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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Espetáculo Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto na imprensa

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Espiritu Libre Flamenco promove Vivência Flamenca nos dias 09, 10, 15 e 16 de junho

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Evento reúne workshop, exposição, Tablao e festa

 

Porto Alegre, 05 de junho de 2018 – O coletivo Espiritu Libre Flamenco promove nos dias 09, 10, 15 e 16 de junho diversas atividades que integram a programação da Vivência Flamenca, um evento que reúne workshop, exposição, tablao e festa, todos relacionados à cultura flamenca.

Pensando no desenvolvimento genuíno do Flamenco, na capacitação e autonomia de alunos e aficcionados, na formação de artistas e novos profissionais, o coletivo Espiritu Libre promove o programa Vivência Flamenca. O workshop ocorre nos dias 09, 10 e 15 de junho e consiste em uma imersão dedicada ao entendimento de estrutura e códigos peculiares ao Flamenco, para que mais pessoas se apoderem deste conhecimento que liberta tanto em situações de improviso, quanto para a montagem coreográfica e sem dúvida proporciona segurança e propriedade para atuar. Através dos três pilares que consistem o Flamenco, cante, toque e baile, pela condução dos facilitadores Sonia Bento (cante), Pablo Vares (toque) e Ana Medeiros e Andressa Porto (baile), vamos “decupar” o baile por tangos, onde no final o aluno terá a possibilidade de em um único curso criar diversas patadas, pessoais.

Serão três encontros de 2h cada, que incluirão histórico do palo a ser trabalhado, estudo rítmico do compas, cante e particularidades da fala Andaluza além de uma biblioteca de passos, trabalhando jogos inserindo-os na letra e encorajando o improviso. As aulas ocorrem das 18h às 20h no sábado, das 16h às 18h no domingo e das 20h às 22h na sexta-feira, no Espaço de Arte e Dança Mahaila Adma. As inscrições custam R$ 300,00 parceladas em duas vezes e devem ser feitas pelo telefone (51) 99808 0818.

Encerrando a Vivência Flamenca, ocorre a segunda edição do Tablao A Gusto, no sábado, 16 de junho, às 20h. O evento proporciona a oportunidade para os participantes do workshop de colocarem em prática os conteúdos estudados durante a Vivência fazendo suas improvisações em público. As integrantes do Espiritu Libre Ana Medeiros, Andressa Porto e Sonia Bento recebem a convidada especial Silvia Canarim e serão acompanhadas por Rafael Melo (cajón) e Pablo Vares (guitarra). Na mesma noite o público poderá conferir a exposição ExtraOrdinários Dibujos Flamencos, do jovem desenhista e animador ArtDan e participar da festa “Pasión Latina”, comandada pelo DJ, bailarino, professor e idealizador do International Bachata Day, Marcelo Benetti, que animará a pista com Salsa, Cumbia, Bachata, Pop Latino, Reggaeton e claro, Rumbas, Tangos, Bulerias e Pop Flamenco. O evento ocorre no Espaço Voz no Shopping Total com ingressos a R$ 50,00 no dia no local ou antecipados pelo telefone (51) 99808 0818.

Sobre Espiritu Libre Flamenco

Espiritu Libre Flamenco traduz o sentimento de originalidade, de liberdade de expressão de cada artista, que incita, provoca a criatividade e o romper barreiras.

O Flamenco, patrimônio imaterial da humanidade, tem como característica intrínseca ao seu surgimento a amalgama de culturas de diversos povos. Como arte viva segue absorvendo e aceitando as individualidades. O Flamenco, em sua essência, sempre foi, é e será Espiritu Libre, que permite o artista adentrar neste universo, se alimentar e fazer sua esta forma tão particular de expressão, mantendo a identidade como ponto de aterramento. Dentro deste espírito, o Flamenco seguirá sendo selvagem e misterioso, mas já não mais distante.

Unidas pela paixão pelo Flamenco e pelos propósitos de vida, Ana Medeiros, Andressa Porto e Sonia Bento reúnem suas vivências pessoais e artísticas neste coletivo.

 

VIVÊNCIA FLAMENCA

Workshop

09, 10 e 15 de junho

9/06 das 18h às 20h.

10/06 das 16h às 18h.

15/06 das 20h às 22h.

Facilitadores:

Baile – Ana Medeiros e Andressa Porto | Cante – Sonia Bento | Guitarra – Pablo Vares

Espaço de Arte e Dança Mahaila Adma: Rua Lopo Gonçalves, 241

Investimento: R$300 parcelado em até 2 vezes

 

Tablao A Gusto

16 de junho, 20h

Espaço Voz – Shopping Total – Av. Cristóvão Colombo, 545/3o andar

Seguido da Fiesta Pasión Latina, com DJ Marcelo Benetti

Ingressos R$ 50,00

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Exposição com obras inéditas de Britto Velho inaugura em 12 de junho no Theatro São Pedro

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Personagens conta com dez obras inéditas do artista e integra a programação dos 160 anos do teatro

Porto Alegre, 04 de junho de 2018 – Na próxima terça-feira, 12 de junho, às 19h, o Theatro São Pedro abre as portas de sua sala de exposições para receber a mostra Personagens,com dez pinturas inéditas de Britto Velho, integrando as comemorações dos 160 anos do teatro, que ocorre no final do mês.

Com curadoria de Cézar Prestes, Personagens estará exposta ao público com entrada franca no mesmo local que abriga um importante marco da história das artes visuais do Estado. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, prestes a completar 64 anos, já funcionou no foyer do Theatro. Em julho de 1957, com seu primeiro diretor, Ado Malagoli, que hoje nomeia o Museu, abria sala expositiva do MARGS no foyer do São Pedro, sua sede por 16 anos.

“Esta mostra comemorativa com as criações do reconhecido artista Britto Velho, composta por obras recentes inéditas na técnica que caracteriza a maior parte do seu trabalho, pintura acrílica sobre tela, mostrará seus personagens imaginários. São figuras “brittovelhianas” que mapeiam a trajetória do artista com tonalidades vibrantes em composições carregadas de identidade e teatralidade que irão festejar a dupla importância do Theatro São Pedro para a cultura”, declara o curador.

De acordo com o artista, seu início na arte foi aos nove anos pela pintura: “uma tela, tintas e pincel. Sinto que essa é a técnica que mais me representa, principalmente pelas cores”. Nas dez pinturas selecionadas para a mostra, personagens fictícios habitam as telas: “os imagino passeando, comunicando-se com o palco, com o teatro, com as pessoas que estão a volta, figuras lúdicas que existem nas peças de teatro”, conta.

A mostra estará aberta ao público de 13 de junho a 22 de julho, com entrada franca. A mostra estará aberta ao público conforme programação do TSP: em dias de espetáculos, de terça a sábado às 19h e domingos às 16h.

Personagens, exposição de pinturas de Britto Velho

Sala de Exposições Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Abertura, 12 de junho, 19h

Exposição aberta ao público de 13 de junho a 22 de julho

Em dias de espetáculos, de terça a sábado às 19h e domingos às 16h.

No mês das comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, o artista visual e maestro das cores Britto Velho homenageia esse espaço que conta a história do teatro nacional. E mais: abriga também importante marco da história das artes visuais do Estado. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, prestes a completar 64 anos, já funcionou no foyer do Theatro. Em julho de 1957, com seu primeiro diretor, Ado Malagoli, que hoje nomeia o Museu, abria sala expositiva do MARGS no foyer do São Pedro, sua sede por 16 anos.

Esta mostra comemorativa com as criações do reconhecido artista Britto Velho, composta por obras recentes inéditas na técnica que caracteriza a maior parte do seu trabalho, pintura acrílica sobre tela, mostrará seus personagens imaginários. São figuras “brittovelhianas” que mapeiam a trajetória do artista com tonalidades vibrantes em composições carregadas de identidade e teatralidade que irão festejar a dupla importância do Theatro São Pedro para a cultura.

Cézar Prestes,  Curador 

Estou muito contente em fazer a exposição Personagens no mês do aniversário de 160 anos do Theatro São Pedro. Tive a honra de receber esse convite do Dilmar Messias, diretor artístico da casa. O Theatro São Pedro é uma referência para as artes e foi inclusive o primeiro espaço que Ado Malagoli usou para criar o Margs, em 1955.

A exposição Personagens contempla 10 pinturas mais recentes, em tamanhos diferentes. Nelas, personagens fictícios que eu as imagino passeando, comunicando-se com o palco, com o teatro, com as pessoas que estão a volta, figuras lúdicas que existem nas peças de teatro. De todas as coisas que eu faço, como gravuras, esculturas e desenhos, a pintura é a que mais me representa, principalmente pelas cores. Muitos artistas iniciam pelo desenho, mas minha primeira arte foi aos 9 anos justamente pela pintura, com uma tela, tintas e pincel. Eu sinto que essa é o que mais me representa.

Britto Velho, artista

Britto Velho, ao longo dos anos, construiu uma obra absolutamente pessoal. Quem tem acompanhado seu trabalho tem descoberto um universo único, que não faz qualquer concessão ao fácil ou ao simples: a elaboração de seus trabalhos é meticulosa, e cada peça vai-se revelando como aqueles antigos enigmas escritos com tinta invisível. O receptor precisa descobrir as imagens que só vão se revelando a ele após a junção das partes aparentemente desconexas e individualizadas. Com isso, descobre-se uma narrativa forte e desafiadora: surrealismo, ingenuidade? Na verdade, nem uma coisa nem outra. A obra de Britto Velho se afirma enquanto discurso único, que encanta e, ao mesmo tempo, se coloca como um desafio: decifra-me, se não te devoro…

Antonio Hohlfeldt, Presidente da Fundação Theatro São Pedro

Minha rua tem um pintor

Sinto o mesmo orgulho que acredito tenha sentido o nosso querido Erico quando dizia: “Moro numa cidade que tem Orquestra Sinfônica”. Pois eu “Moro numa rua que tem um pintor!” O Britto Velho ilumina minhas manhãs. Sempre que passo pelas janelas do seu atelier, vejo o mestre pintando, concentrado. Suas personagens exóticas e coloridas carregam uma teatralidade absurda, onde estão presentes todos os sentimentos humanos. Entro e saio deste universo peculiar e suas expressivas criaturas com alguns passos. É um luxo que eu desfruto, ora lentamente, ora rapidamente. Às vezes, esquecendo a pressa, posso acompanhar parte da criação do artista, bater um bom papo e desfrutar do saboroso café da Zuneide. E toda esta maravilha só acontece porque moro numa rua onde também mora um extraordinário artista plástico: Britto Velho.

Dilmar Messias, Diretor Artístico do Theatro São Pedro

Carlos Carrion de Britto Velho (Porto Alegre RS 1946). Pintor, desenhista, gravador, professor e escultor. Muda-se para Buenos Aires (Argentina) e reside dos onze aos dezenove anos na cidade, onde faz as primeiras pinturas. Em 1965 retorna a Porto Alegre, onde expõe pela 1ª vez em 1971. Estuda litografia com Danúbio Gonçalves, em 1974.

No ano seguinte, viaja a Paris (França) e faz estágio na gráfica de litografia Desjobert. Na cidade pinta a série Reflexões e Variações sobre a América Latina, onde as figuras em cores escuras surgem vendadas e com microfones, que segundo o artista representam uma denúncia à ditadura da época. Fica em Paris até 1976, quando volta ao Brasil e passa a lecionar pintura no Ateliê Livre da Prefeitura de Porto Alegre, entre 1978 e 1981. Nessa época ocorre uma mudança em seu trabalho. As figuras passam a ter olhos novamente e como no início de sua carreira, são pintadas em tonalidades mais claras.

Em 1981, as figuras ganham um 3º olho, o que segundo o artista significa o olho da visão interior. Nas pinturas, interagem o homem, animais e objetos do cotidiano, como elefantes de rodas, transformando-se em veículos e esses possuindo membros humanos. A partir daí em todas as pinturas observam-se os três olhos, até 1995, quando volta a pintar figuras com dois olhos. É convidado pela Rede Brasil Sul de Comunicações de Porto Alegre a fazer um outdoor para o projeto Vamos Colorir a Cidade. Muda-se para São Paulo em 1985 e no ano seguinte participa da 2ª Bienal de Havana. Participa do Projeto Extremos, uma exposição de pintura com Aprígio Fonseca, Dina Oliveira e Leonel Mattos, montada em 10 capitais brasileiras. É convidado pelo Sesc Pompéia em São Paulo a realizar o cartaz da exposição Gente de Fibra, mostra de que participa com esculturas.

Em 1991, volta a morar em Porto Alegre, onde recebe homenagens do Museu de Arte Contemporânea de Porto Alegre – MAC e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – Margs que dão destaque a sua obra. Nessa época realiza a retrospectiva O Realismo Mágico de Britto Velho, com obras desde 1975. Realiza em 2011, na La Photo Galeria, uma mostra individual de pinturas, com recentes produções do artista. Em 2012, ganhou o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, e a Casa Rima e os criativos da Galeria Mascate apresentam a edição limitada de estampas do consagrado artista Britto Velho, dando continuidade em 2013, com o lançamento de baguettes. Vive atualmente em Porto Alegre, onde ministra cursos particulares de pintura em seu ateliê.

Novo espetáculo da Macarenando Dance Concept estreia em 08 de junho no Instituto Ling

SITE - Abobrinhas Recheadas Rei Roberto - Foto Gui Malgarizi e Dani Dutra (1)

“Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto” é uma homenagem à obra de Roberto Carlos

 

Porto Alegre, 01 de junho de 2018 –  A Macarenando Dance Concept estreia no dia 08 de junho seu mais novo espetáculo no Instituto Ling: Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto é uma homenagem à obra do compositor e cantor Roberto Carlos.  A montagem integra o projeto Ponto de Teatro, que conta com curadoria do jornalista e crítico teatral Renato Mendonça, que promove montagens inéditas de grupos locais com apoio do Instituto Ling.

Primeiro espetáculo de Stand-Up Dance Comedy do RS, “Abobrinhas Recheadas” é um espetáculo de Dança e Comédia criado a partir do jogo coreográfico “Dance a Letra”, em que as coreografias são desenvolvidas a partir de pesquisa de gestos literais de letras de músicas populares. A edição inédita “Rei Roberto” é a terceira produção do grupo neste formato.

De acordo com Diego Mac, que assina a direção do espetáculo ao lado de Gui Malgarizi, Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto foi construído a partir de um resgate muito pessoal e que de alguma maneira alcançará os mais diversos públicos: “ninguém é imune a Roberto Carlos. Na primeira passada, selecionei quase 300 canções. Precisei de um olhar de fora para controlar o fã”, declara.

Músicas como “Além do horizonte”, “Não vou ficar”, “Se você pensa”, “Esse cara sou eu”, “Todos estão surdos” e “Eu te darei o céu” integram o setlist com 55 canções da performance, que surgiu como um desdobramento da criação do espetáculo anterior do grupo, “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, que estreou em 2017: “neste repertório já havia canções que Roberto cantou ou compôs (Como Dois e Dois, Força Estranha, Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos). Além disso, os tropicalistas valorizaram muito o Rei e a Jovem Guarda, por isso o passo seguinte, chegando a Roberto Carlos, foi natural”, conta Malgarizi.

Segundo o curador do Ponto de Teatro, Renato Mendonça, “a Macarenando é uma força estranha”, onde não há uma afinação com os costumes do campo de dança mais convencional e sim uma tentativa de explorar novos públicos, novas formas, novas relações entre cena e plateia. “Criado quase como um exercício de interação com o público, que propunha nomes de músicas para que os bailarinos as convertessem em coreografias, ‘dance a letra’ transformou-se em um jogo complexo de significados. Se, no início, o gesto tentava traduzir literalmente o significado da palavra ou do verso, com a sequência de espetáculos, ‘dance a letra’ virou quase um ‘pense a letra”, afirma.

Assinam a coreografia Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Dani Boff, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Diego Mac, Giulia Baptista Vieira, Gui Malgarizi, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree Jr. e Sandra Santos. No elenco estão Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.

As apresentações ocorrem sexta-feira às 20h e sábado às 18h, de 08 a 23 de junho, com ingressos a R$ 40,00 e descontos para estudantes e pessoas acima  de  60 anos,  mediante comprovação na entrada do teatro, à venda pelo site http://www.institutoling.org.br/. Mais informações: http://www.institutoling.org.br | https://www.facebook.com/macarenando | http://www.macarenando.com.br

 

Ficha Técnica

  • Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
  • Coreografia: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Dani Boff, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Diego Mac, Giulia Baptista Vieira, Gui Malgarizi, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree Jr. e Sandra Santos.
  • Produção: Sandra Santos
  • Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
  • Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
  • Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Roberto Carlos
  • Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
  • Apoio: Casa Cultural Tony Petzhold
  • Duração: 60 minutos
  • Realização: Macarenando Dance Concept
  • Classificação etária: livre

 

Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto

08, 09, 15, 16, 22, 23 de junho
Sextas às 20h, sábados às 18h

Instituto Ling (R. João Caetano, 440)

Duração: 60 minutos
Classificação Etária: Livre

Ingressos

http://www.institutoling.org.br

Inteira – R$ 40,00 | Meia-Entrada – R$ 20,00

Sobre a Macarenando: A Macarenando Dance Concept é um empreendimento cultural que investe na dança como principal linguagem criativa para desenvolvimento de projetos. Inaugurada em 2013, a marca construiu forte presença no setor cultural ao abordar diferentes nichos e perspectivas para a dança. Entre os diferencias da iniciativa estão a simplicidade, o bom humor, a aproximação com o público, a popularização da dança cênica e a formação de plateia, o agenciamento com diferentes setores profissionais, e o desejo de mudar o mundo, mobilizar pessoas e provocar transformações.

 “Roberto passa de geração para geração. Juntar a obra do Rei com a pesquisa da Macarenando, que também tem ligação com o popular, gera uma expectativa agradável.” SANDRA SANTOS, produtora

“Virada de 2004: família no sofá à espera do especial do Rei. Dançar RC é contar a história da Macarenando, do Brasil e da menina de 21 anos que chora ao ouvir Debaixo dos Caracóis ”. GIULIA BAPTISTA VIEIRA, bailarina

“As músicas de Roberto Carlos fazem muito sentido pra mim, me emocionam profundamente. Agora vivo no corpo a beleza das coisas simples nas canções do Rei!” NILTON GAFFREE JR., bailarino

“Abobrinhas Rei Roberto é centro e periferia, é desejo poético e mercadológico, é dar voz aos artistas e ouvir o público. É espetáculo, é brindar à vida de punhos cerrados, é saber onde e como está, é olho no olho. É dançar para rechear.” ARTHUR BONFANTI, bailarino

“Estudar as letras do RC é mergulhar no imaginário coletivo. O desafio de criar o Dance a Letra está sendo grande, mas tenho a meu lado amigos de fé, irmãos camaradas, que tornam as curvas de qualquer estrada uma aventura!” DANI DUTRA, bailarina

“Dançar Roberto é reprocessar detalhes tão pequenos e tão caros do procedimento Dance a Letra. O gesto fala, o gesto grita, mas o gesto também sussurra na esteira da memória que alimenta essa força estranha que me leva a dançar.” DANIELA AQUINO, bailarina

“Minha primeira vez foi quase um acidente: de espectador me transformei em bailarino pra cobrir uma amiga com crise de asma. Desde então, sigo capotando ribanceira abaixo. A cada curva um desafio e muitas emoções! Com RC não poderia ser diferente.” DENIS GOSCH, bailarino

“Este trabalho requer disponibilidade para a constante criação e coleção de movimentos. Pede atenção plena para que a obra esteja sempre viva, através de racionalidade, emoção e jogo.” ALINE KARPINSKI DIAS, bailarina

“Roberto provoca uma experiência dançante e cantante. O corpo dança a letra e a transforma em imagens. As imagens produzem movimentos labiais, quando percebemos estamos cantando. Com o corpo. Com a voz. Que agora é corpo.” DANI BOFF, bailarina

“Caetano foi por urgência. Roberto, por necessidade. A ousada necessidade de rechear um Rei tão lugar-comum, tão cotidiano, tão apaixonado, tão abandonado, tão existencial… que já não parece mais ousado. Rechear Roberto é necessário nos dias de hoje, tão polarizados entre amor e ódio.” JULIANA RUTKOWSKI, bailarina

Já que a inspiração do espetáculo que vamos assistir é o Rei, nada mais justo que iniciar esse texto com uma frase ao mesmo tempo simples e profunda: “A Macarenando é uma força estranha”. Falando sério, o líder da Macarenando Dance Concept, Diego Mac, nunca esteve muito afinado com os costumes do campo da dança mais convencional. Tanto nas parcerias com a Muovere Cia de Dança ou com o Grupo Gaia o impulso sempre foi o de explorar novos públicos, novas formas, novas relações entre cena e plateia. Com o Gaia, por exemplo, encenou a instalação performática O Buraco de Alice (2005) nas escadas de incêndio da Usina do Gasômetro, enquanto Alice [adulto] (2007) ocupou um antigo cinema de bairro. Um de seus principais trabalhos em videodança é Pas de Corn (2006), conciliando dança, tecnologia e cultura popular, e usando como bailarinas… pipocas. Em 2009, embaralhou os conceitos de brega e sofisticado ao organizar o primeiro Flash Mob Dance de Porto Alegre, fazendo mais de 200 pessoas dançarem ao som da épica Macarena. Ao criar a Macarenando Dance Concept, em 2013, Mac dá um passo à frente. Traços que ele já perseguia em sua estética – humor, negação de preconceitos, ampliação de público – não se limitam mais à sua poética, se estendem à produção e à gestão do empreendimento. Um destaque foi quando a Macarenando inverteu o procedimento convencional e propôs um edital para as empresas que quisessem lhe patrocinar. O motor da Macarenando é o procedimento “dance a letra”. Criado quase como um exercício de interação com o público, que propunha nomes de músicas para que os bailarinos as convertessem em coreografias, “dance a letra” transformou-se em um jogo complexo de significados. Se, no início, o gesto tentava traduzir literalmente o significado da palavra ou do verso, com a sequência de espetáculos, “dance a letra” virou quase um “pense a letra”. Agora as coreografias brincam de representar a mesma palavra de diversas maneiras, de valer-se do contexto, de jogar com o próprio processo. Um desafio de imaginação e de parceria do público com o que está em cena. Acredite que a arte é amiga da vida. E a Macarenando é uma das partes mais divertidas dessa amizade. Renato Mendonça, curador do projeto Ponto de Teatro

 

SET LIST [contém SPOILER]

  • Amigo
  • Além Do Horizonte
  • Parei Na Contramão
  • Só Vou Gostar De Quem Gosta De Mim
  • Eu Te Amo, Eu Te Amo, Eu Te Amo
  • Falando Sério
  • É Meu, É Meu, É Meu
  • Café Da Manhã
  • Cama E Mesa
  • Ciume De Você
  • As Curvas Da Estrada De Santos
  • Parei, Olhei
  • Desabafo
  • Splish, Splash
  • Emoções
  • Canzone Per Te
  • Esqueça
  • Coisa Bonita
  • Debaixo Dos Caracois Dos Seus Cabelos
  • Como Vai Você
  • Outra Vez
  • Eu Te Darei O Céu
  • Ilegal, Imoral Ou Engorda
  • Olha
  • Eu Sou Terrível
  • Namoradinha De Um Amigo Meu
  • Quero Que Vá Tudo Pro Inferno
  • Cavalgada
  • Detalhes
  • Negro Gato
  • O Calhambeque
  • Não Vou Ficar
  • Os Seus Botões
  • É Proibido Fumar
  • Se Você Pensa
  • Como É Grande Meu Amor Por Você
  • Jesus Cristo
  • Você Não Sabe
  • Você Não Serve Pra Mim
  • Quando
  • Fera Ferida
  • Esse Cara Sou Eu
  • Todos Estão Surdos
  • De Tanto Amor
  • Sua Estupidez
  • Caminhoneiro
  • Splish, Splash
  • Costumes
  • Você
  • 120, 150, 200 Km/H
  • O Portão
  • É Preciso Saber Viver
  • Eu Quero Apenas
  • Força Estranha

 

Mais informações

http://www.institutoling.org.br
https://www.facebook.com/macarenando
http://www.macarenando.com.br 

Fantomaticos lança single em duas noites de shows na Casa de Cultura Mario Quintana nos dias 13 e 14 de junho

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Banda lança “Andar” pelo selo Ué Discos; ingressos já estão à venda pelo Sympla

 

Porto Alegre, 29 de maio de 2018 – Nos dias 13 e 14 de junho, às 21h, os Fantomaticos lançam single em evento especial – duas noites de gala no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana. A banda apresenta sua mais recente criação, “Andar”, além de canções de seus três álbuns e quatro singles já lançados ao longo de carreira.

“Andar” é uma aventura musical proposta pela banda, um medley inspirado em obras como “Tommy” do The Who, o lado B do disco “Abbey Road” dos Beatles, ‘Tales Of Endurance’, do Supergrass, entre outras. Esse experimento sonoro traz diferentes climas musicais, muitas texturas e vozes, tudo em uma faixa de seis minutos. A banda conta que “tudo foi acontecendo de forma natural. As músicas existiam separadamente há algum tempo, mas eram apenas fragmentos, incompletas. Vimos uma semelhança melódica e de semântica entre elas e disso surgiu a ideia de fazer um disco todo numa música só, experimentar algo que nunca tentamos”.

Diferente dos lançamentos mais recentes, a banda quis imprimir uma sensação mais “quente” à faixa. Segundo Augusto Stern, vocalista e guitarrista, “a intenção era que a gravação soasse um pouco mais como nossos shows ao vivo e um pouco mais como esses medleys que nos inspiraram. A base central da música é um take único gravado no estúdio com bateria, baixo, teclado e violão tocando juntos. Adicionamos a isso às vozes, guitarras e percussões, tudo com pouca edição”, revela. As gravações ocorreram no estúdio da produtora Bunker Sound Design nos primeiros meses de 2018, em Porto Alegre.

Rodrigo Trujillo, vocalista e tecladista, destaca que “foi um processo muito importante, pois a banda toda participou da composição, cada um com algum trecho e, da mesma forma, todos cantaram na música, tanto como voz principal como em backing vocals. Um processo muito coletivo que revela um pouco de cada um no resultado”, afirma.

O design gráfico e fotos do trabalho ficaram por conta de Fábio Alt, parceiro da banda em outras ocasiões, onde já assinou capas de discos, ensaios e produzindo alguns vídeos. O single será lançado virtualmente pelo selo gaúcho Ué Discos, responsável por todos lançamentos mais recentes da banda. O grupo está produzindo para o segundo semestre um projeto especial de celebração dos dez anos de lançamento de seu primeiro disco, “No Bosque”.

Os ingressos já estão à venda pelo sympla.com.br/fantomaticos e custam entre R$ 10,00 e R$ 30,00.

Sobre os Fantomaticos

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Fernando Efron – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais, no Uruguai.

O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!”

Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. Suas canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra).  O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três EPs, já pelo selo gaúcho Ué Discos, que representa a banda. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo e ‘Vale’, que mostra um lado bem acústico e marca a entrada do baterista Pedro Petracco na banda.

O terceiro álbum, intitulado apenas como ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio.

Para saber mais sobre a banda, acesse: fantomaticos.com

Lançamento do single “Andar” – Fantomaticos

13 e 14 de junho, 21h

Teatro Bruno Kiefer – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736

Ingressos – sympla.com.br/fantomaticos

Entre R$ 10,00 e R$ 30,00

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