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Theatro São Pedro

Exposição com obras inéditas de Britto Velho inaugura em 12 de junho no Theatro São Pedro

Obra Britto Velho_crédito_Nathalia Sasso (5)

Personagens conta com dez obras inéditas do artista e integra a programação dos 160 anos do teatro

Porto Alegre, 04 de junho de 2018 – Na próxima terça-feira, 12 de junho, às 19h, o Theatro São Pedro abre as portas de sua sala de exposições para receber a mostra Personagens,com dez pinturas inéditas de Britto Velho, integrando as comemorações dos 160 anos do teatro, que ocorre no final do mês.

Com curadoria de Cézar Prestes, Personagens estará exposta ao público com entrada franca no mesmo local que abriga um importante marco da história das artes visuais do Estado. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, prestes a completar 64 anos, já funcionou no foyer do Theatro. Em julho de 1957, com seu primeiro diretor, Ado Malagoli, que hoje nomeia o Museu, abria sala expositiva do MARGS no foyer do São Pedro, sua sede por 16 anos.

“Esta mostra comemorativa com as criações do reconhecido artista Britto Velho, composta por obras recentes inéditas na técnica que caracteriza a maior parte do seu trabalho, pintura acrílica sobre tela, mostrará seus personagens imaginários. São figuras “brittovelhianas” que mapeiam a trajetória do artista com tonalidades vibrantes em composições carregadas de identidade e teatralidade que irão festejar a dupla importância do Theatro São Pedro para a cultura”, declara o curador.

De acordo com o artista, seu início na arte foi aos nove anos pela pintura: “uma tela, tintas e pincel. Sinto que essa é a técnica que mais me representa, principalmente pelas cores”. Nas dez pinturas selecionadas para a mostra, personagens fictícios habitam as telas: “os imagino passeando, comunicando-se com o palco, com o teatro, com as pessoas que estão a volta, figuras lúdicas que existem nas peças de teatro”, conta.

A mostra estará aberta ao público de 13 de junho a 22 de julho, com entrada franca. A mostra estará aberta ao público conforme programação do TSP: em dias de espetáculos, de terça a sábado às 19h e domingos às 16h.

Personagens, exposição de pinturas de Britto Velho

Sala de Exposições Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Abertura, 12 de junho, 19h

Exposição aberta ao público de 13 de junho a 22 de julho

Em dias de espetáculos, de terça a sábado às 19h e domingos às 16h.

No mês das comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, o artista visual e maestro das cores Britto Velho homenageia esse espaço que conta a história do teatro nacional. E mais: abriga também importante marco da história das artes visuais do Estado. O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, prestes a completar 64 anos, já funcionou no foyer do Theatro. Em julho de 1957, com seu primeiro diretor, Ado Malagoli, que hoje nomeia o Museu, abria sala expositiva do MARGS no foyer do São Pedro, sua sede por 16 anos.

Esta mostra comemorativa com as criações do reconhecido artista Britto Velho, composta por obras recentes inéditas na técnica que caracteriza a maior parte do seu trabalho, pintura acrílica sobre tela, mostrará seus personagens imaginários. São figuras “brittovelhianas” que mapeiam a trajetória do artista com tonalidades vibrantes em composições carregadas de identidade e teatralidade que irão festejar a dupla importância do Theatro São Pedro para a cultura.

Cézar Prestes,  Curador 

Estou muito contente em fazer a exposição Personagens no mês do aniversário de 160 anos do Theatro São Pedro. Tive a honra de receber esse convite do Dilmar Messias, diretor artístico da casa. O Theatro São Pedro é uma referência para as artes e foi inclusive o primeiro espaço que Ado Malagoli usou para criar o Margs, em 1955.

A exposição Personagens contempla 10 pinturas mais recentes, em tamanhos diferentes. Nelas, personagens fictícios que eu as imagino passeando, comunicando-se com o palco, com o teatro, com as pessoas que estão a volta, figuras lúdicas que existem nas peças de teatro. De todas as coisas que eu faço, como gravuras, esculturas e desenhos, a pintura é a que mais me representa, principalmente pelas cores. Muitos artistas iniciam pelo desenho, mas minha primeira arte foi aos 9 anos justamente pela pintura, com uma tela, tintas e pincel. Eu sinto que essa é o que mais me representa.

Britto Velho, artista

Britto Velho, ao longo dos anos, construiu uma obra absolutamente pessoal. Quem tem acompanhado seu trabalho tem descoberto um universo único, que não faz qualquer concessão ao fácil ou ao simples: a elaboração de seus trabalhos é meticulosa, e cada peça vai-se revelando como aqueles antigos enigmas escritos com tinta invisível. O receptor precisa descobrir as imagens que só vão se revelando a ele após a junção das partes aparentemente desconexas e individualizadas. Com isso, descobre-se uma narrativa forte e desafiadora: surrealismo, ingenuidade? Na verdade, nem uma coisa nem outra. A obra de Britto Velho se afirma enquanto discurso único, que encanta e, ao mesmo tempo, se coloca como um desafio: decifra-me, se não te devoro…

Antonio Hohlfeldt, Presidente da Fundação Theatro São Pedro

Minha rua tem um pintor

Sinto o mesmo orgulho que acredito tenha sentido o nosso querido Erico quando dizia: “Moro numa cidade que tem Orquestra Sinfônica”. Pois eu “Moro numa rua que tem um pintor!” O Britto Velho ilumina minhas manhãs. Sempre que passo pelas janelas do seu atelier, vejo o mestre pintando, concentrado. Suas personagens exóticas e coloridas carregam uma teatralidade absurda, onde estão presentes todos os sentimentos humanos. Entro e saio deste universo peculiar e suas expressivas criaturas com alguns passos. É um luxo que eu desfruto, ora lentamente, ora rapidamente. Às vezes, esquecendo a pressa, posso acompanhar parte da criação do artista, bater um bom papo e desfrutar do saboroso café da Zuneide. E toda esta maravilha só acontece porque moro numa rua onde também mora um extraordinário artista plástico: Britto Velho.

Dilmar Messias, Diretor Artístico do Theatro São Pedro

Carlos Carrion de Britto Velho (Porto Alegre RS 1946). Pintor, desenhista, gravador, professor e escultor. Muda-se para Buenos Aires (Argentina) e reside dos onze aos dezenove anos na cidade, onde faz as primeiras pinturas. Em 1965 retorna a Porto Alegre, onde expõe pela 1ª vez em 1971. Estuda litografia com Danúbio Gonçalves, em 1974.

No ano seguinte, viaja a Paris (França) e faz estágio na gráfica de litografia Desjobert. Na cidade pinta a série Reflexões e Variações sobre a América Latina, onde as figuras em cores escuras surgem vendadas e com microfones, que segundo o artista representam uma denúncia à ditadura da época. Fica em Paris até 1976, quando volta ao Brasil e passa a lecionar pintura no Ateliê Livre da Prefeitura de Porto Alegre, entre 1978 e 1981. Nessa época ocorre uma mudança em seu trabalho. As figuras passam a ter olhos novamente e como no início de sua carreira, são pintadas em tonalidades mais claras.

Em 1981, as figuras ganham um 3º olho, o que segundo o artista significa o olho da visão interior. Nas pinturas, interagem o homem, animais e objetos do cotidiano, como elefantes de rodas, transformando-se em veículos e esses possuindo membros humanos. A partir daí em todas as pinturas observam-se os três olhos, até 1995, quando volta a pintar figuras com dois olhos. É convidado pela Rede Brasil Sul de Comunicações de Porto Alegre a fazer um outdoor para o projeto Vamos Colorir a Cidade. Muda-se para São Paulo em 1985 e no ano seguinte participa da 2ª Bienal de Havana. Participa do Projeto Extremos, uma exposição de pintura com Aprígio Fonseca, Dina Oliveira e Leonel Mattos, montada em 10 capitais brasileiras. É convidado pelo Sesc Pompéia em São Paulo a realizar o cartaz da exposição Gente de Fibra, mostra de que participa com esculturas.

Em 1991, volta a morar em Porto Alegre, onde recebe homenagens do Museu de Arte Contemporânea de Porto Alegre – MAC e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – Margs que dão destaque a sua obra. Nessa época realiza a retrospectiva O Realismo Mágico de Britto Velho, com obras desde 1975. Realiza em 2011, na La Photo Galeria, uma mostra individual de pinturas, com recentes produções do artista. Em 2012, ganhou o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, e a Casa Rima e os criativos da Galeria Mascate apresentam a edição limitada de estampas do consagrado artista Britto Velho, dando continuidade em 2013, com o lançamento de baguettes. Vive atualmente em Porto Alegre, onde ministra cursos particulares de pintura em seu ateliê.

Espetáculo com Denise Fraga marca as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro

Ministério da Cultura e Bradesco apresentam:

Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho,

Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

 

em

 A VISITA DA VELHA SENHORA

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De Friedrich Dürrenmatt

 Tradução: Christine Röhrig

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga, Maristela Chelala

 Direção Geral: Luiz Villaça

 

Espetáculo marca as comemorações dos 160 anos de fundação do Theatro São Pedro, com temporada de 27 de junho a 07 de julho

Venda de ingressos inicia em 04 de junho

 

Porto Alegre, 28 de maio de 2018 – Depois do sucesso das apresentações de “Galileu Galilei” em 2016, Denise Fraga, acompanhada de grande elenco e sob direção de Luiz Villaça, volta ao palco do Theatro São Pedro, para uma temporada de duas semanas, com o espetáculo A Visita da Velha Senhora. As apresentações, com patrocínio do Ministério da Cultura e Bradesco, integram as comemorações do aniversário de 160 anos do teatro.

O texto do suíço Friedrich Dürrenmatt apresenta um olhar irônico sobre a fragilidade dos nossos valores morais, da justiça e da esperança. Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo está em turnê pelo Brasil e em Porto Alegre estará em cartaz de 27 de junho a 07 de julho.

Em A Visita da Velha Senhoraque traz 13 atores em cena, Friedrich Dürrenmatt expõe a fragilidade de nossos valores morais e de nossa noção de justiça quando a palavra é dinheiro. A protagonista da peça é quase a encarnação mítica do poder material, a milionária Claire Zachanassian, vivida por Denise, que com seu bilhão põe em xeque a cidade de Güllen.

Os cidadãos da arruinada Güllen esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse. Ouve-se um clamor de indignação e todos rejeitam a absurda proposta.  Claire, então, decide esperar, hospedando-se com seu séquito no hotel da cidade.

A partir dessa premissa, o suíço Friedrich Dürrenmatt nos premia com uma obra-prima da dramaturgia, construindo uma rede de cenas que se entrelaçam, cheias de humor e ironia, um desfile de personagens humanos e reconhecíveis que pouco a pouco, vão escancarando a nossa fragilidade diante do grande regente de nossas vidas: o dinheiro. Quem mata Krank?  Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária?  Ou fará justiça?  O que é fazer justiça?  Até que ponto a linha ética se molda ao poder dinheiro?

Dürrenmatt caracteriza A Visita da Velha Senhora como uma comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão?  O texto se desenrola abrindo ainda outros ramos de reflexão. Dürrenmatt era completamente obcecado pela questão da justiça e as sutilezas de suas fronteiras. O que é justo? O que significa justiça em nossos tempos? Até que ponto o valor moral da justiça se adequa ao poder?  Reconhecível no Brasil nos dias de hoje? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

Segundo Denise, encenar A Visita da Velha Senhora depois de A Alma Boa de Setsuan e Galileu é quase como finalizar uma trilogia.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”, afirma. Em A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, espetáculo visto por mais de 220 mil pessoas, entre 2008 e 2010, a personagem principal perguntava: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel? Como posso ser bom e sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?” Em Galileu Galilei, também de Brecht, espetáculo que esteve um ano e oito meses em cartaz e foi visto por mais de 140 mil pessoas, o tema é revisitado: Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como manter meus ideais comprando meu vinho bom?

Como Brecht, Dürrenmatt é mestre em dissecar as relações de poder e os conflitos morais em suas obras, em questionar o papel do herói e a sua necessidade para uma sociedade justa, em fazer uso do humor para gerar reflexão. Nas três peças: Alma Boa, Galileu Galilei e A Visita da Velha Senhora, tudo isso está explícito. A diferença é que Brecht prefere desconstruir as ilusões de que nos alimentamos e propor uma possível transformação, enquanto Dürrenmatt as mantém vivas e ri delas por serem apenas isso: ilusões, enganos pelos quais lutamos e sempre lutaremos.

“Acredito no poder de transformação pela arte. Na formação do indivíduo pela arte. O teatro como espelho do mundo, nos fazendo rir para nos reconhecer, dando voz a nossa angústia, dando palavras àquilo que pensamos e não sabemos dizer. O humor e a poesia nos ajudando a elaborar o pensamento para agir, para transformar, para viver criativamente, para por a mão da massa da nossa história”, afirma Denise Fraga. “Depois de dois anos e meio de A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, e um ano e meio de Galileu Galilei, do mesmo gênio alemão, sou mais uma vez surpreendida pela potente atualidade de um clássico. Não foi por acaso que cheguei a Dürrenmatt. Foi discípulo, bebeu em Brecht.  Lá está o mesmo fino humor, a mesma ironia e teatralidade. Dürrenmatt também se faz valer do entretenimento para arrebatar o público para a reflexão”, declara a atriz.

A direção é do cineasta Luiz Villaça, que depois do sucesso de “Sem Pensar”, de Anya Reiss, e “A Descida do Monte Morgan”, de Arthur Miller, retorna ao teatro. A montagem tem a sofisticação de contar com cenários e figurinos do mineiro Ronaldo Fraga, que foi o vencedor da 30ª edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. A batuta do maestro Dimi Kireeff, na direção musical, o desenho de luz de Nadja Naira, da companhia brasileira de teatro, Lucia Gayotto na preparação vocal, Keila Bueno nas coreografias e preparação Corporal e Simone Batata, no visagismo.

No elenco, além de Denise, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves.  A Visita da Velha Senhora recebeu indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente.

As apresentações em Porto Alegre ocorrem nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho, às 21h de quarta a sábado, e às 18h aos domingos. Os ingressos custam entre 40,00 e 70,00 e estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 04 de junho.

Por Denise Fraga

Amo a comédia porque confio no humor e na ironia como um poderoso agente para a reflexão. Só se ri daquilo que se entende. O humor chama o pensamento e, com isso, dá eficácia e prazer à comunicação de uma ideia.  É incrível como muitos dos autores tidos como clássicos confiavam nisso, mas estão com a risada do público presa na poeira de suas linhas. É preciso sacudi-las, dar uma escovada, deixá-las voar.

Brecht dizia: divertir para comunicar. Me identifico com isso. Divertir o público e mandá-lo para casa em estado de reflexão é o que tem me garantido a sensação de plenitude com o meu ofício. O sucesso de ALMA BOA e GALILEU me confirmaram a popularidade de Brecht. Mais da metade de nosso público talvez nunca tivesse ouvido falar dele, mas nem por isso deixaram de ser completamente capturados por sua genialidade.

Esta necessidade de propagar aquilo que me tocou o coração, dar-lhe comunicação e clareza para ver mover no outro o que moveu em mim, se tornou mesmo a grande força motriz de meu trabalho. Tem dado certo. E a cada espetáculo, renovo minha esperança de continuar fazendo o Teatro em que acredito.

Ficha Técnica:

Autor: Friedrich Dürrenmatt

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Tradução: Christine Röhrig

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga e Maristela Chelala

Direção Geral: Luiz Villaça

Direção de Produção: José Maria

Elenco: Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Eduardo Estrela,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Beto Matos, David Taiyu, Luiz Ramalho, Fernando Neves,

Fábio Nassar e Rafael Faustino

Direção de Arte: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Dimi Kireeff

Trilha Sonora Original: Dimi Kireeff e Rafael Faustino

Desenho de Luz: Nadja Naira

Produção Executiva: Marita Prado

Preparação Corporal e Coreografias: Keila Bueno

Direção Vocal: Lucia Gayotto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Visagismo: Simone Batata

Assistente de Direção: André Dib

Assistente de Produção: Musical Nara Guimarães

Engenheiro de Mixagem: Fernando Gressler

Camareira: Cristiane Ferreira

Assistente de Iluminação e Operador de Luz: Robson Lima

Operador de Som: Janice Rodrigues

Cenotécnicos: Jeferson Batista de Santana, Edmilson Ferreira da Silva

Assessoria Financeira: Cristiane Souza

Fotografia: Cacá Bernardes

Making Off: Pedro Villaça e Flávio Torres

Redes Sociais: Nino Villaça

Programação visual: Gustavo Xella

Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Produção Original: SESI São Paulo

 Patrocínio Exclusivo: Bradesco

 Realização: NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal

Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

SERVIÇO

A Visita da Velha Senhora

Com Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

Dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho

Quarta a sábado 21h, domingo 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min

Gênero: Comédia Trágica

 Ingressos (valores da inteira):

Plateia, cadeira extra e camarote central: R$ 70,00

Camarote lateral e galeria: R$ 40,00

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Espetáculo Língua Mãe. Mameloschn na imprensa

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Língua Mãe. Mameloschn integra programação do Cia Rústica em Movimento, com apresentação dia 28 de abril no Theatro São Pedro

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Espetáculo vencedor do Açorianos em 2015 integra a programação comemorativa aos 14 anos da companhia, que promove apresentações, ensaio aberto e oficina

 

Integrando as comemorações dos 14 anos da Cia Rústica, o espetáculo Língua Mãe.Mameloschn tem única apresentação no sábado, 28 de abril, às 21h, no Theatro São Pedro. A sessão faz parte da programação do projeto Cia Rústica em Movimento, que promove apresentações de quatro espetáculos, além de ensaio aberto e oficina.

Vencedor na categoria Melhor Espetáculo do Prêmio Açorianos de Teatro 2015 e do 10º Braskem Em Cena na categoria melhor atriz para Mirna Spritzer, a peça dirigida por Mirah Laline apresenta um texto irreverente que aborda identidade, ideologia e pertencimento, sob a forma de um jogo oscilante, entre a aproximação e distanciamento dos personagens, através do diálogo cáustico de uma família judia.

Língua Mãe.Mameloschn é uma obra sobre mulheres na História e histórias de mulheres, de três gerações de personagens femininas, interpretadas por três gerações de atrizes em cena. São da mesma família; vivem sob o mesmo teto; possuem a mesma origem cultural. No entanto, se diferenciam no modo como veem o mundo, expressam seus anseios e lidam com suas origens. O trânsito sutil entre humor e drama agrega uma empatia potencial para as problemáticas que a autora aborda. Os habituais modos de comunicação, como cartas, mensagens de e-mails, jornais e o rádio, paradoxalmente, revelam na obra, toda a carga de incomunicabilidade entre as personagens, materializando sob a cena a distância entre o discurso social e as motivações pessoais.

O texto da jovem autora alemã Marianna Salzmann traz no elenco Ida Celina, Mirna Spritzer, Philipe Philippsen e Valquíria Cardoso. Enquanto as três mulheres carregam discursos e falas, a música é a voz do personagem masculino: o filho, irmão, neto, homem. Philippsen executa ao vivo a trilha sonora original composta pelo ator para a montagem. Rô Cortinhas assina os figurinos, Rodrigo Shalako o cenário e Ricardo Vivian a iluminação.

A programação de Cia Rústica em Movimento inicia em 24 de abril, terça-feira, com espetáculo ao ar livre e com entrada franca – Cidade Proibida, às 22h, na Praça Júlio Mesquita.  A companhia também ocupará o complexo cultural Multipalco Theatro São Pedro durante quatro dias com a oficina Desvios Urbanos (26 e 27/04), as peças Muito Palhaço pra Pouco Circo (28 e 29/04), e O Fantástico Circo-Teatro de um Homem Só (29/04), além de um ensaio aberto da nova montagem da trupe, Boca no Mundo (26/04), que ocorre na Sala Qorpo Santo, no Campus Central da UFRGS.

Os ingressos custam R$ 50,00 (plateia), R$ 40,00 (camarote central), R$ 30,00 (camarote lateral) e R$ 20,00 (galerias) com 50% de desconto para estudantes, idosos e sócios da AATSP estão à venda na bilheteria do teatro.

 

Saiba Mais

FICHA TÉCNICA

Direção: Mirah Laline

Assistência de Direção: Julia Rodrigues

Texto: Marianna Salzmann

Elenco: Ida Celina, Mirna Spritzer, Valquiria Cardoso e Philipe Philippsen

Figurinos: Rô Cortinhas

Cenário: Rodrigo Shalako

Iluminação: Ricardo Vivian

Trilha sonora original: Philipe Philippsen

Sonoplastia: Alex Limberger

Produção: Rodrigo Ruiz

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Classificação: 12 anos

Duração: 90 min

https://www.youtube.com/watch?v=-5_pwli328Y&feature=youtu.be

 

Língua Mãe.Mameloschn

28 de abril, 21h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos:

R$ 50,00 – plateia

R$ 40,00 – camarote central

R$ 30,00 – camarote lateral

R$ 20,00 – galerias

50% de desconto para estudantes, idosos e sócios da AATSP

>>> A CIA. RÚSTICA:

Criada em 2004 na capital gaúcha, a Cia. Rústica já conquistou 33 prêmios. O grupo articula um espaço de trabalho entre artistas plurais, desenvolvendo vários projetos que reúnem montagem, investigação, ação pedagógica e social. A companhia busca uma linguagem contemporânea e popular baseada na cumplicidade entre atores e espectadores, que evoca o lúdico, o corpóreo, o humor e o político na criação artística.

O primeiro projeto foi a trilogia Em Busca de Shakespeare, composto por A Megera Domada (2008), Sonho de uma Noite de Verão (Prêmios Açorianos e Braskem de Espetáculo e Direção, em 2006) e Macbeth (2004). O grupo encenou ainda Clube do Fracasso (Prêmios Açorianos de Dramaturgia e Espetáculo pelo Júri Popular, em 2010), Natalício Cavalo (Prêmio Braskem de Espetáculo, em 2013) e Fala do Silêncio (Prêmio Braskem de Espetáculo e Açorianos de Trilha Sonora, em 2017). O grupo também desenvolve um projeto continuado que investiga a cena na rua e a intervenção urbana, comporto por Desvios em Trânsito (2010), Cidade Proibida (Prêmio Braskem de Espetáculo pelo Júri Popular, em 2015) e Feito Criança (2015).

Espetáculo “Nós por Nós” na imprensa

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Novo espetáculo do Teatro Sarcáustico estreia dia 18 de novembro no Theatro São Pedro

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Nós Por Nós tem direção de Daniel Colin e Ricardo Zigomático

Completando 13 anos em 2017, o Teatro Sarcáustico estreia seu novo projeto cênico nos dias 18 e 19 de novembro no Theatro São Pedro. Nós por Nós foi construído sobre o mote “O que te afeta e te faz resistir”?, uma obra autoral que se debruça sobre a compreensão dos afetos como possíveis formas de reação, revolução e resistência. “Em tempos em que presenciamos tantos cerceamentos de direitos sobre os corpos, amores, espaços e conhecimentos, fomos buscar o tema do novo espetáculo do grupo através de afetos como resistência política”, declaram os diretores do projeto, Daniel Colin e Ricardo Zigomático.

A dramaturgia cênica original de Nós Por Nós é elaborada a partir de processos autobiográficos dos performers e de como estes processos se afetam entre si, mas também a partir de referenciais diversos, como músicas, textos, matérias jornalísticas, filmes e obras de arte que tratam deste mesmo universo: atos políticos não-violentos.

“Interagir com nossos corpos e confrontar afetamentos significa neste espetáculo performar um terrorismo afetivo que possa nos desacomodar de nosso cotidiano que insiste em nos coagir politicamente. Somos cinco performers em cena que juntos se tornam muitos. Nisso achamos na letra da música Yasuke, do rapper paulista Emicida, o título do espetáculo: “…Eu e você juntos somos nós, nós que ninguém desata…””, contam.

No elenco, Daniel Colin, Guadalupe Casal, Ricardo Zigomático e Ursula Collischonn interpretam cenas que foram criadas a partir de referências encontradas em notícias como o caso da senhora de 70 aos que cobre mensagens nazistas em Berlim, mobilizações de pessoas após desastres, beijaço em protesto a agressão a gays, músicas machistas, entre outras. “Fomos nos alimentando dessas histórias que trazem o afeto como arma de resistência e assim construímos um espetáculo que conta muitas histórias, mas sem falas”, revelam. Na questão do verbo o crítico teatral do site Agora, Renato Mendonça, que viu um dos ensaios escreve: “O espetáculo quase não tem palavras, mas ao final é cheio delas. Quase não há falas em Nós Por Nós, mas a montagem é eloquente”.

A performance sonora, assinada por Kevin Brezolin, é executada ao vivo, enquanto capta os sons dos atores durante as cenas, construindo uma dramaturgia sonora. Antonio Rabadan assina os figurinos, que foram desenvolvidos através de uma parceria com a Code Moda da ESPM-Sul.

Os ingressos, à venda a partir de 26 de outubro, custam entre R$ 20,00 e R$ 50,00, com descontos para idosos, estudantes, sócios AATSP, pessoas com deficiência e professores da rede pública de ensino médio e fundamental, na bilheteria do teatro ou pelo site https://vendas.teatrosaopedro.com.br/

 

Nós Por Nós – Ficha Técnica

Direção: Daniel Colin e Ricardo Zigomático

Assistência de Direção: Vitória Titton

Performers: Daniel Colin, Guadalupe Casal, Ricardo Zigomático e Ursula Collischonn

Performance Sonora: Kevin Brezolin

Assistência Coreográfica: Natasha Villar

Design e Performance de Luz: Casemiro Azevedo

Produção: Daniela Lopes – Cardápio Cultural

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria De Flor em Flor

Fotografia de Cena: Qex Bittencourt

Programação Visual: Ricardo Zigomático

 

Em uma parceria com a Code Moda da ESPM-Sul foram desenvolvidos os figurinos e uma produção fotográfica:

Coordenadora do Design: Carolina Bustos

Orientação Code Moda: Fernando Bakos

Figurinista: Antonio Rabadan

Assistência: Vitória Tomé, Frederico Becker, Luiza Tramontina, Maria Eduarda Castro, Giovana Sbardelotto, Isabella Paixão e Guilherme Brenner.

Laboratorista: Mayara Reis

Monitora: Helena Dias

Realização: Teatro Sarcáustico

Apoio: Theatro São Pedro, Casa de Cultura Mário Quintana, ESPM e Quintal Cultural Produções

 

Saiba Mais

Sobre o Teatro Sarcáustico

O Teatro Sarcáustico foi fundado por artistas oriundos do curso de Artes Cênicas da UFRGS. Nestes anos de trabalho continuado, o grupo criou espetáculos ousados e impactantes como os sucessos Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá (Prêmios Açorianos e Braskem em Cena de Melhor Espetáculo e Direção, dentre outros) e Breves Entrevistas com Homens Hediondos (Prêmio Braskem em Cena de Melhor Espetáculo). O Sarcáustico tem mais de 10 anos de pesquisa continuada em artes cênicas, cujo trabalho vem se aprofundando nas questões do espaço, dramaturgia original e atmosfera performática. O repertório do grupo conta com espetáculos adultos, infantis, de performances urbanas e performances audiovisuais-transmídia.

Serviço:

18 e 19 de novembro – sábado às 21h e domingo às 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos:

Plateia: R$ 50,00
Cadeira extra: R$ 50,00
Camarote central: R$ 40,00
Camarote lateral: R$ 30,00
Galerias: R$ 20,00

Descontos:

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:

– até 15 anos mediante RG;

– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

50% para sócios AATSP em 100 ingressos (temporada) ou 30 ingressos (apresentação única);

50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário.

50% para professores da rede pública de ensino médio e fundamental (rede municipal e estadual)

 

Ingressos antecipados na bilheteria do Theatro São Pedro:

De segunda a sexta, das 13h às 18h30 ou até o horário de início do espetáculo
Sábados e domingos, das 15h até o horário de início do espetáculo

Vendas online: https://vendas.teatrosaopedro.com.br/

 

 

 

 

 

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