

Primeira edição ocorre no mês de setembro com o artista Marcelo Hübner
Porto Alegre, 24 de agosto de 2018 – A partir de 01 de setembro a Delphus Galeria promove o projeto Arte para Todos, que pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas. O projeto, que ocorrerá mensalmente, destaca um artista do acervo da Delphus que terá uma seleção de obras expostas no térreo e fará três live paintings no local, todos com entrada franca. Nesta primeira edição o artista em destaque é Marcelo Hübner.
“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.
Além disso, todas as peças de Hübner disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete.
As Live Paintings ocorrem no sábado dia 01 das 10h às 15h, na quarta-feira, 12 de setembro, às das 14h às 18h, e no sábado, 29, às 10h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.
Sobre o artista
Marcelo Hübner é essencialmente um pintor que domina as cores.
Sua obra traz, antes de tudo, a mensagem alegre e efusiva de um olhar livre, quase alheio ao drama humano, porquanto fixado nos matizes e no que estes possam reverberar em sensações positivas ao espectador.
Assim, seus quadros portam o discurso leve para os dias pesados. E por isso desde sempre vêm sendo disputados a cada nova exposição que o artista realiza.
Hübner, que começou sua carreira com cenas campestres, retratando colhedoras de girassóis, incursionando também pela escultura em que revelava floristas ligadas à mesma temática, visitou outros sítios em sua imaginação e observação. Pintou cenas praianas com perfeito domínio e corretos jogos de sombras que nos instigam pelo predominante contraponto da presença solar.
Atualmente se encontra em cenas urbanas, retratando prédios do cenário de Porto Alegre, alguns dos quais desde logo reconhecíveis pela precisão que o artista empresta aos rápidos gestos de pinceladas caracterizadas, mais uma vez, pela essência luminosa em sua pintura.
Este fato, já tão próprio de uma fase anterior (ramalhetes de flores embrulhados em jornais, à venda nas ruas da cidade, numa visão bem parisiense, digamos assim), toma agora o sentido da verticalidade da construção do edifício, do “amontoamento” dos andares, alusão construtivista, se não pelo conceito formal em arte, pelo sentido explícito do termo “construção” que remete de imediato à noção geométrica de organização.
Será uma mudança na trajetória do artista?
O resultado visível deste trabalho meticuloso é uma arte de grata fruição, ou seja, aquilo que hoje tanto nos falta.
Nos dias em que vivemos, quando se fala em arte contemporânea, talvez por um modismo que já vem perdendo força, se espera do artista e de seu fazer um discurso expressionista, contestador, por vezes indignado. Assistimos a este fenômeno pelas redes sociais, por exemplo, (em que somos todos protagonistas – e artistas -e o que mais nos permitimos ser), onde é comum a mais gratuita indignação ocupar o terno espaço da mais sensata lucidez.
Entretanto, também ali convive uma parcela significativa de pessoas sedentas de contemplação, à qual não interessa tal inflamado discurso. E não podemos esquecer que a arte não pertence apenas ao seu criador, mas também àquele que a sorve.
A arte deve ser democrática e democratizada.
Assim, Marcelo cumpre com sua parte, com o compromisso eleito, aplicando não apenas a técnica de que dispõe e que conhece a cada traço na revelação de certa alegria, mas a presença de um pensamento que deseja ser dividido com quem mais dele necessita.
É este o principal lugar em que se situa o artista Marcelo Hübner em nosso cenário das artes visuais.
Paulo C. Amaral | Artista plástico, curador independente, escritor | Membro da Academia Brasileira de Belas artes, RJ
Sobre a Delphus Galeria
A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.
Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.
A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.
A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

Mostra segue em cartaz com entrada franca até sábado, 30 de junho e a artista estará promovendo visitas guiadas durante as tardes a partir de terça, 26 de junho
Porto Alegre, 25 de junho de 2018 – Encerra no próximo sábado, 30 de junho, a mostra “Retratos da Alma”, de Ilka Filippini, com curadoria de Liliane Giordano, em cartaz na Delphus Galeria. A partir de terça-feira, 26 de junho, a artista estará presente na galeria conduzindo visitas guiadas durante os turnos da tarde para os visitantes, com entrada franca.
Retratos da Alma apresenta uma coleção de imagens de pessoas que Ilka registrou de 2006 a 2017 durante viagens para Cuba, Peru, Índia, Nepal, Vietnam, Camboja e Myanmar, além de registros em Caxias do Sul e Viamão. Um dos objetivos do projeto, segundo a artista, é despertar uma reflexão do que aproxima a todos nós como seres humanos. “Nestas fotos, podemos ver, através dos olhos e dos sorrisos, a essência da vida em cada um – afinal, independente de onde vivemos e das diferentes experiências de vida, padecemos de males e prazeres muito semelhantes”, afirma.
Dezesete telas de 70X100 cm, impressas em tela de algodão tipo Canvas, compõem a expografia. O material escolhido tem o objetivo de fazer as fotografias se parecerem com as telas utilizadas em pintura, aproximando a técnica da obra de arte, bem como as molduras remetem aos quadros clássicos. Além dos 17 retratos, a exposição conta com 25 fotografias que revelam o contexto de vida de diferentes pessoas, colocando-as inseridas no seu ambiente. Assim, denota o que há de único em cada ser humano. “O que nos torna únicos, também nos torna iguais, e, através da sensação de identidade, mesmo que em um ínfimo momento e de forma sutil, podemos resgatar a nossa humanidade, irmandade, fraternidade”, ressalta Ilka.
“Há alguns aspectos que são intrínsecos à alma humana. E isso transparece mesmo sem nem trocar palavras em um idioma desconhecido. Transparece no rosto, na expressão. No olhar. A força das fotografias de Ilka reside nesta captura do olhar furtivo, na expressão que deixa escapar muito dos anseios da alma. Fica a impressão de que cada retratado está pronto para saltar da sua moldura e começar a conversar conosco, agora mesmo. É uma fotografia que brinca com a ideia de ser pintura, que ilude com o jogo de ser real ou ficção, que, mais uma vez, borra as fronteiras e constrói espaços para reflexão”, conta a curadora Liliana Giordano.
A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.
SERVIÇO
Exposição “Retratos da Alma”
Visita guiada à exposição, com a presença da fotógrafa Ilka Filippini
De 26 a 29 de junho, terça a sexta-feira, durante o turno da tarde e 30 de junho, sábado, pelo turno da manhã – entrada franca.
Galeria Delphus, Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta, Porto Alegre – RS
Visitação da exposição: de 28 de maio a 30 de junho de 2018 segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.
Sobre a Delphus Galeria
A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.
Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.
A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.
A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232
Sobre a fotógrafa
Ilka Filippini é Arquiteta e Urbanista, concursada e aposentada no Município de Caxias do Sul. Como fotógrafa, fez parte do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul, realizou quatro exposições individuais e várias coletivas, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; recebeu uma premiação de menção honrosa e duas fotografias aceitas em Bienais Brasileiras de Fotografias Preto e Branco.
Sobre a curadora
Liliane Giordano é mestre em Educação: arte, linguagem e tecnologia na UFRGS (2016). Possui graduação em Fotografia na UCS (2005) e graduação em Tecnologia em Processamento de Dados na UCS (1997) e especialização em Ciência da Computação pela UFRGS (2000).
Atualmente é fotógrafa, diretora de fotografia e professora na instituição Sala de Fotografia. Tem experiência de 20 anos na área de tecnologia da informação. Hoje, o foco do seu trabalho está em atividades nas artes visuais, no processo de aprendizagem em fotografia, projetos de identidade visual e fotografia autoral.
Como curadora, já esteve a frente de diversas exposições fotográficas individuais, como “Passagens”, do fotógrafo Julio Soares (2016), e “Videiras de Papel”, do fotógrafo Severino Schiavo (2015).

Atividade contará com a presença da fotógrafa Ilka Filippini e da curadora Liliane Giordano
Nesta sexta e sábado, 15 e 16 de junho, a Delphus Galeria abre suas portas para conversa e visita guiada pela exposição Retratos da Alma com entrada franca. A atividade contará com a presença da fotógrafa Ilka Filippini e da curadora Liliane Giordano.
Retratos da Alma apresenta uma coleção de imagens de pessoas que Ilka registrou de 2006 a 2017 durante viagens para Cuba, Peru, Índia, Nepal, Vietnam, Camboja e Myanmar, além de registros em Caxias do Sul e Viamão. Um dos objetivos do projeto, segundo a artista, é despertar uma reflexão do que aproxima a todos nós como seres humanos. “Nestas fotos, podemos ver, através dos olhos e dos sorrisos, a essência da vida em cada um – afinal, independente de onde vivemos e das diferentes experiências de vida, padecemos de males e prazeres muito semelhantes”, afirma.
Dezesete telas de 70X100 cm, impressas em tela de algodão tipo Canvas, compõem a expografia. O material escolhido tem o objetivo de fazer as fotografias se parecerem com as telas utilizadas em pintura, aproximando a técnica da obra de arte, bem como as molduras remetem aos quadros clássicos. Além dos 17 retratos, a exposição conta com 25 fotografias que revelam o contexto de vida de diferentes pessoas, colocando-as inseridas no seu ambiente. Assim, denota o que há de único em cada ser humano. “O que nos torna únicos, também nos torna iguais, e, através da sensação de identidade, mesmo que em um ínfimo momento e de forma sutil, podemos resgatar a nossa humanidade, irmandade, fraternidade”, ressalta Ilka.
“Há alguns aspectos que são intrínsecos à alma humana. E isso transparece mesmo sem nem trocar palavras em um idioma desconhecido. Transparece no rosto, na expressão. No olhar. A força das fotografias de Ilka reside nesta captura do olhar furtivo, na expressão que deixa escapar muito dos anseios da alma. Fica a impressão de que cada retratado está pronto para saltar da sua moldura e começar a conversar conosco, agora mesmo. É uma fotografia que brinca com a ideia de ser pintura, que ilude com o jogo de ser real ou ficção, que, mais uma vez, borra as fronteiras e constrói espaços para reflexão”, conta a curadora Liliana Giordano.
O bate papo “Fotografia como Arte” e a visita guiada à exposição ocorrem na sexta das 19h às 21h, e no sábado das 10h ao meio dia, com entrada franca. A mostra segue com entrada franca até 30 de junho. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.
SERVIÇO
Conversa sobre arte na Delphus – exposição “Retratos da Alma”
Bate-papo “Fotografia como Arte” + visita guiada à exposição, com a presença da fotógrafa Ilka Filippini e da curadora Liliane Giordano
Sexta feira, 15 de junho, das 19h às 21h.
Sábado, 16 de junho, das 10h às 12h.
Galeria Delphus, Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta, Porto Alegre – RS
Visitação da exposição: de 28 de maio a 30 de junho de 2018 segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.
Sobre a Delphus Galeria
A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.
Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.
A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.
A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232
Sobre a fotógrafa
Ilka Filippini é Arquiteta e Urbanista, concursada e aposentada no Município de Caxias do Sul. Como fotógrafa, fez parte do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul, realizou quatro exposições individuais e várias coletivas, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; recebeu uma premiação de menção honrosa e duas fotografias aceitas em Bienais Brasileiras de Fotografias Preto e Branco.
Sobre a curadora
Liliane Giordano é mestre em Educação: arte, linguagem e tecnologia na UFRGS (2016). Possui graduação em Fotografia na UCS (2005) e graduação em Tecnologia em Processamento de Dados na UCS (1997) e especialização em Ciência da Computação pela UFRGS (2000).
Atualmente é fotógrafa, diretora de fotografia e professora na instituição Sala de Fotografia. Tem experiência de 20 anos na área de tecnologia da informação. Hoje, o foco do seu trabalho está em atividades nas artes visuais, no processo de aprendizagem em fotografia, projetos de identidade visual e fotografia autoral.
Como curadora, já esteve a frente de diversas exposições fotográficas individuais, como “Passagens”, do fotógrafo Julio Soares (2016), e “Videiras de Papel”, do fotógrafo Severino Schiavo (2015).





