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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

agosto 2016

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Espetáculo Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície volta a cartaz no Teatro do Goethe-Institut

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Apresentações ocorrem entre 25 e 28 de agosto às 20h

 

O espetáculo Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície volta a cartaz a partir do dia 25 de agosto, com apresentações no Teatro do Goethe-Institut. Com dramaturgia de Daniel Veronese, um dos encenadores de maior reconhecimento do teatro contemporâneo argentino, o espetáculo propõe uma parábola da violência e do poder.

Investindo na atuação de como elemento central da encenação, a trama nos leva a acompanhar a busca de Isabel por informações que a levem a reencontrar seu filho desaparecido ao entrar em uma mina de carvão. Fazendo reverência a obra do escritor tcheco Franz Kafka a obra nos confronta com uma atmosfera labiríntica onde a onipotência da ordem instituída se sobrepõe ao indivíduo.

No elenco, Nena Ainhoren como Isabel, Maria Cecília Guimarães como Secretária e João França como Homem. A direção é de Breno Ketzer, com cenografia de Rodrigo Lopes e figurinos e adereços assinados por Rô Cortinhas e Adalberto Almeida.

As apresentações de quinta a domingo, sempre às 20h, até 28 de agosto. Os ingressos custam R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 para estudantes e maiores de 60 anos. A bilheteria do teatro abre uma hora antes do espetáculo. Mais informações produtorabempassado@gmail.com | www.projetoformasdefalar.com

 

Ficha Técnica

Dramaturgia: Daniel Veronese

Direção: Breno Ketzer

Atuação: Nena Ainhoren como Isabel, Maria Cecília Guimarães como Secretária e João França como Homem

Cenografia: Rodrigo Lopes

Figurinos e Adereços: Rô Cortinhas e Adalberto Almeida

Iluminação: Breno Ketzer

Fotografias e filmes: Fernanda Chemale

Produção: Bem Passado Produção Cultural

 

Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície

Dias 25, 26, 27 e 28 de agosto às 20h.

Goethe-Institut –  Av 24 de Outubro, 112

Ingressos: R$ 30,00 | R$ 15,00

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LabART 760 inaugura sua terceira mostra em 20 de agosto

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Tecer no Tempo (Experiência 3) tem curadoria de Ana Zavadil e reúne 16 obras de Angélica Neumaier e Odete Calderan

 

Porto Alegre, 15 de agosto de 2016 – No próximo sábado, 20 de agosto, o Laboratório de Experimentações Artísticas – LabART 760, inaugura sua terceira exposição desde sua abertura em abril. Tecer no Tempo (Experiência 3), tem curadoria de Ana Zavadil e reúne 16 obras das artistas Angélica Neumaier e Odete Calderan.

Angelica Neumaier é uma herdeira da pintura e constrói seus trabalhos com base na formalização recorrente da tradição construtivista, pois as pinturas abandonam o suporte tradicional, mas não as formas. Seu processo é construído aos poucos, o ritmo é definido a partir das camadas de materiais e, “quando nos colocamos a uma determinada distância, é possível perceber os movimentos ali contidos”, revela Ana. A última ação é transformar a pintura em um objeto. Para isso, é emoldurada ou acolchoada com fibra para que ganhe espessura. Ao ganhar um corpo, essa pintura se caracteriza por se impregnar de cores que vão do amarelo até chegarem ao ocre e dourado.

Odete Calderan tem sua trajetória marcada pelo fazer cerâmico. Seus trabalhos conceituais encontram seu potencial criativo nas formas esféricas. A dedicação a essa técnica trouxe novas questões ao seu trabalho, tecendo novas relações entre o material e os conceitos que tomam corpo em suas pesquisas. A apropriação também é um conceito usado por Calderan, pois, no trabalho Inventário para Terras, a sua construção é feita por meio de uma rede de colaboradores. As terras que vão nos pequenos vidros são enviadas por amigos e pessoas de todas as partes. Segundo a curadora, os outros trabalhos selecionados de Odete permitem que o olhar atravesse a história da arte, “já que a cerâmica é secular; no entanto, a proposta da artista neste espaço é muito atual, pelo fato de abranger o colecionismo, a apropriação e a repetição do gesto”.

Localizado no Caminho dos Antiquários, na rua Marechal Floriano, o LabART 760 é uma iniciativa independente comprometida em apoiar a produção, a crítica e a investigação interdisciplinar acerca das práticas artísticas contemporâneas. Na equipe, os curadores e historiadores Ana Zavadil, Gaudêncio Fidelis e Márcio Tavares, a advogada e gestora cultural Marla Trevisan, e o advogado e artista visual Ricardo Giuliani. Tecer no Tempo segue em cartaz até 29 de outubro, com entrada franca. O LabART  760 funciona de segunda a sexta-feira das 14h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h, na Rua Marechal Floriano, 760.

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