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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Show do Grupo Canto Livre encerra a programação de 2018 do Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher neste domingo

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Evento com entrada franca promove atividades na concha acústica do Theatro São Pedro

Porto Alegre, 10 de dezembro de 2018 – O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 16 de dezembro, o Grupo Canto Livre, que apresenta show com um repertório regionalista e urbano que marcou a música gaúcha nos anos 1980, além de composições inéditas.

O grupo é até hoje lembrado como sendo um dos maiores nomes no cenário musical gaúcho da época. Os primeiros anos de trabalho foram registrados nos LP’s “Canto Livre” e “Comunicação”, marcados principalmente pelos vocais elaborados e elementos dos estilos pop e regionais.

Em 2002, Sérgio Napp, seu mais importante incentivador e letrista, lançou o CD “Nos Palcos da Vida”, registrando diversas parcerias com os compositores do grupo. Este evento reuniu, mais uma vez, os antigos companheiros e, desde então, o Canto Livre está de volta.

O show tem início às 19h, com entrada franca. O Festival Primavera Vivar promoveu ao longo de três meses shows de Os Fagundes, Orquestra Eintracht, 50 Tons de Pretas, além de apresentação do espetáculo “Assobia e Chupa Cana”, e atividades da 2ª Mostra de Teatro de Bonecos.

O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

16/12 – Canto Livre

Grupo Canto Livre

Ao vencer a Vindima da Canção, de Flores da Cunha, em 1981, o Canto Livre foi oficialmente apresentado, defendendo a música que deu nome ao grupo, com letra de Sergio Napp. O grupo consagrou um estilo, calcado nas harmonias vocais, que, no Rio Grande do Sul, era explorado apenas no regionalismo, por formações como o Conjunto Farroupilha e o Caverá. Nacionalmente, as referências nessa seara são, entre outros, MPB 4, Quarteto em Cy, Boca Livre e Garganta Profunda. O grupo gravou dois LPs, Canto Livre (1982) e Comunicação (1984).

Ficha Técnica

Calique Ludwig – direção musical, arranjos vocais, voz e violão

Flávio Englert – teclado e voz

Jairo Kobe – voz e percussão

Pedro Guisso – voz, violão, harmônicas e percussão

Carmen Nogueira – voz

Maria do Carmo Torri Dischinger – voz

Selma Martins – voz e percussão

Vânia Mallmann – voz e percussão

Sarau da Clara Corleone recebe Roger Lerina e Eduardo Seidl na quinta, 13 de dezembro

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Última edição do ano ocorre no Von Teese

 

Porto Alegre, 10 de dezembro de 2018 – Na quinta-feira, 13 de dezembro, às 20h30, o Von Teese recebe mais um Sarau da Clara Corleone. O evento literário, que ocorre mensalmente, traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de dezembro é “Imagens”.

Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã Roger Lerina e Eduardo Seidl. Lerina é jornalista, crítico de cinema e repórter. Seidl é fotógrafo e professor.

O evento da escritora e atriz existe há mais de um ano e meio e já recebeu a política Manuela D’Ávila, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Vitor Necchi e Paulo Germano, a escritora Cinthya Verri, as atrizes Maria Galant e Catharina Conte, os diretores Júlio Conte e Patsy Cecato, o músico Carlinhos Carneiro e o ator Bruno Bazzo, entre outros. O “Sarau da Clara Corleone – Imagens” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (pagamento somente em dinheiro). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

Sarau da Clara Corleone – Edição de dezembro

“Imagens” com Roger Lerina e Eduardo Seidl

13 de dezembro, quinta-feira, às 20h30

Couvert a R$ 10,00 – pagamento somente em dinheiro

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo como produtora no estúdio Otto Desenhos Animados e hostess do Bar Ocidente aos finais de semana. Escreve diariamente em sua página e teve textos publicados na Zero Hora digital, Sul 21 e no site Lugar de Mulher.

Eduardo Seidl é fotógrafo. Graduado em Jornalismo e mestre em Práticas e Linguagens Jornalísticas pela Unisinos. Hoje é professor de Fotojornalismo na Famecos-PUCRS. Desde o primeiro estágio em fotojornalismo, procurou a rua como ambiente. Observar as fraturas do tempo, a luz e os acontecimentos. Caminhar à deriva e pelo prazer do trajeto. Conhecer dramas e seus personagens. O maior prazer é mochilar em busca de histórias. Já percorreu 10 dos 20 países da América Latina (mais Guiana, Suriname e Malvinas) que pretende fotografar antes de atravessar algum oceano. É pai do Sebastião e do Matias.

Roger Lerina é jornalista cultural, integrante da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Atua como repórter e crítico de cinema no Canal Brasil. É colaborador do site Coletiva.Net, onde publica uma coluna de opinião semanalmente, às quartas-feiras. Atua também como roteirista, curador de festivais, mestre de cerimônias em eventos e DJ nas (pouquíssimas) horas vagas. Considerado um dos principais jornalistas culturais do Brasil, por quase 20 anos Roger foi editor da coluna Contracapa, no Segundo Caderno do jornal Zero Hora, onde trabalhou também como repórter e crítico de música, cinema, artes visuais e teatro. A Contracapa foi, durante esse período, o mais importante espaço de visibilidade para artistas e produtores culturais de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, além de publicar informações sobre os principais acontecimentos da arte, cultura, moda e entretenimento no Brasil e no mundo.

 

Longa-metragem Rasga Coração é capa do Segundo Caderno do jornal O Globo de hoje

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Orquestra de Câmara da Ulbra na contracapa do Jornal do Comércio de hoje

 

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Longa-metragem Rasga Coração na mídia

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“Peça do Casamento” chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro no Theatro São Pedro  

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Espetáculo com Eliane Giardini e Antonio Gonzalez tem direção de Guilherme Weber e encerra as comemorações dos 160 anos do Theatro

 

Encerrando as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro o espetáculo “Peça do Casamento”, de Edward Albee.

 A montagem é uma produção da Quintal Produções, da  gaúcha Valencia Losada e da mineira Verônica Prates, e conta com um time formado por nomes de peso das artes cênicas: Guilherme Weber assina a adaptação do texto e a direção da montagem, no elenco, Eliane Giardini e Antonio Gonzalez interpretam o casal prestes a se separar, a cenografia é assinada por Daniela Thomas e Camila Schmidt e a iluminação é do premiado Beto Bruel.

Quando no dia 16 de setembro de 2016 o dramaturgo Edward Albee faleceu, aos 88 anos, nem todas as pessoas tinham conhecimento do legado que o escritor deixava com seus mais de 50 anos de atuação no teatro. Considerado o maior dramaturgo estadunidense e um dos mais consagrados da história, Albee é o autor de mais de 30 peças, alguns dos quais se tornaram rapidamente clássicos e foram premiados com as honrarias máximas do teatro contemporâneo, o Tony Awards e o Prêmio Pulitzer, como “The Sandbox” (1959), “Quem tem medo de Virgínia Woolf” (1962) e “Three Tall Women” (1991), que venceu o Prêmio Pulitzer de 1994.

Passados 30 anos desde a estreia do texto, a Peça do Casamento chega a capital gaúcha mostrando como a dramaturgia de Albee trabalha questões atemporais e intrínsecas às relações sociais e afetivas. O autor faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.

Considerada por Albee “a estrutura social fundamental da cultura contemporânea ocidental”, o casamento é o objeto de estudo a ser dissecado na montagem, levantando questões contemporâneas, mas que também eram pertinentes à época em que o texto foi escrito, como a idealização de relações amorosas duradouras apesar da existência de diversos casamentos infelizes e de divórcios e separações motivadas pela infidelidade.

O casamento como instituição social fundamental da cultura ocidental é um dos temas fetiches de sua obra e isso sempre me pareceu fascinante. Além dos fascínios pelos meandros que sustentam a fragilidade de um casamento, a maneira que Albee, especificamente nesta obra, propõe um paralelo entre o casamento e o jogo teatral é muito instigante para um diretor. Usar os mecanismos da cena para iluminar, aprofundar e até revelar aspectos da obra está sendo um exercício fascinante”, conta o diretor Guilherme Weber.

Diferentemente de seus outros trabalhos que se tornaram clássicos da dramaturgia, a “Peça do Casamento” ainda não é um texto muito encenado no Brasil. A adaptação de Weber é a segunda de uma trilogia que traz o casamento como temática, levada aos palcos pelo diretor também na peça “Os Realistas”, de Will Eno, e que será completada com “De Verdade”, de Tom Stoppard, ainda inédita.

A percepção de uma trilogia aconteceu de maneira bastante informal. Junto com a montagem de ‘Os Realistas’ percebi que as ideias de futuras montagens falavam principalmente do mesmo tema, o casamento e suas diversas manifestações. Então batizou-se esta ideia de trilogia, revela o encenador.

trilogia também traça um painel sobre a dramaturgia anglo saxã do final do século passado, com dois textos da década de oitenta, “De Verdade” de 1982, e “Peça do Casamento” de 1987 e do início deste século com “Os Realistas” de 2014. Estes três autores também seguiram se influenciando mutuamente, tendo Eno sido um aluno direto de Albee, enquanto Stoppard foi altamente influenciado pelo jogo de Albee durante o processo para criar a sua comédia sobre amor e teatro.

As apresentações ocorrem às 21h de sexta a domingo. Os ingressos, já à venda na bilheteria do teatro, custam entre R$ 40,00 e R$ 120,00.

 

Sinopse

Edward Albee faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos, uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.

 

Ficha Técnica

Autor: Edward Albee

Adaptação e Direção: Guilherme Weber

Elenco: Eliane Giardini e Antonio Gonzalez

Cenário: Daniela Thomas e Camila Schmidt

Iluminação: Beto Bruel

Figurino: Bruno Perlatto

Direção de movimento: Toni Rodrigues

Realização e Produção: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto e Nely Coelho

Assistente de produção: Eduardo Alves

Contrarregragem: Antonio Lima

Assessoria de imprensa local: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Serviço

 

Peça do Casamento

Data: 14, 15 e 16 de dezembro de 2018

Local: Theatro São Pedro

Horário: sexta a domingo, 21h

Ingressos: 40,00 a 120,00

Classificação: 16 anos

Kino Beat promove Zeitgeist Sunset neste domingo, 09 de dezembro, no Vila Flores

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Evento promove performances musicais e audiovisuais com entrada franca

Porto Alegre, 05 de dezembro de 2018 – O Vila Flores recebe neste domingo, 09 de dezembro, das 16h às 22h, shows de Brasília Strut (POA), Verde (POA), Edgar (SP), Tantão e os Fita (RJ) e Bonaventure (Suíça), integrando o Zeitgeist Sunset do 5º Festival Kino Beat. O evento tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Aliando mensagens sociais, tecnologia, música e diversão, o Zeitgeist Sunset propõe um final de tarde para dançar e pensar o mundo. Crise de refugiados, memória e preservação cultural, reciclagem, racismo, amor, opressão, esperança, distopias, utopias, natureza, excessos digitais. É possível dançar o som dos sentimentos, condições e estruturas que regem e afetam a nossa vida?

A programação no Vila Flores inicia às 16h com show do projeto Brasília Strut, criado pelo DJ, beatmaker e produtor de filmes Pedro Rämos, natural de Porto Alegre, que explora a música lo-fi, underground e obscura, resgatando músicas brasileiras perdidas e produzindo beats.

Às 17h é a vez do projeto audiovisual Verde, de Ricardo De Carli, também de Porto Alegre, que utiliza fontes pré-existentes, como um brinquedo antigo, uma fita encontrada, um vídeo aleatório, e os recontextualiza em camadas com outros sons. Ricardo integra o coletivo Medula e as bandas Akeem Music e Lanches.

Na sequência, às 18h, o rapper paulista Edgar, que participou do 33º álbum de Elza Soares, “Deus é mulher”, apresenta rimas que misturam ficção científica com jornalismo e poesia, em uma colcha de retalhos verbal que pinta distopias, jogando a realidade na cara do ouvinte com um surrealismo fantástico.

Às 19h os cariocas do trio Tantão e Os Fita, formado por Abel Duarte (eletrônicos), Cainã Bomilcar (eletrônicos) e Carlos Antônio Mattos a.k.a Tantão (letras e vocais), apresenta trabalho autoral carregado de referências estéticas, artísticas e históricas diversas como o rock alemão, surrealismo, cinema distópico, baile funk e literatura de rua.

Encerra a programação, às 20h, o projeto Bonaventure, da Suiça, criado no final de 2015 por Soraya Lutangu, após o falecimento de seu sobrinho Bonaventure, morto por ser negro. Soraya usa a tragédia como temática para suas músicas, incluindo causas de imigrantes, visibilidade de gênero e raça, em um contexto caótico de ritmos para pista de dança, onde combina também suas raízes africanas e europeias em sonoridades que “exploram os limites humanos”.

Zeitgeist Sunset
09 de dezembro
Das 16h às 22h
Vila Flores – R. São Carlos, 753 – Floresta, Porto Alegre
Entrada franca

Sobre o Kino Beat

O Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

Edgar (SP)

Rapper paulista, Edgar Pereira da Silva lançou este ano o álbum Ultrassom e participou do 33º álbum de Elza Soares, “Deus é mulher”. Suas rimas misturam ficção científica com jornalismo e poesia, em uma colcha de retalhos verbal que pinta distopias, jogando a realidade na cara do ouvinte com todo seu surrealismo fantástico.

O álbum Ultrassom foi produzido por Pupillo Oliveira (Nação Zumbi), com a participação da cantora Céu. O primeiro single, Plástico, é um rap eletrônico (sobre o qual Edgar discursa contra a poluição do meio ambiente, projetando um futuro sombrio para as crianças que crescerão em um mundo cada vez mais contaminado por resíduos industriais.

Plástico é uma composição assinada por Edgar em parceria com Maurício Fleury e o produtor Pupillo. “Estamos sendo bombardeados por esse material, o plástico. A letra desenha um cenário de um futuro lindo, mas contaminado. O futuro é uma criança com medo de nós”, sentencia Edgar.

Tantão & Os Fita (RJ)

Show do trio eletrônico Tantão e Os Fita (RJ), apresentando faixas do álbum “Espectro”, improvisos e novas faixas que farão parte do álbum “Drama”. Batidas eletrônicas, aceleração do ritmo cardíaco,

distorção, hiperestímulo letras curtas e vocal afiado. Tantão e Os Fita é um trio de música eletrônica do Rio de Janeiro, formado por Abel Duarte (eletrônicos), Cainã Bomilcar (eletrônicos) e Carlos Antônio Mattos a.k.a Tantão (letras e vocais). Figura icônica do underground carioca, Tantão é músico e artista plástico, fundador da banda post-punk Black Future nos anos 80 e atuante desde então na cena de música experimental da cidade. Em 2017, junto aos produtores Abel e Cainã (radiolixo), lançam o e álbum de estreia “Espectro” pelo selo QTV, marcado pela intensa combinação de letras afiadas com arranjos eletrônicos ruidosos.

Tantão e Os Fita recortam e colam informações oriundas de diversos registros criativos para desenvolver seu trabalho autoral, carregado de referências estéticas, artísticas e históricas diversas como o rock alemão, surrealismo, cinema distópico, baile funk e literatura de rua. Ficha técnica: Abel Duarte (Eletrônicos), Cainã Bomilcar (Eletrônicos), Tantão (Vocal)

Brasila Strut (POA)

Brasila Strut explora a música lo-fi, underground e obscura, resgatando músicas brasileiras perdidas e produzindo beats. O projeto foi criado pelo DJ, beatmaker e produtor de filmes Pedro Rämos.

https://soundcloud.com/brasilastrut/brasila-strut-live-red-light-radio-amsterdam-082018

VERDE – Ricardo de Carli (POA)

Verde é um projeto de som e imagem que mistura coisas que não existem com coisas que já existem. Na maioria das vezes o som parte de alguma fonte pré-existente – um brinquedo antigo, uma fita encontrada, um vídeo aleatório – e então é alterado e recontextualizado em camadas com outros sons.

Verde é um projeto audiovisual de Ricardo De Carli, lançado ao vivo neste ano no Quartinho #25 na Void. Há um desejo em investigar o processo criativo mesclando o analógico e o digital, e em observar e manipular sons e imagens provenientes de outras fontes, atentando para novas associações e somas de sentido que tais elementos adquirem em seus trajetos. Como verde, Ricardo já realizou performances visuais em parceria com Beatlimite (POA), na qual experimentou com projeção analógica ao vivo, e com Tétano (SP), para a festa de 1 ano do Coletivo Plano (POA). Além disso, Ricardo integra o coletivo Medula e as bandas Akeem Music e Lanches. Para a quinta edição do festival Kino Beat, verde apresenta um live set de uma hora de duração com sonoridades sampleadas e sintetizadas.https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1851042164935590&id=106688852704272

Bonaventure (Suíça)

Soraya Lutangu começou a fazer música no final de 2015 após a morte de seu sobrinho Bonaventure, morto por ser negro. Soraya usou essa devastação como temática para suas músicas, incluindo causas de imigrantes, visibilidade de gênero e raça, em um contexto caótico de ritmos para pista de dança, Bonaventure busca em sua música combinar também suas raízes africanas e européias em sonoridades que “exploram os limites humanos”.

https://soundcloud.com/bonaventure_mbote

5º Kino Beat na imprensa

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Pano Pop na coluna Vida Social de Eduardo Bins Ely no Jornal do Comércio de hoje

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