Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Tag

Porto Alegre

Cine Esquema Novo Expandido apresenta em Porto Alegre e no Rio de Janeiro seleção exclusiva da seção Forum / Forum Expanded do Festival de Berlim

arte_oficial_baixa_v1

A “programação mais ousada da Berlinale” ganha uma semana dedicada a alguns dos seus principais filmes e videoinstalações exibidos na edição deste ano do festival alemão

 

As cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro recebem em novembro a edição de 2015 do Cine Esquema Novo Expandido – a mostra especial do festival Cine Esquema Novo que, intercalada a cada ano com sua versão principal e competitiva, oferece ao público um recorte mais específico das relações entre o cinema autoral e a videoarte no Brasil e no mundo.

O Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 apresenta, entre 03 e 08 de novembro em Porto Alegre e entre 19 a 25 do mesmo mês no Rio de Janeiro – integrando a programação da Semana dos Realizadores – uma curadoria de obras exibidas no mês de fevereiro na seção Forum / Forum Expanded: oficialmente, “a programação mais ousada do Festival de Cinema de Berlim”. O Forum surgiu nos anos 1970, enquanto contraponto cultural e narrativo à competição mainstream da Berlinale.

Os filmes do Fórum equilibram-se sempre na fértil linha que perpassa a arte e o cinema – explorando, segundo seus curadores alemães, “o Avant Garde, as obras experimentais, os ensaios, as observações de longo prazo, a reportagem política e as paisagens cinematográficas que ainda estão por ser descobertas”. Trata-se de uma missão de referência no panorama audiovisual global, e que tornou-se ainda mais aguda a partir de 2006 com a implementação do Forum Expanded – o programa que ocupa diversos espaços da cidade de Berlim com filmes, vídeos, instalações e trabalhos de performance, “fornecendo uma perspectiva crítica e um sentido expandido para a cinematografia”.

E é sobre este universo que os curadores convidados e sócios do CEN, Gustavo Spolidoro e Jaqueline Beltrame, trabalharam para montar a programação que chega às duas cidades brasileiras com entrada gratuita. Entre os artistas / realizadores selecionados para o Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 estão nomes como os canadenses Guy Maddin e Evan Johnson (“The Forbidden Room”, exibido nos festivais de Sundance, Copenhagen, Barcelona e Istambul), a israelense Silvina Landsmann (com o documentário político “Hotline”), o mexicano Joshua Gil (discípulo de Patricio Guzmán e Carlos Reygadas, que lhe ajudou na fase final de “La Maldad” que o CEN exibe nesta edição), o libanês Akram Zaatari (com o impressionante ensaio visual “Twenty-Eight Nights and a Poem” que estreia este mês no MoMA em Nova York) e os portugueses João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata (com “Iec Long”, onde voltam a explorar o imaginário industrial da Macau, na Ásia). Completam a programação, entre filmes e videoinstalações, obras de Basma Alsharif (Palestina, “A Field Guide to the Ferns”), Janina Herhoffer (Alemanha, “Freie Zeiten – After Work”) e os brasileiros Felipe Bragança (“Escape From My Eyes”), Filipe Matzembacher e Márcio Reolon (“Beira Mar”), Fred Benevides (“Viventes”) e Arthur Tuoto (ganhador da Competição Brasil do Cine Esquema Novo 2014 com o filme-ensaio “Aquilo que Fazemos com as Nossas Desgraças” e que participa do CEN-E com o video loop exibido em Berlim “Je Proclame la Destruction”).

Para Jaqueline e Spolidoro, esta é uma seleção marcada por um olhar artístico que percorre caminhos pouco explorados. “São trabalhos que transitam entre espaços e plataformas, seja na sala de cinema ou na galeria, apresentando uma liberdade formal e narrativa aberta a radicalismos, estranhamentos e ebulição social”.

O Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, com correalização da Prefeitura de Porto Alegre – Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura e Goethe-Institut Porto Alegre. Programação e locais em breve, no site: www.cineesquemanovo.org.

Sapataria Vinícius Dapper na Semana de Moda de Paris

vinicius dapper_credito_tiagocoelho

Marca integra desfile da marca Neith Neyer com 30 pares de sapatos desenvolvidos exclusivamente para o evento

No dia 07 de outubro a Sapataria Vinícius Dapper chega a Paris para participar do desfile da marca Neith Neyer, do estilista mineiro Francisco Terra, na célebre Semana de Moda francesa. A parceria entre a Neith Nyer e Vinícius Dapper levou à criação conjunta de 30 pares de sapatos exclusivamente para o desfile, os quais foram confeccionados no Atelier de Dapper, em Novo Hamburgo.

Há pouco mais de três anos no mercado dos sapatos de luxo, a Sapataria desponta como referência de inovação e exclusividade, conjugando a qualidade dos produtos de primeira linha com o requinte que só a alta costura tem a oferecer. Além dos pares confeccionados na numeração padrão, a marca produz sapatos sob medida. Nesse caso, a criação é verdadeiramente feita a quatro mãos, pois o cliente participa do desenvolvimento inicial juntamente com Vinícius Dapper, com todo aconchego oferecido pelo Studio da Sapataria, que fica no Bairro Bonfim, em Porto Alegre.

Conheça a Sapataria Vinicius Dapper

O designer Vinícius Dapper lançou sua marca de sapatos artesanais há três anos, oferecendo produtos sob medida que mais parecem obras de arte. A sapataria com seu nome é resultado de uma grande paixão por sapatos, arte e criatividade. Todas as peças são criadas com matérias primas rigorosamente selecionadas, desenvolvidas por uma pequena equipe de artesãos.

A marca conta com atelier em Novo Hamburgo, RS, para a confecção de suas peças. Em Porto Alegre, o sapateiro recebe seus clientes em um estúdio no Bairro Bom Fim, onde disponibiliza algumas peças em pronta entrega com o selo Forvoleta, além de atender os pedidos sob medida.

“Vemos o desenvolvimento de sapatos como um processo amplo, que ousa realizar os desejos de quem irá calçá-los. Ter nas mãos o lápis e o papel, imaginar um belo par de pés e deixar a mente voar longe é apenas o primeiro passo na busca da harmonia perfeita. Mais do que o pedestal para a obra prima, o par de sapatos tem a função de tornar perfeita a produção, o que torna desafiador o ofício de conjugar o lúdico com a excelência técnica”, afirma Dapper, que já trabalhou em marcas como Cole Haan, Puma, Franco Sarto e Havaianas.

Em novembro de 2014, as criações de Dapper puderam ser conferidas no desfile de Helen Rödel em Xangai, na China, durante o Discover the Brazilian Originality Beyond Trens, promovida pela Apex-Brasil, em parceria com a Abest, a Abit, por meio do Programa Texbrasil, e a Abicalçados.

A dupla trabalhou pela primeira vez em parceria para esse projeto, que resultou em dez modelos de sapatos para os looks de verão 2015 da estilista. A coleção tem inspirações em nós náuticos e nos Anos 1920. Na cartela de cores, creme, bordô, branco, marinho e ouro. Todas as peças são produzidas manualmente em crochet e tricot. Os sapatos seguem a mesma inspiração, com aplicações em crochet e arremates em fios de ouro nos cadarços. “O desenvolvimento do trabalho foi uma experiência espetacular. Nossas criações têm muito em comum, pois são peças artesanais, com um extremo cuidado com a qualidade e delicadeza do feito à mão”, revelam.

https://www.facebook.com/vdapper | http://www.viniciusdapper.com/

Instagram @viniciusdapper

“Tóin – dança para bebês” tem apresentações no Mês da Criança

toin1_credito_stefanitelles

Espetáculo dirigido para bebês de zero a três anos e seus cuidadores promove sessões no Instituto Ling, Teatro do Sesc, Theatro São Pedro e Livraria Cultura

Após integrar a programação de aniversário do SESC Palladium em Belo Horizonte, o espetáculo Tóin – dança para bebês comemora o Mês das Crianças com apresentações no Instituto Ling, Teatro do Sesc, Theatro São Pedro e Livraria Cultura.

Tóin é realizado pela Muovere Cia. de Dança de Porto Alegre, dirigido por Jussara Miranda e Diego Mac, e composto de duas atividades: um espetáculo seguido de uma oficina, que estreou em 2012. Destinado para bebês e acompanhantes, o espetáculo é inspirado em livros imagens da literatura infantil, poemas, vídeos da internet e histórias de infância contadas pelos bailarinos.  O público também participa de uma “oficininha”, onde bebês e acompanhantes se juntam aos bailarinos para brincar de dançar, coordenada pela bailarina e tradutora de libras Joana Amaral.
Sambalelê, Rodamoínho, Menina Flor, Dança das mãos, dos cabelos e dos Palitos são algumas das músicas compostas por Marcelo Delacroix e Beto Chedid para as coreografias inspiradas nos personagens do espetáculo: Menina Flor, Menino Mola, Homem Ventania e Menina Papel. Os figurinos de Antonio Rabadan foram criados a partir da simplicidade e efeitos refletivos, bem como os bonequinhos que acompanham a oficininha. A iluminação de Mauricio Moura dá o tom da brincadeira, e Jussara Miranda e Diego Mac cuidam da delicadeza das formas e movimentos, traduzindo o encantamento de personagens no encontro com os jogos e brincadeiras coreografadas. No elenco estão os bailarinos Joana Amaral, Carini Pereira, Eduardo Richa,  Nilton Júnior e Didi Pedone.
Vencedor do Prêmio Funarte Klauss Vianna 2011, Tóin foi o primeiro projeto no gênero “dança” dedicado para os bebês, tendo realizado mais de 150 apresentações para um público de 10.000 pessoas.

A programação especial do Mês da Criança inicia com apresentações no Instituto Ling no dia 04 de outubro, às 15h e 17h. Nos dias 10 e 11, o público poderá conferir Tóin no Teatro do Sesc, às 16h. No Dia da Criança, a dança para bebês está marcada para às 14 e 16h no auditório da Livraria Cultura, e nos dias 24 e 25, no Theatro São Pedro, com sessões às 11h e 15h no sábado e às 15h no domingo.

Para saber mais, acesse: https://dancaparabebes.wordpress.com/

 

Serviço:

INSTITUTO LING
Dia 04 de outubro – 15h e 17h
Ingressos: R$ 40,00 | 50% – 0 a 15 anos, estudantes e idosos, mediante comprovação.
À venda no site do Instituto Ling e no local, uma hora antes do espetáculo
Endereço: R. João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre – RS, 90470-260
Telefone: (51) 3533-5700
Estacionamento gratuito; fraldário; ambiente climatizado e estacionamento para carrinhos

TEATRO DO SESC RS
Dias 10 e 11 de outubro – 16h
Ingressos: R$ 40,00 | 50% – 0 a 15 anos, estudantes e  idosos, mediante comprovação.
Pontos de venda antecipada a partir de 28/09 nos locais:

Livraria Bamboletras – Rua Lima e Silva, 776 – fone 3221-8764

Café do Duque – Rua Duque de Caxias -1354 –  fone 3254-0308

Ingressos já disponíveis através do site: http://www.entreatosdivulga.com.br/#!tin—dana-para-bebs/c1a7s

E no local, uma hora antes do espetáculo.
Estacionamento próximo, Fraldário, Ambiente climatizado, Estacionamento para carrinhos
AUDITÓRIO DA LIVRARIA CULTURA
Dia 12 de outubro – 14h e 16h
Ingressos: R$ 40,00 | 50% – 0 a 15 anos, estudantes e  idosos, mediante comprovação.
Pontos de venda antecipada  partir de 28/09 nos locais:

Livraria Bamboletras – Rua Lima e Silva, 776 – fone 3221-8764

Café do Duque – Rua Duque de Caxias -1354 –  fone 3254-0308

Ingressos já disponíveis através do site: http://www.entreatosdivulga.com.br/#!tin—dana-para-bebs/c1a7s

E no local, uma hora antes do espetáculo.

(Estacionamento Shopping Bourbon; fraldário próximo à livraria; ambiente climatizado e estacionamento para carrinhos)

THEATRO SÃO PEDRO- SALA DE EXPOSIÇÕES
Dia 24/ sábado: sessões 11h e 15 horas
Dia 25/ domingo: sessão única – 15h
Ingressos: R$ 40,00 | 50% – 0 a 15 anos, estudantes e idosos, mediante comprovação.
À venda na bilheteria do teatro a partir de 25/09. E uma hora antes do espetáculo
Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico. Telefone (51) 3227-5100
(Estacionamento anexo ao teatro; fraldário; ambiente climatizado e estacionamento para carrinhos de bebês)

Saiba Mais:

 

Sobre a Muovere Cia de Dança

Fundada em 1989, a Muovere Cia de Dança Contemporânea atua nas atividades de produção, fomento, formação e pesquisa em dança. Em seu repertório constam 18 produções de espetáculos, 05 performances de rua, 05 projetos de inclusão social.
O interesse por trabalhar com a dança para bebês surgiu em 2008, por conta da pesquisa de mestrado realizada pela mentora e diretora Jussara Miranda, na região de Andaluzia/Espanha, quando foi possível verificar ações dirigidas à pequena infância.

Ao identificar a carência de programas artísticos originais destinados ao público de bebês, a Muovere Cia adotou a tarefa de mediar esse encontro, resultando no Tóin, uma proposta inovadora e inédita no Rio Grande do Sul.

Entre os principais Prêmios recebidos, constam:

PRÊMIO FUNARTE KLAUSS VIANNA/ 2014

PRÊMIO FUNARTE ARTES DE RUA/ 2012

PROCULTURA/ MINC 2011

PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA/ MINC (2006 e 2011)

PRÊMIO INCENTIVO A PRODUÇÃO CULTURAL/ IEACEN (02 edições)

PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS: RESIDÊNCIA ARTÍSTICA EM PONTOS DE CULTURA/MINC (2008, 2009, 2010)

FUMPROARTE/ SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE PORTO ALEGRE/ SMC (2010, 2011)

PRÊMIO AÇORIANOS DE DANÇA/ SMC (1983, 1986, 1989, 2001, 2004 e 2005)

CIRCULAÇÃO FUNARTE/ MINC (2005)

EM CENA BRASIL/ MINC (2001, 2003)

Zaoris tem apresentações em sete locais de Porto Alegre

zaoris_creditofelipecampal (3)

Espetáculo inspirado nos contos e lendas de João Simões Lopes Neto tem entrada franca a partir de 29 de setembro

O espetáculo Zaoris retorna a cartaz a partir de 29 de setembro, com oito apresentações em sete locais de Porto Alegre, com entrada franca. A montagem inspirada no universo de Simões Lopes Neto estreou em abril deste. Baseado nos contos e lendas do escritor pelotense, o espetáculo mergulha no universo do escritor e traz à cena duas lendas e nove canções criadas a partir da obra do escritor que é considerado a principal figura do regionalismo rio-grandense.

Zaoris conta com quatro atores e seis músicos em cena, com composições de Ita, Dico e Fernando Keiber. O musical que tange as lendas e contos simonianos através da narrativa transmitida pela oralidade, onde diversas vozes representam o estereótipo do contador de causos Blau Nunes. Intercalando lendas e canções, Zaoris relê o gaúcho dos séculos 19 e 20 e o apresenta no século 21, simbolizando os valores que sobrevivem ao tempo.

A direção de cena é de Adriane Mottola e direção musical de Fernando Keiber. Marco Froncjowiak e Maura Sobrosa Ramos assinam a cenografia, Fernando Ochôa a iluminação e Alexandre Magalhães e Silva os figurinos.

Zaoris será encenado em sete locais da cidade, até os dias 11 e 12 de outubro, onde encerra a segunda temporada com apresentações na Redenção, às 19h. O espetáculo poderá ser assistido no dia 29 de setembro na Escola Liberato Salzano às 16h30, e no dia 30, na Escola Prof. Judith Macedo de Araújo às 16h. Em outubro, as performances estão agendadas para o dia 06, na Escola Nossa Senhora de Fátima, no dia 07, no Ginásio da CECORES, dia 08 no Centro de Promoção da Criança e do Adolescente S. Francisco de Assis, e no dia 09 na Arena do Centro Vida.

A Realização é da Gaia Cultura e Arte, através do projeto contemplado em Edital do FAC – prêmio Iacen, com financiamento do Pró-Cultura RS, e apoio institucional Prefeitura Municipal de Porto Alegre/Secretaria de Governança/Centros Administrativos Regionais.

Saiba Mais

Zaoris

Figura pertencente ao folclore, o Zaori refere-se à pessoa nascida numa Sexta- Feira santa. Possuidora de dons especiais, seus olhos, muito brilhantes, de um brilho mágico e misterioso possuem o poder de ver através de corpos opacos, terras ou montanhas, assim conseguindo localizar tesouros escondidos.

ROTEIRO

Música – GENEROSO (Ita Keiber) – sobre a lenda O Anguera

Música – Trezentas Onças (Ita Keiber) – sobre conto homônimo

Lenda – Zaoris (João Simões Lopes Neto – 1913)

Música – Zaoris (Dico Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda homônima

Música – Mãe do Ouro (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda A Mãe do Ouro

Música – À Sombra da Salamanca (Fernando Keiber) – sobre a lenda A Salamanca do Jarau

Música – Casa Branca (Ita Keiber) – sobre a lenda A Casa de M’Bororé

Lenda – A M’boitatá (João Simões Lopes Neto – 1913)

Música – Noite Grande (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre a lenda A M’boitatá.

Música – Sumidouro (Fernando Keiber e Ita Keiber) – sobre o conto No Manantial

Música  – Uiara  (Ita Keiber) – sobre a lenda A Uiara

FICHA TÉCNICA

REALIZAÇÃO: Gaia Cultura & Arte

COORDENAÇÃO GERAL: Márcia Giovana da Costa

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Alexandre Mattos Meireles (Lua Nova) e Duda Keiber (222 Produtora)

PRODUÇÃO LOCAL: Tiago Wyse (Porto Alegre/RS)

COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA: Natália da Costa Weingartner e Jamile Pereira

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Mariele Salgado e Bruna Paulim

DIREÇÃO MUSICAL: Fernando Keiber

DIREÇÃO DE ATORES: Adriane Mottola

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Luciana Tondo

CENOGRAFIA: Marco Fronckowiak e Maura Sobrosa Ramos

CRIAÇÃO DE ILUMINAÇÃO: Fernando Ochôa

FIGURINOS: Alexandre Magalhães e Silva

MÚSICOS

Voz: Fernando Keiber

Guitarra: Titeu Moraes

Baixo: Paulo Liska

Bateria: Duda Cunha

Percussão: Rafael Pavão

Acordeon: Matheus Kleber

ATORES

Paulo Roberto Farias

Mariana Rosa

Danuta Zaghetto

Rodrigo Mello

Serviço

Zaoris – apresentações gratuitas setembro e outubro 2015

Sarandi

29/09 – 16h30min

EMEB Dr. Liberato Salzano Vieira da Cunha – Rua Xavier de Carvalho, 274

Partenon

30/09 – 16h00min

Escola Prof. Judith Macedo de Araújo – Rua Saul Constantino, 100

Bom Jesus

06/10 – 16h

Escola Nossa Senhora de Fátima – Rua A, nº 15

Restinga

07/10 – 16h

Ginásio da CECORES – Centro de Comunidade Vila Restinga – Av. Economista Nilo Wulff, 1

Lomba do Pinheiro

08/10 – 16h

CPCA – Centro de Promoção da Criança e do Adolescente S. Francisco de Assis –  Av. João de Oliveira Remião, 4444

Rubem Berta

09/10 – 16h

Arena do Centro Vida – Av. Baltazar de Oliveira Garcia, 2132

Redenção

11 e 12/10 – 19h

Arcos da Redenção

Exposição “30 / 34º S – Paralelos Urbanos” tem início no dia 17 de setembro no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo

LenaSzankay

Projeto com dez fotógrafos de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre promoverá quatro exposições até maio de 2017

Inaugura no dia 17 de setembro, às 19h30min, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, a mostra 30/34º S – Paralelos Urbanos. O projeto reúne dez fotógrafos de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre que buscam descobrir que cidades são essas que, entre os paralelos 30 e 34, pulsam no sul da América do Sul.

O olhar de Alfredo Srur, Andrés Cribari, Carlos Contrera, Fábio Rebelo, Fabrício Barreto, Francisco Landro, Gabriel García Martínez, Gilberto Perin, Lena Szankay e Lorena Marchetti traduz a cidade onde vivem ou como sentem a ação dela sobre o seu cotidiano. Suas fotografias exigem um olhar atento, pois provocam reflexões ou um convite à poesia urbana de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre.

Esta é a primeira etapa do projeto. Em 2016, os artistas realizarão mostras em Buenos Aires (previsão de lançamento em maio) e Montevidéu (setembro de 2016). Durante as estadas em cada município, o grupo produzirá novas imagens que serão apresentadas no encerramento, em exposição prevista para maio de 2017 em Porto Alegre.

30 / 34º S – Paralelos Urbanos segue em cartaz até 24 de outubro, com entrada franca. O Centro Cultural CEEE Erico Verissimo funciona de terça a sexta das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h, na Rua dos Andradas 1223, em Porto Alegre (RS).

Se essa rua fosse minha tem terceira edição no dia 28 de junho

i-Mundo-(71)_credito_cristianocaetanno

Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Teatro Mototóti apresenta gratuitamente espetáculo i-MUndo

Após o sucesso das duas primeiras edições, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a terceira edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 28 de junho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações. A primeira edição do projeto, em abril, reuniu mais de 200 espectadores. A segunda edição, no mês passado, apresentou o espetáculo O Vendedor de Palavras e contou com atividades também gratuitas, como aula de pilates e slack line.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua    verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

No espetáculo i-Mundo, o grupo aborda assuntos que abrangem o ser humano e sua relação com a própria espécie.  A história apresenta um universo de situações cotidianas ao homem, como nossa relação com a água, com o lixo e a exacerbada corrida das pessoas pelo dinheiro – colocando-o à frente até mesmo de outro ser humano. As situações são vivenciadas a partir da ótica de dois alienígenas. Servindo como um espelho à plateia, o espetáculo  estimula as pessoas a refletirem sobre os rumos para onde nosso mundo caminha, e nosso papel dentro dessa movimentação. O Teatro Mototóti já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem teve importantes participações em mostras e festivais do gênero no país e recebeu para sua o Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010.

Se propondo a criar um espetáculo ousado e futurista, mas sem se desconectar das raízes do teatro de rua, o grupo faz em i-Mundo uma releitura das tradicionais pernas de pau (que aumentam as figuras), utilizando o Kangoo Jumps. Este acessório, muito comum em academias, trouxe um desafio físico para os atores, exigindo uma sofisticação técnica para interpretar as personagens e executar a trilha sonora ao vivo, sobre um sapato que propõe um equilíbrio e movimentação diferente do natural. O Teatro Mototóti é o primeiro grupo teatral brasileiro a utilizar o Kangoo Jumps em cena. A apresentação de i-MUndo tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse:www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Você, exemplar i-MUndano, está vivendo sua vida tranquilamente, quando dos céus descem dois seres alienígenas para ocupar este planeta, i-MUndo. Mas algo está errado: eles encontram i-MUndanos sobreviventes (do fim do mundo) por toda parte! O que farão diante de tal tragédia? De um universo de possibilidades nasce a incerteza, o desconhecido diante dos seus olhos… sim, é verdade, eles estão aqui. Não há mais segredos. Você não está mais sozinho.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Terceira edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 28 de junho, às 15h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Espetáculo “i-Mundo” – https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI
Programação gratuita

Projeto As cidades descaradas encerra com lançamento de publicação e oficina aberta ao público

cidades_desacaradas_03bh

Projeto que percorreu Belém e Belo Horizonte será apresentado em Porto Alegre no dia 20 de junho

O projeto colaborativo As cidades descaradas, criado pela artista visual Viviane Gueller, que faz um mapeamento de situações ordinárias capturadas da vida cotidiana, promove dia 20 de junho, das 18h às 20h no Vila Flores (Rua São Carlos, 765) o lançamento de uma publicação com distribuição gratuita, resultado das intervenções realizadas em Belém e Belo Horizonte no primeiro semestre de 2015.

À tarde, na mesma data, o público poderá participar de oficina aberta ao público das 14h às 17h, cuja proposta é a construção de narrativas que recontextualizam e ressignifiquem o cotidiano em escutas e imagens através de situações de derivas e conversas. As inscrições podem ser feitas através do link para o formulário: http://goo.gl/forms/2V36Yiu2Kw.

Em Belém, a artista realizou intervenção em uma das bancas do Mercado Municipal de Carne Francisco Bolonha com três televisões de tubo. O projeto seguiu para Belo Horizonte em dois espaços centrais da cidade: a fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG e o Sesc Palladium. Diferentemente da proposição em Belém, onde a intervenção ocorreu durante um dia, em Belo Horizonte foram feitas inserções ao longo da programação diária dos espaços culturais.

Viabilizado pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 11ª edição, As cidades descaradas iniciou sua trajetória através do trabalho de Viviane, que garimpa e edita imagens e sons, colecionando um arquivo audiovisual de situações inusitadas, para então propor intervenções urbanas, devolvendo o trabalho para o lugar onde ele nasceu. Um olhar mais atento ao imediato, à familiaridade e estranheza da rotina das cidades e seus locais de circulação cotidiana. Em 2012, a artista criou uma série de pílulas sonoras que foram veiculadas na Mobile Radio da 30ª Bienal de São Paulo. Em 2013, seguindo o conceito de pílulas sonoras, apresentou a intervenção Elevação Sonora nos elevadores do MACRS (Museu de Arte Contemporânea/Casa de Cultura Mario Quintana), em Porto Alegre. Em 2014, as pílulas surgiram em versão audiovisual, veiculadas em uma TV no Café do Cofre do Santander Cultural.

As cidades descaradas deu continuidade a esses trabalhos em Belém e Belo Horizonte. Em cada uma das cidades escolhidas, uma artista-anfitriã recebeu a artista e o projeto. Em Belém, Flavya Mutran; em Belo Horizonte, Janaína Rodrigues.

Assim como as intervenções que ocorreram em Porto Alegre, nas demais cidades essas escolhas tiveram relações circunstanciais com os lugares por onde a artista-anfitriã circula e por seus grupos de convivência a partir de uma reflexão sobre estes espaços de espera e trânsito, espaços públicos de entremeio que são compartilhados, possibilitando novos encontros e abordagens. Ao final do roteiro, a artista apresenta em Porto Alegre os resultados do projeto. Leandro Selister assina a identidade visual e Tula Anagnostopoulos a edição dos aúdios e vídeos.

Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/ascidadesdescaradas

Saiba Mais

Viviane Gueller é artista visual e jornalista, mestre em Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. (2012-2014). Em 2014, foi indicada como destaque em mídias tecnológicas para o VIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas e contemplada pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 11ª edição. Em 2012, fez uma série de inserções sonoras para a Mobile Radio da 30ª Bienal de São Paulo. Fez parte de exposições coletivas e individuais em Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Belém e Espanha. Recebeu o prêmio de incentivo à criatividade no 16º Salão da Câmara Municipal de Porto Alegre e foi selecionada para 58º Salão de Abril (Ceará), 29º Salão do Pará, 2º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Pará). Foi mapeada para o Projeto Rumos Itaú Cultural, ministrou uma oficina no projeto Mapas Práticos da 7ª Bienal do Mercosul (2009), no qual participou com sua proposição autoral de arte-reportagem. Bacharel em comunicação social, trabalhou para os jornais Zero Hora, Gazeta Mercantil e Grupo Folha-SP; para as revistas Cult e Vejinha-SP; para a rádio FM Cultura, o Site PrimaPágina e o Portal Setor 3 do Senac SP, além de atuar em assessoria de comunicação. Passou uma temporada em Nova York na Rádio e TV das Nações Unidas onde trabalhou na Divisão de Mídia – Vídeo e Produção Audiovisual e Unidade de Rádio Latino-Americana. Foi a responsável pela concepção e produção do Terravista, espaço cultural em Porto Alegre que integrava livraria, local para debates e saraus, galeria de arte e cafeteria, considerado pela crítica especializada lugar das discussões e ações culturais mais modernas da cidade e referência cultural do renascimento da Cidade Baixa (1998-2000).

 

As cidades descaradas

Oficina – 20/06/2015 das 14h às 17h – Inscrições pelo link: http://goo.gl/forms/2V36Yiu2Kw

Lançamento da publicação – 20/06/2015 das 18h às 20h

(ambos eventos são gratuitos e abertos ao público)

Vila Flores – Rua São Carlos, 765

“Se essa rua fosse minha” tem segunda edição no dia 31 de maio

Vendedor-de-Palavras-(70)_credito_cristianocaetanno

Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Em maio, Teatro Mototóti apresenta “O Vendedor de Palavras”

 

Após o sucesso de sua primeira edição em abril, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a segunda edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha”. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua consumir arte. No próximo domingo, dia 31, o primeiro espetáculo do grupo será apresentado, O vendedor de palavras, de 2008. Nas edições seguintes, os outros espetáculos do Mototóti serão apresentados à comunidade. A programação do projeto também conta com apresentações de companhias e artistas convidados, envolvendo não somente a linguagem teatral, mas trazendo espetáculos de dança, circo, música e todas as formas de arte que contemplam a rua como palco.

Segundo os atores, “a rua é das pessoas, e precisamos encontrar esse caminho de volta, que faça as famílias compartilharem uma tarde de domingo no gramado verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

Em O Vendedor de Palavras, o Grupo inicia uma jornada no universo do trabalho autoral, comprometido com a arte como um canal de comunicação entre criadores e público. Com versões em português e espanhol, este espetáculo já percorreu o Brasil, Argentina e Uruguai. O grupo já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades.

A apresentação de O Vendedor de Palavras tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse: www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Há uma grande falta de palavras no mundo e as pessoas ficam repetindo e repetindo as mesmas poucas que têm. Se cada palavra vale um pensamento, quanto mais palavras, mais pensamentos! Essa é a descoberta de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e… palavras!!! Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Segunda edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 31 de maio, às 16h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

 

28 de junho, 16h

i-Mundo

Entrada Franca

 

 

 

 

 

 

Mirna Spritzer na Contracapa de Roger Lerina em Zero Hora

zh_21.05.15

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑