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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Theatro São Pedro

Hector Babenco dirige Bárbara Paz e André Bankoff em primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille

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Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Porto Alegre ocorrem no Theatro São Pedro nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro

 

Inicia por Porto Alegre a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro, no Theatro São Pedro.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Curitiba (21, 22 e 23 – teatro Paulo Autran), Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15 e 16 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00, com descontos de 50% para os 200 primeiros sócios do Clube do Assinante (após, 20%). As vendas iniciam no dia 31 de janeiro, na bilheteria do teatro.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Porto Alegre

14 e 15 de fevereiro | 21h

16 de fevereiro | 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos: R$ 20,00

Descontos: 50% de desconto para Clube do Assinante (200 primeiros. Após, 20% de desconto)

Início das vendas em 31 de janeiro

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Vivo traz o Grupo Ponto de Partida de volta a Porto Alegre, com o espetáculo PAR, um musical apaixonante!

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A elogiada trupe mineira, retorna à capital gaúcha com o espetáculo PAR nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Theatro São Pedro

Com patrocínio da Vivo, através do projeto Vivo EnCena, o Grupo Ponto de Partida, depois de encantar o público gaúcho com o espetáculo “Pra Nhá Terra”, retorna a Porto Alegre com PAR, um musical apaixonante! Com visual arrebatador, o mais novo espetáculo da trupe, canta o PAR em seus vários tons, através de canções de Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Dorival Caymmi, Milton Nascimento, Rita Lee, entre outros. Porto Alegre é a sexta cidade brasileira a receber o musical, nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, encerrando a turnê de 2013. No dia 1º, após o espetáculo, acontece uma edição da série “Encontros Vivo EnCena”, que conta com a participação do Grupo a partir do tema “Teatro e Transformação” com mediação de Expedito Araujo, curador do projeto.

PAR dá continuidade à pesquisa do Ponto de Partida de uma linguagem e uma estética para o musical brasileiro, em que o ator é o centro do espetáculo. Ele canta, dança, interpreta e constrói, com sua ação, o espaço cênico.  Nesse espetáculo, no entanto, mais do que em qualquer outro do grupo, a música é soberana – toda a história é contada por ela. Com formação instrumental ao vivo de violão (Gilvan de Oliveira), sax (Cléber Alves) e percussão (Serginho Silva), a música se divide entre esse trio, os atores e adereços que, de quando em vez, se transformam em instrumentos percussivos.

PAR é um espetáculo que tem como tema a relação e seus inúmeros tons: o enamoramento, a paixão, o ciúme, a dor, os encontros, os desencontros, a celebração do amor. Para caminhar por esse tema com delicadeza e humor, o Grupo elegeu músicas de Chico Buarque, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Ary Barroso, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Vander Lee, Cartola, Rita Lee e canções de Pablo Bertola e Lido Loschi, especialmente compostas para o espetáculo. A direção musical e os arranjos são de Gilvan de Oliveira.

A plasticidade e a beleza são objetivos incessantemente buscados pelo Ponto de Partida em todas as suas montagens. O figurino, o desenho cênico, a luz são instrumentos fundamentais na construção desse resultado. Em PAR, a pesquisa de luz feita por Jorginho de Carvalho e o Grupo avança e a iluminação tem um resultado mágico que, com certeza, encantará a plateia.

Como a proposta era fazer um espetáculo dançante, o Ponto de Partida trouxe da Alemanha para incorporar-se à sua equipe técnica, o bailarino e coreógrafo Wagner Moreira, professor convidado em 2013 da Universidade de Dança de Dresden – Palucca Hochschüle für Tanz, que assina a preparação corporal e coreografias de PAR, um espetáculo que, galantemente, convida o público para dançar.

O retorno a Porto Alegre consolida a parceria do Programa Vivo EnCena com o Ponto de Partida e também reforça a relação do Grupo com a cidade que, desde o primeiro contato, em 2001, foi maravilhosa. O Ponto de Partida esteve pela primeira vez na cidade com a montagem Viva o Povo Brasileiro, integrando a programação do festival de teatro internacional Porto Alegre Em Cena. Em 2011, acompanhados dos Meninos de Araçuaí, lotaram o São Pedro com as apresentações de Pra Nhá Terra, marcando o lançamento do DVD do espetáculo.

 “O Vivo EnCena é voltado especialmente para projetos envolvidos em processos contínuos e que visam a formação, reflexão e transformação a partir do fazer teatral, comprometidos com pesquisas de linguagem e com o compartilhamento de metodologias, inovações, experiências e resultados. A parceria com o Ponto de Partida é um exemplo vivo de nossa ação”, afirma Expedito Araújo, curador artístico do Vivo EnCena. Além das apresentações dos espetáculos, outras ações vêm sendo possibilitadas, como workshops e intercâmbio com outros grupos culturais não só de Minas, mas do país inteiro.

Com 32 anos de trajetória, o Grupo Ponto de Partida estabeleceu-se como uma referência na investigação teatral. Pesquisou e desenvolveu uma linguagem única para musicais brasileiros e construiu uma dramaturgia inédita a partir da obra de autores como Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Manoel de Barros, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós e compositores como Milton Nascimento e Chico Buarque. O grupo formou-se tecnicamente com os principais nomes do país – Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Cacá Carvalho, Jorginho de Carvalho, Babaya, Gilvan de Oliveira, para citar alguns. E é também o responsável pela criação e coordenação dos projetos Coro Meninos de Araçuaí, Bituca: Universidade de Música Popular e Corredor Cultural Ponto de Partida.

A turnê, que começou em abril na cidade de Vitória, já passou por Belo Horizonte, Salvador, Recife, Belém e Manaus e se encerra em Porto Alegre. As apresentações acontecem nos dias 30 de novembro, às 21h, e 1º de dezembro, às 18h, no Theatro São Pedro, com ingressos entre R$ 30,00 e R$ 10,00 e desconto para Clientes Vivo Valoriza. As entradas já estão à venda na bilheteria do teatro.

ENCONTROS VIVO ENCENA

Após a apresentação no dia 1º de dezembro, domingo, a diretora Regina Bertola e integrantes do Grupo Ponto de Partida participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo.

A série “Encontros Vivo EnCena – Teatro e Transformação” pretende envolver o público em geral da sessão de domingo, dia 1º, para trocas de experiências. O espetáculo retrata os vários tons do amor, e cria uma rica discussão sobre o papel das ralações na sociedade, os caminhos da arte e do amor. Entrada Franca para o público da sessão do espetáculo no dia 1º. (Como uma ação cultural integrada, restrito ao público da sessão do espetáculo no dia 1º).

SOBRE O PROJETO CULTURAL VIVO ENCENA

O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.

“PAR”

ROTEIRO

NEM EU (VINHETA) – Dorival Caymmi

NA BAIXA DO SAPATEIRO (VINHETA) – Ary Barroso

VENETA – Edu Lobo e Chico Buarque

SENHOR DELEGADO – Antoninho Lopes, Jaú

MARIA BOA – Assis Valente

QUANDO ESSE NEGO CHEGA – Haroldo Barbosa

CARINHOSO – Pixinguinha e João de Barro (Braguinha)

POUT POURRI – CECÍLIA (Chico Buarque  e Luís Cláudio Ramos), BEBEL (Tom Jobim), DORA (Dorival Caymmi), LUIZA (Tom Jobim)

A NOIVA DA CIDADE – Francis Hime e Chico Buarque

PAR – Pablo Bertola e Lido Loschi

A VIZINHA DO LADO – Dorival Caymmi

XOTE DA CONQUISTA – Pablo Bertola e Júlia Medeiros

INTERESSA? – Carvalhinho

CHAZINHO COM BISCOITO – Vander Lee

BISCATE – Chico Buarque

FAÇAMOS (VAMOS AMAR) – Cole Porter e Carlos Rennó (versão)

VALSINHA – Vinícius de Moraes, Chico Buarque

SEM COMPROMISSO (VINHETA) – Geraldo Pereira, Nelson Trigueiro

O DENGO QUE A NEGA TEM – Dorival Caymmi

DEIXA A MENINA – Chico Buarque

SOU EU – Ivan Lins e Chico Buarque

CHORO BANDIDO (VINHETA) – Edu Lobo e Chico Buarque

FRUTA BOA – Milton Nascimento e Fernando Brant

CASO SÉRIO – Rita Lee e Roberto de Carvalho

O QUERERES – Caetano Veloso

EU TE AMO – Tom Jobim e Chico Buarque

O QUE ERA DOCE (VINHETA) – Pablo Bertola e Lido Loschi

PAR (INCIDENTAL) – Pablo Bertola e Lido Loschi

OUTRA VEZ – Isolda

HÁ DE TER ALGUÉM – Pablo Bertola e Lido Loschi

ELENCO – GRUPO PONTO DE PARTIDA

Ana Alice Souza, Carolina Damasceno, Dani Costa, Érica Elke, João Melo, Júlia Medeiros, Lido Loschi, Lourdes Araújo, Pablo Bertola, Renato Neves, Ronaldo Pereira, Soraia Moraes

BANDA

Cleber Alves – Sax

Gilvan de Oliveira – Violão

Serginho Silva – Percussão

FICHA TÉCNICA

CONCEPÇÃO: Ponto de Partida

DIREÇÃO GERAL E DRAMATURGIA: Regina Bertola

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: João Melo

MÚSICAS ORIGINAIS: Pablo Bertola, Lido Loschi e Júlia Medeiros

DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS: Gilvan de Oliveira

ASSISTENTE DE DIREÇÃO MUSICAL: Pablo Bertola

PREPARAÇÃO VOCAL: Babaya

COREOGRAFIAS E PREPARAÇÃO CORPORAL: Wagner Moreira

CENÁRIO: Alexandre Rousset, Tereza Bruzzi e Ponto de Partida

FIGURINO: Alexandre Rousset e Tereza Bruzzi

ASSISTENTE DE FIGURINO: Beth Carvalho

CONFECÇÃO DE FIGURINO: Ateliê Vera Viol e Rita Moreira

ILUMINAÇÃO: Jorginho de Carvalho

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO, MONTAGEM E OPERAÇÃO DE LUZ: Rony Rodrigues

SONORIZAÇÃO: Murillo Corrêa e Cia

FOTOS: Guto Muniz e Waldir Damasceno

PROJETO GRÁFICO: Greco Design

ADAPTAÇÃO GRÁFICA: Diego Ribeiro

Produção executiva – Diego Ribeiro

Assistência de produção – Fátima Jorge, Karine Montenegro e Ronaldo Pereira

Equipe de divulgação e mobilização – Carolina Damasceno, João Melo e Lido Loschi

Administração – Dulce Dias e Fernanda Fróes

Assessoria de imprensa nacional –  Vicente Negrão

Produção local – Bendita Ideia – Jandora Alvim e Daniela Mazzilli

Assessoria de imprensa local – Bruna Paulin

 Coordenação de Produção – Júlia Medeiros e Pablo Bertola

Direção geral – Regina Bertola

Patrocínio – Vivo

Realização – Ponto de Partida

SERVIÇO

 PAR – Um musical apaixonante!

 Dias 30 de novembro e 1º de dezembro – sábado às 21h e domingo às 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Duração: 60 minutos

Classificação: 10 anos

Ingressos: R$ 30,00 (plateia), R$ 20,00 (camarotes centrais), R$ 15,00 (camarotes laterais), R$ 10,00 (galerias)

Início das vendas em 01 de novembro

Clientes Vivo Valoriza e funcionários Vivo têm 50% de desconto para comprar até 02 ingressos. Devem apresentar fatura recente paga ou voucher Programa Vivo Valoriza. No caso de funcionários, crachá Telefônica ou Vivo. Para todos ainda é necessário apresentar documento de identificação com foto. Desconto válido somente para o titular e não cumulativo com outras promoções e/ou descontos.

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