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Porto Alegre

10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo realiza sessões extras dia 10 de dezembro para celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos

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A 10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo realizará sessões extras em cinemas de todo o Brasil, nesta quinta-feira, para celebrar o aniversário de 67 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948.

Em Porto Alegre, a mostra segue até 11 de dezembro, com sessões na Sala Redenção, Campus Central da UFRGS. No dia 10, o público poderá conferir na sessão das 21h, a exibição de “Encantados”, da gaúcha Tizuka Yamazaki, filme que abriu as atividades do evento na cidade.

Zeneida (Carolina Oliveira) é uma das filhas de um importante político do Pará. Com mais dez irmãos, ela se destaca por seu jeito atrevido, perseverante e teimoso em suas escolhas. Ela, por ser uma menina sensitiva, vê coisas que mais ninguém vê. Quando ela conhecer Caruana, uma figura encantada que encontrar na floresta, ela se apaixona e, a partir dali, começa a viver uma aventura mata adentro, ao mesmo tempo em que começa a entrar em um grande conflito com sua família, que a julga louca.

A 10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo é uma edição comemorativa, que celebra esta iniciativa de fortalecimento e disseminação da cultura e da educação em Direitos Humanos. Ela foi lançada para celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Realizada pelo Governo Federal, através do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e da Secretaria Especial de Direitos Humanos, com produção do ICEM – Instituto Cultura Em Movimento, a Mostra dedica-se a apresentar filmes que discutem temas atuais de Direitos Humanos, como: direitos das pessoas com deficiência; população LGBT/enfrentamento da homofobia; memória e verdade; crianças, adolescentes e juventude; pessoas idosas; população negra; população em situação de rua; mulheres; Direitos Humanos e segurança pública; proteção aos defensores de Direitos Humanos; direito à participação política; combate à tortura; situação prisional; democracia e Direitos Humanos; saúde mental; cultura e educação em Direitos Humanos.

Ocupação inaugura no dia 30 de outubro na Galeria Mascate

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Mostra apresenta recorte da produção de quatro fotógrafos que integram Grupo de Estudos em Fotografia da galeria

Na próxima sexta-feira, dia 30 de outubro, às 19h, a Galeria Mascate inaugura a mostra intitulada Ocupação, dos fotógrafos José B. Glass, Iara Nunes, Ricardo Neves e Thiéle Elissa, Os artistas integram o Grupo de Estudos em Fotografia da Galeria Mascate, coordenado por Marco A. F. e Tiago Coelho. São trabalhos que exploram as mais diversas possibilidades de linguagem, reforçando a pluralidade e o protagonismo da fotografia enquanto meio expressivo na contemporaneidade.

No andar inferior, Iara Nunes e Ricardo Neves exploram os ambientes impessoais e burocráticos de repartições públicas para fazer, cada um ao seu modo, uma espécie de arqueologia do contemporâneo. Em “O Arquipélago”, Neves investiga um departamento de tecnologia da informação, onde as interfaces virtuais se projetam sobre o espaço físico. Já a série “Id9037a84”, de Iara, questiona a burocracia, apropriando-se de retratos 3×4 copiados de dentro dos processos. Onde se espera conhecer a face do indivíduo, apenas vestígios ilegíveis, acumulados sem sentido prático em todo tipo de requerimento. Um retrato que nada revela, senão o absurdo.

Na galeria superior, Thiéle Elissa e José B. Glass apresentam trabalhos que partem do ato de construção e visitação de memórias. “O avesso do sublime” tem como ponto de partida os slides que Glass tomou da família durante a década de 1970. Debruçando-se sobre o próprio arquivo, o autor cria uma narrativa descontinuada e lacunar, buscando assim aproximar-se do ato de rememoração, uma experiência para além dos limites da lógica de um tempo linear. Thiele, em “Apto 202” procura retratar de forma íntima e afetiva a vida de Diná, sua tia e espécie de segunda mãe. Através dos ambientes e objetos do pequeno apartamento habitado por Diná, cria um pequeno conto sobre a beleza presente na aparente banalidade do cotidiano.

As exposições vão até dia 20 de novembro, com entrada franca. A Galeria Mascate funciona na Rua Laurindo, 332, Bairro Santana, de terça a sábado, das 14h às 18h.

Saiba Mais

Galeria Mascate

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, Tiago Coelho e Régis Duarte inauguraram a Galeria Mascate em setembro de 2011 e já passaram pelo espaço diversas mostras coletivas e individuais, de artistas locais e internacionais. As obras são apresentadas inseridas nos espaços do Barraco Estúdio, deixando de lado a caixa branca usada tradicionalmente em mostras, museus e galerias, para serem percebidas como parte do ambiente, com um clima de “lá em casa”, como se o visitante estivesse em uma sala de estar, não em um espaço de arte.

“Nossa intenção é fazer com que o distanciamento entre arte e público seja eliminado”, afirma Duarte. O nome Mascate remete a comércio, consumo de uma maneira popular e acessível. O espaço também conta com a Loja de Museu, onde é possível adquirir além das obras à venda na galeria, peças de coleções femininas e masculinas de Régis Duarte, publicações, acessórios, entre outros.

SERVIÇO

Ocupação

Inauguração

30 de outubro, 19h

Até 20 de novembro

Entrada Franca

Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS

De terça a sábado, das 14h às 18h

Barracoestudio.com.br 

Ópera do Malandro tem apresentações no Teatro do Bourbon Country nos dias 07 e 08 de novembro

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Musical de Chico Buarque conta com direção de João Falcão

Chega a Porto Alegre nos dias 07 e 08 de novembro, o musical Ópera do Malandro, com direção de João Falcão. Talvez a obra mais emblemática da carreira de Chico Buarque, a Ópera do Malandro já pode ser considerada um clássico do teatro musical brasileiro. Quase quatro décadas após a estreia original (1978), o malandro – como diz uma das célebres canções – surgiu na praça outra vez em uma nova montagem, que estreou em julho de 2014 no Rio de Janeiro.

A atual versão tem elenco basicamente masculino, com uma única atriz, Larissa Luz. O cantor Moyseis Marques faz Max Overseas e o grupo de atores que se formou em ‘Gonzagão – A Lenda’ se reencontra em cena para dar continuidade à pesquisa sobre musicais brasileiros e à parceria com João Falcão.

Inspirado em A Ópera do Mendigo (1728), de John Gay, e em A Ópera dos Três Vinténs (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o musical conta a história do contrabandista Max, que casa em segredo com Teresinha, filha de Duran, poderoso dono de bordéis e cabarés da Lapa dos anos 1940. “Chico foi a figura artística que mais me influenciou. A ‘Ópera’ é um mito, um desafio imenso para o diretor, ao lidar com canções eternas da música popular brasileira e com um texto que marcou época”, conta Falcão, que já assinou a dramaturgia – com Adriana Falcão – e a direção de ‘Cambaio’, cuja trilha foi especialmente composta por Chico e Edu Lobo em 2001.

Ainda que bastante fiel ao texto, a concepção de João para o musical é original, ao convocar homens para todas as personagens femininas da peça. Já Larissa Luz, única mulher do elenco, vive João Alegre, uma espécie de narrador e comentarista da trama. “Colocar atores para interpretar mulheres vem ao encontro de uma tradição teatral secular e também com uma antiga pesquisa minha”, explica o diretor, responsável por ‘inverter os gêneros’ em outros trabalhos, como a série ‘Sexo Frágil’ (TV Globo) e em peças como ‘Mamãe Não Pode Saber’ e ‘Gonzagão – A Lenda’’.

Foi justamente o elenco do musical inspirado na trajetória de Luiz Gonzaga que motivou João a trabalhar com a ‘Ópera’. Depois de uma extensa turnê nacional e com mais de cem mil espectadores, o grupo que se formou – elenco, produção e direção – quis dar continuidade com o trabalho e agora repete a parceria.

Para esta nova montagem, Falcão pinçou músicas do espetáculo original e também do álbum ‘Malandro’, de Chico, e do filme homônimo, dirigido por Ruy Guerra em 1985. No roteiro, as clássicas ‘Folhetim’, ‘Teresinha’, ‘O Meu Amor’, ‘Geni e o Zepelim’ e ‘Pedaço de Mim’ se misturam a canções menos conhecidas do cancioneiro buarqueano, como ‘Sentimental’, ‘Hino da Repressão’ e ‘Uma Canção Desnaturada’.

As apresentações em Porto Alegre estão marcadas no Teatro do Bourbon Country. No sábado, a sessão inicia às 21h, no domingo, às 19h. Os ingressos estão à venda com valores entre R$ 100,00 e R$ 150,00.

FICHA TÉCNICA

ADAPTAÇÃO E DIREÇÃO – JOÃO FALCÃO
DIREÇÃO MUSICAL – BETO LEMOS
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E IDEALIZAÇÃO – ANDRÉA ALVES
ELENCO –  ADRÉN ALVES, ALFREDO DEL PENHO, BRUCE DE ARAÚJO, DAVI GUILHERMME, EDUARDO LANDIM, EDUARDO RIOS, FÁBIO ENRIQUEZ, GUILHERME BORGES, LARISSA LUZ,  RAFAEL CAVALCANTI, RENATO LUCIANO, RICCA BARROS E THOMÁS AQUINO. APRESENTANDO: MOYSEIS MARQUES

CENOGRAFIA – AURORA DOS CAMPOS

FIGURINOS – KIKA LOPES

ILUMINAÇÃO – CESAR DE RAMIRES

COREOGRAFIA – RODRIGO MARQUES

PROJETO DE SOM – FERNANDO FORTES

VISAGISMO – UIRANDÊ DE HOLANDA

ASSISTENTE DE DIREÇÃO – CLAYTON MARQUES
PREPARAÇÃO VOCAL – MARIA TERESA MADEIRA

PROGRAMAÇÃO VISUAL – GABRIELA ROCHA

MÚSICOS: BETO LEMOS (violão, rabeca, bandolim, viola e guitarra), DANIEL SILVA (violoncelo e baixo elétrico), RICK DE LA TORRE (bateria e percussão), ROBERTO KAUFFMANN (teclado e acordeon), FREDERICO CAVALIERE (clarineta) e DUDU OLIVEIRA (flauta, sax e bandolim).

PRODUÇÃO LOCAL – PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES

ASSESSORIA DE IMPRENSA LOCAL – BRUNA PAULIN – ASSESSORIA DE FLOR EM FLOR

Ópera do Malandro

07 e 08 de novembro | Sábado, 21h, domingo, 19h

Teatro do Bourbon Country – Av. Tulio de Rose, 80

VALORES DOS INGRESSOS

Galerias – R$ 100,00

Mezanino – R$ 120,00

Plateia Alta – R$ 130,00

Camarote – R$ 150,00

Plateia Baixa – R$ 150,00

CANAIS DE VENDA OFICIAIS
*sujeito a taxa de conveniência

Ingresso Rápido – Call Center
4003-1212
De segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 12h às 18h.

Bilheteria do Teatro do Bourbon Country
Av. Túlio de Rose, 80 / 301 – Porto Alegre, RS.
De segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriados, das 14h às 20h.

Universidade Feevale – Campus II – Rua Coberta
ERS-239, 2755 – Novo Hamburgo, RS.
(051) 3271-1208
De segunda a sexta-feira, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 14h.

Bourbon Shopping NH – Quiosque Teatro Feevale /2º andar
Centro – Av. Nações Unidas, 2001 – Novo Hamburgo.
De segunda a sábado, das 12h às 22h.

Agência Brocker Turismo – Gramado
Av. das Hortênsias, 1845 – Gramado, RS.
(054) 3286-5405
De segunda a sábado, das 9h às 18h30min, e feriados, das 10h às 15h.

DESCONTOS

50% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS – limitado a 100 ingressos.

50% de desconto para titulares do Bourbon Card e Zaffari Card – limitado a 100 ingressos;

50% de desconto para titulares do Cartão Alelo, na compra de um ingresso pago com o Cartão Alelo Cultura, adquirido somente na bilheteria do Teatro – limitado a 100 ingressos;

40% de desconto para participantes do programa de fidelidade Km de Vantagens (Ipiranga) em qualquer setor para as sessões definidas previamente. Desconto não cumulativo, válido apenas para compras através do site da Ingresso Rápido. Estoque limitado de ingressos.

10% de desconto na compra de um ingresso pago com o Cartão Alelo Cultura, nos demais ingressos – apenas para compras na bilheteria do Teatro;

10% de desconto para os demais titulares do Clube do Assinante.

10% de desconto para titulares do Bourbon Card e Zaffari Card, nos demais ingressos. Válido somente pela Bilheteria do Teatro do Bourbon Country.

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Adolescer retorna ao Teatro da AMRIGS no dia 30 de outubro

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Sessão arrecadará alimentos não-perecíveis para as vítimas da enchente em Canoas

 

Após apresentação que lotou o Theatro São Pedro no dia 16, Adolescer retorna ao Teatro da AMRIGS para apresentação no dia 30 de outubro. A sessão arrecadará alimentos não-perecíveis para as vítimas da enchente em Canoas. Um quilo de alimento pode ser trocado por 50% de desconto no valor integral do ingresso (a promoção não é cumulativa).

Adolescer chegou a sua adolescência em maio de 2015, completando 13 anos de existência. Sucesso de público, desde sua estreia em 2002 até setembro deste ano, foram 1425 apresentações e mais de dois milhões de espectadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo que assistiram ao espetáculo.

A dramaturgia de Vanja Ca Michel, que assina o roteiro, produção e direção, reflete sobre os comportamentos típicos da adolescência, reunindo fragmentos de Moacyr Scliar, do psiquiatra José Outeiral e dos psicanalistas Rubem Alves e Cybelle Weinberg.​ Temas recorrentes aos adolescentes, como respeito às diferenças, relação com os pais, bullying, sexualidade e drogas estão sempre em pauta nas esquetes que compõem o espetáculo.

O segredo de manter-se atual, para Vanja, foi saber renovar-se constantemente, o que atrai a fidelização do público. “Se você assistir a duas temporadas diferentes, em um curto período de tempo, verá que a peça terá uma nova leitura sobre os adolescentes da atualidade. Ela absorve todas as novidades como músicas, memes, linguagem da internet, ídolos… e na mesma velocidade”, conta. “Adolescer é uma homenagem aos adolescentes e um alerta aos adultos sobre os cuidados e o acolhimento que esta etapa da vida enseja”.

Os atores usam em cena celulares conectados, pau de selfie e Gopro. O mais interessante é que as imagens feitas pelos atores nas apresentações entram automaticamente nas redes sociais do espetáculo. Logo após cada sessão, o público confere fotos do espetáculo tiradas na hora, interagem com os perfis dos atores e assistem vídeos feitos especialmente para os fãs. “Nos comunicamos com os fãs de Adolescer através dos nossos canais nas redes sociais diariamente”, explica Vanja.

Encenado por doze atores entre 16 e 51 anos, o texto já foi modificado mais de 35 vezes, para manter-se sempre atual e próximo à realidade dos jovens de cada geração. “O mais importante em todo esse processo, foi o espaço para pensar e falar sobre esta fase que ainda é muito confusa para muitas pessoas”. “Nosso objetivo é surpreender o público, ainda que este já tenha visto o espetáculo diversas vezes, como se constata. Sempre é uma emoção nova”, declara.

Foi ministrando aulas de teatro para jovens em escolas da capital gaúcha que Vanja percebeu a necessidade de uma produção que compreendesse e falasse sobre adolescência. Desde a estreia no dia 28 de maio de 2002, já passaram pelo elenco mais de 80 atores e atrizes. “Eu digo que o Adolescer é a primeira escola de diversas gerações de atores gaúchos. Muitos nomes que hoje tem carreira consolidada no teatro, cinema e TV começaram conosco”, afirma.

Nos meses setembro, outubro e novembro os espectadores que assistirem à peça poderão participar do Concurso Cultural “Adolescer e Tia Iara te convidam para conhecer o Costão do Santinho”, promovido pela Tia Iara Turismo, nova apoiadora do projeto. Ao final de cada sessão, o público poderá responder à pergunta “Que nova cena eu quero ver em 2016 no espetáculo Adolescer”? O autor da melhor ideia receberá duas cortesias para desfrutar do Costão do Santinho. O resultado será divulgado no dia 18 de novembro, na fanpage do espetáculo.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro, pelos sites Laçador de Ofertas, Peixe Urbano e Tchê Ofertas e loja Imaginarium Shopping Iguatemi. Descontos de 50% para estudantes, idosos, professores e sócios do Clube do Assinante. Mais informações, acesse: www.adolescer.com.br

Imagens: https://www.youtube.com/watch?v=MmebZkccaAo&feature=youtu.be

Curiosidades

Família em cena – As atrizes Ane, Joana e Julia Troian são mãe e filhas e atuam juntas no espetáculo desde 2013. O que começou com uma terapia se tornou uma atividade profissional na família. Além disso, Joana e Julia são campeãs de patinação, em campeonatos no Brasil e Exterior;

Família nos bastidores – Rose Pereira, uma das responsáveis pela produção e comunicação do espetáculo, é mãe do ator Caio Pereira. Inicialmente, Rose somente acompanhava o filho às apresentações. Hoje em dia, Rose responde pela produção ao lado de Vanja e administra os perfis nas redes sociais do espetáculo;

Família inspirando novas cenas – Na última versão do roteiro, Vanja acrescentou uma cena que tem feito muito sucesso entre as meninas, onde uma turma se reúne na festa do pijama. O texto foi criado após uma conversa da diretora com Aline Vieira, de 11 anos, irmã do ator Anderson Vieira, que encantou Vanja.

Público em 2015 – Mais de 9.980 espectadores de abril a agosto de 2015.

Produtos Adolescer no foyer – A linha de produtos do espetáculo estará à venda na entrada do teatro

Ficha técnica

ROTEIRO: Textos de Vanja Ca Michel com fragmentos dos psicanalistas Cybelle Weinberg e Rubem Alves, do psiquiatra José Outeiral e de Moacyr Scliar.

CONCEPÇÃO e DIREÇÃO: Vanja Ca Michel

ELENCO: Ane Troian, Anderson Vieira, Caio Pereira, Davi Borba, Emílio Farias, Estéfani Bauer, Joana Troian, Julia Bach, Julia Troian, Luisa Ricardo e Pedro Martins.

COREOGRAFIAS: Flávio Cruz

DESENHO DE LUZ: Moa Junior

OPERAÇÃO DE SOM: Alexandre Ricardo

TRILHA SONORA PESQUISADA: Vanja Ca Michel

DESIGNER GRÁFICO E SITE: Moa Junior

FOTOS: Robson Nunes

PRODUÇÃO: Vanja Ca Michel, Moa Junior e Rose Pereira

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Adolescer – Sessão SOS Canoas

30 de outubro, 20h30

Teatro da AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311

Duração: 90 min

Indicação: Adolescentes a partir de 10 anos e adultos

Ingressos

R$60,00

Participe da Campanha S.O.S Canoas doando 1 kg de alimento não perecível. Os alimentos serão destinados às vítimas da enchente em Canoas. Cada doação ganha 50% de desconto no valor integral do ingresso (A promoção não é válida àqueles que já possuírem algum tipo de desconto).

Desconto: 50% para estudantes, idosos, professores com acompanhante, Clube do Assinante Zero Hora para titular e um acompanhante.

Informações: (51) 91159024 | 33430832

E-mail: adolescer@gmail.com.

www.adolescer.com.br

https://www.facebook.com/adolesceroficialfanpage

Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 apresenta em Porto Alegre e no Rio de Janeiro seleção exclusiva da seção Forum / Forum Expanded do Festival de Berlim

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A “programação mais ousada da Berlinale” ganha uma semana dedicada a alguns dos seus principais filmes e videoinstalações exibidos na edição deste ano do festival alemão

 

As cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro recebem em novembro a edição de 2015 do Cine Esquema Novo Expandido – a mostra especial do festival Cine Esquema Novo que, intercalada a cada ano com sua versão principal e competitiva, oferece ao público um recorte mais específico das relações entre o cinema autoral e a videoarte no Brasil e no mundo.

O Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 apresenta, entre 03 e 08 de novembro em Porto Alegre e entre 19 a 25 do mesmo mês no Rio de Janeiro – integrando a programação da Semana dos Realizadores – uma curadoria de obras exibidas no mês de fevereiro na seção Forum / Forum Expanded: oficialmente, “a programação mais ousada do Festival de Cinema de Berlim”. O Forum surgiu nos anos 1970, enquanto contraponto cultural e narrativo à competição mainstream da Berlinale.

Os filmes do Fórum equilibram-se sempre na fértil linha que perpassa a arte e o cinema – explorando, segundo seus curadores alemães, “o Avant Garde, as obras experimentais, os ensaios, as observações de longo prazo, a reportagem política e as paisagens cinematográficas que ainda estão por ser descobertas”. Trata-se de uma missão de referência no panorama audiovisual global, e que tornou-se ainda mais aguda a partir de 2006 com a implementação do Forum Expanded – o programa que ocupa diversos espaços da cidade de Berlim com filmes, vídeos, instalações e trabalhos de performance, “fornecendo uma perspectiva crítica e um sentido expandido para a cinematografia”.

E é sobre este universo que os curadores convidados e sócios do CEN, Gustavo Spolidoro e Jaqueline Beltrame, trabalharam para montar a programação que chega às duas cidades brasileiras com entrada gratuita. Entre os artistas / realizadores selecionados para o Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 estão nomes como os canadenses Guy Maddin e Evan Johnson (“The Forbidden Room”, exibido nos festivais de Sundance, Copenhagen, Barcelona e Istambul), a israelense Silvina Landsmann (com o documentário político “Hotline”), o mexicano Joshua Gil (discípulo de Patricio Guzmán e Carlos Reygadas, que lhe ajudou na fase final de “La Maldad” que o CEN exibe nesta edição), o libanês Akram Zaatari (com o impressionante ensaio visual “Twenty-Eight Nights and a Poem” que estreia este mês no MoMA em Nova York) e os portugueses João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata (com “Iec Long”, onde voltam a explorar o imaginário industrial da Macau, na Ásia). Completam a programação, entre filmes e videoinstalações, obras de Basma Alsharif (Palestina, “A Field Guide to the Ferns”), Janina Herhoffer (Alemanha, “Freie Zeiten – After Work”) e os brasileiros Felipe Bragança (“Escape From My Eyes”), Filipe Matzembacher e Márcio Reolon (“Beira Mar”), Fred Benevides (“Viventes”) e Arthur Tuoto (ganhador da Competição Brasil do Cine Esquema Novo 2014 com o filme-ensaio “Aquilo que Fazemos com as Nossas Desgraças” e que participa do CEN-E com o video loop exibido em Berlim “Je Proclame la Destruction”).

Para Jaqueline e Spolidoro, esta é uma seleção marcada por um olhar artístico que percorre caminhos pouco explorados. “São trabalhos que transitam entre espaços e plataformas, seja na sala de cinema ou na galeria, apresentando uma liberdade formal e narrativa aberta a radicalismos, estranhamentos e ebulição social”.

A mostra está dividida em exibições no cinema, com sessões gratuitas na Sala PF Gastal, e videoinstalações na Cinemateca Capitólio. Esta é a primeira edição do CEN-E que será realizada em duas cidades. As 13 obras são produções do Canadá, Portugal, Brasil, Palestina, México, EUA, Alemanha, Israel, França, Líbano e Suíça, e foram selecionadas entre mais de 100 trabalhos assistidos. O filme de abertura em Porto Alegre é The Forbidden Room,exibido ​também no festival​ de Sundance, que traz no elenco Geraldine Chaplin, Maria de Medeiros, Udo Kier e Mathieu Amalric.

O inédito gaúcho Beira Mar, de Felipe Matzenbacher e Mário Reolon, tem pré-estreia na programação do CEN, entrando em cartaz em seguida na programação das salas comerciais.

Em meio aos filmes, e honrando o debate proposto em seu próprio nome, o Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 abraça naturalmente as videoinstalações, que ocupam as dependências da Cinemateca Capitólio. Da Suíça / Alemanha vem o queer, colorido e hermético Opaque, de Pauline Boudry e Renate Lorenz, que conta com a performance de Werner Hirsch e Ginger Brooks Takahash. E do Brasil, dois trabalhos de cineastas/artistas que chegaram à Berlinale a partir dos encontros com a Curadora do Forum em Porto Alegre durante o CEN do ano passado: Fred Benevides​, ​com Viventes, e Arthur Tuoto (ganhador da Competição Brasil do Cine Esquema Novo 2014 com o filme-ensaio “Aquilo que Fazemos com as Nossas Desgraças”​), que comparece com seu “pequeno” video loop Je Proclame La Destruction.​

O Cine Esquema Novo Expandido – Berlinale Forum 2015 é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, com correalização da Prefeitura de Porto Alegre – Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura e Goethe-Institut Porto Alegre. Mais informações no site: www.cineesquemanovo.org.

Serviço

Cine Esquema Novo Expandido – Forum Berlinale 2015

Mostra de filmes e videoinstalações. Artistas convidados: Akram Zaatari, Arthur Tuoto, Basma Alsharif, Felipe Bragança, Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, Fred Benevides, Guy Maddin e Evan Johnson, Janina Herhoffer, Jem Cohen, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, Joshua Gil, Pauline Boudry e Renate Lorenz e Silvina Landsmann.

De 03 a 08 de novembro em Porto Alegre (RS), na Sala PF Gastal (Usina do Gasômetro) e Cinemateca Capitólio.

De terça a domingo, em diferentes horários. Todas as atividades têm entrada franca

Usina do Gasômetro – Av. Presidente João Goulart, 551 – Centro Histórico – (51) 3289.8100

Cinemateca Capitólio – Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico – (51) 3289.7451

www.cineesquemanovo.org

Coletivo Cena Expandida promove financiamento coletivo para temporada do espetáculo “No que você está pensando?”

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 Montagem que estreou em 2014 discute as relações contemporâneas

 

Está aberta para colaborações na plataforma Catarse até o dia 31 de outubro a campanha de financiamento coletivo para nova temporada do espetáculo “No que você está pensando?” do coletivo Cena Expandida. O espetáculo de estreia do grupo, leva à cena um casal de ex-namorados que se reencontra nas redes sociais, em meio aos protestos que varreram o país. O projeto, dirigido por Tainah Dadda e Thais Fernandes, integra teatro, cinema e internet para discutir as relações do indivíduo com o mundo digital. A peça, que estreiou em outubro do ano passado, retorna aos palcos em temporada em novembro, no Teatro Renascença, com novas cenas e elenco reformulado: os atores Fernanda Petit e Eduardo Cardoso.

As contrapartidas para quem apoiar o projeto incluem, além de ingressos para o espetáculo, pints de cerveja artesanal oferecidos pelo The Pint Brewpub e a Babel Cervejaria, kits de cupcakes, festival de brigadeiros gourmet e outras delícias da Marcela Jung – Cozinha Artesanal, assessoria para elaboração de projeto cultural com o produtor Fabiano Florez, da Besouro Filmes, e horas de edição de vídeo com a montadora de cinema Thais Fernandes, do Cena Expandida.

Há colaborações a partir de R$ 10,00. Para apoiar o projeto, é só acessar www.catarse.me/noquevoceestapensando.

Cena Expandida

O Cena Expandida nasce da parceria entre a diretora teatral Tainah Dadda e a realizadora audiovisual Thais Fernandes. Impulsionadas pelo interesse de pesquisar e construir uma arte híbrida e sem fronteiras, ambas decidiram unir seus conhecimentos em um coletivo de trabalho continuado.

O objetivo é investigar e descobrir juntas formas de conexão entre as áreas de trabalho de cada uma, desenvolvendo projetos que possam também agregar linguagens múltiplas e artistas cujos percursos poéticos trafegam por variados campos e meios de produção.

Com base em Porto Alegre/RS, o coletivo possui as seguintes realizações: o espetáculo teatral “No que você está pensando?” – contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2013 -, a videoarte “No que você está pensando? – Narrativas Urbanas” e o curta-metragem “A Última Foto”, resultado do prêmio Canon Short Film Competition (Berlinale Talents 2014). Atualmente, prepara para dezembro uma encenação baseada no texto “A mulher alvo e seus dez amantes”, de Matéi Visniec, conclusão da Oficina de Montagem Teatral desenvolvida no complexo cultural Usina do Gasômetro.

O grupo também empreende projetos em cidades do interior e região metropolitana. Em 2014, realizou as oficinas de experimentação e montagem teatral na Casa das Artes Villa Mimosa (PIC 2012 – Canoas), que resultaram no espetáculo “Interferências”. Agora, durante o mês de outubro, as diretoras Tainah Dadda e Thais Fernandes estarão também em Pelotas com o circuito de oficinas “Criar na cidade”, uma iniciativa do coletivo em parceria com o artista visual Patrick Tedesco.

 Mais informações: www.cenaexpandida.com.br/ www.facebook.com/cenaexpandida

Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície estreia dia 16 de outubro na Casa de Cultura Mario Quintana

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Texto inédito no Brasil do argentino Daniel Veronese tem direção de Breno Ketzer

Estreia no dia 16 de outubro, na Sala Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mario Quintana, o espetáculo Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície, com direção de Breno Ketzer e dramaturgia do argentino Daniel Veronese.

Ao buscar informações sobre seu filho Luís, desparecido há 12 anos em uma mina de carvão, Isabel vê-se envolvida em um jogo de encontros improváveis que a levam a confundir vontade e ilusão. No elenco, Nena Ainhoren, Maria Cecília Guimarães e João França interpretam o texto inédito no Brasil.

“A formalidade da instituição em contraponto com a força de uma mãe que busca por um filho desaparecido. Entre estas forças, os disfarces, manipulações e enganos provocados por personagens que, de forma sinistra, jogam um papel cruel. Neste escritório, nada é o que parece ser.  O que talvez não esperássemos é o efeito em Isabel e nos próprios funcionários. As dúvidas e incertezas promovidas por estes encontros revelam um estranho envolvimento, uma certa identificação de Isabel com seus algozes”.

É impossível não relacionar o desaparecimento de Luís – filho da personagem Isabel –  a uma série de episódios que insistem em repetir-se em nossa sociedade. Podemos fazer relações diretas com os regimes autoritários, que atingiram tanto a Argentina como o Brasil, e mais atualmente com a questão do narcotráfico que, em 2014 foi responsável pelo desaparecimento de 43 estudantes na província rural Raúl Isidro Burgos, de Ayotzinapa, no México, em 2014”, revela o diretor.

Veronese, um dos dramaturgos e diretor de maior reconhecimento do teatro contemporâneo argentino, apresenta uma situação sinistra de espera interminável em um labirinto burocrático que remete à obra de Kafka, induzindo Isabel a confundir realidade e ilusão, determinando um desfecho inesperado. A intersecção entre o mundo real, observável neste grande escritório e seus funcionários, com um mundo metafórico representado pela entrada da mina, é assumida pela encenação compondo um elemento central da linguagem do espetáculo. Contrapondo-se concretamente em cena, o espectador perceberá imediatamente uma disjunção entre estes dois planos.

 A temporada de estreia segue até 1 de novembro, às sextas, sábados e domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 30,00, com descontos de 50% para estudantes, idosos e classe artística, à venda uma hora antes do espetáculo, na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Daniel Veronese

Atuação: Nena Ainhoren como Isabel, Maria Cecília Guimarães como Secretária e João França como Homem

Cenografia: Rodrigo Lopes

Figurinos e Adereços: Rô Cortinhas

Iluminação: Zézinho

Direção: Breno Ketzer

Fotografias: Fernanda Chemale

Produção: Bem Passado Produção Cultural

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Minibios:

Maria Cecília Guimarães é atriz com graduação em Artes Cênicas 2007 em São Paulo, 2007. Atuou nos espetáculos teatrais, como:  “Eu, Medéia”, “As Fidalgas”, “Desdêmona” e “Uma Alice Imaginária”. Em 2012 muda-se para Porto Alegre, onde trabalha com gestão cultural, função que já desenvolvia no Instituto Itaú Cultural há 4 anos.

Nena Ainhoren é atriz graduada pela UFRGS com grande experiência em teatro cinema e televisão. Participou de montagens teatrais como; “A Noite dos Assassinos” de José Triana com direção de Paulo Albuquerque; “Dona Otília Lamenta Muito” de Vera Karan, direção de Mauro Soares; “Cabaré Valentin” de Karl Valentin, direção de Buza Ferraz. Nena também possui grande experiência com ministrante de oficinas de teatro e projetos de formação.

João França é ator com grande experiência profissional em teatro tendo participado de vários espetáculos ao longo de sua carreira como; “ O Marido do Dr. Pompeu”, com direção de Dilmar Messias “Cassino Atlântida”, direção de Nestor Monastério e “ Marida Degolada” direção de Camilo de Lélis,  entre outros. Desenvolve também atividades na área do audiovisual  como ator, locutor e produtor.

Breno Ketzer é graduado em Artes Cênicas pela UFRGS tendo participado de diversos projetos de criação e montagem de espetáculos como ator, sonoplasta e iluminador. Entre eles “ Nisso se vai metade de nosso sangue” 1990, “A Tempestade” com direção de Luiz Paulo Vasconcellos, 1998, “Kaldewey, a farsa do convidado obsceno” direção de Maria Helena Lopes, 1992. Hamlet, direção de Luciano Alabarse, 2007.

Daniel Veronese.

A partir de oficinas de dramaturgia com Mauricio Kartun e Teatro de Bonecos cria o grupo, em 1989, “ El Periférico de Objetos” que integra atores e objetos. Em 1990 realiza a encenação de “ Ubú Rey” com bonecos no centro cultural Parakultural. Foi curador das 3 primeiras edições do Festival de teatro e dança de Buenos Aires, em 1999, 2001 e 2003. Tem inúmeras participações em festivais internacionais sendo considerado um dos dramaturgos e diretor de maior reconhecimento do teatro contemporâneo argentino.

Formas de falar das mães dos mineiros enquanto esperam que seus filhos saiam à superfície

 De 16 de outubro a 1 de novembro, sextas sábados e domingos às 20h.

Sala Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mário Quintana (Rua dos Andradas,762. 2º andar)

 Ingressos: Na bilheteria do teatro: Valores: R$ 30,00

 R$15,00 (descontos para estudantes, idosos, classe artística)

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