebeu o FIDAF Best Festival Award

Primeiro festival da América a entrar no circuito de concursos de dança da Federation of International Dance Festivals (FIDAF), o Festival Internacional de Folclore de Nova Prata – Brasil ocorre nos dias 15, 16 e 17 de outubro em formato online, com sua programação transmitida através dos canais do festival.

Em sua 17ª edição, o evento já recebeu 100 delegações estrangeiras e mais de 480.000 visitantes e na última semana recebeu o Prêmio de Melhor Festival de 2020 pela FIDAF, Federação Internacional de Festivais de Folclore. Este é o prêmio oficial da FIDAF e outorgado anualmente a festivais de grande expressão como Nova Prata, que em 2020 em sua edição virtual obteve um número muito expressivo de visualizações e qualidade de organização, além da capacidade de se reinventar e manter o espírito da FIDAF vivo durante a pandemia. 

Considerado pela ATUASERRA o maior evento cultural da Região Turística Uva e Vinho, em 2018 passou a integrar o calendário oficial de eventos do Rio Grande do Sul, por seu relevante interesse cultural, conforme Lei Estadual 15.094. Este ano serão 15 grupos locais participantes e 18 internacionais concorrendo ao campeonato que serão avaliados pelo júri formado por Emil Dimitrov (Bulgaria), Gabriel Frontera Mestre (Espanha), Gürhan Ozanoğlu (Turquia), Maria Szupiluk (Polônia), Vincent Reyes (Guam) e Régis Eduardo Bastian (Brasil), este como chefe do júri, além de três grupos convidados.

No campeonato internacional de danças folclóricas serão avaliados itens como técnica, figurino, música, coreografia e harmonia, além de impressão geral por uma equipe de jurados com experiência mínima de 15 júris internacionais da FIDAF. Esses avaliadores elegem os três primeiros lugares, além de melhor coreografia, melhor figurino, melhor música, e o prêmio especial do júri. Os grupos disputam entre si em busca do título de Campeão da 17ª edição do Festival e do FIDAF Brazil World Championship, sendo o Festival Internacional de Folclore de Nova Prata o primeiro na América a sediar o Concurso. As performances competitivas ocorrem na Pedreira De Conto, uma pedreira de basalto ainda em atividade na Comunidade de Gramado, interior de Nova Prata, e iniciam às 19h com transmissão pelos canais do festival e a Conecta TV.  Na noite de sábado, 16 de outubro, ocorre a semi-final, onde apenas 10 dos 18 concorrentes passam para a final. Os nomes serão conhecidos no domingo pela manhã, após a Celebração pela paz.

O público também participa da seleção dos melhores do ano: durante os dias de competição, os espectadores votam em seus grupos favoritos através do júri popular disponível no site do evento, que elege o “Prêmio de Público”. As performances presenciais serão realizadas e transmitidas pelos canais do festival, diretamente do Teatro da Pedreira.

Guardiões dos Saberes Ancestrais é o tema da 17ª edição

A cada edição uma temática norteia o festival, abordando fatos históricos de Nova Prata ou atrelados ao cenário sociocultural do mundo. Em 2021 os saberes ancestrais e seus guardiões pautam o evento. “Havia um tempo em que o ensinar e o aprender eram mais simples e próximos de nós. Um tempo em que os mais velhos eram conhecidos por ser a fonte inesgotável de tudo o que se sabia sobre o mundo e sobre as gentes. Esses saberes e fazeres eles contavam que vinham de antes de nossos avós e que assim sempre foi, desde as lições de bordado até os tratos com a terra, com as pedras, com o couro e com os bichos”, conta o diretor artístico do evento, Marcelo Nedeff.

“A humanidade passa por um momento duro em que os nossos guardiões são os maiores alvos do mal que nos assombra. Verdadeiras bibliotecas vivas silenciam e, com elas, uma imensurável gama de riquezas se dissolve. Sem nos darmos conta, toda a bagagem imaterial que eles carregam se está perdendo, junto daqueles que a guardam. É por esse motivo que o Festival Internacional de Folclore de Nova Prata, em sua décima sétima edição, recolhe aquelas vozes e memórias cheias de saberes e fazeres como forma de perpetuar esses conhecimentos seculares”.

Programação paralela

Além dos espetáculos, uma extensa programação paralela está sendo preparada para o evento. As masterclasses contarão com atividades formativas com experientes profissionais de diferentes segmentos da dança. Em três encontros, diferentes mestres nacionais e internacionais abordarão temas como as danças afro-gaúchas, o frevo e o tango, ministradas por Iara Deodoro, Lairton Guedes e Victor Recalde, da Argentina. As aulas ocorrem pela plataforma Zoom, gratuitamente, e as inscrições ocorrem pelo site do festival até quinta-feira, 14 de outubro. São 100 vagas por atividade, sem pré-requisitos para participação. 

A tradicional feira de artesanato, que reúne artesãos da região e de diversas localidades do Brasil e do exterior, neste ano, vai abrigar saberes ancestrais através de vídeos de alguns guardiões, que apresentarão o processo de criação de suas artes, com quem aprenderam e as relações criadas a partir delas.

A Feira Gastronômica também poderá ser conferida através de três programas virtuais de enogastronomia típica das etnias formadoras de Nova Prata, por meio de receitas tradicionais da região, que foram passadas de pais e avós para seus filhos e netos.

Já a Feira do Livro contará com a contribuição do campus local da Universidade de Caxias do Sul e sua editora (EDUCS), que promoverá um debate sobre ancestralidade, reunindo professores e pesquisadores do tema.  O Projeto Escola, que mobiliza a rede de ensino do município, mais de quatro mil crianças e jovens, em 2021 promoverá um intercâmbio entre os alunos de Nova Prata e de outros países que também falam a Língua Portuguesa, como Moçambique, Portugal, entre outros. Por meio de caixas de memórias produzidas pelos professores e alunos, os estudantes da cidade enviaram por correio e receberam conteúdos culturais e educativos.

Programas de turismo local, apresentações dos grupos folclóricos da região, ações solidárias também integram a programação, que podem ser acessada pelo site do evento festivalnovaprata.com.br.

O 17º Festival Internacional de Folclore de Nova Prata é apresentado por Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e Atria Implementos Agrícolas. Patrocínio Master de Axell Banheiras e Spas e REGGLA. Patrício de Adylnet Telecom, Supermercados Porta, Clip, Super Cassol, Unimed, Postal Engenharia e Sicredi. Apoio de Qualisteel, Agetra Gráfica, Fogocem, Casa Trevo, Basalto Santo Antônio, Pratavera Tour, Mauricio Benigni e Artemobili. Parceria do Município de Nova Prata e da Universidade de Caxias do Sul. Organização de Bailado Gaúcho. Financiamento: PRÓ-CULTURA – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. 

Para mais informações, acesse: https://festivalnovaprata.com.br/ | https://www.instagram.com/festivaldenovaprata/

Festival Internacional de Folclore de Nova Prata – BRASIL – 17ª edição

FIDAF Brazil World Championship

15 a 17 de outubro de 2021 – Guardiões dos Saberes Ancestrais

Grupos Locais Participantes: Pré-Bailadinho, Bailadinho, Bailado Gaúcho, Bailado Maior, Bailado Gaúcho Musical, CTG Querência do Prata, CTG Retorno à Querência, Grupo Afro, Grupo Abadá-Capoeira, Grupo CALA, Grupo Kalina, Grupo Per Tutte L’eta, Grupo Novo Milênio, Ascodef e APAE.

Júri: Emil Dimitrov (Bulgaria), Gabriel Frontera Mestre (Espanha), Gürhan Ozanoğlu (Turquia), Maria Szupiluk (Polônia), Vincent Reyes (Guam) e Régis Eduardo Bastian (Brasil)

Grupos Internacionais:

África: Madagascar: Benja Gasy

América:

México: Ballet Folclorico de la Universidad de Guadalajara

 Panamá: Centro Folklórico Atenay Batista

Ásia:

China: Beijing Dance Academy

Coréia do Sul: Neulsum Dance Company 

Filipinas: Leyte Kalipayan Dance Company

Japão: The Dance Company Izena-no-Kai 

Malásia: Sultan Idris Education University

Taiwan: YiTzy Folk Dance Theatre

Europa:

Azerbaijão: Azerbaijan State Academic Dance Ensemble

Eslováquia: Pul’s – Poddukélský umelecký l’udový súbor

Geórgia: National Song And Dance Ensemble “Georgian Folklore” (Tbilisi State Medical University)

Hungria: Duna Art Ensemble

Moldávia: Baletul National JOC

Polônia: The “Mali Gorzowiacy” Folk Dance Group 

Russia : State Song and Dance Ensemble Siverko

Turquia: Büyükçekmece Municipality Golden Bridge Folk Dance Group

Oceania:

Polinésia Francesa: Tamariki Poerani

GRUPOS INTERNACIONAIS CONVIDADOS (NÃO COMPETIDORES)

Argentina: Grupo Coreografico Nomade

Chile: Compañia de Danza Folclorica Poyenmahat

Colômbia: Grupo de Musica y Danza Folclorica de la Universidad CESMAG

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