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Enigmas, de Vera Chaves Barcellos, inaugura dia 07 de março no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

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Projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos tem financiamento da Rede FUNARTE e segue em cartaz até 23 de maio, com entrada franca

A Fundação Vera Chaves Barcellos e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica apresentam, a partir de 07 de março, a exposição Enigmas, de Vera Chaves Barcellos. A abertura da mostra integra a programação do Tiradentes Cultural, iniciativa conjunta de espaços culturais situados no entorno da Praça Tiradentes.

Partindo de uma imagem fotográfica e com uma origem totalmente circunstancial, Enigmas surge de três fotografias de primatas do Zoológico de Barcelona que, manipuladas em laboratório, conformaram as três principais imagens da exposição. Em cada uma se propõe um conceito: o olhar ou atenção, a mão ou o gesto, a reflexão ou o pensamento. Destes conceitos, surgem outros elementos que resultam nessa instalação.

Construída como uma espécie de laboratório – composto por fotografias, imagens, fósseis, pedaços de pele e caixas de sal –, Enigmas lança o público em um universo tão familiar quanto intrigante, confrontando-o com o desconhecido mas também com o reconhecível. O projeto, financiado pela Rede FUNARTE, marcou a abertura da Fundação Vera Chaves Barcellos em 2005, em Porto Alegre. Ao completar 10 anos, a mostra chega ao Rio de Janeiro.

Para o curador Bernardo José de Souza, Enigmas resgata questões ontológicas que jamais deixaram de despertar a curiosidade do homem, e fazer avançar o conhecimento científico. “Vera Chaves Barcellos investiga a natureza humana e, por consequência, a origem da vida”.

“Fotografias de primatas contemplativos, aparentemente confortáveis em suas celas num zoológico, produzem um incômodo sentimento de empatia com esta espécie ancestral tão semelhante à nossa ao ponto de recuperarmos, ainda que inadvertidamente, a noção de sermos todos animais – muito embora nós dotados de uma inteligência transcendente”, revela o curador.

Enigmas segue em cartaz até 23 de maio, com entrada franca.

Enigmas

Período da exposição: 07 de março até 23 de maio de 2015

Galerias 1 e 2 (térreo) | Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

Rua Luís de Camões – Centro | Rio de Janeiro – RJ, 20060-030

Telefone (21) 2232-4213/2242-1012.

Enigmas é um projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos, viabilizado através de recursos obtidos da Rede FUNARTE.

Saiba Mais

Enigmas – por Bernardo José de Souza

A partir de uma série de elementos visuais que nos fornecem pistas sobre as questões ontológicas que jamais deixaram de despertar a curiosidade do homem, e fazer avançar o conhecimento científico, Vera Chaves Barcellos investiga a natureza humana e, por consequência, a origem da vida. Construída como uma espécie de laboratório, esta instalação composta por imagens, fósseis, pedaços de pele e caixas de sal, lança o público em um universo tão familiar quanto intrigante, confrontando-o com o desconhecido, mas também com o reconhecível.

Fotografias de primatas contemplativos, aparentemente confortáveis em suas celas num zoológico, produzem um incômodo sentimento de empatia com esta espécie ancestral tão semelhante à nossa ao ponto de recuperarmos, ainda que inadvertidamente, a noção de sermos todos animais – muito embora nós dotados de uma inteligência transcendente. Entretanto a faculdade de pensar que, em tese, nos permitiria compreender a complexidade do mundo e das coisas de maneira holística, aparta a humanidade dos demais seres vivos, gerando uma cisão entre cultura e natureza absolutamente deletéria à manutenção da vida; esta consiste em uma das principais questões a se impor à agenda contemporânea nesta era do antropoceno, quando o homem impacta o ecossistema de forma tão dramática ao ponto de rivalizar com as sucessivas mudanças de ordem natural e geológica ocorridas em nosso passado remoto.

Se a tipologia de peles de vison (caçados, abatidos?) dispostas na parede concorre com os resíduos de sal que formam um alfabeto grego nas caixas dispostas pelo chão, aludindo assim não só à selvageria de nossa relação com o reino animal, mas também à esfera do conhecimento acumulado ao longo da história, é, no entanto, a imagem de uma primata, vestindo véu e grinalda, que sintetiza a condição humana. Somos os mesmos, mas também somos o outro.

A relação com a alteridade segue profundamente mal resolvida em nossa espécie, em que pese nosso esforço coletivo para superar querelas filosóficas e científicas quanto à essência humana, quanto às faculdades humanistas e quanto a esta centelha criativa, por nós tão celebrada, que nos distingue no cosmos de toda e qualquer forma de vida da qual se tem notícia.

A imagem difusa da galáxia M100, registrada pelo telescópio Hubble, e publicada pela Associated Press, nos dá a dimensão do universo, mas também a escala e a estatura do homem.  O céu seria o limite? Mas há limites para a engenhosidade humana, tanto na ciência quanto na ficção? Não seriam a vida e a própria ciência formas de ficção?

Representamos o mundo e, apenas assim, dele depreendemos sentido. Somente deste modo fomos capazes de articular a linguagem, ela própria um instrumento de limitado alcance face à complexidade do mundo.

Em seu processo de criação intuitivo, Vera Chaves Barcellos parece ignorar a busca pela resposta última, pelo elo perdido, assim descartando o evolucionismo e mesmo o misticismo para nos demandar ontologicamente, sempre a partir da linguagem: que coisa é essa que chamamos arte?

Sobre a FVCB – http://fvcb.com.br/

A Fundação Vera Chaves Barcellos – FVCB – é uma entidade cultural privada e sem fins lucrativos, que tem como missão a preservação, pesquisa e difusão da obra da artista Vera Chaves Barcellos, assim como o incentivo à criação artística e à investigação da arte contemporânea. Entre as metas da instituição estão a realização de uma programação regular de exposições, o estímulo à pesquisa, debates, seminários e projetos editoriais.

A programação conta com exposições regulares e gratuitas que trazem ao público sempre um novo olhar sobre o acervo da instituição. As mostras são acompanhadas de atividades paralelas, com o intuito de dar suporte ao debate da arte contemporânea. A Fundação dispõe ainda de um rico acervo documental sobre arte contemporânea, aberto à pesquisa pública em seu Centro de Documentação e Pesquisa, na região central de Porto Alegre.

Em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre, estão localizadas a Sala dos Pomares, um prédio de 400 m², construído especialmente para abrigar a programação de exposições e atividades e a reserva técnica que abriga o acervo da instituição.

A sede

A sede da FVCB está localizada em Viamão-RS, a 22 Km de Porto Alegre. É formada pela Sala dos Pomares, um prédio de 400 m², com áreas expositivas, sala multiuso e sala de trabalho, projetado especialmente para receber a programação de atividades e pela Reserva Técnica, aonde está guardado o acervo de obras.

Em Porto Alegre, estão localizados a Administração e o Centro de Documentação e Pesquisa, aberto ao público desde 2008, quando aumentou sua coleção, através da aquisição de livros e catálogos e iniciou um processo de intercâmbio com outros centros de pesquisa do Brasil e do exterior.

Vera Chaves Barcellos

Vera Chaves Barcellos nasceu em Porto Alegre, RS, Brasil, em 1938. Nos anos 60, dedicou-se à gravura depois de estudos na Inglaterra e Holanda. Em 1975, foi bolsista do British Council, no Croydon College em Londres, estudando fotografia e sua aplicação em técnicas gráficas. Em 1976, participou da Bienal de Veneza com o trabalho Testarte. Está entre os fundadores do Nervo Óptico (1976-78) e do Espaço N.O. (1979-82), e também da galeria Obra Aberta (1999-2002), atuantes no sul do Brasil.

Realizou inúmeras exposições individuais no Brasil e no exterior; participou de quatro Bienais de SP e exposições coletivas na América Latina, Alemanha, Bélgica, Coréia, França, Holanda, Inglaterra, Japão, Estados Unidos e Austrália.

Como artista convidada, participou da exposição Cegueses no Museu de Arte de Girona e do Panorama de Arte Brasileira em SP (1997), do Salão Nacional do RJ e da exposição Pasaje de Ida, na Galeria Antonio de Barnola, Barcelona, Território Expandido no SESC Pompéia, SP (2000) e Sem Fronteiras, mostra de abertura do Santander Cultural, em Porto Alegre (2001), onde mostra sua instalação Visitant Genet,

Entre suas exposições, a partir do ano 2000, individuais estão: Visitant Genet no Museu D´Art de Girona (2000) e Le Revers de Rêveur na Capela de San Roc, em Valls, (2003), ambas na Espanha, e Enigmas, FVCB, Porto Alegre, (2005). Em 2007, realizou uma grande mostra antológica – O Grão da Imagem– realizada no Santander Cultural, em Porto Alegre, Brasil. Essa mostra contou com curadoria triple de Agnaldo Farias, Fernando Cocchiarale e Moacir dos Anjos.

Participou da V Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Porto Alegre (2005) e da mostra MAM na Oca, Arte Brasileira do Acervo do MAM, São Paulo, (2006).

Com curadoria de Glória Ferreira, faz uma grande mostra abrangente de sua trajetória denominada Imagens em Migração, no MASP, São Paulo, em 2009.

No mesmo ano, tem publicou o livro Vera Chaves Barcellos- Obras Incompletas (Editora Zouk) sobre sua obra, analisada em detalhes num extenso texto do filósofo francês especializado no estudo da imagem fotográfica contemporânea, François Soulages.

Desde a década de oitenta, realiza instalações multimídia, empregando, além da fotografia, outros meios. Instituiu uma fundação que leva seu nome, dedicada à divulgação da arte contemporânea (2004). Vive e trabalha em Viamão, RS, Brasil, mantendo também seu estúdio em Barcelona, Espanha, desde 1986.

TIRADENTES CULTURAL é uma iniciativa de espaços culturais localizados no entorno da praça Tiradentes que se reuniram com o objetivo de potencializar a circulação de pessoas e as atividades culturais nesta região da cidade.

CIRCUITO – programação coletiva, desenvolve diversas ações em conjunto todo primeiro sábado do mês.
Fazem parte da Tiradentes Cultural:
Largo das Artes
Teatro João Caetano
Real Gabinete Português de Leitura
Centro Carioca de Design
Studio-X
Centro de Arte Maria Teresa Vieira
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Centro de Referência do Artesanato Brasileiro
Polo Novo Rio Antigo
Barracão Maravilha

https://www.facebook.com/tiradentescultural

Muovere Cia de Dança Contemporânea apresenta espetáculo em Joinville no dia 03 de março

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Companhia de Porto Alegre apresenta espetáculo “Desvio” em turnê por SC e PR

A Muovere Cia de Dança Contemporânea promove a partir de 03 de março uma turnê do espetáculo “Desvio” por Joinville, Curitiba, Londrina e Florianópolis. O espetáculo foi concebido em 2012 por Jussara Miranda, inspirado em ações corporais ordinárias de transeuntes na relação com o trânsito, tendo sua pesquisa realizada em três bairros de Porto Alegre, RS, de diferentes características econômicas, sociais e geográficas.

Desde 2008, a companhia incluiu o contexto da cidade como o plano de consistência artística, ou seja, campo de criação, de pesquisa e de produção em dança. De início, a experiência desenvolveu-se pela carência por um espaço físico próprio para o grupo realizar suas experiências laborais, resultando na adoção da cidade como o lugar de realização dos processos.

“Desvio” propõe associar o espaço da cidade com a dança artística, possibilitando que o público sinta-se representado; desafiar o corpo dançante como animador da cidade e estimular o imaginário coletivo. Almeja alterar os modos de produção em dança mediados pelos encadeamentos do corpo em sintonia com a urbanidade, atribuindo o fazer e o recepcionar, como produtores de fruição em dança.

O espetáculo teve o espaço público da cidade, especificamente, os de retenção de semáforos em três bairros de Porto Alegre, como fonte para a sua montagem. O processo de criação deu-se em três etapas: a coleta de materiais coreográficos nos semáforos por meio de improvisação; a votação pública eletrônica sobre os materiais coreográficos coletados nos semáforos, bem como sobre áudios de interesse público; e a composição coreográfica com os materiais coletados nos semáforos e votados pelo público. A elaboração do produto final foi realizada pelos diretores Jussara Miranda, Diego Mac e Jezebel de Carli, cuja tarefa fora fidelizar o protagonismo do público votante, destinado à exibição em espaços da cidade, onde o acesso seja livre e compartilhe com a arquitetura da mesma, por onde o espetáculo circule.

O projeto possui dois formatos: “Desvio Sinal”, uma interferência coreográfica de improviso dirigido e realizada em espaços de retenção de semáforo; e “Desvio Cena”, um espetáculo coreográfico realizado em espaço de domínio público, como estacionamentos e similares.

As apresentações em Joinville ocorrem no dia 03 de março, às 11h na Av. José Vieira, esquina com Rua Max Colin, e às 17h30 no estacionamento do Centro de Eventos Cau Hansen (em caso de chuva, a apresentação ocorre na escola do Teatro Bolshoi, com entrada franca).

Vencedor do Prêmio Funarte Artes na Rua 2013, “Desvio” iniciou sua turnê pela região sul em 2014 com apresentações em Canoas e Santa Maria. Após as apresentações em Joinville, a companhia segue para Curitiba nos dias 25, 26 e 27 – integrando a programação do FRINGE, Londrina no dia 28 e encerra em Florianópolis no dia 1º de abril. Para saber mais, acesse http://www.desviomuovere.com.br

Saiba Mais

FICHA TÉCNICA

Direção geral e concepção: Jussara Miranda

Direção artística: Diego Mac

Direção de cena: Jezebel de Carli

Ensaiador e assistente de produção: Denis Gosch

Bailarinos: Joana Amaral, Letícia Paranhos, Dudu Richa, Maria Annita Brusque

Figurinos: Daniel Lion

Produção: Laura Leão

Assessoria de comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Identidade visual: Sandro Ka

 

HISTÓRICO DA MUOVERE CIA. DE DANÇA

  • 2015: DESVIO: 5 Festival Internacional SESC de Música junto a Orquestra Unisinos Anchieta- regência Maestro Evandro Matté, Pelotas/RS
  • 2014: DESVIO: Muovere 25 Anos junto a Orquestra Unisinos Anchieta/ Porto Alegre. MIXADOS – Mostra resultado Oficina 25 Anos Muovere/ Porto Alegre
  • 2013: DESVIO: Prêmio Funarte Artes na Rua (circo, dança e teatro)
  • 2013: PROCULTURA/ MinC- RE-SINTOS: UM BRASIL MAIS PERTO (turnê região nordeste) com Participação no JANEIRO DE GRANDES ESPETÁCULOS/ Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco (Recife e Caruaru); e VIVADANÇA Festival Internacional (Salvador e Camaçari)
  • 2012: Edital FUMPROARTE de Dança – DESVIO com participação no DANÇA ALEGRE ALEGRETE/RS. Prêmio Funarte de Dança – TÓIN: DANÇA PARA BEBÊS.
  • 2010: CAIXA CULTURAL 2010 – Ocupação dos Espaços da CAIXA CULTURAL Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Espetáculo RE-SINTOS Edital Fumproarte de Dança – Projeto DALI DAQUI: Intrussocial. Prêmio Interações Estéticas 2010: FEEDBACK.
  • 2009: Prêmio Interações Estéticas 2009 “OLHO3: IntrusociaL”- Funarte/MinC.
  • 2008: Integração Comunidades Petrobras: Projeto Dança e Sentidos (cegos e portadores de baixa visão); Seleção Re-Sintos Edital Fumproarte 01- 2008; Montagem e apresentações Re-Sintos Porto Alegre em Cena; Edital de ocupação Teatro de Câmara Túlio Piva e Projeto Usina das Artes. Prêmio Interações Estéticas 2008 “Dali Daqui”. Produção “Cartilha de Dança” em BRAILLE – Feira do Livro 2008 – apoio INSTITUTO VIVO/ RJ.
  • 2007: Pesquisa videocoreográfica Muovere Fashion Week; Oficinas Movimento Progressivo/ Casa de Cultura Mário Quintana/ POA.
  • 2006: CASA BILD, Pesquisa e Difusão de Linguagens autorais em Dança/ Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna; Pesquisa Recintos 1989.
  • 2005: Espetáculo “Beterrabas Caprichosas”/ Condança – Pensamento Coletivo- e Projeto Conesul RS;
  • Troféu Açorianos de Dança POA “Aventuras” / RS; Prêmio Caravana Funarte/ Bild.
  • 2004: Projeto Dança Calvino / Teatro Elis Regina/ POA/RS; Projeto Movimentos Incessantes da SMC Montadas; Programação artística ADVB Empresários do Ano/ RS; Mostra Contemporânea de Joinville Deserto; DANÇA EM PAUTA BB, O Bandido/ CCBB/ SP.
  • 2003: Espetáculo O Bandido/ Da Trilogia Dança Calvino- montagem; Prêmio de Incentivo a Produção Cultural IEACEN/ 3 Motivos/ RS.
  • 2002: Quintas e Feminino na dança SMC POA; Prêmio Em Cena Brasil montagem / Três Motivos; 9º Porto Alegre Em Cena Bild;
  • 2001: Verão Cultural IEACEN /RS; Mostra de Dança Verão SMC/ POA; I Fórum Social Mundial 2001 – Usina do Gasômetro/POA; 1a Usina CRT Brasil Telecom de Dança – M /POA; Condança IEACEN / POA; Prêmio em Cena Brasil montagem Bild; Prêmio Açorianos de Dança Bild.
  • 2000: Verão Cultural IEACEN /RS; Quintas e Feminino na Dança SMC POA; Reveillon RBS TV; Espetáculo Máscaras (circulação RS); Prêmio de Incentivo a Produção Cultural IEACEN Recintos.
  • 1999: Verão Cultural IEACEN; Quintas e Feminino na Dança SMC POA; Mostra de Dança Verão SMC; Projeto Palcos/ Co-produção Unisc – “Máscaras”/ Circulação interior do RS; Quebra Nozes é um Sonho/ Natal Luz de POA; Medalha Cidadão de Porto Alegre – Secretaria Municipal de Cultura/RS; Projeto Uniarte (UFRGS); 7º Porto Alegre Em Cena Recintos e Deserto; Troféu Açorianos de Dança Recintos.
  • 1998: Lançamento catálogo Muovere Cia de Dança Contemporânea 89-2000; Verão Cultural IEACEN; Mostra de Dança Verão SMC; Projeto Solos Duos e Trios/ Centro Cultural de São Paulo/SP;
  • Mostra de Coreógrafos Contemporâneos SMC; III Conesul; Espetáculo Para dois Nomes do Mundo/ Porto Alegre e Buenos Aires; Troféu Açorianos de Dança Deserto.
  • 1997: Feminino na Dança CCSP; Semanas de Dança CCSP; Quintas Feminino na Dança SMC POA; Conesul Dança; Mostra de Dança Verão SMC; Espetáculo Baile à Fantasia 1911.
  • 1996: Movimento Pró-Arte circulação interior do RS; Verão Cultural IEACEN; II Porto Alegre em Cena; Festival Nacional de Joinville Troféu Helena Montenegro/ SC; 5º Prêmio Sogipa para Dança / POA; Troféu Açorianos de Dança Lôcas.
  • 1995: O Feminino na Dança CCSP/SP; Coletiva de Artistas Independentes/ Semanas de Dança CCSP; Encontro Meridional de Dança/ Pelotas RS; Circuito regional Itaú regional; Festival Nacional de Joinville Troféu Mário Avancini de Melhor Coreografia.
  • 1994: O Feminino na Dança CCSP; Duas Semanas de Dança CCSP; Verão Cultural IEACEN; Revelação Festival de Dança Asgadan / RS; Concurso Rio Arte / Rio de Janeiro/RJ.

Desvio – turnê SC e PR

Joinville / SC

03/03/2015

11:00 – “Desvio Sinal” – Av José Vieira esquina Rua Max Colin.

17:30 – “Desvio Cena”  no estacionamento do Centro de eventos Cau Hansen

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá na escola do Teatro Bolshoi

Curitiba / PR – Dentro da programação do FRINGE

25/03/2015 – 11:00 – “Desvio Sinal” na Praça Santos Andrade – Rua XV de Novembro, semáforo próximo a UFP

26/03/2015 – 17:00 – “Desvio Cena” na Praça Generoso Marques

27/03/2015 – 11:00 – Oficina aberta “Desvio de Trânsito” na Praça Santos Andrade – Rua XV de Novembro, semáforo próximo a UFP

Em caso de chuva as apresentações são transferidas para o Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem

Londrina / PR

28/03/2015

11:00 – “Desvio Sinal” – na Alameda Miguel Blasi com a rua João Cândido

17:00 – “Desvio Cena” – Zerão

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá no Shopping Royal Plaza.

Florianópolis / SC

01/04/2015

12:00 – Desvio Sinal – Rua Eurico Gaspar Dutra esquina Rua Santo Saraiva – Estreito em frente ao SESC

15:00 – Desvio Cena – Arena do Centro de Artes UDESC (Av. Madre Bencenuta, 2000)

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá no hall do Bloco Amarelo do Ceart-Udesc

 

 

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Santa Estação Cia de Teatro em caravana

Companhia foi vencedora do Prêmio Myriam Muniz de circulação pela Funarte

Inicia no dia 14 de julho a caravana de circulação do espetáculo Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar, da Santa Estação Cia de Teatro, em Curitiba, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto foi contemplado com o Prêmio Myriam Muniz de circulação da Funarte.

Segundo a diretora do grupo, Jezebel de Carli, a escolha das cidades foi marcada pela busca de referências que se identificam com a temática do espetáculo: “As cidades de Curitiba, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, tão distintas entre si, também são o ponto de interesse desta escolha, uma vez que o universo abordado pelo trabalho se passa em submundos, guetos, difusos e incorporados no desenho de centros urbanos. E é aí onde elas se parecem, cada uma com suas particularidades em cenário e personagens, mas com os mesmos medos e sombras”, afirma.

A montagem estreou em Porto Alegre, sede da companhia, em outubro de 2010. A caravana contempla 10 apresentações gratuitas, além de uma Oficina de Dramaturgia com Diones Camargo, dramaturgo do espetáculo, em Curitiba. Nas outras cidades, o grupo vai fazer um intercâmbio de idéias, demonstrações de trabalhos e de treinamento com outros grupos e companhias, chamado “Processos e procedimentos entre grupos”. As apresentações em Campinas acontecem nos dias 14 e 15/07 no Centro Cultural Casarão, e em Curitiba dentro da programação do Palco Giratório Paraná em agosto. Hotel Fuck passa por São Paulo e encerra a viagem no Rio de Janeiro, em datas a confirmar, previstas para novembro.

Hotel Fuck está ancorado no diálogo entre a linguagem cinematográfica e teatral e tem como objetivo interferir nos espaços cotidianos da cidade sob a forma de um set de filmagem, com texto dramático de Diones Camargo e direção de Jezebel.  A peça transita entre o teatro, o cinema e a rua.

Hotel Fuck – Sobre o texto de Diones Camargo

No roteiro, Diones Camargo tece os três episódios idealizados por De Carli movendo-se a partir de personagens criados pelos atores e suas composições cênicas em processos colaborativos entre direção, atores e dramaturgo. Camargo produz um texto atravessado pelo cinema, teatro, literatura e todo o “lixo cultural” que vem se acumulando ao longo das últimas décadas.

Sinopse

Quando Nick Newman, um infame esquartejador de mulheres, decide parar de matar, ele não imagina os problemas que essa decisão irá lhe trazer. A começar por Linda, sua amante imortal, que fica furiosa com a notícia, pois apesar dos insistentes pedidos ela nunca teve a sorte de ser destroçada pelo amado, da mesma forma que este fazia com as outras mulheres. Outra que não suporta a idéia é Audrey, uma mulher misteriosa que planeja vingar-se do homem que a mutilou, anos antes. Para isso, ela contrata Gordon, um detetive durão, sem saber que na verdade este não passa de um ex-ator que vive aprisionado no seu único e derradeiro papel. Essas figuras ainda cruzarão com Ashley, uma diva pornô excêntrica, egoísta e radicalmente egocêntrica; com Loureen, uma diretora fetichista e dominadora, que está em busca do próximo roteiro que lhe colocará novamente atrás das câmeras; e com Jessica, uma transexual dividida pela culpa de um passado obscuro. Para completar esse cenário de pesadelo, um quadro de James Dean, um vestido da Marilyn Monroe, um papel de parede de pinturas rupestres, e uma revelação mística trazida por Leatherface. Garotas com cinta liga e armas em punho, massacres, assaltos a bancos, fetiches e perversões, algemas, couros e muffins, perseguições implacáveis, apostas mal-sucedidas, trocas de identidades, travestismo, esquartejamentos, revelações místicas trazidas por Leatherface, garotões que amam suas Magnum 44, corações partidos, sexo e sangue… muito sangue. Onde? No Hotel Fuck, baby.

FICHA TÉCNICA

Direção: Jezebel De Carli

Texto: Diones Camargo

Coordenação de produção e divulgação: Rodrigo Marquez

Assistência de Produção: Marcinhò Zola

Elenco: Ana Carolina Moreno, Denis Gosch, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Cenário: Juliano Rossi

Figurino: Fabrízio Rodrigues

Iluminação:  Luiz Acosta

Captação e edição de vídeos: Bruno Goularte Barreto

Trilha sonora pesquisada: Jezebel De Carli

Produtores Locais: Campinas – Cassiane Tomilhero

Curitiba – Thiago Inácio

Rio de Janeiro – Bruno Lelis

São Paulo – Aysha Nascimento

Assessoria de Imprensa Nacional: Bruna Paulin

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goulart

Coordenação Logística Cenografia: Ana Carolina Moreno

Responsável técnico iluminação e operador de luz:  Luiz Acosta

Projeto Gráfico do Espetáculo: Kátia Ozório

Projeto Gráfico da Turnê: Sandro Ka

Site: Sandro Ka

Produção Executiva/Grupo: Palco Aberto Produtora

Realização: Santa Estação Companhia de Teatro

Histórico da Companhia

A Santa Estação Cia. de Teatro fundada em 2003 sob direção de Jezebel De Carli e integrada por atores/bailarinos formados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Teatro Escola de Porto Alegre, mantém seu trabalho de criação e produção artística bem como de gestão e programação cultural de um espaço de referencia no âmbito das artes cênicas na cidade de porto alegre, o projeto Usina das Artes – Usina do Gasômetro. Nestes nove anos a Santa Estação na busca de criar uma linguagem própria e inovadora vem produzindo espetáculos, experimentos e performances com reconhecimento de público e crítica.

Espetáculo de dança para bebês estreia no dia 16 de junho

Tóin foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2011

Estreia no dia 16 de junho, no auditório da Livraria Cultura, o espetáculo Tóin, projeto de dança da Muovere Cia de Dança dirigido para bebês de zero a três anos e seus cuidadores. O projeto com concepção e direção geral de coreográfica de Jussara Miranda é composto de duas atividades: espetáculo de dança e oficina. O espetáculo dedica-se à apreciação do brinquedo preferido dos bebês: dançar! Já a oficina visa à estimulação dos bebês pelos seus cuidadores, orientada pelos bailarinos.

O interesse por trabalhar com a dança e os bebês surgiu em 2008, por conta da pesquisa de dissertação da diretora da companhia, realizada nos campos das cidades de Sevilha e Granada/Espanha. Com interesse em políticas públicas para grupos de dança em situação de trabalho, o estudo possibilitou verificar no Plano Estratégico para a Cultura de Andaluzia, ações dirigidas à pequena infância envolvendo grupos de dança. Através da observação deste processo, revelou-se a sua importância como catalizador e formador de públicos e o seu caráter transformador.

“Ao identificar que não há no Rio Grande do Sul projeto desta natureza, a Muovere adotou a tarefa de atuar como mediadora entre a dança e os bebês”, afirma Jussara. A companhia dedica-se ao estudo do assunto desde 2009, resultando na montagem que segue com apresentações até setembro deste ano.

A direção artística é assinada por Diego Mac e no elenco estão os bailarinos Joana Amaral, Lauren Lautert, William Freitas e Denis Gosch. A trilha sonora é de Marcelo Delacroix e Beto Chedid, figurinos de Antonio Rabadan e iluminotécnica de Mauricio Moura. O grupo também desenvolveu um site do projeto, onde é possível encontrar outras informações:http://dancaparabebes.wordpress.com/

Concepção & Direção Geral e Coreográfica – Jussara Miranda

Direção Artística – Diego Mac

Balarinos – Joana Amaral, Lauren Lautert, William Freitas e Denis Gosch

Trilha Sonora – Marcelo Delacroix e Beto Chedid

Relações Institucionais – Patricia Machado

Produção – Marcinhò Zola

Assistente de produção – Leticia Pinheiro e Manu Menezes

Luminotécnica – Mauricio Moura

Figurinos – Antonio Rabadan

Projeto Pedagógico – Joana Amaral

Fotos – Luciane Ferreira

Identidade Visual – Sandro Ka

Coordenação do blog Dança para Bebês – Diego Mac

Sobre a Muovere Cia de Dança:

Fundada em 1989, a Muovere Cia de Dança Contemporânea atua nas atividades de produção, fomento, formação e pesquisa em dança. Em seu repertório constam 18 produções de espetáculos, 05 performances de rua, 05 projetos de inclusão social.

Entre os principais recebidos, constam:

o          PRÊMIO INCENTIVO A PRODUÇÃO CULTURAL/ IEACEN (02 edições)

o          PRÊMIO AÇORIANOS DE DANÇA/SMC (05 edições)

o          EM CENA BRASIL (02 edições)

o          PRÊMIO KLAUSS VIANNA (02 edições)

o          CIRCULAÇÃO FUNARTE

o          PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS (03 edições)

o          FUMPROARTE (03 edições).

Tóin – dança para bebês

Dias 16 de junho, 07 de julho, 04 de agosto e 08 de setembro

11h | 13h | 15h | 16h

Duração do espetáculo: 20 minutos

Duração da oficina: 20 minutos

Livraria Cultura: Bourbon Shopping Country | Av. Túlio de Rose, 80 – Loja 302

Entrada Franca

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