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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

setembro 2014

Santander Cultural apresenta Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

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Mostra inédita faz tributo ao médico, escritor e jornalista, que faleceu em 2011.

 A exposição une manuscritos históricos, instalações imersivas e representações audiovisuais dos personagens do autor.

Scliar construiu uma ponte entre a Bessarábia, a cidade de Porto Alegre e o mundo. Tornou-se um autor que partiu do regional e chegou ao universal.

Porto Alegre, 16 de setembro de 2014 – Quem conhece um pouco sobre a vida e a obra de Moacyr Scliar tem saudade do escritor bem-humorado e de seus textos brilhantes. Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim é uma mostra realizada pelo Santander Cultural, de 17 de setembro a 16 de novembro, sobre um homem notável para a literatura e a medicina do Rio Grande do Sul. Com curadoria de Carlos Gerbase e consultoria de Regina Zilberman, a exposição apresenta os mundos ficcionais e as histórias sobre o mundo real contadas por Scliar, mostrando como ele conseguiu, de forma sensível e obstinada, reuni-los em seus textos e na sua vida.          

            Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim é dividida em ambientes que retratam a vida do homenageado e de sua família: a travessia de seus ancestrais, vindos da Bessarábia; o Bom Fim e a infância na rua Fernandes Vieira; a carreira de médico; o grande leitor que se transforma num escritor prolífico; seus personagens; sua vida familiar e afetiva.

            O visitante poderá escolher entre ler Scliar num livro ou em tablets. Fará um mergulho no Bom Fim dos anos 1940, bairro onde a família Scliar viveu. Conhecerá alguns dos principais personagens dos livros de Scliar, encenados por atores em totens digitais. Numa sala de projeção, assistirá a um documentário de curta metragem baseado na obra do escritor. No ambiente dedicado à medicina, ouvirá o comovente discurso da formatura em medicina de Scliar. No final da exposição, poderá testar os conhecimentos adquiridos na exposição em mesas interativas.

            Com um ritmo de produção ímpar, o médico, escritor e jornalista gaúcho deixou um legado de obras importantes em todas as áreas em que atuou. Integrante da Academia Brasileira de Letras, vencedor de três prêmios Jabuti e de um prêmio Casa de Las Americas, Scliar nunca perdeu o contato com os estudantes. Em inúmeras palestras, ele respondia pacientemente às dúvidas e curiosidades de crianças e adolescentes.

            Carlos Gerbase, jornalista, escritor e cineasta, com pós-graduação em cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle – Paris III, atua como curador com o objetivo de proporcionar ao visitante da mostra uma experiência imersiva na obra e na vida de Scliar. Para isso, o Santander Cultural sofreu uma intervenção arquitetônica arrojada e conteúdos audiovisuais dominam o ambiente, mas também há espaço para muitos manuscritos originais, que em sua maioria nunca foram apresentados em público. A realização é da Prana Filmes, combinada a supervisão literária da profa. Regina Zilberman.

            Marcos Madureira, diretor-presidente do Santander Cultural, destaca: “É com satisfação que participamos da preservação da memória de um dos principais intelectuais brasileiros, que, em suas ações, nos mostrou que o saber e a generosidade são características que devem caminhar juntas. Esperamos que todos desfrutem da história de um homem que interpôs Porto Alegre e o mundo em um mesmo lugar: o Bom Fim”.

Atividades simultâneas

            No mesmo período, o Santander Cultural receberá diversos eventos em sintonia com os temas abordados na exposição. São oficinas, palestras, seminários, mostras de cinema, apresentação de dança, show de música e teatro. Nomes como Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo, Cíntia Moscovich e Tânia Rösing estarão nessa programação simultânea.

Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

Curadoria Carlos Gerbase

Santander Cultural Porto Alegre | Rua Sete de Setembro, 1028 | POA  RS

De 17 de setembro até 16 de novembro de 2014 (16/9 abertura para convidados)

Entrada franca

“Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim” | Por Carlos Gerbase

De tempos em tempos, em todo mundo, por razões muito difíceis de explicitar, surge um ser humano com a capacidade de falar com toda a sua espécie através da literatura. Ele pode viver numa pequena vila ou numa grande cidade. Ele pode ter uma formação acadêmica completa ou ser um autodidata. Sua pele pode ser preta, branca, amarela, ou combinar essas cores de modo pouco usual. Ele pode surgir de uma cultura específica, fazendo de sua região o seu cenário recorrente, ou pode ser um cidadão do mundo, cosmopolita e transnacional. Nada disso importa. O que importa é essa rara comunicação estabelecida entre um indivíduo, um ser único e particular, e a comunidade planetária. A exposição “Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim” é um tributo e uma homenagem a um desses seres raros e especiais.

Nascido em Porto Alegre, em 1937, no bairro Bom Fim, reduto histórico dos imigrantes judeus, Moacyr Scliar absorveu plenamente o seu lugar, o seu tempo e a sua circunstância cultural, mas, em seus contos, romances e crônicas, transcendeu todos esses aspectos, transformando-os em matéria-prima para seu diálogo com o planeta. Traduzido para mais de dez idiomas, adaptado para o teatro e para o cinema, estudado nas universidades e nas escolas fundamentais, vencedor de três prêmios Jabuti e de um prêmio Casa de Las Americas, Moacyr Scliar, além de colocar sua cidade e seu bairro no mapa da literatura universal, conseguiu, sem muito alarde, construir uma visão de mundo a ser compartilhada em qualquer cidade, em qualquer bairro, de qualquer país do mundo.

O escritor Scliar, portanto, já seria motivo mais do que suficiente para justificar esta exposição. O homem Scliar, contudo, é bem maior que a sua arte. Formado em medicina, fez da saúde pública uma espécie de segundo diálogo com seus semelhantes. Se, na literatura, falava das dores dos espíritos, na medicina tratava das mazelas dos corpos. Cabe perguntar: como conseguia tempo e energia para alcançar resultados igualmente significativos nessas duas atividades, que exerceu cotidianamente, em paralelo, por mais de 40 anos? Este é um dos mistérios que esta exposição pretende investigar. Talvez uma das respostas seja a sua capacidade de concentrar-se no que realmente importa: conviver com sua família (sua esposa Judith e seu filho Roberto), contar histórias divertidas para seus amigos (Luis Fernando Veríssimo costuma dizer que ficava feliz quando Scliar estava presente no jantar, porque só precisava abrir a boca para comer) e, é claro, escrever, sem se importar com o local, a temperatura, a pressão ou o ruído ambiente.

A modéstia e o espírito comunitário de Moacyr Scliar o levavam a um contato muito próximo com seus leitores, especialmente jovens e crianças. Ele era a ficha número um nos pedidos de escolas para palestras. Infelizmente, desde o dia 27 de fevereiro de 2011, Scliar não pôde mais fazer essas visitas, nem dar autógrafos, nem responder pacientemente às perguntas dos estudantes. Seus leitores adultos também estão órfãos de seu papo descontraído e de sua figura popular, caminhando pelas ruas dos bairros Bom Fim e Santa Cecília. Esta exposição pretende devolver um pouco de Moacyr Scliar para todos nós e, ao mesmo tempo, repensar sua obra com a necessária atenção, acompanhada de uma inevitável emoção.

Carlos Gerbase é um cineasta brasileiro, integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011 juntamente com Luciana Tomasi para criar a Prana Filmes. É também professor de cinema na PUC-RS, escritor e músico, tendo sido membro da banda Replicantes, como baterista e, depois, vocalista.

Moacyr – Escritor de Porto Alegre | Por Regina Zilberman

O primeiro romance de Moacyr Scliar, “A guerra no Bom Fim”, foi editado em 1982. Não é seu primeiro livro, pois, antes, tinha lançado as narrativas de “Carnaval dos animais”, publicado contos em parceira com Carlos Stein e participado de antologias, acompanhado de outros escritores do Rio Grande do Sul.

“A guerra no Bom Fim”, contudo, ocupa lugar especial, porque lida com Porto Alegre. Não apenas a ação se passa na cidade, falando de seus bairros, morros, parques: a vida porto-alegrense anima a ação da narrativa, motiva o comportamento das personagens, estabelece os parâmetros de comportamento e afeto. Nossa capital está ali, de corpo inteiro, seduzindo os homens que a habitam e explicando a razão de ser de suas existências.

Por sua vez, “A guerra no Bom Fim” não é o único texto em que Porto Alegre reside nas páginas dos livros de Scliar: “O exército de um homem só”, “Os deuses de Raquel”, “O ciclo das águas”, “Os voluntários”, “O centauro no jardim” — eis criações dos anos 1970 que escolhem a cidade como cenário dos acontecimentos. Cenário que extravasa as funções costumeiramente atribuídas a ele: bairros podem traduzir a personalidade das pessoas, como o paradoxal bairro Partenon em ‘Os deuses de Raquel”, ruas são sintomas de sonhos, como bastante conhecida Voluntários da Pátria, em “Os voluntários”.

Moacyr Scliar é o intérprete de nossa cidade, e nos seus livros nos reconhecemos não apenas como habitantes de nossa curiosa pólis, feita de concreto, asfalto e paisagens idílicas. Reconhecemo-nos também como indivíduos, sujeitos que encontram no espaço circundante seu eu refletido, imagem e reprodução mais nítida e compreensível que o original.

Continuo a destacar “A Guerra no Bom Fim”. Porque esse livro, estreia de Scliar no romance, ultrapassa a representação da cidade e da interpretação de seus moradores. Homenageando Erico Verissimo, de quem extrai a visão literária do Bom Fim apresentada no texto, o escritor refaz a trajetória de nossa literatura e escolhe seus pares. Com efeito, se o Bom Fim de Moacyr Scliar é o de sua (nossa) infância, povoado por uma mitologia própria, muito peculiar ao bairro, ele é também o Bom Fim que se encontra nos livros de Erico Verissimo, como “Um lugar ao sol”, por exemplo. Ao se reproporiar do Bom Fim de Erico e reintroduzi-lo em seus livros, Moacyr adianta ao leitor como quer ser lido. Como gaúcho e alinhado à melhor tradição do romance sulino.

Por último, o Bom Fim é o nosso bairro judeu. É como tal que nós reconhecemos nesse livro, não apenas por fazer parte desse grupo étnico, mas principalmente por nos apontar o modo como nós, judeus, pertencemos a esse segmento minoritário, à cidade de Porto Alegre e à cultura do Rio Grande do Sul, representada no romance pela adesão de Moacyr à tradição literária de Erico Verissimo. Mais que outro escritor, Scliar evidenciou nossa identidade, no melting pot de nossa metrópole, sem renegar as origens, de um lado, de outro, sem abrir mão da integração ao universo gaúcho.

A trajetória do romancista, inaugurada com esse “A Guerra no Bom Fim”, nunca perdeu de vista esse começo. O escritor foi longe: produziu quase vinte romances, vários livros de contos, ensaios sobre medicina e literatura, narrativas infanto-juvenis; foi objeto de coletâneas que selecionam os melhores entre os muitos bons; está publicado em Portugal e traduzido nos Estados Unidos, França, Holanda, Alemanha, para citar alguns dos países do Hemisfério Norte em que sua obra foi acolhida favoravelmente.

Além disso, foi chamado para fazer conferências na América do Norte e na Europa, participou de programas de incentivo à leitura no interior do Estado e por todos os cantos do país. Ministrou curso de literatura para estudantes universitários nos Estados Unidos e foi regularmente convidado para debater e compor painéis com intelectuais e artistas de renome do meio acadêmico e artístico.

O escritor foi longe; mas continuou sempre próximo, não apenas por permanecer entre nós, lealmente porto-alegrense. Mas também por nos entregar nossa cidade à leitura e entendimento, leitura que é compreensão de nosso mundo e de nós mesmos. Nada melhor para iluminar nossas vidas, mesmo após ter partido daqui para sempre.

Regina Zilberman é escritora e professora. Licenciou-se em Letras pela UFRGS, doutorou-se em Romanística pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e fez pós-doutorado em Rhode de Island, nos Estados Unidos. Foi professora da PUCRS e é uma das maiores especialistas em literatura infanto-juvenil. Possui mais de 20 livros publicados e premiados na área pedagógica e educacional. É professora da UFRGS (Instituto de Letras).

 

Sobre as atividades simultâneas

SEMINÁRIOS

A Construção da Identidade Judaica na Trajetória de Moacyr Scliar

Moacyr Scliar sempre foi um membro atuante da comunidade judaica. Neste seminário, os convidados irão debater a importância do trabalho do autor na divulgação da cultura judaica.

Data: 7/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Abrahão Finkelstein

Participantes: Abrão Slavutzky, Jacques Alkalai Wainberg, Léo Schames, Luiz Lerrer, Ruben George Oliven e Wremyr Scliar

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

O Jornalismo na Vida de Moacyr Scliar

Renomados jornalistas compartilharão suas memórias sobre a intensa colaboração de Moacyr Scliar na imprensa regional e nacional.

Data: 21/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Nelson Sirotsky

Participantes: Cláudia Laitano, Nilson Souza, Rosane de Oliveira, Tânia Rösing e Tulio Milman

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Território da Emoção: A Trajetória Médica de Moacyr Scliar

Neste seminário, médicos gaúchos falarão sobre a atuação de Moacyr Scliar na área da Medicina: da especialização no campo da saúde pública até sua atuação como médico sanitarista.

Data: 28/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Germano Bonow

Participantes: Airton Stein, Carlos Antunes, Domingos Otavio d’Avila, Maria Beatriz Targa, Rafael Botelho Foerngs, Sérgio Becheli e Walmor Piccinini

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Do Mágico ao Social: A Arte de Contar Histórias

Autor de mais de 70 livros, Moacyr Scliar terá sua obra analisada por alguns dos seus colegas escritores mais próximos, que falarão sobre o homem por trás das palavras.

Data: 12/11

Horário: 19h30

Local: Átrio

Mediador: Antônio Torres

Participantes: Cíntia Moscovich, Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo e Luiz Antonio de Assis Brasil

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

PALESTRAS

No Laboratório do Escritor Moacyr Scliar

O que se pode descobrir ao entrar no laboratório de um escritor? Moacyr Scliar deixou um acervo literário de riqueza infinita. A palestrante é Marie-Hélène Paret Passos, doutora em Literatura Brasileira, responsável pelo acervo de Moacyr Scliar no DELFOS/PUCRS.

Data: 23/9

Horário: 20h

Local: Sala Multiuso

Palestrante: Marie-Hélène Paret Passos

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Moacyr Scliar e Suas Múltiplas Identidades

O rabino Nilton Bonder, doutor em Literatura Hebraica pelo Jewish Theological Seminary, fala sobre a atuação de Moacyr Scliar nas diversas áreas a que ele se dedicou.

Data: 13/11

Horário: 20h

Local: Átrio

Palestrante: rabino Nilton Bonder

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

TEATRO

Uma noite com Moacyr Scliar

Leitura de contos, crônicas e excertos de obras de Scliar com participação especial do músico Cláudio Levitan.

Data: 1º/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Mirna Spritzer, Sérgio Lulkin e Zé Victor Castiel

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

 

Monólogo A Mulher que Escreveu a Bíblia

Peça teatral baseada na obra de Moacyr Scliar.

Data: 16/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Inez Viana

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

DANÇA

Espetáculo Etnias com Grupo Kadima

Com 40 integrantes e 35 anos de atividades, o grupo porto-alegrense apresenta a cultura judaica através do seu premiado espetáculo de dança folclórica israeli – um espetáculo sobre o qual o próprio Moacyr Scliar escreveu certa vez, salientando sua importância artística e cultural.

Data: 8/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

MÚSICA

Espetáculo Tributo a Moacyr Scliar com Conjunto Musical Lechaim

A banda da comunidade judaica de Porto Alegre homenageia Moacyr Scliar interpretando músicas folclóricas e populares em ídiche e hebraico, intercaladas com textos do autor e quadros de humor enfocando os costumes e tradições do ‘povo do livro’.

Data: 22/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

OFICINAS

Criação de Textos

O principal objetivo do encontro é desenvolver o texto criativo, apresentando os segredos da ficção, possibilitando ao aluno começar a escrever contos ou romances. Pedro Gonzaga é professor de literatura, escritor e poeta.

Data: 27/9

Horário: 13h30 às 17h30

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineiro: Pedro Gonzaga

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 17/9

Contação de Histórias

A oficina oferece oportunidades de leitura e análise de contos e crônicas de Moacyr Scliar, enfatizando a excelência da qualidade ficcional dos textos. Marô Barbieri é professora, escritora e contadora de histórias.

Data: 4/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineira: Marô Barbieri

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 24/9

Criação de Personagens – Animando Scliar

A partir da leitura de um texto de Scliar, os participantes irão dar vida aos personagens em uma animação da história em stop motion. Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 11/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 1º/10

Ilustrando histórias com Isogravura

A proposta da oficina é criar ilustrações a partir de obras de Moacyr Scliar, pode ser uma ideia de ilustração para a capa do livro ou mesmo a representação dos personagens dessas histórias. Sheila Prade é formada em Artes Visuais com ênfase em pintura.

Data: 18/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 aos 12 anos

Oficineira: Sheila Prade

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 8/10

Dedoche – Nem uma coisa nem outra

A oficina apresenta para o público a história de Tininha que não sabe se quer continuar larva ou virar borboleta. Os participantes irão criar fantoches que, depois de uma transformação, terão duas personalidades.Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 25/10

Local: Santander Cultural

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 15/10

Ilustração

A partir do conto História porto-alegrense, de Moacyr Scliar, os alunos vivenciarão na prática as suas capacidades artísticas. Dane é autodidata e atualmente dedica- se à ilustração de livros de literatura infantil, juvenil e coordena oficinas de ilustração pelo país.

Data: 1º/11

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineiro: Dane D’Angeli

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 22/10

Flipbook

A oficina consiste em dar algumas noções básicas de uma técnica bem simples de animação: o flipbook. Marco Arruda é formado em Artes Visuais com ênfase em desenho e atualmente trabalha na Otto Desenhos Animados.

Data: 8/11

Local: Santander Cultural – atelier 2

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 10 anos

Oficineiro: Marco Arruda

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 28/10

CINEMA

Duas mostras exibem filmes títulos em sintonia com a temática da mostra. Acompanhe pelo site do Santander Cultural; pelo folder ou ligue para 51-30283231 / 91898847 para mais informações.

Mostra Destinos, Sonhos e Esperanças: Trajetórias das Imigrações Judaicas

De 16 de setembro até 1º de outubro

Mostra Moacyr Scliar: Palavras em Movimento

De 2 até 10 de outubro

 

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028 | Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191 | 51 3287.5500

scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Biblioteca

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

não abre no primeiro domingo do mês

Café do Cofre

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

segundas, das 11h às 15h

Moeda Bar e Restaurante

seg a sex, das 11h30 às 15h

Loja Koralle Santander Cultural

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Pluft, o Fantasminha tem apresentações nos dias 27 e 28 de setembro no Theatro São Pedro

foto Guga Melgar 18

Montagem dirigida por Cacá Mourthé traz Claudia Abreu no papel título

 

Chega a Porto Alegre nos dias 27 e 28 de setembro o espetáculo Pluft, o Fantasminha, uma das mais emblemáticas peças de Maria Clara Machado (1921/2001). A montagem, dirigida por Cacá Mourthé iniciou uma turnê nacional após temporada de 2013 no Teatro O Tablado, no Rio de Janeiro, passando por Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo.

Indicado a seis e vencedor de duas categorias (Menção Honrosa e Melhor Atriz) no Prêmio Zilka Sallaberry 2013, esta versão comemorativa dos dez anos de sua mais recente montagem traz Claudia Abreu no papel-título, José Lavigne, Thelmo Fernandes, Miriam Freeeland, Renata Amaral, Sergio Maciel, Pedro Kosovski e João Sant’anna no elenco.

Esta montagem nasceu do desejo de levar às novas gerações a alegria e a riqueza deste que é um dos mais importantes textos da dramaturgia voltada ao público infanto-juvenil, considerado uma obra-prima por críticos e artistas.

Desde 1955, PLUFT vem sendo montado por amigos, familiares, alunos, ex-alunos consagrados. Sempre com muita emoção e muito afeto, muito afeto mesmo. Estamos caminhando para a nona montagem e esta comemorativa dos dez anos da última apresentação. PLUFT é um verdadeiro caleidoscópio de emoções e parcerias, encontros e amizades. Um clássico como Pluft deveria estar permanentemente em cartaz assim como O Pássaro Azul, de Stanislavski, que permanece há anos e anos em cartaz na Rússia, em Moscou.”, afirma a diretora Cacá Mourthé.

Pluft, o Fantasminha estreou no Tablado em setembro de 1955 e desde então não parou de correr os palcos do Brasil e do exterior, fascinando públicos de todas as idades – seus primeiros espectadores, hoje avós, levaram seus filhos e depois seus netos para conhecer a história deste fantasminha que já foi traduzida para mais de dez idiomasmontada em toda a América Latina, Alemanha, França, Itália e até mesmo nos países da antiga União Soviética.

As apresentações ocorrem nos dias 27 e 28 de setembro, às 16h e 19h no sábado e às 11h e 16h no domingo. Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 70,00 e já estão à venda na bilheteria do teatro ou pela Compre Ingressos – www.compreingressos.com | (51) 26261310

Saiba Mais

PLUFT, O FANTASMINHA – UMA HISTÓRIA QUE COMEÇOU EM 1955

“Pluft, o Fantasminha”, texto de Maria Clara Machado que estreou há quase 60 anos, tornou-se um clássico da literatura dramática brasileira, inaugurando, em sua síntese poética, uma linguagem teatralmente elaborada para crianças.

“Pluft” estreou no Tablado em setembro de 1955 e desde então não parou de correr os palcos do Brasil e do exterior, fascinando gente de todas as idades – existem espectadores dos anos 1950 que já são avós, tendo acompanhado seus filhos para ver a peça que os encantara quando crianças e mais tarde os netos, num reencontro de gerações com o personagem criado por Maria Clara Machado.

Marco tanto na história do Teatro O Tablado quanto do teatro infantil brasileiro, “Pluft” consolidou o prestígio do grupo fundado por Maria Clara. O badalado Prêmio Saci, atribuído ao espetáculo pela crítica paulista, sancionaria a importância da peça.

O impacto sobre as plateias foi extraordinário e até hoje persiste. Considerada obra-prima por críticos e artistas, “Pluft” se aproxima dos 60 anos com o mesmo carisma e fascínio que exerceu sobre as pessoas que o assistiram há décadas atrás. Em mais cinquenta anos, a história deste fantasminha já foi traduzida para mais de dez idiomas, montada em toda a América Latina, Alemanha, França, Itália e até mesmo nos países da antiga União Soviética.

O TABLADO E AS CRIAS DA CASA

A volta de Claudia Abreu ao personagem, neste momento de sua vida, tem uma forte motivação: Eu quis voltar a fazer a peça porque tive três filhos depois da outra montagem, e eles têm menos de 6 anos! Quis fazer especialmente para eles. Acho que vai ser um marco carinhoso na infância deles. Espero me divertir muito, como da primeira vez, e também descobrir novas formas de fazer essa peça maravilhosa. O contato com as crianças é sempre surpreendente e encantador!

E quanto à volta ao Tablado, casa onde Claudia iniciou sua carreira de atriz: O Pluft significa meu eterno retorno ao Tablado. Já voltei pra fazer ‘O Boi e o Burro’, leituras, cursos de filosofia, além de fazer o ‘Pluft’ pela segunda vez. Lá conheci meus grandes amigos da vida toda. E lá reencontro o verdadeiro sentimento que me fez escolher esse ofício, sem as vaidades e distorções tão freqüentes nesta profissão. Me sinto em casa.”

diretor de TV e teatro José Lavigne (diretor de “Na Moral”, com Pedro Bial, Lavigne fez história no teatro carioca dos anos 1980 à frente do grupo Manhas e Manias, celeiro de talentos como Andrea Beltrão, Debora Bloch e Pedro Cardoso, e na TV dirigiu sucessos como TV Pirata, Armação IlimitadaCasseta & Planeta Urgente e Fantástico) é outra ‘cria da casa’. Atuou nas peças “A Bruxinha Que Era Boa”, “O Embarque de Noé”, “O Patinho Feio” e “O Camaleão na Lua”, além de do próprio “Pluft”. Dirigiu “O Rapto das Cebolinhas” (que considera sua primeira direção profissional) e mais recentemente “Maroquinhas Fru Fru” (2012), que marcou sua volta ao teatro depois de anos se dedicando exclusivamente à TV.

José Lavigne sobe ao palco pela terceira vez para interpretar o Tio Gerúndio de “Pluft, o Fantasminha”. Ele esteve na montagem de2003, com Claudia Abreu no papel título, e também na montagem de 1977, em que Cacá Mourthé intepretava Pluft.Participar de mais uma montagem do ‘Pluft’ me dá uma segurança de ter uma raiz forte a que me apegar, um lugar ao qual pertenço há quarenta anos e pretendo continuar pertencendo”, afirma Lavigne. “Quero me divertir ao máximo possível com meus amigos e, espero, com o público”, completa.

A história de Claudia Abreu e José Lavigne tem em comum com a dos demais atores, todos ‘crias da casa’, a forte ligação afetiva e profissional com O Tablado, onde deram seus primeiros passos e cresceram como artistas.

SINOPSE

A peça conta a história do rapto da Menina Maribel (Miriam Freeland) pelo Pirata Perna-de-Pau (Thelmo Fernandes), em busca do tesouro do avô da menina, o Capitão Bonança, que morreu no mar deixando lá no fundo a sua herança. Enquanto os amigos de Maribel, o trio João (João Sant’Anna) / Julião (Pedro Kosovski) / Sebastião (Sergio Maciel), saem à sua procura, o vilão esconde a menina no sótão de uma velha casa abandonada onde vive uma família de fantasmas: o fantasminha Pluft (Claudia Abreu), que nunca viu gente; a Mãe (Renata Amaral), que faz deliciosos pastéis de vento e vive conversando ao telefone com Prima Bolha; Tio Gerúndio (José Lavigne), que passa o dia inteiro dormindo dentro de um baú; e Xisto (representado por um boneco), o primo aviador que surge apenas no final para ajudar no salvamento da menina.

A grande chave da poesia teatral criada pela autora é a amizade que surge entre a Menina Maribel e o Fantasminha Pluft.

FICHA TÉCNICA

TEXTO: Maria Clara Machado

DIREÇÃO: Cacá Mourthé

 ELENCO / PERSONAGEM           

Claudia Abreu / Pluft

Renata Amaral / Mãe Fantasma

José Lavigne / Tio Gerúndio

Thelmo Fernandes / Capitão Perna de Pau

Miram Freeland / Maribel

Sergio Maciel / Sebastião

Pedro Kosovski / Julião

João Sant’anna / João

TRILHA SONORA: Carlos Cardoso

DESENHO DE LUZ: Jorginho de Carvalho

CENÁRIO: Ronald Teixeira e Flávio Graff

FIGURINO: Ronald Teixeira

DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Marcia Rubin

FOTOS: Guga Melgar

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Zé Helou

PROGRAMAÇÃO VISUAL: Marcus Moraes

HAIR DESIGN: Marcia Elias

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Fernando do Val

ASSESSORIA DE IMPRENSA: JS Pontes Comunicação  / O TABLADO

ASSESSORIA DE IMPRENSA PORTO ALEGRE: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

PRODUÇÃO LOCAL: Primeira Fila Produções

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Livre (indicada a partir dos 03 anos)

DURAÇÃO: 55min

 Pluft, o fantasminha

Dias 27 e 28 de setembro

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Sábado às 16h e 19h | Domingo às 11h e 16h

Na sessão de sábado às 19h, haverá um debate após a apresentação

Ingressos na bilheteria do teatro e pela Compre Ingressos – www.compreingressos.com | (51) 26261310

Ingressos:

Plateia e Cadeira Extra     R$ 70,00

Camarotes Centrais:          R$ 60,00

Camarotes Laterais:          R$ 40,00

Galerias:               R$ 30,00

Descontos:

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para sócio do Clube do Assinante + acompanhante nos primeiros 100 ingressos.

50% nos demais ingressos somente para sócios do Clube do Assinante.

10% para estudantes de sexta a domingo, para espetáculos com mais de três apresentações.

50% para sócios AATSP em 100 ingressos da estreia (temporada) ou 30 ingressos (apresentação única).

50% para funcionários ELETROBRÁS FURNAS com 01 acompanhante

40% para funcionários e correntistas com 01 acompanhante para BRADESCO SEGUROS E PREVIDÊNCIA

“Dromedário no Asfalto” é um dos selecionados para o programa Encontros com o Cinema Brasileiro

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Três produções gaúchas constam na lista de 12 títulos que serão apresentados à curadoria do Sundance Festival

 

O programa Encontros com o Cinema Brasileiro, iniciativa da ANCINE em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, anunciou nesta quarta-feira, 10 de setembro, os doze longas metragens selecionados para exibição à curadora Shari Frilot, do Festival de Cinema de Sundance.

Shari assistirá os filmes em sessões exclusivas entre os dias 17 e 19 de setembro, no Rio de Janeiro. Por meio dos teasers e informações fornecidas pelos produtores nas inscrições do programa, a curadora selecionou doze títulos, entre eles o primeiro longa-metragem de Gilson Vargas, “Dromedário no Asfalto”, além de mais duas produções gaúchas – “Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Avante Filmes) e “Eles Vieram E Roubaram Sua Alma”, de Daniel De Bem (Sofá Verde).

Esta é a segunda vez que a curadora Shari Frilot participa dos Encontros com o Cinema Brasileiro. O festival de Cinema de Sundance acontece de 22 de janeiro a 1º de fevereiro de 2015, em Utah, nos Estados Unidos.

Filmado no Brasil e no Uruguai, contando com elenco dos dois países, o “Dromedário no Asfalto” é uma co-produção entre as produtoras Pata Negra, Ponto Cego e Boomboom. Tendo como protagonista o ator Marcos Contreras, o filme mostra a jornada de Pedro pelas paisagens platinas, rumo ao encontro com seu pai, após anos de afastamento entre ambos. Rodado durante dois anos, com seis viagens entre os dois países, totalizando mais de 10 mil quilômetros de idas e vindas.

O longa tem apoio da Film Comission do Uruguai. Na fase de montagem recebeu o prêmio Fumproarte (Prefeitura de Porto Alegre) e o prêmio para Finalização de Longas do Governo do Estado do RS.

A equipe conta com Bruno Polidoro na fotografia, Vicente Moreno na montagem e Gabrela Bervian no som, todos sócios do filme, além de Luciana Baseggio como assistente de câmera e produção.  Gilka Vargas, Besouro Filmes e o ator Marcos Contreras são produtores associados.

Vargas comemora, ao lado da esposa, Gabriela Bervian, o sucesso do curta metragem dirigido por Gabriela com roteiro escrito pelo casal, “Domingo de Marta”, que recebeu seis troféus Assembleia Legislativa na Mostra de Curtas Gaúchos do 42º Festival de Cinema de Gramado, no início de agosto.

A parceria de produção da dupla vem se consolidando em vários projetos da Pata Negra. A produtora recém completou três anos de existência, mas já contabiliza diversos prêmios, como os quatro Kikitos e três troféus Assembleia Legislativa pelo curta Casa Afogada no 40o Festival de Gramado, além de outros 26 prêmios em diversos festivais e concursos.

5º Prêmio Bornancini de Design está com inscrições abertas até 30 de setembro

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A Associação dos Profissionais em Design do Rio Grande do Sul – apDesign, recebe propostas de universitários e profissionais de todo Brasil pelo endereço  www.premiobornancini.com.br.

  

Porto Alegre, 10 de setembro de 2014 – Estão abertas as inscrições para o 5º Prêmio Bornancini de Design, uma iniciativa da Associação dos Profissionais de Design do Rio Grande do Sul – apDesign, que visa destacar, no âmbito acadêmico e profissional, a excelência do design brasileiro. Realizado a cada dois anos desde 2006, a iniciativa destaca o melhor da produção do design em onze categorias, em homenagem a José Carlos Mário Bornancini, referência no design nacional.

Em 2014, a novidade é a transformação do evento em um projeto de âmbito nacional, com inscrições abertas aos estudantes e profissionais de todo o país. O Prêmio Bornancini de Design caracteriza-se, ainda, pela proposta de destacar projetos dentro do amplo espectro das várias categorias do design, constituindo-se em um dos mais abrangentes do Brasil. Ao todo são 11 categorias: Design de Produto, Design de Embalagem, Design Gráfico-Visual, Design Digital, Design de Ambientação, Design de Ponto-de-Venda, Design de Moda e Acessórios, Design Estratégico, Design para a Sustentabilidade, Design Universal e Projeto-Conceito.

Além das tradicionais categorias, a edição deste ano conta com cinco premiações especiais: Profissional de Design do Ano, Acadêmico de Design do Ano, Universidade Destaque do Ano  – para a instituição com maior número de trabalhos inscritos por seus alunos –, Prêmio Braskem de Design em Plástico e Borracha – para os projetos que utilizem polímeros e borracha como matéria-prima –, e o Prêmio Tramontina de Design em Utilidades para a Casa, para as melhores soluções inovadoras e diferenciadas para uso doméstico.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro pelo site do evento (www.premiobornancini.com.br). O envio dos arquivos digitais, com os projetos inscritos ocorre de 02 de setembro a 06 de outubro. A cerimônia de premiação será no dia 14 de novembro, às 20h, no Salão de Atos da UFRGS, em Porto Alegre.

O 5º Prêmio Bornancini de Design é patrocinado pela Braskem e tem patrocínio especial da Tramontina, ESPM, Staedtler, Jackwal. Apoio Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e apoio de Hotéis Laghetto, Grafiset, Lupa Comunicação Visual e Cliever Impressão 3D.

 

Saiba Mais

Prêmio Braskem de Design em Plástico e Borracha

O prêmio Braskem de Design em Plástico e Borracha destaca os principais projetos que utilizem polímeros e borracha como matéria-prima de seus componentes. Esta iniciativa visa levar ao conhecimento do público projetos que utilizem o plástico com fins sustentáveis tanto na questão ambiental, como na questão econômica. A apDesign é parceira da Braskem na disseminação do conceito de que a sustentabilidade não pode ser confundida com aparência ou apelo ecológico, buscando conscientizar a população sobre os benefícios do uso correto do plástico, além de combater a ideia equivocada de que o plástico seria um “vilão” do meio-ambiente.

Prêmio Tramontina de Design em Utilidades para a Casa

O Prêmio Tramontina de Design em Utilidades para a Casa irá destacar os melhores projetos que apresentem soluções inovadoras e diferenciadas para uso doméstico. Com esta iniciativa, a apDesign busca reconhecer o importante papel que a marca Tramontina tem desempenhado para a economia do Brasil, destacando-se como uma das marcas mais onipresentes nos lares brasileiros, e também no exterior.

Sobre a apDesign

Fundada em 1996, a apDesign – Associação dos Profissionais em Design do Rio do Sul, é um centro agregador de competências, saberes e conhecimentos, constituindo-se em um agente propulsor de ações voltadas à inovação, com base no design. Ao promover discussões e debates, confere ao design um papel estratégico na articulação entre acadêmicos, profissionais, instituições públicas e privadas, empresas e a sociedade de consumo, visando a concretização de uma sociedade melhor para todos.

José Carlos Bornancini

Falecido em 2008, é a maior referência do design no RS e um dos mais expressivos designers do país. Seus trabalhos foram reconhecidos internacionalmente em diversas oportunidades, incluindo a seleção do “Talher Camping”, para integrar a seleção do “bom design” da loja do MoMA em NY.

 

5º Prêmio Bornancini de Design

Inscrições até 30 de setembro pelo site www.premiobornancini.com.br

Envio de materiais para inscritos entre 02 a 06 de outubro

Premiação – 14 de novembro, 20h, Salão de Atos da UFRGS – Porto Alegre

Informações  pelo telefone (51) 3019.2992 ou pelo e-mail apdesign@apdesign.com.br, ou no site www.premiobornancini.com.br

Assessoria de Imprensa

Mariele Salgado e Bruna Paulin

Espetáculo A Toca do Coelho tem única apresentação em Porto Alegre no dia 28 de setembro

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Estreia de Dan Stulbach na direção tem sessão no Teatro do Sesi

 

Estreia de Dan Stulbach na direção, A Toca do Coelho chega a Porto Alegre para única apresentação no dia 28 de setembro, às 19h, no Teatro do Sesi. Grande sucesso na Broadway, a versão brasileira traz Reinaldo Gianecchini, Bárbara Paz, Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Rafael de Bona no elenco.

David Lindsay-Abaire recebeu o Pulitzer de 2007 pelo texto que mostra o drama de uma família atingida por uma tragédia que irá reconfigurar as relações e traçar um novo caminho para todos os envolvidos.

A montagem, inédita no Brasil, estreou em março e agora segue em turnê pelo Brasil. Grande sucesso na Broadway, “A toca do coelho” foi escolhido melhor texto no seu ano de estreia. Na ocasião, a atriz Cynthia Nixon – de Sex in The City – recebeu o Prêmio Tony de melhor atriz pela encenação da personagem Becca.

Simone Zucato, idealizadora e produtora do projeto, juntamente com Valdir Archanjo e Bira Saide, escolheu, adaptou e traduziu o texto de Lindsay-Abaire. Simone, que na peça interpreta Isa, foi quem convidou Dan Stulbach e o elenco, “Fiquei atrás de um texto por dois anos e quando li A toca do coelho tive certeza que era o que eu estava procurando. Depois disso foi uma luta para conseguir comprar os direitos e montar o espetáculo”, conta.

A peça se passa na casa dos Corbett. Beca (Barbara Paz) e Paulo Corbett (Reynaldo Gianecchini) precisam retornar à sua existência cotidiana, após uma perda, chocante e súbita. Oito meses antes, eles eram uma família feliz com tudo que queriam. Agora, eles estão presos em um labirinto de memórias, desejos, culpas, recriminações e raiva, e seguem caminhos opostos neste labirinto. Enquanto Beca encontra dor nas lembranças familiares, Paulo encontra conforto. Beca tenta lidar com as questões familiares com sua irmã, Isa e sua mãe, e estende a mão para o adolescente envolvido no acidente que provocou todas as mudanças em suas vidas. O casal tenta reencontrar o seu caminho de volta para uma vida que ainda tem potencial para o riso, a beleza e a felicidade.

 O resultado desta jornada é uma visão intimista dos dois que precisam reaprender a se envolver um com o outro. Assim, perdidos em seu sofrimento, os Corbett fazem escolhas surpreendentes para seu futuro. 

Para a encenação o cenário ‘clean’ e sugestivo de André Cortez, mostra abertamente a casa da família e tem quase todos os cômodos. “Não é uma casa realista, é possível ver entre as paredes. Quem está na plateia pode se sentir dentro da casa, parte da família”, explica Zucato. Completam a ficha técnica Marisa Bentivegna no Desenho de Luz, Adriana Hitomi assinando os figurinos e Daniel Maia, responsável pela trilha sonora original e Composta.

Os ingressos para a apresentação do dia 28 custam entre R$ 70,00 e R$ 100,00 e já estão à venda pela My Ticket. Descontos de 50% para os 200 primeiros sócios do Clube do Assinante, com acompanhante, clientes Porto Seguro e Clientes Gol.

Ficha Técnica:

Autor: David Lindsay Abaire

Tradução Brasileira e Adaptação:: Simone Zucato e Alessandra Pinho

Direção Geral: Dan Stulbach

Elenco: Barbara Paz, Reynaldo Gianecchini, Neusa Maria Faro, Simone Zucato, e Rafael De Bona.

Cenários: André Cortez

Desenho de Luz: Marisa Bentivegna

Figurinos: Adriana Hitomi

Trilha sonora Original e Composta: Daniel Maia

Fotografia: Jairo Goldflus

Fotos de Cena: João Caldas

Preparador Corporal: Leandro Oliva

Preparadora Vocal: Edi Montecchi

Design Gráfico: Alessandro Romio

Designer de Som: Bruno dos Reis

Video Mapping: BiJari

Projeção e Cenografia: On Projeções e Metro Seis Cenografia

Voz do Dani: Guido Prado Tomazoni

Diretora Técnica: Deborah Zatz

Site e Midia de Internet: Erik Almeida

Make Up de Fotos: Renata Martinz e Hideko

Microfonista, Operador de Vídeo Mapping e Som: Bruno dos Reis

Operador de Luz: Filé

Contraregra e Maquinista: Rogério Febraio e Luciana Cuono

Camareira: Luciane Pessanha

Assistentes de Direção: André Acioli e Otavio Dantas

Assistente de Cenografia: Carol Bucek

Assistente de Iluminação: Patricia Savoy

Assistente de Produção: Elis Braga e Mag Flausino 

Produção Executiva: Tatiane Zeitunlian, Daniele Pereira e Ubirajara Saide

Direção de Produção: Valdir Archanjo e Bira Saide

Produtores Associados: Simone Zucato, Valdir Archanjo e Bira Saide

Realização: Asa Produções Culturais e SPZ Produções Culturais

Produção local: Kau ideia Produções Artísticas

Assessoria de Imprensa Local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

 

A Toca do Coelho

Dia 28 de setembro, 19h

Teatro do Sesi – Av. Assis Brasil, 8787

Ingressos:

Plateia Baixa – R$ 100,00

Plateia Alta – R$ 90,00

Mezanino – R$ 70,00

Descontos:

50% para os 200 primeiro assinantes do Clube do Assinante e acompanhante

Após as 200 vendas, permanecerá os 50% de desconto apenas para o titular do cartão do

50% de desconto aos Clientes Porto Seguro

50% de desconto aos Clientes Gol

À venda pela My Ticket

Pontos de Venda:

Rua Padre Chagas, 327 Loja 06 | Telefone: 32 73 33 43

Rua Dos Andradas, 1425 Loja 16 | Telefone : 32 12 26 53

Horário pontos de venda: Das 09h às 18h

Vendas On Line: http://www.ingressorapido.com.br

Call Center: 40 03 12 12

“Dromedário no Asfalto” participa do 14º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe

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Longa-metragem de estreia de Gilson Vargas foi escolhido entre mais de 500 inscritos

 

O longa-metragem de estreia do diretor Gilson Vargas, “Dromedário no Asfalto”, é um dos selecionados para o 14º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), que ocorre entre os dias 08 a 13 de setembro. A produção foi escolhida entre mais de 500 inscritos do Brasil, Portugal e Espanha.

Filmado no Brasil e no Uruguai, contando com elenco dos dois países, o filme é uma co-produção entre as produtoras Pata Negra, Ponto Cego e Boomboom. Tendo como protagonista o ator Marcos Contreras, “Dromedário no Asfalto” mostra a jornada de Pedro pelas paisagens platinas, rumo ao encontro com seu pai, após anos de afastamento entre ambos. Rodado durante dois anos, com seis viagens entre os dois países, totalizando mais de 10 mil quilômetros de idas e vindas.

O longa foi feito de forma cooperativa, sem recursos oficiais para as filmagens. Na fase de montagem recebeu o prêmio Fumproarte e o prêmio para Finalização de Longas do Governo do Estado do RS, podendo, desta forma, fazer uma finalização digna da grande tela, com a mixagem de som 5.1 no maior estúdio de Buenos Aires e o tratamento imagem na Quanta Post, em São Paulo. A equipe conta com Bruno Polidoro na fotografia, Vicente Moreno na montagem e Gabrela Bervian no som, todos sócios do filme, além de Luciana Baseggio como assistente de câmera e produção.  Gilka Vargas, Besouro Filmes e o ator Marcos Contreras são produtores associados.

Dromedário no Asfalto deve chegar às salas comerciais ainda este ano. O montador e produtor do filme, Vicente Moreno, estará presente no evento. Moreno também participa do festival com a primeira exibição de seu curta, “Cedo”, que integra a mostra competitiva.

Vargas comemora, ao lado da esposa, Gabriela Bervian, o sucesso do curta metragem dirigido por Gabriela com roteiro escrito pelo casal, “Domingo de Marta”, que recebeu seis troféus Assembleia Legislativa na Mostra de Curtas Gaúchos do 42º Festival de Cinema de Gramado, no início de agosto.

A parceria de produção da dupla vem se consolidando em vários projetos da Pata Negra. A produtora recém completou três anos de existência, mas já contabiliza diversos prêmios, como os quatro Kikitos e três troféus Assembleia Legislativa pelo curta Casa Afogada no 40o Festival de Gramado, além de outros 26 prêmios em diversos festivais e concursos.

 

Sobre o Curta-SE

Criado em 2001, o Festival Luso-Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe (Curta-SE) foi concebido inicialmente como um pequeno festival de curtas-metragens voltado para o público universitário. Em sua primeira edição realizada na Universidade Federal de Sergipe e quase que inteiramente organizada e produzida por sua criadora, Rosângela Rocha –, o então chamado Festival Brasileiro de Curtas-Metragens contou com cerca de 50 filmes inscritos, dos quais 14 sergipanos. 
Já na segunda edição, o Curta-SE vira o Festival Luso-Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe e passa a estender sua programação para o além-mar, até a cinematografia portuguesa. É também a partir de 2002 que o festival acrescenta às mostras de curtas a participação de longas-metragens convidados e uma extensa programação de seminários, workshops e eventos culturais. 
Em 2008, o evento torna-se Festival Iberoamericano de Curtas-Metragens. Isso possibilitou a participação de países abrangidos pelo programa Ibermedia, do qual fazem parte a Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Cuba, México, Venezuela, Colômbia, além de Portugal e Espanha. Além disso, no mesmo ano, o Curta-SE passou a integrar em mostras competitivas longas-metragens a partir de 70 minutos. 

O Curta-SE 13 recebeu 573 inscrições nas categorias cinema digital, videoclipe, vídeo sergipano, vídeo de bolso e longa-metragem.  Neste ano, o festival bateu recorde no recebimento de inscrições de outros países: foram 79 produções vindas da Espanha (48), Argentina (18), Portugal  (12) e Venezuela (1). Sergipe teve 42 inscritos, um número 27% maior do que no ano passado. 

Casa de Cinema de Porto Alegre promove curso de Assistência de Direção para Cinema e Televisão e Introdução a Continuidade

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Atividade é ministrada pela assistente de direção, roteirista e diretora Janaína Fischer e terá módulo extra com a assistente de direção Luciana Baptista

 

Inicia no dia 22 de setembro na Casa de Cinema de Porto Alegre o curso de Assistência de Direção para Cinema e Televisão e Introdução a Continuidade, ministrado pela assistente de direção, roteirista e diretora Janaína Fischer. A atividade tem como objetivos proporcionar aos participantes os conhecimentos básicos sobre o papel do primeiro Assistente de Direção em uma equipe de ficção para Cinema e TV, além de técnicas e conceito de continuidade.

Nesta edição, a assistente de direção Luciana Baptista apresenta um módulo especial de introdução ao programa Movie Magic.

Com seis encontros, todas as aulas serão expositivas e intermediadas por trechos de filmes, exercícios práticos, apresentação de exemplos e discussão com o grupo. Os encontros serão às segundas, terças e quartas-feiras, das 19h30 às 23h, de 22 de setembro a 01 de outubro.

O público alvo é de estudantes de comunicação social e produção audiovisual e profissionais da área. As inscrições podem ser feitas através do email recepcao@casacinepoa.com.br e pelo telefone 3316.9200 das 10h às 12h e das 15h às 17h. O curso custa R$ 350,00. As vagas são limitadas a 20 participantes.

Saiba Mais:

Janaina Fischer é Bacharel em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda pela UFRGS (1998), tem Especialização em Cinema pela Unisinos (2011), é mestranda do curso de Comunicação Social PUCRS (2014), e trabalha com produção audiovisual desde 1999. Já atuou como diretora de produção e 1ª assistente de direção para televisão e cinema, além de exercer a função de continuísta em diversos filmes e séries de televisão.  Atualmente exerce as funções de roteirista e diretora.

Luciana Baptista é Formada em Comunicação Social (Habilitação em Publicidade e Propaganda) na Universidade Metodista do Estado de São Paulo (UMESP). Trabalha na área de audiovisual desde 1999, como produtora, diretora assistente e coordenação de direção. Em seu currículo constam mais de 20 produções como longas e curtas metragens e produções para televisão.

SERVIÇO

Curso de Assistência de Direção para Cinema e Televisão e Introdução a Continuidade

De 22 de setembro a 01 de outubro

Segundas, terças e quartas-feiras

Das 19h30 às 23h

Casa de Cinema de Porto Alegre – Miguel Tostes, 860

As inscrições através do email recepcao@casacinepoa.com.br e pelo telefone 3316.9200 das 10h às 12h e das 15h às 17h.

Valor: R$ 350,00.

20 vagas

Público Alvo: Estudantes de comunicação e produção audiovisual e profissionais da área

Lupi, o musical tem apresentações nos dias 18 e 19 de setembro no Teatro da AMRIGS

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Apresentações ocorrem na semana do aniversário do compositor

 

O espetáculo Lupi, o musical – uma vida em estado de paixão retorna aos palcos de Porto Alegre para celebrar o nascimento de Lupicínio Rodrigues, no Teatro da AMRIGS, na semana do centenário do compositor. A montagem, que estreou em maio deste ano com enorme sucesso, tem apresentações nos dias 18 e 19 de setembro, às 20h30.

Lupi, o musical é uma homenagem ao artista e um elogio à paixão. Não a um caso, ou casos de paixão, mas à paixão idealizada, pré-existente, na alma de Lupicínio Rodrigues. Segundo o diretor e autor, Artur José Pinto, a montagem é uma celebração de um homem que vai além da dor de cotovelo: “Lupicínio era muito mais do que um músico que falava sobre a dor de cotovelo. Nossa intenção é contar a história do artista, mas também do pai, amigo, amante”, revela.

O musical revela um Lupicínio em situações conhecidas e inéditas. Dentre estas, um soldado jovem, sentando praça, em Santa Maria; um aprendiz de mecânico, da Cia. Carris; um boêmio de família, que celebrou 30 anos de casamento com Dona Cerenita Quevedo. Um homem que, nos finais de semana, era caseiro e adorava receber seus familiares na chácara da Cavalhada. Para Lupicínio, boemia, só de segunda à sexta.

Das 21 músicas selecionadas para o repertório, o público encontrará canções renomadas como “Felicidade”, “Nervos de Aço” e “Se acaso você chegasse”, mas também composições menos conhecidas de sua produção, como Zé Ponte e Judiaria. A Direção Musical e arranjos é de Mathias Pinto.

No elenco, Juliano Barreto, criador do projeto, interpreta Lupicínio com 59 anos. O ator Gabriel Pinto interpreta o músico durante sua juventude. Integram o grupo Nadya Mendes, Nani Medeiros, Pâmela Amaro, Cíntia Ferrer, Gabriel Pinto, Lucas Krug, César Pereira e Raul Voges.

Acompanham os músicos Mathias Pinto (Violões), Guilherme Sanches (percussão), Lucian Korlow (Flauta), Samuca do Acordeon (Acordeon), André (Trombone) e Elias Barboza (Bandolim).

Os ingressos custam R$ 60,00 para o público em geral, R$ 40,00 para estudantes e R$ 30,00 para idosos e Titulares e Acompanhante do Clube do Assinante, à venda no local e na loja Bob Store do Moinhos Shopping.

Saiba mais

LUPI, o Musical, é uma obra de exaltação à alegria, à amizade e ao amor.
Os tons sombrios, que normalmente são aplicados nas referências que se faz ao poeta, são transformados em cores e brilhos. Essa era a verdadeira essência de Lupicínio. A dor e a traição, aparecem como o risco de quem se entrega à paixão. E coitado de quem não corre esse risco.
Artur José Pinto – diretor e dramaturgo

 

A ideia de realizar um musical sobre a vida e as canções de Lupicínio Rodrigues começou em um jantar na casa de seu filho Lupinho. eu, Juliano Barreto, estava conversando com ele, sobre a vontade de fazer algo maior que um show, que unisse as artes (música, dramaturgia, dança, poesia) num mesmo espetáculo, com a grandiosidade da música do Lupi.

Um espetáculo que colocasse a obra em primeiro plano, que as músicas contassem a história do homem por de trás dela.

Os caminhos da vida, me fizeram chegar a pessoa certa para este projeto: Artur José Pinto. Dramaturgo e Pai deste projeto, Artur é o criador desta história, do roteiro e diretor desta peça.

Juntos, pesquisamos, entrevistamos e recebemos o apoio luxuoso do co-criador Lupinho e do jornalista Marcello Campos, maior pesquisador da antiga Porto Plegre e de Lupicínio Rodrigues.

Neste momento eu me sentia mais preparado para o processo de viver e cantar a obra do Lupi e o Artur já estava mergulhado no processo de escrever.

Juntando-se ao time, o músico e arranjador Mathias Pinto foi essencial, grande apaixonado e dedicado ao samba e chorinho, Mathias, (violonista 7 cordas), trouxe um estilo ao musical, direcionando o projeto para um caminho com marcas musicais definidas.

Com um elenco de grandes cantores que se desafiaram a atuar e belíssimos atores que enfrentaram as melodias delineadas de Lupicínio, o espetáculo pretende vida longa.

Juliano Barreto

 

Ficha Técnica

Dramaturgia e Direção Cênica – Artur José Pinto

Direção Musical e Arranjos – Mathias Pinto

Coreogra­fia e Cenografi­a – Raul Voges

Figurinos – Fabrízio Rodrigues e elenco

Elenco – Juliano Barreto, Nadya Mendes, Nani Medeiros, Pâmela Amaro, Cíntia Ferrer, Gabriel Pinto, Lucas Krug, César Pereira e Raul Voges.

Músicos Mathias Behrends Pinto – (violão 7 cordas, arranjos e composição da suíte “Felicidade”), Guilherme Sanches (percussão), Lucian Korlow (flauta), Samuca do Acordeon (acordeon e arranjos), André (Trombone), Luis Barcelos (arranjos e composição da suíte Felicidade), Elias Barboza (Bandolim)

Fotografi­a – Daniel Scherer

Projeto Grá­fico – Renata Dihl

Web Design – João Pedro

Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção Executiva – Ana Helena Rilho e Renata Becker

Direção De Produção – Nadya Mendes

Realização: Mendes Pinto Criações Cênicas

 

SERVIÇO:

O quê: Lupi, o musical – Uma Vida em estado de paixão 
Quando: 18 e 19 de setembro, 20h30
Onde: Centro de Eventos AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311

Duração: 100min.

Classificação 12 anos
Informações: 51 30142001
Ingressos: 
R$ 60,00 (inteira)

R$ 40,00 (estudantes)

R$ 30,00 (idosos e titular e acompanhante Clube do Assinante)

* Ingressos à venda: Centro de Eventos AMRIGS e Bob Store Moinhos Shopping

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