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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Nei LisPoa retorna aos palcos nos dias 18 e 19 de março no CHC Santa Casa

Espetáculo chega a sua décima-segunda edição, celebrando os 250 anos de Porto Alegre

O Centro Histórico-Cultural Santa Casa abre as portas nos dias 18 e 19 de março para a décima segunda edição do Nei LisPoa. Diferente dos anos anteriores, o espetáculo, criado como um show de verão anual de Nei Lisboa que mescla música, humor e textos, será apresentado durante as comemorações dos 250 anos de Porto Alegre. “Mesmo com o réveillon já distante do calendário, vamos manter a tradição de todos esses anos”, revela o compositor.

Criado em janeiro de 2010, o projeto seguiu ininterrupto até 2020, quando por conta da pandemia de COVID-19 infelizmente não ocorreu no verão de 2021. Este ano, o projeto será realizado no mês de março, próximo ao aniversário da cidade, que será tema do repertório e do roteiro do espetáculo.  Acompanhado de Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (teclado, vocais) e Paulinho Supekovia (guitarra, vocais), Nei Lisboa apresentará pela primeira vez canções do EP Pandora, lançado em dezembro de 2021 nas plataformas de streaming, com cinco faixas inéditas do artista (todos os detalhes do disco podem ser conferidos no site oficial http://www.neilisboa.com.br). E deve ainda levar ao palco um pouco do Em casa e (ao) vivo, programa que Nei e Cintia Belloc conduziram pela internet com muito sucesso durante a pandemia.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 45,00 e R$ 120,00. A lotação máxima do teatro é observada pelo CHC Santa Casa a partir de decreto sanitário municipal vigente, exigindo o uso de máscaras durante toda a performance. O show tem apoio cultural de Expresso do Oriente Tapetes, Aiama Cozinha Artesanal, TVE e FM Cultura.

Para mais informações acesse www.neilisboa.com.br

facebook.com/neilisboa

youtube.com/neilisboatv

twitter.com/neilisboa

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O quê: Nei LisPoa 2022, com Nei (violão e voz), Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (teclado, vocais). Paulinho Supekovia (guitarra, vocais).

Onde: Teatro do CHC Santa Casa (Av. Independência, 75 – Porto Alegre) 

Quando: 18 (sexta) e 19 (sábado) de março de 2022.

Horário: 20h

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Ingressos:

1º lote

meia-entrada*: R$ 45,00 / inteira:  R$ 90,00       

2º lote

meia-entrada*: R$ 60,00 / inteira:  R$ 120,00       

* Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, doadores de sangue, jovens de baixa renda, classe artística e colaboradores Santa Casa.

Festival Verão Jazz e Blues e Festival Loop Discos integram a programação de fevereiro da Cubo Play

Performances de Camila Orsatto, Luana Pacheco e Solon Fishbone ocorrem ao vivo nos dias 09, 16 e 23, diretamente dos estúdios da Cubo Filmes em formato híbrido

Primeira edição do projeto em parceria com a Loop Discos conta com apresentações de Bibiana Petek, Lila Trentini e Bianca Satti às segundas-feiras

O mês de fevereiro conta com intensa programação na Cubo Play: a plataforma promove os festivais Verão Jazz e Blues e Loop Discos. Às segundas-feiras, nos dias 07, 14 e 21, é possível acompanhar a transmissão online de performances de Bibiana Petek, Lila Trentini e Bianca Satti

A Loop Discos é um selo musical brasileiro da premiada agência de música Loop Reclame e seu casting conta com diversos gêneros musicais. Em oito anos são mais de mil obras registradas e trezentos lançamentos. Abrindo a programação, o evento recebe Bibiana Petek, cantora, compositora e guitarrista. Desde 2013 na cena do sul do Brasil, teve seu caminho trilhado através do álbum de estreia ”Dengo”, com o qual conquistou o “Prêmio ABMI / Deezer” de novos talentos e o “Festival EDP Live Bands” – a levando pra tocar em Portugal no NOS Alive em 2018.

A jovem e talentosa Lila Trentini tem 19 anos e canta, compõe (em inglês e português, duas línguas em que é nativa), toca piano, violão e ukelele. Na sua estreia em 2019, de largada passou dos 60 mil plays no Spotify e 65 mil no Youtube. Tem como referência artistas como Billie Eilish, Zaz, Dua Lipa, Khalid e Lagum. Na performance do dia 14, apresenta seu trabalho autoral. 

Encerrando a primeira edição do Festival Loop Discos, o público poderá conferir a performance de Bianca Satti. Bianca é cantora e compositora, e em parceria com os músicos Lucas Volpatto e Adley Giraldino formam o projeto Soul Trio. Com muita leveza e autenticidade, apresentam composições da cantora e algumas músicas marcantes de sua carreira. Os ingressos https://cuboplay.com.br/festival-loop-discos/ para cada performance custam R$ 20,00 e o passaporte para as três datas, R$ 50,00. Todas as apresentações podem ser assistidas por sete dias após sua estreia.

Já o festival Verão Jazz e Blues conta com performances de Camila Orsatto, Luana Pacheco e Solon Fishbone. Os shows, em formato híbrido, ocorrem às 20h sempre às quartas-feiras: 09, 16 e 23 de fevereiro. O público poderá conferir presencialmente as apresentações (lugares limitados) ou assistir de casa através da plataforma. 

No dia 09, é a vez da cantora, compositora e pianista Camila Orsatto. Dona de uma voz intensa e expressiva, interpretará, junto com Eduardo Xavier (guitarra/violão) e Caio Maurente (baixo acústico), clássicos e contemporâneos do jazz, do blues e da música francesa, percorrendo entre canções de Norah Jones, Nina Simone, Donny Hathaway, Edith Piaf, Zaz, entre outros. Além delas, apresentará também algumas das composições lançadas em seu primeiro EP, que misturam elementos do jazz, do blues e do pop.

Luana Pacheco Trio anima a noite do dia 16. Arrume sua mala, pois para ouvir (e ver ao vivo) a música de Luana, é preciso estar impregnado pelo espírito Wanderlust (do alemão wandern: ‘caminhar’, ‘vagar’ + Lust : ‘desejo’; em português, “desejo de viajar”), termo que descreve um forte apetite de descobrir novos lugares, de explorar o mundo, de nos levar ao desconhecido, a algo novo. Influenciada por grandes nomes femininos da música norte-americana, francesa e brasileira, no conjunto de canções que compõem seu trabalho de estreia, revelam um trânsito de Luana pelos três idiomas que a auxiliaram a construir sua persona artística. E assim também é o show que passa pelo palco da Cubo Play, misturando jazz, blues e música francesa Luana traz canções do seu disco de estreia, além do repertório que a inspira em seus mais de 16 anos de carreira.

Encerrando o evento, em 23 de fevereiro é a vez do guitarrista Solon Fishbone, que apresentará músicas dos seus discos Blues from Southlands (1994), Heart & Soul (1996), Blues Galore (1999), Instrumental Mood (2004), Fishtones  (2011), além de composições novas como o single Stay Home lançada em 2020.

Os ingressos, à venda pelo site https://cuboplay.com.br/verao-jazz-e-blues/,  custam entre R$ 30,00 e R$ 50,00 no formato presencial, e entre R$ 20,00 e R$ 40,00 online. Também é possível adquirir passaporte para todas as atrações, que custam R$ 100,00 (presencial) e R$ 80,00 (online). 

Ação solidária para Casa do Artista Riograndense

Os ingressos presenciais para o festival Verão Jazz e Blues contam com descontos de R$ 5,00 na modalidade de Ingresso Solidário mediante doação de 1kg de alimento não perecível.  Os mantimentos arrecadados serão doados à Casa do Artista Riograndense, instituição que abriga artistas idosos em vulnerabilidade social.

Eventos esportivos na agenda da plataforma

No sábado, 12 de fevereiro, a Cubo Play transmite com exclusividade a X Battle Of Giants Fest – Mixed Martial Arts. A 15° edição do maior evento de Artes Marciais do Rio Grande do Sul promove lutas profissionais no card principal à noite e lutas amadoras durante o dia. Estão previstas disputas de MMA, Muaythai e Kickboxing, entre outras modalidades. 

Já no domingo, 13 de fevereiro, ocorre a segunda etapa da Copa Prime de Jiu Jitsu 2022, que integra a trilogia da Summer Prime, que reúne as competições dos meses de janeiro, fevereiro e março. Os campeões desta trilogia receberão certificado de honra ao mérito, além de conquistarem a sua pré-classificação para Copa dos Campeões de 2022. 

Performances em catálogo para aluguel

Agora também é possível assistir algumas atrações que já passaram pela plataforma. O espectador pode alugar por 30 dias as performances de Trick’n’Roll, Duca Leindecker, Sex-teto, Nikita, Carlos Badia, Jorginho do Trompete e Luiz Mauro Filho e o espetáculo teatral Quando eu me chamar saudade, vencedor do Prêmio Açorianos 2021 na Categoria Ação Formativa. Cada show/espetáculo custa R$ 6,90 e pode ser assistido quantas vezes quiser durante o período de aluguel.

Plataforma alcançou mais de 116 mil acessos em sete meses de existência

Com sete meses de existência, a plataforma já alcança mais de 116.391 mil acessos vindos de 117 países, com uma média de 600 acessos diários ao site. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Cláudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar tickets ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. O ticket médio custa R$ 20,00 nos lotes iniciais das atrações.

Já passaram pela plataforma mais de 50 eventos, como shows de artistas e grupos como Duca Leindecker, Nenhum de Nós, Nei Van Sória, Marcelo Gross, Carlos Badia, Rock de Galpão, Império da Lã, Trick’n’Roll, Zé Caradípia, Lisandro Amaral, Anka Brasil, entre outros. Em setembro a Cubo Play promoveu o Festival 100 Grandes Álbuns, onde reuniu 18 atrações musicais e uma série de entrevistas em dois episódios especiais. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu e o Campeonato Brasileiro de Muay Thai. São mais de 330 artistas e mais de 200 profissionais que retornaram ao trabalho por conta das ações da plataforma.

Atrações ao vivo em diversos formatos e estilos

Os shows realizados nos estúdios da Cubo Filmes podem oferecer diferentes modalidades de ingressos e disponibilizando o evento para os espectadores por até sete dias após a apresentação, com performances que contam com plateia presencial e on-line. Além disso, a plataforma também veicula atividades em outros locais, tanto culturais como esportivas. 

Com edições mensais desde agosto desse ano, a Copa Prime de Jiu-Jitsu, realizada pela Pro-Sports BJJ, promoveu a Copa dos Campeões, edição que coroou os melhores atletas de 2021  do Circuito de Competições da Copa Prime de Jiu-Jitsu, no sábado, 18 de dezembro, diretamente dos estúdios da Cubo Filmes. Os competidores disputam o Cinturão de Campeão dos Campeões e premiação em dinheiro. O público pode conferir as lutas através do pay-per-view exclusivo da Cubo Play. Desde a primeira edição da Evolution, que ocorreu em julho, a plataforma contou mais de 5.000 visualizações de página.

Transmissões de eventos

Durante o segundo semestre de 2021, a Cubo Play desenvolveu parcerias com diversos eventos e transmitiu atividades e programações da Expointer 2021, Porto Alegre em Cena, Feira do Livro de Porto Alegre e Festival de Música de Nova Prata, todos gratuitamente. 

Conteúdos on demand gratuitos

Além das transmissões ao vivo, a Cubo Play oferece programas e conteúdos que podem ser consumidos on demand. Estão disponíveis uma série de entrevistas com as atrações da plataforma, pelo podcast da Cubo Play, em vídeo e também em áudio nas plataformas de streaming, como o Cubo Play Podcast, que entrevista as atrações que se apresentam no projeto. Na área esportiva o público pode conferir conteúdos sobre futebol com Craque Cast, episódios sobre Jiu-Jitsu pelo ProSports Cast, o Muay Thai Podcast e o Kumite, especializado em Artes Marciais. 

Às quartas-feiras o público pode conferir episódios inéditos de A História do Disco, da artista e comunicadora Bruna Paulin, gravados nos estúdios da Cubo Filmes. O programa, que circula entre os podcasts de música mais ouvidos do Brasil, apresenta diversas personalidades falando sobre sua relação emocional com a música, através de um disco. Já passaram pelo projeto nomes como Charles Gavin, João Barone, Fernanda Takai, Marina Person, entre outros. Já o podcast Enchendo os Canecos, apresentado pelo músico, designer gráfico, técnico de áudio e som direto Marcelo Calçada, proporciona um espaço onde os convidados possuem total liberdade de se expressar, sem nenhuma pauta preestabelecida e sem hora para acabar. O podcast, também disponível gratuitamente em vídeo e áudio, recebe convidados de diversas expressões culturais de forma bem informal e descontraída. 

Aos sábados, é possível conferir às 16h o The Borbacast, do jornalista Mauro Borba, nome que faz parte da história do rádio no RS. O programa ouve pessoas, comenta fatos históricos tais como discos importantes, movimentos musicais que marcaram época, lançamentos e novidades na área da cultura em geral. Gravado em Porto Alegre, mas com interesse nacional e mundial, mapeando o que interessa para um público que consome não só produto música ou cinema ou literatura ou teatro, mas que também tem interesse no histórico criativo e na importância desses produtos dentro de um contexto cultural.

Já o Podstage, podcast do clube de assinaturas Som na Caixa da Editora Belas Letras, apresenta os bastidores da produção de cada uma das caixas  e também curiosidades sobre as bandas e artistas de cada edição. 

A previsão é que nos próximos meses a plataforma divulgue novas parcerias com projetos e instituições, além de disponibilizar um formato de assinatura de conteúdos. Para conhecer mais a plataforma, acesse: www.cuboplay.com.br | https://www.facebook.com/cuboplayonline | https://www.instagram.com/cubo.play

Sobre a Cubo Filmes

O conceito multimídia é definitivo e exige novos formatos de comunicação: inovação da linguagem, mais informação, mais subjetividade e mais arte. Conteúdo e forma se renovam, o que exige experimentação e ousadia com olhar profissional e inovador. O que está em questão é a voz de marcas dispostas a competir em um mercado novo. A Cubo Filmes amplia e enriquece este mercado desafiador com sua vasta experiência em todas as áreas audiovisuais: publicidade, marketing político, documentário, ficção, programas de TV e Web, geração de conteúdo e todas as possibilidades narrativas que as novas mídias proporcionam. Há mais de 12 anos no mercado, a Cubo Filmes já produziu três longas-metragens, mais de 10 séries de ficção, programas de entrevista e documentais, além de centenas de  comerciais.

A História do  Disco estreia terceira temporada na quarta-feira, 19 de janeiro

Podcast comandando pela artista e comunicadora Bruna Paulin está entre os programas de música mais ouvidos no Brasil pelo Spotify

Projeto conta com campanha de financiamento contínuo em https://apoia.se/ahistoriadodisco

Falar sobre a relação emocional com a música através de um álbum – essa é a provocação e o ponto de partida do podcast A História do Disco, comandado pela jornalista Bruna Paulin, que estreia sua terceira temporada na próxima quarta-feira, 19 de janeiro. 

Criado em 2020, o programa já veiculou 68 episódios com 4.521 minutos no total – o equivalente a 113 discos de 12 polegadas -, que trazem 65 convidados dividindo momentos de suas vidas em que a música foi personagem marcante. “A ideia foi aproximar meu amor à música e aos discos de vinil às histórias que trazemos com um álbum que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

O programa, que figura entre os podcasts de música mais ouvidos no país,  traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista. No ano de estreia, o podcast esteve na lista dos 100 podcasts de música mais ouvidos pelo Spotify, em 2021 alcançou o 13o lugar nas paradas da plataforma de áudio.

Mantendo a tradição das edições anteriores, no primeiro episódio Bruna apresenta um disco que marcou sua trajetória. O álbum escolhido foi “Memórias, Crônicas e Declarações de Amor”, de Marisa Monte. Os episódios seguintes sempre contam com um ou mais convidados e trazem tanto artistas falando de sua própria obra, como a rapper Negra Jaque ou os músicos Silva e Amaro Freitas, quanto outras personalidades. No episódio de 26 de janeiro, o programa conta com a participação da atriz, escritora e diretora Maria Ribeiro. Já o primeiro episódio de fevereiro, disponível gratuitamente no dia 02, recebe o jornalista Guilherme Samora, biógrafo de Rita Lee. 

O podcast já recebeu nomes como João Barone, Charles Gavin, Martha Medeiros, Guilherme Weber, Edgard Scandurra, Sarah Oliveira, Marina Person, Jorge Furtado, Luiz Thunderbird, Roberta Martinelli, Tainá Muller, Edu Conte, Filipe Catto, Jeferson Tenório, entre outros. “O que mais me encanta no programa é que a relação emocional com a música é algo realmente muito incrível. Cada convidado traz um relato totalmente diferente de como se relaciona, como consome, o que deixa marcas. Em uma época tão difícil que vivemos, reforçamos que o contato com as artes pode ser uma maneira de suportar esses tempos sombrios, e a música, sem dúvida, tem sido combustível para seguirmos em frente”. 

Desde setembro de 2021 os ouvintes de A História do Disco podem contribuir para a manutenção do programa, através da plataforma apoia.se – https://apoia.se/ahistoriadodisco .  “O projeto foi desenvolvido ao longo de um ano de forma totalmente independente, contando apenas com apoio de profissionais e marcas para seguir evoluindo tecnicamente”, revela Bruna. “Porém, para seguirmos produzindo conteúdo de qualidade para todas as pessoas, resolvi convocar quem nos acompanha para colaborar com o podcast”. Com o financiamento contínuo, “a ideia é que eu possa me dedicar mais horas da semana com o programa, remunerar melhor quem já trabalha comigo e ampliar a equipe do projeto”. Com contribuições a partir de R$ 7,00, o público recebe conteúdos e benefícios exclusivos, além de participar de sorteios de brindes e colaborar com pautas ou gravações de episódios.

O programa no formato original, está disponível em mais de 10 plataformas de streaming. Algumas entrevistas são exibidas em vídeo pela plataforma Cubo Play. Os episódios vão ao ar semanalmente às quartas-feiras.

A produção, entrevistas, roteiro e locução são de Bruna, a edição de áudio é de Nicolly Demeneghe, arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron. O programa tem apoio da Editora Belas Letras, Toca do Disco e Cubo Play. Para saber mais acesse instagram.com/ahistoriadodisco. Para saber mais acesse instagram.com/ahistoriadodisco

A História do Disco – estreia da terceira temporada

A partir de 19 de janeiro em mais de 10 plataformas de streaming

26 de janeiro – com Maria Ribeiro

02 de fevereiro – com Guilherme Samora

Campanha de financiamento contínuo pela plataforma apoia.se  https://apoia.se/ahistoriadodisco

instagram.com/ahistoriadodisco

Verano con flamencura La Negra promove cursos e tablados durante o mês de janeiro

Workshops são ministrados por profissionais da Bahia, RS e SC sempre acompanhados de música ao vivo

Em Porto Alegre, os tablados ocorrem nos dias 13 e 20 no MED Restaurante e no dia 22 em Bento Gonçalves

A partir desta segunda-feira, 10 de janeiro, os apaixonados pela cultura flamenca terão a oportunidade de acompanhar a quarta edição do Verano com Flamencura La Negra, promovida pela Cia de Arte La Negra Ana Medeiros, que em 2022 comemora 25 anos dedicados à arte flamenca. Até 27 de janeiro a sede da companhia receberá seis workshops ministrados por profissionais de diversos locais do Brasil, além de promover três tablados e sessões de fotos profissionais.

Há cursos de diversos estilos e níveis com as professoras Carol Ferrari (SC), Flora Bacelar (BA), Ana Medeiros (RS), e os músicos Jef Lima (RS) e Isadora Arruda (SP) (confira as modalidades e vagas disponíveis abaixo). Todas as oficinas contarão com música ao vivo.

Além das atividades formativas, os alunos podem colocar em prática os aprendizados em três tablados, shows de dança e música flamenca, desenvolvendo experiência de palco para aplicarem seus conhecimentos de maneira lúdica, amorosa e assertiva, contribuindo para a integração entre o ensino e a prática. Em Porto Alegre, o público poderá conferir os performers nos dias 13 e 27 de janeiro, às 19h, no MED Restaurante (Av. Independência, 891) e no sábado, 22 de janeiro, em Bento Gonçalves na Cia de Arte Nina Aver (Rua Vitória, 258).

Em parceria com a organização do projeto, o Estúdio Visual Anambé estará presente na escola no dia 17 de janeiro, oferecendo sessões de fotos profissionais. Informações e inscrições pelo email contato@lanegra.com.br

Verano com Flamencura La Negra

13 e 20 de janeiro – tablados em Porto Alegre

A partir das 19h no MED Restaurante – Av. Independência, 891

22 de janeiro – em Bento Gonçalves na Cia de Arte Nina Aver (Rua Vitória, 258)

17 de janeiro – sessões de fotos com Estúdio Visual Anambé (na Cia La Negra, agende por email contato@lanegra.com.br

WORKSHOPS

ANA MEDEIROS LA NEGRA

Em 2022 comemora 25 anos dedicados à arte flamenca. Recebeu várias premiações, entre elas, a de Melhor Bailarina no Prêmio Açorianos de Dança 2012 e como o mesmo prêmio,  a de Destaque Flamenco em 2017 e Melhor espetáculo em 2021. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu método pioneiro no toque e arranjo musical da castanhola, aliando a prática como bailarina à utilização como instrumento solista.

TIENTOS (vagas esgotadas)
10,11,12,17,18 e 19/01 – 19h30
Nível – Iniciados no Flamenco
Iniciando as comemorações dos 25 anos dedicados ao flamenco, Ana Medeiros La Negra revisita sua primeira coreografia solo nesse workshop.


FLAMENCO INICIAÇÃO (inscrições abertas)
24, 25, 26 e 27/01 – 18h30
Nível – Para quem está começando, ou nunca fez flamenco!
Técnica de baile, improviso, expressividade, conexão, empoderamento, tudo num ambiente de acolhimento e amor!


IMPROVISO POR TANGOS (vagas esgotadas)
24, 25, 26 e 27 – 19h30
Nível – Iniciados no Flamenco
Workshop lúdico e animado que visa o entendimento e interligação entre cante, baile e guitarra a fim de proporcionar ao aluno autonomia e desfrute no baile de improviso por tango flamenco!


CAROL FERRARI

É proprietária da escola Flamenco Carol Ferrari, de Florianópolis. Atua como professora, bailaora e coreógrafa na cena flamenca desde 2006. Produz espetáculos, tablaos e workshops nacionais e internacionais, fomentando o intercâmbio de artistas. Especializou-se na Espanha, onde fez aulas com maestros renomados e pode bailar no tablao Café Ziryab, em Madri.
Produz anualmente o Caminos, um espetáculo de dança flamenca com música ao vivo, em que os alunos apresentam no palco, tudo que foi trabalhado em sala de aula.

BULERÍA
10,11 e 12/01 – 18h30 (vagas esgotadas)
Nível – Iniciados no Flamenco
Workshop lúdico e animado que visa o entendimento e interligação entre cante, baile e guitarra a fim de proporcionar ao aluno autonomia e desfrute no baile de improviso por buleria!
 

FLORA BACELAR

Professora, bailaora e produtora da arte flamenca em Salvador-BA. Há 20 anos estuda a arte Flamenca, tendo também passado por estudos do ballet clássico. Viveu 6 anos em Palma de Mallorca (Espanha) e sempre participou de workshops nacionais e internacionais, além de espetáculos e tablados. Coordena o projeto “Flamenco Na Praça”, tablado flamenco que acontece mensalmente em Salvador. Durante a pandemia, vem ministrando aulas online de baile e de estrutura do baile. Participou como bailaora convidada do espetáculo Mujeres de água da cia de arte La Negra em Salvador.

ALEGRIAS
17, 18 e 19/01 – 18h30 (vagas esgotadas)
Nível – Iniciados no Flamenco
Workshop técnico que visa o entendimento e interligação entre cante, baile e guitarra a fim de proporcionar o aperfeiçoamento da técnica de sapateado à expressão corporal.
 

ISADORA ARRUDA E JEF LIMA
PALMAS E ESTRUTURA DE BAILE
10,11,12,17,18 E 19/1 – 20h30 (vagas esgotadas)

Nível : livre
Que tal aprimorar teu entendimento no baile flamenco através da estrutura musical do cante e da guitarra flamenca? 

Porta e Janela tem pré-estreia online na segunda-feira, 20 de dezembro

Curta-Metragem escrito e dirigido por Alice Urbim foi gravado em Porto Alegre, Itaara e Santa Maria 

Na próxima segunda-feira, 20 de dezembro, às 20h, ocorre a pré-estreia online do curta metragem Porta e Janela, escrito e dirigido por Alice Urbim, no canal do projeto no YouTube – https://youtu.be/NK04wC0puUM. Rodado ao longo de 2020 e 2021, o filme retrata a trajetória dos pais de Alice, Carmen Julia De Verney Lorenzi e Ildo Natalino Lorenzi, de 96 anos, e que há 69 anos estão juntos. Mais de 290 km de distância e uma pandemia – o medo da perda e da falta de cristalizar certas memórias – levaram Alice a desenvolver o projeto. “Eles enfrentaram movimentos da sociedade que marcaram profundamente suas trajetórias, como a Segunda Guerra Mundial, a morte prematura da minha avó materna, a enchente de 1941 em Porto Alegre, o infarto do meu avô paterno quando meu pai foi convocado para a II Guerra. Neste século de história, a pandemia é um evento marcante na vida dos dois por não poderem conviver com os netos e bisnetos que lhe trazem afeto e o pulso da vida”, conta a jornalista que há 46 anos trabalha na cena cultural do RS.

“Fui buscar minha história através da história deles”, afirma Alice, que narra em primeira pessoa a história da família e suas descobertas ao longo dessa trajetória de autoconhecimento. Hoje o casal vive em Santa Maria e a filha em Porto Alegre. Depois de seis meses de chamada de vídeo, de março a setembro de 2020, a realizadora decidiu que precisava visitar os pais. Com a intuição que poderia ser a última vez, planejou e executou com a produção executiva de Lia Procati parte do projeto, depois de ver e ler vários relatos de cineastas e escritores sobre seus pais e também o livro de Alberto Manguel “A cidade das Palavras: As histórias que contamos para saber quem somos”.

Com financiamento do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Prefeitura de Santa Maria e Lei Aldir Blanc, Porta e Janela conta com imagens produzidas pela própria Alice pelo celular, além de Claudio Verissimo, Emerson Costa de Souza, e Michel Farias, gravado em Porto Alegre, Itaara e Santa Maria, com coordenação de produção da 2112 Estúdio de Criação. Com produção executiva de Lia Procati, o projeto contou com a oficina A Arte de ver – Vestígios da Memória, ministrada por Maurício Alves, educador social, brincador, contador de história, poeta e artista, para pré-adolescentes na Escola de Ensino Fundamental Professora Adelmo Simas Genro em 26 de novembro de 2021 em Santa Maria.   

O curta-metragem estará disponível por 24h no canal no YouTube do projeto https://youtu.be/NK04wC0puUM e em 2022 seguirá a carreira pelo circuito audiovisual. A Edição de imagens é de Emerson Costa de Souza e Michel Farias, a finalização de Gustavo Eder. Emerson Costa de Souza e Lia Procati são os assistentes de direção e Nathalia Pitol a assistente de produção. A coordenação de finalização é de Larissa de Bem. Para acompanhar novidades sobre o projeto, acesse: instagram.com/portaejanelafilme

Porta e Janela – pré-estreia

20 de dezembro, 20h – canal do YouTube – https://youtu.be/NK04wC0puUM

O curta-metragem ficará disponível por 24h.

Roteiro, narração e direção – Alice Urbim

Imagens – Alice Urbim, Claudio Verissimo, Emerson Costa de Souza, Michel Farias

Edição de imagens – Emerson Costa de Souza e Michel Farias

Finalização – Gustavo Eder

Assistentes de Direção – Emerson Costa de Souza e Lia Procati

Assistente de Produção – Nathalia Pitol

Produtora Executiva – Lia Procati

Coordenação de finalização – Larissa de Bem

Coordenação de Produção – 2112 Estúdio de Criação

Assessoria de Comunicação – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor 

Gravado em Porto Alegre, Itaara e Santa Maria

Alice Urbim iniciou sua carreira em 1975 como jornalista diplomada pela FAMECOS – PUCRS. Desde então cursou diversas especializações e cursos livres no Brasil e no exterior nas áreas de comunicação, cinema, marketing, gestão, coaching, escrita, neurociência, palhaçaria, entre outras. Trabalhou para emissoras de TV, jornais, empresas de comunicação, agências de publicidade, produtoras culturais e de audiovisual. Participou de inúmeros festivais de cinema, dança e teatro como jurada e curadora. E durante 10 anos foi delegada brasileira da Conferência Internacional de Televisão – INPUT.

Foi responsável por atividades memoráveis para a indústria criativa do estado como a reinauguração do Theatro São Pedro, a implantação da TV COM e fez parte da equipe de criação e execução do projeto Curtas Gaúchos e do projeto Histórias Curtas da RBS TV.

Na área acadêmica, foi durante oito anos professora universitária na Faculdade de Comunicação da PUCRS nas disciplinas ligadas à área de televisão, e idealizadora do Projeto Caras Novas da RBSTV – Curso de Telejornalismo e Produção Aplicado para alunos recém-formados. Na RBS TV foi gerente executiva de Entretenimento de 1999 a 2019, e na TVCOM de 2004 a 2010. De 2010 até 2019, foi gerente executiva da área de Programação, recebendo o Prêmio Globo de Gestor Destaque em 2014, da Rede Globo. Atualmente é vice-presidente da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro do Rio Grande do Sul e Conselheira Estadual de Cultura do Estado do RS.

Lia Procati é realizadora e produtora cultural e audiovisual, com formação em Relações Públicas pela UFSM e MBA em Marketing na FGV. Atua com produção de conteúdos, eventos e publicidade voltados à música, artes visuais e cinema. Já participou de séries e filmes como Gotas de Fumaça (2013), A Cabeça de Gumercindo Saraiva (2017), Chuteira Preta (2018) e Levítico (2019). Como produtora executiva e diretora de produção, nos últimos três anos assinou campanhas nacionais para Fila, Pompéia, Claro, Embratel, C&A, Meca Inhotim, Warner e Vivo..

Entre seus trabalhos mais recentes na produção executiva estão as séries Segunda Chamada para Globo Play e Manhãs de Setembro para Amazon. Além de estar à frente de produções por diversas regiões do país, Lia também conta com experiência internacional em coordenação de produção para a Avon, na França, pela Noize Media. Também tem passagem pelos setores de trade marketing e comercial da multinacional Heineken, sendo na época (de 2013 a 2017) uma das responsáveis pela gestão da marca no sul do Brasil.

Tássia Reis abre programação do Circuito Orelhas edição 2021/2022 no dia 13 de janeiro no Agulha

Projeto realizará circulação por cinco cidades do RS promovendo atividades formativas e performances de artistas locais e nacionais com patrocínio Natura Musical

Ingressos estão à venda pela plataforma Sympla


A partir de 13 de janeiro o Circuito Orelhas, projeto patrocinado pela plataforma Natura Musical, promove a etapa de performances ao vivo em cinco cidades do RS, iniciando por Porto Alegre, com show de Tássia Reis e os show cases de Nego Joca, Baile do Duda & Daw e Nina Fola no Agulha. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla por R$ 20,00.

A edição 2021/2022 do projeto ocorrerá em Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Uruguaiana e Pelotas e conta com equipes técnicas selecionadas em cada localidade por meio de edital, além de showcases de grupos locais. A circulação conta também com performances de Filipe Catto, Brisa Flow, Jup do Bairro e Marina Sena.

Tássia Reis retorna à Porto Alegre com o show de lançamento do disco Próspera D+ – um formato deluxe que expande e dá sequência ao universo criado por ela em 2019. Com 11 canções, o quentíssimo e brilhante álbum marca o mergulho que a artista faz na cena pop e vem com uma energia dedicada, de renovação, funcionando como trilha sonora de um levante que pode ser emocional ou até mesmo financeiro. O recado é sobre se reerguer e se manter forte. 

Além de Tássia, três artistas locais se apresentam em formato showcase, a partir das 19h: Nego Joca, Baile do Duda & Daw e Nina Fola. Nego Joca leva à programação o showcase de Pré-História: Introdução ao Sonho de Guri, Vol. II Deluxe (2021). Na companhia do DJ Cainan Xavier, o setlist aborda a sensação de precariedade que pende sobre a cena a atual cena de rap em Porto Alegre, além dos traumas subjetivos de um homem negro. Entretanto, há respiros nas baladas românticas, no desejo de fruição, ambição e ostentação. Aos que buscam a mistura entre versos versáteis e linhas sagazes sobre as camadas de boom bap, trap e R&B, o show será um prato cheio.

Dawmata e Duda Raupp, ambos produtores musicais, transmitem através de suas máquinas e parafernálias tecnológicas a energia sonora de um baile extremamente groovante, performando seus “beats” autorais que transitam dentro do mundo da música eletrônica malemolente. Muito inspirados em artistas como Kaytranada e DeeKapz, a dupla constrói todo seu espetáculo com base na discotecagem e no uso de Hardwares e Softwares de produção musical. A performance promove a tônica de baile e festa, interseccionando gêneros como Funk e R&B para criar uma atmosfera na qual se possa dançar das mais variadas formas sem parar por um segundo sequer.

Nina Fola é mulher negra, cantora, compositora e percussionista, nascida e criada nas rodas – de Batuque, de Samba e de Capoeira. Seu trabalho autoral une a música contemporânea e a sua ancestralidade, com um repertório que passeia pelo samba, batuque, swing e jazz. Neste novo projeto de Nina, temos outras linguagens musicais somadas, buscando nos samples de instrumentos orgânicos, tambores, couros, sementes, guitarras, violão, contrabaixo, inserção de trilhas, efeitos com sonoridades sintéticas que dialogam com uma roupagem mais minimalista e contemporânea, inseridas na produção atual do mercado fonográfico e se aproximando musicalmente das novas gerações sem se afastar dos ritmos e da pesquisa da música afro-brasileira.

O Circuito Orelhas foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de Dessa Ferreira, Pâmela Amaro, Gravina DasMina e Feijoada Turmalina, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 39 projetos até 2020, como Filipe Catto, Tem Preto no Sul, Borguetti e Yamandu, Zudizilla, Sons que Vem da Serra e Thiago Ramil.

“Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço a diferentes vozes, a plataforma apoia artistas, bandas e projetos de fomento à cena capazes de amplificar debates como a diversidade, a sustentabilidade e o impacto positivo na sociedade”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

Dando sequência à circulação, a próxima cidade a receber o projeto é Santa Maria, que contará com performances de Filipe Catto, Agostta, Evelíny Pedroso e Gabro Demais no dia 21 de janeiro no Theatro Treze de Maio. Brisa Flow, Oderiê, W Negro e Banda Teto são as atrações de Caxias do Sul (28 de janeiro), Jup do Bairro, Nandico Saldanha, MEC Johnny e Rasta Rap fazem performances em Uruguaiana (11 de fevereiro) e Marina Sena, Laddy Dee, Cassi3 e Myro Rizoma encerram a circulação com show para o público de Pelotas no dia 18. Além dos espetáculos, os integrantes dos showcases também assistem palestras com os artistas visitantes, que abordarão livremente aspectos relacionados às suas carreiras e o desenvolvimento para alcançar reconhecimento no mercado profissional. 

O Circuito Orelhas foi criado em 2019 com o objetivo de fortalecer o cenário musical de Porto Alegre e impulsionar novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Idealizado pelos produtores culturais Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock, o Orelhas promoveu desde sua criação 15 eventos, recebendo 41 artistas e 5 intervenções de arte visual em 8 palcos diferentes e um festival online, mobilizando ao todo 4.500 pessoas presencialmente e milhares de pessoas online. Os três amigos, apaixonados por música, trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já ocorreram na cidade, como Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters e Foo Fighters, e levam toda a expertise das mega produções para eventos independentes dentro e fora do palco. 

Vendo a grande diferença de estrutura e mídia que artistas internacionais têm em relação aos artistas brasileiros, e ainda mais para artistas locais em início de carreira, o projeto se propôs a mudar aos poucos essa realidade. Ao longo do seu primeiro ano de vida, o Circuito Orelhas criou parcerias estratégicas com empresas locais para que a suas produções oferecessem todas etapas de um mega evento, como transporte, hospedagem, catering, mídia, nas devidas proporções, mas com qualidade, em um trabalho caloroso e atencioso com todos artistas. 

Para acompanhar as novidades e saber mais informações sobre a edição 2021/2022 do Circuito Orelhas, acesse o perfil do projeto: https://www.instagram.com/circuitoorelhas/

Shows:
PORTO ALEGRE |Tássia Reis + Nego Joca, Baile do Duda & Daw e Nina Fola – 13 de janeiro
Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300 – Ingressos: a R$ 20,00 https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–tassia-reis–showcases-de-nego-joca-baile-do-duda–daw-e-nina-fola__1432428


SANTA MARIA | Filipe Catto + Agostta, Evelíny Pedroso, Gabro Demais – 21 de janeiro
Theatro Treze de Maio – Praça Saldanha Marinho, s/n – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00 – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–filipe-catto–showcases-showcases-de-agostta–eveliny-e-gabro-demais__1439080


CAXIAS DO SUL | Brisa Flow + Oderiê, W Negro e Banda Teto – 28 de janeiro
Fluência Casa Hip Hop – R. Francisco Barbosa Velho, 132 – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00 – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–brisa-flow–showcases–showcases-de-oderie—w-negro-e-banda-teto__1439097

URUGUAIANA | Jup do Bairro + Nandico Saldanha, MEC Johnny e Rasta Rap – 11 de fevereiro
Ferrovia Bar – R. Gen. Câmara, 1382 – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00 – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–jup-do-bairro—showcases-de-nandico-saldanha-rasta-rap-e-mec-jhonny__1439091

PELOTAS | Marina Sena + Laddy Dee, Cassi3 e Myro Rizoma – 18 de de fevereiro
Bloco – R. Antônio dos Anjos, 1020  – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00  – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–marina-sena—showcases-de-cassi3-laddy-dee–miro-rizoma__1439094

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma de cultura da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 174,5 milhões no patrocínio de mais de 518 projetos – entre trabalhos de grandes nomes da música brasileira, lançamento e consolidação de novos artistas e projetos de fomento às cenas e impacto social positivo. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do Natura Musical selecionou 43 projetos em todo o Brasil e promoveu mais de 300 produtos e experiências musicais, entre lançamentos de álbuns, clipes, festivais digitais, oficinas e conferências. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com uma programação contínua de lives, performances, bate-papos e conteúdos exclusivos, agora digitalmente.
 
Circuito Orelhas: Idealizado pelos produtores culturais Diego Groisman, Bruno Melo e Miriane Brock, o Circuito Orelhas fortalece o cenário musical de Porto Alegre e impulsiona novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Os três amigos, apaixonados por música, já trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já aconteceram na cidade e levam toda a expertise das megaproduções para realizar eventos independentes com muita qualidade dentro e fora do palco. Em 2021 o projeto terá uma edição especial patrocinada pela plataforma Natura Musical, que circulará por cinco cidades do RS.

Romance de estreia de Clara Corleone tem sessão de autógrafos na segunda, 13 de dezembro, na Pocket Store

Porque era ela, porque era eu, lançado pela L&PM Editores, recebeu Troféu Jacarandá 2021 de Autora Revelação

Na segunda-feira, 13 de dezembro, a partir das 18h, o público poderá participar da sessão de autógrafos de Porque era ela, porque era eu, romance de estreia de Clara Corleone, lançado pela L&PM Editores. Vencedor do Troféu Jacarandá 2021, prêmio oferecido pelo jornal Correio do Povo aos destaques da Feira do Livro de Porto Alegre, na categoria Autora Revelação, esta é a segunda publicação da autora, que em 2019 lançou o livro de crônicas O homem infelizmente tem que acabar, que recebeu o Prêmio Minuano de Literatura em 2020. 

Em Porque era ela, porque era eu, Clara aborda as relações amorosas-sexuais do século XXI, com homens e mulheres ora buscando novas formas de estar junto, ora reeditando antigos papéis. Num estilo arejado, com duas vozes e diálogos certeiros instigantes, a autora celebra a amizade entre mulheres e o poder de se reinventar. Um romance pulsante, que nos instiga a devorá-lo inteiro. 

O título é o nome de uma música de amor de Chico Buarque, mas também é uma resposta dada por Montaigne para justificar um laço de amizade. Além de relações amorosas e amizade, autoestima feminina e a forma como as mulheres se envolvem afetivamente são temas que perpassam o romance: enquanto Clarissa não quer abandonar o casamento pelo medo de não conseguir mais um relacionamento, Clara não tem coragem de terminar seu caso pois aceita menos do que merece. “Aquilo que acontece com uma poderia ter acontecido com a outra. Estamos muito aptas a nos ferrar por amor, sendo a oficial ou a amante. Porque achamos que o amor é o Santo Graal da vida das mulheres”, afirma a escritora.

Outra grande personagem da trama é a cidade de Porto Alegre: há diversas referências a bairros, bares e cafés da cidade por onde Clara e Clarissa vivem os amores e desamores ao lado das melhores amigas. Um convite a quem vive na capital gaúcha a revisitar os locais do livro e para quem não os conhece, descobri-los: integram a trama o bar Ocidente, tradicional casa noturna no Bom Fim, a roda de samba do boteco do Paulista,  no Centro Histórico, entre outros espaços.

A sessão de autógrafos de Porque era ela, porque era eu ocorre a partir das 18h na Pocket Store (R. Félix da Cunha, 1167 – Moinhos de Vento). 

Sessão de autógrafos de Porque era ela, porque era eu – Clara Corleone

Livro vencedor do Troféu Jacarandá 2021 na categoria Autora Revelação

Segunda-feira, 13 de dezembro, 18h

Pocket Store – R. Félix da Cunha, 1167 – Moinhos de Vento

168 páginas

À venda em versão impressa e ebook – https://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=636453&ID=360110

Porque era ela, porque era eu por Martha Medeiros: “Em Porque era ela, porque era eu, Clara novamente ousa. Cede seu talento a duas narradoras simultâneas: ora é a voz de uma, ora a de sua rival. Se no início a gente tonteia, sem entender direito o que está acontecendo, logo a literatura vem em nosso socorro e nos conduz seguros ao final do texto, que além de centrar na intimidade das protagonistas, destaca a importância das personagens paralelas: benditas as amigas, as mulheres a nossa volta que enxergam com transparência aquilo que para nós ainda se apresenta embaçado. Amigas limpam nosso para-brisa. Confio na Clara, na vasta quilometragem que ainda vai trilhar. Porque ela tem fome, sede, impulso, tesão – e uma mirada cristalina para esse século em obras, que ainda está sendo construído. Clara reconhece a potência das múltiplas identidades, da nova ordem amorosa, da sedução implícita da inteligência, sem desprezar a ternura embutida em cada troca de olhar e em cada coração aos pulos. É isso. Uma escritora com apetite pela vida raramente desaponta.” 

Clara Corleone nasceu em Porto Alegre. É atriz (formada pela UFRGS), escritora e professora de escrita criativa. Publicou o livro de crônicas O homem infelizmente tem que acabar (Zouk, 2019), que recebeu o prêmio Minuano de Literatura, do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Mora em sua cidade natal, no bairro boêmio do Bom Fim, com duas cachorras, uma gata e um monte de livros. Porque era ela, porque era eu é o seu primeiro romance, vencedor do Troféu Jacarandá 2021 na categoria Autora Revelação.

Bolero que te quiero estreia na sexta, 10 de dezembro, no teatro CHC Santa Casa

Espetáculo com Ana Medeiros e Daniel Debiagi apresenta um programa de rádio dos anos 1940 mesclando teatro, dança e música

Estreia nesta sexta-feira, 10 de dezembro, o espetáculo Bolero que te quiero, com Ana Medeiros e Daniel Debiagi. Esta é a segunda montagem realizada pela dupla de artistas, que em 2017 estreou Ay mi amor

Bolero que te quiero apresenta os bastidores de um programa de rádio dos anos 1940, mesclando teatro, dança e música. Orlando Alves (Daniel Debiagi) é comunicador na Rádio Almerinda e recebe em seu programa – “Bolero Que Te Quiero” – a Rainha do Rádio Dalva Baptista (Ana Medeiros). Este encontro traz na trilha diversos boleros clássicos executados ao vivo por Daniel, que também assina a direção musical, acompanhado de Jackson Splinder no piano. A direção cênica é de Everson Silva e acompanham a performance as bailaoras da La Negra Cia de Arte Ana Meneguzzo, Ane Antonitsch, Juliana Strey e Luisa Perrone.

A temporada de estreia ocorre em formato híbrido, com sessões nos dias 10 e 11 de dezembro às 20h no teatro e pelo YouTube do CHC. Os ingressos custam entre R$ 10,00 e R$ 50,00 e estão à venda pela plataforma Sympla sympla.com.br/CHCSantaCasa. O teatro CHC Santa Casa fica na Av. Independência, 75

Estreia – Bolero que te quiero com Ana Medeiros e Daniel Debiagi

10 e 11 de dezembro, 20h – presencial e online

Teatro CHC Santa Casa – Av. Independência, 75 – Porto Alegre/RS

Ingresso Presencial e Online – sympla.com.br/CHCSantaCasa

Presencial: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)

Online: R$ 10,00 (ingresso tradicional) e R$ 50,00 (ingresso “A Arte não Pode Parar”)

FICHA TÉCNICA:

Ana Medeiros – baile, atuação, coreografias, figurinos, design gráfico

Daniel Debiagi – canto, atuação, baile, roteiro, cenografia, direção musical

Jackson Spindler – piano, arranjos e atuação

Everson Silva – direção cênica

Otávio Moura – técnico de áudio

Nara Lúcia Maia – iluminação

Ana Meneguzzo, Ane Antonitsch, Juliana Strey e Luisa Perrone – atuação, corpo de baile La Negra Cia de Arte

Dank Produções – produção executiva

Anambé Estúdio Visual – fotos

Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – Assessoria de Imprensa 

3˚ Festival de Música de Nova Prata ocorre de 09 a 12 de dezembro em formato híbrido

Evento conta com entrada franca e receberá na Praça da Bandeira Yangos, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Lúcio Yanel, Garra e Alma, Thayan Martins Quarteto e Felipe Karam Quarteto

Performances serão transmitida pelas redes sociais do festival, pela Conecta +TV e pela Cubo Play


Os amantes da música instrumental podem comemorar: de 09 a 12 de dezembro ocorre a terceira edição do Festival de Música de Nova Prata, que em 2021, será em formato híbrido, com apresentações diretamente da Praça da Bandeira e transmissões pelos canais do festival, Conecta +TV e Cubo Play. Integram a programação Yangos, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Lúcio Yanel, Garra e Alma, Thayan Martins Quarteto e Felipe Karam Quarteto.

O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017, além de edição especial online e com bandas locais, em maio deste ano. A terceira edição contará com atividades formativas e duas noites com apresentações musicais, além da Mostra Paralela, que este ano contará com quatro clipes de bandas residentes no RS selecionadas através de votação popular pelas redes sociais do evento até 02 de dezembro. Os vencedores, vídeos com o maior número de reações e comentários somados, serão conhecidos no domingo, 05 de dezembro. 

A programação formativa conta com quatro atividades, que ocorrem nos dias 09 e 10 de dezembro. Na quinta-feira,  às 19h, André Brasil ministra oficina online de Produção Musical (inscrições abertas e gratuitas pelo site do festival). Já na sexta, às 10h e às 15h os alunos das escolas de ensino médio e fundamental participam das oficinas Uma Breve História da Música Brasileira, com Deise Coccaro e Lucas Volpatto e Ritmos do Sul, com César Casara e Tomás Savaris, do grupo Yangos. Encerrando a série formativa, o violonista Jonathas Ferreira apresenta às 19h o workshop Fingertab Method – Entendendo o violão fingerstyle pela tablatura pela plataforma zoom. As inscrições gratuitas estão abertas até 08 de dezembro. 

Abrindo a programação musical no sábado, às 19h, o palco montado na Praça da Bandeira recebe o grupo Yangos, de Caxias do Sul, que na primeira edição do festival, participou da Mostra Paralela. Yangos faz a união  do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras, e seu quarto álbum, lançado em 2017, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino.

Às 20h, o público poderá conferir um encontro inédito de Fernando do Ó e Zé Montenegro. Fernando é percussionista há 41 anos, acompanhando artistas como Geraldo Flach, Renato Borghetti, Frank Solari, Nei Lisboa, Os Serranos, Os Fagundes, Os Atuais e 3a Dimensão entre muitos nacionais e internacionais como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto Gismonti, Estrella Morente, Roberto Carlos entre outros. Zé Montenegro é baterista há 48 anos e tem como referência seu pai Argus Montenegro, lendário instrumentista e professor da cena musical porto-alegrense, e atua como professor há quase quatro décadas. Amigos há muitos anos, esta será a primeira vez que se apresentam juntos. 

Encerrando a primeira noite de performances, o festival recebe o violonista intérprete, autor, compositor, ator e folclorista Lúcio Yanel, considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

No domingo, a programação inicia às 18h com o Garra e Alma, duo local de Giovani Chrestani e Ricardo Frizon que tem como protagonista os violões em suas composições, mesclando influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros. 

Às 19h, um grupo formado por compositoras e musicistas sobe ao palco, com o Thayan Martins Quarteto, que versa o intercâmbio musical, navegando instrumentalmente pelos diversos ritmos da cultura popular brasileira, como o choro, samba e coco de roda. o quinteto busca empoderar a representatividade feminina na música instrumental através da pluralidade de linguagens e estilos presentes em cada uma das artistas, permitindo-se explorar novos horizontes e dialogar entre si.

Encerrando o evento, às 20h, Felipe Karam Quarteto apresenta o show Água de Santo, trazendo o trabalho autoral mais recente do violinista popular gaúcho Felipe Karam e releituras de artistas como Djavan e Dorival Caymmi. No repertório serão apresentados temas instrumentais e autorais de origem brasileira, contendo ritmos e gêneros como choro, samba, chamamé, ijexá e baião, representando a sonoridade de violino e a estética musical, dentro da linguagem do Jazz Brasil, que o músico sempre buscou.

O 3 Festival de Música de Nova Prata é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio master da VIPAL e CORSAN – Evoluir nos define. Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Novas Façanhas. Patrocínio da Autopratense, Pneus OST, Supermercado Porta e Arte Mobili. Apoio: Prefeitura Municipal de Nova Prata.  Idealização: Eclética e CUCO e Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal Pátria Amada Brasil
Mais informações, acesse www.fmnp.com.br.

Saiba Mais
Irmã Orilde Maria Cremones – homenageada
Nascida há 94 anos (16.11.1927), na cidade de Sobradinho, Orilde Maria Cremones é filha do casal Maria Burin e Angelo Cremonese. Estudou Artes Plásticas e Nutrição na Universidade de Passo Fundo (UPF) e é formada em Música pelo Instituto Palestrina, de Porto Alegre. Religiosa, integrante da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, começou a lecionar no Colégio Nossa Senhora Aparecida em 1962, adotando e sendo adotada por Nova Prata desde então. 
Irmã Orilde, como é carinhosamente chamada, dedica-se, ainda hoje, ao ensino de diversos instrumentos musicais, especialmente piano e acordeon. Além disso, empenha-se num importante trabalho assistencial em auxílio aos mais pobres. Uma personalidade caridosa, sempre disposta a colaborar com o próximo, e que por sua importância na formação de diversos talentos artísticos pratenses e regionais recebeu a justíssima homenagem do Bailado Gaúcho em 2014, durante o 12º Festival Internacional de Folclore de Nova Prata.
Por todos seus feitos na comunidade de Nova Prata nas últimas décadas, também numa noite de 9 de agosto, em 2006, Irmã Orilde recebia na Câmara de Vereadores, o Título de Cidadã Pratense, uma proposição da então vereadora Luciane Maria Bristot (PFL), aprovada por unanimidade em 14 de junho de 2006. A ideia da homenagem foi sugerida pelo Jornal Popular, que indicou também os nomes de Almerita Maria Dalmolin Nunes, Marlene Maria Pisoni e Zaira Galeazzi que, igualmente, na mesma noite, há oito anos, foram agraciadas com a importante distinção do Legislativo pratense.
Pela sua dedicação ao ensino musical em Nova Prata, Irmã Orilde Cremones é a nossa querida homenageada no 3 Festival de Música de Nova Prata.

Felipe Karam
Natural de Porto Alegre, Felipe Karam é bacharel em Violino UFRGS (2002)  e   Mestre  em  Music  Performance  pela   City  University London (Londres-UK 2012). Desde o início de sua trajetória, ainda em 1998, já sabia que queria fazer música popular ao violino. Com o Café Acústico, foi agraciado pelo Prêmio Açorianos (Melhor Grupo de MPB – 1999 e 2000) e vencedor do Festival de Música de Porto Alegre. A partir de 2004, deu início à sua carreira internacional, dividindo-se entre Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. As formações internacionais de maior destaque foram Pocket Caravan, (3 discos lançados em Londres-UK), Grupo Caratinga (1 disco/1 Press Award UK 2011 – Melhor CD de Música Brasileira) e o trio Brazilian Ensemble  (Prêmio Funarte de Concertos Didáticos 2012). Músico  internacional,  dividiu palco com artistas e grupos de renome como Xangai, Renato Borghetti, Miltinho Edilberto, Samuca do Acordeon, Chico Chagas, Só Pra Contrariar e Pedrinho Figueiredo. Como formador musical, destaca-se a ida aos Estados Unidos, onde ministrou   a   disciplina   “História   e   Apreciação   da   Música   Latino-Americana” (programa de intercâmbio de professores – bolsa Fulbright Scholar in Residence Award), e o projeto Violino No Choro, contemplado pela Lei Aldir Blanc em 2020.  De trabalho solo, Karam tem dois discos lançados: De Sol a Sol, no qual arranja, compõe e interpreta, gêneros e ritmos da música brasileira e internacionais – duas indicações ao  Prêmio Açorianos de Música e ganhador do FEMUCIC 2019 – e Água de Santo, gravado recentemente, em meio a pandemia. Entre as premiações aqui no Brasil, Karam foi reconhecido pelo Prêmio Trajetórias pela prefeitura de Porto Alegre, Prêmio Fac Digital RS e Festival UP 2020. 

Fernando do Ó
Percussionista desde 1980. Participou do JAZZ FEST BERLIM 82 no teatro Philarmonie. Trabalhou com artistas gaúchos como Geraldo Flach, Renato Borghetti, Frank Solari, Nei Lisboa, Os Serranos, Os Fagundes, Os Atuais e 3a Dimensão entre muitos. Nacionais e internacionais como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto Gismonti, Estrella Morente e Roberto Carlos entre outros. Homenagem em 2013 pela Coordenação de Música de POA e em 2019 no 2o Encontro Nacional Bateras do Sul em Canela. Atuou no POA JAZZ com o grupo Raíz de Pedra em 2019. Atuou em vários países da América do Sul, Central, Europa e Oceânia. Sua última atuação foi nos 25 anos do ALA de Florianópolis na Sociedade Cultural Artística de Jaraguá do Sul em setembro de 2021. Ministrou oficinas de percussão em várias universidades e escolas do estado.

Garra e Alma
O Garra e Alma tem como protagonista os violões em suas composições, que mesclam influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros. Surgida em 2012 na cidade de Nova Prata, se iniciou de uma relação entre os primos e alunos Giovani Chrestani e Leonardo Truccollo com o professor Ricardo Frizon. Logo notando o potencial e o talento da dupla, os convidou para compor juntos. Em 2018 o sonho se tornou realidade e foi lançado o disco de estréia do Garra e Alma que pode ser encontrado em todas as plataformas digitais, atualmente Ricardo Frizon e Giovani Chrestani formam o Garra e Alma.

Lucio Yanel
Lucio Yanel atua como violonista, intérprete, autor, compositor, ator e folclorista. Como violonista, realizou apresentações por diversos países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, França, Rússia, Suíça, Espanha e Estados Unidos. Radicado no Brasil há 35 anos, Lúcio Yanel é considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

Thayan Quinteto
Formada por compositoras e instrumentistas, Thayan Quinteto show/baile se propõe a revisitar obras que são consagradas dentro da música popular, dentro da música instrumental, criando um ambiente dançante, diversificado, inusitado e livre. Enfatiza também o protagonismo da mulher musicista, arranjadora e intérprete. O grupo passeia pelos sambas, maxixes, choros, cocos e outros ritmos afro-brasileiros.

Yangos
Formado pelos músicos César Casara, Cristiano Klein, Rafael Scopel e Tomás Savaris, Yangos faz da união do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras. Formada em 2005, na Serra Gaúcha, a banda segue com mesma formação e atuação ininterrupta nos mais de 15 anos de carreira, período em que já somou sete discos e um DVD, tornando-se referência na música instrumental sul-brasileira. O quarto álbum, lançado em 2017, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino. Além das mais variadas regiões de do Brasil, Yangos já levou sua música através de shows para diversos
países do mundo.

Zé Montenegro
Músico há 48 anos. Tem como referência seu pai Argus Montenegro, leciona há 39 anos. Formado pela escola especialista em música da Força Aérea Brasileira, formado pela escola de música da sopa. Lecionou na escola de música em Brasília, em São Paulo na escola IMT. No rio na escola maracatu.  Acompanhou diversos artistas como Anai Rosa SP/ Ana Carolina RJ/ orquestra popular gaúcha/ Gerald Albright USA/ Big Band Air Force North América.

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