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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

Cia La Negra apresenta Som da Madeira no teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 09 e 10 de abril

Espetáculo indicado a destaque técnico artístico no Prêmio Açorianos 2021 tem direção cênica de Silvia Canarim

A Cia La Negra Ana Medeiros apresenta nos dias 09 e 10 de abril no teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa o espetáculo Som da Madeira. A produção, indicada a destaque técnico artístico no Prêmio Açoriamos 2021, a montagem tem direção cênica de Silvia Canarim.

O espetáculo conta com músicas do violonista Thiago Colombo, feitas no sul do Brasil com sotaque internacional, e apresenta uma dança com mescla de estilos entre o Flamenco e o folclore “sureño”. Nele, Ana La Negra, Ana Candida de La Campana, Emily Borghetti e Patrícia Corrêa, quatro bailarinas com formações em dança flamenca, traduzem através da sonoridade do violão, dos corpos e das possibilidades que os elementos feitos de madeira, como a castanhola, leque, baston, bata de cola, cajon e os saltos dos sapatos, proporcionam.

Para além da música e dança, o Som da Madeira provoca reflexões sobre diversidade, ancestralidade, os ciclos de nascimento e morte e deixa o recado da importância e urgência da nossa conexão com a natureza.

Os ingressos, com valores entre R$ 40,00 e R$ 80,00, estão à venda pela plataforma Sympla. As sessões ocorrem às 20h e o teatro do CHC fica na Av. Independência, 75.

Som da Madeira
09 e 10 de abril de 2022 (sábado e domingo) 20h
Quanto: R$ 80,00 inteira e R$ 40,00 meia
Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa – Av. Independência, 75
https://www.sympla.com.br/evento/som-da-madeira-9-de-abril/1525061

https://www.sympla.com.br/evento/som-da-madeira-10-de-abril/1525073

Concepção e Direção geral: Ana Medeiros La Negra

Direção artística e cênica: Silvia Canarim

Coreografia: Ana Medeiros, La Negra

Trilha sonora: Thiago Colombo

Cenografia e Identidade visual: Emily Borghetti

Bailarinas: Ana Cândida de La Campana, Ana Medeiros La Negra, Patrícia Correa e Emily Borghetti

Execução Cenografia: Rafa Costa

Figurino: Ana Medeiros, La Negra

Execução figurino: Tânia Ferreira

Iluminação Cênica: Fabrício Simões

Apoio para sala de ensaio: Cadica Danças e Ritmos

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Livro que conta a jornada de mulher em busca da família após 40 anos tem lançamento na quarta-feira, 06 de abril, no Barraco Cultural

“Dona Ana”, projeto de Tiago Coelho e Ana Sousa Werner, é selecionado pelo programa Rumos Itaú Cultural 2019 – 2020


Há 12 anos, Tiago Coelho e Ana Sousa Werner embarcaram em uma viagem de 4 mil quilômetros em busca de um reencontro, que resultou em uma série de fotos assinadas pelo artista de Santo Antônio da Patrulha. Em 2022 a obra se transforma em livro assinado pela dupla, com lançamento marcado para quarta-feira, 06 de abril, no Barraco Cultural. Dona Ana conta a saga de Ana Sousa Werner, que 40 anos depois de deixar a cidade natal, retorna para reencontrar a família, com textos da autora e fotos de Coelho, projeto contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural. 

Ana Sousa Werner nasceu em um povoado que hoje se chama Vila do Japim, no município de Viseu, a 320 quilômetros da capital paraense e na beira do Rio Piriá, conhecido pelas suas corredeiras e pelo bom banho de água doce. Filha de pais lavradores, cresceu junto aos dez irmãos debaixo de pés de bananeira, sob a supervisão da mãe e da avó. Aos oito anos, já trabalhava na roça plantando algodão, milho, cana e macaxeira. Aos 17, resolveu ir embora para a cidade e avisou só a mãe, hoje falecida. De lá foi para Belém, depois para São Paulo e, já casada e com três filhos, para Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul. Sem saber ler nem escrever, perdeu totalmente o contato com amigos e parentes.

Quando criança, dona Ana ouvia lendas do folclore brasileiro: histórias sobre a Mãe-d’água, metade mulher, metade peixe, que assoviava de dentro do rio; sobre o Curupira, guardião das florestas “que cantava nas matas como gente”; e também sobre lobisomens, “demônios que se apossavam do corpo das pessoas e as transformavam em animais como porcos, cachorros ou bois”. “Além da onça, que perseguia a mim e aos meus irmãos de verdade”, afirma ela.

Ana trabalhou na casa dos pais de Tiago como babá. Tiago tinha seis anos e Ana 49. “A primeira lembrança que tenho dela é de seu sorriso. E, como boa contadora de histórias que é, sempre povoou meu imaginário com suas memórias – repletas de onças, cobras, macacos, tatus, rios e florestas –, que, para mim, pareciam saídas diretamente de uma fábula. “Dona Ana é uma história de esperança, busca pelo passado, resgate de origens, reencontros, amor, paixão e fé, e que também reflete sobre a complexidade das relações sociais que temos aqui dentro do Brasil”, conta Tiago, professor de fotografia e idealizador da publicação. 

Ao chegar em Santo Antônio da Patrulha, Ana resolveu aprender a ler e escrever para poder resgatar seu passado. Matriculou-se em um curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e se formou no Ensino Fundamental. “Foi por necessidade. Não saber ler nem escrever é como se a pessoa fosse cega e não pudesse enxergar as coisas”, conta ela. 

Em 2010, dona Ana recebeu um dinheiro inesperado, um resgate do FGTS que tinha um valor muito maior do que ela imaginava. À época, fazia 40 anos que não tinha notícias da família, e decidiu que era hora de resgatar suas origens e voltar à terra natal na esperança de rever os irmãos. Pediu a Tiago que fizesse um retrato da família que constituíra no Sul, para o caso de encontrar a família do Norte. “Foi quando resolvi ir junto, para ajudá-la na busca e também para documentar o percurso, tendo a fotografia como nossa companheira. Porque me interessa muito a ideia de imaginação e relato. Escolhi a fotografia como ferramenta para estudar, conhecer e entrar em diferentes realidades, para construir contatos pessoais e conexões mais profundas com temáticas e personagens”, explica Tiago.

Partiram, então, para a viagem: avião, depois mais dois ônibus e muita estrada de terra. Dona Ana dava suas impressões sobre o caminho, contava sobre o entorno, as comidas, a fisionomia das pessoas. No segundo meio de transporte, quando comentavam sobre a busca, uma desconhecida os interpelou: “Você é a Ana, a falecida?”. “Foi quando descobri que todo mundo achava que eu tinha morrido, menos meu irmão Albino, que tinha feito uma promessa de orações e sessões de jejum para eu voltar. E voltei! No nosso reencontro, choramos que só faltava desmaiar. A máquina até trancou, parou de funcionar”, conta ela emocionada.

“Foi o ápice! Ninguém acreditava no que estava acontecendo. Todos abraçados, em silêncio. A câmera voltou e fiquei ali, registrando o momento, e depois os outros dias. É importante lembrar que por lá não havia luz elétrica em 2010. A tradição oral de passar os saberes é geral da família e do povoado. É interessante porque sempre passa a sensação da pessoa que conta a história, cujos significados são ricos justamente pelas interpretações dos casos e pela linguagem que cada um usa para reconstruir a relação de importância, mistério e felicidade, a maneira de perpetuar. Uma mesma história que me atravessou, da onça que perseguia a família, foi contada de maneiras diferentes pelos irmãos Adaltina, Albino e Ana. Como era a onça que perseguia as crianças? Ela perseguia mesmo ou só ouviam os ruídos dela? O pai matou a onça? Não? A onça era um bebê onça?”, indaga Tiago.

Desde seu lançamento em 2010 o projeto Dona Ana já passou por eventos como a Biennale Photoquai – Musée Du Quai Branly (França), MUFF – Festival internacional de Fotografía de Montevideo (Uruguai), XIX Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Belém), Museo de Bellas Artes de Tandil (Argentina), Ningbo International Photography Week (China), entre outros.

Em 2013 Coelho publicou a primeira versão do projeto em versão zine. Dona Ana se queixou que havia muitas páginas em branco e que o resultado final, segundo ela, não chegava nem perto de contar sua história de forma satisfatória. Fez, então, pauta nos espaços que estavam em branco e resolveu redigir, ela mesma e de próprio punho, a sua história. O texto percorre memórias de infância, a vida na roça, a mudança para a cidade, o estranhamento do frio quando chegou ao Sul e as mudanças internas pelas quais passou, incluindo o fato de que não gostava de lavar roupa e de cozinhar, mas agora faz essas atividades com gosto: “Meu prato mais famoso é a feijoada, e também faço uns bifinhos bem bons”, conta orgulhosa.

Tiago também mudou nos 12 anos em que o projeto precisou amadurecer para ficar pronto. “Como fotógrafo e como pessoa. Nunca tinha ido ao Norte do país, tinha apenas referências fotográficas. Foi uma oportunidade para questionar estereótipos e buscar uma construção artística que mesclasse os nossos imaginários, meu e dela, com a realidade. Vivenciei essa experiência e ela segue transformadora na minha vida e no meu trabalho. E essa história, por mais que parta de algo pessoal, reflete a situação de grande parte da população brasileira que migra para outros estados e atravessa o país levando na bagagem seus sonhos, suas expectativas e sua própria cultura”, reflete.

Com 92 páginas, a primeira edição conta com 500 exemplares, editada pela Austral Edições. A sessão de autógrafos em Porto Alegre inicia às 18h e a intenção é lançar a publicação em outros lugares, inclusive no Pará. O livro está à venda pelo site da Austral Edições: https://austral.ink/dona-ana

Sobre o Rumos Itaú Cultural
Um dos maiores editais privados de financiamento de projetos culturais do país, o Programa Rumos, é realizado pelo Itaú Cultural desde 1997, fomentando a produção artística e cultural brasileira. A iniciativa recebeu mais de 75,8 mil inscrições desde a sua primeira edição, vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas 1,5 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 7 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Na última edição, de 2019-2020, os 11.246 projetos inscritos foram examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país. Em seguida, passaram por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 23 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição. Foram selecionados 92 projetos.

Lançamento e sessão de autógrafos de “Dona Ana”, Tiago Coelho e Ana Sousa Werner
Quarta-feira, 06 de abril, 19h
Barraco Cultural – Rua Laurindo, 332 – Entrada Franca

Publicação à venda pela  https://austral.ink/dona-ana 
No evento será possível adquirir exemplares.

Eu quero ser seu amigo de novo estreia em 31 de março na Cubo Play

Podcast comandado por Lelê Bortholacci e Carol Govari apresenta a história da cena do rock gaúcho de 1995 a 2015

Os apaixonados por histórias do rock gaúcho podem celebrar: a partir de 31 de março estreia com exclusividade na Cubo Play o podcast Eu quero ser seu amigo de novo, que conta a história da Olelê Music, produtora que se destacou na cena cultural do RS de 1995 a 2015. Apresentado pelo comunicador Lelê Bortholacci e pela jornalista e pesquisadora de música Carol Govari, os episódios da primeira temporada trazem participações de músicos de bandas como Comunidade Nin-Jitsu, Ultramen e Cachorro Grande, que integraram o cast da produtora. Reunindo causos e muitos souvenirs, como crachás, ingressos, revistas, cartazes e CDs, Lelê, provocado por Carol, fala sobre as bandas e traz histórias nunca antes contadas.

A ideia surgiu em um encontro entre Carol e Lelê, que, ao ser entrevistado pela jornalista – ainda na época da Olelê Music -, se deu conta que tinha muita história para contar. Os anos se passaram, a produtora fechou, mas Lelê sempre foi instigado por colegas e amigos a contar a sua história – e consequentemente a história da cena que ajudou a construir por 20 anos. Além disso, a ideia do podcast é relembrar e confirmar a importância dessas bandas para a música e a cultura do estado. “Minhas pesquisas têm como fio condutor a memória e percebemos uma carência de registros sobre essa cena de meados dos anos 1990 pra cá. Há muito conteúdo sobre os anos 1980, – eu mesma escrevi minha tese sobre isso -, mas pouco sobre a última década do século XX”, comenta a jornalista.

As gravações iniciaram em outubro de 2021 e contarão com participações de todos os grupos que passaram pela Olelê ao longo dos anos. “Decidimos esticar a pauta e ampliar o assunto para falar sobre a história do rock em Porto Alegre. Teremos a participação de outras bandas, empresários, produtores, donos de bares etc”, revela. 

Desde 1995, Lelê  Bortholacci atua na produção cultural de Porto Alegre – seja como DJ, roadie, produtor, empresário e radialista. Entre os principais trabalhos, está o escritório que abriu em 1997 junto ao estúdio Bafo de Bira, do músico Rafael Malenotti, quando começou a levar o material autoral das bandas para as casas de shows pelo interior do Rio Grande do Sul. A LB Produtora virou Olelê Music e até 2015 gerenciou a carreira de bandas como Ultramen, Tequila Baby, Comunidade Nin-Jitsu, Cachorro Grande, Reação em Cadeira, Fresno, entre outras. Além disso, ao longo dos anos trabalhou com curadoria artística, e eventos como Festival Planeta Atlântida, Festa Nacional da Música (Palco Atlântida), Discografia Rock Gaúcho, Beatles Festival e Art & Beer Festival. Desde 2015, com o fechamento da Olelê,  dedica-se exclusivamente à função de radialista e comunicador nas rádios Atlântida, 102.3 e Gaúcha.

Carol Govari é jornalista graduada pela UFSM, com mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela Unisinos. Realizou estágio doutoral no Department of Art History & Communication Studies da McGill University, em Montreal, Canadá, onde aprofundou sua pesquisa sobre cenas musicais.  É autora do livro ‘As próximas horas serão muito boas. Materialidades e estéticas da Comunicação em duas apresentações ao vivo da banda Cachorro Grande’, (Novas Edições Acadêmicas, 2019), e desde 2010 atua na cobertura de shows no blog ‘The Backstage’. É vinculada ao Laboratório de Pesquisa Cultpop – Cultura Pop, Comunicação e Tecnologia, da Unisinos, e colaboradora do Centro de Investigação em Artes e Comunicação, da Universidade do Algarve (Portugal). 

A atração estará disponível gratuitamente na Cubo Play, e contará com episódios semanais. Para saber mais, acesse: https://www.instagram.com/eqssadn/

Tom Misch se apresenta em Porto Alegre na sexta-feira, 20 de maio

Guitarrista e produtor britânico realiza performance no Bar Opinião integrando a programação oficial do festival MITA

Ingressos à venda a partir de 14 de março

Chega a Porto Alegre na sexta-feira, 20 de maio, às 23h, o guitarrista e produtor britânico Tom Misch, marcando a primeira edição do MITA Day na cidade, parte da programação oficial do MITA, primeiro festival produzido em parceria pelas empresas Bonus Track e 30E – Thirty Entertainment, evento que terá periodicidade anual. Em 2022, o projeto conta com patrocínio do app Ame. 

Natural de Londres, o artista chama atenção devido ao seu versátil talento e abordagem multidisciplinar. Nascido em 1995, iniciou aos quatro anos aprendendo violino, para em seguida, desenvolver técnicas de violão. Em 2012 lançou os primeiros trabalhos pelo Soundcloud e apresenta faixas de jazz contemporâneo que trazem pitadas de soul, R&B, Hip Hop, usando instrumentos clássicos e misturando sintetizadores e linhas de baixo marcadas, revelando um groove especial às canções. Estreou no formato álbum em 2018, com Geography, onde conta com faixa em parceria com De La Soul. Em 2020, além de What Kinda Music, desenvolveu o projeto Quarantine Sessions, que conta com uma composição em parceria com Marcos Valle intitulada Parabéns, e que foi lançada em 2021. 

A The South America Tour conta com performances na Argentina e no Chile, além de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde Misch apresenta um repertório de diferentes álbuns, como Geography e What Kinda Music, e músicas novas de seu próximo álbum solo com a banda completa. O artista segue para apresentações na Europa e Austrália depois de passar pelo Brasil. 

A venda de ingressos inicia nesta segunda-feira, 14 de março, com valores a partir de R$ 125,00 pela plataforma Sympla ou nas lojas Planeta Surf Bourbon Wallig e  Verse Centro (confira as informações completas abaixo). 

Tom Misch em Porto Alegre – MITA Day

20 de maio de 2022, 23h

Bar Opinião – Rua José do Patrocínio, 834

Classificação etária: 18 anos.

Ingressos à venda a partir de 14 de março

Venda de ingressos online: https://www.sympla.com.br/opiniao

LOCALLOTE 1LOTE 2LOTE 3LOTE 4
INTEIRAR$ 250,00R$ 300,00R$ 350,00R$ 400,00
MEIAR$ 125,00R$ 150,00R$ 175,00R$ 200,00
INGRESSO SOLIDÁRIOR$ 130,00R$ 155,00R$ 180,00R$ 205,00

Todas as pessoas podem comprar o Ingresso Solidário. Para acesso ao show, deverá ser feita a doação de 1kg de alimento não perecível, a ser entregue na entrada do Opinião.

Para vendas pela Internet, é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento. Para Bilheteria, é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no ato da compra e no acesso ao evento.

Para pagamento online serão aceitos os cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa, ELO.

– Venda limitada a 6 ingressos por CPF.

–  Vendas online – Taxa de conveniência de 15% sobre o valor total da compra

– Todas as condições acima poderão ser alteradas sem aviso prévio.

Bilheteria oficial – sem cobrança de taxa de conveniência

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig: Avenida Assis Brasil 2611 / loja 249 – Jardim Lindóia – Porto Alegre

Funcionamento: das 10h às 22h

Formas de pagamento: Somente em dinheiro

Outros pontos de venda – sujeito à cobrança de taxa de conveniência

Loja Verse Centro: Rua dos Andradas, Galeria Chaves, 1444 / loja 06 – Centro Histórico – Porto Alegre

Funcionamento: das 10h às 22h

Formas de pagamento: Somente em dinheiro

Sarau da Clara Corleone tem edição especial na Cubo Play

Comemorando os cinco anos de existência do projeto, a escritora recebe Paula Taitelbaum e Tatiana Cruz na segunda, 14 de março, às 20h

Evento em formato híbrido conta com plateia presencial e transmissão online – ingressos à venda em www.cuboplay.com.br


Em comemoração aos cinco anos do lançamento do seu sarau e celebrando o mês da mulher, a escritora Clara Corleone promove uma edição especial do evento na Cubo Play. Após dois anos sem edições presenciais, o estúdio da Cubo Filmes recebe o projeto na segunda-feira, 14 de março, às 20h com plateia presencial e transmissão online pela plataforma. 

Clara recebe Paula Taitelbaum e Tatiana Cruz, que apresentarão textos de autoras cruzando diferentes gerações de escritoras da cena local.  A ideia é reverenciar a produção literária feminina em um descontraído encontro. Enquanto Paula já possui uma vasta lista de livros publicados em diversas linguagens, Tatiana é estreante – seu primeiro livro, “Na minha casa há um leão” foi lançado em 2021 pela Zouk. Já Clara estreou em 2019 com “O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas”, que está, atualmente, em sua quinta impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). Em 2021 lançou seu primeiro romance “Porque era ela, porque era eu”, pela L&PM. Pelo romance, recebeu o Prêmio Jacarandá de Autora Revelação no mesmo ano.

Criado em 2017 com edições mensais no Von Teese Bar, o evento literário traz sempre um tema que pauta os textos lido por Clara e seus convidados e já recebeu as escritoras Martha Medeiros, Claudia Tajes e Luisa Geisler, as políticas Manuela D’Ávila e Fernanda Melchionna, os diretores de cinema Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Roger Lerina e Paulo Germano, as atrizes Mirna Spritzer, Maria Galant e Catharina Conte, entre outros.

Os ingressos para a plateia presencial são limitados e custam R$ 20,00 e a transmissão online custa R$ 10,00,  à venda em www.cuboplay.com.br . A casa localizada na Rua São Matheus 345, abre às 19h com opções gastronômicas. 
Clara Corleone é atriz, escritora e produtora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora e no site Lugar de Mulher. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome. “O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas”, seu primeiro livro – editora Zouk com o selo da Casa da Mãe Joanna, de Joanna Burigo – está, atualmente, em sua quinta impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). Também em 2020, Clara foi contemplada com dois prêmios no edital FAC Digital RS – como apresentadora com seu sarau virtual em parceria com a produtora Ah Tri Cultural e como dramaturga do projeto “Músicas para remendar o coração” em parceria com a artista Bruna Paulin. Em 2021 lançou seu primeiro romance “Porque era ela, porque era eu”, pela L&PM. Pelo romance, recebeu o Prêmio Jacarandá de Autora Revelação no mesmo ano.
Paula Taitelbaum é apaixonada pela palavra. A escrita, a falada, a imaginada. Nos anos 80, iniciou seu trabalho como atriz no Grupo Pé de Palco, dirigido por Júlio Conte. Nos anos 90, formou-se em publicidade, trabalhou como redatora publicitária e roteirista, lançou os livros poemas Eu versos Eu (1998) e Sem Vergonha (1999). A partir dos 2000, firmou-se como escritora, lançou novos livros de poemas, entre eles Mundo da Lua (2002), Porno pop pocket (2004) e Menáge à Trois (2005) e participou de coletâneas de poesia e crônica, passou a colaborar com jornais e revistas e escreveu livros com foco em história em coautoria com Eduardo Bueno. E mais: adentrou o mundo do livro infantil lançando Palavra vai, palavra vem (2013), Bichológico (2016), Pra que serve um dedo? (2017), Ora Bolas (2019), Poupou (2019) e Maia e Valentim (2021). Além de escritora, também passou a atuar como ilustradora, tendo ilustrado, além de seus livros, a obra Dicionário da Independência – 200 anos em 200 verbetes, de Eduardo Bueno. Atualmente, dedica-se a escrever, é gerente de comunicação da L&PM Editores e também uma das sócias fundadoras da Editora Piu. Desde 2019 é também uma das curadoras da LER – Salão Carioca do Livro.

Tatiana Cruz é poeta, autora do livro “Na minha casa há um leão” (Editora Zouk, 2021), letrista, redatora publicitária, colagista e especialista em Literatura Brasileira (UFRGS). É criadora do mapa global de abrir voz de mulheres no Instagram, @1minuteslam, onde compartilha poesia falada de autoria de mulheres ao redor do mundo. É co-fundadora do @sarau.nosotras, encontro poético feito por mulheres só para mulheres. Suas colagens podem ser vistas no @fabulario.collage.

Sarau Clara Corleone – aniversário de cinco anos
Com Paula Taitelbaum e Tatiana Cruz
Segunda-feira, 14 de março, 20h
Na Cubo Play – ingressos presenciais – R$ 20,00 e onlne R$ 10,00
à venda em http://www.cuboplay.com.br

Atrações musicais são o destaque da programação do Carnaval na Estação Campos de Canella

Empreendimento e ponto turístico localizado  no centro de Canela reúne história, cultura, entretenimento, gastronomia e lojas no mesmo lugar

A  Estação Campos de Canella preparou uma programação especial repleta de atrações musicais para animar o feriado de Carnaval. O público poderá aproveitar todo espaço e complexo gastronômico, comercial e cultural que reúne ótimos e diversificados restaurantes, lojas e fomenta a cultura  local através de programações de entretenimento nos finais de semana, incentivando o trabalho de artistas locais com shows e atrações musicais de vários estilos que vão do tradicional samba de roda, som Brasil, pagode, sertanejo e até rock. 

O espaço, que em 2022 comemora três anos de existência, promove uma programação gratuita a partir de sexta-feira, 25 de fevereiro, que conta com shows e a já tradicional feira de filhotes, programada para o sábado, dia 26, a partir das 14h. 

Destaque também no sábado para a criançada: uma apresentação da Escola de Samba Mirim União Vila IAPI, embalando a festa dos grandes e pequenos. “Hoje a Estação é uma referência cultural na cidade, não somente pela sua história, mas pelas atrações artísticas e culturais que proporciona gratuitamente durante todos os finais de semana para a comunidade e visitantes. Vários artistas da cidade e da região em diversos segmentos são contemplados através de contratações. Isso é um ato de valorização e fomento da cultura, um local de incentivo a classe artística em tempos tão difíceis”, declara o responsável pelos eventos do empreendimento, Tiago Melo.

Todas as atividades são gratuitas. A Estação Campos de Canella fica no Largo Benito Urbani – Centro, Canela. Mais informações: https://www.estacaocanella.com.br/ | https://www.instagram.com/estacaocamposdecanella 

Horários de funcionamento

RESTAURANTES – CERVEJARIA – BISTRÔS – LANCHONETE

Diariamente das 11:30 às 22:00 – ATENÇÃO: Algumas operações não abrem nas segundas e terças-feiras

LOJAS – QUIOSQUES – CAFETERIA

Domingo a quinta das 10:00 às 20:00 | Sexta e sábado das 10:00 às 22:00

PIZZARIA – Diariamente das 18:30 às 22:00

BIG LAND – Diariamente das 13:00 às 19:00

PROGRAMAÇÃO DE CARNAVAL

25 DE FEVEREIRO – Sexta-feira

17:00 às 19:00 – Duo Samba de Lua no Largo Benito Urbani

18:00 às 20:00 – Trio Show Brasil no Palco

26 DE FEVEREIRO – Sábado

14:00 às 16:00 – Rock com Deivid Wallauer no Largo Benito Urbani

14:00 às 20:00 – Feira de Adoção de Filhotes da Associação Amor Sem Raça

17:00 às 18:00 – Show de Escola de Samba Mirim União Vila IAPI

27 DE FEVEREIRO – Domingo

16:00 às 18:00 – Duo Samba de Lua no Palco

18:00 às 20:00 – Show Brasil no Palco

28 DE FEVEREIRO – Segunda-feira

16:00 às 18:00 – Dupla show Brasil no Palco

18:00 às 20:00 – Duo Samba de Lua no Palco

01 DE MARÇO – Terça-feira

17:00 às 19:00 – Dupla Show Brasil no Palco

PROGRAMAÇÃO DA CERVEJARIA LA MEUSE

SEGUNDAS | 20:00 às 22:00 | Rock e Mpb com David Wallauer

TERÇAS | 20:00 às 22:00 | Sertanejo com Paulo Mrovinski

QUARTAS | 20:00 às 22:00 | Pagode com Maurão e Gabriel

QUINTAS | 20:00 às 22:00 | Música gaúcha com Jonas e Daniel

SEXTAS | 20:00 às 22:00 | Samba com Bora Sambah

SÁBADOS E DOMINGOS | 20:00 às 22:00 |Rock e pop rock com Diego e Lagarto

Nei LisPoa retorna aos palcos nos dias 18 e 19 de março no CHC Santa Casa

Espetáculo chega a sua décima-segunda edição, celebrando os 250 anos de Porto Alegre

O Centro Histórico-Cultural Santa Casa abre as portas nos dias 18 e 19 de março para a décima segunda edição do Nei LisPoa. Diferente dos anos anteriores, o espetáculo, criado como um show de verão anual de Nei Lisboa que mescla música, humor e textos, será apresentado durante as comemorações dos 250 anos de Porto Alegre. “Mesmo com o réveillon já distante do calendário, vamos manter a tradição de todos esses anos”, revela o compositor.

Criado em janeiro de 2010, o projeto seguiu ininterrupto até 2020, quando por conta da pandemia de COVID-19 infelizmente não ocorreu no verão de 2021. Este ano, o projeto será realizado no mês de março, próximo ao aniversário da cidade, que será tema do repertório e do roteiro do espetáculo.  Acompanhado de Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (teclado, vocais) e Paulinho Supekovia (guitarra, vocais), Nei Lisboa apresentará pela primeira vez canções do EP Pandora, lançado em dezembro de 2021 nas plataformas de streaming, com cinco faixas inéditas do artista (todos os detalhes do disco podem ser conferidos no site oficial http://www.neilisboa.com.br). E deve ainda levar ao palco um pouco do Em casa e (ao) vivo, programa que Nei e Cintia Belloc conduziram pela internet com muito sucesso durante a pandemia.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 45,00 e R$ 120,00. A lotação máxima do teatro é observada pelo CHC Santa Casa a partir de decreto sanitário municipal vigente, exigindo o uso de máscaras durante toda a performance. O show tem apoio cultural de Expresso do Oriente Tapetes, Aiama Cozinha Artesanal, TVE e FM Cultura.

Para mais informações acesse www.neilisboa.com.br

facebook.com/neilisboa

youtube.com/neilisboatv

twitter.com/neilisboa

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O quê: Nei LisPoa 2022, com Nei (violão e voz), Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (teclado, vocais). Paulinho Supekovia (guitarra, vocais).

Onde: Teatro do CHC Santa Casa (Av. Independência, 75 – Porto Alegre) 

Quando: 18 (sexta) e 19 (sábado) de março de 2022.

Horário: 20h

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Ingressos:

1º lote

meia-entrada*: R$ 45,00 / inteira:  R$ 90,00       

2º lote

meia-entrada*: R$ 60,00 / inteira:  R$ 120,00       

* Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, doadores de sangue, jovens de baixa renda, classe artística e colaboradores Santa Casa.

Festival Verão Jazz e Blues e Festival Loop Discos integram a programação de fevereiro da Cubo Play

Performances de Camila Orsatto, Luana Pacheco e Solon Fishbone ocorrem ao vivo nos dias 09, 16 e 23, diretamente dos estúdios da Cubo Filmes em formato híbrido

Primeira edição do projeto em parceria com a Loop Discos conta com apresentações de Bibiana Petek, Lila Trentini e Bianca Satti às segundas-feiras

O mês de fevereiro conta com intensa programação na Cubo Play: a plataforma promove os festivais Verão Jazz e Blues e Loop Discos. Às segundas-feiras, nos dias 07, 14 e 21, é possível acompanhar a transmissão online de performances de Bibiana Petek, Lila Trentini e Bianca Satti

A Loop Discos é um selo musical brasileiro da premiada agência de música Loop Reclame e seu casting conta com diversos gêneros musicais. Em oito anos são mais de mil obras registradas e trezentos lançamentos. Abrindo a programação, o evento recebe Bibiana Petek, cantora, compositora e guitarrista. Desde 2013 na cena do sul do Brasil, teve seu caminho trilhado através do álbum de estreia ”Dengo”, com o qual conquistou o “Prêmio ABMI / Deezer” de novos talentos e o “Festival EDP Live Bands” – a levando pra tocar em Portugal no NOS Alive em 2018.

A jovem e talentosa Lila Trentini tem 19 anos e canta, compõe (em inglês e português, duas línguas em que é nativa), toca piano, violão e ukelele. Na sua estreia em 2019, de largada passou dos 60 mil plays no Spotify e 65 mil no Youtube. Tem como referência artistas como Billie Eilish, Zaz, Dua Lipa, Khalid e Lagum. Na performance do dia 14, apresenta seu trabalho autoral. 

Encerrando a primeira edição do Festival Loop Discos, o público poderá conferir a performance de Bianca Satti. Bianca é cantora e compositora, e em parceria com os músicos Lucas Volpatto e Adley Giraldino formam o projeto Soul Trio. Com muita leveza e autenticidade, apresentam composições da cantora e algumas músicas marcantes de sua carreira. Os ingressos https://cuboplay.com.br/festival-loop-discos/ para cada performance custam R$ 20,00 e o passaporte para as três datas, R$ 50,00. Todas as apresentações podem ser assistidas por sete dias após sua estreia.

Já o festival Verão Jazz e Blues conta com performances de Camila Orsatto, Luana Pacheco e Solon Fishbone. Os shows, em formato híbrido, ocorrem às 20h sempre às quartas-feiras: 09, 16 e 23 de fevereiro. O público poderá conferir presencialmente as apresentações (lugares limitados) ou assistir de casa através da plataforma. 

No dia 09, é a vez da cantora, compositora e pianista Camila Orsatto. Dona de uma voz intensa e expressiva, interpretará, junto com Eduardo Xavier (guitarra/violão) e Caio Maurente (baixo acústico), clássicos e contemporâneos do jazz, do blues e da música francesa, percorrendo entre canções de Norah Jones, Nina Simone, Donny Hathaway, Edith Piaf, Zaz, entre outros. Além delas, apresentará também algumas das composições lançadas em seu primeiro EP, que misturam elementos do jazz, do blues e do pop.

Luana Pacheco Trio anima a noite do dia 16. Arrume sua mala, pois para ouvir (e ver ao vivo) a música de Luana, é preciso estar impregnado pelo espírito Wanderlust (do alemão wandern: ‘caminhar’, ‘vagar’ + Lust : ‘desejo’; em português, “desejo de viajar”), termo que descreve um forte apetite de descobrir novos lugares, de explorar o mundo, de nos levar ao desconhecido, a algo novo. Influenciada por grandes nomes femininos da música norte-americana, francesa e brasileira, no conjunto de canções que compõem seu trabalho de estreia, revelam um trânsito de Luana pelos três idiomas que a auxiliaram a construir sua persona artística. E assim também é o show que passa pelo palco da Cubo Play, misturando jazz, blues e música francesa Luana traz canções do seu disco de estreia, além do repertório que a inspira em seus mais de 16 anos de carreira.

Encerrando o evento, em 23 de fevereiro é a vez do guitarrista Solon Fishbone, que apresentará músicas dos seus discos Blues from Southlands (1994), Heart & Soul (1996), Blues Galore (1999), Instrumental Mood (2004), Fishtones  (2011), além de composições novas como o single Stay Home lançada em 2020.

Os ingressos, à venda pelo site https://cuboplay.com.br/verao-jazz-e-blues/,  custam entre R$ 30,00 e R$ 50,00 no formato presencial, e entre R$ 20,00 e R$ 40,00 online. Também é possível adquirir passaporte para todas as atrações, que custam R$ 100,00 (presencial) e R$ 80,00 (online). 

Ação solidária para Casa do Artista Riograndense

Os ingressos presenciais para o festival Verão Jazz e Blues contam com descontos de R$ 5,00 na modalidade de Ingresso Solidário mediante doação de 1kg de alimento não perecível.  Os mantimentos arrecadados serão doados à Casa do Artista Riograndense, instituição que abriga artistas idosos em vulnerabilidade social.

Eventos esportivos na agenda da plataforma

No sábado, 12 de fevereiro, a Cubo Play transmite com exclusividade a X Battle Of Giants Fest – Mixed Martial Arts. A 15° edição do maior evento de Artes Marciais do Rio Grande do Sul promove lutas profissionais no card principal à noite e lutas amadoras durante o dia. Estão previstas disputas de MMA, Muaythai e Kickboxing, entre outras modalidades. 

Já no domingo, 13 de fevereiro, ocorre a segunda etapa da Copa Prime de Jiu Jitsu 2022, que integra a trilogia da Summer Prime, que reúne as competições dos meses de janeiro, fevereiro e março. Os campeões desta trilogia receberão certificado de honra ao mérito, além de conquistarem a sua pré-classificação para Copa dos Campeões de 2022. 

Performances em catálogo para aluguel

Agora também é possível assistir algumas atrações que já passaram pela plataforma. O espectador pode alugar por 30 dias as performances de Trick’n’Roll, Duca Leindecker, Sex-teto, Nikita, Carlos Badia, Jorginho do Trompete e Luiz Mauro Filho e o espetáculo teatral Quando eu me chamar saudade, vencedor do Prêmio Açorianos 2021 na Categoria Ação Formativa. Cada show/espetáculo custa R$ 6,90 e pode ser assistido quantas vezes quiser durante o período de aluguel.

Plataforma alcançou mais de 116 mil acessos em sete meses de existência

Com sete meses de existência, a plataforma já alcança mais de 116.391 mil acessos vindos de 117 países, com uma média de 600 acessos diários ao site. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Cláudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar tickets ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. O ticket médio custa R$ 20,00 nos lotes iniciais das atrações.

Já passaram pela plataforma mais de 50 eventos, como shows de artistas e grupos como Duca Leindecker, Nenhum de Nós, Nei Van Sória, Marcelo Gross, Carlos Badia, Rock de Galpão, Império da Lã, Trick’n’Roll, Zé Caradípia, Lisandro Amaral, Anka Brasil, entre outros. Em setembro a Cubo Play promoveu o Festival 100 Grandes Álbuns, onde reuniu 18 atrações musicais e uma série de entrevistas em dois episódios especiais. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu e o Campeonato Brasileiro de Muay Thai. São mais de 330 artistas e mais de 200 profissionais que retornaram ao trabalho por conta das ações da plataforma.

Atrações ao vivo em diversos formatos e estilos

Os shows realizados nos estúdios da Cubo Filmes podem oferecer diferentes modalidades de ingressos e disponibilizando o evento para os espectadores por até sete dias após a apresentação, com performances que contam com plateia presencial e on-line. Além disso, a plataforma também veicula atividades em outros locais, tanto culturais como esportivas. 

Com edições mensais desde agosto desse ano, a Copa Prime de Jiu-Jitsu, realizada pela Pro-Sports BJJ, promoveu a Copa dos Campeões, edição que coroou os melhores atletas de 2021  do Circuito de Competições da Copa Prime de Jiu-Jitsu, no sábado, 18 de dezembro, diretamente dos estúdios da Cubo Filmes. Os competidores disputam o Cinturão de Campeão dos Campeões e premiação em dinheiro. O público pode conferir as lutas através do pay-per-view exclusivo da Cubo Play. Desde a primeira edição da Evolution, que ocorreu em julho, a plataforma contou mais de 5.000 visualizações de página.

Transmissões de eventos

Durante o segundo semestre de 2021, a Cubo Play desenvolveu parcerias com diversos eventos e transmitiu atividades e programações da Expointer 2021, Porto Alegre em Cena, Feira do Livro de Porto Alegre e Festival de Música de Nova Prata, todos gratuitamente. 

Conteúdos on demand gratuitos

Além das transmissões ao vivo, a Cubo Play oferece programas e conteúdos que podem ser consumidos on demand. Estão disponíveis uma série de entrevistas com as atrações da plataforma, pelo podcast da Cubo Play, em vídeo e também em áudio nas plataformas de streaming, como o Cubo Play Podcast, que entrevista as atrações que se apresentam no projeto. Na área esportiva o público pode conferir conteúdos sobre futebol com Craque Cast, episódios sobre Jiu-Jitsu pelo ProSports Cast, o Muay Thai Podcast e o Kumite, especializado em Artes Marciais. 

Às quartas-feiras o público pode conferir episódios inéditos de A História do Disco, da artista e comunicadora Bruna Paulin, gravados nos estúdios da Cubo Filmes. O programa, que circula entre os podcasts de música mais ouvidos do Brasil, apresenta diversas personalidades falando sobre sua relação emocional com a música, através de um disco. Já passaram pelo projeto nomes como Charles Gavin, João Barone, Fernanda Takai, Marina Person, entre outros. Já o podcast Enchendo os Canecos, apresentado pelo músico, designer gráfico, técnico de áudio e som direto Marcelo Calçada, proporciona um espaço onde os convidados possuem total liberdade de se expressar, sem nenhuma pauta preestabelecida e sem hora para acabar. O podcast, também disponível gratuitamente em vídeo e áudio, recebe convidados de diversas expressões culturais de forma bem informal e descontraída. 

Aos sábados, é possível conferir às 16h o The Borbacast, do jornalista Mauro Borba, nome que faz parte da história do rádio no RS. O programa ouve pessoas, comenta fatos históricos tais como discos importantes, movimentos musicais que marcaram época, lançamentos e novidades na área da cultura em geral. Gravado em Porto Alegre, mas com interesse nacional e mundial, mapeando o que interessa para um público que consome não só produto música ou cinema ou literatura ou teatro, mas que também tem interesse no histórico criativo e na importância desses produtos dentro de um contexto cultural.

Já o Podstage, podcast do clube de assinaturas Som na Caixa da Editora Belas Letras, apresenta os bastidores da produção de cada uma das caixas  e também curiosidades sobre as bandas e artistas de cada edição. 

A previsão é que nos próximos meses a plataforma divulgue novas parcerias com projetos e instituições, além de disponibilizar um formato de assinatura de conteúdos. Para conhecer mais a plataforma, acesse: www.cuboplay.com.br | https://www.facebook.com/cuboplayonline | https://www.instagram.com/cubo.play

Sobre a Cubo Filmes

O conceito multimídia é definitivo e exige novos formatos de comunicação: inovação da linguagem, mais informação, mais subjetividade e mais arte. Conteúdo e forma se renovam, o que exige experimentação e ousadia com olhar profissional e inovador. O que está em questão é a voz de marcas dispostas a competir em um mercado novo. A Cubo Filmes amplia e enriquece este mercado desafiador com sua vasta experiência em todas as áreas audiovisuais: publicidade, marketing político, documentário, ficção, programas de TV e Web, geração de conteúdo e todas as possibilidades narrativas que as novas mídias proporcionam. Há mais de 12 anos no mercado, a Cubo Filmes já produziu três longas-metragens, mais de 10 séries de ficção, programas de entrevista e documentais, além de centenas de  comerciais.

A História do  Disco estreia terceira temporada na quarta-feira, 19 de janeiro

Podcast comandando pela artista e comunicadora Bruna Paulin está entre os programas de música mais ouvidos no Brasil pelo Spotify

Projeto conta com campanha de financiamento contínuo em https://apoia.se/ahistoriadodisco

Falar sobre a relação emocional com a música através de um álbum – essa é a provocação e o ponto de partida do podcast A História do Disco, comandado pela jornalista Bruna Paulin, que estreia sua terceira temporada na próxima quarta-feira, 19 de janeiro. 

Criado em 2020, o programa já veiculou 68 episódios com 4.521 minutos no total – o equivalente a 113 discos de 12 polegadas -, que trazem 65 convidados dividindo momentos de suas vidas em que a música foi personagem marcante. “A ideia foi aproximar meu amor à música e aos discos de vinil às histórias que trazemos com um álbum que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

O programa, que figura entre os podcasts de música mais ouvidos no país,  traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista. No ano de estreia, o podcast esteve na lista dos 100 podcasts de música mais ouvidos pelo Spotify, em 2021 alcançou o 13o lugar nas paradas da plataforma de áudio.

Mantendo a tradição das edições anteriores, no primeiro episódio Bruna apresenta um disco que marcou sua trajetória. O álbum escolhido foi “Memórias, Crônicas e Declarações de Amor”, de Marisa Monte. Os episódios seguintes sempre contam com um ou mais convidados e trazem tanto artistas falando de sua própria obra, como a rapper Negra Jaque ou os músicos Silva e Amaro Freitas, quanto outras personalidades. No episódio de 26 de janeiro, o programa conta com a participação da atriz, escritora e diretora Maria Ribeiro. Já o primeiro episódio de fevereiro, disponível gratuitamente no dia 02, recebe o jornalista Guilherme Samora, biógrafo de Rita Lee. 

O podcast já recebeu nomes como João Barone, Charles Gavin, Martha Medeiros, Guilherme Weber, Edgard Scandurra, Sarah Oliveira, Marina Person, Jorge Furtado, Luiz Thunderbird, Roberta Martinelli, Tainá Muller, Edu Conte, Filipe Catto, Jeferson Tenório, entre outros. “O que mais me encanta no programa é que a relação emocional com a música é algo realmente muito incrível. Cada convidado traz um relato totalmente diferente de como se relaciona, como consome, o que deixa marcas. Em uma época tão difícil que vivemos, reforçamos que o contato com as artes pode ser uma maneira de suportar esses tempos sombrios, e a música, sem dúvida, tem sido combustível para seguirmos em frente”. 

Desde setembro de 2021 os ouvintes de A História do Disco podem contribuir para a manutenção do programa, através da plataforma apoia.se – https://apoia.se/ahistoriadodisco .  “O projeto foi desenvolvido ao longo de um ano de forma totalmente independente, contando apenas com apoio de profissionais e marcas para seguir evoluindo tecnicamente”, revela Bruna. “Porém, para seguirmos produzindo conteúdo de qualidade para todas as pessoas, resolvi convocar quem nos acompanha para colaborar com o podcast”. Com o financiamento contínuo, “a ideia é que eu possa me dedicar mais horas da semana com o programa, remunerar melhor quem já trabalha comigo e ampliar a equipe do projeto”. Com contribuições a partir de R$ 7,00, o público recebe conteúdos e benefícios exclusivos, além de participar de sorteios de brindes e colaborar com pautas ou gravações de episódios.

O programa no formato original, está disponível em mais de 10 plataformas de streaming. Algumas entrevistas são exibidas em vídeo pela plataforma Cubo Play. Os episódios vão ao ar semanalmente às quartas-feiras.

A produção, entrevistas, roteiro e locução são de Bruna, a edição de áudio é de Nicolly Demeneghe, arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron. O programa tem apoio da Editora Belas Letras, Toca do Disco e Cubo Play. Para saber mais acesse instagram.com/ahistoriadodisco. Para saber mais acesse instagram.com/ahistoriadodisco

A História do Disco – estreia da terceira temporada

A partir de 19 de janeiro em mais de 10 plataformas de streaming

26 de janeiro – com Maria Ribeiro

02 de fevereiro – com Guilherme Samora

Campanha de financiamento contínuo pela plataforma apoia.se  https://apoia.se/ahistoriadodisco

instagram.com/ahistoriadodisco

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