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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

novembro 2013

Gal Costa sobe ao palco do Theatro Guarany em Pelotas para cantar “Recanto”

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Concebido e dirigido por Caetano Veloso, o espetáculo apresenta músicas do recente lançamento e resgata sucessos da carreira da cantora

No dia 22 de novembro, a cantora Gal Costa lança seu mais recente disco “Recanto” com única apresentação no Theatro Guarany em Pelotas.

O trigésimo disco de sua carreira traz músicas escritas pelo parceiro Caetano Veloso e co-produção de Moreno, filho de Caetano e seu afilhado.

Concebido e dirigido por Veloso, o espetáculo apresenta músicas do recente lançamento e resgata sucessos da carreira da artista.  Além das canções novas, “Madre Deus” e “Mansidão”, destaque para alguns clássicos como “Da Maior Importância”, “Divino maravilhoso”, “Folhetim”, “Barato Total”, “Dom de Iludir”, “Baby”, “Vapor Barato”, “Força estranha” e “Meu bem, Meu Mal”.

No palco, Gal é acompanhada por Domenico Lancellotti (bateria e MPC), Pedro Baby (guitarra e violão) e Bruno Di Lullo (baixo). Com sonoridade experimental, “Recanto” mistura rock, programações eletrônicas e dub-step à MPB.

Os ingressos estão à venda na Ótica Estima (General Neto, 1142) e pelo site ingressorapido.com com valores entre R$ 500,00 e R$ 150,00, com desconto de 50% para Assinante do Diário Popular, Cliente NET e cliente Porto Seguro e doação de 1 Kg de alimento não perecível.

“Recanto” nas palavras de Caetano Veloso:

“Quando voltei do exílio londrino, me apresentava usando batom vermelho. Meu cabelo descia até os ombros e era repartido no meio. Um retrato vivo de Gal, pensado como uma homenagem a ela ter encarnado os tropicalistas expatriados durante aqueles anos.

O disco é meu trabalho composicional de agora. Quis fazê-lo com o som da voz dela. Não se tratava de meramente relembrar o passado de Gal, mas de produzir com ela uma peça que fosse forte como expressão atual e, assim, estivesse à altura do nosso histórico. Sonhei com isso por um bom tempo.

Finalmente comecei a compor e a imaginar arranjos e sonoridades. Tudo fluiu muito rápido (o tempo que tomamos foi para fazer tudo com naturalidade, interrompendo para cumprir nossas agendas apertadas e voltando a pôr a mão na massa quando estivéssemos relaxados).

As letras desse disco são ao mesmo tempo muito diretas e um tanto enigmáticas. Não pude evitar. “Recanto escuro”, que é uma biografia cifrada da própria Gal (mas tem elementos de minha própria biografia), foi composta primeiro sem palavras. Todas as letras me surpreenderam à medida que foram se construindo.

No mais, deixamos Gal soar como ela soa. E aqui particularmente sóbria. Basta-lhe o timbre e o relaxamento. Sem intenções interpretativas óbvias e sem demonstrações de capacidade musical. Quanto mais simples, mais simplesmente Gal, maior a integração com os sons às vezes ásperos, às vezes etéreos da eletrônica.

As únicas canções não inéditas são “Madre Deus” e “Mansidão”. A primeira foi feita para o bale “Onqotô”, do grupo Corpo, onde ela aparece gravada por Ze Miguel Wisnik. A segunda foi escrita para Jane Duboc, que a gravou já faz anos. Foi tudo um sonho meu. Mas ouvir o que a turma que reuni aprontou para Gal, sobretudo tendo dois dos meus filhos envolvidos, me faz sentir que me aproximei mais do que entendi sobre nosso grupo núcleo, Gil, Bethânia, Gal e eu, desde que começamos à beira da Bahia de Todos os Santos.”

Ficha técnica do show “Recanto”

Direção: Caetano Veloso

Assistente de direção musical e sonora: Moreno Veloso

Músicos: Domenico Lancellotti – Bateria acústica e MPC

    Pedro Baby – Guitarra e violão

    Bruno Di Lullo  – Baixo e violão

Figurino: Marcelo Pies

Maquiagem: Danilo Torres

Som: Vavá Furquim e Beto Santana

Luz: Ze Carlos

Roadie: Alexandres Soares

Produção: Ricardo Frugoli

Produtor e diretor Técnico: Guilherme Ruiz Calicchio 

Realização: Rafael Faustini Produções

 

Show “Recanto” com Gal Costa – Premiações:

 Melhor Show em 2012

 Prêmio MultiShow de 2012

 Prêmio Bravo de Cultura- 2012

 Indicação VMB 2012

 

Indicação Latin Grammy 2012

Inauguram no dia 21 de novembro duas mostras com a assinatura da equipe Barraco Estúdio na Casa de Cultura Mario Quintana

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Fulano de Tal e A Voz da Roupa, de Régis Duarte e Tiago Coelho, seguem expostas até 05 de janeiro no Espaço Maurício Rosenblatt e na Fotogaleria Virgílio Calegari

Inauguram no dia 21 de novembro, na Casa de Cultura Mario Quintana, duas exposições com a assinatura da equipe do Barraco Estúdio. Régis Duarte retorna às telas com a exposição Fulano de Tal, produção recente do artista, que ele classifica como um trabalho contemplativo, onde interfere em fotografias com linhas de crochê.  “Os crochês dos detalhes, não são da vovó, foram feitos, um a um, por minha mãe”, revela. Duarte, que leva seu nome numa linha de vestuário há 10 anos, começou sua carreira pintando telas com tinta acrílica e fez sua primeira individual no ano de 1994 na reabertura da Casa de Cultura Mario Quintana.

O projeto A Voz da Roupa, criado por Tiago Coelho e Régis Duarte, propõe confrontar a “realidade” com a ficção, através de ensaios fotográficos de trabalhadores em dois momentos diferentes: o primeiro, em “linguagem documental”, busca mostrar os profissionais em seus ambientes de trabalho (como são vistos), e o segundo, em estúdio, retrata os mesmos vestindo personagem criado a partir de sonhos e conversas. Confronto entre real e ficcional, o ensaio propõe a costura entre criador e modelo através da lente precisa do fotógrafo. Para os trabalhadores, a oportunidade do sonho encarando um novo personagem. Para os criadores, a liberdade criativa conquistada. Se a roupa exclui, neste projeto ela integra. Um convite à reflexão sobre a moda em estado de arte com seus códigos e infinitas leituras.

O Barraco é um estúdio de criação sediado em Porto Alegre/RS. Trabalha no desenvolvimento de imagens (vídeo e fotografia), relacionando o documental com a moda. O encontro entre essas duas linguagens se deu pelo fato de Tiago Coelho e Régis Duarte terem trazido suas experiências profissionais anteriores nas duas áreas, respectivamente. Coelho tem graduação em Realização Audiovisual (UNISINOS/RS) e especialização em fotografia documental (EFTI/Espanha). Suas principais exposições são: “A Voz da Roupa”, no PhotoVisa, Krasnodar/Rússia(2012) e Usina do Gasômetro, Porto Alegre/RS(2012). “Dona Ana”, no MUMbat, Argentina(2012) e Santander Cultural, Porto Alegre.(2010); “15ª Edição da Coleção Pirelli/MASP de Fotografia”. MASP, São Paulo. Foi indicado ao Foam Paul Huf Award 2013. Régis Duarte é estilista e diretor de arte. Já expôs seus trabalhos no Brasil, New York, onde morou durante sete anos, Rússia, Argentina e Uruguai. É sócio-proprietário da Galeria Mascate, em Porto Alegre.

As mostras seguem até 05 de janeiro no Espaço Maurício Rosenblatt (3º andar CCMQ) e na Galeria Virígilo Calegari (7º andar CCMQ). O espaço funciona Segundas, das 14h às 21h, terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h com entrada franca.

Fulano de Tal e A Voz da Roupa

Serviço:
Abertura: 21 de novembro de 2013 (quinta-feira), às 19h.
Local:  Espaço Maurício Rosenblatt/3º andar e Galeria Virgílio Calegari/7º andar –  CCMQ (Andradas, 736).
Visitação: Até 05 de Janeiro de 2014. Segundas-feiras, das 14h às 21h, terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h.

O Sobrado tem apresentação gratuita em Campo Bom

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Grupo Cerco inicia turnê pelo Rio Grande do Sul patrocinada pela SULGÁS no dia 18 de novembro 

Iniciando turnê pelo Rio Grande do Sul com apresentações em quatro cidades, o Grupo Cerco apresenta no dia 18 de novembro o espetáculo O Sobrado em Campo Bom, no Teatro do CEI. A sessão, com entrada franca, através da doação espontânea de 1 kg de alimento não perecível, tem patrocínio da SULGÁS através do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.

O Grupo passa por Caxias do Sul e Passo Fundo, e encerra a turnê em Porto Alegre, nos dias 28, 29 e 30 de novembro e 01 de dezembro. O Sobrado é uma adaptação cênica de sete capítulos da obra literária O Continente, que integra a trilogia O Tempo e o Vento, de Erico Verissimo, com direção de Inês Marocco.

A ação se passa em 1895, quando o chefe político republicano Licurgo Cambará se encontra sitiado em sua casa, junto à sua família e correligionários, sob o cerco de tropas federalistas. Fechados no sobrado durante dez dias, com pouca comida, água e munição, os personagens da trama relacionam-se em um meio perturbado e agonizante, enquanto a morte se faz presente dentro e fora da casa. Nesse ambiente angustiante, Licurgo resiste à invasão dos maragatos e, intolerante, se recusa a pedir trégua aos inimigos. Permeiam nessa obra-prima da literatura gaúcha o patriarcalismo, o belicismo, a relação com a terra e a presença forte e constante das mulheres, fazendo o espectador vislumbrar a formação da sociedade gaúcha.

Apontado pela crítica como um dos destaques do teatro gaúcho desde o ano de sua estreia, O Sobrado conquistou seis importantes prêmios e o reconhecimento da sua qualidade artística, dando ao Grupo Cerco destaque no cenário gaúcho. No elenco, Anildo Michelotto, Celso Zanini, Elielto Rocha, Elisa Heidrich, Isandria Fermiano, Manoela Wunderlich, Kaya Rodrigues, Luís Franke, Marina Kerber, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen, Rita Maurício e Rodrigo Fiatt. A montagem tem iluminação de Cláudia de Bem, cenografia de Élcio Rossini e figurinos de Rô Cortinhas.

A apresentação acontece às 20h, com entrada franca através da doação espontânea de 1kg de alimento não perecível. Ingressos antecipados no local ou na bilheteria uma hora antes do espetáculo.

Ficha técnica

Autor: Erico Verissimo

Direção: Inês Marocco

Elenco: Anildo Michelotto, Celso Zanini, Elielto Rocha, Elisa Heidrich, Isandria Fermiano, Manoela Wunderlich, Kaya Rodrigues, Luís Franke, Marina Kerber, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen, Rita Maurício e Rodrigo Fiatt

Assistência de direção: Isandria Fermiano, Kalisy Cabeda e Rodrigo Fiatt

Dramaturgia: Celso Zanini, Elisa Heidrich, Isandria Fermiano, Marina Kerber, Mirah Laline e Rodrigo Fiatt

Trilha sonora original: Celso Zanini, Luís Franke, Martina Fröhlich e Philipe Philippsen

Adaptação e criação: Grupo Cerco

Cenografia: Élcio Rossini

Figurinos: Rô Cortinhas

Iluminação: Cláudia de Bem

Arte gráfica: Karine Adiers

Coordenação administrativa: Daniela Lopes

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin

Realização: Grupo Cerco

Produção Executiva: Daniela Lopes e Rodrigo Fiatt

Duração do espetáculo: 1h45min

Classificação: 14 anos

Saiba Mais

O Grupo Cerco, criado em 2008, trabalha com a pesquisa de linguagem e encontra na transposição da literatura para a cena um caminho para a investigação da linguagem teatral. O Grupo tem como marca processos experimentais e colaborativos, onde o ator ou “ator/autor” tem a possibilidade de trabalhar em diferentes frentes de criação que vão além da atuação, buscando soluções estéticas inovadoras para trazer força aos conteúdos que apresenta.

Prêmios conquistados:

– 4º Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo pelo Júri Oficial

– 4º Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo pelo Júri Popular

– Prêmio Açorianos 2009 de Melhor Direção

– Prêmio Açorianos 2009 de Melhor Dramaturgia

– Prêmio Açorianos 2009 de Melhor Ator Coadjuvante

– Troféu RBS Cultura 2009 de Melhor Espetáculo pelo Júri Popular

 

Alguns comentários e críticas sobre a peça:

“O Sobrado foi uma grande surpresa. Consegue ser extremamente teatral (…) e ao mesmo tempo fiel ao texto original. Gostei muito.”

Luís Fernando Verissimo, por e-mail.

“O Sobrado reúne qualidades de sobra para já ser considerado um dos destaques da temporada em Porto Alegre. O Sobrado merece ser visitado.”

Renato Mendonça, Zero Hora.

“Eis um espetáculo digno, admirável e surpreendente sob todos os pontos de vista.”

“… tudo está correto, inteligente e sensível.”

“Este é um espetáculo para se ver sempre, muitas vezes, e com o coração nas mãos.”

Antônio Hohlfeldt, Jornal do Comércio.

“O que chama atenção na montagem é a medida, a economia, a precisão (…), sobretudo na interpretação e na composição dos personagens.”

“(…) eles convencem. Prendem a atenção. Fazem-nos cativos da narrativa. Divertem. Emocionam. Não percam!”

Luiz Paulo Vasconcellos, Revista Aplauso.

 

Serviço

O Sobrado em Campo Bom

18 de novembro, 20h

Teatro do CEI – Av. dos Estados, 1080, Centro

Entrada franca com a doação espontânea de 1 kg de alimento não perecível. Ingressos antecipados no local ou na bilheteria 1 hora antes nos dias das apresentações.

Vivo traz o Grupo Ponto de Partida de volta a Porto Alegre, com o espetáculo PAR, um musical apaixonante!

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A elogiada trupe mineira, retorna à capital gaúcha com o espetáculo PAR nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Theatro São Pedro

Com patrocínio da Vivo, através do projeto Vivo EnCena, o Grupo Ponto de Partida, depois de encantar o público gaúcho com o espetáculo “Pra Nhá Terra”, retorna a Porto Alegre com PAR, um musical apaixonante! Com visual arrebatador, o mais novo espetáculo da trupe, canta o PAR em seus vários tons, através de canções de Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Dorival Caymmi, Milton Nascimento, Rita Lee, entre outros. Porto Alegre é a sexta cidade brasileira a receber o musical, nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, encerrando a turnê de 2013. No dia 1º, após o espetáculo, acontece uma edição da série “Encontros Vivo EnCena”, que conta com a participação do Grupo a partir do tema “Teatro e Transformação” com mediação de Expedito Araujo, curador do projeto.

PAR dá continuidade à pesquisa do Ponto de Partida de uma linguagem e uma estética para o musical brasileiro, em que o ator é o centro do espetáculo. Ele canta, dança, interpreta e constrói, com sua ação, o espaço cênico.  Nesse espetáculo, no entanto, mais do que em qualquer outro do grupo, a música é soberana – toda a história é contada por ela. Com formação instrumental ao vivo de violão (Gilvan de Oliveira), sax (Cléber Alves) e percussão (Serginho Silva), a música se divide entre esse trio, os atores e adereços que, de quando em vez, se transformam em instrumentos percussivos.

PAR é um espetáculo que tem como tema a relação e seus inúmeros tons: o enamoramento, a paixão, o ciúme, a dor, os encontros, os desencontros, a celebração do amor. Para caminhar por esse tema com delicadeza e humor, o Grupo elegeu músicas de Chico Buarque, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Ary Barroso, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Vander Lee, Cartola, Rita Lee e canções de Pablo Bertola e Lido Loschi, especialmente compostas para o espetáculo. A direção musical e os arranjos são de Gilvan de Oliveira.

A plasticidade e a beleza são objetivos incessantemente buscados pelo Ponto de Partida em todas as suas montagens. O figurino, o desenho cênico, a luz são instrumentos fundamentais na construção desse resultado. Em PAR, a pesquisa de luz feita por Jorginho de Carvalho e o Grupo avança e a iluminação tem um resultado mágico que, com certeza, encantará a plateia.

Como a proposta era fazer um espetáculo dançante, o Ponto de Partida trouxe da Alemanha para incorporar-se à sua equipe técnica, o bailarino e coreógrafo Wagner Moreira, professor convidado em 2013 da Universidade de Dança de Dresden – Palucca Hochschüle für Tanz, que assina a preparação corporal e coreografias de PAR, um espetáculo que, galantemente, convida o público para dançar.

O retorno a Porto Alegre consolida a parceria do Programa Vivo EnCena com o Ponto de Partida e também reforça a relação do Grupo com a cidade que, desde o primeiro contato, em 2001, foi maravilhosa. O Ponto de Partida esteve pela primeira vez na cidade com a montagem Viva o Povo Brasileiro, integrando a programação do festival de teatro internacional Porto Alegre Em Cena. Em 2011, acompanhados dos Meninos de Araçuaí, lotaram o São Pedro com as apresentações de Pra Nhá Terra, marcando o lançamento do DVD do espetáculo.

 “O Vivo EnCena é voltado especialmente para projetos envolvidos em processos contínuos e que visam a formação, reflexão e transformação a partir do fazer teatral, comprometidos com pesquisas de linguagem e com o compartilhamento de metodologias, inovações, experiências e resultados. A parceria com o Ponto de Partida é um exemplo vivo de nossa ação”, afirma Expedito Araújo, curador artístico do Vivo EnCena. Além das apresentações dos espetáculos, outras ações vêm sendo possibilitadas, como workshops e intercâmbio com outros grupos culturais não só de Minas, mas do país inteiro.

Com 32 anos de trajetória, o Grupo Ponto de Partida estabeleceu-se como uma referência na investigação teatral. Pesquisou e desenvolveu uma linguagem única para musicais brasileiros e construiu uma dramaturgia inédita a partir da obra de autores como Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Manoel de Barros, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós e compositores como Milton Nascimento e Chico Buarque. O grupo formou-se tecnicamente com os principais nomes do país – Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Cacá Carvalho, Jorginho de Carvalho, Babaya, Gilvan de Oliveira, para citar alguns. E é também o responsável pela criação e coordenação dos projetos Coro Meninos de Araçuaí, Bituca: Universidade de Música Popular e Corredor Cultural Ponto de Partida.

A turnê, que começou em abril na cidade de Vitória, já passou por Belo Horizonte, Salvador, Recife, Belém e Manaus e se encerra em Porto Alegre. As apresentações acontecem nos dias 30 de novembro, às 21h, e 1º de dezembro, às 18h, no Theatro São Pedro, com ingressos entre R$ 30,00 e R$ 10,00 e desconto para Clientes Vivo Valoriza. As entradas já estão à venda na bilheteria do teatro.

ENCONTROS VIVO ENCENA

Após a apresentação no dia 1º de dezembro, domingo, a diretora Regina Bertola e integrantes do Grupo Ponto de Partida participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo.

A série “Encontros Vivo EnCena – Teatro e Transformação” pretende envolver o público em geral da sessão de domingo, dia 1º, para trocas de experiências. O espetáculo retrata os vários tons do amor, e cria uma rica discussão sobre o papel das ralações na sociedade, os caminhos da arte e do amor. Entrada Franca para o público da sessão do espetáculo no dia 1º. (Como uma ação cultural integrada, restrito ao público da sessão do espetáculo no dia 1º).

SOBRE O PROJETO CULTURAL VIVO ENCENA

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

“PAR”

ROTEIRO

NEM EU (VINHETA) – Dorival Caymmi

NA BAIXA DO SAPATEIRO (VINHETA) – Ary Barroso

VENETA – Edu Lobo e Chico Buarque

SENHOR DELEGADO – Antoninho Lopes, Jaú

MARIA BOA – Assis Valente

QUANDO ESSE NEGO CHEGA – Haroldo Barbosa

CARINHOSO – Pixinguinha e João de Barro (Braguinha)

POUT POURRI – CECÍLIA (Chico Buarque  e Luís Cláudio Ramos), BEBEL (Tom Jobim), DORA (Dorival Caymmi), LUIZA (Tom Jobim)

A NOIVA DA CIDADE – Francis Hime e Chico Buarque

PAR – Pablo Bertola e Lido Loschi

A VIZINHA DO LADO – Dorival Caymmi

XOTE DA CONQUISTA – Pablo Bertola e Júlia Medeiros

INTERESSA? – Carvalhinho

CHAZINHO COM BISCOITO – Vander Lee

BISCATE – Chico Buarque

FAÇAMOS (VAMOS AMAR) – Cole Porter e Carlos Rennó (versão)

VALSINHA – Vinícius de Moraes, Chico Buarque

SEM COMPROMISSO (VINHETA) – Geraldo Pereira, Nelson Trigueiro

O DENGO QUE A NEGA TEM – Dorival Caymmi

DEIXA A MENINA – Chico Buarque

SOU EU – Ivan Lins e Chico Buarque

CHORO BANDIDO (VINHETA) – Edu Lobo e Chico Buarque

FRUTA BOA – Milton Nascimento e Fernando Brant

CASO SÉRIO – Rita Lee e Roberto de Carvalho

O QUERERES – Caetano Veloso

EU TE AMO – Tom Jobim e Chico Buarque

O QUE ERA DOCE (VINHETA) – Pablo Bertola e Lido Loschi

PAR (INCIDENTAL) – Pablo Bertola e Lido Loschi

OUTRA VEZ – Isolda

HÁ DE TER ALGUÉM – Pablo Bertola e Lido Loschi

ELENCO – GRUPO PONTO DE PARTIDA

Ana Alice Souza, Carolina Damasceno, Dani Costa, Érica Elke, João Melo, Júlia Medeiros, Lido Loschi, Lourdes Araújo, Pablo Bertola, Renato Neves, Ronaldo Pereira, Soraia Moraes

BANDA

Cleber Alves – Sax

Gilvan de Oliveira – Violão

Serginho Silva – Percussão

FICHA TÉCNICA

CONCEPÇÃO: Ponto de Partida

DIREÇÃO GERAL E DRAMATURGIA: Regina Bertola

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: João Melo

MÚSICAS ORIGINAIS: Pablo Bertola, Lido Loschi e Júlia Medeiros

DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS: Gilvan de Oliveira

ASSISTENTE DE DIREÇÃO MUSICAL: Pablo Bertola

PREPARAÇÃO VOCAL: Babaya

COREOGRAFIAS E PREPARAÇÃO CORPORAL: Wagner Moreira

CENÁRIO: Alexandre Rousset, Tereza Bruzzi e Ponto de Partida

FIGURINO: Alexandre Rousset e Tereza Bruzzi

ASSISTENTE DE FIGURINO: Beth Carvalho

CONFECÇÃO DE FIGURINO: Ateliê Vera Viol e Rita Moreira

ILUMINAÇÃO: Jorginho de Carvalho

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO, MONTAGEM E OPERAÇÃO DE LUZ: Rony Rodrigues

SONORIZAÇÃO: Murillo Corrêa e Cia

FOTOS: Guto Muniz e Waldir Damasceno

PROJETO GRÁFICO: Greco Design

ADAPTAÇÃO GRÁFICA: Diego Ribeiro

Produção executiva – Diego Ribeiro

Assistência de produção – Fátima Jorge, Karine Montenegro e Ronaldo Pereira

Equipe de divulgação e mobilização – Carolina Damasceno, João Melo e Lido Loschi

Administração – Dulce Dias e Fernanda Fróes

Assessoria de imprensa nacional –  Vicente Negrão

Produção local – Bendita Ideia – Jandora Alvim e Daniela Mazzilli

Assessoria de imprensa local – Bruna Paulin

 Coordenação de Produção – Júlia Medeiros e Pablo Bertola

Direção geral – Regina Bertola

Patrocínio – Vivo

Realização – Ponto de Partida

SERVIÇO

 PAR – Um musical apaixonante!

 Dias 30 de novembro e 1º de dezembro – sábado às 21h e domingo às 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Duração: 60 minutos

Classificação: 10 anos

Ingressos: R$ 30,00 (plateia), R$ 20,00 (camarotes centrais), R$ 15,00 (camarotes laterais), R$ 10,00 (galerias)

Início das vendas em 01 de novembro

Clientes Vivo Valoriza e funcionários Vivo têm 50% de desconto para comprar até 02 ingressos. Devem apresentar fatura recente paga ou voucher Programa Vivo Valoriza. No caso de funcionários, crachá Telefônica ou Vivo. Para todos ainda é necessário apresentar documento de identificação com foto. Desconto válido somente para o titular e não cumulativo com outras promoções e/ou descontos.

Eclética Centro de Música promove recital em homenagem aos 100 anos de nascimento de Vinicius de Moraes

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“100 X Vinicius” acontece no dia 09 de novembro, na sala Bruno Kiefer na Casa de Cultura Mario Quintana

O espetáculo de fim de ano da escola de música Eclética fará uma homenagem ao centenário de Vinícius de Moraes. O evento, intitulado “100 X Vinicius” acontece no dia 09 de novembro, às 20h, na sala Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana.

“No início, optávamos por tema livre, mas a experiência com o recital temático dos Bealtes no ano passado nos mostrou que esse caminho é muito enriquecedor para os alunos, que acabam entrando em contato mais a fundo com a obra dos artistas em destaque”, afirma Lucas Volpatto, professor e diretor da Eclética.

O recital, que conta com o envolvimento direto de professores e alunos, trata-se de uma mostra do que é desenvolvido ao longo do ano em sala de aula e busca proporcionar a experiência de palco aos jovens artistas, com direito a bastidores, som e iluminação.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente na sede da escola (Rua Giordano Bruno, 360) a R$ 15,00 ou a R$ 20,00 no dia do espetáculo, na bilheteria do teatro, uma hora antes da sessão.

 

100 X Vinicius

Recital de Fim de Ano/Eclética – Centro de Música

09 de novembro – 20h

Teatro Bruno Kiefer – CCMQ (Rua dos Andradas, 736)

Ingressos:

R$ 15,00 (antecipados)

R$ 20,00 (no dia)

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