Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Tag

Theatro São Pedro

Documentário sobre Xico Stockinger estreia no dia 07 de dezembro nos cinemas

 Longa metragem dirigido por Frederico Mendina tem sessões na Cinemateca Paulo Amorim

Primeira produção da Pironauta e estreia de Frederico Mendina na direção, o documentário Xico Stockinger estreia no dia 07 de dezembro na Cinemateca Paulo Amorim, na Casa de Cultura Mario Quintana. O longa metragem teve sua primeira exibição pública na Mostra Especial Cinema Gaúcho, durante a programação da 40ª edição do Festival de Gramado.  Através de um olhar cuidadoso e delicado, o filme traz a fala do artista, sua obra, os lugares que fizeram parte de sua formação e seu ambiente de trabalho, além do depoimento de diversas pessoas de sua convivência ao longo de sua trajetória artística. O documentário cruza a carreira do artista com importantes fatos históricos apresentando, também, um pouco de sua vida como cidadão atuante na sua época.

Falecido em 2009, Xico produziu a maior parte de suas esculturas dentro de uma economia de cores e uma profusão de texturas. Muitas vezes utilizou técnicas para introduzir uma única cor em seus trabalhos. Essas características resultam em obras com certa austeridade, unindo força e técnica.

Stockinger foi um artista autodidata, teve sua formação toda baseada em estágios escolhidos dentro das suas necessidades e interesses, não tendo uma formação acadêmica tradicional.  Assim, e tomando as palavras do crítico de arte Paulo Herkenhoff, a obra de Xico “está mais vinculada a um humanismo do que a uma ideologia”, mesmo porque o artista não se filiou a nenhuma corrente, grupo ou escola específicos, guardando sempre uma independência em sua prática da arte.

O artista migrou para o Brasil após a I Guerra Mundial. Seu sonho era se tornar piloto de avião, mas sua origem austríaca o proíbe de concluir o curso quando o Brasil ingressa na II Guerra Mundial. Inicia como aprendiz do artista Bruno Giorgi, quando abraça um novo sonho: a  arte. A inabalável capacidade criativa de Xico ao longo da vida repercutiu entre seus contemporâneos e ainda ecoa na sociedade. Xico Stockinger mostra sua história, entremeada por eventos históricos, suas técnicas e suas obras. Um filme documentário sobre a importância da perseverança, sobre a necessidade de realização pessoal.

O documentário está em produção desde 2009, e foi patrocinado pelas empresas Petrobras e Banrisul e escolhido no Concurso “Rio Grande do Sul – Pólo Audiovisual” de Apoio a Projetos de Finalização de Obra Cinematográfica Brasileira de Longa-Metragem). A estreia comercial está prevista para o final de 2012, em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

No dia 04 de dezembro, diretor e equipe recebem convidados para a pré-estreia, às 21h, no Theatro São Pedro, local onde o artista trabalhou por diversos anos, durante a década de 1960, quando foi diretor do MARGS. A sessão será gratuita, mediante retirada de senha na bilheteria do Theatro a partir de terça-feira, 27 de novembro.

Para 2013, a Pironauta pretende fazer o lançamento nacional do documentário em São Paulo e Rio de Janeiro.

Sobre o diretor

Frederico Mendina nasceu em Porto Alegre, em 1973. É diretor de cinema autodidata desde 2007. É sócio da Pironauta, produtora focada em projetos audiovisuais de longa-metragem. “Xico Stockinger” é seu filme de estreia. O projeto nasceu da necessidade de preservar e fortalecer a cultura nacional.

Sobre a produtora

A Pironauta foi criada para atuar em produção audiovisual, com a missão de adequar as diferentes tecnologias e formatos às necessidades do mundo contemporâneo, ágil e multi-facetado. A estratégia de atuação é a formação de parcerias com produtoras e profissionais da área, resultando  em projetos como: Depois de Ser Cinza (ficção, digital, longa metragem); e Xico Stockinger (documentário, digital, longa metragem –patrocinado pela Petrobras, Banrisul e escolhido no Concurso “Rio Grande do Sul – Pólo Audiovisual” de Apoio a Projetos de Finalização de Obra Cinematográfica Brasileira de Longa-Metragem).

Sinopse

Xico Stockinger migra para o Brasil após a I Guerra Mundial. Seu sonho é se tornar piloto de avião, mas sua origem austríaca o proíbe de concluir o curso quando o Brasil ingressa na II Guerra Mundial. Inicia como aprendiz do artista Bruno Giorgi, quando abraça um novo sonho: a  arte. A inabalável capacidade criativa de Xico ao longo da vida repercutiu entre seus contemporâneos e ainda ecoa na sociedade. “Xico Stockinger” mostra sua história, entremeada por eventos históricos, suas técnicas e suas obras. Um filme documentário sobre a importância da perseverança, sobre a necessidade de realização pessoal.

Ficha Técnica

Entrevistados– Xico Stockinger, José Francisco Alves, Paulo Herkenhoff

Direção e Roteiro – Frederico Mendina

Assistentes de Direção – Betina Monteiro, Laura Salimen, Cacá Nazario

Produção – Frederico Mendina

Produção executiva – Clarissa Brites, Luciano Koch e Frederico Mendina

Direção de Produção – Luciano Koch e Frederico Mendina

Coordenação de Produção/RJ – Lucas Feitosa

Assistente de Produção – Cassiano Mendina, Alini Hammerschmitt

Direção de Fotografia – Eduardo N. Rosa

Operador de Câmera – Leonardo Maestrelli, Rodrigo Castro, Guilherme Carlin

Assistente de Câmera – Betina Monteiro

Eletricista e Maquinista – Fábio Catalane

Fotografia Still – Jean Schwarz

Produção Animação – Osso Filmes

Arte, Cenários e Direção das Animações – James Zórtea e Rodrigo John

Animação – James Zórtea, Rodrigo John, Adriana Hiller, Marina Kerber e Shir Anabor

Montagem e Finalização – Filipe Barros

Motion Graphics – Pedro Marques

Som Direto – Anderson “Chachá “Amaral Gorga, Benhur Machado, Bruno Carboni, Philippe Branco, Ernesto Candau e Rodrigo Gandolfi

Estúdio de Som, Edição, Mixagem e efeitos sonoros –  Fly Audio

Diretor Geral – Rafael Rhoden

Gravação e Mixagem  –  Rodrigo Rheinheimer

Foley – Julio Netto, Rodrigo Rheinheimer e DJ Piá

Desenho de Som – Julio Netto

Trilha Sonora Original – New

Músicos:

Violão – Diego Costa

Percussão – Giovanni Berti

Baixo e Guitarra – Rodrigo Rheinheimer

Flauta – Amauri Iablonovski

Pianos e Programação – New

Xico Stockinger

Sessão de pré-estreia

Dia 04 de dezembro, às 21h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Sessão gratuita, mediante retirada de senha na bilheteria do Theatro.

Estreia

Dia 07 de dezembro

Cinemateca Paulo Amorim – Casa de Cultura Mario Quintana

Debates VivoEncena na imprensa

 

Debates Vivo EnCena traz Claudio Fontana e o universo Shakesperiano para a pauta

Após estimular a reflexão sobre a humor na contemporaneidade, a iniciativa traz o ator e produtor Claudio Fontana para o Debates Vivo EnCena: A Arte Popular no Universo Shakesperiano, como tema de discussão no dia 24 de novembro, com entrada franca

O Programa Cultural Vivo EnCena traz a Porto Alegre mais uma edição dos Debates Vivo EnCena na cidade, tendo como convidado o ator e produtor Claudio Fontana. Com mediação de Expedito Araujo, curador do Programa Vivo EnCena e pesquisador em gestão cultural, a discussão tem entrada franca e é baseada na relação da arte popular que integra e que se revela no universo de muitas obras de Shakespeare, tendo como ponto de partida a montagem de “Macbeth”, em cartaz na cidade, nos dias 23, 24 e 25 de novembro.

O teatro exerce importante influência nos movimentos culturais de uma cidade, e, desta forma, o Debates Vivo EnCena: A Arte Popular no Universo Skakesperiano pretende ampliar o olhar sobre as performances do cotidiano, descobrir as possibilidades de (re)significação a partir dos discursos dos convidados e refletir sobre o papel da arte em contextos específicos. De acordo com Expedito Araujo, o projeto exerce um papel fundamental que ultrapassa os limites dos palcos: Em pauta está também o desejo de conhecer um pouco mais sobre o que está sendo feito em todas as regiões do país, como também vocações de determinadas regiões como espaços referenciais de compartilhamento e trocas artísticas a partir de projetos próprios que vão além do espetáculoexplica Araujo. “Sobretudo em Porto Alegre, onde o programa tem tido presença constante buscando se relacionar com os grupos locais, mesmo que ainda em estágio inicial. Teremos como convidado Claudio Fontana, ator do espetáculo “Macbeth”, que tem de direção de Gabriel Villela, mestre em trazer a arte popular para dentro da cena com o poder de comunicar e encantar àqueles que assistem suas criações. Com certeza será um debate primoroso, pois verticalizar este lugar no universo de Shakespeare, e que tanto se revela em Macbeth, é muito instigante” conclui.

A ação tem como objetivo a formação de plateia e de espectadores mais qualificada e também uma reflexão sobre o acesso ao conhecimento a partir das artes cênicas, já que o projeto sempre dialoga com um espetáculo do Programa Vivo EnCena, de forma continuada. No debate, o diálogo surge a partir da montagem de “Macbeth”, direção de Gabriel Villela.

Por meio de palestras e mesas redondas, o projeto Debates Vivo EnCena estimula o acesso ao conhecimento, reflexão e transformação a partir das inúmeras facetas relacionadas às artes cênicas. Dessa forma, em Porto Alegre, coloca em debate o tema A Arte Popular no Universo Shakesperiano. Oencontro acontece no dia 24 de novembro, às 16h, com entrada franca no Café do Teatro, do Theatro São Pedro.

O Debates Vivo EnCena é uma oportunidade especial de o programa inserir a discussão sobre cultura e teatro dentro do cenário artístico atual, a partir de uma mostra singular e cada vez mais precursora para o público.

Sobre Claudio Fontana

Claudio Fontana é ator e produtor teatral. Fez seis anos de teatro amador em São Paulo no Esporte Clube Pinheiros e iniciou sua carreira profissional no teatro, em 1990 em “VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU”, de C. A. Soffredini, direção de Gabriel Villela, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio APETESP de Revelação. A partir de então, alternou trabalhos em TV, teatro e cinema. Em teatro, destacam-se “MACBETH” (onde interpreta LADY MACBETH) e “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR”, onde contracenou com PAULO AUTRAN; “PÓLVORA E POESIA”, “A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA”, “FELIZ ANO VELHO” e “TRAÇAS DA PAIXÃO”, de Alcides Nogueira; “PÉROLA”, de Mauro Rasi e “ANDAIME”, de Sergio Roveri. Sob a direção de Gabriel Villela, “MARY STUART”, de Schiller, “A GUERRA SANTA”, de Luis Alberto de Abreu e “CALÍGULA”, de A. Camus (2010). Foi dirigido por Marcio Aurélio, Enrique Diaz, Elias Andreato, Mauro Rasi, José Possi Neto e Fernando Guerreiro. Na TV, gravou “REI DAVI”, minissérie na TV RECORD, onde interpretou JONATAS, “CIRANDA DE PEDRA”, “AMERICA”, a minissérie “UM SÓ CORAÇÃO”, “SEUS OLHOS”, “FERA FERIDA”, “AS PUPILAS DO SR. REITOR”, “DEUS NOS ACUDA”, “O AMOR ESTÁ NO AR”, entre outras. No cinema, fez “I HATE SÃO PAULO”, longa que participou da Mostra Internacional de São Paulo de 2003, e “ZICO, O FILME”, sobre a vida do ex-jogador. Estreou como produtor teatral de espetáculos em “UMA COISA MUITO LOUCA”, de Flávio de Souza. Em 2001, produziu e atuou em “PÓLVORA E POESIA”, de Alcides Nogueira, espetáculo vencedor de três Prêmios Shell, com o apoio do Prêmio Flávio Rangel da Secretaria de Estado da Cultura. Em 2002/2003, produziu e atuou em “A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA”, com a atriz Walderez de Barros. Em 2005/2006, atuou e produziu “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR”, com Paulo Autran, direção de Elias Andreato. Em 2007/8, produziu e atuou em “ANDAIME”, com Cássio Scapin. Em 2008, produziu POR UM FIO, de Drauzio Varella, com Regina Braga e Rodolfo Vaz. Em 2008/09/10 atuou e produziu “CALÍGULA”, com Thiago Lacerda e VESTIDO DE NOIVA, com Leandra Leal e Marcello Antony. Em 2011, produziu “CRÔNICA DA CASA ASSASSINADA”, de Dib Carneiro Neto, ESPETÁCULO VENCEDOR DO PRÊMIO CONTIGO DE MELHOR DRAMA baseado no livro de Lucio Cardoso, com Xuxa Lopes e “MOZART APAGA A LUZ”, infantil de Christine Rohrig sobre a vida do compositor austríaco e ainda HÉCUBA, de Eurípides, com a atriz Walderez de Barros. Em 2012, produz “MACBETH”, com Marcello Antony, direção de Gabriel Villela, e “HAMLET”, com Thiago Lacerda, direção de Ron Daniels.

Sobre Expedito Araujo

Curador do programa cultural Vivo EnCena, pesquisador na área de gestão cultural, com formação em artes cênicas e ciências sociais, tem mais de 10 anos de experiência na área de gestão no setor público. Destaca-se por sua atuação no processo de elaboração de diretrizes do “Projeto Bando a Parte”, do Teatrão, de Coimbra, em Portugal. Autor do livro “Núcleo Vocacional, Criação e Trajetória” (Editora SMC-SP/ 2008) e de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.

Sobre o Vivo EnCena

Programa cultural para as artes cênicas, o Vivo EnCena estimula a conexão  de projetos e promove o intercâmbio de pessoas em diferentes estágios de suas carreiras. A ideia é pensar o teatro além do espetáculo e, dessa forma, estabelecer ações voltadas para difusão, circulação, mobilização e formação por todo País, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ações transformadoras no âmbito das artes cênicas.

O Vivo EnCena é realizado há dois anos em 18 estados brasileiros. Já patrocinou mais de 50 projetos continuados, além de realizar ações próprias e, também, a curadoria do Teatro Vivo e do Grande Auditório do MASP, situados na capital paulista. O programa utiliza o teatro como ferramenta viva de acesso, reflexão, inclusão, autonomia e transformação com o intuito de favorecer os resultados positivos sobre a trajetória e sustentabilidade de todos.

Debates Vivo EnCena: A Arte Popular no Universo Shakesperiano, com Claudio Fontana e mediação de Expedito Araujo

24 de novembro, sábado, às 16h

 Café do Teatro – Theatro São Pedro

Entrada Franca (Entrada 30min antes do horário de início do Debates)

Mais informações: Twitter @vivoencena e facebook vivoencenaII

Antônio e Bruno Fagundes no Jornal do Almoço

Confira aqui a entrevista para o Jornal do Almoço da última sexta-feira com os atores.

Vermelho na imprensa

 

 

Orquestra Eintracht na imprensa

Orquestra Eintracht na Zero Hora de hoje

“Sons do Coração” chega ao Theatro São Pedro no dia 14 de novembro:

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑